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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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I - Florescer improvável

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
I - Florescer improvável Qui Maio 13, 2021 1:02 am
Relembrando a primeira mensagem :

I - Florescer improvável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Dante di Tresigallo. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Hoyu
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Hoyu
Narrador
Re: I - Florescer improvável Sab Dez 11, 2021 10:56 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Após uma batalha com fim explosivo contra Giani, o grupo logo se organizou e seguiu para o Bar Tresigallo, antiga morada de Dante, para poderem se abrigar momentaneamente e conseguirem as informações que precisavam de Lorenzo. Após um rápido reencontro entre o ruivo e Teresa, logo adentraram no prostíbulo, seguindo para o quarto de luxo que ainda não havia sido limpo, no qual ambos se sentiam nostálgicos, mas por razões diferentes. - Nossa, que lugar chique. Nem parece que estamos nos quintos dos infernos. - Cheng entrava admirado, sendo seguido logo atrás por Anya. - Vamos conseguir as informações que precisamos e dar o fora logo. Esse lugar fede a humano e sexo.

Sem nem se importar com os outros, Dante começou a se despir para entrar na banheira, fazendo com que Cheng virasse de costas, mas Anya não parecia ligar. - E-ei, nós estamos em público! Digo, não público público, mas tem gente aqui! - Ainda de costas para não ver Dante nu, ia se sentando em uma das camas, até ouvir o aviso do ruivo em relação aos lençóis e se levantava no susto, quase sentando-se nele. Já em pé novamente, foi até a mesa cheia de garrafas de bebida. - A maioria ta quase vazia, mas acho que se eu juntar os restinhos da pra formar algumas doses. Espero que não sejam fracos à mistura. - Em seguida Cheng começou a derramar os restinhos de cada bebida em um grande copo, com um sorriso travesso no rosto, tirou uma dose pra si e levou uma pra Dante, que pediu, mas indo de costas pra não o ver nu, quase caindo na banheira por causa disso.

Enquanto o atirador preparava o que tinham de bebida, Tanky admirava as obras de arte do quarto, que eram pinturas eróticas de mulheres nuas em posições sensuais ou consumando o ato sexual, todas muito realistas, além do pilar que era formado de bustos femininos. Anya percebia que o mink estava distraído, e pegava o prisioneiro de seus braços, amarrando-o com força com os lençóis da cama. - Arg, que cheiro horrível. - Anya apertou a corda improvisada com mais força. - Pois então comece a se acostumar. - Era hora de tratar do assunto que haviam vindo tratar, e Lorenzo parecia perceber isso, olhando ao redor, em vão, em busca de qualquer rota de fuga possível.

Dante começava deixando clara a situação de Giordano, aproveitando para encher a bola de Anya, que olhava para o prisioneiro com uma cara feia, e até mesmo Tanky aproveitava o momento para sugerir surrar o cara, deixando-o ainda mais apavorado. Dante fazia a proposta, tentando se aproveitar do desespero de Lorenzo e do quão medroso ele parecia ser. - T-tá bom! Eu conto tudo! Só por favor não me mata! - Lorenzo se encolhia ao dizer isso. - Fui contratado por um homem chamado Romualdo Esposito, não sei exatamente o que ele quer, mas parece o objetivo dele com o ataque ao museu era de fragilizar a reputação de Salvatore. Mas ele sabia que não conseguiria passar pela vigilância atenta de Faustino sem medidas extremas, então sequestrou a esposa e filha do Montecarlo, e usou elas como reféns para obrigar ele a nos deixar plantar uma bomba em uma das esculturas.

Enquanto falava, Lorenzo não mantinha contato visual com nenhum deles, olhando para um canto da parede. - Posso ser um inútil em muitas coisas, mas sou um bom artesão e falsificador, e Romualdo me contratou por isso, para preparar as bombas. Acho que ele esperava que alguém acabasse morto no incidente, mas como não dava pra confirmar a situação, acabou não ocorrendo da forma que ele esperava. S-sobre os outros, sei que o Giani estava encarregado e cuidas das reféns para Montecarlo não nos dedurar, e sei que haavia uma mulher também. Franciele Girardi, se não me falha a memoria, que estava sempre com ele. Da última vez que falei com eles, estavam em um hotel barato perto da Universidade Nista. Isso é tudo que eu sei, eu juro!

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Reepz
Pirata
Re: I - Florescer improvável Ter Dez 14, 2021 12:10 am
Lar doce lar
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 16 ~
*Dante di Tresigallo


Uma boa banheira e uma boa bebida, ou melhor, uma boa mistura de bebidas eram quase o suficiente para revigorar completamente o ruivo. E o Lorenzo ter aberto a boca sem o menor esforço deixava tudo ainda melhor. “Não acho que ele esteja mentindo, mas aposto que o Faustino gostaria de ouvir ele mesmo o que o Lorenzo tem a dizer”, pensava ao ouvir atentamente cada palavra dita pelo ruivo medroso. Após ele terminar a fala, Dante sairia da banheira e ainda nú, mesmo que isso comicamente incomodasse Cheng, repassaria alguns pontos do que acabara de ouvir:

- Blá blá blá, então Romualdo Esposito é o mandante e a Franciele Giardi é a guarda-costas? Certo… - pausaria um instante para alisar a barba e refletir - Tenho três perguntas muito importantes, então presta atenção para não falar nada errado hein - levantaria um dedo da mão esquerda para cada pergunta feita - Você conseguiria descrever a aparência do Romualdo e a Franciele? Você sabe onde os reféns estão sendo mantidos? Por fim, você vai me falar o nome do hotel e vai fazer um esboço do entorno do hotel - enquanto falasse, procuraria por alguma toalha ou tecido que estivesse aparentemente limpo ou pelo menos com um bom cheiro para se secar da banheira. Caso não encontrasse nada limpo, apenas esperaria secar sozinho - Isso é tudo o que eu quero saber.

Era possível que os seus companheiros estivessem discutindo qual deveria ser a próxima etapa do plano e como ela deveria ser executada. Enquanto isso, aproveitaria para deixar o quarto e ir atrás de Teresa e se certificar de conseguir os equipamentos que precisava - Volto já, encontro vocês lá fora quando estiverem prontos - diria acenando com a mão antes de deixar o quarto de luxo - Vi que você ficou apaixonado pelas estátuas Franky, saiba que você pode ver mesma coisa mas em carne e osso em qualquer quarto desse querido estabelecimento, te garanto que é muito melhor hahahahaha - brincaria com o Mink antes de fechar a porta do quarto.

Sairia do quarto com as roupas amassadas em mãos na altura da cintura para tapar o gigante guerreiro. Não que a nudez fosse algo anormal em um prostíbulo, mas Dante gostaria de evitar o eventual assédio, afinal não é todo dia em que se vê uma beleza como a dele. Cruzaria os corredores espiando de canto de olho as pessoas do bordel para lembrar dos velhos tempos. Enfim, andaria em direção à sala onde Madame Brian costumava gerenciar o bordel, pois provavelmente lá encontraria Teresa já que ela atualmente está no comando do estabelecimento. Caso não a encontrasse, questionaria algum funcionário sobre seu paradeiro e iria até o seu encontro. Considerando que a encontrasse, lançaria uma piscadela com o olho esquerdo e diria:

- E aí Teresa, como pode ver eu preciso de roupas novas, juro que eu te pago depois, no momento estou quebrado… Mas se você aceitar outra forma de pagamento… - saltaria as sobrancelhas duas vezes rapidamente em um tom cômico - Mas sério, preciso mesmo de uma roupa! E se não for pedir muito algumas borrifadas de perfume seriam interessantes - se fosse questionado sobre o “interrogatório” que haviam feito no quarto do bordel, responderia - Quanto a isso pode ficar tranquila, já resolvemos e assim que eu estiver apresentável iremos embora...

Se conseguisse a roupa nova, vesti-la-ia imediatamente porque o ruivo já havia se exibido o suficiente pelo resto do dia. Manteria da roupa antiga apenas os cintos que eram utilizados para amarrar a espada na cintura. Agradeceria imensamente à Teresa, pegando-lhe a mão destra delicadamente e dando-lhe um selinho no dorso da mesma. A personalidade de Dante não permitiria que ele fosse embora sem antes tentar ao menos uma investida, então alinharia o olhar com a cafetina e dispararia - Que tal um beijo de despedida? Sabe-se lá quando teremos a chance de nos ver de novo… - mesmo que fosse rejeitado, o ruivo reagiria amigavelmente apenas rindo da situação e iria embora agradecendo mais uma vez toda a ajuda que recebera - Muito muito obrigado - diria curvando levemente o tronco.

Com todos os assuntos resolvidos no bordel, seria a hora de encontrar o resto da equipe ao lado de fora. Considerando que eles já estivessem com tudo pronto, isto é amarrar, amordaçar e cobrir Lorenzo com um pano ou algo semelhante, Dante se proporia a guiar o grupo pelas ruas de Sirarossa. O ruivo não era o líder do quarteto e também já havia dado muitas “ordens”, então dessa vez apenas ouviria e seguiria o plano dos outros a fim de manter a boa convivência. Todavia, como dito anteriormente, seja qual for o destino, Dante se poria a frente e tentaria sempre andar por ruas desertas e vielas, assim evitando ao máximo qualquer atenção indesejada.

- E aí camaradas, vamos?


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Vrowk
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Vrowk
Estagiário
Re: I - Florescer improvável Qua Dez 15, 2021 6:34 am
Tomando a dianteira

Fala ~~ Pensamento


Eu estava realmente distraído e Dante percebeu muito bem isso. Aquelas obras pareciam ser grandiosas a vista de longe , mas no fim elas eram apenas obras baratas para o meu gosto. As palavras de Lorenzo estavam na minha cabeça, principalmente pelo que ele havia falado de Montecarlo. Ele estava sendo forçado a fazer algo contra sua vontade para proteger sua mulher e filha e isso me deu um nó na garganta e encheu meus olhos de lágrimas por uns instantes. -Bem, acho que temos que salvar as reféns e dar um jeito nessa tal de Francieli. - Diria com a voz um pouco trêmula, tentando conter o choro, aquilo era um tanto triste para mim.

Assim que o interrogatório terminasse, eu tomaria a dianteira. - Bem Anya, acho que logo você vai ter o que estava procurando, uma boa de uma briga. - Riria alto , como se tivesse contado uma piada. - Agora o que vamos fazer com você? - Olharia para Lorenzo pesando a situação: ele foi até que bem útil e nós tínhamos falado que ele poderia até se livrar se nos ajudasse, por isso tomaria a decisão de falar com ele sobre seu destino. - Vamos te levar até uma pessoa, para ver o que podemos fazer por você e depois que você sair de lá, vai estar por sua própria conta, entendeu? - Encararia ele, mostrando em meus lábios um sorriso amigável e gentil.

- Mesmo que vocÊ tenha nos ajudado, eu não confio em você, nem um pouquinho e também… Se virem você andando por aí, pode ser que seus colegas acabem percebendo o que aconteceu. - Aquelas palavras seriam ditas mais uma vez de forma amigável, queria tentar passar para ele que eu era uma pessoa de confiança e até um amigo, apesar do que aconteceu a alguns instantes atrás.

- Vamos amarrar, amordaçá-lo e cobri-lo. Ninguém pode ver, sentir, pensar, nem imaginar que estamos com ele. - Essas palavras duras seriam ditas, logo antes de começar a procurar por itens que pudesse usar para fazê-la. Depois de Amarrá-lo, amordaçá-lo e cobri-lo com algo, começaria a carregar como se fosse um tapete velho. Claro, teria tomado cuidado para que o rapaz tivesse por onde respirar enquanto estivesse preso, não seria uma coisa legal deixá-lo morrer depois de tudo.

Assim que todo o grupo estivesse reunido fosse onde fosse, exclamaria. - Vamos encontrar o Faustino, entregamos esse menino para ele e vamos atrás dos responsáveis por tudo! - Deixaria que alguém ali guiasse o caminho e seguiria quem quer que estivesse nos levando a diante.

Feito por Vrowk/Mando Smile


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Hoyu
Narrador
Re: I - Florescer improvável Seg Dez 20, 2021 10:25 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



finalmente conseguindo a confissão que precisavam, Dante se ergueu da banheira, fazendo Cheng cobrir o rosto novamente no susto. Aproximando-se do prisioneiro, perguntou quanto às últimas respostas que precisavam. - B-bom... Romualdo tem uma barba rala por fazer, olhar de cansado e... o cabelo dele é curto e desgrenhado, não sei mais o que dizer além disso. Ele parece estar sempre se forçando a ficar acordado... Franciele é mais difícil ainda.. Ela tem um cabelo preto curto na altura do pescoço e rosto sem expressão, mas tirando isso é muito comum... - Ele parecia estar um pouco desesperado por não saber responder direito às perguntas. - E eu não sei sobre as reféns, eu juro! Não fazia parte do meu serviço, Giani dizia que não queria que eu desse com a língua entre os dentes... E como eu vou fazer um esboço do lugar? Eu só ia lá falar com Romualdo e saia, não ficava mapeando os arredores. T-tudo que sei é que tem um beco logo ao lado, eu juro! - A voz de Lorenzo ficava cada vez mais trêmula com o nervosismo. - A pensão de chamava Dolce Casa, é t-tudo que eu sei de útil!

Com isso, enquanto Dante se secava com uma roupa de cama extra que pegou de um dos armários, Tanky tentou acalmar Lorenzo, fazendo-o acreditar que ia ficar tudo bem, para em seguida o prender com os lençóis e enrolar em volta dele um tapete que havia no chão, dando a impressão que carregaria apenas um tapete longo pela cidade. Deixando todos no quarto, Dante saiu como veio ao mundo pelos corredores do prostíbulo, e via uma ou outra meretrizes enquanto atravessava o corredor até a sala que antes pertencia à Madame Brian. - Tá melhor do que nunca, Dante. - Dizia uma delas, logo que ele passava, dando-lhe um tapa na bunda branca e nua. Chegando na sala, encontrou Teresa sentada atrás da mesa, e sentiu um forte cheiro de incenso. Fazendo um pedido com uma proposta assanhada, Teresa o encarou com um sorriso. - Não, não, não, querido, aqui se paga para isso, não o contrário. Você já viveu por aqui tempo o bastante para saber como as coisas funcionam, não vai conseguir arrancar minhas roupas desse jeito.

Indo até um dos guarda roupas, pegou uma muda de roupas. - Fui olhar, e ainda tínhamos algumas roupas suas ai. Acho que ninguém se deu ao trabalho de se livrar dessas coisas. São bem parecidas com as que você tinha. - Assim, as entregou para o ruivo, sendo respondida com um beijo nas costas da mão e um pedido de um beijo. - Eu vi você pirralho por esses corredores, não vai me enganar com esse cabelo bem arrumado e esse peito peludo. - Apesar de suas palavras, terminava com um sorrisinho e um adendo quase sussurrado. - Mas está fazendo um bom trabalho. - De surpresa, pegou um vidro de perfume e deu 3 borrifadas em Dante, fazendo-o tossir com a fumaça. - Pronto, vestido e perfumado. Boa sorte no que quer que esteja fazendo. - Voltando, encontrou o trio se arrumando para sair da sala, e juntos seguiram para o lado de fora do bar Tresigallo. - Esse lugar é incrível. Ei, Dante, da próxima vez que viermos aqui me desenrola alguma dessas gatas.

Assim que se afastaram alguns metros, entretanto, Anya puxou os dois, com uma expressão séria, e falando baixo o suficiente para Lorenzo, todo amarrada e coberto no ombro de Tanky, não conseguir ouvir. - Eu entendo toda essa postura de fazer ele acreditar que vai sair dessa pra dizer o que queremos, mas acho que vocês dois estão passando um pouco do limite. Principalmente você, Tanky. Não podem esquecer da nossa missão. Precisamos fazer eles de exemplo, e não envolveu a chefia. Conseguimos o que queríamos, agora o que precisamos fazer é dar um fim nesse cara, e se nenhum de vocês dois tiver bolas para fazer isso como precisamos, eu mesma faço. Não posso botar esse trabalho a perder por causa de compaixão ou sentimentalismo. - O olhar da mulher-peixe era de seriedade. Lorenzo se via indefeso nas costas do mink touro, sem conseguir ouvir direito a conversa que tinham sobre ele logo ao seu lado.

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Reepz
Pirata
Re: I - Florescer improvável Ter Dez 21, 2021 7:21 pm
Lâminas e perfumes
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 17 ~
*Dante di Tresigallo


O flerte com Teresa havia sido muito divertido mesmo que não tivesse resultado no grande final feliz. Mas Dante não esperava menos dela, afinal é uma profissional muito experiente que entende da arte de enganar os outros e não ser enganada. Ainda assim foi um encontro muito positivo. Com roupas novas, banho tomado, perfume lançado e a dose de nostalgia em dia após uma breve estadia no Bar Tresigallo, o ruivo estava finalmente pronto para mais uma jornada de fortes emoções. “Romualdo e Franciele, só faltam vocês dois… será que a Franciele é bonita?”, questionava-se ao sair do prostíbulo e ser abordado por Cheng que parecia uma criança em um parque de diversões.

- Hahahahahahaha - gargalhava ao dar um meio abraço em Cheng e com a mão direita apontaria ao Bar - Você não precisa da minha ajuda, basta vir com os bolsos recheados de berries e então você poderá ter as mais gatas, os homens mais sedutores e tudo o que você puder imaginar nesse lugar!

O clima do grupo estava finalmente leve e Dante estava se sentindo ótimo. Parecia que nada poderia estragar o seu dia. Entretanto, é óbvio que Anya teria algum apontamento para perturbar a paz de espírito do jovem ladrão. Sendo abordado pela mulher-peixe daquela maneira e observando o jeito que Franky pudesse ter reagido, Dante não poderia se controlar. Uma veia saltaria na testa do homem, refletindo o seu estado de raiva. Cravaria a mão direita na bainha da espada e ergueria o punho esquerdo cerrado como se estivesse pronto para uma briga, apontando o indicador para o rosto de Anya:

- OLHA BEM AQUI PORRA! - engoliria seco e abaixaria a mão esquerda tentando conter as emoções para falar o mais baixo possível - Enquanto você estava na água eu simplesmente explodi um homem, explosão esta que poderia ter matado nós três juntos! Então não me venha com esse papinho de faltar bolas ou sentimentalismo - suspiraria profundamente até se que estivesse ainda mais calmo e para que Lorenzo não pudesse ouvir o que diria a seguir - Ele é a única coisa que nos liga aos terroristas, se ele estiver mentindo e nós o matarmos, acabou pra gente… não vamos conseguir outra pista… precisamos dele vivo até confirmarmos as informações que ele nos deu… depois disso você faz o que quiser com ele.

Dante sabia que não adiantaria apenas discutir com Anya, então ele precisava pensar em uma proposta de solução. Não só isso, também seria preciso convencer o mink e Cheng de que a sua ideia era a melhor solução. Dessa forma, jogaria os seus fios ruivos para a esquerda do jeito que costuma fazer, alinharia a barba com as mãos e diria:

- Eu estou limpo, cheiroso e de roupa nova, não quero brigar com você agora… Então eu tenho uma proposta: você e Franky seguem até o museu para encontrar o Faustino, acredito que ele ainda deva estar por lá… Enquanto isso eu e Cheng vamos na frente para checar a tal pensão “Dolce Casa”.

Na pior das hipóteses, Dante se afastaria até uma distância segura de mais ou menos 5 passos e sacaria a sua espada para enfrentar a mulher-peixe e quem mais ficasse ao lado dela. Não podia deixar tudo a perder por um mero capricho. “Eu quase me matei para tirar esse cara com vida das mãos do Giani, não vou deixá-lo morrer agora…”. Entretanto, se tudo ocorresse bem e ela concordasse com o plano; suspiraria aliviado e faria um sinal com a cabeça, indicando Cheng a seguí-lo - Vamos lá parceiro, vamos dar uma voltinha por aí…

Dante podia se mexer com maestria sem ser percebido, fosse andando sem fazer barulho algum ou se misturando a uma multidão. Entretanto, não poderia dizer o mesmo de Cheng. O homem além de medroso poderia ser muito chamativo, o que estragaria qualquer chance de executar o serviço de maneira furtiva. Nesse sentido, talvez fosse preciso pensar em algo que incluísse o atirador sob o véu de um disfarce. Pensando no passado do ruivo vivendo em um bordel, a primeira coisa que lhe saltava a mente seria fingir ser um casal. Portanto, quando estivessem no meio do caminho para a Universidade Nista, ponto de referência dado por Lorenzo, sussurraria para o seu companheiro:

- Quando chegarmos lá, não fale nada, apenas sorria e concorde com tudo o que eu disser…- após ter salvado o trio de uma situação entre a vida e a morte, o ruivo acreditava ter conseguido a confiança do atirador, então não esperaria resistência por parte do mesmo.

Assim que passassem pela Universidade Nista, andaria pelas ruas procurando o hotel barato que Lorenzo havia falado. Atentar-se-ia às placas para procurar o nome “Dolce Casa” e também a estabelecimentos que ficassem próximos a um longo beco, assim como Lorenzo havia descrito. Se não encontrasse o lugar, recuaria para a Universidade Nista por hora e esperaria o restante do quarteto chegar. Todavia, na hipótese de encontrar a pensão, faria um sinal com a cabeça para Cheng se preparar e entraria no local. Contudo antes de adentrar, olharia discretamente para o beco, procurando janelas, portas ou rotas de fuga da pensão. Quando entrassem, iria direto ao atendente. O plano era muito simples. Conseguir um quarto para poder investigar os outros hóspedes discretamente. Só havia um único problema: Dante estava quebrado sem nenhum tostão no bolso. Assim sendo, a única alternativa era apelar para o seu charme e conseguir um quarto pagando fiado. Era como se todos os flertes do dia houvessem sido testes e agora viria a prova final. Caminharia firme e imponente até o funcionário na recepção do hotel, fosse este um homem ou uma mulher:

- Olá, eu preciso de um quarto para dois - projetaria o corpo para frente apoiando-se no balcão para que o perfume exalasse para o atendente. Passando os dedos pelo cabelo e repousando-os no lábio, seguiria dizendo - Meu amor, eu estou sem dinheiro nesse momento, mas amanhã mesmo eu vou receber um pagamento, você poderia me ajudar e deixar eu pagar o quarto amanhã? - abriria levemente a camisa para que o peitoral ficasse sugestivamente à mostra, bem como contrairia os músculos, marcando-os através da roupa - Eu seria eternamente grato, até te levaria para tomar um café mais tarde… Garanto que seria o melhor café da sua vida... - terminaria a fala com uma piscadela e um sorriso malicioso. Se o funcionário caísse no charme mas questionasse a presença de Cheng, responderia em bom humor - Não precisa ter ciúmes dele, somos apenas amigos… mas também não negaria uma brincadeira de três se assim você quiser hehehe - Se fosse perguntado o nome para registro do quarto, não mentiria e se apresentaria como Dante, visto que ele era conhecido por Sirarossa, não via sentido em mentir sobre sua identidade.

Caso tudo ocorresse bem, subiria até o quarto indicado para pensar nos próximos movimentos. Em caso negativo, sairia da pensão e furtivamente puxaria Cheng para esconder ambos no beco ao lado, mesmo que tivessem que ficar atrás de sacos de lixo para isso. Em ambas as situações aproveitaria para prestar atenção nos hóspedes, a fim de reconhecer alguém com as características descritas por Lorenzo, isto é: um homem com falta de energia, barba rala, cabelo curto e olheiras se como não dormisse há anos; e uma mulher com cabelo preto e curto.



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Estagiário
Re: I - Florescer improvável Qua Dez 22, 2021 8:52 am
Um passo para frente e dois para trás

Fala ~~ Pensamento


Agora estava em um impasse. Anya pretendia matar Lorenzo, do qual eu não era especialmente um fã, no entanto, havia falado para ele que faria o possível para mantê-lo vivo. Bem, parando para pensar aquela promessa por si só já era uma loucura, afinal, com toda a certeza os homens do Sr. Nava não deixariam barato o que o Lorenzo fez e também se eles soubessem de Montecarlo as coisas iriam ficar bem feias para o homem e sua família.

Aquela era uma escolha difícil e minha cabeça estava a mil. Salvar um cara que só estava fazendo seu trabalho ou salvar um traidor? Meu coração me dizia uma coisa e minha cabeça me dizia outra. Encarei  a Tritã com dúvida em meus olhos, receio em meu peito e um trilhão de coisas na cabeça. “ Eu vou criar um país, eu vou liderar uma nação inteira e esse tipo de coisa vai acontecer constantemente. A escolha é meio óbvia, se Lorenzo fugir ele pode contar  algo para seu empregado, tentando conseguir algum tipo de benefício. Já Montecarlo vai ter que ficar em silêncio para sempre proteger sua família. A escolha é óbvia.”

Diria baixinho. - Apesar de eu não concordar nem um pouco com essa decisão e querer  dar uma chance para o rapaz, eu entendo que esse é o melhor caminho a se tomar. Talvez seja até o único caminho possível a se tomar. - Abaixaria  a mão que carregava o garoto e entregaria ele para Anya. - Pode se divertir com ele, não conheço muito bem a cidade e não sei onde jogar cadáveres fora. - Falaria de Diria em tom cômico, tentando esconder o meu desconforto com aquela situação, afinal, matar alguém em combate era uma coisa, mas decidir o destino de alguém que não poderia se defender era outra história. - Enquanto você cuida do assunto, nós vamos na frente para ver o que conseguimos descobrir. - Apontaria em direção a uma o caminho oposto da mulher, apesar de sequer saber que ler o caminho.

Voltar-me-ia a Dante e Cheng. -Agora é com a gente, garotada! Sós os garotos de novo! - Faria uma pequena pausa para tomar um pouco de ar. - Então, quem vai nos guiar? Não conheço muito bem o caminho de nada nessa ilha. -

Se fosse parado por uma reação anormal por parte do Ruivo, gargalharia. - Você tem um ótimo ponto ruivinho! - Agarraria o refém com mais força, não o suficiente para machucá-lo, mas o suficiente para que Anya notasse que eu não iria  soltá lo tão facilmente. Afinal, o ruivo teria total razão, não tínhamos como comprovar a se aquelas informações eram verdadeiras e se não fossem, matando Lorenzo não teríamos mais como descobrir a verdade.

Se uma briga se iniciasse, me colocaria no meio dos dois e rugiria. - Parem de sacanagem! Estamos com o tempo contado, na verdade o tempo está até faltando, não sabemos sequer se já sabem que  do que aconteceu, se souberem eles já estão fugindo!- Tentaria colocar juízo na cabeça deles, afinal, eu fazia parte daquele trabalho também e queria muito que ele desse certo.

Quando a discussão terminasse, me voltaria a Anya. - E aí, garota, vamos levar esse marmanjo até o Faustino, ele fica cuidando dele e nós voltamos para nos divertir um pouco, o que você acha? - Meu tom seria brincalhão,e alegre. Daria um tapinha no ombro do ruivo. -* Vê se fica de babá pro Cheng! - E viraria o olhar para o Cheng. - Vê se fica de babá para o ruivinho. - Aquele era o jeito que tinha para mostrar que me importava com eles.

Agora teria minha atenção em Anya. - Vamos lá, nós temos que correr! - Deixaria que a tritã me guiasse, afinal, não tinha lá muitos conhecimentos da região e não queria ter que ficar pedindo informações a cada metro para chegar até o museu. Mas ficaria atento ao caminho e ao lugar que ela estivesse me levando, afinal, a garota parecia ser um tanto cabeça dura e ousada, poderia ser que ela tentasse algo contra mim ou Lorenzo. Então me manteria atento durante toda a caminhada e não deixaria que ela se aproximasse de Lorenzo.

- E então Anya,você está vivendo aqui faz muito tempo?- Diria em tom descontraído, estaria tentando ficar mais próximo dela durante essa caminhada. - Sei que pode parecer um pouco fora do contexto, mas por que você aceitou  trabalhar para o Sr. Nava? Foi meramente por dinheiro? - Olharia ela de cima a baixo e então diria. - Não… Uma pessoa como você, não trabalha meramente por dinheiro. Você parece ser muito independente e fazer o que te dá na telha!  - Diria isso antes de ouvir o que quer que ela tivesse a dizer. Seguiria escutando ela atentamente até que chegasse no museu.

Chegando ao Museu, ficaria de olho procurando o Faustino e também, vendo se o Montecarlo estava por ali, apesar de querer ajudá-lo, era muito perigoso que ele visse Lorenzo.  Afinal, um homem desesperado pode fazer de tudo  para conseguir o que quer. Se necessário, perguntaria para qualquer atendente que estivesse por ali, onde o Faustino poderia estar.

Uma vez que encontrasse o homem, diria para ele bem baixinho. - precisamos falar em particular. - Assim que ele nos levasse até um lugar mais discreto, falaria mais abertamente, mas não tão alto para que a um terceiro pudesse ouvir. - Nós estamos cuidando dos envolvidos no ataque ao Museu, aqui e precisamos escondê-lo até que consigamos comprovar algumas coisas. - Colocaria o  homem no chão. - Você cuida dele, até que nós voltemos! - Me viraria para sair, mas antes de sair voltaria minha atenção novamente ao homem. Ergueria um dedo e diria. - E mais importante, não deixe que ninguém saiba que ele está aqui! - Depois desse nosso encontro, rumaria ao nosso destino, deixando que Anya me guiasse mais uma vez.

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Re: I - Florescer improvável Qui Dez 23, 2021 11:58 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Após saírem do prostibulo, uma pequena confusão se iniciou entre Anya e Dante, que não concordavam com o que deveriam fazer naquele momento. A mulher-peixe dizia que precisavam acabar com Lorenzo, mas o ruivo não queria matar o homem que batalhou tanto para manter vivo, enquanto Franky e Cheng não pareciam saber ao certo como resolver o problema. - C-calminha ai, gente, sem confusão. - Tentou o atirador, em vão, após a resposta irritada de Dante. - Eu só fiquei na água porque vocês mandaram eu ficar lá e me deixaram fora de tudo, então não em venha com essa! - Mas logo Tresigallo prosseguia com seu motivo pra querer Lorenzo vivo, enquanto Tanky expressava que entendia a necessidade de matar ele. - Vocês parecem estar me entendendo muito errado. Isso não é nenhuma diversão pra mim, não quero fazer isso por algum tipo de impulso sadista doentio, precisamos fazer isso, foram as ordens, por mais desagradáveis que sejam. Se você só quer manter ele vivo mais um tempinho para confirmar as informações, tudo bem, mas não se esqueçam de como isso tem que acabar. Principalmente você, Tanky.

Terminada a discussão, o ruivo se acalmou e deu uma proposta de como prosseguirem. - É, isso ai, vocês vão... - Mas Cheng foi completamente cortado pela mulher peixe. - Vocês por acaso esqueceram das ordens que recebemos à poucas horas atrás? Estamos nesse serviço exatamente para não envolver nenhum dos homens de Nava, isso não vai adiantar nada se formos até o museu dele com um cara pelado escondido em um tapete. Não temos nada que ir pedir opinião deles, confiaram na gente como a porra de um grupo, então vamos fazer um trabalho bem feito. - Tanky se aproximou da mulher, na expectativa dela o guiar de volta ao museu, mas ela apenas continuou seguindo Dante e Cheng, mas mais de longe, até puxar assunto com o mink. - Melhor ficarmos um pouco mais separados. Digamos que... Chamamos muita atenção, mesmo sem esse tapete se debatendo ai. - Ficando mais para trás, o mink tentou aproveitar que estavam relativamente sozinhos para puxar papo, tentando entender melhor a mulher, que pareceu um pouco apreensiva de inicio, mas logo suspirou, desistindo. - É, não foi só por dinheiro. Não gosto de estar trabalhando para o submundo, mesmo que indiretamente, mas não tenho muita escolha... - Após uma pausa, ela logo prosseguiu.

- Eu vim da ilha dos tritões, na Grand Line, mas acabei sendo tirada de lá quando me aventurei até Sabaody com minha irmã, e acabamos sendo presas como escravas. Homens-peixe não valem muito, mas são vendidos como mão de obra barata devido à nossa força. Eu consegui fugir depois de destruir o navio que me transportava até aqui, no West Blue. Provavelmente algum ricaço ou rei que queria um serviçal poderoso. Mas no final, eu só dei sorte de deixarem a chave da bomba no meu pescoço dando bobeira, duvido que minha irmã tenha tido a mesma sorte. E sabe como é, o submundo está atolado até o pescoço nesses negócios. Meu acordo com Nava era que ele ia rastrear o comprador da minha irmã. Por isso não posso me dar ao luxo de falhar aqui. - Após falar tudo aquilo, a mulher-peixe se virou para o mink. - E você? Um mink fora de Zou não é algo tão comum.

O grupo trocava algumas palavras, e até Dante falava com seu acompanhante, passando algumas instruções breves. - Pode deixar, chefia. Manda brasa. - Cheng concordava com o pedido do ruivo, e após um tempo, logo chegaram na pousada, com o claro letreiro de "Dolce Casa", com todas as descrições batendo. Anya e Tanky ficaram mais afastados, observando, enquanto Dante se aproximou, analisando que além das janelas frontas, que deviam dar acesso aos quartos, havia apenas uma porta lateral que dava ao beco, com várias sacolas de lixo. Adentrando junto do atirador, Dante pode ver um homem barbado com os pés no balcão, nitidamente distraído, até a entrada da dupla, que o fez quase cair no chão e logo se ajeitar. - Opa, clienti. Como posso ajuda? - Dante, sem dinheiro, logo tentou seduzir o homem, que parecia confuso com aquilo tudo, enquanto Cheng olhava tudo com olhos arregalados e incrédulo, mas sem comentar nada devido ao pedido anterior do ruivo. - Ta mi estranhano, é? Aqui nois num faz fiado não, volta cum dinhero. - Após a negativa, os dois saíram e Cheng logo se manifestou. - O que foi aqui? Seu plano era ir pra cama com aquele velho banguela? - Tanky e Anya, mais afastados, puderam ver a dupla sair da pensão e ir até o beco, ao lado da porta do lixo. - Vamos lá ver o que aconteceu.

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Re: I - Florescer improvável Sex Dez 24, 2021 11:58 am
De volta à ação
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 18 ~
*Dante di Tresigallo


Para variar, Anya não seguiu o plano e agiu como queria, tudo bem, era o esperado; Dante não tinha mais paciência para questionar a mulher-peixe, então a deixaria agir como bem entendesse. Mas essa não foi a pior parte, pois o que viria a acontecer dentro da pensão é com certeza uma das piores experiências do ladrão. Já era deprimente o bastante ter que flertar com aquele ser aberrante que não pode sequer ser chamado de homem. Mas ser negado por ele e ainda por cima ser expulso do estabelecimento era ultrajante. Aquilo fez o sangue do ruivo borbulhar. E para ajudar, Cheng ainda o provocava. Instintivamente cravaria o punho na gola de Cheng e o puxaria para perto ficando testa a testa com um olhar mortal:

- Claro que eu não ia dormir com ele, porra! Mas não temos dinheiro, eu precisava tentar algo para enganar aquele merda - soltaria Cheng e se apoiaria na parede do beco, pondo-se a pensar sobre o que fazer.

“Aquele recepcionista estava bem distraído lá dentro e eu também não vi ninguém no hall do hotel… imagino que não deva existir tantas pessoas hospedadas ai dentro…”. A cabeça do ruivo o mandava entrar furtivamente no hotel e vasculhar quarto por quarto até achar quem ele procurava. Entretanto, o seu coração o instigava a dar uma lição naquele recepcionista, então por que não fazer as duas coisas ao mesmo tempo? Com o seu intelecto borbulhando, Dante tossiria duas vezes rapidamente para chamar a atenção do grupo quando estivessem reunidos no beco, em seguida, começaria a falar o seu plano com um grande sorriso de entusiasmo no rosto:

- Eu posso entrar pelos fundos com Cheng para ir checando quarto por quarto até encontrar Franciele e Romualdo… Lorenzo entraria com a gente para confirmar que realmente encontramos os suspeitos, afinal só ele os viu pessoalmente… - olharia maliciosamente para Franky, arqueando as sobrancelhas como se houvesse um plano maligno para o mink - Aí que entra você Franky… A gente demoraria muito para checar todos os quartos e eu não tenho tantas gazuas assim, então preciso que você entre com Anya e faça bastante barulho na recepção do hotel… aposto que as pessoas vão sair curiosas do quarto para saber o que está acontecendo, o que vai facilitar a nossa vida para reconhecer os rostos de Franciele e Romualdo - alternaria o olhar para Anya, a fim de reparar se a mulher-peixe estava de acordo com o plano - Se não encontrarmos quem procuramos no corredor assim que vocês chamarem a atenção, a gente só vai precisar abrir os quartos restantes dos quais ninguém saiu, vai facilitar muito o trabalho - bateria com o punho direito na palma esquerda, exalando determinação - Mas para isso vocês precisam mesmo chamar a atenção, também precisam nocautear o recepcionista, nocauteá-lo é uma parte essencial do plano!

Considerando que todos estivessem de acordo, Dante iria desamarrar Lorenzo e colocar a espada em seu pescoço, dizendo logo em seguida - Você ouviu a gente, né? Vai entrar no hotel e me apontar quem são a Franciele e o Romualdo… caso contrário seu destino será o mesmo de Giani - estalaria os dedos para chamar a atenção de Cheng e falaria diretamente ao atirador - Aponte a arma para Lorenzo e atire se ele tentar qualquer gracinha.

Com tudo pronto, era hora de iniciar a ação. Colocaria o tapete em que Lorenzo estava amarrado em frente à porta, para ajoelhar em cima do mesmo e não sujar sua roupa enquanto tentasse abrir a porta com a gazua. Um “clic” aqui e outro ali, um empurrão cá e acolá, esperava conseguir abrir aquela porta no beco. Usaria a lâmina da espada para auxiliar o arrombamento caso fosse necessário. Uma vez dentro do hotel, faria uma rápida varredura olhando escadas e pontos de acessos a outros andares e corredores, bem como andaria sorrateiramente até algum corredor com portas que se assemelhavam a quartos de hotel, atentando-se ao número de quartos que pudesse encontrar. Ficaria posicionado diametralmente oposto ao Cheng, para que ninguém pudesse escapar dos quartos sem antes passar por um deles.

Na hipótese de os hóspedes começarem a sair do quarto, exclamaria em alto e bom tom, com a espada em mãos - FIQUEM PARADINHOS AÍ E OLHEM PARA LÁ - apontaria para o Lorenzo esperando que ele denunciasse se alguém alí era quem o grupo procurava. Ao mesmo tempo, atentar-se-ia às características dos alvos descritas por Lorenzo. As pessoas que fossem descartadas de serem o alvo seriam liberadas uma a uma, assim sendo, Dante apontaria uma a uma e diria - Você, pode passar e sair pela recepção da pensão! - conforme a pessoa passasse, o ruivo a acompanharia com a espada, preparado para reagir em qualquer sinal de ameaça. Repetiria a ação em todos os corredores e andares do hotel até que todos os hóspedes fossem esvaziados. Se não houvesse qualquer sinal dos alvos, Dante finalmente começaria a arrombar com a gazua os quartos que permaneceram fechados mesmo após o alarde criado.

Se encontrasse ao menos um dos alvos, falaria alto o bastante para que Franky pudesse ouvir de onde quer que estivesse naquela pensão:

- Ora ora quem temos aqui… Você deve ser a Franciele ou Romualdo, muito prazer, eu sou Dante di Tresigallo hehehe - faria uma reverência como um bom cavalheiro, mas sempre com a espada firme na mão direita - Agora você pode ir embora, Lorenzo, saia pela recepção e procure a mulher-peixe, diga que eu o mandei até ela… - o ruivo sabia que aquilo era como mandar um gado para o abate, o que não o agradava muito. Afinal ele era um ladrão e aspirante a pirata, não um assassino a sangue frio, não gostava de matar futilmente. Mas se Anya fazia tanta questão de matá-lo, que ela própria sujasse as mãos.


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Re: I - Florescer improvável Sex Dez 24, 2021 9:34 pm
Um passo a frente do cataclisma

Fala ~~ Pensamento


Anya pareceu aceitar a  proposta de Dante, pelo menos em parte, mas me acusou de não ser capaz de fazer o que era necessário. Apontei para mim mesmo, olhei rapidamente  para Cheng e Dante e depois voltei a olhar para ela. - Porque eu? - Dei de ombros, bem,  e deixei para lá o que ela havia dito. Seguimos Dante e Cheng apesar de eu acreditar que ela me levaria ao museu.

Caminhamos um pouco distantes dos outros dois. Fiquei ouvindo a história da tritã enquanto caminhávamos e ao final não consegui segurar o choro. -UUUHHHMM… AAAAHAAAAAAAAAHHHHHH - Chorava como uma criança. Me sentia triste por ela e por tudo que passara, sentia pesar por ela ter se separado de sua irmã, pela sua busca, por tudo o que ela havia passado, aquilo realmente era muito triste. Peguei o Lorenzo e usei ele para secar as lágrimas e assoar o nariz… Na verdade usei o pano que ele estava enrolado. - Sniff… É tão triste! Espero que você consiga encontrar sua maninha e possam viver felizes juntas. Sniff. - Assoei mais uma vez o nariz no pano antes de começar a me recompor.

- Minha história é um pouco parecida. Meus pais foram mortos  e eu fui vendido como escravo. - Nesse momento toquei no pingente que carregava no meu peito, aquele com a agulha da minha mãe. -Eu escapei, e vivi em Shabondy por um tempo com os meus irmãos e irmãs. Mas lá lutamos com Sargon, todo mundo menos eu morreu e eu voltei a ser escravo… Lá ele começou a fazer experimentos em mim e em outras crianças. -  Faria uma pausa enquanto me lembrava dos meus amigos e amigas que foram mortos em Shabondy. - Por isso os meus chifres são rosa nas pontas. - Apontaria para meus chifres.
- O Sargon me capturou e eu passei a ser servo dele no navio de um de seus comandantes. - mas aí eu me aliei com um traido e ferramos o Sargon com gosto. E depois disso eu fugi. Agora ele provavelmente está me procurando por causa do mapa do tesouro dele. Acho que o mapa levava a uma Akuma no mi ou uma arma lendária… Não lembro muito bem. Enfim, agora o Mapa está com um amigo meu e eu vim para cá recomeçar minha vida e  fazer algo que honre a memória dos meus,amigos e meus pais. - [/color] Assenti , reafirmando tudo que havia dito. - Vou ser um Rei… Não, um Governante e vou criar um lugar onde não exista essa merda toda que eu passei. Com toda a certeza eu vou fazer isso.! -  Estava determinado a fazer meu sonho se tornar realidade, e minha determinação estava em minha voz, em meu olhar, com toda a certeza eu conseguiria fazer aquilo.

Dante decidiu resolver as coisas por conta própria dentro do Hotel, mas aparentemente as coisas não saíram como o planejado. O rapaz então deu uma nova sugestão de plano, que por mim estava muito boa. Não me importava em dar uns sopapos aleatoriamente nos outros, não quando meu futuro dependia disso. - Eu concordo sim e pode deixar que eu vou acabar com o recepcionista! Mas sinceramente eu não sou muito criativo quanto a como chamar a atenção das pessoas, acho que eu vou simplesmente quebrar tudo que tem lá dentro, isso deve chamar a atenção né? - Olharia para Dante e Anya, para ver se eles concordavam com minha ideia de plano.. Colocaria Lorenzo no chão para que os outros dois cuidassem do assunto.

Tomaria uma certa distância da porta do estabelecimento, ficaria de quatro e então como um bom e poderoso touro, correria em direção a porta em velocidade máxima, acertando minha cabeça dura e meus chifres diretamente contra a mesma. Meus longos chifres rosas  seriam a  primeira coisa a atravessar a porta e então meu crânio compensaria para que meu corpo pudesse passar, meus braços estariam formando um X na frente do meu peito para criar mais poder e impacto para arrombar a porta. Aquela entrada incrível poderia despertar meu cabelo, por isso arrumaria o mesmo depois de entrar. - Senhor Hoteleiro, acho que sua porta não foi feita para touros passar, acho melhor você colocar uma porta para  touros da próximas vez. - Diria aquilo escarnecendo do homem, momentos antes de me agachar e dar um impulso em direção a ele, para acertar a minha cabeça diretamente na dele, com velocidade e força o suficiente para nocauteá-lo, mas não mais que isso, já que não havia necessidade em matá-lo ou feri-lo brutalmente.

Bem, mas poderia ser que ele não fosse nocauteado ou que  tentasse revidar contra mim e Anya, nesse caso, pegaria o escudo e iria para cima dele, com o intuito de dar uma investida de escudo contra ele, fazendo do escudo tanto uma arma quanto um item de defesa, bloqueando possíveis golpes em minha direção.

Se estivesse tudo tranquilo, começaria uma pequena confusão, derrubando coisas no chão e fazendo muito barulho gritando e mugindo o mais alto que eu pudesse, para chamar a atenção de todos do lado de dentro dos quartos. Esperava que isso fosse o suficiente para fazer as pessoas saírem do quarto e também seria o suficiente para causar um belo prejuízo para o dono do Hotel.

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Re: I - Florescer improvável Qua Dez 29, 2021 11:10 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Enquanto caminhavam na direção do hotel, Anya e Tanky tinham uma conversa breve sobre seus passados. Surpreendentemente a mulher-peixe parecia não ter muito problema em se abrir daquela forma, ao menos para o mink, talvez por alguma solidariedade entre os não-humanos. Mesmo assim, ficou desconcertada com a reação exagerada do chifrudo. - E-ei, também não é assim, não precisa chorar. - Tentando consolar ele, deu dois tapinhas em suas costas, e se pôs a escutar a história do touro. - Você passou por umas poucas e boas também. Quer dizer, duvido que estaria aqui fazendo esse trabalho sujo se não tivesse. - Anya andava olhando para o rio que fluia no canal logo ao lado. - Mas é uma bela aspiração. Difícil, mas louvável. Pra algo assim, teria que enfrentar alguns dos mais poderosos no mundo, até mesmo o Governo Mundial, mas... É algo que eu gostaria de ver acontecendo. Se tiver sucesso nessa empreitada maluca, quem sabe eu e minha irmã não vamos morar lá, hein? - Terminou com um soquinho amigável no braço do mink.

Mais a frente, Dante e Cheng tentavam entrar no estabelecimento, mas o ruivo era humilhado pelo dono mequetrefe, fazendo-o espumar de raiva, a descontando em seu companheiro de olhos puxados após seu comentário desnecessário. - F-f-f-foi m-mal! Falei sem pensar, d-d-d-desculpa! - Cheng parecia meio aterrorizado com a ameaça do barbado, sendo largado em seguida. - É-é óbvio q-que você não ia dormir com aquele cara, ele todo sujo e f-feio e você todo elegante, né? - Cheng tentava amenizar a confusão que se meteu da melhor forma que podia, mas Dante que tinha outro assunto em mente: um plano para se vingar do recepcionista e entrar no hotel. Vendo a dupla no beco, Tanky e Anya logo se aproximaram, e Dante explicou seu plano aos dois, recebendo uma reação positiva de Tanky. - É, é um bom plano. Mas tentem ser rápidos, esse lugar não é muito grande, mas se alguém resolver chamar a marinha, a situação vai ficar complicada. - Cheng, logo ao lado, se apoiava na parede, já sem tremer tanto como estava tremendo quando Dante gritou com ele. - É, vocês chamam atenção e a gente resolver o problema. Não que eu não pudesse acabar com qualquer um que aparecesse, claro.

Com a aprovação de todos, Tanky botou Lorenzo enrolado no tapete no chão, sendo desamarrado e ameaçado diretamente, ficando com uma expressão apavorada, com a arma de Cheng apontada para a sua cabeça. Usando o tapete para forrar o lugar onde ia se ajoelhar, começou a trabalhar na fechadura, e após pouco tempo conseguiu a destrancar, abrindo a passagem para uma cozinha vazia. Talvez houvesse alguém ali no horário do almoço, mas bem no meio da tarde aquele lugar estava vazio, apesar de ainda feder um pouco à peixe e estar todo sujo. Certamente não era um exemplo de higiene. Juntos, Dante e Cheng foram andando sorrateiramente pelo hotel, saindo da sozinha e dando de cara com uma escadaria que dava para o segundo andar, sendo seguidos sempre por Lorenzo, que segurava ao redor do seu corpo uma das cobertas que antes o prendia, como se fosse um vestido, para não andar de cuequinha pelo hotel. Dando uma olhada ao redor para ter certeza que não haviam quartos no primeiro andar um rato passou correndo pelos pés de Cheng enquanto guinchava, dando um susto no atirador, que apertou o gatilho. Os três puderam ouvir um som de "click" vindo de sua arma, que estava apontada para a cabeça de Lorenzo, e logo a abaixou, envergonhada. - Ah... É... ainda bem que eu esqueci de recarregar... - Meio desengonçado, recarregou a arma, mas deixou o dedo fora do cão do fuzil, para que isso não acontecesse novamente. Enquanto subiam a escadaria para o segundo andar, puderam ouvir a confusão começando na recepção.

Anya e Tanky, ao se separarem dos outros três, seguiram até a porta de entrada do hotel, mas a mulher-peixe parou o touro antes de entrarem. - Só avisando, antes de você começar a bater no cara, deixa eu chamar atenção. Se só rolar uma briga, os hóspedes podem ficar com medo de sair do quarto. - Com isso confirmado, Tanky pegou impulso e derrubou a porta na cabeçada, arrancando-a da parede e fazendo-a cair no chão, para o susto do velho banguela. - Eita porra, que diacho é esse? - Entretanto, Anya tomou as rédeas da situação logo em seguida. - OLHA AQUI, SEU DESGRAÇADO, ME PAGA O DINHEIRO QUE ME DEVE! - O hoteleiro parecia profundamente confuso, olhando-a como se achasse estar se esquecendo de algo. - Oia aqui, muié. Eu num ti conheço não. - Mesmo assim, Anya continuou a berrar. - O PRAZO ERA DOIS DIAS ATRÁS, E VOCÊ TEVE A CARA DE PAU DE IGNORAR A DÍVIDA! SE NÃO PAGAR OS B$ 50.000.000 DE BERRIES QUE ME DEVE, EU VOU DERRUTAR ESSE HOTEL MIXURUCA COM TODO MUNDO DENTRO! - O hoteleiro arregalou os olhos quando ela disse isso. - CINQUENTA MILHÃO? OCÊ TA DOIDA, MUIÉ! - Ao lado, Tanky derrubava no chão tudo que ele podia ver, apesar de não haver muitos bens por ali, e mugia alto, pra chamar mais atenção e causar prejuízo no homem.

No segundo andar, Dante, Cheng e Lorenzo podiam ver que haviam apenas quatro quartos por andar, dois de cada lado, por não ser um hotel muito grande, e de dois dos quartos sabiam pessoas, um homem de cada, assustados com a confusão e gritaria no andar de baixo. Olhando par seu refém, Lorenzo não identificava nenhum dos dois como seus alvos, apesar de ser meio óbvio, pois não batiam com a descrição, e o ruivo logo foi os liberando, que pareciam confusos, mas obedeceram as ordens de descer para a recepção. Lorenzo, por outro lado, parecia confuso com a abordagem, e se aproximava de Dante. - O que você tá fazendo? O quarto certo é o número 3 do terceiro andar, lá em cima, só ir direto lá. - Com essa nova informação, o trio foi subindo as escadas, até chegar no terceiro e último andar da pensão. Lá, os quatro quartos permaneciam fechados, e Dante se pós a abrir o quarto com um grande número 3 na porta. Assim que conseguiu destrancar, puderam ver em seu interior um lugar bastante bagunçado, com nítidos sinais de quem alguém estava morando ali, com vários copos de café amontoados em um canto, a cama toda desarrumado e, mais do que tudo, uma mesa cheia de papeis e plantas bagunçadas, com vários documentos empilhados, e um gravador em um dos cantos da mesa, quase escondido pelos papeis. - É a-aqui mesmo, mas não parece ter ninguém no momento... - Lorenzo olhava ao redor assustado, se escondendo atrás de Dante, como se para evitar que Romualdo ou Franciele o vissem caso estivessem presentes.

No térreo, 5 hospedes se reuniram para ver que confusão era aquela que estava ouvido, e puderam presenciar o momento que, após Anya gritar sobre derrubar o prédio, ela deu um sinal para Tanky, que começou a avançar contra o hoteleiro. Gritando desesperado, ele puxou uma escopeta debaixo do balcão, apontando para Tanky, que defendeu dos tiros com seu grande escudo, posicionado na frente do corpo até checar em alcance corpo a corpo e bater com o objeto em sua cabeça, levando-o a nocaute. Nitidamente aquele homem não sabia lutar, e não apresentou nem mesmo uma ameaça, mas o som dos tiros ajudou a chamar atenção, enquanto os hospedes que haviam descido olhavam assustados, se encolhendo no canto da recepção. - Espero que aqueles dois não demorem muito. Eu odeio esse olhar assustado...

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Re: I - Florescer improvável Qui Dez 30, 2021 7:08 pm
De volta à ação
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*Dante di Tresigallo


Cheng é um rapaz divertido e ameaçá-lo daquela maneira não é algo legal, mas com o tempo ele aprenderia que não se deve zombar de assuntos relacionados à aparência e relacionamentos de Dante, já que seu orgulho era tão grande quanto sua beleza. Pelo menos ele pareceu entender o recado após a ameaça. A dupla dinâmica seguiu para dentro do hotel e puderam perceber que o baixo nível do local não era refletido apenas pelo recepcionista, já que a cozinha conseguia ser pelo menos duas vezes mais mequetrefe. Inclusive um rato aparentemente morava ali, e o pequeno roedor quase matou Lorenzo, uma sorte que Cheng era um atrapalhado. A situação foi tão assustadora e cômica ao mesmo tempo que o ruivo teve de morder os lábios para se controlar. Enfim seguiram para os andares superiores e tudo seguiu conforme planejado. Entretanto, para a surpresa da dupla e Lorenzo, o suposto quarto dos alvos estava vazio.

Aquilo tudo era muito estranho, com um rápido olhar era possível notar a presença de vários papéis e até mesmo um gravador em cima da mesa. E o lugar estava muito bagunçado. “Que estranho… quem sairia do quarto e deixaria tudo isso para trás? É como se tivessem saído às pressas…”. Mesmo que não tivessem visto os suspeitos ao subirem para o quarto, Dante sentia a sua intuição gritar que os alvos ainda poderiam estar dentro da pensão. Então era preciso verificar se a intuição era correta ou errada, portanto teriam que fechar todas as saídas possíveis, para evitar qualquer um de escapar. Nesse sentido, teria que gritar algo que não denunciasse exatamente o motivo do grupo estar ali, mas que Franky pudesse entender e correr para a entrada dos fundos. Então gritaria com todo o fôlego:

- CADÊ O DESGRAÇADO DO GIANI COM O MEU DINHEIRO?! VAI TENTAR FUGIR PELOS FUNDOS? APARECE VAGABUNDO! - assim esperava confundir os alvos caso eles estivessem escutando e ao mesmo tempo passar o comando corretamente para Franky que já havia provado possuir uma audição muito acima da média. Ao mesmo tempo em que gritasse, estenderia a palma aberta em direção a Cheng, sinalizando para o mesmo manter a calma.

Antes de verificar o gravador e documentos, Dante revistaria o quarto em busca de alguém ou algo de importante escondido, como documentos. Olharia em cada canto do quarto e até mesmo nos outros cômodos caso eles existissem. Buscaria embaixo da cama, atrás e dentro de armários, rasgaria sofás com a espada para ver se tem algo dentro, bateria nas paredes e mobílias buscando por um fundo falso, olharia para o teto em busca de saídas de ar, enfim, faria tudo o que estava acostumado a fazer quando era um garotinho que furtava casas. Inclusive encostaria a mão no colchão da cama ou no assento do sofá para ver se estavam quentes, o que indicaria a presença de alguém. Se encontrasse algo de interesse, colocaria junto ao gravador e aos documentos na mesa para serem avaliados. O próximo passo seria se livrar de Lorenzo, afinal ter um peso morto daquele atrapalharia o andamento da missão. Assim sendo, tiraria o colchão da cama, deixando ele em pé em um canto livre do quarto e apontaria a espada para Lorenzo:

- Deita aqui, rápido! - se ele se negasse, o conduziria carinhosamente até a cama debaixo de tapas e pontapés. Assim que deitasse, procuraria quatro lençóis, cordas ou tecidos semelhantes resistentes o bastante para amarrar cada membro de Lorenzo a um pé da cama. Amarrá-lo-ia com a barriga para cima com os membros abertos como uma estrela-do-mar. Amarraria cada punho e pé com o nó apontado para baixo nas juntas da cama, a fim de dificultar ao máximo que ele escapasse. Claro que não esquecia de amarrar a sua boca também, afinal ele poderia entregar a posição de Cheng e Dante a qualquer instante.

Livrando-se de Lorenzo e certificando-se de que não sofreria um ataque surpresa, seria um bom momento para começar a olhar todos aqueles documentos. Então repousaria a mão no ombro de Cheng, dando-lhe uma leve apertada e diria no seu ouvido:

- Foi mal pela ameaça de antes parceiro… Eu confio que você seja a melhor pessoa para olhar esses documentos, veja o que tem neste gravador e procure algo nos documentos que ligue Romualdo, Franciele, Giani e Lorenzo à explosão do museu, qualquer coisa é só me chamar, vou verificar os outros quartos enquanto isso… sinto que aqueles dois ainda podem estar por aqui… Se terminar de ver tudo antes de eu voltar, pegue as provas mais importantes e vá até a recepção ao encontro de Franky e Anya.

Sairia do quarto e começaria a destrancar os outros apartamentos do andar, um a um até verificar todos. Faria a mesma coisa de antes, olharia em cada canto de cada quarto atrás de Romualdo e Franciele. Claro que andaria com a espada firmemente em ambas as mãos e apontada para frente, pronto para reagir a um ataque. Caso Cheng chamasse, pararia tudo que estivesse fazendo e correria em direção ao homem de olhos puxados para ajudá-lo. Caso contrário, seguiria sua investigação até o andar inferior e não descansaria até revirar cada centímetro quadrado daquele hotel. Na hipótese de não encontrar nada, reunir-se-ia com seus companheiros no saguão e daria de ombros falando:

- É galerinha, nenhum sinal deles, pelo menos conseguimos encontrar algumas coisas, vamos dar o pé daqui! - Se Cheng ainda não estivesse no saguão, subiria até o quarto para chamar o mesmo. Considerando que os quatro estivessem juntos, daria um tapinha no ombro de Cheng e diria - E aí camarada, conta pra gente o que você descobriu.



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Vrowk
Estagiário
Re: I - Florescer improvável Sab Jan 01, 2022 1:51 pm
Atras é mais gostoso

Fala ~~ Pensamento


Nós até tivemos uma boa conversa, apesar do tema ter sido as desgraças dos nossos passados. Ouvir a história dela e da sua irmã me dava ainda mais forças para continuar seguindo meu objetivo. Alcançaria meu sonho custasse o que custasse. Bem, após uma pequena discussão entre nosso grupo, agora eu me via lá dentro do hotel, com balas em meu escudo. Aquela escopeta poderia ter aberto um buraco no meu peito ou na minha cabeça se eu não tivesse com o escudo em punho. Apesar da situação ser extremamente tensa e a morte ter passado do meu lado e até de estar tremendo um pouco, sorri, me ergui e falei. - Bem, acho que você já devia ter se aposentado velho! - Zombei do meu inimigo derrotado para me virar e ver a situação atual. Agora estamos com um problema maior em mãos, Pessoas indesejadas se encontravam bem a nossa frente e eu não tinha idéia do que fazer com elas…

Primeiramente me aproximaria do velhote e pegaria ele e a arma dele, afinal não queria que o desgraçado acordasse e metesse uma bala nas minhas costas, isso seria a pior das situações... - Anya, pega essa arma! Se você souber e quiser usar, fique à vontade. - Voltaria a minha atenção para onde o velho estava, procurando mais armas e coisas que pudessem servir para nos atrapalhar durante nosso plano. Qualquer coisa que eu encontrasse, jogaria no canto oposto aos aos reféns. Em seguida ergueria o velho, colocaria ele nos meus ombros, dessa vez com um sorriso gentil no rosto, iria em direção ao pessoal que se encontrava ali.

- E, aí pessoal, podem ficar tranquilos que nada de ruim vai acontecer com vocês! Claro, nada de ruim se vocês não tentarem ser espertinhos igual a esse cara aqui! - Moveria o dono do Hotel para o chão, procuraria qualquer coisa para amarrá-lo e amordaçá-lo, já que não queria que ele fizesse barulho.

Se ouvisse o que Dante tinha para falar, inicialmente ficaria pensativo. “Giani, não é o cara que a gente matou com a bomba?” Até mesmo levaria a mão ao queixo como um hábito para momentos pensativos, só para então ter um lampejo de consciência. “ Eles encontraram alguma coisa, isso é um código! Tenho que ir para os fundos! “ Começaria a me mover rapidamente para a parte do fundos enquanto gritaria para Anya. - Anya, cuida desses caras aí, apesar de eu não querer ver ninguém morto desnecessariamente, pode se sentir livre para
fazer o que quiser! -
Meu trabalho agora era cuidar da parte de trás

Uma vez na parte de trás, encostaria a porta para que ninguém entrasse sorrateiramente e me iria até a porta de saída a qual também manteria fechada, com o escudo em punho à frente do peito. Naquele instante, meu objetivo era focar totalmente na minha audição se necessário até mesmo fecharia os olhos para não ter distrações, numa tentativa de captar todos os sons e tentar diferenciá-los, não queria ter que perder tempo com algum rato que estivesse morando por ali, ou com o barulho de uma mosca, estaria me focando totalmente em qualquer pessoa que tentasse se aproximar daquela sala.

Se por algum acaso ouvisse algo estranho, abriria os olhos e ergueria o escudo na altura do peito para evitar um possível ataque. Estaria parado, mas atento, tentaria usar minha audição para ter certeza de que o barulho estranho era alguém, tentando ouvir sua respiração ou movimentos. Mesmo que houvesse alguém ali, não me moveria da minha posição, porque não poderia arriscar alguém escapar enquanto eu estivesse averiguando. Ficaria pronto para bloquear qualquer possível ataque do inimigo.


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Hoyu
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Hoyu
Narrador
Re: I - Florescer improvável Qua Jan 05, 2022 10:09 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Enquanto Tanky e Anya cuidavam do térreo, Dante e Cheng finalmente chegavam ao apartamento que Romualdo e Franciele usavam, levando consigo Lorenzo som a mira da arma do celestial atirador, dando cada passo como se sua vida dependesse disso. Vendo o estado do quarto, o ruivo estranhou a situação, com tudo bagunçado como se quem usava aquele lugar tivesse fugido às pressas, e logo pensou que a dupla que caçavam ainda poderiam estar ali, tendo abandonado o quarto quando perceberam a chegada do quarteto. Sem pensar duas vezes, deu um grito aparentemente desconexo com a situação, com fé que seu companheiro peludo escutaria o recado. - G-giani? Mas ele não tá.... - Cheng parecia confuso por um momento, prestes a falar algo que não devia, mas o ruivo logo o interrompeu com um sinal para se calar, e começou a vasculhar o apartamento, enquanto o atirador ficava de olho no refém que os acompanhavam.

No primeiro andar, Tanky e Anyaa haviam dado cabo no hoteleiro, que jazia desmaiado atrás do balcão, e chamado atenção o suficiente para os hospedes descerem até o térreo, agora em um dos cantos de recepção, espremidas assustadas como se tentando não atrapalhar para não serem atacadas também. Eram todos humanos, e era óbvio o que estavam pensando: uma mulher-peixe e um mink, duas raças violentas e inumanas que podiam os matar a qualquer momento. Era o tipo de discriminação qualquer um que nascia de outra raça que não a humana sofria, e aqueles olhares de terror e desespero deixavam esse preconceito bem estampado. Tirando a escopeta do corpo desmaiado, Tanky a ofereceu para Anya, que olhou de forma bem desagradada para a arma. - Quem sabe usar essas coisas é o medroso lá, não eu. Atacar de longe não faz o meu estilo. - Anya nitidamente tentava ignorar os olhares dos hospedes, enquanto Tanky olhava atrás do balcão, sem achar nenhuma arma, apenas mais algumas munições, as chaves dos quartos, alguns rolos de papel higiênico e fita adesiva.

Pegando o corpo desmaiado do velho, levou-o para junto dos outros, deixando uma mensagem de ameaça para garantir que nenhum deles tentaria uma gracinha, o que parecia ser efetivo, pois estavam aterrorizados com os dois. E seguida, usando a fita adesiva que havia pego, começou a prender os membros do velho, cobrindo sua boca em seguida, deixando-o ali imobilizado junto aos hospedes, enquanto voltava para perto de Anya. Estavam para decidir o que fazer com eles, quando Tanky ouviu baixinho e do alto um grito de Dante sobre Giani, que Anya não pareceu ter ouvido. Provavelmente só havia escutado devido à sua audição especial, e após comentar rapidamente com a mulher-peixe, foi seguindo mais para dentro da pensão. - Ei, eu também não quero ninguém morto por nada. Vocês tem uma visão muito errada de mim. - Ouvindo essa reclamação enquanto se afastava, Tanky olhou a parte mais interna do estabelecimento, e pode ver que a saída dos fundos era a porta da cozinha que dava para o beco onde haviam discutido o plano, e lá se posicionou, atento aos arredores, para garantir que ninguém fugiria.

Lá em cima, após dar o grito para Tanky cuidar da saída dos fundos, Dante começou a vasculhar cuidadosamente o apartamento, rasgando o colchão, checando as paredes, e verificando minuciosamente qualquer lugar em que algo podia estar escondido, sem muito sucesso. Mesmo ao checar a temperatura da cama para ver se alguém havia se sentado ou deitado, sentiu apenas o lençol frio, sem sinal da presença de algum indivíduo. - E ai? Achou algo? - Cheng se mostrava curioso, mas sem nada para apresentar o ruivo apenas foi até a cama e tirou o colchão, mandando Lorenzo se deitar lá. - P-por que? O que vocês vão fazer com... - Não terminou de falar, calando-se ao sentir o cano da arma de Cheng em seu pescoço. Completamente aterrorizado, se deitou na armação da cama. Usando 5 lençóis que pegou de um pequeno armário no canto do quarto, todos bem sujos e encardidos, prendeu os quatro membros de Lorenzo e tampou sua boca, que se debatia levemente e tentava falar, mas sendo abafado pela roupa de cama que cobria sua boca.

Com isso finalizado, virou-se novamente para seu companheiro, desculpando-se pela ameaça de antes, e lhe delegando uma tarefa, o que pareceu o animar. - Pode deixar comigo! Vou revirar esses documentos de cabo a rabo! - Dante começava a sair, visando ir olhar os outros quartos para checar se a dupla de fugitivos estavam escondidos por ali, mas algo o faz parar na hora. Assim que Cheng foi até a pilha de documentos, pode ouvir o sol de um fio se rompendo e sendo puxado, como se fosse uma armadilha. - Ahn, Dante? Acho que temos um problema. Tinha alguma coisa presa no gravador, espero não ter feito besteira. - Correndo até a mesa de documentos, pode ver embaixo de vários papeis um pequeno detonador remoto, que aparentemente havia sido conectado discretamente ao gravador usando os papeis para o camuflar. O único lugar que Dante não havia olhado, por saber que já haviam documentos importantes. Alguns instantes após o fio do detonador ter sido arrancado do gravador, sem que Cheng o acionasse, ele começou a reproduzir sozinho em uma voz que nenhum dos dois conhecia.

- Se você está ouvindo isso, então meus temores estavam corretos. Imagino que já saibam quem está falando, se fizeram seu trabalho correto e forçaram o incompetente a abrir o bico. Mas isso não importa, eu tomei todas as precauções que pude, e agora vou cortar todas as pontas soltas que os outros deixaram. É como se diz, se quem um trabalho bom, faça você mesmo. - Quando a fita acabou, após algumas poucas palavras do indivíduo que gravou a mensagem, o trio pode ouvir várias explosões vindo de baixo. Tanky, que estava na cozinha atento aos sons, quando ficou surdo quando uma grande explosão ocorreu do outro lado de onde estava, acertando o fogão e fazendo-o explodir também, derrubando completamente uma parede e jogando pedaços de metal para todos os lados, felizmente não o acertando. Pode ouvir claramente outras 5 explosões acontecendo quase simultaneamente, enquanto o pequeno edifício começava a tremer e tombar. A dupla no terceiro andar podia perceber o chão se inclinando levemente, enquanto rachaduras começavam a aparecer por todos os lados. A pensão estava sendo demolida, prestes a implodir e soterrar qualquer um dentro dela, e precisavam fugir para que aquele lugar não se tornasse sua tumba.

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Re: I - Florescer improvável Dom Jan 09, 2022 10:44 pm
De volta à ação
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 20 ~
*Dante di Tresigallo



Dante mal havia terminado de checar o quarto e sua paz já havia sido interrompida. Cheng não foi capaz de investigar meticulosamente os documentos e acabou acionando uma armadilha. Era de se esperar. E lá estava uma voz masculina que provavelmente era de Romualdo. O áudio deixava bem claro toda a situação. Dante era uma ponta solta prestes a ser extirpada da face da Terra, assim como ele havia feito com o miserável do Giani. “É como dizem, um dia você é pago para zerar alguém, no outro dia alguém é pago para zerar você…”, foi o pensamento do ruivo enquanto o áudio rolava. Ele nem ao menos teve tempo de bolar um plano, já que o barulho de explosões e a tremedeira do hotel faziam gritar apenas uma palavra em sua mente: CORRE!

Instintivamente, Dante agarraria o gravador e a mão de Cheng, puxando ambos para fora do quarto. Com a outra mão puxaria um travesseiro, um lençol ou qualquer pano que estivesse próximo de si, caso não houvesse nada, sairia do quarto segurando apenas a mão de Cheng e o gravador. Não havia tempo para explicar o que fazer nem pensar. Na verdade Dante só pensava em se salvar daquela espelunca, sem se importar com nenhum de seus companheiros. Ora, não é que não gostasse deles, mas aquela era uma situação de “salve-se quem puder”. Nesse sentido, seguraria o carregador e soltaria a mão de Cheng para poder correr mais rápido. Se o atirador fosse esperto, seguiria o ruivo o mais rápido possível.

Seria difícil fugir pela entrada principal do hotel, então desceria as escadas apenas até o segundo andar do hotel. Quando chegasse lá, procuraria primeiramente por uma janela no corredor que pudesse ser larga o bastante para Dante quebrá-la e pular através da mesma em direção ao beco. Se fosse possível, guardaria o gravador no bolso e enrolaria o lençol que pudesse ter pego mais cedo na mão esquerda, para em seguida socar o vidro da janela. Usaria o cabo da espada para quebrar o vidro caso não houvesse encontrado o pano. Depois apoiaria a perna esquerda na base da janela e as mãos nas laterais. Engoliria seco e jogaria o pano em cima do lixo que havia visto mais cedo no beco e, então, pularia em pé em cima do mesmo para amortecer a queda. Era evidente que poderia se machucar na queda, mas tentaria a todo custo engolir a dor e sair dali o mais rápido possível, usaria até mesmo a espada como bengala se assim fosse necessário. Fugiria em direção à rua principal e só então olharia para trás, quando procuraria por sobreviventes e diria as primeiras palavras de alívio:

- Porra….

Entretanto, na hipótese de não encontrar nenhuma janela no corredor, entraria em um dos quartos do segundo andar que foram abertos quando Dante rendeu os reféns e buscaria pela janela que fosse de frente para a rua principal. Faria a mesma coisa para quebrar a janela e se apoiar. Mas antes de saltar, procuraria por algo que pudesse aparar a queda. Se não houvesse nada na rua, jogaria almofadas e travesseiros rapidamente para tentar criar uma espécie de “ponto de aterrissagem" e saltaria sobre o mesmo. Colocar-se-ia em pé e correria o mais rápido possível para longe do hotel, esperando que seus companheiros tivessem tido a mesma sorte.



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Vrowk
Estagiário
Re: I - Florescer improvável Qua Jan 12, 2022 6:00 pm
TUDO VAI FAZER CABUUMMM

Fala ~~ Pensamento


ARRRRRGHH MINHA CABEÇA ESTÁ DOENDO DEMAIS, QUE MERDA DE SOM FOI ESSE. Que merda, tenho que retomar minha concentração, vamos lá respirando fundo e pronto.

Ainda surdo da desgraça da explosão, tamparia meus ouidos em uma ação automática para fazer aquela dor penetrante parar. Olhoria a minha volta e ficaria aliviado por não ter sido acertado pelos estilhaços. Estava bem perto da saída e por isso iria correndo para lá. Estaria ainda com uma careta de dor estampada na minha cara, pressionando os dentes uns contra os outros  e com os olhos meio fechados.

Sairia correndo o mais rápido possível, até me dar conta do que estava acontecendo. O prédio estava  prestes a desabar e com ele todos que estavam dentro, incluindo Anya, Dante e Cheng e também, todas as informações  relacionadas a nossa presa. Ainda Já do lado de fora, faria uma menção para entrar no prédio novamente, mas então eu me daria conta de que , se eu entrasse, o mais provável é que eu ficasse preso lá dentro quando ele desabasse.

- Tá, o que eu faço? O que eu faço? - Começaria a correr minhas unhas enquanto andava em círculo, tinha que pensar rápido em algo para fazer e ajudar os meus companheiros temporários. - Certo, eles vão precisar sair pelo caminho mais rápido, se não eles vão acabar mortos… Deixa eu pensar, o caminho mais rápido para sair dos andares de cima... - Levaria a mão ao queixo em uma tentativa  de acelerar meus pensamentos, ao mesmo tempo que encararia os andares superiores, e notaria algo óbvio. - Eles vão sair pela janela!. - Daria um sozinho na minha palma aberta, como se tivesse tido uma grande idéia. - Aquele Dante parece ser muito inteligente e ter raciocínio rápido, então ele vai com toda a certeza pensar no que eu pensei, afinal somos ambos geniais. - Faria aquela piada para mim mesmo, tentando reduzir o estresse da situação e então gargalharia, enquanto olhava para os andares superiores.

Ficaria atento para pessoas tentando sair do prédio pela janela nos andares superiores, caso visse alguém fazendo algo me moveria na direção da janela, ficando bem abaixo dela, me curvaria bem e usando todo o potencial dos meus músculos e pernas de coelho, saltaria  para pegar a  pessoa se ela estivesse na janela e então pousar o melhor possível no chão, para evitar que a pessoa que eu agarrei sofresse dano. Continuaria a fazer isso até ter resgatados  todas as pessoas que fossem importantes para  nosso grupo, que eram Dante, Lorenzo e Cheng e se sobrasse tempo, salvaria outras pessoas que estivessem tentando pular pelas janelas o que estivessem já no ar, nesse último caso, eu pegaria as mesmas ainda no ar para caírmos juntos ao mesmo tempo que eu serviria de amortecedor para o impacto.


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