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I - Florescer improvável Qui 13 Maio 2021 - 1:02
Relembrando a primeira mensagem :

I - Florescer improvável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Dante di Tresigallo. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Hoyu
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Re: I - Florescer improvável Sab 19 Jun 2021 - 22:04

I – FLORESCER IMPROVÁVEL

 
De frente para a casa de Lorenzo, os 4 se posicionavam para fazer uma invasão e pegar o ruivo desprevenido, mas a performance de Cheng e Tanky em não chamar atenção incomodavam Dante profundamente, e apenas Anya parecia agir como deveria, se escondendo sorrateiramente no canal. Sem muitas opções, aproximou-se de Tanky, que tinha seu ouvido colado na parede para escutar a ligação do outro lado, que pouco após avisar sobre a mesma para seu companheiro, com Lorenzo se despedindo de quem quer que estivesse conversando e desligando. Um silêncio sepulcral tomou conta do interior da casa, enquanto Dante ia até a porta da frente tentar arrombá-la. Com a gazua em mãos, colocou-a na fechadura, mas por algum motivo ela não entrava mais do que 1 centímetros. Tentando fazer a ferramenta encaixar, a gazua acabou se rachando e quebrando, e irritado, foi checar a fechadura, constatando que Lorenzo havia deixado a chave na fechadura, impedindo que a gazua fosse inserida. Sem outras opções, dirigiu-se até a janela lateral, onde Tanky estava, e checou a janela, dessa vez tendo uma surpresa muito mais agradável.

Aquela janela, como outras que já havia aberto, tinha uma trava no interior como um gancho, que abria e fechava, e usando sua espada conseguiria facilmente destravar a janela de forma discreta, sem nem precisar usar as gazuas. Dito e feito, a lâmina da espada passou pelo pequeno vão da janela, destrancando-a e permitindo que fosse aberta. Com um sinal, Cheng veio até ele, acompanhando-o enquanto entravam na residência, enquanto Tanky e Anya ficavam do lado de fora de guarda. O cômodo em que estavam era um quarto, e indo até a o cômodo logo em frente, uma sala de estar, encontravam Lorenzo arrumando uma mala com o um den den mushi jogado no sofá. Quando virou-se para trás e viu os dois, Lorenzo arregalou os olhos assustado, caindo de bunda na cama. - Ah! - Ele parecia extremamente assustado e confuso, mas ao olhar melhor para Dante, seus olhos de arregalavam. - Você! - Ele parecia ter percebido algo muito importante, uma grande revelação. - É o cara que esbarrei hoje! Eu juro que não peguei nada de você, não sou ladrão! - Sua fala deixava claro que ele era um paspalho, sem nem perceber o que havia acontecido.

Com o ultimato de Dante, Lorenzo de levantou e tirou a camisa, mantendo as mãos para o alto. - E-eu não tenho nenhuma arma, eu juro! - Mesmo assim, Dante insistia no assunto, levando-o a abaixar também as calças enquanto ficava com as mãos para o alto, mostrando que não estava com arma nenhuma. - Podem levar o que quiserem! - Do lado de Dante, Cheng começava a rir do homem, que estava só de cueca e com as calças no tornozelo. - Haha! Quase da pena dele. - Os questionamentos de Dante passavam a ser quanto a pessoa do telefone e se tinha mais alguém na casa. - N-não! Eu moro sozinho! E... O cara do telefone era um amigo... Mas ele não está me esperando não! É só que... - Repentinamente um estampido alto pode ser ouvido, como o barulho de um tiro, e os dois viram um buraco de bala surgindo no braço esquerdo de Lorenzo, enquanto o sangue escorria. - ARG! - Ele gritou, abaixando-se de dor, e de uma porta lateral da sala, que dava para outra parte da sala, um homem loiro, Giani Colombo, com uma pistola em cada mão. - Seu imbecil, o que pensa que está fazendo?

Do lado de fora, Tanky ouvia claramente o tiro, e logo em seguida uma outra voz que não havia ouvido até então, uma outra pessoa lá dentro. Anya também parecia ter ouvido, e saia do canal em direção à casa, olhando com preocupação para o mink. - Que barulho foi esse? Foi o Cheng atirando? Será que deu algo de errado? - Lá dentro, Dante e Cheng viam o loiro ainda apontando uma das armas para Lorenzo, enquanto a outra era apontada para os dois. - O-o que significa isso? Desde quando você está aqui? - Giani riu com escarnio. - Acha mesmo que não sabiamos que isso ia acontecer? Quando soubemos que você tinha perdido a PORRA da carteira com o código que você foi incapaz de gravar, o chefe me mandou ficar de olho. Você estragou tudo, mas nada que uma queima de arquivo não resolva, ainda mais agora que descobriram onde você mora. - Enquanto Tanky escutava tudo do lado de fora, a arma de Giani era apontada para a cabeça de Lorenzo, com o dedo no gatilho pronto para disparar, a não ser que fizessem algo a respeito.

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Re: I - Florescer improvável Ter 22 Jun 2021 - 11:02
Como caçar um rato de rua
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 11 ~
*Dante di Tresigallo


A operação mal tinha começado e Dante já perdia uma gazua de graça. Aquilo não poderia ser um bom presságio, mas não havia muito o que fazer graças aos dois palhaços que chamavam a atenção de tudo e todos. Descobrir que era necessário simplesmente abrir a janela enfureceu ainda mais o ladrão, ora, um bandido gosta de ganhar dinheiro e não gastar cinquenta mil em uma ferramenta que se provou ser inútil. "Argh, pelo menos eu posso usar isso mais tarde... ", pensava nas utilidades futuras para as gazuas.

Passando pelo quarto, finalmente chegou até a sala onde o Lorenzo fazia as malas. Rapidamente a situação se tornou um tanto cômica. O infortunado acreditava que Dante estava ali por uma motivação de vingança pessoal, mal sabia ele que o verdadeiro ladrão na sala era o próprio Dante. Não poderia deixar de gargalhar enquanto o homem se despia para mostrar que não estava armado. Aquilo estava tão ridículo que até mesmo o Cheng ria de pena. “Na verdade, Cheng, esse cara é muito parecido com você hahahahaha um bobo que caiu do céu no meio do submundo hahahaha pelo menos é o que parece…”, divertir-se-ia ao observar a ironia que era o Cheng rir de um medroso. Infelizmente a diversão foi interrompida por aquele loiro desagradável que o Patrizio havia falado. O homem já chegou atirando em uma aparente “queima de arquivo”, mas foi displicente o suficiente para escancarar que ele estava envolvido com Lorenzo e que ambos provavelmente estavam envolvidos no ataque ao museu. Displicência ou confiança demais que ninguém sairia vivo daquela sala? Dante estava curioso para conhecer mais sobre aquele homem que se garantia em discursar antes de uma luta em menor número.

Giani Colombo apontava uma arma para Lorenzo e a outra para a dupla a serviço de Nava. Dante colocaria todo o seu intelecto, coragem e experiência nas ruas para lidar com aquela situação. “O idiota já se entregou ao dizer que está ali por uma queima de arquivo, então sinceramente estou cagando se ele matar o Lorenzo, ainda que ele tenha me divertido, só preciso de uma pessoa viva para interrogar, seja ela o Lorenzo ou o Giani… Argh, de qualquer forma eu não quero arriscar deixar ele fugir, acho que vou pedir ajuda para o touro… Ele disse que consegue ouvir como ninguém, vamos ver se é verdade”, pensaria engolindo seco para encarnar toda a coragem necessária ao agir em frente a uma arma. Dante sabia que não dominava a arte da lábia nem da persuasão, mas ele sabia que poderia ganhar a atenção de Giani simplesmente falando a verdade. Uma vez que ele estava ali para uma queima de arquivos, Dante mostraria que também sabe demais a fim de tirar o foco do atirador e dar tempo para que o Franky e a Anya pudessem agir.

- GIANI COLOMBO! - falaria em alto e bom tom para chamar a atenção do atirador e garantir que Franky pudesse ouvir tudo mesmo do lado de fora da casa - Então esse é o plano? Entrar aqui na sala de estar por essa porta e colocar uma bala na cabeça de Lorenzo que está despido ali na cama e uma bala em mim e no meu amigo aqui? E sim, eu sei quem é você e quem é o grande Lorenzo alí… Mas vamos conversar e eu vou explicar tudo - continuaria com a espada em mãos apontada para o atirador, mas levantaria a mão esquerda como se estivesse se rendendo - É um código que você quer? Eu tenho ele anotado aqui no bolso… A5F alguma coisa… Se você me permitir pegar… - começaria a baixar a mão esquerda até a altura da bainha da espada. como se fosse pegar o papel com o código, mas na realidade estaria preparando um movimento de contra-ataque.

Não queria arriscar muito, então mesmo que a distração não tivesse durado tempo o suficiente para Franky chegar, Dante teria que agir. Também agiria caso a conversa com Giani não funcionasse ou percebesse que ele fosse atirar, ficando atento aos detalhes como contrações do corpo dele, movimentos das mãos ou contrações do rosto. O primeiro passo é óbvio: é preciso sair da linha de fogo da arma. Como Dante possui uma destreza acima da média, confiaria em sua habilidade para tentar desarmar Giani sem que ele o ferisse ou pelo menos não o atingisse com um tiro fatal. Com ambas as mãos segurando a espada, esticá-la-ia o máximo possível para bater fortemente na arma com a lateral da espada e jogá-la em direção ao lado oposto ao Cheng, para que ele também não fosse alvejado. Ao mesmo tempo em que batesse na arma de fogo como se um jogador de baseball batesse na bola, desviaria o corpo para o lado oposto em que a arma foi lançada. Para isso, manteria o pé direito à frente funcionando com um pivô de rotação para o restante do corpo.

- CHENG! NÃO DEIXE O LORENZO FUGIR!! - gritaria para que o homem de olhos puxados se focasse no outro ruivo, enquanto Dante lidaria com o atirador.

Tendo êxito ou não no primeiro contra-ataque, o próximo passo seria o ataque. Claro que a melhor hipótese seria ter os dois suspeitos vivos e subjugados para o interrogatório. Entretanto, apenas um deles seria o suficiente, então Dante lutaria sem medo de causar danos aos inimigos. Aproximar-se-ia de Giani e, segurando a espada com a mão direita, giraria o braço destro da esquerda para a direita e de cima para baixo como um pêndulo em um golpe horizontal visando acertar as coxas do adversário. Em seguida, avançaria expondo o próprio ombro esquerdo como um escudo, dando uma cabeçada no nariz de Giani e agarrando seu antebraço esquerdo. Caso conseguisse segurar o antebraço, utilizaria a espada para atacar verticalmente mirando o punho do homem a fim de decepar a mão do mesmo.

- Você ainda quer continuar lutando?! Não é melhor conversarmos, hein? Hahahahah - debocharia do homem.

Os próximos movimentos de ataques dependeriam do que Giani respondesse, tanto em palavras quanto em atitudes. Entretanto, Dante tentaria antecipar possíveis ataques para que pudesse se defender. Como Patrizio havia dito que o loiro lutava com uma foice, ele poderia sacá-la a qualquer momento. Portanto, defender-se-ia batendo lâmina com lâmina, sempre manuseando a espada no sentido contrário do possível ataque com a foice. Atentar-se-ia para não deixar a espada entrar em contato com o cabo da foice, pois Giani poderia realizar um movimento de gancho para fisgar a espada como se fosse um peixe. Na hipótese de não ser possível se defender com a espada, como no caso de um tiro, tentaria usar o ambiente ao seu favor. Se jogaria atrás de mobílias de madeira resistente para utilizá-las como barricadas. Se possível, pegaria qualquer coisa ao seu alcance como cadeiras, vasos e outros objetos para jogá-los em direção ao Giani. Não perderia tempo mirando, já que esses objetos lançados possuem a única e exclusiva função de tirar a atenção do homem para que Dante pudesse sair de trás da “barricada” e reiniciar o combate.



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Re: I - Florescer improvável Qui 24 Jun 2021 - 8:02
Sorrateiro igual a um touro

Fala ~~ Pensamento



A situação parecia estar ficando crítica lá dentro, um infortúnio havia ocorrido dentro da casa, uma nova voz, um disparo. Anya me perguntou o que estava acontecendo lá dentro, neguei com a cabeça. - Dúvido muito, tem mais alguém lá dentro, fora os três e parece que eles estão em um impasse. - Olharia ao redor para ver se havia alguém se aproximando ou fazendo algo estranho, não poderia deixar nada passar despercebido… Aliás, como deixei passar despercebido uma outra pessoa dentro da casa? Ainda tinha que treinar muito para que esse tipo de coisas não viesse a acontecer de novo.

Se a mulher estivesse prestes a entrar, eu falaria para ela. - Kahahaha, parece que o tiro saiu pela culatra - Riria baixinho da situação. - Mas acho que aqueles dois devem dar conta da situação, se nós entrarmos lá repentinamente podemos acabar assustando eles. - Sussurraria para a mulher-peixe. - Volte a ficar de guarda e se alguém quiser entrar na casa, você barra a pessoa do jeito que você achar melhor. - Diria isso com um sorriso um pouco diabólico no rosto, já deixando transparecer o que havia deixado implícito.

Manteria minha audição focada no interior da casa, afinal, não sabia como proceder nem o que fazer. Se começasse a ouvir Dante ou Cheng tentando passar informações lá de dentro para mim, prestaria bastante atenção. “Tenho que dar um jeito de ajudá-los… Primeiro deixa eu ver se eles estão próximos de alguma janela ou porta.” Procuraria então uma entrada direta para a sala de estar, fosse uma janela ou uma porta, mas de preferência um lugar que eu pudesse entrar.

Se visse que o homem estava perto de uma janela, simplesmente enfiaria minha mão para dentro da casa e tentaria agarrá-lo e puxá-lo para fora da casa, enquanto faria certa força para evitar que ele escapasse.

Mas se não houvesse qualquer forma de pegar o homem sem entrar na casa, retiraria o escudo das costas, enrijeceria os braços, encheria os pulmões de ar e o soltaria tentando tirar um pouco da tensão, passaria minha mão livre no colar, era reconfortante alisar ele, ainda mais em momentos complicados. Ergueria o escudo na altura da cabeça com a mão o mais firme possível temendo um pouquinho pelo que poderia acontecer. Tentaria passar pela entrada para o cômodo. Dentro do cômodo tentaria usar minha capacidade de aceleração, por mais que fosse um lugar fechado, para tentar alcançar aquele que estivesse armado, agarrando-o com minhas grandes mãos e o afastando de Lorenzo e dos outros.

Por acaso se alguém conseguisse fugir de dentro da casa, inclinaria meu grande corpo para frente, dobraria minhas longas pernas de coelho e daria um grande impulso para frente em alta velocidade, para pegá-lo antes que ele ganhasse distância, e então pressioná-lo contra o chão.

Em algum instante poderia me tornar alvo de ataques, para essa situação, simplesmente moveria o escudo para bloquear o ataque vindo à minha direção.


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Re: I - Florescer improvável Dom 27 Jun 2021 - 22:14

I – FLORESCER IMPROVÁVEL



Frente a frente com Giani, que não imaginavam fazer parte de toda aquela operação, precisavam manter pelo menos um deles vivos para conseguirem informação, mas o loiro parecia pronto para meter uma bala entre os olhos de Lorenzo, olhando-o com uma expressão de asco. Seu dedo estava no gatilho, prestes a pressioná-lo, mas a fala de Dante chamou sua atenção, fazendo o loiro se virar na direção de Tresigallo. - Explicar? Não tem o que explicar. Se vocês sabem, vão morrer junto dele. - Ganhando tempo enquanto Giani apontava sua arma para si, Dante abaixou-se levemente, com a espada em mãos e, assim que o gatilho foi pressionado, moveu rapidamente seu braço e atingiu a mão esquerda de Giani, que estava apontada para si, com a parte chata da espada, rebatendo-a para o lado e fazendo o disparo acertar a parede. Giani fez uma careta com a dor do impacto da chapa de ferro contra sua mão, mas mal teve tempo para processar antes de Dante avançar para acertar suas pernas com a espada. No último instante ele tentou jogar seu corpo para trás, mas não foi capaz de evadir completamente, sentindo a lâmina cortar sua coxa esquerda.

- P-pode deixar! - Ainda meio nervoso com o desenrolar dos acontecimentos, Cheng corre na direção de Lorenzo quando ouve a ordem de Dante, segurando-o pelo ombro quando tentou se esgueirar para longe com a confusão. - Q-qual foi, cara. Me deixar ir! - Lorenzo parecia desesperado, mas Dante não tinha tempo para pensar nisso. Logo que acertou o corte na perna do seu adversário, girou o corpo para ficar com seu ombro esquerdo na frente e avançou, dando uma cabeçada contra o nariz do loiro, ouvindo um “crec” alto e sentindo o sangue do mesmo escorrer por sua cabeça. Em seguida agarrou seu antebraço, pronto para cortar o pulso do homem fora, mas ele foi mais rápido e com a mão do braço que estava sendo segurado agarrou a parte de baixo da camisa de Dante, segurando seu colarinho com a outra mão e inclinando o corpo em um movimento de judô para lançar o ruivo, que caiu com tudo na mesa logo ao lado, quebrando o jarro de vidro que estava sobre ela. - Mas que porre.

Irritado logo após jogar Dante em cima da mesa, mas com um corte feio na perna e um sangrento nariz quebrado, ele se virou novamente para Lorenzo, que estava sendo impedido de fugir por Cheng. - Voltando ao que interessa. - Sua pistola foi novamente direcionada ao ruivo medroso, mas Cheng, mesmo com as pernas tremendo, sacou sua arma com rapidez e acertou um tiro na perna do loiro, que se inclinou para o lado com dor e errou o tiro novamente. - Puta que pariu, eu não me dou bem com essas coisas. - Irritado pelo segundo tiro errado, Giani jogou elas no chão irritado. - Foda-se o plano, vou do jeito tradicional. - De trás da sua roupa, puxou uma pequena foice de uma mão, que pelo tamanho parecia mais um grande gancho, e avançou contra Dante enquanto ele se levantava da mesa. Sem tempo para reagir direito, Giani parecia muito mais habilidoso com aquela foice, de modo que precisava se focar totalmente em bloquear os golpes em sequencia desferidos contra si.

Do lado de fora, após combinar como agiriam com Anya, a mulher-peixe assentiu e voltou para o rio, de onde observava tudo, enquanto Tanky rodeava a casa após verificar rapidamente que não haviam pessoas por perto, e pode presenciar Dante defendendo-se de golpes de foice de Giani na sala logo após a porta pela janela frontal da casa, mas infelizmente não tinha uma arma de lâmina fina como Dante para abrir a trava da janela. Com o escudo posicionado acima da sua cabeça e de frente para a janela, o grande mink touro subiu na moldura e avançou com tudo contra o vidro, quebrando-o em mil pedaços, e avançando pela sala como um caminhão de demolição, com o escudo à frente do corpo. Surpreso, Dante saiu do caminho, mas Giani não teve tanto tempo, se jogando para o lado como dava e caído de costas contra a parede, com pouco espaço entre o enorme mink e ele. Dante finalmente se via livre do avanço frenético de ataques do outro ladrão, enquanto um medroso lidava com outro, e Tanky se via de frente para Giani, sentado no chão e de costas contra a parede, mas com uma afiada foice de uma mão na mão direita.

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Re: I - Florescer improvável Seg 5 Jul 2021 - 10:01
Sorrateiro igual a um touro

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- Err… Oi?! - Diria antes de uma sonora risada. - Não sei nem como eu vim parar aqui…. - Levaria a mão que não estava no escudo até a cabeça para um pequena coçadela em minhas lindas madeixas castanhas-escuro. Continuaria atento aos movimentos dos inimigos que se encontravam ali dentro enquanto me moveria vagarosamente com o escudo bem posicionado entre nós dois. Os olhos transitariam rapidamente pelo ambiente para ver se conseguia encontrar algo, fosse uma cadeira, uma estante, um pedaço de mesa ou uma panela, daria prioridade para pegar algo que fosse longo e pesado mas que eu aguentasse com uma de minhas mãos, o que quer que fosse pegaria para servir de arma, enquanto na outra mão ficaria o escudo.

Com minha arma improvisada em punhos avançaria em uma passada rápida na direção dele, movendo o escudo o melhor possível para bloquear os ataques do homem. A arma improvisada serviria para um unico ataque decisivo, por isso tentaria mante-lo pressionado me movendo na direção dele, quando percebesse que ele tentaria me atacar novamente, enrijeceria meus musculos do braço para aumentar a minha força ao máximo dar uma estocada com o objeto na direção do seu peito. Mas se eu não tivesse encontrado literalmente nada da cada para usar como arma, desfereriria um soco contra o tórax dele, também em potencia máxima.

Meu ataque poderia não ser o suficiente para parar o inimigo, por isso com minha mão livre, tentaria derrubar e jogar algo pesado nele, coisas como cama ou um sofá na direção do alvo, mais para dificultar sua movimentação do que para lhe causar dano. Enquanto faria isso não deixaria nem por um momento de tentar bloqueá-lo com o escudo, não queria deixá-lo fugir ou me causar dano.
Se em algum instante ele tentasse fugir, tentaria me colocar em seu caminho com o escudo bloqueando sua passagem, então daria um empurrão nele com o escudo. para mandar ele de volta à posição anterior ou até mais para trás

Acertando um ataque nele, tentaria quebrar sua vontade de lutar ou mesmo deixá-lo irritado tentando inferiorizá-lo. - Acho que você não vai conseguir sair, meu amigo. Por que você não se rende? - Amigavelmente falaria antes de dar uma ruidosa risada. - O que eu to falando, né? É óbvio que você não vai se render! - Me manteria pressionando o inimigo.

Em algum instante Dante poderia querer passar, se assim ele quisesse eu deixaria ele passar para tomar alguma atitude contra o nosso inimigo.


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Re: I - Florescer improvável Dom 14 Nov 2021 - 10:41
Como caçar um rato de rua
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~ Post 12 ~
*Dante di Tresigallo


Os avanços iniciais fluiam perfeitamente, a espada cumpria seu papel de desarmar o inimigo e ainda fatiar sua carne. Cheng surpreendentemente também fez o que era preciso e segurou aquela testemunha que era o ponto chave de toda a operação. Entretanto, é claro que as coisas não seriam tão fáceis. Em um movimento esquisito de alguma luta, Dante foi lançado contra a mesa e engajou em um combate de lâminas corpo a corpo. Ao som de batidas de metal, só podia pensar “aquele cara do cassino não me avisou que ele lutava tão bem assim, desgraçado!”. O embate épico fora interrompido pelo touro maluco que invadia a sala como um verdadeiro trem, quebrando tudo por onde passava. Franky conseguira uma abertura de ouro, a qual Dante com certeza não desperdiçaria.

O ladrão inimigo já havia sofrido bastante na luta: um nariz quebrado e um corte e um tiro na coxa não são pouca coisa. Assim sendo, em um primeiro momento apenas observaria como ele reagia na luta, a fim de notar algum ponto fraco em sua defesa. Esperaria Franky conseguir alguma abertura, por exemplo, caso ele bloqueasse a foice com o escudo, ou ainda se Giani vacilasse no movimento devido aos ferimentos anteriores. Nesse caso, avançaria com uma estocada simples e certeira, para acabar com a luta de uma vez por todas. Posicionaria o pé esquerdo à frente, flexionando levemente as pernas. Manteria a espada apontada para Giani na altura do peito e a seguraria com ambas as mãos. Em seguida, avançaria para perfurar o inimigo mirando em seu tronco. Considerando que a estocada fosse bem sucedida, continuaria o ataque retirando a espada do tronco e apontá-la-ia ao teto, para enfim desferir um corte vertical mirando a cabeça e peito do adversário. Este último ataque não seria baseado na força, mas na destreza de manusear o aço e sincronizar os movimentos dos braços, deslizando a espada em meio à carne do inimigo.

Caso fosse atacado ou percebesse que Giani estaria tentando fugir, Dante se posicionaria na direção em que Franky havia entrado na casa. Assim sendo, tentaria se defender ao mesmo tempo em que bloquearia uma rota de fuga. Manteria uma postura defensiva com as pernas levemente flexionadas e priorizaria o bloqueio dos ataques ao invés da esquiva. Para ataques verticais, posicionaria a espada na horizontal, segurando-a firmemente no cabo com ambas as mãos. Bloquearia ataques horizontais com a espada na vertical. Para ataques diagonais, manteria a espada também na diagonal mas com uma posição “espelhada”. Por fim, em caso de ser atacado com uma estocada, seguraria a espada com apenas uma mão e bateria com a parte chata da mesma na arma do inimigo, a fim de desviá-la para o lado.

Dante conhecia bem aquele tipo de homem com quem lutava: uma pessoa obstinada que não hesitaria em matar. Além disso, no submundo reputação é tudo, então dificilmente aquela batalha acabaria sem que alguém estivesse inconsciente no chão. Logo, mesmo que Giani tentasse se render, Dante não acreditaria em uma palavra sequer e, sem titubear, fatiaria a carne do inimigo com um limpo corte de espada na barriga, para que o assassino se afogasse em suas próprias tripas e sangue. Caso fosse questionado por algum dos parceiros sobre ter matado Giani, apenas daria de ombros e diria sorrindo:

- Ora, vai ser muito mais fácil tirar informações daquele ali do que seria desse aqui - terminaria apontando a espada para Lorenzo.



   
   
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Re: I - Florescer improvável Seg 22 Nov 2021 - 22:56

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Giani se via em uma posição bem ruim, de costas para a parede com o grande touro bem na sua frente. Qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento de combate sabia que aquilo era bem ruim, estando pressionado a se manter na defensiva, sem poder recuar para se adaptar ao campo de batalha, e o criminoso também sabia disso. Enquanto o touro estendia a mão para o lado para pegar um grande abajur de ferro com pelo menos 1,5m para usar como arma improvisada, o ladrão tentou um ataque com sua pequena foice, tentando usa-la como se fosse um gancho para prender na borda do escudo e arrancá-lo das mãos de Franky, mas o mink enrijeceu seus músculos, impedindo que o adversário o desarmasse, acertando-o logo em seguida bem no peito com o abajur, fazendo-o fazer com as costas contra a parede novamente e cuspindo sangue. - Seus filhos da puta. - Logo atrás, Cheng parecia estar mirando também, dividindo sua atenção entre Giani e Lorenzo, mas com o enorme corpo de Franky na frente, simplesmente desistia de tentar auxiliar com seus disparos, voltando a apontar a arma para o ruivo fujão e seminu.

Ao perceber Giani sendo jogando para trás e cuspindo sangue após o ataque do touro, Dante viu sua oportunidade de outro, avançando com sua espada para fincá-la no peito do ladrão, mas Giani percebeu o outro golpe vindo exatamente no mesmo lugar que o primeiro e se jogou ao chão, fazendo a espada do ruivo fincar na parede. Em um rolamento, Giani saiu de perto da parede, não mais sendo prensado por Tanky, que ao percebeu isso colocou a enorme mão em uma estante que havia na parede jogou os livros que haviam nela na direção do ladrão, que brandiu a foice bloqueando os golpes. Com um movimento rápido, Dante correu em direção a janela que o mink havia quebrado, visando bloquear o caminho até ela e impedir que Giani fugisse até ela, mas a luta não parecia estar indo muito bem para o loiro, que mesmo sendo muito habilidoso com a foice, parecia não conseguir lidar com uma situação de 2x1. Quando bloqueou a queda dos livros, Tanky avançou novamente, tentando o derrubar com o escudo e o jogar de volta contra a parede, mas o ladrão não parecia que iria cair no mesmo truque duas vezes, e saltou para o lado, evitando a escudada.

Estando logo ao lado de Dante, tentou um golpe contra o mesmo, mas o ruivo prontamente o rebateu com sua lâmina, fazendo o ladrão decidir saltar ainda mais para dentro da casa, enquanto os dois ficavam de costas para as rotas de fuga. - Que porre. - O mink aproveitava a oportunidade para tentar provocar o ladrão, que respondia com um olhar puto. - Eu não quero fugir, seu idiota. Quero matar vocês, mas 2 contra 1 não é tão fácil assim. - Cheng apontava a arma do ruivo para o loiro, movendo o cano de um lado pro outro, sem saber em quem mirar, e Lorenzo parecia estar quase em posição fetal no chão, tentando se proteger mesmo sem nada para servir de cobertura. - Ah, mas isso não vai mesmo acabar assim. - Do que parecia uma bolsa transversal que carregava, Giani abriu a alça e revelou vários explosivos no interior. Não eram os mesmo que foram usados no museu, pois aqueles eram de timer, mas era uma quantidade assustadora. - É o seguinte: Meu objetivo é só matar aquele verme, com isso já posso considerar meu serviço cumprido e meter o pé. Ou vocês deixam eu fazer isso, ou eu explodo essa merda e ele morre, mas vai todo mundo junto. - Assim que ouvi isso, as pernas de Cheng começam a tremer muito, como haviam visto antes quando estava nervoso, perdendo totalmente a confiança que tinha quando estava confrontando Lorenzo indefeso. - Por favor me diz que vocês têm um plano. - Seu sussurro era como um pedido desesperado de ajuda, confiando completamente nos dois para resolverem a situação.

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Re: I - Florescer improvável Qua 24 Nov 2021 - 11:27
Como caçar um rato de rua
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 13 ~
*Dante di Tresigallo


Enquanto lutavam, Dante só conseguia pensar em como Giani era um cara “durão”, já que mesmo estando ferido, lutando contra dois adversários ao mesmo tempo e completamente encurralado, o bandido se recusava a cair. Entre brandir de lâminas e empurrões, os três combatentes chegaram até um grande impasse quando o loiro mostrou uma mala repleta de explosivos. O primeiro instinto de Dante seria de se afastar com alguns passos para trás em direção à janela que Franky havia destruído, mas teria o recuo interrompido pela fala de Giani. “Você só quer matar ele e depois ir embora como se nada tivesse acontecido?”, pensava engolindo seco enquanto direcionava o olhar a Giani, Lorenzo e depois de volta a Giani. Este breve momento de receio e apreensão seria interrompido pela fala de Cheng, que questionava, não, implorava que a dupla tivesse um plano para sair daquela situação. “Um plano? É claro que eu tenho um plano, merda! Sou Dante di Tresigallo!”, pensaria animado ao esboçar um sorriso de canto de boca. Ora, se há uma característica que ajudou o ruivo a sobreviver até este momento é ser destemido. Nada nunca de fato abalou Dante, talvez apenas a morte de Brian e a luta contra Macdu. Somado a isso, ele também possui um intelecto singular. Adicionando as duas qualidades de determinação e genialidade, Dante se sentia muito confiante para lidar com grandes problemas mesmo em uma situação de pressão como esta.

- Calma aí, camarada… então você só quer matar esse merdinha aqui? - diria tentando manter a calma ao mesmo tempo em que caminharia lentamente em direção ao Cheng e Lorenzo, mas mantendo os olhos sempre em Giani - Vou guardar minha espada, ok Giani? Vamos conversar - iria embainhar a espada assim que chegasse ao lado de Cheng - Ei, você aí levanta! Cheng, dá essa arma e levanta o Lorenzo! - assim tentaria segurar a arma de Cheng com a mão esquerda e o auxiliaria a colocar e segurar o Lorenzo de pé. Falaria firme de modo que Cheng obedecesse sem questionar.

Dado as dificuldades do momento, Dante pensou em um plano simples e perigoso, apostando em diversas variáveis, porém, se tudo ocorrer como o planejado, será uma cena em tanto. Em uma breve análise do cenário, pôde notar que Franky além de muito forte, era um touro veloz até demais dado o curto espaço de tempo em que precisou para invadir a casa. Além disso, ele aparenta ter uma audição acima do normal. Partindo do pressuposto que o ruivo estaria próximo a Cheng e ao Lorenzo e na rota de fuga, Franky poderia refazer o trajeto que utilizou para entrar na casa, mas dessa vez fugiria empurrando os três para fora dela. “Eu ainda tenho duas surpresas… Até então Giani só me viu lutando com a espada, duvido que ele espere que eu saiba atirar também… e ele só me viu utilizando a mão direita, se eu usar a mão esquerda para pegar a arma de Cheng e atirar em Giani, com certeza ele vai ser pego de surpresa!”. O único problema seria explicar esse plano para Franky.

- Cof cof cof - tossiria para levar a mão direita à frente da boca, mas deixaria a mão canhota com a arma apontada para o chão e pronta para realizar um disparo. Imediatamente após a última tosse, aproveitaria para sussurrar o mais baixo que conseguisse, ainda com a mão em frente à boca, para que apenas Franky pudesse entender o que seria dito - Ao sinal corre e tira a gente daqui.

- Franky, guarda esse escudo, vamos conversar com o nosso colega aqui - piscaria para o mink como se estivesse falando com um amigo de longa data - Giani, por que você se explodiria só pra matar esse cara? Você tá recebendo tanto dinheiro por esse serviço que vale apostar a sua própria vida? Eu acho que você está blefando hahahaha - Riria em alto e bom tom.

O objetivo era chamar atenção de Giani da mesma maneira que Franky havia feito ao debochar do adversário, visto que ele aparentava ser bastante “esquentadinho”. Dante esperaria ele começar a falar, mas não esperaria ele terminar a sua fala. Assim que o assassino emitisse os primeiros sons pela boca, Dante serraria as sobrancelhas, pressionando a glabela como nunca havia pressionado na vida. Apertaria os dentes e cravaria o olhar nas bombas. Como uma extensão do seu próprio corpo, alinharia a arma com o olho esquerdo e dispararia contra os explosivos. Imediatamente antes de iniciar o movimento com o braço para atirar, gritaria o sinal para Franky:

- FRANKY!!!!!!

Restava torcer para que o mink touro entendesse o sinal e que fosse forte e rápido o suficiente para tirar todos daquela casa. Talvez o flash da explosão fosse a última visão de Dante, seria uma morte e tanto, com certeza ele iria parar nos jornais e seria famoso de certa forma, cumprindo em partes seu objetivo. Entretanto, podia apenas esperar que seu plano funcionasse e ele pudesse viver para colecionar mais histórias. E que Giani se exploda sozinho!


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Re: I - Florescer improvável Qui 25 Nov 2021 - 8:56
A gente caça a cobra e mostra o gato

Fala ~~ Pensamento

O loiro estava com problemas. Eu causei uma boa quantidade de dano nele e por causa disso ele estava mais uma vez contra a parede. Entretanto, para minha surpresa, ele puxou explosivos como sua cartada final. Imediatamente arregalei os olhos surpreendido com o que ele falou. - Caramba, você é realmente um cachorro louco hein. Adoraria lutar com você no um contra um, mas acho que não vamos nos ver de novo, não é? - Diria isso com um tom um pouco triste, porque aquela cena realmente me deixou empolgado e animado por uma batalha contra ele.

Por mais que estivesse interessado em continuar a luta, parecia que o meu colega ruivinho tinha uma algum tipo de plano, afinal ele estava dando as cartas com total confiança do que estava fazendo. Quando ele me pedisse para guardar o escudo, assim o faria, colocando-o bem no meio das minhas costas. Manteria meus olhos focados no louro, com um olhar sério e carnívoro, quase como se desejasse comer sua carne, o que seria algo um tanto irônico afinal eu sou um touro não um lobo.

Ouviria atentamente ao plano de Dante, o qual aparentemente seria para eu servir de touro de carga para eles e resgatá-los em um momento específico. Então a partir dali ficaria com minhas pernas semi-flexionadas para já conseguir me mover em um grande salto, graças às pernas de coelho que eu havia herdado de meu pai. No momento em que Dante me desse o sinal, eu me viraria na direção deles, e então correria em impulso máximo agarrando todos eles com exceção do maluco que estava com a bomba e pretendia explodir todo mundo. Então carregaria eles para fora, tentando seguir o caminho que eu havia usado para entrar. Se não fosse possível, tentaria correr para a saída mais próxima para tirar todos dali, mas se não fosse possível tirar todos, ou se saída fosse pequena demais para mim, jogaria eles pela saída e então tentaria encontrar outro lugar para que eu pudesse sair daquela enrascada.

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Re: I - Florescer improvável Ter 30 Nov 2021 - 23:31

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Dante e Tanky se viam em uma enrascada, com Giani ameaçando explodir todos se não o entregassem Lorenzo, que naquele momento era a melhor pista o grupo. O ruivo se desesperou por um momento, mas a fala de seu companheiro logo fez com que voltasse a si, formulando um plano de emergência em sua mente para lidar com aquela situação delicada. Se posicionando de forma não agressiva, tentou dialogar com o bandido, mostrando-se cooperativo ao guardar sua arma. - Isso ai, façam o que eu mando e todo mundo sai inteiro. - Aproximando-se de Cheng e Lorenzo semi-nu, o companheiro de olhos puxados pareceu incrédulo ao ouvir a ordem firme do ruivo, tremendo ainda mais. - D-dante? O-oque você tá fazendo? Vai mesmo o-obedecer? - Sem acreditar no que Dante fazia, Cheng parecia decepcionado e aterrorizado, não lutando quando o Tresigallo tomou sua arma com a mão esquerda. - Cala a porra da boca e faz o que ele ta falando, se não quiser virar churrasco. Nenhuma gracinha. - Com a mão direita e a ajuda de Cheng, botaram Lorenzo de pé, que tremia até mais que Cheng. - E-ei, Giani, o que é isso. I-isso é jeito de falar com a-amigos? M-me ajuda a sair dessa e a g-gente resolve as... - Entretanto, foi bruscamente interrompido pelo loiro. - Para com essa atitude deplorável. Você teve a sua chance. E falhou.

Tanky, por outro lado, observava aquela situação estupefato, principalmente pela força de vontade do loiro, e quando Dante fingiu tosse para passar uma mensagem curta para o touro, que tinha uma ótima audição, o mink conseguiu distinguir sua palavras bem baixo, como um sussurro em seu ouvido, em meio a tensão, captando seu papel no plano do ruivo. Ouvindo o pedido de Dante logo em seguida, guardou o escudo em suas costas, e Giani exibia um sorriso, como se feliz ao ver que aquilo havia dado certo, uma expressão zombeteira de quem havia vencido, mas logo fechou a cara ao ouvir a provocação repentina de Dante, indo contra tudo que havia feito até aquele momento. - Blefando? Você não faz ideia do que esta... - Para o azar de Giani, não teve tempo nem de terminar a frase. Dante posicionou a arma em sua mão esquerda, manipulando-a com a mesma maestria da mão esquerda e arrancando uma expressão de surpresa de Giani, enquanto Tanky começou a correr em sua direção. O mink já estava preparado para aquilo após o aviso, e com seu conhecimento atlético, somando com sua grande capacidade física, conseguiu sair em arrancada com bastante velocidade, atingindo seu máximo em apenas um instante, enquanto segurava todos com seus fortes braços e avançava para a saída.

Dante mirou por apenas um instante, dando um disparo certeiro contra a bolsa de explosivos. Percebendo no último instante o que estava acontecendo, Giani tentou jogar a bolsa para longe e se encolher no chão para se proteger, mas a bala havia acertado seu alvo, e o loiro estava perto demais para se proteger contra a explosão. Tanky avançou com tudo contra a porta de entrada, derrubando-a com um avanço, e tirando todos de dentro da casa logo quando um alto som de explosão tomou o ambiente, junto de um calor que mesmo não sendo capaz de queimar o grupo, alcançou-os como uma onda, uma espécie de amostra grátis do que havia acabado de atingir Giani. A casa logo começou a pegar fogo, com várias paredes caindo após a onda de choque, e Anya saiu apressada do canal em frente a casa, com olhos arregalados, vendo o cenário da explosão, assim como Cheng, Dante e Lorenzo sendo carregados no colo de Tanky. - O que acabou de acontecer???

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Re: I - Florescer improvável Qui 2 Dez 2021 - 8:25
Um Desfecho Explosivo
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*Dante di Tresigallo


É indubitável que Dante tinha muita confiança em si mesmo e nos planos que criava com sua mente engenhosa. E, ainda que fosse uma pessoa destemida, sempre sentia um “friozinho” na barriga antes de qualquer ação que tomasse, seja furtar uma carteira de um desavisado ou se enfiar no meio de uma briga. Entretanto, nada em toda a sua vida chegou perto do arrepio de atirar em explosivos à curta distância. Por um momento se sentiu leve, como se estivesse entrando em um plano superior. E de repente veio um empurrão de Franky. “Ainda estou vivo? Ou essa é a sensação da travessia no pós-morte?”. Ainda mantinha os olhos fechados como se não quisesse descobrir o resultado de suas próprias ações. Então veio o barulho da explosão. E o calor que penetrava a pele de Dante como agulhadas, lembrando-lhe da sensação calorosa de estar vivo. “Porra, eu to vivo?”, o pensamento viria acompanhado de uma euforia que começava a crescer gradualmente. Ainda receoso abriria lentamente os olhos para se ver carregado para fora da casa nos braços do touro.

- PORRA! ESTAMOS VIVOS!! - gritaria com todo o ar presente nos pulmões, serrando os punhos e erguendo as mãos para comemorar - É DISSO QUE EU TÔ FALANDO! - daria um tapa no rosto de Lorenzo para ajudar a extravasar a emoção palpitante no peito de Dante. Ainda sob o efeito pulsante da adrenalina, Dante voltaria o olhar para Franky que acabara de resgatá-lo - Valeu Franky! Você salvou a gente… e que músculos são esses, camarada? Você deve ser um sucesso no reino animal! - diria cutucando o bíceps e peitoral do mink.

Quando voltasse completamente a si, soltar-se-ia de Franky e antes de responder Anya, averiguaria o estado de sua roupa de seda. Caso houvesse pó, bateria com a palma aberta na roupa para retirar o máximo que pudesse da sujeira, ao mesmo tempo em que amaldiçoaria a tudo e a todos - Argh mas que merda, eu odeio ficar sujo! - Voltando a atenção ao grupo, era possível que Franky já houvesse explicado o que aconteceu dentro da casa. Aproveitaria para entrar no meio da conversa:

- Todos de acordo que precisamos sair daqui o mais rápido possível? Ainda mais com o peladão ali chamando atenção por aí - debocharia apontando para Lorenzo - Eu conheço o lugar perfeito para irmos! Franky, você poderia levar nosso convidado? Ah, e toma de volta a sua arma, Cheng, bom trabalho lá dentro! -  Devolveria a arma de Cheng e caso fosse questionado sobre o local, o que provavelmente aconteceria por parte da mulher-peixe, explicaria brevemente - É um bordel onde eu cresci, não precisa se preocupar - viraria as costas e seguiria pelo caminho até o prostíbulo esperando que o grupo o seguisse.

Voltar ao bordel é um sentimento estranho, pois parecia que Dante havia andado em círculos e voltado ao mesmo lugar. Entretanto, em apenas um dia tanta coisa havia acontecido que era impossível dizer que o ruivo ainda era o mesmo. Durante o trajeto, repousaria a cabeça nas mãos entrelaçadas atrás da nuca e refletiria sobre o rumo da sua vida. “Pois é, cá estou novamente… Macdu, sinto que estou ficando cada vez mais próximo de cumprir meu objetivo… Agora só preciso de um banho e um lugar discreto para tirar informações de Lorenzo, vai ser meu último pedido ao pessoal do Bar Tresigallo…”. Apesar do grupo parecer um circo itinerante de horror, Dante tentaria ao máximo se manter discreto, misturando-se às pessoas no caminho ao bordel. Também manteria uma certa distância de alguns passos do grupo, para que caso fossem surpreendidos, ele pudesse reagir com mais liberdade.

Considerando que chegasse ao bordel e ele estivesse aberto, inspiraria profundamente e expiraria fortemente a ponto do ar fazer barulho ao sair de sua narina - Vocês me esperem alí, vou lá dentro ver se tá tudo limpo -  indicaria que o restante do pessoal esperasse pelo ruivo em algum beco ou o local mais discreto disponível próximo ao bar. Entraria dando uns toquinhos na porta do bar e anunciaria a sua entrada com um longo sorriso no rosto - O bom filho à casa torna! - Caso fosse recebido por um rosto conhecido, abraçaria a pessoa e seguiria dizendo em baixo tom para não chamar atenção - Faz pouco tempo mas já estava com saudades de vocês… Eu sei que disse iria embora, mas eu preciso de ajuda urgente - apontaria para fora com a cabeça em um clássico sinal para que fosse seguido pelo funcionário para fora do estabelecimento - Primeiro e mais importante, eu preciso de um banho, um perfume e que limpem essas roupas… Segundo… Eu preciso esconder um touro que anda em duas patas, uma mulher que mais parece um peixe e um maluco seminu, nada demais! Me arruma um quarto nos fundos que não esteja mais sendo utilizado - Na hipótese de conseguir ajuda, faria um sinal com a mão para que o restante do grupo o seguisse para dentro do Bar Tresigallo.

Na possibilidade de não conseguir refúgio dentro do bordel, Dante se reuniria com o grupo para rever as opções, já que não podiam correr o risco de envolver o Sr. Nava mas precisavam de um lugar discreto para interrogar Lorenzo. Proporia ao grupo que tentassem invadir uma casa vazia ou abandonada, visto que o ruivo ainda possuia gazuas. Assim sendo, procuraria por uma residência preferencialmente em ruas menos movimentadas e que aparentassem estar fechadas ou abandonadas pela fachada. Para confirmar que não entrariam em uma enrascada, pediria à Franky:

- Ai grandão, você consegue ouvir alguém lá dentro? - Em caso de negativa, seguiria tentando entrar na casa utilizando gazuas em qualquer porta disponível ou em janelas como havia feito anteriormente para arrombar a casa de Lorenzo.      

     
   
   
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Última edição por Reepz em Qui 2 Dez 2021 - 8:32, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Corrigindo a cor do texto)

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Re: I - Florescer improvável Qui 2 Dez 2021 - 14:02
Hora de relaxar

Fala ~~ Pensamento

- Kahahahahha. Isso foi sinistro. Parece minhas bufas depois de comer uma feijoada.- Riria tentando esconder o nervosismo por ter passado por tal situação. Mesmo que muitas vezes eu fosse brincalhão, ainda sim aquele tipo de situação era capaz de causar temor. Riria e sorriria ao ouvir Dante me elogiando, já teria soltado todos eles naquela altura, assim poderia estufar o peito e dar um soquinho nele. - Eu sou o melhor em tudo. - Falaria isso enquanto ao mesmo tempo colocaria meu pé sobre nosso sequestrado para que ele não escapasse.

- Anya, respondendo sua pergunta. - Engoliria em seco antes de começar a falar de forma acelerada. - Invadimos a casa, tinha um cara casca grossa lá dentro, nós brigamos e ele se matou com uma bomba. - Terminaria a fala, olhando para o rio em que ela estava. - E a água estava fria? - Diria isso mesmo se ela não estivesse molhada.

Quando ouvisse sobre a movimentação do nosso grupo, agarraria  Lorenzo com uma única mão, usando o tamanho grande da minha mão para segurá-lo pelo tórax/tronco e ergue-lo do chão e então carregá-lo ao meu lado como se fosse um boneco. Olharia para o a explosão, aquele  incidente não parecia normal, parecia tudo  uma loucura. Uma pessoa não se mataria daquele jeito só por ter sido encarregado de um trabalho… Ah não ser que  falhar no trabalho fosse algo pior do que a própria morte. Isso de certa forma me fez lembrar do bando do Sargon e me deu um calafrio, logo antes de eu abrir o sorriso e fazer mais uma piada. - Acho que os bombeiros vão ter um trabalhão para catar todos os pedacinhos dele, né não ruivinho? - Daria um toque com o meu cotovelo em Dante como que chamando a atenção dele.

Seguiria as recomendações de Dante, pois após aquele incidente ele havia ganhado vários pontos na minha concepção. De certa forma poderia confiar nele até determinado ponto, por isso tentaria lhe ser útil quando fosse necessário com todas as minhas habilidades. Iria até o local que Dante tivesse recomendado e dali prestaria atenção em  todos os arredores, meus ouvidos estariam sempre atentos e minha mão sempre fixa no corpo do prisioneiro.

Feito por Vrowk/Mando :)


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Re: I - Florescer improvável Seg 6 Dez 2021 - 23:55

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Dante e Tanky estavam vivos. Após o truque desesperado para saírem por cima mesmo com a ameaça de Giani de detonar as bombas, o pensamento rápido de Tresigallo virou o jogo de uma hora para outra, fazendo Colombo ficar sozinho no raio de explosão da bomba, enquanto Dante, Tanky, Cheng e Lorenzo disparavam porta afora, apenas sentindo a rajada de calor e ouvindo o estampido alto da explosão logo atrás de si. enquanto abria os olhos, o ruivo finalmente constatava que seu plano havia dado certo e estavam todos vivos, comemorando alegremente com um tapa no rosto de Lorenzo, que se esperneava abaixo do braço de Tanky. - Ai! Me solta! - Com a bochecha vermelha e seminu, Lorenzo era sumariamente ignorado por todos. Anya se apressava até os dois, olhando com olhos arregalados a chama que agora consumia a casa. O mink logo se apressou em dar a explicação dos acontecimentos haviam se desenrolado no interior da residência, deixando a mulher-peixe abismada. - E por que diabos não me chamaram para ajudar? Eu podia ter feito alguma coisa em vez de ficar aqui esperando igual uma palhaça. - Com o comentário seguinte do touro, em relação à temperatura da água, Anya fechou a cara em uma expressão irritada. - Isso era pra ser uma piada? Já entendi, se é pra debocharem de mim, não faço mais o que vocês pedem. Estou aqui pra cumprir a missão também, não pra ser deixada de lado vendo vocês fazerem tudo.

Enquanto Anya respondia irritada ao que Tanky havia dito, Dante constatava que que sua roupa estava cheia de poeira e, principalmente, com várias queimaduras. Sua pele podia não ter se queimado, mas a seda fina havia ficado com manchas negras que não sairiam. Na prática, se Dante queria se vestir de maneira impecável, aquela roupa só podia ir pra lixeira. Lavar não resolveria o problema. Enquanto Tanky e Anya discutiam, o grande touro tinha seu pé em cima do corpo do prisioneiro pelado, impedindo ele de fugir, mas não de tentar desesperadamente tirar o mink de cima de si, e algumas pessoas que passavam ao redor pareciam se assustar com a cena e com a casa pegando fogo, se afastando do local. Se continuassem ali, a marinha provavelmente daria as caras, e estariam em uma enrascada. Com isso em mente, Dante se intromete entre os dois, comentando saber onde poderiam ir. Tanky logo pegou Lorenzo novamente em seu colo, segurando-o enquanto ele se debatia, ao ver que seus pedidos eram ignorados, e Cheng parecia ainda em choque com tudo que havia rolado, olhando de forma fixa para a casa em chamas logo atrás, e seu transe é quebrado apenas quando Dante o oferece a arma novamente. - Eu... Nossa, você salvou a gente. Isso foi incrível, cara. - Ainda tremendo um pouco, ele pega a arma novamente, colocando nas costas.

- E que lugar é esse que você vai nos levar? - Anya ainda parecia desconfiada das ações do ruivo, mesmo após receber a resposta, mas não parecia disposta a confrontá-lo naquele momento. - Espero não ser nenhuma enrascada. - Juntos, os 4 e o prisioneiros seguiram por entre as ruas de Sirarossa, evitando regiões mais movimentadas enquanto levavam um homem seminu que pedia ajuda, e se afastando cada vez mais da casa em chamas, até chegarem uma região mais fechada da cidade, sem o grande canal entre os dois lados como nas regiões mais movimentadas, onde uma pessoa dificilmente iria parar se já não quisesse ir. Se viam de frente com um bar que parecia funcionar como prostíbulo, e por pedido de Dante, este entrou sozinho, enquanto os outros esperavam do lado de fora. Com sua chegada chamativa, pode reconhecer reconhecer alguns rostos conhecidos entre as meretrizes do bordel, mas a primeira que chegou até ele foi Teresa, que assumiu o comando do lugar após a morte de Madame Brian. Mesmo parecendo nova, Dante sabia que ela era bem mais velha que ele, e que o segredo da sua juventude era um assunto muito comentado no Bar Tresigallo. - Achei que ia ficar mais tempo sem ver essa sua cara feia. - Teresa dava uma risadinha, retribuindo o abraço.

Acompanhando-o para fora, para poderem conversar em particular fora do olhar dos clientes que ainda não havia subido para algum dos quartos, ouviu com atenção os pedidos. - O banho e o perfume são fáceis de resolver, mas essas roupas... Sinto dizer, mas não acho que de pra salvar elas, garoto. - Em seguida olhava para os lados, buscando as pessoas que Dante se referia. - Isso me cheira a confusão. Hmm... Eu preferiria não trazer problemas para o bordel, mas não posso dizer não para um pedido tão urgente vindo de você. Só tome cuidado para não envolver a gente nisso, certo, garoto? - Em seguida, virava-se novamente para entrar no bordel. - Chame seus amigos. Um dos quartos de luxo foi usado recentemente, e ninguém vai desconfiar de alguém escondido lá enquanto deveria estar sendo limpo, e você sabe como ele demora pra ser aberto de novo. Além do mais, duvido que vamos o usar tão cedo, mas... Só toma cuidado onde vão sentar, e cubram com algum pano por precaução. Sabe o que quero dizer, né? - Com o sinal de Teresa, Dante chamou os outros, que foram guiado até um grande quarto nos fundos do andar inferior, diferente dos quartos normais do segundo andar, e podiam ver uma mesa cheia de bebidas com algumas poltronas, uma pequena banheira iluminada e duas grandes camas cheias de travesseiros, com cortinas de seda por todo lado e estátuas semininas nuas. - Tentem não chamar atenção. - Teresa em seguida fechou a porta, deixando-os sozinhos no grande quarto.

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Última edição por Hoyu em Sab 11 Dez 2021 - 22:18, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : link do quarto quebrou)
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Re: I - Florescer improvável Sex 10 Dez 2021 - 0:39
Lar doce lar
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*Dante di Tresigallo


A energia depois de sobreviver à explosão era contagiante, mas mesmo assim Anya conseguia arrumar algo para reclamar. Pelo menos o foco de suas rabugices foi Franky, que como uma verdadeira fortaleza era bombardeado pelas chatices da mulher-peixe. Cheng por outro lado conseguiu apenas agradecer enquanto ficava completamente atônito com o ocorrido. Dante retribuiria o agradecimento com um sorriso sincero e dois tapinhas no rosto do atirador. Enfim, o grupo seguiu à antiga casa do ladrão ruivo, onde foram extremamente bem recebidos por Teresa, a atual cafetina do local.

- Uau, você não envelhece mesmo, Teresa… que tal passar depois no meu quarto para contar o segredo da sua juventude hein? - brincaria com um sorriso malicioso após o abraço. Após descobrir que sua roupa favorita de seda está condenada, seria impossível conter algumas lágrimas carregadas de ódio por Giani - Que aquele desgraçado tenha explodido e voado pela porra da cidade toda.. Por favor me arruma qualquer roupa bonita que esteja sobrando então - resmungaria fincando as unhas nas palmas da mãos e mordendo os lábios, mas voltaria à lucidez quando Teresa pedisse para não ser envolvida na confusão - Você está certa, eu tô atolado até o pescoço em uma confusão hahahaha - riria em um bom tom batendo no peito como se estivesse muito orgulhoso - Mas eu vou ficar pouco tempo e se alguém estranho vier ao Bar, diga para irem atrás de DANTE DI TRESIGALLO - por fim agradeceria a ajuda juntando ambas as mãos e arqueando levemente o corpo.

Andar pelo bar era algo muito nostálgico para Dante. Perder-se-ia nas lembranças que saltavam à cabeça a cada segundo passado dentro daquele lugar. Lembranças estas as mais distintas possíveis: uma briga aqui, um golpe ali, uma paixão cá e uma bebedeira acolá. Entretanto, conforme chegavam mais perto do quarto de luxo, a memória de madame Brian inevitavelmente ficavam mais fortes e deixavam o ruivo em um clima nostálgico. Desde o início do dia Dante vinha tentando desempenhar um papel de liderança e destaque, porém desta vez ficaria recluso em seus pensamentos, ignorando por um momento a tudo e todos ao seu redor. Entraria no quarto e perderia alguns segundos em frente à banheira encarando o próprio reflexo na água. Despir-se-ia ainda encarando o próprio reflexo e entraria lentamente na banheira, sem se importar com possíveis olhares e comentários, afinal o homem havia crescido em um cabaré, pudor não é uma palavra presente em seu vocabulário. Escorregaria o corpo até estar completamente submerso e em seguida subiria o corpo lentamente até se acomodar perfeitamente na banheira, deixando apenas o pescoço para fora da água e os braços abertos e apoiados nas bordas da banheira.

- Ahhh, como eu estava precisando de uma banheira - diria em tom de alívio com os olhos fechados, curtindo o momento - Vocês já se acomodaram aí pessoal? Eu tomaria cuidado com os lençois se fosse vocês hehehe - abriria a mão que estivesse mais próxima de Cheng e falaria diretamente ao atirador - Cheng meu camarada, escorrega uma bebida aqui pra mim - beberia um pouco de álcool apenas para se refrescar após a árdua batalha, mas caso não conseguisse a bebida, apenas soltaria um frustrante “tsc”.

Após a pequena pausa de lazer, Dante voltaria a atenção ao grupo e ao problema que precisavam resolver. “Por mais que esse Lorenzo seja um bundão, não sei se conseguiria intimidá-lo… talvez Anya conseguisse, isso! Melhor ser bem direto mesmo e tentar um acordo com ele, caso contrário eu o entrego para Anya”. Com esse pensamento em mente, o ladrão ruivo iniciaria uma conversa amigável com Lorenzo a fim de conseguir a cooperação do mesmo.

- Você aí, Lorenzo, você tá bem fudido meu camarada… seus antigos parceiros te querem morto e meus amigos aqui também não vão muito com a sua cara, principalmente aquela alí hahahahah - apontaria para Anya - Mas eu estou aqui para te ajudar a clarear suas opções - levantaria o dedo indicador esquerdo - Primeira opção é cooperar com a gente e contar tudo o que você sabe, quem te contratou, por que atacaram o museu, quem mais está envolvido, onde estão seus contratantes, e o que mais você achar importante de nos contar… em troca você pode ter a chance de deixar Sirarossa em segurança com a gente - ainda mantendo o indicador levantado, estenderia o dedo médio esquerdo - Ouuuu a segunda opção é negar esse trato e aí eu vou te largar com a Anya pra ela fazer o que quiser de você… e mesmo se você escapasse dela, ainda teria que lidar com seus antigos parceiros, duvido que Giani seja o último a te fazer uma visita, boa sorte hahahahaha - engrossaria o tom da voz e olharia diretamente para os olhos de Lorenzo - Então, o que vai ser?




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Re: I - Florescer improvável Sex 10 Dez 2021 - 12:32
Hora de relaxar

Fala ~~ Pensamento


Anya parecia realmente chateada com as piadas que eu havia feito, talvez tivesse passado longe de mais. e devia umas desculpas para ela… Eu até me sentia um pouco mal de ter rido dela e falado da água, mas isso ficaria para outro momento já que agora nós tínhamos que sair dali o quanto antes. A caminhada foi tranquila comparado ao que acabou de acontecer. Agora eu era o touro de carga, mas se tudo desse certo, poderia descansar do incidente recente e de ter que carregar o nosso refém.

Continuei seguindo o ruivo boa pinta até uma das piores partes da cidade, normalmente quando estávamos no Bando do Sargon sequer chegamos a ir nessas áreas das ilhas, nosso trabalho como Grãos de Areia era literalmente saquear a parte mais rica e destruir tudo que não fossemos levar.

Enquanto Dante conversava com alguém do lado de dentro do prostíbulo nós ficamos do lado de fora aguardando seu sinal. Olhei para Cheng se o mesmo parecia bem e depois para Anya. Fiquei olhando ela pelos cantos dos olho e até pensei em me desculpar, mas ali não era o lugar nem hora certa para isso, decidi fazer em uma hora mais propícia… Ou em hora nenhum talvez… Ela parecia ser alguém bem durona e que topou em participar do nosso plano… Deixaria isso para lá, pelo menos por agora.

Logo fomos convidados a entrar naquele prostíbulo, seguimos até o tipo de quarto que eu só entrei na minha vida para retirar tudo que tinha dentro, esse tipo de lugar é tão caro que até mesmo os pregos que seguram os quadros são valiosos.. Pelo menos foi o que Linkon falava quando entramos em lugares como aquele tipo de decoração.

Não me sentaria em lugar algum, estávamos com um problema em mãos e tínhamos que dar um jeito logo, afinal quem quer que tivesse atacado o Sr. Nava poderia estar planejando um próximo ataque.

- Se quiser eu posso fazê-lo falar! Posso encher ele de porrada até ele cair duro no chão, quero ver se ele vai dar com a língua nos dentes. - Diria, logo antes de mostrar um sorriso maligno e sádico para Lorenzo, mais por piada do que sendo realmente uma ameaça, não que eu não pudesse encher ele de porrada, mas acho que isso iria acabar estragando nosso trabalho ali, afinal com o meu tamanho era mais provável que eu matasse ele muito rapidamente com um ou dois socos.

Deixaria que o ruivinho lidasse com o problema. Caminharia no quarto, olhando os quadros e estátuas , para ver se algo realmente bonito se encontrava ali, algo valioso do ponto de vista artístico. E claro, porque havia muito tempo que eu não via uma mulher nua na minha frente… Fazia o que… 5 anos, ou eram 7 anos? Não importava, o ponto ali era passar o tempo até que Dante resolvesse as coisas…
Depois do que se sucedera, acabei tendo uma boa impressão de Dante e Cheng, eles pareciam ser pessoas que realmente poderia contar… Já Anya, bem ela teria que se provar para nós ainda e talvez agora fosse o momento em que ela provasse o seu valor.

Feito por Vrowk/Mando Smile


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