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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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I - Florescer improvável

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
I - Florescer improvável Qui Maio 13, 2021 1:02 am
Relembrando a primeira mensagem :

I - Florescer improvável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Dante di Tresigallo. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Vrowk
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Vrowk
Estagiário
Re: I - Florescer improvável Dom Maio 01, 2022 4:53 pm



Bizarro demais para ser descrito

Fala ~~ Pensamento





Acabei matando o capitão do navio, mas com toda a certeza não seria capaz de vencê-lo sozinho. Por sorte tive a ajuda dos animais que estavam ali presentes. - E aí parceiro, quem é o estranho agora? Então vi o chapéu dele e acabei crescendo os olhos nele. - Acho que você não vai mais precisar disso, não é parceiro? - Peguei o chapéu e coloquei na minha cabeça, afinal eu havia derrotado o capitão do navio e nada mais justo que receber um prêmio, não é? Passei os dedos no chapéu para ajeitá-lo um pouco.

- Muhahahahah! Agora que acabamos com… - Antes que pudesse continuar falando com a tripulação do navio ouvi algo estranho. Parecia ser o som da madeira se rompendo, mas isso não fazia sentido. O som se intensificou cada vez mais e então finalmente percebi o que tinha acontecido. Uma besta infernal, saída de algum livro de fantasia, era uma criatura que nunca tinha visto até o momento e isso me surpreendeu muito, acabei arregalando os olhos e dando um grito de pavor.

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- MAS QUE #?$$@ É ESSA? $%@#&#@ A GENTE TÁ MUITO $%#$%@!!!!!!!! - Fiquei tão assustado que algumas palavras simplesmente falharam e não consegui falar direito. Estava ofegante, nunca tinha visto nada assim na minha vida e aquilo era realmente medonho demais para ser visto assim do nada. Respirei fundo, tinha que manter a calma e retomar minha concentração, precisava com todas as forças recolocar minha mente nos trilhos antes de lutar com aquilo. Soltei o ar e aos poucos fui ficando mais calmo, apesar de ainda estar assustado com aquilo. - Onde esse negócio estava escondido? - Perguntei para o polvo. Vi que a criatura estava carregando o Jules e o colocou no chão e agora ele estava todo detonado. Para vencer aquele monstro ia ser necessário toda a ajuda possível, por isso peguei a espada do capitão e joguei perto do polvo. - Pega a espada! Você vai ter que ajudar mesmo que um pouco! -

Não tinha muita ideia do que fazer naquela situação, tentava me manter calmo mas era um tanto difícil. Minhas pernas tremiam e ruminava como se estivesse com muita grama na boca. Levei instintivamente minha mão até o meu colar, para me sentir mais calmo e então o chacoalhei um pouco para ouvir a agulha que estava lá dentro. Olhei para a criatura e soltei o resto de ar que tinha no peito.

- Alguém salva o rapaz que tá todo ferrado ali! Alguém, não! Crocodilo vai pegar ele! - Ordenaria para ele, ao mesmo tempo que correria na direção da besta com meu escudo erguido e gritando a todo pulmão para chamar atenção dela. Chegando perto o suficiente, me abaixaria para usar minhas pernas longas como impulsivamente de um salto na direção dela. Não usaria toda a minha força para não acabar caindo no mar, tentaria com esse movimento acertar uma das cabeças, assim como usaria o escudo para me proteger de algum ataque vindo do monstro.

Uma vez que Jules estivesse resgatado ou pelo menos tivesse se recomposto, tentaria levar a besta o mais distante possível do timão do navio, gritando e fazendo muito barulho para ela se aproximar mais de mim.

Se a besta estivesse prestando atenção em mim, me aproximaria do polvo e gritaria muito alto. - FOI MAL! - Agarraria o mesmo pela cabeça e o arremessaria para cima como se fosse um pedaço de carne para um puma, com o único intuito de fazer a criatura ataca-lo com um rasante para pegá-lo. No momento em que a mesma se aproximasse, já estaria agachado para então saltar na direção dela e acertar o pescoço que tentaria pegar o polvo com uma chifrada com o intuito de fazê-la sangrar.

Por fim, se ouvisse alguém bolando algum plano que necessitasse de uma distração, usaria a mim mesmo como distração, lançando objetos contra a cabeça da besta com o intuito dela mirar em mim. No momento em que a mesma tentasse me atacar saltaria alto o suficiente para acertar o seu nariz com uma cabeçada.

Se em algum momento a criatura me visasse ou almejasse um aliado meu, correria o mais rápido possível na direção dele com o escudo erguido com o intuito de me colocar na frente e ter o escudo a minha frente para que o mesmo não recebesse dano. No caso dela me atacar, tentaria me esquivar com um alto para cima e posicionando o escudo entre eu e a mesma.

Agora se ela me mordesse, tentaria enfiar minhas mãos nas narinas da criatura e tentaria puxar os pelos e qualquer coisa que encontrasse ali dentro para irritar a mesma e fazê-la me espirrar.

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Reepz
Pirata
Re: I - Florescer improvável Dom Maio 01, 2022 5:57 pm
Viagem Esquisita
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 41 ~
*Dante di Tresigallo



A luta contra aquela montanha de músculos havia sido interessante, principalmente pela ajuda do carpinteiro que mostrou haver alguma habilidade com a espada - Arghh, qui muuerda - cada palavra que tentava soltar com a mandíbula deslocada era como se fosse uma facada na cabeça do mesmo. Dante não teve nem tempo de se recompor, pois uma besta gigantesca voou pelo navio arrancando completamente o teto da cozinha onde estavam - QUÊ ISSO?! AAAAAAAAAAAHHHH - esqueceu a mandíbula e perguntou ao sapo o que era aquilo, mas logo em seguida a dor voltou para lembrar de seu ferimento, fazendo o ruivo gritar. Escutaria qualquer explicação que o homem sapo falasse, mas logo sua consciência se lembraria de algo. “Anya! Preciso ver se ela está bem!”. Levantar-se-ia, então, e faria um sinal para o carpinteiro o seguir até o laboratório da doutora Wiss, que era o plano original do ruivo.

Chegando no laboratório, a provável fonte do grito que ouvira, procuraria por Anya e considerando que a encontrasse, tentaria dialogar na medida do possível, visto que sua mandíbula não ajudava - Vucê… bem? Qué quilo? - apontaria para o céu tentando entender melhor o que era aquela coisa vista mais cedo. Se Anya estivesse presa sobre escombros, juntar-se-ia ao sapo para tentar retirá-los de cima dela. Entretanto, se ela estivesse acorrentada, o ruivo faria o que mais estava acostumado: abriria o cadeado com sua gazua. Igualmente, aceitaria de bom grado qualquer oferta de ajuda que a mulher-peixe pudesse oferecer para tratar ou aliviar a dor na mandíbula. Em seguida, seria o momento de planejar como derrotar aquele monstro, e rápido.

- Willy, navio canhão derrubar monstro - falaria ao mesmo tempo em que apontaria para si mesmo e para o sapo, dando a entender que os dois juntos iriam até o canhão do navio e o usariam para derrubar a besta voadora. Se encontrasse alguma arma de fogo próximo à Anya, apontaria para a arma e perguntaria - Pusso levá? - em caso de resposta positiva, carregaria a arma, que poderia vir a ser muito útil nas mãos de Tresigallo - Anya, aiuda nossos amigos - falaria. Caso o sapo ficasse receoso de sair para enfrentar a fera gigante, Dante se aproximaria do mesmo, segurando-lhe pelo ombro e então lhe daria um belo tapa no rosto antes de falar - Vamos! Confie em mim, vamos vencer! - dessa vez tentaria ao máximo suportar a dor para falar direito, mesmo que isso fizesse lágrimas escorrerem de seus olhos esmeralda.

Quando todos estivessem prontos, Dante esticaria o braço com uma leve reverência, convidando o Willy a mostrar o caminho até o canhão do navio. Para o plano funcionar, seria importante passar despercebido pelo monstro. Então andaria sempre atrás de escombros ou objetos que pudessem esconder ambos. Se chegassem até o canhão, posicioná-lo-ia em direção ao inimigo e o abasteceria com a munição adequada. Ficaria com o isqueiro ou qualquer ferramenta para fazer fogo em mãos, pronto para disparar. Então aguardaria pelo momento perfeito de disparar, isto é, quando o monstro estivesse parado ou fosse atacar alguém em linha reta. Dessa forma, usaria sua experiência como atirador para calcular em sua cabeça mais ou menos o ponto futuro de onde deveria atirar para atingir o alvo em cheio. Dado a complexidade da situação, não esperaria para atirar na cabeça do alvo, pois precisaria ter uma precisão muito grande, assim sendo, atiraria no tronco, uma área maior, a fim de causar um dano grande e chamar atenção do monstro. Era provável que após o disparo, a besta viesse em direção ao canhão para destruí-lo. Neste momento, Dante olharia para Willy ou qualquer outra pessoa que estivesse mais próxima e diria com um olhar determinado, fechando as sobrancelhas - Acerte o próximo disparo!

Ficaria em pé, como uma presa fácil esperando para ser abatido pelo monstro. Entretanto, é óbvio que o ruivo não deixaria ser morto tão facilmente. Seguraria a sua arma na altura do peito e esperaria a besta se aproximar, Dante não sentia medo, apenas o seu corpo arrepiar de emoção. Encheria os pulmões com ar e seguraria o fôlego por um instante. Fecharia um dos olhos e dispararia contra um dos olhos da besta. Em seguida, abusaria de sua velocidade para saltar com uma pirueta para qualquer lado disponível a fim de escapar de um possível ataque e também abrir caminho para um novo disparo de canhão. Se fosse preciso se jogar no mar para escapar, assim o faria, rezando para que Anya ou alguém viesse buscá-lo em seguida. Todavia, caso não tivesse encontrado uma arma de fogo, faria a mesma coisa descrita anteriormente, mas ao invés de um disparo, lançaria a rapieira contra a fera. Mesmo que lançar a espada não fosse tão eficaz, ainda assim poderia chamar a atenção do monstro e permitir mais um disparo de canhão. Ainda, na hipótese de o monstro ignorar o canhão mesmo após o disparo, Dante não teria que atuar como isca, então ficaria no canhão para atacar novamente.

O ruivo sabia que tinha um corpo forte, mas não o bastante para levar ataques diretos de um monstro como aquele. Então em situações de ataque, ele usaria tudo o que tivesse disponível para se defender, inclusive os novos aprendizados de acrobacia. Seguraria cordas do mastro para balançar de um lado ao outro no ar a fim de desviar de ataques. Cambalhotas, corrida, rolamentos, usaria de tudo para evitar um golpe certeiro. Mas se não fosse possível, usaria a mesma estratégia que usou contra Pedigrew: posicionaria a espada em seu tronco para devolver pelo menos parte do dano que viesse a sofrer.


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Civil
Re: I - Florescer improvável Ter Maio 03, 2022 6:01 am

Posso fazer isso o dia todo

Tudo ia indo conforme o planejado. Consegui entregar a arma para Anya e acertar alguns golpes, e até mesmo consegui posicionar a magrela de forma que a mulher-peixe pudesse atirar, mas ela se recusou justificando baixa visibilidade, o que me deixou extremamente frustrado. Eu não deveria ter confiado nela, pra começo de conversa… Achei realmente que ela seria capaz de se vingar, e obviamente não foi. É como dizem: Se quer alguma coisa bem feita, faça você mesmo. O problema foi a janela de oportunidade desperdiçada, já que a velhota conseguiu tomar esteróides e se transformar em uma besta gigantesca de três cabeças que arrebentou o teto. - Mas que… - O negócio era pavoroso, com duas cabeças de réptil e uma cabeça de felino. Rugiu, e não contente, ela ainda me mordeu e me levou para um voo pelo alto do navio. - UUUUOOOOAAAA!- Seus dentes cravaram em mim, e quando ela pousou me jogou no convés e rugiu mais uma vez. Enquanto isso, eu só conseguia pensar em sair dali antes que mais alguma mordida viesse.

Rolaria para o lado, independente dos danos causados pelas presas da fera. Instintivamente, minha movimentação seria para me afastar e só depois considerar os danos sofridos. De qualquer forma, tiraria a jaqueta e então usaria a camisa interna para amarrar apertada nos ferimentos, e quem sabe dessa forma conter o sangramento. Em seguida, observaria o cenário para traçar meu próximo ataque. Caso algum jacaré intrometido se aproximasse, prontamente recusaria a ajuda. - Sai fora manezão, eu me viro! - De todo modo, se puder seguiria até o Capitão Gancho derrotado por ali e tentaria arrancar sua prótese de mão. - Isso deve servir… - Então tiraria uma das luvas para segurar o gancho da melhor forma. Depois disso, gritaria para Franky de forma direta. - TANKY! HORA DA DISTRAÇÃO!!! - Desta forma, aguardaria a movimentação do boizão e seus ataques pesados para depois me movimentar, seguindo em direção à cabeça da esquerda e saltaria, para tentar cravar o gancho em seu focinho ou parte da boca. Em seguida me penduraria tentando escalar o corpo da fera, e tentando montar de forma atabalhoada em um de seus torsos. Se der certo, puxaria o gancho com toda a força de forma a fazer com que o monstro levante a cabeça para deixar seu peito exposto para possíveis outros ataques de Franky.

Se conseguisse ver que alguém iria atirar algo na mocréia, largaria o gancho e saltaria ao convés de modo a me afastar do alvo. Após o disparo, pegaria impulsão e com o punho enluvado em riste miraria um soco no queixo da cabeça mais próxima. Para o caso de outras tentativas de mordidas, estaria preparado. Desviaria das cabeças para o lado mais livre, e acertaria uma cotovelada na parte superior, para em seguida me afastar com um salto. A todo momento também ficaria atento com a cauda, e em caso de alguma chicotada do membro eu posicionaria a luva frente ao ataque para apará-lo. Ou ainda, poderiam haver ataques com as patas pesadas e nesse caso, apenas movimentaria o corpo para desviar dos ataques.

Se não conseguisse por algum motivo arrancar o gancho do capitão, correria pela lateral da fera assim que Franky a tiver distraindo, e se apoiada em duas patas, eu saltaria e deslizaria pelo convés para acertar um chute com os dois pés em uma de suas patas de apoio. Rolaria para o lado mais conveniente o mais rápido possível logo em seguida, para não ser contraatacado ou quem sabe esmagado por uma provável queda do bicho.

Por fim, se conseguirmos vencer a doutora monstro, eu iria atrás de minha jaqueta e quem sabe daqueles óculos escuros maneiros, se ainda estiverem inteiros. Vestiria a jaqueta e os óculos se os achasse.



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Subaé
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Re: I - Florescer improvável Qui Maio 19, 2022 12:36 am

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 41

Vamos!

Dante, o ruivo, estava boquiaberto por conta da destruição sob a sua cabeça. Bem, na verdade ele tinha alguns outros motivos para estar com o queixo caído, como todos nós aqui já sabemos.

Sem perder tempo ele foi até o laboratório e encontrou uma jaula caída,onde a mulher estava. Aliviada por ver o companheiro vivo, Anya colocou o seu maxilar no lugar e fez um curativo com um pedaço do tecido de sua blusa - Isso vai deixar o seu queixo no lugar - falou enquanto Dante a libertava - Aquela criatura lá é a doutora Wiss, Jules estava pronto para acabar com ela, mas eu fraquejei e ela se transformou naquilo!! - Ayna chorava ao lembrar de Jules sendo levado pelos céus - Isso é minha culpa, Ele precisa estar vivo!.
Sob o oceano

Quando a fera rugiu tudo estremeceu, as tábuas do convés começaram a ranger com a pressão daquela fera, que, ao ouvir os gritos e ordens de Franky, olhou para o mesmo com todas as três cabeças e, enquanto duas rosnavam, atacou um a mordida que visava arrancar um pedaço do touro rosa.

Franky Tanky Saltou e conseguiu se esquivar da mordida, mas foi golpeado pela segunda cabeça. O impacto arremessou o mink com força no convés, partindo muitas das tábuas.

Enquanto isso, O jacaré correu na intenção de ajudar Jules, pegou o garoto pelos ombros e começou a puxá-lo para longe da besta, mas o rapaz ainda tinha força de vontade para continuar aquela batalha.  

A raiva da criatura ainda focava o touro, sendo assim, Franky pegou o polvo Pittengurg pelos tentáculos, girou três vezes e o arremessou na direção das cabeças para chamar a atenção da criatura, mas o arremesso só foi percebido pela doutora Wiss quando Pittengurg soltou um montão de tinta nos olhos da cabeça do meio.

Furiosas, as três cabeças avançaram visavando atacar Franky ao mesmo tempo. Neste momento Jules saltou sob a cabeça esquerda como um verdadeiro bucaneiro e cravou na pele da boca da besta o gancho que havia arrancado do cadáver do capitão a poucos instantes.  Escalou a criatura e puxou o gancho, por consequência a criatura se empinou igual um cavalo e expôs o seu peitoral.

PLOW!!


O disparo feito por Tresigallo acertou em cheio o peito da criatura que cambaleou para trás e caiu no mar.


O silêncio enlouquecedor da tensão não durou mais do que alguns segundos. Em instantes a água do mar subiu tão alto quanto o mastro do Cambalacho e como se fosse uma onda, percorreu todo o convés até desaguar do outro lado. Quando olhassem para cima, os nossos heróis poderiam ver aquela criatura monstruosa voando para longe dali.

-N-nós vencemos? - Perguntou o jacaré enquanto olhava para o céu.

Pittenburg escalou o casco do navio usando as ventosas de seus tentáculos e retornou para o convés - Sim meu companheiro… Nós vencemos!!!!

Anya correu ao encontro de Jules e o abraçou - Me desculpe por não ter atirado… Eu só não queria correr o risco de te matar. - Então ela estendeu a mão e lá estava a sua jaqueta  - Trouxe para você. Obrigado por ter ido me salvar.- Quando pegasse a jaqueta, Jules poderia perceper o peso de alguma coisa no bolso. Era o óculos escuro da doutora devidamente guardado por alguém. Infelizmente a perna do óculos havia ficado torta durante o combate, mas a estrutura em si ainda era "usável".

-NOSSA BATALHA AINDA NÃO TERMINOU!! - falou o carpinteiro Willy. O seu tom era determinado e forte, como jamais havia falado antes - Por muito tempo eu me dei por vencido.  Eu sei que fui eu que financiei essa embarcação, fui eu quem coloquei o capitão e aqueles dois no comando, mas eu não tinha idéia da índole daquelas pessoas e acabei como uma cobaia estranha que seria vendida em um leilão… pior, eu coloquei todos vocês em perigo! Se não fossem esses marujos inquebráveis, eu jamais teria coragem para isso.

Então o sapo se agachou e reverenciou todos no convés.

-Me perdoem.

Então se levantou mais uma vez e tirou do bolso três frascos iguais aos que a Dra. Wiss tinha em seu laboratório. Entregou um para o polvo e outro para o jacaré. Então bebeu o que ficou em sua mão, e então pouco a pouco o grande sapo vermelho foi se transformando em um belo humano de longos cabelos brancos.

-Finalmente estou com o meu corpo de volta!

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Pittenburg foi o segundo a beber, e em alguns instantes já não era mais um polvo, mas sim um velho baixinho, barrigudo e, agora, sorridente.

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O jacaré olhou para o frasco, pensou por alguns instantes e falou - Vou beber isso aqui em terra firme, se esse barco afundar eu prefiro continuar sendo jacaré por mais um tempo.

O sorriso de Pittenburg se desfez ao pensar que já não poderia mais sobreviver debaixo d’água.

-E é exatamente essa a nossa maior batalha agora. Nós estamos em alto mar e o nosso barco está caindo aos pedaços. TODOS QUE AINDA CONSEGUEM FICAR DE PÉ, ME AJUDEM COM OS CONCERTOS!!!
Até o fim

Antes de anoitecer, boa parte dos concertos já haviam sido feitos, pelo menos os mais importantes. Sendo assim, os dias se passaram tranquilamente e sem maiores desventuras


Alguns dias depois, o aroma do mar já não era mais tão salgado. Agora com o frescor de folhas de bambu. O horizonte foi pouco a pouco revelando o próximo destino dessa trupe catastrófica.

-REINO DE KANO À VISTA!!!
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Re: I - Florescer improvável Dom Maio 29, 2022 7:52 am
Enfim o fim
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 42 ~
*Dante di Tresigallo


Bom, o limite mensal de lutas já havia sido superado apenas na curta passagem por Sirarossa e pela viagem no Cambalacho. Ainda mais após enfrentar um dragão, quimera, ou qualquer que seja o nome para aquela aberração de três cabeças. “Dane-se, ela voou para longe, não é mais problema nosso… pelo menos por ora…”, pensou exaurido após o combate. Enfim, apesar de não se importar tanto com os tripulantes daquele navio que acabavam de ter suas formas humanas devolvidas, era um tanto recompensador ser reverenciado como um salvador. E dessa forma, os conceitos de bem e mal, certo e errado iam cada vez mais se confundindo dentro do nosso anti herói. Junto a isso, era inegável o vínculo que se criava entre o recém formado bando. Dante ficou genuinamente feliz de ver seus companheiros bem e de poder seguir sua viagem com eles.

Os dias passaram até que a brisa marítima fosse substituída pelo frescor do país de Kano - Finalmente chegamos, marujos! - falaria com um pé apoiado na mureta do navio com toda a pompa de um capitão pirata - Que nossa passagem por Kano seja tão explosiva quanto foi em Sirarossa hahahahahah - gargalharia. Instintivamente repousaria a mão sobre o brinco de sua mãe em resposta ao turbilhão de sentimentos que afloravam dentro do ruivo: ansiedade, expectativa, felicidade e até um pouco de medo. Sim, medo porque o seu destino seria decidido em Kano, afinal o momento de enfrentar Macdu possivelmente chegou. E dessa batalha apenas um sairia vivo.

Sentaria na mureta do navio, apoiando-se nela com ambas as mãos. Abriria um sorriso e falaria para a Franky, Anya e Jules - E aí pessoal, qual vai ser a primeira parada?

~ Informações ~


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Vrowk
Estagiário
Re: I - Florescer improvável Dom Maio 29, 2022 7:58 am



No fim os olhos se fecham, para se abrir em um novo começo

Fala ~~ Pensamento



Aquela luta havia sido intensa, sentia-me terrivelmente exausto. Desde que havia chegado no navio tinha me esforçado, e não sou do tipo de reclamar, mas dessa vez realmente estava muito mas muito cansado… Entretanto, havíamos vencido e isso era o que importava. A criatura bestial voou para longe, fugindo após nosso incrível combate. Naquele instante gritei para que todos ouvissem. - Vencemos! Nós conseguimos! Finalmente paz! - Bufei soltando todo um peso do meu corpo e da minha mente. - Agora eu to morrendo de cansaço, vou dormir um pouco. - Anunciei minha retirada com um sorriso bobo no rosto.

Devido ao cansaço, segui para onde era o quarto do capitão e me deitei na cama. Ali parado, respirei profundamente e mesmo estando cansado demais até para me levantar, não consegui dormir logo de cara. Fiquei olhando para o teto fixamente. - Que estranho… Toda essa loucura, me faz lembrar… - A voz era quase um sussurro.
As lembranças que vinham até minha mente, não eram dos meus pais ou dos tempos de Sargon, o que me vinha à memória foram meus tempos em Sabaody, com os outros órfãos e delinquentes, todos haviam morrido. As suas mortes já haviam sido esquecidas, e apesar de tê-los amado, minha mente já aceitou que tinham partido para nunca mais voltar. O que me deixava com uma pulga atrás da orelha era essa sensação quente no meu peito que mais uma vez surgiu. Esse sentimento de não querer me separar jamais dessa vida que tinha reencontrado junto àquelas pessoas.
Aquele era um sentimento muito bom, poderia simplesmente morrer naquele instante e iria completamente em paz. E então… Escuridão.

[...]

Após muitos dias na embarcação conseguia sentir um cheiro diferente tomando o ar, para alguém que tinha passado tanto tempo no mar, entendia muito bem o significado de um aroma diferenciado, a terra estava à vista. Finalmente chegamos em Kano, finalmente posso salvar a filha e esposa do escultor e também não deixaria barato para o vendedor de escravos, aquela “coisa” teria um fim muito desagradável.

Diferentemente de antes, sentia que aquele momento era o instante de um novo recomeço.

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Re: I - Florescer improvável Seg Maio 30, 2022 6:03 am

Finale

A batalha findou com aquele monstro caindo no mar, derrotado por um tiro de canhão. Depois da queda, pude observar aquele corpo deformado arrastar pelo convés até sumir nas profundezas. - Até um dia… Doutora… - Sorriria, mesmo cansado ao extremo e cheio de dor. Uma pequena alegria na vitória depois de uma batalha terrível. No fim, Anya me encontrou e me pediu desculpas por não ter atirado, mas aquela era realmente a menor das minhas preocupações nesse momento. - Tudo bem… Você tá me deixando fedendo a peixe! - Olharia em seus olhos, ainda com o mesmo sorriso cansado.

Quanto à tripulação, alguém trouxe finalmente alguns frascos que logo se revelaram ser a cura para as transformações em animais. Todos, exceto o jacaré por algum motivo suspeito, tomaram da poção e mostraram sua verdadeira forma.

Dias se passaram e trouxeram tanto a cura para nossos ferimentos quanto a chegada no país de Kano. Também trouxe a empolgação de Dante, falando sobre sua passagem explosiva. - Hahaha… Quero mais é esquecer Sirarossa… - Riria em tom irônico, mas dizendo a verdade. Aquela cidade é um tormento pra mim, e quanto mais longe eu estiver dela, melhor.

Sobre a pergunta do rapaz, sorriria. - Sei não… De repente… Alguém sabe quanto tá a arroba do boi gordo? hahahahah - Uma risada legítima e um aceno para Franky. Certamente é uma piada que fere sentimentos, como toda boa piada deve ser.



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Re: I - Florescer improvável Dom Jun 19, 2022 4:50 pm

INFORMAÇÕES BÁSICAS


Dante di Tresigallo

GANHOS
● Espada Básica 1U (Turno  02) OK
Espada:
● 4 gazuas 0.25U (Turno  09) oK
Gazuas:
● Rapieira - Básica 1U (Turno  27) oK
oK
Espada:
● Envelope com  a localização do leilão - 0.25U oK
● Livro  “Aprenda dançar tango” - 1U oK
● Livro sobre a história da dança e dos espetáculos em Sirarossa - 1U oK
● proficiência Dança (Turno 32) oK
● proficiência Acrobacia (Turno 38) oK


PERDAS

N/A oK

ALTERAÇÕES

Recompensa  1.855.000 B$ oK
Mudança de Civil> Pirata oK
● Localização: Sirarossa -> Localização: País de Kano oK
● Berries: ฿250.000  -> ฿2.500.000 oK

NOTA FISCAL

● 250.000 ฿S (Valor da ficha) oK
● - B$ 250.000 (Compra da espada)(Turno  02) oK
● + ฿S 3.500.000 (Pagamento de Salvatore Nava)(Turno  29) oK
● -฿S 1.000.000 (Deu o dinheiro para Rossio, a empregada)(Turno  36) oK

RELAÇÕES

Players:
Franky Tanky (Vrowk): um mink touro que Dante conheceu durante uma explosão ao museu Nava de Belas Artes. Trabalharam juntos para o Salvatore Nava, quando passaram por diversos perigos ao ponto de um ter salvado a vida do outro mais de uma vez. Criaram um vínculo de amizade e um bando pirata juntos. oK
Jules Winnfield (Shogo): um mendigo infame de Sirarossa que também trabalhou por pouco tempo para o Salvatore Nava junto a Franky e Dante. Ainda há atritos entre ambos, já que Dante não confia totalmente em Jules e eles parecem discordar frequentemente, cultivando uma espécie de rivalidade, ainda que estejam trabalhando juntos.  oK

NPCs:
Cheng Wei: atirador medroso e natural de Kano que Dante teve o prazer de conhecer enquanto trabalhavam para Salvatore Nava. Dante gostou muito de Cheng, mas teve que entregá-lo à Marinha para salvar a própria pele após estarem cercados em um galpão. Dante desconhece o paradeiro atual de Cheng, mas aposta que ele não esteja muito contente. oK
Anya: mulher-peixe que também trabalhou para Salvatore Nava. No início havia muito atrito entre ela e Dante, devido ao seu jeito “durão” de ser. Entretanto, conforme superaram diversas situações de perigo, foram criando um laço de amizade e atualmente ela também faz parte da tripulação pirata do ruivo. oK
Rossio: empregada que trabalha para o Salvatore Nava. Rossio ajudou Dante a aprender a dançar em uma noite muito agradável, na qual acabaram se envolvendo intimamente. A paixão dos jovens aparentemente rendeu frutos, já que na despedida de ambos os amantes, Rossio apresentava náuseas e vômitos. oK

NPCs Importantes:
Salvatore Nava: Dante realizou um trabalho de “acerto de contas” para Nava, assassinando três rivais que haviam realizado um ataque terrorista em seu território. Dante não confia em Nava, ainda mais após descobrir alguns detalhes sórdidos sobre ele, e suspeitar que o mafioso encomendou a morte de Dante e seus companheiros em uma tentativa de eliminar qualquer coisa que ligue ele aos assassinatos e explosões de feitas por Dante.   oK


STATUS

PDV: 4900/100%
oK
STA: 100/100 oK
CONDIÇÕES: N/A oK
FERIMENTOS: Mandibula deslocada (02/02) (no post final da adv vai curar) oK
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A oK

Franky Tanky

GANHOS

Escudo Básico oK
Escudo:
● Mochila 05 Slots (Turno  29) oK
● Roupas de gala 1U (terno de garçom) (Turno  29) oK
Roupa:
● Perícia Carpintaria (Turno  36) oK

PERDAS

N/A oK

ALTERAÇÕES

Recompensa  1.855.000 B$ oK
Mudança de Civil> Pirata oK
● Localização: Sirarossa -> Localização: Pais de Kano oK
● Berries: ฿250.000  -> ฿3.500.000 oK
● Queimaduras pelo corpo -> cicatrizes oK

NOTA FISCAL

● B$250.000 (Dinheiro da ficha) oK
● -B$250.000 (Pagamento pelo escudo) (Não sei o turno ao certo, não estava narrando nessa parte) oK
● + ฿S 3.500.000 (Turno  29) oK


RELAÇÕES

Players
Dante: Dante é um ruivo que caiu de paraquedas na vida de Franky, eles enfrentaram uma aventura muito louca e arriscada juntos, com direito a duas explosões que quase mataram o ruivo e uma que quase matou o mink. Devido a superarem a morte juntos e a Dante se mostrar um valoroso companheiro ele é considerado um amigo para o Mink e juntos formaram um bando pirata. oK
Jules: No começo Franky hostilizava muito Jules, afinal ele é "o desgraçado que vendeu a irmã", no entanto o touro acabou por começar a compreender um pouco melhor os pensamentos do humano e começou a nutrir uma pequena confiança no homem após sobreviverem a catástrofe no navio para Kano. oK

NPC'S
●  Anya: Uma mulher-peixe durona que já se abriu sobre sua história para com o Mink e o Mink fez o mesmo com ela depois disso um estranho laço se formou entre eles. Ambos se tornaram companheiros ao formarem um bando juntamente de Dante. oK
Mason Dry:  Membro do grupo do Sargon, que enfrentou Franky em um dos seus sonhos. Mason comeu a Fruta do Sonho e agora é um homem Sonho, sendo capaz de penetrar nos sonhos alheios. Ele está esperando por Franky em Kano. oK

NPC'S Importantes
Salvatore Nava: O grande "dono" de Sirarossa é alguém cujo Franky jurou em um confronto com o homem chamado de Romualdo que se vingaria pelo pai de família. Apesar de não demonstrar isso, Franky odeia Nava pelos crimes que ele cometeu e que saíram impunes. oK


STATUS

PDV: 10.400/100% oK
STA: 100/100 oK
CONDIÇÕES: N/A oK
FERIMENTOS: -Ferimento no pescoço (02/02) (no post final da adv vai curar) oK
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A oK

Jules Winnfield

GANHOS

● Luvas de Boxe vermelhas - Arma Básica (Turno 33) oK
● proficiência Acrobacia (Turno 38) oK
● óculos escuros de cientista (Turno 41) oK


PERDAS

N/a oK

ALTERAÇÕES

● Recompensa  1.855.000 B$ oK
Mudança de Civil> Pirata oK
● Localização: Sirarossa -> Localização: Pais de Kano oK
● Berries: ฿250.000  -> ฿750.000 oK

NOTA FISCAL

● 250.000 ฿S (Valor da ficha) oK
● + ฿S 500.000 (Pagamento de Salvatore Nava)(Turno  33) oK

RELAÇÕES

Não fez. oK

STATUS

PDV: 2000/100%
STA: 100/100 oK
CONDIÇÕES: N/A oK
FERIMENTOS: Mordida bestial no abdome (02/04) oK
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A oK

DIÁRIO DE BORDO

NÃO POSSUEM BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:
Espaço de ocupação:

EXPERIÊNCIA

Experiência: Dante = 1.208
Franky = 1.208
Jules = 480

Quantidade de turnos do(s) Narrador(es): Hoyu: 06 Créditos
Subaé: 05 Créditos + 1 Turno de Sobra


Opinião sobre a Narração:
Jogadores:

Narradores:

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I - Florescer improvável - Página 10 Unknown

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Subaé
Imagem :
I - Florescer improvável - Página 10 Cantinho_foto
Créditos :
07
Localização :
Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo
Re: I - Florescer improvável Ter Jun 28, 2022 9:29 am



42 - FINAL


Os dias que se passaram foram tão calmos quanto uma gestação de luxo. Não houve nenhum grande problema, salvo vez ou outra que a comida da despensa começava a ficar pouca, mas Pittemburg e suas exímias habilidades de pesca sempre salvava o dia, pescando o suficiente para que todos pudessem jantar e comer algo no dia seguinte.

Quanto a velha-dragão, ela nunca mais deu as caras… Será que ela está morta? Bom, eu não acreditaria muito nessa hipótese, afinal, uma velha ruim e forte como ela não seria detida tão facilmente, não é mesmo? Só espero que ela esteja longe o suficiente para nunca mais dar as caras por aqui.

….

-Finalmente chegamos em Kano!! - Willy falou com um largo sorriso ao olhar a costa marítima de sua terra natal. - É uma bela ilha, não acham?

Naquele momento que antecedia o fim da viagem, todos  estavam no convés do cambalacho, e, assim como era possivel sentir o cheiro das folhas de bambu, agora era totalmente possível ver a costa cheia de montanhas e belas construções que nada tinham a ver com Sirarossa.

I - Florescer improvável - Página 10 Shen-zin_Su_turtle_of_the_Wandering_Isle-595x371

-Kano parece uma cidade maravilhosa e cheia de cultura!! - Falou Anya - Estou muito empolgada com o nosso próximo destino!!

-Que bom! - falou Willy - Venham comigo. Eu vou apresentar a minha terra para vocês.

Então, assim que atracaram no porto principal de Kano, o grupo desembarcou junto do homem de cabelos brancos para explorar mais uma ilha.


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I - Florescer improvável - Página 10 Unknown

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