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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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I - Florescer improvável Qui 13 Maio 2021, 04:02
Relembrando a primeira mensagem :

I - Florescer improvável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Dante di Tresigallo. A qual não possui narrador definido.

_________________

I - Florescer improvável - Página 10 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Vrowk
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Re: I - Florescer improvável Dom 01 Maio 2022, 19:53



Bizarro demais para ser descrito

Fala ~~ Pensamento





Acabei matando o capitão do navio, mas com toda a certeza não seria capaz de vencê-lo sozinho. Por sorte tive a ajuda dos animais que estavam ali presentes. - E aí parceiro, quem é o estranho agora? Então vi o chapéu dele e acabei crescendo os olhos nele. - Acho que você não vai mais precisar disso, não é parceiro? - Peguei o chapéu e coloquei na minha cabeça, afinal eu havia derrotado o capitão do navio e nada mais justo que receber um prêmio, não é? Passei os dedos no chapéu para ajeitá-lo um pouco.

- Muhahahahah! Agora que acabamos com… - Antes que pudesse continuar falando com a tripulação do navio ouvi algo estranho. Parecia ser o som da madeira se rompendo, mas isso não fazia sentido. O som se intensificou cada vez mais e então finalmente percebi o que tinha acontecido. Uma besta infernal, saída de algum livro de fantasia, era uma criatura que nunca tinha visto até o momento e isso me surpreendeu muito, acabei arregalando os olhos e dando um grito de pavor.

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- MAS QUE #?$$@ É ESSA? $%@#&#@ A GENTE TÁ MUITO $%#$%@!!!!!!!! - Fiquei tão assustado que algumas palavras simplesmente falharam e não consegui falar direito. Estava ofegante, nunca tinha visto nada assim na minha vida e aquilo era realmente medonho demais para ser visto assim do nada. Respirei fundo, tinha que manter a calma e retomar minha concentração, precisava com todas as forças recolocar minha mente nos trilhos antes de lutar com aquilo. Soltei o ar e aos poucos fui ficando mais calmo, apesar de ainda estar assustado com aquilo. - Onde esse negócio estava escondido? - Perguntei para o polvo. Vi que a criatura estava carregando o Jules e o colocou no chão e agora ele estava todo detonado. Para vencer aquele monstro ia ser necessário toda a ajuda possível, por isso peguei a espada do capitão e joguei perto do polvo. - Pega a espada! Você vai ter que ajudar mesmo que um pouco! -

Não tinha muita ideia do que fazer naquela situação, tentava me manter calmo mas era um tanto difícil. Minhas pernas tremiam e ruminava como se estivesse com muita grama na boca. Levei instintivamente minha mão até o meu colar, para me sentir mais calmo e então o chacoalhei um pouco para ouvir a agulha que estava lá dentro. Olhei para a criatura e soltei o resto de ar que tinha no peito.

- Alguém salva o rapaz que tá todo ferrado ali! Alguém, não! Crocodilo vai pegar ele! - Ordenaria para ele, ao mesmo tempo que correria na direção da besta com meu escudo erguido e gritando a todo pulmão para chamar atenção dela. Chegando perto o suficiente, me abaixaria para usar minhas pernas longas como impulsivamente de um salto na direção dela. Não usaria toda a minha força para não acabar caindo no mar, tentaria com esse movimento acertar uma das cabeças, assim como usaria o escudo para me proteger de algum ataque vindo do monstro.

Uma vez que Jules estivesse resgatado ou pelo menos tivesse se recomposto, tentaria levar a besta o mais distante possível do timão do navio, gritando e fazendo muito barulho para ela se aproximar mais de mim.

Se a besta estivesse prestando atenção em mim, me aproximaria do polvo e gritaria muito alto. - FOI MAL! - Agarraria o mesmo pela cabeça e o arremessaria para cima como se fosse um pedaço de carne para um puma, com o único intuito de fazer a criatura ataca-lo com um rasante para pegá-lo. No momento em que a mesma se aproximasse, já estaria agachado para então saltar na direção dela e acertar o pescoço que tentaria pegar o polvo com uma chifrada com o intuito de fazê-la sangrar.

Por fim, se ouvisse alguém bolando algum plano que necessitasse de uma distração, usaria a mim mesmo como distração, lançando objetos contra a cabeça da besta com o intuito dela mirar em mim. No momento em que a mesma tentasse me atacar saltaria alto o suficiente para acertar o seu nariz com uma cabeçada.

Se em algum momento a criatura me visasse ou almejasse um aliado meu, correria o mais rápido possível na direção dele com o escudo erguido com o intuito de me colocar na frente e ter o escudo a minha frente para que o mesmo não recebesse dano. No caso dela me atacar, tentaria me esquivar com um alto para cima e posicionando o escudo entre eu e a mesma.

Agora se ela me mordesse, tentaria enfiar minhas mãos nas narinas da criatura e tentaria puxar os pelos e qualquer coisa que encontrasse ali dentro para irritar a mesma e fazê-la me espirrar.

Feito por Vrowk/Mando


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Re: I - Florescer improvável Dom 01 Maio 2022, 20:57
Viagem Esquisita
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 41 ~
*Dante di Tresigallo



A luta contra aquela montanha de músculos havia sido interessante, principalmente pela ajuda do carpinteiro que mostrou haver alguma habilidade com a espada - Arghh, qui muuerda - cada palavra que tentava soltar com a mandíbula deslocada era como se fosse uma facada na cabeça do mesmo. Dante não teve nem tempo de se recompor, pois uma besta gigantesca voou pelo navio arrancando completamente o teto da cozinha onde estavam - QUÊ ISSO?! AAAAAAAAAAAHHHH - esqueceu a mandíbula e perguntou ao sapo o que era aquilo, mas logo em seguida a dor voltou para lembrar de seu ferimento, fazendo o ruivo gritar. Escutaria qualquer explicação que o homem sapo falasse, mas logo sua consciência se lembraria de algo. “Anya! Preciso ver se ela está bem!”. Levantar-se-ia, então, e faria um sinal para o carpinteiro o seguir até o laboratório da doutora Wiss, que era o plano original do ruivo.

Chegando no laboratório, a provável fonte do grito que ouvira, procuraria por Anya e considerando que a encontrasse, tentaria dialogar na medida do possível, visto que sua mandíbula não ajudava - Vucê… bem? Qué quilo? - apontaria para o céu tentando entender melhor o que era aquela coisa vista mais cedo. Se Anya estivesse presa sobre escombros, juntar-se-ia ao sapo para tentar retirá-los de cima dela. Entretanto, se ela estivesse acorrentada, o ruivo faria o que mais estava acostumado: abriria o cadeado com sua gazua. Igualmente, aceitaria de bom grado qualquer oferta de ajuda que a mulher-peixe pudesse oferecer para tratar ou aliviar a dor na mandíbula. Em seguida, seria o momento de planejar como derrotar aquele monstro, e rápido.

- Willy, navio canhão derrubar monstro - falaria ao mesmo tempo em que apontaria para si mesmo e para o sapo, dando a entender que os dois juntos iriam até o canhão do navio e o usariam para derrubar a besta voadora. Se encontrasse alguma arma de fogo próximo à Anya, apontaria para a arma e perguntaria - Pusso levá? - em caso de resposta positiva, carregaria a arma, que poderia vir a ser muito útil nas mãos de Tresigallo - Anya, aiuda nossos amigos - falaria. Caso o sapo ficasse receoso de sair para enfrentar a fera gigante, Dante se aproximaria do mesmo, segurando-lhe pelo ombro e então lhe daria um belo tapa no rosto antes de falar - Vamos! Confie em mim, vamos vencer! - dessa vez tentaria ao máximo suportar a dor para falar direito, mesmo que isso fizesse lágrimas escorrerem de seus olhos esmeralda.

Quando todos estivessem prontos, Dante esticaria o braço com uma leve reverência, convidando o Willy a mostrar o caminho até o canhão do navio. Para o plano funcionar, seria importante passar despercebido pelo monstro. Então andaria sempre atrás de escombros ou objetos que pudessem esconder ambos. Se chegassem até o canhão, posicioná-lo-ia em direção ao inimigo e o abasteceria com a munição adequada. Ficaria com o isqueiro ou qualquer ferramenta para fazer fogo em mãos, pronto para disparar. Então aguardaria pelo momento perfeito de disparar, isto é, quando o monstro estivesse parado ou fosse atacar alguém em linha reta. Dessa forma, usaria sua experiência como atirador para calcular em sua cabeça mais ou menos o ponto futuro de onde deveria atirar para atingir o alvo em cheio. Dado a complexidade da situação, não esperaria para atirar na cabeça do alvo, pois precisaria ter uma precisão muito grande, assim sendo, atiraria no tronco, uma área maior, a fim de causar um dano grande e chamar atenção do monstro. Era provável que após o disparo, a besta viesse em direção ao canhão para destruí-lo. Neste momento, Dante olharia para Willy ou qualquer outra pessoa que estivesse mais próxima e diria com um olhar determinado, fechando as sobrancelhas - Acerte o próximo disparo!

Ficaria em pé, como uma presa fácil esperando para ser abatido pelo monstro. Entretanto, é óbvio que o ruivo não deixaria ser morto tão facilmente. Seguraria a sua arma na altura do peito e esperaria a besta se aproximar, Dante não sentia medo, apenas o seu corpo arrepiar de emoção. Encheria os pulmões com ar e seguraria o fôlego por um instante. Fecharia um dos olhos e dispararia contra um dos olhos da besta. Em seguida, abusaria de sua velocidade para saltar com uma pirueta para qualquer lado disponível a fim de escapar de um possível ataque e também abrir caminho para um novo disparo de canhão. Se fosse preciso se jogar no mar para escapar, assim o faria, rezando para que Anya ou alguém viesse buscá-lo em seguida. Todavia, caso não tivesse encontrado uma arma de fogo, faria a mesma coisa descrita anteriormente, mas ao invés de um disparo, lançaria a rapieira contra a fera. Mesmo que lançar a espada não fosse tão eficaz, ainda assim poderia chamar a atenção do monstro e permitir mais um disparo de canhão. Ainda, na hipótese de o monstro ignorar o canhão mesmo após o disparo, Dante não teria que atuar como isca, então ficaria no canhão para atacar novamente.

O ruivo sabia que tinha um corpo forte, mas não o bastante para levar ataques diretos de um monstro como aquele. Então em situações de ataque, ele usaria tudo o que tivesse disponível para se defender, inclusive os novos aprendizados de acrobacia. Seguraria cordas do mastro para balançar de um lado ao outro no ar a fim de desviar de ataques. Cambalhotas, corrida, rolamentos, usaria de tudo para evitar um golpe certeiro. Mas se não fosse possível, usaria a mesma estratégia que usou contra Pedigrew: posicionaria a espada em seu tronco para devolver pelo menos parte do dano que viesse a sofrer.


~ Informações ~


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Shogo
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Re: I - Florescer improvável Ter 03 Maio 2022, 09:01

Posso fazer isso o dia todo

Tudo ia indo conforme o planejado. Consegui entregar a arma para Anya e acertar alguns golpes, e até mesmo consegui posicionar a magrela de forma que a mulher-peixe pudesse atirar, mas ela se recusou justificando baixa visibilidade, o que me deixou extremamente frustrado. Eu não deveria ter confiado nela, pra começo de conversa… Achei realmente que ela seria capaz de se vingar, e obviamente não foi. É como dizem: Se quer alguma coisa bem feita, faça você mesmo. O problema foi a janela de oportunidade desperdiçada, já que a velhota conseguiu tomar esteróides e se transformar em uma besta gigantesca de três cabeças que arrebentou o teto. - Mas que… - O negócio era pavoroso, com duas cabeças de réptil e uma cabeça de felino. Rugiu, e não contente, ela ainda me mordeu e me levou para um voo pelo alto do navio. - UUUUOOOOAAAA!- Seus dentes cravaram em mim, e quando ela pousou me jogou no convés e rugiu mais uma vez. Enquanto isso, eu só conseguia pensar em sair dali antes que mais alguma mordida viesse.

Rolaria para o lado, independente dos danos causados pelas presas da fera. Instintivamente, minha movimentação seria para me afastar e só depois considerar os danos sofridos. De qualquer forma, tiraria a jaqueta e então usaria a camisa interna para amarrar apertada nos ferimentos, e quem sabe dessa forma conter o sangramento. Em seguida, observaria o cenário para traçar meu próximo ataque. Caso algum jacaré intrometido se aproximasse, prontamente recusaria a ajuda. - Sai fora manezão, eu me viro! - De todo modo, se puder seguiria até o Capitão Gancho derrotado por ali e tentaria arrancar sua prótese de mão. - Isso deve servir… - Então tiraria uma das luvas para segurar o gancho da melhor forma. Depois disso, gritaria para Franky de forma direta. - TANKY! HORA DA DISTRAÇÃO!!! - Desta forma, aguardaria a movimentação do boizão e seus ataques pesados para depois me movimentar, seguindo em direção à cabeça da esquerda e saltaria, para tentar cravar o gancho em seu focinho ou parte da boca. Em seguida me penduraria tentando escalar o corpo da fera, e tentando montar de forma atabalhoada em um de seus torsos. Se der certo, puxaria o gancho com toda a força de forma a fazer com que o monstro levante a cabeça para deixar seu peito exposto para possíveis outros ataques de Franky.

Se conseguisse ver que alguém iria atirar algo na mocréia, largaria o gancho e saltaria ao convés de modo a me afastar do alvo. Após o disparo, pegaria impulsão e com o punho enluvado em riste miraria um soco no queixo da cabeça mais próxima. Para o caso de outras tentativas de mordidas, estaria preparado. Desviaria das cabeças para o lado mais livre, e acertaria uma cotovelada na parte superior, para em seguida me afastar com um salto. A todo momento também ficaria atento com a cauda, e em caso de alguma chicotada do membro eu posicionaria a luva frente ao ataque para apará-lo. Ou ainda, poderiam haver ataques com as patas pesadas e nesse caso, apenas movimentaria o corpo para desviar dos ataques.

Se não conseguisse por algum motivo arrancar o gancho do capitão, correria pela lateral da fera assim que Franky a tiver distraindo, e se apoiada em duas patas, eu saltaria e deslizaria pelo convés para acertar um chute com os dois pés em uma de suas patas de apoio. Rolaria para o lado mais conveniente o mais rápido possível logo em seguida, para não ser contraatacado ou quem sabe esmagado por uma provável queda do bicho.

Por fim, se conseguirmos vencer a doutora monstro, eu iria atrás de minha jaqueta e quem sabe daqueles óculos escuros maneiros, se ainda estiverem inteiros. Vestiria a jaqueta e os óculos se os achasse.



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Re: I - Florescer improvável Qui 19 Maio 2022, 03:36

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 41

Vamos!

Dante, o ruivo, estava boquiaberto por conta da destruição sob a sua cabeça. Bem, na verdade ele tinha alguns outros motivos para estar com o queixo caído, como todos nós aqui já sabemos.

Sem perder tempo ele foi até o laboratório e encontrou uma jaula caída,onde a mulher estava. Aliviada por ver o companheiro vivo, Anya colocou o seu maxilar no lugar e fez um curativo com um pedaço do tecido de sua blusa - Isso vai deixar o seu queixo no lugar - falou enquanto Dante a libertava - Aquela criatura lá é a doutora Wiss, Jules estava pronto para acabar com ela, mas eu fraquejei e ela se transformou naquilo!! - Ayna chorava ao lembrar de Jules sendo levado pelos céus - Isso é minha culpa, Ele precisa estar vivo!.
Sob o oceano

Quando a fera rugiu tudo estremeceu, as tábuas do convés começaram a ranger com a pressão daquela fera, que, ao ouvir os gritos e ordens de Franky, olhou para o mesmo com todas as três cabeças e, enquanto duas rosnavam, atacou um a mordida que visava arrancar um pedaço do touro rosa.

Franky Tanky Saltou e conseguiu se esquivar da mordida, mas foi golpeado pela segunda cabeça. O impacto arremessou o mink com força no convés, partindo muitas das tábuas.

Enquanto isso, O jacaré correu na intenção de ajudar Jules, pegou o garoto pelos ombros e começou a puxá-lo para longe da besta, mas o rapaz ainda tinha força de vontade para continuar aquela batalha.  

A raiva da criatura ainda focava o touro, sendo assim, Franky pegou o polvo Pittengurg pelos tentáculos, girou três vezes e o arremessou na direção das cabeças para chamar a atenção da criatura, mas o arremesso só foi percebido pela doutora Wiss quando Pittengurg soltou um montão de tinta nos olhos da cabeça do meio.

Furiosas, as três cabeças avançaram visavando atacar Franky ao mesmo tempo. Neste momento Jules saltou sob a cabeça esquerda como um verdadeiro bucaneiro e cravou na pele da boca da besta o gancho que havia arrancado do cadáver do capitão a poucos instantes.  Escalou a criatura e puxou o gancho, por consequência a criatura se empinou igual um cavalo e expôs o seu peitoral.

PLOW!!


O disparo feito por Tresigallo acertou em cheio o peito da criatura que cambaleou para trás e caiu no mar.


O silêncio enlouquecedor da tensão não durou mais do que alguns segundos. Em instantes a água do mar subiu tão alto quanto o mastro do Cambalacho e como se fosse uma onda, percorreu todo o convés até desaguar do outro lado. Quando olhassem para cima, os nossos heróis poderiam ver aquela criatura monstruosa voando para longe dali.

-N-nós vencemos? - Perguntou o jacaré enquanto olhava para o céu.

Pittenburg escalou o casco do navio usando as ventosas de seus tentáculos e retornou para o convés - Sim meu companheiro… Nós vencemos!!!!

Anya correu ao encontro de Jules e o abraçou - Me desculpe por não ter atirado… Eu só não queria correr o risco de te matar. - Então ela estendeu a mão e lá estava a sua jaqueta  - Trouxe para você. Obrigado por ter ido me salvar.- Quando pegasse a jaqueta, Jules poderia perceper o peso de alguma coisa no bolso. Era o óculos escuro da doutora devidamente guardado por alguém. Infelizmente a perna do óculos havia ficado torta durante o combate, mas a estrutura em si ainda era "usável".

-NOSSA BATALHA AINDA NÃO TERMINOU!! - falou o carpinteiro Willy. O seu tom era determinado e forte, como jamais havia falado antes - Por muito tempo eu me dei por vencido.  Eu sei que fui eu que financiei essa embarcação, fui eu quem coloquei o capitão e aqueles dois no comando, mas eu não tinha idéia da índole daquelas pessoas e acabei como uma cobaia estranha que seria vendida em um leilão… pior, eu coloquei todos vocês em perigo! Se não fossem esses marujos inquebráveis, eu jamais teria coragem para isso.

Então o sapo se agachou e reverenciou todos no convés.

-Me perdoem.

Então se levantou mais uma vez e tirou do bolso três frascos iguais aos que a Dra. Wiss tinha em seu laboratório. Entregou um para o polvo e outro para o jacaré. Então bebeu o que ficou em sua mão, e então pouco a pouco o grande sapo vermelho foi se transformando em um belo humano de longos cabelos brancos.

-Finalmente estou com o meu corpo de volta!

I - Florescer improvável - Página 10 360906919

Pittenburg foi o segundo a beber, e em alguns instantes já não era mais um polvo, mas sim um velho baixinho, barrigudo e, agora, sorridente.

I - Florescer improvável - Página 10 Unknown

O jacaré olhou para o frasco, pensou por alguns instantes e falou - Vou beber isso aqui em terra firme, se esse barco afundar eu prefiro continuar sendo jacaré por mais um tempo.

O sorriso de Pittenburg se desfez ao pensar que já não poderia mais sobreviver debaixo d’água.

-E é exatamente essa a nossa maior batalha agora. Nós estamos em alto mar e o nosso barco está caindo aos pedaços. TODOS QUE AINDA CONSEGUEM FICAR DE PÉ, ME AJUDEM COM OS CONCERTOS!!!
Até o fim

Antes de anoitecer, boa parte dos concertos já haviam sido feitos, pelo menos os mais importantes. Sendo assim, os dias se passaram tranquilamente e sem maiores desventuras


Alguns dias depois, o aroma do mar já não era mais tão salgado. Agora com o frescor de folhas de bambu. O horizonte foi pouco a pouco revelando o próximo destino dessa trupe catastrófica.

-REINO DE KANO À VISTA!!!
Historico:





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