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Kenshin
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I - Florescer improvável Qui 13 Maio 2021, 04:02
Relembrando a primeira mensagem :

I - Florescer improvável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Dante di Tresigallo. A qual não possui narrador definido.

_________________

I - Florescer improvável - Página 8 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Shogo
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Re: I - Florescer improvável Seg 21 Mar 2022, 00:48

Temos companhia

No fim do combate, o marinheiro caiu derrotado e eu podia sentir um gosto específico. Uma gota acabou escorrendo pela minha boca, e para o meu azar aquele era o meu próprio sangue, vindo de um machucado causado pelo tiro do fuzil do meu adversário. - Desgraçado.- Sussurrei ao tatear o rosto e sentir uma dor na bochecha. Mas não tenho muito mais tempo para lamentar, já que mais marinheiros foram alertados pelos tiros. Preciso sumir daqui o mais rápido possível, e evitar um outro confronto. Apanhei a espingarda e corri pelo breu, mas precisaria tomar cuidado para passar despercebido, evitando ficar próximo das luzes de lanternas e me movimentando para fora do porto.

Se por algum motivo eu percebesse que seria pego, gritaria. - Socorro senhor Marinheiro! Tem um homem morto naquela direção! - Então indicaria a direção onde deixei o marinheiro desacordado. E assim na melhor das oportunidades, fugiria do lugar o mais rápido possivel indo em direção ao restaurante e tomando todo o cuidado para não ser perseguido. Se percebesse que estava sendo seguido, viraria em uma esquina qualquer e me esconderia de imediato para observar quem quer que seja.

Caso consiga chegar ao restaurante sem algum outro empecilho, colocaria a mala sobre uma das mesas e usaria um dos guardanapos para parar o sangramento no rosto. - Alguém chama o chefe? E rápido. - Aquela mala já me deu trabalho o suficiente por hoje. De todo jeito, eu apenas a entregaria nas mãos de Salvatore Nava. - Tsc tsc… Você não é o chefe… - Diria, a quem se intrometesse a tentar pegar a mala sem autorização. Faria isso apontando o rifle.

Na presença de Nava, eu enfim liberaria a maleta. - A mala do Girafa, como combinado. Essa deu muito trabalho. - Me sentaria em uma cadeira, ainda pressionando o ferimento. - Já é seguro usar os rios. Aparentemente a Marinha já não pretende investigar os barcos. Deve ser a nossa deixa.- Diria em tom sério. O desgraçado tem o que queria, e já estava na hora de eu ter o que eu quero. Minha passagem só de ida para fora dessa ilha dos infernos. Arrivederci Sirarossa! - Acho que podemos negociar, certo? Quero minha fuga dessa cidade… Tive que derrubar um marinheiro e como não tenho certeza de que ele morreu, é certeza de que vou me tornar procurado.- Mesmo odiando isso, sou uma cara conhecida por essas bandas.

- Manoplas e algum dinheiro cairiam bem, e não é nada de que o senhor vá sentir falta. - Nesse momento sorriria, antes de tirar o guardanapo do rosto ensaguentado e jogá-lo deliberadamente sobre a mesa. Melhor arrumar um médico para tratar disso.



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Re: I - Florescer improvável Ter 22 Mar 2022, 19:54

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 33

Acordando

O mink acordou assustado e sem entender o que havia acontecido em seu sonho. Tudo aquilo era irreal demais para ele, que sequer conseguia se lembrar do sonho com exatidão.

Levantou-se e então foi até o banheiro, cantando uma bela música, para então escovar os seus dentes com uma escova usada que quase não tinha mais cerdas.

Quando desceu para o Salão principal, encontrou o cozinheiro da noite anterior. O homem estava enfurecido e andava de um lado para o outro, reclamando enquanto arrumava a cozinha.

-...esses filhos da puta! Fizeram barulho a noite toda e agora de manhã que inventam dormir?! São uns folgados, isso sim!! Parece até que ninguém mais trabalha nessa jossa!!

O cozinheiro notou a presença de Franky e então se aprocimou do mesmo - Ciao, camarada! Buongiorno! - Franky perguntou se havia algo para fazer, então o cozinheiro pnderou um pouco antes de responder - Olha, não me leve a mal, mas eu também não quero você andando pela minha cozinha…isso iria me atrapalhar muito! Pode ficar à vontade, meu chapa!


Flertando

Diferente de seus companheiros, Tresigallo foi o único que aproveitou um fim de noite com prazer. Depois de praticar dança por toda a noite, ainda deu uns amassos bem gostosos em Rossio…Isso sim que é vida!

Permaneceram no sótão abraçados por mais algum tempo e a conversa fluía entre as carícias de ambos.

-Você também é um ótimo dançarino!! - falou enquanto sorria de uma maneira encantadora.

Rossio notou que o dia estava começando a amanhecer, então levantou-se em um pulo - Ai meu deus, já está amanhecendo! - Então começou a recolher suas roupas que estavam espalhadas pelo sótão.

-Eu nasci e cresci aqui em Sirarossa, mas nunca tive muito dinheiro - a moça brigava com o feixe do sutiã, tentando travá-lo, mas os seus peitos fartos faziam o sutiã pular para frente - o Sr.Nava me ofereceu esse emprego depois que a minha família foi morta em uma briga de gangues…sabe, eu devo a minha vida a ele - falou em resposta à pergunta do ruivo - E você, quais são os seus planos? - Perguntou enquanto terminava de vestir o seu vestido.

-Oh, um pirata!! Que empolgante!! Eu também queria poder viajar livremente pelo mundo, mas esse tipo de vida não é pra mim, eu sou uma simples empregada…Agora vamos logo!! tenho muito trabalho para fazer!!

Então ambos desceram para o segundo andar. Rossio acompanhou Dante até seu aposento e se despediu com um beijo - Gostaria de ficar dormindo com você, mas preciso honrar meus compromissos com o restaurante. Bom descanso, Dantinho!

Então Rossio foi trabalhar e Dante foi se banhar mais uma vez para poder dormir tranquilamente.


Completando

Sem tempo pra perder, o mendigo se esgueirou pela areia da praia até alcançar as vielas estreitas da cidade e então seguiu para o restaurante sem chamar muita atenção.O sangue em seu rosto evidenciava os perigos que havia enfrentado, e a sorte que teve ao receber o tiro de raspão.

Quem abriu a porta do restaurante para Jules foi uma empregada ruiva que estava com o vestido todo torto e com uma cara cansada - Seja bem vindo novamente, espere um segundo que vou chamar o Sr. Nava.
Então a empregada foi até o balcão e pegou um mini den den mushi que usou para se comunicar com o chefe.

-Senhor, aquele mendigo está aqui com a maleta que você pediu - falou

-Mucho bien! mandale esperar um poco! Estoy resolvendo algunos problemas de la famiglia. Mas en pronto estaré ahi…KACHA

A empregada voltou até Jules e o guiou até uma mesa redonda e pequena.

-Espere só um pouquinho, ok? vou pedir que o cozinheiro prepare um desjejum para você, gosta de polenta? - E então Rossio entrou na cozinha e ficou lá por meia hora.

Quando retornou, a mulher estava com uma bandeja onde havia um prato com polenta cozida, uma xícara de café preto, e alguns materiais para costura - Espero que goste do desjejum…eu mesma fiz por que o cozinheiro estava com muita raiva de mim…vai entender esse povo! - Rossio se sentou ao lado de Jules e pegou a linha cirúrgica, a agulha e a tesoura - Se importa se eu fizer um curativo ai? - falou apontando para a bochecha rasgada do rapaz - eu entendo um pouco de primeiros socorros, prometo que não vai doer muito.

Rossio estava terminando de suturar a ferida de Jules quando a porta do restaurante se abriu revelando Salvatore, seguido de mais três homens.

-Buongiorno bambinos! - falou ao adentrar o local.

Salvatore seguiu até a mesa, expulsou Rossio do local apenas com um olhar e depois se sentou.

-Muy bien, muy bien… Finalmente la maleta está conmigo! - Salvatore abriu a mala para analisar, e para o espanto do mendiga não havia nada de muito importante ali, apenas papéis e mais papéis - Son los documentos de mis propiedades…grácias bambino…

Salvatore levantou a mão e estalou os dedos. Em resposta um dos seguranças foi até a o seu chefe e lhe entregou um par de luvas de boxe vermelhas que estavam sujas de sangue seco..

-Yo peguei estes guantes de un luchador muy famoso que no me pagó lo que debía. Espero que sea de tu agrado - Falou ao entregar as luvas de boxe para Jules - Quero também que quedes con este pegamento, no es mucho pero para vós será - Então entregou 500.000 B$ ao mendigo - e no te preocupes con la viaje, los mandaré para Kano en algunos dias.


Agora que tudo estava em ordem, e todos os trabalhos já haviam sido realizados, o grupo estava livre para descansar tranquilamente. Faltam 3 dias para partirem para Kano, sendo assim, vocês podem aproveitar o tempo para aprender alguma proficiência e tals. Mas se preferirem, no próximo post eu faço os 3 dias passarem em um piscar de olhos e então a viagem começa.

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Re: I - Florescer improvável Sex 25 Mar 2022, 03:34
Fim de Capítulo
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 34 ~
*Dante di Tresigallo


Aparentemente Dante viveu uma noite tão maravilhosa que nem percebeu a chegada de um novo dia. Uma pena, já que Rossio não poderia descansar com o garanhão, tendo que voltar imediatamente ao trabalho. “Tomara que ela não leve uma bronca por minha causa… eu bem que poderia deixar um presentinho como compensação, né?”, pensava preocupado com o trabalho da jovem. Enfim, após o merecido banho, ele finalmente foi dormir, quando seus sonhos e pensamentos ganharam forças.

Seus sonhos a princípio não tinham muito significado. Eram, em sua maioria, vislumbres do passado que se misturavam com flashes do presente. Via a si mesmo quando jovem, furtando casas e pequenos estabelecimentos na cidade, e logo em seguida via casas explodindo. Eram explosões tão brilhantes que podia jurar serem reais. Sentia até mesmo a pele esquentar como se fosse exposta ao calor do fogo. Sombras humanas emergiam em meio ao fogo, mas Dante não conseguia distingui-las. Então se aproximou do fogo para vê-las melhor, e as sombras sumiram, expondo os rostos escondidos. Inicialmente, Dante não reconhecia ninguém. Todavia, olhando com mais carinho, notava se tratar das pessoas que ele havia abordado no hotel, quando foi procurar por Romualdo. Não era um sentimento de culpa, pois como um garoto criado sem culpa poderia conhecer este sentimento. Ainda assim o incomodava. E o incômodo ficou maior após ouvir Rossio. A voz de sua amante abria espaço por entre o fogo. “Família morta em briga de gangues, devo minha vida ao Nava”. Dante, não sabia exatamente o porquê, mas seu estômago se revirava. Seria isso a culpa? Mas se não havia sentido isso quando viu o rosto das possíveis vítimas em meio às chamas, por que sentia isso ouvindo Rossio? Talvez se sentisse culpado? Visto que o ruivo havia participado de uma espécie de briga de gangues, e percebido como isso poderia ter afetado alguém importante para ele. Talvez fosse apenas egoísmo. Fato é que o estômago se contorcia, quando finalmente faria o aspirante a pirata acordar.

- Argh, que sono merda! - cuspiria as palavras ao acordar e sentar na cama, massageando o rosto para despertar mais rapidamente. Levantaria e iria ao banheiro realizar sua higiene e necessidades fisiológicas básicas. Procuraria por uma escova dentária nova e caso não a encontrasse, limparia improvisadamente o dente passando pasta no dedo e o utilizando como uma escova. Tomaria um rápido banho e se vestiria com suas espadas e qualquer roupa que encontrasse, na hipótese de sua roupa não ter sido consertada. Durante as atividades matinais, ficou matutando tudo o que havia sonhado - Quer saber? Foda-se!

Dante estava decidido. Não queria se sentir daquele jeito, como se tivesse feito algo ruim. Aparentemente Rossio mexeu com o coração apaixonado do devasso. Enfim, o ruivo pensou em um plano controverso de se sentir melhor. Pensava que a melhor maneira de fazer o bem para a dançarina, seria acabar com a dependência que ela aparentava ter com Nava, dando-lhe a oportunidade de escolher como viver. E qual a melhor maneira senão com dinheiro? E Dante sabia muito bem onde encontrar dinheiro. “Heheheh, Anya Anya, sabia que você viria a ser útil em algum momento”. Para o ruivo o raciocínio era muito simples: a pessoa que ele não gostava tinha dinheiro e a pessoa que ele gostava não tinha. Por que não utilizar do furto para fazer uma pequena “transferência”.

Sairia do quarto apenas de meia, sem os sapatos, para disfarçar o barulho. Como havia andado no segundo andar na noite anterior, esperava não ter dificuldade para encontrar o quarto de Anya. Considerando que o encontrasse, encostaria a orelha na porta para tentar ouvir se havia alguém no quarto. Se ele estivesse ocupado, pegaria qualquer livro da estante onde pegou os livros de dança, e voltaria ao corredor do quarto, onde ficaria lendo o livro até que quem estivesse no quarto saísse. Se não houvesse ninguém no quarto, mas ele estivesse trancado, usaria a gazua, sua fiel companheira, para abrir a fechadura e entrar no dormitório.

Uma vez dentro do quarto, reviraria todo o ambiente em busca do envelope entregado por Nava ao trio. Olharia cada canto do quarto como havia feito no próprio dormitório quando estava procurando por uma bomba ou armadilha. Se encontrasse o envelope, arrumaria o melhor que pudesse qualquer coisa que pudesse ter bagunçado na sua “busca” e então sairia do recinto, fechando a porta para não levantar mais suspeitas. Em seguida, procuraria por Rossio que provavelmente estaria trabalhando no primeiro andar e a puxaria de canto para sussurrar em seu ouvido - ei… essa noite, vá até o meu quarto, tenho algo para você - então se despediria com um beijo na testa cheio de ternura e voltaria ao quarto, para vestir os sapatos e pensar em um lugar para esconder o envelope de Anya.

Entretanto, na situação de não encontrar o envelope ou ser pego por Anya ou Franky, não teria escolha a não ser desistir do plano e tentar sair de fininho do flagrante - Ehrrr… eu vim ver se… se tinha bomba no quarto! Você não quer correr o risco de outra explosão, né? HA HA HA HA HA - riria com o sorriso forçado e desconcertado, demonstrando sua falta de intimidade com a arte da enganação.


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Re: I - Florescer improvável Sex 25 Mar 2022, 12:33

Fim de missão

Finalmente cheguei ao restaurante e fui recebido por uma empregada ruiva com o vestido desalinhado em seu corpo. - Noite difícil pra nós dois, não é mesmo? - Nossos cansaços estavam em sintonia, e o que eu mais queria naquele momento era acabar com toda a negociação e para depois ir dormir. O tratamento foi melhor do que o esperado, apesar do modo como ela falava com seu chefe ao den den mushi.

Depois do ferimento cuidado por aquela funcionária muito simpática e de mãos delicadas, e também mais uma refeição excepcional, eu finalmente pude conversar com Nava sobre a missão. - Esses documentos aí custaram duas vidas… Pode apostar que tá na sua conta. - Disse enquanto pegava o dinheiro e as luvas, pendurando-as sobre meu pescoço. - Foi um prazer fazer negócios. - Me despediria, mas não sem antes falar sobre a funcionária. - Gostei da garota… Tem mãos leves 'aquela empregada'. - Então daria uma piscada pra ela, e um sorrisinho após a alfinetada. Por fim, seguiria até um dia quartos prometidos anteriormente pelo próprio Salvatore ao grupo.

Lá, deixaria meus pertences sobre a cama incluindo minhas roupas. Em seguida iria ao banheiro tomar o melhor banho que eu teria em tantos anos de vida. Por fim, me enxugaria e lavaria bem os dentes, antes de finalmente ir me deitar. Fechar os olhos e relaxar até dormir em uma cama como aquela… Quem diria Jules … As coisas parecem estar mudando pra muito melhor.

Descansaria por ali por algum tempo, mas ciente que o dia já havia chegado e que logo teria muito o que fazer.

Após acordar, me vestiria e alinharia os cabelos antes de descer ao salão principal cumprimentando à todos. - Buongiorno hijos de Dios! - É mais fácil do que parece. Observaria o movimento no local, procurando pelo grupo de patetas. Já é hora de interagir e saber o que eles tem de bom a oferecer. Procuraria primeiro pelo boi falante, já que foi muito curiosa a maneira como ele voava carregando a mulher peixe. - Olá bravo amigo chifrudo! Como está? Parece que a aterrissagem não foi das melhores! - Tentaria parecer amigável ao puxar assunto. - Mas diz aí, o que te trouxe até Sirarossa? Fugiu do dono da manada? Hahahahah

Se ele perguntasse, contaria minha história. - Eu tô por aqui desde que me lembro. Fui um homem rico que perdeu tudo apostando em rinha de galo. É um jogo perigoso, acredite ou não. - Observaria a reação do bovino. É claro que não sou um dos melhores atores, então se ele acreditar no que falo é por que é fácil de enganar.



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Re: I - Florescer improvável Sex 25 Mar 2022, 21:05



A prisão da mente

Fala ~~ Pensamento


As coisas pareciam tranquilas em Sirarossa, por isso decidi descansar pelos dias que viriam até que meu braço estivesse completamente curado. Aproveitaria principalmente da boa comida que podia me propiciar, comeria muitas verduras e legumes assim como grãos e suco de beterraba.

Descansaria bastante para que o meu braço sarasse mais rápido, mas também passaria algumas horas treinando, lutando com Anya, Dante e com alguns dos homens do Nava, sempre lutas de treino bem leves para não acabar me ferindo mais e sempre evitando golpes no meu braço ferido.

Às noites ficaria pelo estabelecimento, sempre que possível apreciando a música da banda particular do mafioso. Gostava muito de música, talvez fosse meu tipo de arte favorito e o segundo favorito eram as esculturas.

Apesar de entediante, passaria alguns minutos na biblioteca quando me sentisse completamente sem o que fazer. Procuraria algum livro que falasse de Kano ou da Yume Yume no Mi, pois teria que desvendar o mistério que rodeava o meu sonho. Leria o livro o quanto minha cabeça aguentasse, para descobrir algo, qualquer pista. Procuraria sobre a história da ilha, como a mesma funcionava, quem eram os chefões por lá. Ficaria inteirado no assunto tanto quanto possível.

Quando chegasse o dia de ir embora, colocaria todos os meus pertences em minha mochila e a colocaria nas costas. Se o Dante entrasse no meu quarto olharia para ele tentando compreender o que ele queria por ali. - Garotão, preciso falar com você! Toma cuidado com o Jules, ele me parece muito suspeito, e como vocês dois parecem se conhecer, acho que seria uma boa você tentar descobrir qual é a dele, ruivinho… - Se o ruivinho tentasse fazer algo que pudesse complicar a vida dele e eu percebesse, simplesmente me aproximaria dele e colocaria a mão em seu ombro e chacoalharia a cabeça em uma negativa. - Ta parecendo meio tenso… Acho melhor você voltar para o seu quarto e afiar a sua espada, se é que você me entende. - Mostraria um sorriso malicioso para ele, momentos antes de empurrá-lo para fora do meu quarto.

Jules poderia tentar puxar conversa comigo e por isso ficaria atento às suas palavras tentando perceber qual era a dele. - Do dono da manada não… do Sargon. Acho que você deve conhecer. - Faria um gesto com a mão para apontar a altura dele que era melhor que a minha. - Dois metros, leão, capitão de um bando pirata de dar medo. Sabe como é, né baixinho? - Tentaria notar qualquer reação no rosto dele Ouviria a história de Jules e então fuzilaria com meus olhos. - Pelo visto você não só é uma pessoa detestável como também tem péssimo senso de humor. - Seria ríspido e sincero em minhas palavras.

Por fim seguiria as orientações do Nava para partirmos da ilha, sempre prestando atenção para que não caísse em alguma furada.


Feito por Vrowk/Mando


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Re: I - Florescer improvável Seg 28 Mar 2022, 07:43

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 34

Do lixo ao luxo

-Son huesos del ofício, amigo mio - Nava falou em resposta à fala de Jules sem dar muita importância para cordialidades ou remorso. Um homem como ele estava acostumado a carregar o peso da morte de muitos.

Ao se levantar, elogiou a empregada e enviou-lhe uma piscadela safada, mas a garota desviou o olhar e não deu muita bola para o mendigo, afinal, um tal ruivo já havia tomado o seu coração.

Jules seguiu para o seu quarto e tomou o melhor banho de sua vida para depois dormir no melhor colchão que já havia deitado.

Um alegre despertar

Depois de tomar um banho relaxante, Dante adormeceu e sonhou profundamente com suas lembranças. Sonhou também com Rossio e com o peso de seus atos delinquentes e por fim acordou atordoado com tanta informação.

Levantou da cama inspirado a praticar uma boa ação, queria dar uma boa ajuda monetária para Sua mais nova amada, mas seu espírito pilantra impedia que fizesse a coisa certa por meios certos. Sendo assim, Tresigallo saiu de seu quarto, pegou um livro qualquer na estante e foi logo atrás do quarto de Anya e Franky.

Ao chegar no aposento, destrancou-o com sua gazuas e encontrou o lugar vazio, sendo assim, não perdeu tempo e começou a bisbilhotar tudo em busca do dinheiro da tritã. Infelizmente, para o ladrão, a porta se abriu enquanto ainda estava buscando o dinheiro. Anya e Frany entraram no quarto justamente no momento em que Tresigallo estava mexendo em suas coisas.

-Ei!! que porra é essa!! - Anya se aproximou de Dante e puxou-o pelo colarinho, encarando-o bem de pertinho.

O humano deu uma desculpa qualquer sobre estar procurando bombas escondidas mas Anya não acreditou nem um pouco naquela conversinha. A mulher chutou as bolas de Dante e depois deu-lhe um tapão na cara.

-Eu sei muito bem que você estava atrás de minhas calcinhas! SEU PERVERTIDO!!

Então a mulher recolheu as suas coisas, enfiou tudo em uma mochila e levou embora consigo.

Depois o boi foi até o ruivo e compartilhou suas preocupações quanto a Jules.

Preparativos

Os dias que se passaram foram tranquilos e sem muita emoção. Finalmente uma semana já havia se passado e agora todos despertavam para preparar-se para a viagem rumo ao País de Kano.

Todos estavam se reunindo no salão principal. Estavam Anya, Franky (com seu braço recuperado), Dante, Rossio e Salvatore quando Jules chegou cumprimentando todos da maneira característica de Sirasossa e foi pirraçar o touro.

Franky e Jules estavam quase saindo no tapa quando Salvatore falou:

-Vamos a salir en diez minutos, estean certos de que não van a esquecer nada.
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Re: I - Florescer improvável Seg 28 Mar 2022, 20:33
Hora da viagem
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 35 ~
*Dante di Tresigallo


“É por isso que eu não posso ter coração mole”, pensava Dante agonizando no chão com ambas as mãos sobre seus bens mais preciosos após ter levado um golpe baixo de Anya. Franky tentava falar algo sobre Jules, mas o ruivo estava ocupado demais amaldiçoando até a quinta geração da mulher-peixe - EU LÁ QUERO SABER DE JULES, PORRA! NÃO TÁ VENDO QUE EU TÔ SOFRENDO?! - e ficaria rolando de um lado ao outro do quarto, como se aquilo ajudasse a aliviar a sensação de uma marretada entre as pernas. E o pior de tudo é ter sido chamado de tarado, logo ele, o garanhão de Sirarossa.

Entretanto, o evento logo ficou para trás, já que os dias passaram em um piscar de olhos. Era hora de partir junto aos seus companheiros, se é que pode chamá-los assim. Todos estavam no salão principal e apesar de Franky e Jules estarem armando uma cena, o ruivo teria sua atenção direcionada a sua parceira de dança. Óbvio, ele não sabia quanto tempo passaria no navio junto daqueles maltrapilhos, então gostaria de aproveitar até o último segundo. Ficaria ao lado dela, conversando e relembrando os bons momentos colecionados na última semana. Quando fosse a hora de se despedir, beijaria a testa de Rossio e seguraria suas mãos para dizer:

- Foi bom enquanto durou, espero te ver de novo um dia - então se viraria para o restante do seu grupo - Vamos! Tô ansioso para ver se Kano é isso tudo mesmo!

Dante estaria carregando o seu “kit aventureiro”, que incluía suas espadas, sua roupa consertada (ou alguma roupa de seda nova que pudesse ter recebido durante a semana que se passou), o dinheiro, algumas borrifadas de perfume, gazuas e por fim, mas não menos importante, o envelope com a localização do leilão, onde seu destino o aguardava. Então seguiria as ordens de Nava até que fossem levados ao navio. Como foi alertado por Franky, manteria os olhos atentos em Jules, aproveitando para se aproximar dele:

- E aí seu pilantra, tá devendo alguém pra sair correndo daqui tão rápido, é? - perguntaria em tom jocoso, mas tentando não ser ofensivo como fora na primeira vez em que conversaram - Cara, pensando bem a gente não é tão diferente… os dois vieram das ruas… a diferença é que eu sou mais bonito, charmoso, elegante e nunca venderia minha irmã hahahahahah - riria para testar a paciência de Jules, observando se o homem era impulsivo a fim de avaliar se poderia ou não confiar no mendigo. Caso o mink touro piscasse e falasse com o ruivo algo sobre precisar de um guia, Dante se aproximaria de Franky colocando a mão em suas costas como se fossem velhos amigos e diria - Hahahaha, pensei que você nunca iria pedir! - puxaria o alto touro para mais perto a fim de falar baixo em seu ouvido - Eu ainda não sei bem o que você quer, mas meu sonho é se tornar um grande pirata... o que você acha de unirmos forças para alcançarmos nossos objetivos, hein? Formamos uma excelente dupla, com minha astúcia e sua força ninguém pode nos parar! - finalizaria apontando para o próprio cérebro e apertando o bíceps de Franky com a outra mão, simbolizando a sinergia da dupla que acabara de dizer.                                            
     
 
 
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Re: I - Florescer improvável Seg 28 Mar 2022, 22:11



A prisão da mente

Fala ~~ Pensamento


Seguindo o grupo, estaria perdido em meus pensamentos, perdido em tudo que se sucedera até ali. Após ter voltado para minha terra natal já era obrigado a fugir, dessa vez como um criminoso. Não tinha muito o que eu pudesse fazer a partir dali, já que às vezes as ondas te acertam e te empurram tão forte que não tem como lutar contra, pelo menos foi o que ouvi uma vez de um qualquer no barco do Sargon.

Olharia para cima, enquanto ouviria o pessoal conversando. Dante agora poderia ser considerado um taradão pelo menos pela Anya… Jules era muito suspeito e a Anya … Bem, não tinha entendido direito qual era a dela, mas com toda a certeza iria descobrir se seguíssemos o mesmo caminho.

- Isso aí pessoal, vamos para Kano. - Apontaria para os integrantes do nosso grupo inusitado. - Um taradão de cabelo ruivo, um bêbado desgraçado, uma peixona, e uma vaca rosa. - Um grupo tão estranho que não dava para segurar a risada. - E aí, o que vocês vão fazer quando chegarmos em Kano? Alguém tem alguma idéia? - Observá-los-ia com os cantos dos olhos e então me viraria para o Nava. - E Sr. O que dá para nos contar sobre Kano? Como é a ilha? Tem muitos lugares para explorar? Boas obras de arte? Música divina? -

Pararia por um instante para pensar em tudo que aconteceu, todos os problemas que tínhamos tido naquela cidade, e que se uma bomba não tivesse aleatoriamente estourado no museu nada daquilo teria acontecido… Bem… Começaria a planejar já a partir daquele instante o que faria em Kano, como a minha estadia na ilha me deixaria mais perto de alcançar o meu sonhado objetivo de criar uma nação de liberdade.

- Eu preciso de alguém que possa me ajudar com Kano. Eu tenho um grande objetivo em mente e não quero depender da sorte para que ele se concretize… Pelo menos não de novo. - Piscaria para Dante, talvez ele entendesse o que eu quis dizer, talvez não. - De preferência alguém inteligente, com uma boa sacada! - Sorriria ao fazer um gesto de sacar uma arma e atirar. - Bem… Se for possível claro, afinal deve ser muito difícil conseguir um guia para um touro de 3 metros, né? - Gargalharia alto. Seguiria então o caminho em silêncio.

Ouviria o convite de Dante atentamente, com um sorriso um pouco envergonhado na boca pelos elogios que o homem tinha feito e por ter me escolhido. - Ruivinho, deixa eu te falar. Eu não quero ser um pirata, só tive experiências ruins com piratas, fui vendido como escravo por eles, depois fui obrigado a ser um pirata, parece que sempre que algo ruim acontece comigo tem piratas envolvidos. - Suspiraria cansado. - Mas, acho que o meu sonho… Meu grande objetivo só me leva para esse caminho, vou ter que ser visto como um pirata asqueroso se eu quiser criar um país livre, então eu aceito unir forças com você para chegar aos nossos objetivos! -




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Re: I - Florescer improvável Ter 29 Mar 2022, 09:28

Conclusões

- Sargon… Ah claro! Aqueles caras! - Sinceramente nunca ouvi falar, mas o touro parece magoado com toda essa história. - Se eu encontrar algum aviso a você. Tem algum tipo de berrante pra facilitar a comunicação? - Ri, mas o boi parecia sério demais. Aparentemente é daqueles caras difíceis de lidar. Ao final da conversa ele se afastou, procurando pelo detestável do Dante. São confidentes, que bonitinho.

Durante a movimentação do touro vi que o canalha do Tresigallo estava flertando com a empregada do Nava, o que me fez sorrir. Um adeus rápido que mostrava toda a importância daquela relação, pelo menos para ele. Logo em seguida, ele veio falar comigo. Comentou sobre os motivos de eu estar deixando a cidade, e com um sorriso igualmente jocoso retruquei. - E quem é que não deve nada? Já você… - Olharia de modo nada desfarçado para Rossio, que provavelmente estaria triste com a despedida. - Não tá deixando nada pra trás não? Um bastardinho quem sabe…

Então ele falou como se fossemos parecidos, de mesma origem, o que de certa forma tinha seu fundo de verdade. - Então ainda bem que você não é minha irmã… Mas veja… Quanto acha que vale a arroba daquele boi ali? - Dessa vez perguntaria em tom sério, apesar de ainda ser uma brincadeira.

Observaria o touro falando a todos e perguntando sobre a nossa próxima cidade. - Ouvi falar que eles tem um rei por lá… - Pra falar a verdade, as informações que eu tenho sobre a cidade são muito rasas. O touro buscava um guia, e com certeza isso eu não poderia ser. Por fim, me aproximaria da garota peixe para interagir. - Olá garota tritão. Ainda não tivemos o prazer em conversar, então decidi vir até aqui. Me conta aí, o que que aconteceu naquele porto pra vocês serem os desgraçados mais procurados de Sirarossa? - Talvez não sejam os mais procurados, mas ela entendeu o que eu quis dizer.

De todo modo, de posse de todos os meus pertences seguiria o grupo e as instruções dadas para sair daquela ilha o mais rápido possível.



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Re: I - Florescer improvável Qua 30 Mar 2022, 19:29

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 35

Despedidas e alianças

O perigo vivenciado em conjunto é realmente algo que une as pessoas. Talvez por isso, e só por isso, essas pessoas tão diferentes umas das outras tenham decidido viajar juntas para um país desconhecido.

No salão do restaurante, Dante despadiu-se de Rossio enquanto Franky e Jules interagiam à sua maneira.

-eu sinto que te amo tanto - falou a garota - espero que você volte logo…- Mas antes de conseguir beijar o jovem ruivo, Rossio sentiu uma leve vertigem e cambaleou para trás.

-Oh, que estranho… eu me sinto tão enjoada…- Rossio espasmou involuntariamente para frente como se fosse vomitar. Levou a mão até a boca - desculpe amor, eu vou… - então saiu correndo para perto da lata de lixo, onde por fim vomitou.

Antes de partirem, Dante e Franky firmaram sua mais nova aliança e uniram-se a fim de conquistar os seus sonhos como piratas. Anya sorriu com o canto da boca e abraçou os dois aliados, um debaixo de cada braço.

-Espero que essa tripulação esteja recrutando - falou feliz - Eu estou em busca de uma pessoa e não tenho para onde ir, pelo visto os nossos caminhos vão para o mesmo lugar então desejo me juntar com vocês… afinal, já conheço vocês o suficiente para me sentir confortável ao seu lado.

Depois que todos fizeram as suas interações, a porta foi aberta por Salvatore e então o grupo seguiu o homem até uma carruagem azul marinho que os levaria até o porto em sigilo.
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A caminho do porto

Quando já estavam dentro da carruagem, Salvatore Nava puxou um envelope de dentro do seu paletó e falou - En esta carta está mi pedido formal para la permanência e ustedes en el Cambalacho. Entreguen la carta para el capitão Morgan que não vai haver ningún problema - falou ao estender o envelope para que alguém pegasse.

Se olhassem pelas janelas, perceberiam que Sirarossa amanheceu naquele dia abençoada como sempre. Mesmo com os roubos ocasionais e com os milhares de mendigos, putas e sem teto, Sirarossa estava tão bela e calma como sempre. Os marinheiros já não estavam fazendo rondas severas como a alguns dias, mas era visível que haviam cartazes feitos à mão de seus rostos, espalhados por toda a Sirarossa.
Cambalacho

Por fim chegaram no porto e ele já não estava tão destruído quanto no dia do incidente. Tábuas de madeira foram pregadas de qualquer jeito para improvisar  um novo chão. A carruagem seguiu até a borda mais afastada da multidão e lá o grupo pôde sair do veículo sem levantar suspeitas.
Lá avistaram uma bela embarcação, uma fragata com o nome “Cambalacho” estampado em seu casco - Suban antes que alguien los vea - falou apontando para a prancha de madeira que dava acesso à embarcação.

Ao chegarem no convés, deram de cara com um homenzinho de cor avermelhada que usava um casacão, mesmo estando fazendo sol.  O homenzinho andou de uma maneira desengonçada até o grupo e por fim se apresentou.

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-Bem vindos ao Cambalacho! - falou o homem estranho - Fique sabendo sobre a estadia de vocês aqui no barco…o que posso dizer, bom… vão falar com o capitão Morgan antes de tudo, e não fiquem de bobeira por ai!

Depois o homem saiu andando em direção ao aposento do capitão para anunciar a chegada dos viajantes.

-Que legal! - Anya falou sorridente - parece que eles são abertos com outras raças! aquele homem baixinho certamente era um tritão-polvo!

O grupo estava no convés quando outra figura apareceu. Era um sapo com vestes tradicionais de Kano. Ele carregava um martelo e muitas tábuas.

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-Bem vindos! Eu sou o carpinteiro Willy- falou - Se algum de vocês estiver de bobeira, venha me ajudar com os consertos por favor - e então se afastou rumo a uma parede que estava danificada.

-Que estranho…- Anya comentou baixo - pelo que eu sei não existem tritões do tipo sapo, muito menos minks.

Agora o grupo estava no convés do Cambalacho e a viagem para Kano estava prestes a começar.
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Re: I - Florescer improvável Qui 31 Mar 2022, 17:42
Criando um Legado
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 36 ~
*Dante di Tresigallo


Dante viveu tempo demais em um prostíbulo para entender o que a náusea após uma semana de diversão significava. Um frio saia de sua barriga, passando pela coluna e chegava até à cabeça, arrepiando todos os pelos no caminho. “Ops”, era a única coisa que conseguia pensar. Para piorar, Rossio não entendeu a semana passada apenas como um momento de paixão e em apenas 7 dias já falava em amor. “É… quem está na chuva é para se molhar”. Ainda que não pudesse ter certeza, a mínima possibilidade de ser pai embrulhava o estômago do ruivo. Afinal ele nunca teve um pai, não sabia nem o que significava uma figura paterna. Entretanto, ao mesmo tempo sabia que sua mãe Brian não o perdoaria se deixasse mais um órfão desamparado no mundo. O mínimo que poderia fazer nesse momento é estar presente financeiramente.

- Rossio, cheiro, você está bem? - apoiaria a ruiva no braço e seguraria o cabelo dela enquanto vomitasse - Bem… você sabe que eu sou procurado agora, teremos que ficar um tempo sem se ver… então por favor aceite esse dinheiro para comprar qualquer coisa que você precisar ou ainda entrar em contato comigo - colocaria no bolso de Rossio um milhão de berries da recompensa que recebera de Nava. Antes de partir com um beijo na testa da mulher, indagaria - Ah, percebi que só conheço seu primeiro nome, você é Rossio de…? - deixaria que ela completasse antes de partir. Dante imaginava que com o nome completo da mulher seria mais fácil de transferir dinheiro para ela caso realmente estivesse grávida.

Após firmar a aliança com Franky, o mink revelou ter vivenciado dificuldades com piratas antes. Dante achou interessante a colocação do seu mais novo aliado, não poderia de respondê-lo com uma frase para colocá-lo a pensar - Piratas estão sempre procurando por oportunidades, e oportunidades sempre estão acompanhadas de problemas, basta você ser forte para superá-los hahahahaha - finalizaria com uma piscadinha para o seu camarada. Logo em seguida, Dante foi completamente pego de surpresa por uma atitude de Anya, que o deixou completamente desarmado: ela estava demonstrando afeto! - A-anya?! - falava incrédulo - Não sei que bicho te mordeu, mas você está muito legal assim, então é isso, mais uma tripulação pirata acaba de nascer hahahaha - abraçaria os dois. A interação com Jules também foi boa, debaixo de toda aquela sujeira e falta de classe, o mendigo parecia ser uma pessoa interessante. E ele já havia mostrado ser bom com lábia, talvez fosse interessante mantê-lo por perto e até recrutá-lo para a tripulação em um futuro próximo. Haveria tempo para descobrir, afinal o destino havia unido aqueles quatro, pelo menos por ora. Se fosse provocado por Franky, referente ao relacionamento com Rossio, Dante responderia - Namorada? Nada disso, foi só um caso indefinido hahahahaha Mas se quiser, eu posso te dar umas dicas para conquistar a sua amada hehehe - devolveria a provocação cutucando o mink com o cotovelo e apontando com os olhos para Anya - Quanto ao Cheng... Não tinha nada que eu pudesse fazer, pensei que o sr. Nava daria um jeito na situação, mas não foi o que aconteceu - daria de ombros.

Após finalmente chegarem no navio, Dante se deparou com mais criaturas que pareciam ter saído de um livro de fadas, e não podia deixar de observá-los com curiosidade. “Sera que eles são como a Anya e Franky? Parecem homens misturados com animais, assim como minha mãe dizia”. Como Dante não queria problemas, faria logo o que Nava disse e entregaria a carta para o capitão do navio. Para isso, seguiria o homem baixinho até a sala do capitão, onde bateria na porta com dois toques rápidos e aguardaria ser chamado. Entraria na sala e puxaria uma cadeira para se sentar, acomodando-se na mobília como se estivesse em casa.

- Prazer capitão Morgan, sou Dante di Tresigallo, acredito que você tenha ouvido falar de mim nos últimos dias em Sirarossa - daria de ombros com um sorriso, fazendo menção aos eventos recentes - Estou viajando com mais três pessoas, aqui está uma carta do senhor Nava para você - entregaria a carta e ficaria passando a mão na barba enquanto esperasse Morgan ler o documento - Bom, é só me dizer as regras do seu navio e então explicarei aos outros três desgarrados hahahaha - caso Morgan se mostrasse aberto a conversar, perguntaria - Antes de ir, você pode me dizer a característica mais importante de um capitão? - aquela pergunta era importante, afinal Dante acabara de fundar uma tripulação pirata, portanto é essencial pedir conselhos para alguém mais experiente, mesmo que Morgan não fosse um pirata.

Embora estivesse fazendo o que tanto ansiava, que era iniciar uma nova vida mar afora, uma despedida era sempre uma despedida. Aquele momento tinha um peso muito grande para o nosso herói improvável, que ficaria um tempo no convés debruçado na mureta do navio, observando o mar e a cidade. Quando voltasse ao convés, seu corpo estaria ali, mas sua mente estaria viajando entre as lembranças desde sua infância até agora. Levaria a mão ao brinco de Brian e sussurraria para si mesmo enquanto talvez uma lágrima caísse:

- Eu vou te deixar orgulhosa, mãe!  
                                             
 
 
~ Informações ~

 
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Re: I - Florescer improvável Qui 31 Mar 2022, 20:12



Homem ao marrr, sem salvação

Fala ~~ Pensamento


Consegui ouvir a conversa de Dante com aquela mulher e não pude deixar  de mostrar uma expressão de surpresa ao ouvir que ele deixaria dinheiro para a empregada do Nava. Sorri e me segurei para não rir loucamente com as milhares de coisas que passavam pela minha cabeça, mas me contive, pelo menos no momento, porque tinha outras coisas mais importantes para tratar.

Anya também queria se tornar uma pirata e seguir conosco. Aquilo me deixou intrigado de uma certa forma, pensei que ela só queria resgatar sua irmã, mas  pelo visto a mulher-peixe não parecia se importar em sujar as mãos um pouco para fazer isso acontecer. - Muuuuuuuuhahahahhahaha - Gargalhei intensamente. - Você tem razão meu companheiro. Vai ser divertido seguir com vocês dois… é- Faria uma breve pausa e soltaria um breve suspiro. - É uma pena que Cheng não esteja aqui… Mas não tem muito o que possamos fazer por ele com nossa força atual.

Minha expressão mudaria da água para o vinho, porque agora teria um grande sorriso maldoso no rosto. - E aí Dante, ta apaixonado? - Cutucaria ele com o cotovelo. - Ficou todo meloso com sua namoradinha… - Pararia por um momento - Não vi você  demonstrando preocupação com ninguém até agora… Mas com ela… Uhh… ficou todo  derretido. - Riria ruidosamente, daria um tapinha no ombro dele. - Mas é isso aí, a vida está aí para ser vivida, não é? - Se o ruivo falasse algo, gargalharia intensamente.   - Pode me dar as dicas ai, você parece milhares de vezes mais habilidoso que eu. - Gargalharia ainda mais alto quase perdendo o folego.

Andaria aqui e acolá no enquanto Dante terminava os preparativos para nossa viagem, mas nunca sem sair de perto do barco. Quando tudo estivesse pronto entraria no barco, esperaria que tivéssemos zarpado. Olharia a terra se distanciando cada vez mais, sentindo que algo em mim estaria ficando ali inacabado… Um dia eu voltaria para acabar com aquilo, mas no momento tinha que ficar mais forte para fazer o meu sonho se tornar realidade e poder voltar e acabar com a vida do Nava.

Suspiraria enquanto iria em direção ao sapo.

~ Aprendizagem: Carpintaria ~

Olhei para o Sapo… Ele não era um Mink nem um tritão, o sapo era uma criatura estranha…. Mas tinha vivido na Grand Line tempo o suficiente para saber que criaturas estranhas eram normais por lá, inclusive o sapo poderia ser um usuário de alguma akuma no mi… Era comum ter algumas que davam poder de se transformar em algum animal e poderia ser este o caso aí.

- Oi meu parceiro, como você tá? - Ele fez um grunhido típico de um sapo.   - Acabei de me recuperar de uma lesão pesada no braço. - disse retirando o que restava  das ataduras e curativos. - To afim de acertar alguma coisa, o que você acha de lutar comigo? -

- Quer acertar algo? acerta a sua cabeça  na madeira! - Naquele instante em uma forma de brincadeira,  fingi que iria acertar minha cabeça com tudo no chão, mas o chão estava ensaboado demais e por isso tropecei e  acabei acertando  uma parede de madeira, abrindo um enorme buraco nela.

- Você sabe que vai ter que arrumar isso daí, né? -  O sapo parecia bravo e ao mesmo tempo parecia zombar de mim, não conseguia entender aquelas feições anfíbias… eram muito estranhas. - Tá… Bom…. Mas eu não sei nada sobre   fazer esse tipo de coisa, talvez eu acabe quebrando tudo e aí vai sobrar para você, não é? -  O sapo parecia cada vez mais perverso e  irritado. - Eu te ensino, você vai aprender a trabalhar com madeira ... - Ele olhou nas minhas mãos. - Você tem mãos calejadas, você costuma fazer algum trabalho braçal? - Fiquei surpreso com a percepção dele.   - Eu trabalhei um tempo como ferreiro. - Ele sorriu para mim. - Carpintaria não é muito diferente de forjar… Veja bem. -

A aula começou, o sapo era falastrão, fazia jus aquela sua boca e língua gigantes. Ele me explicou sobre os diferentes tipos de madeira e onde usá-los, também aprendi sobre como pregar  os pregos de forma eficiente, sobre apoios para estruturas de madeira, dobradiças… Inclusive ele me ensinou a pintar com verniz, depois de algum tempo a parede estava novinha em folha e então ele trouxe alguns  móveis para que eu consertasse por causa  do tempo que ele perdeu, ali ele me explicou sobre o projeto dos móveis e outros projetos que são feitos de madeira, explicando suas estruturas, ele até me trouxe um pequeno barquinho de madeira para que eu o ajudasse a terminar de montar.

Por fim havia passado muito tempo e aquilo tinha sido um grande aprendizado para minha pessoa.


~Fim da aprendizagem ~

Após concluir meu período de  trabalho com o sapo, descansaria no convés por um tempo, deitaria na madeira e ficaria apenas sentindo o ar, sem pensar em nada e sem me deixar cochilar, já que só queria recuperar as energias e o fôlego.


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Re: I - Florescer improvável Sex 01 Abr 2022, 09:45

Novos rumos

Ao ver Rossio passando mal, minha teoria leviana sobre uma gravidez acabou de mostrando possível. - Haha! Hora de ir comprar cigarros, mister Tresigallo! - Não poderia deixar de brincar com a situação. Por fim, todos seguiram ao navio alcunhado Cambalacho, onde pudemos observar uma tripulação que parecia vindo de um circo de aberrações. - Olha só… Mais minks… - Suspirei. Esse grupo bem que poderia ser um pouco mais normal.

As apresentações do baixinho e do sapo foram surpreendentes, provavelmente eles estão perdendo dinheiro ao não investir na arte circense. Cada um do novo bando que se formava seguiu para seu lado, e acabei sem ter muito o que fazer. Como a viagem é rumo ao desconhecido, esses patetas são tudo o que eu tenho até mesmo depois que estiver por lá. Que vida ingrata.

E era evidente que um novo grupo estava se formando por ali, composto pelo canalha Tresigallo, o chifrudo Tanky e a garota peixe Anya. Dados os acontecimentos notórios em Sirarossa, eu acabaria inserido em um bando pirata. Muito justo. Mas é claro, eu não poderia deixar isso evidente à tripulação do navio, já que não tenho idéia de suas tendências ideológicas. Sair daqui caçado por esse bichos estranhos não seria a melhor as situações, com toda certeza.

Pigarreei. - Senhores e senhorita… É evidente que um novo grupo está se formando hoje. Logo, proponho deixar tudo isso às claras. Precisamos de um nome, e quem sabe um líder. Quanto à primeira parte, precisamos de algo que imponente, que nos apresente da forma que merecemos. Minha sugestão é a "Ordem do Pavor". . - Caminharia até o centro do convés, observando quem não faz parte do bando. - Apesar da sugestão somos completamente contra qualquer tipo de terrorismo. - Então sorriria, fazendo joinha com as duas mãos.

- E então precisamos de um líder. Uma liderança é extremamente importante para organizar a equipe em um objeto em comum, e ainda tomar as decisões em momentos cruciais. Sugiro uma rotatividade nesse cargo como modo de experimentação. O que acham?- Aguardaria os pontos observados pela equipe. Ao final de tudo iria me sentar em algum lugar por perto para observar o novo bando. - Proponho uma votação para escolher o primeiro líder.



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Re: I - Florescer improvável Sab 02 Abr 2022, 05:00

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 36

Capitão Morgan

O grupo estava junto no convés do Cambalacho,mas não foi por muito tempo, pois Tresigallo seguiu o homenzinho vermelho em direção à cabine do capitão Morgan

-Capitão, os novos marujos chegaram! - o homem polvo falou.

-Entrem! - o capitão respondeu.

O aposento era demasiadamente luxuoso, as paredes eram cobertas por um tecido carmesim cheio de detalhes azuis, haviam prateleiras cheias de mapas náuticos e aparelhos de navegação. No centro da sala havia uma larga mesa onde os mapas do West Blue e do South Blue estavam abertos, e sobre eles, havia um globo terrestre lindo.

Ao ver a mobília, Tresigallo foi logo em busca de uma cadeira onde pudesse se sentar e então avistou ao fundo da sala um homem imponente trajado em roupas finas, sentado em uma poltrona tão fofa que parecia ter sido feita para a bunda dos deuses. O homem era mais pálido do que o próprio ruivo, seus negros cabelos eram longos e cacheados. Já a sua barba era elegante, bigode fino assim como os aristocratas costumam usar. Mas o que realmente chamava a atenção era a falta de sua mão esquerda, no lugar do membro decepado tinha um gancho que segurava um relógio de bolso que pendulava de um lado para o outro

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tic-tac-tic-tac-tic-tac-tic-tac

Atrás da tal poltrona, havia um grande crocodilo que olhava para Dante com um olhar de piedade.

-O que te traz aqui? - perguntou - Tresigallo! O Sr Salvatore me avisou sobre a estadia de vocês, os “terroristas da arte” FaFaFaFaFaaa! - O homem encarava Tresigallo de cima a baixo enquanto o mesmo puxava o envelope de Nava. Ao ver o envelope, Morgan levantou-se e guardou o relógio em seu bolso, foi até o ruivo, pegou o envelope com a mão direita e depois de usar a ponta do gancho para rasgar a lateral do envelope, puxou a carta e a leu.

-Bem vindo ao meu navio, rapaz! As regras da embarcação são claras: Não roubem. Ajudem nos afazeres da tripulação. E o mais importante, não entrem nunca na ala médica sem permissão, a doutora Wiss e seu ajudante odeiam receber pacientes indesejados.

-Eles odeiam mesmo! - falou o crocodilo - se eu fosse vocês ficaria long…

POW!

-Cale a sua boca!! seu estrupício!!- Morgan reclamou ao golpear a cabeça do réptil com o gancho -Volte agora para o seu lugar!!-

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-Desculpe…

E então o crocodilo voltou cabisbaixo para o fundo do quarto, onde permaneceu em silêncio. Antes de partir, Dante perguntou uma última coisa para Morgan.

-Você quer saber qual é a característica mais importante de um capitão? por que quer saber? pretende fazer um motim, é?

Morgan olhava fixamente para Tresigallo a fim de intimidá-lo, mas por fim riu com o canto da boca e falou

-Um capitão sempre sabe o que é preciso para ser um capitão. Desculpe, mas isso não é algo que eu possa te ensinar.

Por fim Dante voltou para o convés lembrando de sua infância e da sua mãe… Talvez ele se lembrasse também de Rossio Delavega, a muito provável mãe de seu filho.

Trabalhando com madeira

Enquanto Dante foi conversar com o capitão, Franky foi ao encontro do carpinteiro Willy e passou algumas horas com o velho sapo aprendendo tudo o que pôde sobre carpintaria. Ajudando-o a consertar alguns dos danos na estrutura do convés. Depois, o sapo ainda se aproveitou do fato de ter um ajudante e trouxe alguns dos móveis que estava devendo conserto à dias para que o touro consertasse… Nada melhor do que ter um aprendiz motivado! Não é mesmo?

Ao final de tantas lições e consertos, o sapo foi até um canto onde estava uma trouxa com seus pertences e recolheu o cachimbo, um saco de fumo e uma garrafa de sake, depois voltou para perto de Franky e estendeu a garrafa para o mesmo.

-Tome um gole, beber depois do serviço é bom demais!! CROACkAkAkAkAkAkA!!

-Ei touro Franky, qual é a sua história? - falou cochichando. Evidentemente o sapo não queria ser ouvido por mais ninguém - Aqules dois também fizeram aqueles experimentos doidos com você?

Situação desconfortável

Dante foi para um lado e Franky foi para o outro, restando por fim apenas Anya e Jules sozinhos no mesmo local.

JUles não falou nada com a mulher-peixe, e ela também não fez questão nenhuma de tentar puxar um assunto. Restou para ambos um momento desconfortável e silencioso onde ambos apenas se encararam igual a dois idiotas.

Mas para o alívio da dupla aquilo não se prolongou mais do que o necessário, pois Dante havia retornado para o convés e agora que estavam em três, todo aquele silêncio parecia ser menos constrangedor.

Por fim, quando Franky havia terminado com os reparos, Jules chamou todos os membros do grupo e fez as suas propostas quanto ao nome da equipe, assim como propôs uma votação.
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Re: I - Florescer improvável Ter 05 Abr 2022, 01:55
Animais Falantes
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 37 ~
*Dante di Tresigallo


O capitão Morgan é realmente um homem curioso. Ele deve ser alguém realmente poderoso para domesticar um jacaré como se fosse um gato aos seus pés. Porém, o momento de admiração foi interrompido no instante em que ele falou sobre a doutura Wiss. “Opa, então quer dizer que existe uma mulher inteligente e durona nesse navio? A minha viagem acaba de ficar pelo menos duas vezes mais legal hehehe”, pensava o malandro que há poucos minutos havia se despedido de Rossio. Dante fora subitamente trazido à realidade quando ouviu o jacaré falar:

- PORRA, O JACARÉ FALA?! - levantaria eufórico da cadeira apontando para o animal - ELE NÃO PARECE UM HUMANOIDE, COMO ESSE JACARÉ FALA?!

Enfim, voltou para o convés onde presenciou um momento no mínimo constrangedor. Jules falava sobre o novo bando pirata e que deveria existir uma liderança rotativa. A ideia causava mais arrepios do que ter visto o jacaré falar. Ora, quem conhece Dante minimamente bem sabe que ele não nasceu para seguir ordens. Pior ainda foi o nome proposto, o que fez com que o Ruivo simulasse uma tosse para pedir a vez de falar.

- Ordem do pavor?! - franzia a testa olhando para Jules - Com um nome desse só vamos atrair bastardos e miseráveis esquisitões, eu preciso de um nome charmoso e elegante, quero atrair belas princesas nas ilhas que eu visitar hehehe - desviaria o olhar ao céu por um instante, pintando em sua mente imagens de princesas - Outra coisa… - retomaria um tom um pouco mais sério - Você, Jules, tem uma certa reputação em Sirarossa… Se não se importa, eu ainda não confio totalmente em você, mas teremos a oportunidade perfeita em Kano para estreitar nossos laços, o que acha?! - estenderia a mão para cumprimentá-lo. Independentemente do rumo que aquela conversa levasse, não era do interesse do ruivo, pelo menos não por ora. Ele estava focado demais em Wiss, assim sendo, chegaria perto de Franky, puxando-o para sussurrar em seu ouvido - Meu amigo, esse navio é sinistro, o capitão Morgan tem um animal que fala, mas ele não é como você, é estranho… Toma cuidado, se precisar de mim, estarei xavecando a doutura Wiss na ala médica heheheh - caso Franky fizesse algum comentário acerca de Rossio, questionando a hombridade do ruivo, responderia dando de ombros - Fazer o quê? Sou um apaixonado incorrigível.

Dante exploraria o convés e o andar inferior do navio procurando pela ala médica. Considerando que a encontrasse, apertaria a mão direita contra o peito e bateria na porta repetidas vezes com a canhota, curvando levemente o tronco como se estivesse com muita dor - Doutura Wiss! Doutura Wiss! - exclamaria até que fosse atendido. Considerando que ela aparecesse e fosse atraente como o ruivo imaginava, seguiria com a insolência - Aaai! Estou com uma dor no peito, acho que é a ferida do amor no meu coração… - finalizaria piscando para tentar tirar um pequeno riso que fosse da simulação vergonhosa que havia feito. Caso fosse bem recebido, continuaria conversando - Eu me chamo Dante, vou viajar com vocês até Kano… E vocês, não conheço nada da sua tripulação… Poderíamos nos conhecer enquanto eu ajudo vocês em alguma coisa por aqui na ala médica, que tal?

Entretanto, se Wiss não fosse quem Dante pensava, ele recuaria com passos para trás dizendo - Éhr… a dor melhorou! Que engraçado ha ha ha - esboçaria um sorriso sem graça antes de voltar ao convés, onde ficaria sentado em um canto qualquer olhando ao redor e imaginando o que poderia fazer para passar o tempo. Observaria principalmente se houvesse pessoas treinando ou desenvolvendo algum tipo de habilidade que pudesse vir a ser útil para o fortalecimento próprio de Dante, por exemplo, acrobacia, habilidades atléticas, treinos com espadas, entre outros.      
                                             
 
 
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