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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

1º Chapter - Wild Hunt

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Kenshin
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Kenshin
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1º Chapter - Wild Hunt Seg Maio 10, 2021 9:56 pm
Relembrando a primeira mensagem :

1º Chapter - Wild Hunt

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Às Volkerbäll . A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Às
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Seg Jun 21, 2021 9:03 pm




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- Às Volkerbäll -


Ж

Uma insistência seria infrutífera, compreendia isso tanto no flerte quanto na busca por informação. Luna enchia-se de cuidados, ou talvez possuísse um certo receio em avançar nosso assunto particular com a presença de Akira ao nosso redor. Ainda sim, o pouco de sua sedução parecia persistentemente notável, tendo em vista o sorriso malicioso e o leve movimento de seus pés junto aos meus, o ruivo surgia não muito depois para uma breve conversa que culminou no eventual contrato e dois alvos a serem capturados, uma primeira oportunidade como caçadora, uma primeira chance de obter informações relevantes. - Hmmm, mais meninas é? -  ria de forma indiscreta, praticamente maliciosa. - Talvez eu me entenda bem com ela. -  brincava, batendo na mesa com a palma da mão. - Pelo visto terei de descobrir mais pela ilha. -  pensava em paralelo as ações demonstradas, uma preocupação pertinente, visto que Luna não parecia tão motivada a expor mais sobre o que sabia.

“Meio”, chega a ser um elogio, nos tornamos caçadores ontem, nós nos registramos por aqui quase agora! -  dizia com aparente surpresa, ouvindo a mulher falar à medida que observava os cartazes. - Parece que Mizuki sairá no lucro, devíamos pedir mais comida! -  brinquei, antes de convidá-la para ser a atração principal da festa que estava por vir. - Faça melhor que isso, ache um espaço e desmarque todos os compromissos futuros, porque algo me diz Luna, que ainda que você não saiba. Eu vou virar a sua vida do avesso! -  ergueria o indicador, dizendo aquelas palavras em um tom quase profético, carregando comigo além da determinação uma vontade inabalável de tornar cada linha dita uma plena realidade. - Bom...isso claro, depois de outras coisas. -  diria, admirando suas curvas em uma cena incrivelmente indescritível.

Bem, isso é tudo! -  sorriria, recolhendo os cartazes e levantando-me da mesa, caminharia para perto de Luna, novamente aproximando-me de seus lábios, mas não lhe dando um último beijo, recuando no limite do toque. - Melhor guardá-lo para depois, a expectativa só os deixam melhores não é mesmo? -  afastaria-me lentamente, caminhando em direção a Akira no balcão, beliscando um pouco do que comia caso ainda tivesse sobrado algo. - Você parece ter se entendido bem com a morena, a chamou para a festa também? -  brincava com o tritão, procurando alguém no balcão para um último pedido. - Doces, o que vocês tiverem na casa, pode colocar numa pequena bolsa? Iremos comer no caminho. -  diria de maneira simpática. - Vamos conversar lá fora. -  diria ao ruivo, antes de pegar os doces, caso houvesse no local e sair para a rua. - Temos uma cantora para a festa. -  diria assim que estivesse do lado de fora, guardando a pequena sacola em minha jaqueta. - O que preciso saber? -  aguardava as informações, ouvindo-as atentamente antes de contar-lhe sobre o que eu sabia. - Ela já se apresentou para o Cartel, mas aparentemente quem o lidera nunca está na ilha, pois se apresenta para um Den Den Mushi. -  suspirava. - De qualquer forma, acredito que ela ainda não me contou tudo, talvez por receio, de toda forma ela é útil...além de extremamente bonita. -  suspirava, caminhando junto de Akira, conduzindo nossa caminhada até o porto.

Spoiler:

Se nosso objetivo está no porto, é bom termos informações melhores, mas por hora vamos apenas localizar o local sem nos aproximarmos demais. -  comentaria, parando o caminhar somente próximo das imediações. - Avise-me se encontrar alguma criança. -  diria ao ruivo, mas caso encontrasse alguma, chamaria sua atenção de maneira sutil. - Ei, chega mais! -  seria simpática e se tivesse os doces os mostraria. - Soube do que rolou no porto ontem? -  diria e caso a resposta fosse afirmativa, sorriria. - Tá afim de nos fazer um favor? -  lhe daria o doce, aguardando por sua resposta.





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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Ter Jun 22, 2021 12:11 am

Wild Hunt
- Falas | ~ Pensamentos



A nova amiga de Às parecia ser uma pessoa bem interessante! Cheia de charme e segundas intenções, parecia ser alguém que já havia conhecido todo o tipo de gente nesse mundo. Entretanto, minha irmã parecia ter sido fisgada com afinco pelos dotes da barda, o que apesar de achar divertido, me preocupava em certa parte. Ainda assim, eu havia adotado um estilo de vida sem arrependimentos, sempre agindo como se este dia fosse o último, portanto Às deveria aproveitá-lo da mesma maneira com total fidelidade às suas paixões.

Enquanto Luna acabava por mencionar os seus conhecimentos sobre os procurados, voltaria minha atenção para a carta que deveria ser lida para Maya, tentando compreender exatamente qual tipo de contratante tínhamos ali. E, assim, com minha breve despedida para a nova amiga, iria até o balcão animado com as novidades de que tínhamos um buffet livre por ali. — Seu melhor petisco, por favor!! — Buscando alguma porção farta, já começaria a encher a boca e os bolsos com os lanches solicitados, que com toda a certeza seriam tão divinos quanto àquele lugar.

Entretanto, tudo o que era bom precisava acabar em algum momento. Satisfeito com toda a magia que eu havia descoberto naquele lugar, sorriria para Às no momento de partirmos, me despedindo de todos os que eu havia visto por ali como se fossem íntimos. — Mas é claro!! Até lá, ela vai ser uma excelente dançarina! Além disso, o pessoal daqui sabe festejar. — O brilho nos olhos, a emoção das palavras e a vontade de ficar ali até que perdesse a noção das horas era uma prova concreta do meu desejo por vidas como essa. Quanto ao pedido de doces, lamberia os beiços em animação. — Ótima ideia!! Adoro comer um doce depois de um prato de salgadinhos. E adoro comer um prato de salgadinhos após um doce… — Diria, enfiando mais alguns petiscos nos bolsos para emergência durante nossa caminhada.

Já no lado de fora, suspiraria ar puro novamente, puxando a carta e entregando para que Às olhasse também, em complementação dos cartazes. Enquanto fosse lendo, diria minhas impressões sobre a tal barda. — Achei que estava treinando o Karatê dos Homens Peixe lá dentro. Aquele beijo tava mais molhado que o oceano!! GHYAHAHAHAHAHA! — Implicaria um pouco, afinal precisava quebrar o gelo para que ela não ficasse tão tímida ao abordar sobre o assunto. — Bem, enquanto você tava paquerando, descobri que esses dois aí vão se encontrar nessa noite, no porto H. Ela é uma associada do Cartel e irá pegar algumas encomendas com esse Leon. Ganharemos uma grana extra caso a gente não machuque o rosto dela e leia essa carta daí pra ela, vá entender… — Pegaria alguns dos petiscos no bolso, já sentindo que aquele tempo todo sem comer já era uma emergência. — Leon, por outro lado, vai ter algumas encomendas, como eu disse. Se entregarmos para a Guilda, eles irão nos ajudar para que fiquemos com o navio dele. Não é o máximo? Não sei qual o tamanho, mas pode ser bem útil pra começarmos!! — Estaria animado e, sem aguentar de ansiedade, mal notava que já estaria caminhando diretamente para o porto H, mesmo que ainda fosse de manhã.

No caminho, ouviria as palavras apaixonadas de Às novamente, o que me fazia rir. — GHYHAHAHA, você é engraçada quando está apaixonada. Eu gostei! — Sorriria para demonstrar o quão interessante era o fato dela se abrir assim, apesar de temer pelo fato das pessoas costumarem se aproveitar disso. Durante minha vida inteira, vi diversos tipos de pessoas que se aproveitavam de minha bondade, mas eu sempre dizia que isso era um defeito delas, não meu. Ser fiel ao seu coração e convicções era uma virtude, e não uma maldição. — Aliás, devemos chamar o Sarnento. Ele achará divertido esse pessoal todo. Além disso, quanto mais irmãos reunidos, maiores as nossas chances. — Explicaria, sabendo que teríamos tempo de sobra para retornar para a fazenda e chamá-lo para nosso peculiar contrato de caça.




  • Posts: 20
  • Ganhos: Cargo: Caçador de Recompensas Rank E, B$ 1.000.000, Cartazes de Serviços da Guilda
    Treino para adquirir de Ambidestria
  • Perdas:
  • Contagem Caçador: B$ 3.000.000
  • Posts Desvantagem: 0/20
  • Players/NPCs:
    Às (irmã)
    Hollyday (irmão)
    Sophie (mãe/NPC)
    Teodor (pai/NPC)
    Mizuki (Caçadora)
  • Localização: South Blue - Reino Sorbet



PdV: 4600
STA: 100

Força: 89 +80 +40 +40 = 249 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
Tipo da Arma: N/A
Qualidade: Clássica
Durabilidade: Baixa
Dano: +40 em Força/LVL
Estado: Nova

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Sasha
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Ter Jun 22, 2021 9:53 pm


Turma da
Pesada



Às e Akira


Aquele trio parecia um perigo a qualquer lugar, havia a tensão das duas que apenas pelo ambiente não haviam ido além, além de Akira que era um chamariz por si só, onde para o ruivo seria servido um doce avermelhado com um cristal de açúcar quase completamente transparente que era quase como uma joia, o sabor? Do momento que colocasse o doce na boca, sentiria um forte impacto como um forte sabor que não se excedeu no doce, antes de puxar um azedinho na boca que deixaria qualquer um viciado em comer aquilo ali pra sempre, Akira nem mesmo notaria quando desse a segunda ou terceira colheirada de tão leve que era o prato, era um aperitivo diferente pois, além de ser doce, estimulava o apetite, era quase mágico.

A barda pareceu ali, super interessada no que a caçadora sugeriu, quando comentou sobre virar sua vida do avesso, onde com um sorriso teria lhe respondido ali - Você sabe onde me encontrar,  volte bem.- Ela teria dito se levantando e dando um beijinho na testa de Às, antes de deixá-la ir, onde seria ali pega de surpresa naquele quase beijo que deixou um gosto poderoso de  “quero mais” das duas.

Com isso, quando fosse pegar os doces, teria Mizuki pegando um vidrinho cheio de doces sortidos aos quais Ás poderia encher a mão e a bolsa, eram doces fabricados previamente, muito mais pela conveniência do que algo mais trabalhado como o aperitivo que tiveram antes onde seguindo até o porto, poderiam ver uma menininha que parecia ter um olhar um pouco triste, suas roupas e o olhar perdido, mostravam  um claro abandono onde Ás, poderia sentir naquele momento um sentimento apertar no seu peito de forma intensa talvez, já que aquilo poderia lembrá-la de sua própria origem quando a viu se aproximar, suas roupas apesar de bonitas estavam sujas, poderia ver dedos magros e lábios rachados, onde a necessidade misturou-se ao medo quando ela aceitou os doces, timidamente, onde sentiu-se o tecido rasgado de suas luvas tocarem sua mão enquanto ela pegou os doces.

-V-Vários homens se reuniram, falavam sobre um grande carregamento que chegaria hoje de noite… E… Eu ouvi algo sobre Cartel também…- Ela teria dito com dificuldade, sua voz estava fraca e ela apesar de segurar os doces oferecidos a ela como se fossem  bens preciosos, era notável que sua garganta seca, dificultava muito a sua fala e ela teria  se abaixado um pouco e tossiria colocando parte do braço na frente, onde Ás não poderia notar mas, Akira notaria naquele momento, que havia saído um pouco de sangue que não estava lá antes, quando a menina tossiu e comentou - De… Desculpa… Eu… Eu… Posso falar mais mas, preciso de um pouco de fôlego...- Ela teria aberto a sua bolsa, onde seria possível ver ela retirar uma bombinha, no que ficou claro ser a ultima dose que ela tinha, onde  caso esperassem por uma resposta dela, precisariam esperar um pouquinho mais… Aparentemente  a ideia de que crianças abandonadas são invisíveis aos olhos das pessoas pareceu ser uma boa aposta, qual seria a reação de ambos a aquela situação?


carta:
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Ter Jun 22, 2021 11:22 pm




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- Às Volkerbäll -


Ж

Nem chegamos perto disso na realidade…. - a fala perspicaz carregava consigo um semblante maliciosamente cômico, em resposta a provocação de Akira, nada fiz além de ceder ao óbvio, principalmente pela simples razão de que o mais importante ainda estava por vir. - Compreendo… - pegava a carta, lendo-a também. - ...tenho a impressão de que vai ser mil vezes melhor simplesmente ignorar essa carta. - suspirava com olhos de embaraço, mas lembrar do objetivo final era razão suficiente para relevar a saia justa que tal possibilidade poderia causar. - Mas dinheiro e um navio como pagamentos me parecem justos, por mais que eu queira ver o navio, receio que seja melhor evitarmos o porto até a noite. - comentei enquanto seguia a passos calmos, aproveitando da oportunidade para sim, concordar de que as coisas seriam mais animadas com Rango junto de nós. - Ele está cuidado de seus próprios assuntos, no momento certo ele estará conosco. - compreendia o interesse de Akira, mas preferia não pressionar Hollyday, especialmente após tudo o que havia ocorrido ontem e a decisão que ele havia tomado posteriormente para sua vida.

Com os bolsos carregados de doces e petiscos e os assuntos já divididos, chegamos nas imediações do porto, prontamente encontrando uma jovem menina. Era difícil expressar o imediato impacto que a visão dela me causava com o passar daqueles poucos segundos, fazendo-me cessar o avanço até parar por completo encarando-a por alguns longos segundos em pleno e talvez inexplicável silêncio. Vê-la era como voltar no tempo da pior maneira, era como ouvir os gritos, sentir a insegurança e acima de tudo era como se sentisse o calor do fogo a tal ponto que sem perceber notava-me esfregando as mãos cobertas pelas luvas. A chamava para perto, embora a voz viesse baixa, não seria pelo interesse em ser discreta, mas sim por uma pura incapacidade de elevar meu tom e assustá-la sem querer. Queria a informação, isso era uma verdade, mas como simplesmente ignorar sua penúria? Seu estado deplorável, era um agravante terrível e sua reação aos doces era para mim uma onda de emoções, fazendo-me sentir um suave arrepio, recordando-me do momento em que havia recebido algo de alguém além de minha imaginação.

Tenha calma pequena… - notar sua dificuldade em falar era o motivo necessário para abaixar-me, apoiando um de meus joelhos no chão para que pudesse estar próxima de sua altura. - ...os doces não vão sumir e também não temos pressa. - olharia para Akira por um breve instante, como se entregasse no olhar minha intenção de ajudá-la de alguma maneira. - Tome! - dividiria o restante dos doces com Akira. - Não preciso ser médica para perceber que precisa de ajuda. - diria, com um suave sorriso no rosto. - Por sorte, acho que temos tudo o que precisa e talvez mais um pouco. O que acha de ao invés de continuar a responder, me falar o seu nome? Eu me chamo Às! - a trataria com gentileza, deixando Akira livre para avaliar seu estado de saúde, para que pelo menos pudesse compreender o que precisaria comprar para tratar dela. - Você consegue voltar pelo mar com rapidez, quer tentar mais algumas informações no porto? - manter-me-ia minha posição, antes de levantar-me pautada a resposta do ruivo. - Não posso deixá-la aqui, vou levá-la até a fazenda, lá ela poderá se alimentar e conseguir roupas limpas. Temos até a noite para voltar de toda maneira, além do mais… - olharia para menina. -... ela ainda não nos contou tudo.

Se Akira decidisse permanecer e retornar pelo mar, deixaria em seu encargo obter mais algumas informações, enquanto tomaria o caminho tradicional pela ilha rumo a fazenda, levando a criança comigo, mas não antes de procurar algum local para comprar-lhe água e medicamentos se necessário. - Porque está nas ruas? - diria, caso ela estivesse melhor para falar.





Histórico:






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Yami
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qua Jun 23, 2021 7:19 pm

Wild Hunt
- Falas | ~ Pensamentos



Minha expressão acompanhada de um beiço indicava minha tristeza em imaginar uma captura de procurados sem o Sarnento. Entendia bem os argumentos dados por minha irmã, mas ainda assim não tirava meu desânimo. — É… Pode parecer esquisito, mas se lermos a carta e anotarmos qual será a reação dela, ganharemos um extra de 4 milhões. Então, que deixe o amor florescer, GHYAHAHAHAHA. — Uma piscadela seria dada para Às, indicando que a indireta também era para ela.

A chegada no porto precisava ser discreta e, para isso, eu tirava minha camisa e enrolava ao redor da cabeça, de modo a segurar os cabelos espetados para não chamar atenção, mas não passando pela minha cabeça que provavelmente aquilo seria mais esquisito que meus cabelos escarlate. E sem muito procurar, Às conseguia atrair uma jovem garota das redondezas, que pelo seu estado já me dava um estalo imediato de sua condição. Acabaria por me curvar um pouco, tentando igualar a altura de nossos rostos, para olhá-la um pouco mais de perto. — E me chamo Akira!! É um prazer conhecê-la. — Precisaria de certa delicadeza ao tratá-la diretamente. Por ter um avançado conhecimento sob diagnósticos, talvez fosse capaz de interpretar o que ela tinha, mas precisaria de alguns exames para ter certeza do que estávamos lidando.

Acabaria por me levantar, ainda mantendo um certo sorriso no rosto. Apesar do sorriso não ser indicativo de felicidade, ele traria um papel essencial de transmitir esperança, deixando claro para ela que agora tudo estava bem, pois nós estávamos ali. — Bem, é o seu dia de sorte!! Além de adorar doces e ser um ótimo amigo, sou um médico também! — E olharia nos arredores, buscando não apenas outras crianças, mas talvez os familiares daquela garota. Além disso, meu olhar clínico me faria identificar que tipo de região ela estava vivendo. Por estar tão próxima do porto, imaginava que pudesse estar abrigada em casebres de madeira com quantidades massivas de mofo, o que poderia ter causado alguma espécie de pneumonia. E, exatamente por isso, não podia tratá-la ali sem equipamentos esterilizados e sem proteção, afinal podia ser altamente contagioso. — E me diga, onde estão seus amigos? E seus pais? — O tom de voz mais amistoso tentaria passar uma informação de que eu era de confiança, tentando abrir uma brecha nas defesas da menina para ela compartilhar um pouco sobre ela conosco.

Puxando Às para um canto, de modo a só ela ouvir, assentiria com a cabeça sobre a ideia de buscar um pouco mais de informações por ali enquanto ela seguiria com a garota para a fazenda. — Acho que consigo tratá-la, mas preciso analisar melhor. De qualquer forma, evite falar muito próximo do rosto dela, está bem? Pode ser transmissível. — Diria preocupado, olhando para o céu em busca de respostas. — Irei dar uma vasculhada por aqui, nada demais. Apenas conhecer um pouco o local e rotas de fuga deverão ser o suficiente. Além disso, parece que nossa informante já sabe o bastante para nos ajudar. — Olharia então para ela, sorrindo com ternura para deixá-la confortável. — Bem, já que estou precisando de alguns equipamentos médicos, irei comprá-los no caminho, fechado? Me esperem na fazenda que não irei demorar. — E assim, olhando para a jovem, sorriria de forma mais empolgada. — E depois que comermos, posso até te levar pra nadar!! Já praticou surf com um homem-peixe? Às adorou fazer isso hoje cedo, GHYAHAHAHAHAHA!

Me despediria de minha irmã e de nossa nova amiga assim que elas fossem seguindo o caminho da fazenda. Olharia novamente para o porto, suspirando ao imaginar todas as informações que eu poderia adquirir, e como eu NÃO estragaria tudo para o que aconteceria de noite. Não chegaria tão perto assim do Porto H, afinal era plenamente possível que Maya estivesse nos arredores durante todo esse dia e, caso ela conseguisse concluir que estava sendo caçada, poderia desfazer seus planos e os nossos também. Dessa forma, de modo mais discreto possível, apenas circularia pelos arredores tentando identificar becos, vielas e ruas de saída que poderiam vir a ser úteis quando estivéssemos ali pela noite. Apesar de não ser um caçador conhecido, talvez olhos curiosos pudessem ter me visto saindo da Guilda e, portanto, poderiam atrelar minha imagem já a alguém que estivesse atrás de recompensas.

De toda forma, após uma análise aprofundada do local, partiria em direção à fazenda, mas não sem antes fazer uma pausa em alguma farmácia ou loja de artigos médicos no caminho. Relembrando da pobre garota, faria uma anotação mental enquanto observava os materiais disponíveis. — Yooo! Queria montar uma maleta médica. Me dá uma força? — Solicitando auxílio ao vendedor, iria requerer tudo o que tivesse direito: bandagens, bisturi, linhas, agulhas, álcool, medidor de pressão, estetoscópio, remédios, sedativos, soros… Tudo o que fosse possível encaixar num kit de emergência básico seria incluso no pacote. Por sorte, ainda havia algumas economias comigo, juntando com a recompensa de Largo, que serviriam para o pagamento à vista daquela transação.

Por mim, com a maleta debaixo do braço e o peito estufado pela esperança de salvar a saúde da menina, partiria em direção ao mar, meu local de nascença, para cortar as ondas até de volta para casa, um percurso que eu fazia há tempos e deveria alcançar de olhos fechados.



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PdV: 4600
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Força: 89 +80 +40 +40 = 249 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
Tipo da Arma: N/A
Qualidade: Clássica
Durabilidade: Baixa
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qua Jun 23, 2021 11:28 pm
Alvo Certo!

Decisão de um homem!





O velho estava certo, eu tinha de escolher entre enfrentar aquele inimigo ou acabar com ele, declara guerra ao inimigo com mais poder que você acarreta em morte, pagar o inimigo que pode te extrair mais dinheiro acarreta independência, eu tinha que escolher entre ser paciente e esperançoso ou ousado e pessimista.

Eu não podia mais aguardar a boa vontade dos oficiais da marinha para me ajudar com aquilo, eu não podia ser apenas um pivô nessa situação enquanto aqueles desgraçados sugavam mais e mais dos moradores. Eu arrumaria o meu chapéu, encare aquele velho homem em minha frente, daria um leve peteleco meu chapéu para posicionar o mesmo e diria com o com mas sereno e claro possível:


-- Eles vão compreender o que é "bulir" com Hollyday Rango, e quando eu acabar eles vão se arrepender de terem mexido com essa família "sor"...

Nesse momento encararia ao meu pai, na busca por aprovação da minha decisão, pois só assim eu teria certeza que ela foi a escolha mais prudente em meio a uma guerra.

Encare aquele velho homem esperando uma resposta positiva pois se negativa apenas baixaria a cabeça escutaria o seu sermão ao menos por hora, pois já se fosse realmente positiva falaria:


-- Então vamos começar a aquecer os dedos para as lições?

E nesse momento começaria a prestar atenção nas instruções do treino.



bichaelson




- Falando com animais.
- Pensamento
- Técnica
- Fala Normal

Comentários OFF:

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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qui Jun 24, 2021 7:29 pm
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Turma da
Pesada



Às e Akira
A pequena parecia um pouco fragilizada,  suas condições físicas, entregavam muito do motivo dela estar assim mas, mais do que isso era notável em seu olhar que sim, ela era uma criança que um dia conheceu o amor, suas vestes e até mesmo o modo como ela era extremamente delicada em seus traços, praticamente gritavam o fato de ela ter vivido um dia em um lar e naquele momento ela tomou para tentar se recuperar um pouco, onde seria possível a ver espremer um pouco os olhos, antes de voltar a olhar para a dupla, onde ela teria aceitado uma parcela maior ao esticar suas mãos.


Ela tomou uma nova golada de ar antes que respondesse o próprio nome - I-Iris… Eu costumava ter um sobrenome… Mas eu não lembro mais…- Era notável que ela era completamente honesta em sua resposta e era possível a ver sorrir de modo bonito, característico como só a inocência poderia permitir que fosse. Enquanto como leiga Às não poderia talvez fazer as conexões, Akira poderia entender que parte do motivo de ela ter essa confusão de não lembrar o sobrenome, tinha alguma causa médica, uma que abriu bastante o leque, ele precisaria talvez investigar mais a fundo pra dizer com certeza qual era a doença que afligia Iris, que quando ouviu que ele era médico, teria sido possível a ver  se esconder mais timidamente próxima de Às, como se fosse algo que ela fora apresentada de forma agressiva.


Confusa com o rumo da conversa, Iris decidiu acompanhar a moça, como se algo nela a tivesse permitido abrir um pouco seu coração e dar uma oportunidade de novamente ter um teto sobre a cabeça, quanto a sua resposta para Akira, era notável que ele havia conseguido a sua brechinha pela curiosidade - Surf?- Ela dizia sem entender muito sobre o que ele havia falado, em um tom genuíno de dúvida mas, um olhar curiosamente ávido para entender o que havia acontecido.

Enquanto isso, Akira em sua investigação teria denotado que o porto H tinha a nomenclatura, pois também era onde começavam a se ter os grandes Hangares de armazenamento portuário, onde seria possível ver que em alguns, eram utilizados de carroças, junto a animais grandes as puxando para o transporte em terra mas, não era o caso do Hangar correspondente a  frente do porto, seguia-se ali a vista que o único caminho que tinha para sair em terra, seria por estradinhas que ficavam pela parte de trás dos hangares que se conectavam a uma só que levaria até o centro da cidade,  o que o levou a conclusão de que seria tranquilo de se patrulhar.

Isso o levou ao seu próximo objetivo, ir comprar ferramentas médicas para montar um kit de mão, ou melhor uma bolsa médica, onde fora guiado até uma loja de entrada não muito chamativa, onde havia uma vitrine de vidro que dava visão para o interior, que tinha uma coloração mais branca, bem limpa na verdade, onde atrás de um balcão, onde haviam remédios e diversas ferramentas médicas embaladas de maneira sanitariamente correta, havia um rapaz.

- Claro patrão, xá comigo - O jovem comentou, onde separou bandagens, bisturi, linhas, agulhas alcool, um medidor de pressão, estetoscópio, alguns remédio mais gerais de uso comum. Tudo entregue em uma maletinha.

Maletinha:

- O custo total é de 1,5 milhões de berries, não cobrarei pela maletinha.- O rapaz teria dito e caso achasse justo, poderia levar consigo uma maletinha bem completa até a fazenda.


Rango

Tomado por sua decisão, apesar da vaga ideia de que haviam várias escolhas e várias abordagens, no fim havia um único caminho, seguir em frente e encarar os problemas como ele aprendeu, como ele fora formado e vendo a sua resposta, não restou muito ao velho pai, havia a ele a experiência, havia a ele o papel de tentar transmitir isso ao filho mas no fim, cada vaqueiro tem o seu jeito de laçar o boi e não havia como ele interferir, também não havia a vontade

- Cê toma cuidado pra não butar seu boi na frente das carroça, a cabeça não é só pra  usar chapér e é isso tudo que eu vou prosar procê.- Resmungou, pegando então uma das mãos e estralando a outra, onde suspirou e ergueu a mão para que o filho cedesse a ele a arma para que ele pudesse mostrar.

Do momento em que isso ocorresse, Rango poderia notar que grande parte do que o pai lhe mostraria tratariam-se de saques rápidos, onde ele demonstraria com o próprio corpo, mais do que com a voz, como não era composto aquilo apenas da velocidade das mãos mas, como a jogadinha certa de cintura, ajudava a tirar a arma mais rápido.

Além disso, um movimento teria chamado muito a atenção, algo que pareceu um soco cruzado em que ele jogou a arma e a girou em um movimento rápido, junto ao disparo, teria rompido o silêncio em um dos pedaços de feno mais alto, em uma bala curvada, algo que por si só, parecia interessante de se aprender. Ele esperou pelas perguntas do filho mas, seguiria demonstrando até que as palavras fossem invocadas, mesmo com os erros do filho, o corrigindo em sua postura usando suas mãos  ou demonstrando para que ele pudesse ver bem como se fazia.

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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Sex Jun 25, 2021 12:26 am




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Ж

Um nome diferente, mas ao mesmo tempo uma sensação de semelhança inevitável e mesmo assim totalmente diferente, olhar Íris era como observar um espelho em um primeiro momento, porém era preciso observar-lhe os trejeitos para notar que talvez enxergasse um retrato, ou uma memória de outra pessoa em uma perspectiva unicamente semelhante. - Não se preocupe… -  suspirei, afagando-lhe os cabelos com uma certa sutileza. - ...seu nome já basta pra mim. -  sorria pelo canto dos lábios, percebendo a sinceridade em sua fala. Akira também se apresentava, mas se o temperamento vívido do ruivo não era capaz de assustá-la, a menção de seu ofício a fazer recuar timidamente em minha direção. - Ei ei! O que foi Íris? Não precisa ter medo, Akira poderá te ajudar, mas somente se você quiser. Eu lhe garanto que ele não lhe fará nenhum mal! -  olhava para o tritão, claramente incomodada com a reação dela, não como um medo do rapaz, mas sim o medo de algo que havia lhe acontecido no passado, em face daquilo, optei por brincar, talvez arrancar dela algo mais positivo. - Se são os dentes, eu posso te garantir que é uma dentadura! -  sorri, antes do surf chamar-lhe a atenção.

Oh! Se interessou é? É bem divertido, mas pra isso é bom estar bem forte e disposta! -  alternava o apontar do indicador entre mim e Akira. - Como nós dois aqui! -  a segurava em meus braços e na parede da memória tinha vivido a maneira que havia sido carregada por minha mãe adotiva pela primeira vez e como aquele gesto fez-me sentir genuinamente protegida. - Não se preocupe comigo. -  sorri para o ruivo, tranquilizando-o. - Tomarei cuidado e cuidarei bem dela! -  respondi com animação, caminhando prontamente rumo a fazenda. - Íris?! -  chamava-a durante o caminho, no limite da cidade. - Está com sede? -  a caminhada seria longa e os lábios secos talvez precisassem de água boa e fresca, a qual poderia comprar se a menina assim quisesse. - Levaremos algum tempo para chegar, tente descansar um pouco. -  soaria doce com a menina em meus braços, caminhando em um bom ritmo e de certa forma, não respeitando tanto as precauções de Akira, não por negligência, mas por simplesmente não conseguir me encher de cuidados para lidar com alguém que claramente precisava de um contato genuinamente sincero e acolhedor.

Chegaria a fazenda, caminhando em direção a entrada da casa, onde procurava encontrar tanto Teodor, quanto Sophie para que eles pudessem ver-me com Íris nos braços. - Espero que não se importem de por mais um prato na mesa. -  sorria, claramente constrangida, afinal de contas apesar da convivência, sempre havia prezado por incomodar o mínimo possível para aquelas duas pessoas tão boas. - Além disso, posso usar a banheira da casa? E também vou precisar de roupas limpas, as dela estão rasgando de tão gastas. -  ri, afinal de contas, havia me hospedado num quarto pequeno de chuveiro sempre frio e minhas roupas não lhe serviriam. - Íris! -  lhe chamaria, despertando-a se necessário para apresentar-lhe aos pais de Hollyday e senão ao próprio coiote, respeitando uma certa distância lembrando das palavras de Akira. - Ele ficou na cidade para comprar mais algumas coisas, logo estará de volta. -  respondia-lhes se fosse necessário antes de ir até o banheiro.

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Dar-lhe banho não seria uma tarefa difícil, eu tinha uma irmã mais nova afinal de contas, estava habituada a pelo menos esfregar-lhe até sair a sujeira, porém se Violet tinha comigo uma relação fraterna, Íris ainda me via como uma completa estranha e por isso, tinha de ser sutil. - Vamos tirar essa roupa suja primeiro. -  ajudaria a menina a se despir, mas não antes de encher boa parte da banheira com água quente. - Íris...porque ficou com tanto medo quando Akira disse que era médico? -  a questão viria quando ela entrasse na água, ocasião na qual usaria para remover minhas botas e levantar a barra das calças para que pudesse usar da borda da banheira ou de uma cadeira para sentar-me com os pés na água, onde poderia começar a lavar a garota. - Não precisa ter medo de médicos. Um médico de verdade vive para ajudar as pessoas, não machucá-las. -  o comentário viria no momento em que removia as luvas, expondo as mãos não apenas calejadas pelos treinamentos, mas também marcas já bem tratadas de uma gravíssima queimadura, exporia a ferida a menina. - Vê?! Uma médica incrível cuidou de mim quando era mais nova, ela tratou da minha dor e me acolheu. -  sorri. - Akira também é como ela de certa forma, ele também cuidará de você e lhe acolherá se preciso for. -  comentaria antes de começar a esfregar-lhe os cabelos e as costas, limpando-a de qualquer sujeira que encontrava.

1º Chapter - Wild Hunt - Página 6 EhHS34Q

Além da higienização, procurava encontrar qualquer machucado ou marca de violência em seu corpo a fim de evitar o toque caso o local de alguma forma lhe fizesse sentir dor. - Porque você está nas ruas? -  a questionaria eventualmente, procurando saber um pouco mais da menina, entender mais sobre sua origem ou pelo menos de parte dela. - Pode confiar em mim. -  diria com doçura, esticando o mindinho em sua direção, para que pudéssemos selar uma espécie de acordo. - Pode confiar em todos nessa casa, você tem a minha palavra! -  procuraria ouvir com atenção suas respostas, antes de terminar de limpá-la e eventualmente vesti-la com roupas limpas para só assim, ir até a cozinha, pegar algumas frutas e depois ir até a varanda, onde ela pudesse ficar em um ambiente mais arejado para assim se alimentar um pouco antes do almoço e principalmente, antes de ser avaliada por Akira, se assim ela quisesse.






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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Sex Jun 25, 2021 3:03 pm

Wild Hunt
- Falas | ~ Pensamentos



Por todo o caminho, ficava pensando na condição clínica de Íris. Tosse pesada e amnésia? Era incomum serem esses sintomas associados a um único problema, me fazendo considerar que a menina possuía diversas mazelas em seu corpo, já tão fragilizado. Por sorte, Às deveria estar cuidando dela naquele exato momento, portanto teríamos tempo para fortalecer seu espírito até que ela pudesse se cuidar sozinha. Ainda com essas anotações mentais, observava todo o porto que seria palco de nossa emboscada no fim do dia, notando que diferente dos demais, havia apenas um único percurso num caminho estreito de terra. — Bom que teremos facilidade em patrulhar… — Comentava baixinho, olhando nos arredores para áreas mais elevadas, afinal se eu planejava ter a presença do Sarnento, seria um bom momento para planejar seu posicionamento estratégico.

Por fim, acabava por alcançar uma simpática loja de artigos médicos, onde o atendente se fazia útil e me entregava tudo em uma maleta preparada. — Sugooooooi! Obrigado, cara!! — Pegaria as notas em meus bolsos, contando as notas amassadas e surradas e colocando em cima do balcão enquanto demonstraria um largo sorriso. Me sentindo como um médico completo, abraçaria minha maleta como se fosse meu travesseiro quando eu teimava para acordar, correndo pela estrada de modo esperançoso pelo tratamento com a pequena Íris. — Vamos te deixar boa logo logo!! — Diria em voz alta mesmo, não aguentando muito as emoções no peito.

É claro que eu acabaria por tomar a via alternativa de seguir o caminho pelo mar. Como não sabia se iria danificar a maleta caso eu a submergisse comigo, colocaria-a acima de minha cabeça, utilizando apenas os membros inferiores para me deslocar pelas águas cristalinas de Reino Sorbet. Olhava para cima, em busca do Sol e seu brilho único, tentando me situar quanto tempo havia se passado. Mas, por ser um péssimo astrônomo, tinha que recorrer a um método infalível de descobrir as horas. — Estamos entre o café da manhã e o almoço… Ainda devemos ter tempo. — O estômago falava muito mais alto do que relógios, estrelas ou posição do Sol. Por ser tão bom de prato, eu tinha um período muito regular entre uma refeição e outra, então eu sabia com precisão a hora dos pratos principais e a hora que seriam servidos.

Esperava não demorar demais até avisar a familiar fazenda. Com a maleta ainda acima da cabeça, sendo segurada por uma das mãos, ergueria a mão livre para um aceno para qualquer um conhecido que estivesse à vista. — Tô de vooooooooolta!! O que vai ter de almoço? — Começaria a rir pela velha história de meu estômago sem fundo, mas também me preocupava com o retorno seguro de minha irmã e a nova convidada. Se acabasse me deparando com Sarnento e nosso pai, me aproximaria com a respiração pesada pela corrida. — Bença, pai! E Holly, temos um contrato pra de noite!! Você vem junto, né? — Apesar de Às ter me alertado que Holly deveria estar ocupado demais com seus aprendizados, ainda assim queria tentar incluí-lo naquela missão. — Posso te explicar os detalhes no almoço, mas agora preciso ajudar Íris. Já conheceram ela? — Acabaria nem dando muita brecha para falarem, pois como uma tempestade surgindo, eu também sumia para o interior da casa pouco tempo depois.

Com a minha triunfante chegada, abraçaria nossa mãe e Às novamente, como se tivesse sentido saudade naqueles últimos minutos. E então, me abaixaria um pouco e sorriria para a pequena Íris, esticando o punho para ela me cumprimentar com um soquinho. — E então, como está se sentindo? Às e Sophie estão cuidando bem de você? — Nisso, com a devida permissão, pegaria a menina pelas axilas e a ergueria para que se sentasse acima de algum móvel, simulando alguma espécie de maca e possibilitando também que ela ficasse um pouco mais alta para que pudesse analisá-la. — Se quiser, eu posso te ajudar, tá bem? Quero que se sinta melhor quando respirar. Você não gostaria de não perder o fôlego? — Tentaria barganhar a cooperação da mesma, acreditando que Às já tivesse amaciado isso um pouco. Deixaria que minha irmã ficasse próxima, como acompanhante para deixar minha nova paciente confortável. Dessa forma, começaria a fazer algumas perguntas pertinentes enquanto abriria minha maleta logo ao lado, puxando alguns utensílios que eu acreditava que seriam úteis. — Nada aqui vai te machucar, está bem? Eu prometo. — Meu famoso sorriso seria estampado para que a garota sentisse a confiança de minhas palavras também.

Prosseguiria com o tratamento e diagnóstico, se possível, verificando todas as possibilidades menos invasivas. Claro que existia a possibilidade de ser necessário uma cirurgia, mas tentaria evitar um procedimento dessa magnitude em decorrência da falta de recursos e do estado fragilizado de Íris. Acreditava também que com um tratamento prolongado, seria possível reverter o seu corpo de maneira natural. Durante minha análise, continuaria conversando com ela para deixá-la distraída para que não focasse demais no que eu estava fazendo. — E então, quer me falar um pouco mais sobre o que ouviu pelo porto? Queríamos saber também um pouco mais do Cartel e desse carregamento, sabe. São pessoas más e estamos tentando dar um jeito neles! — Apesar de arriscado mencionar tal coisa, afinal não sabíamos quem eram os amigos e parentes da menina, ela também poderia acabar se inspirando ao nos ver como espécies de super-heróis, podendo ter maior chance de colaboração.



  • Posts: 22
  • Ganhos:
    Cargo: Caçador de Recompensas Rank E;
    B$ 1.000.000;
    Cartazes de Serviços da Guilda (Maya e Leon, 1 milhão cada);
    Carta de Contrato para ser lido à Maya;
    Maleta com utensílios médicos:
    Conteúdo na Maleta:

    Treino para adquirir de Ambidestria
  • Perdas: B$ 1.500.000
  • Contagem Caçador: B$ 3.000.000
  • Posts Desvantagem: 2/20
  • Players/NPCs:
    Às (irmã)
    Hollyday (irmão)
    Sophie (mãe/NPC)
    Teodor (pai/NPC)
    Mizuki (Caçadora)
  • Localização: South Blue - Reino Sorbet



PdV: 4600
STA: 100

Força: 89 +80 +40 +40 = 249 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
Tipo da Arma: N/A
Qualidade: Clássica
Durabilidade: Baixa
Dano: +40 em Força/LVL
Estado: Nova

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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Dom Jun 27, 2021 4:39 pm


Turma da
Pesada



Às e Akira
Iris recuou um pouquinho, de modo a encolher os ombros ao citar o que havia a assustado, o mais lógico a adultos, seria pensar nos dentes provavelmente, eram uma característica física que poderia causar repulsa a quem tivesse sido apresentado ao preconceito mas, o que ela faria naquele momento era um gesto com a mão que imitava uma injeção, respondendo - M… Médicos machucam.- Pela sua saúde frágil era bem provável que ela tenha passado por isso muito mais do que algumas vezes até que como um caso perdido a tivessem abandonado para perecer longe de casa.

Com isso, tudo havia ficado mais claro seguir até a fazenda, - Sem problema algum, eu sempre faço bastante comida. - teria dito Sophie que poderia ser vista ali próxima da entrada da casa, era possível ouvir um barulho de panela de pressão que indicava que ela estaria fazendo a comida, onde ela sorriu, apontando o caminho para que Às usasse o banheiro maior, onde Iris teria levantado a mão para cumprimentar timidamente a moça, antes que seguissem até o banheiro, onde quando ela tirou as roupas, seria possível ver que seus braços tinham algumas pequenas marcas similar a de vacinações mais agressivas que deixavam cicatriz, além disso havia uma cicatriz leve na parte de baixo da sua barriga, como se tivesse sido necessário algum procedimento feito ali.

Apesar de já ter explicado um pouquinho, ela sozinha com Ás respirou fundo e deu alguns detalhes a mais - Minha saúde nunca foi muito forte, pra tentar fortalecer a minha saúde, como demoraram pra entender o que eu tinha, eu tive que passar por exames que machucavam muito… Acabava comigo…- Ela dizia de forma bem pausada para ir tomando fôlego onde era possível ver que com as lembranças, ela teria ficado mais acanhada e quietinha, ouvindo com muita atenção. Enquanto a limpou teria notado que apesar das cicatrizes, ela não estava muito machucada apesar de estar suja, era um sinal de que além da fome, ela não teria passado por outros mal-trato na rua.

Ela então respondeu - Eu tenho o que chamam de mal do rei do mar… Pelo que eu entendi, isso faz com que meus pulmões fiquem cada vez mais fracos… O tratamento é caro e ele só me impede de piorar mais eu… Só consigo pensar que eu fui abandonada por isso… Talvez não quisessem uma filha doente... Ela explicou novamente de maneira pausada, onde era possível ver que havia muita dor em suas palavras, uma tristeza muito grande em seu olhar que cortaria o coração de qualquer um, vociferar a sua própria história era muito difícil, especialmente pelo modo como ela se colocava como culpada da situação.

Akira chegaria, vendo que Sophie já estava cozinhando, enquanto tudo isso ocorrera onde perguntou o que teria e ela diria - Refeição pesada mas bem reforçada, feijoada, arroz, bisteca, torresmo, brócolis cozido e a minha farofa especial.- Ela teria dito aos poucos colocando as coisas na mesa, era realmente uma refeição enorme.

No entanto, Holy e Teodor não estavam ali naquele momento, provavelmente estavam ocupados e até por isso Sophie havia feito algo bem reforçado pra compensar. Então isso ocasionaria no reencontro do grupo na cozinha e com isso, Iris teria sido muito dócil ao concordar e mesmo oque tivesse fechando os olhos com frequência ou olhado para Às durante procedimentos ela havia sido muito colaborativa e até bem quietinha.

Akira notaria nos exames que de fato ela tinha o conhecido mal do rei do mar, uma doença genética pouco comum em humanos mas, que em tritões e sirenos mostrava-se mais comum que agia de maneira degenerativa em relação a qualidade respiratória e até onde o seu conhecimento médico o guiava, haviam tratamentos que impediam o quadro de avançar, sendo uma doença que tratada cedo permitia uma qualidade de vida normal a pessoa mas, o remédio era caro, pelo menos em farmácias caso não fosse criado por um farmaco que pudesse reproduzir o remédio apenas com as plantas necessárias , teria um custo de manuntenção bem alto. Além disso, Akira poderia explicar a origem do nome, de mal do rei do mar, pois devido a deficiência pulmonar, mais e mais parece que a pessoa precisa do mesmo esforço que teria para manter um corpo muito maior do que o seu de maneira que era quase incompatível com a vida… Além disso ele poderia relembrar de uma história de que se havia uma cura, ela estaria na Grand Line, para uma real melhora.

Enquanto isso ela responderia com dificuldade -A moça de preto vai esperar por um navio com um carregamento de sumos ( insumos) e suprimentos, depois da meia noite e… Rota maritima perigosa, possível perda de carga…- Ela começou a citar as coisas que ela ouviu serem conversadas, que davam uma pista do que esperar na carga, do que esperar também do estado do navio, que talvez nem chegasse.



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- Às Volkerbäll -


Ж

Não era simples conversar casualmente com a menina apesar da realidade apresentar o contrário, sua personalidade e saúde eram rapidamente percebidos como um fator relevante o suficiente para que enchesse-me de cuidados na maneira com que falava e agia com ela, tenda por finalidade a intenção de em nenhuma forma soar como uma ameaça ou alguém determinada a impor-lhe as coisas. Para estas situações, a tranquilidade e o exemplo serviriam melhor do que imposições ou simplesmente a autoridade de um adulto, mas bastavam alguns minutos de silêncio para dar-lhe algo que talvez precisasse mais, minha atenção e meu afeto. As marcas em seu corpo haviam sido notadas, porém não questionadas de imediato e conforme limpava-lhe o corpo, deixou-me plenamente atenta a fala da menina que explicava um pouco mais sobre sua saúde. - Você só se lembra de fazer exames? - Aproveitei-me de sua pausa para retomar o fôlego, a garota mal se lembrava de seu sobrenome, mas as intervenções médicas pareciam ter-lhe marcado a memória.

Mal do Rei do Mar? - repetia em um sussurro, como se tentasse inutilmente lembrar-me de tal doença em minhas lembranças, se aquilo era de fato como ele havia dito, sua condição respiratória não parecia algo capaz de infectar outras pessoas, mas ainda sim para uma jovem criança, a incapacidade de viver como as demais era terrível e de certa forma, me identificava com a dificuldade. - Nenhum pai ou mãe quer sua filha doente… - de certa forma concordava, mas virava a menina em minha direção, encarando-a. - … mas nenhum pai ou mãe de verdade abandona uma filha. - suspirava, antes de prosseguir. - Não sei as razões pelas quais você foi abandonada Íris, só sei que eu te encontrei...nós te encontramos! - sorri. - Não vamos abandoná-la! - Ao perceber sua tristeza, levei minha mão ao seu rosto, levantando-o para que pudesse observar meu sorriso de otimismo. - E vamos tirar essa cara de tristeza que eu já sinto o cheiro da comida de longe! - diria com agitação, terminando o banho da menina para então vesti-la, levando-a para perto da cozinha, percebendo que Akira já havia chegado.

Veja se não é a coisa mais linda que você já viu na vida?! - diria, quando a mostrasse para o ruivo, antes dela aceitar ser consultada pelo rapaz. - Não precisa ter medo… - diria a menina durante os exames, estendendo minha mão. - ...eu vou segurar sua mão o tempo todo, para que não se sinta com medo. - diria, acompanhando-a fielmente até o fim dos procedimentos. - Como eu queria que você estivesse aqui mãe… - pensaria em dado momento, observando Íris, especialmente nas regiões onde havia visto suas feridas, lembrando-me de sua doença eventualmente. - … talvez você pudesse ajudá-la melhor. - De certa maneira, lamentava a distância, mas logo me atentava a realidade, conversando com o ruivo sobre as condições clínicas dela. - Ela possui marcas no braço e um corte na barriga, acha que isso tem haver com o tratamento ou pode ser outra coisa? - diria, coberta de dúvidas, ajudando a menina a sentar-se na mesa. - E essa doença, o que sabe dela? - sentar-me-ia logo depois da pergunta e se já houvesse comida na mesa, montaria um bom prato para Íris, que naquele momento voltava a falar sobre o porto.

As informações foram inesperadas, mas diante de seu esforço e das informações citadas, eu a interromperia. - Ok, tenha calma. - colocaria o prato na frente dela, comigo sentada ao seu lado. - Se lembrar de mais alguma coisa, diga após se alimentar. - olharia para Akira, como se tivesse gostado do que havia ouvido, pegando um pedaço de comida para beliscar a fim de tirar dela qualquer receio em provar da comida. - Insumos e Suprimentos...algum lugar da ilha será abastecido, será que vale a pena repensarmos a emboscada? Estava tão certa de que poderíamos agir tudo no porto, mas com essas informações...saber o local onde essas coisas serão armazenadas é bom para todos, para nós e mesmo para Tom que poderá agir em seguida. - comentaria de forma superficial, antes de questionar o ruivo sobre o que ele havia descoberto. Não comeria muito de imediato, naquele instante, interessava-me mais manter o máximo de comida possível para que Íris pudesse se alimentar com fartura. - Está boa a comida? - diria sorrindo.






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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Dom Jun 27, 2021 9:12 pm

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E foi aí que tudo começou… Com o cheiro daquela farofa, daquela suculenta e irresistível farofa. Por ser um tritão, era de se imaginar que tinha preferência por alimentos ensopados e com grandes quantias de água, mas confessava que a farofa de Sophie era algo que me fazia perder a noção de realidade. Acompanhado ainda de uma feijoada fresca? Era motivo para festa! Quase babando de animação, me aproximaria e daria um forte abraço e um beijo na bochecha de nossa mãe, agradecendo pela incrível ideia de almoço. — Como eu poderei sobreviver na Grand Line sem você, mãe? Acho que terei que arrastar você e o pai juntos, GHYAHAHAHAHA! — Entretanto, um assunto um pouco mais urgente do que minha fome chamava minha atenção.

Íris estava praticamente irreconhecível com um banho tomado e com as roupas antigas de Às. Com um sorriso, tentava animá-la um pouco mais, entretanto seu olhar de receio quanto a mim ainda era notável. Não podia culpá-la, afinal. Médicos haviam sido um trauma para a menina durante toda sua vida e tritões eram um trauma para a maioria das pessoas durante toda a história da humanidade. Ainda assim, tentava me mostrar simpático e, com a ajuda de Às, esperava alcançar na menina um pouco de sua confiança. — Você está incrível!! Por que não damos uma olhadinha em como você está, huh? Prometo não fazer nada demais. — Esticaria a mão para que ela me concedesse permissão, levando-a até o móvel da sala para colocá-la em cima.

Ouviria o que Às tinha a dizer enquanto imaginava as possibilidades. Com alguns pedidos para que ela tossisse enquanto eu ouviria seu pulmão com o estetoscópio, ou até mesmo analisasse sua garganta, acabaria concluindo algo que havia desconsiderado diante da improvável possibilidade, o que surpreendia quando acabava concluindo o tal fato. — É bem possível que estivessem tentando descobrir a origem de tudo… Mas isso aqui parece ter sido trabalho de amador. — Apontaria para as marcas de agulha, que eu sinceramente esperava que fossem apenas para fins medicamentosos… — E como posso dizer… Nossos corpos trabalham num ritmo para sustentar apenas o necessário, correto? Meu coração não vai trabalhar tanto quanto de um terrível gigante de Elbaf! Afinal, é esforço desnecessário, né? — Tentaria dizer de forma mais ditática possível, sem alarmar mais do que o necessário também. — Digamos que o corpo de Íris exige mais do que seus pulmões produzem. É algo mais comum para gente como eu, afinal nem todos se adaptam tão bem ao ambiente terrestre assim, mas não é impossível que aconteça com humanos também. — Diria, olhando para ela de forma pensativa.

Acabaria por pegar alguns dos medicamentos que eu havia adquirido e, buscando alguns bronco aspiradores, imaginaria que poderia aliviar a situação dela ao menos temporariamente. Para aliviar seu medo, acabaria brincando com a seringa ou com o aplicador do remédio, fazendo algumas músicas engraçadas e movimentos esquisitos, distraindo-a do real tratamento. — Sabe, existe um lugar no mundo que a medicina é tão avançada que eles possuem um tratamento disso! Então não vamos perder as esperanças. — Ainda brincando, tentava distrair a menina com os meus movimentos de mãos e com minha cantoria para que, no instante em que fosse aplicado o remédio, ela sequer processasse a informação.

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Por fim, sorria para ela e ergueria o punho, esperando um soquinho de cumprimento. — E agora é a melhor hora do dia!!! Tenho certeza que terá um pouco mais de fôlego para comer que nem a gente! — Bagunçava seus cabelos da mesma forma que eu fazia com Às, para então correr até a mesa e já tomar meu lugar preferido. Ali, caso a refeição estivesse pronta para ser servida, começaria a devorar como de costume, até olhar para a pequena e interromper minha gula. Provavelmente ela não estaria tão acostumada com a fartura que havíamos por ali e, diante de sua timidez, era possível que ela se acanhasse para tomar iniciativa. Entretanto, Volker acabava por ser como uma irmã mais velha e cuidava dela com toda a delicadeza do mundo — coisa que era rara de ser visto.

E buscando ser útil, Íris acabava por revelar mais algumas informações, no qual eu tentaria incluir com as que eu tinha conhecimento. — Então será depois da meia-noite? Ao menos não precisaremos ir ao anoitecer e ficar esperando tanto tempo. — Concluía, apesar de ser prudente irmos com antecedência caso houvesse alguma mudança de planos. — Além do mais, devemos encontrá-los em terra… E só existe um caminho para que possam seguir. Acho que temos boas chances! Graças à você, Íris-chan! — Sorria com a boca cheia, ainda apreciando a refinada culinária de nossa mãe.



  • Posts: 23
  • Ganhos:
    Cargo: Caçador de Recompensas Rank E;
    B$ 1.000.000;
    Cartazes de Serviços da Guilda (Maya e Leon, 1 milhão cada);
    Carta de Contrato para ser lido à Maya;
    Maleta com utensílios médicos:
    Conteúdo na Maleta:

    Treino para adquirir de Ambidestria
  • Perdas: B$ 1.500.000
  • Contagem Caçador: B$ 3.000.000
  • Posts Desvantagem: 0/20
  • Players/NPCs:
    Às (irmã)
    Hollyday (irmão)
    Sophie (mãe/NPC)
    Teodor (pai/NPC)
    Mizuki (Caçadora)
    Íris (Órfã)
  • Localização: South Blue - Reino Sorbet



PdV: 4600
STA: 100

Força: 89 +80 +40 +40 = 249 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
Tipo da Arma: N/A
Qualidade: Clássica
Durabilidade: Baixa
Dano: +40 em Força/LVL
Estado: Nova


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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Dom Jun 27, 2021 10:37 pm


Turma da
Pesada



Às e Akira
Referente a pergunta, de só lembrar de fazer exames, ela teria dado uma pausa, explicando - Me explicaram que eram exames, mesmo quando eu dormia e acordava com dor…- Ela explicou e em sua inocência, mesmo o procedimento cirúrgico de um provável transplante ou similar para ela não havia sido mais do que um exame, notava-se na pureza de que ela não saberia explicar muito além daquilo mas, o que realmente pareceu devolver o brilho de seu olhar foi ter ouvido que não mais seria abandonada aquilo lhe permitiu ficar muito mais tranquila, muito mais feliz.

Era possível ver o seu sorriso pela primeira vez tão intenso, tão vívido que pareceu até outra criança, isso a ajudou a encarar muito melhor os exames e também o que havia sido dito até porque, ela já ouviu mais vezes que não tinha muita esperança, o que Akira trouxe na verdade foi até mesmo inesperado por ela.

Sophie enquanto isso, teria respondido a Akira frente ao que ele disse - Você vai ficar bem, comida boa não vai faltar, pelo menos não enquanto a loba estiver junto de vocês- Ela sorriu, terminando de ajeitar a mesa, possibilitando que todos pudessem comer, era notável que ela havia ajudado a montar um prato bem reforçado para Iris, que pareceu ter bastante apetite mesmo frente a um prato enorme, onde destacou-se que pela emoção de comer algo tão bom, lágrimas saiam sem que ela percebesse a cada colherada. Ela até demorou um tempinho até que falasse após engolir - Esta maravilhoso!- Era possível ver que apesar de mais adoentada, ela tinha traços de uma criança que poderia sim, se não fosse abandonada ter perspectiva de melhorar, até mesmo em alguns momentos ela demonstrou mais lucidez e se mostrou bem espertinha, algo que poderia no futuro se mostrar ainda mais.
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Yami
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Seg Jun 28, 2021 1:05 am

Wild Hunt
- Falas | ~ Pensamentos



Confessava que era doloroso imaginar tudo aquilo que havia acontecido com Íris durante aquela vida. Era tão nova, mas ao mesmo tempo já havia sofrido tanto… E provavelmente sofreria muito mais até que tivesse um fim trágico em algum beco do Reino Sorbet. Era repugnante imaginar o tipo de pessoa que havia feito tudo aquilo com uma pobre e doce garota. Após os exames, sorriria para a menina para parabenizá-la por enfrentar seus medos. — Viu? Já acabou! Você foi incrível!! — Minhas conclusões, entretanto, ainda eram preocupantes, fazendo com que eu me sentasse na mesa com pensamentos a mil.

A refeição, no entanto, era incrível como sempre. Sophie havia se superado e era exatamente aquilo que estávamos precisando agora. E quando digo “aquilo”, me referia também ao farto sorriso de Íris, que assim como eu havia entendido o quão próximo do divino eram os pratos de nossa mãe. — Viu?! Eu te disse!! — Dizia salpicando farofa para fora dos lábios, afinal havia acabado de encher a boca com ela pura. Para passar o seco na garganta, acabava por me entupir de líquidos, o que deveria acarretar em um pouco de soluço. — E já que *hic* comeu tudo, o Akira-aniki aqui *hic* vai fazer uns estudos para ajudar esse *hic* pulmãozinho aí! — Me levantaria da mesa e, para o espanto de todos, sem repetir a refeição, indo em direção aos aposentos de Sophie para pedir seu auxílio. No caminho, bagunçaria os cabelos de Às e de Íris, deixando-as mais à vontade por ali.

Quando encontrasse novamente minha mãe, bateria na porta para pedir a licença devida. — Ela vai precisar de um tratamento meio complexo… Acho que consigo reduzir os custos se eu mesmo produzir os medicamentos. Pode me ajudar nisso? — Sophie tinha conhecimentos muito além do que imaginávamos. Quando alguém passou fome, ela preparou obras de arte em forma de refeições. Quando alguém estava ferido, ela simplesmente o tocava e todos os males iam embora. Aprendi a jamais subestimar sua inteligência e tudo o que ela havia para nos ensinar. Se me fosse sugerido livros, faria uma expressão deprimida, com beiço e tudo. — Não pode meeeeeeeeesmo me ajudar, mãe? Sabe que fico entediado com os livros… — Sorriria meio sem jeito.

Não era segredo nenhum que tinha uma extrema dificuldade com livros. Tudo o que eu havia aprendido havia sido com aulas práticas, com conhecimentos transmitidos de pessoas pacientes e inteligentes que haviam absorvido tudo o que podiam e conseguiam transmitir como podiam. Claro que vez ou outra eu precisava complementar o conhecimento e me atualizar, mas aprender do zero? Era exigir demais que eu conseguisse absorver isso de um livro. Eu precisava do contato, da experiência compartilhada, do calor de segurar a mão de alguém ou de escutar sua voz para verdadeiramente compreender um novo assunto.

Ainda que Sophie não tivesse o tempo ou conhecimento necessário para tal aula, não desistiria de minha determinação. Agradecido, pegaria a maleta e percorreria a sala, bagunçando os cabelos de minha irmã novamente. — Vou dar uma volta pra aprender umas coisas. íris aqui vai precisar do melhor do melhor!! — Sorrindo, deixaria subentendido de que minha partida seria em decorrência de adquirir novo aprendizado para cuidar dela. E, assim, partiria para a loja onde eu havia adquirido os artigos médicos, esperando encontrar presente ali o rapaz que havia me atendido antes. Com o mesmo sorriso amistoso em minha face, iria propor aquela troca de aprendizados, mantendo em mente tudo o que eu sabia sobre o Mal do Rei do Mar e uma maneira direta para tratá-lo sem que fosse necessário ser muito invasivo ou acabar tendo um custoso tratamento.



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Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.


Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.


Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
Tipo da Arma: N/A
Qualidade: Clássica
Durabilidade: Baixa
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Maleta Médica
Kit de Bandagens: Contém 30 bandagens para tratamento de feridos e 10 talas junto deles para caso haja necessidade.  
Bisturi: Extremamente afiado e fino, feito para uso cirúrgico.
Kit de Agulha Esterilizada: 10 agulhas pré-esterilizadas para facilitar tratamentos rápidos, são vendidas num pacote lacrado e com envolcrus as separando...  
Usos: 10 usos.
Álcool: Uma garrafa de 2l de álcool para fins diversos.
Usos: 20 usos.
Estetoscópio: Um instrumento usado por médicos para ouvir as batidas do coração entre outros barulhos internos.
Medidor de Pressão: Um medidor de pressão arterial para fins médicos.
Remédios: Remédios de uso comum,  antigripal, antiinflamatório, remédio para tosse e Soro fisiológico.
Usos: 5 usos. (um uso para cada um)
Espaço no inventário: 0.5 por unidade.
Sedativos: Aqui se encontram sedativos, como morfina e afins. Especifique qual o sedativo na hora da compra. (Morfina)
Usos: 5 usos


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Às
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Seg Jun 28, 2021 4:17 pm




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- Às Volkerbäll -


Ж

A avaliação clínica de Akira parecia confirmar as palavras de Ísis, sua condição clínica inspirava cuidados e num primeiro momento, a suposta ausência de cura era rechaçada pelo tritão, dando a garota algo que ela havia perdido a um bom tempo, a esperança de uma recuperação. - Compreendo… -  apesar do entendimento, havia me coberto de preocupação e reclamações também, ao ouvir a resposta em relação às marcas no corpo dela. - Amador você está sendo gentil… -  cuspia as palavras com certo cinismo, talvez o ruivo não gostasse de também imaginar um médico agindo de forma tão insensível. - Verei o que posso fazer para ajudá-la. -  respondia, observando na garota o brilho em seu olhar enquanto pensava nas palavras do ruivo, sobre o local onde o tratamento poderia ser encontrado. - Eu sei de que lugar você está falando… -  o comentário de certa maneira me fez sorrir, junto a brincadeira do rapaz.

A refeição não demorou a ficar pronta e com pratos na mesa e ajuda de Sophie, dávamos à menina o direito da primeira garfada, algo que normalmente era bem disputado naquele horário. - Ainda sim precisaremos chegar com antecedência. -  comentava com o ruivo, enquanto Íris se deliciava com o almoço. - Não sabemos exatamente se haverão mais pessoas envolvidas e por se tratar de uma recepção de carga, entende-se que haverá no mínimo um grupo responsável por entregá-la e eventualmente guardá-la. -  explicava-lhe, levando a mão ao queixo enquanto a outra se mantinha apoiada por detrás da cadeira onde Íris estava. - Pensei em solicitar pelo menos o apoio de Tom, mas dado o que ele comentou mais cedo, tenho receio de que sua autoridade não seja ampla o suficiente para agir tão rapidamente. Se formos lidar, provavelmente teremos de enfrentar um combate claramente desfavorável. -  sorria com o canto do rosto, evidenciando que o desfavorável cabia muito bem ao meu gosto.

Você pode repetir se quiser! -  diria a Íris, caso seu prato se encontrasse limpo. - Eu não estou com tanta fome hoje. -  brincava, levando eventualmente um pedaço ou outro de comida à boca, aproveitando bem menos do que poderia com receio de limpar aquela mesa tão rápido ao ponto de inibir a menina de se alimentar propriamente. Akira saia da mesa não muito tempo depois, após almoçar também, brincando conosco e arrancando de mim um olhar de relativo orgulho. - Parece que ele não vai desistir tão cedo de ajudar você. -  diria para Íris em um sussurro. - Se estiver com sono, pode dormir no meu quarto. -  falaria quando a menina se desse por satisfeita da refeição, conduzindo-a até meu quarto e a colocando na cama para que pudesse descansar um pouco se assim ela quisesse, do contrário a carregaria pela casa, caminhando até o encontro de Sophie. - Onde está Akira? -  a questionaria, seguindo o ruivo até a cidade com Íris a tiracolo, se a menina quisesse vir. - Espero que não se importe com boa companhia… -  diria, antes de explicar minhas intenções.   - Vou com Íris até a guilda, tem algo que eu gostaria de ver por lá antes de lidarmos com o porto. -  explicaria, indo em direção ao local assim que chegássemos na cidade.

Olá Mizuki! -  comentaria, assim que chegasse no balcão, colocando Íris em um banco. - Preciso de uma informação, na realidade está mais para uma ajuda. -  sorria. - Quem aqui poderia me ensinar um pouco de briga de rua? -  reta e direta, faria o questionamento na expectativa de uma resposta igualmente simples. Procuraria a pessoa sugerida por Mizuki e explicar brevemente o meu interesse, se é que fosse necessário explicar qual as mil razões que me faziam querer aprender a trocar alguns socos. Fato era que, enquanto estivesse na guilda, me dedicaria a dominar ou pelo menos entender os conceitos mais básicos daquilo, afinal de contas até mesmo no ambiente caótico de uma luta de bar, deveria haver algum sentido ou pelo menos um caminho que levasse a eficiência.






Histórico:





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