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1º Chapter - Wild Hunt Seg Maio 10, 2021 9:56 pm
Relembrando a primeira mensagem :

1º Chapter - Wild Hunt

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Às Volkerbäll . A qual não possui narrador definido.

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Às
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qua Maio 26, 2021 4:29 pm




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- Às Volkerbäll -


Ж

Provocações de ambas as partes não levariam a lugar algum, não era o melhor momento para uma briga, mas o que importava tal fato se fosse preciso lutar? As respostas pareciam apenas acirrar-me os nervos à medida que Rango parecia cada vez mais pressionado a falar o que sabia. - Mas que merda Rango… - a resposta imediata era quase como um lamento profundo, uma indignação desmedida misturada a um suspiro de incômodo. Sabia que era preciso recuar, mas nem por isso me colocaria de forma tão enfática em tal posição, firme havia permanecido, observando o desenrolar da situação com o punho a cerrar-se em raiva. - Eles são bandidos Akira, contar ou não contar é irrelevante para a situação… - as palavras eram duras, mas sinceras. Ao criar a dívida, Rango colocava um alvo em nossas cabeças, mas a omissão talvez funcionasse ao coiote como uma forma de não enxergar as coisas daquela maneira, como se a realidade sumisse com a omissão do fato.

A linha e agulha pareciam ter se tornado coadjuvantes na dor e na fúria, não poderia encontrar um culpado, as circunstâncias que o levaram a cometer tal besteira eram compreensível e muito provavelmente a única opção que lhe restava, mas colocar-se naquilo sem nos comunicar a respeito era sem sombra de dúvidas muita ingenuidade de sua parte. - E eles prontamente ofereceram a quantidade que você precisava, de novo e de novo… - complementava as palavras de Rango, mantendo meu olhar fixo em seus olhos enquanto movia a face em negação. - Vinte e “oito” milhões! - chamava-lhe a atenção antes de apontar para Largo. - Eles não puderam levá-lo, então deixaram conosco e consideraram isso como um empréstimo, aumentando mais sua dívida. Mas os outros dois somados chegam a sete milhões, o que deve reduzir o valor para vinte e um milhões, o que no atual cenário continua horrível pelo simples fato de que essa dívida, meu amigo, não vai se resolver tão rapidamente! - um novo gole na bebida e ouvia o que Akira tinha a dizer, respondendo-lhe prontamente. - Vim até aqui procurando pelo pai de Rango com o intuito de tornar-me uma caçadora, eu iria conversar com ele sobre contratos durante a noite. - respondia o ruivo.

A agitação no local ganhava ares mais suaves com a presença de mais marinheiros, sendo um destes um conhecido de Rango que gentilmente nos recepcionava. - É um prazer conhecê-lo, me chamo Às. - mantinha a educação, mas era sutil e simples no cumprimento, um sobrenome poderia causar muitas perguntas e não gostaria de chamar demais a atenção de qualquer pessoa ligada ao Governo Mundial, ainda que pudessem ter um bom coração. - Se puder fazer isso seria ótimo, você parece conhecer Rango muito bem! Sabe onde vivemos? Poderia levar o dinheiro até lá se pudesse. - lançava uma sugestão pertinente, levantando-me de onde estava para levar a garrafa de rum até o coiote. - Não me lembro de vê-lo beber… - lhe entregaria a garrafa. - ...é desfeita recusar. - não aceitaria um não e muito menos daria bola para sua negativa, caso ocorresse. Procuraria novamente um local para me sentar, desta vez próxima do mink, enquanto Akira deixava-se levar por suas palavras.

Akira! - sinalizava para que ele diminuísse o ritmo. - Sabe que pisou na bola né? - diria a Rango, levando a mão até a ferida tratada. - Eu não pretendo ficar te dando lição de moral porque acho que faria o mesmo na sua situação, mas quero que saiba que essa ação pode provocar consequências além do seu controle. Coisas que poderiam e podem nos envolver única e exclusivamente por estarmos ligados a você. O que está me irritando agora não é você ter escondido isso de nós… - olhava para o ruivo. - ...o que me irrita é saber que não posso afundar a cara daquele lobo desgraçado no chão porque isso pode gerar uma retaliação contra seus pais ou mesmo você e Akira. - mantinha um olhar firme, mas logo suavizaria meu semblante. - Mas ele tem razão, agora mais do que nunca faz sentido estarmos juntos, você não precisa carregar essa responsabilidade sozinho, nos tornamos caçadores talvez seja uma jogada inteligente, mas vamos precisar falar melhor disso depois. - me levantaria, caminhando até Akira. - Pelo menos já terão alguém que saiba comandar um navio. - sorriria de forma sutil.

Se o marinheiro concordasse em levar a recompensa até a fazenda, acenaria em sinal de agradecimento e junto dos outros dois retornaria, passando para novamente me despedir de meus conhecidos e fosse preciso, comprar mais algumas coisas para o jantar.








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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qui Maio 27, 2021 7:09 pm
Um problema a mais!

Um pedido em meio a confusão!





Foi tomando um esporro dos meus irmãos que compreendi o quão aquele problema seria difícil de lidar, enquanto Akira me segurava em agredir a verba aumente com a força de um caminhão, Às me confrontava e dava para mim a lição mais importante daquele dia, eu não era uma ilha de um homem só. Eu podia dizer que estava muito emocionado e choraria, mas não seria verdade, eu estava emocionado l, eu estava feliz e acima de tudo eu estava aliviado, lágrimas não eram sairia de mim naquele momento.

Eu estava prestes a falar quando foi interrompido por uma presença familiar, eu me recordava muito pouco daquele homem mas ainda me recordava dele conversando com meu pai, eles riam por horas a fio falando sobre aventuras a qual eu jamais pude presenciar do meu velho, até mesmo mostrar um cicatrizes um para o outro enquanto riam falando sobre como conseguiram as mesmas, e por isso quando o reconheci um suspiro de alívio foi o que eu dei. Ele nos ofereceu ajuda para se recompor e consequentemente também resolver questões burocráticas sobre o procurado que nós tínhamos abatido. Campeonato acenei com a cabeça em positivo olhando para os meus irmãos e sequência apenas para tranquilizar eles sobre quem era aquele homem, meu olhar era claro, dizia que ele era seguro.

E foi me levantando depois de ter sido chacoalhado, batido, explodido e rechaçado, que me dei ao trabalho de falar as primeiras palavras que não eram uma grande bomba de informação para os presentes ali:


-- Eu lembro de "ocê", costumava visitar o "Velho Ranzinza" né? "Grádicido" pela ajuda mas acho que vamos precisar de bem mais que só uma mãozinha.

Olharia para os seus irmãos mais uma vez inventaria se apoiarem Akira no ombro, logo então daria sinal de consentimento com a cabeça para os meus irmãos para que eles compreendessem que eu conhecia ele mesmo. Aproveitando o gancho do que fosse falado colocaria uma exigência em e-mail a toda ajuda proposta:

-- Acho que vamos precisar que você também de uma mãozinha pra "nois tudo" aqui, "vamo" precisar de um belo de uns curativo...

Sempre confiei nas capacidades médicas do meu irmão, mas não só eu como ele precisávamos de ajuda para se recuperar ali um pouco, a exigência era simples mas complementar.

Mas após tudo que se passasse ali presumindo que poderíamos partir antes de pegar a recompensa ou esperar que ela chegasse em nossa casa, era chegada a hora de falar algo para os meus irmãos. .

Eu devia muito dinheiro aqueles homens, eu tinha muitos problemas para resolver contra aquele Cartel criminoso, mas eu já estava cansado eles fazer o que bem entender ele naquela merda de cidade.


Respirei mais uma vez profundamente e pararia no meio do caminho esperando que os meus irmãos olhassem para trás ou pelo menos um deles apenas para deixar claro agora com olhar determinado qual era a minha próxima decisão.

Depois tudo que Às falou, tudo que a Akira falou, não me restava mais dúvidas o Cartel tinha que acabar e minhas palavras foram tão retas e tão decididas quanto uma bala atingindo o inimigo no pescoço:


-- Eu decidi meus irmãos vamos acabar com o Cartel.


bichaelson




- Falando com animais.
- Pensamento
- Técnica
- Fala Normal

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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Sex Maio 28, 2021 6:05 pm

Wild Hunt


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Reino de Sorbet – South Blue
14:00h
Dia fresco com céu azul, 23 °C


Todos

Os irmãos eram sinceros uns com os outros, Hollyday se explicava por tudo, a conversa virava um grande turbilhão de sentimentos, porem todos ali sabiam que aquilo era importante, ter segredos uns dos outros não levaria eles a lugar nenhum.

O coiote apenas escuta seus irmãos calado, sabia que havia errado e não queria inventar desculpas esfarrapadas para eles, então humildemente escutava tudo até o fim, quando os marinheiros finalmente chegavam Hollyday ficava bem aliviado.

— Chchchchchchchch fico feliz que se lembre de mim rapaz, e não se preocupe antes de vocês deixarem essa área meus médicos cuidam de vocês.

Akira e Ás se apresentavam para o bigodudo marinheiro amigo do velhote Rango, muito simpático ele se oferecia para ajudar eles levando o corpo depois levando a recompensa para eles na fazenda.

Ele olhava para o ruivo quando ele comentava que Largo era gente boa

— Chchchchchchch vejo que tem um bom coração rapaz, mas nunca se esqueça, um pirata mesmo que “bonzinho” ainda é um pirata, a maioria não tem honra ou não fazem atrocidades....

Akira ficava muito animado com a ideia deles virarem caçadores de recompensa, os irmãos caçando vagabundos por ai seria muito legal em sua concepção.

Ás ainda ficava meio receosa com as pessoas do governo, porém o velho não parecia ser uma pessoa de má índole, ela concorda com o pedido, porém um den den mushi em seu bolso começa a tocar e ele pede um segundo, após um tempinho ele volta e diz:

— Certo, O velho Rango me disse que era para eu pegar a documentação de vocês! Então preciso que me entreguem para que eu possa levar o corpo e contabilizar em suas contas de caçadores, se decidirem realmente continuar na carreira é claro.

Os médicos depois de toda a conversa finalmente terminavam os tratamentos básicos nos três, o que ajudava porem a dor ainda continuaria com o tempo, mas provavelmente com algum descanso e dias tudo ficaria normal novamente.

O corpo apagado de Largo era colocado em uma carroça que era praticamente uma cela de prisão, o marinheiro antes de deixar a área virava para eles e dizia:

— Bem pode deixar o grandão aqui comigo, levarei o dinheiro amanhã em sua fazenda, é uma ótima desculpa para rever um velho amigo afinal Chchchchchchchchch.

Ele saia acenando de costas enquanto levava o pirata que agora provavelmente não teria que lutar novamente nem tão cedo.

Os três rapidamente passavam em um mercado apenas para comprar o suficiente para uma pequena festa no jantar de hoje, mesmo que ainda fosse um pouco cedo estavam todos mortos de cansados depois de toda a luta.

Hollyday ficava calado o que era estranho, mas no meio do caminho em direção a fazenda ele soltava algo determinado de sua boca, falas que provavelmente poderiam relembrar um gosto amargo por arrependimento, mas ele sentia no fundo que era o certo a se fazer, eles derrotariam o cartel!

Finalmente na entrada da fazenda Rango todos se sentiam cansados e fracos por finalmente chegarem em seu lar, e quando entravam na casa a sua mãe que estava por perto viu os três todos arrebentados.

— AI MEU DEUS OCES TÃO MACHUCADO DEMAIS!

Ela não sabia quem olhar primeiro, e ficava andando de um lado para o outro meio desesperada com tudo, o patriarca logo chegava também e dizia um pouco preocupado:

— Oces estão bem machucados que eu esperava, a luta foi assim tão dificil? Como estão se sentindo? Cof cof cof

Ele se apoiava levemente na mesa, provavelmente tinha ficado um pouco tonto com toda a agitação, eram muitas perguntas e todos eram bombardeados por elas, até mesmo o cachorro da roça dizia a Hollyday.


1º Chapter - Wild Hunt - Página 4 50534947fbed2d75d91ec8663a89471e


— Cara oce ta um caco ein, quer uma lambida pra ajudar com essas firida?


OFF:
Qualquer coisa me chama no Discord ou me manda MP XD
Discord: Ex-panda#8692

Histórico:
Post: 8
Perdas:

Ganhos:

Considerações:
Todos foram devidamente tratados

Hollyday: 8 posts para recuperação completa
Akira: 7 posts para a recuperação completa
Ás: 8 posts para a recuperação completa


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Às
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Sab Maio 29, 2021 12:18 am




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- Às Volkerbäll -


Ж

A presença do marinheiro não era um real problema, sua persona agradável era como relembrar um bom conselho materno, de que nem sempre uma pessoa reflete a instituição a qual pertence e vice versa. Poderia ter meus receios, mas não poderia abrir mão da boa convivência baseada em vivências do passado. - Obrigada pela ajuda. -  suavizei meu tom, removendo a mão da ferida por algum tempo à medida que não apenas nossa conversa com o marinheiro, mas com Rango se desenrolava. O coiote, por sinal, parecia aceitar bem a ‘bronca’, ouvindo o que tínhamos a falar sobre sua “culpa” na omissão dos fatos. - Não há princípios nesse trabalho. -  complementava as palavras do marinheiro, observando Akira com o canto de olhar, antes de sussurrar para o ruivo. - Na teoria é claro! -  era uma linha tênue, o quanto um procurado de fato merecia a prisão? O quanto poderíamos influenciar? Vale a pena caçar sem abandonar alguns princípios? Dúvidas que somente viriam com a experiência, perguntas demais para serem respondidas tão cedo.

O Den Den Mushi tocava e após algumas poucas palavras o marinheiro retornava, após conversar com Rango. - Não tenho minha documentação aqui e mesmo que a tivesse, acho que ela estaria um pouco molhada agora. -  brincava, respondendo com descontração, mas apontando para os marinheiros que haviam viajado comigo. - Mas você pode encontrar uma cópia dos meus dados no diário de bordo deles, sei que pode não ser o ideal, mas como firmei um acordo, acho que as informações lá contidas serão suficientes. Eu vim com o intuito de conversar com o Senhor Rango a respeito de tornar-me uma caçadora. -  respondia-o com sinceridade e se preciso fosse, haveria testemunhas suficientes para confirmar meu discurso. - Meus documentos estão na fazenda. -  diria, caso questionada sobre onde eles estavam.

Os médicos da marinha então passaram a tratar de nossos ferimentos, no meu caso, apenas complementando o bom trabalho já feito por Akira à medida que o corpo de Largo era colocado em uma cela. - Então amanhã lhe entregarei meus documentos, caso ainda for necessário. -  diria ao marinheiro antes dele partir, seguindo junto do tritão e do Mink após os procedimentos médicos se encerrarem, até um mercado e depois para a fazenda. O silêncio de Hollyday era talvez o fato mais estranho no caminho de volta, uma situação tão estranha que por muito pouco não passei a imaginar o que se passava em sua cabeça. - Ora ora… parece que decidiu falar algo interessante! -  quando o silêncio se rompeu, fora para ouvir uma decisão correta. - A dívida não vai se encerrar e ainda que consigamos pagá-la, com a nossa ausência, nada impede que eles passem a nos extorquir baseado-se em ameaça contra seu pais. -  dizia com um suspiro, ajeitando a jaqueta pendurada em um de meus ombros. - Bom, visto que chegamos a um denominador comum, resta saber com quem estamos exatamente nos metendo! -  um largo sorriso de animação brotava em minha face, bem diferente do ar contido de antes, havia um desafio naquilo que me agradava demais.

Apesar da animação, a caminhada de volta era penosa, despertando o nosso cansaço, que somente se encerrava ao entrar na velha casa. - Esses dois sim! -  brincava, respondendo a senhora Rango, apontando para Hollday e Akira, expondo uma face levemente zombeteira antes de sentir uma leve pontada de dor ao rir de forma mais abrupta. - A luta em si não foi difícil, poderia ter lutado da maneira que sempre me foi ensinada, mas preferi uma abordagem diferente. Acho que o problema foi terem explodido uma bomba no porto mesmo. -  coçava a cabeça, respondendo ao patriarca daquela casa antes de ouvir a barriga roncar de fome. - Com fome, mas acho que isso não chega a ser uma novidade. -  ouvia seus tossidos. - E aparentemente melhor que você velhote. Sente-se um pouco! -  moveria-me, buscando uma cadeira para que ele se sentasse. - Haverá uma festa hoje de qualquer forma, mas tendo em vista que decisões foram tomadas no porto, acho que vamos ter de ter nossa conversa junto de Hollyday e Akira. - olharia para ambos. -  Vamos todos nos tornar caçadores!

Buscaria um local para me sentar também, deixando para Hollyday falar sobre a derrubada do Cartel, caso ele quisesse. Procuraria algo na mesa para comer e após todos falarem, puxaria assunto com o velho mais uma vez. - Minha avó me mandou aqui porque confiava no Senhor, agora eu preciso que fale sobre como funciona essa vida de caçador, contratos, grupos, tudo o que precisarmos saber sobre o assunto.








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Yami
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Sab Maio 29, 2021 1:01 am

Wild Hunt
- Falas | ~ Pensamentos



Os tratamentos que poderiam ser feitos a mim não eram tão invasivos quanto eram para Holly e Às. As dores em meu corpo sumiriam com o tempo, assim como uma ressaca, sendo necessário repouso. Olhava para o vazio, meio transtornado, com um sentimento angustiante de que meus irmãos não mereciam sofrer tanto assim. Se possível, eu sempre tomaria todas as dores deles para mim, pois uma das feridas mais impiedosas que eu poderia sentir seria vê-los machucados novamente. Ainda assim, sabia que o mundo em que vivíamos exigiam provações constantes, então era meu dever como um médico tornar àquela realidade algo agradável para se viver.

A determinação que acendia em meu peito era tão intensa quanto meus sorrisos. Olhava para o marinheiro, que elogiava tal modo inspirador, mas ele ainda enxergava as coisas muito pretas e brancas. — Não se preocupe comigo, Sr. Bigodes. Um dia, ainda farei uma festa tão grande que as pessoas vão esquecer sobre Marinha, pirataria, governo ou revolução!! É só esperar que o seu convite vai chegar também! GHYAHAHAHAHAHA! — O sorriso intenso e radiante era, mais uma vez, exposto, assim como os meus intensos sentimentos que nunca haviam sido reprimidos por quem quer que fosse.

Referente aos documentos, eu olharia para o homem e viraria a cabeça levemente para o lado, em claro sinal de confusão. — Docu-o-que? Tenho isso não, moço. — E Às acabava explicando a falta de ter os tais documentos consigo também. — Eu vim de uma ilha muito distante. Minha mãe disse que tudo ficou pra trás. Mas eu me chamo Shimizu D. Akira!! Pode anotar aí, que você vai ouvir falar bastante! GHYAHAHAHAHA! — A determinação ainda em seu ápice me fazia pronunciar aqueles sonhos infantis, mas que carregam toneladas de determinação.

As compras acabavam sendo rápidas, e nesses momentos ficava imaginando qual seria o melhor jeito de abordar os pais para que não se preocupassem demais. Coçava a cabeça, levemente preocupado, até ouvir aquilo que a cabeça do Sarnento estava remoendo por tanto tempo. — AGORA SIM parece meu irmão! — Um abraço apertado de um braço só seria dado para demonstrar o meu apoio. — Nós vamos conseguir, não se preocupe! E é como Às disse, depois de entendermos bem toda a história e sabermos mais desse povo… É só partir pro abraço. — O largaria, para então começar a correr em direção da casa para chegar primeiro, mas a preocupação na face de nossa mãe não era a coisa que eu queria ver.

Coçando a cabeça como uma criança que havia aprontado, eu tentava amenizar as coisas da melhor forma possível, explicando que estávamos bem, havíamos sido tratados e que não havíamos entrado em problemas maiores. Quanto ao nosso pai, a sua pergunta era mais curiosa, me fazendo abrir um sorriso. — Mesmo ele sendo o dobro da minha altura, foi divertido!! Eu só fiquei com uns dentes quebrados, mas eles já já crescem! — Eu botaria a mão na boca, puxando um pouco o lábio para mostrar alguns dentes faltando. — Mas eles ficarão bem se eu colocá-los pra trabalhar. Estou MORTO de fome!! — Correria diretamente para a mesa, para buscar meu lugar favorito e já afiar meus talheres para a competição que ia vir a seguir.

Não me preocuparia muito em dar os detalhes para os nossos pais para não preocupá-los mais do que deveríamos fazer. Às acabava abordando o assunto de caçadores e que seria um caminho que estávamos considerando. Observaria os dois com um olhar atento, tentando pescar algum sinal de suas expressões para identificar se recebiam aquilo como algo positivo ou negativo. Se o velho parecesse receoso em responder à Às sobre todas aquelas informações, eu daria um pigarro, tentando me introduzir no assunto. — Sabe, pai… Quanto mais soubermos, mais seguros iremos estar, não concorda? Será uma forma de nos proteger se compartilhar toda sua experiência. — Àquelas palavras doces eram para disfarçar uma realidade que talvez ele fosse relutante em admitir: não importava o quanto fossem tentar, as decisões já haviam sido tomadas e os nossos caminhos já estavam trilhados no momento em que colocaram a mão no chapéu do Sarnento.



  • Posts: 9
  • Ganhos:
  • Perdas:
  • Posts Desvantagem: 7/20
  • Players/NPCs:
    Às (irmã)
    Hollyday (irmão)
    Sasha (mãe/NPC)
    Teodor (pai/NPC)
  • Localização: South Blue - Reino Sorbet



PdV: 4600
STA: 100

Força: 89 +80 +40 +40 = 249 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Afinidade com HakiPor algum razão, você tem uma facilidade natural para compreender a manipulação e o conceito de Haki, por conta disso, você pode escolher aprender o Haki do Armamento ou Haki da Observação no nível oito, aprendendo o Haki seguinte normalmente no nível dez.

Duro de matarVocê continua consciente mesmo ao atingir uma porcentagem negativa de PdV, entretanto, ainda morrerá normalmente ao alcançar -21% de seus PdV.

CarismáticoVocê tem uma espécie de magnetismo natural que faz com que algumas pessoas gostem de você sem motivo aparente.

Idioma MarítimoVocê é capaz de se comunicar com criaturas marítimas através de certo esforço. É importante frisar que essa qualidade garante apenas a capacidade de comunicar-se com as criaturas, não controlá-las.

Nadador NatoVocê é capaz de respirar debaixo d’água e ganha 10% de agilidade ao se locomover dentro d’água.

Arcada RemovívelVocê possui dentes extremamente afiados e resistentes. Sua arcada dentária pode ser removida da sua boca e crescerá instantaneamente de forma automática. A regeneração de arcada dentária pode ocorrer uma vez a cada duas páginas.

Defeitos:

GulosoSeu estômago parece um poço sem fundo, você sempre come mais do que necessita e precisa se alimentar ao menos uma vez a cada duas páginas. Além disso, em termos mecânicos, todas as condições de faminto aplicadas em você sobem uma categoria.

AltruístaVocê constantemente coloca a vontade, os desejos e a segurança das outras pessoas sobre a sua.

ImpulsivoVocê não pensa antes de agir, comprando brigas e assumindo riscos que podem ser mortais, além de frequentemente ignorar o bom-senso padrão.

Ambição [Fazer a maior festa que o mundo já viu]Você tem uma meta ou objetivo de vida claro e não mede esforços para alcançá-lo. Pode-se tratar de alcançar um posto, adquirir um objeto ou realizar uma mudança no mundo, você aproveitará toda oportunidade que tiver para se aproximar de seu objetivo. [Akira tem como maior objetivo de vida se tornar conhecido pelo mundo inteiro e, um dia, ser capaz de reunir pessoas de todos os cantos do mundo para uma grande festa, onde poderá compartilhar copos de sakê com grandes amigos.]

AtípicoDevido ao fato dos Homens-Peixe não serem tão comuns e não se tratarem de uma raça tão populosa quanto os humanos, eles têm um alto preço no mercado de escravos, o que sempre pode vir a ser um problema.

DiscriminaçãoVocê tem uma aparência incomum quando comparado aos humanos e muitos podem lhe perceber como uma criatura grotesca e monstruosa. Vários humanos podem lhe tratar como uma criatura inferior e desumana pelo fato de você ser diferente deles e pelo histórico das relações entre homens-peixe e os humanos. É válido notar que nem todos partilham desse pensamento e agem dessa forma.

SegregaçãoPelo fato de ser um homem-peixe, você é proibido de ingressar na Marinha ou no Governo Mundial (contudo ainda pode fazer a vida como um Caçador de Recompensas).

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
Tipo da Arma: N/A
Qualidade: Clássica
Durabilidade: Baixa
Dano: +2 em Força/LVL
Estado: Nova


Última edição por Yami em Sab Maio 29, 2021 7:23 pm, editado 1 vez(es)

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HollydayRango
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Sab Maio 29, 2021 1:14 pm
Um fardo!

O homem que caçava para viver!





O homem parecia ter compreendido muito bem os meus pedidos, receberíamos tratamento e auxílio para voltarmos para casa, além de tudo sim parecia ser amistoso suficiente para deixar claro que faria o possível para nos ajudar. Altivos irmãozinhos dos irmãos responderam de maneiras diferentes um com mais altruísmo e outro com mais cinismo, eram sujeitos peculiares, não ia jogar.

Quando mesmo pediu os documentos eu puxei o que eu tinha na carteira, documentos do meu registro mostrando que era filho de minha mãe e meu pai. Espero que aquilo fosse o suficiente para que ele pudesse registrar os dados pendentes. Caso não fosse o suficiente teria de fazer com meus irmãos e pedir para que ele passasse na fazenda.

Fizemos as compras e partimos para que eu pudesse contemplar o meu silêncio sepulcral, muitas coisas passaram pela minha cabeça, os perigos, os anseios, as possibilidades.

Quando me pronunciei não esperava com meus irmãos me apoiassem com tanto afinco mas sabia que eles iriam se opor, mas sim, queria saber se eles iam me apoiar.

Quando responderam de maneira positiva pude compreender que não lutaria sozinho nessa, moleque sorriso se formou no meu rosto ,pois apesar das broncas e brigas eles ainda eram meus irmãos.


O caminho algumas estratégias estavam sendo feitas mas foi só quando chegamos em casa que nos deparamos com maior dos nossos desafios, nossos pais não pareciam nada contentes e preocupados com o que tinha acontecido.

Enquanto provavelmente Akira se preocupar ia encontrar sobre como sua luta foi incrível, e Às voltaria em mostrar a sua dureza que por debaixo é uma manteiga derretida, eu porque ela vem olhar para o velho e balançar a cabeça levemente mostrando a ele que eu era aquele homem que ele treinou.

Eu apenas entrei e tentaria comer brevemente assim com os meus irmãos, respirar fundo e falaria com meu pai após as maiores notícias serem dadas:


-- Acho que vou precisar "prosear" com o senhor um "tico" antes de fazer umas coisas...

Esperava que o velho compreendesse, ele sempre me contou sobre as suas caçadas mas ver o filho partir para o mundo tão arriscado poderia não ser o que ele desejava naquele momento, portanto falar claramente seria o ponto. Antes da grande reunião com os irmãos meu pai vou levar ele para um canto para que eu pudesse falar alguém me falou há muito tempo:

-- Lembra quando "ocê" me ensinou a atirar, "ocê" disse: Uma pistola não te protege, ela tira vida, ela não concede vida, um dia você poderá escolher, mas por hora só me desculpe por esse fardo...

Provavelmente aquele velho homem entenderia o porquê eu estava falando aquilo. Talvez não mais que minha irmã mas com certeza mais que meu irmão o peso de matar estava na minhas costas, aquele dia eu consegui compreender o fardo que é matar alguém, eu talvez não entendesse tanto quanto meu pai, as com toda certeza eu entendia.

Eu esperava que ele me desse o consolo e conforto, eu esperava que ele me dissesse que tudo aquilo ia passar, mas eu estava disposto a escutar o que ele tem a dizer, pois após ouvir as palavras que ele tinha dizer mas temos que sentar numa mesa para uma reunião.

As cartas seriam postas na mesa pela minha irmã, nosso objetivo principal e nosso desejo de nós tornamos caçadores seria exposto mais claramente, assim como tentar entender mais sobre aquele mundo com o homem que mais entendia do assunto ali.


E após todos os questionamentos da minha irmã, e todas as ressalvas que eu tinha pedido, me restava apenas fazer o que eu tinha de fazer e questionar algo simples:


-- Precisamos "de um tudo" que tivermos e eu, bem eu preciso de uma pistola..


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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Dom Maio 30, 2021 12:33 am

Wild Hunt


Around the world : Première partie - Kanto [ft. Lise & Shinzo] 506h






Reino de Sorbet – South Blue
14:30h
Dia fresco com céu azul, 23 °C


Todos

O marinheiro ouvia com atenção sobre a ideia da festa de Akira e respondia:

— Bigodes hm? Chchchchchchchch, entendo garoto, espero que seja a melhor festa de todas então!

Ele coçava levemente a cabeça pelo fato de nenhum deles ter o documento consigo, mas ele parecia que tentaria dar um jeito de toda forma.

— Bem então podem deixar o corpo comigo, irei anotar seus nomes e logo levarei o dinheiro a vocês, já será contabilizado em suas contas de caçadores, já que aqui na ilha não tem uma base de fato podem deixar isso comigo, tem alguns amigos meus da guilda de aventureiros que são caçadores de recompensas e podem resolver essa questão.

Os três irmãos finalmente chegavam na fazenda depois de conversarem pelo caminho, e Akira correr que nem criança para ser o primeiro a chegar, os pais preocupados faziam algumas perguntas e perguntavam sobre o ocorrido

— Entendo Ás, fico feliz que oce conseguiu superar sua oponente, até mesmo uma bomba huh? Quem diria que essa ilha poderia ficar tão animada...

A mãe deles parecia meio apreensiva com o que iria acontecer, parece que ela já até sabia que uma grande e perigosa conversa aconteceria entre todos os filhos e o pai.

Akira comentava sobre seus dentes e meio espantada a mãe ia conferir a arcada dentaria e maxilar do seu filho.

— Ora minino levado, oce quase quebrou a mandíbula! Ainda bem que tritões recuperam os dente porque se não ia ser um prejuízo danado!

Todos reclamavam de fome e a mãe já começava a preparar algo, Ás puxava a cadeira para o velho e jogava algumas cartas na mesa, a mãe que já estava nervosa antes parecia tremer um pouco e queria comentar algo, mas o pai interrompia.

— Oce já sabia que esse dia chegaria meu bem, só foi antes que o esperado, só isso... Bem enquanto ela prepara podem ir indo ali pra fora, Hollyday quer falar algo comigo primeiro...

O pai puxava seu filho para um local onde só havia os dois, a mãe ficava na cozinha agilizando a comida e os dois se aprontavam lá fora, ele escutava tudo o que ele tinha para falar para ele e então olhava ao chão e dizia.

— Se oce quer que eu te console você está muito enganado meu filho, oce tomou uma decisão no calor do momento e fez o que achou que deveria ser correto, sangue foi derramado e oce não é mais criança para eu passar a mão em seus pelo e dizer que ta tudo bem!

— Mas Hollyday meu filho...

Ele segurava as mãos do coiote e olhava fundo nos seus olhos.

— Se oces querem perseguir essa vida de perigos essa não será a última vez, porém oce deve olhar no fundo do seu coração e perguntar para si mesmo, o que eu fiz foi o correto? Não acho que o homem que oce matou era inocente e muito menos uma boa pessoa, talvez acabar com a vida dele tenha salvado de outras...

— Mas meu filho, uma vida ainda é uma vida, se oce quer mesmo ir atrás dessa vida, tem que estar disposto de duas coisas, a primeira é carregar esse fardo consigo sozinho, esse peso não pode ser compartilhado com ninguém jamais! E a segunda é, que se existir um lugar depois da morte como o céu saiba que você não terá um lugar por lá, eu já aceitei esse fardo para mim, mas oce vai aceitar para si mesmo?


1º Chapter - Wild Hunt - Página 4 Tenor


Ele era duro nas palavras, mas seu toque nas mãos era gentil, era nítido que ele queria abraçar seu filho e dizer para ele que ia ficar tudo bem, mas ele sabia o que custava tirar a vida de outro ser.

— Mas meu filho oce nunca deve matar uma pessoa que não merece isso, jamais! Matar é um caminho sem vorta, mas as vezes é necessário, o mundo é muito mais cruel do que oce pode imaginar Hollyday, e oce vai ter que estar pronto para isso.

Ele abraçava seu filho e terminava de falar no seu ouvido.

— Está tudo bem, eu sei que eu criei oce da melhor forma que eu pude, e sei que se oce matou alguém, foi porque foi preciso, eu não te culpo meu filho, e jamais culparei...

Ele limpava uma lagrima de seus olhos e chamava o coiote para irem para a reunião, chegando lá ele se sentava em sua cadeira de balanço na varanda e pedia para que todos se sentassem no chão em sua frente.

— Sinceramente eu esperava que esse dia nunca chegasse, era bem mio se oces ficassem aqui na fazenda ate veinhos, porem eu entendo a vontade de oces, eu também tive ela um dia...

Ele apertava o punho e parecia que iria começar a explicar tudo, respirava fundo e começava:

— Se oces acham que essa vida de caçador é boa podem ir tirando os cavalinhos da chuva! O mundo é cruel, muito mais do que podem imaginar, piratas, criminosos, oces não tem ideia do que um ser humano é capaz de fazer por ganancia!

— Tem coisas que eu jamais irei me esquecer, cenas que ficarão gravas em meu cérebro pro resto da minha vida, mas tudo bem, não me arrependo do caminho que escolhi, apesar de tudo a vida de caçador é muito recompensadora, oce prender um verme que atormenta as pessoas é bom demais hahahahahaha, e o dinheiro também não é nada ruim...

Ele balançava a sua cadeira enquanto arrumava seu chapéu e cuspia o tabaco que estava mascando em um pote ao lado.


1º Chapter - Wild Hunt - Página 4 Cadeira-imagem-animada-0031


— Dentro da organização de caçadores de recompensas existem Ranks e vão do E até o S, seu velho aqui já era praticamente um Rank A na sua época hahahahaha, bem se os caba que oces derrotaram no porto valia de algo, oces são Ranks E agora, para subir para o Rank D devem acumular uns 20 milhões em recompensas.

— E claro ser afiliado com uma “empresa” dessas tem suas vantagens, perdão por alguns crimes aqui ou ali, como tortura ou até mesmo matar inocentes, apesar de que eu acredito que oces jamais fariam isso...

— Quanto maior seu Rank mais benefícios e seu salário é melhor, um Rank S que são muito raros podem ser perdoados por qualquer crime e o governo mundial os ajuda diretamente, porem oce so chega em uma patende dessa lutando e prendendo um guarda direto do yonkou ou o em pessoa! Não acho que preciso nem dizer que isso é praticamente uma tarefa impossível, afinal eles não são chamados de imperadores dos mares atoa.

— Mas o que mais me doi de dizer é, se oces querem crescerem e viver disso, devem ir para a Grand Line Paradise e depois de algum tempo ir até o novo mundo, são mares muito mais hostis do que os que vivemos, quanto mais perto da última ilha, mais perigoso as coisas ficam, mais piratas e mais atrocidades, agora aqui vão algumas dicas do velho.

Ele pegava um novo maço de tabaco, colocava em seu lábio de baixo na frente dos seus dentes e começava a balançar a cabeça novamente.

— Quanto maior a recompensa do homi mais perigoso ele é, então tomem muito cuidado com os que valem muito dinheiro! Não sejam gananciosos! Se lembram de uma vez que eu disse que existe uma fruta que ela te dá poderes as famosas Akuma no mi? Pois é, elas não são mito não, elas existem e tem vários poderes variados, isso oces também devem ficar atentos, e muitas mais coisas, mas isso oces terão de aprender sozinhos no futuro, apenas a dificuldade os deixarão mais fortes

Ele continuava por algumas horas contando algumas histórias, porem dessa vez sem nenhum filtro, já que todos ali já eram adultos e queriam seguir com essa vida era seu dever mostrar o que viria pela frente.

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Yami
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Dom Maio 30, 2021 2:38 pm

Wild Hunt
- Falas | ~ Pensamentos



Aquele olhar de Teodor apenas poderia vir de olhos que já haviam visto de tudo nessa vida. A expressão de nossa mãe, e a fala serena de nosso pai indicava que eles já deveriam ter conversado centenas de vezes sobre aquele dia, mas que infelizmente havia chegado. Havia um misto de culpa em meu peito, talvez por ter ficado feliz com a ideia, ao mesmo tempo em que aqueles que haviam nos acolhido iriam sofrer em silêncio. Até mesmo a fome, por um instante, dava espaço a um nó no estômago, me fazendo perder o apetite enquanto olhava para a expressão de nossa mãe. No caminho para o lado de fora, quando iríamos deixá-la com os preparativos, eu iria por último, abraçando-a por trás com um abraço surpresa. — Prometo cuidar deles, assim como vocês cuidaram de nós… Tudo o que aprendi foi para salvar a pele de meus irmãos. — Um sorriso tenro seria dado, tentando trasmitir-lhe esperanças.

O Sarnento precisava trocar algumas palavras com nosso pai, me fazendo ficar um pouco mais afastado com Às, observando todo o cenário. — Acho que não estava pronto para ver essa expressão nos nossos pais… Será que irão ficar bem sem a gente? — Ainda olharia para o velho Teodor com um certo pesar no olhar, relembrando de suas limitações e a doença que ainda teimava de permanecer em seu corpo. — A única coisa que me deixa tranquilo é saber que estarei por perto quando vocês se quebrarem todo. — Daria um cutucão na ferida recém-operada de Às, como provocação. — Eu posso ser muito bom nisso, mas não vá achando que isso é um passe livre pra se suicidar, idiota! GHYAHAHAHA! — Um pouco de humor nunca fazia mal.

Ouviria o que minha irmã teria para dizer, me fazendo dar um suspiro no final enquanto olhava para o céu. — Queria que Shiori e Sasha também estivessem aqui. Precisamos incluí-las nessa bagunça. — E, logo após, nosso pai nos reunia próximo de si, onde eu sentaria perto de seus pés para escutá-lo com atenção. Inicialmente, um breve sermão era dado para deixar claro de que a vida de caçador seria uma vida árdua, que nem todos seriam capazes de lidar. Olhando para cima, nunca havia imaginado como exatamente eu iria explorar o planeta, mas a liberdade de ir e vir dos caçadores me atraía tanto como um peixe era atraído ao oceano. — Tivemos os melhores exemplos em casa, velhote. Saiba que pra onde seus filhos forem, seus ideais irão juntos! — Apertaria o punho na minha frente, demonstrando minha determinação e garra para me prender aos meus princípios.

Quanto às informações sobre os caçadores, eu colocaria a mão no queixo, com as pernas cruzadas e um olhar fixo no rosto de Teodor. A cada frase dita, eu balançaria a cabeça positivamente, tentando demonstrar atenção e que estava fazendo anotações mentais, mesmo que na verdade eu provavelmente não lembraria de todas aquelas informações, por isso esperava que meus irmãos decorassem também. Quanto à ideia de ir para a Grand Line, meu solhos brilhavam com as pupilas dilatadas, como um tubarão após sentir aroma de sangue. — Ooooooooh, talvez possamos passar na Ilha dos Tritões um dia também!!! É lá que nasci, e deve ser um lugar bem legal de visitar!! — Ainda era muito jovem para me lembrar de alguma coisa de minha terra natal, e minha mãe nunca havia me contado com detalhes de lá, tampouco o motivo de termos que ir embora. Ela apenas mencionava com frequência que homens maus não queriam o nosso bem, por isso continuávamos a viajar tanto… Seja lá o que fosse, ainda tinha um certo encanto pela ideia de conhecer outros como eu.

As horas se passavam e as histórias e aprendizados iam sendo transmitidos. Tentava decorá-los e trazê-los para o fundo de meu coração, trazendo aqueles princípios, ensinamentos e experiências para o meu âmago, em meus instintos mais profundos. Por ser um homem-peixe, o mundo cobraria o dobro de mim, portanto eu precisaria me esforçar em dobro para impressioná-lo de verdade. Apesar do sentimento intenso que ali estivesse envolvido, no instante em que ouvisse que a comida estivesse pronta, eu pularia do chão e apoiaria a mão na cabeça de Às, para deixá-la para trás enquanto eu correria para o meu lugar preferido. — Dessa vez você não me vence!! Vou te mostrar como um tubarão branco realmente come!!! GHYAHAHAHAHA!

Rolagem da competição de comilança:
Quantidade aleatória (1,6) : 2



  • Posts: 10
  • Ganhos:
  • Perdas:
  • Posts Desvantagem: 8/20
  • Players/NPCs:
    Às (irmã)
    Hollyday (irmão)
    Sasha (mãe/NPC)
    Teodor (pai/NPC)
  • Localização: South Blue - Reino Sorbet



PdV: 4600
STA: 100

Força: 89 +80 +40 +40 = 249 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Afinidade com HakiPor algum razão, você tem uma facilidade natural para compreender a manipulação e o conceito de Haki, por conta disso, você pode escolher aprender o Haki do Armamento ou Haki da Observação no nível oito, aprendendo o Haki seguinte normalmente no nível dez.

Duro de matarVocê continua consciente mesmo ao atingir uma porcentagem negativa de PdV, entretanto, ainda morrerá normalmente ao alcançar -21% de seus PdV.

CarismáticoVocê tem uma espécie de magnetismo natural que faz com que algumas pessoas gostem de você sem motivo aparente.

Idioma MarítimoVocê é capaz de se comunicar com criaturas marítimas através de certo esforço. É importante frisar que essa qualidade garante apenas a capacidade de comunicar-se com as criaturas, não controlá-las.

Nadador NatoVocê é capaz de respirar debaixo d’água e ganha 10% de agilidade ao se locomover dentro d’água.

Arcada RemovívelVocê possui dentes extremamente afiados e resistentes. Sua arcada dentária pode ser removida da sua boca e crescerá instantaneamente de forma automática. A regeneração de arcada dentária pode ocorrer uma vez a cada duas páginas.

Defeitos:

GulosoSeu estômago parece um poço sem fundo, você sempre come mais do que necessita e precisa se alimentar ao menos uma vez a cada duas páginas. Além disso, em termos mecânicos, todas as condições de faminto aplicadas em você sobem uma categoria.

AltruístaVocê constantemente coloca a vontade, os desejos e a segurança das outras pessoas sobre a sua.

ImpulsivoVocê não pensa antes de agir, comprando brigas e assumindo riscos que podem ser mortais, além de frequentemente ignorar o bom-senso padrão.

Ambição [Fazer a maior festa que o mundo já viu]Você tem uma meta ou objetivo de vida claro e não mede esforços para alcançá-lo. Pode-se tratar de alcançar um posto, adquirir um objeto ou realizar uma mudança no mundo, você aproveitará toda oportunidade que tiver para se aproximar de seu objetivo. [Akira tem como maior objetivo de vida se tornar conhecido pelo mundo inteiro e, um dia, ser capaz de reunir pessoas de todos os cantos do mundo para uma grande festa, onde poderá compartilhar copos de sakê com grandes amigos.]

AtípicoDevido ao fato dos Homens-Peixe não serem tão comuns e não se tratarem de uma raça tão populosa quanto os humanos, eles têm um alto preço no mercado de escravos, o que sempre pode vir a ser um problema.

DiscriminaçãoVocê tem uma aparência incomum quando comparado aos humanos e muitos podem lhe perceber como uma criatura grotesca e monstruosa. Vários humanos podem lhe tratar como uma criatura inferior e desumana pelo fato de você ser diferente deles e pelo histórico das relações entre homens-peixe e os humanos. É válido notar que nem todos partilham desse pensamento e agem dessa forma.

SegregaçãoPelo fato de ser um homem-peixe, você é proibido de ingressar na Marinha ou no Governo Mundial (contudo ainda pode fazer a vida como um Caçador de Recompensas).

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
Tipo da Arma: N/A
Qualidade: Clássica
Durabilidade: Baixa
Dano: +40 em Força/LVL
Estado: Nova


Última edição por Yami em Seg Maio 31, 2021 10:21 am, editado 4 vez(es)

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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Seg Maio 31, 2021 10:07 am




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- Às Volkerbäll -


Ж

O clima ganhava nos ares com um anúncio inesperado. Teodor poderia até mesmo supor o fato de buscarmos ser caçadores, mas até de manhã tudo o que ele tinha era a certeza de que apenas eu verbalizava o interesse abertamente. Akira e Hollyday eram um acréscimo inesperado, porém não impossível e as reações que isso gerava era evidente e até certo ponto compreensível. - Vamos deixá-los a sós. -  um comentário pontual, ao ouvir do velho caçador a vontade de conversar em particular com o coiote. Afastei-me, caminhando junto da senhora Rango e de Akira para longe, procurando um bom local para me sentar com cuidado a fim de evitar dores desnecessárias. - Eles vão precisar dessa conversa de toda forma. -  refletia enquanto observava de longe, havia tido a mesma conversa alguns anos atrás e sabia muito bem o valor daquilo.

Não, não ficarão. -  relaxava o corpo, fechando os olhos em virtude de tranquilidade que era dar tal resposta. - Mas será melhor dessa forma, vocês ainda perceberão isso. -  bocejava, enquanto ouvia a provocação do ruivo seguido de um cutucão em minha ferida, causando-me um grunhido de dor. - A única coisa que me deixa preocupada é saber que vou ter de ser tratada por você. -  rebati a provocação com um semblante de irritação que pouco durava antes de deixar escapar um suave sorriso. - Eu posso falar com elas depois. Ver quais os planos delas para o futuro e fazer-lhes o convite, fora que Shiori sabe cozinhar bem, detestaria ter que fazer minha própria comida ou pior, comer a de vocês. -  suspirava, pensando nas facilidades em ter a dupla conosco antes de retornar para junto de Teodor e Hollyday na varanda da casa.

Observando o velho caçadora sentar-se, procurava recostar-me próxima a uma das pilastras, um pouco mais distantes mas ainda sim próxima o suficiente para ouvir o homem. O olhar fixo logo deu lugar a uma observação mais distante, mirando o pasto e as plantações conforme lhe ouvia falar sobre as dificuldades da vida, o gesto era sutil, até mesmo para não interromper seu raciocínio, o que ouvia não era uma novidade, muito menos algo que me interessava saber pois havia vivido muito bem tais situações. Apertava as mãos, sentindo através do tecido e do metal das manoplas a pele que há anos havia sido queimada para o divertimento de alguém inescrupuloso. Com o término daquela introdução, passava a cruzar os braços e enfim ouvir mais sobre como funcionavam os caçadores enquanto ‘organização’. - Então parece que já estamos sendo ranqueados com o que fizemos hoje. -  comentava com um longo suspiro antes de ouvir sobre a Grand Line. - Vai ser bom voltar pra casa.-  passava a observar o céu, relembrando o passado. Apesar dos múltiplos sentimentos, a Grand Line era no final das contas meu lugar de origem, onde havia passado a maior parte da minha infância e juventude, retornar desta vez como uma caçadora seria não apenas um recomeço, mas um desafio próprio, uma remontada.

Ouvia com atenção todo o resto, prestando atenção às dicas e divertindo-me com as histórias até a comida estar pronta, apesar da fome não teria pressa para seguir até a mesa, deixando Akira tomar a frente e sentar-se. - Vou lhe deixar ter essa vantagem hoje. -  brincaria com o mesmo antes de sentar-me à mesa, aguardando todos se sentarem para poder me servir.


Quantidade aleatória (1,6) : 3



Histórico:
Post: 10
Nome: Às Volkerbäll
Profissão: Navegadora.
Proficiências: Acrobacia | Astronomia | Condução | Navegação | Meteorologia.
Qualidades: Versátil | Destemida | Prontidão | Mestre em Haki | Duro de Matar.
Defeitos: Altruísta | Heróica | Sincera | Leal | Gulosa.
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
Localização: Porto - Reino Sorbet - South Blue





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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Seg Maio 31, 2021 3:15 pm
Vida de Caçador!

Viver ou morrer!





As palavras e meu pai eram duras como rocha, tira a consciência do fardo das minhas próprias ações era um sentimento complexo, mas o que ele falou era verdade, eu tinha que tomar minhas decisões, eu tinha que entender o peso tirar a vida de alguém. O abraço apertado seguido do choro sutil mostrava que meu pai me amava e sabia o fardo que eu carregaria, mas não queria que eu tivesse que vivenciá-lo em sua plenitude para que eu me tornasse o homem a qual ele imaginava.

Quando eu acabamos aquela conversa seguimos para dentro da sala, os irmãos estavam em sentados, uma conversa extensa começou a se fazer presente, nós tínhamos decidido nos tornar caçadores de recompensa, mas não sabíamos sobre todos os trâmites que eram necessários, e quando velho pai explicou para gente como seria sabíamos o que viria a seguir. Está por aqueles mares não seriam suficiente era preciso mais, desbravar o grande mar além do mar seria o nosso destino, descobrir a realidade sobre lendas lendas sobre suas realidades seriam nosso paradoxo, viver na certeza da incerteza fazendo o bem pelo que nós achávamos justo essa seria a nossa vida

Enquanto os meus irmãos se pronunciavam eu observava, Akira sempre foi o mais falador, mas a nossa irmã com certeza naquele momento tinha os pontos para dominar a conversa. Depois de todas as arestas serem preenchidas com as respostas tinha chegado a hora e nos prepararmos.

Levantei da mesa e olhei todos os presentes as dores no meu corpo ainda estavam bem claras mas eu tinha de falar o que tinha de falar. Meus olhos serenos olharam nos olhos de meu pai os bigodes farfalharam e pela primeira vez em anos me pronuncia aí com alguém com uma estratagema além do habitual:


-- Vamos partir em três semanas, mas até lá temos um "remelexo" para "aprumar", nossa irmã precisa ficar "taludinha", a "Tilápia" vai precisar de mais material para cuidar das nossas firidas e eu, bem, eu preciso aprender a da o "calço" devido, temos três semanas...

Nas minhas palavras não existiam autoritarismo, mas de fato existe uma outorgação, precisávamos estar devidamente preparados para o que tinha, se íamos sair daquela Ilha para um mar mais perigoso teríamos que sair de lá com renome de alguém enfrenta a própria morte e sorri. Esperava que as respostas fossem positivas ou ao menos somatórias ao plano inicial, e no fim complementaria no momento que nós tivéssemos para relaxar após conversa tão densa:

-- Hoje vamos descansar pois amanhã temos muito a pensar...

Sentaria para comer com meus irmãos, queria das caras de Akira e de Às competindo sem pudores, sentiria k sabor de cada garfada, abraçaria minha mãe e sentiria o amor que talvez não sentisse por anos a fundo, pois aquela talvez fosse minha última noite se paz.



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