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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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1º Chapter - Wild Hunt

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
1º Chapter - Wild Hunt Seg Maio 10, 2021 9:56 pm
Relembrando a primeira mensagem :

1º Chapter - Wild Hunt

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Às Volkerbäll . A qual não possui narrador definido.

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1º Chapter - Wild Hunt - Página 5 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Às
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Às
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Ter Jun 15, 2021 4:22 pm




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- Às Volkerbäll -


Ж

Acho que não precisa se preocupar em relação ao ‘reforço’ no café da manhã! -  palavras rápidas antes de uma risadinha abafada, o comentário de Tom era incrivelmente pontual, mas dado seu conhecimento praticamente nulo sobre quem dividia a mesa com ele, era perceptível que minha fala só seria plenamente compreendida por Akira o qualquer outro morador da casa que por perto estivesse. Seu jeito cortês de agir lhe caia muito bem e mesmo as respostas soavam agradáveis ainda que pudessem contrariar a minha expectativa. - Ora, muito obrigada. Mas a última coisa que quero é dar-lhe trabalho desnecessário. -  mantinha a conversa num ritmo suave, respeitosamente declinando sua oferta de ajuda. - Poderemos encontrar a guilda sozinhos, de toda forma, duas horas a pé não são quase nada para nós três. -  suspirava de maneira confiante enquanto montava um belo sanduíche para comer junto ao suco.

Compreendo… -  após ouvi-lo explicar brevemente sobre contratos, o marinheiro respondeu-me em relação ao que ele conhecia do cartel e sinceramente, talvez me fosse uma surpresa encontrar soluções tão rapidamente. - ...que tipo de frustração? -  tentava espremer um pouco mais de informação, embora a mensagem imediata fosse ridiculamente evidente, queria dimensionar o tipo de problema que o homem encontrava em relação ao grupo. - Não se preocupe com raízes, elas podem ser cortadas, mas se a árvore for forte elas voltam a crescer. -  olhava para Akira e por alguns segundos era como se pudesse vislumbrar largos campos onde árvores se multiplicavam até se perder no horizonte ou mesmo tocar os céus antes da sensação do cheiro de terra molhada e do gosto de morango. - Às vezes o problema está na terra. -  olhava para Tom, desta vez com seriedade. - Uma árvore forte não apenas precisa de raízes, como de uma boa terra para crescer. E pelo visto, teremos muita terra para recuperar. -  olhava Akira enquanto segurava o copo de suco, balançando-o à medida que sentia uma agitação subir-me à cabeça. - Mas tudo o que é mais difícil é mais recompensador! Além do mais, na nossa ausência, ainda temos você aqui para cuidar das coisas. -  referia-me ao marinheiro, antes de beber o resto do suco.

Não esperarei Hollyday, ele está resolver suas próprias questões, então irei até a guilda procurar saber mais a respeito. O que você fará Akira? -  levantava-me, com pães a escapulir por entre os dedos e a fala abafada pela boca cheia, ainda saboreando os restos de um sanduíche. - Que?! Não seja estranho, eu não vou ir nadando, acabei de tomar banho, qual seria o sentido de me molhar de novo? Parece que você ainda está bêbado... -  reclamava abertamente, fazendo uma expressão de incômodo. Sairia da mesa, puxando com a mão livre a jaqueta, apoiando-a em meu ombro antes de seguir para o lado de fora, antes de ser puxada pelo ruivo, rumo a guilda dos caçadores. - Gostei dessa coisa dos contratos, talvez possamos encontrar alguém que esteja alinhado com nossos interesses por lá. -  comentaria, antes de perceber que Akira me levava até o mar. - Eu sei que a água não morde caralho! Só deixa eu tirar meus sapatos primeiro! -  reclamava de maneira cômica, resistindo ao puxão para tirar meus sapatos e assim por meus pés na água. - Procura uma canoa, a ideia foi sua! - diria antes de subir em algum bote ou seguir sendo puxada como se estivesse em uma prancha, no final das contas aceitaria a ideia do tritão e assim iriamos rumo a cidade.

1º Chapter - Wild Hunt - Página 5 1dc

Assim que chegássemos, saltaria em direção a terra firme, parando para colocar minhas botas antes de seguir pela cidade. Procuraria recolheria informações a respeito da guilda, seguindo as dicas até chegar ao local. - Olá, tem alguém que seja o responsável pelo lugar? Eu gostaria de me informar melhor sobre contratos. -  seria simples e direta no questionamento, procurando me orientar no interior do local e especialmente encontrar alguém que pudesse nos oferecer uma orientação extra.





Histórico:






Última edição por Às em Ter Jun 15, 2021 11:04 pm, editado 1 vez(es)

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1º Chapter - Wild Hunt - Página 5 Z0zQdpF

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Yami
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Yami
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Ter Jun 15, 2021 6:45 pm

Wild Hunt
- Falas | ~ Pensamentos



No instante em que o Sr. Bigodes mencionou a localização da Guilda, um sorriso zombeteiro começava a se fazer em minha face. Eu saltitava na cama, tremendo como se estivesse em cima de um terremoto, olhando para Às e Holly com uma expressão de quem estava pensando em fazer besteira. — Você não disse que queria ver como eu me saía no mar, Às? É a sua chance! — Morderia mais um pedaço de pão com animação, pegando um copo de suco para empurrá-lo para dentro. — Duas horas até lá? Levo no máximo metade disso se formos pelo mar!! Se é na zona portuária, chegaremos lá em instantes!! GHYAHAHAHAHA! — Me alimentaria o bastante, afinal seria um ótimo exercício, ainda mais considerando que eu provavelmente levaria meus irmãos em minhas costas.

Não precisaria de uma ducha, já que o mar lavaria meu corpo e alma nas horas seguintes. Me ergueria, já cheio de vigor, enquanto ouvia as respostas pras demais perguntas de minha irmã. Neste meio tempo, acabaria indo até o Sarnento, que deveria ter outros planos naquele instante. — Você vai querer ficar só com suas pulgas e o pai ou vai querer vir com a gente? Podemos nos encontrar depois se quiser! — Havia escutado o mesmo mencionar sobre treinos com Teodor, e como eu e Às éramos mais “diretos” nos nossos modos de lutar, achava que não poderia ajudar tanto.

E, quando me perguntado sobre o que eu acabaria fazendo, sorriria de forma animada, erguendo o braço até a lateral do rosto para destacar o bíceps. — Vamos mostrar pra esses zé ruelas quem são os próximos Caçadores Rank S desse mundo!! — Com ou sem o Sarnento, acabaria acompanhando minha irmã para o lado de fora, enchendo os pulmões com ar puro e olhando para o mar bem próximo de nós. — Ou pegamos uma canoa e eu vou puxando, ou você vem nas minhas costas, você escolhe!! Chegaremos lá antes que perca o fôlego. — E, sem dar muita chance dela contestar a ideia, pegaria em seu braço e iria arrastando até a praia, até que nossos pés estivessem em contato com meu habitat natural.

Esticando os músculos, entraria no mar como quem estivesse indo de encontro a um velho amigo. Com os braços e pernas abertas, pularia nas ondas como se estivesse caindo em um colchão d’água, mesmo que o impacto pudesse arder minhas escamas. — Aaaaaaa, isso é maravilhoso!! Vem, para de frescura! A água não morde! — Não podia dizer o mesmo sobre 90% das criaturas que viviam nela, entretanto. Se aceitasse a ideia, acabaria puxando Às pela água quase como uma prancha de surf turbo ou, caso fosse optado por uma canoa, arrastaria ela usando uma corda pela água como se estivéssemos num torneio de carroças aquáticas. Daria tudo de mim para fluir pela maré no máximo de velocidade possível, deixando apenas o meu topete para fora da água como um típico tubarão branco, ou melhor, escarlate.

Quando chegássemos próximo do local onde eu estava imaginando que iríamos ter que parar, direcionaria meu movimento para a terra firme, afundando-me por alguns metros para ganhar impulso de salto e pular longe o bastante para alcançar as rochas. Caso feito com sucesso, iria sacudir minha cabeça para espalhar água para todo lado, gargalhando de felicidade pelo exercício matinal. — ESSE é um belo jeito de começar o dia!! GHYAHAHAHAHAHA! — E, acompanhando aqueles que estivessem comigo, partiria em busca de informações que nos levassem até a tal Guilda de Aventureiros, imaginando que tipo de serviços estariam nos aguardando por lá. E, em caso de sucesso, deixaria Às se pronunciar primeiro, mas atravessaria logo após. — Somos novos Caçadores!!! Viemos resolver os seus problemas, GHYAHAHAHAHA! — Daria um tapinha nas costas daquele que estaríamos conversando, demonstrando um pouco de hospitalidade do povo do mar.



  • Posts: 16
  • Ganhos: Cargo: Caçador de Recompensas Rank E, B$ 1.000.000
  • Perdas:
  • Contagem Caçador: B$ 3.000.000
  • Posts Desvantagem: 0/20
  • Players/NPCs:
    Às (irmã)
    Hollyday (irmão)
    Sophie (mãe/NPC)
    Teodor (pai/NPC)
  • Localização: South Blue - Reino Sorbet



PdV: 4600
STA: 100

Força: 89 +80 +40 +40 = 249 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
Tipo da Arma: N/A
Qualidade: Clássica
Durabilidade: Baixa
Dano: +40 em Força/LVL
Estado: Nova

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HollydayRango
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qua Jun 16, 2021 12:58 am
Bala Curva!

Aprendendo truques de um macaco velho!





As conversas estavam se tornando tensas demais para que eu pudesse explicar os meus planos naquele momento, aquele homem poderia ser amigo do meu pai de muitos anos mas vive com uma dívida nas costas há tempo suficiente para compreender que "O Cartel" não gostava de jogar um jogo que não pudesse ganhar. Quando a oportunidade surgiu, resolvi treinar com meu velho pai, existi umas coisas que eu perguntaria e aprenderia, mas ele poderia me dar as respostas e as práticas para ambas.

Se para aquele velho ranzinza o pasto fosse uma boa opção seguiríamos para lá sem muita demora, no caminho Faria questionamentos então amistoso, curioso, enigmático e mordaz. Obviamente tomar um cuidado quase que cirúrgico para questionar o que eu precisava, talvez o velho já percebesse a dívida, mas entender a proporção do problema poderia ser complexo, portanto tomar cuidado era primordial:


-- "Ocê" já enfrentou "mulão" inteiro de "malacabados" né "Ranzinza"? Por onde você costuma se organizar por isso...

A primeiro momento buscava estratégias, com elas poderia arquitetar melhor cada passo que teria de dar, um deslize poderia custar a vida de um dos meus irmãos e não era isso que eu desejava.

Escutaria com paciência e compreensão a resposta que ele me daria, precisava compreender com exatidão meus próximos passos, precisava deixar claro que talvez o seu filho fosse procurado pelos inimigos mais de uma vez, mas contra tudo isso, precisava manter o fluxo:


-- Talvez tenhamos que fazer uns ajustes nas condições dessa terra, e ajustes requerem estratégia...

Deixaria no ar claramente que os assuntos a serem resolvidos com essas informações seriam assuntos de delicadeza profissional singular, pois estavam alocados naquela terra onde pisamos.



bichaelson




- Falando com animais.
- Pensamento
- Técnica
- Fala Normal

Comentários OFF:

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Sasha
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Sasha
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qua Jun 16, 2021 8:53 pm


Turma da
Pesada



Às e Akira


O modo como eles haviam lidado com a oferta do velho marinheiro era gentil de seu próprio modo, explorar e fazer o reconhecimento sobre algumas áreas da ilha poderia ser ainda muito interessante fosse para a execução de novos contratos ou para qualquer outro motivo que lhes desse na cabeça e com isso, o sorriso do homem seria a sua própria resposta a gentileza  e também a empolgação visível especialmente no rapaz que exalava vida como nenhum outro poderia exalar.

No entanto, um comentário era muito válido para que ele pudesse responder, buscando elucidar o motivo da frustração ele teria dito - Geralmente quando se esta em cargos baixos há um limite de quanta informação você é capaz de ter sobre um assunto e eu não tenho conseguido avançar, como muitos companheiros para eliminar o mal pela raiz, então isso torna o trabalho repetitivo pois por prendermos as arestas, o núcleo se preserva para adquirir novas.- Ele teria dito dando um bom tempo para que sua voz não se cansasse, dando algumas pausas em meio a sua explicação, os deixando ir quando fosse o caso de sua partida, os jovens tinham mais pressa do que ele de toda forma.

Com isso, fora possível tomar a rota desejada para  que enfim chegassem a parte mais afastada da fazenda onde poderiam buscar informações, onde angariando por informação quem teria respondido teria sido um rapaz jovem de cabelos azuis e olhos verdes de um profundo esmeralda, suas roupas eram também bonitas e destacavam a própria aparência dele se não fosse o machucado na cabeça que ainda demonstraria faixas, seria de fato um partidão. - Gente se vocês querem chegar na guilda, é só vocês seguirem até o final da rua, pode parecer um bar a primeira vista mas, vocês vão saber que é o lugar certo de imediato.- Ele dizia com um sorriso, pelos machucados era bem provável até mesmo que ele fosse um membro da guilda ele mesmo.

Isso permitiu que caminhassem até o local, onde poderiam ver que do lado exterior aquilo lembrava um saloon mesmo, não tinha um aspecto tão grandioso apesar de ser uma construção com dois andares além do terreo, o clima era muito pra cima, haviam diversas cadeiras, várias pessoas sentadas, e um som de um alaude compunha a música local onde uma moça cantava com uma voz angelical que logo tomava todo o ambiente chamando atenção para a sua dança enquanto tocava, no que era a mais bela definição de uma bela barda possível onde ela entoava o som que grudava no ouvido e na cabeça - De um trocado a sua barda, oh aventureiro ambulante 🎶!- Não importaava onde estivesse a pessoa, sua voz flutuava tão docemente pelo salão que independente da lógica, qualquer um poderia sentir que ela estava falando consigo, onde seu olhar convenientemente, em seu passeio pelo próprio salão da guilda, iria de encontro com qualquer um que a olhasse de modo a parecer que tiveram um contato visual, seguido de um sorriso que tiraria o juizo de qualquer ajuizado.

Haviam algumas pessoas que iam até a moça e deixavam uma quantia de dinheiro próximo a caixa do alaude dela, variando em quantia e as vezes era possível ver até mesmo objetos por ali.  Além da grande atração, poderiam ver que um Ruivo seria aquele a dar uma direção a eles, onde ele apontaria para o balcão e diria - Rapaz, a Mizuki é a pessoa certa, não temos bem um chefe por aqui mas, ela que cuida dos contratos.- Ele teria dito, já saindo apressado, dando a liberdade para que se aproximassem como quisessem do balcão apontado, onde havia uma moça de cabelos negros e roupas brancas com um sorrisão e uma grande caneca na mão, enquanto parecia conversar com um grupo que havia chegado antes deles mas, não parecia que eles demorariam para deixá-la livre, onde poderiam ter a tranquilidade de conversar com Mizuki.



Rango


Diferente dos amigos que tinham um destino certo havia o interesse de treinar um pouco mais, os motivos poderiam ser vários mas, quem conhecia o rapaz sabia que ele queria estar apto para ser capaz de proteger a si mesmo e a família e seu velho era a melhor pessoa que ele poderia recorrer a isso onde ele quis ir até os fundos da fazenda, não adentrando na mata alta mas, longe dos demais animais, onde praticar não deveria ser um problema pelo som.  Então ele diria - Aqui parece um bom lugar. - Ele comentou com um sotaque carregado e um sorriso orgulhoso na cara.

Com isso, antes que perguntasse se o filho tinha de fato algum plano do que ele queria praticar então ele teria dito em resposta - Oxe meu filho, então você não veio pra aprender só a atirar, mas como pegar melhor suas lutas, é isso mesmo?- Ele comentou, arrumando a própria roupa, buscando uma confirmação se o que ele queria era entender melhor sobre a formulação de estratégias ou qualquer coisa do tipo e com isso ele diria a depender da resposta.

- Primeiro de tudo, você precisa saber no que você tá se metendo, cabra que sabe pra onde tá indo não tropeça no caminho.- Ele comentou dando espaço para que aquilo pudesse se estender e aprofundar  nos mais diversos campos possíveis dentro do que ele mesmo tinha conhecimento, não seria o suficiente para um entendimento de estratégia completo pois, seu pai não era um completo conhecedor da arte, era um homem que sabia usar o que tinha ao próprio favor para sobreviver ao próximo dia ou a próxima caçada.

Nesse ponto, dependeria das perguntas do próprio rango pra ele direcionar a ele respostas, onde no fim ele diria - Todo ajuste requer usar o cocuruto um pouco mas, não estamos sozinhos,  nossa família ficou bem grande.- Ele comentou de maneira até mesmo gentil com um sorriso orgulhoso no rosto, de um homem que carregava além da experiência e ranzinzes, também o direito de estar satisfeito pelo modo como sua vida havia ficado, apesar das adversidades.


Histórico:

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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qua Jun 16, 2021 11:36 pm




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- Às Volkerbäll -


Ж

Com o auxílio de Akira, o caminho rumo ao porto havia sido consideravelmente facilitado, ainda que o tempo de viagem em si pudesse não ter se alterado drasticamente a simples perspectiva de não realizar qualquer esforço me soava como uma boa troca e ainda sim uma boa oportunidade para refletir intimamente a respeito das últimas palavras de Tom. - Fico triste por ele, a sensação de incapacidade é sempre muito incômoda. - pensava em um silêncio momentâneo, cujo transe se desfazia para apreciar a vista do passeio, aproveitando a brisa marítima. - Mandou bem! - elogiava o ruivo ao fim do passeio, terminando de me aprontar enquanto aguardava alguns minutos para que o suficiente da água escorresse do corpo do tritão. - Vamos mais para o centro, lá deveremos ter mais sorte com informações. - conduzia a caminhada, saindo um pouco da cena portuária, onde apesar de abundante de informações, corríamos o risco de encontrar com mais frequência comerciantes de outros lugares, cujas informações sobre o local pudessem ser precárias.

Seguíamos por alguns metros, até encontrarmos uma informação certeira, mediante um rapaz bem apessoado. - Obrigada pela informação! - agradecia e mantendo um sorriso sob a face, apontaria para as faixas do rapaz. - Já foi em algum médico ver isso? Akira! Consegue avaliar ele em agradecimento? - colocava as mãos na cintura, tratando o assunto com certa graça, mas sendo plenamente sincera na preocupação em retribuir a ajuda. - Não se preocupe, ele é médico! - insistiria, caso o homem se negasse. Com ou sem tratamento, assim que tudo estivesse resolvido seguia junto do ruivo pelo caminho indicado, alcançado um local que batia muito bem com a descrição que nos fora dita. - Ah! Agora sim! - respirava fundo, como se respirasse o ar mais puro do Mundo. - Sente esse cheiro?! - o questionaria, antes de virar-me para responder-lhe com aparente seriedade. - Cheiro de bebida e baderna! Kihaahaha!! - gargalhava, mostrando um lado diferente do que provavelmente ele havia visto na fazenda. - Vamos tentar não fazer nenhuma besteira ok?!

Caminhava pelo local, observando a estrutura por dentro e inevitavelmente me deixando levar pelo ambiente e pela música, principalmente pela música. - Porque toda mulher que canta bem precisa ser assim? - suspirava um comentário cujo tom talvez somente Akira pudesse ouvir, permanecendo parada feito uma estátua com as mãos em meus bolsos e olhar fixo naquela preciosidade de cabelos azuis. Talvez o tritão tivesse de me puxar para me fazer seguir caminho até o ruivo que nos orientava a respeito de alguém que pudesse nos ajudar. - Acho que vocês já tem algo melhor que isso… - respondia-lhe com o corpo virado na direção do salão, retardando sempre o meu avanço até enfim encontrarmos Mizuki. - Tá, vamos ser práticos aqui! Falamos com essa tal de Mizuki sobre os contratos, perguntamos sobre o Cartel e se há alguém com interesse neles e pegamos um contrato a partir do que soubermos pode ser? - olhava para o tritão com seriedade, antes de reafirmar o compromisso. - Mantenha-se firme e focado!

Bom, isso tudo era na teoria, na prática...ela precisava mesmo ser tão ‘magnética’? - Ah merda… - suspirava ao vislumbrar Mizuki, parando no balcão junto de Akira. - Mudança de planos! - batia no balcão, enquanto esperava pela aproximação da mulher. - Olá! Você deve ser a Mizuki, certo?! - lhe estenderia a mão para um cumprimento. - Às! Esse é Akira! Somos caçadores em início de carreira e soube que você poderia nos ajudar em relação a contratos. - diria com um sorriso no rosto, mas não antes de pôr algumas moedas na mesa. - Mas antes de tratarmos de negócios… três cervejas por favor! - aguardava receber as canecas e aproveitaria da ocasião para conversar com o tritão. - Olha só, você sabe o que temos de fazer, então busque o máximo de informações com a Mizuki ok? Eu vou procurar mais informações com outras pessoas! - gesticulava, como se dissesse algo extremamente importante. Quando as bebidas chegassem, seguraria duas das canecas. - Obrigada! - agradeceria, mas logo sinalizaria como se ainda tivesse algo a perguntar. - Qual o nome dela? - viraria o rosto. - A barda, qual o nome dela? - manteria meu olhar fixo na cantora, aguardando por uma resposta para sair do balcão e ir de encontro a mulher.

Seguiria a passos firmes, parando na frente dela caso ainda cantasse, olhos fixos nos dela, dando a mesma tempo para finalizar sua canção. - Tens uma voz linda… - diria, abrindo um largo sorriso. - ...me chamo Às, Às Volkerbäll. E você? - ergueria uma das canecas. - Me pediram para lhe entregar isso, se não se incomodar. - caso ela aceitasse e questionasse quem era a pessoa, apenas lhe diria a verdade. - Minha consciência! Kihaahahaha. Teria um momento para uma conversa? - se ela declinasse, insistiria. - Até mesmo os pássaros precisam molhar o bico para continuar cantando bem, além do mais, eu estou em busca de informações.





Histórico:






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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qui Jun 17, 2021 12:14 pm

Wild Hunt
- Falas | ~ Pensamentos



Nada como começar um dia apanhando e tomando um belo banho de mar! Apesar da distância que estávamos da fazenda agora e a saudade ter dado os primeiros sinais de aperto, já estive em terras muito mais distantes, mas sempre com expectativa de retorno. Sacudiria meu corpo como Sarnento havia me ensinado a fazer, espalhando água para todos os lados e molhando minha irmã que seria pego despreparada. — Simbora!! Ainda quero voltar pro almoço. — Andaria com passos confiantes, analisando aquele pedaço da ilha no qual eu nunca havia tido a oportunidade de explorar. Reino Sorbet era um lugar incrível, mas diferente das outras ilhas que eu visitava pelo South Blue, acabava me restringindo a ficar pelas redondezas da fazenda, portanto havia tido poucas oportunidades em analisá-la por completo.

Agora, com minha nova companhia e um motivo para tal, avançava pela zona portuária enquanto observava a vida ali acontecendo. Dentre as pessoas que cruzavam nosso caminho, um rapaz acabava sendo abordado por nós, indicando que a Guilda estava bem adiante. Com um sorriso na face, eu estenderia a mão para cumprimentá-lo, sacudindo com vigor enquanto me apresentava. — Obrigado, amigo! Você é um amigo! — Com tanta força para balançar seu braço, talvez eu criasse um ferimento novo, mas quando Às sugeria eu agradecer analisando os ferimentos do rapaz, eu olhava com mais atenção pra sua cabeça. — Hmmm… Você parece já ter recebido tratamento, mas qualquer impacto na cabeça, é uma boa ficar de repouso, viu? Pode não estar dando problema agora, mas se você fizer muito esforço, pode acabar tendo alguma convulsão. — Diria de forma direta, sem muita preocupação se ele ficaria assustado. Caso houvesse alguma outra indicação a ser feita, iria instruir o rapaz da melhor forma possível, ou até mesmo trataria de feridas abertas.

Me despediria do novo colega até alcançarmos o tal bar mencionado e, simplesmente por chegarmos mais perto, meu corpo já começava a se agitar ao ouvir o som de música. — Mas é claro que eu sinto!!! Isso é… UMA FESTA!!! — Sairia correndo um pouco mais na frente, abrindo as portas do saloon como se fosse arrumar confusão, mas com o meu sorriso largo e um saltitar animado, duvidava que iriam interpretar errado. O cheiro de comida, bebida, risadas e música era, literalmente, músicas aos meus ouvidos, e abraçaria minha irmã para puxá-la para uma dança desengonçada ali mesmo.

1º Chapter - Wild Hunt - Página 5 D8fb306b4e1a252f55ef02557bf95a280e0f3b3e_hq

Riria com a animação de Às, apesar de entender que a animação dela estava focada de maneira errada. — Ah, não seja por isso!! Vamos lá falar com ela, vem! — Ainda saltando e dançando, iria me aproximando da barda, dançando ao seu lado para animar um pouco mais as coisas. A repreensão de Às, entretanto, freava um pouco meus impulsos, me fazendo ficar com uma cara emburrada. — Chataaaaaa. Tá bem, vamos indo, mas vamos falar com ela depois!! Ela parece super gente boa, e daria uma ótima barda pra minha festa!!! — Agora, com maior “foco”, seguiria até a caçadora indicada, que conversaria com um grupo de Caçadores. Apesar de parecer falta de educação, eu ficaria bem próximo com os braços no balcão apoiando a cabeça, ouvindo as histórias deles para ver se escutava alguma história divertida de caçadores.

Quando Mizuki estivesse livre, sorriria de forma tão animada quanto ela, esticando minha mão logo após o cumprimento de minha irmã. — Que lugar legal tem aqui, Mizuki-kun!! Aposto que sabe dançar bem também, GHYAHAHAHAHAHA! — Diria, antes de notar Às se afastando em busca da tal barda. Começaria a rir com certa malícia, numa tentativa falha de esconder meu entendimento sobre aquela situação. Com a caneca de cerveja em mãos, saudaria a caçadora com um brinde, virando todo o conteúdo do líquido antes falar de fato. — Ghyaaaa, isso é delicioso! Mas olha, minha irmã falou pra eu ter foco, então… — Faria uma expressão séria, imitando a expressão que Às costumava fazer quando estava focada em seus treinos. — Queríamos alguns contratos, sabe? Algo que faça a gente aquecer um pouco mais os músculos!! Temos planos de fazer umas viagens futuramente e precisamos comprar um navio, sabe. — Diria sem muito filtro, já contando de todos os planos do grupo para uma completa desconhecida que, para mim, já parecia ser uma ótima amiga.

Ouviria as opções disponíveis, ainda mantendo a expressão “chata” de Às para tentar gravar as coisas. Sacudiria a cabeça vez ou outra para indicar que estava entendendo tudo, até que então levantaria a questão que estávamos enfrentando. — Além do mais… Estávamos com alguns problemas com o pessoal do Cartel. Você sabe de algo que poderia nos ajudar? Sabemos que não são boa gente, então deve existir algum jeito da gente lidar com eles. — Não era discreto, tampouco falava de maneira que ocultasse minhas reais intenções. O Cartel era um problema não só para nossa família, mas para toda aquela ilha e para outras dezenas pelo mundo afora, então esperava termos aliados naquela empreitada, pois sabia que o caminho não seria um dos mais fáceis.



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PdV: 4600
STA: 100

Força: 89 +80 +40 +40 = 249 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qui Jun 17, 2021 10:35 pm
Balada de um Pistoleiro!

Truques novos para um macaco velho!





As conversas com aquele velho homem costumavam ser práticas, as suas afirmações sobre o como ele sobrevive ia para vivermos outro dia mostravam que ele compreendeu o motivo , mas não a causa, e para mim melhor assim. Após chegar no ponto exato onde começaríamos o treino afastei alguns passos e tirei meu chapéu, mexendo meus cabelos presos no pequeno coque, olhei para o campo vasto e relembrei tudo aquilo que me cercava. Minha respiração indicava que existia calmaria e incômodo no mesmo lugar, a olhar para o velho ranzinza demonstraria que estava sereno com as coisas que eu diria a seguir.

Eu queria extrair informação e conhecimento dele, e para conseguir isso eu precisava fazer ele direcionar o que ele iria me treinar, obviamente meu pai já não era o mesmo de anos atrás, mas seu corpo estava debilitado a mente continuava aguçada, e por isso então falei:


-- "Ocê" poderia me ensinar a ser um caçador como o "Sinhor" ...

Existia um motivo de porque daquela pausa, no momento que eu completasse aquela frase eu estaria decretando duas coisas: Eu nunca mais seria simplesmente um homem do campo e eu nunca mais seria o garoto com inocência que um dia ele criou.

Além de tudo a minha frase seguinte mostraria o meu pai qual era o meu plano, eu não pretendia pegar apenas os criminosos, eu pretende acabar com o câncer que estava naquela Ilha e por isso completei:


-- ...para acabar com os "fi de uma meretriz" que está deixa só o pobre mais pobre.

E com esses dizeres esperava que meu pai compreendesse o que eu estava querendo passar para ele, ele precisava ensinar aquele Coiote a ser um caçador, ele precisava ensinar a um macaco velho truques novos.



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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Qui Jun 17, 2021 10:52 pm


Turma da
Pesada



Às e Akira


Em meio ao caminho o rapaz das informações ao qual muitos simplesmente ignorariam e seguiriam em frente, havia chamado atenção da dupla o rapaz ferido teria respondido, ainda que o próprio Akira depois o complementasse melhor com - Consegui sim, a Mimi sempre cuida do pessoal da Guilda e… Eu não planejo me estender não, fazer a feira e ir pra casa!- Ele comentou sorrindo e fazendo um sinal de despedida antes de seguir o próprio caminho, onde ele deixou uma informação bem interessante no ar, havia todo tipo de pessoa na guilda e um médico? Sempre teria espaço onde havia quem gostasse de uma boa bagunça.

E com isso quando adentraram, a visão da barda teria sido estonteante, especialmente para Ás que subitamente ficou muito mais interessada em ter umas aulas de canto, ou melhor de chamar a Barda para umas aulas de canto de modo que Akira até teve alguma dificuldadezinha de a fazer colaborar para que conseguissem a informação que procuravam.

Quando se aproximaram do balcão, poderiam ver o outro grupo de cinzas se afastando, dando espaço para os reais protagonistas terem o seu tempo com a garota da Guild, que logo separou alguns canecos dizendo - Bem vindos a Guilda dos aventureiros, pegue o seu caneco e me diga no que posso ajudar.- Ela comentaria antes mesmo de dar tempo para que eles se apresentassem ou falassem o que queriam, onde perspicaz como era, havia enchido um caneco a mais, dando uma piscadela para Ás, antes de começar a respondê-los. - Luna Stonks, boa aventura.- Ela teria dito levando a mão a frente da boca onde deu uma risadinha.


Frente ao comentário, ela diria de maneira espirituosa - Você se surpreenderia com o quão mal eu danço rapaz, eu usaria botas resistentes no lugar de meus parceiros de dança Mizahaha!- Ela teria dito, ela mesmo dando um pequeno gole na cerveja, inclusive quando qualquer um dos rapazes, fosse Às ou mesmo Akira experimentasssem a cerveja sentiriam uma sensação extremamente diferente quanto ao gosto, o amargor clássico da bebida alcólica, se fazia ser sentido de forma extremamente suave onde um sabor inicialmente doce similar a um vinho, daria a transição para a introdução da cevada de modo que era uma viagem completa em apenas uma golada, apesar da sensação quase mística, era muito, muito agradável e dava uma sensação revigorante muito grande.

- Vocês vieram ao lugar certo então, pode me dizer os seus nomes para eu fazer o cadastro?- Ela teria dito sacando um pequeno formulário simples onde ela preencheria com qualquer informação que Akira achasse pertinente de passar além de seus nomes, onde então ela manteria o sorriso enquanto ouviu ele falar sobre o Cartel, tentando se informar.

- Meu querido, você esta atrás de um problemão hein? Puxa uma cadeira, se estiver afim de começar em grande estilo, a Grande Mizuki arruma um bom negócio pra vocês Mizahahaha!- Ela teria dito apontando uma cadeira para que ele pudesse pegar, era notável que ela gostaria de ouvir e fazer daquilo uma troca justa de informações do porque eles estavam atrás e o porque aquilo era importante, pelo andar da carruagem com Ás, não é como se precisassem correr.

Enquanto isso no lustre do castelo no outro lado do salão de forma nada sutil, Ás teria feito a sua aproximação, que por conveniência do mundo e do maravilhoso usuário da plot plot no mi usando seus poderes pela primeira vez a favor de alguém havia sido no momento em que ela encerrou a sua música e poderia a responder - Sou Luna Stonks, você tem um nome bonito, como se fosse a cartada final de alguém, curti.- Ela comentou de forma descontraída mas, nas flexões de tom que sua voz fazia em meio a sua respiração, era como se um anjo chegasse e sussurasse bem pertinho de seu ouvido, era uma voz de deixar qualquer um maluco, acompanhado do modo como ela olhava então? Até mesmo um tritão viciado em tomar sangue no cranio dos outros, poderia ficar mansinho.

Ela estendeu a mão, pegando a caneca e virando o caneco de uma só vez, ela não havia literalmente engolido tudo mas, tinha um jeito de tomar longo o suficiente para demonstrar ainda mais o seu grande fôlego. - Kya… Eu tava precisando mesmo disso, aliás, quem foi o abençoado?- Ela teria dito abrindo um sorrisão, sim, aquele maldito sorriso. A explicação de Às a teria feito gargalhar, era aquele tipo de risada que faria até um mudo rir junto, era contagiante, Luna era uma barda nata. - Você me fez rir, acho que eu te devo no minimo o benefício da dúvida também pelo caneco, então bora lá, onde você planeja me levar senhorita Vo-lker?- Ela teria dito se aproximando lentamente quase como uma cobra que se enrolava em uma presa no modo como sua aproximação havia sido suave, estavam agora tão próximas que poderia sentir pela respiração o hálito mentolado da moça de cabelos azuis, que havia dado a ela a chance, o que ela faria com a chance?






Rango




Enquanto reunido junto ao seu pai, o velho havia lhe oferecido ensinar mais sobre como ser um rapaz esperto na hora de conseguir encontrar seu rumo, arrumar confusões em que soubesse que poderia lidar e com a frase dele, o que há muito tempo, ele já esperava que fosse acontecer, enfim ele então o olhou, como se esperasse no seu olhar mais severo ver se seu filho realmente estava firme com a sua decisão onde ele diria

- Eu meio que já suspeitava que um dia você iria querer seguir meus passos, mas, felizmente posso te ajudar a não repetir meus erros.- Ele comentou esperando entender um pouco do que motivava seu filho a ter tomado a sua decisão e então ele respirou, havia satisfação em seu olhar.

- C~e senta ai e me conta primeiro melhor essa história, que se tu aponta essa pistola pra direção errada, tu deixa de mirar em ser um caçador e aponta pras ideia errada di revolução e seu pai não quer o desgosto de ter filho vagabundo - Ele dizia claramente querendo entender melhor, sobre quem ele queria caçar antes de seguirem a conversa.



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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Sex Jun 18, 2021 12:39 am

Wild Hunt
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Sabe no instante em que você se toca sobre aquele sentimento de pertencimento? Um local onde as pessoas pareciam animadas em te receber, não te olhavam torto por isso e ainda por cima comemoravam com sua chegada… E, ainda por cima, pareciam pensar da mesma maneira que eu. Era algo único que me fazia sorrir como nunca antes e, graças à Mizuki, começava a sentir que talvez eu realmente tivesse feito as escolhas certas até então. — Ahh, é claro! Me chamo Akira!! E aquela galanteadora lá é minha irmã, Às. — Começaria a rir enquanto olhava de longe para ela, que aparentemente estava avançando bem nas bases daquele investida. — Ah, e tem o Hollyday também. Ele manda muito bem e sabe festejar!!

Acabaria por pegar os formulários e preencher com meus dados e de meus irmãos, colocando como residência principal a fazenda dos Rango. — Ah, um marinheiro disse que já havia nos registrado como Caçadores, sabe? Então talvez isso adiante. — Entregaria os papéis para então substituir a caneta pela caneca, experimentando aquele néctar divino. — Vocês PRECISAM estar na minha festa daqui há um tempo! Com essa bebida… Vai ser o maior sucesso! GHYAHAHAHAHAHA! — Iria entornar o conteúdo diretamente pela minha garganta, aproveitando a capacidade de respirar debaixo d’água pra não perder o fôlego.

E a preocupação de Mizuki já indicava bem o que nosso velho pai já estava dizendo há um tempo. Acabaria por sossegar meu ânimo por dançar e festejar para me sentar próximo dela, mas ainda segurando a caneca como uma lembrança daquele lugar mágico. — Eu e meus irmãos somos órfãos, sabe? Teodor e Sophie acabaram adotando a gente, então somos uma grande família! Além de mim e de Às, tem Hollyday, Sasha e Shiori. Somos esquisitos, mas somos felizes. — Sorriria de forma nostálgica, relembrando das histórias que o quinteto tinha quando estava reunidos. — Mas nosso pai acabou ficando bem doente… E Holly acabou assumindo algumas dívidas pra salvar o velho e a fazenda. Mas, bem, digamos que ele acabou conhecendo gente ruim. O Cartel. — Uma coisa acabaria levando a outra. Explicaria também sobre a nossa primeira caçada juntos, e como eu e Às havíamos acabado descobrindo sobre a tal dívida.

Apoiando meus braços no balcão, ainda encarando Às e seu jeito atrapalhado de ser naquelas circunstâncias, suspiraria com uma expressão mais séria, demonstrando pouco humor em minhas palavras. — Poderíamos pagar a dívida e nunca mais ouviríamos falar deles, sabe? Seria o caminho mais fácil. Mas quantos outros irão sofrer nas mãos dos agiotas do Cartel? Até quando eles vão lucrar vendendo sonhos e esperanças? — Agora, encararia melhor Mizuki, sentindo que ela era alguém no qual eu podia ao menos confiar. — Sei que muitos devem ter o rabo preso com eles, mas tem que haver um jeito de derrubá-los. Algo que, como um Caçador de Recompensas, eu possa fazer para acabar com esse efeito cascata de uma vez, sabe? Eles com certeza não estão fazendo tudo na legalidade, apenas é necessário alguém que dê o primeiro passo, não concorda? — Com isso, esperava que Mizuki me compreendesse melhor e, ao mesmo tempo, pudesse fornecer algum serviço que enfraqueceria os esforços do Cartel.

Ouviria suas instruções, sugestões e conselhos com esmero. Por um instante, seria possível ver o festivo Akira, em meio a um ambiente de festa, completamente imóvel e atento a algo que uma pessoa estaria dizendo. Não era algo raro, tampouco duradoura, mas era algo para ser notado e aplaudido de pé, devo dizer. Por fim, caso Mizuki fosse capaz de nos fornecer algum contrato que nos colocasse nos trilhos, eu sorriria animado e, com um salto, a agarraria pela sua cintura para erguê-la no ar. — Você é incrível, Mizuki-kun!!! Na próxima música, serei seu parceiro de dança e deixarei que destrua meus pés como minha forma de agradecimento, GHYAHAHAHAHAHA! — Acabaria por me afastar, indo até Às, que pelo que conhecia, ainda deveria estar no velho jogo do chove-não-molha, observando mais de perto se estava tendo sucesso para dar aquele velho suporte moral de irmão.



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CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

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Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Sex Jun 18, 2021 10:40 am




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- Às Volkerbäll -


Ж

Percepção apurada e algumas palavras certeiras me bastavam para compreender as razões de termos sido orientados a falar com Mizuki, a mulher não perdia tempo e parecia notar muito bem meu interesse pela barda, disponibilizando um caneco de cerveja a mais antes mesmo que eu pudesse questioná-la sobre o nome da mesma. - Deixe mais uma rodada paga, esse aqui gosta de beber além da conta. - brincava, deixando mais algumas moedas e indicando que Akira talvez fosse o beberrão da história antes de sair com o par de canecas nas mãos. A distância não era grande, mas a percepção me fazia sentir que andava o dobro do que seria a realidade, talvez beber tivesse ajudado, talvez não, pouco importava naquele momento, com a melodia se encerrando perfeitamente, vi-me de frente a mulher e somente quando próxima estava, percebi que de fato não era tão sutil como a pessoa que havia tentado me ensinar qualquer coisa em relação a sedução.

Ora, que bom que curtiu, normalmente as pessoas reclamam de um nome tão pequeno. - brincava, encantada pela maneira como falava e principalmente por sua voz e seu olhar. Lhe entregava a caneca, acompanhando-a na bebedeira de uma forma mais devagar, observando-a de soslaio a medida que também apreciava o sabor da bebida, se Luna não havia bebido tudo, eu não podia dizer o mesmo de mim, a cerveja descia feito água e imediatamente me fazia reconhecer o quão bom era aquilo. - Uhh! Se eu soubesse que a cerveja aqui era tão boa, teria vindo pra cá bem antes. - brincava, admirando a caneca vazia antes de anunciar-me como a pessoa que havia oferecido a cerveja para Luna. Aquele maldito sorriso não ajudava-me nem um pouco, uma súbita preocupação me percorria a mente, ainda mais com a conversa em relação as raízes com Tom, se era sensato ou não criar mais raízes na ilha, pouco me importava. - Só se vive uma vez não é mesmo? - pensava, sorrindo também.

Ela havia se aproximado demais, pressionando-me de certa maneira com seu aspecto doce e fugaz, reconheci de imediato que talvez, se estivesse em meu lugar, teria aprendido bem mais a respeito do que parecia fazer tão bem. Como lidar com alguém que parece tão bom de flerte? A iminência de terminar de mãos abanando era altíssima, cada ação seria marcada e premeditada, os sedutores sabem bem se colocar no controle de algo e guiarem a situação como se dançassem a mais bela das valsas, felizmente havia tido pelo menos uma dica valiosa a ser usada quando perceberam que de certa forma eu era direta demais para essas coisas. Um beijo, um simples e direto, uma quebra de expectativa, uma reação inesperada para quem tivesse plena certeza do meu recuo ou da minha falta de ação, tolice! Nunca foi de recuar o mesmo hesitar realizar algo tão simples. - Desculpe, queria saber se o gosto da cerveja ficaria melhor com o gosto de menta. - diria após afastar-me ou ser afastada, observando-a com olhos sinceros. - Volkerbäll...o nome é complicado mesmo. - sorria, observando o salão à procura de uma mesa distante. - O que acha daquela mesa? - diria caso encontrasse. - Ou prefere um local mais reservado para que não possam nos ouvir? O local é novo para mim. - faria uma expressão de dúvida, deixando-a decidir onde preferiria estar. Estava por informações, era verdade, mas também gostaria de outras coisas, mas principalmente a ordem dos fatores não alteraria o produto que vislumbrava.

Por sorte deixei mais uma rodada paga! - brincava, virando-me para Mizuki, apontando o local onde eu iria e indicando com a mão para que se pudesse, levasse a cerveja até nós. - Bom, deixe-me pelo menos me desfazer do assunto mais chato. Vim em busca de contratos, mas especificamente vim em busca de pessoas que saibam sobre um tal de “Cartel”, você sabe algo em relação a eles? - levava a mão ao rosto, esperando por alguma resposta. - Imagino bardos muito além de uma voz e um instrumento, sempre são bem informados… - diria, antes de encará-la mais uma vez. - Mas você é a primeira que genuinamente canta bem, é quase como estar em casa quando a escuto cantar. - sorria. - Desculpe, eu pareço alguém apaixonada quando falo essas coisas? - ria, como estranhando minhas próprias palavras. Se Akira chegasse e estivéssemos na mesa, beberia a caneca de cerveja. - Conseguiu informações sobre o Cartel e sobre os contratos com Mizuki? - diria, antes de apresentar Luna. - Ah sim, essa é Luna, ela está prestes a ser contratada para a nossa festa, só não sabe ainda! Mas tá no papo! - diria com certo divertimento, mas também empurrando a caneca para o tritão, como se pedisse para ele pegar mais uma. - Tá empatando a foda irmão! - pensava.





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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Sex Jun 18, 2021 10:38 pm
A Caçada!

Falando qual o próximo alvo!





Enrolar mais ali poderia gerar um desconforto, era preciso deixar claro para Teodor meus planos, meu velho pai até podia ter compreendido, mas com toda certeza não tinha assimilado qual seria as minhas próximas ações, era a hora de se abrir, é a hora de explicar quem era o nosso inimigo.

Tentei ser o mais breve possível, minha respiração controlada em meu olhar centrado mostravam para o meu velho pai a verdade em minhas palavras. Com chapéu em uma mão e a outra mão livre as dores que eu carregava parecia até mais leves enquanto eu desabafava:


-- Quando o "sinho" adoeceu tive de escolher proteger a fazenda, mas as contas chegavam aos montes e o "cascalho" não entrava, não teve jeito, tive que pedir dinheiro ao " Cartel", aqueles agiotas da cidade...

Aquela pausa doía muito mais em mim do que nele que estava ouvindo todas aquelas palavras, pois meu pai sempre foi um homem ativo, e perceber que a sua inatividade deixou tudo aquilo acontecer poderia ser dolorido para ele, mas admitir para aquele homem que não foi capaz de cumprir o seu único pedido em toda minha vida era de lacerante para mim.

Após respirar e me conter sobre as coisas que teria que dizer para quem não sou assim mais pesarosa para meu pai completei:


-- ...quando tudo normalizou os juros altos não puderam ser pagos, eu tinha uma dívida e trabalhava o triplo para pagar, mas 'num" da para ganhar todas e eles agora começaram a ameaçar os que não tem dinheiro incluindo nós, não posso deixar eles continuarem assim.

talvez o meu pai fosse inteligente o suficiente para compreender o que estava correndo ali e agora com o inimigo revelado esperava a decisão sobre o que eu ia enfrentar...um exército.



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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Dom Jun 20, 2021 12:54 pm


Turma da
Pesada



Às e Akira




Enquanto as desventuras em série ocorriam para o lado de Às, a conversa desenrolou entre Akira e a menina da Guild, onde ela teria olhado  e com isso, também sorriu,  lidar com caçadores  muito frequentemente era divertido pois, havia todo tipo de maluco, desde os caras loucos por dinheiro a até gente que tinha o coração bom mas, não a disciplina ou a paciência de fazer parte de uma organização maior para fazer o que acham certo. - Vocês terem um registro facilita tudo na verdade, menos perguntas inconvenientes da minha parte. - Ela sorriu, onde pegou os papeis e fez as devidas anotações em um caderno maior, abrindo uma seção nova para Às e para Akira, deixando também ali reservado paginas para os nomes que ele havia citado anteriormente.

Era notável a sua simpatia quando ela dizia - Cindy vai ficar feliz de ouvir isso, ela que preparou as bebidas de hoje pro pessoal, os tiragostos também.- Ela comentou, dando créditos a quem deveria ter, onde implicou-se a ideia de que por ali o clima mais festivo era mais comum do que se imaginava e aquela, era só a primeira variação que encontrariam por ali.

Ouvindo tudo aquilo, a morena suspirou ao ver que Akira era alguém que no fundo era bem idealista, onde ela teria dito - Há muitas formas de se enfrentar uma batalha, sabe?  Atacar um inimigo desprevenido no fim, da o mesmo dinheiro de uma luta de frente, entender isso pode ajudar muito vocês, caso queiram enfrentar uma organização criminosa, seja o Cartel ou qualquer outra afinal… Quem sabe que esta sendo a caçado é mais prevenido.- Ela comentou com um sorriso, não tentando discordar de Akira na verdade, era possível ver alguma admiração da parte dela, onde ela apenas ofereceu o seu ponto de vista sobre o assunto.

No fim ela respirou e comentou - Bom… Mas eu não vou dar um balde de água fria, então vamos lá, primeiro eu tenho um contrato envolvendo essa moça que parece fazer parte do Cartel, ela tem um cartaz pela marinha mas… Se você quiser realmente algum dinheiro e talvez informações…  Há essa  possibilidade. -

Ela pegou um Cartaz E o colocou sobre a mesa, onde continuou a explicar - Maya, mesmo sendo uma pessoa perigosa, como deve notar, é uma moça bem bonita e eu sei que isso vai soar bizarro pra caramba mas, caso vocês queiram fazer um dinheiro a mais, houve o pedido pra não  machucar o seu rosto como uma das condicionais… E a segunda condicional é ler essa carta pra ela e dizer qual é a sua reação para que eu possa repassar ao cliente, quando ela já estiver restringida… Caso cumpram, o valor total do que você pode receber é de 4.000.000… Além disso, você teria o que quer que ela saiba sobre o Cartel como um bônus. - Ela explicou, já pegando  um segundo cartaz - Esse Rapaz aqui, é com quem ela vai tentar fechar um negócio pelo que levantam as fontes… Se meus contatos estiverem certos, ele vai trazer consigo um carregamento, a guilda quer a sua mercadoria e como extra… A embarcação dele seria a compensação, não haveria dinheiro diretamente envolvido mas, algo equivalente… Interessa a vocês?- A resposta de Akira no entanto?

A Mais inesperada de todas ao erguê-la no ar teria a ouvido - O… O QUE você tá fazendo?- Ela teria levado um susto enquanto era erguida, até que seus pés tocavam o chão novamente e ela entendia que era um convite para dança onde ela confusa, não viu porque recusar onde realmente, sua propaganda não era enganosa, Mizuki como dançarina era uma coisa de dar tristeza, seus passos eram descordenados, ela era meio durona demais para movimentos que requeriam mais desconjontura, enquanto onde deveria ser mais rigid? Parecia uma maria-mole, era realmente o conjunto da desgraça completa mas, pelo menos ela era bonita e esforçada em não deixar aquela situação ser chata, na real ela parecia estar se divertindo

1º Chapter - Wild Hunt - Página 5 Tenor

Enquanto isso, no outro lado do salão… A  barda teria sorrido, quando comentou sobre reclamarem do nome de Às ser curto , onde ela teria dito - O que tem de curto no primeiro, tem de longo no segundo, o equilibrio… O equilibrio faz o charme.- Ela comentou levantando um dos indicadores, desenhando no ar o que ela construiu a sua lógica do porquê gostou do nome, mas, isso tudo antes da aproximação mais intimatória da garota.

No entanto, onde muitos se intimidariam ou se acovardariam pela presença sedutora intimidadora da garota, a morena havia dado um passo além Isso mesmo, vá além de seus limites, plus ultra!,  deixando que seus lábios tocassem nos de Luna, sendo possível a ver arregalar um pouco os olhos, por muito menos de um segundo, antes de relaxar e ceder ao momento que seu corpo a guiára de modo que Ás, sentiu a mão da barda, sem vergonha alguma a puxar pela cintura de modo que naquele momento, ela teria se intensificado um pouco no beijo de modo a realmente deixar mais do que o gosto de menta mas, ter deixado Às, doidinha por mais.

Ela então teria dado o espaço, onde ela diria - Se eu não quisesse, não teria te provocado meu doce, além disso… Foi divertido te ver tomar a atitude.- Em um tom mais suave mas, que ainda mexia com a cabeça de qualquer um, ela fora levando a sua mão para próxima do rosto de às, fazendo um leve carinho em suas bochechas, antes de retornar as mãos para si mesma, onde observaria para onde aquilo a teria guiado, onde ela respondeu - Acho que há papos, que é melhor marcarmos pra quando pudermos nos ver sem seu irmãozinho mais novo- Ela comentou, deixando  bem claro  a entender que estava disposta sim a uma conversa mais profunda, com um intercâmbio de experiências mas, em um momento em que ela estivesse menos em família.

Com isso, elas se encaminhariam para uma das mesas onde seriam servidas não por Mizuki, pois Akira pareceu tomar sua atenção mas, por uma Moça morena que não teria intervindo muito , antes de dar as costas A barda pareceu interessada no papo de  Volker e por isso, deixou o assunto descarrilhar, onde ela  apoiou o queixo sobre ambas as mãos, enquanto seu olhar profundamente mergulhou no da morena, enquanto ela dizia - Piores festas, é o que eu tenho a dizer, pagam bem mas, esse papo de me apresentar para um caramujo, porque  o chefe esta distante…  Não é lá divertido… Além disso, só recebi o cachê, nem uma bebidinha, um salgado… Não recomendo. - Ela comentou  expondo inconscientemente uma informação que era muito interessante, por qual motivo havia a distância assim do chefe em relação ao cartel? Ela teria então pego a caneca e tomado um gole, como se fosse na intenção de tirar o gosto amargi da lembrança.

Era possível a ver rir um pouco, antes de a responder - Cara… Eu conheci muita gente estranha mas, se eu te falasse que se lembrar de casa te faz parecer apaixonada… Você não parece ter complexo de édipo ou coisa do tipo - Ela riu mais um pouco, onde era possível ver uma postura bem descontraída, Luna mostrava-se alguém que gostava de suavizar a situação, como se a vida talvez pudesse sim ser mais leve  e divertida do que as pessoas levavam, onde ela complementou - No entanto, seu olhar, seus lábios,  me contam muito mais sobre seu interesse. - Ela teria dito mordendo levemente o lábio inferior, voltando a um tom extremamente sedutor e envolvente.

Akira parecia estar dançando junto a Mizuki, então havia uma pergunta cintilando no momento a Volkerball, deveria ainda prosseguir e ir falar com ele nesse momento? Ou era melhor dar tempo ao tempo e esperar que ele fosse o “ empata foda” e não o contrário?





Rango



Teodor por um momento, perdeu a sua pose, sabia que o periodo em que ele havia adoecido havia dificultado muito as coisas, de um modo que não era mais admissível pra que ele simplesmente ficasse parado, se o medo poderia ferir mais profundamente que espadas, o amargor de ter falho com quem lhe é importante iria ainda mais  fundo, e nesse momento, era possível ver a expressão do homem enrijecer em um profundo desgosto inicialmente silencioso.

Ele botou a mão na cintura, respirou um pouco e respondeu -Ocê cresceu mesmo em um bom homem filho mas, ter se envolvido com o Cartel é um problemão, se você mexer com os que tão na ilha, vão mandar mais atrás ducê, tu sabe disso né?- Ele sabia que o filho tinha consciência mas, quase como se esperasse ouvir a retórica ele continuou - Eu num quero que você fique preso nessa a vida toda, então se posso te dar uma dica é, ou tu quita essa divida com trabalho duro como caçador e ataca quando eles  tiver cas calça arriada ou  tu vai de frente, contra o cabeça, qual delas você espera?- Ele perguntou, deixando que o  filho respondesse.






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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Dom Jun 20, 2021 3:35 pm

Wild Hunt
- Falas | ~ Pensamentos



As sábias palavras de Mizuki indicavam um conhecimento amplo daquele ramo de Caçadores. Apesar de tudo ali parecer ser uma grande festança, aqueles que ali estavam pareciam comemorar o simples fato de estarem vivos por mais um dia, portanto todo dia era dia de festa. Atacar diretamente era algo que eu sempre fazia sem hesitação, mas atacar de forma bem pensada e estratégica normalmente era a menor das minhas preocupações, entretanto parecia ser algo a se planejar a partir de agora.

Mas, por fim, o caminho no qual estávamos buscando nos enfim era mostrado. O cartaz da senhorita com roupas de freira me chamavam a atenção, tentando gravar suas feições em minha mente como marcamos o gado com ferro quente na fazenda. — Então… Se a capturarmos, ganharemos um extra se fizermos as exigências do contratante? — As exigências pareciam esquisitas demais, por isso acabaria levando minha atenção até a carta no qual seria necessário ler para ela, tentando captar os motivos disso. — Mas, no fim, entregaremos ela à Marinha, correto? — Perguntaria, apenas para não restar dúvida alguma.

Quanto ao segundo cartaz, apesar do valor semelhante ao de Maya, ainda assim me causava maior interesse. O fato de ser uma criatura maior me lembrava da minha batalha contra Largo, e queria ter alguma chance de revanche para não ser atingido daquela maneira. Entretanto, o que mais me alegrava era a ideia de ganharmos uma embarcação naquele serviço. — Então além do valor da recompensa pela Marinha, ainda ganharemos a embarcação caso entreguemos as mercadorias?! — Ainda parecia bom demais para ser verdade. Enfim conseguia visualizar uma chance de termos a nossa tão esperada embarcação e partirmos do Reino Sorbet em tão pouco tempo!! Tenho certeza que meus irmãos adorariam a ideia.

Minha resposta era a mais extrema possível, arrastando Mizuki para uma dança esquisita mesmo com sua hesitação. Para acompanhá-la, dançaria tão esquisito quanto, afinal se era para ser desajeitado, que fosse em dupla! — GHYAHAHAHAHA! Você é incrível, Mizuki-kun!!! Meus irmãos vão adorar as ideias. — Diria ainda requebrando na pista de dança. Por fim, quando algum de nós se desse por vencido das tentativas inválidas de mostrar belos passos de dança, pegaria os cartazes e a carta para Maya, guardando em meus pertences. — Ah, claro, o seu contato informou onde e quando será a negociação? Quero me reunir com meus irmãos para planejarmos tudo com antecedência. Uma sábia amiga me disse que atacar um inimigo desprevenido, no fim, dá o mesmo dinheiro de uma luta de frente. — Daria um largo sorriso amistoso, ouvindo com atenção tudo aquilo que ela fosse dizer para repassar em detalhes para Às e Holly.

Após uma calorosa despedida, iria de encontro com Às, que parecia estar se dando muito bem com sua coleta de informações. Tentava abafar meu sorriso maldoso com uma mordida nos lábios, mas meu olhar e minhas sobrancelhas não deixavam mentir o que eu estava pensando. Me aproximava da mesa das duas, ainda com minha caneca em mãos e, com uma voz mais grave e sedutora, falaria com Às ainda tentando disfarçar, mesmo que inutilmente, a minha felicidade pela felicidade de minha irmã. — Devo deixá-las à sós, madames? Não gostaria de atrapalhar a bela aula de canto que estão tendo. — As sobrancelhas, loucas como eu, provavelmente deixariam Às em uma situação de vergonha tão extrema que sua pele alva se tornaria mais escarlate que meus cabelos.

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Mas, quando a pergunta sobre o Cartel era feita, deixaria os cartazes na mesa, deixando agora o humor de lado para me apresentar apropriadamente para a barda. — E eu sou o Akira! Mas isso Às já deve ter falado sobre mim. — Colocaria a mão ao lado da boca a falaria mais baixinho, como se contasse um segredo. — Sou o irmão favorito dela, sabia? GHYAHAHAHAHA! — Bagunçaria o cabelo de Volker, e então pegaria as canecas para pegar mais um refil. Antes disso, apontaria para os cartazes, destacando Maya e Leon enquanto diria. — Algumas notícias quentes sobre esses dois aí. Talvez Luna possa nos ajudar com informações extras? Mas deixarei vocês batendo um papo enquanto eu pego um lanche também. To morto de fome! — E, com um sorriso largo por ter conhecido mais uma amiga, iria para o balcão onde pegaria mais algumas doses daquela ambrosia divina que chamavam de cerveja. No caminho, ouvia a chamada de atenção de minha irmã e, olhando novamente para Luna, abriria um largo sorriso. — Tirou as palavras de minha boca, GHYAHAHAHAHA! — Com o dedão erguido positivamente, ia alcançando o balcão, ainda escutando de longe Às mencionando sobre meu grande sonho. — A maior festa que esse mundo já viu, Às!! Do mundo!!! — A extravagancia de meu tom de voz, atitude e sorriso indicavam a seriedade daquelas palavras. Meu sonho havia apenas se iniciado, e estava com energia total para torná-la a coisa mais incrível dessa existência.

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  • Posts: 19
  • Ganhos: Cargo: Caçador de Recompensas Rank E, B$ 1.000.000, Cartazes de Serviços da Guilda
    Treino para adquirir de Ambidestria
  • Perdas:
  • Contagem Caçador: B$ 3.000.000
  • Posts Desvantagem: 3/20
  • Players/NPCs:
    Às (irmã)
    Hollyday (irmão)
    Sophie (mãe/NPC)
    Teodor (pai/NPC)
    Mizuki (Caçadora)
  • Localização: South Blue - Reino Sorbet



PdV: 4600
STA: 100

Força: 89 +80 +40 +40 = 249 [Regular]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 281 +80 +40 = 401 [Hábil] +5%
Reflexo: 0 +40 = 40 [Regular]
Constituição: 30 +80 = 110 [Regular]

Agilidade: 220
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Qualidades:

Defeitos:

Primeiros SocorrosVocê sabe tratar ferimentos externos, de gravidade simples ou moderada, além de ser capaz de ministrar o tratamento inicial de qualquer tipo de ferimento. A proficiência primeiros socorros contempla ações como: parar sangramentos, fazer curativos, mitigar danos e similares.

CirurgiaVocê é capaz de tratar ferimentos graves e internos, desde que esteja em posse dos instrumentos apropriados.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

DiagnoseVocê conhece diversas doenças, sabendo identificar seus sintomas e quadro de evolução, além disso, sabe ministrar os tratamentos para frear ou erradicar a doença, se existentes.

AcrobaciaVocê possui um corpo flexível e é capaz de dar saltos elaborados e piruetas, além disso, consegue equilibrar-se em várias superfícies, fazer malabarismo e sabe como amortecer suas quedas.

Profissão:
MédicoOs médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.



Arma: Faixas de MãoDescrição: Um par de faixas de um tecido maleável e resistente, que serve para ser enroscado ao redor dos punhos para dar maior firmeza e capacidade de impacto.
Tipo da Arma: N/A
Qualidade: Clássica
Durabilidade: Baixa
Dano: +40 em Força/LVL
Estado: Nova


Última edição por Yami em Dom Jun 20, 2021 11:25 pm, editado 1 vez(es)

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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Dom Jun 20, 2021 8:24 pm




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- Às Volkerbäll -


Ж

Uma cartada inesperada, um prêmio oportuno, quais eram os riscos afinal de contas? Uma mão atrevida que puxava-me para perto enquanto podia sentir o gosto de menta e o movimento dos lábios desavergonhados e surpresos, o que era para ser algo rápido tomava tempo e mão livre rumo a face da mulher procurava sentir seu tom macio de pele e seu calor à medida que os segundos se passavam da calmaria para uma suave intensidade, perder o contato de sua boca levou mais tempo do que esperava, mas seu semblante entregava junto de suas palavras, sua intenção em não cessar as coisas daquela maneira. - Claro que foi… - erguia o cenho com um meio sorriso a brotar dos lábios, um tom misto na voz que denotava o prazer de ouvir aquilo associado a uma certa ironia, como se talvez a mulher ainda estivesse usando seu lado sedutor para não se deixar ceder pela ocasião. - Deve-se sempre estar a frente não é mesmo? - pensava, sentindo suas mãos até meu rosto o qual inclinava a face sutilmente, beijando-lhe a palma da mão antes dela retorná-la para si.

O comentário referente a Akira divertiu-me. - Sua percepção é notável, começo a achar que já sabia desde o começo que era eu quem havia pago a bebida. - brincava, virando-me para observar o tritão por alguns segundos. - Mas sim, tem razão. Esse assunto podemos lidar em um momento melhor. - concordava, indicando logo em seguida o local para que pudéssemos nos sentar. - Obrigada! - diria a mulher que havia nos servido, reparando brevemente em seu semblante antes de voltar minha atenção para Luna que pacientemente ouviu-me falar, mantendo seu olhar carmesim de encontro aos meus. Mencionar o Cartel parecia provocar-lhe uma reação sincera, reclamando das ‘festas’ e apontando algo interessante. - Sem bebida e comida? Parece até uma afronta. - relaxava o corpo sobre a cadeira esticando as pernas por debaixo da mesa, de encontro as dela. - Agora cantar para um caramujo é bem engraçado, havia mais pessoas pelo menos? Na falta de bebida ou comida, as vezes é os papos podem ser bons. - esperava por uma resposta, mas complementava com um suspiro. - Mas é difícil aproveitar qualquer festa estando sóbria.

Parece que esse assunto apura a sua sede. - brincava, tomando mais um bom gole da cerveja antes de prosseguir com a conversa. - Desculpe, acho que me expressei mal, ou talvez seja algo complicado de explicar mesmo. - suspirei, encarando-a. - É um mal terrível de família, pelo menos é o que sempre ouvi dizer. - levava meu tronco para mais perto da mesa, apoiando meus braços enquanto observava seus lábios. - Sabe essas pessoas que se apaixonam intensamente por tudo ao mesmo tempo que não suportam a ideia de estarem atreladas a uma só pessoa? Kihaahaha! - gargalhava antes de mais um gole. - Talvez eu só esteja divagando demais sobre algo simples, odeio complicar mais que o necessário. Além do mais… - observava suas reações e suas palavras. - ...é, você parece ser capaz de me compreender por outros métodos, felizmente me expresso melhor por eles. - lhe rebatia com uma provocação antes de voltar a beijá-la.

Akira se aproximava, não muito depois, disposta a claramente fazer valer sua presença naquele momento. - Realmente você vai fazer isso? - brincava, claramente embaraçada pela maneira com a qual ele havia chegado. - Claro que é, a concorrência não é lá muito grande, além do mais, o peixe é mais nutritivo do que um coiote! - brincava, mas nada que pudesse chegar aos pés do tom sempre divertido do ruivo. Porém, os cartazes sobre a mesa indicavam que sua presença não era apenas para um deliberado e premeditado embaraço, suas palavras eventualmente indicavam a importância do assunto. - Pode pôr o lanche na minha conta, depois conversaremos sobre isso. - respondia-lhe, indicando os cartazes antes de olhar para o ruivo com uma séria determinação. - Ei! - chamaria a atenção do tritão assim que ele saísse. - O que acha de uma cantora para a festa? Talvez ela faça um desconto para nós! - indicaria a mulher, antes de deixar Akira seguir seu rumo. - Oh! Não pense que falei isso de brincadeira, temos uma festa planejada! Uma das grandes e se depender dele, a maior que essa ilha já viu! - abria um largo sorriso.

O desconto, no entanto, é real, afinal de contas acabamos de nos tornar caçadores! Kihaahaha! - ria de forma abrupta, destacando a sinceridade naquelas palavras, antes de me aproximar de forma lenta e audaciosa. - Uma festa Luna, com muita música, muita gente, bebida e comida para compensar todas as furadas que você já se meteu em vida como essa festa do caramujo ai! - aproximava-me mais. - Talvez nessa festa tenha mais do que isso, talvez haja também um quarto vazio e silencioso para que possamos ouvir a nossa própria melodia. E eu posso te garantir, que eu consigo extrair de você uma música lindíssima que eu duvido, que qualquer outro tenha feito igual. - a olharia nos olhos e então empurraria os cartazes. - Basta você aceitar e me falar o que sabe sobre esses dois aqui. - bateria com os dedos sobre o papel, no limite de um beijo, no anseio de respostas.





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Re: 1º Chapter - Wild Hunt Seg Jun 21, 2021 7:53 pm


Turma da
Pesada



Às e Akira




Frente a pergunta do tritão a morena teria concordado com a cabeça e dito - Sim, isso mesmo, não é muito ético da minha parte revelar quando um cliente pede descrição mas, o que posso te dizer é que ele saberá se vocês cumpriram suas condições, quando ela estiver nas mãos da marinha. Ela teria dito, dando uma leve piscadela .

Sobre o segundo cartaz ela teria dito - Exatamente, não tenho a informação de que tipo de barco é ou quais condições mas, a guilda tem contatos que conseguem limpar a barra para um recolhimento de imposto extra  se é que me entende.- Ela teria dito no que poderia ser uma grande conquista afinal, embarcações eram notáveis pelo seu preço elevado e fosse ela mais simples ou não, independente de seu estado, uma embarcação ainda que precisasse de reparos ou de uma personalização, valia muito mais na hora de ir a um carpinteiro do que só dinheiro.

Ela então levantaria um dos dedos dando a informação final - Será essa noite, no porto  H, vocês devem ver as letras  que separam os setores do porto, quando chegarem...Então… Como bem deve saber, um de seus alvos é um Mink e se as previsões estiverem corretas, essa é uma noite de lua cheia e céu limpo.- Ela teria informado

Enquanto isso a barda, frente ao leve comentário deixou escapar - É bom tentar, nem sempre da certo no entanto.- Comentou com doçura o que provavelmente é reflexo de situações difíceis vividas no passado pela barda. No entanto, logo haviam se juntado de modo que vendo o  rapaz, que claramente tinha uma aura de irmão mais novo, ela teria acenado e dito

Conforme Ás se esticara por debaixo da mesa, era possível ver ela apoiando o cotovelo sobre a mesa, e a cabeça sobre a mão, exibindo um sorriso malicioso sugestivo, onde seria possível sentir que   os pés dela alisaram levemente os de Ás, onde  ela faria como uma provocação proposital, apenas para ver sua reação e então recuaria, não faria nada impróprio perto do que ela considerava uma criança, já que o irmãozinho dela estava presente e ela não parecia interessada em  ser tão ousada naquela noite.

Frente a atitude então, ela deixou o barco seguir, ela que sempre tinha respostas, decidiu ver até onde Ás estava disposta a ir, onde havia se estabelecido no silêncio algum pequeno mistério que com o beijo tornou-se ainda mais doce.

A aproximação de Akira ocorreu, de modo que ele poderia se sentar junto as duas na mesa e ele ouviria - Não tem problema, puxa uma cadeira e senta ai rapaz.- Ela comentou de modo que pareceu lidar com uma criança mais tímida, ainda que claramente não fosse o caso de Akira.

Então houve o comentário sobre se ela sabia de alguma coisa a mais sobre os dois, onde ela parou e olhou por um tempo -  Não sei se vai ser interessante o que eu sei, não para o que vocês devem querer, provavelmente… Mas, vamos lá, ela curte mais meninas do que meninos,  ou pelo menos é isso que corre no popular.- A fala dela ainda que não parecesse relevante, para Akira, poderia dar uma pista muito boa de que talvez o gado contratante não fosse gostar tanto assim da resposta que ela teria sobre seus sentimentos.

Quando Ás comentou sobre deixar sobre a conta dela, Luna responderia - Vocês são meio novos por aqui né? Aventureiros novos não pagam o que consomem em sua primeira estadia com dinheiro mas, com trabalho… Mizuki provavelmente te passou algum trabalhinho pra ela não?  Ta ai o preço dela.- Ela comentaria rindo e dando espaço para que eles continuassem a falar até que ela comentaria novamente - Por você, eu abro um espaço na minha agenda.- A moça comentaria de maneira propositalmente mais lenta, enquanto um de seus dedos fez um circulo na mesa com a unha, onde ela finalmente jogou os braços pra trás e a cabeça pra cima, relaxando, não é preciso dizer que naquele momento, pelas suas vestes e proporções, aquilo garantiria uma ótima paisagem a quem quer que olhasse pra ela e Luna? Não poderia ligar menos, esticar suas costas e ver como aquilo ali seguiria eventualmente a faria se erguer, ela mesma não sabia muita coisa sobre os procurados além do que já havia dito, no entanto por já ter trabalhado para o Cartel em um ocasião, talvez conseguissem algo a mais, quando fosse o momento certo.



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Última edição por Sasha em Seg Jun 21, 2021 11:39 pm, editado 1 vez(es)

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