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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Projetinho Fellas: O Vasco Sobe, Volta Ribamar

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

Projetinho Fellas: O Vasco Sobe, Volta Ribamar

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Marinheiros Alatreon Dalanur Zenith e Alexander Blackwood e do Civil Shen Ikimura. A qual não possui narrador definido.

_________________

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Leona
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Leona
Marinheiro




Unos: Vasco

- Alatreon D. Zenith -



Após encontrar a biblioteca e sua compreensivelmente não tão simpática comodante, encarava as informações entregues tentando manter o máximo de profissionalismo possível, na tentativa de ocultar o fato de que estava no meu equivalente à um parque de diversões para uma criança, com um brilho no olhar que provavelmente não era capaz de conter.

— Gostaria de ver esses livros de outras edições e uma lista com os livros desparecidos. Após isso, gostaria de analisar o local por conta própria. Agradeço às informações e acredito que a melhor maneira de me desculpar pelo atraso ao atendê-la seja resolver o caso o mais rápido possível. Até breve. — Diria, enquanto ponderava algumas possibilidades. Livros de construções e livros de medicina, são livros com provável alto custo, no melhor dos casos, podem ser vendidos para estudantes. No pior dos casos, alguém poderia estar improvisando uma clínica e/ou prestes a realizar procedimentos em alguém. Um sorriso sádico me surgia no rosto acompanhado de uma pequena ideia "Será que eu poderia copiar esses livros antes de devolvê..." — Foco, Alatreon!

Inicialmente, vagaria pela biblioteca em busca de possíveis entradas ou saídas que pudessem ser utilizadas por assaltantes, apenas para fins de confirmação, pois a possibilidade de algo assim passar desapercebido pelos atentos olhos da sra. Williams não me parecia muito alta, talvez os livros fossem roubados durante o dia? Analisaria as outras edições dos livros roubados ao folheá-los no objetivo de encontrar possíveis ligações em seus temas. Os livros de construção possuíam informações genéricas? Informações específicas a respeito de construções voltadas a medicina? E os livros de medicina roubados, tratavam de primeiros socorros? Ou de temas mais avançados?

Caso houvessem ligações entre os temas dos livros roubados, a teoria de uma única pessoa planejar utilizá-los ganharia alguns pontos em seu favor. Caso fossem completamente independentes, a possibilidade de estarem sendo vendidos para estudantes também o faria. Iria em direção à recepcionista da biblioteca novamente.

— Olá, gostaria de algumas informações sobre o processo para retirada de livros no local. Vocês trabalham apenas com vendas? Ou pessoas podem retirar livros aqui temporariamente? Existe algum limite para quantos livros uma única pessoa pode retirar? Vocês possuem arquivos de que pessoas retiravam que livros em algum lugar e, caso tenham, poderia vê-los? — Perguntaria, ponderando a possibilidade de que quem começou a roubar os livros poderia ter obtido alguns "legalmente" e decido roubar os próximos para não ter que lidar com as limitações impostas pela biblioteca. Talvez alguém que estivesse correndo contra o tempo. se obtivesse o arquivo, pediria por caneta e papel, fazendo uma pequena lista com o nome de todas as pessoas que retiraram livros de edições similares aos roubados, destacando aqueles que pararam de retirá-los próximo ao período em que os roubos começaram. Analisaria também a similaridade entre os livros roubados e os livros retirados. Talvez o ladrão, ou alguém relacionado a este, fizesse pré-leituras antes de decidir roubar os livros de fato.  Em seguida, faria uma vistoria pelas pessoas na biblioteca. Existia alguém ali que parecia desconfortável com a presença da Marinha?







Histórico:


Henry Morgan
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Ilha de Kites- North Blue
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Alexander

O passado de Blackwood parecia assombrá-lo, pois a mera menção em sua missão que deveria ir disfarçado e observar já lhe trouxe, desconfiando de seus próprios “camaradas” e de seu nome. Era confuso, mas ele decidiu não se aprofundar tanto naquele detalhe, além de que, sua experiência já lhe dizia que a melhor mentira era aquela com pitadas de verdade, então resolveu jogar o jogo da corporação militar. Apesar do início de desconforto e medo, aquela era a chance de se soltar um pouco e fazer o que fazia de melhor. Aparentemente, não havia superiores lhe observando, não havia nada nem ninguém ali que poderia desconfiar se não fosse “coerente” com sua posição, sem olhares da população para os incriveis marinheiros que tinha em sua proteção. Seria apenas ele, Alexander, nem mesmo Joseph Klimber seria suspeito.

Alex tinha o resto da manhã e da tarde livres para se preparar e fazer o que lhe desse na telha. Ao sentar na mesa para comer, deu atenção total para seu prato, que poderia muito bem criar vida e andar, já que não era nada bonito, e ele ainda pediu em dobro…
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Não que um mero pure andante pudesse fazer frente a Blackwood. Com sua comida devorada, e não dando muita bola para o que o refeitório dizia, Blackwood levantava sua suspeitas sobre o que poderia estar acontecendo, até mesmo a Capitã estava em sua listas de acusados de estarem cometendo sejá-lá-o-que-esteja-acontecendo. Com a barriga cheia, o Blackwood e sua malícia foram até a antiga atendente que ali trabalhava para obter uma arma. Ao ter sua mão enrugada segurada mais uma vez, depois de tantos anos, a moça começou a lembrar de quando era jovem, e foi cortejada pela primeira vez.
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Mas aquilo foi a muito tempo.
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A mera lembrança fez a idosa entrar em choque, como se estivesse petrificada. Próximo a ela tinha uma faca afiada de cozinha, com o nome no cabo “Fumio”, estava facilmente ao alcance, e aquela idosa parecia que iria demorar a despertar. O rapaz poderia muito bem pegar, mas assim que acordasse a velha saberia que foi ele… Nada que o jovem Blackwood não tenha passado. Fora essa faca, os outros talheres presentes era de plásticos, uma vez que o quartel tinha expedido uma ordem de economizar para investir no armamento… Não que os soldados soubessem disso.

Independente da decisão, o rapaz estava certo que iria atrás da Capitã Linda, nas salas dos oficiais. O caminho para lá já lhe era conhecido e de fácil acesso, uma vez que o local era repleto de placas indicando o caminho. Ao chegar próximo do local, era possível ver a porta fechada, indicando que não deveria entrar pela conduta militar, e esperar perto da porta, onde havia o local próximo para se sentar. Contudo, as vozes na sala eram auditíveis, mesmo a 250m de distância.
- ...Sleeper foi bem claro quando conversamos, ou você se esqueceu? - Disse uma voz firme, com uma certa autoridade, apesar de ser feminina.
- Não senhor, mas a capitã está desconfiando… - Disse uma segunda voz, parecia ser masculina.
- NÃO ME INTERESSA! Logo saíremos daqui e quero que meus lucros estejam no máximo. - Disse novamente a voz feminina.

O jovem blackwood parecia ter ouvido algo interessante, ele seguiria seu caminho, fingindo não ter ouvido, ou pararia ali mesmo?



Shen Ikimura

Linda riu do comentário de Ikimura sobre a rua. “Esse rapaz é divertido, poderia ter mais marinheiros como ele, facilitaria a comunicação.” Pensou ela. Enquanto andavam o jovem olhou para os posters de procurado e após ouvir o que Linda tinha a dizer, ele indagou sobre as recompensas que poderia receber e ela voltou a rir. “Vou explicar com calma, ele é meio lento.” Pensou Linda.
- Sim, você recebe uma recompensa. Está vendo aqui - Disse ela apontando para o campo em que se encontravam os valores das recompensas de cada um. - Eles valem esse tanto. Então se você capturar esse jovem de cabelo laranja, - disse apontando para Yahiko - você ganha esse valor - disse apontado novamente para o valor. - É assim que funciona.

Ao ver ele guardando os três panfletos, Linda ficou surpresa.
- Não, aqui diz vivo ou morto, escolhe o que preferir. - Disse ela num tom mais sombrio "Será que ele é tão puro como aparenta?" - Infelizmente, eu não tenho corda comigo, deixei os instrumentos de pesca no senhor Will.

O rapaz continuou procurando informações a respeito do paradeiro de cada um daqueles procurados.
- Não… Infelizmente, se soubesse já teria capturado eles. - Respondeu a pergunta. - Acho que o melhor lugar para você obter informações é a Marinha e o One More Drink Pub, o bar local… Mas ele é mais movimentado a noite. Enfim. - Ao ouvir ele agradecer, Linda abriu um longo sorriso. - Eu que agradeço pela companhia até aqui… Mas, - Disse ela sorrindo. - Ambos são em Alta Shells, então se quiser continuar.

Ambos seguiram rumo ao dojo. Ao ver a animação do jovem rapaz, Linda sorriu.
- Esse é o dojo mais incrível que conheço. - Disse Linda. Ao ver o rapaz se aproximando, ela ficou em silêncio para que ele pudesse aproveitar o momento e, ele parecia estar gostando muito.
Na frente de todas aquelas pessoas, estava a senhora Olivia sentada, um pouco a frente no dojo, sua pele negra combinava com o kimono azulado que vestia, Ela estava sentada ao pé de uma escada, um pouco acima de todos os outros, com um copo de chá na mão.
- Não idiota! - Disse ela distante. - Não é assim, eu disse que você deve agachar 90º, não sabe o que é um ângulo de noventa graus? - Ela negava com a cabeça. - LINDA! - Ela se aproximou deles. Nesse momento, um deles gritou “Capitã no local!” e nesse momento, alguns dos estudantes que eram soldados da marinha e que estavam aprendendo a lutar ali pararam seus treinos e ficaram em posição de sentido.

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Linda sorriu e disse ambanando as mãos.
- A vontade homens. - Respondeu ela e todos relaxaram. - Voltem a treinar antes que a Sra. Olivia grite com todos.
- Linda… - No momento que abraçou a capitã, a mulher olhou para o rapaz. - O que está fazendo sem uniforme soldado. Vá logo treinar, está atrasado. - Ela chutou o rapaz levemente, empurrando ele para o meio de todos, antes que a Capitã pudesse intervir.

Ali, o rapaz ficou de frente aos soldados treinando, como tinha sido confundido como um soldado, mesmo usando roupas laranjas não convencionais. A capitã já tinha sido puxada para outro recinto pela Olivia, e Shen se viu no meio de todos ali. Um instrutor de plantão se aproximou dele. Ele era um homem alto, musculoso e careca. Sua característica mais proeminente é seu terceiro olho, bem no meio da testa. O terceiro olho é real e também encarava Shen, junto dos outros dois.

- Ei garoto. - Disse o mesmo. - Você quer treinar? Já veio até de uniforme. Bom… Vá logo para uma das seções. - Exclamou o mesmo. - Ali temos os treinos de espada… Lança… Tonfas… e Bastões aqui. - Disse ele apontando para Sudeste, Nordeste, Noroeste e Sudoeste, respectivamente. - Sou o instrutor Yan e agora... Vá para o seu campo.

Aparentemente, o jovem Shen foi confundido com outra pessoa, ou mesmo com um aluno dali. O que ele faria, seguiria para mais um treino ou iria atrás de Linda?

Alatreon

O rapaz tentava ser o mais respeitoso e diligente possível com a senhora comandante da biblioteca. Se ofereceu a ver os livros de edições anteriores. A ajudante da comandante logo foi buscar todas as edições.
- Fique livre para procurar, não podemos sair da biblioteca mas pode analisar o que quiser.

A biblioteca da cidade apesar de não ser tão grande, possui uma extensa coleção de livros dos mais variados tipos de conhecimento. É um prédio que passou por diversas reformas para se adaptar melhor para a conservação dos livros e hoje em dia, ainda que tenha uma aparência rústica, encontra-se bem conservado, com vários funcionários trabalhando para manter que o local funcione perfeitamente. Ela possuia algumas janelas e a única entrada e saída era aquela pela qual Alatreon adentrou no recinto.
Uma das janelas em especial estava aberta e a mesa próxima tinha algo no chão, para um olhar desatentos, se o jovem se aproximasse veria um pedaço pequeno de tecido, de 10x14 cm, com duas listras, uma vermelha e uma azul.

- Aqui estão sr. Alatreon. - Disse a mesma ajudante que o recebeu. Ela trouxe em um carrinho 10 edições de livros.
Estratégias de guerra;
Diga sim para si mesmo;
Atleta de ponta: Como construir um físico ideal;
Medicina para burros.;
A enciclopédia de plantas medicinais;
Cirurgia em pequenos animais;
Cirurgia de fígado Pâncreas - Vias biliares;
Navios: um guia de construção de embarcações;
Estruturas de madeira; e,
Balística aplicada.

Novamente, o rapaz voltou a recepcionista e indagou sobre venda de livros e como funciona o procedimento de retiradas, solicitando o acesso aos arquivos.
- Não, a biblioteca é proibida de vender livros, aqui compramos livros usados, recebemos como forma de pagamento de multas e emprestamos. Temos cadastro de todos os usuários que alugam e frequentam a biblioteca. - Ela agachou e continuou falando. - Guardamos os registros e só podem alugar os moradores com residência comprovada em Shells, por 1 semana de locação...  Ugh! - Ela se levantou, com uma expressão de muito esforço, e colocou o livro de registro em cima do balcão, fazendo um baque enorme. - SHHH - Fizeram todos ali na biblioteca.
Envergonhada, continuou.
— Fique… a… vontadeparaver. - Disse ela envergonhada, se retirando.

O livro estava na página 528, ele era grande e com capa dura e vermelha. Era um livro de registro comum, com 5 colunas: a) Nome; b) Nome do livro; c) Dia; d) Horas; e) Retorno. O livro media cerca de 50cm de comprimento em uma página e 60cm de altura. Ele possuía exatamente 1800 fls, 3600 páginas. O livro possuía divisores de anos no topo, e era seguido por o número de divisorias referentes a todos os meses. Por força do destino, ou não, a página que abriu a última, e no registro dos últimos dias, possuíam o nome de diversos marinheiros, alguns moradores e… o 17ª nome da lista parecia estar borrado, apenas sendo legível as iniciais “K… H” e, coincidentemente, o livro alugado era “Balística aplicada”.
A jovem senhorita que informou Alatreon de tudo voltou rapidamente.
- Esqueci… De… Comentar… - Disse recuperando o folêgo. - Oficiais de patente não registram o nome, eles possuem outro livro que fica com a Cabo Mareni, no Quartel. Ela é responsável por nos passar os livros que ficaram por lá, e o registro fica com ela… - Ela olhou para ver se a “Comandante” estava perto. - A senhora Williams odeia ela, porque é extremamente desorganizada e esquece de passar a lista com frequência. - Sussurrou. - Se precisar de mais alguma coisa, pode me procurar na sessão de religião, estou organizando pois alguém deixou aberta a janela ontem e molhou com a chuva.

Como o rapaz procederia com sua investigação?

Observações:

Shen Ikimura:

Alatreon:

Alexander Blackwood:

_________________

Legenda:
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gmasterX
Estagiário

Not Enough Shooting Stars
I have a dream



Alexander havia sido deixado à deriva, encarando as consequências de suas ações. Estava mais do que estupefato com a eficácia de seu ato, que lhe trouxera um resultado muito além do planejado. Com os olhos arregalados, ele encarou a senhora da cantina, tentando entender o que havia acabado de ocorrer, quase como se estivesse num transe. A surpresa foi tamanha que lhe fez esquecer por um breve momento, todos os questionamentos que tinha para a capitã. Aquilo, porém, durou muito pouco, visto que assim que se tocou da oportunidade que havia ali, ele agiu. Antes de qualquer coisa, ele olhou em volta com os olhos bem arregalados, pois mesmo que sem querer, sentia que havia cometido um ato hediondo ali, e queria sair da cena antes de que alguém notasse. Aquilo era bem melhor que o esperado, visto que era bem provável que ela lhe forneceria apenas uma faca de plástico, ou quem sabe, se negasse a oferecer no geral. Com aquilo, enfim, Alex havia se armado, mas havia deixado de lado por um momento o seu momento de aprendizado para enfim saber o que estava acontecendo ali.

Ao chegar na sala dos oficiais, Alex se aproximava para bater na porta em sua busca pela capitã, mas uma conversa bem peculiar podia ser ouvida em alto e bom tom. Por ser um trambiqueiro, o rapaz blackwood sabia muito bem que havia algo de errado ali, mas pra ele, aquela situação era um pouco cômica. A extrema falta de cuidado dos dois que estavam ali dentro era assustadora, visto que eles pareciam tentar manter segredo daquele esquema, mas conversavam numa sala de fácil acesso, dentro do próprio QG e em um tom de voz despreocupado. Ele queria rir e confrontar os dois paspalhões, só para ver suas reações, mas ele sabia que estava numa posição desvantajosa. Se havia um outro esquema sujo e lucrativo rolando pelas costas da capitã, pode ser que muitos outros soldados estivessem envolvidos. Por isso, antes de continuar ali, Alex repararia nos arredores, para ter certeza que não estava sendo observado por terceiros. O que pretendia fazer iria requerer uma cara de pau que poucos possuem, e se houver um vigia na porta para desmenti-lo, ele estaria ferrado. Pensava um pouco no ato que iria fazer, sobre todo o floreio e trejeitos. Se divertia mais do que o normal com a ideia de sacanear a dupla ou o grupo que se encontrava ali.

Caso não houvesse ninguém ali por perto, ele gesticularia de forma contida, como se estivesse ensaiando o ato, e assim que saíssem da sala ou caso notassem sua presença, ele se colocaria em posição de sentido, para cumprimentar os superiores. Caso contrário, ele apenas aguardaria de forma contida, sem dar muita atenção para o possível vigia que havia ali. Com sua atuação, ele expressaria nervosismo, simulando uma situação estressante em sua mente, para estimular suor e tornar sua atuação mais verossímil. - Senhores… - Ele diria em um tom baixo, quase inaudível, fazendo parecer que estava mais do que intimidado. - Estou em busca da...Da...Da capitã Linda… - Ele engoliria a seco, e desviaria seu olhar diversas vezes, se “esforçando” ao máximo para manter contato visual. - P-Por acaso, algum de vocês a viram…? - Ele jogaria a pergunta no ar, aguardando em sua tremedeira simulada e um certo pânico em sua face. Se lhe perguntasse algo, ele se entregaria logo de cara. - E-EU NÃO OUVI NADA, EU JURO! - Ele se encolheria, juntando suas mãos em um ato de súplica. Se houvesse algum vigia, como Alex havia suspeitado, ele seguiria dizendo. - E-Ele me pediu para aguardar aqui! - Apontando para o indivíduo. Independente disso, ele complementaria falando. - F-Fora que… Um recruta veio entregar uma p-p-p-papelada e saiu correndo uns minutos após chegar! E-Eu me preocuparia com ele, se fosse vocês. - Alex colocaria o que tinha de melhor em prática, e aproveitando para ter uma vingança pessoal, ele daria a descrição dos gêmeos que havia conhecido mais cedo. Era um movimento bem filho da puta, mas o bastante para ganhar tempo, visto que teriam que pegar os dois irmãos, e que levaria bastante tempo para notarem que eles não sabiam de nada e que foram enganados.

A ideia era manter o grupo na cola dele, mas que viessem desprevenidos para um possível conflito. Considerando que a partir de então, teriam que segui-lo, Alex poderia escolher o local e fazer as preparações para um contra-ataque de sua possível emboscada. Pegá-los de calças arriadas era a melhor opção para obter informação sobre o que diabos estava rolando ali. Além de, é claro, ajudar Alexander a manter velhos hábitos. Ele estava despreocupado ali, pois sabia que qualquer ato contra ele dentro do QG, era arriscado, por isso, qualquer um tentaria agir quando o alvo estivesse no meio de uma missão.

Possivelmente com isso fora do caminho, o jovem Blackwood regressaria a sua busca pela capitã, seguindo as informações que os superiores lhe deram, ou não. Caso não a encontrasse dentro do QG, ele voltaria para o seu plano anterior de pegar livros e adaptar aquela faca de cozinha para combate em um processo de aprendizado de forja. Do contrário, caso a encontrasse por ali. Reportaria o que tinha acabado de ouvir pra ela, de forma bem breve e sucinta, em busca de formar a sua primeira rede de segurança.

Por fim, ele buscaria um agente do governo mundial para retornar aos preparativos de sua missão.

I ♥ Refrigerators


Histórico:
Masques
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Masques
Civil

ACT 05


I - The Fellas Project




Enquanto Linda me explicava como funcionava eu não pude deixar de pensar que ser caçador de recompensas talvez fosse relativamente diferente do que eu esperava. Quanto mais passeávamos pela cidade e acompanhando as tarefas dela eu ficava mais enamorado pela ideia e conceitos da Marinha, me aproximava ainda mais de uma realidade a qual eu estava acostumado, principalmente pelo que vi logo após chegarmos ao dojô que ela havia mencionado mais cedo. Todos os pretendentes de soldado treinando até agora foi a parte que mais me remeteu a casa e por mais que eu não tivesse necessariamente problemas explícitos com onde eu estava hoje em dia a nostalgia me atingiu como um soco na boca do estômago.

Não pude deixar de extravasar a emoção de que eu estava muito feliz por estar ali, além disso toda aquela rotina simplesmente me parecia correto, estava praticamente me segurando para não simplesmente entrar no meio da galera e começar a realizar alguns exercícios. Eventualmente até eu que estava distraído podia ver uma figura que exalava uma aura de capitã, sua presença por si só era o suficiente para colocar todos os pupilos ali em uma posição específica, que eu prontamente tentaria copiar em sinal de respeito, com base em algum aluno que eu pudesse ver. Quando Linda dispensou a presença não pude deixar de ficar boquiaberto com o tipo de autoridade que ela era, tudo bem que eu não necessariamente compreendia, mas deveria ser algo realmente bem importante.

Antes que eu pudesse me apresentar ou falar algo pra Linda, ainda em um pseudo-choque do momento recebi um chute, indo parar junto dos soldados que estavam treinando ali, entrando ali de supetão primeiramente tentaria me posicionar sem que ficasse confuso pela recém-mudança de cenário, afinal de contas havia ficado no meio deles do nada. - Soldado huh? Não vou mentir, isso foi bem legal. - Falava bem baixo pra mim mesmo, antes de ser abordado por um instrutor ou mestre ou algo do tipo, o mesmo era careca e possuía 3 olhos, o que me deixava confuso ao olhar pra ele. Sendo bem sincero eu não sabia em qual grupo de olhos focar então apenas me curvei em sinal de respeito. - Sim senhor! - Já que a situação era propícia eu iria simplesmente aproveitar, afinal de contas Linda não parecia precisar de mim agora, só esperava que ela viesse falar comigo antes de ir embora.

Eu me dirigiria pra seção de bastões, e caso houvesse um disponível o pegaria para treinar. Eu então me colocaria no padrão de posições em que todos ali se encontravam (exemplo: se eles estivessem em fila, eu ficaria em último, se ficassem um do lado do outro eu ficaria do lado de alguém onde houvessem uma posição pra mim), e de acordo com as ordens do instrutor Yan eu me movimentaria e realizaria os devidos movimentos. Caso eu não soubesse os movimentos eu tentaria aprender olhando para quem estivesse na minha frente ou quem estivesse do lado. Afinal de conta eu havia negligenciado o Bojutsu do Kame Senryuu e não seria nada mal aprender uma base agora.

Tomaria cuidado sempre com o posicionamento de meus pés e do comprimento do bastão, tentando nunca ultrapassar a minha posição e atrapalhar algum outro aluno. Ainda assim tentaria ficar mais confortável com o bastão, a sua resistência ao golpear, as poses necessárias e ao conceito da base do estilo de combate. Caso errasse o que seria normal, me virava para quem eu havia atrapalhado - Perdão, não sou muito bom com esse instrumento... Ainda. - e então voltaria a minha atenção ao posicionamento e aos movimentos que deveriam ser feitos.

Me atentaria aos movimentos, tentando estudá-los e participando da aula ao máximo, afinal de contas eu acho que esse era o objetivo daquela instituição. Quando possível, ou se Linda viesse falar comigo eu a indagaria - Linda, ou devo dizer Capitã? - Afinal de contas eu estava tentando entender a sua autoridade e agir de acordo - Esqueça caçador de recompensas, estou bem inclinado a fazer parte da marinha! O que eu teria que fazer? - Eu perguntava para que soubesse o próximo passo.








Dados:

Objetivos:








Última edição por Masques em Ter 12 Jul 2022 - 3:10, editado 1 vez(es)
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Leona
Marinheiro




Unos: Vasco

- Alatreon D. Zenith -



A atenciosa assistente da comodante e a curta inspeção do local proveram informações que alimentavam e davam luz à mais teorias. O pedaço de tecido que encontrara e prontamente guardaria no meu bolso direito indicava que havia a possibilidade de alguém ter invadido o edifício por aquela abertura e ter tido suas vestes rasgadas durante a passagem. Os livros trazidos pela garota também pareciam desenhar um perfil um tanto específico e... familiar? Livros sobre treinamento físico, pratica de medicina para leigos, estratégias de combate e confecção de unidades navais. Todos esses me parecem livros que seriam lidos por...

— "Um marinheiro?" — A maior das hipóteses a me vir a cabeça. É claro, esses livros também interessariam revolucionários, piratas ou praticamente qualquer pessoa, ou grupo de pessoas, que planejasse navegar, ainda assim, parecia bem claro o retrato da vida cotidiana do quartel nos temas abordados.

A garota passava mais algumas informações que indicavam mais laços entre a marinha e caso, com a revelação da existência de uma oficial da Marinha que não atualizava as listas com frequência. Uma pequena gota de suor escorria no canto do meu rosto ao considerar a possibilidade dos livros apenas estarem perdidos pelo QG devido à falta de organização da Cabo. As iniciais do nome borrado estariam também fixadas na minha cabeça, mas precisaria de mais informações para utilizá-las. A assistente estava prestes a se despedir, quando disse algo que chamou minha atenção.


— Espera, ontem? Desculpe por estar tomando muito do seu tempo, mas algum livro desapareceu entre ontem e hoje? —  sussurrava entusiasmadamente. Ali estava a oportunidade de me aprofundar em uma das hipóteses. Caso algum livro houvesse desaparecido após uma noite com a janela aberta, a probabilidade de alguém estar invadindo a biblioteca através dela aumentaria consideravelmente. De qualquer forma, diria: — Entendi, devo voltar antes do anoitecer, peço que se certifique de que todas as janelas permaneçam fechadas. Obrigado pela ajuda srta... desculpe, acho que esqueci de perguntar seu nome.

Partiria então em direção ao QG, com olhos lacrimejando por ter que deixar aquela formosa coleção de livros pra trás sem poder devorá-los antes. Devo resolver o caso o mais rápido possível para voltar para eles depois. No caminho, refletiria sobre a peça de tecido encontrada. Já havia encontrado aquele padrão de cores em algum lugar? Observaria os arredores no caminho para o quartel em busca de vestes que possuíssem a mesma coloração. Ao chegar, perguntaria à Recepcionista: — Olá novamente, você poderia me apontar na direção da Cabo Mareni?







Histórico:


Jean Fraga
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Projetinho Fellas:

O Vasco Sobe, Volta Ribamar


Dia 01 ||Shells Town - East Blue  || Clima: Levemente Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 01



O técnico chegou


Alexander Blackwood


Destino? Uma sucessão inevitável de acontecimentos, Blackwood, ou melhor, Klimber podia neste momento sentir uma pitada do que tanto almejava, qual seria a explicação plausível para em um dia movimentado como aquele, o jovem estar exatamente no local certo na hora certa, não somente isto, como encontrar dentro de um QG possíveis oficiais falando em um tom nada moderado e um local nada escondido sobre um esquema senão o destino mostrando sua face? Tal destino que acompanha Joseph até em seus sonhos.

Suas preparações eram rápidas, visto que pouco demorava até que um deles saísse pela porta da frente, rapidamente o jovem em posição de sentido, sentia a rápida aproximação do primeiro, este que era alto e com uma face pouco convidativa, já o segundo segurando o ombro do primeiro e com uma cara preocupada tentava acalmar seu companheiro.

— Descansar soldado... – Falava o de trás que logo se acanhava com o olhar frio do outro.

— Diga-me... por acaso você ouviu o que estavam- Não era necessário sequer a frase ser completada, o pobre Joseph se entregava, rapidamente era agarrado pelo colarinho, porém subsequentemente era solto, o blefe de Alexander os convencia, a dupla ouvia exatamente a descrição, mal se atentando que nela eram descritos gêmeos e não somente um recruta, fator explicado pelo possível medo caso fossem descobertos.

— Se você falar um piu... esta terá sido o último... Dispersando soldado! A capitã Linda não está aqui agora.

A ordem era clara, restava a Wood se retirar, andando pelos corredores movimentados, logo perdia os dois de vista, sem Linda por lá, restava a Alex, ir até a biblioteca, que não ficava muito longe dali.

Sua caminhada não era demorada e adentrando no local, uma recepcionista logo contestava sua aparição ali, — Bom dia senhor! Creio que esquecerem de avisar ma... – Se deparava com outro marinheiro que ali já estava, um rosto peculiar, mas que parecia já ter visto hoje mais cedo no meio da muvuca.

Porém de qual lado estaria ele? Pois marinheiros corruptos podiam não somente haver aqueles dois de antes...


Alatreon D Zenith


A mente de Alatreon era realmente genial, poucos instantes eram suficientes para que as peças começassem a se encaixar, por onde havia acontecido o roubo e aos poucos o perfil do ladrão ia se montando.

Talvez até um colega de quartel, seria está a opção mais viável? Porém uma grande perguntava se criava na mente de Zenith, qual era a motivação do ladrão? Teriam mais casos interligados com este?

Mareni poderia realmente ser o causador do problema, mas poderia ser tão incompetente assim? Quando um detalhe que poderia ser bobo, atentava a mente de Alatreon, — É... Uma falta de respeit – A contestação do jovem marinheiro fazia a assistente se tocar – Na verdade sim... Como pude esquecer... Esqueci-me até de botar em sua lista.

Vasculhando entre papeis sobre a bancada, ela encontrava sua anotação de antes, — Aqui está! – Entregando o papel com o nome do livro desaparecido ‘Química Orgânica – Funções e Isomeria’.

— Você acredita que o ladrão possa ter entrado pela janela? – Os agradecimentos de Zenith deixavam a bibliotecária envergonhada, suas bochechas rosavam e logo o respondia – Me chamo Jasmine... – A atenção da mesma voltava-se a porta quando então, outro marinheiro chegava.

Porém porquê? Visto que a designação de tal caso era única e quem há detinha era Dalandur...


Shen Ikimura


O bom filho a casa torna, era tal sentimento que podia descrever a nostalgia que naquele momento Shen sentia, o ambiente era familiar com o que sempre viveu e quem sabe a ideia de ser um marinheiro não seria tão ruim.

Ela era calma e atenciosa, fato que complementava a presença respeitada de Linda, a atitude de Ikimura ao tentar ficar como os outros despertava um riso sutil de Linda que no mínimo achava fofo tal feito, era rápido visto que ela ia a outro cômodo.

Mas por sorte, Shen teria coisas a fazer, sendo bem recepcionado pelos outros soldados e Yan, ele logo se encontrava naquele local, pegando um bastão marrom e liso feito de madeira, mais ou menos tendo o dobre de seu tamanho, ele se alinhava como último da fila, sendo no total cinco filas.

Yan o direcionava até a ultima fila a esquerda, ficando também em sua ultima posição, — Aqui ordenamos do pior – Apontava para você – Até o melhor! – Apontando agora para uma garota, baixinha, mas com um olhar sério e fixo a parede a sua frente, sendo a primeira da fila mais à direita.

Com uma distancia boa entre eles, o mestre começava a gritar números que logo Shen compreendiam ser os padrões de posição, inicialmente tendo dificuldade para grava-los fato que ia melhorando conforme a repetição acontecia.

Andando entre as filas, com uma vareta ele batia nos pontos em que os soldados pecavam na execução, A primeira a fila sequer sentia o arder da vareta, já os últimos tinham pontos a corrigir, diferente daqueles, Ikimura tinha uma ótima base e aos poucos subia de degraus, chegando rapidamente a ser o primeiro da última fila.

Conforme os movimentos se tornavam mais complexos seu equilíbrio se botava em prova, por mais que fosse bom, com a execução dos movimentos, seu corpo tremia, sem cair, mas quase chegando lá.

O foco dos demais era sempre na garota, visto que, seria ela o melhor espelho para aprender, — Certo! Chegou o momento do treino duplo, façam duplas e então, de frente para o outro, tentem atacar, defender e contra-atacar! Sempre nessa sequência, primeiro um faz e o outro reage defendendo, seguido de um ataque, assim, criando um ciclo, sempre ao fim do ciclo, vocês param um na frente do outro, ajeitam a posição e fazem de novo.

— Comecem! – Logo todos se uniam, tirando sua presença, a garota de antes parecia estar sozinha, quem afinal teria coragem de fazer dupla com ela? — Shira parece que você ficou sem par novamente... faça contra seu reflexo neste caso.



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O plano de Alex havia dado mais do que certo, e aquilo massageava o ego do rapaz de uma forma nunca antes vista. De tempos em tempos, ele se satisfazia com pequenas mentiras e enganações e em baixa escala, mas o potencial daquele golpe era tão grande que fazia o rapaz salivar com a ideia. Como se estivesse deparado com o maior bife mal passado que já havia visto. Um bife esfumaçando pronto pro abate, exalando um odor magnífico e liberando um vapor que mostrava como que a carne estava perfeita. Aquilo era um grande impulso para sua moral, e depois de ficar bastante tempo, esperando a poeira baixar, Alex precisava daquilo. Não o fazia pois era o certo a se fazer, mas sim pois deveria ser feito.

Após iniciar seu jogo de gato e rato, o rapaz Blackwood buscou aquela que seria sua rede de segurança, mas por algum motivo ela não se encontrava dentro do QG, o que era bem suspeito. Pense bem, porque a cabeça do QG não estaria  por perto em um período tão caótico? Por mais que a conversa que Blackwood havia escutado pudesse indicar que aquilo ocorria contra o consentimento de Linda, talvez os dois paspalhões não fossem tão burros quanto ele esperava. A cabeça de Alex se enchia de suposições e suspeitas, e em um estalo, ele voltou a se mover. Quanto mais tempo levasse devaneando e supondo, mais arriscado seria, já que a qualquer momento eles fisgariam as iscas e iriam atrás dele. A realização deixou bem claro que talvez o rapaz havia se precipitado. Quanto mais certa as chances de um combate direto com seus captores, ou uma emboscada, pior era o cenário, já que depois de tanto tempo, ele já não tinha mais tanta confiança em seus músculos.

Um senso de urgência corria em sua mente enquanto ele reavaliava seus planos. Cada segundo contava, cada minuto o matava, e cada hora que passava tornava o possível em uma certeza. Alex tinha um plano em longo termo, e pretendia aproveitar o tempo para aperfeiçoar suas armadilhas, e isso precisaria que ele se aprofundasse um pouco no ramo da mecânica. Fora isso, ele não queria depender de outra pessoa para montar suas engenhocas, então ele também pretendia aprender a forjar e modelar as peças necessárias, e pra começar, adaptar aquela faca parecia uma boa ideia.

Após sua breve corrida até a biblioteca, Alex se deparou com a recepcionista, que assim que o notou, o cumprimentou.


Ela disse umas outras coisas também, mas a mente do rapaz se anuviou, com a voz doce da bela dama e sua bela aparência, Alex meio que esqueceu que poderia ser morto a qualquer momento.

-Bonjour ma chérie! Antes de qualquer coisa, permita-me agradecer a deus por me trazer a sua presença, e lhe dizer que você foi a melhor coisa que me aconteceu nessa manhã. - Ele diria, pegando em sua mão com toda a delicadeza do mundo. - Ah, perdão! Me precipitei! Onde estão meus modos. Me chamo Joseph Klimber, e estou em busca de livros, se já não era óbvio, e se possível, talvez, convidar a vossa santíssima graça para um almoço. - Ele se recorda de ter ouvido a moça protestando de certa forma, então era possível que a biblioteca estivesse fechada no momento, ou algo do tipo, então se fosse o caso, ele responderia. - Bem… Então serei breve. Por acaso conhece alguém que poderia me ensinar a arte da forja?- Ele perguntaria, caso contrário, ele perguntaria sobre livros de forja e o processo de confecção de armas. Independente da resposta, ele se voltaria para o marinheiro que havia visto mais cedo com um olhar analítico. -  Olá companheiro! Dando duro logo cedo? Se precisar de minha ajuda, estou livre até a noite, quando terei que partir para minha missão, mas até lá eu estou livre para te ajudar na sua. - Ele aguardaria a resposta. Pode parecer que era algo genuíno, mas enquanto não tivessem a certeza de que a Capitã estava do seu lado e de que ela estava ciente da situação, andar acompanhado seria mais seguro. Se ele rejeitasse, Alex apenas pediria licença e se retiraria do local, seguindo com sua busca pela conhecimento, usando a possível indicação que a bibliotecária lhe deu. Caso contrário, ele questionaria seu nobre companheiro sobre os detalhes da missão, e seguiria dali, pronto para lhe auxiliar.

Se tivesse voltado aos corredores, ele buscaria no QG o local mais óbvio para se encontrar alguém com conhecimento de forja: A forja. Geralmente os QG importam equipamento básico, mas muitos incentivam os marinheiros a exercerem sua profissão dentro da instituição, então talvez fosse bem provável que houvesse uma ali.

Por fim, se não houvesse ninguém desse perfil por lá, ele partiria em busca do último item: Um terno. Obviamente, durante a prévia buscação, ele manteria um olho aberto para qualquer agente da Cypher pol, para poder aborda-lo e tentar arranjar o bem dito terno para o disfarce.

I ♥ Refrigerators


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ACT 06


I - The Fellas Project




Por um momento eu segurava o bastão que me foi dado firmemente, lembrava de velhos treinamentos nunca completos que deixei pra trás, a arte armada do Kame Senryu que empunhava algo não necessáriamente letal, um bastão. O instrumento embora familiar não queria dizer muita coisa em termos de sabedoria de um estilo de combate, mas eu estava completamente empenhado a aprender ali uma base, algo que me aproximasse um pouco mais não só de casa quanto de alguém mais forte para atingir meu mais novo objetivo.

De acordo com as ordens do instrutor, eu me posicionava na última posição possível das filas estipuladas pelos alunos. Tomava cuidado para que eu estivesse em uma distância apropriada entre os alunos e prestava atenção no que o instrutor me dizia sobre como o treinamento era geralmente feito. Pensava comigo que fazia sentido, uma hierarquia de aprendizado e maestria estava sendo empregada ali, então eu simplesmente iria de acordo com o fluxo, pronto para treinar a arte do que eu poderia ser ensinado.

- POST DE APRENDIZADO DE EDC -

De acordo com as ordens do instrutor, os alunos se posicionavam, a princípio, Shen não sabia se mover propriamente além de não saber efetuar a transição entre os números. Entretanto, o jovem estava claramente acostumado com rotinas de treinamento. Imitava as posições finais, tentando memorizar as posições e relacioná-las com os números ditos, durante esse processo, o instrutor batia em seus tornozelos e pulsos de forma severa várias vezes. O bastão chegou a cair uma vez ou outra porém desistir não estava no dicionário de Shen que prontamente pegava o bastão novamente e voltava a se posicionar, aplicando as correções devidas, tentando ser mais rápido e com mais impactos nas poses.

Após um certo intervalo de tempo, as filas eram realocadas, alguns alunos desciam na posição hierárquica do treinamento e outros subiam. Shen por usa vez avançava a cada troca um pouco mais e na primeira posição da última fila pode ver claramente algo. A primeira posição nunca se alterava, nunca era trocada, os movimentos eram precisos e limpos, rápidos e impactantes, claramente se tratava de alguém que sabia exatamente o que estava fazendo, mas isso já estava definido pelo Instrutor Yan e embora não surpreso o jovem ainda admirava a forma da aluna.

O instrutor anunciava a última rodada de posições, ainda de costas para todos os alunos e por um momento se surpreendeu. O garoto que não havia nada com nada, que estava ali a primeira vez havia avançado relativamente de forma rápida. No momento em que percebeu Shen estava em último lugar da segunda fila, por um momento até seu terceiro olho se arregalou embora ele rapidamente disfarçou a suspeita com uma leve tosse forçada. Por fim, recitou os números, corrigiu as posições dos alunos. Corrigiu Shen algumas vezes mas pode ver que a evolução do jovem era justificada e concisa e determinou por fim pelo Gi e pelos costumes de transição entre as posições que já havia sido treinado em algum tipo de arte marcial. Embora o recém-chegado aluno tinha dificuldades, tropeçava em alguns passos e tremia ao ter que segurar o bastão de forma exacerbadamente elaborada o aprendizado estava em caminho e no final de tudo, as posições foram feitas pelo aluno, de forma suficientemente satisfatória para não ser punido pelo instrutor.

O mestre então anunciava a fase de treino um a um, explicando o treinamento que ocorria em turnos, onde um aluno atacava enquanto um defendia e então o inverso era feito, os alunos então formavam pares com quem regularmente treinavam, alguns com quem nunca haviam feito duplas porém nenhum aluno havia ido até Shen, que se encontrava sem par para executar o exercício. O mesmo então ia em direção ao instrutor pronto para perguntar como proceder quando então percebeu que havia outra aluna sem nenhum par a vista. Shen então caminhava em direção a aluna, com seu jeito normal e sem muita expressão entrava na frente dela talvez até um pouco desatento, quase levando o primeiro golpe de bastão que a aluna aplicava.

"Com licença, eu vi que você tá sem par, gostaria de treinar comigo?" O jovem ia direto ao ponto, algumas pessoas olhavam a interação e davam risos, alegadamente discutindo entre si o futuro cheio de dores do jovem. " Hmph, pode ser, só não ache que eu vou tomar algum tipo de cuidado. " O jovem então sorria se colocando em uma das bases mostradas anteriormente exclamando " Putz, ainda melhor assim. " E algo que não acontecia durante muito tempo acontecia ali, duas mentes focadas no duelo, na arte marcial sendo exercida se encontravam. A aluna foi primeiro sem muito aviso, algo que Shen esperava, o bastão vinha rapidamente de cima pra baixo sendo parado pelo bastão de Shen, que o empunhava segurando-o pra cima de forma horizontal com cada mão perto de cada extremidade do bastão.

Um sorriso era trocado entre os dois alunos, Shen então tirava uma das mãos do bastão deixando que uma das pontas caísse. Com o bastão da aluna passando agora na sua lateral, Shen atacava horizontalmente de forma circular porém de forma muito aberta, dando tempo de sobra para que Shira pudesse trazer o bastão próximo ao seu corpo, segurando o de forma vertical no local de impacto do golpe desferido por Shen. O impacto forte do golpe fazia com que o bastão de Shen fosse repelido mesmo que momentaneamente pelo de Shira, que contra-atacava no ombro, jogando Shen alguns passos para trás com a mão no ombro, o jovem por sua vez dava alguns pulinhos para passar a dor e voltava com a base.

"Muito aberto, força demais e pouco jeito. Bom pra um iniciante mas nem tanto." Shira dizia, olhando atentamente o jovem entrar em uma nova posição, acenando que sim com a cabeça como forma de agradecimento e que havia entendido a lição, Shen então investia contra a aluna, circulando o bastão por cima de sua cabeça e tentando acertar as costelas da aluna que prontamente se defendia com movimentos simples, rápidos e precisos. Por um momento podia se ouvir alguns estalos das madeiras se chocando, seguidos por alguns sons de madeira acertando alguém, geralmente Shen.

Embora no começo da lição nada mudasse, golpes arqueados demais, longos demais, abertos demais eram dados pelo jovem e contra-atacados de formas simples, defendidos de formas simples pela aluna. O fim ja era muito mais acirrado, o combate por turnos era mantido por mais tempo, no final da lição podia-se ver um Shen cuja roupa estava agora levemente amarrotada tentando fortemente acertar seu primeiro golpe em Shira que ainda permanecia em sua estratégia inicial. Yan anunciava então o final da sessão de treino porém os claques da madeira se chocando num ritmo mais acelerado, o instrutor então se virava ponto para lecionar sobre sua palavra ser lei na sessão de treinamento e novamente se surpreendia por um combate de turnos sendo feito de maneira correta e acirrada.

Claramente Shira não estava dando tudo de si, ao contrário de Shen que estava naquele combate com unhas e dentes para ainda atingir seu primeiro ataque. O momento chegou então quando Shen percebeu que a dança estava sendo feito com passos simples, diretos e precisos ao contrário da estratégia que havia empregado até ali. O bastão de Shen se chocava contra o de Shira, fazendo com que ela contra-atacasse de forma um pouco mais aberta, Shen então segurava o bastão com a mão direita, próximo as suas costas e desviava por baixo do ataque de Shira e então estocava contra a mesma. O ataque não pegaria se Shen não utilizasse a velocidade de seu ataque e soltasse levemente sua mão para que o bastão deslizasse para frente e se chocasse de leve na barriga de Shira.

O jovem ofegante após o ataque deixava o bastão cair, só então os dois percebiam que a lição tinha acabado e então se prostravam de frente um pro outro e se viravam ao instrutor. Que chegava entre os dois com um rosto bravo, antes de falar baixo as palavras " Bom trabalho novato, mas ainda pode melhorar. " e então saía de perto, liderando a turma em um exercício de alongamento, os alunos todos repetindo os movimentos e se alongando mais aliviados do treinamento.

- FIM DO APRENDIZADO -

Ao fim da classe, Shen se despediria de Shira sem muita cerimônia, ele estava ali pela aula e havia cumprido seu objetivo; " Valeu pelo treino, até mais. " Caso a aluna perguntasse o seu nome ele responderia novamente sem muita cerimônia; "Ah claro, é Shen Ikimura e o seu?" No entanto, após se apresenta apenas se despediria com um sinal com a mão e iria aguardar a capitã. Assim que ela chegasse e tivesse tempo disponível para conversar com Shen, ele indagaria: " Hmm... Lind... quer dizer, capitã, quer dizer capitã Linda, e se eu quiser fazer parte da marinha, qual seria o próximo passo?" E então aguardaria sua resposta.







Dados:

Objetivos:






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Leona
Marinheiro




Unos: Vasco

- Alatreon D. Zenith -



A ocorrência do roubo na noite anterior e a abertura da janela apontavam na direção de que era alta a probabilidade de haver um ladrão furtando os livros durante a noite. Respirava um pouco mais aliviado pela diminuição da chance de ter que informar à sra. Williams que tudo havia sido apenas um mal entendido causado pela má administração do responsável no QG. Mas isso trazia a tona mais perguntas, e possibilidades. As informações disponíveis até então são: Roubos têm acontecido na biblioteca com frequência; Os livros possuem conhecimento em áreas como: Medicina, Guerra, Combate Naval e Fisiculturismo; Qualquer pessoa com residência comprovada em Shells Town pode pegar livros emprestados por um período de uma semana; Alguém com as iniciais K e H retirou e devolveu o livro Balística Aplicada, que posteriormente fora roubado; Havia um tecido rasgado de coloração peculiar em frente a uma janela aberta na biblioteca.

As hipóteses ainda eram múltiplas, mas aos poucos se reduziam. Habitantes da Média e Alta Shells Town dificilmente teriam motivos pra cometer um crime para obter algo que conseguiriam facilmente. Um pivete rebelde qualquer que furtasse por diversão dificilmente escolheria livros com temas tão específicos. O furto de livros para venda dificilmente resultaria em um lucro que justificasse o risco, uma vez que os livros eram, em sua maioria, usados. A resposta mais simples talvez seria: "Um habitante da Baixa Shells Town poderia estar furtando os livros para uso próprio por não ter forma de comprovar sua residência devido a precariedade do local". Parecia simples, suspeitosamente simples. Não me parecia ser apenas uma coincidência o dono das iniciais "K... H..." ter solicitado o empréstimo do livro pouco antes deste desaparecer. E se ele poderia conseguir o empréstimo do livro, não faria sentido roubá-lo posteriormente. Cronologicamente: O livro era teria sido solicitado, retornado e roubado por outra pessoa. Isso dava origem há uma complicada, exageradamente complicada, nova hipótese, que poderia indicar que aquele delito poderia ser apenas o sintoma de algo maior.

— "Alguém pode estar se comunicando através dos livros." — Suspeita, talvez extravagante demais, que consistiria de: Alguém viria até a biblioteca, retiraria o livro, ocultaria algum tipo de mensagem, o retornaria. Uma segunda parte furtaria o livro posteriormente, recebendo a mensagem e simultaneamente retirando-a do alcance de qualquer outra pessoa. Fazendo isso com livros de temas específicos, as chances de alguém retirá-lo antes do furto eram extremamente pequenas. Para maximizar a efetividade, o livro provavelmente seria devolvido o mais próximo do horário do dia na Biblioteca. Uma página completamente rasurada chamaria atenção dos olhos atentos da sra. Williams, mas pequenas alterações em múltiplas páginas poderiam passar desapercebidas. A parte mais preocupante: a única maneira de fazer isso evitando o máximo possível de registros no livro da biblioteca seria... — "Se algum oficial de patente estivesse envolvido..."

Talvez tivesse me envolvido em algo mais complicado do que esperava. Voltava minha atenção para a ajudante da sra. Williams.

— Jasmine? É um belo nome. E sim, é uma possibilidade. Vou averiguar mais uns fatos, por hora... —  Era interrompido com a chegada de uma figura peculiar, um homem da minha estatura, com o uniforme da Marinha, que efetuava uma mistura de monólogo e cortejo para Jasmine, lentamente indo em busca de suas mãos. Interceptá-lo-ia com minha mão esquerda, sobre o pretexto de cumprimentá-lo com um aperto de mão: — Olá, soldado. Sim, como sabe, o QG tem exigido que trabalhemos desde esta manhã, algum tipo de confusão parecia estar acontecendo por lá. Estou partindo para o QG após reunir algumas informações, podemos ir juntos, estou certo de que alguém lá poderia auxiliá-lo com o aprendizado da Forja, caso não consiga o livro aqui. — Diria, com um sorriso simpático no rosto. Manter o homem por perto parecia ideal, afinal, se o mesmo estivesse envolvido no hipotético esquema que teorizava, permitir que ele saísse e informasse os envolvidos do meu possível progresso na investigação seria problemático.  — Bom, Jasmine, obrigado por tudo. Volto com mais informações assim que puder.

Partiria então em direção ao QG, em busca do Cabo Mareni, me informando na recepção sobre a localização do mesmo, visando encontrar o Registro dos Oficiais possuído por este, onde verificaria se haviam sido retirados alguns dos livros que teriam posteriormente desaparecido. O que poderia dar indícios de que a hipótese cogitada talvez não tão improvável assim.







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Jean Fraga
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Projetinho Fellas:

O Vasco Sobe, Volta Ribamar


Dia 01 ||Shells Town - East Blue  || Clima: Levemente Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 02



Primeiras Mudanças


Alatreon D Zenith e Alexander Blackwood


Alex podia estar preocupado, a situação no QG era estranha, a em maior cargo sequer estava lá durante toda baderna, marinheiros corruptos que havia acabado de descobrir, eram coisas suficiente para encher sua mente de ideias e possibilidades, porém seu lado galanteador falava mais alto.

Quase como se não estivesse passando por vários outros problemas fora dali ele não poupava em sua cordialidade ou gentilize, contudo, a reação da garota era de envergonhada, não respondendo as possíveis expectativas do jovem, motivo talvez explicável quando o outro marinheiro era finalmente visto pro Blackwood.

Situação diferente quando falamos de Alatreon, que a cada segundo ia resolvendo partes do quebra cabeça em que tinha se metido, o problema era, a cada nova pergunta, varias outras apareciam, era como um buraco que no fim levaria ao ladrão, mas quão fundo poderia ser este?

Certas hipóteses eram descartadas rapidamente, enquanto outras abriam possibilidades para caminhos que poderiam ser difíceis até mesmo para D. o envolvimento de um possível oficial seria algo preocupante para se lidar.

Jasmine tinha suas bochechas avermelhadas em instantes conforme recebia o elogio de Zenith, porém logo se virava para outro companheiro, era neste momento que Alexander e Alatreon finalmente se encontravam.

— Na verdade temos alguns livros sobre forja, mineração bruta e manufatura de materiais metálicos... Fica no setor G – Ela logo apontava para a estante onde Alex poderia encontrar os livros que estava à procura.

Cumprimentos eram trocados entre os marinheiros, que a primeiro momento pareciam se dar bem e para a “segurança” de Alex, Zenith aceitava o convite, seguiriam juntos até o Qg, contudo, Blackwood pegava o livro que encontrava onde indicado, ‘Forja: A arte de um Deus’, o titulo era bem chamativo, o quão sério seria aquele livro?

Caminhando juntos, eles voltavam para a base, indo se informar na recepção sobre o Cabo Maneri, o marinheiro em cargo olhava para Alatreon com certo desprezo e apontava então para um cartaz de desaparecido, contendo as informações do Cabo, o mesmo que havia sumido a 3 meses com certos arquivos da marinha, sendo sua ultima localização vista na biblioteca.

Alex via logo na recepção, uma mulher de cabelos roxos com um olhar vazio andando pelos corredores com a farda de um agente da Cypher pol, ela estava desacompanhada e muitos marinheiros paravam para olhar a moça simplesmente andar.


Shen Ikimura


Shen tinha um dia completamente diferente dos outros dois, este agora em seu treinamento, lentamente foi ganhando seu espaço no dojô, ele era um amante das artes marciais então seu encontro foi magnifico com Shira que desde o primeiro momento demonstrou seu foco e comprometimento com aquilo.

O treino era imersivo o suficiente para fazer Ikimura sequer notar a passagem de tempo, então vendo que Linda estava o assistindo, provavelmente a algum tempo, a aula havia acabado e agora se despedia de Shira.

— Para um novato você é melhor do que eu imaginei... Teremos mais confrontos no futuro? – Uma pergunta que não necessitava de respostas, o sorriso da garota juntamente de um rosto sério, provavam que ela, mais do que nunca, queria lutar contra Shen no futuro, um novato que não teve receio ou medo de duelar contra a número um.

— Shira! Shira Yor Forger! Até logo Shen.

Ela virava-se de costas e pegando sua bolsa, ia para o banheiro feminino, o qual, somente ela usava entre os alunos, já que era a única mulher dentre os demais.

Indo até linda que acabava de falar com o professor temporário de Ikimura, sorria ao ver a aproximação do garoto, momento que se intensificava com a pergunta do jovem, um rosto de surpresa seguido de felicidade era estampado na face da capitã.

— Eu esperava que você fosse mudar de ideia, mas não tão rápido assim, nossa... bom, indo até o Qg da marinha, você pode fazer sua inscrição, seguida de uma prova pratica, não chega a ser algo difícil, mas certamente fácil não será... Por que não vai agora comigo? Estava partindo daquilo para lá.

— Porém, antes... porque não toma um banho? Tome. – Pegando em sua bolsa, tirava um uniforme de marinheiro, tamanho grande - Deve caber em você, um dos alunos saiu da marinha então esse uniforme ficou aqui, use-o por enquanto e se adentrar, receberá o seu.

— Estarei lá for a te esperando. – Ia até a saída, assim esperando Shen ficar pronto - Vamos? – Caminhando ao lado do jovem, iam em direção a sede central, o caminho era longo, então uma boa conversa podia surgir ali.



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O soldado havia o interrompido, e com sua interferência, Alex brevemente encerrou seu ato, e sorriu. Um sorriso malicioso, que surgira por conta da frustração. Possuía uma faca, por isso sua confiança estava no alto, e pelo seu passado, ele não aceitaria mais falhas e interrupções. Com aquele mesmo sorriso bobo  em  sua face e um olhar fixo no marinheiro na sua frente, ele pensava em tomar uma ação bem precipitada, até notar que estaria se sabotando, e que estava indo longe demais por conta de um vício seu. Para disfarçar, ele tentou ao máximo fingir estar envergonhado com a súbita intimidade do outro marinheiro, mesmo que ele já tivesse noção do que estava rolando ali. - Ui! Que aperto forte, garotão. - Ele disse, em resposta ao cumprimento do rapaz de pele cinza.

O rapaz lhe deu uma explicação sobre sua atual situação, e a expressão de Alex mudou completamente, de novo, após ser atingido com duas realizações. A primeira é que ele aquele soldado era a primeira pessoa com quem ele havia encontrado em um longo período de tempo, que possuía uma pigmentação cinza  em sua derme.
A segunda era que, pela a agitação logo cedo no QG, o fato que  seu companheiro soldado havia citado batia. Muitos soldados, se não todos, foram despachados em missão logo pela manhã, exceto por um deles: Joseph Klimber. Blackwood se mostrou receoso. - Que estranho… Eu fui designado para uma missão à noite. -  Seguindo o diálogo, Alex indicava ao seu companheiro soldado, a falta de necessidade de  seguir com sua busca, e  apenas aguardava o cinzento para partir dali.  No fim, O rapaz blackwood ouviu o nome da bela bibliotecária e aproveitou a deixa para se despedir. - Até mais, Jasmine! Lhe vejo mais tarde! - Ele disse num tom brincalhão.

Com isso, ambos partiram em direção ao QG. Aproveitando o tempo da caminhada, Alex analisou o encontro que tinha acabado de ter. Por mais que tivesse se mostrado de forma amigável e oferecido ajuda, o soldado havia lhe entregado o mínimo de  informações o possível, como se tivesse receio de revelar algo. Talvez Alex estivesse buscando  pelo em casca de ovo, mas após o encontro de mais cedo, e com tudo que estava ocorrendo, o ideal era se manter com a guarda levantada a todos instantes. Atravessando corredores,  becos e etc, Alex  não bobeou, e se manteve preparado para sacar sua faca de cozinha, o que se mostrou desnecessário, já que ambos chegaram no QG com segurança.

No local, ele já pensava no restante dos preparativos para seu plano improvisado, até que a oportunidade de ouro surgiu sob  um raio de luz. Uma bela dama que poderia lhe fornecer seu tão buscado terno, e quem sabe um encontro.  Porém, Alex sabia que não poderia abordá-la de qualquer jeito, visto que agentes da Cypher pol são muito bem treinados, ele poderia acabar morrendo umas 17 vezes antes mesmo de conseguir cair. O ato de Joseph Klimber não era uma boa, e toda aquela teoria da conspiração que o cercava estava lhe taxando mentalmente. - Tudo bem… Ninguém tá conversando com ela, e ela tem cara de quem tem poucos amigos, talvez… Só talvez… Eu devesse ser apenas eu mesmo? - Ele pensaria, mas com essa ideia em mente, vinha os flashbacks das inúmeras falhas dos planos mirabolantes de sua infância. Com as memórias fluindo, Alex deu um passo para trás, mas logo percebeu isso.  Não era do feitio do grande Alexander Blackwood recuar assim e se acovardar,  muito menos perante uma bela moça como aquela.

Com sua coragem reunida, e corpo pronto para um possível destino cruel, Alexander desarrumaria seu cabelo,desfazendo aquele penteado ala o boy lambeu que havia arrumado mais cedo, pediria licença para o outro soldado que o acompanhava, e caminharia ao lado da bela dama, de forma discreta. - “Oh, reverberante lua, eu a venero.” - Ele  diria em um tom contido, mas audível. Havia uma grande chance dele o ignorar completamente, mas Alex estava motivado. Se ela se mostrasse confusa ou curiosa quanto ao que ele tinha acabado de dizer, ele seguiria, como esperado, dizendo: - Perdão! Eu pensei em voz alta. É a frase de um de meus livros favoritos. Não, não é um livro de poesia. -  Ele daria uma pausa para ver se a dama demonstrava interesse, para fisgar o peixe. - Bom, é um livro de Jean Pierre Baptiste, e o título é  “Mil flores  para a meia noite”, onde o protagonista é o dito cujo. Ele tem essa mania de se incluir como personagem em seus livros… - Ele daria outra pausa, para  ter certeza de que não estava indo muito longe. - Nesse livro, Jean Pierre é um homem com uma fé e vontade inabaláveis. Alguém que quando se dedica e acredita em algo, vai até o fim por aquilo. No momento que a história começa, por um motivo ou por outro, Jean Pierre acaba se apaixonando pela Lua. Por 3 noites seguidas, ele demonstra toda sua paixão, o que comove o grande astro celeste. É claro, que ela já teve diversos admiradores e amantes, mas  nenhum deles era como esse jovem rapaz que abria seu coração toda noite. Então, na terceira noite, a lua desceu dos céus e foi de encontro ao seu amante, para finalmente conhecê-lo melhor. O restante do livro é uma jornada onde ela o revela os segredos da noite, e ele a mostra a beleza durante o dia. - Ele daria mais uma pausa, para finalmente fisgar o peixe, se apesar de tudo, a dama se mantivesse interessada, ele seguiria dizendo: - Deve estar se perguntando, “O que exatamente isso tem a ver comigo?”, e bem… É muito simples! Jean Pierre nunca descreveu com exatidão a aparência da lua em sua forma humana, mas pelas poucas dicas que ele havia dado, eu imagino que seja algo bem parecido com a sua aparência. A franja que oculta seu rosto, como a sombra  da terra em suas diferentes fases, um cabelo roxo como o céu estrelado, clareado pela luz das estrelas que a cercam, e um olhar profundo, e cativante, que reflete o infinito que ela habita. - Alex esperava que todo aquele papo literário tivesse, no fim, conquistado a garota. No final, caso ela se mostrasse desinteressada em meio a explicação, ou caso ela o permitisse terminar sua história, Alexander diria: - Bom não vou tomar mais do seu tempo, pode deixar.  Não me aproximei de ti para simplesmente falar desse livro que li uma vez. Gostaria de lhe pedir duas coisas, se não for muito incomodo. Primeiro, eu gostaria que me mostrasse a ilha. Sou novo por aqui, e sei que os agentes da Cypher pol são versados nesse tipo de coisa. A segunda coisa que eu gostaria de pedir é uma ajuda para arranjar um terno. Eu pretendo usar um disfarce para minha missão, e acredito que o governo mundial deve ter um estoque cheio desses troços. - Ele aguardaria a resposta da garota, mas antes de qualquer coisa, ele diria.  - Ah! Não precisa me fazer esses favores da bondade de seu coração, se necessário, posso retribuir imediatamente.


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Masques
Civil

ACT 07


I - The Fellas Project






O dia tinha realmente sido diferente do que eu havia planejado, primeiro que houve uma completa reviravolta nos meus planos, segundo eu havia tido um excelente treinamento, com um mestre que realmente sabia o que estava fazendo e uma parceira que talvez soubesse até um pouco mais, de qualquer forma eu viajava nos pensamentos logo após o anúncio do final do treino do dia em questão. Eu então me despedia da parceira, um simples tchau, nada demais, até que ela se dirigia a mim com um elogio. Eu ficava realmente lisonjeado, um pouco confuso, não sabia se agradecia ou me curvava em respeito, a confusão então passou pras palavras, não sabia o que dizer, deixando sair um " A-a-agradado... pera...não... eu quis dizer obrigado! É claro que sim, um dia eu espero conseguir ganhar de você. " Coçava a cabeça enquanto ria da minha própria eu então me despedia, informando meu nome e perguntando o nome da aluna e foi assim que conheci Shira Yor Forger.

Eu assistiria ela ir para o banheiro feminino com seus pertences, e então voltava minha atenção para Linda, que estava interagindo com o instrutor Yan. Assim que eles terminaram de conversar, eu fui até Linda para perguntá-la como ingressar no mundo da marinha, aquele treino havia apenas intensificado a minha troca de sonhos. Eu tenho certeza de que se uma aluna como Shira Yor Forger estava treinando em um dojô da marinha, eu encontraria muita gente forte nessa linha de carreira e ainda por cima iria lutar contra as coisas erradas, não é? Enfim, pude ver uma clara expressão de supresa na face da capitã, mas como se fosse uma boa surpresa, o que me fez feliz também, me sentia como se estivesse sendo valorizado e querido naquele momento.

" Combinado! Vamos lá! Eu tô pronto pra fazer parte de algo maior. " Estava pronto para sair dali e ir diretamente ao QG da marinha e acabar com a raça daquele teste quando a Capitã me informou da minha situação e realmente eu precisava de um banho, eu então agradeci o uniforme que ela havia me dado; " Ah, incrível obrigado demais Capitã! " bateria continência e ia em direção ao banheiro disponível para tomar banho. Nele faria uma completa porém rápida higienização do meu corpo, e então vestiria o uniforme que havia me sido dado pela Capitã. Após vestir o uniforme, iria em direção a Linda para que fossemos em direção a sede da Marinha para dar início a minha carreira.

" Vamos sim, capitã! " E então iria com ela até o QG, pronto para responder quaisquer questões que ela tivesse. Também não falaria com ninguém se não falasse diretamente comigo, em sinal de respeito a hierarquia da ordem de comando, pois eu pelo ou menos imaginava que seria assim. Quando chegasse lá, caso Linda me apontasse a algum lugar, eu iria e então informaria o motivo de eu estar ali: " Olá eu gostaria de fazer a inscrição na Marinha, por favor. " Falaria o mesmo caso me fosse apresentado a pessoa que iria fazer o teste.




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Leona
Marinheiro




Unos: Vasco

- Alatreon D. Zenith -



Durante minha vida, algo que aprendi com as interações que tive com as pessoas e as constantes observações que eram compulsivamente gravadas em minha memória foi o fato de todo e qualquer ser humano possuir, em algum nível, uma máscara social. Todos agem de acordo com a maneira que considerariam ideal para a determinada situação em que se encontram, mesmo que aquilo não fosse de encontro com seus verdadeiros desejos. Não há nada de suspeito nisso, afinal, ninguém gostaria de andar por aí com sua essência exposta para todo mundo, mas um padrão curioso é notado em casos específicos. Algumas pessoas não se contentam em esconder apenas sua essência, adicionando camadas a sua máscara na proporção do quanto de si ela quer esconder. Sonhos, objetivos, desejos, ambições, tudo isso pode justificadamente escondido sob uma confortável e segura faceta que torne a convivência no meio simples, fácil. Porém, quanto mais camadas você coloca na sua máscara, mais compressa sua verdadeira essência fica, e a elevada pressão fara com que ela eventualmente imploda e mostre os sutis sinais de sua existência momentaneamente. Era exatamente como um destes pequenos sinais que um sorriso de genuína malicia do marinheiro recém chegado parecia. Logo, a expressão mudava para uma vergonha que parecia genuína. Quando múltiplas facetas opostas de alguém parecem genuínas, isso pode ser um indício de que ela possuí humores contrastantes, ou de que ela é muito boa em fingir algum deles, talvez até mesmo ambas. Cautela seria necessária com o meu mais novo acompanhante.

Partimos em direção ao QG, notícias preocupantes vinham a tona. O Cabo Mareni estava desaparecido. Teria ele sido pego por alguém envolvido em toda a situação? Teria ele feito parte da operação? Talvez ambos? Mais possibilidades se abriam. Gostaria de investigar a biblioteca novamente, mas a situação tornava isso arriscado. O envolvimento de marinheiros no desaparecimento de livros era preocupante, mas o desaparecimento de um oficial da marinha havia escalado a situação em múltiplos patamares. Relatar o descoberto até então para os superiores era o equivalente à apostar meu sucesso no giro de uma moeda, poderia estar entregando informações para alguém envolvido no hipotético esquema que investigava Para completar, ao meu lado estava um marinheiro que agia de forma suspeitosamente meticulosa, sabia da minha ida à biblioteca, poderia deduzir a minha busca pelo Cabo desaparecido e entregar a informação para alguém. Deixá-lo fora de vista seria perigoso, e desejava ir à biblioteca durante a noite, para averiguar uma possível nova invasão. Possuía uma lança e sabia que os outros recrutas ainda não haviam recebido suas devidas armas, estava confiante no resultado de um possível combate. E sabia exatamente como fazer alguém que calcula cada um de seus movimentos desejar me manter por perto: Desconfiança. Iria até o homem após a interação que ele parecia planejar com uma mulher que claramente se destacava no QG, padrão de comportamento que ele parecia possuir, ou tentar demonstrar possuir. — Bom, é uma pena. Parece que não vou poder continuar na minha missão por um tempo. Você disse que sua missão era a noite, certo? Talvez eu possa te dar uma mão, não gostaria de ficar de corpo mole apenas pelo anoitecer, afinal... — Olharia intensamente em seus olhos, bruscamente mudando a entonação com a qual falava — Parece que sempre estamos sendo observados por aqui, não é? — Lentamente traria meu sorriso de volta ao rosto — Mas é normal, somos soldados afinal de contas.

— Olá, estou apenas acompanhando este... excêntrico soldado. Prazer, soldado Zenith. — diria a agente com uma expressão séria e profissional caso a mesma se mostrasse disposta à conversar. Do contrario, me manteria em silêncio ao lado de Joseph, com a mesma expressão desinteressada com o extenso monólogo que o mesmo parecia preparar. Eu realmente precisava de alguns exercícios em breve para aliviar o estresse acumulado do dia.









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Projetinho Fellas:

O Vasco Sobe, Volta Ribamar


Dia 01 ||Shells Town - East Blue  || Clima: Levemente Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 03



Novelo de lã


Alatreon D Zenith e Alexander Blackwood


Quais eram os planos que reservaram para Joseph? Sua missão diferente dos demais, era a noite e Zenith era encarregado de uma missão complexa e até aquele momento sem explicações, Blackwood focava-se nos preparativos e encontra alguém que poderia o ajudá-lo com o terno, o dia era quente conforme as horas passavam e o meio dia já se aproximava, ainda assim, quando olhava para a mulher, parecia que tudo a sua volta estava frio e congelado, quem exatamente ela era? Enquanto isso, as coisas caminhavam em marcha ré com Alatreon, que agora recebia a informação sobre o desaparecimento do Cabo.

Fato que por mais escondido que estivesse na máscara do jovem, deixava-o apreensivo e ligeiramente ligado com seu arredor, contar a outro marinheiro poderia ajudá-lo? Ou ele poderia acabar vazando tudo que descobriu para um possível inimigo? Afinal, estamos falando de um oficial que sumiu, coisa que não é tão fácil de fazer. As ideias eram suficientes para D. preferir por se manter em silêncio, o tempo parecia ter parado enquanto ele pensava tudo isso, mas na verdade, Alex fazia sua investida.


— Está de dia… - Uma resposta clara e sem muita enrolação, ela não parecia ficar incomodada com a aproximação de Alexander, ela olhava-o da cabeça aos pés, voltando e olhando ao contrário, parecia se incomodar com o cabelo bagunçado do marinheiro, parando e ficando de frente para ele, arrumava seu cabelo, deixando-o como mais cedo estava, então voltava a andar.

— Jean Pierre, certo? - Quebrava a fala de Blackwood, o que poupava-o certa explicação, ela esperava por uma explicação chato de algo que já sabia, mas a virada de chave que o marinheiro fazia com a comparação feita, deixava as bochechas da agente coradas e tirava um pouco aquela sensação de frio que voava em volta dela.

Ao fim do discurso, Alexander explicava o motivo primordial para ter se aproximado, a garota era mais baixa que ele ainda assim, puxava ele pelo colarinho para perto e dizia, — Eu adoraria mostrar a ilha para você Alexander Blackwood… Porque não me encontra em algumas horas nesse endereço… - Entregava um papel contendo um endereço residencial - De lá, pegamos o terno que você precisa ok? - Conforme o soltava, ela o puxava de novo, mas com delicadeza desta vez - Por sinal, me chamo Violet… ou pelo menos acredite que este é meu nome. - Afastando-se ela acenava com o rosto para o outro marinheiro que se aproximava.

Zenith chegava em seu novo "amigo'' ou poderia até mesmo Joseph ser um inimigo? De toda forma, com sua missão interrompida até a noite, ele se oferecia a ajudar o companheiro e ainda jogava um “verde” para ver como seria a reação do mesmo.

Neste momento, a multidão de marinheiros em frente a entrada batia em continência e na entrada, Linda a capitã da marinha aparecia, estando ao seu lado um jovem com uma farda  meio usada porém limpa, um pequeno detalhe chamava a atenção de Alatreon, onde ficaria a tag com o nome do marinheiro, estava lá Kevin Heart, iniciais que o jovem teria visto em algum lugar.


Shen Ikimura


Enquanto o clima tenso aumentava no QG, Shen tinha uma caminhada calma e silenciosa com Linda, que diferente de antes, estava mais calada, com uma feição pensativa e inquieta, porém mantinha-se em silêncio.

O percurso aumentava gradualmente a fome do lutador, que após um treino cansativo, a caminhada num sol quente como o de meio-dia, deixava-o parcialmente tonto e desnorteado, por sorte, não demorava muito e eles finalmente chegavam, o Quartel era grande e intimidador, muitos marinheiros entravam e saiam, com tamanhos e formatos diferentes, mal conseguiria calcular quantos adversários ali teria no futuro.


De forma muito mais chamativa, a grande maioria dos marinheiros presentes no QG batia continência e voltavam às suas atividades em seguida, — Vá até o balcão e lá o encarregado vai te direcionar.

— Foi uma honra te conhecer Shen, se cuide… nos veremos muito em breve… - Sorrindo, ela fazia seu caminho para dentro do QG, mas antes, falava algo com o recepcionista.

Ikimura preenchia alguns documentos e o recepcionista dizia, — Linda fez uma recomendação então seu teste será prático, vou te levar até o local do exame… - Levantando começava a caminhar guiando o novato.



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Estagiário

Not Enough Shooting Stars
I have a dream



Após aquela súbita abordagem, Alex aguardava o seu fora para assim poder resumir suas operações, mas para surpresa no cinzento, seu comentário foi o bastante para até mesmo dissipar o ar frio de morte que rodeava a moça. Não só isso como também lhe rendeu uma resposta bem “ousada”. O flerte fazia o rapaz ficar claramente estupefato, mas por ter um certo controle, ele manteve a compostura…. Da melhor forma que pode… Enquanto a garota se afastava, ele a encarava com um sorriso bobo, segurando o pedaço de papel com o endereço e agora uma breve esperança. Assim que seus sentidos retornaram, porém, as últimas palavras que Violet proferiu, ressoaram em sua mente. Pouco a pouco, o encanto se transformou em confusão, que se transformou num medo, mas dessa vez, Alexander manteve a compostura.

- Eu nunca cheguei a me apresentar pra ela… Como ela sabe o meu nome verdadeiro..? - A pergunta de um milhão de dólares. Alex se sentia exposto, e um pouco mais paranoico que antes. A partir daquele momento, ele já não tinha mais controle sobre parte da sua vida, e nessa altura do campeonato, a respiração fica ofegante, a visão fica turva e o cérebro ativa seus instintos de lutar ou fugir, mas felizmente, o rapaz Blackwood estava acima daquilo tudo. Por outro lado, o que poderia acabar lhe enrascando nessa encruzilhada era seu fraco por mulheres, pois por mais que visitar o endereço que lhe fora dado, não soasse como uma boa ideia, o rapaz ainda considerava seguir com seus planos. Seu Id, ego e superego entravam em conflito, todos bastante a favor da ideia de fugir da ilha ou até mesmo sumir dos blues, por mais inefetiva que fosse, visto que  se sua identidade foi exposta com tanta facilidade, sua localização durante a fuga com certeza não seria nenhum segredo. No fim, ele decidiu ir, talvez para satisfazer seus desejos, ou pela preparação de sua missão, não se sabe ao certo, já que ele preferia não se aprofundar no assunto, com medo de se arrepender.

Só que antes de qualquer coisa, tinha outros assuntos a tratar. Após guardar o endereço no bolso de sua farda, Alex se viraria para o soldado a quem tinha oferecido ajuda, desfazendo calmamente o sorriso que tinha estampado em sua cara. - Não sei exatamente como pode me ajudar… Até por que, eu acredito que quanto menos gente envolvida nessa missão, melhor. - Ele daria uma pausa, se mostrando pensativo. Buscaria uma forma de continuar com sua “escolta”, afinal de contas, o outro soldado cinzento seria sua bucha de canhão, caso os dois patetas de mais cedo resolvessem atacar “Joseph”.

- Eu ainda estou fazendo umas preparações, então acho que até lá, você pode me acompanhar… E também me contar um pouco sobre você. - Alex sugeriria, se mostrando amigável para que pouco a pouco, aquele soldado desconhecido se abrisse e revelasse sua conduta. Dava pra notar que o outro rapaz também não confiava muito em Alexander, mas é nessa hora que sua lábia e persuasão poderia vir a calhar. Talvez pudesse notar uma relutância de sua parte ou qualquer coisa do tipo, e por isso, Alex abriria o jogo. - Não confia em mim, não é? Tudo bem… Considerando o que tem ocorrido no QG ultimamente, eu não tiro seu direito. Por isso eu vou ser honesto contigo. - Ele então levaria a mão a boca e pigarrearia. - Atualmente, estou carregando uma faca de cozinha. Pretendo usar esse livro de forja para adaptar ela para uma faca mais apropriada para combate. Isso tudo pois acredito que quem está por trás dessas mudanças no itinerário do QG, esteja tentando sabota-lo. - Ele diria com um tom de voz mais controlado. Ele se aproxima mais de seu companheiro, e até se inclinaria para poder falar ainda mais baixo. - Eu vi uma movimentação estranha pelo QG mais cedo. E se considerar tudo, eles querem que a gente fique desarmado, por isso estou indo me armar. Recomendo que faça o mesmo. -

Dito isso, algo lhe chamou a atenção: Uma confusão, e junto dela, surgiu a capitã Linda, a suposta salvadora de Alex. O jovem soldado a encarou, e lembrou o que tinha para lhe contar, mas ao analisar bem sua situação, desistiu. Pense bem, ele tinha apenas um relato para passar, nenhuma prova concreta em mãos. Fora que, ainda havia o risco grande dela estar com aqueles paspalhões. Um pouco receoso, ele coçaria a cabeça e partiria dali. - Sabe se tem alguma forja aqui dentro? - Ele questionaria o emo. Se o mesmo não soubesse, Alex apenas daria os ombros e se colocaria a buscar o local. Já tinha uma noção melhor do QG por ter vasculhado o local em busca da Linda, e por isso ele tentaria se lembrar das salas que tinha visto antes para facilitar e resumir a busca. Ao encontrar o local, ele abriria o livro e seguiria as instruções para transformar aquele simples utensílio de cozinha em algo mortal, usando a ocasião como um processo de aprendizado da arte da forja.

Se não encontrasse ou tivesse terminado ali, ele se viraria para o rapaz de feição tristonha e diria: - Bom, acho que o nosso caminho se separa por aqui, apesar de ter lhe oferecido auxílio, acabei não lhe ajudando em nada, mas espero que pelo menos a minha presença tenha sido agradável. Caso precise de mim mais tarde, é só procurar. Te vejo depois. - E partiria. Com isso, o rapaz Blackwood se moveria rápido e com cautela, buscando locais movimentados para evitar ser emboscado. Se já tivesse encontrado uma forja dentro do QG, partiria para o endereço do papel, caso contrário, faria o mesmo, mas ao invés de seguir diretamente para a residência indicada, ele  buscaria um local para forja ali por perto.

Em todo e qualquer caso, com ou sem a sua faca de combate, ele seguiria para o endereço que Violet havia lhe dado. Ele olharia ao redor do local e analisaria a cena. Usando seu conhecimento, buscaria possíveis armadilhas e esconderijos para uma emboscada. Se encontrasse a garota, ele diria: - Oi. Disseram que eu tinha que buscar um terno nesse endereço. - Mostrando o papel que tinha ganhado da mesma. Caso contrário, ele se sentaria perto da porta e aguardaria, sem baixar sua guarda.

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