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Projetinho Fellas: O Vasco Sobe, Volta Ribamar

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Marinheiros Alatreon Dalanur Zenith e Alexander Blackwood e do Civil Shen Ikimura. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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ACT 01


I - The Fellas Project




Outro dia se iniciava, porém eu ja estaria acordado, tendo iniciado como habitual o meu treino matinal. Me alongava enquanto olhava a luz invadir a humilde casa-quarto que chamava de lar, sem pestanejar entretanto ao terminar os alongamentos tomaria um banho e vestiria a habitual camiseta preta, por cima o gi vermelho e passava então a faixa preta, amarrando o gi. Vestiria as faixas que utilizava nos punhos, as botas que havia comprado recentemente e os brincos que costumava utilizar. Comeria algo se tivesse algo para comer e sairia de casa pronto para começar o dia, afinal de contas hoje seria o dia que minha aventura começaria, ou pelo menos eu gostaria que fosse. - É isso, em direção ao QG eu acho? Devem me encaminhar pras possíveis caças de lá ou algo do tipo... Quem sabe alguém forte! Animado eu dava uma leve apertada na faixa em minha cintura sem poder esconder o sorriso em minha expressão.

Me dirigiria então rumo ao QG para pegar o primeiro contrato e eventualmente minha primeira recompensa, pensava em tudo que eu poderia comprar com o dinheiro de uma recompensa, quem sabe finalmente comprar o sonhado bastão e começar a treinar a arte do Bojutsu, talvez fosse uma boa, mas também comida, muita comida isso era talvez o que eu mais me animava fora o fato de que eu talvez lutaria com alguém do meu cacife ou talvez até mais forte. Assim que chegasse no QG eu me dirigiria até o primeiro marinheiro que visse ou algum tipo de balcão de informações.

- Bom dia! Eu gostaria de saber, é, hm.... O que eu teria que fazer pra poder trazer alguém para vocês e ganhar uma recompensa ou algo do tipo. - Eu parava um pouco e ficava pensativo e então continuava - E se eu conseguir algum marinheiro vai la pegar ele ou eu tenho que trazer ele? - Várias dúvidas surgiam em minha mente porém essa era a que mais me incomodava, de qualquer forma esperaria uma resposta para ir onde fosse indicado.


Dados:

Objetivos:







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Unos: Vasco

- Alatreon D. Zenith -



Imagino que a imagem que o homem encontre ao terminar uma escalada e chegar ao topo da montanha seja tão bela e reconfortante, talvez até seja capaz de ofuscar a memória da imagem imponente, assustadora e estranhamente convidativa que enfrentava no início da escalada. Aquela vista, dos vitoriosos e persistentes, que presenteia os olhos com imaculada sinestesia. Será que eu a verei algum dia?

— Que horas são? Espero não ter dormido demais. — Bocejaria enquanto realizava alguns simples alongamentos, levantando logo em seguida. —
Tenho passar no arsenal antes do começo da patrulha, uma série de exercícios na academia também cairia bem. — Deitaria e começaria uma entusiasmada sequência de abdominais para dar início ao dia, costume que tinha desde que me entendo por gente.

Havia recém-ingressado na Marinha de Shellstown, após uma vida vivendo em Stevelty. Ainda não conhecia muito bem a cidade, com exceção da loja onde comprei minha lança, talvez teria a oportunidade de explorá-la um pouco hoje. Iria em direção ao refeitório do quartel buscando fazer a primeira refeição do dia, partindo em direção ao arsenal logo em seguida. O alistamento foi tão recente que ainda não havia retirado a arma entregue aos soldados.

— Olá, bom dia! Eu sou Alatreon, um dos novos soldados alistados, e gostaria de retirar a arma que nos é entregue após a conclusão. Uma espada, por gentileza. — Diria em tom animado ao responsável pelo arsenal, caso o encontrasse, fazendo uma singela continência antes de começar a falar.

Caso conseguisse, faria uma pequena reverência em agradecimento. Partiria então em busca ao superior, para me informar sobre as obrigações a serem realizadas durante o dia, talvez fosse hora para minha primeira missão. Mal podia conter o entusiasmo, começava a dar passadas cada vez mais rápidas, em alusão ao ritmo que planejava manter durante todo o dia. Minha história começa aqui!







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Not Enough Shooting Stars
I have a dream



Depois do inferno tempestuoso na Grand Line, veio a calmaria. Alex havia se estabelecido como um soldado raso na marinha, em troca de uma vida bem mais fácil. - Roupa, moradia, dinheiro e equipamento em troca de patrulhas ocasionais, dar porrada em bebum, e umas bobagens lá e cá. Sério, quem não aceitaria uma gororoba do caralho em troca de separar umas brigas de casais? - Tudo aquilo era uma maravilha pro rapaz, ele se perguntava como nunca tinha pensado nisso antes.

Com um sorriso no rosto, ele estava pronto para aprontar mais um pouco por Shells. Se já não estivesse por lá, ele partiria para o seu alojamento, buscaria um espelho e seu uniforme. Com todo seu charme, ele buscaria um colega com um pote de gel para cabelo, e na primeira oportunidade, ele se aproximaria do mesmo. - Me empresta um pouquinho? Eu juro que vou ser rápido. - Ele daria uma piscadela, e com a mesma rapidez que haveria se aproximado, ele pegaria o gel, besuntaria ambas as mãos com ele e passaria em seu cabelo, o penteando completamente para trás. Com as preparações fora do caminho, estava na hora de brilhar nas ruas.

Antes de qualquer coisa, Alex buscaria em seus bolsos um bilhete para lhe lembrar do nome da identidade que havia usado para se alistar na marinha, pois ele com certeza não daria o governo a chance de pegá-lo de calças arriadas. - Joseph Klimber… Que merda de nome… - Arrumado e com sua segunda identidade a mão, ele partiria em busca do Arsenal. - Uma adaga pra viagem, chefia! - Ele pediria para a pessoa encarregada. De lá, ele buscaria a recepção do QG para pegar uma missão. - E ai? Sou eu! Joseph Klimber! Hahaha! Vim aqui pegar mais uma missão para contribuir com a nossa sociedade e nossa ilha! Hahahaha! - Usaria de maneirismos e trejeitos exagerados, pois não se lembrava exatamente como havia se apresentado para os marinheiros que estavam ali.

Durante o caminho e durante seu ato, o rapaz Blackwood, que agora era Klimber, se manteria atento a conversas paralelas em busca de algum conhecimento interessante, algo que pudesse lhe render um extra por fora.

I ♥ Refrigerators


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Última edição por gmasterX em Qua Mar 02, 2022 8:12 pm, editado 2 vez(es)
Henry Morgan
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Projetinho Fellas: O Vasco Sobe, Volta Ribamar
06:14 / Shells Town


 
O sol brilhava cedo em Shells Town, não é atoa que a cidade é conhecida por suas altas temperaturas. Nos primeiros raios de sol, as pessoas de Baixa Shells Town começavam a se animar ao escutar o comércio a todo vapor em Alta Shells Town. Várias tendas e lojas iam se formando, amigos se cumprimentando, produtos se organizando e pessoas brigando. Outros usavam a farda da marinha, motivo de orgulho para todo o povo de Shells, que via a organização como suprema. Mães de casa varriam a calçada simples de suas casas simples, enquanto outras apenas cuidavam de seus respectivos filhos. Em questão de arquitetura, nada se sobressaía. As casas eram comuns por todos os Blues, mas era uma benção para aquelas pobres pessoas de lá. As suas vestimentas também pareciam extremamente simples, mas isso não atrapalhava seus estilos de vida. Carpinteiros com suas mãos calejadas desciam para suas lojas, pescadores com as redes nas costas determinados a pescar o sustento de sua família, e marinheiros novatos prontos para seguirem seus sonhos nesse vasto mar.

O humor e as altas temperaturas animavam os moradores de Alta Shells Town, que, quase como um presságio, começava a animar as pessoas em baixa Shells Town. Na Alta Shells Town, os recrutas pareciam estar acordado para as primeiras atividades.

Shen Ikimura

O costume da vizinha ao sul de Shells Town era acordar ao sons de que Shen fazia, se exercitando e alugando diariamente. Alguns dos pescadores utilizavam aquele sinal como hora de levantar, pois, quando o silêncio voltava, significava que o jovem rapaz já havia voltado para casa e o sol tinha nascido. Sua casa simples, com apenas um quarto e um banheiro, assim como dos demais moradores da cidade, mas com uma diferença para aquela hora do dia, o cheiro de tamagoyaki paraiva no ar. Alimentando e animado o rapaz se pôs em direção do quartel.
- É isso, em direção ao QG eu acho? Devem me encaminhar pras possíveis caças de lá ou algo do tipo... Quem sabe alguém forte! - Disse enquanto mirava nas torres gêmeas no cume da ilha.

Talvez em razão de sua fala animada, ou de seus vários pensamentos animados, Shen não percebeu que Baixa Shells Town ficava a 1h de caminhada de alta Shells Town, local aonde se encontrava o G-153, o QG da marinha daquela ilha.
- Você também vai na direção da Marinha? - Indagou uma bela jovem morena. Exalava um odor de peixe forte, como se tivesse passado toda manhã dentro de um barril de peixes. Vestia um avental manchado por alguns respingos de olho de peixe nas áreas da barriga e do peito, o que não dava para distinguir se eram novos os velhos. Em sua mão, enrolado em um papel, carregava alguns peixes e hortaliças. Seus olhos pareciam ganhar um belo aumento, parecendo verdadeiras castanhas atrás daquele par de lentes arredondados. Seu cabelo estava rigidamente preso em um coque. - Me permiti a companhia? O sr. Will precisou de ajuda com a pesca de hoje.

A jovem se pôs em poucas passadas ao lado do rapaz, e manteve um ritmo constante de quem queria chegar com velocidade ao seu destino, mas como se sabe, o percurso entre a Baixa Shells Town e o QG é longo, tendo que passar pelo Média Shells Town.

- Irei para lá também deixar esses mantimentos antes de retornar para o trabalho. Podemos ir juntos, já que o caminho é longo. - Disse ela sorrindo. Se sentia mais confortável perto daquele jovem... Talvez porque passava um ar de ingenuidade e sinceridade. -- Tenho que passar nos punhos de dragão no caminho, se não se importar.

O que faria o jovem rapaz? Seguiria em direção a marinha? Ou abriria as portas para novos caminhos?

Alatreon

Talvez fosse o cheiro de suor naquele ambiente, ou mesmo as pessoas andando de um lado para o outro, vozes se misturando e troca de olhares amigos e desentidos de outro. Naquele meio, se encontrava o jovem Alatreon. Impulsionado por sua vontade de acordar, passou a realizar alguns exercícios para se exercitar. Ao fundo, viu o que parecia ser o primeiro desentendimento entre os novos recrutas ao fundo.
- Me empresta um pouquinho... - Ouviu, antes do som de suas espirações e inspirações por conta das abdominais tirarem-no daquele foco.

Logo que se vestiu e se direcionou ao refeitório. O local era um ambiente longo e espaçoso, com um agrupamento padrão de mesas retagunlares cumpridas em torno da sala. a esquerda todos se sentavam recebendo suas primeiras refeições e a direita outras que já estavam a sair. O espaço era longo e organizado, rico em azul, branco e azul celeste, para combinar com o uniforme que cada um vestia. Alguns viam Alatreon com um certo desconfiar, talvez fosse porque dentre aqueles ali, era um dos poucos com uma arma própria... Ou porque o rapaz começara a rir do nada enquanto comia, o que fazia alguns terem receio de se sentar com ele.

Independente disso, se pôs a caminho do arsenal, para buscar sua arma. No caminho, alguns soldados estavam indo em sua direção oposta com pressa, enquanto corriam com um papel na mão. Uma jovem em especial parecia meio perdida naquela multidão. Ela possuía uma estatura mediana, olhos castanhos e cabelos longos com comprimento na cintura, de cor laranja queimado. Sua característica física mais notável é sua figura esbelta e curvada para uma adolescente, especialmente em termos de seus seios grandes. Ela usa o cabelo em franjas enfiadas atrás das orelhas com grampos de cabelo.
- O que eu faço? Será que eu vou ou não?

O jovem seguiria seu caminho para o arsenal? Ou algo o havia chamado atenção?


Alexander

Alex se encontrava em seu alojamento, se arrumando para o seu grande papel como Marinheiro. Aquilo daria um bom livro um dia, ou talvez só um espetáculo? Aquela era uma dúvida muito grande para um dramaturgo tão habilidoso. Seu pensamento que a marinha lhe daria conforto ao custo baixo assolava seu pensamento logo cedo. Enquanto se arrumava para usar todo seu charme, Alex estava no banheiro enquanto se arrumava para o grande dia. Com seu charme nato, utilizou pote de gel para cabelo, e na primeira oportunidade, ele se aproximaria do mesmo.
- Me empresta um pouquinho? Eu juro que vou ser rápido. - Disse enquanto se arrumava no alonjamento. Quando saiu do banheiro, vestido e pronto para brilhar, viu ao fundo um garoto palido como a neve fazendo exercícios aquela hora do dia e seguiu em frente.

Andando pelo QG, sacou um bilhete do bolso e releu o nome para confirmar sua identidade. Não poderia errar seu nome... É díficil mentir sobre quem é ainda mais com um nome ridículo como aquele. Isso realmente daria certo?

Na mente de Alex, a marinha lhe proporcionaria o começo necessário para dar a volta por cima em sua vida, e quem sabe um dia reencontrar a família e honrar o legado de seu pai. O problema era que as coisas não funcionavam assim. Fazer parte de uma organização como aquela as vezes era difícil, principalemente em uma cidade que possuía toda sua história de desenvolvimento baseada nisso, seu orgulho praticamente era dizer: "Sim, somos agraciados com a presença do Governo aqui!"

Ao se aproximar do Arsenal da marinha, Alex viu uma movimentação constante.

- Mas que saco... Eu estava louco para pegar minha espada e... -
Disse um garoto enquanto passava por Alex.

- Porque temos que fazer isso, que coisa... - Disse outro.

Muitos recrutas como ele retornando do QG com papéis em mãos, sua curiosidade permitiria que continuasse aquele caminho?

Considerações:

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Era uma bela manhã em Shells town. Os pássaros cantavam, as flores floreciam, e por algum motivo, havia uma algazarra no arsenal. Alex pegou uma conversa bem de relance de dois recrutas que pareciam voltar do local que ele buscava. Geralmente, ele apenas daria os ombros e investigaria sobre isso bem após, mas não só sua curiosidade gritava mais alto, como a estranheza da situação não lhe permitia ignorar o ocorrido. Pra começar, dois recrutas, por algum motivo, estavam desarmados e não estavam patrulhando. Parando pra pensar, tinha muita gente no QG logo cedo… Logo na hora que o pessoal já deveria estar na rua…

Girando a 180°, o rapaz blackwood se aproximaria da dupla dando longos passos para acompanhar seu ritmo. Com toda intimidade do mundo, ele lançaria seus braços sobre os ombros dos dois e os envolveria, os puxando para perto. - Rapazes~~ - Ele diria num tom quase melodioso e atraente, como a própria cobra que tentou Eva. Ele se inclinaria, e olharia bem nos olhos de cada um. - Contem pro irmãozão aqui… O que que tá havendo? - Dependendo do que fosse, talvez o rapaz tivesse ali uma oportunidade. Alexander ouviria a explicação e se fosse um formulário ou algum tipo de pedido por armas, ele olharia o papel por um tempo, e após a longa pausa, ele diria: - Ah… Não lhes avisaram? Esse daí tá desatualizado. Devem ter entregado por engano, pode deixar esse papel comigo e buscar o correto, eu jogo no lixo pra vocês. - Ele diria, usando seu conhecimento em dramaturgia para disfarçar a cara de pau. Se obtivesse os papéis, os usaria para tirar vantagem da situação e possivelmente obter sua arma antes de todo o resto. Se necessário, Alexander buscaria um boné e um lenço para cobrir seu rosto.

Mas se por acaso os moleques não quisessem conversar ou não fosse nada daquilo que ela esperava, Alexander se despediria brevemente e voltaria a seguir seu rumo, em busca do arsenal. Ao se aproximar do arsenal, ele abordaria o encarregado, olhando ao seu redor, buscando mais pistas sobre o que caralhas estava a ocorrer, até que finalmente ele o questionaria. - Ei brother, que que tá rolando? - Ele ouviria o que o encarregado tinha a dizer, mas independente da resposta, ele complementaria com: - Tá, pergunta mais fácil… Eu posso levar uma adaga comigo ou…?

Por mais que não fosse um ávido lutador, a ideia de andar desarmado numa vocação como essa é nada menos que ridícula. - E isso tudo por que eu acordei com uma vontade de trabalhar… É foda… - Ele pensou. Não se sabe ao certo o quão fundo iria esse buraco, mas se Alex conseguisse obter sua arma antes de sanar suas dúvidas e obter respostas, ele se daria por satisfeito, afinal de contas, havia um trabalho a ser feito ali.

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ACT 02


I - The Fellas Project




Uma vez que minha rotina havia sido encerrada e eu me encontrava pronto para sair, pude reconhecer o cheiro forte de peixe que se aproximava de mim. Não era nada que eu não estivesse acostumado, vivendo ali o tempo que vivi e conhecendo o Sr. Will, lembrei dele a priori. Porém, ao me virar me deparei com uma jovem morena, eu provavelmente já a conhecia porém a surpresa completamente apagou seu nome da minha memória. Ela perguntava se eu podia me acompanhar no percurso que faria, não pensei por muito tempo afinal era a caminho do meu destino e o Sr.Will já havia me ajudado muitas vezes, além de tudo isso se ela deixasse come que eu pudesse ajudar a carregar as coisas poderia ser um ótimo treino de fôlego e força.

- Sim estou indo naquele rumo mesmo. - Respondia a sua primeira pergunta com um sorriso amigável no rosto, ela era bonita, morena e emanava o forte cheiro de peixe que era presente ali, novamente, não que me importasse tanto, aquele odor era um tanto quanto familiar para mim. Quando ela indagava se podia se juntar a mim no percurso rumo ao QG, não hesitei - Ah claro sem problemas, mas eu poderia te ajudar a carregar alguns dos suprimentos? - Eu pedia, queria a ajudar e também seria mais um bom aquecimento pra qualquer coisa que rolasse no dia de hoje.

Caso ela deixasse que eu carregasse parte dos itens que ela carregava, eu a ajudaria e levaria o que fosse mais pesado comigo pelo caminho. Caso ela não deixasse tudo bem, só seguiríamos nosso rumo num ritmo comum, para que um acompanhasse o outro durante o caminho. O caminho era relativamente longo porém tranquilo, ela me explicava o porquê de ter se oferecido para vir comigo, fazendo um sinal de positivo com a cabeça eu concordava - Sim, o caminho é um pouco longo mesmo, mas eu até gosto, da pra pensar bastante além de que caminhar faz bem, como meus pais diziam. - Eu parava por um momento antes de continuar - Você gosta de andar por Shells Town? Eu curto, sempre acho ou vejo algo diferente que me lembra o quanto a cidade é diferente daonde vim, haha, é divertido.  - Aguardaria sua resposta, escutando com atenção ao dialogo da jovem que me acompanhava.

Ela então falava que precisava passar em um lugar chamado Punhos de Dragão, novamente sem hesitar, respondi - Ah tranquilo, sem problemas. - E continuaria andando enquanto ia rumo a loja com ela, puxando assunto para que a caminhada não ficasse demasiadamente quieta eu perguntava - Como vão os negócios do Sr. Will? - e então escutaria o que leva tinha para responder, reagindo adequadamente. A acompanharia no percurso que ela fizesse, sempre tentando prosear no caminho.

Ao chegarmos lá caso estivesse carregando o parte dos suprimentos, os deixaria onde ela pedisse ou continuaria os segurando, caso necessário apenas os seguraria enquanto ela fizesse o que precisava fazer e então iríamos ao próximo destino, sem problemas não é como se eu necessariamente atrasado para qualquer coisa. Afinal de contas até onde eu sabia eu não tinha bicos para fazer no dia.

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Unos: Vasco

- Alatreon D. Zenith -



De estômago cheio e um pouco mais familiarizado com o QG, o dia prosseguia como esperado. Pude observar alguns recrutas enquanto realizava minhas tarefas matinais, em especial alguns olhares estranhos enquanto me alimentava. Ao observar ao redor, podia ver que era o único no refeitório que carregava uma arma. Com o número de recrutas, era esperado que ao menos parcela deles já tivessem retirado seu armamento no arsenal.

— "Algum problema no arsenal?" — O primeiro palpite que me veio a cabeça, explicaria a estranheza(ou parte dela) com a qual me encaravam, afinal, portava a lança que comprara anteriormente. Bom, perder tempo teorizando não adiantaria de nada, encontraria respostas quando fosse até ao local.

Durante a caminhada em direção ao arsenal, pude notar múltiplos recrutas, que não pareciam muito animados, caminhando na direção oposta enquanto carregavam um papel em mãos, todos desarmados. Bom, a teoria de que algo estava acontecendo acabara de ganhar alguns argumentos ao seu favor. Uma garota em especial indagava para si mesma se deveria ir ou não para algum lugar, ou talvez alguma atividade? Não faria nos sentido nos mandar em uma missão desarmado em casos comuns, e provavelmente seríamos ordenados e não requisitados. Iria em direção a garota.

— Com licença, desculpe por te interromper, poderia me dizer o que está acontecendo? Estava indo em direção ao armazém, mas deduzo que isso não deve ser possível agora, o papel diz alguma coisa? — Perguntaria em tom ameno, enquanto acompanhava seus passos para que a garota não precisasse parar sua caminhada. Caso conseguisse uma resposta, agiria de acordo com as informações adquiridas, avaliando inicialmente se o papel era apenas um panfleto anunciando o evento que se seguia ou uma ficha individual a ser preenchida e/ou entregue em algum lugar. No primeiro caso, continuaria acompanhando a garota.

Na eventualidade o papel ser indispensável, agradeceria à garota e me despediria com um sorriso no rosto para partir em direção ao armazém logo em seguida,  onde encontraria o responsável pela entrega dos papéis e, após retirar o meu, agradeceria e seguiria até o local informado neste. Em ambos os casos, após escutá-la falar, diria— Entendo, obrigado pela ajuda e pela atenção. Me chamo Alatreon, um dos novos recrutas, prazer em te conhecer.

Analisaria também a natureza do evento. Seria algum tipo de teste? Um treinamento? Uma sessão de aprendizado ou de realização de tarefas cotidianas? Quem sabe até mesmo uma missão de natureza única. — Está em dúvida se deve ir ou não? Uma senhora com certa experiência com a marinha costumava me dizer que esse tipo de atividade pode desenvolver capacidades e aspectos dos recrutas que são úteis para o trabalho, apesar de nem sempre ser óbvio. Talvez você devesse dar uma chance. É claro, sempre existe a possibilidade de estarmos apenas sendo sacaneados pelos superiores, mas até pra isso nós teremos uma primeira vez, não é? — Diria, uma vez que ele correspondesse a algo similar aos palpites anteriormente considerados e estivesse acompanhando a garota, dando uma singela gargalhada que bruscamente se converteria em uma expressão cabisbaixa e extremamente deprimida, contemplando a possibilidade disso tudo ser apenas uma peça para brincar com os recrutas pregada por superiores entediados. Seguiria caminhando de qualquer maneira, observando os recrutas ao redor na tentativa de me familiarizar com algumas de suas faces, observando o local na tentativa de assimilar o máximo de informações possíveis que poderiam vir a ser úteis mais tarde.

Se a garota não respondesse a pergunta, apenas seguiria em direção ao arsenal, e me informaria com o responsável pelo mesmo a respeito da situação atual, possivelmente retirando meu próprio papel e partindo em direção ao local neste descrito enquanto lia as informações, também observando o local e as pessoas ao redor para a aquisição de informações que pudessem ser úteis posteriormente.







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07:32 / Shells Town


 
Alexander

O jovem Blackwood caminhava em direção ao arsenal, quando foi pego por sua inerente vontade de "curiar" as movimentações. Sua estatura lhe dava vantagem por conseguir observar todos de um plano levemente mais elevado, uma vez que para sua idade e em comparação com os nativos da ilha, Alex era alto.

- Mas que saco... Eu estava louco para pegar minha espada e... -
Disse um garoto enquanto passava por Alex.

- Porque temos que fazer isso, que coisa... - Disse outro.

Girando a 180°, o rapaz Blackwood se aproximaria da dupla dando longos passos para acompanhar seu ritmo. Com toda intimidade do mundo, ele lançaria seus braços sobre os ombros dos dois e os envolveria, os puxando para perto.
- Rapazes - Ele disse num tom canastrão, quase soou como uma canção. Enquanto olhava nos olhos de cada um, se aproximando perto o suficiente para que reconhecessem o cheiro do gel de cabelo. - Contem pro irmãozão aqui… O que que tá havendo? -

Rick, o gêmeo da esquerda olhou para aquele jovem recruta com estranheza, tanto pela aproximação quanto pela falta de intimadade, enquanto educadamente tirou o braço ao redor de seu ombro e se afastou com um leve passo para a esquerda. "Que folgado!" Pensou. E dois metro a diante, seu irmão, Morty, torcia o pescoço para o lado direito, tentando esconder a rubrosidade que surgia em suas bochechas enquanto falava quase sem voz. O calor que começava a surgir naquela bela manhã ainda não impedia de uma pessoa tímida começar a suar como se já fossem 12h.
- Voc não rebeu? - Disse timidamente, engasgando-se com as massas de ar que entravam e saiam ao mesmo tempo.

Rick sorriu com a situação, achando cômico a vergonha do rapaz.
- Estamos sendo redesignados, todos os recrutas... Parece que a baixa incidência de crimes fez a Capitã Houser nos redesignar para auxiliar a população. - Respondeu.

O jovem ator olhou para o papel, como um cachorro que olha para um hamburguer, sua curiosidade, ou sua vontade de obter logo suas armas lhe davam essa ansia.
- O... O... Você... pode se... Afastar? - diria Morty, tentando se soltar, mas seu nervosismo e vergonha o impedia de movimentar. Para seu irmão, aquilo era tudo muito engraçado.
- Se estiver perdido, as nossas ordens foram obtidas lá - Disse apontando para um grande painel em que alguns recrutas se amontoavam. - O arsenal só deve abrir mais tarde para a sessão de treinamento. Quer ver? - Indagou, enquanto esticava o seu papel.

Quem diria que logo cedo, os soldados com maior patente responsáveis pelo arsenal ainda estão se arrumando ou mesmo dormindo? Talvez até mesmo eles estejam em suas respectivas designações. Era possível ver na direção que o rapaz havia apontado, um grande número de recrutas se amontoando para pegar suas redesignações. Contudo, a direita do quadro, corredor que levava ao arsenal, dois sargentos pareciam estar estranhamente em guarda, afugentando e redirecionando todos os soldados para o quadro. Qual seria a escolha do nosso jovem mentiroso?

Shen Ikimura

O jovem Ikimura era muito educado e gentil, auxiliando a todos ali, lembrando-se assim do Sr. Will, um velho pescador da região que sempre foi simpático com todos e tentava ajudar a quem fosse, com comida e o que pudesse fazer. Por isso, era famoso na região de Baixa Shells Town.

- Você também vai na direção da Marinha?
- Sim estou indo naquele rumo mesmo. -  Respondeu o jovem de cabelos espetados. - Ah claro sem problemas, mas eu poderia te ajudar a carregar alguns dos suprimentos? -

A jovem olhou para o rapaz, e sorriu "Que criança engraçada" Pensou. Ela analisou o rapaz, e viu que ele era forte para a idade, não tendo problema em lhe passar o atum-elefante capturado. Ela lhe entregou o peixe e as coisas, não deveria somar mais do que o rapaz pudesse carregar, e ficou com algumas coisas.
- Irei para lá também deixar esses mantimentos antes de retornar para o trabalho. Podemos ir juntos, já que o caminho é longo. - Disse ela sorrindo. Se sentia mais confortável perto daquele jovem... Talvez porque passava um ar de ingenuidade e sinceridade. - Tenho que passar nos punhos de dragão no caminho, se não se importar.
- Sim, o caminho é um pouco longo mesmo, mas eu até gosto, da pra pensar bastante além de que caminhar faz bem, como meus pais diziam. - Eu parava por um momento antes de continuar - Você gosta de andar por Shells Town? Eu curto, sempre acho ou vejo algo diferente que me lembra o quanto a cidade é diferente daonde vim, haha, é divertido.  -

Enquanto caminha a jovem olhava ao redor, como se vistoriasse se as coisas estavam em ordem e fazia checklists, acenando-o, como se concordasse com as coisas que via, e quando viu outras que lhe desagradavam, balançava de um lado para o outro em forma negativa.

- Eu adoro. Tento fazer todos os dias, mas nem sempre é possível, tenho muito a fazer. O pessoal de baixa Shells town acaba sendo negligenciado, então venho muito aqui. - Disse enquanto sorria. E você? É novo por essas bandas? Tenho certeza que não te encontrei muito por aqui, e acho que conheço todo mundo. Aguardaria sua resposta, escutando com atenção ao dialogo da jovem que me acompanhava.

A conversa entre eles era trocada tranquilamente. Ao fundo cabana do sr. Will começava a tomar forma no fundo. Era casinha de madeira quadrada e cinzenta, devido o temp da madeira, com um teto de palha para cobrir a chuva.

- Acho que vão bem. Faz tempo que não o encontro. - Disse, respondendo a pergunta sobre o Sr. will.

Ao chegarem na casa, Sr. Will estava com sua vara de pesca de bambu simples, sorriu. Ela um idoso baixo, de 1m40cm, que usava uma jaqueta laranja, e uma camisa branca simples com um gorro de antenas listrado entre azul e laranja. Sua camisa tinha o simbolo da marinha no peito.

- Lili, que bom que veio. - Disse enquanto se levantava devagar. Ao ver Shen, ele sorriu fazia uma cara de bobo - E ainda trouxe seu namorado. - Disse enquanto ria. - Como estão as coisas na marinha? Já conseguiu caçar aqueles lobos que estão atacando?

A jovem ficou constrangida negando veemente a fala. Quando ajeitou a compostura, deu uma pigarrada.
- Ainda não, está faltando pessoal e não estamos numa boa com a guilda de caçadores. Tivemos um incidente infeliz no QG, está uma bagunça. - Disse ela suspirando. - Mas não posso ficar só resolvendo a parte administrativa. Bom, temos que ir, preciso falar com a olivia ainda hoje.

Se despedindo, ambos foram andando em silêncio. Um caminho havia se aberto para o jovem caçador, ele tomaria a dianteira e procuraria caçar os lobos, ou seguiria rumo ao dojo, sem deixar a jovem indefesa sozinha.

- Acho que a Sra. Olivia vai gostar de nos ver, acho que essa hora ela deve estar ajeitando as coisas...


Alatreon

Alatreon com sua sagacidade mental começou a somar as peças na cabeça "Algum problema no arsenal?" pensou. Durante a caminhada em direção ao arsenal, notou o rosto dos recrutas, alguns trites, outros indignados, e todos carregando um papel em mãos, todos desarmados. Sua mente avançada já começou a elaborar um rio de teorias, e escutou uma garota não muito distante indagando a si mesma se deveria ir ou não para algum lugar, ou talvez alguma atividade? Foi encontrar a jovem menina.

Perguntou em tom ameno, enquanto acompanhava seus passos para que a garota não precisasse parar sua caminhada.

- Mas se eu não for, posso me enrascar... o que não faz sentido também... - Dizia a garota em voz baixa, pensando alto.
— Com licença...
- Hum... - a garota olhou para o menino e se assustou, se desequilibrando e caindo no chão, com suas pernas em "A". A garota, olhou para o rapaz, que a encarava com a mesma expressão "inexpressiva", levantando-se rapidamente.

- Desculpe! Me desculpe! Ai, sou tão desengonçada, me desculpe! Meu Deus, que vergonha! Me desculpe - disse, um pouco em voz alta, enquanto erguia e curvava o corpo a cada requerimento de perdão. - Eu estava indo para o arsenal quando fui parada pelo sargento, que me disse que estava tudo fechado por ora, e todos fomos redesignados. Eu recebi esse panfleto que me redesignou... Mas não faz sentido, era para eu realizar treinamento prático hoje... - Disse a menina rapidamente, sem respirar. Quando notou que seu folego acabou, puxou ar rapidamente, evitando sufocar, o que causou uma situação bem engraçada para aqueles ao redor.

Agradecendo a jovem, pelas informações, o rapaz indagou se podia acompanhá-la. "Que menino indiferente" Pensou ela, o que fez ela sorrir.

- Olha... Eu até gostaria, - disse ela, enquanto olhava para ele. - Mas não por razões sentimentais, não não, até porque a gente acabou de se conhecer, não faria muito sentido você e eu sentirmos algo. Apesar que você já é conhecido porque chegou aqui com uma lança... - A garota notou que estava falando muito. Pôs as duas mãos na boca e envergonhada voltou a dizer.  - Desculpe! Me desculpe! Ai, sou tão desengonçada, me desculpe! Meu Deus, eu falo muito! Me desculpe! - Disse, enquanto se curvava e levantava novamente. Ela deu uma longa inspirada de ar, e espirou, se acalmando. - Todos os soldados foram redesignados, está tudo ali no painel. Preciso ir encontrar a Karin, com licença. - Ela disse novamente, curvando-se e saindo apressada.

O rapaz seguiu adiante até o painel e leu como sua nova redesignação "auxiliar na biblioteca da cidade".
— Está em dúvida se deve ir ou não? Uma senhora com certa experiência com a marinha costumava me dizer que esse tipo de atividade pode desenvolver capacidades e aspectos dos recrutas que são úteis para o trabalho, apesar de nem sempre ser óbvio. Talvez você devesse dar uma chance. É claro, sempre existe a possibilidade de estarmos apenas sendo sacaneados pelos superiores, mas até pra isso nós teremos uma primeira vez, não é? — Disse após ler o papel. Deu uma gargalhada e logo em seguida ficou com uma expressão cabisbaixa e extremamente deprimida, contemplando a possibilidade disso tudo ser apenas uma peça para brincar com os recrutas pregada por superiores entediados. Sua gargalhada era um tanto quanto diferente, o que fez as pessoas ao redor o olharem, facilitando assim, o mesmo olhar ao redor e ver se reconhecia alguma face. Enquanto analisava ao redor, viu as costas de um soldado... Não não, definivamente era alguém de alta patente, realizando proteção em um corredor.

Qual seria o objetivo do rapaz? Seguiria em frente, ou iria obedecer suas ordens?


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ACT 03


I - The Fellas Project




Eu ajudava a jovem a carregar suas coisas, era um bom esforço ainda mais aliado com a caminhada. Fomos conversando no caminho em direção a onde ela precisava ir. Um dos assuntos que surgia era há quanto tempo eu estava em Shells, minha expressão mudava um pouco enquanto eu pensava, até que eu afirmava - Não posso dizer que faz muito tempo, só que faz tempo normal, muita coisa nova acontece todo dia mas eu já posso dizer que sou familiar com essa parte de Shells, meu nome é Shen e o seu? - Dava um leve sorriso enquanto continuava caminhando, olhando no horizonte podia ver uma humilde cabana de madeira que eu reconhecia por ser a cabana do Sr. Will.

Chegando ali, não era muito diferente do que eu me lembrava e me lembrava de pouco, o que era correto pois era o que havia ali. Enquanto eu estava levemente perdido olhando a cabana pude ouvir a piada de Sr. Will claramente mirando em nos deixar constrangidos. Eu coçava de leve a parte de traz enquanto soltava uma leve risada - Ahaha.... que isso Sr. Will... - Eu dizia claramente meio desconcertado e com vergonha. Após isso eu virava para a jovem e perguntava: - Quer que desça alguma dessas coisas aqui, ou seria na próxima parada? - De acordo com sua resposta eu colocaria o que deveria ser colocado em seu devido lugar, ou continuaria segurando as coisas.

Pude ouvir uma conversa sobre o atual estado da marinha, talvez aquela caçada atrás de Lobos tivesse alguma recompensa? De qualquer forma decidi ficar na minha por enquanto. Eles conversavam e quando chegasse a hora eu me despediria do Sr. Will como usualmente fazia - Até mais Sr. Will, tudo de bom. - E então continuaria no caminho com a jovem, que informava que uma Sra. Olivia gostaria de nos ver, então acenava com a cabeça positivamente - Beleza, mas que coisas? Ahaha. - Ria meio sem jeito no final.

Enquanto estivéssemos no caminho para Sra. Olivia eu carregaria os itens se ainda tivessem itens para carregar, tentaria quebrar o silencio com mais conversa - Então, você trabalha na marinha?. - Esperaria a sua resposta, completando o gancho de conversa que puxei com - Acho que posso ajudar vocês com aquela situação a dos lobos. Eu tava querendo virar caçador mesmo, só não sei como ahahaha... - Ria de novo ao notar que talvez eu não fosse provido de muita inteligência.

Chegando ao local destino cumprimentaria a todos com as devidas tradições - Bom dia, tudo bem?. - E caso alguém me perguntasse eu informaria meu nome - Shen Ikimura. - Completando a o cumprimento com - Prazer em conhecê-la(o)! - Caso alguém já tivesse falado o meu nome eu não informaria o mesmo, apenas ficaria ali aguardando as próximas instruções ou irmos para o próximo lugar. E quem sabe? Talvez no final disso tudo eu consiga um contrato.



Dados:

Objetivos:







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Alexander estava estupefato. Tentava não deixar tão na cara, mas era óbvio pelo longo período de tempo em que não havia proferido uma palavra que algo lhe incomodava. Alexander, de fato, estava tão surpreso, que ignorou a forma que o outro gêmeo lhe tratou e não lhe meteu um bofetão bem na fuça pra largar de ser otário. - Redesignação… - Ele sussurrou tentando ainda entender, até que finalmente lhe caiu a ficha. - Puta merda… Redesignação…! - Ele olhava em volta, quase não ouvindo uma única palavra do rapaz tímido, depois daquele baque. Estavam prestes a lhe tirar da zona de conforto e aquilo lhe incomodava de certa forma, mas o rapaz blackwood buscava ver o lado bom da coisa, e lembrava que uma quebra de rotina às vezes é algo bom. Fora isso, havia acabado de arranjar um tempo livre em seu quadro de horário. Com isso, ele se despediu do tomatinho e de seu irmão ignorante para seguir seu dia.

Vendo a agitação e como havia uma galera evitando que fossem para qualquer outro lugar se não a muvuca que havia ali, Alex não viu outra escolha senão buscar logo o bendito papel. Geralmente, ele daria seu jeitinho para passar por aquela galerona e pegar logo o seu papel, sem perder muito tempo, mas agora, com outra mentalidade, Alexander estava num estado Zen, com apenas o que iria fazer em seguida em mente. Ele aguardaria sua vez para pegar sua Redesignação e assim que pudesse, daria seu nome falso, e quando tivesse o seu papel em mãos, o leria ali mesmo. Não podia ser algo tão ruim, né? Se aquele garoto de mais cedo conseguiu uma missão de patrulha, ele com certeza seria enviado para fazer algo bobo.

Com aquilo fora de seu caminho, Alexander iria para o refeitório para tomar o seu café da manhã. Como sempre, ele tentaria tirar proveito da situação, e se aproximaria de quem quer que estivesse ali servindo as refeições para poder usar todo seu charme. Ele se estiraria sobre o balcão e daria uma longa inspirada. - Eu adoro sentir esse cheiro logo pela manhã… E adoro ainda mais ver esse rostinho. - Ele diria para a pessoa com a gororoba. - Sabe o que faria essa manhã ainda mais adorável…? Uma porção extra para moi! Que tal? - Ele diria, projetando seu olhar 43 e um sorriso malicioso para o seu alvo, esperando chafurdar de uma refeição farta.

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Unos: Vasco

- Alatreon D. Zenith -



Finalmente descobri o que estava acontecendo após uma breve interação com a distinta garota que encontrara no corredor, que parecia ser ansiosa e, em suas palavras, desengonçada. De certa forma, era reconfortante saber que não era a única pessoa, digamos, excêntrica no quartel. Encontrando as ordem de designação no painel do local, analisava as informações do pedido.  

— "Roubos na biblioteca, é? Assaltos no caixa, talvez um ladrão de livros? É um local um tanto incomum para roubos, não?" — Pensava, enquanto dobrava e guardava o papel no bolso direito da calça, caminhando pelo Quartel em busca de algum tipo de mapa da cidade, onde pudesse encontrar a localização da Biblioteca, decorando algumas referências e partindo em direção a mesma. Caso não encontrasse um mapa, ou não soubesse interpretar suas informações corretamente, partiria em direção à Média Shells Town, primeiro local onde iniciaria a busca, afinal, não lembro de ter encontrado alguma biblioteca nos arredores do QG. Uma vez que chegasse, perguntaria educadamente aos cidadãos a localização da biblioteca e, caso falhasse, apenas patrulharia as ruas em busca do edifício, que deduzia que não seria tão difícil de ser encontrado.


Caso encontrasse a biblioteca, entraria e me dirigiria até ao recepcionista. — "Olá, sou Alatreon, o soldado da Marinha designado para auxiliá-los com os roubos que vêm acontecendo. Poderia me formar onde se encontra a senhora Martina Williams? " — Uma vez que fosse direcionado até a mulher, agradeceria e partiria em direção a ela, dizendo em tom sério e objetivo: — "Olá, sra. Williams, sou o soldado designado para investigar os delitos que têm acontecido em sua biblioteca, poderia compartilhar algumas informações? Quais objetos foram roubados, o horário e datas específicas e possíveis testemunhas seriam extremamente úteis na resolução do caso.








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08:45 / Shells Town


 
Shen Ikimura


- Não posso dizer que faz muito tempo, só que faz tempo normal, muita coisa nova acontece todo dia mas eu já posso dizer que sou familiar com essa parte de Shells, meu nome é Shen e o seu? - Aquilo fez ela rir. Pode ser porque somado ao trabalho, poucas pessoas falavam com ela tão despojadamente. Ou porque o rapaz falava de um jeito engraçado, quase inocente.

- Você não sabe quem eu sou? - Indagou a jovem, relativamente surpresa. - Nossa, você realmente é novo. - Ela olhou para ele e seu olhos  castanhos pareciam brilhar como se o motor e as engrenagens em sua mente estivessem bolando alguma ideia. - Tenho vários nomes por essa região. Mas pode me chamar de Linda.

Ao chegarem na cabana do Sr. Will, ficou claro que o jovem era conhecido pelos moradores de Baixa Shells Town. "Ele realmente pode ser útil, até mesmo o sr. Will o conhece, e ele parece ser uma pessoa com bom coração." Pensou. Enquanto a cabana tomava forma e os três conversam, ficou claro que Shen era uma pessoa simples e alegre. - Sim, por favor. - Respondeu Linda sobre a pergunta. - Sr. Will, te trouxemos essa atum elefante. Guarde uma parte e tenta ver se consegue vender ok? Se tiver problemas, fale com algum Shelter no QG.

Ambos deixaram a cabana e partiram rumo a Média Shellstown. O caminho era dividido por uma densa floresta tropical. A flora da floresta tropical é rica e abundante, com árvores cumpridas de 7 metros a menor, algumas com folhas perenes e sempre verdes. A cobertura vegetal é densa e formada por um verdadeiro tapete verde. É comum encontrar lianas e plantas epífitas. As lianas são trepadeiras lenhosas que se enraízam no chão, já as epífitas crescem sob outras plantas onde desenvolvem suas raízes, famosas trepadeiras.
- Vamos pela floresta para cortar caminho.
No caminho o garoto continuou conversando com ela.
- Então, você trabalha na marinha? -
A garota voltava a rir levemente.
- Sim, tem alguns anos que trabalho na marinha por aqui. A senhora Olivia que vamos visitar é muito famosa por aqui por ser ex-capitã da marinha.
- Acho que posso ajudar vocês com aquela situação a dos lobos. Eu tava querendo virar caçador mesmo, só não sei como ahahaha... - A risada foi uma risada inocente.
- Os caçadores não possuem uma guilda aqui nesta ilha. Shellstown é uma cidade muito focada e criada com cooperação com a Marinha. Os caçadores, poucos que temos aqui, se concentram em suas atividades pedindo diretamente para o empregador. - Ela sorriu e se virou. - A marinha! - A jovem olhou ao redor e encontrou seu objetivo.


****

Ao chegarem em média Shellstown, o cenário mudou total. Na Média Shells Town, comparada aos albergues e cortiços de Baixa Shellstown, aqui estava um número grande de palacetes, mansões e casas melhores acabadas, uma vez que os mais ricos e os marinheiros da cidade. As casas tem seus formatos mais peculiares para os mercadores, já a sessão de casas da marinha é um conjunto de casas brancas com azuis, durante toda uma região. "Vamos pela marinha, odeio esse lugar!" Pensou olhando para a sessão dos ricos.
Caminharam por uma rua de concreto, com um nível de limpeza tão impecável que o rejunte era limpo na junção das pedras, o lugar tornava-se naturalmente branco intenso e o azul profundo dos oceanos. Um pouco antes da entrada da quadra da marinha, um comércio se aglutuniva, com uma sessão de comerciantes empolgados. Era sessões diferentes, algumas eram apenas tendas com seus produtos estampados, outras era lojas que vendiam produtos similares. As cores não se distanciavam muito do resto da cidade, que mantinha sempre o padrão de cores da marinha, sendo feitas de pedra e são bastante coloridas, principalmente com as cores da Marinha.
- Lanças, espadas, adagas, tudo que você precisar é só aqui? - Disse um vendedor em uma tenda vermelha próxima.
- Pães de queijo, tokoyaki, temakis, estão com fome, venham aqui. - Disse um vendedor a esquerda.
As sessões iam se dividindo conforme esles caminhavam. Nas paredes e vitrines da loja, entre a amonstragem de produtos, era possível ver alguns cartazes de procurados da ilha, que embora fosse pacífica, tinha seus problemas. Uma sequência de cartazes estavam a amosta.
Ali haviam algumas informações como o desaparecimento de algum gato, problemas com lobos ou até mesmo anúncio de venda de bens ou serviços. Haviam também algumas fotos de pessoas desaparecidas, mas bem no centro do mural haviam alguns cartazes que o jovem reconheceria como sendo de procurados. Apenas três ali acabavam lhe chamando um pouco mais de atenção, pois conforme a recepcionista disse, não eram muitos os que viviam pelas redondezas.

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Enquanto Shen refletia sobre os cartazes, Linda se aproximou.
- Quer comprar algo? - Perguntou. Ao ver seu olhar nos cartazes ela ficaria séria. - Temos esse problema também. São um bando de bandidos locais... Estão me dando mais problemas que pensei que dariam. Junto da situação do arsenal, e aqueles lobos... Aaaah, que canseira... Mas enfim, quer ir em frente ou pretende comprar alguma coisa. Você disse que queria caçar certo? Quer tentar a sorte? Tenho que voltar para o QG, podemos seguir juntos.

Se a opção dele fosse seguir juntos, ambos continuariam em direção a marinha. No caminho dariam de encontro com o Dojo de Olivia. A academia de Combate Punho do Dragão, um local bastante frequentado pelos filhos de marinheiros que ainda não têm idade para adentrar a Marinha, mas que já tem a intenção de seguir a carreira militar. É um local onde se é possível aprender diversas artes marciais e diferentes estilos de luta e é bastante prestigiado por ser um local comandado pela ex-capitã da Marinha Olivia Leinfield, que é bastante carismática e amada pela população local pelo seu jeito descontraído de lidar com as crianças. Apesar de ser voltado principalmente para o combate corpo a corpo, é possível até mesmo encontrar instrutores capazes de ensinar a utilizar arcos e flechas e outros tipos de armas de longo alcance.
Conforme iam caminhando, os sons de combate foram aumentando.
- Hiyaaaaaaah, Hiyaaaaaaah.
- UM! DOIS!

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- Aqui é a academia punho de dragão. Todos os recrutas treinam aqui para aprender outros estilos de combate. - Disse ela orgulhosa. - Eu aprendi a lutar com a olivia. Tem vários instrutores, para qualquer tipo de combate.




Alexander


O jovem Blackwood ficou irresignado com a notícia da redesignação que essas lhe tiraram as palavras.  Estavam prestes a lhe tirar da zona de conforto e aquilo lhe incomodava de certa forma, mas o rapaz blackwood buscava ver o lado bom da coisa, e lembrava que uma quebra de rotina às vezes é algo bom. Fora isso, havia acabado de arranjar um tempo livre em seu quadro de horário. Com isso, ele se despediu do gêmeos ignorante para seguir seu dia.

Alexander como o bom soldado que estava se tornando, avançou e aguardou a sua vez na fila da redesignação. Recebeu sua missão, assim como de outros ali, era simples para um soldado. Será que aquele objetivo poderia ajudar em algo nos planos obscuros de Blackwood?

Com aquilo fora de seu caminho, Alexander foi para o refeitório para tomar o seu café da manhã. Como sempre, ele se aproximou da moça da cantina, estirado sobre o balcão e deu uma longa inspirada.
- Eu adoro sentir esse cheiro logo pela manhã… E adoro ainda mais ver esse rostinho. - Ele disse para a pessoa com a "gororoba". - Sabe o que faria essa manhã ainda mais adorável…? Uma porção extra para moi! Que tal? - Ele disse, projetando seu olhar 43 e um sorriso malicioso para o seu alvo, esperando chafurdar de uma refeição farta.

A moça da cantina, que já era bem velha sorriu para ele.
- Que fofinho, até me senti mais novo. - Disse ela, lhe entregando uma porção a mais de gororoba
Indo para a sua mesa, o rapaz se sentou e começou a comer. E no fundo, alguns cochichos começaram a sair.
- Você não soube... A capitã... Por isso o arsenal... - Estava um caos no refeitório, fazendo impossível ouvir toda a conversa.
- Sim, sim... Fora... Patrulhando... Bando...

Algum tipo de incidente tinha acontecido, o que poderia ser?



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Alatreon


"Roubos na biblioteca, é? Assaltos no caixa, talvez um ladrão de livros? É um local um tanto incomum para roubos, não?" Pensou o rapaz. Enquanto dobrava e guardava o papel no bolso direito da calça, caminhou até o quartel em busca de algum tipo de mapa da cidade. Desta forma, ele seguiu para a recepção, para obter orientação de como prosseguir.

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Ao chegar na recepção, o jovem Alatreon encontrou a bela "Recepcionista" já que ninguém nunca conseguiu obter o nome dela.
- A biblioteca? Não precisa de mapa. Siga até Média Town, é o maior edifício que encontrar. Tem uma placa grande na entrada "Bi-bli-o-te-ca". - Disse ela enquanto escrevia em um papel. - Desse jeito, caso não conheça. - Se despedindo, o garoto tomou seu destino.

Ao sair do QG, o rapaz encontrou alta Shells Town, com diversos de comércios, desde lojas de roupas, marcenarias e forjas, até locais de lazer como bares, restaurantes e tavernas, as poucas casas que se tem são abarrotadas pelos prédios comerciais. Nessa parte da cidade onde a vida noturna é mais ativa, por causa da proximidade do Quartel da Marinha, há uma maior liberdade e segurança. É também onde fica a prefeitura da cidadem o maior prédio próximo ao QG. Na descida para a cidade, o rapaz pode observar o comércio acontecendo, inúmeros soldados e comerciantes interagiam em Alta Shellstown, todos muito educados e felizes. A medida que se descia a escada, já era possível observar Média Shellstown, se expandindo.

Média Shellstown é onde moram os mais ricos e os marinheiros da cidade. Alatreon poderia usar como oportunidade para ir em casa, se quisesse. Todos os marinheiros, por mais baixa patente que fossem, tinha uma casinha cedida pelo governo mundial.

Com as orientações da Recepcionista, o rapaz encontrou facilmente a biblioteca.
— Olá, sou Alatreon, o soldado da Marinha designado para auxiliá-los com os roubos que vêm acontecendo. Poderia me formar onde se encontra a senhora Martina Williams? — Disse, de forma educada.
- Hmm... Ah sim, um instante.
A senhora Willians, uma idosa de cabelos grisalhos veio rapidamente. Ela era baixa, 1m43, com olhos pretos e as rugas salientes em sua face.
- Eu achei que mandariam alguém decente... Me mandaram um melequento. - Disse irritada. - Se soubesse disso, teria dito que arrancaram meu braço. - Ela soltou um resmungo irritado.

O rapaz, com sua expressão neutra de sempre, apenas encarou a moça, o que a deixou levemente envergonhada.
- Olá, sra. Williams, sou o soldado designado para investigar os delitos que têm acontecido em sua biblioteca, poderia compartilhar algumas informações? Quais objetos foram roubados, o horário e datas específicas e possíveis testemunhas seriam extremamente úteis na resolução do caso. - Disse Alatreon educademnte.
- Andam roubando livros de construção principalmente... Roubaram uma coleção importante de livros médicos... São sempre livros bem específicos, com conhecimento avançado, algo estranho de se roubar.
- Gostaria de entrar e observar o lugar? Os livros de outras edições que parecem? - Indagou a Sra. Williams. - Testemunhas... Não temos, sabemos porque verifico a coleção de livros todo dia. Os roubos começaram tem um mês, mas vocês só vieram agora. - Afirmou a senhora irritada. - Lilian, acompanhe o rapaz pelo qual.
A recepcionista da biblioteca concordou, indo de encontro com o garoto ao local.

- Você gostaria de ficar só para analisar? - Perguntou ela, enquanto levava-o ao local.



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A fatídica hora de descobrir o que tipo de desventura lhe aguardava no lado de fora do QG havia chegado! Alexander inicialmente encarou fixamente o papel em sua mão, olhando para o nome que ele indicava com certa confusão. - Joseph Klimber..? Que nome idiota é esse…? - Ele pensou confuso, o que era evidenciado pelo seu comportamento e sua expressão facial. Ele pairou sobre a questão até que algo estalou em sua mente, como um interruptor acendendo a lâmpada da sala e ele decidiu olhar seu bolso mais uma vez. Lá estava o nome ridículo que havia escolhido. Agora, conformado que aquela estupidez havia sido fruto de sua mente, que julgava ser genial, ele lia o restante do papel em sua mão até a palavra Disfaçardo se sobressair. Aquilo lhe fez sentir um certo desconforto, como se quem quer que tivesse lhe designado aquela missão soubesse algo que o rapaz Blackwood não soubesse, ou como se ele estivesse sendo observado e que até mesmo estivesse em sua cola. O desconforto lhe fez olhar ao redor, para ter certeza de que aquilo não era algum tipo de pegadinha, tanto dos superiores ou de algum camarada que tivesse conhecido naquele pouco tempo que havia passado dentro da organização. Era confuso, mas ele decidiu não se aprofundar tanto naquele detalhe, além de que, mesmo que estivesse em uma sinuca de bico naquele momento, o melhor a se fazer é jogar o jogo deles. Deixando suas suspeitas de lado, Alex olhou o papel novamente e sorriu. Aquela era a chance de se soltar um pouco e fazer o que fazia de melhor. As tarefas que lhe eram designadas eram bem mais monótonas e mundanas. Chatas, porém era algo suportável, se aquilo fosse lhe fornecer o pão de cada dia, mas nada supera uma boa dose de adrenalina diária.

Agora, Alex tinha o resto da manhã e da tarde livres para se preparar e fazer o que lhe desse na telha. Primeiro, com todo seu savoir-faire Alex obteve uma refeição reforçar e muito provavelmente o coração de uma bela, porém não tão jovem, moça, que estava dentro das preferências extremamente flexíveis de Alex. Ao sentar na mesa para comer, deu atenção total para seu prato, que poderia não ser a coisa mais bonita e bem feita do mundo, mas Alexandre tinha aprendido a se adaptar e comer qualquer coisa que surgisse. Até que o burburinho  no refeitório se tornou quase insuportável, e parecia que a grande maioria estava falando sobre a situação com a capitã. No fim, Alex não deu muita bola, pois grande parte daquilo era inaudível, mas o assunto de mais cedo retornou, e um incômodo que mais parecia uma coceira em sua nuca surgiu. O QG claramente estava num momento mais do que vulnerável. Recrutas estavam saindo sem supervisão e nem armas para missões, talvez havia malícia por trás das ações da capitã, ou talvez ela tenha apenas ficado completamente louca, mas antes de qualquer coisa, ele precisava esclarecer aquilo.

Com seu buxin cheio, ele se levantaria e voltaria pra tiazinha da cantina, que pareceu ter gostado muito dele. - OH MINHA BELA DONZELA! MINHA MUSA DE OLHOS SERENOS E SORRISO ENCANTADOR! MINHA DIVA DE VOZ MELODIOSA! MINHA SALVADORA! MINHA DEUSA! - Ele se ajoelharia perante a dama, fazendo todo o teatro que adorava fazer. - Poderia me fornecer uma faca de cozinha disponível, para uso indeterminado até a segunda ordem? - Ele tinha que tratar imediatamente o seu desarmamento, já que aprendeu a nunca andar sem uma faca ou duas nas ruas. Seus instintos de sobrevivência e sua finesse lhe faziam acreditar que tudo poderia dar errado a qualquer instante, então sempre é bom ter um plano B. Caso tivesse arranjado a dita cuja faca, ele partiria para biblioteca e juntaria o máximo de livros sobre forja que pudesse encontrar. Com eles em mão, procuraria o um local com o equipamento adequado para fazer a transformação, e como um processo de aprendizado, ele transformaria a faca que havia pego em algo mais apropriado para combate, afiando-a, polindo-a e etc.

Em seguida, ou caso não tivesse sucesso obtido a faca, ele partiria para a sala dos oficiais em busca da capitã que comanda o QG. Era o local mais provável de encontrá-la, mas mesmo assim era possível que ela não estivesse lá, e por isso, ele seguiria observando pelo caminho, por qualquer pista de seu paradeiro. Se não tivesse êxito, ele perguntaria a um dos outros oficiais sobre a situação. Caso a encontrasse ou algum superior que parecesse estar por dentro, ele se aproximaria de forma mais contida e respeitosa, fazendo toda aquela baboseira desnecessária que os militares fazem para os superiores. - Com licença. Eu só gostaria de saber o que está acontecendo com o QG. Tem estado bem agitado por aqui recentemente e os recrutas têm falado muito da capitã. - Com a resposta em mãos, ou não, ele partiria novamente.

Sua missão só começaria à noite, mas ainda havia muito trabalho a ser feito. Como um último detalhe, ele retornaria para  biblioteca para possivelmente devolver os livros emprestados ou para simplesmente pegar um outro. Ele tinha uma boa ideia, e para isso precisava de um livro nada chamativo, de capa grossa, e sem um título enorme saltando da frente, gritando sobre o conteúdo. Em seguida, ele partiria em busca de um agente do governo que estivesse disponível para pegar emprestado um daqueles ternos pretos. Se tivesse êxito, tudo que restava era partir pra rua para fazer um reconhecimento no local do encontro...

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MasquesAgente
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ACT 04


I - The Fellas Project




- A marinha! - Retornava o brado de Linda de maneira brincalhona enquanto íamos em direção ao objetivo. Um choque cultural leve tomava o meu ser por um momento, não podia deixar de admirar a impecável limpeza e o acabamento do lugar onde estávamos, pensava comigo mesmo por um momento se até estávamos na mesma cidade de tão discrepante que era a mudança de cenário. Eu percebia o comentário de Linda que expressava um certo ressentimento por aquela parte da cidade. Não era nada que não fosse não explicado entretanto, a discrepância daquele lugar provavelmente gerava uma grande diferença entre a galera da cidade, assim não que eu fosse um gênio ou algo do tipo mas isso estava bem estampado na minha cara, afinal de contas as casas ali deviam dar umas 2 ou 3 da que eu alugo.

- Simbora, acho que o brilho da rua tá me deixando cego. - Brincava com a situação enquanto continuava a seguir Linda, até que entramos em um comércio ali onde eu podia ver todos os tipos de anúncio, não pude deixar de me sentir um pouco pra baixo, afinal de contas não tinha um puto no bolso para comprar algo dali, especialmente ao passar próximo a um lugar que vendia comida, o cheiro era bem bom e me fez lembrar que eu tinha um objetivo ao sair de casa e realmente precisava realizar alguma coisa para ficar um passo mais próximo dele. Por isso, ao notar um quadro com pôsteres de procurado meu corpo me obrigou a parar e olhar os preços das recompensas.

Eu analisava os três pôsteres, enquanto Linda me explicava o problema que estavam tendo em relação a eles. Aparentemente um bando de bandidos locais que causavam problemas, justamente o tipo que eu precisava, então virava para Linda com uma pergunta - Se eu entregar eles para a Marinha, eu obtenho essa recompensa? Não que eu esteja só fazendo pela recompensa mas, eu preciso do dinheiro, hahaha. - Caso a resposta fosse positiva então pegaria o pôster deles e os dobrava em um tamanho relativamente pequeno e os colocaria entre minha faixa na cintura e meu gi para guardá-los.- Você tinha problemas com eles até agora. - Exclamava, apenas para quebrar a pose de "solução dos problemas" - Eu teria que levar uma corda ou algo do tipo?? - Caso a resposta fosse sim, continuaria - E você tem alguma pra me emprestar? - Falaria com um sorriso levemente sem graça e com um pouco de vergonha.

Ainda caso a resposta fosse positiva, eu perguntaria a Linda - Você tem alguma idéia de onde encontrar algum deles, alguma dica ou algo do tipo?. - Afinal de contas qualquer ajuda seria muito bem vinda. E então por fim - Muito obrigado por toda a ajuda! Qualquer coisa você sabe onde me encontrar, valeu Linda! - Agradeceria toda a ajuda até ali e iria rumo ao local que ela poderia ter me informado onde eles foram vistos recentemente ou qualquer local do tipo.

Caso a resposta fosse negativa e eu não fosse ganhar nenhum tipo de recompensa, ainda assim perguntaria se poderia ajudar na captura - Ah mesmo sem a recompensa eu posso ajudar vocês, aposto que fariam uso de alguém forte como eu! - Falaria com um rosto cheio de determinação e coragem, pronto para algum tipo de porradaria franca com alguns desordeiros, aguardaria sua resposta para saber como proceder e iria com ela para onde fosse necessário. Caso fôssemos parar no dojô eu ficaria muitíssimo admirado com a rotina de treinos deles além de nostálgico pelo ambiente e rotinas de treinamento que me lembravam de casa.

Eu olhava para Linda, exclamando - Agora sim eu estou em casa hahaha! Eu não sabia que havia um dojô desses por aqui, que sensacional! - Falava cheio de admiração, olhando todos os presentes, todos os movimentos e correções. Eu então me aproximava amis um pouco me distraindo com a rotina de treino dos presentes. Voltando a realidade, olhava para Linda - Perdão, onde está a Sra. Olívia? É com ela que devemos nos encontrar, certo? - Perguntava para Linda tentando diminuir o brilho de alegria presente em meu rosto. Assim que nos encontrássemos eu então cumprimentaria a Sra. Olívia curvando-me de modo a mostrar respeito conforme eu aprendi durante todo o treinamento que tive em casa. - Sra. Olívia! Prazer em conhecê-la! Shen Ikimura do Dojô Kame Senryuu! - Falaria ainda curvado.







Dados:

Objetivos:







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Projetinho Fellas: O Vasco Sobe, Volta Ribamar Tumblr_papu4oUlJA1uuj1vto1_540