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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

Projetinho Fellas: O Vasco Sobe, Volta Ribamar

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Marinheiros Alatreon Dalanur Zenith e Alexander Blackwood e do Civil Shen Ikimura. A qual não possui narrador definido.

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Projetinho Fellas: O Vasco Sobe, Volta Ribamar - Página 8 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Masques
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MasquesAgente
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ACT 27


I - The Fellas Project





Eu me encontrava com o grupo, ainda na minha, ainda socialmente removido dali. Perdido em meus pensamentos por um momento enquanto a operação não começava. De qualquer jeito, não pude deixar de voltar meus olhos a conversa que acontecia, uma conversa que claramente vinha com um preço para os dois lados e bom, mais do que os dois lados. Podia ver um golpe bem colocado no agora Agente Joseph, que se chocava na parede com o impacto bruto do poder de Silva, seria ótimo tê-lo ao nosso lado mas conforme ele confirmava não muito depois, ele precisava ficar ao lado da Sargento, talvez mais pra ele do que por ela. De qualquer modo, prestaria atenção caso alguma confusão maior se desencadeasse ali.

Tanto na parte de Silva quanto de Joseph, caso eu notasse um avanço de qualquer uma das parte eu avançaria, sem pestanejar e usando força para somente segurar Joseph longe de Silva uma vez que creio que não conseguiria segurar Silva caso ele realmente quisesse começar algo. O meu objetivo era claro, evitar que a confusão piorasse ali; - Calma Agente, Cabo! Queremos a melhora de alguém e não machucar mais gente do nosso grupo.- Eu olhava pra Joseph-Ele precisa dessa, deixa essa passar e eu deixo você descontar em mim mais tarde, que seja. Quer trabalhar bem? Mantenha a calma nesse momento.- Eu falava com intuito de acalmar o agente, claro que isso somente alguma confusão se desencadeasse naquele momento.

Quanto a Silva, por mais que eu quisesse eu não podia falar nada pra ele, o que eu poderia acrescentar ali para deixar o momento mais calmo pra ele? Decidi então continuar na minha até o momento de início da operação por trás da operação ou algo do tipo? De qualquer forma seguiria o time para um lugar que parecia perfeito para se esconder e esperar a caça perfeita. Pelo ou menos é o que eu faria caso estivesse procurando comida nesse mato, de qualquer forma ficaria atento nas instruções da agente que liderava a operação, ela então pedia sugestões de como prosseguir.

- Chuta a porta com força, aproveita a surpresa e quebra alguns ossos. - Eu falava sem mudar muito o tom, eu daria espaço para os outros falarem mas acrescentaria, - Eu não tomaria muito tempo pra decidir, com essas árvores, não é tão improvável que tenha alguém aqui com intuito de emboscar invasores. - Eu estava completamente focado na missão e por mais que parecesse brincadeira eu queria muito que minha primeira sugestão fosse levada em conta, eu precisava de soltar um pouco de pressão e essa era a oportunidade perfeita.






Dados:

Objetivos:





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gmasterXEstagiário
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Not Enough Shooting Stars
Starstruck





Com a saída de Violet e após ouvir todo o discurso da ruiva, Alex teve seu comentário rebatido com uma certa ferocidade pelo seu companheiro “baixinho”. Muitos naquela situação poderiam se sentir ofendidos, mas Alex recebeu aquilo com um sorriso, já que estava acostumado em ter que lidar com pessoas próximas que o desprezavam. - E continue com essa mentalidade, garoto. - Ele retrucou, de forma genuína, visto que aquilo mostrava que o moleque estava se alinhando cada vez mais com a mentalidade de Alexander.

Deixando aquilo de lado, ele ia atrás de Sadi. Ao encontrar a garota, Alex se desculpou e como sempre, tiveram um bate papo. Seguindo a mesma dinâmica de seus últimos encontros, a garota expressou todo o seu espírito “tsundere”, e Alex apenas sorriu em resposta, pois não importava quantas vezes ele visse aquilo, sempre acaba se entretendo. Depois de todos os gracejos, eles estavam prontos para se retirar, até que a senhora responsável pela cantina demonstrou sua frustração ao ver a bagunça que tinha sido feita. - Mil desculpas! Irei ficar devendo a senhorita só mais essa. - Ele respondeu, antes de se retirar com a garota.

Após traçar o caminho até aquele mesmo cenário de ontem, Alex chegava junto de Sadi. Não sabia ao certo o que estava rolando por ali, mas estava claro como o dia a tensão que havia se formado previamente. Com uma certa desconfiança, ele encarou os presentes no local, até que o cachorrinho da sargento Astrid se aproximou. Antes de entender completamente o que estava rolando, Alex foi mandado voando. Enquanto tentava recuperar o fôlego, ele olhou em sua volta para ter uma noção do que tinha acontecido naquele instante. Depois de tanto analisar, ele olhou para baixo, e viu o terno que tinha lavado, passado e perfumado com tanto esmero, coberto de sujeira. O sangue subiu a sua cabeça quase que instantaneamente por conta da adrenalina que havia sido ativada. Por ser alguém racional, os pensamentos de Alexander não eram anuviados pela raiva que sentia, mas assim que se recuperou, como se fosse o pensamento mais natural do mundo, a sua mão foi de encontro ao cabo de sua adaga forjada. Seu espírito vingativo havia tomado conta, e ainda no chão, sua intenção assassina era tão clara quanto o sol do meio dia. Só que aquilo não durou por tanto tempo, já que assim que as duas garotas se aproximaram, seus pensamentos foram postos em ordem e antes mesmo de sacá-la, ele largou a arma.

Ainda levemente atordoado, Alex se manteve sentado para receber o tratamento. - Eu sou mais durão do que eu pareço. - Ele respondeu ao comentário de Sadi. - E sobre o que eu fiz… - Ele se levantou lentamente e passou a mão em seu cabelo, o penteando para trás. - Eu também não faço ideia, agente Violet. - Já de pé, ele espanou a sujeira pra fora de seu corpo, e ficou encarando o brutamontes se afastar, com uma carranca que deixava claro que aquilo não havia terminado.

Depois da tempestade, ele observou a conversa de Violet com Sadi. O questionamento da agente fazia todo o sentido, pois desde que se conheceram Alex tem arrastado a garota por aí em missões, mesmo ela não tendo envolvimento direto, só que, apesar de razoável, as nuances e a postura de Violet lhe fizeram lembrar do sussurro que havia escutado no outro dia. Naquele momento, a lâmpada na cabeça de Alexander se acendeu e ele se virou, para encarar Violet e Sadi. Ao ver a cara da agente, Alex se segurou ao máximo para não rir, tentando disfarçar, mas falhando miseravelmente.

Deixando suas aventuras românticas de lado e agora voltando para missão, o grupo finalmente encontrava o suposto esconderijo dos piratas dentro da ilha. Era um esconderijo bem discreto, diferente do que era esperado por ele, porém o cenário apresentado gritava “Dungeon cheia de armadilhas”. Fora que considerando o cenário geral, era de se esperar algum tipo de recepção por parte deles.

- O plano é esse: Eu vou entrar lá, vocês vão vir logo depois. Alguma ideia melhor? Não? Então vamos nessa. - Se alguém protestasse ou o impedisse de prosseguir, ele diria: - Eu sei reconhecer e desativar todo tipo de armadilha. Fora que se estivermos todos juntos lá dentro e o lugar desabar, a missão acaba. - Logo após declarar suas intenções, ele forçaria a passagem, se fosse necessário. - Me deem 1 minuto. Se passar disso e eu não tiver lhes dado a deixa, vocês podem entrar. E não precisam se perguntar qual vai ser o meu sinal, vai ficar bem óbvio quando acontecer. - E sem mais delongas, ele entraria no esconderijo e como havia indicado, buscaria possíveis armadilhas ou algum outro dispositivo de segurança para espantar intrujões. Se os encontrasse, buscaria desarmá-los discretamente para logo após seguir o seu caminho, caso contrário, ele iria de encontro aos tais homens que Violet havia indicado.

- Uh… Oi… Eu vim aqui por causa de um trabalho. - Ele soltaria de forma despretensiosa essa frase ambígua. Se eles se armassem e/ou ameaçassem o rapaz, ele recuaria brevemente, erguendo as mãos. - C-Calma!! Uns rapazes da marinha me pediram para acompanhá-los até aqui com uns sacos. Me disseram que me pagariam uma boa grana pra manter meu bico fechado. Parei pra mijar e quando me virei eles já tinham ido. Daí eu vi alguém que me lembrou um dos sujeitos sair daqui. Eu não quero problemas, tá legal? Eu só tô confuso e um pouco curioso. - Ele seguiria dizendo. Se eles fossem convencidos pela narrativa, Alex seguiria dizendo: - Escuta, eu preciso de todo o dinheiro o possível, o mais rápido que eu puder juntar. A minha mãe está doente e eu tenho que pagar um tratamento caro. Eu aceitei esse bico também pra me encontrar com o cabeça por trás da operação. Preciso arranjar um emprego, custe o que custar, e estou preparado para fazer qualquer coisa nesse esquema de vocês. - Ele lentamente moveria as mãos, sem quebrar o contato visual. - S-Se quiserem, eu trouxe o meu currículo. - Ele daria um sorriso nervoso, enfiando a mão por dentro de seu terno e puxando parcialmente o papel da sua redesignação.

Se eles eles por acaso seguissem desconfiado, ele diria: - POR FAVOR!! POR FAVOOOR!! E-Eu não posso morrer! Eu tenho que tomar conta da minha mãezinha!! - Ele se jogaria de joelhos e suplicaria aos homens.

Se em algum momento, um dos homens que estivesse ali se aproximasse o bastante e houvesse alguma abertura em sua guarda, ele sacaria o seu facão, a pressionaria contra seu pescoço, e o agarraria, tentando tomar o alvo como refém. Se ainda estivesse distante, ele puxaria sua adaga de arremesso e lançaria contra uma das pernas do alvo que estivesse mais distante e mais acessível. Sem perder tempo, ele correria na direção do alvo mais próximo, sacando o facão.Ele prepararia um ataque bem telegrafado, claramente mirando no pescoço do segundo alvo, para no fim, tentar deslizar (ou simplesmente se abaixar, se não tiver espaço para manobra.) e atacar ambos os calcanhares dele com quatro cortes alternados. Se esse último movimento tivesse sucesso, ele tentaria agarra-lo por trás, o tomando como refém, assim como no plano anterior.

Se por acaso ele fosse alvejado por algum ataque a longa distância, Alex interromperia a corrida e viraria o corpo na direção de seu atacante, como quem estivesse preparado para avançar no segundo alvo, mas voltaria a sua corrida com tudo, para cima do alvo primário. Se algum combatente de curta distância o alvejasse, no entanto, ele saltaria para longe de quaisquer oponentes e voltaria a sua atenção para quem tinha acabado de interrompê-lo, seguindo a mesma estratégia, mas invertendo a ideia ( Executar uma finta por baixo, para na verdade atacar por cima).

A ideia era tomar o foco completo deles através de uma situação com refém, ou lhes fazer abaixar a guarda com a narrativa. Se ele conseguisse um refém, como planejava, ele cantaria 24h Cinderella a plenos pulmões, sinalizando, da forma o mais claro o possível, que seu grupo poderia entrar.

I ♥ Refrigerators

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Leona
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LeonaMarinheiro
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Unos: Vasco

- Leona D. Zenith -




Meus dias como marinheira eram enfim concluídos. Após obter com sucesso a espada que procurava no mercado, partia em direção ao QG, trocando as últimas informações necessárias com a atual superior do grupo formado. Organizando os detalhes finais da operação, me preparava para uma missão que se provava talvez até mais difícil que o assalto ao Vasco. Contar a Silva o estado de Astrid. Como esperado, a informação não foi bem recebida, e o homem rapidamente entrava em seu frenesi, descarregando toda sua raiva e tristeza em impactantes golpes que, ao atingir o escudo, ressoavam por todo meu corpo. Uma lembrança da Sargento, porém, trazia o homem de volta aos seus sentidos. Infelizmente, não fui capaz de torná-lo estável o suficiente para auxiliar na missão, algo que não era totalmente inesperado.

— Tudo bem, vá até ela. Acho que fará bem pra vocês dois. Nós vamos achar os responsáveis e eles irão sofrer as consequências. Isso é uma promessa. — O homem então partia em direção ao QG, mas antes, surpreendentemente atacava Joseph, que afirmava em um contexto extremamente não convincente que não sabia o motivo da agressão. — Ninguém aqui é estúpido, Joseph, você sabe exatamente o que fez. O Cabo sabendo que Astrid está em estado grave ainda sim tomaria seu tempo para atacá-lo sem motivo nenhum? Tudo bem manter seus segredos, mas esse seu desejo de esconder absolutamente tudo a todo momento só deixa mais exposto que você tem algo que não quer revelar. Isso não só prejudica a sinergia do grupo, como te expõe indiretamente. E você deve estar com raiva agora, julgando pela expressão assassina que você demonstrou alguns segundos atrás. Lembre-se de que uma vingança é uma retaliação sobre algo que te foi feito. Não é exatamente justificável se você foi quem deu o primeiro golpe. Mas enfim, seguiremos.

Com o passar das horas, o plano seguia sem grandes alterações. Apesar da atuação duvidosa do Sr. Fred, fomos capazes de localizar o esconderijo dos contrabandistas de carvão. O local, camuflado na paisagem do local, tinha sua entrada identificada. Joseph sugeria um plano um tanto arriscado, mas que não necessariamente teria consequências desastrosas. O homem, por sua vez, se mantinha o mais distante do grupo. Não fazia nenhuma questão de fazer amizade, mas confiança e o mínimo de respeito entre os integrantes do esquadrão eram necessários para maximizar sua efetividade. Daria ao homem um voto de confiança.

— Vá rápido e crie uma distração, nós deveremos atacar juntos e de forma precisa logo em seguida, para forçar a entrada com o mínimo de alarde possível e identificar o mapa do local. Essa parece ser a única entrada, em um primeiro momento, dominar essa área foçaria o inimigo a ou nos confrontar, ou utilizar rotas secretas pra escapar. Se o fizerem, podemos descobrir locais escondidos dentro da base, caso existam. Executamos os inimigos em frente, adentramos o local e iremos procurar pelas instalações médicas, pelo arsenal, e pelo local onde o carvão está sendo armazenado. Poderemos descobrir para que estão sendo utilizados. Se mantenham juntos lá dentro, se uma divisão for extremamente necessária façam no mínimo duplas. Joseph, no seu sinal.

Aguardaria a entrada do homem, esperando que ele por fim criasse a distração da qual havia falado. Planejando um arremesso e fazendo cálculos enquanto Joseph se aproximava, arremessaria a lança no peito de qualquer inimigo que estivesse ameaçando Joseph e, acertando ou não, partiria em direção ao local, executando o inimigo com um veloz corte na garganta com a espada adquirida, impedindo-o de gritar. Recuperaria a lança arremessada logo em seguida.










Histórico: