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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Projetinho Fellas: O Vasco Sobe, Volta Ribamar

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Marinheiros Alatreon Dalanur Zenith e Alexander Blackwood e do Civil Shen Ikimura. A qual não possui narrador definido.

_________________

Projetinho Fellas: O Vasco Sobe, Volta Ribamar - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Not Enough Shooting Stars
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Ele sorria enquanto encarava o homem. Se mantinha em silêncio, tentando não deixar claro que estava completamente estupefato pela facilidade que teve em obter a informação. Ainda meio “atordoado”, ele olhou em volta para ter certeza que não era nenhuma pegadinha. Era certo que aquilo não era uma armadilha, já que o homem à sua frente era uma figura conhecida, que ele não havia reconhecido pelo nome por estar extremamente avoado. Aquilo era incrível, bem melhor que a encomenda. Só que tinha um pequeno porém: A forma que Chad recebeu Alex só deixava claro que os verdadeiros traficantes ainda não haviam chegado ou simplesmente não haviam entrado em contato com seu cliente. Aquela conveniência poderia acabar se tornando uma inconveniência bem rápido, por isso, ele devia manter os falso negócios bem curtos, o que era uma pena, já que o nosso galante marinheiro queria ao menos descobrir o nome da garçonete.

Primeiro, ele pigarreou para se recompor. Agora que estava dentro do personagem, Alexander tinha de tudo para sair por cima. - Perdão… Eu sou novo dentro desse esquema. Não sabia se havia algum código secreto ou alguma outra forma de tratar disso. - Ele diria e ajeitou sua gravata, respondendo a surpresa dele. - Entendo os termos e estou completamente de acordo, só tem um  pequeno detalhe. - Ele manteria um tom calmo e profissional durante a conversa. - O senhor sabe bem que nós temos o item que você precisa, mas… Apesar do seu estabelecimento bem sucedido, eu preciso de uma prova que o senhor está levando esse negócio a sério. - Ele colocaria o livro sobre a mesa. - 20% do valor como garantia de que o senhor não vai voltar atrás ou armar alguma “pegadinha”. - Ele o encararia com toda a seriedade. - Espero que senhor entenda. Se concorda, fechamos negócio… Caso contrário… Encerramos nossa conversa. - Alexander tentava manter a conversa curta e talvez tirar uma grana dali usando seu conhecimento em papo mole. Era apenas o que devia ser feito, afinal de contas, todo aquele trabalho não valia a pena por aquele salário de merda.

Com dinheiro ou não, o rapaz blackwood tinha que sair dali. Se Chad demonstrasse hesitação ou se mostrasse contra a oferta, ele se levantaria, daria uma boa golada na sua soda, e sinalizaria para a garçonete pegar sua conta. Dali, ele se viraria e se retiraria sem dizer um “a” a mais. Caso contrário, Alex apertaria sua mão com firmeza e olharia para dentro de seus olhos. - Negócio fechado! - E beberia a soda numa virada só. Ele pegaria o dinheiro e seguiria o curso de ação anterior.

Já lá fora, fechando ou não o contrato, ele se viraria para dar apenas uma palavra: -Entraram em contato com o senhor em breve. Passar bem. -  Ele se enfiaria pra dentro dos becos de Shells town, buscando um abrigo onde poderia se esconder enquanto a poeira abaixasse. Era muito mais fácil apenas correr e se esconder, já que ele já tinha a informação que precisava e, novamente, ter que lutar pra sair dali não valia nem um pouco a pena para o salário de marinheiro.

Apesar de geralmente ser extremamente metódico, a facilidade em obter a informação lhe deixou sem noção do que fazer em seguida, já que ele esperava ter que gastar toda sua lábia no processo. Por outro lado, ele sabia que por algum motivo, era possível que ele não conseguisse se ausentar a tempo. Por isso, ele rezaria para qualquer entidade que quisesse ouvir, e que Deus ouça vossas preces.

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ACT 12


I - The Fellas Project






Após ir até o arsenal e pegar um bastão próprio e adequado para combate, eu retornava a sala onde a sargento estava. Enquanto ela conversava algo com o Cabo pude me apresentar e conhecer Leona que aparentemente seria minha parceira na nova equipe a qual eu havia sido convidado. Estava feliz e ansioso pro que me esperava mas ainda tive de ouvir a apresentação da Sargento, definindo os objetivos da equipe, algo sobre atingir um determinado patamar. Não estava interessado em limites, limites eu tenho agora, meu interesse é em quebrar esses tipos de barreira e subir ainda mais, quando voltava a atenção ao momento presente parte do discurso já havia passado. Agora a Sargento caminhava de um lado pro outro, com postura típica de soldado continuando o discurso revelando sobre a aposta que havia feito.

Astrid era habilidosa, daquele tipo que você sente algo sobre. Isso ficou ainda mais evidenciado quando com uma pistola acertou um alvo ao qual não estava olhando. Com um rosto completamente tomado pela ambição e visões de um futuro grandioso pude ouvir o nome do esquadrão; "Hellfish". Não muito depois o Cabo Silva retornava segurando papéis, o qual a Sargento nos entregava, informando que ali estariam nossas ordens. Astrid me entregava uma das folhas a qual eu lia para verificar quais seriam minhas ordens.

Eu lia para mim mesmo a minha ordem, em voz baixa "Patrulhar One More Drink Pub... nunca fui. Mas sei onde é." Eu então me virava a Leona, indagando-a "Também tem que ir pro One More Drink ou é outra coisa?" Caso a resposta fosse positiva, continuaria; "Quer ir junto, ou precisa fazer alguma coisa antes?". Caso a resposta fosse negativa: "Ah, tranquilo. Até mais então" Após me despedir sairia da sala e iria rumo ao pub. Se Leona dissesse que também iria trabalhar no Pub e concordasse em ir junto, continuaria: "Beleza, quando quiser, só chamar." E aguardaria para seguir nosso caminho. Caso a resposta fosse negativa, informaria: "Tranquilo, nos vemos lá então." E iria em direção a saída do QG, rumo ao Pub.

Caso fosse acompanhado de Leona eu tentaria quebrar o silêncio; "Acha que vai acontecer algo na patrulha?", caso ela retornasse a pergunta eu então responderia "Nem sei, além de novato não conheço tanto o lugar." Eu então dava um leve sorriso "Mas eu não ligo muito se rolar alguma coisa, o instrutor nem deu pra aquecer direito." E continuaria prosseguindo no caminho.

Pude então sentir um puxão no meu uniforme, o que me fez virar e não ver nada, eu então olhei pra baixo e pra minha surpresa uma criança havia me parado. Ele então indagava sobre a possibilidade de entrar na marinha quando crescer. Eu, me abaixava até a altura da criança, dava um largo sorriso e o respondia: "Claro, mas pra crescer tem que comer muito e escutar a mamãe hein? Aí você vai ficar até mais forte do que eu, com certeza.". A mãe então se desculpava enquanto eu me levantava, eu então a respondia "Quê isso, não tem problema. É um sonho bem parecido com o meu na verdade" Eu sorria novamente, voltando a falar com a criança "Eu preciso ir cuidar de um lugar agora, vai com a mamãe e não esquece hein? Comer tudo e escutar a mamãe." Eu então continuava no meu caminho acenando um tchau, caso Leona presenciasse o momento e me perguntasse sobre ele "Sei lá, lembrei de mim mesmo e resolvi ser quem eu queria ter conhecido na época." Eu então fazia uma cara pensativa e falava "Loucura, deixa pra lá haha." Eu disfarçava enquanto seguia com a minha patrulha.

Eu então patrulharia o local que me foi indicado, com a máxima atenção que eu podia dar. Era meu primeiro serviço e eu não queria simplesmente vacilar, tentaria ficar atento para caso a algazarra vinda de dentro do Pub se tornasse numa comoção maior do que a normal, e então quando estivesse em um momento em que a ronda estivesse perto da entrada frontal para verificar se algo de estranho estivesse acontecendo. Caso eu encontrasse alguma coisa de estranho ocorrendo, eu daria a voz para que a pessoa parasse imediatamente e então me aproximaria da pessoa. Com a face mais séria possível então indagaria: " Boa noite senhor(a) posso perguntar o que está fazendo?" E então esperaria algum tipo de resposta de quem eu havia abordado naquela instância.

Caso eu percebesse algo mais grave, como uma agressão ou algum tipo roubo. Eu então iria de imediato gritar com o infrator "PARE IMEDIATAMENTE POR ORDEM DA MARINHA!." E mesmo que o indivíduo não corresse iria de encontro a ele na maior celeridade possível para poder tentar prendê-lo e tomar as devidas providências para que ele enfrentasse a lei a qual eu defendia agora. Caso houvesse fuga eu tentaria ainda, imediatamente iniciar a perseguição para poder alcançar o infrator.



Dados:

Objetivos:





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Leona
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Unos: Vasco

- Leona D. Zenith -





A curta e intensa troca de golpes com Silva revelava fatos sobre nós dois que não havia percebido ainda. Aparentemente, havia elevado minha técnica e reflexos para um nível onde era capaz de me defender de forma efetiva até mesmo de um inimigo de superioridade física. Silva lutava como uma besta, demonstrando uma ferocidade que não havia visto em outros seres humanos até então. O homem parecia estar completamente imerso na sensação de lutar, e acho que conseguia me identificar com isso em certo nível, pois não fui capaz de esconder um sorriso sádico ao ter sido capaz de fazer o homem sangrar. O combate, porém, não se estenderia por muito mais tempo. A falta de destreza com a mão direita criava aberturas na minha defesa, falha da qual não havia tomado conhecimento até então, e a superioridade física e técnica do Cabo fizeram com que o mesmo estivesse prestes a conectar um golpe finalizador que não acreditava ser capaz de bloquear, quando cessou repentinamente. O motivo: a Sargento Astrid erguendo uma de suas mãos, já havia visto o suficiente.

— A formação de um esquadrão de alto nível a partir de recrutas? De fato me parece um projeto ambicioso, mas você não me parece ser alguém que entraria em algum tipo de competição se não acreditasse que pudesse vencer. Ansiosa para trabalhar com você, Sargento, espero atender suas expectativas. — Diria, prestando continênca para Astrid e Silva, e voltando minha atenção para minhas ordens.

Uma figura familiar se aproximava enquanto lia, era o garoto que combateu Silva antes de mim e meu mais novo colega de esquadrão.

— Olá, creio que ainda não nos apresentamos. Eu sou Leona, prazer em conhecê-lo! Sim, também recebi a missão de patrulhar esse edifício, podemos ir juntos. — Diria, com um sorriso simpático no rosto. Ter uma boa relação e sinergia com os membros do esquadrão poderia aumentar nossa efetividade, e o homem me parecia ser esforçado e focado em melhorar, características que considerava fundamentais. — Só um momento, tenho uma pequena anotação para fazer antes de irmos. — Ainda pensava sobre como a falta de destreza na mão direita havia afetado negativamente minha capacidade em combate, e planejava passar a utilizar a mão não dominante com mais frequência visando torná-la igualmente capaz. Buscaria por um pedaço de papel e caneta, visando fazer uma cópia das ordens que havia recebido com a mão direita. Como provavelmente falharia inicialmente, repetiria o processo por aproximadamente dez dos quinze minutos que tinhamos antes de partir na missão. Uma vez que concluísse ou acabasse o tempo que havis pre-estipulado, fitaria o papel por alguns instantes, tentando avaliar a proporção do déficit de maestria. Em seguida, guardaria o papel e acompanharia Shen em direção ao Pub.

— Se algo irá acontecer, é? Acredito que há uma grande probabilidade. Apesar de missões simples como patrulhas serem normalmente tranquilas, se levarmos em consideração os objetivos da Sargento, é de se esperar que ela tenha selecionado propositalmente um local com grandes chances de ocorrência, para servir tanto como treinamento além de apenas desenvolvimento de disciplina. Bom, é apenas um palpite. Mas iremos descdobrir em breve. — Um pequeno sorriso malicioso aparecia em meu rosto com a ideia de um possível embate durante o plantão.

No caminho, um pequeno garoto abordava o homem que acompanhava, tendo sua mãe ao lado se desculpando e revelando o passado deste. Me manteria atento aos arredores a ambos, de forma discreta, enquanto o colega de esquadrão parecia encorajar a criança. A conversa acabou revelando o desejo do homem em se tornar mais forte, não faria nenhum comentário, mas ele parecia alguém útil para se manter por perto.

Ao chegarmos no local indicado, faria uma observação geral de vários fatores ao redor do estabelecimento: Pessoas, locais de difícil acesso, possíveis atividades ilegais, rotas de fuga que um infrator pudesse seguir, áreas de visão obstruída e áreas abertas. Buscaria me familiarizar com o terreno para maximizar a efetividade de possíveis ações que se mostrassem necessárias durante a patrulha. Me despediria temporariamente de Shen e iria até o lado que me havia sido atribuído. Poderia notar uma algazarra no Pub, mas aquilo já era esperado num local daquele tipo, apenas interfereria caso houvessem sinais de agressão física descontrolada ou se notasse meu parceiro agindo. Me manteria especialmente atento aos arredores e à circulação de pessoas no local, buscando reunir informações sobre possíveis ocorrências e bolar um plano de ação condizente para solucioná-las.







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Silent
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Ribamar voltou


~Alexander

O charmoso marinheiro respondia as negociações do dono do bar de forma inusitada, pedindo por um adiantamento como prova de boa fé com o negócio em questão. Sorrindo, o homem fazia um sinal de mão para a garçonete, que ia até o escritório após acenar com a cabeça. -Mas é claro. Não é a primeira vez que compro algo com vocês, então não vejo porque não. Minha assistente foi pegar o valor, agora se me dá licença, tenho um pub para administrar e já estou ausente por tempo suficiente. Tenha uma boa noite, professor. Se retirando após apertar mãos com o meliante, ia para trás do balcão o homem. Alguns instantes depois a garçonete entregava disfarçadamente uma saco para Alexander, contendo $8.000.000,00 e se retirava, indo atender uma mesa próxima. Dando uma bela golada em sua soda, o galanteador sairia do local então, isso, claro, se uma mão com uma força considerável não segurasse seu braço assim que colocava um dos pés na porta, o parando instantes antes que saísse do lugar.

-Eu não sei quem diabos é você… Mas gostei da atuação, professor. Vê, se você fosse quem realmente diz ser, saberia que o dinheiro nunca é entregue no local e sim no nosso barco, para evitar olhares curiosos e sairmos bem depressa caso necessário. A única coisa que esse saco de dinheiro em sua mão tá dizendo é que você é uma farsa…

Um rapaz de cabelo prateado era o emissor da fala. Mantendo o braço do rapaz ainda sobre seu agarrão ferrenho, o arrastava para fora do local, até um beco próximo, onde cerca de mais 4 pessoas esperavam. Um deles jogava uma moeda para cima, outro parecia claramente bêbado, outro apenas tragava um cachimbo ou algo parecido. Não precisava ser nenhum sherlock holmes para saber que, assim como o rapaz que o trouxe até ali, eram todos piratas. -Oy! Vocês ai, bando de inúteis! Enquanto vocês estavam aqui fazendo absolutamente porra nenhuma, essa figura aqui tava lá dentro tentando pegar nosso dinheiro! Com um olhar de “Huh?!” todas as figuras no beco viravam-se na direção de Alexander. -Dêem um jeito nele, vou levar o nosso dinheiro pro capitão. Retirando o saco de dinheiro das mãos do galanteador com um destreza tremendo, o prateado empurrava levemente o marinheiro na direção dos malfeitores e sumia de visto logo depois. -Então você queria pegar o dinheiro do Capitão Ribamar, huh?! Você não faz ideia de com quem está mexendo, engomadinho. Dois deles sacavam espadas, o terceira puxava uma pistola de cano longo e o último, que até então estava “escondido” devido a escuridão naquele beco, revelava ser um tritão, tomando uma base marcial que lembrava a de um carateca. Porém, antes que pudessem iniciar o embate, por trás do grupo de piratas, uma figura musculosa chegava gritando “PARE IMEDIATAMENTE POR ORDEM DA MARINHA!”. O que fazia com que o homem com a pistola soltava um “Tsk!” e puxava uma outra arma, essa, diferente da que ele já estava em mãos, parecia mais um sinalizador do que uma pistola e, como se para confirmar as suspeitas, ele disparava o sinalizador para cima.

*Pssssssssssssiiiiuuuuuuuuu*

Com um feixe de luz, o projétil cortava o céu noturno daquela movimentada noite. -Os reforços chegaram em breve, essa ilha é como um formigueiro desses merdinhas, vamos acabar com esses dois e dar o fora daqui! Comentou ele.

~Alexander e Shen~

Shen, que havia dado voz de prisão ao grupo de piratas que atormentava Alexander (Ver parágrafo acima) agora encontrava-se do lado oposto de onde o galanteador estava. A situação ocorria no beco que ficava exatamente atrás do pub, de forma que ligava as duas ruas laterais (esquerda e direita) que cercavam o local. Com Alexander de um lado, os piratas no meio e Shen do outro, um embate parecia inevitável. Contudo, voltemos um pouco no tempo para explicar melhor como nosso lutador chegou ali. Após seu encontro com a criança, que respondia positivamente ao conselho do lutador em obedecer sua mãe e comer bem, ele ia para sua patrulha, rotina padrão de marinheiro. De início, nada fora do comum acontecia, apenas algumas pessoas que saíam do pub falando em tom mais elevado, mas assim que viam o marinheiro, logo se continham, talvez por medo da repercussão de enfrentar uma autoridade. Frequentemente o lutador questionava a essas pessoas mais… “Alteradas” o que estavam fazendo, alguns até pestanejavam uma resposta, mas assim que vinham a figura do homem junto a seu uniforme de marinheiro, acabavam respondendo que não era nada e retirando-se cabisbaixo do local. Todavia, um grupo de pessoas pareciam não ouvir a pergunta do rapaz, ou escolheram simplesmente ignorar seu questionamento, entrando num beco logo em seguida. Devido a distância, Shen demorou um pouco para chegar até o local, mas assim que chegou e viu quatro pessoas prontas para macetar um único bonitinho, exclamou voz de prisão para os desafortunados.

-Tsk!  Você parece forte. Vem na mão, porco maldito!

Dizia o tritão, avançando na direção de Shen. Atrás do tritão, um dos dois espadachim do grupo também se juntava a ofensiva. -Sei que não gosta de ninguém te atrapalhando peixinho, mas vamo logo com isso para meter o pé daqui! Disse ele. Do outro lado do embate, o atirador começava a mirar na direção de Alexander, enquanto o espadachim restante do grupo de piratas avançava em sua direção com uma velocidade considerável. Ambos os espadachins usavam um sabre curvado, uma espada típica de piratas nas histórias.

~Leona~

A ruiva caminhava ao lado de Shen até chegarem ao ponto de patrulha, dividindo-se ao irem um para seu respectivo lado então. Do lado onde Leona havia ficado, diferente do lado movimentado de sua contraparte, estava bem mais calmo, estaria até silêncio não fosse a música do pub que era a única coisa possível de ouvir por ali. Assim como seu companheiro, o máximo que a mulher fazia era pedir para algumas pessoas mais alteradas pela bebida baixar o tom de voz devido a hora, porém, diferente de Shen, as pessoas pareciam bem mais desafiadoras perante os avisos da mulher, talvez justamente por ser uma mulher, afinal, não é porque o mundo é de fantasia que problemas do mundo real não existam aqui, não é mesmo? Apesar de constantemente tecerem comentários sobre sua sexualidade, coisas como “E eu que achava que a única coisa que mulher marinava era carne, gyahaha! Uma marinheira…” Devido a seu temperamento impassível a marinheiro mantinha a postura e assim foi durante algum tempo. No fim, todos acabavam cedendo ao pedido da escudista, talvez mais por medo da organização a qual ela pertencia do que da mulher em si, mas obedeciam.

Entretanto, um barulho peculiar seguido de um feixe de luz atraía a atenção da ruiva. Parecia vir de um beco próximo, apesar de Leona estar na esquina oposta de onde vinha o barulho. Antes que pudesse ir até o local checar, porém, um grupo de três pessoas com aparências bem peculiares e cheiro de quem não tomava banho fazia algumas semanas e, considerando o leve odor de maresia que se misturava aquela catinga, claramente haviam passado esse tempo em meio ao mar. O trio esbarrava com a marinheira a poucos metros do beco, pareciam estarem indo para o mesmo local. -Tsk! A marinha já tá chegando também! Vamos acabar com essa aqui e socorrer os outros e dar o fora daqui! Dizia um deles. O que estava mais a frente possuía um sabre que reluzia com a pouca luz de um poste próximo, o que estava mais atrás tinha uma dupla empunhadura de pistola e o que estava ao lado dele trajava uma bota de combate. -Kékékéké… Precisamos ser rápidos aqui, mas isso não quer dizer que não posso me divertir com você nesse pouco tempo, gostosa, kékéké. Comentou o espadachim, enquanto lambia a lateral da lâmina de sua espada e avançava na direção da escudista. Talvez por ser a mais perceptiva do grupo de marinheiros prestes a se formar por completo, Leona parecia ser a única a notar um detalhe nas vestimentas dos piratas, um escudo costurado na lateral de suas blusas, como um brasão militar. Ela só via o escudo no espadachim que estava mais a frente, mas poderiam facilmente reparar tal escudo nos outros dois do trio caso prestasse atenção.
Off e Observações:

Ponto-situação dos personagens:

[spoiler=Legenda]
Sargento Astrid Falas
Cabo Silva [Falas

NPC’s e afins:

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Not Enough Shooting Stars
Vs Hooligans




Como esperado, os meliantes surgiram de supetão para pegar o nosso “heróico” farsante de surpresa. Ele observou os sujeitos de higiene porca, enquanto se segurava ao máximo para não fazer cara de nojo, e tentava ao máximo manter sua compostura ao ter sua cena roubada por um monte de pseudo mendigos metidos. Ele podia responder ao projeto de criminoso e seus comparsas, mas preferia não gastar sua energia, já que um conflito ali era certo.Por isso, o rapaz blackwood se mantinha em silêncio enquanto ponderava sobre como ia sair dali, até que um dos peixes pequenos abriu um pouco demais sua boca. Alex viu todo o seu dia estressante passando bem em frente aos seus olhos. Viu o quão cansativo foi e o quanto ele teve que se esforçar pela seriedade dos acontecimentos pelas tribulações que teve que enfrentar. Seus olhos rubros, ressaltados pela escuridão do beco, mediram o capanga à sua frente de cima a baixo. Sua expressão facial, que até então se mantinha neutra, aos poucos pendia cada vez mais para a raiva. Ele ouviu o recruta empolgado adentrar a cena, e sentiu um pouco de alívio, visto que não teria que se acabar de desgaste num combate direto, mas sua raiva não lhe permitiu focar direito naquela questão.

-Essa noite, vocês cometeram dois erros. O primeiro foi mexer com meu dinheiro… Visto que eu fui a pessoa que realizou a negociação. - Ele diria enquanto removia o paletó de seu terno. - O segundo foi me subestimar… Por isso, eu espero que tenham se despedido de suas famílias… - Ele prosseguiria removendo sua gravata e a entrelaçando nos dedos da mesma mão que segurava o paletó. - O que esses senhores fizeram essa noite pode ser enquadrado como furto seguido de tentativa de homicídio, marinheiro. - Ele diria em um tom de voz mais audível para o rapaz que tinha acabado de pular na bagunça, visto que por mais que ele estivesse numa sinuca de bico, ele ainda tinha um disfarce a manter. - Farei uso do meu direito de autodefesa. - Ele proferiria essa última palavra, se agachando para fingir amarrar seu sapato e assim, tentar sacar a adaga que havia ocultado lá.

Pode parecer muita firula, mas todo aquele falatório era apenas mais um plano sendo posto em ação. Durante o seu breve discurso, Alexander analisaria os arredores em busca do máximo de informações o possível, o fazendo de forma que parecesse extremamente natural com a ajuda de seu conhecimento sobre atuação. Agora que tinha pontos de referência, possíveis armas ou até ferramentas úteis, ele estaria pronto para o prato principal. Pode até ser que não houvesse nada de útil naquele beco, mas seu plano se baseava em algo que não tinha erros: A vestimenta que estava removendo. Considerando que ele estava prestes a enfrentar uma dupla com um lutador corpo a corpo e um atirador, Alex sabia que deveria aumentar o seu alcance efetivo. A primeira medida que lhe vinha em mente era arremessar sua adaga, mas assim, ele ficaria exposto ao espadachim, que já tinha uma certa vantagem, pois esquivas num beco como aquele era praticamente suicidio. Por isso, está mais do que na hora do improviso.

Antes de qualquer coisa, devemos esclarecer umas coisas: Se o pilantra mais recuado atirasse durante a preparação de Alexander, ele se esquivaria caminhando ou rolando para fora do caminho, tentando usar o espadachim  como cobertura para atrapalhar disparos futuros. Agora, se o mesmo viesse para cima do rapaz blackwood, ele entraria em combate com o que tivesse em mãos, mas aproveitando toda abertura e intervalo possível para prosseguir as preparações.

Okay, okay! Voltando para a ação! Assim que Alex tivesse sua adaga em mãos, ele atacaria! Se houvesse uma garrafa ou algum objeto consideravelmente pesado perto ali, ele o chutaria na direção do espadachim. Geralmente ele miraria na cabeça, mas a manobra era um pouco complexa para o conhecimento de combate de Alex, por isso ele focaria apenas em acertar acima da cintura. Era bastante previsível e poderia ser inefetivo se aquele homem tivesse tido um treinamento apropriado com a espada, mas a intenção não era causar algum dano, mas sim criar uma abertura.

Se não houvesse o tal objeto citado para ser chutado, ou a abertura tivesse sido criada, ele correria para cima de seu oponente, embolando o paletó em uma mão, e segurando a adaga na outra. No caso do espadachim não estar distraído pela a possível ação anterior ou pela falta dela, assim que Alex se aproximasse do lutador corpo a corpo, ele fintaria uma estocada com a adaga e arremessaria o paletó contra o rosto do homem para encobrir sua visão. Se por algum motivo, o caso anterior fosse possível, e Alexander não estivesse de posse de sua adaga, ele fingiria puxar uma outra arma de suas costas e seguiria o mesmo curso de ação. Se o cabra fosse mais rápido ou não caísse na finta, Alexander esquivaria recuando para fora do alcance de sua espada.

Pode não parecer, mas o prato principal não era o espadachim, e sim o atirador. Alex tentaria se aproximar o máximo o possível da dupla esperando que o pistoleiro efetuasse um disparo. Ele correria de forma que o espadachim fosse o foco, mas tentaria manter os olhos no doido armado a todo momento. Se o garoto com a garrucha efetuasse o disparo, mas ainda estivesse muito distante para um arremesso seguro ou não disparasse durante essa investida, ele apenas seguiria para o embate contra o espadachim e aguardaria uma outra oportunidade. Do contrário, Alex prenderia a adaga entre seus dedos e tentaria arremessá-la imediatamente após o disparo do pistoleiro com um movimento rápido de pulso. Ele usaria sua mira apurada para acertar o olho de seu oponente. Por esse motivo, encurtar a distância era essencial, pois quanto mais próximo, menor o tempo de reação, maiores as chances de sucesso do arremesso e mais fácil seria para recuperar a arma. Tendo sucedido ou não nesse caso, ele voltaria para o que tinha elaborado para o bundão mais próximo

Agora, voltando para o louco número um, se o rapaz blackwood tivesse se aproximado o bastante do lutador corpo a corpo, ele ficaria colado com o homem, apesar de seu odor de gambá em decomposição, e desferiria um pisão firme contra seus dedos do pé, e sem perder muito tempo, ele tentaria o acertar com uma sequência de 3 joelhadas no escroto.

Naquela distância, se seu oponente estivesse distraído ou atordoado, ele entrelaçaria a gravata em sua outra mão e tentaria enforcá-la com ela. Se tivesse sucesso, ele tentaria jogar o primeiro filho da puta contra o segundo filho da puta.

Para deixar claro, Alexander buscava apenas debilitar ao máximo os dois oponentes, para tentar tornar a luta um pouco mais justa. Era uma aposta arriscada, visto que ele poderia acabar torrando toda a sua stamina de uma vez só e não ter sucesso, mas ali era tudo ou nada.

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I - The Fellas Project


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Foi só esperar que a noite dava suas caras. As minhas abordagens não tão suaves não me rendiam mais do que as vezes algumas respostas ditas de maneira arrastadas, isso quando respondiam, geralmente assim que abordava algum grupo de pessoas elas só saíam e deixavam o local, o que funcionava perfeitamente pra mim. Entretanto um grupo se destacou, um grupo que simplesmente não ligaram quando eu os abordei, apenas entraram em um beco. Os seguindo, a priori, de modo devagar para verificar a situação pude ver um grupo que estava realmente ali para algo de ruim. A situação então escalou para 100 em poucos segundos quando percebi que o objetivo do grupo era agredir um dos civis que estavam com eles, bandidos canalhas.

Bater em alguém talvez seria tudo bem se a luta fosse boa agora, 4 contra 1 era canalhice de baixo calão. Imediatamente dei voz de prisão contra o grupo, ao iniciar minha investida contra o grupo, pude ver que enquanto um sinalizava algo com o uso de uma arma sinalizadora, 2 dos canalhas vinham em minha direção, sendo eles um tritão e um maluco com uma espada. Não pude de esboçar um sorriso "ISSO! RESISTE MESMO!" não pude controlar a minha alegria enquanto aumentava um pouco o passo da corrida.

A ideia principal era tentar neutralizar primeiro o maluco armado e depois porradaria franca com o tritão. Eu então almejaria utilizando acrobacias treinadas e minha prontidão usar uma das paredes do beco como apoio para saltar mais alto do que o normal, e utilizar issso no momento certo para saltar, com o apoio da parede, por cima do tritão e atacar o espadachim com um chute aéreo, ou se caso a distancia do pulo cobrisse distância demais para um chute, almejaria então acertá-lo com o joelho. Caso a minha investida desse certo e o espadachim fosse derrubado eu não perderia tempo, tentaria me virar para o tritão e sacaria o meu bastão já com o corpo um pouco inclinado para baixo visando então acertá-lo com uma espécie de estocada do bastão, uma vez que o objetivo ali era me dar espaço, caso o ataque fosse bem sucedido eu continuaria me virando de volta ao o espadachim e o atacando de cima pra baixo mirando em seu peito caso ainda estivesse caído ou na clavícula do braço que segura a espada caso estivesse em pé.

A principal ideia da investida era ignorar primeiramente o tritão, passando por ele e neutralizar o oponente armado antes que o mesmo pudesse impedir uma embate corpo-a-corpo com o tritão, então caso Shen fosse atacado em qualquer momento da investida, ele tentaria caso o ataque fosse do tritão passar por baixo dos braços, com os braços rentes ao corpo visando ter uma abertura para um contra ataque, ou um empurrão para ganhar tempo. Já contra o oponente da espada, objetivo era ficar longe do objeto cortante, ou seja, Shen iria reclinar seu corpo para trás, sempre pro lado oposto ao corte.

Ao ouvir a fala do homem de feições agraciadas pelos deuses, responderia: "Se der, dá pra da-lhe, senão mete o pé!" Palavras eram difíceis e o a mente de Shen estava 100% no combate naquele momento.




Dados:

Objetivos:





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Leona
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Unos: Vasco

- Leona D. Zenith -





A patrulha parecia não fugir muito do esperado até então, bêbados circulavam pelo beco e proferiam frases que me obrigavam a utilizar da minha capacidade de não transperecer meus sentimentos para ocultar a vontade de usar minha lança para fazer um espeto com cada um deles, assar a carne e entregar aos animais da floresta mais próxima. Pensar na ideia, porem, fazia um leve sorriso surgir no meu rosto. Sorriso este que se tornaria ainda maior quando pude ouvir uma movimentação do outro lado do estabelecimento.

— Finalmente um pouco de ação. — Sussurava para mim mesma, antes de ser interrompida por três figuras desconhecidas, inconvenientes e fetidas, que não seriam diferentes das outras que por ali circularam se não portassem armas. Instantaneamente posicionando meu escudo e lança respectivamente nas mãos direita e esquerda, notando a fala do homem ao dizer "socorrer os outros" que, junto ao símbolo que portavam, indicavam fazer parte de uma organização que provavelmente também estaria responsável pela confusão do outro lado. Shen provavelmente já estaria lutando, precisava terminar o mais rápido possível para auxiliá-lo.


— Quem nesse beco não quiser ser atravessado por uma lança, suma dele agora! — Bradaria em alto e bom som, na tentativa de, sem que meus oponentes percebessem, comandar os civis que ainda pudessem estar no local para sair e, em seguida, faria minha investida. Os homens pareciam possuir três estilos de combate distintos, um parecia portar duas pistolas, outro portava um sabre e o último parecia planejar utilizar suas pernas para atacar. Me movimentaria então em direção ao lutador marcial, em uma velocidade propositalmente inferior a que poderia alcançar, enquanto observaria atentamente cada um dos oponentes, em especial o atirador sendo que, assim que este erguesse suas armas para mirar, utilizaria minha prontidão nata e alta agilidade para dar início a uma veloz investida, com o escudo posicionado em frente ao corpo, dando passos graciosos e bruscamente ágeis em direções opostas, vizando dificuldar o acerto do atirador enquanto acumulava momentum para, ao me posicionar entre o espadachim que corria em minha direção e o atirador, movimentar o escudo de forma a utilizar todo o impulso para atingir com força a mão em que o espadachim empunhava sua espada, visando desarmá-lo enquanto simultaneamente aparava um possível golpe que o mesmo tentasse aplicar, criando uma abertura para ferozmente atravessar a lâmina da lança em sua garganta, local no qual seria mais fácil retirá-la rapidamente após a estocada para dar sequência à movimentação, visando desta vez partir em direção ao potencial artista marcial em mais um pico de aceleração, mantendo o escudo posicionado entre meu corpo e o atirador em passos imprevisíveis e súbitos pequenos saltos para evitar que o homem tentasse atirar em meus pés durante a corrida. Uma vez que me encontrasse posicionada entre o homem e o atirador, utilizando o próprio corpo do lutador como barreira auxiliar, iria utilizar o limite do alcance da lança para tentar aplicar um corte horizontal em ambas as suas pernas enquanto me mantia fora do alcance das mesmas, preparando o golpe de forma propositalmente previsível, visando induzir o oponente a pular ou impulsionar-se para trás para desviar, ambas ações que poderiam potencialmente afetar seu equilíbrio, e utilizaria dessa janela para impulsionar todo o meu corpo em uma investida com o escudo, visando acertar a parte superior de seu corpo enquanto me movimentaria na direção oposta de seus possíveis chutes, com o objetivo de, com a redução do equilíbrio, derrubá-lo, saltar por cima dele com minhas capacidades acrobáticas e perfurando sua coxa com a ponta inferior da lança, o suficiente para prejudicar músculos e tendões que pudessem limitar seu movimento, continuando em uma corrida em zig e zag em direção ao atirador assim que pousasse, com escudo em posição e no pico de agilidade, por fim, arremessaria a lança com o impulso acumulado em direção ao peito do pistoleiro quando a distância fosse o suficiente para garantir que acertaria, ainda mantendo o escudo em frente para evitar receber tiros durante o arremesso. Partiria então em direção ao homem o mais rápido possível, ainda com o escudo posicionado para o caso de ele ainda estar consciente e capaz, visando retirar a lança de seu peito e estocá-la novamente em sua testa, para garantir que não levaria tiros pelas costas uma vez que voltasse a atenção para o artista marcial.

Durante todo o percurso, manteria minhas opções em aberto e consideraria fatores que ainda não pudesse ter idenficado. Me atentaria a possíveis armas de fogo escondidas dos dois criminosos que inicialmente aparentavam não possuí-las, adequando o posicionamento do escudo e a movimentação para desviar de potenciais disparos enquanto seguia a investida. Caso não conseguisse desarmar o espadachim em uma única tentativa, novamente direcionaria meu corpo para mantê-lo entre o homem e o atirador, manuseando o escudo para aparar seus possíveis golpes, na busca de uma abertura para aplicar a estocada em sua garganta e dar sequência ao plano de ataque. De forma similar, continuaria pressionando o lutador marcial no limite do alcance da lança enquanto dava passos para frente e para trás, sempre mantendo a estratégia de posicionamento e procurando uma abertura para estocá-lo, caso o plano inicial falhasse. E, por fim, se não fosse capaz de atingir o atirador com o arremesso, continuaria a movimentação em zig zag até, por fim, realizar uma investida com o escudo para aplicar repetidos golpes com estre na face do fetido homem, visando atordoá-lo para que pudesse derrubar a arma de suas mãos, recuperar a lança e, por fim, estocá-lo.

Se os golpes dos oponentes conectassem, fingiria por um momento a intenção de recuar, e bruscamente saltaria novamente para tentar perfurar suas gargantas ou estômagos, nessa ordem de preferência, de acordo com o alcance da lança.

Uma vez que fosse capaz de derrotar o atirador e o espadachim, um tanto ofegante e com um sorriso quase que psicótico escapando por alguns segundos, voltaria lentamente a estabilidade e me dirigiria na direção do artista marcial que possivelmente não conseguria fugir caso fosse capaz de causar danos que restringissem seu movimento na tentativa anterior.


— É, você definitivamente escolheu o lado errado para mostrar a cara. Felizmente... ou infelizmente, você ainda pode ter informações úteis, então... — Partiria novamente em direção ao homem, visando atravessar a lança em seus joelhos, cotovelos, ombros e, por fim, em seus tendões de aquiles, visando imobilizá-lo por completo e deixá-lo no canto do beco para interrogatório futuro. Daria passos em direções opostas aos ataques que o homem pudesse tentar em retaliação, utilizaria de movimentos circulares para, com o próprio impulso da possível esquiva, continuar a sequência de estocadas com a lança.  Deixaria o homem em um local não tão aparente e partiria em direção ao local onde Shen patrulhava. Com esforço, conseguia me conter para não sorrir, mas meu olhar entregava o prazer que sentia com a conquista e a aplicação de força bruta.  Definitivamente gostei daquilo mais do que devia.








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Silent
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Avante Vasco


~Alexander~

Alexander e Shen tomava suas ações simultaneamente, mas explicaremos a parte do galanteador primeiro por conveniência. Utilizando de forma inteligente sua lábia e atuação, o rapaz conseguia tempo suficiente para equipar-se com sua adaga, visto que o espadachim parava sua ofensiva para ouvir a fala do rapaz. Era como se algo prendesse a atenção dos ouvintes toda vez que o galanteador falava, talvez ele fosse alguma ex atriz de filmes adultos que virou streamer na vida passada e por isso conseguia prender tanto a atenção daqueles marujos que não haviam visto nada além da água do mar e outros machos durante o trajeto no mar, vai saber. O importante é que sua ofensiva inicial dava frutos, chutando uma garrafa vazia na direção do espadachim, que habilmente rebatia o item para o lado com sua espada, mas isso dava tempo suficiente para que o gatuno encontrasse a abertura que tanto queria, avançando contra o espadachim fedorento.

-Sai da frente, corno! Eu já to travado e cê ainda fica parecendo uma porra de uma bailarina com o almofadinha ai, porra! Desse jeito eu vou atirar é em tu!

Cambaleante, gritou do fundo o atirador, enquanto mantinha um dos olhos fechados para tentar melhorar a mira e a língua para fora entre os lábios, uma expressão tipica de quem está tentando mirar algo. Enquanto isso, na front do combate, a abertura anterior criado pelo arremesso da garrafa dava o espaço perfeito para Alexander efetuar um belo pisão nos pés do espadachim, tal qual uma criança pirracenta querendo doce num supermercado. -Filho da p-! Antes que pudesse retrucar o avanço, contudo, o galanteador utilizava de maneira inteligente sua vestimenta, tentando um enforcamento no espadachim. Até conseguia, mas não durava muito por dois motivos: Primeiro, o espadachim parecia ter mais força que ele, então conseguiu sair do enforcamento com certa facilidade, segundo, um disparo efetuado pelo atirador que parecia finalmente achar uma abertura onde conseguisse atingir o marinheiro e não seu companheiro. Precavido como era, Blackwood mantinha-se prestando atenção no rapaz, então conseguia desviar por muito pouco do disparo, tão perto que raspava em seu rosto, fazendo com que o amargor do liquido rubro da vida lhe percorresse a pele, indicando um ferimento. -Tsk! Esse puto é feito de sabão é? Para quieto, diab- Tentou tecer mais um de seus comentários ao galanteador, contudo, um contra-ataque inesperado do ladino cortava sua fala pela metade, pois o rapaz Blackwood arremessava a adaga em sua direção. Não chegou a atingir o atirador, mas pelo menos serviu para fazer com que ele se movimentasse, perdendo seu privilégio de posicionamento e ficando bem exposto ao ladino, uma vez que para desviar da adaga acabava se aproximando do rapaz. Se prestassem bem a atenção, era possível ouvir o narrador gritando ao fundo “Ta fora de posição Micael”, claro, se tivesse um narrador no local para início de conversa, o que não era o caso.

-Má qui merda! Precisamo terminá issaqui logo, o restante dos branquin já devem ta colando aqui!

Comentou o espadachim, percebendo que não seria tão fácil assim derrubar o ensaboado ladino, que lutava de forma incrivelmente inteligente e atenciosa. Apesar de a primeira impressão de qualquer pessoa para com o rapaz possivelmente fosse a de que ele era um mulherengo incorrigível, em combate ele se mostrava alguém digno de ser chamado de ladino, aproveitando-se de brechas, fintas e tentando lutas em ponto cego inimigo, fazia um excelente trabalho até o momento o paquerador marinheiro, apesar de não ter conseguido efetuar nenhum dano efetivo nos oponentes, conseguia fazer com que eles perdessem a paciência, o que era sempre algo benéfico, visto que criaria mais brechas para o rapaz nas próximas ações. No momento, a situação para o jovem Blackwood era a dele na parte mais exterior e próxima a saída do beco, o atirador posicionado (após sua esquiva perante o arremesso da adaga) bem próximo do rapaz e o espadachim um pouco mais distante, atrás do atirador. Sua adaga, arremessada anteriormente, encontrava-se a cerca de 1,5m de onde o atirador estava atualmente, em seu lado esquerdo.

~Shen~

Quase como o exato oposto de sua contraparte na outra parte do beco, Shen lutava de forma limpa e justa, um verdadeiro guerreiro. Há quem diga que lutar de tal forma apenas traria ruína algum dia, principalmente por o alvo de suas lutas possivelmente serem apenas criminosos dali em diante visto que havia se juntado a marinha e eles eram bastante conhecidos por lutar de forma mais suja possível (E nem estamos falando do odor que exalava da dupla que enfrentava, desta vez.) Ignorar a voz de prisão dada por um marinheiro já era um crime por si só, mas crime maior ainda na visão do guerreiro era a superioridade númerica que os fedidos exerciam sobre aquele sujeito de terno. Puto, iniciou então sua ofensiva o lutador, lembrando até mesmo cenas de um filme chinês de luta devido a distância e agilidade com a qual o lutador executava seus movimentos, saltando na parede para “ignorar” o tritão e mirar no espadachim, que assustado pelo movimento colocava a espada meio sem jeito a sua frente como forma de bloqueio, porém, devido ao susto do súbito rompante do lutador, não colocava firmeza suficiente em fazer esta guarda, o que fazia com que sua espada voasse de sua mão com a força do chute, além de recuar alguns centímetros para trás devido ao golpe. -Merda! Gritou o espadachim, percebendo que já estava desarmado mal havia começado o embate. Aparentemente encher o cu de rum antes de entrar numa luta não era uma boa ideia, quem diria né? A seguir o lutador marcial virou-se para o tritão, puxando sua arma para tentar uma estocada, mas isso acabava saindo pela culatra contra o lutador, uma vez que seu bastão era desviado pelo tritão, que deixava a arma passar exatamente entre a lateral de seu corpo e seu braço e quando tinha passado o suficiente dele, prendia a arma ali, efetuando um “puxão” no bastão, que trazia Shen junto a arma e executava um soco de palma aberta contra o queixo do lutador. Devido a sua hipoalgia misturado a adrenalina natural de uma luta, acabava não sentindo muita dor do golpe recebido, mas recuava alguns centímetros para trás devido ao impacto, enquanto o homem-peixe soltava um sorriso macabro em sua direção após acerta o golpe.

-Não traga uma vareta para uma briga de punhos rapaz, não te ensinaram isso na academia? Comentou o infeliz.

Cambaleante, o espadachim começava a direcionar-se rumo a sua espada, que havia caído alguns metros distante de onde tudo acontecia. O meliante estava visivelmente bêbado e o belo pontapé que tomou de Shen não ajudava nenhum pouco sua situação, o que dava uma brecha enorme para o lutador focar-se no homem-peixe, este sim, parecia estar bem mais focado no combate. Para ser mais específico, o espadachim dava um passo para frente e três para trás, então podia demorar um tempo relativamente logo pra ele chegar na espada. A situação atual do marinheiro era a seguinte: Em sua diagonal esquerda, logo a sua frente, estava o cambaleante espadachim tentando chegar a sua arma, imediatamente a sua frente estava o homem-peixe, numa guarda armada enquanto efetuava pequenos saltinhos como se estivesse aquecendo para exercícios. Basicamente, a ordem era Shen, o homem-peixe e atrás do homem-peixe, diagonalmente a esquerda em relação a Shen, encontrava-se o espadachim.

-Oy! Seu bêbado filho de uma chocadeira barata! Pare de passar vergonha, você está sujando o nome do grande Ribamar com essa performance. Recomponha-se, seu pinguço desgraçado…

Dizia o homem-peixe para seu companheiro, que parecia nem ouvir ou escolhia apenas ignorar o comentário do lutador.

~Leona

Divertindo-se com pensamentos sádicos em relação aos amantes da noite que perambulavam pelo local, a ruiva esbarrava com os três meliantes e sorria ainda mais, pois parecia que poderia colocar alguns daqueles seus pensamentos em prática. Novamente, se prestasse atenção poderiam até mesmo ouvir o narrador cantando “Bury Me” do 30STM para combinar com a situação, mas, como sempre, não é como se tivesse um narrador ali para que isso ocorresse. De qualquer forma, sua investida inicial era propositalmente mais lenta, numa tentativa de enganar os inimigos quanto a suas capacidades e, para surpresa de absolutamente ninguém, aquilo funcionava perfeitamente. Ditados antigos retirados de algum filme de luta clichê antigo do qual esse que vos fala não lembra o nome já dizia: O oponente mais forte não é aquele que aparenta ser, mas o que você nunca sabe o que esperar. Afinal, quando descobrir pode ser tarde demais para reagir… E era esse o caso do infeliz espadachim que resolveu atacar a marinheira naquela noite. Como ele havia tomado a ação inicial, foi fácil para a sádica neutralizar sua ofensiva com o escudo, apesar de não conseguir desarmar o homem como desejava inicialmente, talvez por falta de maestria com a mão direita onde o escudo estava, mas era bom o suficiente para fazer com que a arma fosse recuada.

*Tiing*

O som dos metais se chocando ressoava pelo local e o espadachim abria o braço onde estava sua espada, como se tivesse atingido uma mola e a contra força jogasse seus braços para trás, dando a abertura perfeita para que Leona penetrasse sua garganta com sua lança numa estocada rápida devido a sua prontidão nata. Um a menos. Porém, Leona infelizmente estava contra três e ao mesmo tempo que ela executava essa ofensiva, o lutador a atingiu na lateral da barriga, a fazendo perder o fôlego por um instante devido ao local atingido, afinal, um golpe na barriga sempre acabava gerando algum tipo de problema respiratório e por mais que fosse resistente, não era diferente para a ruiva. O lutador era o próximo alvo da escudista, então de certa forma foi conveniente para ela que ele se aproximou, apesar do golpe recebido no processo. Ela tentou ir em passos abstratos para encurtar a distância com seu próximo alvo, mas devido ao fôlego perdido pelo golpe anterior, seu movimento acabava saindo um pouco mais lento do que desejava e um disparo passava raspando em seu pé, fazendo com que um pouco de poeira até cobrisse seus sapatos devido ao impacto da bala de tão próximo que foi.

-S-s-sua cadela! Aquele era meu primo! AAAAAAAA

Porque diabos as pessoas gritam quando começam a disparar armas de fogo com uma quantidade desnecessária de balas? Não é como se fizessem lá muito esforço além de puxar o gatilho, então os gritos não fazem muito sentido… Enfim, ignorando as ponderações do locutor da estória, o fato era que o atirador começava a gritar enquanto efetuava uma enxurrada de disparos na direção de Leona devido a sua súbita fúria perante a morte do companheiro. Devido ao fato de sua empunhadura dupla de pistolas, era realmente uma quantidade absurda de balas que vinham em sua direção e, por mais que seu escudo conseguisse segurar a maior parte da torrente, dois disparos ainda raspavam. Um em seu ombro esquerdo, de forma bem superficial, mal saía sangue do local, outro, porém, já era mais certeiro e alojava uma bala em sua perna direita, na região da panturrilha.

-Tá querendo me matar também, filho da puta?!

Gritava o lutador para seu companheiro, que parecia não ouvir, pois continuava com seus disparos incansáveis enquanto gritava AAAAA seja lá porque motivo. Para se proteger dos tiros, ambos Leona e o artista marcial se colocava atrás de uma parede, onde estavam seguros momentâneamente da linha de tiro. Prosseguindo então, a lanceira mudou de estratégia contra o lutador, tentando sobrepujar o oponente com seu alcance superior devido a extensão da lança e acabava funcionando perfeitamente bem. Uma das fraquezas de artes marciais é justamente seu curto alcance, apesar de seus golpes serem bem mais precisos em contrapartida. Os dois trocaram alguns golpes, com o lutador tentando acertar alguns chutes mas sendo impedido pela lança devido a diferença de alcance e, perdendo a paciência por não conseguir avançar contra a mulher, ele acabava comentando um erro ao dar um passo a mais para frente, o que criava uma abertura perfeita para a sádica cortar a lateral de sua perna esquerda, que apesar de não ser a que ele utilizava para atacar, era tão importante quanto, afinal, era a que servia de base para sua ofensiva. AAAargh! Desgraçada! Gritou ele em resposta, afastando-se do alcance da lança enquanto rangia os dentes e levava uma das mãos ao ferimento. Era devidamente profundo e atrapalharia bastante tanto a movimentação quanto a firmeza de base para as próximas ofensiva do rapaz. Enquanto tudo isso acontecia, o atirador parecia finalmente se acalmar, ou pelo menos seu cartucho parecia ter acabado por hora, pois os disparos não mais podiam ser ouvidos. Após o corte na perna, Leona até tentava uma estocada de choque com seu escudo, mas o lutador utilizava de sua perna esquerda, que ainda estava boa, para saltar para trás e sair do alcance do ataque, apesar de ter escapado por muito pouco dessa ofensiva.

-N-n-n-não chegue perto!

Aproveitando-se da brecha criada, Leona partia em zigue-zague na direção do atirador, que gritava para ela não se aproximar de forma desajeitada enquanto tentava as pressas recarregar suas armas. Ta ai uma incoveniência de empunhadura dupla de pistolas: É um saco para recarregar porque ambas suas mãos estão ocupadas. No momento que Leona surgia por trás da parede onde havia se escondido dos disparos anteriormente junto ao artista marcial, o rapaz estava com uma das pistolas no chão enquanto recarregava a outra. Se fosse a instantes atrás, Leona teria chegado a tempo de interromper, mas devido ao disparo anterior em sua panturrilha, sua velocidade estava um pouco abaixo do normal, o que dava tempo suficiente para o rapaz recarregar. Mas, como nem tudo na vida são flores para malfeitores, no momento em que terminava sua ação a marinheira já estava bem próxima dele, próxima o suficiente para executar um próximo ataque, mas que por falta de OdA ficaria para o próximo episódio dessa história que se desenrolava de maneira bem brusca. Logo atrás de Leona, cerca de dois metros, o lutador também vinha correndo para tentar auxiliar seu companheiro. Claro, como tanto Leona como o artista marcial estavam com a movimentação prejudicada, acabavam mantendo o mesmo ritmo.
Off e Observações:

Ponto-situação dos personagens:

[spoiler=Legenda]
Sargento Astrid Falas
Cabo Silva [Falas

NPC’s e afins:



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Masques
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ACT 14


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A primeira investida havia dado certo em parte, podia sentir o sangue fluindo por meu corpo, uma sensação de calor vindo do peito, era pra isso que estava ali. Eu então sorri para o comentário do tritão, ele havia me acertado mas não sei se foi a adrenalina ou o quê pois eu não havia sentido tanta dor de seu ataque, minha cara séria se tornava um sorriso um pouco atrevido enquanto eu guardaria meu bastão em minhas costas. "Tem razão meu peixe, hora de sujar as mãos. Após o comentário então, eu daria alguns pulinhos assim como ele, deixando os braços leves balançando com os impactos dos pequenos saltos.

A partir do momento que o segundo salto encostasse no chão eu iria em direção ao tritão com tudo, tentando utilizar ao máximo os meus reflexos e esperando o momento certo assim que ele me atacasse eu então me abaixaria, com o objetivo de desviar do seu ataque e estar na altura do seu tronco para então desferir um soco com o braço direito com tudo em seu abdômen. Caso a investida fosse bem sucedida eu então continuaria, subindo o meu corpo junto com meu braço esquerdo, dessa vez visando um gancho bem colocado no queixo do tritão  e por fim caso o gancho fosse bem sucedido então eu o chutaria de maneira frontal visando derrubar o seu corpo a uma distância apropriada para que então pudesse aproveitar e ir para cima do espadachim.

Caso o tritão tomasse a ofensiva onde ele precisasse investir para cima de mim, esperaria até o momento certo, onde então me abaixaria o máximo possível, deixando a perna esquerda flexionada, as mãos de apoio no chão e a perna direita esticada, onde então passaria a perna com toda velocidade e força possível nas pernas do oponente dando-o uma rasteira circular. Assim que ele caísse, eu me impulsionaria para cima do tritão e tentaria desferir um soco de direita potente em seu rosto, após desferir o soco me levantaria e iria em direção ao espadachim.

Se a ofensiva do tritão fosse de combate de curta distância, tentaria então me esquivar dos ataques do tritão, jogando meu corpo e cabeça em direções opostas aos ataques de meu inimigo, esperando a oportunidade de contra-atacar através de um soco bem colocado no queixo, peito ou pescoço do tritão. Caso me esquivar não fosse possível e eu visse que o ataque iria colidir comigo, tentaria redirecionar o ataque, batendo no membro atacante com a palma aberta e empurrando-a para longe de mim.

Na situação de o espadachim conseguir chegar até mim para me atacar eu tentaria novamente me jogar sempre pra trás em direções opostas ao ataque da lâmina, tentaria sempre procurar a oportunidade de desarmar o espadachim bêbado, seja acertando a mão que segurava a espada ou com um golpe bem colocado em sua clavícula tentando ao menos deslocá-la.



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gmasterXEstagiário
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Not Enough Shooting Stars
Vs Hooligans





A adrenalina aumentava e junto dela a fúria crescia. Alex não costumava deixar suas emoções tomarem o controle, mas após ter um dia meio merda e seu dinheiro saqueado, ele acreditava que tinha o direito de se soltar. O líquido rubro escorria de seu rosto, aquecendo a sua face e lhe lembrando do quão vivo  ele estava, e de como um erro poderia colocar tudo aquilo a perder. Encarando o perigo, ele sorria, pois sabia que quando se encara o abismo, o abismo encara de volta e ele acreditava que a visão que o próprio abismo tinha era bem mais temerosa.

O seu maior empecilho e alvo estava de pé bem a sua frente. - HAHAHAHAHA! ESSA NOITE, RAPAZES, EU SOU O PRÓPRIO DIABO! ENTÃO SEJAM BEM VINDOS AO INFERNO! - Ele berraria, o mais alto que pudesse, medindo os homens com seus olhos tão avermelhados quanto seu sangue, numa tentativa de intimidar aqueles ali presentes e desestabilizar o seu emocional. Agora que o atirador tava bem ali a sua frente, dando sopa, Alexander tinha aquela batalha nas mãos… Quer dizer… Era isso que eu teria dito se ele ainda estivesse armado. Parte do seu plano foi por água abaixo já que ele não estava mais de posse de sua querida adaga, mas a aquela distância seu oponente estava muito mais suscetível aos seus avanços. Felizmente ele não havia derrubado seu paletó e nem a gravata, além de que, aquele se mostrava ser um beco bem sujo, e todos os tipos de dejetos poderiam ser usados como armas. Fora que o sangue claramente havia lhes subido a cabeça, então os truques de Alex seriam muito mais efetivos, tudo que restava agora era ter empenho e dar o máximo.

Primeiro, ele precisava esmagar o inseto mais próximo dele. A estratégia seria basicamente a anterior, mas só com a parte que ele não teve tempo de fazer. De início, ele levaria as mãos até as costas, fingindo sacar uma outra arma, para que eles não descobrissem que aquela era sua única adaga. Como o atirador estava extremamente próximo, era bem possível que ele ficasse nervoso com a ideia do ataque que estava por vir. Se ele mordesse a isca, Alexander arremessaria o paletó contra seu rosto para obstruir sua visão. Caso aquilo não fosse o suficiente, ele se comprometeria ao seu ato, e avançaria como que estivesse pronto para dar uma faca, nessa altura ele estaria extremamente concentrado para não ser enganado, ou estaria com medo, por isso Alex seguiria com o plano do paletó.

Com o caminho livre, ele buscaria a garrafa vazia que havia usado mais cedo ou algum outro objeto que estivesse mais próximo. Com toda sua destreza, ele miraria bem na mão que segurava a arma e daria uma porrada bem onde mais doesse para que ele largasse o objeto. Após isso, o rapaz daria uma porrada bem em sua cabeça, que provavelmente estaria coberta pelo paletó, visando quebrá-la e torná-la uma arma perfuro cortante, ou para extrair um caco de vidro grande o bastante para utilizar. Se o atirador tivesse largado sua arma, e Alex não tivesse êxito em transformar sua, ele a arremessaria na direção do espadachim e cataria a pistola do chão. Caso contrário ele a chutaria para longe do meliante a sua frente, e cravaria o vidro sujo em seu peito, o apunhalando múltiplas vezes, como se estivesse manuseando sua adaga.

Tendo se livrado do atirador ou não, ele imediatamente partiria pra cima do espadachim. Seu oponente já tinha uma noção de que o galã era adepto de truques sujos, por isso ele não perderia tempo lançaria mais um de seus patenteados truques. Dessa vez, ele correria mais próximo ao chão. Durante sua corrida, ele prepararia um ataque bem telegrafado, dando indícios de que aquela era uma finta, mas ao invés de mudar da idéia, ele seguiria executando o ataque, que no caso seriam múltiplos cortes contra as coxas do pirata, interrompendo a corrida e indo na direção de sua adaga. Se tivesse descartado a garrafa, ele tomaria o mesmo curso, mas utilizando sua adaga imaginária para fintar em direção a adaga verdadeira.

Se tivesse sucesso em obter a adaga, ele lançaria a garrafa contra o espadachim novamente, dai ele provavelmente vai soltar um " isso não funciona duas vezes" ou algo do tipo, dai, ao invés de correr pra cima dele, Alexander fecharia um de seus olhos, seguraria a adaga pela lâmina e a seguraria sobre seu ombro, como alguém prestes a arremessar um dardo, num ataque extremamente telegrafado como o anterior, mas o truque dessa vez será o seguinte: Ele fingiria estar mirando em seu olho quando na verdade estaria mirando no pé que havia atingido mais cedo. Faria um arremesso rápido, para não ter muito tempo de reação, e imediatamente após o arremesso, Alex avançaria. Ele cataria sua faquinha e se levantaria dando uma estocada bem em sua barriga, em seguida, ele pularia e se penduraria no homem como uma criança abraçando o papai noel. Naquela posição, ele esfaquearia suas costas múltiplas vezes, até sentir uma reação de sua parte. Por fim, ele terminaria seu combo executando dois cortes, um em cada lado de seu pescoço, pois ele queria ver o sangue jorrar para ter mais pontos de estilo, só que não sabia com exatidão de que lado fica aquela veia do pescoço

Apesar de tudo, a defesa seria seu foco principal. Nisso, ele agiria de forma mais reacionária, interrompendo toda e qualquer coisa que estivesse fazendo para se esquivar da forma apropriada.

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Unos: Vasco

- Leona D. Zenith -




Sangue e suor manchavam o solo arenoso do beco que havia se tornado o campo de batalha compartilhado pelos quatro combatentes. O espadachim, homem que parecia liderar o pequeno esquadrão de vagabundos, já havia sido eliminado. Restavam os dois inimigos, agora assustados e, no caso do artista marcial, ferido. Apesar de talentosa e extremamente agressiva em combate, ainda possuía limitações físicas por estar no início da minha carreira como combatente, e enfrentar múltiplos oponentes não era algo que conseguia fazer sem correr o risco de eventualmente sofrer dano de seus golpes. O tiro que acertara minha perna dificultava minha mobilidade, em proporção similar à do ferimento que causara no artista marcial. Estava, nesse momento próxima do atirador, o que poderia ser minha melhor oportunidade, não podendo recuar já devido a mobilidade prejudicada, tendo apenas aquela janela para finalizá-lo antes de ser alcançado pelo lutador. Esboçaria um sorrido sádico no rosto e, enquanto dava sequência à investida, daria um grito de guerra, similar a um rugido, visando desestabilizar o atirador para ou atrasar seu tempo de reação, ou induzí-lo a tomar uma atitude impulsivamente, propositalmente simulando a intenção de atacá-lo de frente para, assim que o mesmo estivesse prestes a levantar a arma, utilizar minha prontidão e a perna esquerda como base na intenção de mitigar momentâneamente a redução de mobilidade causada pela bala na perna direita, para impulsionar meu corpo para a direita, virando estar à direita do atirador, com o escudo entre nós dois e ambas as pernas ainda no ar devido ao pequeno salto, visando minimizar não apenas o tempo de reação do homem, como as áreas em que ele poderia com sucesso acertar um tiro. Por fim, em um movimento circular com um misto de ferocidade e a graciosidade, rotacionaria a lança para perfura-lo diretamente na garganta enquanto ainda sob a proteção do escudo. Caso estivesse próxima o suficiente, utilizaria uma investida com o escudo para acertar a mão que portava a, agora única, pistola que o homem carregava, visando criar uma abertura para que pudesse finalizá-lo de forma ainda mais segura. Se o mesmo tivesse um tempo de reação maior que o esperado e conseguisse, apesar da proximidade, recuar para fora do meu alcance, trocaria a estocada final por um arremesso da lança diretamente em sua garganta, visando finalizá-lo o mais rápido possível para que não tivesse a oportunidade de realizar um "último disparo"

Caso o atirador fosse de fato finalizado, haveriam dois possíveis cenários, que exigiram progressões de movimento e estratégias distintas para que pudesse neutralizar o artista marcial.

Se conseguisse matar o atirador sem a necessidade de arremessar a lança, ao pousar do salto da súbita investida, provavelmente sentiria um atordoamento momentâneo com a dor que viria ao colocar a perna direita em solo novamente. Para mitigar esse efeito, buscaria reduzir a maior parte do impacto com a perna esquerda e assumiria uma posição defensiva com o escudo. O lutador provavelmente tembém teria sua ofensiva reduzida, devido ao golpe que havia conseguido infringir anteriormente, mas manteria o posicionamento do escudo de forma a facilitar sua movimentação e aparar os ataques do inimigo, utilizando a perna esquerda para dar leves passos para trás se minhas pernas fossem o alvo da investida do oponente, buscando recuperar o fôlego para, enfim, utilizar o escudo ofensivamente, não apenas bloqueando o golpe, mas empurrando o lutador para trás no momento exato em que sua perna machucada estivesse sendo utilizada como base para, possivelmente criando o espaço necessário para, em um movimento súbito, utilizar a lança para atravessar o joelho da perna que ainda se mantinha intacta, com o objetivo de impedir quase que totalmente sua movimentação. Caso fosse necessário arremessar a lança, repetiria a estratégia de pouso e de defesa iniciais, dessa vez assumindo o escudo com as duas mãos e manuseando-o de forma a empurrar e aparar o oponente a cada golpe desferido pelo mesmo ao passo que me movimentava em direção a lança, ainda atento para um possível milagre ou "último ato" do atirador caído, pulando bruscamente para a esquerda caso o mesmo estivesse prestes a efetuar um disparo, visando fazer o tiro do homem atingir seu próprio companheiro. Uma vez que isso não acontecesse, apenas seguiria em passos em um ritimo que não causassem maior dano à perna machucada, até que pudesse alcançar a lança e utilizar da mesma estratégia ofensiva que planejara caso conseguisse tela em mãos desde o início.

Caso conseguisse perfurar a perna do lutador, prosseguiria novamente com a tentativa atravessar a lança em seus joelhos, cotovelos, ombros e, por fim, em seus tendões de aquiles, visando inutilizá-lo por completo para que pudesse ser interrogado posteriormente, me mantendo fora da distância de possíveis socos, cabeçadas, ou arremessos de objetos que pudessem ser feitos devido ao desespero, mantendo um sorriso no rosto ao testemunha-los.

— Isso é retribuição pela bala na minha perna. Não esperava lutar contra três vira-latas e sair sem nenhuma mordida, mas isso não significa que não tenha doído, idiota! — Diria, extremamente irritada, provavelmente comigo mesma por ter me permitido ser atingida, mas descontar a raiva no possível pirata se mostraria surpreendentemente terapêutico. — Esse símbolo, é uma Jolly Roger, não é? Mais um bando desgraçado burro o suficiente pra tentar agir em uma das ilhas mais guardenecidas do East Blue? Bom, vocês teriam fugido quando me viram se fossem minimamente inteligentes. Dentre todas as ilhas, vocês... — Uma epifania me surgia na cabeça, que em situações normais já teria vindo antes, mas o cansaço do combate provavelmente haveria retardado meu raciocínio. O desaparecimento do cabo, um bando pirata agindo em uma das piores ilhas para tal, isso provavelmente só aconteceria se... Houvessem marinheiros envolvidos.

Abandonaria o homem em um canto mais inóspito do beco e partiria em direção ao outro lado do estabelecimento, buscando auxiliar Shen, que poderia estar correndo um risco maior do que havia pensado inicialmente.







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Oitavas de final


~Shen~

O lutador escolhia resolver as coisas na mão, literalmente. Tomando a ofensiva após alguns breves pulinhos, Shen partiu desenfreado na direção do homem-peixe, parando apenas no exato momento em que o adversário parecia executar seu contra-ataque, desviando por pouco de um soco pesado de cima para baixo, que chegava a fazer “ventinho” no rosto do lutador devido a proximidade. Aproveitando-se do momento, prosseguiu com um soco poderoso na barriga do oponente, que soltava um “Argh!” devido ao impacto, deixando sair alguma saliva de sua boca enquanto rangia os dentes devido ao impacto. O homem-peixe até tentava responder ao tentar montar sua guarda novamente após seu contra-ataque falho, mas Shen era mais rápido, conectando um gancho de esquerda no queixo do rapaz. Tamanha fora a força do golpe que o corpo do homem-peixe chegava a sair alguns centímetros do chão, caindo inconsciente com os olhos completamente brancos e saliva no canto da boca. Mudando de alvo, manteve o ímpeto o jovem Ikimura, indo na direção do espadachim que mal conseguia se manter de pé. Não tinha dificuldades em desarmá-lo, visto que o rapaz já tava tendo dificuldade mesmo sem ninguém lhe atrapalhar. Cambaleante, ele tentava focar no que tinha acontecido.

-Ah seu fidumaégua! Me dá isso*hic* aqui, corno!

Dizia o espadachim, tentando recuperar seu item que acabava caindo próximo a parede do beco, mas como antes, o senso de direção de alguém a dois goles de um coma alcóolico não era lá dos melhores.

~Alexander~

Falando em bêbados… O atirador que encontrava-se num combate corpo a corpo com o galanteador também não estava 100%, mas definitivamente encontrava-se melhor que seu companheiro espadachim que enfrentava Shen do outro lado do beco. O astuto galante, como sempre, achava uma maneira criativa de ter vantagem mesmo numa situação desfavorável, há quem diga até que se o universo desse RPG fosse no Brasil, ele certamente seria carioca. Utilizando de suas vestimentas como anteriormente, ele iniciava sua ofensiva fingindo sacar uma nova arma de suas costas, o que funcionava muito bem devido a seu talento natural para dramaturgia, além da perda de nervos que os oponentes se encontravam devido aos truques anteriores, percebendo que havia funcionado, arremessava seu terno contra o rosto do rapaz, obstruindo sua visão temporariamente. -Má que porra! Para de firula, peste! Quando tirava o terno de sua face, Blackwood já se encontrava com uma nova garrafa mirando a mão que segurava a pistola do atirador e teria conseguido efetuar o ataque, não fosse pela intrusão do espadachim, que passava a lâmina bem entre o ladino e o atirador, interrompendo o ataque e fazendo com que o galanteador rolasse para desviar do ataque. Talvez a dama da sorte estivesse sorrindo para Alex naquele momento, após um dia não tão fortuno assim, pois ao fim de seu rolamento, podia sentir em suas mãos a adaga que havia arremessado anteriormente. Buscando ficar com a mão livre, ou pelo menos essa parecia ser a ideia, além de atrapalhar o oponente restante, ele arremessava a garrafa na direção do espadachim, que desta vez, invés de bater na garrafa para que ela fosse em outra direção como fez com a anterior, resolvia cortar o item, o que, caso ele estivesse em seu estado mental normal, teria percebido que era uma péssima ideia.

*Prrrriiiink*

O item espatifava-se em meio ao ar, cegando momentaneamente tanto o espadachim quanto o atirador devido aos cacos de vidros que voavam pelo ar. Foi apenas por um curto estante, visto que apesar de estarem piscando constantemente, logo conseguiam voltar a focar-se novamente no combate, mas isto dava tempo o suficiente para Alexander emendar outro truque, desta vez na direção do espadachim. -Gyahaha! Não vou cair nesse truque duas ve- Confiante e com seu pensamento crítico (Se é que tinha algum) bem abalado devido ao modo sujo como lutava o rapaz, até mesmo para um pirata como o espadachim, ele estava crente que aquela corrida rasteira que o jovem Blackwood fazia era apenas mais uma finta e se preparava para o golpe de verdade, contudo, tinha sua fala interrompida no meio quando percebeu, já tarde demais, que aquilo não era uma finta e sim um ataque de verdade, cortando seus tendões num golpe de sorte do ladino. -AAAAAAAAAAAAAArgh! Soltava um urro de dor o espadachim. Aquela era uma região bem sensível para se ter um ferimento, principalmente um tão profundo como era o caso dele. Com sangue jorrando da região logo acima de seu calcanhar, o espadachim, começava a rolar no chão tentando “tampar” o vazamento de sangue com as mãos. -Minhas pernas, aaaaaa Desesperado, ele gemia de dor enquanto rolava. Aproveitando-se dessa brecha gigantesca, o astuto perfurou o abdômen do homem, fazendo com que o local todo parecesse uma fonte renascentista de um líquido rubro. O atirador, contudo, talvez devido a bebida que ainda estava no seu sangue, demorava mais para se recuperar do estouro da garrafa anterior e os cacos de vidro parecia ter lhe afetado mais que o espadachim.

-Mas o que…

Quando finalmente voltava a enxergar, a primeira coisa que notava era seu companheiro já sem vida no chão não muito distante dele e buscava rapidamente com sua visão encontrar aonde estava o charmoso falastrão, que para seu azar, estava logo a seu lado, utilizando um caco de vidro de tamanho alongado como uma adaga auxiliar. No susto, o atirador tentava abaixar-se para desviar da ofensiva do marinheiro, o que apenas fazia com que ele perdesse a cabeça, não literalmente, mas uma boa parte dela fora perfurada pela real adaga de Alexander que estava em sua outra mão e, mesmo que não tivesse pensado nesse ataque, o atirador acabava mergulhando seu queixo na ponta da adaga do rapaz ao tentar abaixar-se para esquivar do ataque anterior. Alexander havia lidado com os dois oponente e, a sua frente, poderia perceber o embate que Shen travava contra seus oponentes, além de, agora que a sua própria luta havia terminado, caso prestasse bem atenção, poderia ouvir que mais sons de batalha eram ouvidos do lado de fora do beco, na saída por onde Shen havia chegado, do lado oposto de onde se encontrava. Porém, o que de fato poderia ser captado nitidamente pela audição do patife sem esforço nenhuma era uma voz feminino que ressoava delicadamente em sua orelha e, que se não fosse pela fala, o jovem Blackwood nem sequer teria percebido ela ali.

-Vim para cá correndo quando falei com o Chad e ele me deu a descrição do suposto pirata que fez a transação… Então era você mesmo, huh?

Uma voz conhecida pelo galanteador. Violet aparecia no beco, num momento bem oportuno, sussurrando em seu ouvido e se afastando do rapaz logo em seguida em direção ao espadachim que Shen enfrentava. -E pro chão você vai, fedido. Arremessando uma adaga precisamente no meio da testa do espadachim embriagado, a mulher continuava caminhando, indo em direção ao único lugar onde um combate parecia ainda estar acontecendo.

~Leona~

Enquanto tudo isso ocorria ao mesmo tempo no beco mais próximo, na fronte de batalha da solitária lanceira as coisas pareciam encaminhar-se para sua conclusão também. Soltando um urro de batalha que fazia com que o atirador soltasse um “Yiiiik!” enquanto se descontrolava com a arma tentando recarregar mais rápido, a ruiva graciosamente saltava para sua lateral, protegendo-se com o escudo entre os dois. O rapaz até conseguia recarregar a tempo, mas Leona já estava próxima demais dele e, com o escudo tão próximo, não encontrava nenhum lugar onde pudesse efetuar efetivamente um disparo, gastando o cartucho contra o escudo mesmo e, quando finalmente parecia ver uma brecha, percebia que na verdade a parte que era exposta pela lanceira era sua mão de dominío. -Mas que mer Jorrando sangue, que sujava os ombros da marinheira, além de boa parte de seu escudo, ela finalizou o atirador, que caía ao chão já sem vida devido a perfuração em sua garganta. Prosseguiu então para o alvo restante, o lutador ferido que a seguia. Devido ao movimento anterior focado no atirador, por mais que Leona fosse ágil, o rapaz não estava tão distante assim para um movimento tão bem elaborado como aquele não lhe desse tempo suficiente para atingir pelo menos um golpe e assim o fazia, acertando as costas da lanceira com um chute lateral efetuado após um pequeno salto para encurtar a distância, apesar de, assim como Leona, ambos os combatentes gritavam assim que tocavam o chão novamente, devido a dor momentâneo de cair com o peso do corpo sobre o ferimento na perna. O chute fazia a Ruiva avançar alguns passos para frente, visto que recebeu o golpe nas costas, dando uma breve perca de fôlego devido ao local atingido e, assim como todo ser humano, a lanceira “puxava ar” por alguns instantes, buscando jogar o tão necessário oxigênio novamente para dentro do corpo.

*Huff… Huff*

Ofegante, o rapaz tentava firmar a base da maneira que podia com seu ferimento, assim como a escudista. Ambos iam para o ataque, mas devido ao alcance do armamento que utilizava, Leona tinha uma ligeira vantagem, por mais que o golpe do lutador ainda assim conectasse na moça, ele apenas atingia o escudo, que era subitamente pressionado contra o corpo da ruiva devido ao impacto, mas em compensação, o ataque dela atingia a mesma perna que o rapaz havia efetuado tal ataque, fazendo assim com que ele ficasse com ambas as pernas feridas e caísse de joelhos ao chão. Talvez devido ao excesso de raiva, ou apenas para extravazar as emoções restantes, Leona ainda efetuava mais uma estocada no ombro do rapaz, que já estava visivelmente rendido. Com a mão sobre o ferimento no ombro, enquanto respirava com dificuldades, cuspindo sangue num intervalo nada saudável de tempo, o rapaz ouvia a marinheira falar.

-Olha… Só… Parece que eles ensinam a… Ler… Na escolinha de mari…nheiros… hãn? Haha…. Sim… É uma Jolly Ro…

Parecia que as forças do rapaz finalmente se esgotavam e ele finalmente caía ao chão, sem terminar sua fala. Não parecia estar morto, apenas os ferimentos recentes, misturado com o cansaço e possível hemorragia que sofria eram o motivo de seu colapso.

*Clap Clap Clap*

Por trás da marinheira, palmas eram ouvidas, parecendo vir de uma única pessoa. E logo, pela escuridão do beco, uma figura esbelta com um terno típico do governo mundial surgia dentre a iluminação precária do local. -Bravo! Um espetáculo a altura de alguém escolhida pela baixinha. Huhuhu… Aproximando-se da marinheira, Violet prosseguia sua fala, de forma que todos os três no local pudessem ouvir. -Fez bem em deixar pelo menos um deles vivo para interrogatório, marinheira. Vou levar esse para o QG, vocês três merecem um descanso após essa agitação toda. Não se preocupe, não vou tirar a diversão de vocês, podem interrogá-lo a vontade pela manhã, mas se ele não for tratado, possivelmente morrerá ai mesmo nesse chão. Comentou ela, acendendo um cigarro enquanto limpava sua adaga nas roupas do atirador caído ao chão. -Sobre a Jolly Roger… Você ai, soldadinho que quer brincar de agente… Apontava na direção de Alex, aparentemente ela não queria passar a ideia de que os dois se conheciam. -Você interferiu diretamente numa investigação ativa do Governo Mundial, poderia me dizer porque caralhos você estava se passando por pirata? Faz meses que entramos em contato com o Chad e finalmente conseguimos ter o contato físico com o fornecedor, mas você estragou tudo tomando o lugar do alvo de verdade… Coçava a testa, suspirando.

-*Sigh…* Se quer algo bem feito, faça você mesmo, huh? Bom, não importa, o que está feito, está feito. Acho que já compartilhei até mais do que deveria com vocês, mas uma última dica de uma… Entusiasta, por assim dizer, do grupo da baixinha… Esse tal bando com o qual vocês acabaram de se envolver são algo além de piratas.

Demonstrando uma força desproporcional a sua aparência, a mulher pegava o lutador pelo colarinho, arrastando-o pelo chão. -Ugh. Que catinga… Ah, sim, acabei esquecendo… Vocês podem me chamar de Violet. Sou uma agente do governo mundial e, especificamente para vocês dois… Apontava para Leona e Shen. -Se a baixinha explicou a vocês o motivo, bem, digamos que eu sou a outra parte da aposta que ela fez. Com um sorriso enigmático, a mulher começaria a caminhar na direção do QG arrastando o homem.

~Todos

Os três finalmente pareciam estar no mesmo ambiente e, considerando o que a agente tinha dito, sua patrulha já havia se encerrado, principalmente considerando a posição que a lua preenchia no chão estava claro que já haviam passado de seu turno a cerca de 1h. A agente ainda estava numa distância visível para todos, poderiam falar ou tentar obter alguma informação com ela caso quisesse no caminho de volta ao QG, uma vez que ela parecia estar indo para lá também. Leona, claro, agora que a adrenalina do combate ia se esvaindo lentamente começava a sentir de forma mais intensa em sua perna, assim como Alexander, que sentia uma ardência no rosto devido ao ferimento. Shen, contudo, parecia ser o único que saía da situação quase ileso, não fosse pelo soco que havia recebido do homem-peixe anteriormente, mas que não chegou a causa nada grave devido a sua tolerância natural a dor.

Claro, o relatório podia ser entregue pela manhã caso assim desejassem, uma vez que a patrulha da dupla era noturna, assim como a designação de Alex, o que deixaria o trio com o restante da noite e madrugada livres para fazerem o que quiserem, apesar de, assim como dito pela agente, talvez um descanso fosse o mais recomendado.
Off e Observações:

Ponto-situação dos personagens:

Legenda:

NPC’s e afins:



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Not Enough Shooting Stars
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No meio daquele beco estava ele: O grandíssimo ator, que havia acabado de tirar duas vidas enquanto se esforçava ao máximo para não levar uma bala na testa. Sem fôlego, lhe restava apenas recuperá-lo e observar a bagunça que havia causado. Não tinha orgulho daquilo, mas não era uma visão bem alienígena para ele. Aos poucos ele entrava em um estado de estupor induzido pelo relaxamento repentino. Alex finalmente estava num estado vulnerável, e como se as estrelas se alinhassem, algo ou alguém lhe pegava de supetão. Automaticamente seu corpo se tencionou e um misto de arrependimento e medo tomavam conta do rapaz, até que ele finalmente notou como era familiar aquela voz. Discretamente, ele suspirou aliviado e ajeitou sua postura.

- O inconfundível, bebê. -  Ele sorriu e se inclinou para catar o paletó que tinha derrubado. Violet claramente passava um ar de segurança para o rapaz Blackwood, o que fazia o alívio que sentia ser ainda maior. Com calma, ele vestiu a gravata e o paletó de seu terno, e limpou a adaga que estava coberta de matéria orgânica de todas as origens na camiseta de um dos defuntos. O sangue que lhe cobria era mais notável naquele momento mais calmo, o que fazia Alexander sentir comichões e picadas por todo seu corpo, e isso deixava bem claro o que devia ser feito assim que chegassem no QG. Após sair de seu breve devaneio quanto a sua higiene, Alexander conseguiu assistir a agente eliminar um dos piratas com extrema facilidade. - E-Ela fez o que eu queria fazer, só que bem melhor - Ele coçou a nuca, tanto pelo incômodo que sentia de estar todo sujo, quanto pela surpresa.

Antes que pudesse notar, a confusão terminou tão rápido quanto havia começado, e lá estava o nosso herói: De pé, perto daquela ruiva e do baixinho que lhe deu uma mão. - E ai, ruivinha? Não conseguiu ficar longe de mim? - Ele comentou, assim que notou a presença da dama que havia conhecido mais cedo. Fora isso, ele estava um pouco cansado demais para manter todas as outras gracinhas e trejeitos que ele costumeiramente faria. - Baixinho! - Ele se virou para Shen. - Você salvou meu couro ali atrás, valeu. - Ele ergueria o dedão, lhe dando seu melhor sorriso com um sinal de positivo.

Enquanto a possível futura mãe de seu filho fazia sua apresentação e passava todo o seu papo autoritário, Alex devaneava novamente. Pensava em como poderia ter melhorado aquele embate e como contornar a desvantagem que sofria contra atiradores. - Eu com toda certeza preciso de uma segunda faca. Fora isso… Aquela garrafa explodindo no final foi uma boa jogada… Talvez eu devesse fabricar explosivos… Granadas de fumaça… Atordoamento… Talvez eu posso até incrementar armadilhas com elas… Sim sim… Eu sei bem o que eu devo faz- - De repente, seu pensamento foi interrompido pela chamada de Violet, e sem muitas delongas, ele puxou de seu bolso a redesignação. - Estava apenas seguindo ordens, senhorita. Se tem reclamações a fazer, recomendo que as dirija a quem me designou essa missão. - Ele disse, lhe entregando o papel. - Mas não foi exatamente em vão, já que agora, o vigarista que tentou roubar o dinheiro do grandioso capitão está sob os holofotes. Não haverá nenhuma suspeita sobre a sua missão tão cedo, além de que, eu acabei de atrasar a operação deles. - Ele a complementou, coçando seus braços por conta dos comichões. - Porém, todavia, entretanto, se realmente acredita que eu fiz tão mal para a sua missão, me ofereço para lhe pagar um jantar como um pedido de desculpas. - Ele soltou quase que automaticamente, já que apesar  de que a garota aparentemente estivesse tentando esconder qualquer relação entre os dois, aquilo ainda estava dentro do padrão de Alex.

Agora, tudo que lhe importava era aquele bendito banho. Mesmo distante do QG, parecia que o chuveiro clamava pelo seu nome, então, assim que botasse os pés no local, ele caminharia apressadamente até lá, se despiria prontamente e tomaria um demorado banho, se esfregando e ensaboando seu corpo todo umas 5,6 ou até mesmo umas 7 vezes, para se livrar daquela sensação desagradável de sujeira e não ser visto com alguma mancha de sangue. Terminando seu ritual sagrado, ele vestiria seu uniforme,  partiria para a lavanderia e tomaria conta de limpar o terno ele mesmo. De lá, ele passaria na enfermaria para pegar um curativo para colocar naquele arranhão, e dali ele buscaria seu superior para reportar o fim de sua missão, passando as informações que tinha obtido.

Assim que estivesse livre, ele pegaria o livro que havia pego emprestado e voltaria para a biblioteca. Se ainda estivesse aberto, ele devolveria o livro, que se deus quisesse, estaria num bom estado. Por fim, ele terminaria sua noite, buscando e lendo um livro sobre mecânica, para pôr em ação o que havia planejado mais cedo.  

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ACT 15


I - The Fellas Project


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O ver o tritão caído, pelas minhas mãos não pude de deixar um sorriso escapar, eu só precisava dar um jeito no espadachim e então eu poderia simplesmente ajudar o maluco atrás de mim com seus problemas. Ao dar um passo em sua direção pude ver o exato momento em que uma adaga parecia encaixar na testa do bandido embriagado. Um choque de realidade então acontecia ali, eu por um momento não pude acreditar, em um momento ele estava ali se mexendo e agora imóvel num beco, o miserável havia morrido embriagado inclusive. Eu queria brigar com quem fosse responsável, mas palavras não pareciam sair de minha boca. Eu não podia ajudá-lo nem se quisesse.

Cerrava por um momento os meus punhos e ao virar para gritar, porém eu a via saindo do beco e sem pestanejar começava a segui-la, até que outra situação caía sobre meus ombros, me acordando para tudo o que havia acontecido ali, parte de mim queria gritar que o que ela havia feito não era justo mas também eu sabia que não seria nada justo criar um possível problema para os outros marinheiros que estavam ali, não conseguia olhar para cima, mantinha a cabeça baixa apertando ainda mais os meus punhos de maneira fechada. O fim dessa confusão havia de fato doído em mim muito mais do que a porrada que havia levado do tritão, enquanto eu remoía meus sentimentos a Agente continuava falando, mencionando a nossa equipe e a Sargento, respondendo ao homem Ah...é, de nada. eu afirmava num tom melancólico

Ótimo, eu realmente não podia falar nada, não só criaria um caso para a Sargento mas como para nós três. Em minha mente continuava pensando em ficar calado, que eu não poderia ganhar nada ali de uma explosão de sentimentos, engolia seco enquanto ouvia o fim do discurso da agente que então saía arrastando um dos criminosos. Eu então finalmente superava o suficiente do momento para olhar para Leona e o outro homem que estava ali.

Respondendo ao homem Vocês precisam de alguma ajuda pra chegar no QG? Eu perguntava aos dois ali, vai que alguém precisasse de ajuda ainda, e caso respondessem que sim. Os ajudaria a chegar no QG nem que fosse carregando algo pra eles que estivesse pesado. Caso dissessem que não Tranquilo, já vou. eu saía em direção ao QG, assim que chegasse eu iria a algum lugar privado para poder processar o que havia acontecido ali, respiraria fundo, tentando lutar contra a vontade de gritar, " Como que alguém faz aquilo do nada?!" eu me perguntava, levando as mãos na no rosto, Ninguém ali merecia aquilo, o que diferencia a gente fazer isso do que eles iriam fazer com aquele cara?. continuava falando baixo comigo mesmo, lutando ao máximo contra as lágrimas e a vontade de simplesmente surtar.

Eu então me sentaria em cima dos meus próprios joelhos, colocando as palmas de forma que meus dedos ficassem entrelaçados com ambos os dedos mínimos ficassem esticados encostando um no outro e por meio de respiração e foco tentava superar o surto da situação, me lembrava que guerreiros precisam em alguns casos parar alguém a todo custo, tentaria então apagar a dúvidas da minha mente, tentaria me relembrar que estou lutando para cumprir meu objetivo e pelo bem da população. Ao terminar então eu iria ao banheiro onde então tentaria tomar um banho rápido.

Posição da mão:

Saindo do banho eu então iria ver se ainda restava tempo para descansar e se caso houvesse eu tentaria fazer tirar uma soneca onde se possível tentaria acordar um pouco mais cedo para então tomar um café da manhã caso houvesse vontade e então ir entregar o relatório a minha superior. Caso fosse escrito, eu iria descrever toda a situação, desde os encontros menores até o momento onde encontrei o grupo de ladrões no beco tentando atacar um soldado da marinha. Eu também iria descrever em detalhe o combate o qual eu havia entrado e a intervenção da Agente Violet durante o confronto da Marinha contra os meliantes.

Dados:

Objetivos:





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Leona
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Unos: Vasco

- Leona D. Zenith -






O violento combate chegava a sua conclusão. De pé, permanecia, rosto, uniforme e mãos ensanguentadas, todos os inimigos: mortos ou inconscientes. Estranhamente, podia sentir algo latejando dentro de mim. Talvez seja a própria força que tanto desejava cultivar, talvez apenas a felicidade e orgulho de obter o primeiro sucesso definitivo como combatente. Uma leve preocupação com o prazer que sentia ao infligir dor aos inimigos rondava meus pensamentos, antes de ser interrompida por palmas de alguém que não havia notado chegar. Teria sido devido ao cansaço e exaustão do combate, ou ela de fato não havia feito nenhum som ao se aproximar? Atrás dela, duas figuras familiares, Shen e o homem suspeito que havia conhecido mais cedo que parecia fazer algum tipo de comentário que era prontamente ignorado, enquanto me dirigia a Shen.

— Parece que as coisas não foram nada bonitas do seu lado tambem, não é? O que aconteceu lá dentro? — Diria, enquanto poderia notar alguns resquícios de um forte descontentamento na expressão do marinheiro. — Bom, você vai ter tempo para me contar depois, por hora, vamos voltar ao QG. — O homem realmente parecia abalado, talvez a coisa tivesse sido feia lá dentro também, ou ele não estava mentalmente preparado para a parte suja do trabalho de um marinheiro, corresponderia à oferta de ajuda do homem, entregando-o o meu escudo para que carregasse uma vez que minha mobilidade estava limitada. Talvez ajudar o animasse também. Chegando ao QG, agradeceria a Shen pela ajuda e pegaria o escudo de volta. — Não sei o que aconteceu lá dentro e não nos conhecemos tão bem assim, mas certas coisas te devoram por dentro se não as deixar sair. Estou aqui se quiser falar sobre, bom, te vejo depois!

Partiria em direção enfermaria onde buscaria tratamento para os ferimentos causados na batalha o mais rápido possível, para evitar infecções. Durante o tratamento, refletia sobre os acontecimentos que se passaram e sobre o combate em sí. Se estivesse confiante e fosse capaz de calcular a trajetória, poderia ter arremessado a lança no atirador no início do combate, e usar o escudo para me defender dos ataques corpoa a corpo dos outros dois até recuperá-la. Poderia ter saído dali sem nenhum ferimento se o fizesse, mas não estava confiante de que conseguiria calcular corretamente a trajetória do arremesso. A perda de fôlego também havia sido extremamente prejudicial, foi ela que impediu que finalizasse os inimigos ainda mais rápido. A resolução de ambas essas fraquezas seria o meu próximo objetivo em curto prazo. Uma vez que devidamente tratada. Partiria em direção a academia apenas para fazer algumas barras, meu corpo todo começava a coçar quando ficava muito tempo sem fazer exercícios físicos. Faria o limite do que pudesse antes de começar a suar, para evitar infeções na perna machucada. Pousaria com a perna boa e partira em tão em direção ao refeitório, onde faria minha refeiçao enquanto, com um pedaço de papel e caneta que tentaria retirar nos Arquivos do QG posteriormente, tentaria fazer alguns esboços e cálculos de possíveis maneiras de acertar os inimigos em longo alcance, esboços que provavelmente estariam não muito agradáveis visualmente, uma vez que os faria com a mão direita, já que estava comendo. Em conclusão, partiria em direção ao banheiro e lavaria as partes que fossem permitidas sem que os curativos fossem prejudicados, indo para o alojamento cedo, provavelmente seria a primeira a chegar, onde dormiria para acordar o mais cedo possível após descansar o necessário para minha recuperação. Pouco antes de dormir, refletiria sobre o comentário da mulher que havia se apresentado como Violet.

— O outro lado, é?






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