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Viola Altamira Dom 18 Jul 2021 - 13:08



Viola Altamira








Sobre o Personagem


Nome: Viola Altamira
Idade: 21 anos
Género: Feminino
Mão Predominante: Ambidestro
Risada: kikikiki
Altura: 6,1m
Peso: 927 kg
Raça: Humano Meio-gigante
Origem: Dawn Island
Localização: Shells Town
Grupo: Civil

Complementos



Aparência:
Viola tem o tom de pele claro, mais puxado pro amarelo do que para o branco, com cabelos longos e esverdeados que chegam até um pouco acima de seu torso, com duas mechas frontais que caem sobre a lateral do rosto até a lateral de seus seios. Tem um corpo atlético, com seios medianos e cintura fina, completados por uma tonificação singular na parte inferior do corpo. Usa um colete azul escuro do tipo tomara-que-caia com mangas brancas e braçadeiras de tom acobreado além de uma saia aberta na lateral esquerda, com um short preto por baixo. Completando o visual, usa uma meia-calça da mesma cor da saia e braçadeira(cobre), além de uma meia branca que chega até um pouco abaixo do joelho com uma abertura em formato de U no topo, já próximo do joelho e um par de sapatilhas marrom.

Personalidade:
Viola era alguém centrada e focada antes do incidente que mudou sua vida drásticamente, fazendo com que toda sua calmaria se tornasse uma histeria regular, com um orgulho pomposo adornado por uma voz melódica para disfarçar sua loucura. Tem um senso de humor bem imprevisível devido a sua histeria, podendo ao mesmo tempo que está rindo simplesmente começar a chorar sem motivo aparente, tornando-a alguém bem difícil de se entender em boa parte do tempo.

Mesmo com a loucura que desenvolveu, uma das poucas coisas que ficou de sua antiga personalidade foi o gosto por animais, ela simplesmente adora bichos, principalmente peludos, mas não tem preconceito com nenhum deles, seja de qual tipo for. É vaidosa quando não está irritada, mas em sua fúria pouco se importa se precisar se descabelar, desde que seu inimigo perceba o erro que foi ter mexido com ela. Apesar do claro problema mental, sua sapiência continua a mesma de quando se fez médica, o que pode surpreender aqueles que apenas a julgam com uma doida qualquer, afinal, os maiores gênios sempre foram chamados de loucos em sua época. Adora uma boa comida e sempre sonhou em se tornar uma grande chef, e apesar de ter mudado bastante depois do ocorrido no cativeiro, ainda guarda esse sonho em algum lugar de sua distorcida mente, apreciando um bom prato sempre que se encontra com um. É destemida, talvez algo que venha naturalmente a todos os meio-gigantes, principalmente quando algo fere seu inflado orgulho.

Ama receber elogios, sendo a única coisa que por alguns instantes parece a fazer voltar a seu antigo eu(Mas só parece). Mas não sabe lidar com eles, muitas vezes respondendo com “leves” soquinhos no emissor de tal elogios que, devido a sua força tremenda, acabou já gerando diversos acidentes… Uma legítima tsundere. É fiel àqueles com quem cria vínculos, apesar de serem poucos os “mortais” que ela julgue digno de sua presença, quando os encontra tem um zelo imenso por eles, apesar de não demonstrar isso quase nunca ou fazê-lo da maneira errada. Nutre um certo ódio por nobres ou aqueles com algum título real, podendo até mesmo avançar em um sem motivo algum se estiver em um dia ruim, o que devido a sua histeria, pode ser qualquer dia.

História:

Viola Altamira nem sempre teve um nome completo. Ainda criança, foi encontrada próxima a uma árvore no lado exterior da propriedade dos Altamira, uma família nobre em ascensão, mas que ainda tinha um ranque relativamente baixo comparado com as famílias mais tradicionais de Dawn Island. Por terem recebido um título de nobreza recentemente a família ainda não tinha sido “poluída” pela burguesia e seus costumes, o que fez com que dessem abrigo a órfã meio gigante. A família Altamira era composta pela baronesa Rita Altamira, seu marido Rocco e sua filha Carmen. Viola era 5 anos mais velha que Carmen quando foi acolhida, com 7 e 2 anos, respectivamente. As duas passaram a infância juntas e, apesar de sempre brincarem juntas, com o passar dos anos foram se afastando devido a diferença dentre as raças. Viola era doce, gentil e muito educada, sabendo até mesmo etiqueta melhor que sua “irmã”, mas não importava o quanto tentava se adequar aos humanos, no fundo ela nunca seria uma. Rita era quem mais gostava da meio-gigante, pois era uma boa ouvinte para seus problemas rotineiros da nobreza e trabalho, Rocco, por sua vez, nunca aceitou completamente a estadia da órfã ali, mas nunca deixou isso transparecer de forma muito evidente pra garota, apesar de mesmo assim ela sentir isso. Já adolescente, Viola passou a se destacar cada vez mais, pois conseguia se dedicar mais que as outras crianças em basicamente tudo devido a seu vigor anormal proveniente de sua raça, o que passou a gerar uma inveja tremenda na agora pré-adolesnce Carmen. Percebendo isto, seu pai começou a trazer Carmen para seu lado, afastando cada vez mais as duas, algo que afetou bastante a meio-gigante, uma vez que Carmen era a humana de sua idade com quem mais tinha contato e a única que não parecia estar com um medo constante dela.

Aos seus 17 anos, sobre tutoria de Rita, Viola começou a estudar medicina, apesar de ter esse sonho de se tornar chef um dia, achou que seria demais contrariar àquela que havia lhe dado de tudo até ali e que agora parecia ser a única pessoa que podia contar na casa. Rita já estava começando a entrar na fase idosa de sua vida, com cerca de 60 e poucos anos e uma doença que ela insistia em não dizer sobre o que era lhe acometia cada vez mais. Muito provavelmente Rita havia começado a tutoria de Viola tão cedo pois sentia que já não tinha mais muito tempo e essa suspeita logo se confirmou quando a senhora chamou a garota em seu quarto, lugar que já não saía fazia alguns dias e lhe disse para tomar conta de sua família, pois sentia que Rocco não seria um bom líder e Carmen ainda estava muito imatura para assumir o posto, então confiaria a ela esse papel até que sua “irmã” estivesse pronta. Foi neste dia que Rita assinou os papéis, oficializando Viola como Altamira. O que a meio-gigante não sabia, porém, era que do lado de fora do quarto, na porta do lado contrário do quarto onde as duas se encontravam, Rocco e Carmen ouviram tudo e começaram a tramar um plano para se livrar da garota assim que Rita partisse. E assim seguiu por mais alguns anos, com Viola indo até a janela pelo lado exterior do quarto de Rita, pois não conseguia entrar por dentro da casa e estudando sentada sobre o gramado, ela ia aprendendo sobre a medicina durante as manhãs e tardes, desde anatomia, primeiros socorros, diagnose, psicologia e até mesmo cirurgia, o que gerava uma situação quase cômica para quem observasse pela primeira vez, por ver alguém tão grande mexendo em algo tão delicado e sofisticado, contrário a sua imagem. A noite passou a treinar com um antigo amor de Rita, que atualmente fazia parte da guarda real e ensinava a garota no que achava que seria melhor para ela, o ato de ser bárbaro. No começo o homem odiou a ideia, pois achava que a meio-gigante se voltaria contra seu antigo amor qualquer dia desses, mas ao passar dos anos percebeu que a garota era mais inofensiva que boa parte dos nobres que tinha que lidar todos os dias e definitivamente menos peçonhenta que 100% deles. Passou até mesmo a apreciar sua tutelagem a Viola, pois era um dos poucos momentos do dia que de fato podia liberar suas frustrações sem medo de machucar seu oponente, coisa que não podia fazer na academia real do reino.

Até que, finalmente, havia aprendido tudo que podia da senhora que lhe acolheu e de seu mestre em combate e, quase como uma alívio divino, uma semana depois da bárbara se “formar” em medicina, Rita sucumbiu a sua doença, talvez sentindo um alívio por ter passado seu conhecimento a alguém que confiava e que sabia que guiaria o nome de sua família por um bom caminho, diferente de tantos outros nobres que sucumbiam a caminhos pecaminosos em meio as luxúrias da burguesia. Viola chorou, chorou e chorou por dias, essa era a segunda vez em sua vida que se sentia abandonada, pois sabia que apesar das outras duas pessoas da casa compartilharem o sobrenome com ela, estavam bem longe de serem considerados família. Com a morte de Rita, o plano de Rocco finalmente poderia entrar em prática, depois de anos de espera. Sem saber, Viola foi convidada a uma “Festa de boas-vindas” como a nova representante chefe da família Altamira, um evento repleto de nobres e realeza. Viola, inocente e sem saber como o mundo ao seu redor funcionava, principalmente para aqueles que eram diferentes como ela, foi a festa sem receio e encontrou até mesmo Charles, seu antigo mestre em combate, que fez um sinal de “não” com a cabeça para a garota quando ela acenou para ele, fazendo com que a meio-gigante se recolhesse, entristecida. O que não sabia era que Charles estava tentando lhe avisar para não entrar na festa e não para não cumprimentá-lo. Sobre os esquemas de um duque ambicioso, a meio-gigante foi dopada com doses suficientes para derrubar praticamente um exército de uma pequena nação, devido a seu já tão conhecido vigor.

Quando finalmente acordou, estava em um local completamente escuro, onde não conseguia enxergar nem mesmo sua própria mão, mas sentia que algo prendia suas mãos, pernas e até mesmo pescoço. Assustada, a mulher se balançou, tentando se soltar de seja lá o que estivesse prendendo ela, apenas para descobrir a inutilidade de tal ato. Percebendo que não conseguia sair, começou a gritar por ajuda, apenas para ouvir uma batida como se alguém socasse uma porta de metal logo a sua frente, vindo do teto. “Calada, monstro! Seu mestre virá em breve.” Continuou a gritar, perguntando até que sua voz falhasse o que havia feito, o que estava acontecendo e que queria sair dali, mas era inútil, pois o “guarda” que havia lhe respondido anteriormente parecia não estar mais ali. Alguns minutos depois, já rouca, a meio-gigante finalmente tinha uma resposta, pois um alçapão se abria de onde o barulho havia vindo anteriormente, revelando dois rostos familiares e um desconhecido. Rocco, Carmen e um homem loiro de aparência nobre. No momento que via aqueles dois ali a meio-gigante finalmente começava a entender o que havia acontecido e, apesar de ainda tentar acreditar nos dois e ficar verdadeiramente feliz ao vê-los, pedindo para que a libertasse dali, recebi apenas um “Tsk. Nojenta. Apenas fique aí e entretenha os convidados quando chegarem, criatura monstruosa.” Respondia Carmen. Viola mal podia acreditar que aquela mesma garota era a que brincava com ela quando eram crianças e que diversas vezes protegeu de diversas maneiras. “E a partir de hoje isso é tudo que você comerá. Restos encontrados nos subúrbios. Seja grata, é mais do que merece… Não era você que sonhava em seu chefe? Quem sabe não tira alguma ideia para seus “pratos” disso aqui, huh? Kukukukukuku" E assim o alçapão se fechava novamente. Voltando aquela profunda escuridão que vivenciou nas últimas horas. Depois do ocorrido, Viola nem tinha mais forças para tentar gritar por ajuda, pois sabia que seja lá quem escutasse do lado de fora não iria lhe ajudar de qualquer forma. Conseguiu passar alguns dias sem comer seja la o que fosse aquilo que jogavam para ela diariamente, mas com o tempo cedeu a fome e acabou comendo, vomitando logo em sequência devido o gosto intragável daquilo. Alguns dias depois os supostos “Convidados” chegaram e, como se vissem um animal num circo, os homens que observavam a garota pelo alçapão pediam para que ela fizesse seus “truques”, que consistia em utilizar dos instrumentos médicos que jogavam para ela, muitas vezes até mesmo a ferindo, para operar animais mortos que jogavam para ela. Por ter uma voz melodiosa, diversas vezes pediam para ela cantar e, apesar de sempre ter gostado do fato de tua uma audição melhor que a maioria das pessoas, ela amaldiçoava a si mesma por ter esse dom nesses momentos, pois podia ouvir com clareza as vozes de sua “família” em meio aos convidados, rindo e dizendo coisas como “Olha lá, a monstruosa doutora cadáver!”

Praticamente já sem vontade própria e sem motivo para viver, a garota apenas fazia o que lhe era ordenado sem questionar, como alguém que funcionasse no modo automático. Até que, certo dia, um rosto familiar ela reconheceu em meio ao grupo de “Convidados”... Charles. Por alguns instantes seu cérebro parecia ligar novamente e ela quase abria um sorriso, até que o homem lhe fazia o mesmo gesto que fez antes de entrar na festa naquele maldito dia, chacoalhando a cabeça de forma negativa. Quando todos pareciam ter ido embora, alguns minutos depois ela ouvia passos se aproximando, mas de apenas uma pessoa. Era Charles, que trazia um prato de comida, um suco e um livro, descendo os itens com uma corda para que chegassem até Viola. O homem não falava nada, apenas descia o item e vigiava o corredor, deixando a entrada aberta para que a luz pudesse chegar até Viola. Ela poderia questionar porque ele não a tirava dali, ou porque ele estava fazendo àquilo, mas no fundo ela já sabia a resposta… Se fosse possível, ele provavelmente já teria feito, então apenas se contentou em ter uma refeição decente depois de tanto tempo e devorou o prato, pela primeira vez na sua vida a garota de fato parecia um “Bárbaro”, devorando tudo a sua frente. Depois de saborear algo que não tivesse gosto de merda depois de tanto tempo, lágrimas saíam de seu rosto sem motivo aparente e a garota começava a sorrir ao mesmo tempo que chorava, como um surto histérico de emoções. Sem dizer nada até então, Charles finalmente abria a boca, dizendo que voltaria amanhã. O que fez a garota sorrir de felicidade depois de sabe-se lá quanto tempo. O “ritual” se repetiu por praticamente o ano todo, com Charles vindo todos os dias para alimentar a garota e ouvi-la ler o livro que trazia, curiosamente depois de um tempo a garota parou até mesmo de olhar para o livro, pois ele sempre trazia o mesmo, a história de um deus chamado Raijin/Kaminari, um deus do trovão que utilizava de seu poder para julgar os pecaminosos. Talvez essa fosse a forma de Charles dizer para a mulher para não perder a fé.

Certo dia, porém, ao invés dos usuais animais mortos que eram arremessados para ela, uma cabeça humana foi jogada. O item rolou no chão da sala por alguns instantes, passando pelos pontos escuros até que finalmente chegava até onde a luz batia, revelando o rosto de seu benfeitor. O mundo se calava. Viola não ouvia mais nada, mesmo com sua audição aguçada. Sua vista ficou turva e escura, mais até do que normalmente era em meio aquela sala. Seus punhos se fecharam e, como se o último resquício de sanidade da garota finalmente se quebrasse, ela rompia numa risada psicótica. Até mesmo as hienas que vinham todo dia lhe observar e rir de sua desgraça através do alçapão se assustaram, dando dois passos para trás enquanto questionavam se aquilo era realmente seguro. Carmen, irritada com a bravata da “irmã”, cuspia na meio-gigante enquanto exclamava “Seguro? Pfft. Ela não é capaz de matar uma mosca! Olhe como está fraca!” e pela primeira vez em muito, muito tempo, Viola respondia.

-Fraca? Você, uma mortal insignificante e repugnante ousa me chamar de fraca? Você, um verme que contamina o MEU planeta ousa ME chamar de FRACA?!-

Sua voz melódica servia para acolher um coração, assim como amedrontar o mais corajoso dos homens. O que as “hienas” não sabiam era que Viola não estava nem um pouco fraca devido as refeições trazidas por Charles e, como se fossem feitas de papelão, a bárbara se soltava de suas amarras ao puxar com toda sua força as correntes que a seguravam, fazendo com que as pilastras onde estavam amarradas se rompem, fazendo a construção inteira tremer e a sala como um todo vir ao chão. Utilizando as correntes como uma espécie de chicote, a meio-gigante enrolava as correntes em volta de Rocco e Carmen antes que caíssem ao chão.

-EU SOU A REENCARNAÇÃO DE RAIJIN, O DEUS DO TROVÃO, SUAS CRIATURAS PATÉTICAS! E AGORA ESTÁ NA HORA DE SEU JULGAMENTO!

O que aconteceu a seguir foi uma cena grotesca, onde ela usou os membros da sua família como parte de sua arma para “acertar” quem quer que tentasse sair dali, destruindo tudo ao seu redor no processo. Depois de tantas provações,a meio-gigante finalmente cedia a loucura e, ao invés “não perder a fé” como Charles tentava lhe dizer todos os dias, ela resolveu tomar a fé para si e ser sua executora e a única forma que sua distorcida mente encontrou de fazer isso foi levando-a à loucura de acreditar que era a reencarnação do deus Kaminari que lia no livro todos os dias. Mas aquilo pouco importava agora, ela finalmente estava livre novamente e desta vez, nada, nem ninguém, iria ser capaz de pará-la novamente. Buscando sair daquela terra que tanto lhe amaldiçoou, a mulher partia rumo a Shells Town, local onde esperava encontrar algo que lhe desse um novo rumo na vida, agora, como a reencarnação de Raijin.

Características


https://www.allbluerpg.com/t25-qualidades-e-defeitos

Qualidades:

Vigor (Racial) Os meio-gigantes possuem uma resistência física superior, assim sendo, reduzem todas as condições negativas relacionadas à exaustão em uma categoria.


Corpulento (Racial) Os meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.


Hipoalgia (-2 Pontos) Você tem uma tolerância alta a dor, essa qualidade não o torna incapaz de sentir dor, mas o torna extremamente capaz de resistir a ela. Em situações onde outras pessoas simplesmente desmaiariam, você é capaz de resistir. Essa qualidade não o torna de qualquer forma resistente aos danos, no entanto você se torna capaz de aguentar muito bem a dor e pode passar a idéia de ser muito mais resistente do que verdadeiramente é. Em termos mecânicos, você não reduz de forma alguma o dano que recebe.


Ambidestro (-1 Ponto)  Você possui uma destreza elevada, sendo capaz de dominar igualmente a coordenação de ambos os lados do corpo.


Voz Melodiosa (-1 Ponto) Sua voz é agradável e imponente, você consegue se destacar pelo seu tom, seja cantando ou dando ordens.


Audição Aguçada (-2 Pontos) Você tem capacidades auditivas sobre-humanas, sendo capaz de perceber com clareza sons não notados pelos outros. (Metade do custo para cegos e minks)


Destemido (-1 Ponto) Você tem uma coragem distinta e não se deixa abalar diante de grandes desafios ou provações, mesmo que tudo esteja contra você e as condições não sejam favoráveis você ainda é capaz de enfrentar seus desafios de cabeça erguida, sem se sentir intimidado. Em termos mecânicos, a aplicação da condição amedrontado em você sempre é reduzida em uma categoria.



Defeitos:

Exótico (Racial) Você não sofre preconceito devido a sua aparência ser similar a de um ser humano comum, entretanto, você ainda é capaz de fascinar ou espantar alguns e possui um alto valor pelo seu corpo no mercado de escravos, o que é sempre um problema.

Sob Medida (Racial) Você possui grande dificuldade para encontrar itens e consumir serviços que sejam apropriados para sua espécie, muitas vezes tendo que encomendar itens sob medida. Todo serviço comprado ou item consumido tem seu custo multiplicado por um valor entre quatro e dez vezes a depender da situação.

Orgulhoso (+2 Pontos) Você é extremamente orgulhoso, preferindo a morte que sofrer a vergonha de uma derrota em um duelo justo e equilibrado.

Louco (+2 Pontos) Você acredita ser algo que não é, como o representante de deus na terra, além disso, pode acreditar possuir características que não possui de fato, como voar ou ser imortal. Você também pode, em vez disso, ter um amigo imaginário, ver coisas que não existem fora da sua cabeça.
Acredita ser a reencarnação do deus Raijin ou Kaminari(Ambos nomes da mesma Deidade), o Deus do Trovão/Raio que apareceu em um livro que leu repetidamente enquanto vivia em cativeiro.

Histérico (+2 Pontos) Você apresenta emoções exageradas e inconstantes, podendo alternar de uma tristeza profunda para uma gargalhada infindável em um instante.

Extravagante (+1 Ponto) Você chama atenção por onde quer que passe, seja pela sua aparência ou seus hábitos, você causa uma impressão difícil de esquecer.




Atributos


Nível: 1
Experiência: 400

PdV: 8 360
STA: 100

Atributos provenientes da raça devem ser colocados em verde [#99cc00], os provenientes de estilos de combate devem ser colocados em laranja [#ff6600], os provenientes de armas devem ser colocados em amarelo [#ffcc00], as bonificações de outros atributos em azul [#34B1EB] e as bonificações de Akumas no Mi em roxo [#cc00cc]

Força: 221(+120 Raça)(+60 EdC) [Hábil]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 0(+120 Raça)(+60 EdC) [Regular]
Reflexo: 1 [Regular]
Constituição: 178(+120 Raça) [Regular]

Agilidade: 90
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Conhecimentos



Proficiências:
https://www.allbluerpg.com/t24-proficiencias
• Primeiros socorros
• Diagnose
• Cirurgia
• Anatomia
• Psicologia

Profissão:
Médico

Os médicos são especialistas em saúde humana e/ou animal, sabendo preservar a saúde de seus companheiros e sendo capaz de tratar os mais diversos ferimentos.

Bônus: Jogadores médicos são extremos conhecedores do corpo humano, assim sendo, são capazes de aplicar e encerrar condições por meio de tratamentos, criações e técnicas, além disso, podem tratar qualquer ferimento.

Mascote


Nome do Mascote
Animal: Raça e especificações de seu mascote.
Altura: Altura de seu mascote.
Peso: Peso de seu mascote.
Porte: Porte do seu mascote.
Raridade: Raridade do seu mascote.
Aparência: Aparência do seu mascote.
Personalidade: Personalidade do seu mascote.
Atributos: Foco de atributo de seus personagens.

Comandos:
Lista de Comando complexos que foram ensinados ao seu mascote

Estilos de Combate



Bárbaro:
Bárbaros são especialistas em combates de curta distância, que se baseiam em força bruta e superioridade física para lutar, utilizam armas como machados, clavas, maças, martelos, mangual e similares.

Chicoteador:
Chicoteadores são especialistas em combates de média distância, que se baseiam em seu controle da arma e movimentação rebuscada para lutar, utilizam chicotes e similares.

Técnicas


Nenhuma por enquanto.

Haki da Observação


Não despertado.

Haki do Armamento


Não despertado.

Haki do Rei


Não despertado.

Berries: 250.000 ฿S

https://www.allbluerpg.com/t33-mercado-comum#79

Itens


Tratam-se dos itens equipados em seu personagem

Cabeça:
- X -

Pescoço:
- X -

Tronco:
- X -

Braços:
- X -

Mãos:
- X -

Pernas:
- X -

Pés:
- X -


Inventário


Trata-se dos itens carregados pelo que não estão equipados em seu corpo.

10 U

Nome do Item:
Espaço:
Descrição:

Embarcações


Nenhuma por enquanto.

Menções no Jornal


Nenhuma por enquanto.

Photoplayer



Photoplayer:
Viola Altamira D95mmn10

Relações



Players:
[url=Link da Ficha do Player]Nome do Personagem[/url] - Relação com o Player

NPCs:
[url=Link com a Aparencia se existir]Nome do NPC[/url] - Relação com o NPC

NPCs Importantes:
[url=Link com a Aparencia se existir]Nome do NPC[/url] - Relação com o NPC


_________________

Viola Altamira O0yljIK

Viola Altamira WhdRXxk

Fala Annabelle
Pensamento Annabelle
Fala Lilith