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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Porradaria, confusão e fuga. [1]

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jun 26, 2021 9:23 pm
Porradaria, confusão e fuga. [1]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Joe Sins. A qual não possui narrador definido.

_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Magma
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Magma
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Jun 30, 2021 1:55 pm
The Game



A força, uma característica intrínseca daqueles que atingem o topo do mundo, e é claro, daqueles que estão prestes a atingi-lo, como é o caso de Joe, ou melhor Joe Sins, na verdade, pode ser até Joe Fucking Sins para os menos conhecidos. Nosso amigo ai é muito brabo, até demais, ao menos era isso que ele tinha na cabeça, na verdade, acredito eu que não exista nada em sua cabeça que não envolvesse ele mesmo.

O moreno magnânimo caminharia com passos largos na ilha em que havia chegado a pouco tempo, podia se dizer que ele conhecia ela tão bem quanto entendia de mulheres, acho que eu não preciso explicar mais nada não é? o seu objetivo? muito simples, ele apenas caminharia de uma maneira que a principio parecia aleatória, um transeunte comum, entretanto, seus olhos castanhos cruzariam todas as direções a procura de algo importante, indivíduos, a linguagem corporal, a postura em si, era a primeira barreira defensiva de uma pessoa, seus olhos pareceriam até mesmo meio arregalados se alguém observasse bem, a expressão, por mais "comum" e calma que fosse, ainda tinha uma profundidade selvagem que causaria angustia em qualquer um que o encarasse diretamente nos olhos, a representação de uma besta humana prestes a atacar, eram seus conhecimentos empíricos sobre ameaça que o fariam atingir toda essa "pressão" corporal, ele ergueria o queixo, estufaria o peito, uma postura aparentemente comum para um homem saudável, mas que ocuparia muito espaço, chegando até mesmo a ser extravagante, como se quisesse chamar a atenção para sí.

ZOYAHAHAHAHA. — Ele gargalharia, não se importando em chamar atenção dos transeuntes, seus olhos se fixariam no primeiro homem que parecesse forte e saudável na ilha, ele sequer se incomodaria com adereços ou vestimentas, apenas com a mais pura postura, leões nunca vestiram roupas não é?

Eu achava que os homens daqui eram caras durões, me enganei. — Sorriria de canto e diria em voz alta, sem sequer disfarçar o olhar bestial na direção do transeunte, continuaria caminhando após falar, ignoraria quaisquer ataques, se ele tentasse algo no final terminaria com todos os dentes no seu sapato de qualquer forma.

Em algum momento ele se cansaria de buscar possíveis ajudantes para concretizar os seus próximos planos, entretanto, se por acaso em meio ao caminho ele notasse alguém com uma postura diferente dos demais, alguém com iniciativa, se ele por acaso fosse abordado por tal pessoa.


Porradaria, confusão e fuga. [1] Post_a10



Se a figura por acaso o questionasse a respeito de seus ideais, ele encheria o pulmão e bradaria a uma altura que todos aqueles próximos pudessem ouvir, não se importaria com as consequências.

Lançaria sua voz repleta de energia de maneira ameaçadora. — Poder, tudo que eu quero é poder, a liberdade não vem de graça nesse mundo!  —
cessaria as palavras por um curto espaço de tempo, e antes que a figura tivesse qualquer chance de lhe fazer mais alguma pergunta continuaria.

Quero ser o mais forte dessa ilha, o mais forte do east blue, o mais forte da grand line, quero ser o mais forte, quero ser o Rei dos..  — Pensaria consigo mesmo e cortaria a própria frase, ele continuaria depois de poucos segundos, sua voz em um volume ainda mais alto do que antes, quase gritando, na verdade, ele gritaria. — MELHOR! EU NÃO QUERO SER O REI, SE ESSE É O TOPO, EU ESTAREI LÁ, E SE EXISTIR ALGO ACIMA, EU TOMAREI ESSE POSTO, PORQUE EU SOU O MAIS FORTE, SOU O CAMPEÃO.  —

Lançaria ambas as palmas uma contra a outra e bateria uma única palma, faria questão de que ela fosse audível a todos, o rosto tomaria uma expressão selvagem de um homem com sede de combate e um faro inigualável para confusões, a voz já havia se acalmado, e após a sequência de gritos, continuaria, ofegante. —E nesse mundo só existem dois tipos de pessoa, os meus amigos e as pessoas que apanham pra mim, é melhor que você seja um dos que vai fazer a escolha certa.  —

Após esparramar suas emoções a todos que o rodeariam, Joe apenas aplicaria um clássico sorriso selvagem e amedrontador e continuaria caminhando, toda aquela falação provavelmente lhe renderia uma boca seca, e pro conta disso, caso ele conseguísse finalizar seu discurso com êxito ele caminharia na direção do Bar mais próximo, se não encontrasse apenas com sua visão avassaladora ele perguntaria para o primeiro qualquer que surgisse a sua frente, faria uma expressão ameaçadora, despreocupado.

Você! O bar onde fica?!  — Seus olhos cruzariam o ar e fitariam diretamente o alvo da pergunta.

Se a resposta fosse satisfatória, ele assentiria em agradecimento e caminharia na direção indicada, se aproximaria da porta e abriria ela com uma força "considerável" o suficiente para causar um baque alto quando entrasse, é claro, se acidentalmente quebrasse a porta não se importaria.

Papai chegou.  — Se apresentaria da melhor forma é claro e caminharia com passos pesados e barulhentos na direção do balcão, bateria com a mão direita sobre ele e chamaria a atenção do atendente que estivesse ali.

Uma cerveja bem gelada.  — Ele estalaria os dedos das mãos logo em seguida, apertando-as uma contra a outra, o cheirinho de confusão já começaria a permear o seu nariz, ou era isso que ele imaginava ao menos, Joe ao menos esperava que conseguisse saciar a sua vontade profunda por cerveja antes que qualquer confusão batesse na sua porta, ou ele batesse na porta de qualquer confusão.




Joe Sins
PDV:4400 (Por enquanto. :wing:)
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Posts:01
Surrados:00

Ganhos:

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. Brigar no Bar, porque eu quero.
4. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
5. Conhecer o resto da futura tripulação.
6. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
7. Fugir depois de descer o cacete neles.
8. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
9. Despistar a marinha de um jeito doido.
10. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.


Última edição por Magma em Sex Jul 02, 2021 5:49 pm, editado 1 vez(es)
Van
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Van
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jul 03, 2021 5:58 pm

O CAMPO NÃO FOI MOLE

Encontrar o caminho mostrava-se uma tarefa árdua e cansativa, completamente distinta em comparação à encontrar um caminho. Aprendeu durante seus treinamentos que mais importante frente uma trajetória era o destino final. Muitos seguem suas jornadas buscando pelo sinal de chegada que sempre muda com o passar do tempo. Era uma busca infinita, infrutífera e sem final feliz. No momento, mesmo ciente dos problemas futuros, Boris almejava um caminho. Shells Town talvez fosse o ponto de partida dessa busca e possivelmente uma solução para o horizonte nebuloso.

Woaaaaaah… Um cigarrinho e um café cairiam bem agora... —  

Não precisava conhecer o clima ou horário para saber que toda hora era hora de um bom café com cigarro. Podia ser para despertar, abrir o apetite, ajudar na digestão ou até mesmo na total ausência de motivos. Dizem que um puxa o outro, mas se pudesse escolher, bem, não era bem uma escolha. Cigarro fazia parte dele assim como uma boa higiene ou um cachorrinho fiel para um morador de rua. Contudo, valia a pena gastar o pouco que tinha com cigarro? Com certeza. Que pensamento idiota! Bateu na própria cabeça enquanto iniciava sua caminhada pela ilha em busca de um lugar capaz de saciar sua necessidade, digo, dependência.

Durante sua caminhada, ficaria atento aos locais próximos, pessoas e até mesmo animais. Gostava de observar o comportamento humano e tinha bastante vontade de se aprofundar nesse assunto. Subconscientemente esperava encontrar uma pessoa específica, um rapaz moreno, marrento e sorridente. Joe Sins era seu nome. A ida para Shells poderia ser nomeada como uma fuga da realidade devido a perda traumática de seu avô. O tom cinzento tomava conta de sua visão metafórica, assim como o gosto insosso em seu paladar. Entretanto, no meio de tanta baunilha, um milk-shake de ovomaltine com oreo surge sua visão ao passar em frente à um bar, logo em sua chegada na ilha. Uma grande confusão chamou sua atenção e ao se aproximar para observar, viu Joe Sins espalhar seu nome com orgulho enquanto agia como um furacão destruindo tudo ao seu redor. O ódio alheio para com ele era unânime, não, apenas parecia pois Boris estava encantado com o carisma e o sorriso cativante daquele bully. Sentiu-se emocionado ao assistir aquela cena. Ele era a verdadeira definição de clareza no caos. Uma fonte de aventuras e oportunidades em sua vida cinzenta.

Tsc, desde que Ford morreu eu não peguei mais em uma lâmina… Putz, quando foi que eu esqueci meu maior sonho?! Merda… Só o meu avô para mexer tanto comigo… Espero que esteja em paz, vovô…

Por algum tempo, o luto atingiu Skalovski e tirou suas vontades e desejos, deixando-o deprimido e incapaz de alcançar outras emoções. Por isso, encontrar-se com Joe serviu para lhe despertar uma chama, uma vontade de voltar a viver e seguir seus sonhos. Se apenas observá-lo momentaneamente conseguiu causar isso, imagina se o acompanhasse. O quanto de caos ele seria capaz de provocar? Quão forte era a determinação desse cara? Qual o seu sonho? Precisava conhecê-lo!

Com os objetivos traçados, sua curta jornada teria - pelo menos - um propósito inicial. Tentaria conseguir um maço de cigarros para lhe ajudar na ansiedade e indiretamente procuraria por Sins. Na hipótese de encontrar uma loja onde pudesse comprar os cigarros, não hesitaria e pagaria, acendendo um já do lado de fora com um isqueiro comprado no mesmo lugar. Poderia ser charuto, cachimbo ou qualquer outro tipo de fumo, assim como visualizado anteriormente, não importava o trajeto e sim o destino, trazendo para a realidade, não importava o tipo de fumo e sim o ato de fumar.

Na hipótese de encontrar com a faísca responsável por reacender suas ambições, não hesitaria em trocar algumas palavras com ele. Sabia que seria uma interação esquisita, visto que nunca conversaram e provavelmente o moreno desconhece sua existência, portanto, iniciaria a aproximação com o máximo de educação possível, tentando assim ter um começo com o pé direito ou esquerdo caso ele seja canhoto.

Ei, eu sou Boris. Vi seu espetáculo num bar recentemente… Fiquei bastante curioso... Qual o seu objetivo com isso? Qual o seu sonho? —  

No caso de uma resposta amistosa ou até mesmo neutra, ouviria atentamente e perguntaria se ele poderia lhe fazer companhia e seguir de perto para observar suas próximas loucuras. Não era um perseguidor, possível amante ou algo do tipo. Simplesmente estava entediado e queria algo diferente em sua vida para ajudar a esquecer a dor em seu coração. Mas havia a possibilidade do rapaz ser inconsequente 100% do tempo e agir com ameaça ou violência. Nesse caso, Boris Skalovski faria jus à canção que seu avô cantava durante as corridas matinais infernais.


 Porradaria, confusão e fuga. [1] Ava11

Você está me ameaçando? Eu odeio gente que só fala...—  


Porradaria, confusão e fuga. [1] Chute_10


Então, mostrando toda a sua determinação, Boris aplicaria um chute frontal ascendente mirando o queixo de seu “herói”. Não tinha como objetivo apenas machucá-lo, queria botá-lo para dormir com um golpe só, logo, aplicaria com toda a sua força. Caso ele esquivasse ou bloqueasse, voltaria a perna destra para trás, deixando-a preparada para novos golpes com a canhota à frente servindo de apoio. O navegador sabia que muitas pessoas precisavam sofrer um pouco para aprender e ele não se importava de ser o instrutor. Caso recebesse qualquer tipo de ataque, simplesmente usaria de saltos curtos para trás, mantendo distância de seu(s) possível(is) agressor(es). Sua Prontidão o deixava sempre alerta para qualquer combate iminente, então evitar supostos ataques não seria surpreendente.
Boris Skalovsk:


Última edição por Van em Ter Jul 06, 2021 12:17 am, editado 1 vez(es)
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Formiga
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 04, 2021 1:14 am




O Nascimento da Árvore Alada

O Encontro Predestinado...


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 01



Qual o meu propósito de vida? Muitas pessoas diariamente se questionavam sobre isso, afinal, para alguns, o tal propósito não era algo tangível, a grande maioria sequer descobria a sua real missão em vida. Outros simplesmente aceitavam a rotina monótona que os mesmos nem sequer sabia como entraram, aceitando que suas vidas se resumem simplesmente em trabalhar, para assim sobreviver. E sendo bem sincero, essas pessoas não estão erradas ... A vida é uma grande cadeia alimentar, existem aqueles que nascem apenas para exercerem a função mais simples, o gado. Aquela pessoa que jamais alcançaria altas posições em sua vida, já outras desde o nascimento estão predestinadas a grandeza e para isso, é necessário a existência das citadas anteriormente... Para um existir, era necessário que o outro fizesse funções específicas. Mas, engana-se quem pensa que apenas essas duas definições coexistem de maneira pacífica, um terceiro e de certa forma raro tipo de pessoa nasce com o propósito de colocar todo o ecossistema de cabeça para baixo, esses raros seres vivos nem sempre têm êxito na incansável busca pela sua motivação que na grande maioria está intrínseca no cerne da sua alma, mas uma coisa todos esses compartilham de maneira bem perceptível... A força de vontade inabalável.

A simplória cidade Baixa de Shells era a escolhida pelo destino para presenciar o nascimento de um grupo potencialmente desastroso. Na manhã ensolarada um homem loiro caminhava pelo lugar observando tudo que estava ao seu redor, ele podia ver uma quantidade considerável de pessoas transitando para todos os lados da extensa rua que ele se encontrava inserido, um corredor longo tendo nos arredores um aglomerado de casas e pequenos estabelecimentos um ao lado do outro, sendo alguns tendo uma única parede para ambas as casas, coisa que no futuro certamente traria um atrito entre os vizinhos. Boris em meio a pensamentos buscava por itens específicos, aquela não era uma simples caminhada para esticar as pernas, como um stalker procurava pelo homem que despertou algo diferente em seu interior, uma vontade, um desejo de buscar aquilo que até então eram meramente ideias em sua mente ou quiçá, objetivos que nunca teve coragem, disposição ou simplesmente saco para correr atrás. Assim como buscava pelo homem, não deixava de – com seus olhos atentos – achar um lugar para poder saciar o vício que o consumiria se fosse deixado de lado e em meio as pessoas, via uma pequena barraca próxima, parecia estar recém-aberta, já que o senhor aparentando ter seus setenta e poucos anos, ainda estava organizando os itens – Bom dia meu jovem! – Disse o senhor de maneira receptiva a chegada de Boris, os trâmites da compra e venda eram realizados de maneira eficaz, agora o humano tinha em sua posse um Maço contendo dez cigarros e um isqueiro dado como brinde, tendo apenas dois usos, já que a quantia em mãos acabou por não ser suficiente para efetuar a compra de um novo.

Em contrapartida a tranquilidade – no momento – emanada por Boris, alguns metros a frente era avistado um homem de madeixas escuras, seu porte físico e altura traziam a si alguns olhares curiosos, já outros até mesmo passavam um certo desejo. A imponência daquele predestinado a ser o Arauto do Caos rapidamente chamou a atenção do loiro e vice-versa, para ser bem sincero, já que Joe buscava uma existência peculiar, um indivíduo que assim como ele não precisava de palavras para mostrar para que veio ao mundo. Nos passos largos do homem, aqueles que estavam alocados na parte mais baixa da cadeia alimentar instintivamente alteraram a rota que estavam seguindo, saindo da frente do homem que caminhava como se fosse literalmente, o dono da rua. Quanto mais próximos aqueles dois seres humanos ficavam, maior era a pressão envolta dos mesmos, a população que transitava em volta era até mesmo capaz de sentir que algo neles difere do comum.

Ambos agora estavam frente a frente, cerca de um metro e meio, no máximo dois de distância. O primeiro a tomar a iniciativa era Boris, questionando alguns pontos ao seu “herói”, que rapidamente retrucava começando todo um discurso, sem se importar com aqueles ao seu redor. Em alto tom externou aquilo que guiava as suas ações, sua forte convicção assustava o gado que transitava ao seu redor, sua voz, sua postura, tudo naquele homem mostrava o porquê algumas pessoas nascem predestinadas a grandeza. Os olhares voltavam-se a dupla, curiosos paravam para ouvir o que o homem tinha a dizer, mas, Boris era diferente daqueles ratinhos assustados, seus olhares estavam atentos a qualquer tipo de ameaça que pudesse partir do seu ídolo. A ferocidade natural de Joe era o bastante para o loiro sentir-se de certa forma incomodado, em resposta a tal sentimento sua única ação tomada era realizar aquilo que o seu antagonista recorria comumente, a violência. Em um movimento rápido, preciso e determinado, Boris aplicou um chute que acertou em cheio o queixo de Joe, lançando-o alguns centímetros atrás, poucos, não passava de trinta. Seu corpo por um instante parecia desmoronar no chão, mas, logo ele sentia que aquela "perda de controle” cessava tão rápido quanto começava, tendo apenas uma dor na região do queixo, mas, que não o incomodava dada suas particularidades.

Os transeuntes ao redor arregalaram os olhos com tal ação, sentiam em seus corações que a pacata Shells estava próxima a ser chacoalhada como nunca foi, isso é claro, se não fosse a existência de nobres marinheiros que dedicavam suas vidas em prol do bem-estar do próximo – Ei, ei, ei! Posso saber o que está acontecendo aqui? – Um desses bravos homens que se aproximou anteriormente ao escutar o burburinho causado por Joe, sua aparência? Era comum, a dupla podia ter a sensação que já tinha o visto em outro lugar, de tão comum que o homem era. Suas vestes indicavam claramente que ele era um marinheiro, sua camisa apertada revelava a protuberância em seu abdômen, parecia que ele pulou alguns treinamentos físicos – Soldado William, podemos ajudar? – Bradou um jovem de cabelos pretos e porte físico esguio, tinha cerca de um metro e setenta de altura e se olhassem bem veriam que até mesmo sua calça estava folgada e meio caída. Ao seu lado estava outro jovem que aparentava ser um pouco mais velho, cabelos castanhos, porte físico relativamente trabalhado, mas nada que pudesse ser digno de atenção, diferente do primeiro sua vestimenta estava meticulosamente organizada – Recrutas! Que bom que vieram, vejam, este é mais um caso de arruaceiros causando confusão em plena manhã. – Bradou o soldado esperando respostas.



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:
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Magma
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Jul 05, 2021 11:43 am
Catch your Breath



Todos, todos ali eram muito provavelmente sapos, ratos ou quaisquer definição de animais pequenos que você pudesse imaginar, com uma visão de mundo de baixo para cima, onde todos aqueles eram capazes de lhe amedrontar ou causar perigo, todos criaturinhas assustadas e incrivelmente manipuláveis através da pura força, o torpor do chute recebido por Joe fez com que ele se surpreendesse, mas a sua surpresa durou tanto quanto a velocidade do chute que lhe fora aplicado, uma expressão curta que desapareceu nas "trevas" após sua queda, as vozes ao redor lhe trouxeram a tona o que havia acabado de acontecer, principalmente com a aproximação dos marinheiros.

Ambas as mãos se esconderam nos bolsos das calças e as pernas se flexionariam para trás no chão e em seguida se lançariam para frente, impulsionaria todo o corpo como um chicote e ficaria de pé com o movimento acrobático, talvez isso surpreendesse os outros, mas em seu rosto a expressão que lhes era demonstrada não era de dor, raiva, ou até mesmo de tristeza, um sorriso selvagem estamparia sua expressão e cruzaria seu rosto de orelha a orelha, os olhos perfurariam o ar como duas espadas afiadas e alcançariam diretamente os do loiro.

ZOYAHAHAHAHAHA.

Porradaria, confusão e fuga. [1] Hwang

Ele gargalharia e voltaria a caminhar vagarosamente na direção do Loiro, com a guarda aberta e ambas as mãos no bolso ele assentiria na direção daquele que tivera o atacado antes, sua boca se abriria e bradaria em alto e bom tom.

PERFEITO! era você quem eu estava procurando.

Pararia a uma distância tão curta quanto antes, com o mesmo sorriso selvagem estampado no rosto, era óbvio que queria passar que o chute não havia surtido efeito algum.

Qualquer homem que se recuse abaixar a cabeça para outro homem é alguém que eu quero ter ao meu lado nesses mares.

Continuaria, os globos oculares deslizariam pelos arredores com velocidade.

Vê esses? todos destinados a serem meros coadjuvantes, não existe iniciativa alguma e eles claramente não são campeões.

Seus olhos alcançariam os marinheiros que haviam acabado de chegar, ele não tinha deixado de ouvir o que eles haviam dito antes, e principalmente o que o mais "robusto" havia dito.

Aquele ali então... nem se fala. — Desaprovaria com a cabeça, e o sorriso se fecharia.

Joe giraria o rosto na direção do marinheiro, manteria as mãos no bolso e em uma postura muito baddass ele balançaria o queixo na direção do marinheiro.

Como é? — Questionaria, fingindo retardo as colocações anteriores da figura patética.

Antes que o marinheiro respondesse o ignoraria completamente, e voltaria as atenções ao loiro.

Eu preciso de um navegador, de preferência que saiba pilotar. — O sorriso selvagem se abriria novamente, ele sequer perguntaria se o homem aceitaria se unir a ele, notou que o interesse partiu dele em primeiro lugar, o que significava que ele tinha encontrado quem precisa encontrar, um braço direito com atitude, que não levava desaforo para casa. O tipo dele eu diria, sem kappa pride.

Se viraria e caminharia na direção do marinheiro, com ambas as mãos nos bolsos, não apresentaria ameaça que não o mesmo sorriso selvagem.

Loiro, eu me chamo Sins. — Ele bradaria, em voz alta o suficiente para que todos que estivessem atentos a confusão escutassem, continuaria caminhando, e por momentos tiraria os olhos do marinheiro, não lhe apresentaria ameaça alguma, apenas passaria pelo lado esquerdo dele como se não estivesse acontecendo nada.

...

Porradaria, confusão e fuga. [1] Unknown


Sabe, se aqueles marinheiros não tivessem aparecido, muito provavelmente Joe teria continuado com seus "testes", e teria partido para cima do loiro com tanta força quanto o golpe que havia recebido anteriormente, se não mais força ainda, todavia, aquela aparição foi nada mais do que um deleite maravilhoso para o brigão, que instintivamente lembrou dos seus combates lendários na arena, onde já tinha enfrentado múltiplos inimigos de uma única vez.

E diga-se de passagem, a adrenalina produzida por enfrentar um inimigo tão grande quanto a marinha, que sabe-se lá quantos soldados tinha naquela pacata ilha, um inimigo praticamente interminável, essa sensação, essa energia, essa adrenalina, era algo que impulsionava a sua mais profunda vontade de BRIGAR para fora, e enchia ele de uma energia indescritível.

Brigões são fodas...

Em seguida, as mãos de Joe fugiriam de seus bolsos em dois punhos fechados, entretanto, essa não era a arma que ele utilizaria. Dizem que, um guerreiro habilidoso é capaz de sentir quando será atacado por uma besta perigosa, se isso fosse verdade, bem.

A velocidade que Joe poderia atingir com uma explosão curta de energia era assombrosa, isso é claro, se ele tentasse algo. A sua constante prontidão o auxiliaria no movimento, jogaria a perna direita com toda a força possível para cima, sem muita técnica, um chute concentrado e poderoso, lateralizado na direção da cabeça do marinheiro robusto, com o intuito de "destruí-lo" com o golpe de maior contundência direta possível.

"LOOK OUT! DAMNNNNNN. SWEET CHIN MUSIC BY MICHAELS!!!!!"

Porradaria, confusão e fuga. [1] 8dc1b980be262364d1daa3e2304ca079

Caso o marinheiro caísse com o golpe de Joe, ele voltaria a atenção para o Loiro e continuaria.

Joe Sins. — Terminaria o próprio nome e se viraria na direção dos outros dois marinheiros, peixes pequenos e, se aquele grande tivesse caído, os dois com certeza cairiam com mais facilidade.

Se o marinheiro robusto fosse capaz de reagir ao primeiro golpe de Joe, ele avaliaria a evasão, jogaria a perna direita para baixo, assim que ela tocasse o chão ele saltaria a daria um giro de trezentos e sessenta graus no ar, lançaria a perna direita contra o pescoço do marinheiro, na tentativa de derrubá-lo.

Porradaria, confusão e fuga. [1] HonorableFriendlyDowitcher-size_restricted


Se ele tentasse contra atacar ao invés de apenas desviar do primeiro chute, avaliaria seu ataque com os olhos tão brilhantes quanto os de um cheetah, se ele tentasse um golpe com a parte superior do corpo, um soco ou cabeçada por exemplo, Sins apenas deixaria que ele entrasse em seu alcance, e lançaria um chute reto e direto contra suas bolas, abusaria do alcance superior de suas pernas, e se basearia em sua altura acima do comum para manter o rosto afastado dos golpes do marinheiro.

Caso o verme de azul sofresse com o chute na sua bigorna, giraria no próprio eixo e desferiria o mesmo chute rodado citado antes, desta vez contra a região direita do pescoço.

Entretanto, se por acaso o marinheiro realmente caísse no primeiro combo, demonstrando assim sua completa mediocridade diante de um combate real, Joe apenas encararia os outros dois marinheiros com os olhos "flamejantes" e um sorriso selvagem, sedento por combate.

Vocês devem ter outros amigos aqui perto não é?! — Ele manteria o sorriso no rosto, e continuaria.

Chamem quantos conseguirem, digam que estarei esperando por eles no bar mais próximo, vou dar uma chance de me prenderem, do contrário, caos. — Ignoraria os dois marinheiros á partir dali, a não ser que estes o atacassem, entretanto, eu não acho que eles teriam a audácia de bater de frente com Joe Sins.

Ele daria uma ultima olhada na direção do Loiro e diria.

Vamos lá?! — Sinalizaria com a cabeça e caminharia, observaria por todos os lados e procuraria pelo primeiro bar que aparecesse na sua frente, se não o encontrasse perguntaria algum transeunte, bem mais impaciente, afinal, sua língua estava se remexendo na boca, louca para saborear uma boa birita, enquanto seus nervos vibravam, sedentos pelo combate eminente.

Se por acaso ele não encontrasse, a voz se direcionaria na direção do loiro. — Você sabe onde fica? ...... Sabe onde fica o bar?

Porventura caso chegassem até algum bar em meio a toda a loucura, Joe abriria a porta caminharia ligeiro na direção do balcão, daria uma palmada na mesa para chamar a atenção de algum funcionário e apontaria para o primeiro barril de cerveja que encontrasse exposto.




Joe Sins
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Vício:02/10
Compulsão:01/10

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Surrados:01 ?


Ganhos:

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris  ?
3. Brigar no Bar, porque eu quero.
4. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
5. Conhecer o resto da futura tripulação.
6. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
7. Fugir depois de descer o cacete neles.
8. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
9. Despistar a marinha de um jeito doido.
10. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Jul 06, 2021 12:15 am

Cometa Harley


O primeiro encontro aconteceu completamente diferente do idealizado por Boris. Ele imaginava algum tipo de conversa agradável e magnetismo natural para formar um laço em volta de um grande objetivo em comum. Contudo, sua mente simples foi incapaz de calcular o espírito selvagem de Joe e sua personalidade caótica sem limites. Indignado, acreditando que Sins era uma farsa, um mero falastrão ordinário, Boris aplicou um chute simples em seu queixo, atingindo-o em cheio. O golpe seria suficiente para nocautear uma pessoa normal. Neste exato instante, Skalovisk sentiu as mesmas emoções que preencheram seu coração de excitação e possibilidades naquele tumulto.

Qualquer homem que se recuse a baixar a cabeça para outro homem é alguém que eu quero ter ao meu lado nesses mares.

Isso…  


Porradaria, confusão e fuga. [1] Screen11


O arrepio na espinha aliado ao sangue fervendo num choque de calor e frio responsáveis por uma sensação única tomavam conta de seu ser. Sim, Joe Sins não era mais um sonhador inconsequente como tantos outros. Ele era uma existência rara e encantadora. Ele seria capaz de causar o caos e viver quantas aventuras desejasse, mas acima de tudo, o moreno possuía um código moral compatível com o de Boris, tornando a união da dupla possível. O taekwondoca jamais acompanharia alguém que menospreza seus companheiros ou que diminui as outras pessoas gratuitamente. Tudo encaixou e a alegria voltou. Sentia-se tão esperançoso e vivo que sequer notava a presença dos marinheiros. Honestamente, não tinha um pingo de atenção para outras pessoas. Estava hipnotizado pelo jeito badass e confiante do marrento. Comprou realmente sua aparência e jeito. Não se importava se ele poderia estar atuando ou forçando uma cena para parecer descolado. Essa hipótese não surgia em sua mente. Joe tinha conquistado seu respeito, simples assim!

Eu preciso de um navegador, de preferência que saiba pilotar. — Disse o líder enquanto se aproximava e complementava. — Loiro, eu me chamo Sins.

Hahahaha... Excelente, Capitão… Excelente!  

Fecharia os olhos e começaria a bater palmas. A sua intuição estava certa e ele se sentia deveras satisfeito com tudo o que viu e já tinha aceitado em seu coração aquela cena. O rapaz tankudo e bom de briga seria o seu líder e ele como um bom navegador, faria questão de levá-lo onde ele desejasse ir, pois sabia que o caminho escolhido pelo capitão ajudaria em sua própria ambição: Ser o maior espadachim do mundo!

Para selar a união da dupla, nada melhor que uma boa confusão com marinheiros, servidores responsáveis por manter a paz e a lei na ilha. Bem, para ser honesto, Boris não tinha nada contra a Marinha diretamente. Eles estavam apenas fazendo o trabalho deles. Seu avô foi um e também tinha a mesma visão neutra. Já Joe parecia amar uma violência gratuita, portanto, enfrentar marinheiros faria parte do novo cotidiano. Enquanto o líder iniciava o confronto, o subordinado cruzava os braços?! Sim, Boris cruzaria os braços e observaria de perto o confronto. Não por estar indiferente ou ausente de vontade. Sua justificativa era bem simples: preguiça!

O preguiçoso evitava ao máximo fazer coisas que não fossem de seu real interesse e o fato de ter acabado de acender um cigarro só piorava sua procrastinação. Entretanto, o espadachim não era um homem comum e mesmo no auge de seu relaxamento, ainda assim estaria pronto para agir a qualquer momento e naquele cenário, se Joe estivesse cercado ou parecesse prestes a ser atingido, usaria sua velocidade e prontidão para surgir o mais depressa possível com um chute frontal na altura do estômago do agressor de seu capitão. — Vamos lá, Capitão!   — Diria, posicionando-se ao seu lado, transmitindo confiança e determinação. Se a luta se prolongasse, usaria seu hábil reflexo para desviar de possíveis ataques com dashs, movimentos de corpo ou simples jogos de pé para esquivar. Aplicaria chutes simples sem deixar o cigarro cair ou apagar de sua boca.


Porradaria, confusão e fuga. [1] Chute_11


Na hipótese do combate acabar, acompanharia o lutador aonde ele fosse. Daria uma tragada profunda, lembrando do seu avô e de quando ele havia desejado que seu neto encontrasse amigos. Mesmo sendo apenas um, Boris sentia ser o começo de uma jornada bastante divertida e animada. Manteria-se sempre em prontidão, mas sem estar atuante. Observaria apenas com os sentidos - audição e visão - sem demonstrar fisicamente que estava alerta. Não para parecer furtivo ou misterioso e sim porque era preguiço demais para fazer esforços desnecessários. Caso recebesse algum ataque durante o trajeto até o bar, usaria de seus capacidades reflexivas para manter-se intacto, ou seja, evitando ser atingido e bloqueando apenas quando não conseguir se mover, optando pela deflexão e desviando os possíveis ataques de seus trajetos originais.
Boris Skalovsk:
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Formiga
Desenvolvedor
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Jul 06, 2021 10:17 pm




O Nascimento da Árvore Alada

O Encontro Predestinado


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 02



O chute de fato não causava nenhum dano a Joe, sua guarda baixa havia favorecido toda a ação do loiro, mas, o mesmo se encontrava de pé encarando o seu antagonista. O chute provavelmente teria sido o estopim de uma luta entre ambos, entretanto, William salvou o dia mais uma vez, um exemplo de marinheiro! Após uma breve conversação entre os dois homens, uma nova parceria acabava de se formar na cidade de Shells, seu capitão e possivelmente o imediato da trupe estava ali, pronto para arrasar – Está falando essas coisas de mim? Tsc, veja recrutas essa espécie de gente é com quem vão lidar diariamente. – Seus olhos estavam na direção da dupla de quase marinheiros e logo observava o robusto homem passando ao seu lado como de ele não existisse – Uma noite na cadeia e já viram anjin... – Antes mesmo de conseguir finalizar sua frase recebeu um chute em sua cabeça, certamente a única coisa que lembraria quando acordasse era das suas últimas palavras.

SENHOR WILLIAM! – A jovem dupla gritou em sinergia após verem a ação do meliante – COMO OUSA? – O de cabelo preto estava um pouco mais exaltado, mas, mesmo assim estranhamente seu corpo não condizia com sua feição, já que ele sequer conseguia de mover – A-A-Amigos? – Disse o outro gaguejando – S-S-Sim senhor. – Continuou com suas pernas tremendo, puxando o seu parceiro e saindo em disparada pela rua. Aliás, falando dela, se a atenção dos transeuntes já estava sobre eles, agora o amontoado de pessoas era ainda maior. Alguns olhavam com um certo medo, outros com espanto e por fim tinham aqueles preocupados com a integridade do marinheiro, que se encontrava desacordado no chão. De maneira simples Joe e Boris seguiam pelas ruas como se não se preocupassem com o que duas ações causaram, na verdade, o loiro se manteve atento, mas sem demonstrar tal ação.

A dupla caminhava e os curiosos que assistiam todo o “show”, abriram espaço instintivamente para eles passarem, sem ter a necessidade de se esgueirar entre eles, se bem que, duvido que ambos fariam isso – Ali. – Esticou o braço enquanto tremia semelhante ao recruta anterior, apontando um bar que estava cerca de dez metros adiante. A arquitetura exterior do bar era feita de concreto, tendo suas paredes rebocadas e também pintadas com um branco já gasto pelo tempo, uma placa de madeira com um nome entalhado sinalizava ser uma Taberna com o nome de “Irmãos Ajin”. Ao entrar a dupla Cia que diferente de fora, por dentro ela tinha um certo requinte, cerca de sete mesas estavam espalhadas pelo salão, cada uma com quatro cadeiras, sendo que aos fundos do lugar, no canto extremo direito existia um pequeno grupo com três meses uma ao lado da outra, com cerca de treze pessoas sentadas, sendo cinco homens e oito mulheres. No resto das mesas se encontravam apenas alguns homens que degustavam suas bebidas de maneira silenciosa – diferente do grupo no canto, que festejava –. O balcão era feito de madeira na cor marrom, tendo por toda sua extensão alguns entalhes que pareciam formar uma espécie de dragão, porém extremamente feio e deformado, aliás, por toda extensão do balcão existiam nove bancos feitos também de madeira, sendo que dois deles estavam ocupados pelo que parecia ser um casal. Por último, atrás do balcão existem três prateleiras repletas das mais variadas bebidas, um pouco abaixo três barris de madeira, cada um com uma pequena placa de ferro com um papel branco preso, tendo os respectivos nomes: Cerveja, Mijo, Mijo Estragado. Por último, uma escada dava acesso ao primeiro andar do estabelecimento, se subissem veriam que estava o local estava vazio - de clientes -, mas contava com algumas mesas e cadeiras.

Porradaria, confusão e fuga. [1] Images?q=tbn:ANd9GcQKU59m5rfLxAGM-mR4CJw3oAFnaXTFwLPcgg&usqp=CAU

Bom dia senhores! – Falou um homem poucos centímetros mais alto que Boris, tendo cabelos pretos – mas com algumas partes grisalhas, principalmente próximos às "costeletas" –, sua barba estava feita e ele esbanjava uma bigodeira de dar inveja, que por sinal, também era acometida pela força do tempo e já apresentava sinais da idade do homem, tendo alguns fios brancos nas extremidades – Meu nome é Ajin, é um prazer recebê-los em meu estabelecimento. – Falou com um grande sorriso no rosto ignorando qualquer “aura” que Joe pudesse emanar naquele momento. Rapidamente Ajin notava o pedido de Joe e respondia com um “sim” realizando com sua cabeça, pegando uma grande caneca de madeira e indo até uma pequena pia ao lado do barril, realizando uma breve higienização, em seguida enchendo de cerveja – Aqui está senhor. Querem mais algo? – Indagou, contudo, não esperou uma resposta, pois o grupo que estava festejando ao fundo chamou o homem, repetidas vezes – Desculpe, um momento. – Falou expressando o incômodo que estava sentindo – Teresa! Venha cá atender esses rapazes. – Gritou o nome de uma mulher, saindo em direção ao grupo em seguida.

Poucos segundos se passaram entre a saída do homem e a chegada de uma linda e forte mulher...na verdade, coloca forte nisso, viu? Seu braço não passava vergonha se comparado ao de Joe, por exemplo, seus cabelos longos e castanhos, com sua feição jovial e feminina traziam uma beleza encantadora para a mulher – Bom dia, meu pai já serviu vocês? Precisam de mais algo? – Indagou, seus lábios carnudos também chamavam a atenção – Ei, você sai que horas? – Falou o homem que estava outrora com sua mulher no balcão, se Joe e Boris olhassem ela já não se encontrava mais ao seu lado – Rápido, minha mulher foi ao banheiro. – Concluiu o homem. A expressão de nojo de Tereza deixava claro o descontentamento que ela sentia com tal questionamento – Vai se catar, seu bosta. – Disse em alto e bom-tom enquanto avistava aos fundos a mulher do homem voltando do banheiro. Opa, esqueci de falar, certo? Cerca de sete metros após o balcão, dois banheiros eram vistos com facilidade, tendo um M e um F nas portas.



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Magma
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Jul 07, 2021 10:35 pm
Stone Cold Steve Austin




Algumas coisas são muito simples de se entender, a primeira delas era o quanto Joe Sins adorava tomar uma boa birita, isso para ele era uma das maiores provas de que era um espírito livre que faria o que bem entendesse. O moreno apanharia o copo de cerveja e não demoraria muito tempo para lançar o líquido pela sua garganta, iria ingerir metade do líquido no copo, apenas para conseguir repetir a sensação prazerosa mais do que uma única vez.

ARRRRR. — Sins soltaria o ar e relaxaria completamente após aquele gole, ele olharia de canto na direção do loiro e em seguida voltaria os olhares para trás, na direção do grupo que fazia barulho naquele bar, um sorriso aos poucos se ergueria em meio a sua expressão de prazer, e um "cheiro" alcançaria as suas narinas, podia ser algo psicológico, diferente do cheiro da cerveja, que era muito natural e prazeroso para ele, era um cheiro muito mais complexo, um cheiro de, confusão.

Como você se chama Loiro? eu já me apresentei. — Os dedos da mãos direita dançariam sobre a mesa, tateando-a como se estivesse tocando um piano, a ansiedade para o conflito eminente era tamanha que seu corpo parecia ter achado um jeito de descarregá-la.

Ele esperaria pela resposta do seu novo imediato, e assim que o loiro respondesse ele lhe daria um sorrisão e logo em seguida, faria um sinal com a cabeça na direção do grupo nos fundos do bar.

Aqueles caras são nossas buchas de canhão. — Diria, sem muita explicação.

Um homem cujo único sentido que lhe foi apontado na sua vida foi o do combate, ele com certeza tinha algo em mente, mas a sua falta de disciplina o impedia de chegar a desenvolver isso com alguém, ele somente fazia.

Não é que ele não tinha se importado com a situação constrangedora entre a garçonete aquele homem, ops... perdoe-me, aquele verme. Seus olhos simplesmente cruzariam os dois tão rápido quanto possível, e ele faria uma avaliação rápida das duas figuras, de ambas a que mais lhe interessou foi Teresa, e tudo isso por um motivo simples, o físico anormal da mulher o fez imaginar o quão poderosa ela seria em batalha.

A partir dai, ignoraria completamente a figura masculina, ele não era digno do seu interesse até que provasse o contrário, como ele faria isso? não era problema dele.

Você. — A voz dele soaria relaxada, apesar do sorriso ainda formado no rosto e as sobrancelhas curvadas para baixo. Ele olharia na direção de Teresa e assentiria.

Continuaria.

Vamos receber alguns amigos aqui, tudo bem? — Manteria o sorriso e assentiria.

Caso a figura masculina apontasse a palavra, ele acionaria algo que ele não gostaria, a mão esquerda de Joe perfuraria o ar na direção de sua cabeça, agarraria sua nuca e lançaria seu crânio contra o balcão com toda a força que ele fosse capaz de encontrar na posição em que estivesse, caso o homem conseguisse escapar do aperto a mão esquerda apenas se fecharia e em ambos os casos uma expressão ameaçadora se formaria no rosto de Joe, uma mescla entre selvageria e raiva.

Lealdade é tudo, seu verme.

De qualquer forma, tendo esfacelado ou não aquele maldito, ele se levantaria da cadeira em que estava e apertaria a cerveja com a mão esquerda, levaria ela consigo.

Devem estar quase aqui, vamos nos preparar para recebê-los.

A expressão se suavizaria em um sorriso selvagem na direção do Loiro, ele giraria o corpo e caminharia devagar na direção da mesa nos fundos com o copo de cerveja na mão.

Porradaria, confusão e fuga. [1] Unknown

Os passos seriam largos e em uma velocidade normal, por incrível que pareça, naquele instante, a atenção que ele queria chamar não era com barulho, mas com sua presença.

Afinal, mesmo que ainda fosse um homem, ter dois metros de altura não era para qualquer um, ao menos era isso que ele imaginava.

Os olhos da besta avaliariam cada uma das figuras, homens e mulheres, seus olhos cruzariam todos os outros, quase como se existisse algum tipo de eletricidade estática que corresse apenas no seu olhar, cuidadosamente escanearia cada um deles, sua natural expressão ameaçadora acompanharia o olhar penetrante, até que encontrasse alguém que durasse tempo o suficiente encarando-o, como se não fosse desviar o olhar.

Olá. — O sorriso selvagem expandiria ainda mais, conforme o sentimento da confusão e a euforia começavam a encher todo o seu corpo.

A pressão da mão esquerda sobre o copo de cerveja aumentaria, devido a eminente disputa, quase como se uma trombeta de batalha estivesse tocando dentro da cabeça de Joe, o loiro poderia notar devido seus sentidos inatos um aumento na velocidade da respiração de Sins, mesmo que sútil aqueles que estivessem mais próximos e fossem mais atentos seriam capazes de sentir.

É que sua mãe me disse que eu precisava pagá-la pelo serviço, então vim trazer o dinheiro direto ao filho(a) dela. — Ele continuaria com o sorriso selvagem, a intenção de arrumar confusão parecia clara.

A sua clássica expressão selvagem se manteria e ele avaliaria a reação do alvo da "piada", se ele parecesse ficar irritado colocaria um pouco mais de lenha na fogueira.

Sabe, ela ficava dizendo "Nossa Joe, como isso está bom, que maravilha." Deve ter gostado bastante. — Manteria o largo sorriso e se manteria encarando diretamente a pessoa, ele se preocuparia em gesticular e falar bem alto para chamar o máximo de atenção possível.

Ele daria um passo a frente e tomaria um pequenino gole da cerveja, deixando um pouco dentro do copo, passaria a caminhar em um circulo ao redor do lugar onde estava, se o loiro tivesse o acompanhado, ele faria um circulo um pouco maior de aproximadamente um metro e meio, ou menos, dependendo do espaço livre ao seu redor, mas seria o maior circulo POSSÍVEL, a mão esquerda despejaria uma fina quantidade de cerveja durante seu movimento, o intuito era formar um circulo com a cerveja no chão, e torcer para que os marinheiros chegassem a tempo, se não, apenas concluiria o circulo de cerveja, jogaria o copo na direção do alvo das piadas e manteria o sorriso.

A partir desse momento, esse circulo é meu território, um passo além dele e vocês precisarão ir em um dentista, um médico ou um coveiro.

A postura de Joe subitamente se ergueria em algo mais ameaçador, ele já era alto, portanto apenas estufaria o peito e manteria os ombros retilíneos e os braços afastados do corpo, assim como ambas as pernas levemente abertas, para passar a impressão de ser um pouco maior, ambas as mãos fariam um sinal na direção de marinheiros caso tivessem entrado no bar, ou dos próprios alvos da "piada" pública, chamando-os para o combate.

Os olhos eventualmente cruzariam o espaço do bar e tocariam o loiro, ele assentiria como se estivesse confirmando algo, e o sorriso se manteria aberto, na verdade ele aumentaria ainda mais, assim como as pálpebras que abusariam do seu poder elástico e se abririam ainda mais, era uma expressão aparentemente lunática, entretanto, era o seu mais puro estado combativo, uma besta.

"DING DING DING"

Porradaria, confusão e fuga. [1] Unknown

Para Joe aquela situação era uma das poucas em que ele lembrava de sua antiga casa, a arena, onde ele tivera tido seus combates mais insanos e lendários, das mais variadas formas possíveis, uma experiência de combate gigantesca de um verdadeiro campeão, o resultado de tudo isso, era uma criatura que costuma agir de maneira completamente reflexiva e quase que instintiva, o seu único aprendizado é o que ele já passou, e esses conhecimentos o ajudavam a se tornar cada vez mais forte no campo de batalha.

Caso o primeiro adversário se aproximasse frente a frente, ou seja, vindo da mesa do alvo de suas piadas ele abriria um sorriso, indiferente ao gênero, ele foi bem claro quando falou sobre o seu território, entrar ali era uma passagem só de ida, nesse caso, o primeiro precisaria servir de exemplo, ele avaliaria a investida, rápida, lenta, normal, etc.

Se por acaso o ataque viesse rápido ele olharia para trás o mais rápido possível e averiguaria que não havia ninguém se aproximando, se estivesse limpo ele continuaria a sequência, que obviamente incluía a situação, um adversário com as mãos limpas, um ataque limpo com o uso dos braços, um soco ou cotovelada por exemplo, seria devolvido com Joe disparando na sua velocidade máxima pelo curto espaço que dividiria ambos assim que o alvo entrasse no alcance do circulo, sua perna direita se lançaria como uma lança contra o rosto do inimigo, na intenção de abusar a distância que ela cobria para impactar brutalmente contra seu rosto diretamente e lança-lo para trás, ou até mesmo, desacordá-lo se ele conseguisse.

"OH MY GOD, BIG FOOT BY JOE!"

Porradaria, confusão e fuga. [1] Tenor

Se eventualmente o alvo desviasse do chute, Joe avaliaria o lado da esquiva, e giraria a perna esquerda livre no próprio eixo, e tentaria aplicar-lhe um chute na direção da esquiva com a perna direita, mesmo que isso o desequilibrasse.


Um... — A voz soaria, meio rouca devido a situação eufórica, mas mesmo assim contendo um gigantesco desejo de luta.

Ocasionalmente se a ofensiva surgisse como armada com alguma arma branca, mesmo que uma cadeira ou golpes com as pernas, Joe giraria no próprio eixo e abaixaria a cabeça ou deslocaria o corpo para desviar do chute ou joelhada, ao mesmo tempo em que entraria no "alcance" do alvo e agarraria sua perna, apertaria com o máximo de força possível, e faria uma demonstração de poder, usaria TODA sua força para erguer o alvo, girar o corpo e o lançar em QUALQUER direção após um único giro no ar.

EI! JUNTE-SE A MIM LOIRO! VAI PERDER ESSA BRIGA?! — Ele gritaria após o golpe, com um sorriso sinistro estampado na cara.

Se portasse uma arma branca, ele deixaria que o adversário avançasse e adentrasse no seu território, aguardaria até o limite de tempo possível e assim que o movimento de ataque proveniente da arma se iniciasse ele abusaria de uma explosão de velocidade repentina, tentaria ser tão rápido que o adversário não conseguisse se ajustar, giraria o corpo no próprio eixo como antes, mas deslizaria pelo flanco inimigo, de preferência o flanco mais próximo da ORIGEM do golpe adversário, ele ultrapassaria o braço do inimigo por "FORA" e giraria até as costas do adversário, abraçaria a cintura do inimigo e usaria toda a energia do movimento para erguê-lo, utilizaria assim toda a força em uma única explosão de poder, ficaria nas pontas dos pés e lançaria o inimigo com brutalidade para trás, faria uma espécie de ponte no movimento e tentaria lança-lo na direção da mesa dos seus "alvos".

"A GERMAN! IT'S A GERMAN!!!!""

Porradaria, confusão e fuga. [1] Tenor

Caso os marinheiros de fato chegassem em meio a toda a confusão e tentassem atacá-lo vindos da entrada, ele daria um sorriso ainda mais aberto, e faria a mesma avaliação de ataque de antes, com uma única alteração, caso o marinheiro tentasse lhe atacar com algum golpe limpo, assim que ele pisasse no círculo Joe se lançaria na direção dele com toda a sua velocidade possível em uma única explosão, tentaria cercá-lo com seus braços em um grande abraço, e impedi-lo de utilizar seus próprios braços "apertando-os" contra seu corpo, se conseguisse, travaria seu próprio movimento, daria um ultimo sorriso para o marinheiro.

Tchauzinho. — Murmuraria, com os olhos tão brilhantes e arregalados quanto os de uma besta, ele pegaria impulso com os pés, e usaria toda a força que conseguisse para erguer o marinheiro e arremessá-lo na direção da mesa onde estavam os seus alvos.

"B-BELLY TO BELLY... CRAP!"

Porradaria, confusão e fuga. [1] MajorParchedHornedviper-max-1mb

Se por acaso ele fosse arremessado, derrubado, ou golpeado de qualquer forma que o fizesse cair ou ser lançado para trás, mesmo que se arrastando, ele iria GARANTIR que acertaria o máximo de pessoas possível no caminho do impacto recebido, afinal de contas, aquilo era um bar, uma faísca e tudo pegaria fogo.

Levantaria, com um sorriso selvagem no rosto e encararia diretamente o seu atacante.

Shells Town vai ficar cada vez mais interessante. — Diria, com uma voz áspera, que já estaria semelhante a de um animal selvagem devido a explosão hormonal.

ZOYAHAHAHAHA.




Joe Sins
PDV:4400  (:wing:)
STA:100

Vício:00/10
Compulsão:03/10

Posts:03
Surrados:06  ?


Ganhos:

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris  ?
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
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Van
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 11, 2021 10:44 pm

Bota pra cantar, pá pum!

A confusão na rua acabou rapidamente e sem maiores desdobramentos. Talvez futuramente as consequências daquele encontro com os marinheiros se tornassem algo problemático, contudo, ao buscar a companhia de Sins, Skalovski assinou um atestado de irresponsabilidade no qual ele estava ciente das dificuldades por vir. Se fosse um cassino, Joe seria a mesa de poker valendo o maior prêmio. As chances de sucesso eram mínimas, mas os holofotes e o desafio valerão cada segundo.

No bar, eles se sentaram em uma mesa. Não demorou e a dupla viu uma cena incômoda, como um imã de caos capaz de atrair as situações mais bizarras possíveis, eles se viam diante de um babaca querendo um show. E se o moreno fosse 10% do que o loiro suspeitava, certamente o espetáculo seria público com direito a ingressos distribuídos gratuitamente.

Por que sempre tem alguém incomodando mulheres? Não era para ser o contrário? Ah, não… É só quando casa mesmo.

Riu de sua própria piada machista enquanto observava um homem casado incomodar a exótica atendente. Se o taekwondoca ainda estivesse com o cigarro em sua boca, daria um trago profundo e soltaria a fumaça lentamente, permitindo a química invadir seu corpo como o carisma de Joe o penetrou anteriormente. Caos... simples e puro caos!


Porradaria, confusão e fuga. [1] Screen13


Na hipótese de Joe agir e convidá-lo para participar, Boris apenas retribuiria com um sorriso debochado, ignorando a proposta completamente. Continuaria fumando o seu cigarro e rindo e da bagunça, como se estivesse assistindo um filme de comédia pastelão. Dizem que o olho do furacão é o local menos conturbado e estar perto de Joe passava a mesma sensação para o espadachim. Divertia-se vendo o capitão aprontar como um pai ao ver seu filho jogar bola com os amiguinhos. Entretanto, não ficaria despreparado. Pelo contrário, mesmo dando risadas e abstendo-se do combate, Skalovski sempre estava pronto. Por conseguinte, se alguém atacasse Sins pela retaguarda, levantar-se-ia da sua cadeira com o máximo de velocidade possível e atacaria com um chute frontal rápido e potente, passando a fazer parte da luta contra a sua vontade.


Porradaria, confusão e fuga. [1] Chute_13


Deixou um prato nesse banquete para mim? Hahahaha  

Protegeria as costas de seu nakama, deixando a maior parte dos adversários para ele. Não por se sentir inferior e sim por gostar de observar o astro atuando. Quem não gostaria de jogar ao lado do Ronaldinho Gaúcho? Joe Sins era a estrela que brilhava naquele bar - na visão de Boris - e ele não se incomodava nem um pouco de ficar em sua sombra, desde que continue se entretendo. No momento em que se sentir insatisfeito, tudo pode mudar, porém, Joe era alguém especial e tinha tudo para ser uma supernova capaz de brilhar por muito tempo. Caso alguém o ataque, usaria suas pernas para bloquear e defletir possíveis golpes. Se fossem usadas armas, inclusive garrafas e talheres, tentaria defletir usando a sola do pé ou a canela.
Boris Skalovsk:
Matthew
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Matthew
Soldado
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Jul 12, 2021 12:37 pm

A vida sempre foi dura com Matthew. Hoje, em Shells Town, o garoto que viu seus pais sendo mortos e testemunhou a morte de grandes amigos continuava firme. Apesar de ser fiel aos laços que criava e buscando cada dia mais se fortalecer para proteger a si e aos seus, a vida não costumava ser muito favorável para o mesmo. Ainda assim, o garoto não costumava reclamar do seu passado. Acreditava em si e na força de vontade para superar seus desafios e, ao seu pior inimigo, ele mesmo.

Embora tentasse esquecer, Matthew repetia em sua mente algumas cenas vagas, dos momentos que saía de si. Mais pelos relatos do que por suas próprias lembranças, o jovem sabia que tinha um problema, um que não conseguia contornar. Um desequilíbrio, que o deixa agressivo e instável, perigoso até mesmo para as pessoas que gostava. Apesar do seu porte físico esguio e de seus cabelos chamativos, a maior parte de sua extravagância estava na sua teimosia e na sua tendência a perder o controle de si e se irritar. Esse é Matthew. Caminhando, o rapaz parava por um breve minuto, enquanto refletia. “Hoje eu vou ser mais paciente, hoje eu vou ser mais paciente... É, eu não consigo nem acreditar nisso”. Paciência realmente era uma virtude que o rapaz não dominava, embora tivesse aprendido um pouco sobre autocontrole com Jason, seu falecido mentor carpinteiro.

Saindo do seu pequeno devaneio, o rapaz buscava raciocinar pra onde estava indo e o que estava fazendo. Depois que a família de Jason o expulsou da loja de construção naval, os dias de Matthew se resumiam a buscar um emprego, ser recusado, ficar bravo, brigar e se embebedar. Nem sempre nessa ordem, o que tornava as coisas ainda mais caóticas. Infelizmente, sua infâmia era conhecida, e quase ninguém queria ser visto perto do rapaz. Cada dia mais, o jovem de cabelo rosa contava os dias em que poderia ter seu navio, nem que fosse pra roubar um, mas sabia que precisaria de companheiros que navegassem com ele. – O mar me aguarda. Eu sei disso! – Falava alto, de maneira efusiva. Ainda que seus acessos de fúria o deixassem inseguro de fazer amizades, Matthew sabia que só precisava alguém forte, assim como Jason, que seria capaz de apaga-lo quando necessário.

Apesar disso, a força de Matthew fazia com que não houvesse muitos camaradas elegíveis por aí. Alguém no qual o rapaz confiasse e visse como um líder, alguém mais forte que ele. Apesar de querer sempre ser o mais forte, só poderia se sentir confortável novamente com alguém assim, que soubesse lidar com ele, assim como um dia Ryuki, líder da gangue que o acolheu quando havia ficado órfão. Assim como Jason, Ryuki já havia morrido. Diante disso tudo, Matthew queria começar o dia bebendo. O rapaz caminharia pelas ruas de Shells Town, em busca da tão aclamada cerveja. Não importava que momento fosse, Matthew precisava de álcool. Sua vida estava um pouco aleatória no momento, embora o rapaz soubesse o que queria pra si, navegar pelos mares, aprender mais sobre carpintaria naval e construir suas próprias embarcações. Isso tudo, claro, na companhia de pessoas fortes e destemidas, dignas de navegar num navio criado por ele.

Ao encontrar o bar, na cidade em que viveu nos últimos anos, Matthew iria direto ao balcão, ou ao encontro de algum atendente, e pediria. – Uma cerveja, por favor. – Ainda que tentasse ser sutil, seus cabelos característicos poderiam fazer com que fosse reconhecido, embora acreditasse que não haveria tanta seletividade de clientes em um bar. “Sem viciados, alcoólatras, criminosos, vagabundos e corruptos, qualquer bar vai à falência”. Ele estaria no aguardo da bebida, sempre de olho ao redor, sem nenhum tipo de vergonha em encarar qualquer um que ousasse olhar para ele. Não era muito difícil ocorrer dele encontrar alguém que já tivesse agredido, afinal, era o que ele mais havia feito desde sua chegada na ilha. No fundo mesmo, Matthew queria era confusão. Brigar era seu desejo, e talvez, sua única forma de libertação dessa vida fútil que estava vivendo.

Se por algum motivo não encontrasse algum bar ou estivessem fechados, Matthew buscaria abordar alguém na rua, bem assertivo. – Saberia me dizer que diabos de lugar eu posso ir pra tomar uma mísera gota de álcool nessa cidade? – Embora não fosse sempre mau humorado, ter suas expectativas frustradas o deixava enraivecido. Matthew não contava com a resposta, apesar de que seguiria a que alguém o desse. Mas sabia que com sua gentileza, era mais provável que fugissem. De toda forma, seguiria seu rumo até encontrar um estabelecimento que vendesse bebidas alcóolicas, atento a qualquer tipo de confusão.


Matthew:
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sex Jul 16, 2021 12:00 pm




O Estopim da Pancadaria

Freeza Morre.


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 03


A dupla – de certa forma – ignorava as ações do homem que acabou de dar em cima de Teresa, pessoas como ele não mereciam a devida atenção. A mulher relativamente musculosa voltou sua atenção a Joe, escutando suas palavras e esboçando um sorriso no final – Amigos são sempre bem-vindos. – Disse de maneira tranquila e desarmada, diferente de momentos atrás quando respondeu o verme ao lado. Falar nisso era notável o desconforto entre o casal, já que pareciam discutir bem baixinho – Ela xingou ele amor, não foi comigo não. – Disse o homem em um tom audível aos demais, virando-se para Joe com um sorriso amarelado em seu rosto como se pedisse por socorro – Não é camarada? Pelo jeito, as cantadas não são o seu forte. – Concluiu dando o direcionamento para que o robusto homem o livrasse da enrascada que ele mesmo entrou. Contudo, diferente do esperado por ele, a única coisa que conseguia ver e sentir era a mão pesada do homem em sua nuca, em seguida, tudo ficaria preto em sua memória quando acordasse. Foi lançado de maneira tão forte e brutal que sua face parecia estourar ao chocar-se com o maciço balcão, o sangue escorria pelo seu rosto e sinceramente, não quero nem descrever o quão grave era o estado do homem – agora caído no chão –. Sua mulher deu dois passos para trás assustada com toda a situação, ficou muda perante a imponência do homem à sua frente – Que merda é essa? Não precisava disso tudo! – Bradou Teresa tentando parecer o mais irritada possível, porém, Boris e Joe conseguiam notar que, no fundo, ela gostou da recompensa recebida pelo vadio.

Um grito cerca de dez segundos depois do ocorrido chamou a atenção de todos ali, não que eles não tivessem reparado no homem caído, mas, apenas não tinham se importado o bastante. A mulher correu para auxiliar o homem que ainda respirava e também sangrava sem parar, virou o corpo do mesmo deixando-o de barriga para cima, sendo possível notar o seu nariz completamente “esbagaçado”. Teresa se manteve parada atrás do balcão por alguns segundos de conflito, ela achava justo a porrada recebida pelo homem e, ao mesmo tempo, tinha que agir profissionalmente, afinal, aquele era um dos seus clientes. Ela saltou – em um único pulo – o balcão, indo ajudar a mulher que em meio aos prantos, tentava ajudar o homem.

Ignorando tudo aquilo Joe caminhou carregando em mãos sua caneca de cerveja, seus passos largos e agora toda a atenção da taberna estava voltada para ele. Ajin passava correndo ao seu lado indo em direção a balbúrdia causada por ele próximo ao balcão, em sua face ele pode realmente ver o real descontentamento para com suas ações, entretanto, naquele momento o velho homem estava focado em limpar a bagunça. Nas três mesas cinco homens estavam espalhados, dois deles estavam na ponta esquerda, um na ponta oposta a dupla e dois no meio – bem próximos, tendo duas mulheres cada um debaixo dos seus braços -. Todos ouviram as palavras de Joe e riam, riam tanto ao ponto de um deles liberar flatulências descontroladamente enquanto segurava em sua barriga, como se quisesse controlar suas gargalhadas – O bebezão está querendo briga. – Bradou um dele em meio as risadas, seus dreads balançavam com o movimento do seu corpo e sua expressão facial mostrava uma loucura sem igual, ele era estranho, era tudo que Joe e Boris sentiam – Olha, ele sabe fazer um círculo. – Um dos outros homens falou enquanto se levantava devagar, ajeitando minuciosamente seu cabelo extremamente bem cuidado. De pé sua estatura física não perdia em nada para Joe, na verdade, sua musculatura conseguia ser ainda mais definida e arredondada. Por mais ameaçador que Sins pudesse ser, aquilo não funcionava nós homens a sua frente – diferente das mulheres, que ficaram com medo – e em uma mulher em particular que parecia não estar ali para cumprir a mesma função das demais, suas roupas pretas eram semelhantes a um terno, alguns botões da camisa por baixo estavam abertas e ela fumava seu cigarro tranquilamente, ignorando a dupla e toda a confusão que tinha se iniciado. Seus cabelos ruivos eram os detalhes que mais chamavam a atenção, além dos seus olhos de coloração carmesim.

Antes que o pau começasse uma voz quase que acabou com todo clima criado por Sins – Que porra é essa? Qual de vocês bateu no Sargento? – Gritou.


CORTA PRA CÂMERA DOIS - MATTHEW

O  jovem Matthew caminhava tranquilamente pelas ruas de Shells em meio a devaneios e reflexões, julgo que a mais engraçada era sua esperança de manter-se em paz, já que dada sua personalidade explosiva, aquilo com certeza não iria ocorrer. Por viver em Shells não foi difícil para o mancebo encontrar o tal do bar, porém, sua entrada tinha sido temporariamente barrada, pois, cinco marinheiros estavam abarrotados na entrada, brigando para ver quem entraria primeiro.


VOLTA PRA CÂMERA UM

O local estava meio cheio, dois homens estavam cerca de dois metros, taberna adentro – Vou repetir mais uma vez. – Ajeitou sua postura enquanto deslizava sua mão pela grossa barba existente em seu rosto – QUEM BATEU NO SARGENTO? – Seus olhos furiosos olhavam ao redor em busca dos homens com características semelhantes à informada pelos recrutas – VOCÊ. – Gritou novamente apontando para o loiro, que chamou sua atenção de maneira mais rápida – ESTÁ PRESO EM NOME DA LEI. – Esbravejou com orgulho o marinheiro que ostentava seu uniforme limpo e arrumado. Atrás dele, cerca de cinco pessoas entravam em empurrões, ao todo, sete marinheiros se encontravam no salão do bar. Os dois da frente eram os que mais passavam uma sensação de imponência, os cinco pareciam ser meros soldados comuns.

Por último, um jovem entrava também no bar ficando impedido de passar pelos marinheiros que estavam à sua frente, seu cabelo rosa era o que mais chamavam a atenção em sua aparência – Senhor Bernades, o que está acontecendo? – Falou Ajin próximo ao homem, pela sua postura parecia que o mesmo detinha um certo medo daquele homem ou o respeitava de maneira exacerbada, não tinha como saber. Os dois homens – que estavam agora  de pé, próximo ao território feito por Joe – continham suas ações com a chegada dos marinheiros. A ruiva arqueava a sobrancelha em meio a uma troca de olhares com o parceiro ao seu lado, que estava com uma espécie de chapéu cobrindo toda sua face. Alguns clientes das mesas instintivamente começavam a ir para os cantos da Taberna, como se sentissem o perigo que os rodeava – SENHOR MARINHEIRO! – Gritou a mulher – AQUELE HOMEM BATEU EM MEU NAMORADO. – Gritou novamente a mulher com o seu marido nos braços – Vocês dois, ajudem ela. – Dois dos homens que estavam atrás correram em auxílio, um deles pela postura tomada na situação dava a entender ter conhecimentos médicos.

Por último, o embate estava prestes a ocorrer – Vocês estão fudidos. – Gritou o homem de cabelos compridos e azuis, ao lado de Bernades. Agora resta saber, quem tomaria a iniciativa? Joe e Boris? O grupo que estava na mesa pareciam sedentos por um belo combate, isso se intensificou com a presença da Marinha, entretanto, a ruiva parecia não estar muito afim de uma baguncinha. Ou será que nosso digníssimo barril de pólvora, chamaria Matthew, iria startar a putaria?



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:
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Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 18, 2021 2:07 pm
Bawitdaba  




Sabe, um dos principais motivos pelos quais Joe Sins adorava lutar com desvantagem é que ele sempre estaria se desafiando, e era uma ótima forma de testar a confiança de seus inimigos também. Joe seguia a doutrina de que um combate tem várias etapas que são coisas que tornam uma briga de fato uma briga.

O princípio da imposição era a primeira etapa, prostrar-se diante do inimigo e apresentar-se, da forma como achasse melhor, o território era muito importante na guerra e na briga ele não perdia sua importância apesar de tudo. Sins já havia criado o seu próprio território, e aqueles que o observavam podiam não entender, perceber, sentir ou quaisquer outro sinônimo mas ele já considerava todo aquele bar como seu território, logo, á partir do momento em que aqueles marinheiros pisaram dentro do bar, eles já tinham se tornado suas presas, afinal, tinham invadido seu território.

A voz do marinheiro não poderia ser mais irritante para Joe que franziu as sobrancelhas momentaneamente conforme a situação se desenrolava.

Os dois que pareciam ter aceitado o desafio pararam pouco antes do circulo de Sins o que o aborreceu bastante, afinal, eles haviam se intimidado facilmente com a presença da marinha, mesmo que também estivessem em grupo.

Você... — Diria em um tom audível, porém bem mais baixo do que o normal.

Joe balançaria a cabeça negativamente, ele não estaria encarando o marinheiro, mas a sua decepção era claramente voltada a ele, sua voz cresceria cada vez mais, conforme ele caminharia na direção da mesa mais próxima.

Fala... — Ambas as mãos se adiantariam na direção da mesa, agarrariam ela em lugares opostos, Joe usaria de sua abundante força física e com um impulso auxiliar de ambas as pernas ele ergueria a mesa com toda força, realizaria um único giro com ela e a lançaria na direção do grupo de marinheiros.

DEMAISSSSSSSS!.

Depois que a mesa fosse arremessada Joe ignoraria o resultado e se viraria na direção dos dois homens que responderam ao seu desafio anteriormente, o sorriso se abriria vagarosamente e revelaria aos poucos a sequência de dentes brancos e brilhantes.

A parte boa de se ter lutado tantas batalhas era que Joe entendia inimigos como ninguém, e o fato de que os dois se prostraram juntos diante dele só mostrava que eles não tinham expectativas o suficiente para enfrentá-lo sozinhos.

A coragem de um estava escorada na do outro, ou seja, assim que o primeiro caísse a moral do outro iria falhar em conjunto, ele precisava decidir um alvo.

Os olhos vagariam por ambos com velocidade, é óbvio que ele preferia descer o cacete no grandalhão primeiro.

Ele caminharia na direção da dupla com o sorriso no rosto, como se a colisão anterior não tivesse acontecido, os punhos se apertariam com força, o suficiente para que ele conseguisse estalar os dedos das mãos, ele parecia ignorar o cabeludo, apesar de ainda se manter atento a ele, caso um ataque viesse daquele flanco ele jogaria o corpo na direção do grandalhão e tentaria desviar do golpe, e atraí-lo na direção do grandão, com o objetivo de feri-lo com o golpe do próprio aliado, mesmo assim, durante o movimento o punho direito se lançaria como um foguete na direção das bolas do grandalhão, Joe tentaria acertá-las com um soco direto para assim impossibilitar parte da ofensiva do grandalhão.

Mesmo que o cabeludo não o atacasse, Joe tentaria realizar o mesmo movimento entretanto, nesta sequência abusaria de sua prontidão para conseguir se abaixar e tentar aplicar o soco em velocidade contra as bolas do grandalhão.

Assim que o golpe entrasse a prontidão bestial de Sins entraria em ação, seus dois pés girariam no próprio eixo por alguns graus e iniciariam toda a impulsão que ele iria precisar, ele se lançaria para cima e reuniria toda a energia do movimento para lhe auxiliar no golpe, os braços travariam-se ao redor do pescoço do grandalhão como uma corda de forca, ele demonstraria toda a sua força bruta e se forçaria a ficar na ponta dos pés.

ARGHHHHHHHHHHHHH. — Joe soltaria um urro bestial conforme fosse erguendo o homem, demonstraria toda a sua potência física.

Ergueria o bombado acima da cabeça como um saco de batatas, giraria e o lançaria de costas contra a mesa mais próxima que estivesse vazia.

"J-JACK HAMMERRRRRRRRRRRRR!"

Porradaria, confusão e fuga. [1] Tenor

Ele ficaria vulnerável a golpes durante a execução do movimento, entretanto faria o possível para executá-lo mesmo que isso significasse sofrer alguns golpes do cabeludo.

Caso ele conseguisse realizar o movimento sem problema nenhum, Sins se aplumaria e viraria na direção do cabeludo com a mesma expressão bestial de antes, a vontade de lutar contra alguém que fosse realmente capaz de dificultá-lo um pouco era tremenda.

Sua vez... — A voz áspera e rouca devido a desidratação bucal proveniente da sequência de gritos faria com que Joe parecesse realmente algum tipo de animal.

A essa altura, seus cabelos provavelmente estariam bagunçados, roupas abarrotadas e a completa inutilidade das etiquetas de comportamento, fariam com que os resquícios de saliva que escapariam pelos seus lábios o tornassem ainda mais amedrontador.

O pé direito de Sins se ergueria e ficaria apenas com sua ponta no chão por um curto período, ele arrancaria na direção cabeludo sem pestanejar, sua prontidão o faria atingir o pináculo da sua velocidade sem que ele fizesse muito esforço, o seu movimento atlético o proporcionava uma movimentação muito poderosa, ele daria três passos mais longos conforme estivesse mais próximo do cabeludo e saltaria de frente contra ele, os dois braços estocariam na direção de seus ombros como lanças, na intenção de agarrá-los.

Assim que agarra-se os ombros do cabeludo Sins lançaria o corpo para cima em um movimento acrobático, apertaria com força e tentaria segurar mesmo que sofresse qualquer tipo de retaliação.

A voz do brigão balbuciaria mais uma vez no âmago do movimento. — Essa vai doer... — O sorriso permaneceria no rosto, estava na hora de mostrar mais das suas habilidades.

Ele giraria o corpo no próprio eixo no ar, soltaria o ombro do cabeludo para isso, e alternaria o aperto, "trocando as mãos de lado", ele começaria a "cair" e puxaria as costas do alvo na direção de seu corpo no movimento, as duas pernas se flexionariam e se lançariam em meio ao movimento em conjunto, seus dois joelhos cortariam o ar unidos como os canos de uma escopeta, ele puxaria as costas do cabeludo na direção do golpe e acertaria os dois lados dela com ambos os joelhos no golpe de maior contundência possível.

Porradaria, confusão e fuga. [1] SaltyHomelyHoki


O magnânimo cairia de costas contra o chão do bar ou o que quer que estivesse atrás dele no final do movimento e permaneceria segurando os ombros do alvo e com ambos os joelhos conectados a suas costas, ele resistiria a dor da queda e aproveitaria os resquícios do movimento para erguê-lo com os dois joelhos e as mãos e lançá-lo para trás, contra qualquer coisa que estivesse naquela direção.


"B A C K S T A B B E R..."



To be continued...




Joe Sins
PDV:4400  (:wing:)
STA:100

Vício:00/10
Compulsão:00/10

Posts:04
Surrados:10  ?


Ganhos:

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
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Van
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sex Jul 23, 2021 6:15 pm

Camarada Boris


Joe Sins era um homem deveras interessante. A personalidade extravagante e caótica do rapaz moreno atraía todo tipo de atenção, inclusive negativa. Boris assistia ao espetáculo formado por seu capitão com um grande sorriso no rosto. Sentia-se assistindo a criação de uma obra de arte. A ausência de preocupações, o estilo desleixado, tudo era tão inocente e fútil. Qual seria o limite do lutador? Até onde estava disposto a ir para saciar suas vontades primitivas?

"Cada vez eu tenho mais certeza da escolha que fiz."

Como toda ação causa uma reação, era esperado da bagunça no bar aumentar, mas será que precisava ser tanto? Joe havia nocauteado um marinheiro importante e agora tinha várias pessoas comprando o barulho do abusador. Alguns até imponentes, contudo, a grande maioria serviria apenas de apertivo. O prato principal era bastante musculoso e tinha tudo para ser um grande oponente. Em meio aquele rodízio, Skalovski só conseguia sentir falta de uma boa lâmina. Gostava de chutar bundas, mas era apenas de diversão. A fonte do seu maior prazer era, com toda a certeza, retalhar alguém. Não havia arma mais pura e especial do que uma bela katana. O fio bem definido, o alcance extracorpóreo, um verdadeiro ataque destrutivo com uma certa leveza indescritível.

Hey, Joe… aonde você vai com essa mesa aí na mão?  

Perguntou com um sorriso no canto da boca e um Molejo típico de carioca da gema vividão de Lapa. Embora sentisse uma grande vontade de destruir tudo e se entregar ao caos, Boris controlava o ímpeto por saber que mesmo um furacão tem em seu centro uma calmaria, ou seja, para Joe agir como gostaria, ele precisaria de alguém para manter a tranquilidade e fornecer o que fosse necessário como um verdadeiro suporte. O espadachim não tinha o ego inflado e não se incomodava de ficar nas sombras para a luz do seu companheiro brilhar. Para ele, estar perto e participando era mais importante do que receber a fama. As experiências eram mais importantes, pensou.

A maneira com a qual Sins lutava era diferente. Parecia um show, usando os adversários como objetos enquanto atraía a atenção involuntariamente. O carisma do moreno era de outro nível. O loiro amava aquele cenário com gosto de violência gratuita desnecessária. Era como um adolescente passando em um posto de gasolina e respirando com vontade todo aquele etanol diluído. Contudo, estar perto de Joe trazia riscos e a maioridade numérica de seus rivais era um grande problema. Os ensinamentos de Ford o ajudavam perfeitamente nesse momento, posto que lutar contra vários inimigos ao mesmo tempo era um requisito básico na Marinha. Piratas são covardes e atacam em bando os mais indefesos. Talvez por isso Joe Sins seja alguém especial. Em momento algum ele abusou de alguém inferior. Pelo contrário, batia em todos com igualdade. Um verdadeiro humanista!

Ainda com um sorriso no rosto, ficaria a observar a luta de seu capitão e acenderia um cigarro novo pois aquele combate exigia uma nova dose de nicotina. Tragaria e soltaria a fumaça na direção dos oponentes de seu capitão. Caso o cercassem, esperaria até o último segundo para só então fazer sua entrada - se necessária. Atacaria com um chute frontal rápido, saindo de sua posição com sua prontidão para atingir algum possível inimigo pela retaguarda do wrestler. No mais, apenas observaria o porradeiro enquanto dava risadas.

Na hipótese de algum oponente escolher Boris para lutar, o loiro apontaria para o moreno e diria “É com ele essa pica!” com tom debochado para provocar os marinheiros. De fato era com Joe, mas ele também era seu nakama e tinha parte da culpa. Todavia, ele queria evitar a fadiga. Mentira! A real é que o espadachim sentia-se nu sem uma lâmina e lutar com as pernas em um ambiente fechado e com pouca mobilidade o colocava em grande desvantagem. Apesar de parecer inconsequente, o taekwondoca não era. Possuía uma grande capacidade analítica. Estava sempre pronto, mas qual o motivo? Uma análise paranóica constante, procurando observar todos os possíveis perigos e suas hipóteses. Logo, caso fosse atacado, usaria sua agilidade corporal para esquivar por entre as mesas com saltos acrobáticos enquanto desfere chutes sem perder o embalo ao melhor estilo Jackie Chan.

Boris Skalovsk:
Matthew
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Matthew
Soldado
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jul 24, 2021 2:54 am

Havia poucas coisas na vida que Matthew odiava mais do que os supostos “mantenedores da justiça”. Chamando-os de fardados imundos sempre que podia, desde que chegou em Shells Town, ilha repleta de bases da Marinha, o rapaz sempre arrumou alguma confusão com eles e claro, percebeu a hipocrisia em suas ações. Entretanto, seu maior problema com os marinheiros era pelo fato de que, por culpa deles, seus pais haviam morrido. E foi por bater num filho de marinheiro que Matthew foi preso, mas isso ele até relevava, pois isso o fez conhecer Jason. “Socar a cara desses cães do Governo é meu esporte preferido”.

A situação em que Matthew se encontrava agora era propícia para que ele deixasse seu lado mais proeminente aparecer. Arrumar confusão fazia parte da sua programação diária, mas o rapaz esperava que demorasse um pouco mais para ocorrer. Enfim, não podia escolher muito. Havia 5 marinheiros ali, na sua frente, que impediam a passagem do rapaz para um círculo em que estava um homem bem alto e corpulento e um loiro, esses já se preparando pra brigar. “Se fosse só pela confusão eu não começava a luta não, mas... eu preciso beber e... ah, agredir um marinheiro se justifica por si só”. Sem mais desculpas para fazer o que gostava, Matthew buscaria começar uma pequena bagunça. Observando se havia espaço para dar um rápido avanço, o jovem de cabelo rosa utilizaria o máximo de sua aceleração, força e alcance para dar um “tackle” nos marinheiros à sua frente, curvando seu corpo e levando seus braços para agarrar o mais centralizado dos marinheiros, buscando utilizar do seu fator surpresa para lograr êxito no seu movimento. “Ataque primeiro, ataque com força e sem piedade. Essa é a lei das ruas”.

Caso conseguisse a façanha de adentrar no meio do círculo, buscando se levantar rapidamente após o seu ataque e mantendo uma certa distância dos marinheiros e dos dois homens, o loiro e o alto, o rapaz falaria. – Prazer, pra quem não me conhece, meu nome é Matthew. Se alguém aqui já teve o desprazer de apanhar de mim, por favor, sem ressentimentos. – Numa postura bem arrogante, apesar de seu tom de voz ainda estar calmo, continuaria. - Hoje eu só quero beber cerveja e socar apenas quem for da marinha, por enquanto. Dito isso, cai pra dentro. – Diria, demonstrando com muita naturalidade a sua vontade de agredir os marinheiros. Logo, Matthew observaria como ocorreria as ações de todos ali presentes. Nas ruas, Matthew não tinha muito problema em lidar com rivais com faca ou com espada, apesar de achar covardia com o combate. Mas armas de longo alcance eram seus maiores problemas, então o mesmo buscaria selecionar aqueles que não portassem uma pistola ou semelhante, se conseguisse notar isso.

Assim, independente de quantos fossem, se estivessem desarmados, Matthew não fugiria. Forjado e testado nas lutas de rua, estar em desvantagem numérica não seria novidade. E quando situações assim aconteciam, o rapaz parecia mais estressado e furioso do que o normal. Até certo ponto o jovem contava que os demais presentes brigassem também, então se 3 ou 4 sobrassem pra ele, Matthew estaria confiante. Começaria agindo de maneira bem impetuosa e agressiva, se movimentando para evitar que os marinheiros o encurralam-se. Esperaria que viessem ao seu encontro, onde daria um impulso para frente e estendendo seus braços, utilizaria da região dos seus antebraços pra tentar acertar o rosto dos primeiros marinheiros que viessem ataca-lo simultaneamente. Caso conseguisse a façanha de derrubar dois com esse golpe, partiria para cima dos demais, sem medo de apanhar se conseguisse bater também. Assim, partiria com muita velocidade e visaria atingir seu oponente mais próximo com um direto de direita, continuando numa sequência de jabs caso o primeiro golpe entrasse. Feito isso, estaria atento caso sobrasse algum marinheiro para enfrentá-lo, onde repetiria seus movimentos impetuosos e constantes, sempre usando de seus golpes ágeis e de sua menor estatura para acertar golpes na região do tronco, finalizando com jabs e ganchos no queixo.

Caso nessa situação de desvantagem numérica Matthew fosse agarrado e começasse a apanhar, o mesmo ficaria cada vez mais irritado, usando das táticas mais sórdidas para se desvencilhar, como utilizar cabeçadas e cotoveladas para agredir quem o estava segurando e visando chutar aqueles que estivessem tentando agredi-lo frontalmente. Se fosse ao chão em algum momento em decorrência de um golpe sofrido, buscaria se levantar rapidamente e recuar pro lugar mais distante dos marinheiros, se recompondo. Se de alguma forma estivesse encurralado, com os marinheiros fazendo um círculo ao redor dele, Matthew visaria atingir com toda sua força aquele que estivesse barrando o lado mais seguro para se estar, ou seja, aquele que estivesse impedindo Matthew de ir pro lugar mais seguro. Analisando racionalmente a situação em que estava, se visse que os demais não estavam acompanhando ele na agressão aos marinheiros, o rapaz diria. - Não é possível que só eu aqui tenho ódio desses fardados imundos. - Falaria, esperando que de alguma forma os demais agredissem os marinheiros.

Numa situação mais tranquila, num combate 1x1, caso os demais estivessem ocupados tentando bater no moreno e no loiro, Matthew diria. - Aí, você, moreno, vamos ver quem termina a luta primeiro? - Questionaria. A competitividade era inerente ao jeito extravagante do garoto de cabelo rosa. Logo partiria de encontro ao seu inimigo e tentaria um primeiro golpe bem poderoso, tendo que abrir sua guarda para desferir um cruzado bem forte. Se antes de completar o golpe, fosse contra-atacado, o jovem rapidamente falaria. - Então é só isso que você tem? - Assumiria uma postura mais séria e com um semblante que assustaria qualquer bom moço. Após falar, ele iria em direção do oponente, enquanto esboçaria um chute na região da canela do inimigo. Entretanto, usaria isso como distração, enquanto avançaria para frente com todo seu impulso, mirando uma cabeçada na região da face do inimigo. Sabia que poderia doer, mas a dor sempre fora sua aliada e companheira, jamais sua inimiga. Se acertasse o ataque e o oponente sentisse o golpe, continuaria o ataque, utilizando de diretos no rosto e jabs na altura do estômago, onde finalizaria com um gancho de direita. Sempre que fosse atingido, Matthew reagiria ainda com mais raiva, cada vez mais abdicando da segurança de uma boa defesa para acertar um poderoso ataque. Vencendo seu oponente antes do moreno, ele diria. - Temos um vencedor. - O jovem não conseguia diminuir sua necessidade de se sentir o mais forte e o mais agressivo, ainda mais tendo como competidor um rapaz bem maior que ele.

De todo modo, Matthew continuaria buscando manter se em movimento e evitando ser pego de surpresa. Tivesse que lutar 1x1 quantas vezes fossem, Matthew não mudaria seu estilo de brigar, e em desvantagem numérica, continuaria sendo destemido. O máximo que podia acontecer era morrer ou ir preso. E mesmo que sua ida a prisão não tivesse sido lá um inferno, preferiria morrer a ter sua liberdade privada novamente, e para isso, lutaria com tudo o que tinha.


Matthew:
Silent
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Silent
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 25, 2021 10:14 pm



And so… It begins.



Alguns dizem que a loucura é a resposta da mente a um flagelo, outros que é apenas a libertação do cotidiano, existe até mesmo quem diga que loucura é apenas uma perspectiva ainda não vista… Para Viola, que chegou até a estudar Psicologia, não passa de um grito. De socorro, de liberdade. de superação e, neste fatídico dia, de um novo começo. A “deusa” chegava em Shells Town, uma cidade que não sabia muita coisa sobre além do que ocasionalmente poderia ter saído no jornal quando era pequena, o que no fim continuava sendo pouco. Respirou fundo, fechando seus olhos enquanto erguia a cabeça e prendendo o ar em seu peito por alguns instantes, apenas para que pudesse focar-se inteiramente em sua audição, buscando qualquer murmurinho ou barulho que poderia indicar uma aglomeração de pessoas. “Preciso de uma arma… Não faço ideia de onde deixei meu martelo, mas preciso de um.” Um pensamento simples era o combustível de sua ação anterior: Se ouvisse algum barulho anormal, iria naquela direção pois muito possivelmente encontraria alguns “mortais”, forma como a louca chamava todos aqueles que não eram… Bem… Ela mesma. E poderia perguntar a direção de um ferreiro que pudesse satisfazer suas necessidades armamentícias. “Não pode ser qualquer um. As armas mortais se quebram muito fácil. Preciso de um ferreiro divino, que possa fazer um instrumento capaz de suportar meu esplendor.” O que na verdade a louca queria dizer era que os ferreiros normais não tinham o costume de fabricarem armas para meio gigantes, um problema que já havia encontrado diversas vezes anteriormente.

“Será que Hefesto ainda tá aceitando pedidos? Aquele tal de Mijonimim que ele fez pro loirinho nórdico ficou bem maneiro. Queria um que soltasse raios também… E estrelinhas! Raios e estrelinhas quando acertar alguém, bang bang bang!”

...É. Viola realmente acreditava ser a reencarnação de Raijin e consequentemente associava informações de sua “vida mortal” (Antes do incidente) como as histórias de mitologia que lia quando criança como se realmente tivesse vivido aquilo, como a deusa do raio em uma espécie de panteão onde todos os deuses viviam antes de virem para o plano terrestre. Perdida em seus próprios pensamentos, daria uma breve tosse como se para despertar a si do transe em que estava e prosseguiria na direção do barulho caso conseguisse ouvir algo anteriormente. Se, porém, não tivesse escutado nada, aproximar-se-ia de alguém por perto, qualquer transeunte que tivesse o infortúnio de estar em seu caminho e questionaria sobre qual o lugar mais movimentado por ali. -Você aí, mortal. Me diga qual o lugar onde sua espécie se reúne por aqui para trocar informações.- Apesar da fala brusca, seu tom seria suave e meigo, fazendo uso de sua voz melódica para tal. Ela não queria ser grossa com um desconhecido, mas também não trataria um humano qualquer como seu semelhante. Se a primeira pessoa não soubesse responder, soltaria um “Tsk, patético.” e seguiria na direção de outra, até encontrar alguém que lhe respondesse. Nem se preocupava em procurar por uma loja de armas, pois sabia que as chances de lá ter uma arma que serviria para ela eram bem baixas, logo, procuraria por um ferreiro que pudesse forjar algo.

Independente de ter conseguido sua resposta através da audição aguçada ou através de algum mortal, iria na direção indicada e, caso o estabelecimento não tivesse uma porta onde ela pudesse passar, isto é, com pelo menos 6m de altura, entraria mesmo assim, simplesmente caminhando em direção a parede frontal do local. Sua força era monumental e seu corpo robusto, junto a hipoalgia, serviriam como um escudo natural para que ignorasse qualquer possível dor que sentisse ao se chocar com uma parede, seja lá do que ela fosse feita. Caso tivesse alguém entre ela e a entrada, arrastaria a pessoa para o lado com os pés, como quem afasta um cachorro preguiçoso depois de comer o resto do churrasco que sobrou do domingo, não era um chute, apenas apoiaria o pé a lateral da pessoa com força suficiente apenas para movê-la para o lado, abrindo caminho. -Com licença.- Era meio inusitado e heterodoxo, mas essa era a forma da “deusa” de ser educada e ela acreditava que até mesmo aqueles humanos, indignos e falhos como sempre foram, ainda mereciam educação. Se conseguisse entrar no local, seja arrombando a porta com seu corpo ou entrando normalmente, olharia para os dois lados, buscando encontrar alguém que parecesse ser informado por ali e, na direção da pessoa, mas sem se aproximar, diria em seu tom meloso de sempre. -Onde consigo encontrar um ferreiro divino por aqui?- Apesar da palavra “divino” na frase, sua pergunta tinha toda a seriedade que a moça conseguia imprimir.
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