Tópicos Recentes
Destaques
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Últimos assuntos
 :: Oceanos :: Blues :: East Blue :: Shells Town
Página 1 de 6 Página 1 de 6 1, 2, 3, 4, 5, 6  Seguinte
Kenshin
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] XqxMi0y
Créditos : 25
KenshinDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t360-agatha-harkness https://www.allbluerpg.com/t386-prologo-frenesi-da-raposa#1165
Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jun 26, 2021 9:23 pm
Porradaria, confusão e fuga. [1]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Joe Sins. A qual não possui narrador definido.

_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] J09J2lK
Magma
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] Q4frd31
Créditos : 00
MagmaCivil
https://www.allbluerpg.com/t622-joe-sins#3874 https://www.allbluerpg.com/
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Jun 30, 2021 1:55 pm
The Game



A força, uma característica intrínseca daqueles que atingem o topo do mundo, e é claro, daqueles que estão prestes a atingi-lo, como é o caso de Joe, ou melhor Joe Sins, na verdade, pode ser até Joe Fucking Sins para os menos conhecidos. Nosso amigo ai é muito brabo, até demais, ao menos era isso que ele tinha na cabeça, na verdade, acredito eu que não exista nada em sua cabeça que não envolvesse ele mesmo.

O moreno magnânimo caminharia com passos largos na ilha em que havia chegado a pouco tempo, podia se dizer que ele conhecia ela tão bem quanto entendia de mulheres, acho que eu não preciso explicar mais nada não é? o seu objetivo? muito simples, ele apenas caminharia de uma maneira que a principio parecia aleatória, um transeunte comum, entretanto, seus olhos castanhos cruzariam todas as direções a procura de algo importante, indivíduos, a linguagem corporal, a postura em si, era a primeira barreira defensiva de uma pessoa, seus olhos pareceriam até mesmo meio arregalados se alguém observasse bem, a expressão, por mais "comum" e calma que fosse, ainda tinha uma profundidade selvagem que causaria angustia em qualquer um que o encarasse diretamente nos olhos, a representação de uma besta humana prestes a atacar, eram seus conhecimentos empíricos sobre ameaça que o fariam atingir toda essa "pressão" corporal, ele ergueria o queixo, estufaria o peito, uma postura aparentemente comum para um homem saudável, mas que ocuparia muito espaço, chegando até mesmo a ser extravagante, como se quisesse chamar a atenção para sí.

ZOYAHAHAHAHA. — Ele gargalharia, não se importando em chamar atenção dos transeuntes, seus olhos se fixariam no primeiro homem que parecesse forte e saudável na ilha, ele sequer se incomodaria com adereços ou vestimentas, apenas com a mais pura postura, leões nunca vestiram roupas não é?

Eu achava que os homens daqui eram caras durões, me enganei. — Sorriria de canto e diria em voz alta, sem sequer disfarçar o olhar bestial na direção do transeunte, continuaria caminhando após falar, ignoraria quaisquer ataques, se ele tentasse algo no final terminaria com todos os dentes no seu sapato de qualquer forma.

Em algum momento ele se cansaria de buscar possíveis ajudantes para concretizar os seus próximos planos, entretanto, se por acaso em meio ao caminho ele notasse alguém com uma postura diferente dos demais, alguém com iniciativa, se ele por acaso fosse abordado por tal pessoa.


Porradaria, confusão e fuga. [1] Post_a10



Se a figura por acaso o questionasse a respeito de seus ideais, ele encheria o pulmão e bradaria a uma altura que todos aqueles próximos pudessem ouvir, não se importaria com as consequências.

Lançaria sua voz repleta de energia de maneira ameaçadora. — Poder, tudo que eu quero é poder, a liberdade não vem de graça nesse mundo!  —
cessaria as palavras por um curto espaço de tempo, e antes que a figura tivesse qualquer chance de lhe fazer mais alguma pergunta continuaria.

Quero ser o mais forte dessa ilha, o mais forte do east blue, o mais forte da grand line, quero ser o mais forte, quero ser o Rei dos..  — Pensaria consigo mesmo e cortaria a própria frase, ele continuaria depois de poucos segundos, sua voz em um volume ainda mais alto do que antes, quase gritando, na verdade, ele gritaria. — MELHOR! EU NÃO QUERO SER O REI, SE ESSE É O TOPO, EU ESTAREI LÁ, E SE EXISTIR ALGO ACIMA, EU TOMAREI ESSE POSTO, PORQUE EU SOU O MAIS FORTE, SOU O CAMPEÃO.  —

Lançaria ambas as palmas uma contra a outra e bateria uma única palma, faria questão de que ela fosse audível a todos, o rosto tomaria uma expressão selvagem de um homem com sede de combate e um faro inigualável para confusões, a voz já havia se acalmado, e após a sequência de gritos, continuaria, ofegante. —E nesse mundo só existem dois tipos de pessoa, os meus amigos e as pessoas que apanham pra mim, é melhor que você seja um dos que vai fazer a escolha certa.  —

Após esparramar suas emoções a todos que o rodeariam, Joe apenas aplicaria um clássico sorriso selvagem e amedrontador e continuaria caminhando, toda aquela falação provavelmente lhe renderia uma boca seca, e pro conta disso, caso ele conseguísse finalizar seu discurso com êxito ele caminharia na direção do Bar mais próximo, se não encontrasse apenas com sua visão avassaladora ele perguntaria para o primeiro qualquer que surgisse a sua frente, faria uma expressão ameaçadora, despreocupado.

Você! O bar onde fica?!  — Seus olhos cruzariam o ar e fitariam diretamente o alvo da pergunta.

Se a resposta fosse satisfatória, ele assentiria em agradecimento e caminharia na direção indicada, se aproximaria da porta e abriria ela com uma força "considerável" o suficiente para causar um baque alto quando entrasse, é claro, se acidentalmente quebrasse a porta não se importaria.

Papai chegou.  — Se apresentaria da melhor forma é claro e caminharia com passos pesados e barulhentos na direção do balcão, bateria com a mão direita sobre ele e chamaria a atenção do atendente que estivesse ali.

Uma cerveja bem gelada.  — Ele estalaria os dedos das mãos logo em seguida, apertando-as uma contra a outra, o cheirinho de confusão já começaria a permear o seu nariz, ou era isso que ele imaginava ao menos, Joe ao menos esperava que conseguisse saciar a sua vontade profunda por cerveja antes que qualquer confusão batesse na sua porta, ou ele batesse na porta de qualquer confusão.




Joe Sins
PDV:4400 (Por enquanto. :wing:)
STA:100

Posts:01
Surrados:00

Ganhos:

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. Brigar no Bar, porque eu quero.
4. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
5. Conhecer o resto da futura tripulação.
6. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
7. Fugir depois de descer o cacete neles.
8. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
9. Despistar a marinha de um jeito doido.
10. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.


Última edição por Magma em Sex Jul 02, 2021 5:49 pm, editado 1 vez(es)
Van
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] Q4frd31
Créditos : 00
VanCivil
https://www.allbluerpg.com/t641-boris-skalovski#4055 https://www.allbluerpg.com/t623-porradaria-confusao-e-fuga-1#4138
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jul 03, 2021 5:58 pm

O CAMPO NÃO FOI MOLE

Encontrar o caminho mostrava-se uma tarefa árdua e cansativa, completamente distinta em comparação à encontrar um caminho. Aprendeu durante seus treinamentos que mais importante frente uma trajetória era o destino final. Muitos seguem suas jornadas buscando pelo sinal de chegada que sempre muda com o passar do tempo. Era uma busca infinita, infrutífera e sem final feliz. No momento, mesmo ciente dos problemas futuros, Boris almejava um caminho. Shells Town talvez fosse o ponto de partida dessa busca e possivelmente uma solução para o horizonte nebuloso.

Woaaaaaah… Um cigarrinho e um café cairiam bem agora... —  

Não precisava conhecer o clima ou horário para saber que toda hora era hora de um bom café com cigarro. Podia ser para despertar, abrir o apetite, ajudar na digestão ou até mesmo na total ausência de motivos. Dizem que um puxa o outro, mas se pudesse escolher, bem, não era bem uma escolha. Cigarro fazia parte dele assim como uma boa higiene ou um cachorrinho fiel para um morador de rua. Contudo, valia a pena gastar o pouco que tinha com cigarro? Com certeza. Que pensamento idiota! Bateu na própria cabeça enquanto iniciava sua caminhada pela ilha em busca de um lugar capaz de saciar sua necessidade, digo, dependência.

Durante sua caminhada, ficaria atento aos locais próximos, pessoas e até mesmo animais. Gostava de observar o comportamento humano e tinha bastante vontade de se aprofundar nesse assunto. Subconscientemente esperava encontrar uma pessoa específica, um rapaz moreno, marrento e sorridente. Joe Sins era seu nome. A ida para Shells poderia ser nomeada como uma fuga da realidade devido a perda traumática de seu avô. O tom cinzento tomava conta de sua visão metafórica, assim como o gosto insosso em seu paladar. Entretanto, no meio de tanta baunilha, um milk-shake de ovomaltine com oreo surge sua visão ao passar em frente à um bar, logo em sua chegada na ilha. Uma grande confusão chamou sua atenção e ao se aproximar para observar, viu Joe Sins espalhar seu nome com orgulho enquanto agia como um furacão destruindo tudo ao seu redor. O ódio alheio para com ele era unânime, não, apenas parecia pois Boris estava encantado com o carisma e o sorriso cativante daquele bully. Sentiu-se emocionado ao assistir aquela cena. Ele era a verdadeira definição de clareza no caos. Uma fonte de aventuras e oportunidades em sua vida cinzenta.

Tsc, desde que Ford morreu eu não peguei mais em uma lâmina… Putz, quando foi que eu esqueci meu maior sonho?! Merda… Só o meu avô para mexer tanto comigo… Espero que esteja em paz, vovô…

Por algum tempo, o luto atingiu Skalovski e tirou suas vontades e desejos, deixando-o deprimido e incapaz de alcançar outras emoções. Por isso, encontrar-se com Joe serviu para lhe despertar uma chama, uma vontade de voltar a viver e seguir seus sonhos. Se apenas observá-lo momentaneamente conseguiu causar isso, imagina se o acompanhasse. O quanto de caos ele seria capaz de provocar? Quão forte era a determinação desse cara? Qual o seu sonho? Precisava conhecê-lo!

Com os objetivos traçados, sua curta jornada teria - pelo menos - um propósito inicial. Tentaria conseguir um maço de cigarros para lhe ajudar na ansiedade e indiretamente procuraria por Sins. Na hipótese de encontrar uma loja onde pudesse comprar os cigarros, não hesitaria e pagaria, acendendo um já do lado de fora com um isqueiro comprado no mesmo lugar. Poderia ser charuto, cachimbo ou qualquer outro tipo de fumo, assim como visualizado anteriormente, não importava o trajeto e sim o destino, trazendo para a realidade, não importava o tipo de fumo e sim o ato de fumar.

Na hipótese de encontrar com a faísca responsável por reacender suas ambições, não hesitaria em trocar algumas palavras com ele. Sabia que seria uma interação esquisita, visto que nunca conversaram e provavelmente o moreno desconhece sua existência, portanto, iniciaria a aproximação com o máximo de educação possível, tentando assim ter um começo com o pé direito ou esquerdo caso ele seja canhoto.

Ei, eu sou Boris. Vi seu espetáculo num bar recentemente… Fiquei bastante curioso... Qual o seu objetivo com isso? Qual o seu sonho? —  

No caso de uma resposta amistosa ou até mesmo neutra, ouviria atentamente e perguntaria se ele poderia lhe fazer companhia e seguir de perto para observar suas próximas loucuras. Não era um perseguidor, possível amante ou algo do tipo. Simplesmente estava entediado e queria algo diferente em sua vida para ajudar a esquecer a dor em seu coração. Mas havia a possibilidade do rapaz ser inconsequente 100% do tempo e agir com ameaça ou violência. Nesse caso, Boris Skalovski faria jus à canção que seu avô cantava durante as corridas matinais infernais.


 Porradaria, confusão e fuga. [1] Ava11

Você está me ameaçando? Eu odeio gente que só fala...—  


Porradaria, confusão e fuga. [1] Chute_10


Então, mostrando toda a sua determinação, Boris aplicaria um chute frontal ascendente mirando o queixo de seu “herói”. Não tinha como objetivo apenas machucá-lo, queria botá-lo para dormir com um golpe só, logo, aplicaria com toda a sua força. Caso ele esquivasse ou bloqueasse, voltaria a perna destra para trás, deixando-a preparada para novos golpes com a canhota à frente servindo de apoio. O navegador sabia que muitas pessoas precisavam sofrer um pouco para aprender e ele não se importava de ser o instrutor. Caso recebesse qualquer tipo de ataque, simplesmente usaria de saltos curtos para trás, mantendo distância de seu(s) possível(is) agressor(es). Sua Prontidão o deixava sempre alerta para qualquer combate iminente, então evitar supostos ataques não seria surpreendente.
Boris Skalovsk:
PDV:2800
STA:100

Posts:01

Ganhos:

Perdas:

OBJETIVOS: Encontrar Joe Sins
Encontrar Silent
Encontrar Mizzu
Encontrar Vini
Aprender Geografia
Aprender profissão Navegador
Aprender Psicologia
Ter um NPC acompanhante



Última edição por Van em Ter Jul 06, 2021 12:17 am, editado 1 vez(es)
Formiga
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] CsHkSDy
Créditos : 19
FormigaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t766-takeshi-isamune https://www.allbluerpg.com/t768-capitulo-i-o-espetacular-takeshi-isamune
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 04, 2021 1:14 am




O Nascimento da Árvore Alada

O Encontro Predestinado...


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 01



Qual o meu propósito de vida? Muitas pessoas diariamente se questionavam sobre isso, afinal, para alguns, o tal propósito não era algo tangível, a grande maioria sequer descobria a sua real missão em vida. Outros simplesmente aceitavam a rotina monótona que os mesmos nem sequer sabia como entraram, aceitando que suas vidas se resumem simplesmente em trabalhar, para assim sobreviver. E sendo bem sincero, essas pessoas não estão erradas ... A vida é uma grande cadeia alimentar, existem aqueles que nascem apenas para exercerem a função mais simples, o gado. Aquela pessoa que jamais alcançaria altas posições em sua vida, já outras desde o nascimento estão predestinadas a grandeza e para isso, é necessário a existência das citadas anteriormente... Para um existir, era necessário que o outro fizesse funções específicas. Mas, engana-se quem pensa que apenas essas duas definições coexistem de maneira pacífica, um terceiro e de certa forma raro tipo de pessoa nasce com o propósito de colocar todo o ecossistema de cabeça para baixo, esses raros seres vivos nem sempre têm êxito na incansável busca pela sua motivação que na grande maioria está intrínseca no cerne da sua alma, mas uma coisa todos esses compartilham de maneira bem perceptível... A força de vontade inabalável.

A simplória cidade Baixa de Shells era a escolhida pelo destino para presenciar o nascimento de um grupo potencialmente desastroso. Na manhã ensolarada um homem loiro caminhava pelo lugar observando tudo que estava ao seu redor, ele podia ver uma quantidade considerável de pessoas transitando para todos os lados da extensa rua que ele se encontrava inserido, um corredor longo tendo nos arredores um aglomerado de casas e pequenos estabelecimentos um ao lado do outro, sendo alguns tendo uma única parede para ambas as casas, coisa que no futuro certamente traria um atrito entre os vizinhos. Boris em meio a pensamentos buscava por itens específicos, aquela não era uma simples caminhada para esticar as pernas, como um stalker procurava pelo homem que despertou algo diferente em seu interior, uma vontade, um desejo de buscar aquilo que até então eram meramente ideias em sua mente ou quiçá, objetivos que nunca teve coragem, disposição ou simplesmente saco para correr atrás. Assim como buscava pelo homem, não deixava de – com seus olhos atentos – achar um lugar para poder saciar o vício que o consumiria se fosse deixado de lado e em meio as pessoas, via uma pequena barraca próxima, parecia estar recém-aberta, já que o senhor aparentando ter seus setenta e poucos anos, ainda estava organizando os itens – Bom dia meu jovem! – Disse o senhor de maneira receptiva a chegada de Boris, os trâmites da compra e venda eram realizados de maneira eficaz, agora o humano tinha em sua posse um Maço contendo dez cigarros e um isqueiro dado como brinde, tendo apenas dois usos, já que a quantia em mãos acabou por não ser suficiente para efetuar a compra de um novo.

Em contrapartida a tranquilidade – no momento – emanada por Boris, alguns metros a frente era avistado um homem de madeixas escuras, seu porte físico e altura traziam a si alguns olhares curiosos, já outros até mesmo passavam um certo desejo. A imponência daquele predestinado a ser o Arauto do Caos rapidamente chamou a atenção do loiro e vice-versa, para ser bem sincero, já que Joe buscava uma existência peculiar, um indivíduo que assim como ele não precisava de palavras para mostrar para que veio ao mundo. Nos passos largos do homem, aqueles que estavam alocados na parte mais baixa da cadeia alimentar instintivamente alteraram a rota que estavam seguindo, saindo da frente do homem que caminhava como se fosse literalmente, o dono da rua. Quanto mais próximos aqueles dois seres humanos ficavam, maior era a pressão envolta dos mesmos, a população que transitava em volta era até mesmo capaz de sentir que algo neles difere do comum.

Ambos agora estavam frente a frente, cerca de um metro e meio, no máximo dois de distância. O primeiro a tomar a iniciativa era Boris, questionando alguns pontos ao seu “herói”, que rapidamente retrucava começando todo um discurso, sem se importar com aqueles ao seu redor. Em alto tom externou aquilo que guiava as suas ações, sua forte convicção assustava o gado que transitava ao seu redor, sua voz, sua postura, tudo naquele homem mostrava o porquê algumas pessoas nascem predestinadas a grandeza. Os olhares voltavam-se a dupla, curiosos paravam para ouvir o que o homem tinha a dizer, mas, Boris era diferente daqueles ratinhos assustados, seus olhares estavam atentos a qualquer tipo de ameaça que pudesse partir do seu ídolo. A ferocidade natural de Joe era o bastante para o loiro sentir-se de certa forma incomodado, em resposta a tal sentimento sua única ação tomada era realizar aquilo que o seu antagonista recorria comumente, a violência. Em um movimento rápido, preciso e determinado, Boris aplicou um chute que acertou em cheio o queixo de Joe, lançando-o alguns centímetros atrás, poucos, não passava de trinta. Seu corpo por um instante parecia desmoronar no chão, mas, logo ele sentia que aquela "perda de controle” cessava tão rápido quanto começava, tendo apenas uma dor na região do queixo, mas, que não o incomodava dada suas particularidades.

Os transeuntes ao redor arregalaram os olhos com tal ação, sentiam em seus corações que a pacata Shells estava próxima a ser chacoalhada como nunca foi, isso é claro, se não fosse a existência de nobres marinheiros que dedicavam suas vidas em prol do bem-estar do próximo – Ei, ei, ei! Posso saber o que está acontecendo aqui? – Um desses bravos homens que se aproximou anteriormente ao escutar o burburinho causado por Joe, sua aparência? Era comum, a dupla podia ter a sensação que já tinha o visto em outro lugar, de tão comum que o homem era. Suas vestes indicavam claramente que ele era um marinheiro, sua camisa apertada revelava a protuberância em seu abdômen, parecia que ele pulou alguns treinamentos físicos – Soldado William, podemos ajudar? – Bradou um jovem de cabelos pretos e porte físico esguio, tinha cerca de um metro e setenta de altura e se olhassem bem veriam que até mesmo sua calça estava folgada e meio caída. Ao seu lado estava outro jovem que aparentava ser um pouco mais velho, cabelos castanhos, porte físico relativamente trabalhado, mas nada que pudesse ser digno de atenção, diferente do primeiro sua vestimenta estava meticulosamente organizada – Recrutas! Que bom que vieram, vejam, este é mais um caso de arruaceiros causando confusão em plena manhã. – Bradou o soldado esperando respostas.



Histórico Geral:
Joe Sins:
Número de POST:01
Dependência: 01/10
Compulsão: 01/10
Dinheiro: 250.000 B$
Ganhos:

  1. Nada por enquanto.


Perdas:

  1. Nada por enquanto.


Boris Skalovski:
Número de POST: 01
Dependência: 00/10
Dinheiro: 100.000 B$
Ganhos:

  1. Maço de Cigarro 09/10 - POST 01
  2. Isqueiro 01/02 - POST 01


Perdas:

  1. 150.000 B$ - Compra do Maço de Cigarro - POST 01


Legendas:
NPC's Específicos

NPC's Aleatórios
Personagens Simples: Atendentes | Garçons | Pessoas encontradas nas Ruas | Vendedores | Moradores | Entre outros.

Integrantes da Marinha

Log de combate:

Joe
Ferimentos:

  1. Saudável por enquanto.



Boris
Ferimentos:

  1. Saudável por enquanto.


_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
Porradaria, confusão e fuga. [1] EBEAdF4X4AYyK13
Magma
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] Q4frd31
Créditos : 00
MagmaCivil
https://www.allbluerpg.com/t622-joe-sins#3874 https://www.allbluerpg.com/
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Jul 05, 2021 11:43 am
Catch your Breath



Todos, todos ali eram muito provavelmente sapos, ratos ou quaisquer definição de animais pequenos que você pudesse imaginar, com uma visão de mundo de baixo para cima, onde todos aqueles eram capazes de lhe amedrontar ou causar perigo, todos criaturinhas assustadas e incrivelmente manipuláveis através da pura força, o torpor do chute recebido por Joe fez com que ele se surpreendesse, mas a sua surpresa durou tanto quanto a velocidade do chute que lhe fora aplicado, uma expressão curta que desapareceu nas "trevas" após sua queda, as vozes ao redor lhe trouxeram a tona o que havia acabado de acontecer, principalmente com a aproximação dos marinheiros.

Ambas as mãos se esconderam nos bolsos das calças e as pernas se flexionariam para trás no chão e em seguida se lançariam para frente, impulsionaria todo o corpo como um chicote e ficaria de pé com o movimento acrobático, talvez isso surpreendesse os outros, mas em seu rosto a expressão que lhes era demonstrada não era de dor, raiva, ou até mesmo de tristeza, um sorriso selvagem estamparia sua expressão e cruzaria seu rosto de orelha a orelha, os olhos perfurariam o ar como duas espadas afiadas e alcançariam diretamente os do loiro.

ZOYAHAHAHAHAHA.

Porradaria, confusão e fuga. [1] Hwang

Ele gargalharia e voltaria a caminhar vagarosamente na direção do Loiro, com a guarda aberta e ambas as mãos no bolso ele assentiria na direção daquele que tivera o atacado antes, sua boca se abriria e bradaria em alto e bom tom.

PERFEITO! era você quem eu estava procurando.

Pararia a uma distância tão curta quanto antes, com o mesmo sorriso selvagem estampado no rosto, era óbvio que queria passar que o chute não havia surtido efeito algum.

Qualquer homem que se recuse abaixar a cabeça para outro homem é alguém que eu quero ter ao meu lado nesses mares.

Continuaria, os globos oculares deslizariam pelos arredores com velocidade.

Vê esses? todos destinados a serem meros coadjuvantes, não existe iniciativa alguma e eles claramente não são campeões.

Seus olhos alcançariam os marinheiros que haviam acabado de chegar, ele não tinha deixado de ouvir o que eles haviam dito antes, e principalmente o que o mais "robusto" havia dito.

Aquele ali então... nem se fala. — Desaprovaria com a cabeça, e o sorriso se fecharia.

Joe giraria o rosto na direção do marinheiro, manteria as mãos no bolso e em uma postura muito baddass ele balançaria o queixo na direção do marinheiro.

Como é? — Questionaria, fingindo retardo as colocações anteriores da figura patética.

Antes que o marinheiro respondesse o ignoraria completamente, e voltaria as atenções ao loiro.

Eu preciso de um navegador, de preferência que saiba pilotar. — O sorriso selvagem se abriria novamente, ele sequer perguntaria se o homem aceitaria se unir a ele, notou que o interesse partiu dele em primeiro lugar, o que significava que ele tinha encontrado quem precisa encontrar, um braço direito com atitude, que não levava desaforo para casa. O tipo dele eu diria, sem kappa pride.

Se viraria e caminharia na direção do marinheiro, com ambas as mãos nos bolsos, não apresentaria ameaça que não o mesmo sorriso selvagem.

Loiro, eu me chamo Sins. — Ele bradaria, em voz alta o suficiente para que todos que estivessem atentos a confusão escutassem, continuaria caminhando, e por momentos tiraria os olhos do marinheiro, não lhe apresentaria ameaça alguma, apenas passaria pelo lado esquerdo dele como se não estivesse acontecendo nada.

...

Porradaria, confusão e fuga. [1] Unknown


Sabe, se aqueles marinheiros não tivessem aparecido, muito provavelmente Joe teria continuado com seus "testes", e teria partido para cima do loiro com tanta força quanto o golpe que havia recebido anteriormente, se não mais força ainda, todavia, aquela aparição foi nada mais do que um deleite maravilhoso para o brigão, que instintivamente lembrou dos seus combates lendários na arena, onde já tinha enfrentado múltiplos inimigos de uma única vez.

E diga-se de passagem, a adrenalina produzida por enfrentar um inimigo tão grande quanto a marinha, que sabe-se lá quantos soldados tinha naquela pacata ilha, um inimigo praticamente interminável, essa sensação, essa energia, essa adrenalina, era algo que impulsionava a sua mais profunda vontade de BRIGAR para fora, e enchia ele de uma energia indescritível.

Brigões são fodas...

Em seguida, as mãos de Joe fugiriam de seus bolsos em dois punhos fechados, entretanto, essa não era a arma que ele utilizaria. Dizem que, um guerreiro habilidoso é capaz de sentir quando será atacado por uma besta perigosa, se isso fosse verdade, bem.

A velocidade que Joe poderia atingir com uma explosão curta de energia era assombrosa, isso é claro, se ele tentasse algo. A sua constante prontidão o auxiliaria no movimento, jogaria a perna direita com toda a força possível para cima, sem muita técnica, um chute concentrado e poderoso, lateralizado na direção da cabeça do marinheiro robusto, com o intuito de "destruí-lo" com o golpe de maior contundência direta possível.

"LOOK OUT! DAMNNNNNN. SWEET CHIN MUSIC BY MICHAELS!!!!!"

Porradaria, confusão e fuga. [1] 8dc1b980be262364d1daa3e2304ca079

Caso o marinheiro caísse com o golpe de Joe, ele voltaria a atenção para o Loiro e continuaria.

Joe Sins. — Terminaria o próprio nome e se viraria na direção dos outros dois marinheiros, peixes pequenos e, se aquele grande tivesse caído, os dois com certeza cairiam com mais facilidade.

Se o marinheiro robusto fosse capaz de reagir ao primeiro golpe de Joe, ele avaliaria a evasão, jogaria a perna direita para baixo, assim que ela tocasse o chão ele saltaria a daria um giro de trezentos e sessenta graus no ar, lançaria a perna direita contra o pescoço do marinheiro, na tentativa de derrubá-lo.

Porradaria, confusão e fuga. [1] HonorableFriendlyDowitcher-size_restricted


Se ele tentasse contra atacar ao invés de apenas desviar do primeiro chute, avaliaria seu ataque com os olhos tão brilhantes quanto os de um cheetah, se ele tentasse um golpe com a parte superior do corpo, um soco ou cabeçada por exemplo, Sins apenas deixaria que ele entrasse em seu alcance, e lançaria um chute reto e direto contra suas bolas, abusaria do alcance superior de suas pernas, e se basearia em sua altura acima do comum para manter o rosto afastado dos golpes do marinheiro.

Caso o verme de azul sofresse com o chute na sua bigorna, giraria no próprio eixo e desferiria o mesmo chute rodado citado antes, desta vez contra a região direita do pescoço.

Entretanto, se por acaso o marinheiro realmente caísse no primeiro combo, demonstrando assim sua completa mediocridade diante de um combate real, Joe apenas encararia os outros dois marinheiros com os olhos "flamejantes" e um sorriso selvagem, sedento por combate.

Vocês devem ter outros amigos aqui perto não é?! — Ele manteria o sorriso no rosto, e continuaria.

Chamem quantos conseguirem, digam que estarei esperando por eles no bar mais próximo, vou dar uma chance de me prenderem, do contrário, caos. — Ignoraria os dois marinheiros á partir dali, a não ser que estes o atacassem, entretanto, eu não acho que eles teriam a audácia de bater de frente com Joe Sins.

Ele daria uma ultima olhada na direção do Loiro e diria.

Vamos lá?! — Sinalizaria com a cabeça e caminharia, observaria por todos os lados e procuraria pelo primeiro bar que aparecesse na sua frente, se não o encontrasse perguntaria algum transeunte, bem mais impaciente, afinal, sua língua estava se remexendo na boca, louca para saborear uma boa birita, enquanto seus nervos vibravam, sedentos pelo combate eminente.

Se por acaso ele não encontrasse, a voz se direcionaria na direção do loiro. — Você sabe onde fica? ...... Sabe onde fica o bar?

Porventura caso chegassem até algum bar em meio a toda a loucura, Joe abriria a porta caminharia ligeiro na direção do balcão, daria uma palmada na mesa para chamar a atenção de algum funcionário e apontaria para o primeiro barril de cerveja que encontrasse exposto.




Joe Sins
PDV:4399  (:wing:)
STA:100

Vício:02/10
Compulsão:01/10

Posts:02
Surrados:01 ?


Ganhos:

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris  ?
3. Brigar no Bar, porque eu quero.
4. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
5. Conhecer o resto da futura tripulação.
6. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
7. Fugir depois de descer o cacete neles.
8. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
9. Despistar a marinha de um jeito doido.
10. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] Q4frd31
Créditos : 00
VanCivil
https://www.allbluerpg.com/t641-boris-skalovski#4055 https://www.allbluerpg.com/t623-porradaria-confusao-e-fuga-1#4138
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Jul 06, 2021 12:15 am

Cometa Harley


O primeiro encontro aconteceu completamente diferente do idealizado por Boris. Ele imaginava algum tipo de conversa agradável e magnetismo natural para formar um laço em volta de um grande objetivo em comum. Contudo, sua mente simples foi incapaz de calcular o espírito selvagem de Joe e sua personalidade caótica sem limites. Indignado, acreditando que Sins era uma farsa, um mero falastrão ordinário, Boris aplicou um chute simples em seu queixo, atingindo-o em cheio. O golpe seria suficiente para nocautear uma pessoa normal. Neste exato instante, Skalovisk sentiu as mesmas emoções que preencheram seu coração de excitação e possibilidades naquele tumulto.

Qualquer homem que se recuse a baixar a cabeça para outro homem é alguém que eu quero ter ao meu lado nesses mares.

Isso…  


Porradaria, confusão e fuga. [1] Screen11


O arrepio na espinha aliado ao sangue fervendo num choque de calor e frio responsáveis por uma sensação única tomavam conta de seu ser. Sim, Joe Sins não era mais um sonhador inconsequente como tantos outros. Ele era uma existência rara e encantadora. Ele seria capaz de causar o caos e viver quantas aventuras desejasse, mas acima de tudo, o moreno possuía um código moral compatível com o de Boris, tornando a união da dupla possível. O taekwondoca jamais acompanharia alguém que menospreza seus companheiros ou que diminui as outras pessoas gratuitamente. Tudo encaixou e a alegria voltou. Sentia-se tão esperançoso e vivo que sequer notava a presença dos marinheiros. Honestamente, não tinha um pingo de atenção para outras pessoas. Estava hipnotizado pelo jeito badass e confiante do marrento. Comprou realmente sua aparência e jeito. Não se importava se ele poderia estar atuando ou forçando uma cena para parecer descolado. Essa hipótese não surgia em sua mente. Joe tinha conquistado seu respeito, simples assim!

Eu preciso de um navegador, de preferência que saiba pilotar. — Disse o líder enquanto se aproximava e complementava. — Loiro, eu me chamo Sins.

Hahahaha... Excelente, Capitão… Excelente!  

Fecharia os olhos e começaria a bater palmas. A sua intuição estava certa e ele se sentia deveras satisfeito com tudo o que viu e já tinha aceitado em seu coração aquela cena. O rapaz tankudo e bom de briga seria o seu líder e ele como um bom navegador, faria questão de levá-lo onde ele desejasse ir, pois sabia que o caminho escolhido pelo capitão ajudaria em sua própria ambição: Ser o maior espadachim do mundo!

Para selar a união da dupla, nada melhor que uma boa confusão com marinheiros, servidores responsáveis por manter a paz e a lei na ilha. Bem, para ser honesto, Boris não tinha nada contra a Marinha diretamente. Eles estavam apenas fazendo o trabalho deles. Seu avô foi um e também tinha a mesma visão neutra. Já Joe parecia amar uma violência gratuita, portanto, enfrentar marinheiros faria parte do novo cotidiano. Enquanto o líder iniciava o confronto, o subordinado cruzava os braços?! Sim, Boris cruzaria os braços e observaria de perto o confronto. Não por estar indiferente ou ausente de vontade. Sua justificativa era bem simples: preguiça!

O preguiçoso evitava ao máximo fazer coisas que não fossem de seu real interesse e o fato de ter acabado de acender um cigarro só piorava sua procrastinação. Entretanto, o espadachim não era um homem comum e mesmo no auge de seu relaxamento, ainda assim estaria pronto para agir a qualquer momento e naquele cenário, se Joe estivesse cercado ou parecesse prestes a ser atingido, usaria sua velocidade e prontidão para surgir o mais depressa possível com um chute frontal na altura do estômago do agressor de seu capitão. — Vamos lá, Capitão!   — Diria, posicionando-se ao seu lado, transmitindo confiança e determinação. Se a luta se prolongasse, usaria seu hábil reflexo para desviar de possíveis ataques com dashs, movimentos de corpo ou simples jogos de pé para esquivar. Aplicaria chutes simples sem deixar o cigarro cair ou apagar de sua boca.


Porradaria, confusão e fuga. [1] Chute_11


Na hipótese do combate acabar, acompanharia o lutador aonde ele fosse. Daria uma tragada profunda, lembrando do seu avô e de quando ele havia desejado que seu neto encontrasse amigos. Mesmo sendo apenas um, Boris sentia ser o começo de uma jornada bastante divertida e animada. Manteria-se sempre em prontidão, mas sem estar atuante. Observaria apenas com os sentidos - audição e visão - sem demonstrar fisicamente que estava alerta. Não para parecer furtivo ou misterioso e sim porque era preguiço demais para fazer esforços desnecessários. Caso recebesse algum ataque durante o trajeto até o bar, usaria de seus capacidades reflexivas para manter-se intacto, ou seja, evitando ser atingido e bloqueando apenas quando não conseguir se mover, optando pela deflexão e desviando os possíveis ataques de seus trajetos originais.
Boris Skalovsk:
PDV:2800
STA:100

Posts:02

Ganhos: Maço de cigarros (01/10), Isqueiro 01/02

Perdas: 150k (cigarro)

OBJETIVOS: Encontrar Joe Sins
Encontrar Silent
Encontrar Mizzu
Encontrar Vini
Aprender Geografia
Aprender profissão Navegador
Aprender Psicologia
Ter um NPC acompanhante

Formiga
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] CsHkSDy
Créditos : 19
FormigaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t766-takeshi-isamune https://www.allbluerpg.com/t768-capitulo-i-o-espetacular-takeshi-isamune
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Jul 06, 2021 10:17 pm




O Nascimento da Árvore Alada

O Encontro Predestinado


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 02



O chute de fato não causava nenhum dano a Joe, sua guarda baixa havia favorecido toda a ação do loiro, mas, o mesmo se encontrava de pé encarando o seu antagonista. O chute provavelmente teria sido o estopim de uma luta entre ambos, entretanto, William salvou o dia mais uma vez, um exemplo de marinheiro! Após uma breve conversação entre os dois homens, uma nova parceria acabava de se formar na cidade de Shells, seu capitão e possivelmente o imediato da trupe estava ali, pronto para arrasar – Está falando essas coisas de mim? Tsc, veja recrutas essa espécie de gente é com quem vão lidar diariamente. – Seus olhos estavam na direção da dupla de quase marinheiros e logo observava o robusto homem passando ao seu lado como de ele não existisse – Uma noite na cadeia e já viram anjin... – Antes mesmo de conseguir finalizar sua frase recebeu um chute em sua cabeça, certamente a única coisa que lembraria quando acordasse era das suas últimas palavras.

SENHOR WILLIAM! – A jovem dupla gritou em sinergia após verem a ação do meliante – COMO OUSA? – O de cabelo preto estava um pouco mais exaltado, mas, mesmo assim estranhamente seu corpo não condizia com sua feição, já que ele sequer conseguia de mover – A-A-Amigos? – Disse o outro gaguejando – S-S-Sim senhor. – Continuou com suas pernas tremendo, puxando o seu parceiro e saindo em disparada pela rua. Aliás, falando dela, se a atenção dos transeuntes já estava sobre eles, agora o amontoado de pessoas era ainda maior. Alguns olhavam com um certo medo, outros com espanto e por fim tinham aqueles preocupados com a integridade do marinheiro, que se encontrava desacordado no chão. De maneira simples Joe e Boris seguiam pelas ruas como se não se preocupassem com o que duas ações causaram, na verdade, o loiro se manteve atento, mas sem demonstrar tal ação.

A dupla caminhava e os curiosos que assistiam todo o “show”, abriram espaço instintivamente para eles passarem, sem ter a necessidade de se esgueirar entre eles, se bem que, duvido que ambos fariam isso – Ali. – Esticou o braço enquanto tremia semelhante ao recruta anterior, apontando um bar que estava cerca de dez metros adiante. A arquitetura exterior do bar era feita de concreto, tendo suas paredes rebocadas e também pintadas com um branco já gasto pelo tempo, uma placa de madeira com um nome entalhado sinalizava ser uma Taberna com o nome de “Irmãos Ajin”. Ao entrar a dupla Cia que diferente de fora, por dentro ela tinha um certo requinte, cerca de sete mesas estavam espalhadas pelo salão, cada uma com quatro cadeiras, sendo que aos fundos do lugar, no canto extremo direito existia um pequeno grupo com três meses uma ao lado da outra, com cerca de treze pessoas sentadas, sendo cinco homens e oito mulheres. No resto das mesas se encontravam apenas alguns homens que degustavam suas bebidas de maneira silenciosa – diferente do grupo no canto, que festejava –. O balcão era feito de madeira na cor marrom, tendo por toda sua extensão alguns entalhes que pareciam formar uma espécie de dragão, porém extremamente feio e deformado, aliás, por toda extensão do balcão existiam nove bancos feitos também de madeira, sendo que dois deles estavam ocupados pelo que parecia ser um casal. Por último, atrás do balcão existem três prateleiras repletas das mais variadas bebidas, um pouco abaixo três barris de madeira, cada um com uma pequena placa de ferro com um papel branco preso, tendo os respectivos nomes: Cerveja, Mijo, Mijo Estragado. Por último, uma escada dava acesso ao primeiro andar do estabelecimento, se subissem veriam que estava o local estava vazio - de clientes -, mas contava com algumas mesas e cadeiras.

Porradaria, confusão e fuga. [1] Images?q=tbn:ANd9GcQKU59m5rfLxAGM-mR4CJw3oAFnaXTFwLPcgg&usqp=CAU

Bom dia senhores! – Falou um homem poucos centímetros mais alto que Boris, tendo cabelos pretos – mas com algumas partes grisalhas, principalmente próximos às "costeletas" –, sua barba estava feita e ele esbanjava uma bigodeira de dar inveja, que por sinal, também era acometida pela força do tempo e já apresentava sinais da idade do homem, tendo alguns fios brancos nas extremidades – Meu nome é Ajin, é um prazer recebê-los em meu estabelecimento. – Falou com um grande sorriso no rosto ignorando qualquer “aura” que Joe pudesse emanar naquele momento. Rapidamente Ajin notava o pedido de Joe e respondia com um “sim” realizando com sua cabeça, pegando uma grande caneca de madeira e indo até uma pequena pia ao lado do barril, realizando uma breve higienização, em seguida enchendo de cerveja – Aqui está senhor. Querem mais algo? – Indagou, contudo, não esperou uma resposta, pois o grupo que estava festejando ao fundo chamou o homem, repetidas vezes – Desculpe, um momento. – Falou expressando o incômodo que estava sentindo – Teresa! Venha cá atender esses rapazes. – Gritou o nome de uma mulher, saindo em direção ao grupo em seguida.

Poucos segundos se passaram entre a saída do homem e a chegada de uma linda e forte mulher...na verdade, coloca forte nisso, viu? Seu braço não passava vergonha se comparado ao de Joe, por exemplo, seus cabelos longos e castanhos, com sua feição jovial e feminina traziam uma beleza encantadora para a mulher – Bom dia, meu pai já serviu vocês? Precisam de mais algo? – Indagou, seus lábios carnudos também chamavam a atenção – Ei, você sai que horas? – Falou o homem que estava outrora com sua mulher no balcão, se Joe e Boris olhassem ela já não se encontrava mais ao seu lado – Rápido, minha mulher foi ao banheiro. – Concluiu o homem. A expressão de nojo de Tereza deixava claro o descontentamento que ela sentia com tal questionamento – Vai se catar, seu bosta. – Disse em alto e bom-tom enquanto avistava aos fundos a mulher do homem voltando do banheiro. Opa, esqueci de falar, certo? Cerca de sete metros após o balcão, dois banheiros eram vistos com facilidade, tendo um M e um F nas portas.



Histórico Geral:
Joe Sins:
Número de POST:02
Dependência: 02/10
Compulsão: 02/10
Dinheiro: 250.000 B$
Ganhos:

  1. Nada por enquanto.


Perdas:

  1. Nada por enquanto.


Boris Skalovski:
Número de POST: 02
Dependência: 01/10
Dinheiro: 100.000 B$
Ganhos:

  1. Maço de Cigarro 09/10 - POST 01
  2. Isqueiro 01/02 - POST 01


Perdas:

  1. 150.000 B$ - Compra do Maço de Cigarro - POST 01


Legendas:
NPC's Específicos


NPC's Aleatórios
Personagens Simples: Atendentes | Garçons | Pessoas encontradas nas Ruas | Vendedores | Moradores | Entre outros.

Integrantes da Marinha

Aparência dos NPC's "Comuns"
Ajin - Aparência
Teresa - Aparência

Log de combate:

Joe
Ferimentos:

  1. Saudável por enquanto.



Boris
Ferimentos:

  1. Saudável por enquanto.


_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
Porradaria, confusão e fuga. [1] EBEAdF4X4AYyK13
Magma
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] Q4frd31
Créditos : 00
MagmaCivil
https://www.allbluerpg.com/t622-joe-sins#3874 https://www.allbluerpg.com/
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Jul 07, 2021 10:35 pm
Stone Cold Steve Austin




Algumas coisas são muito simples de se entender, a primeira delas era o quanto Joe Sins adorava tomar uma boa birita, isso para ele era uma das maiores provas de que era um espírito livre que faria o que bem entendesse. O moreno apanharia o copo de cerveja e não demoraria muito tempo para lançar o líquido pela sua garganta, iria ingerir metade do líquido no copo, apenas para conseguir repetir a sensação prazerosa mais do que uma única vez.

ARRRRR. — Sins soltaria o ar e relaxaria completamente após aquele gole, ele olharia de canto na direção do loiro e em seguida voltaria os olhares para trás, na direção do grupo que fazia barulho naquele bar, um sorriso aos poucos se ergueria em meio a sua expressão de prazer, e um "cheiro" alcançaria as suas narinas, podia ser algo psicológico, diferente do cheiro da cerveja, que era muito natural e prazeroso para ele, era um cheiro muito mais complexo, um cheiro de, confusão.

Como você se chama Loiro? eu já me apresentei. — Os dedos da mãos direita dançariam sobre a mesa, tateando-a como se estivesse tocando um piano, a ansiedade para o conflito eminente era tamanha que seu corpo parecia ter achado um jeito de descarregá-la.

Ele esperaria pela resposta do seu novo imediato, e assim que o loiro respondesse ele lhe daria um sorrisão e logo em seguida, faria um sinal com a cabeça na direção do grupo nos fundos do bar.

Aqueles caras são nossas buchas de canhão. — Diria, sem muita explicação.

Um homem cujo único sentido que lhe foi apontado na sua vida foi o do combate, ele com certeza tinha algo em mente, mas a sua falta de disciplina o impedia de chegar a desenvolver isso com alguém, ele somente fazia.

Não é que ele não tinha se importado com a situação constrangedora entre a garçonete aquele homem, ops... perdoe-me, aquele verme. Seus olhos simplesmente cruzariam os dois tão rápido quanto possível, e ele faria uma avaliação rápida das duas figuras, de ambas a que mais lhe interessou foi Teresa, e tudo isso por um motivo simples, o físico anormal da mulher o fez imaginar o quão poderosa ela seria em batalha.

A partir dai, ignoraria completamente a figura masculina, ele não era digno do seu interesse até que provasse o contrário, como ele faria isso? não era problema dele.

Você. — A voz dele soaria relaxada, apesar do sorriso ainda formado no rosto e as sobrancelhas curvadas para baixo. Ele olharia na direção de Teresa e assentiria.

Continuaria.

Vamos receber alguns amigos aqui, tudo bem? — Manteria o sorriso e assentiria.

Caso a figura masculina apontasse a palavra, ele acionaria algo que ele não gostaria, a mão esquerda de Joe perfuraria o ar na direção de sua cabeça, agarraria sua nuca e lançaria seu crânio contra o balcão com toda a força que ele fosse capaz de encontrar na posição em que estivesse, caso o homem conseguisse escapar do aperto a mão esquerda apenas se fecharia e em ambos os casos uma expressão ameaçadora se formaria no rosto de Joe, uma mescla entre selvageria e raiva.

Lealdade é tudo, seu verme.

De qualquer forma, tendo esfacelado ou não aquele maldito, ele se levantaria da cadeira em que estava e apertaria a cerveja com a mão esquerda, levaria ela consigo.

Devem estar quase aqui, vamos nos preparar para recebê-los.

A expressão se suavizaria em um sorriso selvagem na direção do Loiro, ele giraria o corpo e caminharia devagar na direção da mesa nos fundos com o copo de cerveja na mão.

Porradaria, confusão e fuga. [1] Unknown

Os passos seriam largos e em uma velocidade normal, por incrível que pareça, naquele instante, a atenção que ele queria chamar não era com barulho, mas com sua presença.

Afinal, mesmo que ainda fosse um homem, ter dois metros de altura não era para qualquer um, ao menos era isso que ele imaginava.

Os olhos da besta avaliariam cada uma das figuras, homens e mulheres, seus olhos cruzariam todos os outros, quase como se existisse algum tipo de eletricidade estática que corresse apenas no seu olhar, cuidadosamente escanearia cada um deles, sua natural expressão ameaçadora acompanharia o olhar penetrante, até que encontrasse alguém que durasse tempo o suficiente encarando-o, como se não fosse desviar o olhar.

Olá. — O sorriso selvagem expandiria ainda mais, conforme o sentimento da confusão e a euforia começavam a encher todo o seu corpo.

A pressão da mão esquerda sobre o copo de cerveja aumentaria, devido a eminente disputa, quase como se uma trombeta de batalha estivesse tocando dentro da cabeça de Joe, o loiro poderia notar devido seus sentidos inatos um aumento na velocidade da respiração de Sins, mesmo que sútil aqueles que estivessem mais próximos e fossem mais atentos seriam capazes de sentir.

É que sua mãe me disse que eu precisava pagá-la pelo serviço, então vim trazer o dinheiro direto ao filho(a) dela. — Ele continuaria com o sorriso selvagem, a intenção de arrumar confusão parecia clara.

A sua clássica expressão selvagem se manteria e ele avaliaria a reação do alvo da "piada", se ele parecesse ficar irritado colocaria um pouco mais de lenha na fogueira.

Sabe, ela ficava dizendo "Nossa Joe, como isso está bom, que maravilha." Deve ter gostado bastante. — Manteria o largo sorriso e se manteria encarando diretamente a pessoa, ele se preocuparia em gesticular e falar bem alto para chamar o máximo de atenção possível.

Ele daria um passo a frente e tomaria um pequenino gole da cerveja, deixando um pouco dentro do copo, passaria a caminhar em um circulo ao redor do lugar onde estava, se o loiro tivesse o acompanhado, ele faria um circulo um pouco maior de aproximadamente um metro e meio, ou menos, dependendo do espaço livre ao seu redor, mas seria o maior circulo POSSÍVEL, a mão esquerda despejaria uma fina quantidade de cerveja durante seu movimento, o intuito era formar um circulo com a cerveja no chão, e torcer para que os marinheiros chegassem a tempo, se não, apenas concluiria o circulo de cerveja, jogaria o copo na direção do alvo das piadas e manteria o sorriso.

A partir desse momento, esse circulo é meu território, um passo além dele e vocês precisarão ir em um dentista, um médico ou um coveiro.

A postura de Joe subitamente se ergueria em algo mais ameaçador, ele já era alto, portanto apenas estufaria o peito e manteria os ombros retilíneos e os braços afastados do corpo, assim como ambas as pernas levemente abertas, para passar a impressão de ser um pouco maior, ambas as mãos fariam um sinal na direção de marinheiros caso tivessem entrado no bar, ou dos próprios alvos da "piada" pública, chamando-os para o combate.

Os olhos eventualmente cruzariam o espaço do bar e tocariam o loiro, ele assentiria como se estivesse confirmando algo, e o sorriso se manteria aberto, na verdade ele aumentaria ainda mais, assim como as pálpebras que abusariam do seu poder elástico e se abririam ainda mais, era uma expressão aparentemente lunática, entretanto, era o seu mais puro estado combativo, uma besta.

"DING DING DING"

Porradaria, confusão e fuga. [1] Unknown

Para Joe aquela situação era uma das poucas em que ele lembrava de sua antiga casa, a arena, onde ele tivera tido seus combates mais insanos e lendários, das mais variadas formas possíveis, uma experiência de combate gigantesca de um verdadeiro campeão, o resultado de tudo isso, era uma criatura que costuma agir de maneira completamente reflexiva e quase que instintiva, o seu único aprendizado é o que ele já passou, e esses conhecimentos o ajudavam a se tornar cada vez mais forte no campo de batalha.

Caso o primeiro adversário se aproximasse frente a frente, ou seja, vindo da mesa do alvo de suas piadas ele abriria um sorriso, indiferente ao gênero, ele foi bem claro quando falou sobre o seu território, entrar ali era uma passagem só de ida, nesse caso, o primeiro precisaria servir de exemplo, ele avaliaria a investida, rápida, lenta, normal, etc.

Se por acaso o ataque viesse rápido ele olharia para trás o mais rápido possível e averiguaria que não havia ninguém se aproximando, se estivesse limpo ele continuaria a sequência, que obviamente incluía a situação, um adversário com as mãos limpas, um ataque limpo com o uso dos braços, um soco ou cotovelada por exemplo, seria devolvido com Joe disparando na sua velocidade máxima pelo curto espaço que dividiria ambos assim que o alvo entrasse no alcance do circulo, sua perna direita se lançaria como uma lança contra o rosto do inimigo, na intenção de abusar a distância que ela cobria para impactar brutalmente contra seu rosto diretamente e lança-lo para trás, ou até mesmo, desacordá-lo se ele conseguisse.

"OH MY GOD, BIG FOOT BY JOE!"

Porradaria, confusão e fuga. [1] Tenor

Se eventualmente o alvo desviasse do chute, Joe avaliaria o lado da esquiva, e giraria a perna esquerda livre no próprio eixo, e tentaria aplicar-lhe um chute na direção da esquiva com a perna direita, mesmo que isso o desequilibrasse.


Um... — A voz soaria, meio rouca devido a situação eufórica, mas mesmo assim contendo um gigantesco desejo de luta.

Ocasionalmente se a ofensiva surgisse como armada com alguma arma branca, mesmo que uma cadeira ou golpes com as pernas, Joe giraria no próprio eixo e abaixaria a cabeça ou deslocaria o corpo para desviar do chute ou joelhada, ao mesmo tempo em que entraria no "alcance" do alvo e agarraria sua perna, apertaria com o máximo de força possível, e faria uma demonstração de poder, usaria TODA sua força para erguer o alvo, girar o corpo e o lançar em QUALQUER direção após um único giro no ar.

EI! JUNTE-SE A MIM LOIRO! VAI PERDER ESSA BRIGA?! — Ele gritaria após o golpe, com um sorriso sinistro estampado na cara.

Se portasse uma arma branca, ele deixaria que o adversário avançasse e adentrasse no seu território, aguardaria até o limite de tempo possível e assim que o movimento de ataque proveniente da arma se iniciasse ele abusaria de uma explosão de velocidade repentina, tentaria ser tão rápido que o adversário não conseguisse se ajustar, giraria o corpo no próprio eixo como antes, mas deslizaria pelo flanco inimigo, de preferência o flanco mais próximo da ORIGEM do golpe adversário, ele ultrapassaria o braço do inimigo por "FORA" e giraria até as costas do adversário, abraçaria a cintura do inimigo e usaria toda a energia do movimento para erguê-lo, utilizaria assim toda a força em uma única explosão de poder, ficaria nas pontas dos pés e lançaria o inimigo com brutalidade para trás, faria uma espécie de ponte no movimento e tentaria lança-lo na direção da mesa dos seus "alvos".

"A GERMAN! IT'S A GERMAN!!!!""

Porradaria, confusão e fuga. [1] Tenor

Caso os marinheiros de fato chegassem em meio a toda a confusão e tentassem atacá-lo vindos da entrada, ele daria um sorriso ainda mais aberto, e faria a mesma avaliação de ataque de antes, com uma única alteração, caso o marinheiro tentasse lhe atacar com algum golpe limpo, assim que ele pisasse no círculo Joe se lançaria na direção dele com toda a sua velocidade possível em uma única explosão, tentaria cercá-lo com seus braços em um grande abraço, e impedi-lo de utilizar seus próprios braços "apertando-os" contra seu corpo, se conseguisse, travaria seu próprio movimento, daria um ultimo sorriso para o marinheiro.

Tchauzinho. — Murmuraria, com os olhos tão brilhantes e arregalados quanto os de uma besta, ele pegaria impulso com os pés, e usaria toda a força que conseguisse para erguer o marinheiro e arremessá-lo na direção da mesa onde estavam os seus alvos.

"B-BELLY TO BELLY... CRAP!"

Porradaria, confusão e fuga. [1] MajorParchedHornedviper-max-1mb

Se por acaso ele fosse arremessado, derrubado, ou golpeado de qualquer forma que o fizesse cair ou ser lançado para trás, mesmo que se arrastando, ele iria GARANTIR que acertaria o máximo de pessoas possível no caminho do impacto recebido, afinal de contas, aquilo era um bar, uma faísca e tudo pegaria fogo.

Levantaria, com um sorriso selvagem no rosto e encararia diretamente o seu atacante.

Shells Town vai ficar cada vez mais interessante. — Diria, com uma voz áspera, que já estaria semelhante a de um animal selvagem devido a explosão hormonal.

ZOYAHAHAHAHA.




Joe Sins
PDV:4400  (:wing:)
STA:100

Vício:00/10
Compulsão:03/10

Posts:03
Surrados:06  ?


Ganhos:

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris  ?
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] Q4frd31
Créditos : 00
VanCivil
https://www.allbluerpg.com/t641-boris-skalovski#4055 https://www.allbluerpg.com/t623-porradaria-confusao-e-fuga-1#4138
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 11, 2021 10:44 pm

Bota pra cantar, pá pum!

A confusão na rua acabou rapidamente e sem maiores desdobramentos. Talvez futuramente as consequências daquele encontro com os marinheiros se tornassem algo problemático, contudo, ao buscar a companhia de Sins, Skalovski assinou um atestado de irresponsabilidade no qual ele estava ciente das dificuldades por vir. Se fosse um cassino, Joe seria a mesa de poker valendo o maior prêmio. As chances de sucesso eram mínimas, mas os holofotes e o desafio valerão cada segundo.

No bar, eles se sentaram em uma mesa. Não demorou e a dupla viu uma cena incômoda, como um imã de caos capaz de atrair as situações mais bizarras possíveis, eles se viam diante de um babaca querendo um show. E se o moreno fosse 10% do que o loiro suspeitava, certamente o espetáculo seria público com direito a ingressos distribuídos gratuitamente.

Por que sempre tem alguém incomodando mulheres? Não era para ser o contrário? Ah, não… É só quando casa mesmo.

Riu de sua própria piada machista enquanto observava um homem casado incomodar a exótica atendente. Se o taekwondoca ainda estivesse com o cigarro em sua boca, daria um trago profundo e soltaria a fumaça lentamente, permitindo a química invadir seu corpo como o carisma de Joe o penetrou anteriormente. Caos... simples e puro caos!


Porradaria, confusão e fuga. [1] Screen13


Na hipótese de Joe agir e convidá-lo para participar, Boris apenas retribuiria com um sorriso debochado, ignorando a proposta completamente. Continuaria fumando o seu cigarro e rindo e da bagunça, como se estivesse assistindo um filme de comédia pastelão. Dizem que o olho do furacão é o local menos conturbado e estar perto de Joe passava a mesma sensação para o espadachim. Divertia-se vendo o capitão aprontar como um pai ao ver seu filho jogar bola com os amiguinhos. Entretanto, não ficaria despreparado. Pelo contrário, mesmo dando risadas e abstendo-se do combate, Skalovski sempre estava pronto. Por conseguinte, se alguém atacasse Sins pela retaguarda, levantar-se-ia da sua cadeira com o máximo de velocidade possível e atacaria com um chute frontal rápido e potente, passando a fazer parte da luta contra a sua vontade.


Porradaria, confusão e fuga. [1] Chute_13


Deixou um prato nesse banquete para mim? Hahahaha  

Protegeria as costas de seu nakama, deixando a maior parte dos adversários para ele. Não por se sentir inferior e sim por gostar de observar o astro atuando. Quem não gostaria de jogar ao lado do Ronaldinho Gaúcho? Joe Sins era a estrela que brilhava naquele bar - na visão de Boris - e ele não se incomodava nem um pouco de ficar em sua sombra, desde que continue se entretendo. No momento em que se sentir insatisfeito, tudo pode mudar, porém, Joe era alguém especial e tinha tudo para ser uma supernova capaz de brilhar por muito tempo. Caso alguém o ataque, usaria suas pernas para bloquear e defletir possíveis golpes. Se fossem usadas armas, inclusive garrafas e talheres, tentaria defletir usando a sola do pé ou a canela.
Boris Skalovsk:
PDV:2800
STA:100

Posts:03

Ganhos: Maço de cigarros (01/10), Isqueiro 01/02

Perdas: 150k (cigarro)

OBJETIVOS: Encontrar Joe Sins
Encontrar Silent
Encontrar Mizzu
Encontrar Vini
Aprender Geografia
Aprender profissão Navegador
Aprender Psicologia
Ter um NPC acompanhante

Matthew
Ver perfil do usuário
Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] 120x120
Créditos : 05
MatthewCivil
https://www.allbluerpg.com/t649-matthew-c-williams#4163 https://www.allbluerpg.com/t623-porradaria-confusao-e-fuga-1#4353
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Jul 12, 2021 12:37 pm

A vida sempre foi dura com Matthew. Hoje, em Shells Town, o garoto que viu seus pais sendo mortos e testemunhou a morte de grandes amigos continuava firme. Apesar de ser fiel aos laços que criava e buscando cada dia mais se fortalecer para proteger a si e aos seus, a vida não costumava ser muito favorável para o mesmo. Ainda assim, o garoto não costumava reclamar do seu passado. Acreditava em si e na força de vontade para superar seus desafios e, ao seu pior inimigo, ele mesmo.

Embora tentasse esquecer, Matthew repetia em sua mente algumas cenas vagas, dos momentos que saía de si. Mais pelos relatos do que por suas próprias lembranças, o jovem sabia que tinha um problema, um que não conseguia contornar. Um desequilíbrio, que o deixa agressivo e instável, perigoso até mesmo para as pessoas que gostava. Apesar do seu porte físico esguio e de seus cabelos chamativos, a maior parte de sua extravagância estava na sua teimosia e na sua tendência a perder o controle de si e se irritar. Esse é Matthew. Caminhando, o rapaz parava por um breve minuto, enquanto refletia. “Hoje eu vou ser mais paciente, hoje eu vou ser mais paciente... É, eu não consigo nem acreditar nisso”. Paciência realmente era uma virtude que o rapaz não dominava, embora tivesse aprendido um pouco sobre autocontrole com Jason, seu falecido mentor carpinteiro.

Saindo do seu pequeno devaneio, o rapaz buscava raciocinar pra onde estava indo e o que estava fazendo. Depois que a família de Jason o expulsou da loja de construção naval, os dias de Matthew se resumiam a buscar um emprego, ser recusado, ficar bravo, brigar e se embebedar. Nem sempre nessa ordem, o que tornava as coisas ainda mais caóticas. Infelizmente, sua infâmia era conhecida, e quase ninguém queria ser visto perto do rapaz. Cada dia mais, o jovem de cabelo rosa contava os dias em que poderia ter seu navio, nem que fosse pra roubar um, mas sabia que precisaria de companheiros que navegassem com ele. – O mar me aguarda. Eu sei disso! – Falava alto, de maneira efusiva. Ainda que seus acessos de fúria o deixassem inseguro de fazer amizades, Matthew sabia que só precisava alguém forte, assim como Jason, que seria capaz de apaga-lo quando necessário.

Apesar disso, a força de Matthew fazia com que não houvesse muitos camaradas elegíveis por aí. Alguém no qual o rapaz confiasse e visse como um líder, alguém mais forte que ele. Apesar de querer sempre ser o mais forte, só poderia se sentir confortável novamente com alguém assim, que soubesse lidar com ele, assim como um dia Ryuki, líder da gangue que o acolheu quando havia ficado órfão. Assim como Jason, Ryuki já havia morrido. Diante disso tudo, Matthew queria começar o dia bebendo. O rapaz caminharia pelas ruas de Shells Town, em busca da tão aclamada cerveja. Não importava que momento fosse, Matthew precisava de álcool. Sua vida estava um pouco aleatória no momento, embora o rapaz soubesse o que queria pra si, navegar pelos mares, aprender mais sobre carpintaria naval e construir suas próprias embarcações. Isso tudo, claro, na companhia de pessoas fortes e destemidas, dignas de navegar num navio criado por ele.

Ao encontrar o bar, na cidade em que viveu nos últimos anos, Matthew iria direto ao balcão, ou ao encontro de algum atendente, e pediria. – Uma cerveja, por favor. – Ainda que tentasse ser sutil, seus cabelos característicos poderiam fazer com que fosse reconhecido, embora acreditasse que não haveria tanta seletividade de clientes em um bar. “Sem viciados, alcoólatras, criminosos, vagabundos e corruptos, qualquer bar vai à falência”. Ele estaria no aguardo da bebida, sempre de olho ao redor, sem nenhum tipo de vergonha em encarar qualquer um que ousasse olhar para ele. Não era muito difícil ocorrer dele encontrar alguém que já tivesse agredido, afinal, era o que ele mais havia feito desde sua chegada na ilha. No fundo mesmo, Matthew queria era confusão. Brigar era seu desejo, e talvez, sua única forma de libertação dessa vida fútil que estava vivendo.

Se por algum motivo não encontrasse algum bar ou estivessem fechados, Matthew buscaria abordar alguém na rua, bem assertivo. – Saberia me dizer que diabos de lugar eu posso ir pra tomar uma mísera gota de álcool nessa cidade? – Embora não fosse sempre mau humorado, ter suas expectativas frustradas o deixava enraivecido. Matthew não contava com a resposta, apesar de que seguiria a que alguém o desse. Mas sabia que com sua gentileza, era mais provável que fugissem. De toda forma, seguiria seu rumo até encontrar um estabelecimento que vendesse bebidas alcóolicas, atento a qualquer tipo de confusão.


Matthew:
PDV:4200
STA:100

Posts:01

Ganhos:

Perdas:

OBJETIVOS: - Conhecer a galera do bando;
- Aprender a proficiência Arquitetura.
- Aprender a proficiência Forja.
- Conseguir/comprar/arranjar algumas ferramentas úteis, algo como uma caixa de ferramentas (martelo, serrote, pregos, cordas, trenas e afins).
- Se possível, conseguir uma soqueira através de meios ilícitos.
- O resto é "Porradaria, confusão e fuga".