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Kenshin
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Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jun 26, 2021 9:23 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Porradaria, confusão e fuga. [1]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Joe Sins. A qual não possui narrador definido.

_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 7 J09J2lK

Van
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Nov 16, 2021 9:24 pm

Calmaria


A confusão dos marinheiros era mais um ato em meio à todo o caos provocado por Joe em qual o destino paga suas melhores cartas para a progressão do moreno. Ele possuía a sorte de um verdadeiro rei e essa corrente era a melhor possível dentre as possibilidades. Por que ignorar uma aventura imprevisível quando ela parece tão divertida? Boris se via como um marinheiro momentaneamente. A mente viajava em um cenário onde ele possuía estabilidade e ferramentas para treinar e alcançar o melhor estágio possível em sua vida como espadachim. Entretanto, a pergunta que não calava em sua mente nebulosa “Mar calmo faz bom marinheiro”? O ditado que seu avô costumava dizer o contrário e embora tenha fácil entendimento, o loiro interpretava de maneira literal. Bastou a vida lhe mostrar o que uma boa bagunça era capaz de proporcionar para ele entender o que estava tão óbvio esse tempo todo.

Perdido em pensamentos, o espadachim era levado até os dormitórios onde iniciava uma conversa com o seu capitão e pela primeira vez via o lado prudente do wrestler. “Até mesmo Sins pensa nas possibilidades. Heh, quem diria… Ele não é tão inconsequente assim.” Analisaria deixando um breve sorriso escapar de seu rosto ao ouvir as preocupações de seu nakama. Para Skalovski, enquanto estivesse na posse de uma boa lâmina, nada havia a temer. Simples assim!

Não se preocupe, Capitão… Eles foram atraídos pela sua “sorte”. Tenho certeza que são especiais e voltarão em breve… Talvez não tão bem, mas voltarão! Hahahaha

Gargalhava ao lembrar do quanto já se arrebentaram em tão pouco tempo juntos, mas assim como um inseto atraído por uma luminária, certamente os nakamas iriam se juntar em breve. Sua confiança no futuro do bando era inabalável e como participante dessa viagem, não havia dúvidas no potencial do grupo. O que o caos uniu, nada separaria. Era uma lógica existente apenas na mente do loiro, mas o tranquilizava e era responsável pela confiança nos demais integrantes.

— Os caras que estão vindo, será que são fortes?  Se eles forem tão psicóticos quanto o marinheiro cachorro vai ser algo interessante..  Tô sentindo..  Tem porradaria e confusão se aproximando. —

Será?  

Fechou os olhos e cruzou os braços atrás da cabeça. Imaginou um novo inimigo no mesmo nível do anterior. Nas condições atuais e com sua nova lâmina talvez fosse um bom desafio. Um espadachim de verdade era aquele que vivia pela espada. Enfrentar aqueles oponentes usando apenas as pernas gerou um cansaço desnecessário e conseguir a katana após estar machucado só serviu para limitar os seus movimentos, entretanto, portar uma estando 100% era uma outra história. Ninguém colocava medo no loiro, nem mesmo seu próprio capitão, embora o tal não fosse visto como um oponente em hipótese alguma.

Uma coisa que eu aprendi nesse pouco tempo é que o caos te acompanha, então vou descansar e esperar a porta bater. Sugiro que faça o mesmo, Capi...  

Teria o loiro feito uma piada? A resposta não será encontrada tão cedo pois o mesmo colocar-se-ia a dormir. As chances de serem descobertos eram altíssimas e estavam em grande risco, contudo, o navegador simplesmente fechou os olhos e jogou na roleta da confiança em sua sorte e tentaria dormir para descansar e estar bem disposto futuramente. Sabia que poderia ser preso enquanto dormia, mas havia uma mágica diferente em acompanhar Sins e nesse show ele pagava o ingresso cujo valor era sua liberdade e sua vida. Mesmo que o espetáculo fosse curto, Boris aproveitaria cada cena até que as cortinas se fechem e o evento acabe.
Boris Skalovsk:
PDV:2800
STA:100

Posts:14

Ganhos: Maço de cigarros (02/10)

Perdas: 150k (cigarro)

OBJETIVOS: Encontrar Joe Sins
Encontrar Silent
Encontrar Mizzu
Encontrar Vini

Aprender Geografia
Aprender profissão Navegador
Aprender Psicologia
Ter um NPC acompanhante

Silent
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SilentCivil
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Seg Nov 22, 2021 6:47 pm


Hammer Time!.




Viola se alegrava com as palavras do ruivo, sua vaidade fazia com que o fato de fuligem grudar por todo o seu corpo e vestimentas a incomodasse levemente, mas estava excitada demais com a ideia de finalmente ter um armamento para ligar para isso. ”Hmm… O que vou querer… Estava tão focada em conseguir uma arma que nem me toquei de que tipo de arma eu queria… Talvez um martelo ou marreta de combate? É o tipo que tenho mais familiaridade quando ficava brincando com o mjolnir do loirinho…” Com uma das mãos sobre o queixo, ficaria parada por uns instantes ponderando sua resposta, até que finalmente responderia o ferreiro. -Diga, humano, você consegue fabricar um martelo ou marreta de combate? Algo com o que eu possa esmagar alguns insetos que ousaram ficar no meu caminho. Se puder, coloque um símbolo de trovão ou raio em algum lugar, afinal é o símbolo de minha divindade. Algo digno de uma deusa!- Seu tom seria ríspido e direto, lembrando bem um comandante militar dando ordens a seus subordinados. Devido a sua voz melódica, era bem fácil para a gigante adaptar seu tom de voz para passar exatamente o sentimento que queria e, devido a ser quem é, podia até mesmo amedrontar aqueles mais fracos de espiritos, o que ela acreditava não ser o caso com o pequeno ruivo a sua frente, afinal, alguém que passa o dia em uma forja acaba ganhando uma resiliência de uma forma ou de outra.

”Faz tempo que não venho a uma forja… A última vez foi quando visitei a forja de Hefesto para buscar minha arma. Me pergunto como esta aquele careca. Como divindade era uma fraude, mas de fato suas criações eram algo muito além da capacidade humana. Se eu apenas soubesse onde caralhos esqueci meu martelo…”

Lamentava o fato de ter perdido sua arma sabe-se lá onde (Apesar de que isso, supostamente, tivesse ocorrido a milênios atrás em outra encarnação sua). Como não teria nada para fazer enquanto o pequenino fazia seu item, se sentaria em algum canto e analisaria brevemente o local, não procuraria nada em específico, apenas fitaria o local como um todo tentando memorizar onde estava cada coisa, no caso de algo inesperado acontecer. Obviamente, Viola pouco se importaria se um pandemônio acontecesse no local, mas no momento não deixaria nada interromper o trabalho do homem, afinal, aquilo era sua prioridade desde que pisou nesta ilha. -Vou ficar aqui no canto enquanto trabalha, mortal, se precisar de algo… Basta pedir. Não se preocupe, não deixarei ninguém lhe perturbar enquanto trabalha. Ao terminar sua frase, fitaria todo e qualquer um que estivesse próximo com o ódio de todos os reinos celestes em sua face, demonstrando que realmente queria dizer aquilo que acabava de sair de sua boca. Encostar-se-ia contra a parede, sentando em algum lugar que a coubesse. Aproveitaria para checar seus pertences enquanto isso. ”Acho que os humanos usam essa pequena nota de papel para efetuar suas transações comerciais… Tsk, não tenho muito, mas o mortal ali nem deve me cobrar nada, afinal, é uma honra para qualquer ferreiro manufaturar um armamento para a grande Deusa, kikikiki. O senso comercial da gigante não era dos melhores, nem mesmo quando “era” apenas mais uma humana de tamanho anormal. Como fora adotada por uma familia de bens relativamente altos, nunca passou lá muita necessidade, então nunca fez muita questão de dinheiro e, depois de “reencarnar” como uma divindade as pessoas acabavam “dando” as coisas para ela após ela consumir, pois tinham medo da resposta da gigante caso fossem cobrá-la, o que era um equívoco tremendo, pois apesar de ser irracional em muitas coisas, a gigante sabia, apesar de não entender muito bem, que aquele pedaço de papel podia ditar muito bem a vida de uma pessoa, portanto, não se importava de pagar por um serviço, desde que este fosse de seu agrado, claro.

Caso percebesse que demoraria mais do que imaginava e por estar tão ansiosa, tentaria tirar uma “meia soneca’ enquanto aguardava, isso é, fecharia os olhos mais ainda continuaria ouvindo tudo ao seu redor, principalmente com sua audição aguçada, caso percebesse que estava de fato caindo no sono, abriria os olhos novamente e daria pequenos tapinhas no rosto para despertar, voltando a fechar os olhos logo em seguida e mantendo sua atenção a sua audição, uma cena que podia parecer esquisito para quem visse, mas que a deusa não ligaria de fazer mesmo assim. Se o serviço fosse feito, tomaria em mãos o armamento feito pelo homem, se afastando brevemente de todos ali em um local mais aberto para dar alguns “swings” com a arma e sentir seu peso, forma e tudo mais, adaptando-se a seu novo item. -Hoho… Bem interessante, mortal. Bem interessante mesmo! Vou ficar com ela, ficou do meu agrado! Kikiki. Continuaria balançando a arma contra o ar por alguns instantes, a guardando em sua cintura logo em seguida em qualquer lugar que a prendesse. -O que lhe devo por esse trabalho, humano? Iria novamente na direção do ruivo, questionando-o sobre o valor do serviço prestado. Aguardaria sua resposta e, caso tivesse a quantia solicitada, pagaria sem muita cerimônia, afinal havia gostado do item. Todavia, caso o valor fosse maior do que ela possuía, inventaria algo para o homem que era uma meia verdade, mas não deixava de ser a intenção da moça. -Tsk. Acho que deixei meus pertences com o restante do grupo… Se importaria se eu pagasse outra hora? Não se preocupe, uma deusa nunca quebra suas promessas, pegarei a quantia solicitada com o restante do grupo e voltarei aqui para pagá-lo. Questionaria o ruivo, sem muita cerimônia e, ele concordando ou não, afinal, ela realmente não daria uma foda para a opinião do ruivo, iria na direção do homem que havia levado a gigante até ali. -Me leve até onde esta o restante dos humanos com quem cheguei, pegarei a quantia solicitada e voltarei aqui. Novamente com seu tom autoritário, seguiria o homem caso o mesmo indicasse o que lhe foi pedido.

Se, porém, a arma ainda não tivesse ficado pronta, começaria a ficar impaciente, batendo seus dedos contra o chão um após o outro do indicador ao polegar de forma sincronizada. ”Sério, Hefesto já teria feito umas 15 armas nesse tempo… Tsk. Porcaria de mortais, não prestam nem pra isso! Pensaria, apesar de não dizer nada externamente, pois gostava de respeitar o trabalho alheio, o que não a impedia de ter esse tipo de pensamento.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

Viola Altamira, 21 anos, Feminino, 6,1m de altura, pesando 927kg, atualmente em Shells Town - East Blue.

Chicoteador(1) // Bárbaro(1)

Médica (Primeiros Socorros; Diagnose; Cirurgia; Anatomia; Psicologia)

401 For(Levanta até 502kg) ; 0 Dex; 180 Acc; 1 Reflexo; 298 Con; Agilidade 90; Red. Dano 5%

HP 5960
STA 100

Condição atual: Ilesa

Pertences:
$250.000

Perdas:
-X-



Relações:
-X-

Posts: 11 (2 páginas)

Objetivos:
*Conseguir uma arma
*Se encontrar com todos
*Aprender proficiência Ameaça
*Conseguir suprimentos médicosbagulho caro da porr*
*Tentar não ferir fatalmente alguém do bando
*Resto é estória
Formiga
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Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 7 CsHkSDy
Créditos : 31
FormigaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t766-takeshi-isamune https://www.allbluerpg.com/t768-capitulo-i-o-espetacular-takeshi-isamune
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Nov 27, 2021 11:44 am




A Chegada dos Professores.

A aula infernal começa


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 14



Joe e Boris

As apresentações da Academia aconteciam de maneira tranquila, o lugar era grande como dito anteriormente, digno da reputação que carregava em Shells – Claro! Me acompanhe por favor. – Falou o homem com um sorriso largo em seu rosto, subindo as escadas em direção a um andar repleto por quartos – Fiquem a vontade para me chamar! – Bradou o velho antes mesmo que Sins pudesse externar toda sua educação. O lugar era grande, contava com suas camas de casal devidamente arrumadas; duas cômodas com três gavetas – uma para da cama. A janela era grande, a vista dava para o campo florido na frente da estrutura, onde eles estavam anteriormente falando com os alunos. O banheiro era grande, contava com uma espécie de bacia de grandes proporções, feita de porcelanato, com alguns adornos dourados em sua extensão, ou seja, era uma bela de uma banheira dahora.

O tempo passava naquele quarto e a dupla em seu interior trocava algumas palavras, enquanto aproveitavam o tempo de paz para relaxar e recuperar suas energias. Eles sabiam que uma hora ou outra o caos bateria em sua porta novamente, já que aquele grupo de desajustados pareciam mais um imã par a confusão. O sol que estava no ápice do seu calor começava a se mover em seu ciclo normal, mostrando a passagem do tempo e perdendo parte do seu calor no percurso, o meio da tarde dava suas caras de maneira simples e direta.

Toc! Toc! Toc! – As batidas na porta indicavam a presença de alguém do lado de fora, o som era alto o bastante para acordar Boris, que parecia estar em seu vigésimo sono – TOC! TOC! TOC! – As batidas foram mais altas que as primeiras, o que significava uma certa pressa por parte daquele que estava ao lado de fora. Antes mesmo que pudessem de fato abrir a porta, o som metálico da chave penetrando a maçaneta e girando toda a estrutura percorreu o ar, assim como a abertura total da única linha de defesa naquele quarto – Senhores, desculpem... mas temos um problema. – Disse o velho com o cenho franzido, estava visivelmente estressado e com o olhar de poucos amigos – Chegaram algumas pessoas dizendo serem vocês, podem me acompanhar para que possamos resolver esse equívoco? – Indagou o homem com propriedade, que estava acompanhado por mais uma dupla de homens robustos, utilizando trajes da academia – aparentemente alunos em seu último ano.

A situação da dupla era complicada, o caos havia batido na porta mais cedo do que eles esperavam. Quais seriam suas ações? Enfrentariam os homens ali mesmo? Seguiriam o fluxo e tentariam defender suas novas identidades? Pulariam pela janela no maior estilo fuga das galinhas?


Viola

Viola estava no local onde conseguiria sua arma e em meio às palavras do ruivo, percebeu que ainda não tinha definido qual arma iria usar em batalha, optando na verdade pelo armamento usado em suas vidas anteriores, bom, isso é o que ela acha – Certo! Não deve demorar, sou conhecido pela minha técnica apurada e velocidade no mesmo nível. – Respondeu o homem de maneira tranquila, repetindo em sua mente as palavras da mulher sobre o pedido realizado. Ele então partiu mais fundo no lugar, dando algumas olhadas para trás como se estivesse medindo as proporções da garota.

O som das batidas ecoavam pelo lugar, tanto ele quanto outros homens trabalhavam em diferentes projetos. O homem que havia anteriormente acompanhado a mulher permanecia por ali, ligeiramente afastado para que pudesse dar espaço para gigante descansar com tranquilidade. AS batidas ficavam mais altas, o calor aumentava e o som do metal sendo moldado em diferentes forma soavam como um conserto, todos pareciam felizes em exercer suas funções e carregavam nitidamente a maestria em seus movimentos. O suor escorria pelos seus corpos a cada batida, principalmente do ferreiro que estava forjando a arma da mulher, que caso observasse o veria em total imersão no seu trabalho, parecia que estava colocando seu próprio coração naquela criação.

O sol caminhava pelo céu, a passagem de tempo acontecia enquanto Viola dormia, sendo acordada com um pequeno “cutucar” do velho ferreiro – Aqui está. – Disse de maneira curta e grossa, ele estava visivelmente cansado e mostrava ao lado cerca de seis homens colocando o grande martelo no chão, tendo todas as especificações pedidas pela criminosa, que nesse caso estava agindo como uma das professoras que chegaram de viagem – Não, como você é um dos professores convidados, fica por conta da casa. – Falou o homem com um sorriso de satisfação em seu rosto.

Por fim, o homem que havia levado a mulher até ali se aproximava em passos largos – Senhora... com licença! Você está sendo convocada até a entrada. – Bradou mostrando estar visivelmente alterado, como se algo estivesse errado ou alguma complicação tivesse acontecido enquanto Viola dormia tranquilamente.



Histórico Geral:
Joe Sins:
Número de POST:14
Dependência: 04/10
Compulsão: 03/10
Dinheiro: 250.000 B$
Ganhos:

  1. Nada por enquanto.


Perdas:

  1. Nada por enquanto.


Boris Skalovski:
Número de POST: 14
Dependência: 07/10
Dinheiro: 100.000 B$
Ganhos:

  1. Maço de Cigarro 07/10 - POST 01
  2. Isqueiro 02/02 - POST 01


Perdas:

  1. 150.000 B$ - Compra do Maço de Cigarro - POST 01


Viola Altamira:
Número de POST: 11
Dinheiro: 250.000 B$
Ganhos:

  1. Martelo de Guerra - Categoria Profissional - POST 11


Perdas:

  1. Nada ainda


Legendas:
NPC's Específicos
Velho do Terraço - Aparência


NPC's Aleatórios
Personagens Simples: Atendentes | Garçons | Pessoas encontradas nas Ruas | Vendedores | Moradores | Entre outros.

Integrantes da Marinha
Galera da Mesa
Professores e Alunos

Aparência dos NPC's "Comuns"
Ajin - Aparência
Teresa - Aparência
Homem de Dreads - Aparência
Fortão que arrumou o cabelo - Aparência
Marinheiro Bernardes - Aparência
Nogg

Log de combate e Considerações:

Joe
Ferimentos:

  1. 02 Perfurações no Abdômen - Lado Esquerdo - 03/04 [TRATADO]
  2. Pequenas Escoriações pelo Rosto - 02/02 [CURADO]
  3. Escoriações e Hematomas pelo corpo - 04/04 (Devido a queda da Taberna) [CURADO]
  4. Perfuração na Região da Clavícula Esquerda - 04/04 [CURADO]
  5. Corte Mediano na Testa (Vertical) - 03/03 [CURADO]
  6. Escoriações - Hematomas - Cortes/Perfurações superficiais pelo corpo - 05/05 [CURADO]


Considerações:
TA remendado

Danos

    -


HP Atual: 4.223

Boris
Ferimentos:

  1. Perfuração na Coxa Direita - 05/05 [CURADO]
  2. Escoriações e Hematomas pelo corpo - 04/04 (Devido a queda da Taberna) [CURADO]
  3. Corte na Testa (Horizontal) - 03/03 [CURADO]


Considerações:
-


Viola
Ferimentos:

  1. Ferimento simples na testa, tá sangrando de leves. Nada que importe para uma Deusa - 01/01 [CURADO]



_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 7 Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 7 EBEAdF4X4AYyK13