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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2]

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Sasha
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Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Piratas Joe Sins, Boris Skalovski e Viola Altamira. A qual não possui narrador definido.

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Magma
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Magma
Pirata
Mortal Reminder





Joe faria um rolamento no chão, seu objetivo principal era aproximar-se de Viola Altamira, uma de suas asas mais importantes no seu caminho para a glória, ele engoliria em seco, bem seco mesmo, afinal a sensação de que sua boca estava seca só aumentava, uma visão de túnel repentina o acometera, naquela situação ele só conseguia pensar em molhar o bico de alguma forma, seja lá qual fosse a bebida, o álcool precisava entrar em suas veias o quanto antes ou então ele se tornaria um peso morto e Joe Sins odiava ser um peso morto.

V-viola… —  Uma voz trêmula se soltaria de Joe e caminharia na direção da gigante, algo raro porém não tão difícil de ver, bastava que nosso herói ficasse sem beber por tempo o suficiente para fazer sua cabeça começar a girar.

Era uma das consequências de ter sido criado como uma máquina de matar foda, uma falsa infância que por muito tempo foi depressiva, até que ele descobrisse a glória que a arena traria para sua vida.

Sins respiraria profundamente e procuraria por toda a concentração que ele fosse capaz de reunir, seu foco era apenas proteger-se de golpes, sem muito show desta vez, ele não estava com cabeça para isso, literalmente, se aproximaria cada vez mais de Viola conforme fosse se defendendo, absorveria o impacto dos golpes, sem muito ímpeto em desviar, ele engoliu em seco. — V-viola, p-precisamos chegar até um barco.

O wrestler já tinha percebido que Boris estava praticamente fora de combate, se ele também ficasse eles provavelmente teriam problemas bem sérios, de preferência eles precisavam entrar em um barco em que os três coubessem, e rápido, ele confiava em Viola, entretanto não sabia o quanto tempo ela seria capaz de aguentar em meio a tantas pessoas, o lugar era um ninho de formigas, formigas azuis e irritantes.

Seus pensamentos agora não conseguiam escapar da bebida, e é claro depois de um começo tão triunfal assim como de praxe, Joe queria muito saber o que esperava pela Wolhaiksong em seu destino, a ilha mais importante de todo o East Blue, um lugar do qual ele só tinha ouvido falar, Loguetown.

CONTINUA.



Joe Sins
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Ganhos:



Perdas:

OBJETIVOS:
1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
4. Um npc acompanhante.
Van
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Van
Pirata

Recomeço


Uma fuga em meio a uma grande confusão com balas, perseguições e pessoas fazendo caretas em câmera lenta, acrescente uma trilha sonora dos anos 80 e James Gunn ficaria orgulhoso da cena. Os integrantes da recém-formada Wolhaiksong mostravam ser bons atores para a próxima adaptação de personagens desconhecidos dos quadrinhos com sua jornada caótica. Viola, a grande mulher grande, era a única a estar em plenas condições tanto físicas quanto mentais. Boris estava no pico de sua abstinência e Joe também não parecia estar bem.

Minha katana… Não… PORRA!

As mãos trêmulas falharam em portar a arma. O objetivo era garantir a retaguarda, porém, a ausência de autocontrole falou mais alto e sem força na pegada, a lâmina caiu, tornando-se uma pequena página no grande livro de sua vida. Boris tinha como pensamento, no início de sua jornada, permanecer com a mesma arma até atingir o topo, contudo, o pouco tempo perto de Joe o fez entender que a vida era algo cíclico e em constante mutação. Amizades surgiriam e seriam desfeitas na mesma velocidade, assim como inimigos e por que não armas? Pensou ao perceber que o seu grande objetivo de vida era uma trajetória longa e cheia de percalços.

Como será a visão do topo?

Pensou enquanto era carregado por Viola, ainda sentindo os efeitos intoxicantes em seu corpo. Sentia-se fraco por sucumbir para um oponente criado por ele mesmo. Onde está o maior espadachim de todos para me derrotar? Debochou de seu próprio estado. Não por ser carregado por uma mulher, não. Jamais! Boris era uma pessoa com um grande coração, capaz de abraçar qualquer pessoa de qualquer característica. Desde que ela seja interessante, terá a atenção do loiro. Não se sentia menos poderoso por ser carregado por uma mulher e sim por ser carregado. O navegador era quem costumava carregar. Estar nessa posição era frustrante.

Acordando-o do momento depressivo, a voz de Joe Sins pedindo para Viola os levarem até um barco poderia ser o gatilho para lhe dar energia suficiente na luta contra si mesmo. Se conseguisse, tentaria ajudar como fosse possível, seja empurrando, socando, correndo, não importava. Queria ser útil e dar o seu melhor naquele momento. Lutar contra o próprio vício, quem diria que aquele seria o seu adversário mais difícil até hoje. Caso vencesse o combate por alguns instantes, faria um grande esforço para ajudar na fuga. Na hipótese de subirem em um barco, utilizaria suas habilidades com pilotagem para guiar a embarcação para fora dali e seus conhecimentos de navegação para ir em direção a um destino seguro.

Se tudo estivesse tranquilo, buscaria por um isqueiro, vela, qualquer coisa com fogo, com um cigarro na mão para acender e dar a tragada mais profunda já feita. Depois, deitaria com as costas no chão e descansaria olhando o céu por alguns instantes, sentindo o corpo esfriar e as dores o saudarem. O cansaço poderia causar sono e se já tivesse deixado o barco na direção correta, tiraria um cochilo para renovar as energias antes do próximo passo. Caso Viola encontre uma lâmina no barco, a qual sirva como arma para o espadachim, ele brincaria com a jovem. — Cuidado, bebê… Isso aí não é palito de dente.


Boris Skalovsk:
Silent
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Silent
Pirata


Um bêbado, um fumante e uma deusa entram no bar…


.
Dizem que aquele que busca a guerra para alcançar a paz é tão culpado quando o estopim da batalha que o levou a isto. Viola só queria um pouco de sossego depois do movimentado dia que teve, mas, assim como um tolo, precisava semear guerra para tentar colher a paz. Percebendo seu companheiro vindo em sua direção, a gigante cerraria as mãos contra o cabo de seu martelo, soltando ar pelo canto da boca enquanto franzia o rosto. -Eu avisei a vocês, mortais… Para saírem do meu caminho… Como um bom bárbaro, tava na hora de entrar num estado de frenesi ou, como é popularmente conhecido por aqueles que jogam RPG, berserk. Direcionar-se-ia até o maior grupo de marinheiro que estivesse no caminho entre seu grupo e o barco e, caso tivesse alguma estrutura por perto, fosse um prédio, casa, ou uma construção qualquer, daria um golpe na estrutura horizontalmente, começando o movimento do lado oposto de onde bateria, para que pudesse chegar o mais próximo possivel de completar os 360º de um giro completo, visando acertar o grupo de marinheiros com os destroços de seja lá o que fosse que tivesse demolido. Todavia, caso não tivesse nenhuma construção por perto, miraria diretamente no grupo de inimigos, o mais próximo que conseguisse do centro de onde se encontravam, de forma que criasse uma onda de impacto no local atingido, mesmo que não tivesse muita força, se desestabilizasse os inimigos, já teria servido a seu propósito e, se no processo deste ataque acabasse acertando diretamente algum marinheiro, seria um feliz bônus.

”Hmm… Esse humano é realmente… Interessante. Vê-lo vir a mim com tanta clemência me faz até lembrar de quando ainda era adorada por esses mortais e seguidores fiéis temiam meu julgamento… Bons tempos… Bons tempos…

Como era típico de sua histeria, suas emoções passavam subitamente de um frenesi de batalha para uma nostalgia de algo que nem sequer havia vivido, mas que acreditava fielmente nisso por conta da sua loucura. Muitas pessoas dizem que o maior inimigo da raça humana é a própria humanidade, o que não parecia tão distante assim no caso da chicoteadora. Abrindo caminho, tendo sucesso ou não em seu ataque, a deusa tomaria em mãos seus companheiros, primeiro colocando novamente o loiro entre seus seios de forma que não caísse, depois pegaria o lutador com a mão esquerda, deixando sua direita livre para segurar sua arma, de forma que a palma de sua mão, onde estaria segurando o rapaz, ficasse contra seu próprio corpo, como uma espécie de concha para protegê-lo de um possível ataque. Olharia rapidamente para o porto em busca de um navio que coubesse o grupo ou, para ser mais exato, que coubesse ela, já que os dois poderiam partir até mesmo numa jangada. Caso avistasse uma embarcação que a suportasse, partiria feito uma manada de bufalos em busca de uma fêmea no cio, executando pequenos saltos ao impulsionar seu pé contra o chão e “empurrar” seu ombro contra o ar, como se fosse dar um tackle de futebol americano em alguém, mas não visando necessariamente acertar, apenas para que percorresse a maior distância possível no menor tempo e, se algum felizardo estivesse no caminho, fosse devidamente atropelado pelo monumental corpo da deusa.

-Espero que isso sirva para quitar minha dívida quanto a ajuda com a “Trovão” (nome de sua arma dado por ela), Sins. Não sei nada sobre essa tal árvore que diz estar formando, mas posso garantir que qualquer árvore que me tenha como galho terá a mesma grandiosidade que a própria yggdrasil.

Pela primeira vez, a gigante tentava fazer uma piada com os outros membros do grupo, apesar de ser bem tosca e nem ter lá tanto humor assim, afinal, eles podiam nem saber o que diabos era a yggdrasil, a lendária árvore do mundo que consta em tantas fábulas. A gigante era muitas coisas e, definitivamente, orgulhosa era uma delas. Às vezes por crer ser uma deusa, outras vezes simplesmente por orgulhar-se de estar viva até ali. De qualquer forma, se chegasse até o barco, tentaria adentrar a embarcação enquanto protegia seus aliados da forma citada anteriormente, fazendo uma espécie de concha com o braço esquerdo de forma que tapasse ambos seus companheiros. Como sempre, muitas vezes devido a seu orgulho, ela não ligava para sua própria defesa, afinal, na sua cabeça aquelas pequenas criaturas mortais não eram capazes de ferir sua grandiosidade. Isso, claro, já havia sido provado incorreto diversas vezes num intervalo bem recente de tempo, mas Viola preferia ignorar esse fato.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

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Arthur Lancaster
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- Post 01 -


Ж

Gritaria, Tiros e outros sons de uma boa brigada permeiavam a região portuária daquela pequena Ilha, um grande "start" para um grupo de piratas com sede de serem os mais fortes. "Mas perai aí porra" Só tinha uma pessoa de pé, parecia que as meras formigas azuis não eram seus inimigos principais, e sim seu proprio organismo deixando os mais inuteis do que nunca em uma guerra.

Após agarrar seus amigos, Viola fazia um salto enorme que por sorte errava a pobre jangada, que serviria de meio de transporte até a próxima ilha. Se a mesma tivesse acertado, provavelmente iria ficar avariada e não conseguiria transportar os piratas.

Na agitação da correria para fora da ilha acabaram não percebendo que a jangada tinha alguém presente, um Tritão que olhava confuso para os invasores. Ele se assustava com o montante de marinheiros vindo em sua direção, então não restava-lhe opções a não ser ajudá-los, já que do contrário provavelmente seria associado ao bando.

- Você grandona, pegue esse remo, com sua força podemos fugir rapidamente. - Ele indicava mais por instinto do que por autoridade.

O mesmo ficava mais reservado nos momentos que se seguiram, ele disfarçava bem suas características físicas com um capuz, a maresia refletia em seus corpos agraciando com uma paz momentânea depois de tanta confusão. Na calmaria Boris teve oportunidade de acender seu cigarro, podendo relaxar um pouco e seus sentidos aos poucos iam se normalizando podendo assim navegar o barco sem necessidade das braçadas da gigante.

- Alguém poderia me explicar o que está acontecendo? - O tritão perguntava ainda sem revelar sua identidade, ou suas intenções.





Joe:

Boris:

Viola:





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Ficha

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Bim sala bim

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Pirata
Realeza





Os lábios de Joe amoleceram, sua condição era tão complicada que ele sequer tinha compreendido por completo como o grupo estava entrando em alto mar, sua cabeça girou na direção de Shells, seus olhos fracos e trêmulos tiveram um ultimo vislumbre meio apagado da ilha, ele suspirou com um alívio bem real, girou a cabeça novamente, desta vez avaliando seus aliados naquele momento, aconchegou-se em Viola, usando-a como cama, puxou o ar até o fundo dos pulmões, o suficiente para que conseguisse falar sem parecer que tivesse perdido sua língua. — Será que alguém tem uma biritinha ai? — Ele entreolharia a figura encapuzada também, avaliando-a de cima a baixo, sem dizer muito, apenas fechou os olhos logo em seguida, seus pensamentos viajaram.

Arggh. —  Ele abriu os braços, relaxando os músculos após a batalha quase interminável e a grande quantidade de ferimentos que ele havia sofrido, algo "natural" para ele devido a grande frequência com que ele lutava na arena

O wrestler se manteria atento, apenas escutando a conversa no barco, relaxado e com os olhos fechados, apenas é claro caso alguém lhe oferecesse alguma bebida alcoólica, só dai ele abriria os olhos e aceitaria a bebida de bom grado, com os braços tremendo apenas de ver o recipiente onde a bebida estava. — Valeu.

Logo depois, caso estivesse em melhores condições após a birita ele sentaria normalmente e balançaria os ombros suavemente. — Hmm — estranhamente sentindo-se bem melhor do que antes, talvez até mais poderoso. Ele não demoraria muito ali, voltaria a ignorar seus estranhos sentidos pessoais e seus olhos agora mais brilhantes observariam o mar azul ao seu redor, satisfeito. — Ai, Boris. — Olharia na direção do amigo, um sorriso selvagem seria esculpido vagarosamente em seu rosto. — Eu sempre tive a curiosidade de conhecer Loguetown.

Pela primeira vez Joe sentiu que tinha um momento de paz para ser capaz de fazer coisas banais, algo bem incomum na sua vida que só era repleta de porradaria, confusão e fuga e o ciclo se repetia quase que infinitamente, ele olharia na direção de Viola, entreolharia ela e sua nova arma. — Então, cumpriu suas expectativas? Não sei se o cara que fez isso era o melhor, mas parece bom.

Independente da resposta de Viola ele simplesmente assentiria, sorridente, por fim seus olhos tocariam a figura desconhecida, ele coçaria a bochecha direita e avaliaria a figura. — Quem é você?

Se por acaso ele simplesmente não conseguisse a bebidinha que tanto ansiava, apenas continuaria deitado e relaxado em Viola, ainda escutaria o que os outros estivessem falando, mas sua fraqueza o impedia de responder adequadamente.

CONTINUA.




Joe Sins
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Vício:10/10
Compulsão:02/10

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Van
Pirata

Navegando


O trio conseguiu escapar de toda a bagunça que fizeram na ilha. Viola mostrou-se muito útil e diferente dos rapazes, seus inimigos eram externos e portanto mais fáceis de lidar. Livre, desimpedida e empoderada #girlpower a giganta pulou para fora da confusão caindo sem paraquedas próximo a uma embarcação cujo tripulante sequer teve tempo para entender o que estava vendo. O suposto dono os convidou a subir e sair dali rapidamente. Sem opções, todos subiram e assim começavam a segunda etapa de suas novas vidas. Como um sinal de sorte, Boris encontrou algo para acender um cigarro e deu a tragada mais profunda e gostosa de sua vida, daquelas equivalentes às de pós-sexo.

- Alguém poderia me explicar o que está acontecendo? - Perguntou o piloto claramente confuso.

É bem simples, garoto… Nós somos a árvore com asas.

Um grande sorriso surgia após a fala firme do loiro. Ele tirava sarro do rapaz encapuzado sem aí menos conhecê-lo e principalmente mostrava o bom humor após uma situação muito perigosa. A sensação da adrenalina percorrendo seu corpo e as memórias que restaram era o combustível para as futuras aventuras. O espadachim estava feliz como nunca antes em sua vida, tudo graças ao encontro da figura abençoada pelo deus do caos, Joe Sins.

Loguetown? Foi lá que Hazar foi executado pela Marinha… Só você para escolher como primeira viagem, justamente o último respiro do rei dos piratas.

O cigarro relaxava Skalovski ao ponto de lhe despertar os sentidos. Agradecido por estar vivo, precisava agradecer sua musa heroína por todo o esforço e empenho na fuga, a qual garantiu a sobrevivência do futuro maior bando pirata que esse mundo já viu.

Muito obrigado, minha deusa. Você tem minha gratidão e respeito eternos. O que precisar, conte com este servo.

Prestou uma reverência para a jovem ao prostrar-se com a mão direita na altura do coração como se estivesse entregando-o para a médica. Tal honraria possuía um tom de piada por causa do exagero, mas talvez a grande mulher grande não perceba esse detalhe. No barco, havia outra pessoa responsável pelo salvamento do bando e esta era agora o foco da atenção do Navegador.

Ei, garoto… Meu nome é Boris. A bela é Viola e o cara de bobo inconsequente é Joe Sins. Muito obrigado pela ajuda. Como podemos retribuir?

Perguntaria mostrando ser uma pessoa cuidadosa e honrada, recompensando os bons atos para continuar sendo abençoado. A famosa lei do eterno retorno. Contudo, desejava indiretamente conhecer um pouco mais sobre aquele ser obscuro, afinal a segurança do bando dependia dele naquele momento. E se fosse um marinheiro disfarçado ou pior, um caçador de recompensas fudido? Precisava proteger seus nakamas sempre. O loiro sentia-se como um verdadeiro paizão, talvez uma atitude simulando o que seu avô foi para ele, uma substituição e ocupação de um papel muito importante em sua vida.

Durante a viagem, ficaria atento ao que todos falassem, mostrando-se solicito e simpático para a necessidade alheia, principalmente a do rapaz misterioso. O interesse no condutor era genuíno, seja pela ajuda provida quanto por sua aparência coberta. Se ele usava algo tão coberto assim, o que estaria escondendo? Pensou como uma verdadeira criança curiosa.

Boris Skalovsk:
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Pirata


A valsa do destino em vislumbre do mar



A deusa “atingia” seu objetivo, caindo quase que em cima dele, para ser mais preciso. E, talvez pelo susto, talvez por motivos próprios, o habitante da embarcação logo se pôs a partir, impulsionado pelo montante de azuis que seguia o bando. -Hum? Um mortal querendo me dar ordens…? Tsk. Respondeu a gigante perante o pedido do tritão quanto a que utilizasse seu braço para remar, mas, percebendo que aquela era a maneira mais rápida de saírem dali, acabou fazendo mesmo assim, mas com uma feição de poucos amigos. Aquilo não feria seu orgulho propriamente dito, afinal, estava salvando sua própria pele também, motivo maior pelo qual acabou executando a ação. Quando não mais precisavam da força motora da moça, aliviou-se, reclinando levemente para que Sins repousasse sobre ela. Não via nada de errado naquilo, na verdade, apenas corava levemente soltando um ‘humpf’ enquanto virava o rosto. O loiro respondia o questionamento da figura encapuzada, o que poupava Viola de ter que fazê-lo mas, antes disso, o navegador fazia uma cena que remetia a garota um belo “Saudade do que nem vivi” ao se imaginar como uma deusa antiga sendo adorada por seu fiel súdito. -M-m-m-mas é claro que deve me adorar, s-sou sua deusa, oras! kikikiki A frase saía completamente sem tom, o que era bem incomum a moça, devido a sua voz melodiosa, até mesmo uma simples fala em boa parte das vezes soava com uma sintonia singular. -V-v-você pode deitar-se sobre mim também, loiro. E-eu lhe permito descansar junto a sua deusa. Sorriu, orgulhosa, enquanto levantava o queixo. Tentando não transparecer o quão feliz estava com o ato do rapaz, mas, obviamente, falhando miseravelmente em esconder tal emoção. Respondendo ao capitão do grupo, Viola passava a mão sobre seu “trovão”, com um sorriso orgulhoso no rosto. -Sim. Bem melhor do que o que eu esperava de um mortal, para dizer a verdade. O-obrigado pela ajuda, Sins. O rapaz não havia feito lá muita coisa na confecção do item, na verdade, não havia feito nada, mas na cabeça de Viola só estava em posse de sua arma devido a influência do lutador e do loiro, então estava agradecida, genuinamente.

”Loguetown? Hazar? Quem é esse? Alguma realeza mortal, talvez? Bom… Não importa. Pelo jeito que está as águas, poseidon deve estar em algum botequim tentando gerar mais semi deuses como sempre… Já falei para ele parar de andar por ai com Zeus, mas não escuta…

Ouvindo a conversa do restante do grupo, a mente da gigante viajava por alguns instantes, devaneios sobre sua suposta vida no panteão universal de deuses, se é que isso existe em alguma mitologia. Sentindo que seria uma longa viagem, acabava respondendo a figura encapuzada também, mesmo que Boris já o tivesse feito anteriormente. -Resumindo bem… Alguns mortais, por algum motivo que me falha a concepção para entender, acreditaram que podiam me parar, assim como esses dois aqui e, percebendo que não conseguiriam, fizeram algum ritual de invocação antigo e centenas daqueles branco com azuis surgiram para parar meu ímpeto! Aumentando drasticamente a história e deixando de fora alguns pontos bem importantes, focando apenas em sua visão da coisa, Viola responderia o tritão. -Como pôde ver, falharam, como era esperado. E agora me encontro em sua embarcação, mortal. Me chamo Viola, Viola Altamira. E essa é apenas uma das milhares de vidas que já tive como o deus do julgamento, Raijin. Suas bochechas tomariam um tom de rosa bem notável, enquanto a gigante girava o rosto em outra posição e falava num tom mais baixo, mas ainda audível a todos. -S-s-se quiser, pode se tornar um fiel como o loiro ali, sou uma deusa bem generosa e e-e-estou sempre aceitando novos clementes! Hihihi. Concluiu, provavelmente deixando o receptor de sua fala ainda mais confuso que antes. Agora que tinha um momento de paz, olharia o ferimento que sofreu anteriormente, resmungando baixo ao perceber a ferida. -Tsk! Esses mortais estão evoluindo… Me pergunto que tipo de minério divino usaram em suas balas para conseguirem me ferir… Adoraria ter uma arma com tal material… Pensava em voz alta. -Quando chegarmos em terra, precisarei de suprimentos para tratar de todos. Isso pode acabar infeccionando caso passe muito tempo. E s-s-eria um ultraje para uma deusa deixar que um de seus fiéis ficasse ferido. Isso. Quero tratar de um dos meus fiéis, apenas isso. N-n-não tem nada a ver com o fato de ter me chamado de b-bonita! Novamente corando, desviava o olhar a moça ao virar o rosto para o lado oposto de onde todos estavam.

Caso o dono da embarcação solicitasse, ajudaria a movimentar o barco novamente com seus braços, afinal, ainda tinha energia de sobra devido a seu físico avantajado, então não via mais tanto problema como inicialmente viu, estava deveras feliz com os cortejos do loiro, bem até demais para se preocupar com detalhes tão minúsculos como “obedecer” um mortal.

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- Post 02 -


Ж

Para azar dos marinheiros, o grupo infame partiu rumo a Polestar, E a viagem permanecia tranquila, por sorte a força da gigante fora o suficiente para despistar os marinheiros no mar, mas sem dúvidas agora que seus nomes se tornaram conhecidos, ser reconhecidos seria motivo para a perseguição voltar com ênfase principalmente à beira da GrandLine.

O clima era harmonioso entre o recém formado grupo, era prazeroso ver suas interações e por vezes até mesmo engraçado, ver como cada um se dava bem. - Vocês parecem ser grandes amigos de longa data. - Ele afirmava meio tímido enquanto conduzia o barco com auxílio de Boris.

- Árvore? Asas? - Perguntava o tritão com o seguinte pensamento estampado em sua testa. "Mas do que diabos esse cara está falando?". - Até falaria que foi um prazer conhecê-los, porém não sei se isso seria verdade.

O mesmo tirava o capuz revelando sua raça mais claramente. - Bom não é como se vocês fossem me dar mais problemas do que já deram. - Em seguida olhava diretamente para Joe. - Acho que deve ter uma garrafa jogada por ali.

- Recompensar? Bom amigo uma boa quantia pela viagem já compensa. - Ele estendia a mão para comprimentar Boris. - Jonah Jones. - Ele não revelava mais informações provavelmente pleno seu jeito recluso.


Viagem [2/4]





Joe:

Boris:

Viola:





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Pirata
Nego Drama PT.II





O wrestler suspirou, quando o tritão apontou na direção onde poderia haver alguma garrafinha de birita perdida, ele engoliu em seco e seu corpo girou no próprio eixo, bolando sobre a pele macia e durinha da giganta até o mini convés da jangada, seus olhos encheram-se de sangue, suas pupilas quase dilataram, apenas para que ele fosse capaz de encontrar o que tanto ansiava, a vida de um viciado era isso, infelizmente. — E-então tá por aqui?! — Sua voz estava trêmula e suas mãos também, como qualquer outro em estado de completo de abstinência.

Quando encontrasse a garrafa de bebida, ou o que quer que fosse, Sins agarraria ela e lançaria o líquido para dentro, saboreando de um longo gole da bebida, consumiria tudo, até acabar, no fim ele suspiraria e olharia para o céu azul, satisfeito, engoliria em seco e logo em seguida ficaria de pé. — Agora sim porra!

Ele giraria os braços em sentido horário e anti horário, como se estivesse alongando-os, seus olhos focariam Viola logo em seguida. — Você falou que precisava de que grandona? coisa médica? — Ponderou consigo mesmo por algum tempo e logo em seguida o sorriso brotou em seu rosto. — Tá, a gente conseguiu algumas coisas em Shells Town, vamos fazer o mesmo em Loguetown.

Se aproximaria do tritão, curioso pela raça cuja qual ele só tinha tido contato antes na arena, ele apertou os olhos, avaliando o que poderia ser um futuro adversário de cima a baixo. — Eu enfrentei um tritão uma vez, foi estranho. — Diria, sem pensar, logo em seguida ele voltaria a si e daria um simpático aceno de cabeça a Jones. — É um prazer Jones, como meu camarada Boris falou, me chamo Joe Sins, me chame como quiser, nós somos a Wolhaiksong. — Como de costume, abriria os braços após falar, como se fossem asas, com sua envergadura e corpo bem definido aquilo com certeza era algo interessante de se ver, como diria super xandão, exalava energia.

Ei... — Uma ideia surgiu momentaneamente em sua cabeça, ele encarou seu irmão Boris, sorridente. — Será que tem caras fortes em Loguetown? porque esses nessa ilhota ai não eram de nada, na verdade, achei que os caras na academia ensinassem artes marciais, mas foi um engano. — Joe acenaria negativamente com a cabeça e faria uma expressão de desdém, ele franziria as sobrancelhas logo em seguida e continuaria. — Sem tanta interrupção ou gente atrapalhando, aqueles dois provavelmente estariam mortos. — Ele cruzaria os braços, indignado, sentaria ao lado de Viola no barco. — Sério, como colocam aqueles caras para ensinar uma geração de alunos? que loucura, meu treinamento foi trinta vezes pior, e quarenta mais violento. — Olharia para o céu, curioso quanto o tempo que já havia passado. — Falta muito Boris? estou ansioso.

CONTINUA.




Joe Sins
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STA:200

Vício:00/10
Compulsão:03/10

Posts:03
Surrados:0 - EM BREVE COMEÇAMOS OS TRABALHOS!


Ganhos:



Perdas:

OBJETIVOS:
1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
4. Um npc acompanhante.
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Laços


A jornada de Boris rumo ao título de melhor espadachim do mundo passava pelo primeiro momento de calmaria, aquela parte onde tudo parece estar em câmera lenta enquanto as pessoas sorriem na festa e o principal não entendo o motivo de estar depressivo no meio de tanta alegria. Não, viagem demais para uma simples viagem. Boris estava em êxtase pois nunca vivenciou situações tão exóticas e não sabia lidar com as próprias emoções. Contudo, seu jeito paternal natural o mantinha sob controle e mantendo as engrenagens do projeto Wolhaiksong funcionando. Joe Sins era o astro principal, mas mesmo ele precisava de uma base para atuar despreocupado e como duas asas, Viola e Boris seriam as fontes de equilíbrio do wrestler.

O jeito carismático do loiro conquistou Viola ao se colocar como súdito, assim como conquistou Joe ao mostrar seu espírito de luta. Ele soube o que fazer e como agir, mas sentia que faltava conhecer mais sobre as pessoas para lidar ainda melhor. Precisava ser ainda mais inteligente e diplomático, logo, colocou em sua cabeça a meta de aprender Estratégia e Psicologia. Uma boa construção precisava de uma estrutura forte e trabalhada. Se a Wolhaiksong almejava grandes voos, o espadachim faria questão de fazer a sua parte para ser a melhor asa possível e criar raízes ou ajudar as raízes… Sei lá, tá confuso até para o narrador o significado e as representações, lol.

A grande mulher grande ofereceu o seu colo como retribuição ao nakama por sua lealdade e servidão, momento em que o súdito agradeceu, mas educadamente recusou para dar atenção ao piloto, o qual se revelava causando zero surpresas no loiro. Era possível imaginar que o rapaz possuía algum tipo de condição vergonhosa ou algo do tipo devido à vestimenta usada. Skalovski continuaria olhando com a mesma expressão simpática e leve de sempre como se nada diferente tivesse acontecido.


Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] Avatar11


Jonah Jones era o nome do tritão que fez comentários acerca da amizade do trio, além de salvar Joe de sua dependência química. O humano e o homem-peixe apertaram as mãos após definirem o preço da ajuda. O loiro não possuía valores e mesmo se tivesse não os daria para o piloto pois a Wolhaksong precisaria de todo o dinheiro possível para existir. Entretanto, as necessidades do piloto não seriam ignoradas, não por Boris pelo menos.

É um prazer lhe conhecer, amigo. Nunca conheci um ser de outra raça. Você tem alguma habilidade especial? A da minha raça é se matar e matar outros por motivos idiotas. hahahaha

O cigarro não durou o quanto gostaria, mas sabia que não era o momento de esbanjar. Guardaria até um momento mais oportuno, salvando os poucos restantes. Aproveitaria a viagem para conhecer melhor todos os presentes e criar laços. Era importante haver confiança e camaradagem para em momentos decisivos, não haver o menor resquício de hesitação, pois basta um breve pensamento para uma grande catástrofe acontecer. Ouvir Sins falar era sempre um momento especial. O moreno mostrava sua determinação e confiança ao desdenhar dos perigos recentes, além de mostrar a próxima meta da tripulação.

Certo, chefe… Eu só conheço o que meu avô falou… Todo marinheiro conhece essa ilha… Olha, acho que falta um pouco. Seria bom todos descansarem para estarem em boas condições quando a gente chegar.

Tentando dar atenção para todos, voltaria para o tritão. — E então, amigo… Conte sobre você… Como foi acabar com três desconhecidos no seu barco?  

O sorriso caloroso do navegador não saía de seu rosto. Ele estava claramente alegre de conhecer e conversar com alguém novo. Essa ausência de relações interpessoais fez de sua infância um momento muito difícil em sua curta vida. Logo, as vivências novas eram apreciadas com bastante carinho. Se o garoto do mar perguntasse algo sobre o fumante, responderia sem esconder nada de sua história. Não tinha motivos para mentir e dificilmente o faria, pois desejava ter boas relações nem que seja durante este curto trecho até a próxima ilha.

Boris Skalovsk:
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Silent
Pirata


Viagens viajantes viajosas




Simplesmente complicado. Duas palavras distintas, mas que juntas conseguem definir bem a ideia do grupo presente no barco. Árvore Alada parece fruto de um delírio ocasionado pelo uso de entorpecentes sintéticos, mas era essa a imagem que Sins tinha para o futuro do bando e, para surpresa de ninguém, Altamira gostava da ideia, principalmente da parte “alada” da coisa, já que isso era bem próximo de uma divindade que acreditava ser. Sorriu em a fala do lutador, que dizia querer ajudar a grandona em sua busca por suprimentos. Fitando o mar, a mulher se desconectava um pouco dos presentes, apoiando a cabeça sobre a palma das mãos e o cotovelo sobre o joelho, uma pose que normalmente grita “tédio”, mas que no momento para a gigante era apenas porque estava perdida em pensamentos.

*Sigh*

Suspirando, prosseguiu, enquanto alternava seu olhar entre o mar e sua arma, girando-a em sua mão pelo cabo vagarosamente, como se estivesse analisando o item, mesmo que já tivesse feito isso anteriormente. -Vocês mortais tem essa mania de lentamente caminhar para a morte usufruindo de pequenos prazeres momentâneos que ocasionalmente se tornam vícios, como um caçador que aprecia tanto a caça que acabou preso em sua própria armadilha apenas pela curiosidade de qual é a sensação sentida pela presa… Resmungava sem direcionar a fala para alguém especificamente, apenas pensando em voz alta. -Você, Boris. Você se considera um suicida por morrer aos poucos cada vez que fuma, ou sua mente humana nunca foi tão longe? Ouviria a resposta do loiro, se é que ele responderia, e então direcionaria sua fala ao lutador. -E você, Sins, mesmo tão atlético, é posto de forma tão patética diante da abstinência de algo tão fútil quanto um líquido fermentado por mortais igual a você… Acredita mesmo que esse alívio momentâneo compensa o estado patético no qual se encontrava instantes atrás? Não, Viola não estava tentando ser rude com seus companheiros ou algo do tipo, era apenas uma curiosidade natural da deusa perante as limitações mortais daqueles que a cercavam. As perguntas não vinham infundadas, afinal, a louca tinha formação em psicologia, por mais irônico que fosse. Ouvindo a resposta de ambos, ou não, prosseguiria com seu monólogo pensativo, fitando o céu logo acima de sua cabeça no processo, suspirando levemente. -Onde cresci em minha vida mortal, antes de me tocar que era uma reencarnação divina, as pessoas viviam bebendo e fumando e, quando para meus estudos eu as questionava sobre o porquê de fazerem isso, me respondiam que ajudava a socializar… Como se o vício fosse um mal necessário para que se sentissem aceitos em um grupo do qual no fundo nem sequer queriam fazer parte, mas seu social os forçava a isso. Passaria o dedo sobre o mar, deixando que a água tocasse a ponta de seus dedos, carinhosamente sentindo o balançar das águas.

-Deuses criam mortais imperfeitos para que nem sonhem em chegar no mesmo patamar deles, mas as vezes me pergunto se essa imperfeição não é justamente o que faria com que chegassem até nós um dia… Afinal, se fossem perfeitos não buscariam o aperfeiçoamento, mas como não são, estão sempre tentando melhorar, o que ao longo dos anos trará um resultado que pode ser inesperado até mesmo para Apolo, que diz ter vislumbres do futuro…

Encostar-se-ia então em algum lugar, ajeitando-se contra uma parede qualquer e tendo certeza que Sins já não estava mais escorado na gigante, gentilmente tiraria ele de cima dela, caso fosse preciso. A ideia de que Viola pudesse pensar esse tipo de coisa ou fazer essas perguntas poderia nem ter cruzado a mente de seus companheiros, afinal, a imagem que ela demonstrava até então era bem diferente daquela, mas também não haviam tido um momento de paz ao lado da grandona até então. Era de se esperar que alguém com a formação da gigante tivesse mais conhecimentos do que aparenta e, considerando o quão distorcida era a cabeça da pirata, ela definitivamente era a personificação da frase “Não julgue um livro pela capa”, apesar de que para ela seria mais adequado não julgar pela loucura. Descansaria um pouco, voltando a passar a ponta dos dedos sobre as águas momentos depois, apoiando seu queixo sobre algum lugar que desse altura. -Aqueles marinheiros… Mesmo percebendo a diferença de poder entre nós, continuavam vindo. Não sei dizer se era apenas a estupidez humana em ofício ou algum senso de dever que tinham, mas… Me senti incapaz, depois de tanto tempo. Será que tem alguma forma de melhorar minha fala? Talvez falar de forma mais compreensível para que suas pequenas mentes mortais consigam me entender? Hmm… Sentindo-se frustrada quanto a sua falha anterior em evitar um combate ao demonstrar sua força perante os marinheiros, um pensamento surgia na cabeça da pirata, pensando em como poderia ameaçar alguém mais efetivamente. Olhando ao redor, percebia Boris tentando interagir com o tritão, o que lhe dava a ideia de perguntar ao loiro se ele poderia ajudar.

*Ahem*

Limpando a garganta meio sem jeito, prosseguiu a giganta. -Hãn… Você, meu súdito fiel… Sua deusa tem uma dúvida… Como posso fazer com que minhas ameaças sejam mais efetivas? Aquelas criaturas lá trás não me ouviram, mesmo depois de perceberem a diferença entre uma deusa e eles. …É, a “deusa” não era a melhor em pedir favores, mas a essa altura o restante do grupo já estava acostumado com o jeito da louca, provavelmente. Aguardaria pela resposta de seu companheiro, apesar de Sins parecer ser bem mais agressivo que o loiro, se tinha uma coisa que Viola havia aprendido nessa vida é que quanto mais silencioso e calmo é um predador, menos chances de fuga tem sua presa. Assim sendo, imaginou que por ser o mais quieto dentre o bando, o loiro seria o mais efetivo quando precisasse ameaçar alguém. Não tinha lá muita lógica, mas o que esperar de uma louca histérica, não é mesmo?

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

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- Post 03 -


Ж

O tempo voava, enquanto descansavam fumavam, bebiam, comiam e jogavam conversa fora, o pequeno barco seguia atravessando o mar rumo à última ilha daquele Blues, onde encontrariam desafios que jamais viram antes, afinal a principal missão dos marinheiros daquele lugar era impedir os piratas de prosseguirem até a GrandLine.

- Eu adoro projetar embarcações, meu sonho é montar um barco com a lendária madeira Adam. - O tritão sorria enquanto imaginava um de seus projetos com tais materiais. - E bom, a minha raça tem a gentil habilidade de partir humanos que não pagam o que prometem.

Dessa vez seu sorriso era um pouco mais malicioso, ele era um tritão que passava por muitas dificuldades na vida e por isso não deixava se enganar tão facilmente. - Digamos que eu tive a infeliz má sorte de ser viajar dentro de um grande peixe.

Após uma breve conversa entre os dois, a gigante se aproximava proferindo palavras um pouco cômicas para quem não participava da fantasia mitológica. O tritão se segurava para não rir, ele sabia muito bem como era ser caçoado de alguém, mas era difícil a tantas palavras orgulhosas.

- Eu trouxe alguns peixes e pães para viagem, podem pegar se quiserem. - Ele indicava onde estava perto de Joe. - A viagem vai ser longa vocês é bom vocês se alimentarem. - Então ele lembrava de Joe. - E então a bebida lhe satisfez?


Viagem [3/4]


Joe:

Boris:

Viola:





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Ficha

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Bim sala bim

Magma
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Magma
Pirata
I'm Comin'





A expressão de Joe ficou solene conforme ele escutava as palavras de Viola, ele olhou para cima, ponderou sobre cada uma de suas palavras, até que sua mente foi capaz de chegar a uma conclusão vaga. — ZOYAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA. — Ele agarrou o estômago e gargalharia o mais alto que ele tivera em sua vida, revelaria seu jogo de dentes em um largo sorriso, olharia na direção de Viola. — Grandona eu não entendi absolutamente nada do que você disse! — Ergueu o polegar direito na direção dela, assentindo. — Mas tenho certeza que quando estivermos no topo do mundo iremos discutir isso tomando uma boa cerveja! — Ele acenaria positivamente mais uma vez. — Alias! — Se aproximaria do tritão e levantaria a mão direita em um cumprimento. — Junte-se a nós!

Joe assentiria. — É isso mesmo! junte-se a nossa tripulação! — O pirata bateu palmas. — Você acabou de dizer que tem um sonho não é? eu também tenho, vou me tornar o homem mais forte do mundo. — Sins abriu seu clássico sorriso selvagem. — Entretanto. — Ele encarou o tritão nos olhos. — Por mais que esse seja o meu desejo, é impossível realizá-lo sozinho, é por isso que nós estamos aqui.

Olharia na direção de Boris, logo em seguida alternaria para Viola. — Nós somos as asas uns dos outros, e nos ajudaremos a atingir nossos objetivos, o topo do mundo... — Ele encararia Boris novamente. — Ou o topo do monte. — Sorriu na direção da giganta.

Ele abriria os braços, novamente como se fossem asas, esticando e estalando os dedos das mãos em sequência. — E você Jones?! Topa?! é um caminho arriscado, mas é isso que o torna divertido. — O pirata voltaria ao estado normal.

Vai se unir a Wolhaiksong? — Joe se manteria próximo do tritão, e esperaria pela sua resposta, é claro que ele esperava que depois de todo o discurso ele de fato teria uma resposta que lhe agradasse.

Independente da resposta do tritão ele assentiria, sorridente. — Ok, alias a bebida estava ótima, onde conseguiu? Eu realmente preciso saber que lugar é esse, vou pegar mais se por acaso passarmos por lá.

CONTINUA.




Joe Sins
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Viagem

A viagem prosseguia tranquila e aos poucos os tripulantes mostravam suas personalidade. A personalidade de Viola era fantasiosa no sentido mais imaginativo e ilusório enquanto Joe apoiava-se em seus sonhos grandiosos. Todos tinham egos bem marcantes, menos Jonah. De todos, talvez o mais sensato e comum. Boris não fugia do padrão em que o bando estava inserido, o loiro almejava o posto de maior espadachim do mundo, mesmo sem possuir uma espada no momento.

Posso me acostumar com isso!

Sins finalmente revelou o significado do nome escolhido para representar a reunião desses desajustados em um objetivo comum: Wolhaiksong era um vislumbre metafórico grandioso. O objetivo de chegar ao topo em uma imagem de árvore com asas mostrando a importância de manter as raízes enquanto alcança voos inimagináveis. Que filosófico, apreciou Skalovisk ao ouvir as palavras de seu líder. Bastante satisfeito com o que ouvira, sentiu pela primeira vez a certeza inabalável de ter feito a escolha correta ao seguir o furacão. Não era mais o desejo de estar no centro do Caos e sim de apreciá-lo em toda sua glória.

O moreno não perdeu tempo e tratou de incluir o homem-peixe em seus planos, momento este em que o loiro fechou os olhos e assentiu positivamente com a atitude do capitão. Pensou em convidar Jonah, mas desejava conhecê-lo um pouco mais antes. A prudência do navegador ia de encontro ao jeito impulsivo do artista marcial. Entretanto, essa tensão entre a personalidade de ambos era justamente o que a árvore alada precisava para ir até o topo. Um pensamento monocromático limitaria o alcance daquela ideia. A existência de diferentes camadas criava um descontrole incapaz de ser medido, retirando qualquer restrição evolutiva na escada progressiva dos piratas.

- Digamos que eu tive a infeliz má sorte de ser viajar dentro de um grande peixe.

Eu preciso muito ouvir mais sobre essa história. hahahaha — Completaria ao ouvir as palavras de Jones enquanto se alimentava dos quitutes oferecidos pelo piloto.

Ainda em meio às interações, a grande mulher grande direcionou suas palavras ao espadachim curiosa sobre suas habilidades interpessoais no quesito ameaça, posto que ela desejava colocar em prática tal atributo em seu arsenal. Se ela obtivesse tal conhecimento, aliado ao seu tamanho descomunal, alcançaria um grande patamar em suas interações. — Fico feliz de poder lhe ser útil…   — Tentaria novamente ser formal, mostrando um grande respeito forçado pela gigante apenas para entrar no roleplay, momentaneamente sem maldade ou deboche. Explicaria a ela o que fosse possível, mostrando os mecanismos necessários e jeitos diferentes de executar o conhecimento em sua forma prática.


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