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Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2]

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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Piratas Joe Sins, Boris Skalovski e Viola Altamira. A qual não possui narrador definido.

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Pirata


No choices left



Viola até tinha uma audição superior a de pessoas normais, mas nem sequer precisava dela para notar o choro da moça ao receber a nota de falecimento de seu irmão por parte da gigante. ”Estranho… Porque esses mortais ficam tristes quando alguém querido se vai? Eles são mortais nesse plano por um motivo, afinal de contas. Se aquele perdido lhe é tão querido, deveriam ficar felizes, pois assim que partir para o próximo plano poderá ficar na eternidade com o ser que tanto gosta. Hunf. Acho que esse entendimento é esperar demais de mortais,” Dava de ombros, não sentindo a menor empatia pelo sofrimento da moça, não por algum indício de psicopatia ou algo do tipo, Viola só não entendia aquele tipo de sentimento. Não ainda, pelo menos. Após pagar o devido valor com desconto, tomava seu chicote em mãos, enrolando-o para prender a cintura tal qual Indiana Jones em um de seus filmes. ”Talvez eu devesse apenas ter pego isso… Bom, não importa. Terão outras oportunidades.” Pensava a mulher, novamente tomando nota que já que era vista como uma criminosa no olhar daqueles patifes, nada mais justo que começar a agir como uma, contudo, talvez executando uma empatia que nem mesmo ela sabia que tinha, acabava pagando pelo item sem causar maiores problemas para a moça.

”Acho que não vou conseguir mais nada aqui por hora… Bom, voltemos ao porto então. Devo conseguir ao menos dormir por lá.”

Não estava cansada nem nada do tipo, mas como já havia escurecido, a chicoteadora começava a buscar por um lugar para se aninhar, percebendo que seu objetivo primário de aprender costura não seria saciado naquela hora devido a falta de movimentação na rua. Talvez por ter desafiado as tecelãs do destino anteriormente, mesmo que mentalmente, a mulher avistava uma senhora costurando, o que lhe causava um breve espanto pela hora e o fato de sua idade avançada provavelmente atrapalhar sua visão, o que tornava a tarefa de costurar ainda mais complexa devido a escuridão natural da noite. ”Huh… Então vocês realmente acham que não consigo fazer o trabalho de vocês melhor, hein? Suas velhas rancorosas! Pois vou mostrar a vocês!” Achando que aquilo era alguma peça das Tecelãs, aproximar-se-ia da anciã.

~Inicio do aprendizado de proficiência: Costura~

Como médica, a deusa estava brevemente acostumada com o conceito de costura, apesar de normalmente “Costurar” pessoas através de pontos, bem diferente do que aprenderia ali. Abordando a senhora, Viola como sempre tinha problemas em pedir aos outros por favores, talvez por seu orgulho, talvez por seu complexo de deusa. De qualquer forma, não falaria nada, sentando-se ao lado da senhora que apenas olhava de soslaio para a gigantesca mulher sentar-se ao seu lado enquanto continuava a tecer o que parecia ser um cachecol, o que gerava estranheza na chicoteadora, visto que não fazia frio por ali para precisar do item. ”Presente para alguém, talvez?” Era a primeira coisa que lhe vinha à cabeça. Contudo, chacoalhava a cabeça para abanar tais pensamentos e prosseguia tomando em mãos uma agulha, que preenchia basicamente um fragmento de sua unha devido ao tamanho.

-...

A senhora soltava “Pfft” mesmo sem querer ao perceber a cena. A mulher claramente tinha interesse na costura, mas devido as suas proporções o simples instrumentos para tal trabalho já parecia ser um obstáculo intransponível. -Pegue. Minha sobrinha também era… “Grandinha” e acabei comprando isso para que ela aprendesse a tradição da familia, embora ela odiasse isto. Mesmo sem questionar, a gigante acabava descobrindo porque aquela anciã tinha uma agulha proporcional para seu tamanho em seus itens, o que fazia a moça ficar ainda mais confusa ao se perguntar como diabos uma humana tinha uma gigante como sobrinha. Mas logo dava de ombros, não era hora para desviar sua atenção para coisas fúteis. ”Adoção, provavelmente.” Concluía. A anciã, porém, não dava mais nenhuma instrução a gigante além da agulha de tamanho desproporcional e um rolo de lã branco. Imaginando que seria como dar um ponto em alguém, Altamira começou seu projeto com a imagem de um “tomara-que-caia” em mente. No começo, não demonstrou ser uma tarefa muito difícil, afinal, era só ligar pontos exatamente como os pontos que já havia dado tantas vezes, contudo, à medida que a vestimenta ia tomando forma, vários defeitos apareciam. O espaçamento entre um ligamento e outro da costura era demasiado, além de não serem uniformes gerando uma estranheza singular para qualquer um que visse aquilo devido ao tamanho diferente entre um ponto e outro da costura.

-*Sigh…* Você para saber costurar, mas te falta finesse. Costura não é só sobre ligar pontos, mas COMO você liga esses pontos. Vê, aqui, você usou lã demais e acabou ficando um ponto de ligação maior do que deveria. Nesse aqui, você usou a quantidade certa, mas devido ao tamanho desproporcional do primeiro fica essa sensação de desconforto parecendo que uma criança brincou com uma agulha e saiu isto.

Uma veia saltava na testa de Viola. Ela começava a entender porque a tal sobrinha não quis prosseguir com o aprendizado da arte milenar de costura… A anciã era bem criteriosa. Mas Viola acreditava ser uma deusa, afinal! Não deixaria uma velha mortal em seu último suspiro pisar em seu orgulho assim, então deixou aquele projeto defeituoso de lado e pegou outro, desta vez questionando a mulher. -Então… Humana. Qual é a quantidade ideal de lã para uma blusa decotada simples? Não quero nada extravagante. A anciã então franzia o rosto, revirando os olhos em resposta. -Não quero nada complexo, hurr durr. Tsk. Vocês iniciantes são sempre assim. Querem aprender mas tem medo de desafios… Ah! Que seja… Já faz tanto tempo que não ensino a alguém e não tenho tanto tempo assim sobrando mesmo. Fazendo uma carinha de coitada para a qual a deusa dava zero fodas afinal não poderia ligar menos para as mazelas mortais e suas incapacidades, a gigante ouvia atenciosamente as instruções dada pela idosa, segurando por boa parte do tempo a vontade enorme que sentia de martelar ela mesma aquele museu ambulante 7 palmos abaixo da terra a cada comentário “Construtivo” que ela dava.

Contudo, apesar do jeito rígido, a senhora tinha de fato bastante conhecimento para passar. Depois da terceira peça de roupa, aprimorando-se em cada confecção, a deusa finalmente conseguia fazer algo “decente”, como dito pela anciã, embora ainda tivesse algumas falhas visíveis como espaçamento desnecessários, certamente poderia encontrar uma peça exatamente como aquela em qualquer lojinha de 9,99, o que fazia Altamira sentir-se orgulhosa. -Hunf. Preciso dormir… Por hoje já basta. Acho que dá para usar isso ai pelo menos como pano de chão, então já é algo. Suspirava profundamente a gigante. Sentindo que o maior esforço que havia feito durante toda sua jornada até aqui era não esmagar aquela idosa, mas de qualquer forma, havia aprendido aquilo pelo qual veio. E a última frase foi a coisa mais gentil que a idosa havia dito sobre suas confecções até então, então Viola sabia que havia feito um trabalho no mínimo aceitável. Ouvia bem a parte do “Por hoje”, o que lhe fazia rir involuntariamente. ”Por hoje, RÁ! Se eu voltar aqui vai ser apenas para te mandar para o próximo plano eu mesmo, sua anormalidade velhaca! Saindo sem nem mesmo agradecer, Viola apenas deixaria os materiais no mesmo local que havia pegado, soltando um “Hunf” enquanto seguia seu rumo. -Tsc tsc tsc… Esses jovens de hoje em dia, não tem gratidão nenhuma… Comentava a velha recolhendo as coisas enquanto entrava em casa, sem saber do perigo que passava a cada comentário dado.

~Fim do aprendizado~


Como a embarcação que havia chegado até ali provavelmente ainda estava pelo porto, resolvia voltar até lá por hora. Durante o trajeto, utilizaria de sua visão privilegiada devido a estatura e de sua audição superior para identificar alguém do bando, fosse o loiro, o capitão ou qualquer um de seus membros novos. ”Inferno, até cheiro de peixe serve para encontrar aqueles mortais agora… tsk.” Pensava brevemente, se tocando que agora tinham também um homem-peixe em seu grupo. Caso percebesse algo, talvez ouvindo as vozes deles ou visualizando-os iria na direção deles, mas não se juntaria, apenas diria de uma distância que conseguissem ouvir. -Estou indo para o porto descansar um pouco… Encontro vocês por lá. E seguiria na direção do porto, como havia vindo de lá, imaginou que chegaria lá sem problemas, contudo, caso percebesse que estava perdida, questionaria a algum transeunte, mesmo que fosse um bêbado ou morador de rua, como chegar até o porto. Todavia, se não esbarrasse com ninguém do bando no trajeto, seguiria do mesmo jeito, afinal, um tempo sozinha nunca fez mal a ela. Se chegasse lá sem problemas, iria até a embarcação que havia chegado, embora fosse pequena, como seria apenas ela, conseguiria pelo menos descansar, mesmo que não fosse dormir de fato pelo possível desconforto.

Observação*:

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

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Tenente

Narração
Aventura


~~ Boris ~~

O espadachim marcial era um homem com um ego complexo e ainda que pudesse imaginar um combate de iguais, lâmina contra lâmina e vontade contra vontade, Boris optava por seguir um caminho mais passivo, afinal ele era o tipo de homem que não lutava desnecessariamente, diferente do seu capitão.

A decisão do pirata havia sido a certa, pois, o filho do carpinteiro era alguém com reputação e grande força, ainda que seu nome permanece nas sombras. O que mostrava que o idoso não se agarrava a toa ou abusava de seu descendente, sem a devida precaução. – Sábia escolha, meu rapaz. Herja será a protetora de vocês, assim como foi a minha. *Sniff. Uma lagrima escorria lenta e dolorosamente no rosto do velho, mas que voltou a permanecer em silencio enquanto dava uma ultima boa olhada para o navio.

Enquanto isso Skalovski tragava de seu fumo, talvez estivesse compassivo com a dor do velho ou simplesmente agraciado por ter conseguido um navio para a tripulação de seus nakamas. – Aquele é um bom navio, Boris. Sem dúvidas, dá pra ver o esforço pregado nas lacunas de suas madeiras. Jonas diria andando alguns passos para frente e analisando um pouco mais de perto.

Após pagar o idoso, que não havia dito mais nada, a dupla seguia até o navio. A proa estava aberta e apoiada no porto, dando livre acesso a quem quisesse adentrar. Apesar de que ninguém ousaria entrar em uma das embarcações criada por aquele carpinteiro, exatamente por conhecer sua família.

Com a planta em mãos do navio Herja, poderia começar a dar uma garibada no convés. O tritão começava a ajudar, enquanto avaliava toda extensão do navio em busca de algum defeito que ele pudesse já resolver antes de sua saída mar adentro.

~~ Sins ~~

Nesse meio tempo, Sins estava na forja desfrutando de sua nova armadura que Kain havia lhe feito. Inesperadamente, ou poderia dizer presumidamente, os marinheiros batiam na porta do estabelecimento em busca dos piratas, obviamente eles que lá estavam ou alguns deles no caso, o velho olhava para Kain e Sins logo ao ouvir o atleta dizer que era para falar que estava tudo bem. – Ufs, esses jovens. O velho forjador diria, logo se levantando com certa dificuldade. – Minhas costas hoje estão me matando... já vai! Ele gritava com intuito de cessar as batidas dos marines.

Seja pelo acaso ou sorte, devido o fato de Joe estar com vestes diferentes, quando o dono da forja abriu a porta e dois marinheiros adentraram no recinto, as roupas não batiam com o que eles havia ouvido. Com essa situação, Kain sorria demasiadamente e segurava mais firme o martelo em sua mão, pois, estava prestes a tomar a vida do primeiro que ousasse dar voz de prisão. Porém, para surpresa de ambos, os marinheiros olhavam brevemente e nada encontravam. – Por acaso avistou alguns homens junto de uma giganta e tritão? O marine questionava o dono que apenas negava com a cabeça de forma tranquila. - Peço desculpas por atrapalhar seu serviço, senhor. Obrigado. Vamos! O rapaz diria sem suspeitar dos dois que lá estavam. Afinal, as informações realmente não batiam com o que eles havia recebido, seja por descuido, falta de atenção ou divergência de relatos.

Sins e Grole poderia sair da forja sem problemas, exceto se não pagassem o valor pelo uso da forja e dos matérias do dono. O homem não daria um valor muito especifico, mas Kain poderia calcular que uma media de um milhão de berris resolveria o assunto, deixando um extra pro idoso não abrir a boca. Claro que ambos poderiam sair sem pagar, mas nada impedia do homem correr para os marinheiros e dizer que havia se sentindo acuado e feito como refém.

~~ Viola ~~

Confusa e perdida sobre os conceitos humanos, Altamira não conseguia compreender o motivo da tristeza da garota. Quem sabe em um futuro próximo com a morte de um amigo próximo despertasse o entendimento dela. De qualquer forma, até lá... Viola ainda percorreria seus passos com grandeza e divindade, mesmo que parte dela só ela achasse. Ela ainda não havia se atinado, mas e se fossem os que tecem as lãs do destino que havia feito ela passar por tal situação para compreender um pouco mais sobre os mortais? Era uma clara possibilidade. Todavia, a giganta parecia não se importar, ou talvez apenas não quisesse.

Após abordar uma velha senhora e com ela aprender um pouco mais das habilidades dos humanos, a giganta havia dedicado algumas horas de seu tempo para aprender sobre o manejo de tecidos e costuras, uma brava guerreira como ela e ainda abençoado com o louvor dos deuses, certamente era mais pratico manusear uma marreta ou um chicote, do que agulhas e lãs.

Após ir para o porto de Loguetown, aproveitando das sombras da noite e do breu para não ser avistada, mesmo que não fosse intencional, Altamira poderia ter ouvido alguns grupos vasculhando casas e lojas, com sua astucia certamente concluiria que seria ela e os outros aliados. Agilizando seus passos, logo poderia chegar no porto e avistar apenas alguns navios atracados. Devido seu tamanho, seria fácil para a giganta avistar um homem peixe e um humano louro limpando o convés de um navio; tal qual este era bastante belo e chamativo.

Caso ela decidisse ir e averiguar de mais perto, logo notaria Boris com vassoura e balde limpando algumas partes do navio e Jonas com um pequeno martelo batendo em algumas partes da madeira, pois, queria ter certeza de que o navio estava em plenas condições de seguir viagem, o que realmente era o caso.


Histórico Boris:

Histórico Viola:

Histórico Joe:

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Van
Pirata

Reunião


O acordo estava formado e ambos apertaram as mãos selando um contrato bom para as partes. Um excelente navio batizado com um nome forte. Wolhaiksong merecia um bom veículo, embora Boris soubesse que aquele não seria o último de sua jornada. O loiro tinha como objetivo ajudar Jones a construir o maior navio que esse mar já viu com o melhor material deste mundo, contudo, guardaria esse sonho momentaneamente. Viver o presente era fundamental se desejasse ter um bom futuro.

Ver o idoso chorar mexia com Boris, talvez por ser uma pessoa com alguma empatia ou simplesmente por se associar com seu falecido avô. Não importava, aquela página de sua aventura já estava terminada e tentaria honrar aquele vendedor respeitando a embarcação e garantindo boas rotas na grande jornada que fariam até o seu merecido descanso no fundo do mar.

Aquele é um bom navio, Boris. Sem dúvidas, dá pra ver o esforço pregado nas lacunas de suas madeiras.

Por agora, “bom” é o bastante!

Com um leve sorriso no rosto, soltou fumaça após mais uma tragada e iniciou a vistoria e limpeza em seguida. Skalovski era deveras preguiçoso, porém, havia um defeito ainda pior em sua personalidade: ele era vaidoso! Não podia entregar uma embarcação suja para os companheiros, então tratou de colocar a mão na massa e limpar o mais depressa que podia. Baldes de água, esfregão, vassouras, usou tudo ao seu dispor, esfregando e lavando sem parar.

Durante a limpeza, se algum membro da tripulação chegasse, ficaria irritado e limparia ainda mais rápido para não entregar a embarcação em um mau estado. Queria dar um grande presente para todos e uma embarcação suja estava longe desse objetivo. Na hipótese de terminar o serviço antes de alguém chegar, correria para o banheiro onde tomaria um bom banho e tentaria limpar as próprias roupas. Desejava ficar bem arrumado para recepcionar os nakamas e apresentar sua conquista - paga com dinheiro de verdade, modafocas lol. Se alguém chegasse e ele estivesse pronto para recepcionar, abriria os braços com um grande sorriso no rosto.

Bem-vindos. Esta é a indomável Herza!

Boris Skalovsk:

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Pirata
Royalty





Inesperado — Diria, logo em seguida ele caminharia na direção do ferreiro, descontraído e com um leve sorriso no rosto, aquele dia tinha aos poucos ficado cada vez mais divertido, principalmente depois de liberar toda a adrenalina acumulada contra o porradeiro da marinha, assentiria com a cabeça, ele diria. — A Wolhaiksong se lembrará de você! — Colocaria as mãos nos bolsos. — Quanto lhe devo?! — Sins esperaria pela resposta do homem, assim que tivesse-a ele enfiaria a mão em um dos bolsos e puxaria um bolo de berries, colocaria o dinheiro nas mãos do homem, sem pensar, ele era analfabeto, e no final, pouco lhe importava o quanto aquele bolo de dinheiro valia, a moeda que o wrestler costumava utilizar era a outra, sua força, portanto, aquilo era só mais uma trivialidade para ele.

Bem! — Viraria o rosto na direção de Kain, um sorriso selvagem estampado. — Como deverá ser a cara deles quando me virem assim Kain?! — Colocaria as mãos na cintura. — ZOYAHAHAHAHAHAHAHA — Estalaria os dedos das mãos. — Vamos Cão de Briga. — Sins acenaria com a cabeça, chamando Kain na sua direção, ele sairia do lugar com seu traje especial, caminharia com muita pompa pelas ruas de Loguetown, cabeça erguida, peito estufado, ele se sentia o maioral, o que uma vestimenta nova não é capaz de fazer com um ser humano não é mesmo?

Joe franziria as sobrancelhas, ele daria alguns passos para trás e voltaria a caminhar ao lado de Kain, falando em voz baixa perto do brigão. — Pra que lado é o porto?! — Depois de toda a confusão Joe realmente tinha se esquecido, talvez depois de tantas pancadas fortes na cabeça ele tinha acabado deixando algumas memórias escaparem. — Hmm? — Alias, Joe tinha lembrado de algo, um desconforto que afagava sua cabeça suavemente, algo que ele tinha deixado de lado, mas pouco a pouco parecia ficar mais aparente, principalmente agora que seu sangue tinha "esfriado", uma sensação no mínimo esquisita, mas nada que ele já não tivesse passado antes após tantas lutas e lutas que teve.

Caso Kain não lembrasse a localização também, Joe pararia o primeiro civil que encontrasse, ele cumprimentaria o alvo com um sorriso selvagem. — Ei, eu preciso chegar no porto, onde fica?! — A mera possibilidade de que uma confusão poderia se desenrolar fazia com que o sangue de Joe borbulhasse como um molho a bolonhesa recém preparado.

Quando conseguisse a informação, Joe avançaria na direção do porto juntamente com seu nakama, ele procuraria por Boris e pelo tritão Jojo, assim que encontrasse os dois ele gritaria. — Borisssssssssssssss! Jonessssssssssssssss! Cheguei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! — Daria passos bem largos e longos com o peito estufado, um clássico efeito pavão para chamar a atenção de quem quer que estivesse observando-o.

Caso Boris lhe cumprimentasse com algumas palavras, Joe gritaria, empolgado. — Herza?! Um nome imponente, gostei! — Um sorriso selvagem estamparia seu rosto, ele assentiria repetidas vezes e entraria no navio, olharia para todos os lados, avaliando a situação da nova possante de seu bando. — Loiro, você mandou ver! Ele ergueria o polegar direito pique Chuck Norris, seu sangue fervia só de imaginar as batalhas que seu bando estaria prestes a travar, eles estavam chegando a um novo patamar.



Joe Sins
PDV:11000
STA:140

Vício:04/10
Compulsão:03/10

Posts:21
Surrados:11 (1) - Um Tenente.

Ganhos:
Concussão média na cabeça (Precisa de tratamento: ~ 02 turnos de descanso);

Perdas:
~ Hematomas no corpo (3/3 Post) (sem necessidade de tratamento)
~ Hematomas (1 turnos sem luta) (Cureido)

OBJETIVOS:
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Um npc acompanhante.
4. Uma armadura
5. Um bom barco.
6. Suprimentos para a viagem.


Última edição por Magma em Sex Maio 06, 2022 8:27 pm, editado 1 vez(es)
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Pirata


Adiante, sem olhar para trás.



A simplicidade muitas vezes é a escolha mais certa, por mais que a complicação tenha seu charme devido ao esforço e recompensa aplicados. Para a gigante as questões humanas eram simples, mas contida nessa simplicidade residia um vasto universo que a “deusa” não estava disposta a explorar. Falando em simplicidade, assim que aportava(ba dum tss) no local, logo avistava o loiro e o novo integrante do bando, o homem-peixe. O loiro saudava a gigante com o nome da embarcação, além de ainda estar terminando de limpá-la, o que passava uma ideia completamente diferente da realidade para a mulher. ”Esse h-h-humano está fazendo suas peripécias novamente… Aposto que vai me dar a embarcação como oferenda e por isso está limpando ela com tanto zelo. Até mesmo o homem-peixe está arrumando as coisas, espero que poseidon não fique nervoso por ele cultivar outro deus…” Em sua cabeça, a ação do loiro era mais uma forma de adoração a sua divindade, embora não fosse tão longe assim da realidade, certamente aquilo não era apenas para ela e sim para o bando. -Um bom nome, Boris. Me lembra os nomes nas histórias que Odin me contava… Talvez tenha alguma origem nórdica. Só não faça nenhum ritual dessa religião, acredite… São nojentos até pra mim, e olhe que já tive bebês sacrificados em meu nome. Com sua “graciosidade” de sempre, a gigante respondia o navegador. Entraria na embarcação, buscando um canto onde pudesse ficar sentada. Um súbito pensamento vinha a mente.

”Dias atrás eu nem sequer tinha rumo, agora aqui estou embarcando rumo a sabe-se lá o que… O caminho divino certamente tem suas divergências, mas não esperava acompanhar mortais como parte do meu trajeto.

Ouvia a chegada do capitão, o que fazia a mulher sorrir inconscientemente. ”E certamente não esperava acompanhar a personificação do caos… Quando todos já estivessem próximos, Altamira imprevisível como sempre aproveitaria o momento para externar alguns de seus pensamentos. -Sabe, humanos… Eu sempre achei que o caminho de um deus fosse solitário por não ter ninguém com quem pudesse ressoar. Mas vocês são como uma sinfonia estranha e grotesca, mas que de alguma forma se mantém no compasso. Sorrindo, levantar-se-ia em meio ao barco, de forma que todos pudessem ouvir. -Eu, a reencarnação de Raijin, deus do trovão e julgamento, declaro que passar o tempo com vocês está sendo… Divertido. Eu não sei até onde vocês querem chegar, mas terão minha companhia no caminho. Com uma deusa ao seu lado, nem mesmo os céus será o limite. Sorriria de forma sincera, chegando a fechar os olhos tamanho era a largura daquele sorriso. Apesar de seu jeito esquisito, aquela provavelmente era a coisa mais gentil que a mulher havia dito a alguém desde seu professor na arte do combate Bárbaro, tamanha era a diferença que aquelas seres tão “insignificantes” como ela mesmo acreditava, havia causado em sua vida. ”Eu não sei o que nos espera… Mas certamente quero estar lá com esses mortais.” Sua histeria provavelmente tinha parte na súbita mudança de comportamento perante o grupo, mas isso é caso para outra hora. No momento, tudo que a gigante fazia era ir até o mesmo canto que estava antes, sentando-se enquanto observava o movimento do mar.

Observação*:

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Narração
Aventura


~~ Bando ~~

O Bando enfim se reuniria, com a chegada da giganta e posteriormente a chegada de Sins e Growl. O navio havia sido limpo, nem parecia o mesmo de antes. Viola poderia avistar a qualidade do navio e sua limpeza, digno de uma deusa como ela. Tal fato é, a mulher quase pensou que poderia ser um oferenda para sua presença.

Por outro lado, Kain havia guiado Joe até o porto e logo avistavam a enorme mulher mesmo de longe, afinal, não era difícil para os olhos atentos dos atletas. Os aliados de Sins certamente achariam estranho as roupas do capitão, mas sua voz lhe entregava imediatamente.

Boris anunciava o nome da embarcação, tal qual possuía uma entonação forte e destacável. Era bastante digo para o bando Wolhaiksong. O brigue podia acomodar todos os tripulantes, inclusive a giganta sem problema. Ainda que não fosse um navio muito grande, era sem sombra de dúvidas melhor que nada. Apesar de Skalovski ter pago por ele, era um navio com qualidade bem acima da média.

A tripulação havia se reunido e durante o tempo em que estavam na superfície do navio dialogando, a lua refletia sua luz de forma sublime, tão bela quanto as estrelas que lhe cercavam quase parecendo uma obra de arte. Era madrugada, o vento estava suave, mas agradável e relativamente quente. Um ótimo clima para uma comemoração, se a marinha não lhes achasse antes disso.

Histórico Boris:

Histórico Viola:

Histórico Joe:

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Van
Pirata

Festa


O esforço de um preguiçoso era conhecido como “genialidade”. Sim, preguiçosos por natureza são gênios quando se trata na arte de “não fazer nada”. Eles conseguem encontrar atalhos e mecanismos para acelerar o tempo gasto em um determinado serviço, conseguindo assim terminá-lo o mais depressa possível para ter tempo para “não fazer nada”. Boris diferenciava um pouco dos supracitados por uma característica bem particular: ele era vaidoso. A vaidade do loiro não o permitia fazer as coisas de qualquer jeito, então não bastava ser rápido, precisava ser eficaz e eficiente. Assim, não desperdiçava tempo e movimentos durante a limpeza, conseguindo assim concluir toda uma limpeza demorada em um tempo considerável.

Ufa… Conse… Droga, Viola chegou!

Correu para se ajeitar e ficar bem arrumado antes que sua companheira chegasse mais perto, recepcionando-a com a simpatia usual, além de uma breve reverência respeitosa pois sabia o quanto ela gostava desses dogmas. Em seguida, Joe e Kain chegaram juntos. Aparentemente o Capitão havia dado um tapa no visual, ficando bem diferente de quando tinha lhe conhecido, porém, ainda tinha a mesma aura e sorriso de sempre. Sins havia parabenizado o navegador pela conquista da embarcação e Skalovski apenas sorriu levemente, guardando para si o investimento no barco. Eles não precisavam saber o quanto ele havia se esforçado para ajudar o bando. Só de ter essa nova família já lhe bastava.

A reunião estava formada e Viola mostrou sua personalidade incomum falando de deuses desconhecidos e seus rituais, informações estas que faziam o loiro rir com os olhos fechados enquanto coçava a cabeça tentando não demonstrar o incômodo para com o assunto. Complementando, ela mudou o tom da prosa e bradou seus sentimentos no barco, falando sobre sua previsão de jornada solitária e sua satisfação com a união formada pelo acaso. O conhecimento em psicologia ajudava Boris a entender com mais clareza os sentimentos da grande mulher.

Concordo totalmente! — Responderia ficando de pé e erguendo sua katana para os céus. — Eu também achei que o caminho para o topo dos espadachins fosse solitário, mas… Estar perto de vocês me dá forças… Vocês são importantes para mim e farei de tudo para os nossos sonhos… Não… NOSSOS OBJETIVOS acontecerem!  

Empolgado além do normal, o piloto agia na base da empolgação e declarava sua ambição, entretanto, tão importante quanto ser o maior espadachim do mundo era garantir a segurança dos seus nakamas. Assim que todos falassem, o vaidoso mostraria novamente o quanto se importava com a tripulação e iria até os suprimentos trazidos por ele e montaria um banquete improvisado para todos com bebidas e comidas.

Acho que falta um cozinheiro na nossa tripulação… — Pegaria um copo e o ergueria o mais alto que pudesse, esperando que todos fizessem o mesmo. — Pelo nosso futuro… KANPAI

Boris Skalovsk:

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Brindo a casa, brindo a vida, meus amores, minha familia




A gigante finalmente reparava as novas vestimentas do wrestler, dando um sorriso pretensioso e divagando em seu labirinto mental novamente. ”Me pergunto quando ele teve tempo de conseguir isso? Até onde sei, ele não tem conhecimentos de forja… Será que esbarrou com Hefesto por ai? Queria pedir algo para ele também… Como sempre, a gigante imaginava algo completamente diferente da realidade pela simples incapacidade de imaginar que um mortal pudesse ter feito aquilo nesse curto tempo. O loiro seguia seus devaneios e também aproveitava para gritar seus objetivos, o que fazia a gigante gargalhar e erguer seu copo também. -Bom, ainda não tenho um objetivo, mas gostaria de ver vocês realizar o de vocês, humanos… KANPAI! Por mais esquisita que fosse, aquele tipo de comemoração se encaixava para qualquer ser social. Aproveitaria para pegar algo para comer, uma coxa de galinha bem suculenta caso tivesse uma disponível, ou algum tipo de carne, que era o aperitivo preferido da mulher. ”Nada como uma oferenda para seu próprio corpo… Aproveite, organismo! Pois a carne deste ser agora se torna sua força.” Até mesmo seu próprio corpo era tratado como algo diferente pela deusa, tamanho era sua loucura. De qualquer forma, aproximar-se-ia de Sins, ainda saboreando seja lá o que tivesse pego. -Oy! Sins! Me diga, quem fez essa nova vestimenta que está trajando? Por acaso trombou com Hefesto por aí? Das poucas coisas que Viola se importava, ter um bom instrumento em suas mãos era definitivamente uma delas. Talvez fosse parte de toda a mitologia que acreditava, afinal, deuses são bem conhecidos por terem algum item ou relíquia pela qual são conhecidos, sendo assim, a mulher tinha um certo fascínio por coisas bem feitas, ou que julgasse “dignas de uma divindade”.

”Mãe… Não sei em qual plano se encontra agora, mas lembra quando disse para dar uma chance para os mortais porque eu acabaria encontrando alguns que valiam a pena minha confiança? Bem… Acho que encontrei. Um brinde a você, senhora Altamira… Que esteja sendo tratada como a divindade que sempre foi.

Encheria seu corpo mais uma vez, apenas para jogar o conteúdo ao mar, como uma oferenda aqueles que se foram. Para aqueles que cresceram tendo contato com o mar, sua imensidão sempre trouxe um misticismo inexplicável. O balanço das ondas, o brilho solar/lunar refletindo em sua superfície, toda a vida que aquela imensidão incolor trazia consigo se somavam num conjunto que causava fascínio até mesmo em alguém que acreditava ser uma deusa. Ao ver o brilho lunar refletir sobre a superfície aquática, sua mente divagava até os anos de estudos, enquanto sua mãe ainda era viva e por ser a única que a tratou minimamente bem além de seus instrutor, era a única pessoa que ainda jazia em sua memória depois de sua suposta descoberta de que era a “reencarnação de um deus”. Também recordava-se de um poema que refletia bem o que a própria Viola acreditava sobre o mar.


“Você sabe por que o mar é tão grande?
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.

Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade
o ganho e a perda, o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte.”


Com um sorriso melancólico no rosto, iria se escorar na beira do barco, se fosse possível, se não, apenas ficaria em pé próximo a beira. ”Sabendo receber, tornou-se grande” Huh? Talvez esse seja o motivo da existência desses mortais nesse plano… Ser um receptáculo que se enche aos poucos, até transbordar aqueles que o cercam. Bom, meu receptáculo já está cheio, então basta eu transborder minha grandeza a esses humanos.” E como sempre, seu orgulho ajudava a formar o pensamento, fazendo com que não importa o assunto, seja sobre ela. Mas para aqueles que acompanharam Altamira nesse trajeto, podiam claramente notar que aos poucos, a passos dignos de um bebê que recém aprendeu a engatinhar, a gigante ia se vendo como “mais um” naquele bando, e não “apenas um”.

Observação*:

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

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Introdução:

Por alguma razão um instinto bestial profundo momentaneamente se acomodaria no coração de Joe, o wrestler fecharia os olhos e puxaria uma longa lufada de ar. — Tssss. — Soltaria o ar entre os dentes, seus olhos abririam vagarosamente e ele olharia na direção do céu noturno, como um reflexo no brilho perolado do luar a mente de Sins aos poucos começaria a rebobinar, suavemente alcançando o passado.

~ Flashback ~

Stevelty 7 anos atrás...

Um velho caminhava apressadamente por sua mansão, ele tinha cabelos brancos ralos, um nariz e orelhas pontiagudos, lábios pequenos, um bigode branco característico, penteado para cima como um arco tensionado, tão tensionado quanto seu bigode eram suas sobrancelhas, curvadas violentamente para baixo, o homem bufava como um touro faminto, ele olhada de um lado para o outro nos corredores, parecia procurar por alguém, uma de suas empregadas entrou no seu campo de visão, ele soltou um grito poderoso. — Ei você! — A mulher ergueu as sobrancelhas, surpresa e avançou na direção do velho o quanto antes, ela curvou-se suavemente para a frente, esperando pelas ordens. — Onde está a criança?! — As sobrancelhas dela se curvaram estranhamente, tristeza, ela engoliu em seco antes de continuar. — Ele saiu para brincar com outros garotos na rua. — O homem bufou mais ainda, ele se virou e começou a caminhar na direção oposta, com passos pesados e rápidos. — Não, não, não e não! — Seus olhos estavam arregalados de raiva. — Inadmissível!

Pouco tempo depois o homem chegou até as portas de sua mansão, ele mesmo as abriu, completamente furioso, caminhou alguns passos para a frente e desceu um jogo de escadas, observando a situação na rua a frente de sua casa, um garoto estava correndo atrás de outras crianças, todos tinham sorrisos no rosto, o homem reconheceu a figura na hora, ele gritou. — Sins?! — O garoto parou imediatamente, ele ergueu as sobrancelhas e virou-se para encarar o velho, um largo sorriso abriu-se em seu rosto, muito diferente do sorriso selvagem que lhe caracterizaria no futuro, ele correu na direção do homem com os braços abertos em um abraço. — Papa... — Antes que ele pudesse ser capaz de finalizar, ou sequer reagir, o braço direito do velho chicoteou para frente a uma velocidade que na época era alta demais para o garotinho.

Seu rosto rebolou para a esquerda, sofrendo com o impacto, uma marca vermelha de palma estampou sua face.  — Você deveria estar treinando!

Lágrimas não surgiram no rosto do garoto, ele já tinha certa tolerância a dor de qualquer forma, então não se importou muito, apenas negou com a cabeça. — Eu treinei muito, queria brincar um pouco com meus amigos. — Disse Joe, apertando os lábios, ele não concordava nem um pouco com a atitude de seu pai, o velho negou com a cabeça, irado. — Amigos?! — Suspirou profundamente e continuou.  — Você não tem amigos, até segunda ordem são todos seus adversários! — Ele colocou a palma direita sobre o ombro do garoto, puxando-o para dentro da mansão. — Você não poderá ter amigos se quiser alcançar nosso objetivo! — Joe franziu as sobrancelhas, ele retrucou. — Nenhum?! — Um chute frontal o recebeu, lançando-o para a frente com brutalidade. — Amigos são desnecessários criança!

"Errado..."

Muito tempo depois...

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Eu odeio gente que só fala... — Um peso gigantesco apareceu repentinamente no queixo de Sins, o wrestler teve o corpo erguido suavemente e lançado para trás por alguns metros.

"Esse cara, ele acabou de me atacar?"

Ele caiu de costas no chão com ambas as mãos nos bolsos. "Nossas presenças entraram em contato uma com a outra, eu o ameacei, e ele me atacou sem pestanejar..."

Uma gargalhada ecoou por toda a rua, algo que iria marcar Shells Town pelos próximos dias estava prestes a acontecer, o encontro predestinado, lâmina e punho, prestes a se unir em uma combinação nunca antes vista, duas asas estavam prontas.

Tal como o movimento das marés, as memórias avançaram suavemente.

***

O punho direito de Sins socou para cima, abrindo um espaço em meio aos escombros do bar, ele saiu, repleto de hematomas e cortes, seus olhos castanhos fitaram Viola Altamira, uma cena digna de um quadro grego, onde um herói das histórias encontrava com um deus poderoso, com toda aquela coisa do romantismo épico grego e tralalá.

Eu preciso SUBIRRRR! me da uma ajudinha!

Sins correu, escalou o corpo da giganta e saltou para trás, e com um lindo movimento acrobático acertou o marinheiro Bernardes com uma voadora bem aplicada no peito, um golpe de misericórdia contra o homem que mais parecia um cachorro louco.

***

O espadachim e o wrestler eram levados entre os seios de Altamira, algo que já era comum e macio para ambos, ele pulavam em uma pequena jangada e eram recebidos por um tritão desconfiado e sem esperanças de escapar da torrente de caos que se aproximava de sua vida. — Alguém poderia me explicar o que está acontecendo?

***

Enquanto Viola estava caída e Joe tentava se recompor com suas costas escoradas no paredão, um rapaz jovem pulou de cima de uma das casas e se aproximou de Joe. — Aí cabeça! Eu fui com tua lata, tu parte pra cima de geral e não mostra medo, isso sim é ser homem! Kahahahahahaha! — Ele sorria e fazia uma pose exaltado pela luta de antes do pirata. — Pode me chamar de Kain! O que acha de uma aposta? Quem fazer aquele merda sangrar primeiro, ganha!

~ Fim do Flashback ~

Apesar de estar encarando-a, não seria o brilho da lua que acordaria Joe de seus devaneios incomuns, e sim a suave da grandona, ele assentira na sua direção com um sorriso suave. — Eu dei sorte, Kain é um ótimo ferreiro. — Sins assentiria, ele esperaria pacientemente pela chegada de Boris e assim que a bebida entrasse em seu campo de visão ele agarraria o copo sem pensar duas vezes, deixaria que Boris e os outros terminassem de falar, pacientemente.

Ele brindaria com a tripulação, com um sorriso confiante estampado no rosto, logo em seguida tomaria todo o goró em um único gole, rápido igual tramontina, o wrestler colocaria o como sobre alguma estrutura, uma mesa ou o que quer que Boris tenha trago para apoiar as comidas e bebidas do banquete, ele caminharia vagarosamente, até conseguir um espaço e logo em seguida correria rapidamente na direção do mastro do navio, seu corpo saltaria e realizaria uma série de acrobacias, semelhante a um atleta olímpico ele conseguiria impulso e saltaria, se agarraria no mastro e abusaria de suas habilidades acrobáticas para saltar, realizar pêndulos e tudo que estivesse dentro de seu arsenal para transportar seu próprio corpo até o topo do mastro, lá ele procuraria por um lugar onde conseguisse ficar de pé sem cair, se não houvesse ele apenas se manteria agarrado, se conseguisse ficaria de pé e encararia os membros da tripulação.

Eu não preciso reforçar quem nós somos — Apontaria para cima, na direção da lua. — A árvore alada sobre a lua — Um sorriso selvagem surgiria em seu rosto, Joe tinha voltado ao seu estado natural. — Aqueles que estarão acima da própria lua no futuro, os campeões — Estalaria os dedos das mãos. — A Wolhaiksong! — Ele gritaria e puxaria o ar para dentro dos pulmões, logo em seguida soltaria um grito ainda maior.

GRAND LINE, NÓS ESTAMOS CHEGANDO!

Seus olhos viajariam pelos membros da tripulação, dançando pelo rosto de cada um deles, marcando-os em sua memória o mais profundamente que conseguisse.

Obrigado.



Joe Sins
PDV:11000
STA:140

Vício:01/10
Compulsão:01/10

Posts:22
Surrados:11 (1) - Um Tenente.

Ganhos:
Concussão média na cabeça (Precisa de tratamento: ~ 02 turnos de descanso);

Perdas:
~ Hematomas no corpo (3/3 Post) (sem necessidade de tratamento)
~ Hematomas (1 turnos sem luta) (Cureido)

OBJETIVOS:
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Um npc acompanhante.
4. Uma armadura
5. Um bom barco.
6. Suprimentos para a viagem.
Blindao
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Blindao
Tenente

Narração
Aventura


~~ Bando ~~

O bando estava reunido sobre a luz da lua, dialogando sobre sonhos, objetivos e metas futuras. A força da trupe não era pouca, mas ainda deveriam percorrer muito estes mares para descobrirem os verdadeiros monstros que se abrigam por toda parte. Sejam dentro da marinha, pirataria, caçadores de recompensa e até mesmo no governo. Até que por fim, eles mesmos se tornaram os próprios monstros.

Deveria ser por volta das 4h da manhã e um silencio estava em larga escala no porto; exceto os brindes e conversas no navio Herja. Contudo, qualquer um do grupo que prestasse atenção, logo mais notaria algumas luminárias, ou lamparinas, a alguns raios de distância. Certamente a marinha ainda lhes caçando.

Não demoraria muito para eles irem até o porto, pois, seria o ponto final de vistoria em Loguetown. De qualquer forma, levariam por volta de uns 10 minutos para que os marinheiros checassem o porto; exceto se o grupo pirata aumentasse seu tom de voz, ai com certeza levaria menos tempo.

Agora era o momento deles, o momento de brindarem sua irmandade e assegurarem seu forte vinculo entre amigos. Era o momento também de uma nova viagem, novos desafios e novas metas, no decorrer de sua jornada. O que lhes esperava não era mais os Blues, mas sim a Grand Line... o mar de quem já era vivido, experiente e valente.

Os blues era meramente um ponto de partida, ainda que talvez alguns do grupo viessem da GL, certamente saberiam dos perigos e dificuldades que assolam aqueles mares. Entretanto, isso não seria nenhum problema para o determinado Joe Sins, o capitão do bando Wolhaiksong. Provavelmente seria um estimulo para que ele e seu grupo florescessem e ganhassem grande fama na pirataria.


Avaliação:

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