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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Piratas Joe Sins, Boris Skalovski e Viola Altamira. A qual não possui narrador definido.

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Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 5 WN4Utd7


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Narração
Aventura


~~ Boris ~~

Dentre todos que lá estavam, tirando o Sargento, Boris sem duvida era o que mais parecia calmo e passível com toda a situação. O espadachim marcial puxava seu fumo tranquilamente enquanto os marines próximo dele eram sinalizados pelo superior para apreender a dupla Boris e Jonas. – Isso sim é um comitê de boas-vindas, hahaha. O tritão diria em resposta a Skalovski, logo notando a intenção dos soldados.

Boris era inteligente, pois, visava dar suporte para seus aliados ao colidir contra os atiradores. Mas nem era necessário pens, afinal, os próprios já haviam sido direcionados a dupla pelo seu superior. – Eu vou distrair eles e você finaliza. Jonas diria durante o tempo que empunharia seu machado de uma mão.

Os soldados começavam a atirar assim que percebiam as intenções de resistência da dupla. – Atirem neles! Um dos marines diria em voz alta e logo uma enxurrada de tiros surgiria. Jonas usava seu machado e tomava a frente para defender o máximo possível, ainda que fosse alvejado no ombro e antebraço. Mas foi o necessário para permitir que Boris voasse para cima dos soldados e começasse a fatia-los igual pão no café da manhã.

O artista marcial era tão hábil com sua lâmina quanto com seus punhos, mas quando ambos eram depositados na luta era uma união tão poderosa que mais parecia um adolescente fazendo bully contra crianças; cujas seriam os soldados. Alguns tiros pegariam de raspão, mas o espadachim devolveria com um belo corte. Entretanto, um dos que ele haveria retalhado, caído no chão, mirava sua arma para atirar em direção as costas de Boris, cujo pirata estava bem próximo.

Skalovski seria atingido e provavelmente sairia bem ferido, senão fosse é claro seu fiel companheiro Jonas, que corria em direção ao soldado e descia seu machado e cortava as mãos do soldado, havendo uma força monstruosa por trás do homem-peixe, e por fim, cravava sua lâmina na cabeça do marine. – Você não vai impedir de realizar nossos sonhos, soldadinho! Pela primeira vez, Boris poderia perceber um pouco de selvageria em Jonas, até mesmo um pouco de rancor e hostilidade que antes não haveria visto. Seja pelo seu passado, ou talvez pelo futuro.

Então quando Boris se sentisse protegido e houvesse finalizado boa parte dos soldados, onde alguns poucos estariam vivos e feridos, um tiro de longa distancia atingiria a arma de Jonas. – Hã?! O impacto era violento e faria o tritão cair para trás. Quando Boris acompanhasse a trajetória do tiro, cujo seria perceptível pela fumaça, notaria em cima do telhado uma jovem mulher com uma arma estilo Sniper. – Strike! Renda-se... ou o próximo será em sua cabeça. Ela diria com um semblante bastante sério, o tapa olho em sua face emanava que essa não era sua primeira e nem segunda missão. - Irei lhe dar cobertura, Sargento Shun. Ela diria, pois, era uma marinheira de patente Cabo especializada em longo alcance. Boris era rápido e dotado de uma prontidão sem igual, mas seria páreo para essa perita? De qualquer forma, apesar da força da mulher não ser muito alta, sua destreza era sem igual. Visto que ela estava vários metros de distância.

Enquanto isso, Viola em seus devaneios tsundere, decidirá por apanhar sua arma após ter sido refletida pela força do seu oponente. Quando a giganta agarrou seu armamento, o Sargento visaria ela agora a sua frente. – Tsk, ainda deseja sair de sua gaiola... ratinho?! O marine proferia de forma imponente ao tempo que suas mãos estaria dentro do seus bolsos, parecia ser um tipo de arte marcial única e bastante volátil.

A giganta manuseava sua marreta ao tempo que viria marretar o sargento outra vez, indagando algumas coisas que o marine arqueava a sobrancelha e ficava um tanto perdido no contexto. – Deuses? Do que raios está falando, por acaso bateu a cabeça forte demais?! Além de burra é louca, Hunf. Malditos piratas insanos. O marine expressaria um rosto irritado, afinal, ele não havia esquecido que os criminosos haviam acabado com sua folga e lazer.

O impacto viria por cima do marinheiro, e como antes, Shun utilizava um saque rápido de uma das mãos que interceptavam a colisão da enorme marreta. Seu punho, onde o indicador estaria um pouco mais elevado que os outros dedos, seria o ponto chave para defender o ataque e parar a arma, mesmo que isso houvesse feito o corpo do marine quase soterrar outra vez. Afinal, a força titânica e peso da arma da giganta estremeciam o corpo e ambiente.

Com um forte empurrão, o marinheiro forçava a marreta da giganta recuar para cima, e fração de segundo, seja por falta de atenção ou descuido, Altamira estaria repleta de brechas, tanto que o marine até mesmo desconfiava, porém, atacava do mesmo jeito. – Iai: Aki no ame! Shun deferia diversos golpes entre as pernas da enorme mulher, mas que logo devolveria o golpe através de um ataque em área. O marine haveria recuado, evadindo o ataque, mas uma rajada de destroços emergiria como consequência.

Alguns teriam sido quebrados pelos golpes defensivos do sargento, outros atingido parte das casas, inclusive, a que estava próxima e usada para servir de plataforma a atiradora, que cairia em meio aos destroços. – Cabo Rellet? Shun se mostrava preocupado e se distraia por um momento, cujo seu corpo estaria alguns metros do chão por ter saltado durante sua evasão.

Alguns minutos atrás, Sins dialogava com o artista marcial que havia surgido do além, seja por tedio ou admiração, o lutador acabava entrando no meio do caos com bastante vigor. Joe tentava falar com Boris, mas o mesmo estava no meio de um confronto com os soldados. Não escutando o aliado clamando pelo seu vício.

Durante o movimento da giganta que rotacionava a arma no ar, o vórtice de vento ainda que pequeno, fazia diversas caixas e garrafas serem arremessadas para todos os lados, graças a atenção do jovem atleta, seria possível avistar algumas garrafas com um resquício de álcool. Seria nojento, mas era melhor do que nada.

Durante o tempo que Joe saciaria seu vício, mesmo que brevemente, conversava com Kain. – Kahahaha, até parece. Eu já participei do Maniac Ring! Lá não havia pausa nas lutas e só tinha uma regra: desistir era inaceitável. Ele proferia com um sorriso no rosto, mesmo que o olhar emanasse um passado um tanto obscuro.

Sins então centrava seu foco e anunciava que manifestaria toda sua força. [color=#ff0033]– Ohhh! Agora sim! Mostra quem é que manda nessa bagaça, parceiro! Kain diria animado, recuando alguns passos pelo fato de respeitar a determinação do homem a sua frente; havia até mesmo esquecido o acordo de antes.

Quando Joe estava se preparando, teria notado a situação em um todo. Boris e Jonas finalizando os soldados e alvejados pela marinheira Sniper. Viola desferindo sua marreta e tendo ela empurrado, por fim, sido atacada e devolvido com uma onda de detritos após atingir sua arma no chão; inclusive atingido por consequência a atiradora em cima das casas mais próximas.

Após o grito da Giganta e a falta de atenção do Sargento, Sins recebia uma dose elevada de adrenalina e disparava em alta velocidade. Sua agilidade não era alta, em comparação alguns de sua trupe, mas devido a sua proficiência em atletismo, sua experiência em luta agregado ao seu Wrestlemaniac, aquele impulso seria dado tudo de si, como uma fera enjaulada que enfim teria sua liberdade.

Após usar o corpo da giganta como plataforma e se jogar para cima do marinheiro, Shun teria apenas avistado uma sombra e antes que pudesse centrar seu estilo de luta, Joe teria cravado seus pés nos ombros do marinheiro. Após um explosivo giro através de uma mobilidade circular, Joe se lançava junto do Sargento para ambos atingirem o chão com grande impacto.

A força da giganta era grande, mas Sins superava de longe quando imposto a mostra seu verdadeiro arsenal físico. A colisão era tamanha que até mesmo Joe havia se ferido, mas de longe não se comparava com Shun que cuspirá sangue e estava com sua cabeça soterrada no chão, cujo não havia aberto uma pequena cratera após tanta destruição por parte da giganta e agora por Joe.

Sins tinha uma enorme capacidade por ignorar dor, seja por sua experiência em luta ou fisiológica, o fato é que graças a isso conseguia se por de pé, ainda que parte de seu corpo estivesse ensanguentado. O marinheiro desenterrava sua cabeça e regurgitava uma poça de sangue. A visão dele estava turva e seus ouvidos zumbiam freneticamente. Nem poderia ouvir, se alguém tentava dialogar com ele. –*Huff - Huff. Que mancada, deixar esses ratos... me humilharem desse jeito. Ele falava em um tom baixo e com muita dificuldade. Sua cabeça estava escorrendo sangue e suas roupas rasgadas e moídas.

Um pouco de silencio se estendeu por alguns segundos, até que uma chuva de aplausos surgiria. – Kahahaha, se é o bichão memo ein! Kain diria andando em direção a Joe até se aproximar do capitão. – Heee, será que ele ta semimorto ou só se fazendo? Kain inclinaria seu corpo para tentar olhar mais de perto Shun, enquanto suas mãos estava apoiadas na cintura e emanava um sorriso sádico. – Aí! Qual o nome da tripulação de vocês? Ele perguntava para Joe e caso respondesse, o lutador retornaria falar. – Foda! Deixa eu me juntar a vocês! Ele diria voltando a ficar com corpo ereto e bater com os punhos um no outro. – Eu sou Kain Growl! Alguns me chamam de “Cão de Briga”. Mas pode me chamar como achar melhor, parça. Ele diria ainda com um sorriso bastante animado no rosto.

A situação parecia ter cessado, mas nunca se sabe de surgirá mais marinheiros ou se os que ainda estava lá estaria dispostos a se sacrificar em prol de prender os piratas. De qualquer forma, Shun ainda estava respirando e tentando recuperar suas forças. Rellet estava desaparecida, o que talvez fosse preocupante uma vez que a mesma era uma perita a distância. Restava alguns míseros soldados, mas nada que o grupo pirata não pudesse resolver. Se assim almejassem continuar a pancadaria.


Histórico Boris:

Histórico Viola:

Histórico Joe:

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Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 5 2uAvx3T_d
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Um suspiro suave e profundo, era tudo que ele realizaria após tamanha potência ser liberada, quase que como um balão ao esvaziar os últimos resquícios de oxigênio dentro dele, Joe avaliaria o tenente por um curto espaço de tempo, um sorriso suave surgiria em seu rosto, ele se abaixaria, de cócoras. — Não se culpe, eu estou invicto há dez anos, Viola é uma deusa e Boris está destinado a se tornar o melhor espadachim do mundo.. — O sorriso selvagem só aumentaria de tamanho, por mais que o marinheiro não fosse capaz de escutá-lo naquela situação.  — Nós somos a Wolhaiksong, e você perdeu sua aposta. — Sins entreolharia Jones e Kain. — E a cada dia que se passa nossas asas só aumentam. — O Wrestler ficaria de pé, ele daria um tapinha no ombro de Kain. — Essa foi uma bela cerimônia de batismo, para os dois. — Sins ergueria ambos os braços, para ele, após terem passado por um combate de uma escala tão grande unidos, Kain já fazia parte da sua tripulação. — Bem, acredito que essa luta, ACABOU! — Algo inesperado, mesmo para o homem que era o rei da imprevisibilidade, Sins não via mais motivo algum para continuar lutando, o adversário mais poderoso do outro lado havia caido, o que restava agora era uma supressão imparável por parte da árvore alada, não havia ali, além daquele tenente, marinheiro algum que fosse capaz de pará-los unidos.

Oponentes fracos em grande quantidade não saciavam sua vontade, depois de enfrentar hordas e hordas em Shells Town, a não ser que fossem hordas mais poderosas, ele não via sentido em continuar lutando, uma monotonia incomum, mas que aos poucos ia tomando conta do coração do wrestler, ele tinha certeza que em um mundo tão grande existiam diversos adversários que lhe dariam um trabalho sem tamanho para serem derrotados, aquele tenente caído era só um dos primeiros e talvez o mais fraco deles, na arena o forte respeita o forte e isso não mudará, nunca.

EI, VOCÊS AI! — Gritaria na direção dos marinheiros que ainda estivessem de pé enfrentando a díade, A expressão de Sins aos poucos tomaria uma forma bem mais demoníaca do que o normal, ele queria claramente incitar medo, uma ameaça implícita em suas palavras. — Vocês tem um aliado gravemente ferido aqui, não acham melhor recuarem para tratar dele?

Rosto:

Joe estalaria os dedos das mãos, mantendo o silêncio naquele curto espaço de tempo, depois de um longo suspiro ele continuaria. — É melhor aproveitarem enquanto estou dando uma pausa, ou então, não sobrará alguém para levá-los ao hospital, ou para o cemitério.

Sins olharia de lado para Kain, sorrindo. — E é claro, bem vindo a tripulação, Kain.

Ele efetuaria um salto, passaria sobre o corpo do tenente e começaria a caminhar na direção do grupo de Boris e Jones, colocaria ambas as mãos nos bolsos, despreocupado, caso os marinheiros se voltassem para ajudar o tenente, Sins pararia um deles e diria. — Quando ele acordar, diga que ele também faz parte da tripulação, afinal, eu venci a aposta. — Entretanto, se algum deles tentasse atacá-lo com os punhos ou as mãos, Sins enrijeceria o próprio corpo e se esforçaria para sofrer o dano sem sair do lugar, ele olharia de canto para o adversário com uma expressão completamente assustadora. — Você ainda não entendeu?!

Caso tivesse ciência da existência de uma franco atiradora pela parte adversária, Joe tomaria uma ação incomum para prevenir-se de ser acertado, ele caminharia até os marines em um ritmo quebrado, parando aleatoriamente e mudando a distância entre suas passadas conforme caminhava, a intenção era, caso a atiradora tivesse focado nele, fazê-la perder o foco ou até mesmo ficar confusa com seu ritmo desordenado, apenas o fato de que ela titubearia durante a execução dos disparos já era útil, quando ele tivesse noção completa da localização dela, ele apontaria na sua direção e daria um grito. — Ali, Kain! — Entregaria a localização, como um teste para o novato.

Lógico que, se não tivesse ciência, nada disso aconteceria, ele se aproximaria de Boris e Jones, assentiria para os nakamas. — Vocês estão bem? —Ele franziria as sobrancelhas logo em seguida, claramente preocupado. — Me avisem se não conseguirem andar, vamos debandar, tem uma coisa ou duas que eu pretendo fazer em Loguetown ainda.

Ele avaliaria os ferimentos de Boris e Jones com os olhos, pensativo, logo em seguida apontaria com o polegar na direção de Kain. — Quase me esqueço, aquele é Kain, novo membro da tripulação.

Antes de qualquer coisa, Joe olharia ao redor e avaliaria o estrago que o combate havia causado no lugar, ele não demoraria muito para gritar para todos que estivesse ali presentes. — Essa é uma mensagem para todos os coadjuvantes que presenciaram isso, não somos uma tripulação pirata qualquer, nós somos aquela que estará acima de todas as outras no final, que conquistara a verdadeira liberdade. — Abriria os dois braços e os ergueria para cima, uma pose digna do campeão que Joe era. — Nós somos a Wolhaiksong!

Ele não se importava com o tamanho da plateia, mesmo que ninguém estivesse ali, ele demonstraria sua força para os céus. — Vamos, lá, também precisamos debandar. — Joe entreolharia todos os aliados ali. — Precisamos cuidar dos nossos ferimentos, eu preciso de uma bebida e um ferreiro. — Ele coçaria a cabeça, curioso sobre o fato de algo estar faltando, algo que era tão importante quanto todo o resto, mas que havia desaparecido em seus pensamentos em meio ao combate. — Ah! e é claro, precisamos de um barco!

Abriria um sorriso, caminharia na direção de Viola caso Boris e Jones conseguissem caminhar tranquilamente, se eles precisassem de ajuda ele os ajudaria, colocaria cada um embaixo de um de seus grandes braços, levaria eles despreocupadamente até Viola.

Ao se aproximar da grandona Sins daria um sorriso feliz e leve. — Ei! Viola! Você viu o que nós fizemos?! Foi demais não é! — Ele assentiria repetidas vezes. — ZOYAHAHAHAHA. — Colocaria os dois no chão e ergueria o polegar direito. — Você estava incrível!

Ele pensaria por algum tempo. — Precisamos de algum lugar para esperar a poeira baixar, recuperar esses ferimentos e tomar uma, alguma ideia?

Ele esperaria pela resposta de alguém, caso alguém surgisse com alguma localização que eles já tivessem passado, ele concordaria e acompanharia a pessoa que deu a ideia, se ninguém tivesse ideia alguma, ele simplesmente diria para irem até a jangada e se preparar por lá mesmo, ele não conhecia Loguetown o suficiente para propor um lugar, tirando, é claro, o bar que ele tinha passado, mas o lugar deveria estar um caos depois da briga dele com o irmão da vendedora de armas.

A confusão que permeavam a árvore alada só estava aumentando.



Joe Sins
PDV:11000
STA:140

Vício:00/10
Compulsão:03/10

Posts:17
Surrados:11

Ganhos:


Perdas:
~ Hematomas no corpo (3/3 Post) (sem necessidade de tratamento)

OBJETIVOS:
1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Um npc acompanhante.
4. Uma armadura (você vai entender)
5. Um bom barco.
6. Suprimentos para a viagem.
Silent
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SilentPirata
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Still double G, GGod, motherfucker.



Percebendo a situação do oponente, caso ainda estivesse abaixada, ajoelhada ou não estivesse de pé, levantar-se-ia, fitando os céus por alguns poucos segundos. Ainda sentia o choque em sua mão das duas defesas efetuadas pelo homem, o que fazia sua mão que segurava firmemente o cabo de seu trovão tremer num misto de empolgação, adrenalina, dor e todo o resto que compunha a melodia sangrenta que era a chacina de uma batalha onde a deusa participava. ”Então… É assim que os mortais se sentem quando superam algo, huh? Excitante… Não me admira que eles continuem insistindo em me enfrentar mesmo com a clara diferença entre nós. Esse sentimento que sinto agora certamente deve estar no mesmo nível de algum entorpecente. Refletia brevemente sobre o que motivava os mortais a sempre buscar melhorias, algo inexplorado para uma “divindade”, que por naturalidade já se considerava perfeita. ”Talvez não seja tão ruim buscar melhorias. Quem sabe consego atingir um patamar acima da perfeição? Aposto que isso deixaria todos no panteão invejosos, kikiki.” Claro, do jeito dela, a gigante criava uma nova motivação para seu auto aprimoramento. Viola ouvia muito bem a fala de Sins enquanto o mesmo ia na direção dos outros aliados, mas seu foco estava em outra coisa. Instantes antes ela viu o sargento ser distraído por um possível aliado e, considerando o nome que havia dito, parecia se tratar de uma mulher. Para alguém tão forte como ele ser distraído em meio ao combate, das duas umas: Ou era uma subalterna de extrema importância, ou ele tinha algum interesse romântico no alvo em questão. Um sorriso malicioso se formava no rosto da gigante. Por se considerar uma deusa, Viola via a si mesma como alguém acima de bom ou ruim, para elas suas ações apenas eram… Decretos divinos. Como os mortais encaravam elas pouco importava.

”Vamos reunir os pombinhos então…”

Caminharia lentamente na direção do sargento, parando lateralmente em relação ao homem, de forma que ele estivesse exatamente a sua frente enquanto a gigante estaria ao lado dela. Ergueria seu martelo com ambas as mãos de forma arqueada até que ficasse completamente acima de sua cabeça e desceria com toda a força que conseguisse reunir, girando seu torso enquanto fincava a perna no chão para uma base mais sólida. Basicamente, seria como um atleta faz um score no golfe. Sim, ela usaria o sargento como uma bola de golfe. Seu alvo? O local pra onde o sargento havia olhado instantes antes, onde supostamente sua aliada havia caído em meio aos destroços. Talvez ela nem estivesse mais lá, mas “tacaria” o homem lá do mesmo jeito. Sua pontaria não era das melhores, mas considerando o tamanho do alvo e o tamanho de sua “bola”, não parecia uma tarefa muito difícil. -Pronto, inseto! Agora você pode se reunir com sua patética parceira e irem juntos ao inferno. Dê lembranças a Hades por mim, saudades dele. Daria um sorriso de satisfação logo após arremessar o homem com seu martelo. Todavia, caso percebesse o que estava prestes a acontecer e algum de seus aliados, talvez até a própria mulher, tentasse interferir de alguma forma, ela daria um sorriso sádico, ajustando sua posição em relação ao sargento de forma que o destino final de sua “tacada” fosse o tal aliado que interferiu. Caso seus próprios aliados estivessem no trajeto, ela apenas arremessaria o sargento pro lado oposto, apontando na direção de seja lá quem tivesse interferido. -Oy! Humano! Não te ensinaram a etiqueta do golfe? Você deve fazer silêncio até o arremesso, agora errei o buraco! Isso faz de você minha nova bola. Ainda mantendo seu sorriso sádico no rosto, começaria a caminha na direção de sua nova “bola”. Pararia instantes depois devido a fala de seu capitão. -Huh… Você convidou o inseto pra tripulação também? Ah. Bom, se ele não sobreviver a uma simples brincadeira de golfe, não era bom para se juntar a mim de qualquer forma. Diria, apontando na direção do sargento e dando de ombros logo em seguida.

-Tsk… Árvore isso, árvore aquilo, daqui a pouco vão me confundir com uma dríade e não uma deusa de tanto que falamos de árvore… Mas sim, Joe. Foi… Divino.

Sorriria a gigante, respondendo seu companheiro sobre a pergunta de suas ações anteriores. No momento que ele fizesse sua pose de abrir os braços, Viola pararia exatamente atrás dele, como uma sombra, erguendo o braço que carregava sua arma e apoiando o cabo sobre seu ombro, de forma que a parte superior do martelo ficasse atrás de sua cabeça, como se repousasse a arma ali. Com a expressão mais aterrorizante que conseguisse fazer, olharia de soslaio para o restante dos marinheiros que ainda estivessem por ali, apenas para reafirmar a ameaça de Sins, como se dizendo “E eu vou estar logo atrás dele.” Todavia, caso eles ainda insistissem em vingar seu comandante caído ou alguma idiotice do tipo, estralaria a língua num sonoro “Tsk!” enquanto tomaria uma posição de combate ao segurar sua arma com ambas as mãos e caminhar na direção deles, esperando que sua arma pelo menos servisse de alvo para alguns dos disparos, mas não ligando muito para qualquer dano que recebesse no processo. ”Ah, merda! Esqueci do irmão daquela humana…” Finalmente lembrando do que havia colocado ela naquela confusão toda, olharia ao redor em busca do corpo do irmão da atendente, ainda não iria recuperar ela, mas queria pelo menos saber onde ele está para evitar de mandar destroços naquela direção, apesar de talvez ser um pouco tarde demais para isso.

-Loiro, você viu um mortal gravemente ferido por ai? Digo… Que não esteja com um uniforme da marinha. Preciso levar ele de volta pra casa.

Questionaria a Boris, tentando conseguir ajuda para encontrar o irmão da moça caso encontrasse dificuldade em fazê-lo sozinho. -E fico feliz de saber que estou reunindo novos fiéis tão rápido. Sua devoção será avaliada em breve, novatos. Diria ela aos dois novos membros da trupe, do jeito mais “Viola” de dizer bem vindo possível.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

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Confiança


O confronto naquela parte de Polaris parecia chegar ao fim quando o bando pirata novato de East Blue reuniu-se. Os marinheiros foram incapazes de lidar com o grupo que mostrava toda sua sinergia e derrubou o Sargento. Sem o líder, a moral caiu e aos poucos todos foram sendo derrotados, restando alguns poucos infelizes incapazes de agir. Talvez até em estado de choque com a derrota iminente. Durante os confrontos, Jonas mostrou um lado psicótico escondido até então. Ele agiu como um verdadeiro maníaco ao manusear sua arma e isso abriu os olhos do loiro para o seu comportamento. Embora fosse um homem peixe, ainda era racional como humanos e suas motivações faziam tanto sentido quanto um. Um pouco afastado, Joe Sins fazia sua apresentação para os presentes e quebrava o espírito dos inimigos remanescentes com suas palavras impactantes. O moreno era um verdadeiro “showman” e cativava até o mais seco dos homens. Ele era o típico badass carismático capaz de atrair homens e mulheres.


Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 5 Smile10


Esse é o meu Capitão!  

A confiança exalada pelo wrestler contagiou todos os companheiros, principalmente Boris, o qual se considerava o maior fã. Com a derrota clara, o loiro guardaria sua katana na bainha e juntaria os pertences comprados anteriormente. Iria também conferir como estava Jones com o mesmo sorriso caloroso de sempre, ignorando seu surto temporário. A preocupação do líder com os demais era só mais uma prova do quanto ele se importava com a tripulação e essa característica era imprescindível em alguém cujo objetivo final era se tornar o Rei dos Piratas. Ninguém chegaria ao topo sozinho e somente os mais poderosos sabiam disso. Uma andorinha só não faz verão!

Viola também se aproximava, todavia, o questionamento era sobre uma outra pessoa qualquer, a qual o espadachim não fazia ideia. Sem saber o que responder, apenas sinalizaria negativamente com a cabeça. O ambidestro sentiu-se revigorado ao ver a companheira e não economizou no sorriso, encarando-a diretamente sem importar-se se estaria incomodando ou sendo invasivo. Do jeito que ela era, provavelmente ficaria corada e se tinha uma coisa que o navegador gostava, era de vê-la nesse estágio.

Então, meus queridos… Tenho essa bolsa cheio de coisas para guardar. Precisamos de um navio… E só tem um lugar aqui onde podemos conseguir um…  

Deixaria subentendido seu desejo de ir até o porto onde poderiam obter um navio. A maneira como o fariam, deixaria para seu capitão. Ele ainda tinha alguns bons berri para comprar um menor, contudo, a personalidade megalomaníaca de Sins o faria escolher uma embarcação cujo valor certamente não seria cabível no orçamento e só haveria uma maneira de ter essa embarcação. Já prevendo o futuro, faria um típico facepalm ao imaginar as doideiras que fariam para conseguir.

Boris Skalovsk:

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Blindao
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Narração
Aventura


~~ Bando ~~

O experiente lutador tirava um sarro do marinheiro caído, devido seus anos invictos. Por outro lado, o sargento apenas lhe olhava com grande agressividade, como se fosse um fera acuada, mas sem forças para resistir ao seu predador. – Vocês ainda pereceram, guarde minha palavras! Enquanto eu respirar, irei lhes caçar igual ratos que você são! Ele diria cuspindo sangue com fúria.

Após o batismo inesperado de Kain, sendo o mais novo membro do bando, Sins zombava dos soldados que ainda tentavam se recompor, dizendo-os sobre seu superior e o estado do mesmo. As forças haviam sido reduzidas e nesse momento não havia muito o que fazer, exceto recuar com o rabo entre as pernas. Sins sabia disso e enfatizava a situação com suas palavras que eram lâminas afiadas que fatiavam o orgulho dos marinheiros, típico sociopata que sabe como atingir seu inimigo no ponto fraco de suas crenças.

Entretanto, antes que pudesse recolher seu superior, Viola desferia seu enorme martelo contra o Sargento e lhe enviava contra a construção. A porrada havia sido poderosa que o marine se quer lembraria de onde veio, por outro lado, os companheiros de Altamira acabavam sendo afetados pela força abruta da mulher e quase eram atingidos junto.

Nesse meio tempo, Joe estaria saudando a entrada de Kain, que praticamente ignorou o balanço da marreta louca de Viola. – Yeah! Pode pah, parceiro! Kahahhaha! Ele então faria um gesto com seu braço como se fosse fazer um Lariat, forma de camaradagem entre os lutadores ao se cumprimentar com os braços.

Logo a enorme mulher dialogava com Sins, enquanto Kain ficava distraindo olhando toda a confusão criada pela trupe. Casas haviam sido destruídas, chão estavam repleto de crateras, soldados haviam se ferido gravemente e outros morrido, talvez não pelas mãos diretas dos piratas, mas pelos destroços como consequência. Até mesmo alguns civis haviam sido ferido e morto que estavam residindo nas moradias atingidas pelo grupo.

Logo Sins apresentava mais formalmente o novo membro que ainda estava distraído até notar que seu nome havia sido tocado. – Coé! Kain sou eu! Kahahaha! E aí, ah! Tinha que falar antes e esqueci... tu tem uns peitos da hora ein, gigantona! Kahahaha! Kain era o tipo de cachorro louco que falava o que dava na telha, apesar de suas ações nem sempre serem impulsivas e primitivas, mas tratando de um maníaco por luta e muito astuto com suas movimentações.

O novo companheiro acenaria com a mão de forma amistosa, ainda que suas palavras fossem sinceras e bastante pervertidas. Boris então diria estar carregando os itens necessários enquanto Altamira procurava pelo rapaz que havia trazido, mas... certamente morto dentro dos escombros. Todavia, a mulher poderia tentar vasculhar e talvez com sorte, muita sorte, conseguisse encontrar o corpo do irmão da garota.

Todavia, mais marines logo começaria a chegar. Entretanto, o maior problema não era esse, mas sim caso um capitão viesse, ai sem duvidas a trupe se depararia com o maior obstáculos que já teriam enfrentado em suas vidas. O porto não ficava longe, mas lá haveria alguns navios da marinha. Haveria navios de mercantes, turistas e alguns poucos de piratas que estariam camuflados e ocultos devido à forte movimentação da marinha no porto. O bando logo teria que se decidir, pois, quanto mais tempo ficassem ali, maiores suas chances de serem presos, caso assim fossem pegos, obviamente.


Histórico Boris:

Histórico Viola:

Histórico Joe:

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The dark side



Viola ouvia o último suspiro do marinheiro antes de ser arremessado por ela, mas escolheu ignorar, imaginando ser o último suspiro de vida de alguém que já aceitou a morte, mas não a forma como morreu. O novo integrante do grupo estendia a mão para cumprimentar a gigante, que devido a seu comentário, era sumariamente ignorado, prosseguindo então para uma breve procura do irmão da garota da loja de armas. Não é que não sabia o que responder, a mulher apenas tinha entrado num estado de combustão devido a interação com o loiro e posteriormente com Kain, sua vergonha era tanta que nem conseguia palavras para responder, por isso, optava por ignorar o rapaz. Não demoraria muito em sua busca, virando alguns entulhos que por ali estivesse de forma despreocupada, tentando encontrar ao menos o corpo, caso conseguisse, o tomaria em mãos e traçaria seu rumo de volta a loja, todavia, caso não encontrasse nada, daria de ombros, voltando a loja de qualquer forma. Sentia seu rosto formigar devido aos comentários e ações tanto de Kain como de Boris, e evitaria que ambos pudessem ver seu rosto, olhando para o lado oposto de propósito. Antes de sair, contudo, caso não tivesse encontrado o corpo que queria, pegaria o primeiro defunto que avistasse. Se ainda fosse possível identificar seu rosto, utilizaria o mínimo de força possível para surrar a cara do sujeito no chão até que não fosse mais possível identificar quem era a não ser com um exame de carga dentária. ”Hm. Deve servir.” Seguraria o corpo sem vida em mãos então.

-Eu firmei um compromisso com uma mortal na loja de armas… Precisarei voltar lá para concluir meus negócios com ela. Encontro vocês depois.

Diria a deusa, ainda meio desconfortável devido às interações anteriores. Em sua cabeça, pensamentos sobre o grupo se formavam. ”Joe parece ser mais benévolo do que aparenta, ou talvez seja apenas uma extrema despreocupação com a própria segurança. Deixar aquele mortal com vida certamente era um descuido… Levaria a mão ao queixo, parando seu trajeto por um momento para refletir. ”Eu tentei seguir essas patéticas regras humanas de convivência. E eles me taxaram de criminosa… Eu tentei ajudar alguém que estava quase morrendo, no fim, ele morreu por intereferência da marinha, que deveria protegê-lo… Já cansei de falar para eles que sou uma deusa, mas se preferem ignorar o fato e me tratar como pirata, que seja. Agirei como uma.” Com uma nova resolução em mente, cessaria sua pausa e voltaria ao trajeto de volta a loja. ”Sins parece ainda ter alguma bondade dentro dele, talvez seja uma imperfeição humana, tem tantas… Mas se ele insiste em clemência, serei o outro lado da moeda.” Viola podia ser louca, mas seus conhecimentos na psique humana ainda estavam em algum cantinho de toda a confusão que era sua mente. Para ela, por se tratar de uma divindade, estava acima desses conceitos filosóficos de bondade e maldade, mas se alguém que a acompanhava estava pendendo para um lado desse Yin Yang, ela iria ser o outro, como se fosse seu dever divino manter o equilíbrio no universo. Na cabeça dela, fazia sentido. Óbvio, para as outras pessoas, Sins estava bem longe de ser alguém “Bonzinho”, na visão da gigante, o simples fato de ter deixado o sargento vivo já o colocava no lado bondoso da coisa.

Caso conseguisse retornar a loja sem maiores problemas e tivesse encontrado o corpo do irmão, o colocaria gentilmente sobre algum local mais aberto. -Quando o encontrei, já estava assim. Talvez ainda dê para salvar, me traga os suprimentos que tiver por ai, humana. Diria a moça e, caso ela trouxesse, começaria o procedimento para tentar salvar o rapaz, fazendo todo o possível dentro do que lhe foi fornecido para tal. Com sua diagnose, caso percebesse que o que fez não salvaria o rapaz, mas apenas lhe daria mais tempo, voltaria a falar com a irmã. -Humana… Isso não vai salvá-lo, precisará levar ele até o hospital. Fiz o que pude, mas com o que tenho aqui isso é o máximo que posso fazer. Orientaria a mulher sobre o que fazer em seguida. Todavia, caso não tivesse encontrado o corpo do irmão e tivesse apenas pego um defunto qualquer da batalha anterior como planejou, apenas colocaria o corpo próximo a entrada da loja. -Parece que cheguei tarde, mortal. Seu irmão já não estava mais nesse plano… Pelo jeito que estava o local onde o encontrei, aparentemente ele se envolveu numa confusão com piratas e a marinha. Não estava mentindo, mas também não era a verdade como um todo. Como se nada tivesse acontecido, questionaria a mulher em sequência, para ambos os casos (De ser ou não o irmão dela) -Então, isso conclui minha parte do acordo. Onde está o chicote? Se em qualquer um dos casos a mulher respondesse de alguma forma que não fosse indicando que lhe daria o chicote, fosse pedindo outro favor ou cobrando mais do que deveria, a deusa fecharia seu punho contra seu martelo.

*Sigh* -Eu tento seguir as normas de vocês e vocês continuam pisando no meu orgulho como se não fossem uma patética forma de vida inferior… Chega.

Iniciaria um movimento de giro onde deixaria o peso de sua arma “puxar” seu corpo ao mesmo tempo em que aplicava força na mesma direção centrífuga na qual havia feito o giro, da direita pra esquerda, quando tivesse dado cerca de 3 giros, ajustaria sua distância ao chegar para frente, de forma que o movimento circular fosse interrompido quando a arma se chocasse contra a loja de armas. -Me dá. A merda. Do Chicote. Falaria pausadamente, de forma que fosse bem compreensível para a humana. Se ela ainda estivesse dentro da loja, mesmo após ver Viola girar e girar antes de efetuar seu golpe e por acaso fosse atingida por escombros ou coisa parecida, apenas suspirou, novamente revirando os escombros em busca de seu chicote, que deveria estar por ali em algum lugar. Mas diferente da busca pelo corpo, dessa vez faria com mais vigor, pois realmente queria encontrar o item. Se a mulher reagisse de alguma forma durante seus giros, tentaria ignorar seja lá o que fosse e continuar seu movimento, se fosse possível, apenas rangendo os dentes para esconder a dor. Caso lhe fosse entregue o chicote ou encontrasse por si mesma, sorriria de forma gentil, agradecendo, mesmo que não tivesse um receptor para sua fala. ”Bom, de volta ao caos.” começava a sentir a temperatura subir em suas bochechas novamente, pois lembranças das interações anteriores voltavam a sua mente. ”Malditos mortais… Como ousam me deixar com vergonha?! Não, espera… Eu estou com vergonha? Porque? Novamente, parecia que a única batalha perdida para a gigante no dia era a contra seus próprios sentimentos. Pobre louca. De toda forma, resolvido seus assuntos na loja de armas, rumaria de encontro a seus companheiros novamentes, utilizando de sua audição aguçada para tentar identificar onde estavam, além de sua visão privilegiada devido a sua estatura natural. Também manteria a atenção ao redor, pois sabia que a confusão anterior ainda geraria bastante frutos naquela ilha, afinal, essa era a primeira de prováveis muitas confusões, porradaria e fugas que teriam por ali.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

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Transporte


O grande combate em Polaris chegou ao fim com a vitória do bando Wolhaiksong. O grupo aumentava o seu número cada vez mais e agora contavam efetivamente com a participação de um novo integrante e a confirmação de outro. Kain era parecido com Sins em muitos aspectos, tanto no carisma quanto na exibição. Tantos egos fortes em um bando, será que se sustentaria a longo prazo? Jonah havia assinado sua participação ao atacar marinheiros, mas sendo um homem peixe, era natural e inevitável esse confronto. 5 membros em tão pouco tempo. Joe era realmente um homem de sorte e essa característica era exatamente o que lhe permitia sonhar em ser o Rei dos Piratas. Não bastava ser forte ou outros já o seriam. Esse componente extra só os predestinados possuíam e se Boris almejava ser o maior espadachim do mundo, não seria ruim estar perto e usufruir dessa qualidade.

Bem-vindo, Kain…  

O navegador tinha outras preocupações no momento. Por ser o local mais perto da Reverse Mountain, haveria um grande número de marinheiros fazendo a proteção do local. Enfrentá-los agora só traria mais dor de cabeça e atrasaria sua jornada. Infelizmente não havia como fugir desses confrontos pois ainda não tinham uma embarcação à altura do grupo e precisam de uma grande e confiável para encarar os desafios da grande rota. O avô sempre referiu-se àquele mar como o cemitério dos impulsivos e se o espadachim não quisesse ter o seu túmulo, necessitaria de cuidados e preparo.

Meus queridos… e minha deusa, é claro… Encontro com vocês no porto. Não se divirtam muito sem mim, hein… hahaha… Ei, Jones… O que acha de me ajudar a encontrar um navio para o nosso bando?  

Informaria aos companheiros seu próximo passo e partiria com Jojo até o porto. O objetivo era bem simples: Encontrar uma embarcação! — Precisa ser grande para acomodar Viola e forte para lidar com a Grande Rota… — Comentaria consigo mesmo, mas Jonah poderia ouvir. Se ouvisse alguma resposta do homem peixe, tentaria responder se fosse requisitado. Havia subido em um local antes para encontrar o grupo e possivelmente tinha visto o porto, assim como tinham chegado de barco na ilha, ou seja, não teria dificuldades de chegar até o porto e começar um novo episódio lá.

Uma vez no porto, caminharia pelo lugar observando os barcos presentes e principalmente os carpinteiros. Tentaria encontrar alguém que parecesse especial, com algo mais a acrescentar dentre tantos. Procuraria também ver embarcações dos mais variados tamanhos, dando preferência a qualidade na construção, característica esta com a qual esperaria conhecer através do tritão carpinteiro. Durante o passeio, acenderia um cigarro para relaxar e passar despercebido. Dificilmente fumantes eram encarados e a fumaça ajudava até a distorcer seus belos traços, conseguindo assim passar despercebido naturalmente, além de aliviar o estresse de uma busca difícil e com grande carga de responsabilidade.

Na hipótese de encontrar algum carpinteiro especial com a ajuda de Jojo, perguntaria quanto custava para fazer uma Caravela. Sabia que o valor estaria muito além do que poderia pagar, porém, conhecer o custo o deixaria um passo à frente na conquista pois conseguiria assim barganhar ou fazer melhores propostas por uma. Possuindo o valor, tentaria chegar num acordo para a construção de um perguntando sobre tarefas ou o que mais poderia ser feito para ter uma, além do tempo. Com as informações em mãos, poderia traçar um plano. Em seguida, procuraria pelos barcos já prontos e faria uma pesquisa de mercado perguntando por valores, barganhando sem medo de levar fora e sugerindo possíveis trocas ou serviços pelo barco. Inicialmente seu objetivo era saber como conseguir um, ponderar para só então decidir como agir.

Se marinheiros viessem em sua procura, apenas fugiria passando pelo meio de outras pessoas ou entrando em lojas e se escondendo sem tentar chamar muita atenção, seja fingindo estar pedindo informações ou ajeitando a roupa atrás de uma porta. Evitaria confrontos no local, mantendo o ambiente agradável até ter o que precisava. O futuro do bando estava em suas mãos e o peso fazia o cigarro virar cinzas mais rápido do que um cremador.

Boris Skalovsk:

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Poppin' Them Thangs





Certo, muito bem! — Joe assentiria, ele sabia que eles não tinham muito tempo até o lugar ficar cheio, precisavam ser rápidos e diretos, portanto, queria começar ao menos os preparativos para conseguir o que pensava, depois da sua ultima luta, Sins tinha fisgado algumas ideias no fundo de sua alma, ele não queria que seus vícios lhe atrapalhassem diante dos seus momentos de maior brilho, portanto, precisava resolver aquilo o quanto antes.  — Kain, vamos comigo. — Acenaria com a mão na direção do mais novo nakama, um largo sorriso se abriria. — Nos encontramos no porto em algumas horas. — Seu polegar se ergueria em direção a sua tripulação, ele se viraria logo em seguida e depois de acenar com a cabeça na direção de Kain ele caminharia para longe, o destino? na verdade era incerto, mas Sins sabia suas próprias intenções e isso ajudaria bastante.

Sins colocaria ambos os braços para trás da nuca e caminharia, pensativo, ele franziria as sobrancelhas, ponderando profundamente. — Sabe Kain, eu preciso da sua ajuda, tenho algumas coisas que preciso conseguir e acho que você pode me ajudar, a quanto tempo você está em Loguetown? — Sondaria, Joe tinha alguns planos em sua cabeça que dependiam disso, ele poderia simplesmente perguntar para pessoas na rua, mas queria manter-se controlado por aquele curto espaço de tempo, ele sabia exatamente as consequências do que eles tinham acabado de fazer, isso por si só fazia com que seu corpo fervesse, entretanto, nesse momento ele não queria continuar com a porradaria, do contrário, não deixaria que aqueles marinheiros recuassem tão facilmente.

Após receber a resposta, sendo ela negativa ou positiva, Sins assentiria. — Hmm, entendi, tô procurando por um ferreiro, preciso pedir uma coisa ou duas pra ele.

Caso Kain respondesse sobre a localização de algum ferreiro, Joe abriria um largo sorriso. — Perfeito! é disso que eu estou falando Kain!

Se ele disse-se algo sobre ter alguma noção das artes de forja, os olhos do wrestler brilhariam, ele abriria um largo sorriso selvagem. — Parece que o destino está do meu lado! — Ele colocaria a palma direita sobre o ombro de Kain e continuaria. — Veja, Kain, não consigo viver sem minha birita, ela é o meu combustível entende?! — Joe suspiraria. — Ficar sem ela me enche a paciência, principalmente durante as lutas, preciso da minha cerveja, então eu tive uma ideia.

Sins soltaria o ombro do lutador e continuaria. — E se eu carregasse comigo um cantil? eu poderia levar a bebida comigo e guardar por bastante tempo. — Ele faria um gesto com as mãos, afastando ambas as palmas alinhadas, dando uma impressão de tamanho. — Não pode ser muito pequeno, não quero perdê-lo durante os combates, e também não quero que seja grande e pesado demais, precisamos achar um tamanho ideal, alias, quero que seja de algum material metálico, ferro, o que seja, sabe onde conseguimos comprar isso?

Ele esperaria pela resposta de Kain, pensando nas palavras do lutador, caso ele soubesse de um lugar para comprar a matéria prima, Sins abriria um sorriso e diria. — Perfeito, vamos lá! — Ele acompanharia o novo membro da tripulação, despreocupadamente, caso Kain não soubesse, Joe não se preocuparia, ele iria abortar a primeira pessoa que encontrasse na rua que não fosse um marinheiro e perguntaria. — Ei você! sabe onde eu encontro matéria prima para forja?!

Em ambos os casos, quando obtivesse a informação iria até o local, no caminho, continuaria a conversa com o lutador psicótico. — Eu também tenho outros planos Kain, sabe, como você já deve ter percebido, meu estilo de luta é bem único, eu não queria usar uma arma como luvas, soqueiras, o que seja, até mesmo botas de combate, quero utilizar uma arma que combine comigo. — Ele estalaria os dedos das mãos. — Estilosa, chamativa e útil, pensei em algo como uma armadura, mas não daquelas armaduras militares, algo mais leve sabe? talvez feita com algo mais maleável, porém resistente e que me permitisse amplificar meu poder, podemos pensar em algo não acha?

Assim que chegassem até a loja indicada, Joe daria um tapinha no ombro direito de Kain e diria. — Olha, não entendo nada disso, você pode fazer o pedido do que acha que vamos precisar utilizar, eu pago.



Joe Sins
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Vício:01/10
Compulsão:01/10

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Surrados:11 (1) - Um Tenente.

Ganhos:


Perdas:
~ Hematomas no corpo (3/3 Post) (sem necessidade de tratamento)

OBJETIVOS:
1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Um npc acompanhante.
4. Uma armadura (você vai entender)
5. Um bom barco.
6. Suprimentos para a viagem.
Blindao
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BlindaoSargento
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Narração
Aventura


~~ Bando ~~

A enorme mulher ignorava Kain, após seu comentário um tanto quanto sincero e pervertido. O rapaz ficava um pouco perdido, mas dava de ombros devido sua apegada forma de se desapegar de coisas fúteis. Viola por outro lado, estava centrada em encontrar o corpo do homem que havia sido resgatado por ela antes. Entretanto, em meio a tanto escombros e pessoas mortas, era difícil determinar quem era ele no meio dos outros.

Altamira se quer lembrara das roupas ou fisionomia do sujeito, e mesmo que lembrasse por um lampejo divino, não mudaria muito a situação. Afinal, sangue, terra, poeira e destroços estavam cobrindo e/ou teria manchado os corpos. A decisão de antes, em ajudar seus amigos e seu descuido com o corpo do irmão da garota, agora se mostrava um efeito colateral. Apesar de que não prejudicaria muito a giganta, exceto que sua arma permaneceria o mesmo preço.

Por sua vez, Boris era centrado e astuto para com a situação, logo averiguando e acertando seus próximos passos. – Certo, Boris. É melhor nós irmos e antecipar isso. Jonas diria em confirmação a tomada de decisão para ambos, pois, uma vez que Viola estivesse junto seria difícil a marinha não identificar o grupo.

O espadachim comentava sobre o tipo de embarcação e, graças a seu fiel companheiro, Jonas então proferia. – Navio de cargas sempre são desse tipo, já que tendem a ir e vir da Grand Line. O tritão não era de falar muito, mas se mostrou uma boa fonte de força e inteligência para Boris.

Após se despedirem do capitão e da Deusa giganta, a dupla do espadachim e homem-peixe seguiam até as docas do porto de loguetown. Por sorte, ou capricho do destino, não havia muita gente no local, certamente pelo evento que estava acontecendo na famosa praça de execução de Logue. Oportunidade mais que perfeita para avaliarem um bom navio de fuga.

Nesse meio tempo, Sins e Kain seguiam seu rumo deixando apenas a giganta catando os escombros, sabe-se lá por qual motivo; no caso ela sabia. Joe puxava assunto com o novo camarada de forma a sondar um pouco mais sobre a história do lutador. – Se for pra sair na mão, conta comigo, Kahahaha! Ele diria rindo enquanto seguia junto de Sins. Pra te fala mané... acho que faz uns dias só, Kahahaha! Enchi a cara em um navio com uns cara que conheci e quando vi estava aqui. Ele não dizia muito, mas falava de forma sincera. Procurando um ferreiro é... uhm, deve ter um por aí mesmo. Ele diria um pouco perdido no que Joe havia falado. Peraí! Kain gritava com os olhos arregalados. Eu sou um ferreiro! Kahahahahaha! A forma biruta do rapaz era até um pouco carismática.

Sins havia ganhado na loteria, pois, além de conquistar um novo pirata aliado, também ganhava um ferreiro pessoal a seu dispor. – Oh, oh, eu te entendo bem. Ele retribuía o braço de Kain e acenava com a cabeça de forma positiva enquanto prestava atenção nas falas de seu capitão. – Acho que em qualquer loja de metais ou em alguma forjaria. Ele diria um pouco em dúvida. – Não sei bem, o velho que me ensinou a dobrar o metal e sinceramente fui obrigado. Ele só me trazia as paradas e me instruía, Kahahahah. Growl proferia rindo amigavelmente, pois, lembrava rapidamente de seu passado ao tempo que indagava um pouco para Sins. – Mas aí, isso é uma mamata de fazer, isso te garanto. Ele diria para Joe sobre fazer o cantil sem dificuldade.

Já dava para ver que estava anoitecendo, mas alguns comércios ficavam ate tarde aberto devido a cidade de Loguetown ser bastante movimentada. Joe e Kain notavam a praça estar repleta de gente e alguns soldados se movimentando para passar em meio a multidão, pois, seguiam de onde os piratas haviam saído; exceto a giganta.

A colisão do martelo no metal era ouvida por Kain que apontava para uma forjaria alguns metros de distancia cujo clarão do fogo era ainda mais perceptível. Enquanto caminhavam até a forja, Joe comentava sobre seus planos e seu desejo por uma arma que combinasse com ele. – Oh, Oh, sei... tô ligado, acho que da pra fazer alguma coisa sim. Kain tentava imaginar o que Sins dizia, mas os peitos de Viola acabavam surgindo em sua mente.

Uma vez na forjaria, Kain chutava a porta de forma bem despojada. – Fala aí tiozão! Vamos precisar da sua forja, o dinheiro ta aqui, senta a bunda aí que agora é comigo! O cão de Briga era bem folgado e sincero, mas seu rosto expressa algo mais intenso e intimidador que a maioria dos lutadores de rua. – C-como é? O ferreiro ficava pasmo com a situação e largava a espada que estava forjando em um balde. – Are, are. Esses jovens de hoje em dia não tem um pingo de educação, mas se vão me pagar, fiquem a vontade. O senhor diria ao estalar suas costas. Kain ia logo pegando os materiais e começando a forjar o cantil para Joe.

Durante o tempo que Kain começava a usar a forja, o velho senhor se sentava e apenas fumava um cigarro e bebia um jarro de água de forma relaxada. Embora o foco de Growl estivesse no metal, para forjar o cantil, o lutador acabaria dizendo para Joe. – Aí Cap! O cantil não vai demorar para eu fazer, mas uma armadura... aí demora mais tempo. Cê ta sabendo que tão atrás de nós né? Se demorar muito, pode ser que nos achem. Não que seja algo ruim, tâ ligado. Mas... ficar batendo em soldado é um saco, gosto mais de um desafio! Kahahahaha. O lutador diria enquanto já estava no processo de usar os metais, couro e entro outros itens para forjar o cantil.

Enquanto isso, já estava quase noite. Skalovisk tentava achar algum navio útil para ele e o bando. Não só o navio, mas o espadachim tentava encontrar algum carpinteiro para que talvez vendesse algum navio. Como não havia muita gente no porto, seria difícil encontrar algum carpinteiro a essa hora e principalmente fora do evento; exceto um velho barbudo que estava bebendo e falando sozinho como louco. – Está vendo só minha amada? Hoje fazem duas décadas que a morte nos separou, sinto falta de sua buzanfa. Huffs. Ele bebia em um caneco que mergulhava em um barril ao seu lado.

O velhote possuía cabelo e braba branca. Estava sem dente e um tanto ranzinza. Entretanto, ao ver o espadachim e o tritão se aproximarem, ele com o rosto um pouco avermelhado, logo gritou com eles. – Se vão me assaltar, pelo menos me mate! Antes de levar minhas coisas, quero ver de novo minha mulher. Ele diria escorrendo um lagrima de seu olho, apesar de que provavelmente era mais a bebedeira falando.

Quando Boris explicou o motivo de sua chegada, o velhote se olhava de baixo para cima e então após alguns segundos dizia. – Sei, um navio é... eu tenho alguns, três na verdade. Um Escuna. Um Brigue e um Brigue especializado. Ele então apontaria para Boris e Jonas o local dos barcos, não estando muito longe de onde estavam. O valor era valor padrão dos navios, podendo escolher qual lhe seria mais útil para sua futura jornada.

Haviam se passado quase uma hora, e Kain haveria finalizado o cantil. Tal qual emanava um recipiente bastante apropriado a um humano e ainda bastante belo. – Acho que é isso aí, curtiu? Kain passava a mão na testa para tirar o suor enquanto largava o cantil em cima de uma mesa de madeira próxima de Joe. – Vai querer que eu faça a armadura, cap? Se Sins dissesse que sim, o lutador viria questionar mais um vez. – Vai ter que me explicar melhor então como tu quer essa viadagem, digo... carcaça! Growl proferia de forma amistosa, um pouco debochado, mas fazia parte de sua personalidade.


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Transporte


O duo entre o humano e o homem-peixe parecia natural. O estilo de ambos se completava, enquanto Jones era um carpinteiro cujo trabalho direto era cuidar e construir de um barco, Boris era o navegador e condutor. Não adianta ser o melhor piloto se o seu veículo estiver com problemas, logo, o equilíbrio entre ambas as partes é fundamental para um bom funcionamento. O relacionamento simbiótico acontecia também na parte do planejamento e assim a dupla saiu para buscar pela nova embarcação. Boris não conhecia os tipos de navio que poderia encontrar, porém, queria algo grande o bastante para abrigar a grande Viola e o ego gigantesco de Joe.

O porto estava vazio e inicialmente era preocupante, contudo, tal cenário permitiu a dupla caminhar sem ficar tão preocupado como previsto e assim poderiam observar com mais calma. Durante a busca, encontraram um homem na melhor idade que aparentava sofrer por um coração partido. – Está vendo só minha amada? Hoje fazem duas décadas que a morte nos separou, sinto falta de sua buzanfa. Huffs. – Aquela era a oportunidade perfeita para usar o conhecimento em Psicologia aprendido há pouco.

De tantas coisas para comentar, ele escolheu a buzanfa? Deve ser alguém orgulhoso para esconder os sentimentos e usar de objetificação sexual para reduzir a mulher que tanto amou.

Se vão me assaltar, pelo menos me mate! Antes de levar minhas coisas, quero ver de novo minha mulher.


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Como previsto, orgulhoso até o último momento… Pessoas assim são fáceis de decifrar!

Durante a sua explicação, o espadachim pôde notar lágrimas no rosto surrado do idoso, o qual fez perceber o quanto já estava desanimado com a própria existência. O quão impactante e incrível deve ser um amor verdadeiro? Skalovski estava longe de algo assim, porém, guardou em seu coração o desejo de viver algo assim tão intenso e marcante.

Ei, Ossan… Eu gostei muito desse brigue especializado… É a cara do Capitão… Mas eu só tenho 20 milhões… Eu até poderia roubá-lo, mas tenho uma proposta que talvez o senhor goste…   — Coçaria a cabeça tentando demonstrar um pouco de receio e vergonha, embora verdadeiramente sentisse um pouco. — Essa será a embarcação usada pelo bando Wolhaiksong do grande capitão Joe Sins. Em breve seremos o maior bando pirata que esse mar louco já viu… O que acha de uma última homenagem para a sua amada? — Aproximar-se-ia do idoso e pegaria em suas duas mãos com um sorriso amigável, mas olhar firme. — Daremos o nome de sua amada para o navio… Desta forma, ela continuará viva!

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 5 Topo12

E se você ainda quiser, está convidado a nos acompanhar nessa jornada… O que acha de ver o maior espadachim do mundo guiar o futuro rei dos piratas?

Após a proposta, aguardava a resposta, ansioso e animado com a possibilidade de ter uma nova embarcação. Sabia do peso dessa decisão e não insistiria caso o vendedor da melhor idade negasse. Seria bom ter mais integrante, mesmo que fosse um mero seguidor incapaz de atuar diretamente nos combates. Mas quanto mais pessoas, mais possibilidades interativas e mais diversão. Havia a hipótese do idoso não acompanhar, mas aceitar vender o brigue especializado pelo preço sugerido pelo loiro ou até mesmo doá-lo ao ser tocado pelas palavras do cliente, afinal, para um homem nessa idade, dinheiro não é mais uma coisa importante. Por fim, havia também a possibilidade do homem de cabelos brancos sentir-se ofendido ou odiar a proposta e encerrar a negociação. Nesse caso, Skalovski usaria sua Intimidação e seu olhar penetrante para perguntar mais uma vez: — Tem certeza disso?   — E se ainda assim, o homem mantivesse seu orgulho, o espadachim sustentaria a marra por alguns segundos antes de rir e bater palmas em admiração a personalidade do homem. Deixando os 20 milhões que dispunha e levando o brigue comum. Caso ele não queira vender, somente nesse caso, o Vaidoso não conseguiria se conter e usaria o máximo de sua capacidade física e prontidão para decepar a cabeça do vendedor no momento em que ele piscasse, proporcionando assim um descanso indolor. Ninguém atrapalhará os planos de sua tripulação, ninguém!

Se conseguisse obter o barco, levaria os suprimentos comprados e faria uma vistoria junto ao carpinteiro para que o tal avaliasse a necessidade de reparos enquanto o piloto faria a limpeza da embarcação. Sim, o loiro pegaria panos, balde e vassoura para dar um trato no veículo do bando. Daria o seu melhor para fazê-lo o mais depressa possível e se Jones não tivesse manutenções para realizar, solicitaria a sua ajuda para agilizar a limpeza o mais depressa possível de modo a poder recepcionar os nakamas em um navio limpo e de dar orgulho.

Boris Skalovsk:

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I got 99 problems, being ignored ain't one, hit me!




Já havia passado algum tempo, e por algum motivo Viola acabava não se movendo do local, mesmo tendo feito todo um plano gigantesco de “falsificar” o irmão da moça utilizando de um defunto qualquer deformado, forças maiores pareciam agir sobre a moça novamente e apenas permanecia ali. ”Tsk. Aposto que são aquelas tecelãs do destino bagunçando meu fio vermelho de novo…” Contudo, o pensamento sobre as figuras místicas que eram as “tecelãs da vida”, que segundo a mitologia eram responsáveis por traçar a “linha vermelha do destino” de todos os seres vivos acabava dando uma ideia para a gigante. ”Se não quero que meu destino esteja na mão daquelas velhas… Traçarei ele eu mesmo! Não deve ser tão difícil. Sendo assim, embora já tivesse passado algum tempo, voltaria a loja de armas, esperando que ainda estivesse aberto. Checaria novamente seus bolsos para ver a quantia que possuía, notando que não havia contabilizando todo o dinheiro que tinha, provavelmente perdido em meio a seus bolsos, afinal, eram bem grandes. ”Ah… Então eu tinha a quantia necessária pra arma esse tempo todo…” Sua expressão naquela momento lembrava bastante a de um personagem careca que acaba com qualquer inimigo com apenas um soco, mas não vem ao caso. Após fazer sua cara de tacho, caso a loja ainda estivesse aberta, iria diretamente até a moça, após resmungar baixo sobre o fato de ter que se abaixar para caber no local. -Humana. Encontrei seu irmão, mas ele partiu para outro plano e não está mais entre nós. Pelo que soube, ele se envolveu numa confusão entre piratas e a marinha. É… Meus pêsames? Acho que é assim que vocês mortais se pronunciam em momentos assim. Coçava a cabeça, meio sem jeito, interação social com desconhecidos não era o forte da mulher. -De qualquer forma, acabei não cumprindo nosso acordo, então não pedirei pelo desconto… Mas levarei o chicote mesmo assim. Essa é a quantia que havia dito, correto? Entregaria o valor completo dito pela mulher anteriormente de ฿S 1.250.00,00*. Apesar da indelicadeza da grande mulher, para ela estava apenas agindo normal e prosseguiria como se a moça não tivesse acabado de perder o irmão. -Uma última coisa… Sabe onde posso encontrar alguém que sabe costurar por aqui? Caso a mulher respondesse positivamente, iria na direção indicada, agradecendo. Se respondesse de qualquer forma que não fosse indicando alguém, como ficando nervosa pela indelicadeza dela ou algo do tipo, apenas daria de ombros e se moveria dali, indo até um local que parecesse movimentado, mas que não tivesse marinheiros à vista.

”Ugh! Acho que já estou farta de esmagar insetos no momento, melhor evitá-los… Talvez mais tarde.”

Seu pensamento era bem distante de medo ou o risco de encontrar alguém forte, ela apenas encarava as criaturas uniformizadas como “incômodos” e preferia aproveitar seu tempo de paz ao máximo, visto que Sins já havia feito sua magia de sempre criar caos e ter tirado boa parte do tempo livro da mulher. ”E cada vez mais eu me pergunto se é uma boa ideia seguir esse imã…*Sigh*. Do nada, como uma brisa veraneia na beira da praia, sentia suas bochechas arderem novamente, enquanto tomavam um tom mais avermelhado/rosado. ”A-aqueles dois… Ugh! Porque tinham que falar aquelas coisas pra mim?! Deveriam me venerar como uma deusa, okaaaay, mas não precisa me elogiar TAAANTO também, argh! Nervosa pela fala de Growl e a “encarada” de Boris, sua histeria a fazia tomar mais uma volta na montanha russa sentimental que era aquela amontoado de carne de 6m, sentindo vergonha, depois raiva, felicidade, depois raiva novamente, respectivamente. Sentimentos no geral já eram algo bem confuso para alguém que passou boa parte da vida sozinha, mas sua histeria apenas multiplicava essa dificuldade a níveis alarmantes.

Todavia, caso a loja de armas já estivesse fechada, coçaria a testa num sinal claro de desconforto e raiva, balançando a cabeça lateralmente como se tivesse tendo algum tipo de tique nervoso. -Sério, eu não sei qual é a divindade que está brincando comigo, mas quando voltar pro panteão juro que vou marreta ele até que vá para o plano inferior. Que inferno! Eu só queria um chicote! De fato, parecia que a missão de conseguir novos itens era algo mais difícil do que a deusa esperava. Mesmo se achando tão inteligente e superior, a mulher parecia incapaz de fazer o raciocínio lógico do fato de que tinha 6m de altura e isso dificultava um pouco a aquisição de novos itens. Nope. Para ela, era o mundo que devia dobrar a sua vontade, não o contrário. Complexo de deusa, sabe como é. Tendo interagido com a mulher ou não, iria na direção da pessoa que podia lhe ensinar sobre cultura (Se já tivesse a direção) ou pararia em algum lugar com um movimento maior, mas que não tivesse marinheiros a vista, ou pelo menos que tivesse o menor número de marinheiros possível e perguntaria a algum transeunte por perto. -Mortal! Diga-me, onde uma deusa pode aprender a arte milenar da cultura nessa ilha? Algo capaz de tecer até mesmo o destino! Questionaria com certo entusiasmo, repetindo a pergunta quantas vezes fosse preciso ao trocar de alvo até que obtivesse sua resposta. Se em algum momento de seu trânsito por ai acabasse esbarrando com marinheiros, por mais que tivesse tentando evitá-los e provavelmente falhando miseravelmente, considerando o fato de ser uma gigante bem chamativa e extravagante, acabaria perguntando a eles mesmo.

”Bom, eles são parte da força militar desta ilha, certo? Então devem conhecer bem o local.”

Era seu pensamento antes de falar com os oficiais. -Oy! Tô meio com pressa para ficar aqui esmagando insetos no momento, então porque não poupam o tempo de todo mundo e me diz onde posso encontrar alguém que saiba a arte da costura por aqui? Vocês sobrevivem mais um dia de sua existência patética, eu continuo contemplando o mundo com minha divindade e todos saem felizes. O que me dizem, humanos? Se os marinheiros recusassem sua proposta depois de sua tentativa pífia de negociação/ameaça, apenas estalaria a lingua contra o céu da boca num sonoro “Tsk!” enquanto tomava seu martelo de combate em mãos. -Vocês nunca aprendem… Apesar de estar com certa pressa, ainda deixaria a primeira ação do combate para as infelizes criaturas que vieram lhe perturbar, pois queria demonstrar a eles a diferença de poder entre os presentes.

Observação*:

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

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Ohhh! — Os olhos de Joe brilhariam, ele encararia o cantil com um sorriso animado no rosto, instintivamente engoliria em seco, pensativo quanto a quantidade massiva de cerveja que ele iria ingerir á partir dali, só de pensar que ele não teria de perder tempo para procurar por uma dose do seu tão querido vício, afinal, quem não ama despejar endorfina no próprio sistema quando bem quer?

Deixa eu dar uma olhadinha!! — Se aproximaria, com os olhos brilhantes, um sorriso selvagem estampado no rosto, animado, assentiria repetidas vezes.  — Sim! é exatamente isso que eu queria Kain! — Pegaria o cantil, observando-o como um filho recém nascido e guardando-o depois de algum tempo, assentiria na direção do lutador, com uma larga expressão de apreensão. — Caralho! você é muito bom! sim! vou querer minha armadura, deixa eu explicar, bem, deixa eu explicar como quero. — Ele chegava a ficar até um pouco ansioso com o que estava por vir, se Kain era capaz de fazer um cantil daquela qualidade, uma armadura feita por ele não só traria estilo como incrementaria e muito a força do wrestler.

Ele coçaria o queixo, pensativo, precisava chegar a uma conclusão própria sobre como iria explicar para o psicotico a forma perfeita que ele queria sua armadura.

Hmmm — Entreolharia Kain e o velho ferreiro sentado.— Tá difícil sabe?! — Apertaria os dentes, e continuaria a pensar, por curiosidade ele permaneceria encarando o velho ferreiro, até que uma dúvida surgiria em sua cabeça, ele não conseguiria segurar. — Ei velho, o que tá acontecendo ali na praça? — A quantidade massiva de pessoas que ele tinha visto na praça chamaram sua atenção, era inegável que um showman como Joe amava uma boa multidão para prestigiar sua força e técnica inigualável, saber o motivo pelo qual tantas pessoas estavam reunidas que não fosse para vê-lo era um tanto quanto interessante.

Após a resposta do velho, Sins concordaria com a cabeça, seus olhos brilhariam novamente, a ideia tinha vindo em sua cabeça. — JÁ SEI KAIN!!!!

Ele daria um soco com o punho direito, acertaria a palma esquerda e faria um som de baque, a ideia tinha fluído por seu cérebro tão rápido quanto uma faísca saindo de um pedaço de pederneira. — Não entendo muito de forja, mas acho que se você fizesse com placas mais finas e maleáveis ficaria perfeito, por cima poderia colocar algum tecido, preferivelmente vermelho, nos cotovelos, punhos, joelhos e pés, regiões mais contundentes, preciso que seja um pouco mais reforçado, dessa forma, vou conseguir aplicar golpes mais poderosos também, no geral, precisa ser maleável para não travar meus movimentos, só isso.

Armadura - (É a vermelha):

Ergueria o polegar direito, esperando que Kain começasse, caso ele disse-se que não conseguiria fazer aquele tipo de trabalho ali, Sins franziria as sobrancelhas. — Droga, que merda, por que não? precisa de mais materiais? acho que conseguimos comprar umas coisas do vovô aí, compramos e levamos pro navio, lá você pode forjar, não pode?

Caso Kain concordasse, Joe abriria um sorrisão, acenaria positivamente com a cabeça. — Perfeito! lista o que nós vamos precisar então, eu pago!

As coisas esquentariam muito em breve, quando Joe tivesse sua armadura especial ele seria muito mais impactante do que antes, e para ele, um bom combate começa com um bom estilo.

TO BE CONTINUED.



Joe Sins
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Ganhos:
Concussão média na cabeça (Precisa de tratamento: ~ 02 turnos de descanso);

Perdas:
~ Hematomas no corpo (3/3 Post) (sem necessidade de tratamento)
~ Hematomas (1 turnos sem luta) (Cureido)

OBJETIVOS:
1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Um npc acompanhante.
4. Uma armadura (você vai entender)
5. Um bom barco.
6. Suprimentos para a viagem.
Blindao
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Narração
Aventura


~~ Boris ~~

Após observar os navios que o velho detinha, Boris começava a negociar com o senhor de forma a tentar extorquir alguma vantagem do idoso. O mesmo começava a ouvir o rapaz enquanto começava a tirar tatu do nariz. – Capitão quem? O velho diria arqueando uma de suas sobrancelhas. – Nunca ouvir falar. Diferente do pirralho do Hazar, esse sim tinha culhões. O homem diria de forma normal, não se importando com a relevância da informação que havia dito. Talvez até houvesse passado despercebido pelo tritão, mas sem dúvidas por Boris não.

A proposta de Skalovski era bastante atrativa e bem generosa. Entretanto, barganhar com um homem na idade deste a sua frente era o mesmo que tentar idolatrar a morte. – Yhahahaha. Esse foi boa, muito boa. Minha época já passou, e já esqueci o nome de tantos piratas que ousaram dizer o mesmo que você. Mas admiro homens com culhões! O idoso então bebia mais um pouco de sua garrafa. – Mas usar o nome de minha falecida mulher até que é uma proposta boa. Ele diria ao coçar o queixo de forma intrigada com a súbita presença de Boris.

– Vamos fazer assim então, mancebo... eu lhe dou 2 milhões de desconto se autenticar o nome de minha esposa no navio! Ela se chamava Herja, a devastadora! Ele expressava um rosto nostálgico e admirador pela sua falecida mulher. – Agora não espere eu baixar mais que isso... agora sobre sua petulância em dizer que ousará me roubar, vá em frente... eu sou velho e inútil numa luta, mas meu filho, bom... ele pode resolver esse tipo de problema. Mas se quiser descobrir se terá êxito ou não, aí é contigo. Ele finalizava de falar logo finalizando a garrafa de álcool e jogando-a fora.

Do seu bolso o idoso puxava um documento, este por sinal, era a matriz do navio cuja servia para explicar em desenho o formato do interior completo do navio. Se assim Skalovski aceitasse, poderia dar o dinheiro e apanhar o documento; ou roubar tudo do velho e tentar a sorte, ainda que sua trupe não estivesse todos juntos, era uma possibilidade.

Navio Herja:

~~ Viola ~~

Enquanto isso, Viola havia ido até a loja de armas ao qual havia recebido uma tarefa em troca de um desconto. Como já estava noite, apenas uma pequena luz estava acessa. Normalmente os estabelecimentos já haveriam fechado algum tempo, principalmente após tanta rebuliço entre pirata e marinha que já estava correndo por toda parte; que envolvia até mesmo Altamira. Entretanto, a garota que esperava ansiosamente pelo seu irmão, após contratar Viola, ainda estava acordada e esperando por notícias.

A giganta logo ao chegar, notava a garota abrindo a porta e com suas mãos unidas uma na outra, olhava com olhos esperançosos de ver seu irmão como sempre; mesmo ferido, machucado, pelo menos vivo. Contudo, a noticia de Viola deixava a garota em espanto e chorando demasiadamente.

Dado alguns minutos em choro, o pesar da enorme mulher ainda que confuso diante as leis dos humanos, era sincero de alguma forma; ainda que não fosse o carrasco causador da morte do irmão da vendedora, pelo menos a guilhotina Viola havia sido, em razão de suas ações, ainda que se fundassem em ajudar sua tripulação.

– *Sniff. *Sniff. Tudo bem, você tentou pelo menos, mas eu sabia que isso uma hora aconteceria. Eu avisei e avisei tantas vezes, mas ele sempre era impulsivo. Eu vou lhe ajudar, assim como você me ajudou. Lhe farei um desconto na arma. A garota então traria o enorme chicote em um carrinho que servia para amenizar a força para puxar a arma. – Lhe venderei por 1 milhão de berrys, eles servirão para dar um enterro digno ao meu irmão, assim quando encontrarem ele. Ela terminava de dizer ao entregar a arma e apanhar o dinheiro. – Se me der licença... Ela terminava de dizer e logo fechava a porta sem dar mais assunto, enquanto Altamira poderia ouvir o profundo choro da garota dentro da loja.

A giganta não entendia bem as leis humanas, mesmo vivendo a bastante tempo entre eles. De qualquer forma, para ela a morte era algo natural, típico e bastante comum. Afinal, sua divindade era imortal. Viola então já traçava seus próximos passos e estava buscando aprender sobre costurar, ainda que naquele horário e naquele momento fossem bastante estranhos para tal pensamento.

De qualquer forma, Altamira estava diante a loja com céu escuro e só alguns mendigos e bêbados passando pelas ruas, pois, o evento de antes em Logue haveria terminado. Principalmente pelo fato da marinha agora estar fazendo varredura por diversas partes. Seja sorte, ou destino, ainda não havia avistado a enorme mulher; o que era até incomum. Enfim, a guerreira estava agora com sua arma que tanto desejava anteriormente. Se ela quisesse aprender alguma coisa aquela hora e momento não era o ideal para isso, mas por sorte ou destino, havia uma velha anciã na esquina com um pano no chão e alguns objetos nele, enquanto tricotava uma lã bastante branca.

~~ Sins ~~

Do outro lado da cidade, Joe e Kain havia adentrado em uma forjaria. Kain haveria feito um cantil belo e bastante útil para seu novo capitão, enquanto Joe se encantava com o objeto construído para ele. Ainda que fosse útil, o lutador desejava uma armadura para que pudesse vestir e desfrutar ainda mais de seu estilo de luta em suas batalhas.

Logo a atenção de Joe era atraída pela movimentação da rua, questionando em algum momento o velho na forja. – Sei lá, isso aí é sempre assim. Deve ser a marinha mandando as pessoas voltarem para suas casas. Ele diria brevemente, não ligando muito para qualquer coisa fora de sua forja. Além de estar apreciando bastante o trabalho de Kain, ainda que não dissesse com palavras, seus olhos diziam por si só.

Uma epifania viria na mente de Joe que logo explicaria exatamente o tipo de armadura que seria apropriada a ele. – Oh, oh. Tô ligado mano, acho que já sei como fazer isso. Growl diria já empunhando o martelo e organizando os matérias necessários. – Ei! Vocês vão pagar por isso, não vão? São meus matérias, afinal.[/color] O dono da forja diria, ainda que tranquilo com tudo aquilo.

Kain então viria tirar as medidas de Sins e juntar alguns materiais para começar a criar seu projeto. Dado algum tempo, Kain forjaria a armadura que seria composta por couro, metal leve, malha e reforçada com borracha. O uniforme era leve, mas bastante útil para mobilidade e certa resistência. Era um trabalho bastante simples, em termos de complexidade, mas moldado especificamente a Joe.

Mais algumas horas se passariam, até que a roupa ficaria pronta. – Uffa! Tâ na mão, parça! Ele diria ao mostrar para Sins a leve armadura em tom vermelho, preto e prata. – Usei a liberdade para criar um ar meio selvagem nela, como pode ver, tem umas paradas de ferocidade nos traços da armadura. Kain diria como se imaginasse Joe uma besta indomável.

Durante o tempo que Sins analisaria e experimentaria a armadura, logo algumas vozes se manifestaria na rua até algumas batidas na porta serem ouvidas por todos na forja. – Senhor? Aqui é a marinha! Poderia abrir a porta? Estamos buscando alguns criminosos que deram fuga. Então o dono da forja olharia para Kain e Sins, um pouco desconfiado com eles. Mas a pergunta era... o que eles fariam a seguir?


Histórico Boris:

Histórico Viola:

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Última edição por Blindao em Seg Maio 02, 2022 7:54 pm, editado 1 vez(es)

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Acordo


Ao melhor estilo doutor estranho, Boris veio barganhar e usando seus conhecimentos recém-adquiridos ele encontrou o ponto de influência no homem da melhor idade conseguindo assim obter uma vantagem na negociação. O objeto de troca não tinha valor real para a tripulação, afinal, o nome de um barco dificilmente era algo importante, a não ser que fosse construído com um material superior, por um carpinteiro famoso ou pilotado por alguém influente. Herja só tinha uma dessas três opções em seu destino: ser a embarcação do maior bando pirata que esse mundo ainda não viu, Wolhaiksong.

A possibilidade de uma aquisição hostil foi mal recebida pelo idoso que respondeu apontando a existência de um descendente cuja confiança o permitia se tranquilizar diante de ameaças. O loiro desconhecia tal ser, mas sentiu não ser uma ameaça vazia. Quem seria aquele homem? Pensou enquanto imaginava uma boa luta entre lâminas, contudo, as chances de ser um espadachim eram mínimas e preferiu ignorar o desejo pessoal momentaneamente e focar no que era importante para o bando.

É, meu querido… Por mais que o senhor tenha me tentado com essa possibilidade… — Passou a mão esquerda pelo cabo da katana como se estivesse acariciando-a. — Acredito que a melhor opção para ambas as partes é fechar esse acordo. Nós teremos um barco com um nome poderoso e o senhor levará a honra de uma pessoa querida para os mares.  

O navegador pegaria um cigarro e o isqueiro em seu bolso, acendendo lentamente enquanto deixava suas palavras ecoarem pelo coração do vendedor e daria uma tragada profunda, portando o fumo entre os dedos da mão canhota, garantindo assim a liberdade da mão destra caso precise atuar emergencialmente. Não bastava ter bons reflexos, prontidão era a capacidade de estar sempre atento e preparado, característica esta que necessitava de atenção aos detalhes e proatividade. Em seguida, levaria a mão direita para apertar a mão do vendedor e fechar negócio, entregando a quantia estipulada. Por fim, levaria os suprimentos comprados e faria uma vistoria junto ao carpinteiro para que o tal avaliasse a necessidade de reparos enquanto o piloto faria a limpeza da embarcação. Sim, o loiro pegaria panos, baldes e vassouras para dar um trato no veículo do bando. Daria o seu melhor para fazê-lo o mais depressa possível e se Jones não tivesse manutenções para realizar, solicitaria a sua ajuda para agilizar a limpeza o mais depressa possível de modo a poder recepcionar os nakamas em um navio limpo e de dar orgulho.

Boris Skalovsk:

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Perfeito! — Sins ignoraria os arredores momentaneamente, ele iria até a armadura e avaliaria ela, em silêncio, seus olhos brilhariam, ele caminharia na direção do dono, colocaria as mãos nos bolsos, e em um gesto inútil "contaria" o dinheiro, colocando toda a quantia que tinha em mãos ao lado do homem. — Ei está, diga para eles que tem clientes — Ele voltaria a ignorar os arredores, mesmo com o chamado dos marinheiros, voltaria até a armadura e avaliaria ela, assentiria. — Vou colocá-la! — Um sorriso selvagem estamparia seu rosto, ele agarraria sua nova roupa de combate e começaria a colocá-la, pacientemente.  — Kain, se encherem o saco segure eles por algum tempo — Se concentraria no que estava fazendo, afinal, ele nunca tinha usado algo parecido antes então precisava entender como funcionava primeiro, colocaria por cima de sua roupa, sem se importar muito.

Caso os marinheiros entrassem no lugar de maneira que parecesse "ameaçadora", Joe suspiraria, ele já tinha ficado com Kain por tempo o suficiente para sentir sua energia de lutador, ele sabia que, aquele garoto não era nem um pouco normal, era bem perigoso diga-se de passagem, incomodar Joe era um erro, ele e Kain então, um pecado.

Continuaria vestindo-se, despreocupadamente, deixaria que Kain cuidasse da situação, se algum deles fosse capaz de passar pelo garoto e avançasse na direção de Sins, o wrestler apenas avaliaria o alvo de baixo para cima rapidamente, ele queria interpretar de que forma seria atacado, antes de poder reagir. Perna, braço, espada, faca, pistola... Ele entenderia que tipo de arma seu adversário utilizaria, pela lógica, utilizar uma arma em um lugar fechado como aqueles poderia até ser uma boa ideia, mas diante de ameaças que ultrapassavam o senso comum, ainda mais em um lugar pouco espaçoso, aquilo tornaria seus adversários presas ainda mais fáceis, não transformaria ele em um completo inútil no combate a curta distância, mas se ele precisava de uma arma, significava que seu combate a curta distância não era lá essas coisas para começo de conversa.

Se ele apontasse a arma na direção do wrestler, Joe daria um sorriso selvagem e continuaria vestindo-se.  — Você é um bom atirador? — Diria, caso a resposta fosse positiva, Joe assentiria. — Bom, deve fazer isso a bastante tempo então. — Ele continuaria vestindo-se. — Lembre-se do que acontece depois que você puxar esse gatilho. — Seus olhos deslizariam suavemente pela sala, ele analisaria os objetos mais próximos.

***

A marinha era uma organização gigantesca, além de uma vantagem, isso também é uma desvantagem enorme, afinal, quanto maior a organização, maior a dificuldade de se manter um controle de sua qualidade operacional, e de filtro em filtro, patente em patente, quanto mais se descia, mais marinheiros se encontrava e mais simples e fracos eles também se tornam, levando em consideração que a maior parte da força são de soldados rasos, aqueles homens ali muito provavelmente não seriam muito experientes.

Uma expressão ameaçadora vazaria de Joe assim que ele terminasse de vestir sua roupa de combate, isso é, se ele conseguisse.

Sins sabia que ao menor movimento brusco, o tiro sairia, então, ele faria exatamente o que seu adversário queria, ele se moveria vagarosamente para a frente e logo em seguida se abaixaria o mais rápido que conseguisse, ele queria aproveitar o intervalo entre um disparo e outro, que era muito curto, portanto, sua memória muscular precisaria estar em dia, ao abaixar-se ele enviaria um chute rasteiro contra o tornozelo do alvo, era uma tentativa de derrubá-lo com força, se ele caísse, Joe rolaria no chão, ficaria de cócoras e saltaria, efetuando um salto mortal para a frente e caindo com todo o peso e pressão do golpe contra o torso do adversário.

"ROLLING THUNDER!"

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 5 DisloyalNegligibleAllensbigearedbat-max-1mb

Se o adversário tentasse atirar enquanto ele estivesse se vestindo, Sins não hesitaria, ele tentaria jogar o corpo para trás de uma mesa o quão rápido conseguisse, para ser capaz de escapar dos disparos, logo em seguida, usaria as pernas para arremessar a mesa com força na direção do adversário, abusaria de sua força descomunal.

Entretanto, se o seu adversário fosse um combatente físico desarmado, Sins avaliaria a distância entre os dois, assim que o alvo chegasse ao alcance de seu punho, ele iria desferir um Jab concentrado, na tentativa de acertar o centro da garganta do adversário, um golpe na garganta pode impedir alguém de gritar por alguns segundos, não só isso, como, apesar da dor e da sensação estranha, o golpe também da um certo "delay" no alvo que o recebe, uma sensação esquisita e desconfortável, semelhante a um golpe no plexo solar, porém mais aguda.

Sins usaria esse tempo precioso ao seu favor e lançaria a perna direita em um chute reto contra o estômago do alvo logo em seguida, uma tentativa de desestabiliza-lo e fazer ele curvar-se.

Joe saltaria, agarraria o pescoço do alvo e usaria o peso do próprio corpo e sua força física descomunal para força-lo contra o chão com toda a potência possível, soltando-o logo em seguida, criando um efeito de mola e uma tensão gigantesca na região de seu pescoço.

"STUNNER!"

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Entretanto, se não houvesse confusão alguma, Joe simplesmente continuaria vestindo sua roupa e logo em seguida deixaria o lugar, na direção do porto.

TO BE CONTINUED.



Joe Sins
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