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Relembrando a primeira mensagem :

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Piratas Joe Sins, Boris Skalovski e Viola Altamira. A qual não possui narrador definido.

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Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 3 WN4Utd7


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Here we go again



Dizem que as tecelãs do destino nunca terminavam seja lá o que estivessem confeccionando, mas mantinha sempre na cabeça a imagem final do que queriam para não se perderem em meio ao trabalho, como um serviço interminável idealizado por alguém que sabe exatamente o que quer, mas não o que fazer para chegar lá. Aparentemente, a tecelã responsável pelo fio do destino que tracejam o caminho de Viola estava de bom humor no dia de hoje, fazendo com que a gigante encontrasse uma loja assim que saía do beco. ”Humpf… Mais fácil do que pensei. Porque eu não notei essa loja antes? Acho que estava distraída demais com… Bom, não importa. Se esgueirava pela loja, tentando se ajeitar naquele curto espaço interno. ”Mas que inferno! Esses humanos não sabem que devem fazer sempre lugares que caibam todo tipo de ser? Até uma deusa como eu? Tsk! Levemente irritada, ficava no local do jeito que podia e a cabia.

-Bom dia mortal. Ah… Eu poderia dizer que já estou acostumada, mas na verdade não. Continuo estranhando essa mania de vocês de fazerem estabelecimentos que só caibam gente igual… Enfim, também espero que os produtos sejam melhores que o local. Um chicote, por gentileza. De preferência resistente o suficiente para suportar uma deusa, kikiki.

Apesar de ter chegado irritada pelo local, acabava finalizando sua fala com uma leve risada, nada fora do comum para a histérica e seu turbilhão de emoções. Caso a moça respondesse que não tinha nada que servia para ele, prosseguiria com o diálogo de forma diferente. -Tsk! E ainda me disse que os produtos são bons. Bom, quem fez todas essas armas? Você deve ter um ferreiro por aqui, não? Me leve a ele, um profissional especializado deve ser capaz de fazer algo para mim, mesmo sendo apenas um mortal. Responderia, fazendo uma cara de poucos amigos enquanto girava a mão com um sinal de “anda logo”. Não é que a gigante fosse sem educação, pelo contrário, costumava ser bastante gentil(De sua forma) com as pessoas que não conhecia ainda. Era só a frustração de sua busca infrutífera anterior e o fato de estar desconfortável no local que a fazia agir desta forma.

”Mas essa mortal não tem nada com isso, né? Bom, não que eu devesse me importar com ela, afinal, tudo que eu fizer ela deveria apenas aceitar, mas…

Por um momento, a consciência de Viola parecia pesar por tratar daquele jeito a mulher que só estava ali fazendo seu trabalho, logo, suspirou, fechando os olhos e sorrindo, mudando seu tom de voz com sua voz melódica para algo bem mais confortante e calmo, como uma mãe que tenta consolar um filho. -Olha, humana… Se pareceu que eu estava tentando te tratar de forma rude, não era o caso. Apenas fui infeliz no começo do meu dia, mas não era nada direcionado a você diretamente… Desviaria o olhar para um dos cantos, desculpar-se não era o forte da grandona. Se a mulher respondesse seu pedido de desculpas, apenas sorriria em resposta. ”Hmm. Interações com esses mortais são bem mais simples do que minha memória me fez acreditar… Aparentemente desculpas realmente significa algo para eles. Interessante. Tirando suas próprias conclusões sobre o cotidiano humano e suas relações, seguiria a moça caso ela lhe indicasse até o ferreiro ou, caso fosse ela mesma quem tivesse feito as armas em exposição, esperaria pela resposta sobre ela ser capaz de fazer um chicote para a chicoteadora. Todavia, de seja lá qual forma ela conseguisse obter o chicote, questionaria o preço a vendedora. -Bom, posso ver o item? Quero saber se vale a pena por esse valor. Sem ofensas ao seu trabalho, só quero que meu dinheiro seja bem gasto… Aparentemente vocês dão bastante valor a isso. Viola não poderia ligar menos para questões monetárias, mas nem por isso ignorava o valor que aquilo tinha para aqueles mortais, logo, por mais que para ela não fosse nada, por saber o valor para eles, ela acabava tomando mais cuidado vez ou outra, apesar de ser ocasiões mais raras como essa.

”Eles tem tantas riquezas… Frutas, minérios, animais, árvores, ervas, até o próprio ar que respiram! Mas continuam insistindo nessa ideia bizarra de que um pedaço de papel deve ser seu bem mais valioso… As vezes parece que eles não evoluíram nenhum pouco.

Novamente em suas reflexões analíticas sobre o cotidiano humano, colocava-se a pensar a gigante. Claro, tem toda uma história e razão do porque o papel ter sido adotado como moeda de troca, mas Viola definitivamente não pesquisaria e nem tinha interesse no momento em saber disso.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

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A pancada seca serviu como um desfibrilador para a mente do Wrestler, o sentimento da dor que suavemente cumprimentava seu rosto fez com que ele sentisse um leve gosto de ferro em sua boca, o fato de seu adversário ter o atacado de surpresa fez com que ele sentisse uma certa raiva, é claro que ele muito provavelmente faria o mesmo, entretanto, fazia muito tempo que ele não tinha uma batalha, entre aspas, justa. — Entendi, no estaleiro não é? —  A voz áspera e grossa do grandioso ressoaria em uma estranha calma, para ser sincero, apenas o fato de seu adversário ter se equipado com um equipamento tão medíocre quanto socos ingleses.

Sins daria uma ultima golada na sua cerveja. — Arr, delícia... — Ele procuraria pelo responsável do lugar, sorriria. — Vou tentar não destruir seu estabelecimento, não precisa chamar a marinha, estou de bom humor.

Joe era um homem definitivamente extravagante, suas técnicas eram refinadas e belas aos seus próprios olhos, e o exagero de seus movimentos costumava chamar atenção de todas as pessoas que o assistiam, tal qual sua postura exuberante e corpo bem definido, mas acima de tudo, Sins é um homem com um senso estratégico incomum, para coisas banais ele não costumava pensar estrategicamente, entretanto, assim que entrava em combate sua mente observava todas as variáveis e procurava por uma forma de derrotar o seu adversário.

Ele levantaria da cadeira, um sorriso selvagem se formaria em seu rosto, ele viraria na direção de seu adversário, encarando-o com uma expressão ameaçadora. — Não preciso perguntar se está pronto, imagino.

Sins caminharia calmamente na direção do adversário, nada além de sua expressão ameaçadora levantaria agressividade na direção do alvo, desde o começo ele já havia decidido que desceria o cacete naquele homem, cedo ou tarde, de qualquer forma seus olhos avaliariam a situação, o cenário, possíveis obstáculos, mesas, veria se eram presas no chão ou soltas, de quatro pernas, etc..

Elas poderiam servir de armas, apesar de ele não querer destruir completamente um bar como fez da ultima vez, ele se manteria minimamente controlado até que conseguissem cumprir seus objetivos, alias, ele não sabia por quanto tempo iria aguentar até explodir, talvez liberar a sua vontade naquela batalha fosse a melhor coisa a se fazer, ou então, sabe-se lá quando ele detonaria toda Loguetown.

Sua visão focaria os braços do alvo, sua guarda, a mão dominante de pugilistas a priori posicionam-se no fundo de sua guarda, o braço mais forte geralmente é abusado no uso de cruzados bem posicionados, olharia para as pernas também, se o homem utilizasse botas de combate ele tomaria um pouco mais de atenção aos seus pés do que o normal, se fossem só botas comuns ele ignoraria á partir dali, tendo em vista que ele armou os punhos, aquelas definitivamente eram suas armas mais poderosas.

Estava decidido, aquilo precisava ser rápido, ele se aproximaria, já avaliando o alcance do adversário com sua guarda, quando estivesse quase tocando seus punhos, avançaria com sua prontidão de maneira esmagadora, respiraria fundo e entraria em seu estado de foco total, imaginou que ele atacaria assim que estivesse entrando em sua guarda, quando o fizesse, realizaria uma esquiva, avançaria para dentro de sua guarda, lançando a perna direita como um gancho entre as do adversário, caso ele tentasse recuar para trás para abrir distância, Sins usaria a perna direita como um gancho, colocando-a por entre as suas pernas e fazendo com que ela se tornasse um obstáculo, se o alvo tropeça-se, avançaria em sua direção, enviaria um direto contra sua garganta, impedido que ele gritasse e desviando seu foco, aguentaria os socos que fossem desferidos por ele, apesar de achar difícil que ele fosse capaz de golpear um alvo tão próximo, aproveitaria da perna já posicionada para aplicar-lhe uma joelhada contra os testículos, uma dor excruciante e que também poderia tirar seu foco do perigo real, seus punhos, principalmente o esquerdo, que cruzaria um ar com um gancho contra a têmpora do homem, um nocaute rápido e limpo, e é claro, surpreendente.

Entretanto, se o alvo conseguisse recuar antes de ele preparar o movimento, Joe avançaria como um demônio, esperaria que ele tentasse golpeá-lo e então aproveitaria da prontidão para efetuar uma esquiva pela direita, um dash rápido, seguido de um giro no próprio eixo com seu corpo, agarraria o alvo pela cintura e o lançaria para trás com brutalidade, arregaçando sua cabeça contra o chão do bar.

"GERMAN SUPLEX!"

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 3 Tumblr_mbpjlsongl1qduuq6o1_500

Caso o alvo fosse finalizado por alguma das sequências de Joe ele se levantaria, suspiraria ao observar o adversário arregaçado no chão, caminharia até o balcão e daria uma piscadela para o responsável. — Me vê uma cerveja para a viagem amigo, vou partir.

CONTINUA.



Joe Sins
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Ganhos:



Perdas:

OBJETIVOS:
1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
4. Um npc acompanhante.
5. Uma armadura (você vai entender)
6. Um bom barco.
7. Suprimentos para a viagem.
Arthur Lancaster
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- Post 08 -


Ж


Boris

A luta esfriava um pouco deixando a plateia que em outro momento ria, agora estavam mais desanimados, quase bravos vaiando aquela demora de resposta do homem loiro. O tritão ficava um pouco constrangido por isso, quase como se seus olhos dissessem "Não conheço esse cara". Afinal você estava parado pensando enquanto o tempo passava.

Quando enfim se levantava, uns bruscos movimentos eram feitos colocando o nariz no lugar, e ainda a cena só piorava com o tecido rasgado que enfaixava seu rosto. - Lutem logo parem de enrolar. - Uma mulher com uma garrafa de bebida gritava aborrecida com a situação da luta.

Seu oponente por sua vez se mantém quase imovél, ele não procurava encaixar golpes sem sentido, já havia metido sua força ao lhe bater, o que resultava em dois lutadores parados esperando cada um se manifestar dando reinicio ao combate.

Sua finta era feita, e por antes você ter sido descuidado ao ficar sem defender ele não imaginava que você iria fingir por isso o chute era completado com sucesso, mas diferente de você que seu ponto principal era agilidade, o dele era força bruta e ele não demonstrava tanta dor em receber seu chute, e em seguida ele lhe dava um empurrão que o derrubava novamente.

- Você é melhor do que imaginava, lute pra valer ou vai continuar caindo no chão. - Ele esbravejava e a plateia voltava a ficar animada.


Viola

- Hahaha é que não costumamos receber grandes presenças como a sua nobre deusa. - A moça entrava na onda, mas claramente achando isso comico, embora para quem realmente acreditasse em mitologia pudesse parecer que ela realmente estava concordando com a ideia. - Temos sim minha deusa.

Alguns chicotes eram lhe apresentados, para que você pudesse escolher o que melhor lhe agradasse. - Esses são os melhores da região. - Ela trazia com certa dificuldade os mesmos pelo tamanho e peso desproporcionais para a humana. - Pode testar, ali nos fundos existe um local apropriado para tal.

Joe

Além do loiro, o capitão do bando também já estava começando a causar problemas pela cidade. - Lutas são comuns por aqui rapaz, mas acredite em mim se não pagar a conta e os gastos causados pela luta garanto que a marinha irá atrás de você. - O Dono do estabelecimento sorria enquanto pegava uma bebida para apreciar a luta.

- Vai dar uma de bonzinho agora? - Seu oponente sorria de forma sagaz. - Venha vamos lutar.

Em uma velocidade impressionante o homem tatuado se aproximava, e antes que você pudesse reagir um gancho o pegava em cheio acertando seu queixo e o dando impacto para trás, ele saia de seu alcance por um breve momento, e então quando você voltava a si, ele avançava novamente, mas dessa vez seu golpe era caixado o derrubando no chão.

- Agora as coisas estão melhorando. - Ele começava a gargalhar enquanto se levantava, preparando para o próximo round.



Joe:

Boris:

Viola:





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Ficha

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Bim sala bim

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Battle Shonen


A luta começa para valer. Diferente da atitude impulsiva e suja de antes, o oponente agora mantinha uma postura mais calma e focada. Seria ele capaz de avaliar um adversário com um soco desprevenido? Pensou Boris ainda confuso sobre a mudança súbita de hábitos do lutador, mas ele não tinha tempo para pensar muito. O público começava a se irritar e a torcida que já não tinha simpatia por ele agora estava contra. Nesse tipo de combate com espectadores, ter a atenção e apoio da maioria era fundamental para conseguir um gás motivacional extra.

Sob os protestos de uma fêmea, Skalovski avançou executando uma finta seguido de um golpe direto. Mesmo atingindo em cheio e pegando-o de surpresa, parecia que seu golpe não tinha força o bastante para causar-lhe dano. Para completar, foi arremessado ao chão com um empurrão, jogando o loiro no chão onde estava pouco tempo atrás. Novamente as memórias de seu treinamento com o avô tomavam conta e ele se lembrava das incontáveis surras sofridas, afinal enfrentar um sobrevivente de guerras não era fácil e seus golpes eram como pedradas enquanto seu corpo era duro igual uma árvore. Aquele treinamento serviu para lhe dar ferramentas

- Você é melhor do que imaginava, lute pra valer ou vai continuar caindo no chão. - Disse o bronco com um certo desdém, atiçando a plateia. Entretanto, esta atitude acabou mexendo com o lado destemido e ameaçador de Boris.

Com quem você pensa que está falando?


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Usando suas habilidades com Ameaça, o espadachim mudava completamente de postura. O olhar descontraído e preguiçoso de antes dava lugar à uma expressão assassina e aterrorizante. Não havia mais margem para erros, sua prontidão falhou em reconhecer a importância do combate e agora estava pagando com sua honra. Sua vaidade não permitia isso acontecer. Ele se ajeitava batendo na roupa e a ajeitando rapidamente antes de voltar para o combate. Dessa vez, seus membros superiores estavam relaxados com as mãos na altura da cintura totalmente desprotegido, contudo, seu olhar continuava fixo e confiante como se fosse capaz de ver a alma de seu oponente. Era hora de mostrar quem era o futuro maior espadachim desses mares!

Não morra!

Usando de sua agilidade e executando dashs, Boris começaria uma sequência de ataques rápidos iniciados por um jab, um direto e em seguida um salto onde efetuava um chute descendente mirando a têmpora do alvo. Caso ele esquivasse, assim que o acrobata tocasse o solo efetuaria uma “estrelinha” com o apoio das mãos onde atacaria novamente com chutes descendentes imprevisíveis. Se ele contra atacasse à qualquer momento, usaria de sua Prontidão para absorver o golpe recebido defletindo-o seja com o próprio corpo - ao recuar para diminuir o impacto - ou esquivando com jogo de pés e tronco já contra atacando com joelhada ou chute ascendentes mirando o plexo ou o queixo dependendo da proximidade com o alvo.

Durante todo o combate seu rosto pareceria o de uma cobra assassina, totalmente focada em seu alvo, esperando a mínima abertura para efetuar o bote. Na hipótese de haver uma troca prolongada de golpes e revides, usaria de seu melhor atributo para atacar mais vezes mirando pontos estratégicos como nariz, queixo, têmpora, pescoço, plexo e costelas laterais. Havia também a hipótese de receber golpes de terceiros, nesse caso, só poderia contar com o instinto - a famosa intuição - para tentar perceber quem estaria mais propenso a ser covarde o suficiente para o ato e esquivar com dashs rápidos.

Boris Skalovsk:

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Godly test



Para sua surpresa, a loja de fato tinha armamento para uma “deusa” e isso deixava a gigante contente, analisando os chicotes a sua frente e escolhendo um que parecesse mais resistente. ”Hmm… Acho que esse irá servir. Após sua escolha, a moça respondia a gigante da forma que ela mais gostava, por mais que para ela fosse cômico, para Viola aquilo era exatamente como gostava de ser tratada, o que deixava seu ego inflado, mais do que já era.

”Me pergunto quem é o ferreiro responsável por esses itens… Para alguém que não está acostumado com pessoas grandiosas como eu, eles até que tem bastante coisa… Será que ele(a) chegou a conhecer algum outro deus?

Ponderava a chicoteadora, imaginando que quem quer que havia confeccionado os itens ali pudesse ter tido um encontro anterior com gigantes devido aos itens apresentados. -Certo, vou fazer um teste rápido e já retorno, mortal. Respondeu a atendente, indo até o local indicado para testes. Chegando lá, Viola tomaria o item em mãos, fazendo um movimento curto de mão sem muita força, apenas para esticar toda a extensão do chicote, deixando a “corda” completamente estendida para facilitar. ”Ok, o tamanho parece ser ideal. Vamos ver se ainda me lembro… Como já tinha certo tempo que não mexia com aquele tipo de armas, fecharia os olhos por alguns instantes, inspirando fundo todo ar que pudesse, executando movimento curtos novamente, apenas para sentir o peso do chicote e deixar cravado em sua mente toda as características do item, peso, extensão, flexibilidade, um ritual comum da deusa para adaptar-se ao item novo. -Vamos lá! Após gravar as características do chicote em sua mente, começaria o teste de fato, puxando o braço esquerdo para trás com bastante força e parando buscamente o braço para que a inercia exercesse seu poder e o resto do chicote vinhesse devido ao movimento contínuo e, quando o mesmo tivesse passado completamente o corpo de Viola, voltaria com um movimento de meia-lua verticalmente, passando por cima de sua cabeça e deixando o chicote “estalar” no processo, como um grupo de bro’s utilizando toalhas molhadas para machucar um ao outro no banho dos campeões. Quando ouvisse o “estalo” do chicote junto ao chão, daria continuidade ao movimento com uma graciosidade natural daquele estilo de combate, girando seu corpo em torno dela mesma para que o item fizesse uma espécie de “tornado” logo acima de sua cabeça, lembrando bastante uma cobra enrolada antes de um bote.

-Agora!

Quando o chicote estivesse girando completamente em cima de sua cabeça, traria o item de uma vez só para o chão, mas dessa vez invés de estalar apenas a ponta como fez anteriormente, faria com que toda a extensão do item tocasse o chão, abaixando seu corpo no processo para que isso fosse possível ao abrir levemente as pernas no processo. -Hoho… Parece que ainda me lembro bem de como manusear isso aqui… De fato, digno de uma Deusa! Caso a atendente estivesse por perto, prosseguiria sua fala, caso não, voltaria até a recepção para falar com ela. -Um item fascinante, humana! Vou levar. Quanto é? Questionaria a deusa, satisfeita após seu breve teste. Caso tivesse o valor necessário, daria sem pestanejar, como dito anteriormente, ela não ligava tanto assim para dinheiro, desde que fosse bem gasto, o que era o caso. Se o item fosse mais caro que suas economias salvas, levaria uma das mãos até o queixo, ponderando sobre o que fazer. -Hmm… Parece que não tenho recursos suficientes para a aquisição deste item, mortal. Vocês aceitam algum outro tipo de pagamento além do valor monetário? Uma deusa como eu certamente pode lhe ajudar em algo, kikiki. Também tenho conhecimentos médico, então posso tratar de algum enfermo para ajudar no valor, caso tenha algum conhecido passando por dificuldades. Diria a atendente. Todavia, se o valor estivesse dentro de seu orçamento, apenas sorriria e guardaria o item na lateral da cintura, retornando a rua. Se o pagamento tivesse sido efetuado e estivesse de volta às ruas, seu próximo destino era indefinido, portanto, ficaria parada por alguns instantes no meio da rua, com ambas as mãos na cintura.

”Agora, o que fazer… Não quero me envolver em picuinhas mortais junto com o loiro e Sins provavelmente deve estar caçando confusão em algum boteco… Ah!

Desinteressada no caos que seus companheiros provavelmente estariam causando, a gigante subitamente tinha uma ideia para satisfazer seu tédio. ”Quando nos reencontrarmos eles provavelmente estarão enfermos… Melhor me preparar.” Seu próximo objetivo então seria conseguir suprimentos médicos para exercer seu ofício. ”N-n-não é como se estivessem me preocupando com aqueles d-dois. Só não quero ter que gastar meu tempo fazendo o funeral d-deles, é isso! Novamente, tentando convencer a si mesma de que aquilo tinha um motivo diferente do que um puro e simples zelo por seus novos companheiros, seguiria a deusa tentando encontrar um hospital próximo, da mesma forma que a anterior, tentaria utilizar de sua estatura e audição aguçada para identificar onde pudesse estar o local, olhando placas e afins. Caso não tivesse frutos desse jeito, questionaria a algum transeunte. -Mortal, diga-me… Onde fica o hospital mais próximo? caso o alvo de sua pergunta não soubesse, seguiria até o próximo, tentando obter sua resposta enquanto continuaria utilizando de sua estatura e audição no processo. Caso obtivesse as direções, seguiria nela até o hospital.

Legenda
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”Pensamento”

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Melhorando?! — Sins suspirou, ele estalaria os dedos das mãos e avaliaria o alvo enquanto se erguia, mostrando benevolência, afinal, ele poderia simplesmente atacá-lo ali e finalizar aquilo tudo, na verdade, a habilidade de seu adversário não era nada além de entediante, depois de tantos inimigos excêntricos que ele tinha enfrentado, aquele parecia, bem comum. — Muito bem. — Seu sorriso selvagem brotou, depois de tocar alguns golpes com seu adversário ele já tinha absoluta certeza de que era um pugilista, avançaria na direção dele com os braços erguidos como os de um cheetah, esperaria que ele retaliasse, é claro, se tentasse ele abusaria de sua prontidão, mas não para desviar do golpe, e sim sofrê-lo, deixaria que o soco invadisse sua guarda aberta, aguardaria o timing certo, afinal, boxeadores normalmente puxam o braço após um golpe bem executado, geralmente para tentar amenizar ao máximo possível os efeitos da ação e reação em seus corpos, seus braços se transformariam em serpentes, e cruzariam o ar durante o movimento alheio, agarrariam seu braço e o apertariam com uma força tremenda Joe giraria o corpo no próprio eixo logo em seguida e tentaria girar o braço junto consigo, desta forma, desestabilizando o equilíbrio do adversário, ele saltaria e lançaria o joelho direito como uma lança contra o antebraço do alvo com toda a potência que conseguisse, na tentativa de desabilitá-lo.

Tendo êxito, ou não, Sins saltaria com um back flip e jogaria ambos os pés em uma voadora contra o torso do alvo, na tentativa de desequilibrá-lo para trás, aproveitaria-se do movimento para se afastar um pouco do alvo e cairia de pé, encarando-o com uma expressão séria. — Certo.. — Afastaria o braço esquerdo horizontalmente do corpo e fecharia o punho, focando sua atenção mais do que cem por cento em seu adversário, quase como se os arredores ficassem completamente borrados, e os sons emitidos por transeuntes, clientes e outras pessoas do bar fosse completamente engolido apenas pelas sua própria intenção, acabar com seu inimigo.

Clothesline... — A voz anormalmente baixa soaria, seus olhos bestiais fitariam os do adversário, quase que como entregando-lhe uma sentença de morte. — From... — Ficaria mais alta, ele flexionaria levemente os joelhos, seu pé esquerdo iria alguns centímetros para trás, preparando-se para avançar.

HELLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL! — Gritaria repentinamente, abusaria da prontidão para avançar com toda a velocidade que encontrasse, se lançaria na direção do adversário e usaria o braço como um chicote, impactando-o por completo contra o pescoço do adversário, na tentativa de destroça-lo por completo.

"CLOTHESLINE FROM HELL!"

服  地  獄

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 3 Ba4a4fb5e4d5b63b53c9e651e1b66d7518aaba7f_hq

Caso tivesse êxito, Sins se afastaria, ele caminharia na direção do balcão e pegaria o copo onde estivera tomando cerveja antes, verificaria se ainda havia algum resto de líquido e se houvesse tomaria um ultimo gole, ele recolocaria o copo sobre o balcão e fitaria o responsável pelo lugar. — Ele perdeu, nada mais justo do que ele pagar essa conta, não concorda. — Ele daria um sorriso selvagem, se o outro o enchesse por um pouco mais, era bem provável que ele também desse um cacete nele. — Eu gostei da bebida desse lugar, em breve retorno para comprar mais

Se viraria e caminharia na direção da porta, retirando-se do lugar.

CONTINUA.

Clothesline From Hell!:
Nome:CLOTHESLINE FROM HELL! - 服  地  獄
Rank: 1
Descrição:
Essa técnica é uma demonstração de toda a brutalidade de Joe, ele da um pisão no chão e se concentra no alvo, perdendo quase que completamente as noções dos seus arredores, arranca na direção do alvo de uma única vez, atingindo sua velocidade máxima quase que instantaneamente, posiciona o braço esquerdo para trás e em seguida o joga para a frente com toda a brutalidade possível, tentando acertar uma braçada brutal contra o pescoço do adversário e arremessá-lo para trás com o impacto.

Componentes: Wrestlemaniac (EDC), Briga, Prontidão.
Requisitos: Joe precisa focar quase que cem porcento da sua atenção no alvo da habilidade, adquirindo um aspecto de "visão de túnel" específica de animais no topo da cadeia alimentar, que só são capazes de ver as suas "presas", chegando a ignorar a visão periférica e a audição, apenas para atacar aquele alvo.
Penalidades: Joe tem toda a sua atenção focada no alvo da habilidade, o que o impede de reagir aos golpes recebidos durante o uso da habilidade, se o alvo evadir a habilidade ou porventura Joe venha a errar ou ficar impossibilitado de finalizá-la em meio ao movimento ele ainda assim perde a stamina, entretanto, se ele sequer não for capaz de iniciá-la não perde nada.
Dano: Força +10%.
Stamina: 60.

Joe Sins
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- Hematoma na cabeça (0/3 - posts)
- Soco no queixo (0/5 - posts)


Perdas:

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1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
4. Um npc acompanhante.
5. Uma armadura (você vai entender)
6. Um bom barco.
7. Suprimentos para a viagem.
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Ж


Boris

O espadachim sem espada mudava para uma postura séria e com sede de sangue, seu oponente por sua vez ficava impressionado até mesmo com um pouco de medo em seu olhar, mas nada muito chamativo.

Então uma série longa de golpes eram aplicados no grandalhão, que diferente do que poderia se imaginar ele se deixava levar os golpes e por sua grande constituição eles o faziam algum estrago mas ele conseguia resistir bem, mesmo que não poderia continuar assim por muito tempo.

A visão de um amador, o grandalhão tinha se acorvadado e temia sua postura assassina e agora a luta pendia ao seu lado, mas para um olhar mais crítico, poderia notar que de fato o lutador de artes marciais havia se assustado com a postura e por respeito a isso decidia montar uma estratégia que se baseava em se acostumar com a agilidade e golpes de seu oponente a fim de saber os momentos futuros para revidar e isso já estava praticamente pronto, se você não seguisse com esse estilo de golpes provavelmente no primeiro contra ataque o rumo da luta iria mudar.

Viola

Dentre os inúmeros estilos de luta adotados por um número mais incontável ainda, o estilo utilizando um chicote era para alguns um dos mais belos, manusear daquela maneira era arte você dançava com aquela arma deixando tudo mais belo, o uso era incrível e a arma era sem dúvidas compatível com seu uso.

- Não vendemos aqui armas gastas, além disso por conta de seu tamanho ser bem maior que o comum ela é um pouco mais cara do que as demais. - Ela comentava enquanto lhe informava. - Vai sair por B$ 600.000.

Ela olhava meia triste por você não ter dinheiro o suficiente, isso por que sua demonstração havia sido excepcional. - Bem íamos contratar uma carroça para levar algumas armas até o porto, mas com sua força imagino eu que poderá levá-las até lá, aí com um desconto você leva a arma para você o que acha?

Joe

A luta por mais que se parecesse lhe parecesse entediante, as coisas ainda não haviam acabado, e mesmo que com sua confiança e selvageria havia aflorado seu oponente também estava empolgado.

Ele pegava uma garrafa de bebida e lhe surpreendia em vez de tentar lhe atacar com golpes comuns de boxe, e em uma rápida investida ele o acertava com a garrafa na lateral de sua cabeça, por sorte não havia lhe cortado mas lhe deixava um pouco atordoado.

Embora tivesse sido golpeado, sua recuperação era boa a ponto de conseguir encaixar uma técnica poderosa em seu oponente, mesmo ele conseguindo colocar um braço a frente do seu braço diminuindo o impacto em seu pescoço, ele voava quebrando outra mesa do bar.

- Nananinão. - O homem cospia sangue ao chão, mas mesmo assim se levantava apesar de claramente não aguentar mais um round. - Você me prometeu uma bebida, não é o homem o suficiente para pagar suas dívidas? - Para qualquer um com orgulho isso era uma afronta das grandes.

E nesse momento icônico, antes que você pudesse reagir, uma mulher loira entrava no bar já com uma garrafa na mão. - Aí velhote me serve o de sempre! Faturei uma grana esmurrando uns palhaços. - Ela esbravejava e logo percebia o que acontecia, e como em um susto ao te reconhecer ela se aproximava. - Ei seu bostinha, eu lembro de você, já lutamos antes!






Joe:

Boris:

Viola:





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Ficha

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Clímax


O combate alcançava um ritmo contagiante. A sequência de golpes desferidos por Boris conquistou a plateia mudando a moral dos espectadores a seu favor. Pela primeira vez, o loiro possuía torcedores desejando seu sucesso e isso alimentava a sua vaidade em bons níveis, dando-lhe um gás motivacional excelente nesse ponto da luta. Entretanto, o espadachim sem espada também foi capaz de sentir a ineficiência de seus golpes e a dúvida tomava conta de seus pensamentos.

"Água mole em pedra dura ou explorador?"

Ponderava as possibilidades presentes no momento. Deveria insistir na repetição e vencer pelo cansaço ao acertar os mesmos locais ou abrir mão dessa tática e buscar um novo caminho? A situação não era das melhores e se escolhesse errado poderia lhe custar o combate, preço este que não estava disposto a pagar pelo bem de sua tripulação. Perder uma luta não o afetaria pois não estava portando uma lâmina, então sua vaidade não deveria afetada. Entretanto, enquanto os seus nakamas fossem afetados diretamente por sua derrota, não havia como perder. Jamais perderia e daria o seu máximo até a morte. Aquele brutamontes não conhecia a força de vontade do futuro melhor espadachim do mundo, porém, estava prestes a testemunhar.

Ajoelhe-se, lixo!

O olhar mortal daria as caras novamente, contudo, havia algo a mais. O ambidestro o ameaçava com veemência, contudo, havia um objetivo ainda mais profundo: ele estava provocando o lutador. Por mais que o oponente fosse um cara focado, havia uma plateia observando e ele claramente se importava com a opinião alheia, algo visto em seu primeiro soco, o qual fez a moral ficar ao seu favor. Não há como saber quem é a pessoa ao bater nela sem avisos. Isso era típico de gente baixa e inferior. Manter agora uma postura conservadora e analítica só potencializava a imagem de alguém tão vaidoso quanto o navegador e disso ele entendia muito bem. Logo, ofendê-lo na frente de todos o afetaria ao ponto de desestabilizar e criar novas brechas.

Buscando atingir o seu objetivo, Skalovisk o atacaria com o mesmo padrão de antes, todavia, seria uma finta. Um ataque falso para forçar o adversário a contra atacar e nesse momento ele efetuaria seu ataque real. Tal ação só funcionária devido às condições atuais estarem bem encaixadas. O público estava ao seu favor, o oponente estava numa postura defensiva conservadora e o imediato o diminuiu na frente de todos os presentes. Logo, bastava atacar no mesmo ritmo de antes, fintando no final para forçar um ataque adversário e assim poder revidar na abertura criada.

Efetuaria um direto com a mão destra e caso consiga a abertura esperada, revidaria imediatamente com um chute ascendente mirando o queixo do oponente visando nocautear. Se o oponente encurtasse a distância ou não fosse cabível o chute, iria desferir um gancho com a canhota também mirando o queixo. Na hipótese do oponente permanecer inabalável e não criar aberturas, efetuaria mais uma finta dessa vez alternando para um cruzado com a canhota e completaria a ação de três movimentos com um chute baixo na lateral do joelho - ao melhor estilo José Aldo - visando minar sua resistência e dificultar sua mobilidade.

Na hipótese de ser atacado, usaria seus reflexos e capacidade reativa (Prontidão) para esquivar e contra atacar com chute alto mirando a têmpora do oponente. Havia a possibilidade de ser atingido, caso ocorra, usaria seu bom controle corpóreo para mover-se na mesma direção do golpe recebido diminuindo seu impacto ao ir com ele. Boris sabia que a força de seu inimigo não deveria ser subestimada. Mas sua velocidade também não e abusaria dela para obter sucesso em seus golpes. Na hipótese de sair vitorioso, diria aos presentes. — E então? Vai ser em notas de mil ou moedas de ouro?  

Boris Skalovsk:

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Favor Flav



A gigante ponderava por uns instantes, pensando na proposta de moça quanto ao desconto, não encontrando nada de estranho, logo, decidiu aceitar. -Claro, não estou fazendo nada no momento e tenho tempo livre mesmo… Me indica onde estão essas caixas, cuidarei disso para você, humana. Respondeu a atendente com um sorriso no rosto. Para alguns, pirata era justamente sobre a liberdade de fazer o que quiser sem se preocupar com as consequências e, em boa parte das coisas, a divindade gigante vivia por isso, mas não era do tipo de menosprezar o trabalho alheio, julgar sim, como faz com tudo relacionado a mortais e humanos, mas não menosprezar. ”Seja lá quem tenha feito aquele chicote, se esforçou pra isso… Não é porque foi feito possivelmente por um mortal que eu deva julgar logo de cara. Trovão me mostrou isso. Bom… Hora de conseguir um desconto. Dirigir-se-ia então na direção onde fosse indicada as caixas, a tomando em mãos de forma que coubesse o maior número possível de caixas, empilhando um item sobre outro se fosse preciso para que não atrapalhasse sua visão. -Onde ou com quem exatamente no porto eu devo deixar essas caixas? Questionaria, já com os itens em mãos. Obtendo uma resposta, seguiria na direção do local, uma vez que havia aportado por ali há pouco tempo, provavelmente ainda se lembrava do caminho de volta.

”Estranho… Eles levam armas em carroças até o porto? Esses mortais são burros ou o quê? A chance de ocorrer algum incidente carregando esse tipo de item é enorme, principalmente de furto.”

Refletia a gigante, questionando o estabelecimento no qual se encontrava e, principalmente, a confiança infundada que a atendente depositava na deusa. ”Quem garante a ela que eu não vá simplesmente sair daqui com uma caixa de arma invés de pegar apenas um chicote? Tsk. Como era naturalmente desconfiada a qualquer um que não fosse ela mesma, várias questões apontavam na cabeça da chicoteadora. Uma dessas possibilidades é a de que aquilo fosse algum tipo de armação para ela, mas a atendente não pareceu ser o tipo de pessoa que armaria algo do tipo e, principalmente, o que ganhariam armando para ela? Viola nem sequer tinha algo de valor contigo além da trovão e, qualquer um que tentasse tirar o item dela teria problemas, bastante problemas.

”Onde ou com quem eu tenho que deixar isso mesmo?”

Enquanto se perdia em pensamentos, esquecia por um momento onde/quem no porto ela deveria deixar os itens, se lembrando logo em seguida após seus devaneios e, reafirmando o destino mentalmente para ela mesma. Caso chegasse até o porto sem problemas, iria ao local ou pessoa que deveria receber os itens, entregando a(s) caixa(s). -Uma humana na loja de armas me pediu para deixar isso aqui. Diria, sem muita cerimônia, ao destinatário de sua fala. Caso a pessoa lhe entregasse algo como comprovação da entrega ou algo do tipo, tomaria o item em mãos, agradecendo com um gesto positivo com a cabeça. Caso tudo tivesse certo, voltaria então até a loja, efetuando o pagamento já com desconto pelo chicote. -Isso era tudo, certo? Aqui está o valor. Agradeço pelo desconto, mortal. Tomarei conta do seu pós-vida quando partir e chegar ao plano superior. Entregaria também o comprovante de entrega recebido anteriormente, caso tivessem lhe entregado um e se despediria da moça com um joinha com a mão esquerda ao sair da loja, enrolando o chicote e o deixando pendurado na cintura. Como ainda estava atrás de suprimentos médicos, voltaria até a loja brevemente, questionando sobre direções a atendente. -Uma última coisa, humana… Você saberia me dizer onde fica o hospital mais próximo? Ou algum lugar que eu consiga suprimentos médicos. Como ela possivelmente era moradora da ilha já a algum tempo, provavelmente conseguiria uma resposta da mesma. Tendo uma resposta, agradeceria com um aceno de cabeça e seguiria na direção indicada.

Todavia, caso durante o trajeto até o porto acontecesse algo, como por exemplo, alguém tentando obter as caixas que estavam em posse de Viola, ela gentilmente colocaria as caixas a seu lado, tomando sua arma em mãos. -Péssimo dia para provocar a fúria divina, criaturas patéticas. Diria cerrando os dentes para os potenciais agressores. Não tomaria nenhuma ação de imediato, pois buscava observar primeiro potenciais estilos de combate e armamentos dos meliantes antes de ir para a agressão. Além do mais, precisava ficar de olho nas caixas, então deixaria que vinhessem até ela para não precisar sair de perto dos itens.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

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Rockhouse





Eu?! — Joe cuspiria no chão, apesar do desconforto que lhe acometia naquele instante ele permanecia em condições de pensar. — Você também disse que teríamos uma luta, e o que tivemos foi um massacre. — Olharia de cima para o adversário, todavia colocaria a mão esquerda em um dos bolsos, tiraria alguns berries e colocaria sobre o balcão. — Da próxima vez que nos encontrarmos é melhor você estar mais forte, não vou pegar leve. —  Apertaria os olhos, ele claramente estava ignorando a mulher por alguns instantes, mas Joe não se importava com isso, ele viraria na direção dela logo em seguida, seu antebraço deslizaria sobre o rosto, na tentativa de limpá-lo da bebida. — Você?

O wrestler estalaria os dedos das mãos, ele olharia de canto na direção do responsável pelo bar. — Tem algum jeito de me conseguir um barril de cerveja? — Voltaria as atenções a mulher e abriria um sorriso. — Não lembro de termos nos enfrentado antes, acho que devo ter vencido... — A selvageria surgiria em seu pico novamente, Joe não ligava para uma boa confusão, na verdade, isso mantinha ele vivo, ofender um ou outro, não se importava, avaliaria a figura de cima a baixo, curioso pelo fato de lhe abordar tão efusivamente, se ela realmente tinha o enfrentado, levando em consideração que ele não lembrava dela, muito provavelmente ele tinha criado uma marca profunda em sua mente, derrotando-a.

De onde nos conhecemos? — Ele perguntaria e respiraria profundamente.

Naquele momento ele queria focar suas atenções para tentar recuperar o máximo possível de foco, desta forma estando em bom estado para um próximo conflito, que é claro se dependesse de Joe Sins, aconteceria.

Se por acaso a figura feminina tentasse atacá-lo, ele instintivamente daria um passo para trás, esperaria que ela entrasse no alcance de sua perna e saltaria, lançando ambos os pés contra seu torso, uma tentativa de parar seu ímpeto e lançá-la para trás.

"DROP KICK!"

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 3 AcclaimedPopularBobcat-size_restricted

Utilizaria do tempo que conseguiria após o golpe para recuperar um pouco o seu foco, para desta forma voltar com tudo no round dois do possível combate, se ela não tomasse ação ofensiva alguma ele apenas esperaria pacientemente para ver o que ela iria dizer.




CONTINUA.



Joe Sins
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Vício:03/10
Compulsão:02/10

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Surrados:1? - EM BREVE COMEÇAMOS OS TRABALHOS!


Ganhos:
- Hematoma na cabeça (0/3 - posts)
- Soco no queixo (0/5 - posts)


Perdas:

OBJETIVOS:
1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
4. Um npc acompanhante.
5. Uma armadura (você vai entender)
6. Um bom barco.
7. Suprimentos para a viagem.
Blindao
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Narração
Aventura


~~ Boris ~~

A batalha entre Boris e seu adversário começava a animar o povo que lá estava assistindo, apesar de que o humor mudava tão rápido quanto um peixe na água. De qualquer forma, a expressão do espadachim emanava uma selvageria latente, que pouco era expelida. – Ei, ei! Que cara de bicho-papão é essa?! O oponente diria saltitando um pouco, ainda que uma gota de suor escorresse em seu rosto.

A ameaça do espadachim marcial havia levemente surtido efeito, deixando seu oponente agora mais na defensiva do que ofensiva. Tanto é que, apesar de ser um lutador especializado, Boris estava dando bastante trabalho para o adversário. Muitos achariam que um espadachim não optaria por trocar socos, mas diferente de muitos, Boris era um artista marcial bastante apto, versátil e destemido.

O avanço, trilhado por Dashs, permitirá a rápida aproximação. Entretanto, os ataques providos por Boris eram defendidos, ainda que com certo esforço, por parte de seu oponente. Entretanto, da mesma forma que seu oponente conseguirá defender com maestria, Skalovski também refletia os golpes através de suas defesas, tornando uma luta sem danos, mas incrivelmente intensa e envolvente. – Uhhhullll!! É isso aí! Mais! Lutem mais! A plateia estava começando a ficar eufórica ao tempo que os combatentes emanavam mais calor de seus corpos e suavam em demasia.

Todavia, chegaria ao ponto de que era mais o espirito e a força de vontade do que habilidade ou poder. Boris prevalecia com mesmo semblante, diferente de seu oponente que estava ficando mais cansado e percebendo a fera a sua frente. – Tsc. Seu merda, vamos acabar com isso de uma vez! Ele rugia, porém, seja por a fúria momentânea ou intuição, o espadachim marcial acertava golpes em pontos vitais como têmpora, queixo e plexo. Logo seu oponente viria a cair para trás sentindo o impacto e sendo nocauteado.

A plateia queria mais! Tanto que até mesmo xingavam o oponente caído no chão, enquanto outros aplaudiam e gritavam elogios para o loiro. Skalovski estava com sua respiração turbulenta, mas perceberia que o motivo havia lhe dado a vitória do confronto.

~~ Viola & Joe~~

Enquanto isso algumas milhas de distância, Viola estava admirada com os equipamentos e armamentos da loja de Shells Town. Realmente encontrar itens para os gigantes era o mesmo que encontrar uma agulha no palheiro, pelo menos nos Blues. Entretanto, não era como se fosse impossível, só haveria um valor mais... elevado.

- Moça? Você não vai... A vendedora diria enquanto notava que a enorme mulher estava prestes a fazer um Teste Driver com o chicote. Os estalos do chicote eram devastadores, por sorte ou habilidade, não destruíam nada na volta. No entanto, as movimentações criavam fluxos intensos de ar ao qual atrapalhava os habitantes da ilha; que logicamente não falavam nada. Afinal de contas, quem em sã consciência gostaria de ser o alvo daquele monstruoso chicote e sua portadora.

Após terminar sua avaliação, a enorme mulher notava que o chicote era um bom item para se comprar e perguntava o preço. – Ehh, são 1.250.000 ฿S mil berris, pois, para o seu tamanho só tem esse tipo especifico de chicote. Entretanto, Altamira não detinha todo valor, porém, a jovem gigante tentava barganhar com a vendedora. – Bem... na verdade tem sim! A atendente diria enquanto olhava para os lados um pouco suspeita. – O meu irmão tem mania de lutar contra desconhecidos, provavelmente ele já deve ter arrumado confusão por aí. Se puder encontra-lo... e ajudar com seus ferimentos, eu posso lhe dar um desconto. Ela sorria expressando gentileza, ainda que com um pouco de ansiedade por parte do seu irmão.

A giganta poderia aceitar e logo descobrir que o irmão da vendedora seria o mesmo que estaria trocando golpes com Joe. Tal fato é, Sins estava ainda confrontando o oponente. A troca de golpes agora era mais severa e exibia o talento de lutador para com seu estilo de luta especializado. Joe era atingido por alguns socos, mas nada em comparação a seus ataques que infligiam e acumulavam danos contra o seu adversário.

Mas só quando utilizou uma de suas técnicas que seria o fim do embate, pois, a debandada em alta velocidade do atleta atingia em cheio e mandava seu rival para longe. O oponente colidia entre alguns barris e telhas até se chocar contra a parede e bater sua cabeça. Ele suspirava e gemia, podendo logo perceber que não havia morrido, seja por sorte ou compaixão de Sins. Todavia, o estado do rapaz era bastante grave.

Algumas pessoas ficavam horrorizadas com que havia acontecido, inclusive, alguns adolescentes corriam para chamar a marinha após seus pais pedirem. Afinal de contas, esse tipo de luta em publico não era costume em Shells Town; exceto quando piratas enfrentavam a marinha. O que talvez logo poderia ser o caso, se Joe viajasse no patê.

Histórico Boris:

Histórico Viola:

Histórico Joe:

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Victory


O combate encontrou seu ponto alto e ambos lutadores pareciam dar o melhor de si. O orgulho ditava o ritmo e o grande vencedor daquela luta eram as pessoas que estavam ali apreciando e aproveitando o esforço e a técnica dos participantes. O loiro atlético ou o moreno maromba. Para o primeiro, enfrentar aquele artista era como enfrentar o seu próprio capitão. Se tivessem continuado a luta no primeiro encontro deles, o resultado seria o mesmo? Eram exatamente idênticos com a diferença singela no estilo de luta onde Joe era mais caótico e imprevisível e essa previsibilidade foi a causa principal no resultado final.

Tsc. Seu merda, vamos acabar com isso de uma vez!

Já está acabado!

Uma nova troca de golpes foi desferida e após muito suor e sangue, somente um ficou de pé. Skalovski era o vencedor! O embate foi duro, mas ele tinha 8 milhões e 3 motivos para vencer. Precisava dos oito milhões para os três companheiros terem ainda mais estabilidade para a próxima viagem. Uma surra simples era um preço baixo em comparação ao bem estar dos nakamas. Este era Boris, um verdadeiro pai para os que estão ao seu lado.

Bem… Quero minha grana e um isqueiro…  

Puxaria um cigarro de seu maço, colocando-o entre os dedos indicador e médio da mão esquerda oferecendo-o aos presentes para que alguém se voluntarie e acenda o tabaco. O mecanismo antiestresse cairia bem após uma situação tão incômoda e complexa. Cair no braço não era algo saudável, mas acrescentar dinheiro na equação só piorava a cena. Logo, um bom trago traria o relaxamento necessário para baixar seus batimentos cardíacos e iniciar o processo de descanso e recuperação necessários.


Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 3 Bor2


E então, Jones… O que achou? Mais divertido do que tomar banho de suco gástrico?  

Caso alguém oferecesse fogo para acender, aceitaria e já tragaria profundamente sem hesitar. Estava de bom humor e mexia um pouco com o companheiro tritão, embora quem estivesse presente e ouvisse o comentário fosse incapaz de entender o comentário. Se alguém lhe oferecesse algo mais, também aceitaria desde que sentisse ser algo positivo. Por fim, faltava receber o prêmio do combate, o qual era merecido e esperado. Havia a possibilidade de recusarem o pagamento, situação que não agradaria o navegador pois ainda tinha coisas a fazer antes de reencontrar os companheiros e seu olhar assassino voltaria a aparecer caso este cenário acontecesse. O espadachim sem lâmina preferia evitar um combate desnecessário até porque já estava cansado, mas se fosse necessário, voltaria a mostrar quem ele era de verdade.

Na hipótese de precisar lutar ou ser atacado - independente do motivo - voltaria a usar seus dashs familiares para esquivar e avaliar o ambiente. Precisava entender quem ou o que estava atacando e sua Prontidão natural seria bastante útil para lhe ajudar a lidar com esse problema. Protegeria também o companheiro homem peixe pois não tinha conhecimentos sobre as suas capacidades físicas ainda. Só sabia que ele era alguém determinado, mas não tinha medido suas habilidades ainda, então ficaria atento e tentaria intervir caso ele estivesse sob algum tipo de ameaça.

Boris Skalovsk:

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Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 3 SV0Tlmo
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As coisas tinham esquentado, esquentado pra caralho diga-se de passagem, como já era de costume, Sins tinha descido o cacete em seu adversário, isso acabou o desanimando um pouco, afinal, para alguém que tinha carregado certa pompa durante toda interação, um único Clothesline From Hell tinha sido o suficiente para derrubá-lo, Joe suspirou.

É isso que você chama de luta? —  Franziu as sobrancelhas e deu de ombros, apesar do sorriso, que carregava toda a confiança do capitão da Wolhaiksong, ele abriu ambos os braços, como se estivesse prestes a voar, sua voz áspera e grossa bradou, para que todos ao seu redor escutassem. — Viram isso?! Esse é o poder da Wolhaiksong!



Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 3 OA7q



O wrestler daria um sorriso selvagem, sua marca registrada, seus olhos vagariam por todos que estivessem o observando, ele avaliaria suas expressões, espanto, surpresa, desconforto, raiva, isso eram coisas comuns demais, ele não queria isso, na verdade, caçaria aquele que estivesse mais calmo diante da situação de violência que havia acabado de ocorrer, geralmente, mares calmos chamam por tempestades, desta forma, talvez ele encontrasse alguém que lhe surpreendesse como o loiro.

Se ninguém carregasse aquelas características, ele simplesmente viraria de costas, desapontado, e caminharia aleatóriamente para longe, ele sabia que faíscas de confusão, em qualquer lugar, chamavam pelos irritantes coadjuvantes de blusa azul, isso o irritava bastante, a não ser é claro que um dos peixes grandes aparecesse, talvez isso animasse um pouco o wrestler, que estava se coçando para liberar ainda mais energia, e saciar sua sede de combate.

Afinal, Joe era uma besta, uma do tipo que quanto mais lutava, melhor lutava. Ele já havia desenvolvido seu senso de sobrevivência em combate por muito tempo na Arena de Stevelty, e isso por si só já havia o transformado no que seu pai adotivo queria, uma máquina de matar, mas agora, ele não queria agradar a ninguém, só procurar a própria liberdade, a chance de voar com as próprias asas.

As imagens de Boris, Viola e Johan apareceriam em curtos flashbacks na sua mente, do momento em que ele conheceu ambos, a selvageria de seu sorriso foi aos poucos substituída por uma genuína felicidade, e de certa forma alívio.

Aquelas presenças acolhedoras eram de fato coisas que ele não tinha tido até ali, companheiro, amigos, colegas ou o que quer que seja.

Uma família… — Diria, olharia na direção dos céus, pensativo quanto ao futuro. — A chave para o poder.



Joe Sins
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Medicina para loucos



A tecelã do destino parecia novamente tecer novos caminhos para a gigante, desta vez em um que utilizasse de seu ofício. A medicina começou cedo em seus estudos quando ainda morava no casarão dos Altamira, com o tempo, passou a ser um porto seguro para a mulher, que não importa o quão turbulento fosse o mar por onde viajasse, na medicina ela poderia sempre contar, pois até então não havia falhado contigo. Em nenhum momento até ali ela havia se arrependido de ter dedicado tanto de seu tempo para tal ofício e, novamente, colhia os frutos de sua dedicação. -Adora entrar em confusão, huh? Parece até um certo humano que conheço… Sentindo um calafrio na espinha após dizer isso, alguma coisa dentro da gigante parecia lhe dizer que o destino pregaria mais uma de suas peças e de alguma forma faria Sins se encontrar com o entusiasta de confusões da loja. ”Ugh… Agora me sinto arrependida de ter me preocupado com ele instantes atrás…” Pensava a mulher, coçando a testa já sabendo o que lhe esperava. -Tudo bem, procurarei por seu irmão e o trarei de volta para cá para ser tratado… Não tenho suprimentos médicos contigo e, considerando que você sabe o quanto ele gosta de se machucar, deve ter alguns por aqui, certo, mortal? Questionaria antes de sair do local em busca do tal irmão. -Ah! Já ia me esquecendo… Qual o nome do seu irmão, humana?

”Certo, se eu fosse procurar por um mortal parecido com o Sins…Só seguir o barulho de bagunça.”

Com essa estratégia em mente e caso a moça tivesse dito o nome de seu familiar para Viola, tentaria focar primeiro em sua audição aguçada, tentando escutar qualquer possível indicação de briga/confusão ou qualquer coisa parecida onde o tal homem pudesse estar. Se ela fosse capaz de ouvir o grito de Sins após o combate, apenas suspiraria. ”*Sigh*... Porque eu sabia que isso aconteceria?... Seu pensamento anterior parecia estar correto, Sins de fato havia se encontrado com o irmão da moça, apesar de Viola ainda não saber disso, claro, então ela ainda precisaria confirmar que aquele era o dito cujo. Seguiria na direção do barulho e tomaria o homem com as mãos, se ainda estivesse consciente, explicaria que sua irmã está preocupado e pediria para retornar com ela, caso estivesse apagado, apenas o pegaria em suas gigantescas mãos com cuidado para que não quebrasse alguma coisa e retornaria a loja de armas. Todavia, caso não ouvisse o grito anterior de Sins (Que ele colocou no post dele) por qualquer motivo, ainda se manteria atento a qualquer barulho de confusão e vagaria por perto, gritando o nome do rapaz ou olhando para as pessoas tentando identificar alguém que fosse parecido com a atendente, afinal, eram irmãos, então teriam alguma semelhança biológica. Se tudo falhasse, não restaria nada além de buscar ajuda com outros, situação que a orgulhosa deusa menos gostava, afinal, era estranho para uma deusa precisar da ajuda de meros mortais.

”Tsk. Porcaria de ilha gigantesca…”

Tentando achar um culpado pela sua incompetência, culparia o tamanho da ilha por não encontrar o rapaz, o que na cabeça da gigante era a desculpa menos nociva a seu ego inflado. -Com licença, mortal, você conhece alguém com o nome de [insira aqui o nome do irmão dela] o irmão da atendente da loja de armas? Se a resposta fosse positiva, iria na direção indicada, se não, prosseguiria questionando outros transeuntes até que obtivesse uma resposta, sentido uma agulhada em seu orgulho toda vez que precisava perguntar a alguém novamente.

Se a gigante chegasse até o local e conseguisse notar Sins por lá, uma pomposa veia saltaria em sua testa. ”Porque eu estou acompanhando esse humano mesmo? Ele é mais caótico que um apocalipse! Vou até comentar com Loki depois para esquecer Surtur, é só jogar esse mortal no meio de Asgard que vai causar mais catástrofe que qualquer entidade mística! Ugh! Puta pelas suas escolhas sobre quem seguir, mas ainda nutrindo um carinho cada vez maior pelo rapaz, aproximar-se-ia dele. -Oy! Foi você quem machucou esse aqui?! Eu preciso dele! Diria, levemente irritada. Como sempre, a histeria da chicoteadora entrava em ação novamente e de extremamente irritada ela ia para um tom calmo e sereno num piscar de olhos, quase uma reencarnação do próprio buda. Ops, não, espera… divindade errada. Acho que esse já tá em uso. Bom, a reencarnação de alguém bem calmo, prosseguindo. -A irmã deste mortal disse que me daria um desconto caso eu cuide dele… Vou retornar a loja, vê se não perde um membro até eu te encontrar novamente, ainda não estou com meus suprimentos. Utilizando inconscientemente de sua voz melodiosa, a fala sairia num tom bem suave, como uma avó dando conselho ao neto. Se, de alguma forma, conseguisse achar o irmão da moça, retornaria com ele até o local, seja acompanhando-o ou carregando em suas mãos de forma cuidadosa.

-Era este mortal ao qual se referia? Preciso analisar melhor, mas só de olhar… Acredito que ele tenha se aventurado com alguém bem mais forte desta vez.

Claro, a “deusa” apesar de acreditar ser uma divindade, não tinha nenhum poder especial, então não podia dizer qual era o estado do rapaz sem fazer uma análise melhor, portanto, tudo que podia fazer era uma varredura visual para ver ferimentos mais expostos e tentar por eles dizer qual era o estado do rapaz. -Sobre aqueles suprimentos médicos… Você tem aqui, certo? Vou precisar deles para os tratamentos. Questionaria a atendente, esperando pelos itens e, caso tivesse em posse deles, iniciaria o tratamento da melhor maneira possível, não que sua habilidade médica não fosse utilizada sempre com o máximo de esforço possível, mas dessa vez ela daria aquele 110% para conseguir o desconto.

”Pensando bem… Porque diabos estou fazendo tudo isso? Eu poderia simplesmente pegar o chicote e sair daqui, duvido muito que aquela mortal teria capacidade de me impedir…”

Enquanto estivesse tratando o rapaz, este pensamento lhe passava pela mente. ”A influência do loiro e de Sins está realmente me afetando… Estou começando a me preocupar até mesmo com humanos que nem conheço! Tsk! De fato, agora que era uma pirata, apesar da gigante não ter conhecimento de tal fato, ela poderia simplesmente assaltar o lugar e sair dali, mas algo dentro dela ia lentamente mudando, como se quisesse retornar o favor a quem havia lhe ajudado.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

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Narração
Aventura


~~ Boris ~~

A decisão da luta não seria nenhuma novidade ou surpresa para Boris, afinal, o pirata confiava em sua força e maestria marcial. Por outro lado, o oponente estava em um estado lastimável, desacordado e ferido. Seu corpo recheado de hematomas e contusões, mostravam que subestimar Skalovski era algo que jamais deveria ser feito.

Com seu cigarro em mãos e com a ajuda de seu conhecido, o tritão, Boris viria acender seu fumo. – Essa luta foi mais intensa no final do que seria esperado. Ele teria dito enquanto olhava um pouco mais as pessoas a volta. Boris papearia com seu companheiro, tal qual fornecia o fogo para saciar seu vício. – Foi uma luta bem louca! Ele esboçava um pequeno sorriso. – Por um acaso você estava dando vantagem a ele? O tritão havia ficado intrigado, pois, a força exibida no final havia alavancado exponencialmente. É como o velho ditado: tem gente que pega no tranco após uma boa surra.

A fumaça sairia do cigarro ao tempo que o trago aliviaria um pouco das dores e cansaço do pirata. Não tardou para a recompensa do lutador vir, através das mãos de um comerciante. – HYHUHUHUHU! Que espirito de gladiador, bom samaritano. Aqui está sua grana, eu fiz um bom valor com as apostas também. Se precisar de algo é só falar, fazia tempo que não lucrava tanto assim, acho que merece um bônus, mas lhe dar mais dinheiro seria ruim para os negócios. O homem portava um sorriso cordial, olhos cerrados, muitas rugas e se mostrava ser justo, sua aparência mais velha e rugas emitiam uma sagacidade e experiência de vida, talvez Skalovski pudesse aproveitar da boa vontade do negociante.

~~ Joe ~~

Enquanto isso algumas milhas de distância, Joe estava inspirado, excitado e muito animado com final do embate. A luta havia sido uma situação inesperada, entretanto, ambas as partes havia desfrutado. De qualquer forma, a pose do rapaz em meio as pessoas a volta era imponente e audaciosa. No entanto, o caos no decorrer da luta havia incitado mais a discórdia e rancor dos moradores do que prazer e admiração.

Inesperadamente, ou previsto, dependendo do ponto de vista, Sins não se acovardava diante ao pequeno grupo de marinheiros que corriam para resolver a situação. Eram alguns Soldados acompanhados de um marine cabo. – Que bagunça toda é essa? Estão lutando e colocando a vida do povo em risco? Absurdo! O marinheiro de patente maior entre o grupo indagava mostrando estar revoltado com a situação. – Renda-se agora! E venha conosco de boa vontade, senão... teremos que usar a força! O marine proferia, mas Joe virava de costa e caminharia evitando os guardas.

Logo então o grupo começava a lhe seguir até que o Cabo bradaria mais uma vez. – Escute aqui meliante! Pare aí mesmo! Ou sentirá o arrependimento no corpo após uma boa surra! Ele apontava para Joe, tal qual estava uma certa distância de alguns metros. Haviam adentrado em uma da vielas de Logutown, onde os nativos não poderiam avistar qualquer evento.


~~ Viola ~~
Alguns momentos atrás...

Antes de Joe utilizar sua técnica final, Viola aceitava a suposta missão da atendente em trazer seu irmão para tratar seus ferimentos. – Claro, tenho sim. Se puder trazer ele, melhor ainda. Ela diria com um sorriso amistoso devido a nobre essência da giganta. – É Uelliton. Muitos chamam ele de “Arruaceiro”, condiz com ele mesmo. Ela proferia meio sem jeito, mas sabia bem como seu irmão era.

Qualquer um demoraria algum tempo procurando pelo baderneiro, exceto a giganta que era dotada de um excepcional par de ouvidos. De longe ela poderia ouvir os estrondos e seguir até o conflito. A médica avistava Sins com uma pose máscula e alguns metros dele o irmão da garota. Afinal de contas, era difícil imaginar que seria outro senão ele mesmo, uma vez que sua má reputação já era do conhecido do povo.

Altamira estava algumas dezenas de metros de distância, não conseguindo ir falar com seu aliado, mas logo conseguia avistar os marinheiros seguindo seu companheiro. A giganta já sabia como Joe era, ainda que fosse sorte achar ele e o irmão da atendente da loja de armas, a situação não era das melhores. Viola poderia resgatar o homem e levar de volta para a loja sem problemas e tratar ele com os utensílios médicos básicos que a garota teria. Entretanto, teria que deixar seu aliado ser cobiçado pelos marinheiros.

Por outro lado, a giganta poderia ir em auxilio do seu camarada, deixando o irmão onde estava e arriscando a vida dele, mas conseguindo dar suporte ao companheiro. Viola confiava em Joe ao ponto de deixa-lo se virar contra o grupo de marinheiros? Ou ela confiava de que poderia deixar o homem naquelas condições e logo após ajudar seu aliado ela poderia socorrer o Arruaceiro?


Histórico Boris:

Histórico Viola:

Histórico Joe:

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