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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2]

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Sasha
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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Piratas Joe Sins, Boris Skalovski e Viola Altamira. A qual não possui narrador definido.

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Silent
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Silent
Pirata


Fvck.



A mulher ouvia a resposta do capitão e sorria, tamanha era a simplicidade daquela fatídica criatura. ”É curioso, é como se o fato dele ser tão simples o tornasse mais complexo do que aparenta, como um paradoxo existencial… Concluía consigo mesmo seu pequeno experimento social com a tripulação. O loiro não respondia sobre seu vício, diferente do capitão, ele parecia ser bem mais complexo com algumas questões e, portanto, escolheu a melhor resposta, que era não dar resposta alguma. De certa forma, ambos haviam respondido do mesmo jeito, Sins com a negação pela falta de compreensão, Boris pelo silêncio. Ouvia ainda o capitão convidar o tritão para a tripulação e não se opôs a ideia, afinal, nem sequer fazia ideia de como ela mesma havia parado ali, um alguém a mais ou a menos não faria diferença. Contudo, de todas as respostas que ouvia a de que o loiro a ajudaria com a questão do aprendizado era a que mais lhe agradou. Com os olhos brilhando pela excitação de aprender algo novo, sentou-se próximo ao navegador. Apesar do seu jeito bruto, Viola ainda era aquela garotinha curiosa que adorava explorar novos conhecimentos, a mesma que se interessou por medicina e posteriormente aprimorou-se na arte de combate bárbara.

”Hmm… Talvez seja melhor aprender isso em outro momento, sinto como se forças maiores fossem interferir no meu aprendizado caso fizesse isto aqui nesse barco… Como se tivessem motivos tolos para impedir meu avanço, logo eu, uma deusa!

Prosseguiu e buscou encostar-se contra algum lugar que desse altura para que pudesse ficar sentada com as costas apoiada, fechando os olhos, com um sorriso de satisfação no rosto e repousando ambas as mãos atrás da cabeça numa pose relaxada, buscaria dormir um pouco para tirar qualquer possível fadiga que ainda existisse em seu corpo, até lembrar da fala do tritão sobre comida e, como nunca foi de cerimônias, direcionar-se-ia até a refeição mais próxima, pegando a primeira coisa que avistasse e saboreando lentamente. Dos poucos prazeres que tinha na vida, apreciar comida era definitivamente um deles. Durante um tempo até pensou em se tornar chef, mas a medicina já ocupava boa parte de seu tempo e acabou deixando para lá depois disso. Devidamente alimentada, seguiria então para seu repouso merecido citado anteriormente. -Me acordem caso precisem de algo, vou descansar um pouco. Diria sem um alvo específico, apenas para que quem quer que tivesse ouvido lhe chamasse caso fosse preciso.

”Me pergunto se o velhote também sabia tudo isso sobre ameaça… Seus treinamentos eram uma das poucas coisas nessa vida que eu realmente me senti amendrotada… Yikes. Me arrepio só de lembrar.

Uma vaga lembrança de seu “professor” na arte da barbárie lhe vinha à cabeça, embora seu medo fosse muito provavelmente pelo estado que se encontrava após o treinamento, que por ser tão intenso sempre deixava a garota em frangalhos e não o treinamento em si. Observando a criatura marítima interagir com o grupo, a gigante fecharia novamente os olhos, deixando que o cansaço finalmente atingisse seu corpo. ”Me pergunto de onde surgiram os homem-peixe… Será que foi alguma bruxaria de Loki para provocar poseidon? Fazendo um humano se relacionar com algum peixe e dando fruto a… Bem, isso ai. Não duvidaria, aquele peralta sempre arranja um jeito de bagunçar a vida alheia.” Caso conseguisse dormir sem maiores problemas, sua mente a levaria até a cena de Loki aprontando com poseidon e ocasionalmente gerando o nascimento do primeiro homem-peixe, mas como a cena em si é algo bem perturbador, melhor deixarmos apenas para o sonho de Viola mesmo e não descrevê-la aqui.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

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Arthur Lancaster
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- Post 04 -


Ж

Os dias continuavam a voar, enquanto o pequeno barco atravessava o Mar, a chegada na ilha finalmente se aproximava, o que será que esperava para nossos protagonistas em Polestar? Mas antes disso uma proposta era feita ao curioso homem peixe.

- Juntar-se a vocês? - Ele perguntava pensativo, por conta de sua espécie não era muito comum humanos simpatizarem a esse ponto com ele. - Meio ousado querer ser o mais forte do mundo não é mesmo? - Ele coçava a bochecha indeciso.

- Mas para chegar no topo do mundo vocês precisaram de uma grande embarcação, com a melhor madeira. - Ele pegava uma das garrafas de bebida e então bebia um longo gole. - Ao topo do mundo então! - Ele sorria dessa vez, feliz pela chance que se aparecia de garantir seu sonho. - Uma pequena ilha da GrandLine, no caminho para o topo, com certeza passaremos lá.

- Claro conto sim, quem sabe com mais tempo. - Ele respondia Boris mantendo o sorriso. - As coisas vão começar a ficar mais animadas agora, afinal chegamos.

Ele ancorava o barco no porto da ilha, onde por sinal havia vários barcos característicos da marinha, o dia havia raiado não fazia muito tempo então vocês teriam o dia inteiro para desfrutar, o clima tropical a sensação térmica agradável para os praieiros de plantão, o sol estava forte mas a brisa marítima e os ventos que corriam pelo ar deixavam tudo mais agradável.



Joe:

Boris:

Viola:





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Ficha

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Bim sala bim

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Magma
Pirata
The time is Now!





Sins respirou profundamente assim que o barco atracou, ele absorveu todo aquele sentimento novo que a ilha passava com seu nariz e apreciou por alguns segundos, em silêncio. — Arrr. — Soltaria o ar pela boca, levemente relaxado, seus olhos cairiam na direção de Boris e ele perguntaria. — Loiro, do que precisamos para chegar na GrandLine? — As palavras do tritão o interessaram levemente, se ele fosse capaz de conseguir uma bebida tão boa quanto aquela ele com certeza estaria no céu, se por acaso seu companheiro Boris não tivesse a resposta ele trocaria de olhares para o tritão e faria a mesma pergunta. — Bem, você veio de lá, deve saber o que precisamos para voltar certo?

Depois de receber as respostas ele colocaria a mão no queixo, pensativo como um velho monge, o que não era comum de Joe. — Tá, precisamos conseguir isso ai então se quisermos sair de Loguetown, só saímos quando conseguirmos.

Hmm. — Ele olharia para baixo e procuraria por uma fruta ou alguma comida que ele conseguisse carregar consigo, pão, ou algo do tipo, pegaria e respiraria fundo.

Muito bem! — Sins gritaria, ele saltaria do barco na direção do porto e pisaria com força no chão.


Vou fazer turismo por Loguetown, volto para o barco em algumas horas. — Joe assentiria consigo mesmo, concordando com suas próprias palavras. — Estarei aqui no pôr do sol. — Ele diria, um sorriso selvagem apareceria em seu rosto logo em seguida. — Entretanto, se vocês ouvirem um estrondo, provavelmente serei eu. — Piscaria na direção da tripulação. — Divirtam-se!


Ele ergueria as sobrancelhas, repentinamente lembrando de algo importante. — Oh! Não esqueçam do que precisamos para chegar na GrandLine!

Antes que suas asas pudessem confrontá-lo com qualquer coisa ele daria dois pulinhos e usaria sua força e prontidão monstruosas para trotar igual um demônio para dentro da ilha, as coisas voltariam a esquentar muito em breve.

CONTINUA.



Joe Sins
PDV:12282
STA:200

Vício:02/10
Compulsão:02/10

Posts:05
Surrados:0 - EM BREVE COMEÇAMOS OS TRABALHOS!


Ganhos:



Perdas:

OBJETIVOS:
1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
4. Um npc acompanhante.
5. Uma armadura vermelha. - (Você entenderá.)
Van
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Van
Pirata

Chegada


O grupo finalmente chegou na ilha desejada e já pareciam ter sido bem recebidos, pois algumas embarcações da Marinha faziam parte da decoração no porto. O sol estava longe de se despedir, diferente de Sins que mostrava-se ansioso para explorar a ilha. Era típico dele agir de maneira inconsequente e impulsiva. Desta vez, Boris não o acompanharia pois tinha suas próprias metas. O primeiro confronto serviu para mostrar algumas fraquezas e o espadachim desejava consertá-las o mais cedo possível para ser ainda mais útil ao bando. “Um passo atrás, mas apenas para pegar impulso.” Pensou ao decidir agir por conta própria.

Então, Capitão, acredito que precisamos de uma embarcação maior porque precisamos de espaço. Diferente da Viola, eu sou um cara muito espaçoso e gosto do meu canto.   — Riu com a própria piada, posto que o tamanho da gigante era algo descomunal e uma embarcação simples não a acomodaria. — Acredito que armas e mantimentos também sejam necessários! — Encerrou com seriedade, liberando o moreno, o qual não conseguia controlar a ansiedade e partiu rapidamente.

Restando no barco, estavam Viola e o tritão. A tsundere era uma deusa imparável e dificilmente teria sua vontade controlada sem um motivo plausível, então o loiro apenas perguntaria qual seu próximo passo para ter uma noção mínima dos futuros cenários e talvez preparar-se para ajudá-la em eventuais confusões. — Ei, deusa… Quais seus planos aqui na ilha? — Caso ela perguntasse os dele, responderia com uma palavra simples “conhecimento”. Almejava aprender e melhorar ainda mais a parte mental. A parte física do bando estava bem servida, então sentia-se na obrigação de ser a parte estratégica do grupo. — E você, JoJo…   — Perguntaria os próximos passos do tritão. Sabia que o tal não poderia andar livremente sem ser incomodado, mas ao mesmo tempo não queria forçar uma proteção pois isto o faria sentir-se inferior e digno de pena. Então, evitando uma possível reação indesejada, o navegador colocaria-se na posição de inferioridade. — Se estiver com tempo livre, o que acha de me acompanhar? Aí você me conta as suas histórias. — Sentia-se como o “paizão” do bando, embora o líder fosse Joe. Entretanto, o rei do caos não tinha essa característica específica, deixando o bem estar de seu bando de lado na maior parte do tempo, por conseguinte, esse espaço era preenchido por Boris que o fazia ciente da importância dessa responsabilidade. Com o bando bem cuidado, Sins poderia agir mais livremente e ser ainda mais impactante, alcançando voos ainda maiores. Era uma relação complementar, um Yin Yang natural e perfeito.

Na hipótese de Viola e/ou Jones acompanharem o espadachim, ele caminhava lentamente pela ilha, observando os arredores, atento aos menores detalhes sem foco específico. Se encontrasse uma biblioteca pública, entraria visando buscar conhecimentos. Caso encontre alguém sofrendo ou alguma bagunça, aproximar-se-ia para entender o que se passava antes de tirar conclusões. Havia também a possibilidade de passarem perto de uma loja de armas, se o fizesse, entraria e compraria uma katana simples apenas para ter uma arma em sua posse. Se estivesse acompanhado, perguntaria ao companheiro(a) se tinha algum lugar que desejava(m) conhecer e o(s) acompanharia.

Boris Skalovsk:
Silent
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Silent
Pirata


Its a new dawn, its a new day, its a new life



A chegada em novo solo era sempre algo entusiasmante, não importando muito quem você fosse e para Viola não era diferente. Acordando do breve cochilo que teve na viagem, espreguiçar-se-ia enquanto ouvia Sins contar seus planos, não dava muita bola para a fala em si, mas sua cabeça imediatamente respondia ”Lá vem mais ferimentos para eu tratar…” Externava tal sentimento ao deixar escapar um breve suspiro, dando um tchauzinho com a mão ao capitão. -Eu não sou grande, vocês mortais que são pequenos. Respondia Viola entortando a boca ao comentário do loiro. Olharia então ao redor, percebendo os barcos da marinha a distância, o que a fazia apenas dar de ombros. ”Não é meu problema.” Concluiu, percebendo que provavelmente estavam ali apenas cumprindo seus deveres e não atrás dela, por mais que isso desse uma leve alfinetada em seu orgulho. Aproveitaria sua visão privilegiada devido a sua estatura e inspiraria o máximo de ar que conseguisse, sorrindo ao perceber que já estava em outra ilha e que lenta, mas continuamente, sua jornada ia tomando forma. O loiro a questionava novamente, fazendo a moça pensar por alguns instantes.

”Hmm… Talvez fosse uma boa aprender aquilo que tentei no barco… Deve ter alguém nessa ilha capaz de pelo menos tentar ensinar algo para uma deusa.

Voltaria sua atenção para Boris então, respondendo-o. -Bom… Acho que até mesmo uma deusa tem espaço para melhorar algumas coisas que insistem em ficarem imperfeitas. Provavelmente peguei essas imperfeições por passar tempo demais perto de vocês mortais, kikiki. Devolveria a brincadeira anterior ao loiro com esse comentário. Embora lentamente, o progresso da mulher em relação ao grupo era estável e visível. Ver alguém que sofreu nas mazelas da vida ao ponto de ter quase morrido de fome, sede, sofrido abusos psicológicos e físicos, conseguir se conectar com alguém novamente e não apenas isso, mas até começar a confiar em alguém depois disso tudo quando sua própria família havia a traído, era algo admirável. Como sempre, sem perceber devido a sua histeria, algumas lágrimas surgiam em meio a risada da garota e seu peito era preenchido por uma felicidade que a gigante tinha dificuldades em compreender.

”H-huh? O que está acontecendo? Porque estou chorando?”

Retirando a lágrima do rosto com os dedos e observando o salgado líquido em suas mãos, passava por uma confusão estranha de sentimentos. O motivo foi explicado acima, mas Viola não tinha ciência disso, assim como não tinha noção de sua própria histeria, que a fazia tão constantemente viver nessa montanha russa de sentimentos. Após alguns instantes, finalmente aparecia um eminem no canto da tela gritando Snap Back to Reality, ou pelo menos assim o leitor pode imaginar a cena e a gigante respondia o navegador. -Procurarei por alguém para me ensinar algo… Se é que encontrarei alguém corajoso o suficiente nessa ilha para ensinar uma deusa. E tudo estava de volta ao normal, com seu orgulho divino mais alto que o Empire State. -E os seus? Questionava ao homem, que respondia com “conhecimento”. -Humpf. Não temos objetivos tão distintos então… Deixarei que aproveite a companhia de sua deusa enquanto passeia pela ilha, loiro. Respondia a gigante, colocando-se atrás do navegador e rumaria ilha adentro. Seu objetivo era encontrar alguém para lhe ensinar ameaça, o que gerava um certo problema… Como diabos ela identificarei alguém que fosse bom em ameaçar os outros? A melhor escolha seria achar algum bully e tentar aprender dele, forçando-o se preciso fosse. Para isso, olharia ao redor, procurando por qualquer comoção que lhe atraísse a atenção e principalmente utilizando de sua audição aguçada para tal, tentando captar qualquer coisa que se encaixasse no que queria.

O impulso humano natural seria tentar ajudar o mais frágil numa situação dessa, pela empatia enraizada em cada um de nós, mas para uma deusa aquilo nada mais era do que uma fraqueza inexplicável, o que apenas agravou depois de conhecer Sins e Boris. ”Se aqueles dois que são mortais como vocês conseguem ser fortes, porque vocês que são iguais a eles também não podem? Não busquem implicar que sua fraqueza advém de qualquer coisa que não você mesmo… Para mim a fraqueza deles não passa de falta de esforço.” Como sempre, de sua visão “superior” de deusa, ela continuava a julgar os âmbitos da vivência humana em suas viagens, tentando entender melhor a vida daquelas criaturas tão populosas em todos os lugares desse planeta. Caso conseguisse perceber algo, apenas soltaria um -Já volto, mas não me espere. Para Boris e caminharia na direção de onde tivesse percebido a confusão.


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- Post 05 -


Ж

O surpreendente grupo de piratas, discutia um pouco sobre seus próximos movimentos, nada muito complexo que sendo bem característico de seu líder, que tinha mais interesse em uma boa luta do que qualquer outra coisa.

- Se me permite disser um barco é bem importante, esse infelizmente não sobreviveria a Reverse Mountain. - O tritão informava e logo complementava. - Boris está certo, mantimentos também são bem importantes para realizar a viagem.

As despedidas eram feitas dando liberdade para cada um seguir seu próprio caminho, mas isso não era bem o que acontecia, afinal o capitão apenas saltava para fora do barco sem um rumo certo, já os demais seguiam para o centro da cidade a procura de uma biblioteca.

Boris e Viola

- Quero conhecer o famoso estaleiro da ilha, mas vou lhe acompanhar por enquanto. - O tritão respondia enquanto caminhava com o loiro e a gigante.

O caminho de vocês era um pouco conturbado, tinha várias pessoas passando de um lado para o outro, turistas, cidadãos e até mesmo marinheiros. Mas além do grande fluxo de pessoas, nada os incomodava, podendo achar facilmente uma biblioteca local por uma placa escrita "Books Polestar".

Viola poderia perceber graças a sua envergadura alongada, que estava acontecendo alguma coisa a alguns becos dali, o que pareceria ser uma luta clandestina. Se ela se aproximasse poderia ouvir. - Apostem, Apostem vamos quem vocês acham que vai vencer? - Um homem músculo de um lado e uma garota do outro lado, além de um círculo de pessoas apostando na tal luta.

Joe

Sua caminhada pouco comum incomodava algumas pessoas durante o caminho, mas isso tinha um efeito "positivo" dependendo do ponto de vista, afinal as pessoas começavam a abrir passagem para você, pouco tempo depois você se encontrava no centro da cidade mais especificamente no centro de uma praça que tratava-se de um imenso espaço aberto onde ocorreu a execução de Hazar D. Calico




Joe:

Boris:

Viola:





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Van
Pirata

Diferenças


O grupo despediu-se brevemente e partiram em direção a ilha para conhecer e principalmente evoluir as suas habilidades, cada um do seu jeito. Jonah falou sobre seu desejo de conhecer um famoso estaleiro, mas acompanhou o restante do bando temporariamente. Boris era um homem peculiar, isto era visto em sua maneira de tratar os seres, independente de raça, credo ou aparência. Tanto a gigante quanto o tritão recebiam a mesma dose de respeito, mostrando o quão evoluído e boa gente era. Não tinha vergonha de estar acompanhado de criaturas exóticas, pelo contrário, sentia orgulho dos laços criados.

Durante a caminhada, puderam encontrar algum tipo de biblioteca, onde certamente poderiam obter informações importantes tanto sobre a ilha quanto a vida. Viola possuía oportunidades maiores pois com sua visão alcançava pontos além dos regulares. Caso ela visse algo que chamasse atenção, o loiro perguntaria o que tinha acontecido, mostrando interesse - além da curiosidade natural - na companheira.

Então, Jones… Conte para a gente… Como chegou até aqui? Quero saber com detalhes!  

O trajeto não parecia ter fim e havia bastante tempo para conversarem e se conhecerem. Se o tritão respondesse, o espadachim acenaria positivamente e faria a mesma pergunta para a tsundere. Embora tenham se conhecido há mais tempo, ainda não se conheciam. Caso alguém pergunte sobre o navegador, responderia sem hesitações, mostrando que sua vida era um livro aberto e não se incomodava com leituras.

Não sei minha origem pois tudo que conheço é meu avô. Ele me achou quando era criança e me cuidou. Ele era um marinheiro que lutou em algumas guerras, mas largou tudo quando viu que havia algo errado por trás de tantas guerras. Ele não entendia as motivações. Eu não ligo muito para isso… Cada um faz o que quer da vida, inclusive morrer por nada.  

Na hipótese da médica apontar para algum lugar, acompanharia a indicação e observaria o ambiente antes de tomar qualquer atitude. Ainda estava desarmado e preferia evitar combates no momento. Caso optassem por entrar na biblioteca, andaria por ela tentando ver o máximo possível de livros para conhecer a disposição das informações, facilitando assim a obtenção do conhecimento. Se alguém os atacasse, independente do motivo, entraria na frente da injusta agressão - mesmo que fosse para ser atingido - e tentaria acalmar a situação usando sua racionalização ao apontar que não havia motivos para brigar e que tudo poderia ser resolvido em uma conversa.
Boris Skalovsk:
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Pirata
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Sins suspiraria profundamente, ele giraria o corpo por trezentos e sessenta graus e avaliaria toda a praça, seus olhos brilhariam. — Com certeza, com certeza tem gente poderosa por aqui. — O sorriso selvagem abriu-se, seus olhos começariam a sondar a todos que estivessem passando, em qualquer lado, qualquer direção, cima, baixo, esquerda, direita, frente e trás.

Ele procuraria por qualquer pessoa que chamasse sua atenção, qualquer uma mesmo, idosa, criança, homem, mulher, tritão e todos os outros, assim que encontrasse uma pessoa sequer ele se aproximaria em passos rápidos, com o seu sorriso selvagem exposto diretamente, sua voz retumbante soaria, bem mais alto do que o necessário, o que para ele era indiferente. — Olá! — Não daria chance de resposta ao alvo, continuaria. — Onde fica o bar mais próximo? estou louco para tomar uma cerveja! — Esperaria pela resposta do alvo e logo em seguida assentiria. — Tá, por que não aproveitamos e você me guia até lá e me mostra a ilha? te pago uma cerveja, quer dizer, se você quiser não é. — Sins estalaria os dedos das mãos e esperaria pela resposta, se o alvo o acompanhasse ele assentiria suavemente e então diria. — Certo, vamos lá! — Esperaria que ele liderasse e então o acompanharia.

Se por acaso a figura se negasse a acompanhá-lo ele daria de ombros. — Tudo bem, eu só estava pensando que você poderia ser alguém interessante de se conversar, que seja. — Se viraria e caminharia na direção que lhe tivera sido indicada, entretanto, pararia antes de se afastar de fato do alvo, olharia sobre o ombro e diria. — Mas é melhor não se esquecer do meu nome, Joe Sins. —  Ele voltaria a caminhar, o tom de sua voz só aumentaria vagarosamente, provavelmente chamando atenção de outros transeuntes. — Ou está do meu lado, ou vai apanhar para mim no futuro.

Em ambos os casos caminharia na direção que lhe tivera sido indicada, e se o alvo em primeiro lugar sequer soubesse onde existia uma taverna ele apenas o ignoraria á partir dali, uma pessoa respeitosa sabe onde fica o bar mais próximo, procuraria outra pessoa que lhe interessasse e faria as mesmas perguntas.

Seu objetivo final acima de tudo era encontrar um bar, assim que chegasse até o local indicado ele entraria, sem pensar muito, quando já estivesse do lado de dentro os olhos fariam uma varredura curta e rápida, ele avaliaria cada um dentro, desde o barman até os clientes sentados o mais ao fundo possível, o olhar perigoso e métrico de Sins passaria por cada um deles, julgando-os apenas pela forma como se portavam se eram fortes ou fracos, ele caminharia com seus passos pesados na direção do balcão ou o que quer que fosse e pararia, abriria seu sorriso clássico. — Uma cerveja.

Ele pegaria o copo e tomaria um longo gole assim que lhe fosse entregue, á partir daquele momento ele permaneceria pensativo, seus ouvidos apenas ficariam atentos, ele não tinha uma audição aguçada, entretanto, se esforçaria para tentar captar quaisquer informações que fossem referentes aos principais objetivos que ele tinha naquele momento, rumores sobre pessoas fortes e perigosas e é claro, informações referentes a embarcações.

Joe era um homem curioso e bisbilhoteiro por natureza, entretanto, a coisa que mais atiçava sua curiosidade era a força de alguém, o quão profunda ela seria? e o quanto aquela pessoa realmente sabia usar sua força, isso o intrigava, instigava e até mesmo excitava, a mera lembrança da adrenalina repentinamente espalhando-se pelas suas veias fazia com que ele apertasse seu sorriso selvagem, se coçando para uma briga, todavia ele se manteria controlado, sabe-se lá por quanto tempo.

No entanto, se por acaso ele estivesse acompanhado de alguém, sua abordagem seria completamente diferente, ele caminharia até o balcão e se sentaria em um banco, ou então, iria até uma mesa e se acomodaria com seu par, ergueria dos dedos na direção do garçom ou de quem estivesse o atendendo, ou no balcão, sabe-se lá como funciona esse lugar. — Duas cervejas!

Ele voltaria a olhar para seu alvo, sua voz continha um tom mais alto do que o normal, talvez alguém fosse capaz de escutá-los, mas ele não se importava muito com isso, qualquer um que tivesse a oportunidade de ouvi-lo deveria sentir-se abençoado. — É minha primeira vez em Loguetown. — Seu sorriso se manteria, bem aberto e arqueado. — Quais as novas na cidade? — Ele só queria saber mais sobre o lugar onde estava, diferente de Shells onde ele simplesmente aventurou-se sem pensar muito, aquele lugar lhe passava uma sensação bem superior, algo estranho, talvez existisse alguém ali que realmente fosse capaz de bater de frente com aquela besta selvagem e destrutiva.


CONTINUA.



Joe Sins
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Silent
Pirata


One, two step



Viola caminhava ao lado da dupla de companheiros, ouvindo seus lamentos e planos e ao ouvir a história do loiro, parava momentaneamente aonde estava, fitando o ar sem focar em nada em específico. -Parece estar acontecendo alguma rinha com humanos por ali… Porque as pessoas apostam nesse tipo de coisa? É tão patético. Olha lá, um musculoso contra uma mulher… Certamente isso é algum tipo de arapuca onde a mulher é extremamente forte e o musculoso só tá ali de chamariz pra tirar dinheiro de mortais desavisados, tsk. Pensou em voz alta, compartilhando sua visão com a dupla que acompanhava. -Concordo… uma embarcação onde eu posso ao menos esticar as pernas sem me preocupar em destruir-la seria ótimo… respondeu ao tritão, voltando a atenção ao loiro logo em seguida. -Bom, minha história não tem nada de tão interessante assim. Antes de perceber que eu era a reencarnação de Raijin era tratada com desdém por aqueles que me cercavam, inclusive minha família. Fui acorrentada em um porão depois que minha mãe adotiva morreu por conta da inveja da minha irmã e cobiça de meu "pai" Algumas veias saltavam na testa da mulher, indicando aquele misto de frustração e raiva que sentia por essa fatídica parte de sua vida.

"E pensar que se eu tivesse reagido antes não precisaria ter passado tanto tempo naquela situação… E talvez até aquele velho estivesse vivo…

Enrolaria sua mão em volta de sua arma com força tremenda, até seus músculos ficariam bem expostos em seus braços. -Um mortal como vocês era a única ajuda que eu tive, anteriormente ele me ensinou a como lutar como um bárbaro, posteriormente foi morto pois ele me dava alimento enquanto eu estava acorrentada no cativeiro subterrâneo… Naquele momento foi minha ascensão, ao ver o corpo do único que zelou por mim jogado ao meu lado, algo estalou aqui dentro e, bem… Digamos que eu fiquei sem comer almôndegas por algum tempo, porque foi isso que minha família e seus apoiadores viraram quando eu me liberei. Sorriria com sua piadoca sádica, apesar da fala tenebrosa, pra ela aquilo não passava de uma punição a pecadores, por mais que tivesse fatores pessoais envolvidos. -Tem mais coisas, mas já contei demais da minha história para vocês… Se contar mais vou ter que fazer de vocês oficialmente meus fiéis e adoradores. com uma piscadela, desviava a atenção na direção da confusão avistada anteriormente.

-Então, checarei melhor que confusão é essa naquele beco. Se quiserem me acompanhar, fiquem a vontade, caso contrário, reencontro com vocês no barco depois.

Comentaria direcionado a dupla. Sabia do desejo do loiro de obter conhecimento, portanto não pretendia desvia-lo de seu objetivo, mas também não o impediria de segui-la, afinal, o que é uma deusa sem seguidores, não é? Rumaria até o beco então, aproximando-se do homem que havia anunciado sobre as apostas anteriormente, pois parecia ter algum tipo de moral ali para estar naquela posição. -Você ai, humano. Conhece alguém que é bom com ameaças por aqui? Procuro alguém para aperfeiçoar minhas próprias ameaças. Questionaria ao sujeito em questão sem muita cerimônia, não queria extender a conversação com aquele tipo de pessoa. Por mais que atualmente fosse uma pirata e por acreditar ser uma deusa tinha uma bússola moral bem flexível, apostar com a vida de alguém era algo que cruzava a linha para ela, afinal, não era lá muito diferente do que faziam com sua "estadia" no cativeiro.

"Depois que aprender o que preciso, vou precisar acabar com essa patifaria…"

Torcendo levemente para que o homem respondesse que não havia ninguém capaz de a ensinar por ali, assim podia começar o julgamento daqueles infiéis mais cedo, esperaria pela resposta. "Eu vi alguns marinheiros mais cedo… Eles não tem ciência de que isso está ocorrendo bem embaixo do nariz deles ou simplesmente escolheram ignorar? Patético. Pensou, notando que havia passado por alguns marinheiros anteriormente. Embora fosse inteligente, Viola não era nenhuma detetive para imaginar algum esquema onde alguns marinheiros podiam estar envolvidos nessas apostas, então o pensamento nem sequer passava por sua mente, vendo aquilo apenas como negligência por parte daqueles mortais uniformizados.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

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- Post 06 -


Ж

O surpreendente grupo de piratas, discutia um pouco sobre seus próximos movimentos, nada muito complexo que sendo bem característico de seu líder, que tinha mais interesse em uma boa luta do que qualquer outra coisa.

Boris e Viola

Embora tivessem alcançado seu objetivo inicial, todos pareciam concordar em prolongar um pouco mais a caminhada até o tal beco onde se reunia algumas pessoas de indule pouco duvidosa.

- Minha história? Hmm vejamos como bem sabem sou um tritão vindo da GrandLine mais especificamente de uma ilha onde a maioria da população são da mesma espécie que eu. - Seus olhos pesavam como se sentisse grande incômodo ao lembrar de tais pessoas. - Pois bem, certa vez eu decidi me aventurar em busca de um tesouro, mas como havia comentado anteriormente, nessa fora engolido por um grande peixe que me levará até próxima da ilha onde tivemos o prazer de nós reencontrar.

A conversa fluía bem entre os recém companheiros, cada um com uma história peculiar e sem dúvidas interessante, e após uma longa caminhada chegavam ao local, pelo menos para os dois de estatura mais comum, já para a titã aquilo era algo simples de poucos passos.

As horas do dia mal havia começado mas as pessoas presentes estavam empolgadas com algumas cédulas na mão festejando, as casas ao redor desse beco não eram algo muito chamativas sendo paredes de tijolinhos sem janelas para o local, isso era bom pelo fato de que não alertava a Marinha.

A mulher mascava um chiclete rosa, e pela infelicidade do trio que não havia apostado, ela dava um poderoso gancho em seu oponente o derrubando sem nenhuma dificuldades.

- Gahahahah Molezinha agora vamos beber algo para começar o dia bem. - Ela pensava alto enquanto recolhia o dinheiro.

Outro homem se destacava esse de estatura menor, que para Viola era quase como uma pequeno inseto. - Mais alguém para lutar? Nosso campeão está a procura de alguém a altura para o enfrentar. - Ele esclamava procurando a atenção do público para a próxima luta. - Vamos coragem homens o prêmio é de 8 000 000 B$.


Joe

Não muito longe do trio, estava Joe na movimentada praça com que representava um grande marco para os piratas. Sua abordagem não demorava muito a ser atendida apesar de uma ou duas pessoas terem o ignorado a princípio por medo ou até mesmo pressa do dia a dia.

- Bar? Não está muito cedo Horororo?. - Um homem tatuado o respondia e logo passava o braço por seu pescoço e dava um longo sorriso. - Vamos então companheiro, nunca neguei uma bebida e não é agora que vou começar Horororo.

Saindo da praça dentre as casas da cidadela, já havia uma porta onde daria um bar com ambiente interno, com várias mesas e murais espalhados pelas paredes, embora estivesse bem vazio no momento, restando um ou dois bêbados que acabaram por passar a noite no local, além de um senhorzinho que limpava os copos com cuidado.

O mesmo trazia dois copos de bebidas até a mesa em que vocês sentaram. - Obrigado! - O homem tatuado dizia ao senhor que logo saia de cena e logo prosseguia. - Eu? Bem eu sou um aventureiro naveguei por esses mares procurando por tesouros e boas lutas.




Joe:

Boris:

Viola:





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Ficha

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Bim sala bim

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Van
Pirata

Ponderação, pondera a ação, pó de ração

A caminhada e a monotonia causada por ela serviram para desbloquear memórias e histórias dos membros. Viola contou sobre o seu passado visivelmente sofrido e perturbador enquanto que Jonah não parecia tão distante assim. Boris sentiu como se sua difícil fosse nada perto do que outros passavam e talvez essa empatia o fizesse ser uma pessoa sociável e adaptável. Ainda seria o mesmo se tivesse passado pelas mesmas situações que os demais companheiros? Uma ponderação dura, mas cabível diante de tantas revelações.

O passado já aconteceu, não há como controlar, mas de agora em diante, o nosso destino está em nossas mãos e eu farei o que puder para tornar os seus sonhos realidade. Até porque eu serei o maior espadachim que esse mundo já viu, então… Quem estiver comigo terá portas abertas.


Mais porradaria, mais confusão e mais fuga. [2] - Página 2 Borlaugj


O espadachim tentaria mostrar animação diante dos companheiros, esperançoso de um futuro grandioso mesmo estando em um ponto de partida longe dos seus objetivos finais. O loiro sequer possuía uma katana para se defender e seus companheiros ainda lidavam com as cicatrizes de seus tormentos recentes. Todavia, essa animação era genuína e se eles fossem tocados 1% já seria de grande valor em suas recuperações, principalmente no ânimo e motivação.

Vamos sim, pequena!

Respondia ao convite da nakama, acompanhando até o beco onde puderam ouvir um ser convidando outros para um combate ilegal cujo prêmio era bem valioso. Com esta quantia, poderiam comprar tudo o que precisavam para iniciar a viagem. Facilitaria bastante, pensou o Navegador decidindo se lutava ou não, entretanto, sabia também que talvez fosse o mais fraco no trio, posto que era um simples humano perto de uma gigante e de um tritão, raças com potencial físico dezenas de vezes superior.

Cof cof… Então, algum de vocês deseja participar dessa luta? Esses berris com certeza ajudariam em nossa jornada. Mas se quiserem, eu posso ir sem problemas.  


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Ouviria as respostas dos companheiros e se caso algum deles se oferecesse para lutar, sorriria confiante. Independente de quem fosse lutar, Boris apresentar-se-ia para os apreciadores de atividades ilícitas. — E aí, seus merdas… Alguém tem fogo aí?   — Diria com um sorriso malicioso, típico de quem é confiante, mas conhece o terreno onde pisa. Com um cigarro em mãos, apontaria para os rapazes e caso ninguém ofereça seja por estarem com raiva, confusos ou não terem, Skalovski continuaria. — Então, a gente vai participar. Quais as regras?

Se tivesse conseguido acender o cigarro, daria aquela tragada de lei, jogando a fumaça para dentro do pulmão de um jeito que o sus chora ao ver as despesas se formando. Aproveitaria aquele breve momento para relaxar pois talvez seja o último em muito tempo visto que as confusões estavam prestes a começar. Joe Sins estava sozinho pela ilha e ele estava acompanhando de uma gigante e um tritão em um ringue de lutas ao ar livre. O que poderia dar errado?

Por hora não faria movimentos defensivos. Se apanhasse, apanharia. Não por ser incapaz de se defender e sim porque preferia rir da situação e sair como alguém subestimável. Só iria intervir se sentisse ser alguma ameaça letal, nesse caso usaria toda a sua capacidade física para mover-se agilmente e bloquear os ataques recebidos pelos seus companheiros. Sim, companheiros. Ele mesmo não se defenderia.

Boris Skalovsk:
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Silent
Pirata


FFuck this shit, I'm out



Viola ouvia aquela pequenina criatura exclamando sobre o próximo embate e apenas suspirava. Seu companheiro loiro parecia se interessar no prêmio, mas pela luta anterior Viola já havia percebido que aquilo não passava de um teatro para tirar dinheiro de trouxa. -Não vejo porque uma divindade deveria se rebaixar ao nivel dessas picuinhas mortais. Se querem brincar com minha vida, que me forcem a isso… Se tiverem coragem. Respondeu ao loiro, demonstrando sua aversão a apostas com a vida alheia, por mais que aquelas lutas provavelmente não chegavam ao ponto de morte, a gigante ainda via violência impulsionada por fins econômicos como algo frívolo e infrutífero para ela. -Bom, se quiser participar desse teatrinho, fique a vontade, eu vou procurar algo mais interessante para fazer. Dito isso, sairia do local, procurando por alguma outra coisa que lhe chamasse atenção além daquela merda. Tomaria em mãos seu Trovão(nome da arma), olhando fixamente para o item por alguns instantes. ”Hmm… Talvez eu devesse arranjar um companheiro para você, huh? Com isto em mente, Viola traçava um novo objetivo, afinal, além de bárbaro ela também tinha conhecimento na arte do chicote e, sendo assim, procuraria por algum lugar onde pudesse obter um. ”Creio que seria dificil arranjar algo com a mesma qualidade que o trovão… Estou realmente surpresa com o trabalho de um simples mortal, mas bem… Não custa nada tentar.” Utilizando de sua audição aguçada e visão privilegiada devido a estatura, tentaria ouvir o tilintar de metais que poderiam indicar uma forja, ou ver uma loja de armas, o que quer que acontecesse primeiro e seguiria naquela direção. Caso não tivesse frutos em sua busca, iria até algum transeunte e questionaria.

-Você ai, mortal. Onde posso conseguir um chicote por aqui? Algo digno de uma divindade! Kikiki

Caso seu primeiro alvo não soubesse responder, continuaria procurando com sua audição e visão como anteriormente e parando regularmente para questionar a alguém até que obtivesse uma resposta e, tendo uma, seguiria na direção indicada. -Se o martelo recebeu o nome de trovão… Acho que “Tempestade” seria conveniente para o chicote. Hohoho! Sou tão boa em dar nomes. Aqueles velhacos do olimpo deveriam ter me chamado para dar nomes as criações mortais, meu senso divino definitivamente é melhor que o desses meros humanos! Inflada por um ego exorbitante e um senso de superioridade, caminharia pelas ruas desta nova ilha a gigante. Porém, durante o trajeto, um pensamento incômodo lhe percorria a mente. ”Estranho… O Sins se separou da gente já faz algum tempo e ainda não ouvi nenhuma confusão, será que algo aconteceu com ele? Notando sua preocupação com alguém além dela mesma e, principalmente, alguém do sexo oposto, as bochechas da mulher involutariamente tomavam um tom rosado. ”N-n-n-n-não é como se eu me importasse com ele ou algo do tipo! S-s-só achei estranho, só isso! Para quem ela estava se explicando mentalmente? Vai saber. Com uma cabeça tão louca ela poderia estar falando com qualquer um, mas nessa fala em específico o receptor e emissor pareciam ser o mesmo: A própria Viola. Confusa com seus próprios e novos sentimentos, a chicoteadora sentia a necessidade de explicar-se, como se sentimento fosse algo que precisasse de explicação. Pobre Viola, apesar de se considerar uma deusa, seus maiores problemas não passavam de nuances de sua humanidade sendo esfregada em sua face.

No fim, segundo a própria mitologia de deidades, mortais não passavam de reflexos de seus criadores, as próprias deidades. Afinal, toda criação leva consigo um pedaço de seu criador e o que eram humanos se não reflexos falhos das divindades que tanto adoram? Claro, isso ainda era um pouco complexo para Altamira pensar no momento, mas em algum lugarzinho de sua mente perturbada ela começava a aceitar mais seu lado humano, seu lado falho, percebendo que também tinha imperfeições, apesar de que não iria admitir isso publicamente tão cedo, mantendo lacrado em sua mente como tantas outras coisas que trancafiou por ali.

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Pirata
Fed Up





Ele tomaria um longo gole da própria bebida, pensativo, sentiria o líquido tão amado escorrer por sua garganta, parte dele escorreria pelos lábios, deixando uma linha líquida que escorria dos lábios ao queixo. — Hmm, então você é um aventureiro não é... — Sins suspiraria, por dentro, uma chama fazia com que todo o seu corpo fervilhasse, as palavras daquele homem simplesmente tinham feito com que ele fosse colocado no topo da lista de Joe, alguém que buscava boas lutas.

Entendi... — O sorriso selvagem se abriria vagarosamente em seu rosto, seus dentes seriam apertados uns contra os outros, tensionados ao máximo enquanto ele tentava se conter, Sins colocaria o copo de cerveja sobre o balcão novamente, ele olharia de canto para o coleguinha que havia feito, prestes a descer o cacete nele. — Isso parece comum então, também estou procurando por oponentes poderosos. — Ele apertou os punhos sobre o balcão, a intenção violenta que crescia dentro dele era quase incontrolável, a procura de confusão era tão intrínseca em seu ser que era algo quase que natural, não importa o quanto ele evitasse, sempre, sempre encontraria problemas, o fato de não ter encontrado alguém que lhe desse tanto trabalho em Shells Town fez com que ele ficasse sedento por uma luta, de fato, boa.

Muitas pessoas vem para Loguetown com essas intenções? — Abriria o sorriso selvagem, virando o rosto e encarando o amigo diretamente, com sua expressão clássica. — Estou procurando por alguém poderoso, no ultimo lugar em que passei todos acabaram lambendo o chão — Diria.

Uma momentânea epifania acomodou-se na cabeça de Sins naquele curto período de tempo, ele franziria as sobrancelhas, antes de continuar a falar qualquer outra coisa ou encher o bolachudo de porrada no bar vazio.

Falando nisso, estou precisando de um barco, um barco grande, sabe onde posso conseguir? — Ele apertaria os dentes enquanto falava, se segurando para não encher o cara de porrada, a lembrança do que Boris havia dito ecoou em sua mente, se ele iniciasse uma confusão naquele exato momento, isso poderia complicar os planos da sua tripulação, então, ele iria cumpri-los, porém, a sua maneira.

Depois que tivesse a informação que precisava ele provavelmente quebraria seu alvo de porradas, quanto mais a pressão interna aumentasse, mais forte ele bateria.


CONTINUA.



Joe Sins
PDV:12282
STA:200

Vício:01/10
Compulsão:01/10

Posts:07
Surrados:0 - EM BREVE COMEÇAMOS OS TRABALHOS!


Ganhos:



Perdas:

OBJETIVOS:
1. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
2. Despistar a marinha de um jeito doido.
3. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
4. Um npc acompanhante.
5. Uma armadura (você vai entender)
6. Um bom barco.
7. Suprimentos para a viagem.
Arthur Lancaster
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- Post 07 -


Ж


Boris e Viola

A proposta era feita e o único realmente a se interessar pelo desafio era Boris, que estava na verdade mais interessado na recompensa caso ganhasse. - Dispenso dessa vez, pode lutar se quiser vou torcer por você. - O tritão abria passagem para você, ir até o meio da roda de pessoas.

Um rapaz de roupas simples fumava uma pequena bituca, não expressava muito só oferecia um palito de fósforo com sua extremidade em chamas, e nesse momento Viola saia de cena.

- Olha só temos um corajoso aqui. - O animador daquele evento se aproximava de você. - Qual seu nome senhor? - Ele perguntava.

As apresentações eram feitas, de outro lado você podia ver o tal campeão, que era uma montanha de músculos vestida de um kimono branco com uma faixa preta. - Vamos brincar então loirinho.

Ele se aproximava de você e lhe dava um soco bem no meio de seu rosto, acertando seu nariz em cheio, era um movimento lento como se ele quisesse lhe testar por isso poderia ser evitado com facilidade, mas em vez disso só dava motivos de gargalhadas.

- Hahahaha um soquinho de nada já fez seu nariz sangrar? - Você começava a sentir o sangue começar a escorrer, claramente não era nada sério só havia sido certeiro pela falta de defesa, e logo a plateia caia na risada.

Viola

Pela sua crença mitológica, talvez uma ideologia de destino se encaixaria ali mas assim que saia daquele beco, dava de cara com uma ferraria não precisando de nenhum esforço para encontrar o tal lugar, embora a altura viera a ser um problema quando se aproximava percebia que teria que se curvar para conseguir ficar de pé no recinto não preparado para suas proporções.

- Bom dia grandona. - Uma moça loira sorria ao lhe atender. - Desculpa pela inconveniência do tamanho do estabelecimento, mas tenho certeza de que nossos produtos irão lhe recompensar.

Joe

Já no bar que estava bem parado se não fosse pela presença dos dois viciados em bebidas e porradaria, você pedia informações e logo ele respondia. - Bom , existem vários animadinhos como você, mas poucos com renome de verdade conseguem sair porque costumam não se conter, e a marinha nessa ilha se aproveita para prender alguns piratas.

Ele sorria percebendo sua empolgação para lutar, e parecia compartilhar do mesmo sentimento. - Bom existe um estaleiro mais para o litoral da ilha tenho certeza de que lá ira encontrar um belo barco para você.

Nesse momento ele não se aguentava mais de empolgação. - Chega de papo, você queria um bom lutador? Aqui estou eu. - Ele simplesmente pegava sua cabeça e afundava na mesa quebrando a mesma. - Levanta e luta comigo! - Ele sorria e então colocava socos ingleses em ambas as mãos.



Joe:

Boris:

Viola:





_________________

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Van
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Van
Pirata

Shonen


A sugestão do combate não agradou Viola que abandonou a dupla, deixando-os naquele evento ilegal. Talvez a decisão da grande menina grande tenha sido a melhor possível, mas Boris não era do tipo que seguia caminhos seguros, caso contrário não teria seguido Sins em sua grande jornada. Havia também a oportunidade de conseguir uma boa quantia de berris e ele se sentia obrigado a conquistar esse valor para ajudar nas despesas do grupo que aumentava cada vez mais. Apesar do abandono, sentiu-se bem também pela presença de Jonah.

Obrigado, amigo… Você é um amigo! — Acenou para o tritão feliz pela companhia.  


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Acendeu um cigarro com o palito de fósforo oferecido por um dos presentes e sentiu a fumaça preencher seu pulmão rapidamente. Sentia-se bem momentaneamente, dando-lhe o bem estar necessário para uma situação complicada iminente. Não demorou até o desafiante conhecer o desafio. Um homem musculoso e grande, sem deixar a desejar para a categoria open de qualquer campeonato. Sem muito tempo para preparo, Boris já estava no chão atingido sem tentar se defender. O loiro viu a aproximação do lutador e pensou que iriam “tocar luvas” ou até mesmo se apresentar. Que homem prático, riu de si mesmo ao se ver deitado no chão sujo de Polaris olhando para o céu.

Que horas são e qual a cor do céu, Jones? Estou com a visão embaçada por causa das lágrimas. hahahahaha  


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~ Flashback ~


Levanta, muleque… Não vai durar um acampamento assim!

Tá bom, velhote…

NAAAANIIII? MAIS CEM FLEXÕES!

NÃO, não aguento mais, avô…

A culpa é sua por não ter disciplina!

O sol estava se despedindo após castigar o jovem loiro durante seu treinamento, o qual era sempre realizado no período mais quente e sufocante. O sonho do Vovô era que seu neto entrasse para a Marinha, mas não para participar das guerras e sim para mudar o sistema ao progredir na carreira. O idoso não tinha a inteligência necessária para alcançar o posto de oficial, mas ele sabia que Boris seria capaz e tentou o quanto pôde preparar seu filho adotivo. Entretanto, o rapaz tinha outros objetivos, ou melhor, não tinha objetivo fixo algum, isso incluía uma certa aversão ao jeito regrado dos militares. Não escolher também era uma escolha e o aposentado sabia disso.

Nem sempre você vai poder se esconder das responsabilidades. Uma hora a vida vai te bater e te derrubar!

Ainda bem que eu tenho minha katana…

Nesse instante, desaparecendo em um piscar de olhos e aparecendo atrás do loiro, o homem da melhor idade deu uma rasteira fazendo o aprendiz cair de costas no chão e sua arma voar, mas sem deixá-la cair, o avô a pegou em pleno ar e sumiu, reaparecendo onde estava inicialmente. O ex-combatente era um homem cheio de segredos e habilidades, mas as escondia para viver uma vida confortável e segura sem chamar a atenção.

Co-como fez isso?

O que acontece agora que você não tem mais uma lâmina? Vai ficar no chão?


~ Fim do Flashback ~


Vou ficar no chão, é?! Tsc… Meu pau!  

Levantar-se-ia com um sorriso no rosto. Utilizaria seu conhecimento em Primeiros Socorros para colocar o nariz no lugar e estancar o sangramento ao colocar algo no nariz, rasgando um pedaço da roupa, se necessário. Uma vez ajustado, poderia dar a atenção devida ao combate, entretanto, havia a possibilidade de ser um adversário sujo que o atacaria sem parar, nesse caso, usaria de sua prontidão para desviar usando de rolamentos e dashs simples apenas para se recompor, mantendo sempre uma distância segura.

Se fosse na escola, você teria vencido a briga, mas na vida não se vence quem dá o primeiro soco e sim quem fica de pé no final!  

A postura do espadachim havia mudado completamente. O homem calmo e relaxado de sempre deu lugar a uma personalidade fria e focada. Os cotovelos na altura das costelas e os punhos cerrados protegendo os pontos vitais na altura do próprio queixo alinhavam-se com os joelhos semiflexionados junto ao rosto levemente curvado para a frente, posição que serve para aliviar impactos e facilitar esquivas ao simplesmente voltar para a posição inicial ou ir para trás. Devidamente posturado, o também artista marcial estava pronto para a luta.

Na hipótese do oponente avançar, esperaria pela sua ação, mas não esperaria apenas pelo óbvio. O fato dele estar descalço e com o mesmo tipo de roupas no corpo todo significa que é um oponente móvel e pode provavelmente usar o corpo todo. Ele como artista marcial sabia da importância de uma roupa confortável e elástica na hora de uma luta. Assim sendo, esperaria por jabs, diretos, cruzados, chutes frontais, laterais, rodados, etc. Manteria sua visão na altura do plexo inimigo pois é de onde começam os golpes normalmente e se fossem jabs, simplesmente veria o vulto do golpe, bastando estar bem posicionado para evitar o ataque. Inicialmente tentaria desviar do máximo de golpes possível, efetuando esquivas com pêndulos, movimentos de tronco, passos para trás e laterais, swing de corpo e dashs caso o golpe seja amplo (como um chute duplo ou rodado).

Caso consiga analisar o estilo de luta do moreno, voltaria sua atenção para o ataque. Esperaria até um ataque e usaria de sua esquiva para encurtar a distância e atacar. Caso receba um direto, daria um passo lateral ficando paralelo ao adversário para aplicar um gancho na altura das costelas que estariam desprotegidas. Caso fosse um jab, aproveitaria o momento da volta do soco para aplicar um chute frontal ascendente ao melhor estilo Anderson Silva contra o Vitor Belfort aproveitando o impulso de seu tronco para trás que facilitaria a subida do membro inferior num efeito gangorra simples.

Na hipótese do adversário não avançar, Skalovski não hesitaria e avançaria ele mesmo. Entretanto, seus golpes seriam todos fintas. Fingiria aplicar um jab para ver a reação e em seguida faria um jogo de pés para trocar a base e tentar um cruzado, já saltando para trás e avançando em seguida com um chute frontal. O loiro tinha como seu maior trunfo sua agilidade. Ele era bastante hábil tanto para atacar quanto para esquivar e seus golpes eram todos em locais específicos, os quais somente um lutador conhece.

8 milhões para me divertir… Gostei!

Havia a possibilidade de suas táticas falharem e simplesmente continuar apanhando. Tal situação deixaria o loiro numa situação delicada, pois estaria passando vergonha diante de seu novo amigo e isso não poderia acontecer. Este cenário só aumentaria sua raiva e concentração ao servir de combustível para o espadachim sem espada.

Boris Skalovsk:

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