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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Deep
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Aparentemente o capitão havia encontrado alguns médicos no andar de cima, eles começavam junto do lobo branco a trabalhar nos feridos, enquanto isso pessoas passavam acelerados pela rua, pouco me importava os curiosos, desde que não enchessem o saco, era tranquilo.

O lobo então puxava uma conversa, muitas palavras cheias de frufru e sem muito peso, apenas andaria com a gente para falar com o sarnento, não me importava desde que ele não me enchesse, então respondia dando exatamente isso por entender:

-Gostaria que soubesse.... Que eu caguei pra tu... Remenda o três bundas ae…

O sarnento júnior então me dizia que os médicos não queriam trampar com ele, como eu tinha uma ferida a tratar, já aproveitei e:

-Então aproveita que tá a toa e dá uma olhada nesse buraco de bala no meu braço…

Deixaria o sarnento júnior tratar da ferida em meu braço enquanto ficaria de olho na possível aproximação de inimigos.


Histórico:





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-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 R69xxX4
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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- Cangaço -

Animada girava a pistola no dedo indicador, jogando ao ar e pegando com o dedo esquerdo, que mantinha-se girando... Hoje era um dia especial, meus desejos pareciam aos poucos se realizar, pessoas totalmente diferentes, o suficiente para serem interessantes, irei provar a eles todo meu potencial!

Quando fazendo um binóculo com minhas mãos, olhava algumas mulheres juntamente de uma criança, nada que parecia ser preocupante, mas não custava avisar sobre, — Oh galera, tudo certo aqui, até agora só três mulheres e uma criança... Que chatice... – Esperava que essa vida de pirata seria mais agitada.

Era neste momento que meu até então capitão desconhecido, apresentava-se para mim e bom, ERA UM HOMEM CABRA!!!!! Isso era quase tão incrível quanto o peixe... quem é mais legal? Hmmm...

— Uma cabra? UMA CABRA!? Que anda e fala? Pera... se bem que o peixe an... ANDA E FALA, o que ta acontecendo nos dias de hoje argggggggh..., porém... - com a mão vaga fazia um joinha - Sim! A melhor atiradora que poderá conhecer está logo a sua frente!

As suas palavras seguintes faziam um sorriso genuíno surgir em meu rosto, seguido de uma gargalhava espalhafatosa, era real, eu era uma pirata? Mas ele disse cangaço... será se ele confundiu as coisas?

— O Dee... – Minha fala era interrompida com Subaé pedindo bebida, logo fazendo com que eu esquecesse o que iria falar- Goro? calma moço, eu posso ser maluca, mas não alcoólatra... Logo cedo assim e meu Capetão querendo beber uma... - Encostando os dedos indicadores e ficando com vergonha dizia - HiHaHaHaHa como eu queria falar capetão que nem o deep...

A pergunta do capetão era mesmo necessário? Não está aparente em meu rosto o motivo? — Eu quero sair dessa ilha, conhecer pessoas como eu, ser uma grande ferreira, mas principalmente, achar o Ted...

Minha animação era suficiente para responde-lo de forma que nem eu entenderia o que havia dito, — All right capiton! Usted que manda!!

Focada em corresponder com as expectativas do meu novo capitão, acenava com a cabeça e voltava minha atenção total em visualizar possíveis inimigos antes deles me verem.


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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 OAKySZI
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 17



Todos


O grupo continuava no lugar tranquilamente, Beowulf deixava os médicos lidarem com a situação digna de pena de Blade, que sequer conseguia mexer seu corpo. Algumas palavras foram trocadas, assim como o tratamento realizado pelo lobo branco no tritão, que estava com uma faixa enrolada no braço, aquilo era um sinal que os devidos cuidados haviam sido realizados. A jovem Niix – assim como Beowulf – ficaram surpresos com a aparência do capitão, claro, tendo diferenças nas reações. A jovem tinha ficado surpresa com a aparência do homem cabra, mesmo que ele não se encontrasse no auge da sua forma.

A dupla continuava o tratamento, enquanto dividia a atenção entre os últimos momentos da pequena cachorra Lua, era notável a dificuldade em sua respiração e alguns engasgos ocorriam, ao fim, ela parou de respirar e sua morte estava clara para todos ali. Os médicos se entreolharam algumas vezes enquanto tentavam a todo custo ajudar o pobre Lobo, eles limparam, tentaram costurar, enfim, fizeram tudo o que era necessário e possível com os itens a disposição naquele momento – Tenho uma má notícia. – Falou Sorak quando Subaé veio em sua direção lançando um monte de perguntas – Primeiro de tudo, se você precisa de um medicamente específico é necessário que encontre uma farmácia com os ingredientes, para que possa ser criada a sua medicação. Segundo, isso não é algo que você encontre com facilidade, eu não sei se existe alguma no Reino, fui contratado para cuidar dessa clínica a exatos quatro dias atrás. Terceiro, não uso drogas, você está perguntando para a pessoa errada. – Respirou fundo não mostrando medo, parecia decidido em suas palavras – E por último, o Lobo está morto. – Falou sem papas na língua o que causou temor a Heimer – Fizemos de tudo, mas ele estava muito mal, os ferimentos foram graves e era necessário tratamento imediato. – Tentou apaziguar a situação.

Sem medicamento, sem seu companheiro e em uma situação difícil. Quais seriam as ordens do capitão? Como ele lidaria com toda aquela série de problemas? Se arriscaria saindo pelas ruas da cidade? Voltaria até o porto para encontrar uma forma de restaurar seu barco e sair rumo a sua próxima jornada? Queimaria a cidade em vingança ao seu companheiro de bando?



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Subaé
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18: Morte

Sorak falou que tinha uma má notícia, logo pensei “haam, lá vem”. Imaginei que ele apenas me daria uma notícia ruim relacionada aos medicamentos, mas a cada uma de suas palavras a minha paciência sumia gradualmente. Eu até relevei sua resposta insolente quanto a maconha, mas quando ele falou sobre a morte de meu companheiro eu não consegui me conter. Melhor dizendo, eu não tinha um motivo para me conter pois eu estava realmente furioso. Sem dizer nada, a minha resposta seria um soco bem dado no nariz de Sorak.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 Angolano-soco

Não me importaria nem um pouco se o impacto do golpe iria prejudicar o meu corpo, apenas deixaria o refluxo de sangue escorrer pela minha boca naturalmente enquanto bradasse.

-FILHO DA PUTA! INCOMPETENTE! - Mais um soco, e depois outro, e outro, e mais um. Daria quantos socos o meu corpo aguentasse, e ao final do décimo soco seguraria o mesmo pela orelha. Em seguida, puxaria Sorak pela orelha até alcançar o outro, seguraria cada um pela cabeça e bateria uma na outra - EU FALEI QUE IA DAR MERDA SE NÃO TRABALHASSEM DIREITO, SEUS LIXOS DE RAÇA INFERIOR!


- Cabras! venham aqui pra fora!! - Diria ao levar os dois para o lado de fora da farmácia e ao final da ação chutaria a parte de trás de seus joelhos para derrubá-los ajoelhados na minha frente. Caso o meu estado físico não seja capaz de levar ambos, a preferência seria levar o Sorak.

Seguraria com força os seus cabelos ao puxar sua cabeça para trás, com a outra mão puxaria a espada e começaria a serrar seu pescoço, lentamente e sem precisão de corte.
Aquela morte deveria doer e demorar. Quando a cabeça por fim se desprendesse do corpo mutilado, arremessaria a mesma no chão como se fosse um lixo qualquer.

-Que fique registrado de uma vez por todas, eu vou matar cada humano desse maldito reino que ousar crusar a porra de meu caminho! Vocês também... Cof cof cof... Não deixem pedra sobre pedra nem um humano sequer sair com vida! tirando a nossa garotinha, matem todo o resto desses amarelos imundos! Vamos para o porto, o Blade merece um funeral.

Ao final de minha sentença, adentraria mais uma vez a farmácia e iria até Blade; Pegaria o corpo e tentaria carrega-lo, porém não aguentaria tal esforço e consequentemente cairia no chão junto de Blade e Lua.

Repetiria a tentativa mais uma vez, inutimente. Levantaria para cair mais uma vez.

- Desculpe, meu amigo.... - Falei enquanto as lágrimas escorriam de meu rosto.

Iria até Beowulf, fitaria-o diretamente nos olhos e ordenaria:
- Carrege-o

O lobo permaneceria em silêncio e eu respeitaria isso. Quando ele fosse até Blade eu diria:
-Vamos!

Mas o lobo falou que ainda não estava pronto. Quando percebi, ele estava rezando por meu companheiro.

-já terminou a reza pro seu deus? - Falei em deboche -ele não precisa de um deus. Ele precisa ser devolvido para o mar igual um pirata de verdade.

Foi quando o lobo expos o fato dele ser o filho de Blade (quem diria que o lobo ximbulinou?), depois falou algo sobre o deus dele que representava o mar. Por fim (e finalmente) ele pegou o corpo do pai em seus braços e me perguntou para onde levá-lo.

-Apenas nos siga.- respondi.

Deep que estava atônito, e isso era perceptível para mim, pediu para que fossemos na frente para que ele pudesse refletir sobre aquilo.

-Jaé... Vamos,

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 99a4d516a6752f65143813b3145ce6fe

Iniciaria a caminhada, andando cambaleante na frente dos outros rumo ao porto.

Caso algum civil cruze o meu caminho, avançaria saltando contra ele para desferir-lhe uma cabeçada crua e sem técnica, semelhante a uma cabra furiosa atacando.

Se alguém ficasse paralizado de medo perto de mim, iria até ele e fincaria a espada em seu busto.

Caso alguém fuja correndo, arremessaria a pedra mais próxima em sua cabeça.


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760280/4000/100/15

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Deep
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Quando a notícia veio aos meus ouvidos, era como se o chão sumisse, Blade estava morto e era culpa minha, eu sabia que ele não era tão forte e mesmo assim permiti que ele entrasse num combate mano a mano que pediu, todo meu treinamento e avanço em minha culinária de batalha tinham sido em vão, novamente havia me faltado força para salvar meus companheiros. Dessa vez havia me faltado força mental, a capacidade de notar que ele era mais fraco do que achava e desrespeitar sua opção de fazer a luta sozinho.

A conversa dos outros me passava meio que fora da minha atenção, estava amortecido por uma avalanche de culpa, tristeza, raiva e uma sensação de auto escárnio, asco e desprazer.

Se algum dos homens tentasse fugir por perto de mim, moveria minhas mãos sem nem perceber, daria um golpe com as costas da mão com toda minha força tentando jogar o homem contra a parede e o esmagar na mesma como um mosquito.

Eu podia escutar a conversa dos outros, mas eu não estava ali, pelo menos não minha mente, precisava colocar minha mente em ordem, mas não ali.

-Hey... Façam o que precisam fazer... Preciso de um tempo para digerir isso... Já chego no porto…

Era uma fala calma, concentrada e bem polida que saía de minha boca, para quem me conhece já era um sinal óbvio que eu não estava bem, para quem não me conhecia, o fogo no olhar deveria impor a mesma sensação, eu estava amargurado, prestes a explodir, eu seria um perigo de se estar do lado se eu não me colocasse minha cabeça de volta em meu pescoço.

Apenas sairia andando meio sem rumo um pouco, queria um pouco de distância de quem eu não queria ferir, assustar ou preocupar. Uma vez longe de suas presenças, visões e audições, socaria a parede mais próxima, até ela cair ou minha mão sangrar, repetiria essa ação demolindo tudo que visse enquanto urrava de raiva e frustração, até meus punhos estarem sangrando ou eu ter demolido um quarteirão.

Mas não importava quanta força eu pudesse ter, quantas paredes eu pudesse demolir, aquele companheiro jamais voltaria a vida. Cairia ajoelhado em meio aos danos causados, devastado, lágrimas escorrendo dos olhos, um tritão impotente perante a morte em meio a um monumento a sua força, apenas para o fazer ver o quão pequeno ele é perante o mar que o cerca.


Chorava, mãos no chão, um urro de dor irrompia de meus pulmões, flashes de quando Subaé foi pego se misturavam em minha cabeça junto com flashes de eu largando Blade para trás, era tanta raiva e dor, que sem perceber ou ter noção do controle dos meus poderes recém adquiridos, eu poderia até mesmo fazer explodir e jorrar para longe, canos de água encanada e outras coisas com água que estivessem por perto.

Se não houvesse água onde eu estava, continuaria andando até sentir água nos meus arredores, se a mesma não tivesse ao ar livre, quebraria com murros tudo que estivesse entre mim e aquela água, pois eu sentia como se ela me chamasse e o chamado me reconfortava.

Provavelmente era a primeira vez em algum tempo que estava fazendo algo sem um motivo por trás, tocaria essa água buscando reconforto, uma resposta, um afago, uma lembrança de casa que fosse.

Mas por mais que meu novo poder pudesse até me permitir me revestir com o líquido, por mais que ele refresque e me lembrasse do passado, nada disso traria meu companheiro de volta, mas ainda assim, era isso que eu precisava ser, precisava ser como a água, como o mar, ninguém consegue ir contra o mar, poderoso, voraz, impiedoso, frio e violento… Sim… Precisava de mais poder, me tornar o próprio mar em corpo e alma. Para assim qualquer um que ousasse tentar algo com meus companheiros, ele perecesse e fosse encontrado com a barriga cheia de água na praia no dia seguinte.

Me levantaria recompondo minhas forças e tentando trazer para me envolver toda a água que estivesse por perto, meus colegas precisam de mim agora para zarpar, iria os ajudar e me fortalecer, para que não ocorresse novamente algo assim… Precisava ser como o mar.

Olharia ao meu redor buscando a direção da qual eu achava que estava o porto e então caminharia em linha reta para lá… O mar não se desvia perante nada, pelo contrário, ele erode penhasco, destroça rochas e demole casas que ficam em seu caminho, um maremoto então apenas atropela tudo.  É isso que eu faria, andaria reto sem sair de meu caminho por causa de casas ou muros, apenas as esmurraria até caírem e passaria por cima em seguida, assim como toda água que eu sentisse nas redondezas tentaria chamar para se acumular ao meu redor, eu iria me tornar um pedaço do mar que anda por ai, um aspecto da violência da própria maré, uma amostra grátis de um maremoto. Andaria se não fosse impedido, nesse ritmo até chegar ao porto.
Histórico:


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Legenda:

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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- Recordações-

Perdia a concentração quando ouvia o capitão certamente estressado, entrando na farmácia ele socava sem parar um dos homens que antes havia achado, entendia então que um dos nossos companheiros não sobreviveu aos ferimentos, lambia meus lábios vendo aquele homem apanhar.

— Recordações daquele dia Nix? ... Precisamente, pena que eles duraram pouco, não é papai e mamãe... – Respondia uma das vozes em um tom baixo, seguindo a cabra, ficava triste pela perda de um companheiro, mesmo sequer o conhecendo.

O discurso de Subaé era cativante, me deixando animada, contudo, arregalava os olhos e tremia, — Até eu? – Preocupação inútil já que em seguida ele dizia – “tirando a nossa garotinha... “– Soltava a ar que vinha travando em meus pulmões.

Notava que todos estavam para baixo, com certeza Blade era importante para eles e momentaneamente deixaria as brincadeiras e piadas de lado, até mais porque Beowulf, o lobo mau era filho dele.

Assim que prontos, seguiria com meus amigos para o porto, — Subaé, esse papo de matar humanos... – encostando os dedos indicadores e esperando uma resposta positiva – Eu posso matar também? Ficar ali vigiando foi entediante demais...

Caminhando pelas ruas ia rodopiando, fazendo cambalhotas e cantarolando, a ansiedade para partir daqui cada vez tomava mais meu corpo.

Caso avistasse algum humano que não acabasse pelas mãos de meu capitão, sacaria minha pistola, atirando neles, enquanto em alguns focaria mirar em locais como coração e cabeça, outros atiraria nas pernas.

Afinal, queria ver o quanto aguentariam rastejar, assim, conforme se aproximássemos destes, sorriria e daria língua, por fim, finalizando-os com tiros na cabeça.


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Beowulf parava quando escutava que o lobo morreu, como se não tivesse escutado o resto. O seu motivo para estar ali, estava morto, apesar disso Bewoulf não chorava ou ficava zangado, ele não conhecia o lobo para se emocionar, ainda assim quem o observasse poderia ver que ele estava abalado.

Subaé começava a atacar os homens, enquanto Beowulf fechava os olhos, ele não queria participar disso, ele não podia participar disso. Beowulf apenas ficava distante do corpo do lobo, ao longe observaria o corpo de seu pai.

A cabra olhava para Beowulf, e como se fosse seu chefe, o ordenava para que carregasse o lobo. Beowulf permanecia em silêncio e respirava de maneira profunda, em seguida iria até o corpo de seu pai.


A cabra indicava que eles deveriam ir, mas Beowulf se recusava, -Ainda não. Beowulf se ajoelhava e fazia um sinal com as mãos em cima do corpo do lobo caído, e então sussurrava, -Nido carregará sua alma até os pés do grandioso... pai.

A cabra se mostrava extremamente impaciente, mas Beowulf era sempre tão calmo, ele compreendia sua pressa, mas deveria ter seu momento, Beowulf então dizia:
-Eu não cheguei a conhecer o lobo deitado na minha frente, mas ele ainda era meu pai cabra. Deixe que eu tenha um momento para orar por ele... afinal meu deus representa o mar melhor do que você imagina.

Beowulf sussurrava apenas para o corpo do lobo agora:
-Salve a senhora dos mortos,
anfitriã dos finados,
dama dos últimos portos,
filha do Acorrentado
Hel, grande irmã da Serpente
e do Lobo enfurecido,
peço que veja minha gente
e não os deixe sofridos
Veja os meus mortos com amor,
ó dís de grande renome
Teço-lhe em versos louvor,
peço que lembre meu nome
Dê aos meus sua bondade,
dê-lhes comida, hospedagem,
dê sua grande amizade
aos ancestrais de coragem,
deusa de imensa bravura,
metade branca e escura.


Beowulf então se levantava carregando o corpo de seu pai, olhando para Subaé, com um grande ar de seriedade, seu momento com seu pai havia terminado, era a hora de seus companheiros terem seu momento com ele. -Para onde eu levo ele?

Beowulf então recebia a resposta da cabra e seguia ele, em silêncio sem abrir sua boca para nada, respeitando a memória de seu pai.

objetivos:
Atributos, vantagens e perícias:

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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 18



Todos


A notícia da morte do companheiro pegou os membros da tripulação de diferentes maneiras. Uns foram tomados por uma tristeza profunda, um arrependimento amargo percorria suas bocas e o nítido arrependimento estava claro em sua face, já outros, como o capitão, era tomado pela raiva que seria externada aos quatro ventos com clareza. O Tritão pediu distância, necessitava do seu próprio tempo para que pudesse digerir toda a situação, o jovem Beowulf estava em uma situação complicada, sem as respostas que veio buscar, como continuaria seu caminho? Ele fez a única coisa que lhe ensinaram por todos esses anos, rezou em prol da alma do seu falecido pai. A pequena Niix por outro lado rememorava algumas lembranças antigas, mas não existia um vínculo entre ela e o falecido, com isso, foi a que ficou em melhor estado entre os quatro.

O capitão tomou as rédeas da situação, agindo como um verdadeiro líder. Suas ações aconteceram de maneira clara, sua raiva foi depositada naquele homem que foi atingido diversas vezes, mesmo que ele já não se aguentava em pé, o pico de adrenalina o ajudou naquele momento. Ele caiu no chão após os golpes, usando a pouca força que restava-lhe para ficar de pé novamente, tentando até mesmo carregar o corpo do seu amigo de longa data, coisa que claramente não era possível, dada sua situação atual. Bradou algumas palavras aos quatro ventos, externando como dito anteriormente todo o rancor que existia em seu interior, o pirata parecia ter finalmente acordado, voltando a ser o Subaé de anos atrás, uma criatura temida por onde passava.

O homem-peixe deixava seus aliados por um tempo, por mais que fosse arriscado se separar naquele momento, ele sentia a necessidade de por para fora tudo aquilo que estava sentindo. Seus passos carregavam a amargura e o arrependimento de ter permitido o combate por parte do seu amigo canino, talvez se ele tivesse dito uma postura mais dura, seu aliado ainda estaria vivo. De qualquer forma as coisas já haviam acontecido, o destino tinha seus planos e as limitações do velho Blade o levaram até aquele ponto, uma pena, ele certamente gostaria de conhecer a Grand Line e suas particularidades. Ele caminhou por algum tempo para ficar distante o bastante dos seus aliados, se encontrando agora próximo a costa do Reino, em um ponto pouco movimentado. Em meio a lágrimas ele acertou a parede de madeira que formava uma espécie de cabana de pescador, dado os itens que estavam alojados na frente. Sua fúria era tamanha, seu ódio, seu arrependimento e todos os sentimentos ruins estavam em seu interior, tomando conta das suas ações.

Ele destruiu aquele barraco com facilidade, passando para o outro em uma incrível velocidade, seguindo até mesmo destruindo uma pequena casa feita de blocos e barro. As pessoas que ouviram aqueles sons e viram a criatura, partiram correndo com o medo em seus olhos, vendo que não seriam capazes de enfrentar aquele desastre da natureza em terra firme. Seu choro era tremendo, assim como sua raiva que fazia o mar calmo existente poucos metros atrás de ti se mover, pequenas ondas foram se formando até que o mar explodiu junto com sua fúria, fazendo a água atingir terra firme. Scaleback reuniu aquele líquido em seu corpo, recompondo suas forças e envolvendo-se completamente por água e então ele caminhou. Ele andou pela costa, sentindo o mar ao seu redor e próximo a ele, no entanto, em determinado ponto começou a perceber o líquido escorrendo, como se estivesse perdendo o controle do próprio mar, um ponto a se observar para um experiente lutador, ele deveria treinar sua nova habilidade o mais rápido possível.

O caminho do trio em vida em direção ao porto era simples, as ruas estavam quase sem movimento e as pessoas que viam aquele grupo passando, corriam para o lado oposto sem pensar duas vezes, afinal, o caralho de um lobo branco e gigante estava entre eles. Fora a porra da cabra, que em seu estado atual mais parecia com um morto vivo. Sem pedra para arremessar, o capitão via seus “inimigos” correndo para longe, deixando o espaço livre para eles passarem com tranquilidade. O porto não demorava a aparecer, o lamento continuava lá com seu mastro quebrado e mais dois barcos estavam próximos, mas aparentemente vazios, pelo menos era isso que o trio conseguia ver. Não demorou para que eles vissem o homem-peixe se aproximando, vendo que a água escorria do seu corpo e ele agora estava completamente “seco”, isso é, sem a água que acumulou ao redor do mesmo.

O porto era grande e ele estava vazio, pelo jeito os antagonistas ainda não tinham chegado ou será que estavam preparando uma emboscada? Era algo possível, que só iriam descobrir nos próximos episódios.



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Chegando junto de meus colegas, a água escorria para o mar, junto da qual eu também caminhava cada vez mais próximo da água, escorrendo junto da mesma. Via meus colegas e o Lamento cercado por dois navios estranhos.

-Ohhh... Eu vejo que nos trouxeram nossa carona... Hein garota da arma... Tenta atirar nos trouxa que aparecer... Vou exterminar uns ratos do barco…

Perante o capetão falar que subiria no barco, eu retrucaria:

-Você tá todo fudido, você vai ficar aí e proteger a louquinha…


O capetão ainda queria subir, ele estava transtornado, me vinha uma imagem do Blade, transtornado querendo brigar sozinho com aquela mulher.

-Você mal aguenta não tossir suas tripas... Você vai ficar ai mesmo… Não vou deixar mais ninguém se matar nesse bando…

Subaé continuava querendo ir na frente e se expor a perigo desnecessário, a armadilha ali era quase clara, bastava ele deixar eu ir na frente, ainda assim ele dizia que o assunto não estava em discussão. Meus punhos começariam a emanar energia escura e eu responderia.

-Hmm... Concordo... Não está mesmo…

O capitão puxava então a carta de que ele quem dá as ordens.

-Fazem dez anos que eu não tive força para impedir que "matassem" você... Hoje me faltou força mental para impedir que matassem o blade... Você tá fraco... Mal para em pé... Quer morrer sem atingir seus planos?

O capitão então falava sobre arriscar a vida para atingir objetivos.

-Tem uma diferença entre arriscar a vida para ganhar e morrer para ganhar... A primeira é força, a segunda é burrice... Bandos se formam por que ninguém pode fazer tudo... Você não é capaz de fazer isso Subaé... Inclusive você não está pensando como o capitão que é... Se você morrer, o que seria do bando? Não to falando para assistir enquanto lutamos, to falando para não se enfiar numa clara armadilha...

A louca então adentrava a conversa, seria perca de tempo dar ouvidos a essa situação e Subaé não me ouviria mesmo eu o chamando de Subaé e não de capitão, pois agora eu falava com ele como amigo, não como imediato, como subalterno devo obediência, como amigo devo o proteger de si mesmo, como imediato devo proteger o bando, eu não posso permitir que as pessoas desse bando façam tudo de forma tão impensada se quero que eles vivam. Eu preciso ir na frente e esmagar os perigos para que eles possam passar em paz pelos lugares… E isso que faria.

Suspiraria profundamente e pularia em cima do convés do barco mais próximo assim que chegasse próximo deles.

- Bora, oh de casa…

Gritaria procurando uma resposta de algum invasor ou de alguém que pudesse estar à espreita.

Se algum inimigo aparecesse, desferiria um soco mirado em seu peito para tentar causar danos internos com o karatê para derrubar o mesmo rapidamente.

Se alguém pulasse na água e começasse a se afogar, eu demoraria uns segundos para entender a situação e ficaria com cara de “o que diabos ta acontecendo??”.
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-Fala do Deep

-Voz da entidade

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19: Confusão


Quando chegamos ao porto não avistamos nenhum humano sequer, apenas três navios desconhecidos e o meu Lamento sem um mastro. Foi quando Deep iniciou um plano de saque de navio.

-Façam isso, eu vou até o Lamento ver como as coisas estão por lá - Olhei para Deep com uma cara enfezada - barco novo nada, iremos rebocar o Lamento para fora desta ilha de merda... Não vou perder dois companheiros em uma tarde. Eu me nego!

E aí, o Deep veio falando para eu ficar e proteger a guria. Olhei para ela e vi uma adolescente com pistolas, tão letal quanto muitos piratas que se vem.

- Ela sabe se cuidar! Olha essa vibe de mulher fatal! - Falei -Eu tô puto, peixão. Quero socar alguém!! Então, fique aqui e proteja ela! Eu vou pro barco.

-Você mal aguenta não tossir suas tripas... Você vai ficar ai mesmo... n vou deixar mais ngm se matar nesse bando - Ele falou

-Você não me dá ordens deep. Eu vou naquele barco e vou fazer o que tenho que fazer
E pode apostar que vou voltar tão vivo quanto estou agora -
Respondi seriamente - E isso não está em discussão.

Recebi sua resposta de maneira cordial, mas não pude deixar de notar um tom de desafio.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 WaterloggedVigorousIcterinewarbler-size_restricted

-Scaleback, sei que já fazem dez anos.... Mas é melhor você lembrar quem é que dá as ordens aqui!

-Fazem dez anos que eu não tive força para impedir que "matassem" vc... hoje me faltou força mental para impedir que matassem o Blade... Você tá fraco... mal para em pé... quer morrer sem atingir seus planos?

- Eu prefiro morrer do que ficar sentado enquanto assisto vcs lutarem por meus sonhos, além do mais, estou pronto para morrer desde o dia que parti para o mar.Então é bom que você também esteja pronto para isso, parceiro. Agora vamos para aquele barco e vamos embora desse lugar, com o Blade e com o lamento. O resto resolvemos depois.

-Tem uma diferença entre arriscar a vida para ganhar e morrer para ganhar... a primeira é força, a segunda é burrice... bandos se formam por que ninguém pode fazer tudo... vc não é capaz de fazer isso Subaé... Inclusive você não está pensando como o capitão que é... se você morrer o que seria do bando? Não to falando para assistir enquanto lutamos, to falando para não se enfiar numa clara armadilha…

-Não somos nós que cairemos numa armadilha, são eles que estão em perigo. Agora vamos deixar de discutir e começar a ação - Falei mancando em direção ao meu lamento.

A guria começaria a falar para tentar apaziguar os nossos ânimos e aí propôs um “pedra papel ou tesoura”
- Pode atirar em qualquer um que aparecer por aqui, nem todas as pessoas deste mundo precisam viver - Responderia de frente para o Lamento - Quanto ao jogo, vamos resolver isso adequadamente. ZeBeBe... Cof..Cof..

O lobo falou que não entraria no barco.

-Esse barco era o lar e o companheiro de seu pai. Honre-o e traga o corpo dele de uma vez para que retorne ao seu lar. Você também Guria, vem conhecer o Lamento de Caronte!

O lobo era teimoso feito o diabo e bateu o pé, se negando a subir.

-Deixe de covardia! Se quer saber sobre quem seu pai realmente era, deve abandonar a porra dos julgamoentos, então, suba de uma vez.

-Existe uma linha tênue entre burrice e coragem. Eu não sou nada burro - ele diria.

-...e pelo visto, corajoso também não - responderia com desdém.

Em seguida o lobo também desdenharia de mim ao analisar as minhas cicatrizes e me perguntaria o que a minha coragem me deu de bom.

-Mais aventuras e histórias nesse mar do que o seu deus jamais poderá te contar, e veja, ainda estou vivo.Mas e você? Prefere envelhecer sem cicatrizes e contando as histórias de outros.

O lobo continuaria a teimar em não subir. Dizia que daria o fora e dali para preparar um funeral adequado para o seu pai.

Naquele momento eu já estava muito além dos meus limites. Eu estaria estressado com toda aquela situação de merda. Um companheiro e a nossa mascote morreram, o meu barco estava com o mastro quebrado e eu estava sem remédios. Além disso, o lobo era um maldito teimoso e Deep insistia em me superproteger por conta da culpa que sentia pelas mortes dos nossos companheiros de jornada. Aquilo era até comovente, mas a verdade é que eu não conseguiria me comover nem um pouco diante de tanto desfortunio.

Mesmo que Deep estivesse em combate, eu ignoraria a situação por pura birra, afinal, foi ele mesmo quem falou que eu não deveria lutar. Não é mesmo?

Para dizer a verdade, toda aquela situação estava me deixando um tanto sufocado, por isso iria chacoalhar o coldre que estava comigo em busca de uma bebida (o remédio para minha mente) mas só haviam míseras duas doses. Aquilo jamais saciaria a minha frustração, minha raiva, e minha tristeza.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 Angry-face-expression-gif

-FAÇAM O QUE QUISEREM, SEUS MOTINADOS!! - gritaria ao dar meia volta - VOU ALI PEGAR UMA PINGA E JÁ VOLTO!!

E aí, começaria a caminhar rumo ao bar mais próximo. Sempre me guiando pelas placas.
-Ei guria, tu quer uns gorós? - Perguntaria, convidando-a para vir comigo. mas ela falou que abraços seriam melhor - vem cá me abraçar enquanto eu bebo, então.

Mas a atitude da guria foi mais imprevisível do que eu jamais imaginaria. Ao invés de ir com o Deep ou comigo, ela pularia no mar sem sequer saber nadar.

“Maluca, maluca... gostei” Pensaria ao observar a cena, a espera que alguém salvasse-a, mas ninguém faria nada e por isso eu pularia no mar logo em seguida para resgatar minha companheira.
Tibum.
Caí no mar, e agora estaria perto o suficiente de Nyx para conseguir salvá-la, mas foi quando sentiria uma forte pontada no meu pulmão, e de repente tudo ficaria escuro.

“a minha pressão está baixa?” começaria a afundar por alguns segundos, antes de acordar desesperado.

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Quando despertasse, daria coices para trás em desespero, como se isso pudesse me ajudar a subir para a superfície novamente.


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-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- Diálogo -

Deep, meu melhor amigo e agora imediato me dava ordens diretas de atirar naqueles que dessem a cara, o que eu mais queria a muito tempo, pulava ansiosa para pessoas aparecerem. Se ele disse isso é porque alguém vai aparecer certo? — Calada porra, quero dormir, para de pensar!

— Ah silencio Jess, chegou invadindo minha cabeça e agora não quer sair mais, sem teto do caralho... – Fechava o rosto ficando emburrada, quando Jess aparecia sempre era pra reclamar.

Quando menos percebia Subaé e Deep, meu melhor amigo, pareciam discutir e isso me deixava preocupada, as poucas vezes que vi discussões acabaram com algum dos envolvidos mortos.

Levantava as mãos tentando conseguir a atenção deles para o que pretendia falar, movi-as a minha frente, mas de nada adiantava, logo sobrava somente uma carta em minha manga.

Fechando o resto, andava da forma mais descolada possível que conseguiria, dando passadas longas e com força, os braços movimentando-se com o andar.


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Ao chegar perto deles e levando uma mão fechada a frente, ficava em silencio por alguns segundos e então diria, — Só uma coisinha… Eu acho que atirar em pessoas seria legal! Assim… ou as vezes é melhor ir pro barco, se bem que temos que se vingar! Porém já aconteceram tragédias demais… - pondo a mão sobre o queixo fritava entre encontrar a melhor solução e nenhum dos dois gostar dali em diante menos de mim… - Papel, tesoura e pedra! Pronto! Encontrei uma solução ufa…. - Secava o suor que escorria em minha testa

A discussão parecia parar, eu consegui!! — Ótimo! Eu disse que a ideia da tesoura, pedra e papel seria perfeita!!!

Porém o lobo mau parecia atrapalhar logo botando suas chatices na mesa, vamos velejar, matar, comer, ganhar dinheiro... desbravar os mares, o que mais seria legal do que isso??

O capitão parecia cansar de tudo aquilo e seu lado alcoólatra atacava, — Capitão apesar deu não ser médico, essa sua coisa com bebida parece sério… olha, porque não tenta abraços? As vezes eles podem ser melhores!!!

Logo ele me botava em uma encruzilhada, chamando-me para abraça-lo, porém isso poderia causar mais intrigas no bando, — Olha capetão se eu for aí eu crio intriga com o amigo aquático, se eu ficar aqui eu crio um problema com você… aí o que eu faço? Pensa! Pensa?! tenho uma ideia!!! - correndo pulava em direção ao mar, segurando as pernas caia como uma bola. O problema era, eu não sabia nadar! Batendo-me contra a água ia afundando e gritando - SOCORROO!!!!



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Beowulf caminhava lentamente carregando o corpo de seu pai, até parar em frente aos barcos no porto. O lobo branco ouvia a discussão entre o tritão e o mink, anotando seus nomes, Subaé e Deep, seria mais fácil de se comunicar assim. Após ouvir a discussão, quando os outros estivessem entrando no barco fudido, Beowulf diria:

-Eu não vou entrar nesse barco.

Beowulf dizia isso certo de sua decisão, com toda a calma do mundo. Subaé tentava lhe dar ordens, Beowulf simplesmente dizia de forma racional:

-Não

E em seguida, após uma curta pausa, completava:

-Seu companheiro parece muito mais sensato nessa discussão. Eu não vou me arriscar sem motivos

A cabra então expressava uma indignação, falando sobre covardia. Beowulf calmamente retrucava:

-Existe uma linha tênue entre burrice e coragem. Eu não sou nada burro.

Subaé tentava diminuir Beowulf, julgando sua coragem. Beowulf olharia para o corpo de Subaé de cima abaixo, observando cada uma de suas cicatrizes visíveis:

-E o que sua coragem te deu de bom cabra?

E então a cabra comparava as histórias de suas cicatrizes com as histórias de minha religião, Beowulf até mesmo dava risada quando completava:

-É, pelo que suspeitava... você é realmente burro. Faça o que quiser com sua vida, mas eu darei um velório digno para meu pai

Beowulf então se preparava para sair, mas antes chamava o tritão, -Ei tritão! Vai participar do velório?, e em seguida caminhava para um ponto mais distante da ilha, carregando ainda o corpo de seu pai.

Antes de conseguir tomar distância, Beowulf olhava para trás quando ouvia a garota gritando, se afogando no mar, Beowulf só não ficava preocupado porque via que Subaé estava do lado da garota.

Mas em uma ação maluca, aparentemente a porra da cabra também não sabia nadar, e ainda assim pulou no mar. Beowulf respirava fundo, largava o corpo de seu pai no chão e correria em direção aos dois se afogando, apesar de não merecerem sua ajuda, algo inclinava Beowulf para salva-los, um senso altruísta que chegava a ser idiota.

Beowulf mergulharia, e primeiro seguraria a garota, colocando ela em seu ombro. E então olharia para a cabra, e pensaria, *-Eu não acredito que vou tocar esse ser nojento*, após pensar seguraria a cabra pelas pernas usando seus braços para imobilizar as pernas da cabra, afinal não queria levar um coice, e, logo em seguida arremessaria Subaé de qualquer jeito em direção a terra firme, julgando pelo peso da cabra não deveria ser tarefa difícil.

Beowulf então cuidadosamente seguraria a garota enquanto voltava em direção a terra firme, cuidadosamente colocando ela no chão. Beowulf então olharia para o próprio pelo, e, caso ele estivesse sujo, Beowulf olharia para Subaé e diria:

-Você sujou meu pelo... .

E então uma longa pausa extremamente desconfortável surgia, aparentemente eles fizeram o impossível, irritaram Beowulf. O lobo branco então, com uma veia pulsando em sua testa gritaria com a cabra:

-PORQUE VOCÊ NÃO TENTOU AJUDAR ELA COMO SOUBESSE JÁ QUE NÃO SABIA NADAR?!!

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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
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Todos


O grupo interagia entre si de maneira exacerbada, a conversa tranquila rapidamente se transformava em um pequeno atrito entre o capitão e seu imediato, que entravam em uma clara discordância entre as ações que deveriam ser tomadas pela tripulação de criminosos. Em meio a isso tudo temos uma figura que não batia bem da cabeça intervia, agindo de maneira completamente estranha e conseguindo concluir seu objetivo: parar aquela treta que estava inflamando pouco a pouco. O grupo continuava por ali em meio ao atrito, o lobo religioso ficava meio apático a toda aquela situação, fiquei até surpreso por não lançar uma reza no meio da treta ou tentar intervir m nome do seu Deus.

A tristeza pela morte do seu companheiro continuava vivida em seus corações, mas o tritão por sua vez tomou as rédeas da situação e partiu em direção ao navio, imaginando ter uma armadilha ou algo do tipo no interior da embarcação. No entanto, ele notava que tudo estava tranquilo, aparentemente suas suspeitas não tinham sido concretizadas. Isso continuaria da mesma forma se não fosse alguns sons estranhos vindos do andar inferior do lugar – SUBAÉ? – Um grito rompia o silêncio do local e sons de passos aumentavam gradativamente. Não demorou para que uma figura animalesca tomasse forma, um mink macaco velho e trajando trapos de diferentes cores – MEU CAPITÃO ESTÁ AQUI MESMO? MEU DEU! SUBAÉÉÉÉÉÉÉ! ME LEVEEEEEEEEE PARA AVENTURAAAAAAAS! – Ele gritou loucamente olhando para os lados a do criminoso, no momento que ouviu o som da água, pulou no mar assim como todos os outros – EU NÃO SEI NADAR, CAPITÃO! SUBAÉ! BODÃOOOOOO! ME LEVA COM VOCÊ! – concluiu da maneira que pode em meio ao afogamento.

Beowulf era o grande herói do momento, pulando no mar para salvar os dois que estavam se afogando loucamente. Primeiro ele salvou com todo cuidado a jovem Nix e segundo lançou o bode em direção a terra firme, que caia rolando no porto – BODEEEEEEEEEE! – O macaco gritava em meio ao seu afogamento, que na verdade, se mostrava ser pura cena – Ata você já saiu? Então vou sair também! – falou nadando com certa maestria e subindo em terra firme, andando calmamente em direção ao capitão – Lembra de mim meu senhor? – Indagou o símio – Quando soube que estava vivo naveguei incansavelmente em sua busca. – Completou o macaco – Estou colocando meus serviços a disposição, como deve lembrar sou um exímio carpinteiro habilidoso, pude ver que o barco está com alguns problemas e eu posso ajudar. – Finalizou o homem-macaco.

Por fim, tudo parecia bem, no entanto o caos estava próximo e o som de um tiro alarmou a todos os presentes. Da cidade um homem estava segurando uma espécie de rifle, apoiado no ombro de outra criatura um tanto quanto menor, aquele era Bil, acompanhado da figura trigêmea que havia dado no pé anteriormente. Atrás dele cerca de três pessoas caminhavam em passos lentos, suas feições mostravam raiva. Eles partiram com velocidade na direção do bode e seus aliados, não demorariam mais que sete segundos para alcançarem o grupo que estava totalmente despreparado – Senhor, preciso de apenas alguns minutos para ajeitar o barco, se quiser sair daqui, podemos usar um para puxar o outro e eu ajeito ele no meio do caminho, afinal, sei como o lamento é importante para o meu senhor! – Falou o macaco dando alguns passos para trás, indo em direção ao lamento, mas ainda sim aguardando as instruções do capitão.



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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- Adeus Sorbet! -

Começava a me sentir mole, seria aqui meu fim? Ao menos fui feliz o máximo que pude… Abrindo os olhos já estava em terra firme, tossindo água, quem tinha me salvado? Olhando era o Ted! — Lobão!! - Eu chorava arrependida de tê-lo julgado, correndo até ele, prendia- me em sua perna - Desculpa ter te julgado!! Você é um ótimo companheiro! Me perdoa.

Ainda tossindo parte da água que havia engolido, ouvia as ordens de meu capitão, — Certo! Lobinho, eu vou, mas já volto tá? - Quando avistava um mamaco, este que já falava a algum tempo só não havia percebido - UM MACACO?!

Meus olhos brilhavam de empolgação, eu corria até ele e agarrando suas mãos, o giraria em volta do meu eixo, — Mamaco!! Vamos ser amigos?!

Subaé o apresentava, — Monoliso! Eu te adoro… agora somos amigos tá bom? - Fazia um joinha e então Monoliso complementava as ordens do capetão, focando-me completamente, seguiria as instruções, pegando outras correntes ou até mesmo cordas caso encontrasse,  jogaria no outro barco.

Subaé pedia para que protegessem o lamento, mas pera, quem é lamento, — Cabra!! O que? Quem? Onde? Lamento o barco? - Sequer ouvia a resposta, com as palavras de deep para subirmos, eu subia e gritava para meu melhor amigo peixe, — Pode deixar que eu te dou cobertura!! - Sacando minha pistola, ia me apoiar na beira do navio.

Caso Deep entrasse em combate, encontrando pontos cegos nos inimigos com minha visão, atiraria neles tentando ajudar meu companheiro, também deixando de atirar caso pudesse acabar acertando meu companheiro.

Se conseguisse sair do porto, continuaria atirando naqueles que pudessem nos perseguir, ao fim, dançando conforme andava pelo cais, abrindo meus braços e gritando, demonstrava toda minha felicidade, — Adeus Ilha de merda!!!!!! Nix agora irá desbravar o mundo! HiHaHaHaHa!!


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20: Monoliso Naranjado



Escuridão, silêncio e mais uma quase morte.

De repente fui puxado pelo lobo e salvo mais uma vez. Infelizmente não fui salvo das reclamações que o canino fazia sobre a sujeira em seu pelo. Quanto a isso, apenas ignorei os comentários ferinos.

Me levantaria com a dificuldade que já começava a se tornar costumeira. Meu peito doía a cada passo, e a vertigem fazia tudo piorar. A dor de cabeça e a sede insaciável também não ajudavam em nada a minha atual situação.Abri o cantil e bebi o equivalente a uma dose.

Quase tossi tudo para fora quando escutei aquela voz irritante, e quando eu vi o macaco os meus olhos se negaram a acreditar. Aquele era Monoliso, um maldito macaco velho que conheci a mais de vinte anos atrás, na minha primeira viagem por este Blue.

Olharia-o  de cima a baixo sem esboçar um sorriso sequer.

-É bom te ver novamente, Mono! Por onde esteve durante todo este tempo? - Escutaria um pouco de sua história, apenas para interrompê-la na metade - Tá,tá tá…Cof.. Vem cá, cê não tem uma graninha aí pra me dar não? - Se ele tivesse, pegaria, depois daria as costas e voltaria para o Lamento - Cabras, vamos tirar o Lamento daqui!!!

Beowulf apontaria alguns indivíduos que estavam no morro, perguntando se eram amigos ou inimigos.

-Num conheço nenhum... Pode matar! - Respondi de imediato, mas logo depois reconheci o mudinho - Ih alá, é o mudinho filho da puta! Cuidado com ele, peixão! Ele comeu uma fruta do diabo!

Deep avisaria que nos alcançaria depois, á nado.

- Beleza!- Respondi - Mono, venha me ajudar por o lamento pra zarpar! Guria, me ajude amarrar esse barco naquele outro barco! - Iniciei a gritaria que antecede o zarpar.

Adentraria o lamento a passos mancos enquanto Nyx ficava encantava com a existência de um ser vivo tão deplorável quanto o Monoliso

- Esse ai é o Monoliso. É um dos melhores marujos que conheço, mas não passa de um covarde...

Assim que adentrasse no meu brigue, sentiria uma dor pior que a  causada pela doença da terra-seca. Cada vislumbre de destruição em meu navio era recebida em meu âmago como o golpe de um civíl revolto.

-...mas é um bom carpinteiro!! - Pensei. Enfurecido, chamei Monoliso - VENHA AQUI MONO! CONSERTE O MASTRO O MAIS RÁPIDO QUE PUDER! - Ordenaria ao dar-lhe um tapão na nuca.
O macaco iniciaria o plano de amarrar as correntes entre os barcos e pediria auxilio do lobo para recolher o mastro. Observaria os três marujos trabalhadores e esboçaria um largo e desdentado sorriso.

-ZeBeBeBeBeBe!! FAÇAM O QUE ELE FALOU! ENQUANTO ISSO EU VOU ALI NO OUTRO BARCO AMARRAR AS CORRENTES DIREITO!

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 CookedFilthyAvocet-max-1mb

Pegaria a corda mais próxima e inclinaria meu corpo para trás depois de subir no batente  mais alto do lamento - Quando terminar ai, venha comigo Deep! Vâmo deixar aquele barco pronto pra partir - E após avisar o tritão, saltaria com a corda rumo ao outro barco, inclinando o corpo da maneira correta para criar um pendulo capaz de me levar até o outro convés.

Ao chegar lá, pegaria alguma corrente daquela embarcação e arremessaria a mesma para o lamento. Faria isso com mais outras duas correntes antes de começar a amarrar as correntes do lado de cá.

se por acaso eu fosse atacado, deixaria que se aproximassem o suficiente para só então esquivar para algum dos lados a fim de deixar que o atacante passasse diretamente por mim para só então golpear suas costas com uma joelhada.

Coff!!! Coff COff!!! Mais dor e moléstia maldita em meu corpo.

Seguiria esquivando dos golpes que me fossem desferidos, mas ao invés de contra atacar eu só tentaria derrubá-los ao mar desferindo rasteiras, ou desvencilhando seus corpos para o lado quando passassem por mim.

Caso muitos inimigos me atacassem de vez, usaria todas as minhas forças para executar minha técnica mais antiga, a zabumbada estóica.

Saltaria para trás no intuito de plantar uma bananeira, aquele movimento por si só já seria o suficiente para me deitar. Naquele momento, as minhas costas e costelas doeriam como se eu tivesse sido pisoteado por um boi, mas eu não poderia me dar ao luxo de parar agora, mesmo que isso significasse o meu fim da participação deste combate.

Sem me importar com os danos colaterais, iniciaria a girar o meu corpo usando a rápida movimentação de minhas mãos enquanto desferisse o máximo de coices nos oponentes.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 KdZbXI

Quando os atacantes cessarem e todas as correntes estivessem amarradas adequadamente eu me ajoelharia por um momento para restaurar o pouco fôlego que meus pulmões aguentavam armazenar.  O meu corpo não aguentaria mais combates, mas eu tenho um dever para com a minha tripulação. Nós iremos conquistar o mundo!

-CABRAS, CERTIFIQUEM-SE DE QUE NINGUÉM INVADA O LAMENTO!! E LOBO, TRAGA O CORPO DE SEU PAI!

Diria ao me levantar e ir caminhando da forma que fosse possível até o leme. No caminho, soltaria as cordas necessárias para levantar a vela no navio sem nome.
Quando alcançasse o leme, iniciaria a manobrar o barco para fora da ilha ao gritar:

-ESTAMOS ZARPANDOO!!!!





Zabumbada Estóica:

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-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760280/4000/100/15

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 6 Unknown

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