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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 5 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Subaé
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14: Insultos

Finalmente estávamos ali na frente de uma clínica, entretanto a mesma estava trancada, reforçada por duas grades de ferro. Olhei para meu fial imediato e ordenei.

-Ei Deep , arromba essas grades aí!

O tritão me pediu para devolver a bebida para que conseguisse quebrar as grades. Discarado, me deu e agora me pede de volta!

-Que garrafa? - Perguntei sarcasticamente - A garrafa tá lá atrás…

Ele ficou incrédulo com a resposta.

-Joguei fora lá na rua de trás, tu não viu não? - Minha fala era um tanto ríspida, consequência direta de quase morrer e estar ficando sóbrio - Precisa ficar mais atento peixão, é por isso que levou um tiro…

Não tive nem tempo de concluir a linha de raciocínio. Deep me agarrou pelo colarinho e começou a me dar um puta sermão. Enfurecido, ele me explicou a real utilidade daquela bebida, mas não parou por aí, e teve que me insultar, por isso dei um forte tapa em sua mão (com a costa de minha mão) para que me soltasse

-Eu não joguei fora a bebida! Seu imbecil! - Eu realmente estava enfurecido com aquela atitude nem um pouco respeitosa - Quem você acha que eu sou? ein? A porra da bebida tá aqui - ergui o cantil cheio - só joguei fora a garrafa vazia.

Pegaria o outro cantil e dividiria a bebida da seguinte maneira, um cantil com 6/10 doses e o outro com 2/10. Depois, entregaria o mais cheio para o dono legítimo - Toma essa bagaça… e escute bem, NUNCA  mais me compare com um marinheiro!

Recolheria Blade e Lua no colo para que Deep pudesse realizar o que pedi.

Quando as grades já estivessem destruídas, eu adentraria o local na frente (se possivel) e diria assim que entrasse:

-COf Cof.. Não estou com tempo e nem com paciência… Me tragam um médico… ou melhor, três! Estamos feridos e precisamos de ajuda, mas se não nos ajudarem quem vai ficar precisando de ajuda são vocês! Seus vermes!!

Caso cobrem pelo serviço, ergueria a espada de forma hostil.

-Não tenho ouro, apenas aço e sangue… vai querer?

info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
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Qualidades:
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-Prodígio
-Talentoso
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-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
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Defeitos:
-Doença degenerativa
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-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
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-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
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-Partir para a Grande Rota
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-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 5 Unknown

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Deep
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Caminhávamos pelas ruas, dessa vez elas estavam quietas e vazias, uma melhoria de três mil por cento no ambiente da ilha, diria eu.

Após um tempo achamos um lugar que devia ser uma clínica ou algo do tipo, mas ela estava trancada por barras de metal.

Assim que meu capitão falasse para que eu abra a porta, diria:

-De boa... Me devolve a garrafa de berserker que já abro fácil…

Após a resposta dele eu, reagiria num tom desacreditado e surpreso:

-Espera... Como assim?

A cada sílaba que saísse da boca do capetão, ficaria mais puto, culminando numa ação de o agarrar pelo colarinho e falar fungando de pura raiva.

-Tomei um tiro do blade, colega de bando.... Agora você joga fora uma bebida de combate que literalmente é o que nos permite estar acima do resto da escória da porra dos blues... Começo a achar que nesses dez anos vocês se alistaram na marinha…

Após ouvir a fala do capetão, pegaria o cantil e diria:

-Segura o sarnento então, vou abrir “saporra”… Me dá espaço…

Tomaria então um gole de berserker para ganhar sua melhoria em força, colocaria Blade e Lua no chão perto do capetão enquanto minhas escamas e pele se avermelhavam, assim como eu começava a suar profusamente.

Em seguida, fimaria meus pés e começaria a esmurrar as grades e barras tentando as danificar e quebrar, conforme elas se danificassem, as agarraria, puxaria e arremessaria para longe dali, até arrancar toda a proteção e destruir a porta.

-Ôh de casa…


Diria eu adentrando o local.

Em seguida deixaria o capetão tomar conta da conversa, enquanto ficaria apenas servindo como um acompanhante assustador e ficava tentando controlar meu próprio suor para ver se funcionava.

Se alguém tentasse fugir ou atacar, apenas entraria na frente do movimento e daria uma leve barrigada para jogar o ser de volta para o seu local inicial.

Se algum inimigo que não fosse possivelmente um médico, aparecesse e tentasse nos atacar, daria um soco descendente tentando esmagar o alvo contra o chão.
Histórico:





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Legenda:

-Fala do Deep

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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 14



Subaé e Deep


Alguns membros do grupo pirata estavam completamente acabados, usando toda força que restavam em seus corpos para se apegar à vida. Em meio a essa situação fatídica, a dupla em melhor condição se encontrava em um sério debate, ao ponto de quase entrarem nas vias de fato. Após a devolução de parte da bebida, parecia que tudo estava em uma boa situação novamente, pelo menos para Subaé e Deep.

Ao ingerir o líquido a força do homem-peixe aumentou exponencialmente, no entanto, indo contras todas suas expectativas ele não conseguia quebrar o metal, na verdade, percebia que seu projeto não aumentava tanto assim a força como ele imaginava. Ao invés de quebrar, as barras grossas de Net se mostraram avariadas pelo impacto dos golpes pesados do homem peixe, que amassaram a primeira leva metálica de proteção da clínica, que foi arrancada pelo tritão logo em seguida. A mesma coisa aconteceu com a segunda camada de proteção do lugar, mostrando ser um local realmente seguro, no entanto, não era capaz de lidar com a força do homem-peixe.

Porém, eles notavam que aquele primeiro andar estava vazio. Mostrando ser uma espécie de recepção não muito grande, aliás, pela baixa altura do teto obrigava ao pirata de grandes proporções andar envergado, já que a distância entre o solo e o teto, tinha menos que quatro metros. Na lateral esquerda do lugar era visível uma escada, que seguia as proporções do lugar e impediria que o tritão subisse de maneira tranquila, já que sua pança não cabia ali. Alguns passos foram ouvidos vindo de cima, parecia que quem estivesse ali estava subindo com velocidade para os andares superiores do edifício, que contava com cerca de quatro.

Na recepção não podiam ser encontradas muitas coisas, um balcão de madeira pintada de branco, duas portas abertas que davam para dois consultórios simples, tendo uma maca em cada um deles. Atrás do balcão uma porta que parecia dar para um ambiente apenas acessado pelos funcionários, não dava para ver muito o que estava em seu interior, já que o vidro fosco atrapalhava a visualização do ambiente. Por fim, cerca de dez cadeiras estavam espalhadas pelo salão, tendo o distanciamento de um metro de meio de cada uma delas, será que algum tipo de Pandemia havia assolado o Reino por esses tempos? De qualquer modo, quais seriam as ações do grupo? Iriam forçar sua subida? Destruir o lugar? Subaé seria o único responsável por trás dos seres vivos no andar superior?



Histórico Geral:

Legendas:




Subaé
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15: Pedido

Finalmente conseguimos adentrar o hospital mas para nosso desgosto a grande sala de recepção estava tão vazia quanto as ruas.Entretanto era possivel ouvir alguns barulhos vindo dos andares superiores.

Deep parecia admirado pelo tamanho do local e uma dúvida sobre o que havia atrás daquelas portas surgiu em sua mente.

-Não tenho idéia... Cof cof - respondi de pronto - vou lá em cima ver se encontro algo interessante, lá em cima deve ter algum médico, enquanto isso vasculhe esses consultórios em busca de remédios canábicos e dinheiro.

Sem dar tempo para que o plano seja discutido, fui correndo até as escadas e começaria a subir. Pararia no segundo degrau e diria ao Deep:

-Ah, ei grandão, só por garantia... se eu gritar "oxente" derrube essa espelunca sem se importar comigo. ok?

Subiria as escadas até encontrar alguém.

Por cada andar vazio que eu passasse, vasculhava os balcões em busca de remédios e dinheiro andes de voltar a subir as escadas para o próximo andar.

Assim que encontrasse alguém, julgaria que este seja um médico ou enfermeiro. Iria cordialmente até o mesmo para implorar-lhe pelo seu serviço.

-Nos ajude, por favor! Meus companheiros estão feridos e precisando de tratamentos médicos...COf Cof cof… Por favor, trate os ferimentos deles… eu imploro.

Me ajoelharia encostando a testa no chão diante do enfermeiro.

-Se for preciso, pagarei pelo tratamento assim que eles tenham sido medicados.

Usaria da cordialidade e lábia para conseguir o que não conseguiria fazer com os punhos por conta da crise.

Mas existe a opção de que o infeliz se negue a fazer o trabalho proposto. Caso ele se negue, seguraria o mesmo pelo pescoço.

- Isso não é um pedido… trate meus amigos logo ou eu vou demolir esse prédio!

Se por acaso exista alguém forte o suficiente para comprar briga comigo, esquivaria de seu ataque com um salto para trás (ou pro lado, no caso de um tiro), depois me abaixaria rapidamente dando uma rasteira que desequilibrasse o mesmo.

Continuaria correndo até o terraço, vasculhando as prateleiras e balcões que encontrasse pelo caminho.

Se encontrasse algum remédio canábico, recolheria quantos houvessem. faria o mesmo com dinheiro.

Terminaria a empreitada no terraço, onde eu teria um melhor cenário para lutar.



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-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
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-Aprender proficiência: Criptografia
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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 5 Unknown

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Jean Fraga
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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- Canção De Ninar  -

— Feche os olhos, meu bem… não há nada que possa te assustar, não há medo que te impeça de sonh…- Abrindo os olhos, percebia já estar em outro lugar, olharia a volta tentando me encontrar, — Esta maldita canção de ninar ainda se mantém intacta em minha cabeça... Arghhh que ódio. – Balançava minha cabeça tentando esquecer a letra.

Ao me localizar, continuaria minha caminhada até o porto, queria encontrar uma forma de fugir desta ilha e de seus caçadores, pelo menos por enquanto, as chamas ainda caíram sobre Sorbet toda.

Porque não brincamos com alguém hoje Nix? Vamos, vai ser divertido, eu quero me divertir! – Logo cedo as vozes começavam, mas ao menos o tempo parecia passar mais rápido conforme a respondia, — Seria na verdade... incrível! – Sacando minha pistola e a apontando logo a minha frente – Miolos ao vento, conseguiria fazer uma linda pintura...

— Certo, você me convenceu, a pessoa mais estranha que eu me deparar vai ser nossa diversão de hoje!!! – Animada e começando a gargalhar correria entre as pessoas, procurando pela pessoa mais bizarra que eu avistasse.

Durante o percurso até o porto, ficaria ainda assim atento naqueles que estariam a minha volta, querendo ou não sou uma fugitiva, mas que se dane.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 01
Ferimentos

  • N/A

Ganhos:

  • N/A

Perdas

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Deep
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Enquanto buffado, foi possível destruir a porta, mesmo que com dificuldade, dentro do prédio que não era muito pensado para pessoas maiores, era um grande lugar no geral apesar de ser pequeno para mim e forçar a andar curvado dentro do mesmo.

- Esse lugar é grande... Você viu aquelas portas? O que diabos tem aqui…

Eu estranhava o tamanho e proteção para um lugar que a gente achava que era uma clínica ou farmácia. Estava atento e incomodado com a situação, já que meus colegas estavam bem vulneráveis naquele momento.

O capetão então disse que iria verificar outros andares, já que para ele seria mais simples por caber nas escadarias. Adicionalmente ele me pedia para procurar algum tipo de remédio, porém ele pedia e era o mesmo que falar para a parede, eu não sei o que são as coisas que ele disse.

Sem muito como saber o que eu procurava, vasculharia o andar em busca de frascos, comprimidos e tudo que me parecesse com remédios e os colocaria em cima de alguma mesa ou no centro do local.

Caso eu achasse algum grande saco, cortina ou pano de grande tamanho, colocaria todos meus achados dentro deste para carregar como um “papai noel”.

Se alguém me atacasse nesse meio tempo, tentaria agarrar a pessoa, se estivessse próxima, e aproveitar do teto baixo para arremessar a mesma contra o teto.


Histórico:





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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Jupges
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JupgesCivil
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Ao longe quem observasse a chamativa figura poderia vê-lo, ajoelhado com seu machado sendo usado de apoio, louvando aos céus em uma posição de adoração. Aqueles que estivessem próximos do grande lobo poderiam ouvi-lo:
-Livra a mim e meus companheiros de todos os perigos, sei que muitas vezes temos de passar por provações para nos tornarmos melhores.

Estou otimista porque sei que no seu devido tempo tudo dará certo.

Nesta tarde eu lembro de ti e peço que não esqueças de mim. Fortalece minha fé, fazei com que eu não desanime diante dos desafios da vida.

Estimado São Dismas, tenho certeza que meu pedido será alcançado com a ajuda da tua imensa sabedoria.

Eu Beowulf necessito desta graça.

Que Assim Seja. Amém!


Após finalizada sua oração o lobo respiraria profundamente, como se saísse de um estado de transe olharia para seus arredores, estaria provavelmente no barco providenciado por sua igreja, chegando em Sorbet ou já no porto. Assim começava a sua jornada.

Beowulf desceria do barco agradecendo aos tripulantes, e procuraria por alguém caminhando nas ruas da ilha, caso encontrasse perguntaria para aquele que pudesse ver, estufando o peito e olhando com um olhar transparecendo tranquilidade, -Saudações! Gostaria de perguntar para você, se por acaso você viu um grupo criminoso por essas ruas recentemente, um é um lobo de 3 metros de altura, com pelos grisalhos e que provavelmente aparentava cansado. Você os viu?

Beowulf esperaria pela resposta, e, se conseguisse uma satisfatória agradeceria e seguiria para um caminho indicado. Caso me direcionassem para uma clínica Beowulf observaria a porta destruída, e de lá mesmo procuraria por sinais de seu pai.

Caso Beowulf fosse direcionado para outro lugar, Beowulf se lembraria das histórias que o Arcebispo Ângelo havia contado para ele sobre a tripulação de seu pai, e sobre o seu comportamento destrutivo. Se lembrando dessas histórias Beowulf procuraria por rastros de destruição que fossem facilmente visíveis e seguiria eles.


objetivos:
Atributos, vantagens e perícias:

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Formiga
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue  || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 14



Deep


O homem-peixe ouvia as palavras do seu capitão, ficando um pouco confuso na questão dos medicamentos, afinal, como caralhos ele iria saber qual era o medicamento? No fim das contas ele optou pelo mais simples e lógico, pegar tudo que tinha pela frente, porém, as coisas não eram tão fáceis assim.

Como citado anteriormente o lugar era relativamente grande, contava com cadeiras, consultórios e uma espécie de balcão onde ficava a recepção e acaba por aí. Medicamentos? O tritão encontrou algumas ampolas no consultório, três no primeiro e quatro no segundo, ao que pareciam eram analgésicos simples, como a dipirona aplicada no SUS diariamente. Os armários não tinham remédios, contavam com alguns tecidos descartáveis para forrar o leito, assim como travesseiros de aparência confortável.

O único saco encontrado era um de plástico, que ao que parecia era usado para guardar o lixo do local, no entanto, aquele obviamente estava limpo e ainda não tinha sido utilizado. No balcão alguns papéis eram vistos fichas dos pacientes do lugar, que talvez estivessem ali naquele momento ou que passaram por ali naquele dia. Tudo estava indo bem por ali, pelo menos até uma figura canina aparecer na porta de entrada do local, usando estranhos trajes.  Seria um caçador? Um aliado? Não, esse último caso era pouco provável já que seus aliados estavam todos naquele ambiente, inclusive, dois deles gravemente feridos.


Subaé


O capitão não encontrava nada de útil no balcão, o mesmo contava apenas com alguns papéis, fichas da clientela local. Ao subir o primeiro andar ele encontrava um total de nada, como se aquele setor fosse uma espécie de sala de espera um tanto quanto maior que a recepção inicial, já que contava com o dobro de cadeiras e algumas poltronas, tendo o número de cinco deste último item. As janelas não eram muito grandes, mas permitiam que os raios solares invadissem o lugar e iluminasse a sala com facilidade, dando a certeza ao capitão que ninguém estava ali – ATCHIM! – Ele escutou da única sala do lugar, na verdade, um pequeno cômodo com uma porta de madeira na coloração verde musgo, que combinava com os tons esverdeados do lugar – Merda eu falei para você ir pra outro lugar! – O caprino escutou uma segunda voz, ambas vindas de criaturas masculinas.

Ele se aproximou e o som dos seus cascos batendo no piso de madeira fizeram a dupla calar a boca, contudo, quanto mais próximo ele estava do lugar, maior era o sentimento que aqueles dois iriam pular fora dali – PERDÃO NÃO ME MATE! – Disse um homem jovem com uma ruga enorme em seu nariz, seu cabelo era curto e encaracolado, de cor castanha. Ele falou espirrando em seguida, se ajoelhando tão rápido quanto saiu de lá e levando suas mãos até a nuca – EU TAMBÉM NÃO FIZ NADA! TALVEZ ELE JÁ TENHA FEITO UM DIA. – Falou o outro repetindo o mesmo processo de submissão, ficando de joelhos com ambas as mãos na altura da sua nuca.

Ué? Nós ouvimos sons de socos e depois tudo arrancando, na verdade, antes disso rolou alguns tiros longe e uma zuada, um burburinho tá ligado? Ai como norma a gente fechou tudo. – O homem da verruga começava a disparar suas palavras um pouco mais tranquilo, enquanto o outro – um jovem de cabelos longos e loiros, pele limpa e bem cuidada – continuava com seu corpo tremendo vendo o estado do caprino – Pelo jeito, ele estava na confusão. – Quando suas palavras saíram da sua boca o outro rapaz gelou, parecia que estava vendo um fantasma em sua frente – NÃO ME MATE POR FAVOR SENHOR A GENTE TE AJUDA. – Falou um pouco mais alto – Na verdade, ele te ajuda, eu sou só o assistente. – Disse o rapaz – Ei seu idiota! – Resmungou o loiro abrindo rapidamente um sorriso em seu rosto – Claro que ajudamos, vamos logo, precisamos descer para fazermos tudo no consultório, qual seu problema meu querido? – Disse com a voz trêmula – Podemos ir? – Indagou meio que pedindo uma permissão para ficar de pé e em seguida voltar até o setor inferior do lugar.

Niix


A jovem Nix estava nas ruas pouco movimentadas do Reino – Teve alguma confusão no porto! – Disse uma das mulheres que passaram com velocidade por perto dela, pareciam estar correndo para seus lares. Em meio a caminhada  a jovem pode ver locais bem normais abertos, mercados, lojas de roupa e de conveniência no geral. Em meio aos seus devaneios ela elaborava seu próximo passo, buscando por uma pessoa estranha enquanto caminhava pelas ruas com certa tranquilidade.

Seu destino? Era o porto, então quebrava algumas das ruas e notava que pouco a pouco a movimentação das pessoas ia diminuindo gradativamente, como se ela estivesse indo pro centro do furacão que estava passando pelo Reino. Após sobrar a última esquina ela pode ver uma única criatura na rua, uma espécie de lobo totalmente branco, bem alto para o tamanho normal dos seres humanos e trajando uma armadura? Caralho, parecia mesmo uma armadura! Pelo visto encontrou seu alvo antes de chegar no porto, o que nossa jovem maluquinha faria? A criatura estava parada em frente a um estabelecimento, que contava com uma grande metálica ao seu lado, como se ele tivesse acabado de arrancar aquela proteção.


Beowulf


O Lendário Lobo Branco de Jesus rezava ao seu Deus, ou seja lá o que tivesse sido aquilo. O mesmo caminhava pelas ruas do reino de maneira tranquila, seu objetivo era simples e claro: Encontrar o corno do seu pai. O porto estava pouco movimentado, na verdade, contava com apenas dois curiosos que estavam observando o que parecia ser os restos mortais de uma pessoa - EITA CARALHO, Ó O BIXO! - Gritou um deles tomando um puta susto com ale lobo de quatro metros e de pelo branco - Ata, sim, eles lutaram aqui agorinha. Tu tá com eles? Ou tá caçando? Que se foda na real, isso não vem ao caso. Segue reto ai meu patrão, eles foram por lá e não vai ser difícil de encontrar, olha esse rastro de sangue aí no chão, um deles foi bagaçado, um lobo que nem tu. – Disse de maneira bem relaxada o jovem adolescente curioso.

Beowulf então seguiu, notando que havia chegado bem no meio do olho da tempestade e aparentemente seu alvo havia sido encontrado com facilidade, isso é, se o tal do lobo fosse seu pai. O caminho era longo, mas os rastros de sangue indicavam com facilidade o percurso que ele deveria seguir. Por fim, chegou até a porta de uma espécie de estabelecimento e pelos seus conhecimentos médicos ele conseguia facilmente notar que se tratava de uma clínica, ou algo parecido com aquilo. O portão metálico estava no chão e quando olhou – da entrada – para o interior, viu uma figura ainda mais bizarra do que ele: um puta baiacu gordo do caralho, carregando um saco preto e andando meu envergado, por conta da sua altura.

Enfim, que caralhos o Blade Junior faria?  



Histórico Geral:

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Jean Fraga
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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- Ted Do Mal, Deep O Peixe E Subaé Capetão -

— La... La La La... Onde est- Meus olhos rapidamente se arregalavam, o que era exatamente isto que eu olhava a minha frente? — Ted? – Lembrava-me de um lobo de pelúcia que um dia já tive e que havia sumido - É VOCÊ?! – Um grande sorriso abria-se em meu rosto, começando assim a correr em direção ao lobo gigante.

Sacando minha pistola e correndo com ela ao meu lado, eu ansiava por reencontra-lo, mas logo parava minha caminhada, — Como você ficou tão grande? A pergunta certa não seria como sua pelúcia se transformou em um ser vivo não?! — Ah dane-se. – Deixando as ideias malucas de lado, voltaria a correr em sua direção.

Aproximando-me, começaria a gritar para o grande lobo, — EIII!!!!! TED É VOCÊ?! – Com a resposta súbita e grossa do ser, meu rosto fechava, atirando ao céu, gritaria - O QUE VOCÊ FEZ COM MEU AMIGO?!

Guardando a arma e conforme me aproximava ficava com um pouco de medo, olhando para as minhas botas, dizia, — Você é grande demais para ser ele..., ele cabia entre meus braços... – havia ouvido outra voz, logo me inclinando notava um grande homem peixe?????? - Uauuuu! O que exatamente é você?!

— Vendo de longe eu achei que o lobão era meu bichinho de pelúcia Ted que fugiu muitos anos atrás... – Coçando a cabeça e rapidamente fechando meu rosto, completava - Mas ele não era grosso como esse aí... – chamava-me a atenção quando o peixe dizia capetão - Calma... vocês são piratas? – Saltando antes mesmo de ter a reposta, ficava eufórica - Que demais!!! Sempre quis conhecer piratas!

Relaxando os ombros estalava o pescoço e estendia a mão para cumprimentar o peixão, — Prazer Nix!!! Se eu te falar que também estou sendo caçada por uns bundões... Só quero sair dessa ilha horrível.

— Deep? – Fazendo um joinha e sorrindo conforme gargalhava, dizia - Ótimo Nome Deep! Por sinal, seu capitão... Subaé... – Batendo os dois dedos indicadores e um pouco sem jeito – Não aceitaria eu no seu bando? Olha, eu posso parecer meio maluca... talvez até ser, mas pode ter certeza que ainda serei a melhor ferreira e atiradora que você irá conhecer... Eu só preciso sair daqui.

Ouvindo com muita atenção cada palavra dita por Deep, ia concordando com o movimento de meu rosto, — Certo! Pode deixar comigo, vagabundo bom é morto! Enquanto isso, esperarei pelo Subaé.

Ficando atento a rua, usaria da minha visão de aguai para ver possíveis caçadores antes deles me notarem, assim apontaria sua direção para que tanto Deep quanto o Ted do mal pudessem vê-los e em seguida atiraria.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 02
Ferimentos

  • N/A

Ganhos:

  • N/A

Perdas

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Deep
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Acha poucas coisas, praticamente nada e mais importante que isso, um ser desconhecido aparecia na entrada da clínica, ele estava com armadura e um machado, automaticamente imaginei que seria mais um inimigo.

Perante a fala que vinha desse lobo, diria em um tom de quem está perdendo a paciência:

-O sarnento tem um sarnento junior? Você nem parece com ele... Como você sabia que a gente tava aqui? Fora que você não me parece vestido para ver o papai... Querendo ganhar uma graninha prendendo piratas, né não? A gente pode ter uns feridos, mas você vai descobrir que eu sou mt complicado de encarar, ninho de pulgas, cai dentro…

O lobo então buscava uma ação de paz, dizia ser médico, me seria útil que ele tratasse dos feridos, então bastava mandar ele o fazer e descer-lhe a porrada se fizesse alguma graça.

-Tu é médico? Então faça sua mágica, eles tão ali no chão... O sarnento e a cadela dele... Se fizer uma gracinha que seja, arranco seu pulmão pelo cu…

O lobo então me pedia calma, senão eu me afastaria de deus, porra de testemunha de jeová nos blues porra, nem é domingo, apenas responderia com minha educação de sempre.

-E eu sugiro que não encha o saco, pois senão te mando para apertar a mão dele em pessoa...


Uma voz então chamava o lobo, que conversava rapidamente e entrava para cuidar do mink ferido que estava no chão, logo de antes de tiros serem ouvidos do lado de fora, eu estava curvado dentro da clínica, ia acabar com torcicolo, então decidiria por sair, para poder ver o que está ocorrendo lá fora e ficar de olho no lobo branco.

-Quem diabos tá atirando aí? Que briga é?

Logo via uma mulher nova, ela não me parecia agressiva, talvez besta por atirar no nada no meio de lugar algum, mas ainda assim saí da clínica para esticar as costas e enquanto coçava a nuca com o lobo no canto dos meus olhos, dizia:

-Garota, você não parece interessada em lutar, por que está atirando por aí…

A garota se explicava, tinha confundido o lobo com um bicho de pelúcia, ela me parecia não ter muitos parafusos na cabeça.

-É e se ficar por aki vai acabar se envolvendo em treta... Logo deve chegar uma galera que está querendo ter a cara amassada…

Dizia alertando a garota, ela não parecia emanar perigo, nenhum dos dois na realidade, talvez fosse o berserker em minhas veias, mas ambos pareciam frágeis, como se eu pudesse quebrar eles ao meio como gravetos, não me faziam sentir uma sensação de perigo imediato. Mais que isso, a humana estranha me estendia a mão buscando um aperto, algo que raramente vi humanos buscarem, muito menos comigo, uma garota estranha com certeza, me deixava um tanto intrigado com a mesma e como ela se apresentou, “apertaria” sua mão em um cumprimento amigável enquanto me apresentaria.

-Eae... Sou o Deep... Os sarnentos caídos ali, são Blade e a cachorra Lua, O capetão Subaé está lá no andar de cima.... inclusive…

Olharia para cima e gritaria tentando me fazer ouvir pro capetão.

- Ohhh capetão, apareceu um sarnento aqui que diz ser o sarnento junior e uma mina atirando pro céu...  Está sabendo de algo?


Ouvindo que éramos piratas, a louquinha se alegrava e pedia para entrar no bando, não podia mentir, um dos pontos fracos do capitão era chamar tudo que se movia pro bando.

-Sinceramente falando, o cara chama até papagaio pro bando, se você tiver uma mira melhor que o três bundas ali no chão, já seria um lucro, por mim... Só mete bala em quem encher o saco q o resto a gente conversa depois…

Se ela fosse minimamente útil, já seria interessante, o resto o capetão resolve, inclusive perante a resposta desse que dava a entender que ele mandaria duas pessoas descerem, sem ele descer, eu apenas diria:

-Desce você também, tem uma mina aqui querendo entrar pro bando... E tá mais lotado de gente estranha aqui que suruba na laje…

Me manteria na porta então, vigiando as ações do sarnentinho, da mina e do que ocorria na rua enquanto minha cor voltava a ser laranja aos poucos, atento a aproximação de qualquer possível inimigo






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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 5 R69xxX4
Jupges
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Beowulf olhava para dentro da clínica reconhecendo um estranho tritão, com uma aparência monstruosa, parecendo transbordar de raiva. Então antes de tentar adentrar a clínica, Beowulf rapidamente se manifestou.

-Saudações, venho em busca de um lobo chamado Blade, meu pai.

O tritão se mostrava agressivo, como era de se esperar. Julgando pelo sangue no porto, os membros do grupo pirata deveriam estar a ponto de explodir depois de tanta pressão. Então Beowulf tentou acalmar o tritão se mostrando amigável.

-Acalme-se tritão, eu também não sabia que ele era meu pai até pouco tempo atrás, mas o Arcebispo me informou. Então aqui estou pedindo por um simples conselho. E já que você falou que estão feridos, saiba que eu sou médico e eu posso ajudar.

Após o tritão ameaçar de ferir Beowulf de modos indescritíveis, o lobo pensava, *Gostaria de vê-lo tentar*, mas sabendo da situação se mostrava compreensível, buscando primeiramente ajudar seu pai.

-Sugiro que se acalme tritão, a raiva não leva o homem a lugar algum, e o afasta do caminho de Deus.

Beowulf então ignorava outra ameaça do tritão e se preparava para adentrar na clínica, quando uma garota estranha me perguntava se eu era um tal de Ted. Beowulf então olharia com um olhar sério para a garota e diria, -Não, em seguida entrava na clínica.

A garota seguia tentando interagir com Beowulf, mas o lobo não poderia dar atenção a ela agora, então ele apenas diria:
-Garotinha depois eu falo com você, agora deixe-me cuidar de algo importante

Ao adentrar a clínica, Beowulf olharia diretamente para o lobo, sabendo de antemão que não poderia fazer nada para salvar a cadela ao seu lado. Beowulf procuraria na clínica por materiais necessários, para esterilizar, suturar e tratar das feridas do lobo. Caso não encontrasse Beowulf informaria para o grande tritão que não encontrou nada e esperaria.

-Infelizmente não tenho material necessário para tratar meu pai aqui. Sugiro que me ajude a procurar.

Caso encontrasse o material, Beowulf administraria os primeiros socorros no lobo, com bastante calma e habilidade, tratando o melhor possível de suas feridas para poder estabilizar sua situação.

Caso os dois humanos descessem, Beowulf chamaria por eles pedindo ajuda, caso fosse necessário para achar os materiais, para realizar os primeiros socorros, ou no pior dos casos, para realizar uma cirurgia no lobo com o que tivesse disponível no momento.

-Ei vocês dois! Venham aqui e me ajudem com esse mink. Sigam atentamente minhas instruções.

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Subaé
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16: 1º andar


No segundo andar havia tantas pessoas quanto no térreo, ou pelo menos foi isso que eu pensei. Mas os espirros escondidos detrás da porta denunciaram a localização de dois indivíduos no local.

Ambos aparentavam estar amedrontados diante de minha imponência.

Olharia os dois, analisando-os enquanto imploravam por suas miseráveis vidas.  O importante é que eles diziam poder ajudar, então eles vão servir.

-Fico muito feliz em saber que vocês podem me ajudar - respondi com um sorriso malicioso estampado em meu rosto - Mas eu não confio nem um pouco em vocês.

Com um rápido movimento, daria um tapa no rosto de cada um. Não para que se ferissem, mas para que fiquem espertos e entendam que eu estou disposto a feri-los se fosse preciso. Em seguida, seguraria cada um pelo pescoço e guiaria ambos até a escadaria.

-Você perguntou qual é o meu problema, né? Cof Cof Cof… Eu tenho a doença rara da terra-seca, por isso preciso de remédios feitos a base de canabidiol…Cof Cof Cof… Já os de lá de baixo, precisam de um tratamento mais efetivo…

Neste momento ouvi o baiacu me chamando ao avisar que uns tipos estranhos apareceram por ali.

-Num to sabendo de nada não!! Esses aí devem ser mais caçadores. To levando dois humanos aí pra baixo, eles vão tirar a gente da miséria!!

Aproximaria trás a minha boca das pequenas orelhas de meus queridos reféns e diria baixinho em tom ameaçador - É melhor que seus serviços sejam de alguma utilidade, se não, vão ficar bem pior que eles…

Deep continuava a me chamar para o térreo, dizia ele que uma garota estava querendo se juntar a nós.

“tomara que ela seja bem peludinha” pensei.

Puxaria os humanos para a escada, guiando-os até onde meus companheiros estavam.


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Defeitos:
-Doença degenerativa
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-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
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-Aprender proficiência: História
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 15



Todos


Se os Cabras da Peste já eram considerados um bando de desajustados, imagina agora com um crente e uma maluca? Pelos Deuses! De qualquer forma, o destino tinha métodos engraçados de fazer as coisas, unindo de maneira simples e direta aqueles que necessitavam de auxílio. Uma troca de palavras, na verdade, muita troca de palavras aconteceu naquele lugar, Deep estava receoso com a presença daquelas figuras, principalmente por conta do lobo branco que dizia ser filho daquela ameba ambulante, meus amigos, quem em sã consciência acreditaria que Blade transou um dia em sua vida? Por fim, o homem-peixe permaneceu atento aos movimentos das novas figuras no recinto.

Subaé parecia compartilhar o sentimento de suspeita do seu subordinado, já que não acreditava em nada do que aquela dupla estranha falava – Nunca ouvi falar dessa doença. – Falou aquele que anteriormente foi indicado como detentor dos conhecimentos medicinais, vamos chamá-lo de Sorak – Nem fudendo que você meteu essa em um momento tenso como esse! Você realmente não conhece essa doença? – Falou o segundo homem, que vamos chamá-lo de Heimer – Pensa direito aí, não tem o remédio que ele precisa por aqui? – Indagou Heimer com um olhar apreensivo – Infelizmente não, como não parece ser uma doença amplamente conhecida, é necessário encontrar uma farmácia de manipulação para criar o produto. – Concluiu Sorak se mantendo de certa forma tranquilo.

Por fim – após as devidas ameaças – o trio desceu em passos tranquilos – PUTA MERDA! – Heimer não pode conter a surpresa em ver um gordola do mar e a porra de um lobo branco, fora os restos caninos que estavam no chão – Se contenha, precisamos ser rápidos se quisermos salvá-los. – Falou Sorak adiantando seus passos e indo até o consultório. No interior daquele ambiente sons metálicos foram ouvidos, como se ele estivesse derrubando algumas panelas. O homem passou para o segundo carregando alguns itens em sua mão, voltando para recepção rapidamente com todo o material necessário para os primeiros socorros – Não me leve a mal, mas eu sou muito bom no que eu faço. Não trabalho com alguém que não conheço, vai deixar eu fazer o procedimento ou você que cuida dele? – Falou Sorak com um olhar sério na direção de Beowulf – Caralho mano, tu sabe cuidar de cachorro, cachorro mesmo? Se não fudeu. – Sussurrou Heimer para seu companheiro, vendo o estado da pobre Lua.

Por último, Niix era responsável pela vigilância do local, ouvindo todo o papo que acontecia no interior do lugar. Já no lado de fora nada de diferente acontecia, apenas a passagem de algumas pessoas de maneira acelerada, olhando para o lugar de maneira assustada, pareciam ter saído de algum estabelecimento das redondezas e provavelmente estavam indo para suas respectivas casas – cerca de quatro pessoas, três mulheres e uma criança. E o lobo branco que caralhos iria fazer? Ajudaria ele mesmo o seu patético pai? Ou iria deixar nas mãos da dupla encontrada pelo Bode? Ah, falando no capitão, sua doença continuava a tomar conta do seu corpo, os sintomas continuavam e pelo jeito não iria encontrar o seu medicamento naquele lugar.



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Subaé
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17: Questões


Assim que soltei os humanos eles já começaram a se organizar para realizar o serviço pelo qual foram selecionados. É assim que eu gosto. Sabe o que me incomodou? foi ver um lobo desconhecido de quatro metros mexendo no meu companheiro canino.

-Ei lobo, o que é que você quer com o Blade? - Perguntei enquanto avançava em sua direção.

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Ao chegar perto eu levantaria minhas mãos em posição de combate, me preparando para lutar contra Beowullf caso seja necessário, mas ele falou que não estava lá para matar ou caçar o Blade, então fiquei mais tranquilo. Além disso, a tontura da ressaca já estava me fazendo ter uma vertigem braba então preferi confiar no tal estranho.

-Tá bom, cuide dele então - Disse ao levantar o polegar.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 5 6f7df13a92b8168abca69f733a3b08d2

Olharia em volta em busca da tal garota que o Deep havia mencionado, e, ao não encontrá-la questionei:

- Ei Deep , cadê a garota que você falou?

Ele respondeu. Ela estava lá fora com ele, por isso fui até lá andando torto e cambaleante igual um bebum. Não por estar embriagado, mas por causa do estado precário de minha saúde - Tô indo aí!!

Quando chegasse do lado de fora, a vertigem se intensificaria por conta do esforço que fiz para andar e o resultado disso seria uma jorrada de vômito direto na calçada. “Maldita ressaca”. Depois de limpar o canto da boca com a manga da camisa, iria até Nix.

- ei guria, é você que quer se juntar com a gente?

A garota entrou em êxtase quando me viu. Aparentemente ela nunca tinha visto um mink antes na vida, mas pelo menos ela não confundiu a minha raça… ou melhor, ela sequer me julgou como um monstro!

- Zebebebebe!!! Isso aí, sou uma cabra, não um bode ...- Seus trejeitos demonstravam para qualquer bom observador que ela não batia muito bem da cabeça. A garota parecia ser do tipo louca e psicopata… Uma boa adição ao nosso grupo -  Gostei de você menina, Bem vinda ao cangaço!

Outra crise de tosse me acometeu nesse momento e consequentemente revirou todo o meu estômago me fazendo cair de joelhos e vomitar mais uma vez.

-Deixa te perguntar, tu não tem um goro aí? Quer dizer... Por que você, uma humana tão bonita quer se juntar com gente igual a gente?

Ela afirmou que é maluca! ponto pra mim! mas infelizmente ela não tem nenhum goró… Achei interessante o fato dela querer dar o fora dessa ilhazinha e de ter me chamado de “capetão” igual o Deep, aparentemente essa maluca realmente gostou da gente.

- Então já temos um objetivo em comum, eu também não aguento mais essa ilhazinha de merda! ZeBeBeBeBeBe! Vamos esperar o tratamento dos dois e aí daremos o fora dessa jossa!

Ela me respondeu em uma língua estranha o que me fez torcer a cara por conta do desentendimento.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 5 Confused-no

-Cê falou oq? Bah, não importa! deixa eu ver se consigo mais informações sobre essa farmácia diferenciada ai… Caso os milicos apareçam, dê um jeito de nos avisar que eu venho pra cá.

Ela acenou a cabeça em concordância com meu pedido e isso me deu a tranquilidade necessária para me dedicar a resolver os meus problemas.

Daria meia volta e voltaria desengonçado para dentro da farmácia onde Bade e Lua estavam com os outros.

Minhas pernas bambas quase me derrubaram algumas vezes durante o trajeto, mas resolveria isso usando a própria parede e móveis para me apoiar.

Iria até Sorak, pois este humano parecia ter um juízo melhor do que o outro.

-Ô rapaz, que diacho é isso de farmácia de manipulação?? nunca ouvi falar de uma preula dessas na vida. Desembucha tudo o que tu sabe sobre essa merda! Onde eu encontro uma? Existe uma dessas em Sorbet? Onde fica?- Depois de ponderar mais um pouco, faria a última pergunta - Onde eu consigo maconha nessa ilha?

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Beowulf se mostrava surpreso com a reação dos médicos, mas não queria arrumar problemas. Segundo o que lhe foi contado, as recentes ações do tritão ao seu lado se mostraram impressionantes, em Petra Yuni ele havia destruído um exército sozinho, não era sábio irrita-lo agora.

Beowulf então calmamente se afastou do corpo de seu pai e deixou os médicos trabalharem em paz. Sobre a pergunta do médico Beowulf disse sem preocupações, -Não cuido de animais, infelizmente o cão ao seu lado morreria ali, provavelmente em poucos minutos devido a sua atual situação, o mesmo se aplicaria ao seu pai, mas agora uma dupla de médicos além dele estavam a disposição do lobo caído.

O lobo branco poderia se observar visivelmente incomodado ao enxergar a presença da cabra que descia as escadas, além de sujo, puro osso, claramente exausto e doente... o ser ainda era fedido, sua presença poderia ser até assustadora de certo modo, a cabra era simplesmente o oposto do que Beowulf enxergava como uma meta de corpo, ele ainda vomitava e cheirava a bebida. Beowulf simplesmente não se sentia nem um pouco intimidado com o ser, levantando as mãos e entrando em uma postura de combate em uma tentativa de se mostrar forte, chegava a ser difícil de acreditar que aquele era o capitão.

A cabra parecia querer tirar satisfação, Beowulf tranquilamente respondia para o que vinha, -Meu interesse é apenas no lobo. Mas não estou aqui para combater ou caçar.

Beowulf então vendo que sua presença não era mais necessária, cruzava os braços e ia até a porta, parando ao lado do tritão, o mais distante possível da cabra. E se referia ao tritão:
-Gostaria que soubesse que eu não vou embora até poder tratar os meus assuntos com Blade, então pode ser que eu fique com vocês por um tempo.

Perante a resposta do tritão Beowulf diria em relação ao médico:
-Eu gostaria, mas infelizmente os médicos se recusaram a trabalhar comigo.

O tritão disse sobre seu braço, então Beowulf prontamente respondeu:
-Vou ver o que posso fazer.
Beowulf entraria na clínica e pegaria mais instrumentos cirúrgicos, se estivessem sobrando próximos ao lobo no chão, ele pegaria do chão, se não estivessem o mesmo buscaria no mesmo lugar que o médico de antes entrou mais cedo. Ao voltar para fora com os instrumentos, trataria o tritão o mais agilmente possível, se atentando principalmente a limpar a ferida, suturar, remover a bala alojada (caso ela estivesse lá), e enfaixar o ferimento.

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