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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Formiga
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 09



Blade e Deep


Blade acabava em uma situação trágica, o ferimento era grave o bastante para causar uma dor bem acima da média. Levou suas mãos até o caixote que vinha em sua direção, segurando e notando que o mesmo estava vazio, para sua sorte. Após isso, a única opção que surgiu em sua mente foi a rendição e ele assim fez, jogando sua arma em direção aos seus inimigos e usando o restante de força para subir no píer. Antes mesmo que pudesse ter um entendimento real das ações dos seus inimigos, sentiu a mulher pegando sua mão com fúria – Cachorrinho teimoso! – Gritou segurando o dedo anelar da sua mão direita e fazendo-o tocar no torso da sua mão – Isso é pra você aprender a não fazer besteira! – Ela concluiu seu falatório antes de girar o mesmo dedo e puxar com toda força existente em seu corpo, arrancando o dedo de Blade em um movimento cruel. A dor aumentava em proporções inimagináveis, o sangue escorria pela sua mão e também pelo ferimento em sua perna; aquela junção de danos causaram um ferimento grave, que poderia levá-lo à morte sem o tratamento necessário.

Para piorar toda situação, o Baiacu vinha com força do mar. Inflando assim que saiu dele e acertando Blade pelas costas, acertando também parcialmente a mulher que usava de toda impulsão do seu corpo para se lançar ao lado, já o último dos irmãos, desviou com facilidade. Blade caía alguns centímetros atrás de Deep, o sangue continuava escorrendo dos seus ferimentos e a dor era ainda maior. Já o homem-peixe aparentemente não ligava pro seu aliado, apenas lançava as cabeças dos dois irmãos na direção dos seus inimigos, causando a visível fúria do pequeno homem. Suas veias saltaram do corpo, não era apenas Deep que parecia estar se transformando, seus olhos ficaram ligeiramente vermelhos, pelo aumento da pressão sanguínea em seus globos oculares.

A mulher ficava de pé, era notável para o tritão que o esforço realizado para desviar do ataque e os danos causados anteriormente por Blade, começavam a definitivamente atrapalhar a sua mobilidade. O homem-peixe investiu com um golpe pesado, sendo buffado pela sua criação única – Merda! – Gritou a mulher bloqueando o golpe do homem, vendo seus pés entrarem no solo de concreto recém construído – Você precisa avisar ao Santoro que seus irmãos morreram! – Bradou em vão, o pequeno homem investiu contra o pirata com velocidade. Ela era forte, mas o estado atual do tritão se mostrava superior, seus joelhos cederam e ela foi ao solo com ferocidade.

Enquanto Deep acumulava a água em sua mão e momentos antes de lançar, o pequeno homem surgiu próximo ao braço do mesmo, chutando-o para cima e fazendo aquele “disparo” ser direcionado para cima. Uma sequência de golpes rápidos foram disparados pelo homem, que estava tomado pela raiva, que exalava dos seus olhos. A trocação de golpes começou, enquanto o tritão direcionava alguns golpes, o homem desviava com maestria e aplicava golpes que se mostravam ineficazes ao estado transformado do Baiacu. A mulher sangrava pela boca, assim como pelo buraco do rito em sua voz e ombro, por conta da força que teve que fazer momentos atrás.

Em um súbito movimento, o homem desferiu um soco na barriga do tritão, forte o bastante para desequilibrá-lo e jogar alguns centímetros para trás. Algo visível acontecia após aquele impacto, a mão utilizada estava sangrando e os ossos quebrados – ARRRGH! – Liberou a dor que sentiu e não parou, avançando na direção do homem-peixe utilizando uma sequência de chutes, que visava acertar a face do pirata. A mulher por outro lado, conseguia levantar com dificuldade, usando algumas caixas vazias como apoio. Ela fechou seus punhos e partiu na direção do tritão e seu aliado, sua movimentação não era das melhores, na verdade, beirava ser digna de pena. Sua intenção? Atingir o tritão com um soco pesado, usando de toda sua força.


Subaé


Subaé vinha tendo êxito em sua batalha, o primeiro inimigo tinha sido morto em um movimento inteligente, restava apenas o tal do Bil. O Pirata rapidamente buscou se desvencilhar do corpo sem vida, saindo da linha de ação dos ataques direcionados pelo antagonista, conseguindo por sua vez esquivar dos projetos lançados pelo homem. A fumaça aumentava em proporções alarmantes, o protagonista rapidamente entendeu que do chão estaria em total desvantagem, buscando usar suas habilidades com acrobacias e atletismo, para escalar os estabelecimentos que estavam ao redor, escolhendo um deles antes de iniciar sua investida.

No telhado ele tinha uma visão melhor de toda situação, realizando uma ação que provavelmente se tornaria uma marca registrada: “Subaé, o cagão”. Não, não estou falando que ele se borrou de medo, mas sim o sentido literal da palavra. Com as – nomeadas pelo próprio – bombas-fecais em mãos, observava a movimentação de Bil, que abria distância em uma velocidade considerável. O pirata não o deixaria escapar de tal maneira, partiu correndo e saltando por cima dos estabelecimentos, iniciando uma perseguição ao seu antagonista.

A estratégia do pirata não era nada convencional, entretanto, ele não contava com uma coisa: o auxílio da população. No momento em que saltou na direção de Bil, o mesmo se viu por milésimos em uma situação extremamente ruim, entretanto, o abrir da porta da pequena loja de roupas, foi a salvação do homem. Este último saltou para o interior do estabelecimento, onde contava com um trio de mulheres e duas crianças. Em uma rápida tomada de decisões, ele investiu para fora da loja, vendo que o Bode partia em sua direção com velocidade. Para a infelicidade do nosso querido pirata, o ponto principal da sua estratégia havia sido quebrado, já que a brecha que seria criada, foi levada pelo vento. A merda estava espalhada pelo lugar e o odor fétido invadia as narinas dos presentes – ANANAHN! – Gritou o mudo fechando seus punhos com força, investindo contra o Bode com velocidade.

Subaé esticava as mãos e tentava cravar seus chifres no peito do homem, entretanto, algo completamente inesperado surpreendia o pirata. No momento em que finalizou seu avanço, sentiu seu corpo girar e percebeu a presença das mãos de Bil em seu braço e chifre. O homem tinha usado uma técnica estranha, usando a força do capitão contra ele mesmo, lançando-o para longe em um movimento simples e com graciosidade. O homem se colocou em posição de batalha, suas mãos estavam espalmadas alguns centímetros à sua frente e seus joelhos flexionados. A perna esquerda estava levemente à frente da direita e algo estava claro para o capitão: a respiração do homem estava irregular. Talvez ofegante ou uma doença? Não estava claro.

O homem permaneceu parado, aguardando as movimentações futuras do capitão. Sua feição era de um animal raivoso, e o suor escorria pelo seu rosto. A situação estava relativamente boa para o Bode, excluindo a sua própria doença, que certamente poderia ser sentida de maneira mais intensa. E pior ainda, será que outros companheiros de Bil não estavam a caminho? Ou ele era o único que continuaria enfrentando o caprino?



Histórico Geral:

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Deep
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DeepAssociado
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Ao chegar na superfície, acertava Blade na minha entrada, não que fosse um problema, estava puto com ele por pedir a luta e não a finalizar. Aproveitando a situação, eu tomava um gole de berserker e usava minha técnica para poder esmagar aquela dupla infeliz de inimigos. Soquei a mulher contra o chão e o homem entrou numa trocação de golpes comigo na qual ele conseguiu me empurrar com um soco, mas ele estava visivelmente muito ferido por me bater.

-KUKUKU Ser um merda deve estar no dna da sua família… Seus irmãos lutaram de forma tão patética quanto você…

Diria em tom de chacota, aquela luta era um passeio no parque para mim, aqueles humanos não tinham chance comigo normalmente, com o uso de minhas comidas de batalha já se torna humilhação e com o mar se tornou um aliado ativo… Eles nunca tiveram a mínima chance.

Iria então me jogar sobre a mulher elaborando uma “chuva” de socos contra ela tentando a socar ainda no chão de preferência ou a derrubar e continuar socando contra o chão, iria ignorar o homem se me atacasse, queria socar a mulher até ela virar um amontoado de carne moída na frente do cara, para ele sentir o quão inútil ele era, para sentir o quão errados estavam em sequer se aproximarem daquele porto neste dia.

Se algum inimigo tentasse atacar Blade, mudaria meu foco instantaneamente para ele tentando aproveitar seu foco no lobo para poder esticar meu braço e agarrar o atacante pelo pescoço e apertar com força enquanto o olho nos olhos.

-Ahh, não vai não… Seu merdinha..

Diria, apertando seu pescoço até o esmagar ou ele parar de respirar.

Se eu conseguisse matar a mulher e o cara continuasse a me socar, gargalharia, zombando de seus ataques .

-KUKUKUKU… Você realmente gosta de mandar socos rápidos… Mas do que adianta velocidade sem força? Aqui… Deixe-me te mostrar o que é um soco.

Ergueria meu punho direito preparando ele para um soco com toda a força, então pisaria no pé do meu alvo, tentando me aproveitar de meu braço estar chamando atenção e visando o segurar no lugar para não poder desviar facilmente.

Se em algum momento o homem caísse no chão, ainda vivo, tentaria agarrar e quebrar seus braços e pernas para ser incapaz de nadar, então arremessaria ele no mar, quão longe eu conseguisse, para que ele morresse afogado ou devorado por algum predador que se aproximasse devido ao cheiro de sangue na água.



Histórico:





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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 4 R69xxX4
Jupges
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JupgesCivil
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Blade
Lobão
Mesmo sentindo uma dor infernal por toda a extensão de seu corpo, Blade se recusava a gritar, chorar ou até mesmo se sentir abalado. Blade se rastejava até sua arma e calmamente pegava ela e começava a recarrega-la.

Blade apoiaria uma de suas mãos no chão e faria todo o esforço possível pra levantar, sua vontade era urrar de dor mas o lobo se recusava. Blade se manteria de pé com sua postura perfeita, seu rosto levantado tentando demonstrar superioridade. Abria sua boca uma única vez apenas pra dizer, -Eu te disse que você deveria correr

Blade estava com um olhar muito sereno em sua face, como se estivesse calmo, como se tudo antes não passasse de um teatro e como se ele não sentisse uma dor infernal. Porque para seus inimigos, ele deveria ser sua maior fonte de medo.

Mesmo sentindo uma dor tremenda Blade andaria calmamente em direção a loira, quando visse Deep investindo contra ela apenas ficaria calmo, sem reação. Blade enquanto andava se recusava até mesmo a mancar, por mais que doesse Blade estendia sua perna e andava perfeitamente, como se os seus ferimentos não passassem de arranhões.

Blade em determinado momento pararia quando ficasse perto suficiente, perto suficiente para garantir que teria a mira perfeita de seus inimigos. Blade miraria na loira apenas, mesmo com Deep investindo contra ela, Blade pararia e levantaria sua arma, e miraria contra ela até garantir que seus tiros não acertassem Deep. Quando conseguisse a mira dispararia, enquanto isso dizia pausadamente a cada disparo, -Eu... vou arrancar... cada pedaço do seu corpo

Se algum inimigo investisse contra Blade, o canino não se moveria, apenas esperaria pelo golpe e seguraria ele com suas mãos sangrando, tentando distribuir o impacto por toda a extensão de seu corpo. Blade então diria, -Você é fraco/a. E em seguida dispararia o mais rápido possível contra seu inimigo, mirando o peito de seu inimigo.

Caso fosse a loira a avançar contra Blade, Blade tentaria morder sua mão, e em seguida chacoalharia sua mandíbula com força e puxando, para arrancar a mão de sua inimiga. Caso conseguisse arrancar, Blade cuspiria a mão fora e diria, -Nem acredito que eu permiti um ser tão frágil de tocar em mim.






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Subaé
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10: Palavra

A minha felicidade ao ver aquele homem enfurecido, tremendo igual um pequeno cachorro frenético, quase ofuscou a dor que começava a instalar-se cada vez mais em meus pulmões. Já esperava tamanho infortúnio, visto que fui embora de Petra Yuni sem pegar mais alguns remédios com o Josuk Cara de Tábua. Não sei dizer se eu tinha esperanças de encontrar os remédios de forma banal ou se foi mais um de meus atos impensados, talvez sejam as duas coisas - E isso nos trás à essa maldita situação.  

Meu estômago se dobrou e minhas pernas estremeceram quando fui acometido pela primeira crise de tosse. não levei nenhuma das mão até a boca, apenas permaneci torto na mesma posição enquanto o sangue saltava de minha boca em pequenas doses, que, de tosse em tosse salpicaram o chão. Atacar naquele momento seria complicado, mas faria o possível para me esquivar dos possíveis ataques que fossem desencadeados durante a minha desgraça. Saltaria desengonçadamente para o lado apenas para me esquivar, recolheria um punhado de terra,neve, areia ou grama e arremessaria de volta visando acertar o seu rosto.

Ao final da crise, caso ele ainda não tenha me atacado, com um sorriso no rosto
e sem me importar com o sangue que ainda escorria do canto de minha boca, olharia o homem e após fazer uma reverência ao inclinar minha cabeça chifruda estenderia as duas mãos, uma contra a outra, fazendo um sinal de “T”.

-DOIS-AUTOS! - Diria ao mudo. Ele não fala nada, apenas geme e grunhe, mas com certeza consegue escutar e entender o que eu digo. Já que a situação não é das melhores e meu corpo se nega a funcionar da maneira apropriada, é a hora de jogar com a lábia - Ô homi, eu e tu estamos lascados e precisamos tomar nossos respectivos remédios COF COF COF! Lutar assim num vai ser bom pra ninhum dos dois!- Não julguei isso apenas pelo fato dele estar tão ofegante quanto eu, pois me lembro que ele também estava na farmácia quando eu cheguei, e por sinal, estava sendo atendido pelo farmacêutico - Tenho uma proposta procê, vamos tomar as drogas e continuar a luta de onde paramos, porém, recuperados. Pode confiar em mim, sou um pirata asqueroso mas eu tenho palavra!

Uma proposta arriscada. Mais ainda quando lembramos que eu não tenho nem um mísero remédio comigo. Meu plano, entretanto, não presentearia ao mudo a chance de se remediar.Caso ele aceite a proposta, me aproximaria cordialmente do mesmo, fingindo pegar algo em meus bolsos, e, assim que ele pegasse os remédios chutaria a palma de sua mão fazendo os mesmos voarem para longe. Caso os remédios estejam em algum frasco ou caixa, o chute seria direcionado para o objeto. Sem interromper o movimento circular que meu corpo exerce por conta do primeiro chute, continuaria o giro com as penas recolhidas até que minhas mãos tocassem o chão, onde eu poderia me apoiar para exercer com força mais um golpe, Minhas pernas envergadas desdobrariam-se como um coice, enfiando meus cascos no rosto de Bill - Que inocente. Você não devia confiar nas promessas de piratas!

Faria uma cambalhota rasteira para me afastar do caça-recompensas e correria na direção de um dos remédios (ou do pote) caídos no chão, o qual colocaria na boca para engolir sem o auxílio de nenhuma bebida. Se esse era o remédio que eu precisava eu não sei, mas não cheguei até aqui sendo cuidadoso com as minhas ações! Consequência, qualquer coisa traz, e se faz bem ou mal tanto faz.

Mas você me pergunta, “e se ele se desviasse de seu coice?”. Bom, neste caso eu realmente já não sei mais o que fazer. Em uma medida de desespero, avançaria contra a porta que abriram para auxiliar Bill e chutaria a mesma com força para forçar a sua abertura. Entraria no local e puxaria pelos cabelos a pessoa mais fraca e leve que houvesse por lá. Quando algum dos residentes tentasse impedir minha ação eu o fitaria de forma intimidadora, todo meu instinto sacana e assassino estariam revelados em forma de olhar - Eu espero que você entenda bem: mais um passo e tu morre! - Cabecearia seu crânio com toda minha força caso insistisse.

Puxaria o refém pelos cabelos (ou pelo colarinho, caso seja careca) para o meio da rua.
-Seu mudinho desgraçado! Se renda ou eu mato esse amarelo(a)! - Usaria o refém como escudo para me aproximar lentamente do CR, tomando cuidado para conseguir me esquivar de algum possivel ataque - BORA CUZÃO! FICA DE JOELHOS E JOGA  POCHETE E AS ARMAS NO CHÃO!! SE ENROLAR EU MATO ESSE VERME AQUI!! - Se fosse precisso, usaria o refém como escudo para me proteger antes de desvencilhar uma sequencia de chutes velozes na sua guarda aberta por conta do ataque executado.

Assim que me aproximasse o suficiente, golpearia seu maxilar com um chute para talvez desacordá-lo. Após torcer o pescoço de minha vítima, recolheria a pochete, as armas e os remédios. Em seguida voltaria para o porto.


....................................................................................................................................................


-Sai pra lá bacalhau, esse aqui é meu! - Diria se Deep surgisse querendo se meter em minha luta, caso ele insista eu jogaria um toletão nele.


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760280/4001/106/15

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 4 Unknown

Tabela de preços:
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 10



Blade e Deep


A batalha no Porto continuava de maneira feroz, Blade estava gravemente ferido, entretanto, mesmo assim se colocava de pé tendo o esforço necessário para isso. Ele buscava mirar em direção aos seus oponentes e disparar algumas vezes, todavia, ele notava que a força do seu próprio corpo estava se esvaindo, junto com o líquido de coloração rubra que escorria dos seus ferimentos. Talvez ele não tivesse a real noção da sua situação, o choque ou a dor podia estar atrapalhando seus sentidos. Ergueu sua arma usando toda força que restava em seu corpo, ao tentar ficar sua visão, mesmo com suas qualidades nessa área, era notável que a perda de sangue estava influência do em todas as áreas de atuação do seu corpo, já que sua visão estava turva.

Deep continuava a enfrentar a dupla que não estava em boas situações, a mulher já estava ferida e o homem agindo de forma totalmente irracional. O homem-peixe rapidamente voltou sua atenção para mulher, enviando contra ela uma sequência de golpes que certamente ceifará sua vida. A figura feminina teve noção do seu fim, enquanto observava o tritão se lançando em sua direção. Em seus olhos a aceitação era perceptível, ela não tinha forças para continuar o embate, Blade antes de cair no mar, havia feito um bom trabalho ao enfrentá-la. Suas ações não foram voltadas ao tritão, no curto espaço de tempo até a saraivada de socos chegar até sua pessoa, a mulher estendeu seu braço, deixando sua mão aberta, fazendo um sinal de “pare”. Talvez Deep não entendesse o significado daquela ação, entretanto, o homem em fúria que partia em sua direção entendeu. No momento em que as lágrimas escorriam pelos olhos da mulher, ele voltou a si e percebeu o estado que a situação tinha chegado.

A mulher tentou, mas não consegui falar. O primeiro soco do tritão acertou a palma da sua mão, a força foi forte o bastante para deslocar o ombro e quebrar o osso do antebraço da garota; o segundo acertou sua face, amassando a lateral esquerda do seu rosto e fazendo o sangue esguichar pelo seu olho; o restante dos golpes acertaram em cheio toda extensão do corpo da mulher. A cada golpe conectado a vida da mulher saia do seu corpo e o tritão não parou, continuou sua sequência de golpes sem fim. Enquanto o homem-peixe atacava, duas coisas notáveis aconteceram naquele espaço de tempo: a primeira vinha de Blade, que disparou algumas vezes, acertando o que sobrava da mulher e atingindo o seu aliado no braço, os outros foram espalhados por locais diferentes, dadas as circunstâncias graves do atirador. O segundo veio do último dos trigêmeos, o pequeno homem correu com velocidade para longe dali.

No fim das contas a vitória momentânea era declarada, a mulher estava morta e do seu corpo só o bagaço. Já Blade sofria com as cores intensas e a perda de sangue se agravou, era necessário um tratamento com urgência, já que a situação para o lobo não era nada boa.


Subaé


Subaé estava aos poucos tendo uma vantagem em batalha, a surpresa foi a carta na manga usada por Bill, que aproveitou dessa ação para lançar a cabra longe em um movimento que utilizava da força do seu oponente. O Caçador sabia que aquilo não aconteceria duas vezes, assim como o pirata, ele sofria com uma doença crônica e fita como incurável. O sangue escorreu pelo canto da sua boca e pelos seus ouvidos, o homem levou a mão a sua boca e percebeu o líquido rubro escorrendo. Por mais que quisesse, a luta não podia continuar, Bill não era um suicida e muito menos parecia querer morrer naquele momento.

Escutou as palavras do pirata e arqueou uma das duas sobrancelhas, acenou em concordância com a proposta oferecida por ele, porém, ao ver a figura caprina andar em sua direção, seu sexto sentido alarmou como um apito em sua cabeça. O homem saltou para trás, usando toda sua força para abrir uma distância razoável entre eles, apontou seu dedo como uma pistola na direção do pirata, mas, nenhuma flecha foi disparada, o que surpreendeu o próprio caçador. Bill tossiu algumas vezes e o sangue voou da sua boca, suas pernas perderam as forças e ele caiu de joelho no chão, colocando ambas as mãos no solo e tossindo com força, liberando uma quantidade assustadora de sangue. Talvez essa fosse a oportunidade que Subaé precisava para acabar com aquele embate, mas, algo surpreendente aconteceu.

As portas dos estabelecimentos se abriram e as pessoas saíram com ferocidade, elas carregavam vassouras, pedaços de pau, mesas, facas de cortar pão, garfos e outros itens do cotidiano – VOCÊ NÃO VAI ATACAR MAIS O SENHOR BILL! – Disse uma mulher aparentando ser idosa, de cabelos grisalhos e usando uma saia longa – SAIA DAQUI! SAIA DA NOSSA CIDADE! – Gritou a mulher sendo seguida pelo restante da população, que avançava devagar contra o pirata, ameaçando da forma que podiam. Era como se estivessem “afastando” um cachorro de rua, porém, era visível que eles enfrentariam o pirata da melhor maneira que pudessem – CHAMEM O KIKANO, ALGUÉM CHAME ELE TAMBÉM! – Disse um outro homem.

O pirata enfrentaria a população decidida a proteger Bill? Voltaria para farmácia em busca dos medicamentos? Voltaria a sua embarcação em busca dos seus aliados? A única coisa certa era que os sintomas da sua doença aumentavam gradativamente.



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Deep
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Meu avanço sobre a mulher era bruto e letal, ela sinaliza para parar, mas não era como se eu fosse obedecer, apenas a esmurrei sem parar, no meio da surra um tiro era disparado contra ela e outro contra meu braço, aparentemente Blade tentou participar da finalização. Eu apenas terminava de transformar ela em carne moída e então me levantava para notar que o outro oponente havia fugido, eles tinham comentado de alguém, talvez um chefe, bem não era hora para me importar com isso, Blade tava bem fudido, lua também e o capetão ainda não voltou.
O efeito de minha técnica passava e com ela o efeito de meu Berserker, me deixando em minha cor normal e fazendo eu sentir um pouco o tiro no braço, esse porra acerta mais tiros em mim que nos inimigos, fica difícil assim, mas é melhor eu começar a ajeitar a situação.

Pegaria Blade e mergulharia no mar, o levaria em minhas costas, sempre nadando com as costas fora da água, até o barco, o colocaria no convés, mergulharia novamente para pegar o mastro do barco que foi jogado na água, o pegaria e traria de volta ao mesmo.

Conseguindo trazer o mastro ou não o achando, jogaria a âncora do barco na água para ele não sair flutuando à toa e pegaria Blade e Lua para os levar nas costas de novo para terra.

Eu então partiria pelo caminho que Subaé tomou mais cedo, ele não tinha voltado ainda e isso me preocupava. Precisa levar os dois caninos para um médico e aproveitar para remendar o que o Blade fez no meu braço, esse sarnento.

Caso visse Subaé sendo atacado, tentaria pegar o inimigo mais próximo, o agarrar pela cabeça e espremer seu crânio como uma espinha, mirando de uma forma a tentar fazer com que caso conseguisse explodir a cabeça do alvo, que seus conteúdos voassem sobre outros inimigos para tentar passar bem uma mensagem.

Se tentassem me atacar em algum momento, iria desferir soco com minha mão livre sempre mirando o tronco dos alvos com força total, visando esmagar suas caixas torácicas e os tirar de combate tão rapidamente quanto possível.



Histórico:





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Legenda:

-Fala do Deep

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Subaé
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11: Diabo

O homem caiu de joelhos, sangrando pela boca igual a mim, mas para meu desgosto os cidadãos de Sorbet decidiram apostar as vidas para proteger aquele mudo moribundo. Esse é o tipo de coisa que me irrita nos “herois”, todos costumam amar o sujeito por que ele surra os bandidos, o amam a ponto de arriscarem as vidas para protegê-lo, mas no fundo não passam de um monte de hipócritas.
Se eles dedicassem metade desse afeto com os órfãos e mendigos a criminalidade diminuiria drasticamente. Esse tipo de gente não merece meu amor ou piedade pois são tão cruéis quanto o pirata que derrama sangue.

A velha me ameaçou com palavras ríspidas, talvez a idade avançada tenha acabado com o seu juízo, mas eu lhe ensinaria seu lugar. Sem me importar com meu próprio bem estar, avançaria contra a velha assim que ela terminasse de falar, depois de dois passos avançaria com um salto desferindo uma joelhada forte em seu rosto.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 4 SickShabbyCrossbill-size_restricted

O impacto da joelhada faria meu corpo estremecer e consequentemente espalharia mais uma jorrada de sangue pelo chão - Cala boca, maldita.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 4 Anime-cells-at-work

Seguraria a velha como fosse mais fácil e a arremessaria contra o civil revolto mais próximo. Mais uma crise de tosse me acometeria neste momento, sendo assim me aproximaria de Bill, um passo cambaleante a cada tosse que piorava minha tontura. Tossiria em cima de quem estivesse em meu caminho para que se afastasse de mim mas caso avancem em minha direção tentaria interceptar o avanço com uma rasteira, que se fosse bem sucedida, viria seguida de uma pisada na caixa dos peitos (ou nas costas).

Ao final da crise de tosse o amuleto da areia se incendiaria abaixo de minha orelha, o fogaréu se espalharia por minhas costas fazendo a minha silhueta negra se destacar nas chamas. Meus olhos queimariam em brasa, assim como as pontas da minha barba que acenderiam-se, queimando como o sorriso do próprio diabo.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 4 Sombra10

-Eu, Subaé, o Cabra da Peste, o próprio Diabo do Sul, irei dar uma última chance antes de iniciar uma chacina... - Mais algumas tosses interromperam a minha fala - ...saiam de meu caminho se não quiserem ir dessa pra mió!

Iria até Bill e torceria seu pescoço para matá-lo de uma vez e terminar com seu sofrimento. Ninguém merece viver com uma doença degeneratina. Vasculharia seus bolsos em busca de remédios e dinheiro. Recolheria o seu casaco para mim.

Caso apareça algum lutador que não tenha se intimidado com a minha “performance” eu me afastaria de seus golpes da maneira que fosse possivel, saltos para trás sempre seriam a melhor opção, porém eu também poderia me jogar para trás de algum poste, parede ou placa para me proteger.




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Blade
Lobão
Blade guardava sua arma na última ação que tinha antes de cair no chão, praticamente sem consciência, não demonstrando nenhum tipo de resistência ou reação ao tritão pegando seu corpo.

Blade tossia engasgado, tentando falar mas com uma dor que o impedia, Blade falava com Deep, -Desculpa pelo braço irmão. Olha se eu morrer, promete que vai cuidar da Lua. Blade mal conseguia falar, parando e gemendo de dor entre suas frases.

Sem nem mesmo se atentar ao seu redor Blade apenas fechava os seus olhos, respirava fundo e se preparava para se encontrar com a senhora Morte.

Blade não conseguiria perceber nem mesmo que Lua estava próxima a ele, a dor confundia cada um de seus sentidos, junto de sua mente, sua perna doía tanto que Blade iria preferir que ela fosse arrancada fora, do que continuar sentindo essa dor por muito tempo.






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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 11



Subaé



Para começo de conversa, tenho que admitir que o capitão pirata é realmente louco da cabeça. Ok, talvez fosse a doença afetando sua mente, mas que porra é essa? Enfrentar toda uma população naquele estado deplorável? Coragem ou idiotice? Enfim, o caprino resolveu enfrentar de peito aberto o aglomerado de pessoas que estavam em sua frente, certo, eles não tinham armas tão afiadas assim, com exceção daqueles que portavam facas de cozinha em mãos, o que era bem perigoso.

A velhota possuída por coragem continuava seu avanço de maneira selvagem, bem, com o máximo de selvageria que uma senhorinha como aquela poderia ter. De qualquer forma, o Pirata se mostrava insaciável e não pouparia nem mesmo uma mulher que tinha idade para ser sua avó. Uma joelhada acertava a face da velha, Subaé podia notar que seu golpe era efetivo, mas sintomas de sua doença cobravam todo o preço naquele exato momento. Antes que tivesse tempo hábil para segurar a velha, ele era acertado por uma paulada em suas costas, seguida de mais uma e mais uma. Ou seja, o amontoado de pessoas estavam agora acertando vassouradas, pauladas e até mesmo alguns chutes, elas estavam furiosas.

Talvez se tivesse tido a oportunidade de performar toda sua cena, o capitão estivesse em outra situação naquele momento. Porém, só sobrava-lhe a exaustão, os sintomas causados pela doença e as dores dos impactos causados pelos golpes dos moradores daquele reino, este último item doía, mas não era pior do que o pirata já havia sofrido desde então – Chega! Se afastem dele. – Disse um dos homens, o mesmo segurava Bill usando seu próprio corpo como apoio – Bill disse que ele é perigoso, se afastem logo. – Falou o homem dando alguns passos para trás, sendo seguido pelo restante da população.

A velhota estava salva, dois dos rapazes pegaram-na do chão e levaram para umas das casas naquela região. Subaé estava no chão, o pirata podia ver a população um tanto quanto afastada e seu antagonista de pé o observando – ainda sendo erguido pelo outro morador – por último, visualizava um rapaz com aparência jovem, correndo em sua direção com um cabo de vassoura – Vou matar ele agora! – Disse o rapaz.


Deep e Blade


O tritão finalmente finalizava por hora o combate, na verdade, seria necessário uma outra leva de inimigos. Enfim, o homem-peixe rapidamente buscou pelo seu aliado, colocando em suas costas e nadando até sua embarcação, que não estava tão longe assim do porto. Em ações rápidas, buscou puxar o mastro que estava quase totalmente imerso na água, infelizmente, ele não tinha as habilidades e nem o conhecimento necessário para reconstruir aquela peça chave para a movimentação do veículo marítimo. A única coisa que lhe restava agora, era procurar por alguém dotado dos conhecimentos médicos, para auxiliar Blade e Lua, sendo necessário um veterinário para essa segunda figura animalesca.

Voltando ao Porto, carregava a dupla em suas mãos. Lua não estava em um estado bom, assim como seu dono, talvez existisse alguma sinergia entre eles. Blade ainda estava acordado, mesmo estando parado, a dor continuava a percorrer pelo seu corpo e o sangue escorria dos seus ferimentos. O tritão então buscou tomar o caminho pego pelo seu capitão, imaginando que o encontraria sem muitas dificuldades, o que estava totalmente errado. O caminho tomado por Subaé não tinha sido uma linha reta, então, o tritão para sua infelicidade não encontrava o seu líder. Porém, algo era perceptível a ele: as ruas estavam ligeiramente vazias, apenas alguns se arriscavam a sair em passos céleres, caminhando em direções diferentes.

Por fim, Scaleback conseguia escutar um pequeno burburinho não muito longe dali, mas não sabia do que se tratava. Era seu capitão metido em altas confusões? Ou seria o último dos irmãos trazendo novos aliados para um combate? Certamente o homem-peixe teria problemas, já que não sabia quantos poderiam ser e também teria que proteger a dupla ferida em suas mãos. Quais seriam as ações de Deep? Enfrentaria o que estivesse à sua frente? Ou pensaria na segurança dos seus aliados?



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12: Corpo Fechado


Caído no chão enquanto um amontoado de inúteis me espancava, me encolhi entre os braços para proteger o meu lindo rosto. Se os golpes doíam? Sim, eles até doíam, mas o que mais doeu foi o rombo que levei na minha moral. Que vergonha, que situação…
Eu, Subaé! apanhando para um monte de gente fraca. Sorte a deles por eu estar tão enfermo. Maldita doença. Se eu não fosse um doente moribundo mina situação seria totalmente diferente agora, mas fazer o que… Não é como se escolhêssemos como vamos ser antes de vir parar neste mundo, né?

Aquela crise estava a diminuir minha força, e minha vergonha alimentava a ira que incendiava-se em meu peito assim como o amuleto da areia. Comecei a pegar fogo ali no chão, caído igual uma cadeira torta, ainda assim, incandescente igual uma fogueira de são joão. Soltaria um longo assobio no momento que a primeira faísca surgisse em meu brinco.

Foi quando um dos moradores revoltos mandou que todos se afastassem de mim pois, segundo suas palavras, ele iria me matar - Me matar ? cof.. cof..  Você? ZeBeBeBe!! Foi mal, mas se eu morresse agora para um merdinha igual você, eu não sei como poderia olhar para a cara “daquele velhote” no além vida cof.. cof..  - Diria para o rapaz com vassoura em mãos - Se tentarem me cortar, não conseguirão. Suas lâminas se dissolverão aos raios do Sol. Se tentarem me amarrar, os nós se desatarão por si. Se me acorrentarem, os elos se quebrarão pelo poder de Padim Ciço. Se me trancarem, as portas da prisão ruirão para me dar passagem - Poderiam até pensar que essas palavras são ameaças e por fim se intimidarem, mas a verdade é que não passa de uma velha reza do cangaço que aprendi muitos anos atrás.

Sendo verdadeiro com você, meu caro leitor, todas as vezes que eu corri de um combate foi pela diversão ou por ter pressa para fazer outra coisa, mas medo de morrer eu nunca senti. Se estou vivo hoje, cercado de inimigos neste infeliz incidente, é porque a morte não me quer. Eu já dei todos os motivos para que ela me leve, mas ainda assim eu sobrevivo. Sabe porquê?
Por que ...

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- EU FECHO MEU CORPO!!!

Gritaria ao fazer o fogo falso se espalhar ao meu redor de maneira mais intensa. Não atacaria ninguém, apenas esperaria os ataques virem até mim. Apenas faria esforço para esquivar dos golpes cortantes ou perfurantes, o resto dos golpes eu só tentaria proteger se fossem acertar o meu peito, ou virilha. Proteger ou esquivar não é o que me interessa. Em pé, torto e com o olhar de um leão raivoso prestes a morrer, minha intenção seria aguardar o homem da vassoura vir até mim, para jogar meu corpo contra ele com um forte impulso para acertar meus chifres nele para perfurá-lo (ou pelo menos contra ele, causando-lhe uma contusão).

"Se desta vez eu não morrer, deixarei o Sul Azul e irei para a grande rota" pensaria comigo.


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Última edição por Subaé em Seg Nov 08, 2021 10:44 am, editado 2 vez(es)

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Após ajeitar as coisas para poder ir atrás do capitão, percebia que seria mais difícil o encontrar do que imaginei, ele havia ido mais longe e por um caminho mais tortuoso do que eu pensei.
Para ajudar chegamos em um ponto no qual ouvíamos alguns barulhos ao longe, não dava para saber ao certo se eram os reforços inimigos ou alguma baderna que o capetão se meteu, tão pouco me importava, apenas aceleraria na direção dos barulhos sem medo do que poderia vir.

Se em algum momento ouvisse o assobio que o capetão costuma dar para cumprimentar Blade, com certeza eu reconheceria o assobio que ouvi tantas vezes no passado e iria me colocar indo na direção do mesmo, atropelando tudo em meu caminho até chegar no capetão.

Se eu encontrasse inimigos em qualquer situação, colocaria meus companheiros que eu carregava no chão, então de punhos cerrado e armados com minha soqueira de espinhos, diria:

-Vocês realmente não sabem com quem estão mechendo…

Me colocaria então a correr na direção deles, inflando e me jogando então nos inimigos até ser forçado a parar, ou acabar os inimigos a minha frente. Em qualquer um dos casos, desinflaria, firmaria os pés no chão e lançaria um cruzado de direita mirando as costelas do inimigo mais próximo.

Em seguida, bateria os dois punhos contra o chão tentando quebrar um bloco do chão que eu ergueria o jogando contra os inimigos, logo antes de o socar tentando fazer ele se estilhaçar e atrapalhar não só a visão, como ferir os alvos.

Em seguida, com a ação anterior funcionando ou não, tentaria me jogar em uma ombrada, visando carregar o máximo de inimigos comigo até uma parede e nos jogar contra a mesma visando quebrar tudo no caminho.

Se algum móvel fosse encontrado, agarraria o mais pesado possível e arremessaria contra os inimigos que não tivessem próximos de algum aliado.

Se algum inimigo se aproximasse ou mirasse um aliado, iria virar meu ataque em sua direção, seguiria para cima deste e tentaria dar um surdão com toda a força, visando assim causar o máximo de danos à cabeça do alvo.

Eu estava ciente que nossos oponentes seriam civis ou protetores de civis, então se alguns inocentes assistissem a cena ou tentassem fugir da mesma, agarraria pedaço das paredes que quebraria com socos e os arremessaria na direção deles, para dar mais preocupação do que simplesmente a gente na luta.

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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue  || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 12



Todos



A situação de Subaé não era das melhores, sua condição havia atacado e toda. Carga negativa que ele carregava naturalmente, parecia que tinha dobrado ou triplicado. A dor dos golpes era sentida, no entanto, para um homem experiente como ele, aquilo não passava de pequenas picadas. De qualquer modo, continuar daquele jeito não era possível, certamente seria atingido por um civil de maior coragem e sua situação ficaria ainda pior. De maneira simples, usou o ar que restava em seus pulmões para assobiar, se prendendo à ideia de poder chamar algum dos seus aliados, já que ele mais do que ninguém, conhecia os companheiros que tinha.

Aquele som foi ouvido por Deep, que seguiu em disparada na direção do chamado do seu capitão, carregando Lua e Blade, que estavam piorando a cada momento que passava. Já o capitão usava o tempo que fora lhe concedido, alguns pensamentos vinham em sua mente e uma espécie de aura de fogo tomava conta do seu corpo, se atendo a extensão do mesmo – PARE! – Gritou um dos civis que estavam carregando uma vassoura – UM DEMÔNIO, UMA CABRA DEMONÍACA! – Gritou outra senhora dando alguns passos para trás. O jovem rapaz que estava investindo na direção do pirata parou, suas pernas trêmulas não conseguiam continuar com seu avanço. A intimidação de Subaé tinha seus frutos, já que as pessoas viam toda aquela cena como algo tenebroso.

A população começou a correr, entrando em seus estabelecimentos e indo pelos becos existentes entre eles. O capitão pirata notou que a presença do seu antagonista havia sumido no mesmo da multidão, suas forças estavam se esvaindo pouco a pouco, enquanto sua condição só piorava. Em seu último pensamento ele notou a presença de uma figura carregando seus dois aliados, já que quando Deep apareceu, a população já não se encontrava mais ali. Blade tentava falar, mas não conseguiu, dado sua situação atual. No fim, o grupo estava reunido e com algumas peças em um estado precário. Quais seriam suas próximas ações?




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Eu achava o capetão, ele parecia estar mal, mas havia espantado a galera de alguma forma, muito bom ver que ele se vira sem ajuda, mas estou carregando dois que precisam.

-Capetão, o sarnento se fudeu numa briga com uns cara no porto, matei três deles, mas um fugiu e acho que vai chamar reforço... Eae... Alguma ideia além de socar geral até virar pudim? Pois minha ideia é essa ai…

Diria para ver se meu capitão tinha alguma ideia de como prosseguir perante a situação.

-Sim, uma tonelada de guardas também, não sei se o sarnento aqui aguenta esse tipo de emoção hoje e sinceramente você não me parece muito bem também... Ou melhor dizendo, parece pior que o normal, já que nem carne tu come para ficar bem…

Responderia perante a ideia de invadir o castelo.

-É, mas e o sarnento? Ainda por cima arrancaram o mastro do lamento…

Retrucava, assistindo o capetão ficar puto.


-Arrancaram o mastro do lamento... Mas isso é o de menos, o sarnento tá só a sarna e a pulga aki e ainda errou a mira e atirou no meu braço, esse puto…

Reclamava mostrando o furo em meu braço.

Em meio a conversa, meu capitão chamava a ilha de sorvete e minha barriga roncava.

-Falando em sorvete... To com fome, um filha da puta roubou minha bolsa com comida e não pude pegar de volta porque tive que impedir que roubassem o barco...

Em seguida o capitão avisava que não tinha conseguido pegar munição, então eu dava uma nova notícia:

-Ah de boa... Acho que o mar tá do nosso lado... Ele meio que começou a me ajudar... Sei lá, não entendi bem, mas parece que dá para segurar melhor as lutas em mar aberto.

O capitão então ia ao Blade e lhe dava uns tapinhas na cara.

-O cara apanhou feio para uma loirinha pô, pediu pra lutar sozinho com ela e foi surrado…

Perante minha fala, Subaé dizia que pelo menos ele apanhou para mulher bonita.

-É , mas foi um cara que estourou o cu dele...

Dizia eu só para zuar com o sarnento, mas rapidamente perdia a graça já que ele não podia retrucar.

-Então mostre o caminho… Ah... E aqui, essa bebida pode fazer mal, ela força muito o corpo, mas você vai ficar pior se ficar sem beber que eu te conheço... Mas ouça bem... apenas um gole…

Eu sabia muito bem o longo treino que passei para aguentar ficar tomando essas misturas, seria perigoso tomar grande quantidade do líquido, principalmente quando já se está doente e enfraquecido.

Entregaria a garrafa de berserker para o capetão, mas se notasse ele bebendo, mais que um gole, tiraria a garrafa de suas mãos à força.

Em seguida acompanharia o capitão para onde fosse e se percebesse um ataque, tentaria ficar entre o capitão e o ataque, para que eu o tomasse e não ele, sempre de lado para evitar que os feridos no braço esquerdo tomassem algo também.

Se o capitão mandasse alguém fazer algo e essa pessoa se negasse ou enrolasse, tentaria pegar a mesma pelo pescoço e a erguer do chão, dizendo:

-Acho que você entendeu que pode negar… Não é bem assim…

Apertaria o pescoço da pessoa o suficiente para atrapalhar a respiração da mesma e então a soltaria para ver se ela passava a obedecer.

Se algum inimigo se aproximasse de mim ou do capetão, tentaria dar um tapão visando jogar o ser contra a parede mais próxima.




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13: Plano B

E tudo aconteceu mais uma vez, me entreguei para a morte e fui rejeitado. De um momento para o outro todos realmente se assustaram com a minha reza a ponto de saírem correndo, nem mesmo o mudinho ficou para completar o seu maldito dever. Justo agora que eu estava pronto para morrer. Que irônico… Entretanto, não me surpreendi.

Mesmo “vencendo” aquela situação o meu corpo estava totalmente derrotado, por isso, quando avistei a grande bolota de peixe eu apenas me deixei cair para trás por conta da exaustão, meu corpo precisava descansar um pouco depois de tanto caos.

Ofeguei e tossi mais algumas manchas de sangue enquanto Deep me atualizava sobre a situação dele e do Blade.

-A minha doença atacou.. cof cof cof! E mesmo sem ter levado uma surra eu preciso de um médico… cof cof! E me parece que os cachorros também - Observaria ao redor em busca de alguma “luz”. Caso avistasse o castelo na grande montanha central, diria - Olha ali, ó! Tem um castelo, lá deve ter médicos e muito ouro.

Deep, pragmático como sempre, não mediu palavras para jogar um banho de água fria nos meus planos. Sim, é verdade que eu, Blade e Lua não estamos tão bem a ponto de invadir um castelo, mas temos coragem e disposição. Foi quando ele me disse que eu estou mal por que não como carne.

-Não preciso de carne, me dá uma pinga e um baseado que melhoro em dois tempos! - retruquei.

Ele até concordou com minha tática de melhora, mas o blade não se recuperaria tão fácil. Pior que isso, ele falou que o mastro do Lamento foi arrancado. Essa notícia atravessou meu coração, pisou nele, esmurrou, e agora eu estaria sofrendo como um cão. Levantaria de pronto ao ouvir a resposta tranquila do peixão e depois de bater na placa mais próxima algumas vezes, pegaria a mesma para arremessa-la pro lado.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 4 Angry-panda

-AAAAAAAAAAAAAAA!!!! ELES FIZERAM O QUE!?!?

Estava PUTO, mas tão puto, que todo o fogo ascendido anteriormente explodiria em minha cabeça e ombros.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 4 J7Z9OIe

-FILHOS DA PUTA!!!

Pegaria a bussoleta da peste que sempre esteve presa ao meu cinto por uma correntinha de prata e ao abri-la verificaria atentamente o ponteiro para ver a situação do brigue. Ele estaria parado? estaria onde eu deixei? Talvez só aquela agulha pudesse acalmar meu coração. Mas deep estava mais preocupado com um médico.

-Vocês são vaso ruim, não quebram tão facilmente. Ao contrário do lamento - diria despreocupado e após inspirar com dificuldade mais alguns fragmentos de ar, continuei - Que seja, vamos atras de algum médico, um carpinteiro e dar o fora desse cafundó! Eu realmente estou de saco cheio dessa ilha-sorvete!

Deep comentou que estava com fome pois haviam lhe roubado os mantimentos que ele foi buscar pois ele estava protegendo o nosso navio.

-Fez bem meu amigo, não se preocupe pois vamos arranjar um rango, e, se padim Ciço for realmente bom, um goró… Ah é, deixa eu te falar, eu ainda nem fui pegar a munição que prometi.

Pensei que Deep ficaria chateado com a notícia, mas ele ficou bem tranquilo quanto a isso. Depois me deu uma ótima notícia, parece que Davi Jones torce por nós e o mar está ajudando o Deep.

-Isso ai é novidade! ZEBEBEBE!! Que maravilha! - Falei aliviado - Que bom, menos uma coisa para ir atrás! - Pelo menos por agora.

Fui até Blade e lhe dei dois tapinhas amigáveis no rosto.

-Ei totó, já já estaremos com um médico. aguente firme!

Ele estava aparentemente desacordado, mas Deep me contou como foi que ele ficou tão mal.

-ZEBEBEBEBBE!!! pelo menos levou uma surra de uma mulher!! Fiquei até com ciúmes!

“Mas foi um cara que restourou o cu dele”

-Zebebebe! Blade, tu não para de me surpreender! Cof cof cof!!

Iniciamos a caminhada em busca de tratamento, quando Deep me estendeu uma garrafinha com um goró gourmet que aumenta a força.

-Valeu Deepão!! tu é dez!! - Agradeci, depois destampei a garrafa para cheirar o conteúdo, depois, abri um cantil e despejei toda a bebida de Deep dentro do mesmo. Por fim joguei a garrafa de Berseker vazia na calçada.

Caminharia à frente da minha tripulação, guiando-nos pelas ruas de Sorbet. Observaria atentamente as placas em busca de direcionamentos para encontrar um hospital. seja em palavras ou a famosa e velha cruz vermelha. Iria para lá com meus companheiros e forçaria a abertura da porta com um chute potente.

-COf Cof.. Não estou com tempo e nem com paciência… Me tragam um médico… ou melhor, três! Estamos feridos e precisamos de ajuda, mas se não nos ajudarem quem vai ficar precisando de ajuda são vocês! Seus vermes!!

Caso cobrem pelo serviço, ergueria a espada de forma hostil.

-Não tenho ouro, apenas aço e sangue… vai querer?


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Subaé e Deep


O grupo pirata estava em uma situação ruim, dois deles estavam em um estado grave, isso sem incluir a pobre da Lua, que respirava com extrema dificuldade. Após uma breve discussão e troca de informações, o grupo agora tinha um novo destino, não sendo o dito primeiramente pelo capitão, que talvez estivesse muito louco em querer invadir o castelo naquele estado deplorável.

Subaé estava agora com seu cantil cheio com a bebida criada pelo seu subordinado, pelo jeito ficaria livre por um tempo do seu vício, já que poderia sacia-lo a qualquer momento agora. Os sintomas da doença se agravaram, assim como o estado do canino, que visivelmente estava pior ao ponto que ele, um falastrão, não tinha forças para liberar uma única palavra sequer. De qualquer modo, o bando agora partia em busca de um hospital, já que era a necessidade principal da maioria dos membros dos Cabras.

As ruas de Sorbet eram devidamente sinalizadas, aquela extensa rua na qual eles estavam era exemplo disso, já que contava com placas localizando as lojas ao redor. A caminhada era longa, até que encontraram um lugar onde aparentemente era responsável por lidar com a vida, mas não parecia bem um hospital e sim uma pequena clínica. Quando o grupo chegou perto, notou que a mesma estava fechada, assim como outras lojas naquela mesma rua – diferente da anterior – e algo podia voltar a mente daquele grupo: a situação da trombeta em Preta Yuni.

Subaé pode notar a organização da cidade de uma maneira mais clara que o homem-peixe, será que aquilo era algum tipo de sinal que mais problemas estavam a caminho? Todavia, voltando a clínica era possível notar barras de ferro que protegiam toda a entrada principal do lugar, sendo protegido por uma segunda grande de metal bem rente a porta, ou seja, eles teriam que passar por duas grades de metal para que pudessem chegar ao interior da clínica. Outro ponto importante de citar era que eles não tinham a certeza se existia alguém no interior do lugar, já que o silêncio reinava naquela era de maneira estranha.

Por fim, o que o grupo faria? Se olhassem ao redor não notariam nenhum outro lugar que pudesse ser útil às suas necessidades. Novamente a falta de um médico na tripulação tornava tudo mais difícil do que deveria ser! O que eles fariam? Iriam se arriscar em busca de outro lugar? Os sintomas do capitão ficavam ainda piores, a exaustão parecia aumentar gradativamente e a sensação de peso por todo o corpo era ainda maior. Eles precisavam pensar em uma solução rápida para tudo aquilo, antes que um triple kill acontecesse.





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