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Kenshin
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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Deep
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Deviamos estar chegando na ilha à qualquer momento e os nossos barcos perseguidores só chegavam mais perto, eu estava crente que poderíamos ter algo para nos ajudar no barco, mas ele tava bem depenado, era sorte ter comida à bordo, se continuarmos a viajar sem abastecer vamos morrer de fome e se pararmos para abastecer a luta contra essa galera será complicada, é melhor pararmos com isso enquanto estamos no meu elemento, enquanto o bando está na vantagem. Droga, essas feridas vão arder na água.

Eu guardaria minhas balas de Tarrasque numa gaveta da cozinha, tomaria um gole do espesso líquido dourado da garrafa de berserker, voltaria a tapar ela e a colocaria na gaveta também.

Eu começaria então a suas muito e ficar com a pele avermelhada devido ao efeito de minha bebida… Com minha aparência bem diferente do normal, passaria ao lado de Subaé e diria a ele:

-Capetão... Siga em frente.... Eu vou acabar com isso, se nos perseguirem até o porto, vai ficar bem feio…

Em seguida eu mergulharia no mar já gritando para todos os tubarões próximos:

-Hey querem comer uns humanos? Vou colocar o jantar para vocês banquetearem…

Nadaria a toda velocidade então mirando o fundo dos navios e tentaria me chocar contra a lateral destes com meus punhos frente do corpo, como se eu fosse um torpedo, tentando causar um buraco enorme em seus fundos usando minha força aumentada pela bebida.

Assim que eu acertasse o primeiro navio, continuaria o quebrando até sair do lado oposto do casco de volta para o mar e mirando o próximo navio.

Se algo ou alguém me atacasse no meio disso tudo e entrasse em meu alcance, moveria a mão na água de forma a jogar a água entre a gente para trás de mim, criando um vácuo com minha força para puxar o inimigo para perto e então usar minha mão direita para agarrar sua barriga, apertar com meus dedos tentando destruir tecidos e rasgar fora a carne com um puxão, empurrando o alvo para longe com a outra mão se possível.

Matando ou aleijando meu inimigo, seguiria com meu ataque aquelas embarcações problemáticas.
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-Fala do Deep

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Subaé
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1: Avante mais uma vez!


Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo 77Zx

Conforme o vento soprava as minhas mechas de cabelo, as ondas faziam o Lamento de Caronte deslizar pelo vasto mar azul iluminado pelo sol do novo dia.

A vela, empurrada para frente por conta das rajadas de vento, impulsionavam o navio para mais perto da próxima ilha, e eu só conseguia aproveitar ao máximo a paz e serenidade que o mar consegue me proporcionar (Mesmo com três navios cheios de mercenários atrás de nós)

Deep chamou a minha atenção e pediu para que seguisse em frente.

- Beleza peixão!! Mande esses amarelos para o baú de Davy Jones! ZeBeBeBeBeBe!!!

A nostalgia se misturou com o calor do momento, talvez seja por isso que gritei para toda minha tripulação no convés (que neste momento eram apenas Blade e Lua)

-Vamos, homens!! auxiliem Deep com os canhões!! içar velas traseiras e se preparem para o tombo de onda!! MÚSICOS, TOQUEM UMA CANÇÃO DE FUGA!!!!!

Sim, sim. Eu caduquei.

-Ih rapaz, tô ficando velho mesmo.

Por um segundo senti como se tivesse retornado dez anos atrás, quando era o capitão de uma grande tripulação com gente que executava todas as funções.

Ao voltar ao presente, não me entristeci, pois só de ter estes três (contando com lua) comigo depois de tanto tempo, já me sinto realizado.

Quem se importa com tanto sentimentalismo? Estamos no meio de uma perseguição e eu aqui com um papo torto. Enfim.

Giraria o timão na mesma direção de as ondas quebravam a fim de desviar o caminho do navio. Depois de alguns quebrares de onda, giraria o timão para o outro lado para mudar de direção mais uma vez.  

Seguiria aproveitando o balançar do navio e o quebrar das ondas para avançar em zigue zague a fim de desviar do máximo de disparos que fosse possível.

info.:



Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/40010/1015/15

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Blade
Lobão
Blade desceria o mais rápido possível do caralho, rápido o suficiente para tentar esquivar de qualquer bala inimiga que poderia vir em sua direção. Blade então se aproximaria da borda do navio e começaria a mirar na água com sua Tkiv.

Blade procuraria por Deep na água, e daria cobertura para o seu amigo baiacu. Caso visse tiros sendo disparados contra ele, dispararia contra seus atacantes, mirando na cabeça ou o lado esquerdo do peito sempre.

Se algum inimigo atacasse Deep dentro da água, Blade dispararia contra esse inimigo o mais rápido possível, mirando o tronco para facilitar o acerto, e ajudar Deep.

Se começassem a disparar contra Blade, o mesmo entraria no interior do navio para buscar cobertura, e seguiria dando apoio para Deep de uma das janelas de canhão com sua sniper. Se os tiros contra Blade continuassem, o lobo alternaria entre as janelas do navio rapidamente para se esquivar de todos







objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 || Alto Mar || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 01


Todos



O começo da nova Aventura já começa repleta daquilo que o bando mais ama: Confusão! A perseguição continuava de maneira acirrada, os inimigos embalados pelos fortes ventos, se aproximavam cada vez mais da Lamento. Subaé tentava de todos os modos manter um ritmo constante, no horizonte, uma silhueta começava a tomar forma, parecia ser a próxima Ilha onde eles iriam causar confusões.

O capitão usava algumas ações ortodoxas, tentando mover o navio em uma espécie de Zig-Zag, o que ocasionava uma pequena perda de velocidade, encurtar ainda mais a distância entre ele e seus inimigos. O tritão estava recuperado, como de costume, tomaria a frente das ações, afinal, eles agora estavam no hábitat natural do homem-peixe. Após fazer uso dos seus projetos culinários, saltou em direção ao mar, gritando para que fodendos tubarões viessem comer a carne dos seus inimigos, contudo, nenhum espécime estava por perto.

O colossal predador avançou contra os barcos inimigos, sua força era tamanha que rasgou os cascos dos barcos com facilidade, um seguido do outro. Blade que estava dando cobertura ao homem-peixe, via uma cena um tanto quanto inusitada: as facetas confusas dos inimigos. Eles pareciam não entender o motivo dos seus barcos estarem afundando, gritos raivosos eram ouvidos, parecia que os respectivos líderes estavam buscando um culpado.  Os botes eram soltos no mar e rapidamente um montante de inimigos pulavam, partindo em direção a Petra Yuni, remando com velocidade. Claro, se Deep quisesse destruí-los  ele conseguiria, entretanto, iria se afastar cada vez mais da sua embarcação, o que poderia se tornar algo problemático. Blade disparou algumas vezes contra os homens, acertando alguns deles, mas a maioria não parecia mais se importar com aquela perseguição, parecia que se deram conta do causador de tudo aquilo.

Alguns pularam no mar e começaram a nadar, outros arrancaram tábuas do próprio navio, para que pudessem ir boiando. Enfim, a perseguição tinha acabado e o caminho estava livre. A cada momento a silhueta aumentava, a ilha estava mais próxima e as provisões do Navio ainda supririam necessidades básicas, tinha água e algumas frutas. Reabastecer era algo necessário, teriam que dar um jeito nisso ao chegar no destino, isso é, se quisessem seguir viagem.



Histórico Geral:

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Deep
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Ahhh, senti falta dessa sensação de liberdade, agora ainda mais com minha força, a liberdade era ainda superior à de dez anos atrás. Afundei facilmente os três barcos que nos perseguiram, eles começaram a fugir e era exatamente o que eu precisava, me livrar deles, não compensava os caçar até a morte naquele momento.

Nadaria para o lado do caronte e saltaria para seu convés onde pegaria de volta minha pochetinha, as balas de Tarrasque e a garrafa de Berserker que eu amarraria no cinto.

O melhor de tudo é que minhas feridas nem arderam, já estavam quase fechadas, acho que superestimei a força dos que atacaram na luta anterior, era mais cansaço acumulado que danos reais, com o descanso e comida que ingeri, estou completamente bem.

Respiraria fundo o ar marinho, um bando junto, um barco e todo o mar para nós, finalmente eu era um pirata novamente e finalmente zarpando para conhecer todo o mundo… Finalmente.

Olharia para os rapazes e gritaria:

-Arranjar mais comida pro navio, munição pros canhões e proteger o caronte… Eu pego comida… Falei primeiro KUKUKUKUKUKUKU…

Assim que o caronte parar no porto, eu pegaria sua corda de pro e amarraria no mesmo para ele não sair boiando.

Daria então uma olhada ao meu redor para poder ver se eu reconheceria algum lugar que pudesse ter mantimentos para a viagem.

Se alguém nos falasse que para deixar o barco ali seria necessário pagar, ou até mesmo que não podíamos “estacionar ali”, diria:

-Oh, claro, creio que tem que se pagar para isso né?

Então eu golpearia o chão com meus dois punhos tentando quebrar o local o máximo que desse, pegaria um pedaço do que quebrou e jogaria com força sobre quem me cobrou, dizendo:

-Pega aí, fica com o troco…

Iria então andar para onde pudesse ter comida para o barco, caso não visse lugar algum por ali que pudesse me fornecer isso, iria começar a andar pelas ruas em busca de um armazém, mercado ou restaurante, sempre olhando as lojas pelas quais passava como se estivesse indo às compras, afinal eu estava, piratas tem o desconto “tudo que você puder carregar” mesmo.

Se eu visse alguma roupa que me servisse em meu caminho, sendo a roupa confortável, tipo um macacão, pegaria a roupa e me trocaria ali mesmo colocando a insígnia na roupa nova.

Se eu visse alguma garrafa ou barril de bebida dando bobeira em alguma vitrine ou loja, chutaria a porta e arrombaria o batente da mesma com meu corpo para entrar e pegar a bebida para continuar em seguida minha busca já enchendo a cara.
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[...]

Havia algum tempo que Layla tinha deixado a casa de atendimento e eu, bom, nesse meio tempo, havia me tornado um sem teto rico. Por que rico? Ainda tinha dinheiro, mas teimava em não gastá-lo.

Aquelas vestes já estavam surradas com o tempo e, quando havia sido a última vez que tinha tomado banho? — Urgh… — Suspirava ao cheirar a camisa cinza e amarrotada que vestia meu peito. Sacudia a cabeça e fazia uma careta, na tentativa de me recompor do fedor que havia invadido minhas narinas. — Tá doido… — Falei, lembrando que precisava mesmo de um banho.

— Ok, que se foda… — Pensaria, ignorando as vestes, enquanto olhava ao redor para averiguar o movimento das ruas e, depois, o céu para ver o tempo. Precisava me apressar. Meus remédios haviam acabado e não poderia ficar muito tempo sem eles.

Uma tosse veio logo depois do pensamento. Um calafrio subiu a espinha. — Foi só pensar… Cruz credo… — Dialogando mentalmente, apressaria os passos pelas ruas. A movimentação e o tempo seriam fatores desinteressantes para um doente em busca de seus medicamentos, mas era sempre bom averiguar.

Meus olhos agilmente procurariam por uma farmácia, centro de atendimento ou qualquer lugar que pudesse encontrar os componentes ativos do meu medicamento. Até um colega de profissão seria útil nesse momento. Eu já estaria impaciente e demorar para encontrar meu destino não seria de grande ajuda. — Farmácia… Farmácia… — Repetia aos sussurros, ao passo que, mentalmente, buscava na memória qualquer coisa que facilitasse minha procura pelos ditos medicamentos.

Se encontraria ou não, era a grande questão. Não encontrar algum local na Cidade dos Campos podia significar a necessidade de procurar em outros lugares e, assim, teria de pensar melhor para onde ir. — Isso que dá deixar tudo para a Layla!— Mas não deixaria de reclamar aos murmúrios irritadiços.  

Caso tivesse encontrado um local, eu entraria sem cerimônias. — Amém! Tô precisando de uns veneno... — Comentaria, caminhando de modo despretensioso, enquanto tentaria buscar com os olhos agitados algo que se assemelhasse aos medicamentos que eu, previamente, já tinha noção.

— ALGUÉM AÍ? — Causando certo escarcéu, gritaria, buscando um atendente ou coisa do tipo.

Aparecer alguém, me daria oportunidade de explicar. — Tô precisando de uns medicamentos. — Falaria para a pessoa em questão, agora, sem gritar. — Um antinflamatório e algum medicamento a base de cafeína. — As falas e expressões acabariam saindo agitadas e eu gesticulava balançando as mãos, como se eu estivesse correndo contra o tempo.

— Aliás... — De súbito, eu pararia e apontaria para cima, pensativo. — Quanto tão custando? — Perguntaria, naquela mudança repentina de humor que poderia fazer a pessoa pensar que eu era louco.

Não aparecer ninguém significaria ter que fazer tudo sozinho e, nesse caso, eu buscaria por minha conta em risco, os ditos medicamentos. Vasculharia gavetas, armários e coisas do tipo. Afinal, já estaria a beira de um desespero.

[...]

LER:


Objetivos:

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Última edição por Anakin em Qua 6 Out 2021 - 22:03, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Adicionar Histórico)

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Jupges
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Blade
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Blade se impressionava com o que via, a força de Deep era estrondosa, digna de um rei ou de um campeão. Deep rapidamente dizia que iria fazer as compras e Blade começava a ficar mais relaxado, logo em seguida diria.-É capitão sobrou pra tu ficar no barco ein, que pena.

Ao notar a insatisfação de seu capitão sobre ficar no barco Blade diria, -Bom, então trate de arranjar boas munições pro navio... quero ver tu carregar! Quando Subaé perguntasse sobre Lua, Blade responderia rapidamente, -Ela está escondida.

Após seus companheiros saírem do barco, Blade então ficaria tranquilo e assobiaria para que Lua viesse ao seu encontro, quando ela chegasse Blade acariciaria seu pescoço e cabeça, então diria, -Está vendo a entrada do navio? Se alguém entrar e não estiver acompanhado dos nossos companheiros assuste eles, se eles não se afastarem mate-os.

Blade então respiraria fundo em uma bela arfada de ar, relaxaria completamente seu corpo e iria até a criança que foi sequestrada mais cedo, -Eai guri! Não vai dar bença pro seu pai? Blade estenderia as costas da mão até a boca do moleque.

Se o moleque cuspisse na mão de Blade, mordesse ou se recusasse a beijar a mão de Blade, Blade diria,-Tu é muito mal educado garoto, mamãe não te ensinou a ter bons modos não?

Blade continuava, -Olha vamos fazer o seguinte, eu te proponho um acordo, você estava guardando nosso barco né? Me mostre os itens que temos aqui e eu te desamarro, simples assim. Se o garoto pedisse por uma prova de que Blade cumpriria sua parte do acordo, Blade diria -E por acaso você tem opção melhor do que acreditar em mim? Olha se eu fosse você eu aceitaria o que viesse

Se o garoto aceitasse Blade diria, -Bom pode começar, aonde nesse barco tem itens interessantes? Blade esperaria o garoto dizer e iria atrás dos mesmos caso eles existissem.






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Subaé
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2: Ilha nova, treta nova


Foi só o tempo de girar o timão algumas poucas vezes e quando olhei de novo para trás, Depp já havia reduzido os navios de nossos perseguidores a destroços.
Aquilo não me surpreendeu, pois já estou me acostumando com a força bruta desse titã dos mares.

-É isso aí peixão!! ZeBeBeBeBe!! Gostei de ver!!

Já que a batalha havia acabado eu não precisava mais me importar tanto com o manejo do Lamento, sendo assim direcionaria o barco na direção da ilhazinha no horizonte e iria, pela primeira vez, analisar o meu barquinho.

Caminharia pelo convés, passando minhas mãos pelos batentes e pelas paredes.
Aquele era o meu navio.

-Me desculpe por te deixar cair nas mãos daquele humano podre - Diria para meu navio - Agora ficaremos juntos até que um dos dois encontre seu fim, não é? - Daria dois tapas afetuosos no parapeito do Lamento.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo Cena-r10

Quando estivesse mais perto da ilha, iria conduzir o Lamento até o norte da ilha para estacionar no porto próximo à Cidade Central na maior cara dura.

-Chegamos em Sorbet!!! - Avisaria meus companheiros - Que saudade dessa terrinha fria… Será que depois de tantos anos a Marina ainda está gostosa? - Pensei em voz alta - Ou será que o nome dela era Renata…

Meus pensamentos foram interrompidos por Deep que falou a lista de coisas importantes que precisávamos pegar e escolheu ir pegar a comida. Justo, afinal ele é cozinheiro mesmo.

O problema é que as outras duas coisas na lista eram cuidar do barco e ir comprar munição, e o Blade ja foi insinuando que quem ia ter que tomar conta do Lamento seria eu.

-O QUE?! de jeito nenhum!! eu quero pegar um livro de geografia, e remédios! -Retruquei.

Ele cedeu e pediu para que eu buscasse munições boas -Cadê a Lua? - Perguntei. Ela estava escondida em algum lugar - Pois então deixe ela de guarda no barco caso você for sair.

Subiria no parapeito  para saltar em terra firme, depois sairia correndo até Deep para lhe lembrar de trazer alguns ingredientes para mim - Se vai pegar mantimentos, não se esqueça de pegar Conhaque, Cachaça, limão, açúcar, cravo e canela!! Quero fazer um drink à moda do subas! ZeBeBeBeBe!! - Depois, seguiria meu caminho.

-Tenho muitas coisas para fazer agora, vou pegar as munições depois para não ficar carregando peso a toa - Sim eu falo sozinho.

Caminharia pelas calçadas da cidade me guiando pelas placas até encontrar uma biblioteca ou livraria - Boa tarde - Diria ao entrar no local - Gostaria de um livro sobre geografia, me traga um agora. - Sem sorrisos, sem cordialidade. Eu só queria o livro.

Quando o/a atendente trouxesse o livro, eu tomaria o mesmo de sua mão e olharia para o/a atendente de maneira ameaçadora - Não pense em tentar me impedir, acredito que você valoriza mais a sua vida do que alguns bellys, não é mesmo?

Se o/a atendente falasse que eu mesmo poderia ir buscar o livro eu assim o faria. Buscaria pelo exemplar até encontrá-lo, e quando tivesse o mesmo em mãos iria embora sem nem mesmo parar para olhar na cara de quem me atendeu.

Se ainda assim a pessoa tentasse me impedir, eu seguraria a mesma pelo pescoço e ergueria.

-Não, não, não… Eu não consigo acreditar que seja tão difícil assim cooperar com um cabra velho! - Jogaria a pessoa para o alto, só para chutá-la contra uma das prateleiras.

Pela primeira vez durante o encontro iria rindo até minha vítima.

-Se gosta tanto assim dos livros, morra coberto(a) deles - Com um leve e preciso movimento, saquei minha nova espada de sua bainha - Vejamos a qualidade desta lâmina.

Puxaria os cabelos do atendente para erguer sua cabeça. Se ele estivesse desacordado, daria dois tapas em sua cara para que acordasse.

-Não achou que ia embora sem se despedir...né?  

Usaria a espada para cortar a garganta lentamente da esquerda para a direita.

-Já que estamos aqui…- Buscaria nos bolsos do defunto por bellys, depois iria até o caixa e esvaziaria o mesmo - ZeBeBeBe!! Toda a bufunfa pro papai…

Se em algum momento alguem me atacasse, saltaria em esquiva, dando um mortal por cima do atacante para depois, em sua retaguarda, enfiaria a espada em suas costas, cravando-a igual se crava uma bandeira.

Depois buscaria por uma porta dos fundos, e caso houvesse sairia por ela. Seguiria pela rua dos fundos por duas quadras antes de voltar para alguma das ruas principais.

-Ok, agora vou atrás e uma loja de quinquilharias


info.:


PS: Eu falei das placas, pois no tópico da ilha em si diz que a cidade é muito bem organizadinha, com placas e tal, e por ser algo visível julguei que não seria um problema deduzir que vi as placas. Qqr coisa puxa minha oreia.



Proficiências:
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-Destemido
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-Doença degenerativa
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-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
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-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 02



Subae - Deep - Blade

A silhueta aos poucos foi tomando forma, casas, prédios e toda uma arquitetura que chamava a atenção pela nítida diferença de Petra Yuni. Logo no porto era notável um clima agradável, a brisa gélida acalentava os corpos do trio, parecia que o calor infernal realmente tinha ficado para trás. O porto não contava com muitos detalhes, a estrutura parecia ter sido reconstruída há pouco tempo, será que tinha acontecido uma batalha por ali? De qualquer maneira era notável para todos a diferença cultural, aquele aspecto “largado” de Petra não cabia mais ali, já que todos os estabelecimentos e ruas estavam devidamente sinalizados com placas de madeira. Por último, algo que chamava atenção naquele novo ambiente era o aglomerado de montanhas e picos a noroeste, algo que trazia uma beleza peculiar a Sobert.

Após uma breve conversa o trio se separou, dois saíram e um continuou no barco. Logo que atracaram, notaram que a presença ilustre dos mesmos chamaram a atenção dos moradores, olhares estranhos foram direcionados, contudo, ninguém deu um pio sequer.


Blade

Blade continuou no barco, ficando responsável em fazer a segurança do local. Suas falácias chamaram a atenção daqueles que estavam no porto, alguns pescadores e curiosos locais. Ao invés de fazer a guarda da embarcação, terceirizou sua responsabilidade para Lua, que ficou mantendo a guarda atentamente. Ele então partiu em direção a criança sequestrada anteriormente pelo bando criminoso – Pai? Te fude! – Gritou com raiva e a única coisa que Blade sentiu em seguida, foi a forte mordida que o menino desferiu em sua mão. O lobo parecia já esperar e recrutava falando da mãe do menino, o que causava incomodo visivel, mas que ele tentava disfarçar – Era de se esperar, só um burro mesmo pra seguir aquele bode nojento! – Falou tomado pela raiva – Guardando seu barco? Eu vim pra cá pra comer, seu imbecil.– Bradou ainda mais raiva – Depois eu ouvi uma série de disparados e uma fumaça impediu de ver o que estava acontecendo, voltei correndo para pegar as coisas e dar o fora, quando aquele bode me surpreendeu. – Contava o ocorrido de maneira raivosa, ele estava puto com toda aquela situação, principalmente por estar preso com trapos.

Eu percebi que você é burro, mas não esperei que fosse tanto assim. - Falou com desdém – Você acha mesmo que um navio que iria pra leilão, estaria recheado de produtos? – Riu em seguida – Burro demais, não é possível. – Continuou a falar de maneira debochada- Eu que trouxe aquela comida pra cá, para comer enquanto esperava por ele! Aliás, vocês estão ferrados, ele virá atrás de mim e estará duas vezes mais puto, quando perceber que beberam o álcool dele. – Blade recebia informações sobre uma outra figura ligada ao menino. Por fim, continuou ali parado na frente do jovem.


Deep

O homem-peixe estava em êxtase pelos seus feitos, ao chegar no porto rapidamente já pulou para fora, indo procurar comida. Ali mesmo naquela era, pegando o rumo da extrema esquerda – diferente do rumo tomado por Subaé – ele pode ver uma espécie de mercearia. A cada passo que dava, era perceptível para ele o incômodo que ele causava, seria por conta sua raça? Ou seria apenas por ele ser gordo? Não demorava para chegar nas proximidades da mercearia e percebia que não era o que ele esperava, e sim uma casa comum.

O tritão então continuou seu rumo, andando como se estivesse indo fazer compras em mais um dia comum em sua vida. Cada passo que dava os olhares ficavam mais intensos, uma sensação de nojo começa a existir em sua volta, já que as pessoas se afastavam e/ou desviavam do seu caminho – Eca. – Disse uma mulher que passou por perto, adiantando seus passos para que pudesse se livrar logo daquela criatura do mar. Estava claro para Scaleback que o preconceito naquela região era alto, coisa que não existia – aparentemente – em Petra.
Mais algum tempo de caminhada e ele finalmente via uma loja, na verdade, um mercado de proporções medianas e uma arquitetura comum. No caminho não encontrou nenhuma roupa ou bebida, não que fosse do seu interesse é claro, já que avistou algumas lojas de roupas femininas, uma loja de brinquedo e uma loja de produtos naturais. Enfim, o homem-peixe estava a alguns metros do mercado, agora resta saber como ele faria as compras.


Levi

A primeira coisa notável em Levi, era o seu fétido odor. O pobre coitado estava fedendo ao ponto de incomodar aqueles que o rodeavam por muito tempo. Partiu sem mais delongas pelas ruas movimentadas da Cidade Central, como ele chegou ali? Tudo culpa do seu senso de direção desregulado. Enfim, não demorou para achar uma farmácia, como já citado anteriormente, a cidade é muito bem sinalizada – Ei! Não precisa gritar. – Falou o vendedor alto, robusto e de cabelos escuros, trajando um uniforme branco com a logomarca do lugar, um “P” vermelho – Bem vindo a Farmácia Popular, meu nome é Robb. – Falou inicialmente com cordialidade, mas, ao ver o estado do jovem, sua expressão mudou completamente –[color=#7FFF00] Olha meu pequeno mendigo, aqui não fazemos doação de medicamentos. Você pode mendigar perto do palácio real, lá só anda gente que tem bufunfa, pode dar alguma sorte. [/coor]– Ele olhava para Levi com um certo desdém.

Mas, se por acaso você tiver algum dinheiro... posso te vender alguma coisa, se puder pagar, já aviso. – Falou com um pouco mais de empatia, mas ainda sim era notável o incômodo que o jovem causava – Anti Inflamatório tem um baratinho, custa apenas 10 mil berries a unidade. Agora com cafeína... tenho alguns termogênicos, tem um analgésico que contém cafeína também, custa 20 mil berries cada unidade. – Falou sem tirar os olhos do menino – O teto? – Falou o homem olhando para cima, seguindo a indicação do jovem. Por fim, a porta do estabelecimento se abria, parecia que tinha mais um cliente atrás de medicamentos.


Subae


O capitão – após falar com sua tripulação – caminhou pelas ruas movimentadas da cidade Central sem ligar muito para os olhares que lhe eram direcionados, ele tinha um objetivo claro em sua mente e faria tudo o que fosse possível para concluir. Não foi difícil para que o Mink encontrasse uma pequena biblioteca, sua arquitetura exterior era simples e um pouco rústica para o padrão de estabelecimentos ao redor: suas paredes eram feitas de concreto, dando uma tonalidade acinzentada para o lugar; a vitrine não era das maiores, cabiam cerca de quinze livros sem muito espaço entre eles, mas, dava para ver o nome dos exemplares em questão.

Ao entrar, Subaé provavelmente se surpreenderia com a estrutura interior. Uma série de livros em inúmeras prateleiras, o lugar era maior do que parecia e apenas um único homem estava no balcão, localizado no Centro daquele ambiente – Boa… tarde. – Falou com desdém, olhando o homem-animal de baixo para cima – Geografia? Um momento. – Bradou, saindo de trás do balcão e se enfiando entre as colunas de livro. Seus passos eram audíveis ao capitão pirata, já que o chão era feito de madeira – um tanto quanto oca – e o homem parecia estar usando um sapato barulhento. Não demorou mais que dois minutos para que ele retornasse com dois livros – Este conta história da Geografia, algo mais didático. O segundo é algo que requer um conhecimento refinado, mas, que contém uma gama única de informações relacionadas ao assunto em questão. – Colocou ambos no balcão – Acredito que o mais didático, que beira o infantil, seja mais adequado para alguém da sua espécie. – Concluiu empurrando aquele mais simples, para mais próximo de Subaé.

O pirata agiu com hostilidade, o que fez o vendedor dar alguns passos para trás e levar a mão espalmada na direção do seu peito – Como imaginei! Raça nojenta! Corja de bandidos. – Falou correndo para os fundos da loja de maneira acelerada, na verdade, era possível notar uma habilidade considerável no que diz respeito à fuga daquele homem. Por fim, o pirata continuou naquele lugar, sozinho e repleto de livros. Ao procurar no caixa, percebeu que uma mísera nota de dois berrys estava ali, pelo jeito, as vendas não estavam boas. Enfim, restava agora ao pirata decidir se iria atrás da sua presa ou continuaria seu rumo de maneira tranquila.






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Smoothie
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Velozes e Furiosos
O Coelho Lunar faz sua estreia em Sorbet!


Ninguém começa uma boa história com "Era uma uma vez", sua idiota! — Gritou Cornelia. Sua voz não era convidativa, a mink seria capaz de causar medo em quem qualquer um que ouvisse sua voz neste tom. Claramente estava com raiva de alguém, certo? Pobre de quem tivesse que lidar com esta roedora furiosa. Acontece que não havia mais ninguém ali para ouvir essa bronca, apenas ela e seus pensamentos. A garota esteve incontáveis noites à deriva em uma embarcação improvisada e um dia naufragou na ilha do Reino de Sorbet, naquele momento já não conseguia manter os próprios pensamentos na cabeça e passou a pensar em voz alta para não se render à loucura de estar só por tanto tempo.

Ela se encontrava sentada em banco de areia na praia, com um pequeno caderno e caneta em mãos, se esforçando para dar início a seu livro. Sequer se lembrava quando havia tido a última refeição, mas ainda assim conseguia encontrar energia para escrever. — Vamos lá, você é uma coelho inteligente, você consegue. — Ela repetia para si mesma até que tivesse uma ideia para escrever, suas mãos inquietas levavam a caneta para um lado ao outro do papel, mas nenhuma palavra vinha à sua cabeça.

Desde que havia fugido de Zou, Cornelia decidiu começar a escrever suas próprias histórias, mas estava encontrando problemas para começar, afinal, nada de aventuresco havia acontecido consigo ainda. Seu livro não seria necessariamente autobiográfico, a mink estava pronta para contar uma mentirinha aqui e outra ali, mas quando percebeu que a maior emoção de sua fuga havia sido um peixe de um metro e meio que pulou em sua frente assustando-a um pouco, também ficou claro que não era o momento certo para começar a escrevê-lo.

Ela parou um pouco e observou o mar à sua frente. — Caralho, se arrependimento matasse eu estava frita na frita na manteiga. Eu sabia que eu devia ter pegado aquele peixão e feito de jantar! — Seu pensamento foi interrompido pelo barulho de seu estômago contraindo, ela levou as mãos até a barriga e contorceu o corpo. — Muito louco isso, antes eu nem comia carne, mas a necessidade é a mãe da mudança! Tenho certeza que o ditado é algo assim... — Ela fez mais uma pausa para suspirar, antes de voltar a gritar. — Que droga não saber pescar! Eu ainda vou aprender a me virar! A necessidade é a mãe da invenção, é isso, irei aprender a pescar!

As tentativas seguintes foram obviamente falhas, Cornelia descobriu da pior maneira que coelhos não são pescadores natos, mas nem mesmo as leis da natureza são capazes de convence-la de que não é capaz de algo. Por ora havia aceitado o fracasso, só que ainda não havia desistido de aprender.

Em determinado dia da sua estadia na ilha a garota acordou disposta a explorar o local onde se encontrava, sentia que sua história precisava de um ponta pé inicial para começar. Cornelia bolou um plano: sairia andando pela ilha à procura de aventuras para viver e histórias para contar. Colocou em sua cabeça que seu primeiro passo seria encontrar uma cidade com uma biblioteca, destinando a primeira parte de seu dia para ler um livro sobre pesca e finalmente aprender a pescar. Não iria descansar até que encontrasse uma cidade, caminharia o quanto fosse necessário.

Se manteria atenta aos perigos ao seu redor, preparando-se par qualquer desafio que pudesse acontecer. Se encontrasse uma cidade em seu caminho faria o possível para explora-la e enquanto andasse nas ruas prestaria atenção ao seu redor para encontrar alguma informação sobre onde estava, porque em determinado momento se daria conta de que sequer sabia o nome da ilha. Caso alguma pessoa nas ruas lhe parecesse amigável tentaria uma aproximação mais direta e lhe perguntaria: — Eaí, tudo xuxu beleza? Me arranja uma informação? Sabe dizer que ilha é essa e onde eu encontro a biblioteca mais próxima? Dá pra perceber que eu tô meio deslocada né. — Cornelia acreditava que com sorte conseguiria facilmente essas informações e seguiria nas direções dadas. Quando chegasse à biblioteca faria o possível para conseguir por as mãos nos livros que seriam de seu interesse.

Off:

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Anakin
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[...]

O Zé Ruela me chamou de mendigo e eu não me contive. — O QUÊ!? — Soltei, sem perceber e, junto do grito, veio  uma expressão de desgosto. — LÓGICO QUE EU TENHO DINHEIRO, CARALHO, EU SOU UM MÉDICO CONCEITUADO!  — Complementei, numa gritaria estridente que rapidamente se tornou irritação.

Pararia logo em seguida, soltando o ar dos pulmões. — Ok. Os remédios. — Lembraria mentalmente, voltando ao assunto de importância. Em contrapartida, aquele cara não parecia querer me ajudar.  — QUE TETO O QUE? — O grito estridente veio de novo, logo após eu perguntar os preços. Se bem que, ele já havia falado os preços…

Mas foda-se, não tava gostando daquele cara.  

O barulho da porta viria em seguida, interrompendo toda a briga. Eu olharia sobre os ombros, tentando observar a figura que estava por vir.

Meus instintos teriam algo a dizer? Eu tinha que me preocupar? Deveria tomar cuidado com minhas ações? Era sempre bom saber o que o sexto sentido tinha como opinião. Se fosse alguém do governo, pufff… maior furada. Essa monarquia tá com nada.

— Bom mesmo é anarquia... — Um pensamento aleatório viria à mente naquele momento.

No caso de ser alguém perigoso ou do governo, engoliria em seco toda aquela irritação. Coçaria a nuca e, pigarrearia, antes de falar de novo com o atendente. — Acho que estes remédios irão me servir, caro amigo atendente. — Tentaria falar de maneira formal e cheia de gala, fechando os olhos e curvando a cabeça. — Levarei 5 unidades de cada, por obséquio. — Aquele seria meu jeito piegas e fanfarrão de tentar — ou fingir tentar — não arrumar encrenca tão cedo.

Era um péssimo presságio caçoar de alguém mais forte e/ou perigoso, logo, falar e agir de uma maneira formal poderia me proporcionar uma saída mais agilizada daquele local. — Agradeço — Falaria, caso tudo ocorresse como esperado. Eu pegaria os medicamentos e partiria aos passos ágeis após pagar o preço combinado, sem qualquer pechincha.

Em outro caso, se meus instintos não alertassem problema algum sobre o cliente, eu poderia iniciar as verdadeiras negociações.

— 5 UNIDADES DE CADA POR 150 MIL!! — Agora, como num leilão, ergueria os braços e arregalaria os olhos como se fosse uma grande oferta. Se ele não aceitasse, tentaria de novo, dessa vez, meteria um tapão no balcão. — 10 UNIDADES POR 250!! — Eu nem faria as contas direito.  — ÚLTIMA OFERTA… — Teimaria, aproximando minha face à do atendente, encarando-o com um olhar intimidador.

Ele não aceitar seria um problema mas isso não significaria que eu daria o braço a torcer. — Olha cara, tu ta dando mole. — Inclinaria a cabeça e, na tentativa de coagi-lo, me curvaria mais próximo de seus ouvidos. — Esses remédios nem valem esse preço, eu sei disso... — Sussurraria. Mas na real, eu nem tinha certeza dos preços. Layla era quem comprava os suprimentos, eu nunca tive ideia dos preços dessas porra.


[...]

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Jupges
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JupgesCivil
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Blade
Lobão
Blade olhava pro moleque dando risada, era admirável ver a força de vontade nele, mas era interessante ver até onde essa força de vontade iria, será que o garoto poderia ser um pirata? Blade tinha uma ideia, para saber se o garoto era forte mentalmente, porque quando ele cortou Blade provou ser forte fisicamente.

Blade desceria do barco e olharia para os civis próximos ao barco, o grande lobo de 3 metros chegava a estranhar o lugar, depois de passar tanto tempo em Petra era normal notar certa organização na cidade.

Blade então pegaria o civil mais próximo e subiria com ele no barco, se tivesse alguma mulher próxima seria melhor, mas Blade trabalharia com o que encontrasse. Ao subir novamente segurando o civil, Blade diria para Lua, -Agora ninguém entra no barco certo?

Blade jogaria o civil na frente do garoto e pisaria em cima dele para garantir que não fugisse, Blade então olharia no fundo dos olhos do garoto e diria, -Sabe o que você me parece garoto? Um fanfarrão de merda! Blade se manteria tranquilo em silêncio, sem ligar para os possíveis civis assustados do lado de fora do barco.

Blade continuaria falando com o garoto após puxar sua pistola e mirar na cabeça do civil, -Mas você tem uma chance de provar que você é corajoso de verdade. Vamos fazer um trato, a vida dessa pessoa está nas suas mãos, se você falar para mim atirar eu te solto nessa ilha agora, você está livre. Se você poupar a vida dela eu garanto que nunca mais conhecerá liberdade na sua vida.

Blade deixaria o dedo no gatilho, preparado pra decisão do garoto.






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Deep
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DeepAssociado
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Eu estava muito de boa ao chegar na ilha, estar bem humorado para mim era uma raridade então estava ignorando bastante meus arredores, não percebi logo de cara os olhares nem os comentários, na real demorei bastante para perceber que estavam agindo assim para comigo, até porque apesar do preconceito,humanos normalmente costumam demonstrar bom senso temendo os tritões, mas nessa ilha além do preconceito eles pareciam ter uma ideia muito rasa de perigo e assim que eu percebia isso meu bom humor era drenado ao zero, a veia em minha testa, assim como a do pescoço já estufam cheias de sangue quente bombeado pelo coração que grita pedindo violência.

Sem paciência apenas entraria no mercado, minha cor já voltando ao laranja normal, deixando para trás o tom avermelhado dado pela minha bebida, pegaria o que quer que estivesse por ali que desse para encher de bastante comida, fosse um caixote, carrinho, caixa, lona e etc, apenas pegaria algo e começaria a encher de comidas, temperos e bebidas diversos, tentando um pouco de tudo que poderia ser necessário para se cozinhar.

Se alguém tentasse me impedir, apenas socaria a pessoa com toda minha força, tentando arremessar a mesma para longe.

Se fizessem algum comentário preconceituoso ou de nojo para comigo, olharia para a pessoa com um olhar raivoso, desejando despedaçar a pessoa, ódio fluindo pelas minhas veia como o mar em fúria, então se este estivesse em meu alcance, tentaria esmagar seu crânio apertando com as mãos, caso contrário iria tentar arremessar alguma estante ou balcão sobre o racista.

Minha raiva só aumentaria perante cada comentário em sequência e seria seguido de um olhar cada vez mais sanguinário com mais desejo por sangue, para então continuar meus ataques.

Uma vez que conseguisse alimento suficiente para uma viagem, dentre os alimentos que ali existiam, os carregaria para o barco, sempre atacando os racistas com pedaços do chão que eu arrancaria com as mãos.
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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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SubaéCriador de Conteúdo
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3: Garrafas apropriadas

O homem se assustou e correu pela porta dos fundos. Até deu vontade de seguir o miserável mas ele me deixou com os livros então nem tem porque. Além do mais, se eu enrolar demais e não voltar com  as coisas que vim buscar vou levar um esculacho dos rapazes.

Pegaria o livro mais complexo e a nota de dois bellys (e a guardaria no bolso), depois olharia as prateleiras mais próximas para ver se encontrava algum livro sobre armadilhas, e caso encontre pegaria o exemplar também.

Depois sairia da biblioteca tranquilamente com o(s) livro(s) debaixo do braço.

Seguiria pelas ruas, seguindo as placas até encontrar uma loja de quinquilharias, dessas que encontramos de tudo (desde elásticos, até potes, pregos e garrafas).

Se durante a busca pela loja aparecer alguém que queira minha cabeça, eu correria na direção do indivíduo, tomando o devido cuidado para esquivar de possíveis ataques, e ao fim, cabeceando com força a sua caixa do peito. Depois, correria até a casa mais próxima e usaria de minhas habilidades acrobáticas para escalar a mesma e seguir pelos telhados até encontrar o loja de quinquilharias.

Entraria na loja com a cara enfezada, puro mau humor de quem ainda não omou o primeiro goró do dia. Por isso caminharia sem dirigir uma palavra a ninguém, apenas responderia seus olhares e comentários com um olhar feroz e maquiavélico. Iria direto para a prateleira de garrafas, pegaria os dois cantis com alças que fossem mais resistentes e iria embora. Em momento nenhum eu tentaria furtar os cantis eu só iria roubar na cara dura mesmo.

Se um atendente viesse até mim perguntar o que eu desejava, diria - Quero um cantil resistente. Dois na verdade… onde encontro a prateleira? - Seguiria as instruções do atendente e iria em direção às minhas novas garrafinhas.

Pegaria os dois cantis com alças que fossem mais resistentes (de preferência de metal ou de madeira) e penduraria ambos no pescoço. Sim, eu preciso de cantis com alça, pois preciso ter sempre um goró comigo, mas ficar segurando uma garrafa frágil não é algo muito confortável.

-Vou ficar com esses dois. Agora saia de minha frente! - Ao terminar a frase, pegaria alguma garrafa (de vidro, caso houvesse uma lá) e bateria a mesma contra o rosto do atendente para ferir-lhe o rosto.

-Toma aí uma gorjetinha para se lembrar de mim pra sempre.

Depois correria para fora da loja. Saltaria dando um mortal por cima das pessoas que estivessem em minha frente, ou, caso tentem impedir o meu avanço eu as chutaria horizontalmente para o lado a fim de limpar o caminho.

Se tudo desse certo, agora eu teria comigo mais dois bellys, o(s) livro(s), e dois cantis novinhos em folha.

- Ok, agora eu só preciso pegar uns remédios! Depois pego as munições do Blade.

Seguiria sempre atento à qualquer sinal de perigo, isto é, algum caçador ou marinheiro que venha me caçar (ou quem sabe algum civil chamando atenção indesejada). Se alguém me atacasse eu daria uma estrelinha para o lado contrário do atacante (se ele for destro a estrelinha vai ser pra esquerda e vice versa), em resposta, aproveitaria a constante movimentação de meu corpo para contra atacar desferindo um aú martelo no pé da orelha do sujeito.

-O que é que cê quer comigo?  


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4008/1013/15

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo Unknown

Tabela de preços: