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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 12 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Jean Fraga
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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- O Farol -

A descida era firme e o som do mar ia aumentando, o vento parecia cantar com seu forte barulho que fazia o barco tremer, quando aos pés o impacto chegava, era forte, porem com os joelhos flexionados sentia pouco.

Animada conforme sentia uma certa paz voltar, saia indo para o convés, percebendo que Deep não parecia tão bem como realmente tinha achado anteriormente, na verdade com o sangue a sua volta, uma preocupação crescia dentro de mim, eu corria e sentava de joelhos ao seu lado.

— DEEEPP?! O que aconteceu?? - algumas lagrimas lentamente escorriam pelos meus olhos - Você vai morrer? NAO MORRRAAA se você morrer eu vou até no inferno se preciso para te buscar!! – A resposta do peixe me acalmava, com os pulsos limpava as lagrimas, ficando mais aliviada.

— Ta… fica bem ta? - quando ouvia o convite de Subaé, levantando-me corria até ele.

Por sorte Beo estava abordo e vendo ir até Deep, ficava bem calma, fato que abria espaço para minha animação dominar quando ouvia o capetão convidando nos para ir ao farol.

Era minha primeira para na Grand Line e queria desbravar tudo, por isso já perto dele dizia pulando e remexendo os braços, dizia, — EUUUU!!!!

Quando o barco estivesse já mais colado com no porto, pularia no cais e o chamaria, — VAMOS CAPITÃO! VAMOS!! – animada esperava por ele, ele demorava um pouco, mas logo aparecia, antes de sair, ouvia o aviso de Deep.

Acenava usando minha cabeça, com firmeza, sorria empolgada e seguia com a cabra, por mais que minha euforia mal cabia dentro de mim, tinha que manter certa calma e atenção, realmente o imediato estava certo, mares novos, pessoas novas, não sabemos como aqui funciona e não queria ser um problema como fui em nossa última parada.

Por isso, seguiria caminhando atrás de Subaé, olhando aos lados animada com as coisas novas que pudesse encontrar, mas ainda assim, mantendo-me perto do capitão, seguindo seu ritmo de caminha, parando se preciso e aumento o passo também, por garantia, teria descido com minha pistola e com o rifle em minhas costas.

Assim, matinha minha visão afiada tentando antecipar possíveis inimigos que pudesse estar se aproximando de nos ou até mesmo escondido entre becos ou prédios altos com visão de nós.


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Formiga
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 35



Desgraçados


Todos



Os cabritos estavam agora na Grand line, mas não perderam o costume da conversação exacerbada existente em um grupo. Beowulf via que na cozinha a comida era escassa, seria necessário obter mais mantimentos para que a viagem pelos mares tortuosos continuassem; Monoliso falava para o capitão que era necessário uma reforma geral do navio ou pelo menos algumas tábuas e pregos para que ele pudesse reparar alguns pontos mais complicados, enquanto aguardava por mais materiais para cuidar de tudo. Enfim, com tudo pronto o único que ficava no navio era o macaco, reparando alguns pontos com os itens que tinha, tirando de um lugar para colocar no outro, uma verdadeira baderna.

O homem-peixe estava em uma situação relativamente complicada, caminhava devagar junto com seu grupo, não deixando que percebessem o seu estado deplorável, sabendo que isso seria apenas uma brecha para que sofressem um ataque. Nix estava portando suas duas armas e se colocava como sempre atenta aos arredores, observando o que poderia passar despercebido pelo restante do grupo. Zuba e Beowulf caminhavam quase que lado a lado, o lobo atua como uma espécie de guarda, enquanto Zuba estava bem relaxado em suas passadas, observando seu pai interagir com as pessoas ensanguentadas naquele porto – Caçadores de merda, nós seguirem até aqui. Mas pegamos esses filhas da puta! – Falou um dos homens limpando o sangue que escorria pela sua boca – Um bar? Aquele ali é o melhor bar pirata da região, não é como se tivesse outro por aí, essa merda de farol a cada dia que passa parece que fica pior. – Continuou a figura corpulenta – Vamos homens! Seu capitão merece uma bebida também porra! Para o bar caralho! – Gritou o homem chamando – por meio de gesticulações – os seus homens.

O bar não ficava muito longe dali e o grupo observava aqueles “aliados” indo em direção ao bar, que não tinha porta e seu interior parecia em festa, com cânticos sobre piratas e suas aventuras. Não existiam muitos estabelecimentos por ali, como citado anteriormente a pobreza reinava no lugar, isso dava para ver na estrutura da ilha, que era feita majoritariamente por embarcações destruídas, placas metálicas repletas de ferrugem e outros itens visivelmente deploráveis. O imenso farol não ficava muito longo daquele ponto inicial e no caminho – uma rua relativamente estreita – algumas pessoas eram vistas, pareciam pedintes que esperavam por uma moeda de um dos homens que vagavam por ali.

Era notável para o grupo que algumas pessoas estavam indo em direção ao farol, algumas sozinhas e outras em grupos de diferentes tamanhos, mas algo realmente claro era que nenhum deles parecia ser nativo da ilha. Aquela região estava um tanto quanto movimentada, o que tinha no farol para atrair tantas pessoas assim? Um barulho de gritos percorreu o ambiente poucos segundos depois, não muito longe dali algo estava acontecendo, seria uma festa? Uma reunião? Aqueles mais altos poderiam ver uma espécie de estrutura relativamente grande e um tanto quanto trabalhada, mesmo que carregava os mesmos itens utilizados em outras estruturas. Enfim, quais seriam as ações do grupo?



Histórico Geral:

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Subaé
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35: Log… o quê?


A outra tripulação seguiu o seu capitão para o bar depois que o mesmo me contou um pouco sobre a briga que haviam participado. Fiquei contente ao avistar o boteco em festa, afinal, estamos em perseguição desde Petra Yuni, eu mereço um pouco de lazer.

Comecei a sentir um pouco de dor de cabeça, então peguei um comprimido canábico, enfiei na boca e engoli à seco, foi quando Deep me perguntou quais seriam os planos.

-Bora naquele buteco sem porta - falei apontando para o local - lá a gente deve encontrar pelo menos metade do que estamos procurando.

Deep comentaria que precisamos de um Log alguma coisa para poder navegar na grande rota.

-log.. o que? isso é uma bebida local? - perguntei.

Deep, espantado por eu não saber, me explicaria de forma leiga que o log é uma bússola feita para navegar por esse mar.

-Por que eu saberia? Você por acaso já me viu usando alguma bússola? enfim, eu não sabia não…

Deep advertia sobre os perigos da grande rota e então diria que talvez exista alguém no farol que tenha uma bússola dessas.

-Aquele farol torto? tudo bem, bora comprar um goró e umas tábuas e depois a gente passa lá!

O tritão insistia em ir primeiro para o farol, mas antes precisamos pegar o material para que o Monoliso possa trabalhar nos consertos do Lamento.

-Se a gente pegar logo a madeira o Mono vai poder adiantar os reparos enquanto a gente pega esse "lognose" - disse, enfim convencendo o grande baiacu - e ainda por cima eu estou sem uma gota de álcool! Vamos!

Ao adentrar no boteco, observaria cada um dos bebuns presentes. Prestaria atenção em suas faces, em suas armas e em suas mesas; visando entender quem é quem, quanto estão embriagados, e quanto tem em seus bolsos.

Avançaria pelo saloon sem esquivar o meu caminho por conta dos bêbados. Caso eu encontre uma garrafa ao lado de algum bêbado que esteja distraído ou dormindo eu a pegaria naturalmente ao passar. seguiria reto até o balcão onde bateria a garrafa levemente para chamar a atenção do atendente (caso não tenha pego uma garrafa no caminho, daria algumas palmadas no balcão)

-Ahoy! Meu caro, parece que as vendas estão boas por aqui não é? Qual o motivo de tanta diversão? - perguntaria - Eu e meus companheiros viemos diretamente lá de Petra Yuni no South Blue, conhece aquele lugarzinho de merda? ZeBeBeBeBaBaBa!!! Se não conhece não está perdendo nada, só o que tem lá é areia e gente rica. Mas sabe, eu roubei algumas coisas interessantes por lá, veja este anel por exemplo - diria ao mostrar o anel que roubei no restaurante de Baterilla - ele parece um simples anel, não é? mas a verdade é que ele foi encantado por um grande faraó que viveu naquela terra muitos séculos atrás… ele é um artefato mágico, veja!

E então eu utilizaria a habilidade do meu brinco para fazer a minha mão queimar.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 12 A81533ec92f2ba54d762d054a61008b8180baf39

-Incrível! não é mesmo? Além desse tem mais dois anéis mágicos, mas eu ainda não consegui despertar o poder desses outros - diria ao fazer o fogo se esvair - mas vamos ao que importa, estou atrás de algumas tábuas, pregos e abastecimento para o meu navio, você não teria o que eu preciso ai? - Daria alguns goles na bebida e se a resposta do taverneiro fosse positiva eu continuaria a falar - Whoa! Que bom, sendo assim eu vou levar! quanto vai custar ein , meu amigo?

-O que? tudo isso? - Diria ao ouvir o preço, independente de quanto seja - Eu entendo que você precisa da grana, mas infelizmente eu não tenho muitos bellys aqui comigo agora… TIVE UMA IDÉIA!! Eu estava pensando em vender esses três anéis em um leilão, mas parece que estou sem muitas opções. O que você acha de fazermos um escambo? Se você achar a pessoa certa conseguirá vendê-los pelo dobro, ou quem sabe o triplo, do que eu te pagaria agora! O que me diz?

Caso ele aceite, entregaria os anéis e pegaria o abastecimento e tábuas com o auxílio de Zuba e quem mais ajudasse.

-Só mais uma coisinha, como eu faço pra conseguir um “lognose”?

Se alguem viesse tirar satisfação comigo por conta da garrafa roubada eu me faria de desentendido - Acho que está me confundindo com outro cabra - diria sem esboçar nenhuma emoção - eu comprei essa porra aqui, agora me deixe em paz!

Se a pessoa continuasse a me importunar, eu incendiaria a garrafa com o fogo do faraó e então, com um rápido movimento giratório acertaria a mesma no pé da orelha do infeliz, fazendo a garrafa romper-se, consequentemente, rasgando o rosto do sujeito.

Em casos de ser atacado diretamente eu inclinaria meu corpo para trás para esquivar do golpe, se o ataque visava atingir as minhas pernas eu saltaria para me desvencilhar e contra atacaria chutando o rosto do atacante.


info.:









15.760/15.760280/4000/1011/15

_________________



Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 12 Unknown

Tabela de preços:
Deep
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Eu caminhava tentando me forçar a ficar o mais normal possível, ainda sentia minhas pernas falhando abaixo de mim, mas sentia elas menos formigantes a cada minuto que passava, aparentemente eu melhoraria sem problemas como o lobo disse.

Aparentemente a confusão no porto era de piratas recém chegados que encararam caçadores que o perseguiam, não é uma prática que eu diria que deve ser incomum, afinal de contas eu duvido que alguma tripulação passe por essa provação com o navio sem danos, assim como sem tripulantes feridos. Era um bom ponto de caça na realidade.

De qualquer forma eu queria saber o que o capetão pretendia fazer primeiro, então eu perguntei pro mesmo:

-Então... Qual o plano, capetão?


Após ele me falar eu adicionaria uma informação sobre a necessidade de pegar um log pose.

-Creio que você vai precisar de um log pose também, mas eu não sei com quem pegar um, não peguei quando passei aqui antes…


O capetão no entanto não sabia o que é log pose, por eu ser nascido na grand line, me parecia um conhecimento fácil e comum, mas não parecia ser tanto.

-Um tipo de bússola para a grand line, precisa disso para esse mar... Tu não sabia?

O capetão falava sobre eu nunca ter visto ele usar uma bússola, mas na grand line é meio que diferente dos blues, então o avisei.

-A grand line é muito confusa e traiçoeira, a única forma de chegar em algum canto é com um log pose... No farol tem alguém com eles... Mas não sei quem ou como pegar…

Eu achava melhor pegarmos o log primeiro do que as coisas, assim podiamos ficar protegendo o barco durante o conserto, mas o capetão queria adiantar os mesmos, então eu tentei dar uma última aconselhada.

-Pra ser sincero... acho melhor ir lá achar o cara do log primeiro... O resto vai apenas ficar à vista, podendo ser roubado se tivermos que ir atrás do log depois... Fora que madeira e comida... Temos os barcos dos pau dágua da praia para saquear caso seja necessário... Os preços aqui são meio loucos...

Como pensado, realmente o capetão queria agilizar os reparos, não tinha por que eu criar problemas por tal decisão, então apenas o seguiria nessa.

Continuaria andando com o grupo de soqueira em punho e atento ao meu redor. Qualquer tentativa de atacar o grupo seria recebida com um socão concentrado de karatê bem na fuça.
Se alguém nos encarasse de forma hostil, encararia de volta pronto para uma luta, a tensão faria sombras saírem de minha arma e começarem a fluir pelos meus braços.



Histórico:







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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Jean Fraga
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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- E se a gente usasse 100% do cérebro? -

Caçadores!!! Ficava completamente arisca, mas uma pergunta vinha a cabeça, caçadores não caçam animais?! Acabava por perceber que o ensanguentado não bastava ser fraco, ele era burro também, — Tsc... Que perda de tempo... – Soltava ao vento palavras vazias, ouvindo o resto de suas falas, ao menos para avisar do bar mais próximo ele servia.

Ficava calado olhando a volta mantendo minha concentração na decisão de Subaé, — Log Pose? – Uma bússola para este mar? Porque não qualquer bússola? Sei lá, todos pareciam meio fora da casinha nos últimos minutos, ou será... que foi no momento em que o barco bateu contra a água? E talvez..., mas só talvez, uma parte adormecida do meu cérebro finalmente ligou?  Seria isso possível?

Olhava para Beowulf, afinal, ele era o medico e pudesse saber de algo... aproximando-me falaria, — Beo... uma coisa, bater a cabeça causa danos certo? mas isso se estende a acordar partes adormecidas do seu cérebro? – Ele dava uma explicação muito plausível, porém, era Beowulf então na duvida sempre acreditamos no contrario do que ele disse.

O que me animava, já que seu não se torna um sim! Acenava com o rosto mostrando que estava prestando atenção em suas palavras, ficando em silencio ouvia o fim da conversa entre o capitão e o imediato, estando internamente mega feliz pela descoberta.

No fim ir ao bar era a decisão tomada, andando agora com o rosto sempre focado a frente, sentia-me subindo uma escada que somente eu poderia subir, afinal, era agora a mais inteligente do grupo, tarefa... não muito difícil.

Assim que entrasse buscaria ver todas armas possíveis que conseguisse, focando-me em encontrar as mais diferentes, talvez armas que sequer havia visto até hoje, sempre me mantendo perto do bando, sacaria e atiraria com minha arma se um combate se iniciasse e esquivaria para de trás de mesas e pilastras para me proteger se preciso.


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Beowulf ficaria impressionado com o estado do capitão pirata do outro barco, que achava que a decisão mais sensata agora era beber. Beowulf não pensava muito sobre isso, já que aparentemente o seu bando iria pro bar também.

Subaé e Deep discutiam sobre um tal negócio que parecia que tinha nome de doença, logrose ou algo assim. Quase no mesmo momento Nix se virava para Beowulf e perguntava sobre pancadas na cabeça, o lobo respondia:

-Eu diria que não, e sinceramente duvido muito que seja possível. E mesmo que seja possível e alguém prove que pancadas na cabeça despertam áreas ocultas do seu cérebro, as consequência de choques contra seu crânio normalmente não acabam indo bem. Então na dúvida de preferência não bata a sua cabeça.

Assim que o grupo entrasse no bar, Beowulf puxaria uma cadeira de alguma mesa que estivesse desocupada e se sentaria na entrada do bar ficando com os braços cruzados. Beowulf então encararia o seu grupo, e caso algum inimigo atacasse qualquer um de seus companheiros Beowulf começaria a falar calmamente, ainda sentado se direcionando para o inimigo, porém emitindo eletricidade em volta de seus olhos:

-Suma da minha vista agora se não quiser ser morto

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 12 79939a86760f79055538f75c03eac9b2

Se o atacante não fosse embora do bar, Beowulf se levantaria e iria até o inimigo, cobrindo seus braços em um manto de eletricidade, Beowulf agarraria o inimigo pelo pescoço enforcando ele, não importando se estivesse sendo atacado no processo.

Beowulf então andaria calmamente em direção a saída do bar, e quando saísse do estabelecimento, esmagaria a cabeça do inimigo contra o chão, com muita velocidade esmagando o crânio do inimigo.

objetivos:
Atributos, vantagens e perícias:

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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


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Desgraçados


Todos



A conversa entre os membros da tripulação ocorreu tranquilamente ainda do lado de fora da taberna, pelo jeito, o homem-peixe tentou ser sensato mais uma vez, porém a peste do seu capitão tomou outras decisões. Claro que o capitão não estava totalmente errado, pensar no barco estava unicamente relacionado com a continuidade da aventura do grupo, ele poderia dividir os membros para adiantar o processo? Não, acredito que os traumas anteriores podem ter pesado em sua mente. De qualquer forma, eles caminharam e logo quando se aproximaram do estabelecimento, puderam sentir o odor de Subaé vindo do interior do lugar, na real, o fedor conseguia ser ainda pior.

A taberna não era muito grande e o número de pessoas no lugar parecia ser o dobro do que cabia ali, porém, se Deus fez é porque cabe não é mesmo? Como supracitado, o lugar estava cheio, cheio ao ponto de uma pessoa magra como o capitão ter dificuldades de caminhar por ali, tendo que passar por brechas apertadas entre os clientes. O homem-peixe e o selvagem tiveram uma certa facilidade em caminhar, já que suas auras naturais (tamanho, postura e afins) causavam um certo medo aos cachaceiros que estavam dispostos nas mesas. Sim, o lugar ainda contava com largas mesas que pareciam ter saído do próprio lixão, assim como o balcão formado por madeira e placas de metal enferrujadas. Ah, antes que eu me esqueça, o lugar estava imerso em uma puta festa! As pessoas riam, gritavam e cantavam cânticos sobre antigos piratas e aventuras absurdamente mentirosas, mas, eles não se importavam com esses meros detalhes. Todos que observaram o lugar puderam ver vários tipos de armas espalhadas entre os clientes do lugar.

Não demorou muito para que o capitão chegasse até o balcão, tendo roubado uma garrafa velha com uma baba escorrendo da boca da garrafa, aquela gosma era verde e o capitão nem se importou em colocar sua boca ali, que nojo! Enfim, a conversação entre o líder daquele grupo e o atendente de expressão enfezada logo teve seu início – E existem motivos para os piratas festejarem? Apenas por estarem vivos já é uma benção. – Respondeu o homem com uma cara de poucos amigos – Não conheço Petra e me poupe dessa baboseira. – Resmungou enquanto servia a bebida de um homem que surgiu ao lado do capitão, voltando para sua mesa logo em seguida – Anéis bonitos... – Falou ele olhando de canto de olho, como se quisesse conter sua própria curiosidade – Hum... nunca vi algo assim. – Continuou enquanto Subaé dava uma de mágico, usando seus itens místicos como uma forma de ludibriar aquele senhor – Eu posso conseguir, aqui vendemos de tudo. Não vai ser das melhores, já que como pode ver, esse lugar é um monte de merda ambulante. Mas garanto que vai durar até a próxima ilha.- Pontuou o homem chegando mais peto do capitão – Sua boca tá suja, beijou o Hulk? – Falou o velhote.

O senhor parou por alguns segundos com uma expressão pensativa em sua face – Os três anéis pagam, não é todo dia que se encontra anéis com poderes. – Falou o rapaz pegando os anéis – Ei Jorjão! Entrega alguns suprimentos para uma viagem e algumas tábuas e pregos para esse senhor aqui. – Gritou o velho na direção de um outro homem que também estava atendendo no balcão, ele era ligeiramente mais novo e também com uma quantidade maior de músculos em seu corpo – LogPose você diz? O único lugar para conseguir é no farol ou na arena, não sei qual dos dois é pior. – Disse o velho observando os anéis e colocando no bolso logo em seguida.

Quando o grupo saísse daquela taberna extremamente fedorenta, veriam que Jorjão estava trazendo todo o suprimento necessário para viagem, assim como os itens pedidos pelo capitão, deixando todo o material encostado na parede do estabelecimento. Enfim, só restava levar o itens até o navio e ir atrás do item dito citado inicialmente pelo imediato, para que finalmente pudessem continuar com sua viagem.



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Deep
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O bar do farol fedia a… Subaé?!?... Que desespero. O lugar era uma bagunça e a baderna feita por quem tava ali era imensa… Eu já tava me sentindo em casa já, não fosse eu saber que meteriam a faca na gente com os preços, ficaria para beber uma ali, o local era sujo, mas eu gosto de uma boa farra.

O capetão engatou vender uns anéis que aparentemente roubou nas ilhas anteriores, no fim das contas ele realmente conseguia a venda pelo que queria, algo que fez pensar se por acaso aqueles anéis não valiam mais do que as compras.

Enfim saímos do bar e nos entregavam as compras do lado de fora, mantimentos e tábuas, bem era melhor levar pro navio e apesar das minhas pernas, eu não queria parecer fraco, então tentaria carregar peso também.

Então falaria com o lobo para pegar as tábuas e em seguida pensaria em voz alta sobre o que fazer com os mantimentos.

-Carrega as tábuas que eu pego os mantimentos... Acho que deve escurecer logo... Tenho que começar a pensar no que fazer de janta…

Pegaria então os mantimentos e me moveria devagar com as costas rígidas buscando um bom equilíbrio para não cair ou derrubar nada.

Nix parecia interessada em beber comigo, pelo menos era o que parecia perante seu pedido de fazer exatamente isso, ela continuava a me causar estranhamento com essa atitude tão em busca de laços com alguém como eu… Um tritão… Existem tritões que parecem bastante com humanos, se fosse esse o caso eu entenderia, mas não é isso… Ela me intriga.

-Tem bebida aqui na caixa... Bora pegar o log pose, aí depois da janta a gente toma uma…

Por que não beber com ela? Era uma boa para conhecer a pequena Nix melhor, saber o por que de me tratar tão bem e caso não seja alguma enganação, por que não fazer o primeiro brinde de uma boa amizade.

Após minha fala ela parecia não entender o que era um log pose e perguntava, questão a qual eu respondia meio confuso em como todo mundo ao meu redor não parecia conhecer algo que para mim era tão comum.

-Ahnnnn... Um bagulho que mostra a direção da próxima ilha na grand line... Como funciona e como mostra eu não sei... Mas sei que precisam dele para manobrar os barcos aqui…


E pronto, com isso ela era a segunda a me perguntar, se um terceiro me perguntar o que é log pose… Pra quem eu peço música? Pro cara do farol?

De qualquer forma eu levaria os mantimentos até a dispensa do navio, pegaria três maçãs e sairia comendo as mesmas enquanto seguia o capetão para seu próximo destino, sempre mantendo meus passos controlados e lentos de forma a evitar uma queda.

Jogaria no chão o “miolo” das maçãs conforme terminasse de comer as partes comestíveis das maçãs, uma a uma. E quando chegasse no local de destino final do capitão, eu me curvaria para a frente, tentando esticar as costas que estavam e causando incômodo desde a chegada.

Histórico:







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Legenda:

-Fala do Deep

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Subaé
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36: Farol


Puxei a gola de minha camisa e a esfreguei no rosto para limpar o canto de minha boca -Valeu por avisar!- agradeci o taverneiro por denunciar aquela nojeira. Depois, só por desencargo de consciência, limparia a boca da garrafa com a minha camisa.

Seguiríamos até o Lamento para deixar os mantimentos recém adquiridos na embarcação. Durante o caminho eu carregaria algumas das tábuas, usando-as de mesa para carregar os poucos mantimentos que lá coubessem.

-E aí Zuba, o que está achando da viagem?  - perguntaria ao garoto - Eu estava aqui pensando, você precisa aprender a lutar para se virar igual um cabra de verdade! Quando estivermos à bordo eu vou te treiná!

prosseguiria pelas ruas observando as pessoas, prestando atenção à todos que ousassem olhar em nossa direção, também ficaria atento a qualquer um que se aproximasse demais e caso a pessoa se revele uma ameaça em potencial (algum CR ou um ladrão lalau) eu usaria as tábuas para golpear o estômago do sujeito, em seguida ergueria a tábua fazendo a mesma chocar-se contra o queixo do indivíduo, erguendo a cabeça de meu oponente para que eu pudesse chutar sua bochecha direita com um chute horizontal. Recolheria os mantimentos caídos e retomaria ao meu caminho.

Assim que chegassemos no lamento eu gritaria Mono para chamar sua atenção e então daria início ao abastecimento.

-Ei Monoliso!!! chegamos com as tábuas e com os pregos!! Vem começar o teu serviço!!

Ajudaria os tripulantes a organizar as coisas em seus lugares. Deixaria no convés as tábuas e pregos que estavam comigo, já os mantimentos eu os guardaria na despensa da cozinha.
Encheria o meu cantil com uma das garrafas recém compradas e então retornaria ao convés.

-Tudo certo, é hora de irmos! Zuba fique aqui para ajudar o Mono no que ele precisar, eu e os outros vamos pro farol pegar um lognose!

Seguiriamos em direção ao farol sem parar para nada, só precisávamos de mais uma coisa para içar velas pelos novos mares, e é isso que estamos indo buscar.

Ao chegar na entrada do farol observaria a imensidão irregularmente torta do mesmo. Minha barriga gelou ao pensar que aquela estrutura poderia cair a qualquer momento, afinal, eu duvido que o arquiteto dessa espelunca seja formado… olhei em volta e veria as ruinas do outro farol… é, esse arquiteto aí não é dos melhores não…

Por fim, observaria a porta do local e então chutaria a mesma como de praste, e então entraria no local gritando roucamente.

-QUEM AÍ É O HOMI QUE DISTRIBUI LOGNOSE? EU SOU SUBAÉ, O CABRA DA PESTE, E VIM AQUI PROCLAMAR O MEU!!!!


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Beowulf entrava no bar apertado e fedido, ficando na paz sentado no próprio canto enquanto o grupo tratava dos negócios. O ambiente era horroroso e repulsivo como se fosse uma casa do pecado, mas Bewoulf não tinha escolha e tinha que ficar lá.

Beowulf saia do bar e começava a carregar as tábuas como foi pedido, observando para ver se o tritão não perderia o equilíbrio carregando os mantimentos, para tentar salvar o que ele carregava se fosse necessário.

Beowulf seguiria o tritão e deixaria o carregamento aonde ele deixasse, depois eles que se organizem melhor. Subaé falava com seu filho sobre treinar ele e Beowulf lembrava de como o lobo foi treinado por Ângelo na igreja, não era algo que ele desejava para uma criança com toda certeza.

Beowulf então seguiria o grupo para onde quer que eles fossem, não tinha muitas opções do que fazer mesmo. Subaé aparentemente queria só chutar a porta e entrar de uma vez, Beowulf olhava para isso sabendo que ia dar merda mas ficava calado esperando pra ver no que ia dar.

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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- Encontro Marcado? -

O bar tinha cheiro de... do papai? — Porque o cheiro do Subaé é tão presente neste lugar? – Pergunta em um tom quase inaudível, me auto questionando.

Infelizmente não encontrava aqui armas ou coisas que cativassem minha atenção, mas estar vivendo tudo isso e pela primeira vez adentrar em um bar, era suficiente para me deixar alegre e contente com as novas experiencias, — Beba! Use drogas... MATE ALGUÉM – Coisas comuns que ouvia em minha cabeça desde que havia entrado aqui.

Eu de fato queria viver tudo o máximo que pudesse, porém por hora me privaria de atirar nos outros ou usar drogas, ainda assim, beber não era uma má ideia, mas sozinha não teria graça, olhando para Deep, diria, — Deep, quer tomar uma comigo? – Lembrava que estava completamente pobre, completando minha fala – O Subaé disse que paga...

A ideia do imediato era mais interessante ainda, contudo, aquilo era um encontro? Afinal, após o jantar? E pelo o que se parecia, somente eu havia sido convidado para isso, ideia que formigava em minha cabeça, deixando minhas bochechas rosadas.

Quando a tal bússola era mencionada novamente, — log pose… log nose… logaritmo de nove??… afinal de contas, quem é o narigudo? – Com toda paciência do mundo, o peixão me respondia, clareando minha mente mesmo que pouco, fazia um rosto curioso, já que provavelmente esta tal lagosta era importante para muitos.

Assim que as coisas estivessem finalizadas ali dentro, voltaria andando com os demais, pegando possíveis mantimentos que caíssem pelo caminho e focando-me em vigiar nossos arredores, afinal caçadores de animais poderia estar por ali, já que antes um bêbado falou disso, sendo a única humana do grupo e andando com duas cabras, um lobo e um peixe, tomar cuidado com os caçadores seria uma boa.

Escondendo-me atrás de Deep se necessário e sacando meu rifle contra atacando para inimigos distantes, a media distancia preferiria minha pistola com tempo de recarga melhor e em um combate curto, usaria das minhas técnicas de luta para derrubar e machucar os inimigos com seu próprio peso.

Voltando ao barco e entregando tudo para Mono, continuaria com os demais até o farol, onde encontraríamos quem detém as lanternas que tanto era ditas como essencial para a viagem, ficando atrás de Subaé manter-me-ia calada, por enquanto não me metendo nas conversas.



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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
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Desgraçados


Todos



O grupo dos Cabras retornaram ao porto daquela ilha após algumas conversas e decisões, eles traziam agora os mantimentos necessários para viagem e também os itens que seriam úteis para reparar o lamento – Pode ser... eu sei lutar um pouco, mas aprender mais coisa é sempre bom. – Falou Zuba com um sorriso em seu rosto – A mamãe me contou sobre suas aventuras enfrentando criaturas místicas e assustadoras, além do mais, ela sempre citou que a diversão era algo presente em todas as suas jornadas! Estou podendo ver que era mesmo verdade. – Falou o garoto com o brilho nos olhos, mal sabendo ele que metade das histórias contadas por sua mãe, eram simples ficções de uma mente perturbada. Enfim, ao retornaram para o porto puderam notar uma movimentação ligeiramente maior que antes, pelo jeito mais alguns navios estavam por ali – cerca de três –, mas não tinha tanta gente assim naquela região.

Monoliso recebeu o grupo com alegria, fazendo festa e louvando a expertise do seu capitão em conseguir todos os itens que eles precisavam. Por fim, após tudo devidamente arrumado e as ordens dadas, parte da tripulação pirata partiu em direção ao Farol, local onde iriam conseguir o LogPose para prosseguir com sua aventura. É de conhecimento dos piratas que algumas figuras estavam indo até o Farol anteriormente e o grupo pode ver algumas faces vistas retornando do lugar, a grande maioria carregando ferimentos em seus corpos ou total sem consciência, pelo jeito as coisas não foram uito bem para eles. Alguns passaram reclamando do demônio existente lá e outros apenas resmungavam que tentariam uma outra vez ou conseguiriam por outros meios. Não demorou mais que alguns minutos para que toda a tripulação estivesse na porta do lugar, vendo um pequeno grupo de três saírem com seus corpos machucados, como se estivessem tomado uma baita de uma surra.

O capitão não se ateve às cenas que viu, por mais receoso que pudesse ter ficado naquele momento, literalmente chegou chutando a porta e botando o pau na mesa, mandando o anfitrião medir. Porém, contra - provavelmente - todas as expectativas que bando, a única voz no interior do Farol foi a do próprio Subaé, que ecoou por toda a imensidão do lugar. O lado interior era grande e escadas de madeira - com degraus faltando – subiam em espiral até o topo do lugar, que pelo lado de dentro ficava até difícil de ver onde tudo aquilo acabaria. O vento forte assobiava entre as frestas na construção, que por sinal não tinha tanta iluminação assim, tendo como fonte de luz os raios solares que invadiam os buracos espalhados por toda a construção. O silêncio permaneceu por mais alguns minutos – enquanto vocês provavelmente entrassem no lugar – e quando todos estivessem dentro, as portas se fechavam abruptamente, sem chances para que pudessem tentar impedir ou escapar.

O silêncio foi cortado pelo baque da porta se fechando, mas logo voltou a imperar pelo lugar, dando espaço novamente para os assobios dos fortes ventos que invadiam o lugar. No entanto, não demorou muito para que sons de passos começassem a surgir, vindos do topo do lugar. Eles aumentaram gradativamente, era como se o dono daqueles passos estivesse pisando com mais força nos degraus nada resistentes. Os pedaços dos degraus caíam a cada passo dado e logo uma figura estranha surgia descendo as escadas! Aquele homem mais parecia ter saído de um conto antigo sobre piratas, toda sua aparência era algo única e pouco visto entre os criminosos da atualidade. Seu corpo era ligeiramente bem construído, por mais roupas que estivesse usando – uma camisa branca de manga longa, uma calça preta, boca, alguns anéis em seus dedos – era possível notar que existia uma musculatura bem estruturada por baixo delas – Mais um grupo querendo a permissão para navegar na Grand Line? – Indagou o homem ainda descendo as escadas – Como pretende navegar pelo mar dos fortes, se nem mesmo consegue falar o nome correto do que procura? – Indagou fuzilando Subaé com o olhar.

O homem finalizou sua descida parando cerca de cinco a sete metros de distância do grupo – Se querem navegar por aqui, tem que provar que são dignos de tal feito. Convicções, ambição e objetivos... eu irei julgar se são capazes. – Ele sentou cruzando suas pernas e tirando do interior da sua vestimenta uma pequena carregava de vidro, dentro dela parecia ter uma espécie de navio, seria ele algum estranho artista? Das vestes ele também tirou uma pequena ampulheta com um único ponteiro, na verdade, não era bem uma ampulheta. Uma pequena esfera de vidro presa a um feixe de couro que claramente servia para prender no pulso, ela estava girando sem parar e o homem colocou alguns centímetros à sua frente. Ele permaneceu parado, com suas pernas cruzadas e tirando a pequena garrafa que deslizava pelos seus dedos, seu olhar era sério, ele parecia querer ouvir o que o grupo tinha a dizer.



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37: Log

Para a minha surpresa o interior do farol estava mais vazio do que a garrafa de um bebum às 3h da manhã. Para ser sincero, depois de ver tanta gente surrada saindo daqui eu pensei que encontraria algum tipo de lutador imponente aqui.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 12 Z

Mil questões explodiram em minha mente naquela hora. O que surrou aqueles piratas? com quem será que eu preciso falar pra pegar um lognose? Será que eu vou precisar lutar? ou pior, será que eu vou precisar subir essa caralhada de escadas?

Adentraria então no local observando para todos os cantos tentando avistar algum possível inimigo escondido e quando as portas se fecharam eu olharia para trás imediatamente, atento para não ser atacado pelas costas. Entretanto ainda não havia ninguém por ali.

Foi quando ouvi passos sob o assoalho de madeira, o som vinha lá de cima então olhei na direção do barulho e pude avistar um homem corpulento e imponente descendo tranquilamente as escadas.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 12 Tumblr_mt336uEO2A1qgaxj6o1_500

“Caralho! ele subiu isso tudo e vai descer de novo? Quanto preparo físico!!” pensei.

Nesse momento Deep me falou que o objeto na mão do homem era o tal Log.

-Aquele treco que parece um relógio mal feito? ok bora pegar! - respondi o baiacu.

Eu estou de bom humor desde que cheguei nessa ilha. Ah, a felicidade de começar uma jornada dos sonhos deixaria qualquer um pleno, mas o homem do farol nos olhou e começou a falar com um tom de superioridade que me irritou mais do que eu imaginei que seria possivel.

-ESCUTE AQUI SEU BOSSAL! EU NÃO VIM AQUI ATRÁS DE SUA PERMISSÃO!! ENDENDEU?! EU VIM PEGAR ESSE TRECO ESQUISITO AÍ QUE TA NA SUA MÃO!!!

Diria, bufando em fúria por conta da insolência daquele velho. Beberia então metade de todo o goró do meu cantil, o que me deixou bebum e cambaleante.

-E TEM MAIS!! EU NÃO PRECISO SABER O NOME DESSA BAGAÇA DESDE QUE EU SAIBA USÁ-LA…

Fitaria os olhos de Faust e depois ddar uma escarrada no chão, diria - é cada uma… mar dos fortes? ISSO SIGNIFICA QUE ESSE MAR É MEU! AFINAL EU SOU QUELE QUE VAI CRIAR A GRANDE ERA DO CANGAÇO!!

Estenderia a mão na direção de Faust e então ordenaria

-Agora me entregue esse “Lognose” de uma vez! Nós estamos com pressa.

Então iniciaria uma corrida desenfreada, escadaria acima. Subiria a mesma de três em três degraus para subir mais rápido e então, quando alcançasse uma posição elevada saltaria na direção de Faust inclinando o corpo para frente para desferir-lhe uma forte cabeçada em suas costas ou estômago, enquanto isso minhas mãos tentariam arrancar o Log de sua mão.

Caso ele se esquivasse do golpe, eu seguraria a sua blusa para me prender nele e então impulsionaria o corpo para cima usando o impulso de meus cascos contra a o chão para executar um salto acrobata para mais perto de seu braço onde tentaria pegar o Log.
Se neste momento ele tentasse me atacar eu usaria o apoio do agarrão em sua blusa para girar meu corpo em volta de seu busto, indo parar em suas costas. Então tentaria enfim pegar o objeto.

-O que você está esperando? me entregue o lognose, seu velhote!

Tendo conseguido pegar, ou não,  saltaria para trás a fim de me desvencilhar de possíveis golpes e para ganhar distância do homem.

Observaria o homem, e então um largo sorriso banguela se esboçaria em meu rosto. Não seria um sorriso de felicidade, nem de maldade...
Eu só não sei dizer qual sensação é essa....



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Última edição por Subaé em Ter Jan 25, 2022 1:00 pm, editado 2 vez(es)

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Um gosto amargo no ar... era isso que Beowulf sentia na frente daquele homem, era difícil de explicar já que não era algo assim tão simples. O grupo que foi espancado, o ar de superioridade, a garrafa com uma miniatura de barco e até mesmo as tatuagens no rosto, nada disso importava realmente porque não era isso que causava o gosto amargo.

Ao observar seus arredores talvez fosse fácil de notar o gosto amargo, o farol antigo e mofado, aquele ambiente fechado que guardava um homem esquecido por Deus. Ainda assim não era isso, o ambiente era horrível mas o que incomodava mesmo era a solidão, a impressão de que tudo aquilo foi abandonado, a melancolia que estava ao redor de tudo e todos.

Melancolia... essa era uma boa palavra pra descrever o gosto amargo, e com ela dava pra descobrir a origem do gosto amargo também. A origem era a cabra, de dois metros de altura, que fedia e parecia um cadáver de tão doente, que pensou que seria uma boa ideia partir pra cima do desconhecido. Beowulf não estava com raiva da cabra, ele estava com raiva da inocência de Subaé, quer dizer, você não precisava pensar muito pra chegar a conclusão de que esse cara era perigoso, as pessoas da ilha não parecem gostar dele, a ilha é uma ilha de piratas e o farol em que ele vive ainda está de pé, no fim acho que Subaé não estava ligando pra nada.

Era natural se pensar que o tritão também iria partir pra cima, e a doidinha do lado do mink também, afinal ela era maluca né, o tritão não era maluco mas era um filho da puta de carteirinha, mais ranzinza que o maior ranzinza do universo. E era claro que isso ocorria, eu acho que era pedir demais pra esse grupo de desgraçados ouvirem a voz da razão por um segundo de suas vidas miseráveis.

Enquanto isso o lobo branco só iria olhar, esperando que eles tomassem uma surra impressionante, e na mente de Beowulf só se passava um único pensamento:

-Vocês não meteram essa!

Incrédulo o lobo só olharia para o homem depois que ele desse uma surra nos seus companheiros, ou em um intervalo no meio disso já que Beowulf não demonstraria uma pose de hostilidade em relação a ele, e no momento que a oportunidade surgisse Beowulf falaria calmamente:

-Olha... esses daí são uns filhos da puta, a cabra rouba e mata sem peso na consciência, o tritão é uma montanha de músculos que ao invés de ajudar os outros escolheu foder com a vida de cada ser humano que incomode ele, e a pequenina é uma maluca que já me deu até um tiro no olho...

Nesse momento o lobo faria uma pausa, como se não tivesse mais nada a dizer, mas alguma coisa dentro do seu coração de bom moço não deixou ele fazer isso, o maldito crente tinha que falar, e ele falou:

-Eu sou um homem de Deus, não deveria me importar se você mata eles hoje ou se deixa pra depois, mas eu me importo, e eu não faço ideia do porque eu me importo, quer dizer, eu até faço um pouco. Bem pra começar por mais arrombado que ele seja o tritão salvou minha vida, a garotinha não tem culpa de ter nascido com um parafuso a menos na cabeça, e no fim eu acho que ninguém pode ter um coração tão ruim quanto o da cabra sem antes ter sofrido muito na vida.

E agora em um momento que talvez ninguém estivesse esperando, Beowulf finalizaria seu discurso de uma maneira que só um um cara muito inocente finalizaria:

-Por isso eu vou te propor algo, me leve no lugar deles, deixem eles irem embora ou sei lá, se você quer dar a bússola ou não o problema é seu, e eu digo o mesmo sobre mim, me faça seu escravo ou me mate, me coloque em uma cruz de madeira ou em uma cadeira elétrica eu não me importo. Você queria saber minha motivação? Eu só quero falar com meu Deus, eu queria fazer isso enquanto eu estivesse vivo em uma jornada, mas se eu morrer está bom também, só deixe eles irem embora, é tudo o que eu peço.

Beowulf pegaria seu machado só para largar ele, e se ajoelharia na frente do homem com a cabeça baixa, esperando sua decisão, enquanto rezava, não pelo próprio bem estar mas pelo bem de seus companheiros, e só Nido sabe como Beowulf odeia eles, mas a culpa não é deles no fim de tudo, bom é um pouquinho sim não da pra mentir, mas Beowulf faria esta decisão de novo por qualquer pessoa, por pior que ela fosse.

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Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- O demônio do farol -

Estava ansiosa para ver pessoalmente uma LogPose, coisa mais comentada desde que eu havia chegado aqui, era estranho ver pessoas voltando machucadas e amedrontadas, afinal de contas, como e quem fez isso? Teremos que passar por algum tipo de desafio para conseguir a Log?

Com nossa entrada pra lá de chamativa, me deixava um pouco animada, deixando de lado um pouco do medo que sentia no caminho até aqui, mas era complicado, o local estava vazio e era pra lá de medonho, acanhada ficava bem grudada em Deep, tremia um pouco, até por sentir um pouco de frio, ou era isso que tentava explicar para mim mesmo...

A porta se fechava repentinamente e eu ficava com mais medo ainda, segurando na mão do imediato, eu dizia gritando com medo, — E se o demônio que falaram antes for... real?! – Minhas mãos soavam e um frio na barriga ia ficando mais forte.

Quando fortes passos ecoavam pelo farol, eu movia o rosto, caçando encontrar da onde vinha e com as madeiras caindo do céu, encontrava um vulto, — O DEMONIO É REAL!! O que vamos fazer?? – Corria até a porta tentando abri-la.

Virando-me para sua direção, desistindo de abrir a porta, poderia ver sua aparência mais de perto, — Calma o “Demônio” na verdade é só um velho? Quem é você afinal de contas? – Ele caçoava com Subaé, o que me deixava com irritada, mas por enquanto, meu medo por ele ainda era maior.

Ele perguntava sobre nossas convicções, ambições... e rapidamente minha resposta para isso aparecia, — Eu quero conhecer o mundo com meus amigos! Desfrutar das boas viagens e construir armas incríveis!! Ser um dia muito conhecida! – Talvez se quer fosse ouvida, por que nosso capitão não parecia ter gostado da forma como foi tratado.

Estava pronta para brigar, afinal... eu já estava com saudades disso, os últimos foram os marinheiros..., que sequer aguentaram muito tempo, então sacando o rifle, se um combate de fato começasse, atiraria de onde eu estava, mirando em suas mãos e joelhos.



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