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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Formiga
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 03



Blade

Blade olhava pro moleque com uma certa admiração, mas, não desejava que aquele jeitão do menino durasse muito. Enfim, o canino rapidamente descia do barco, dando de cara com o porto. A estrutura do lugar era bem desenvolvida, como dito anteriormente, aparentava ter passado por uma reforma nas últimas semanas. O lobo olhou para os civis, pegando um deles – um senhor de idade – e voltava para o barco. Bom, pelo menos foi isso que ele imaginou.

No momento em que retirava o homem do chão e começava a caminhar na direção do barco, Blade notava alguém bem próximo a ele. Pela silhueta aquela criatura era ligeiramente menor e não contava com nenhum pelo no braço, que acertava em cheio o estômago do canino, jogando ele longe – Piratas em Sobert? Era só o que me faltava! – Uma voz feminina ecoou pelo lugar e quando Blade olhasse, veria uma mulher loira, grande e com um corpo de dar inveja – Pode ir senhor, eu cuido desse criminoso. – Bradou colocando o homem que o pirata tinha pego no chão – Sua laia nunca aprende não é? Acreditei que com a prisão de Caolha e seu bando, vocês não pisariam mais em Sobert. – Continuou o falatório com um sorriso confiante no rosto – Vamos lá, podem levar. – Disse a mulher apontando para o barco com o dedão, um pequeno grupo de quatro pessoas saltou para o interior do convés.

Antes mesmo que Blade pudesse reagir, o som de rosnados eram audíveis, seguidos por um forte impacto e um “grito” de dor de Lua, aparentemente, ela havia sido atacada pelos homens. Aliás, você pode se perguntar o motivo de não conseguir ver o que aconteceu? O nível do porto era baixo, fazendo o convés ficar bem alto, impedindo a visão – Bora acabar com isso logo, tenho que fazer minhas unhas. – Disse a mulher, partindo para cima do Pirata com velocidade.


Cornélia

A aventura de Cornelia começava de maneira tranquila, caminhando pelas ruas da cidade Central. Enquanto observava tudo ao seu redor, ela notava alguns olhares estranhos em sua direção – Um bode, agora uma coelha? – Escutou de uma dupla que passou por perto em passos rápidos. Mas nem todos eram ruins, na verdade, ela encontrou logo após alguns minutos de caminhada um homem de aparência amena – Estamos no Reino Sobert minha jovem. – Disse o velho - No South Blue. – Concluiu, tossindo fortemente em seguida – Siga reto por essa rua, no lado direito, vai encontrar o que procura. – Indicou o caminho com o dedo.

Para Cornelia tudo estava simples até então, bastava seguir em linha reta. Não demorou para que ela encontrasse o lugar, mas, antes mesmo que pudesse entrar, via um homem na porta, ao seu lado, um outro rapaz de cabelos longos e loiros, trajando uma espécie de roupa chamativa, na cor laranja – ALI! É DA LAIA DELE. – Gritou o homem apontando para Cornelia, seu olhar carregava fúria – CERTEZA QUE ELA SABE QUEM É AQUELE BODE LADRÃO! – Gritou de novo, dessa vez, todos em volta da mink percebiam a situação. O homem de cabelos amarelos começou a caminhar em passos rápidos, sua feição não era das melhores, entretanto, ele não parecia que iria fazer mal a garota.


Deep


Deeperson estava puto e com motivo. Ele já era um homem vivido, certamente já havia passado e lidado com incontáveis momentos onde sofreu preconceito, apenas por ser quem é. O bom humor escorria como uma cachoeira, dando lugar unicamente a um tritão gordo e puto. O homem-peixe entrou no mercado em passos largos, pegando uma espécie de cesta grande e enchendo tudo aquilo com as mais diversas comidas, temperos e algumas bebidas. Ele agia normalmente, semelhante a uma vovozinha fazendo as compras do mês.

Entretanto, aquele lugar contava com um sistema de segurança afiado.
Entretanto, aquele lugar contava com um sistema de segurança extremamente capaz. Um homem estranho, magro, quase sem nenhum cabelo. Seus olhos eram grandes, azuis e sinceramente ele mal parecia um ser vivo. Aquele pequeno homem usava uma calça preta colada, junto com uma camisa de manga, na cor branca. Um cinto segurava suas calças, tendo uma fivela de cor rosa claro. No momento em que Deep tentou sair com a mercadoria, foi parado pelo rapaz – Calma lá meu patrão, o caixa está ali. – Apontou na direção de uma fila de caixas. A resposta do tritão foi uma só: um puta soco. O pequeno homem foi lançado contra uma das paredes e lá ficou, dando espaço livre para que o tritão continuasse a sua viagem.

Cerca de seis metros após sair do mercado, o homem-peixe sentiu um certo peso em seu ombro – Tu não vai pagar mesmo não? – Ele notava a presença do pequeno homem, segurando uma faquinha – daquelas de cortar pão – Tá querendo morrer, é? – Indagou o rapaz, apontando a faca para cabeça do tritão.


Levi

Levi tinha ficado puto com os achismos do vendedor, ele tinha dinheiro para comprar o que precisava. O vendedor ficou assustado com os gritos do homem, tentando apaziguar toda a situação – Calma! Calma! Peço desculpas pelo equívoco, doutor. – Bradou com sua voz trêmula. Tanto Levi quanto o vendedor olharam para porta e era possível ver um homem alto, com um chapéu de cowboy e um longo sobretudo que arrastava no chão – Senhor Bil! – Falou o farmacêutico animadamente – Seu medicamento já está aqui, como falei. – Concluiu de maneira calma.

O sentido aranha de Levi apitava como uma sirene, aquele homem era bem perigoso – Que bom que gostou Doutor, 5 unidades? Ok! – Disse o atendente em festejo – Tudo fica 150 mil berries, Doutor...? – Deu um tempo para que Levi falasse seu nome – Muito obrigado, qualquer coisa estamos a disposição. – Concluiu a venda, pegando o dinheiro dado pelo rapaz com velocidade.

Levi partiu sem um rumo definido, deixando o homem estranho e o vendedor no interior do local. Ao sair, ele pode sentir como se aquela estranha figura estivesse olhando para ele, não para seu exterior e sim para o interior.


Subae


Subaé não acabava indo atrás do vendedor, na verdade, aproveitou da liberdade para fuçar o acervo de livros que tinha à disposição. Encontrou sem muitas dificuldades o livro que procurava, o estabelecimento mostrava mais uma vez ser bem organizado. Partiu sem mais delongas, procurando agora por outra loja, o Bode estava realmente afim de fazer as compras. As ruas estavam movimentadas, pequenos grupos transitavam pela área de maneira tranquila, algumas delas agasalhadas, já que os fortes ventos frios circulavam por ali.

Não demorou para que o pirata encontrasse a tal lojinha, e sim, ela era bem pequena. Ficava entre uma barbearia e um mercadinho, bem, bem, beeem apertada no meio desses dois estabelecimentos. Assim que entrou, uma menina que beirava seus treze anos veio em sua direção – Boa tarde! O que o senhor precisa? – Falou em um tom meigo – Cantil? Por aqui. – Respondeu ao mink. A pequena garota de cabelos avermelhados levou o bode para uma prateleira no extremo direito da minúscula loja, cerca de três passos da entrada. Não tinha muitas opções, dois deles eram infantis, um de maneira e um de cor preta e outro marrom, feitos de metal – Boa escolha! Pensei que fosse para seu filho, normalmente crianças que gostam disso. – Comentou ingenuamente a criança.

A prateleira de baixo contava com algumas garrafas de vidro, dessas que normalmente se usa para guardar água na geladeira. Sem um pingo de remorso, o criminoso vagabundo acertou a cabeça da pobre criança, que caiu no chão enquanto o líquido rubro escorria pelo ferimento em sua testa. Esse miserável que merece ser morto, ainda fez piada com toda situação, antes de sair em alta velocidade. Uma mulher de cabelos vermelhos entrou no momento do ataque, ela estava parada em choque ao ver aquela cruel cena, mas, antes que pudesse gritar, viu o Bode pulando por cima do mesmo e batendo com as costas na parte “superior” da porta, já que ele não tinha muito espaço para uma acrobacia daquela.

O Pirata partiu, ouvindo aos fundos o grito da mulher desesperada. A atenção dos civis se voltavam para ele, mas nenhuma intervenção era feita. Ele continuava caminhando/correndo pela rua, como um louco desembestado.



Histórico Geral:

Legendas:
Jupges
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Créditos : 00
JupgesCivil
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Blade
Lobão
A primeira decisão de Blade em meio a sua situação, seria empunhar seu revolver e dar um tiro pro alto. Blade em seguida diria sorridente, -Olha coisinha linda, escute bem o que eu vou te falar!, a expressão de Blade se fechava, ficando completamente sério, -Se não quiser morrer e perder seu corpinho lindo, DESAPAREÇA!

Blade miraria o revolver na cintura da loira, e logo em seguida dispararia, diversos tiros poderiam ser ouvidos pelas pessoas no porto, e, para Blade todos tinham a intenção de fazer a loira parar de andar.

Para não ter que recarregar sua arma, Blade pegaria sua Tkiv, colocando ela rapidamente na frente de seu corpo, segurando com as duas mãos, Blade faria isso para tentar bloquear qualquer investida da loira, se a sua inimiga tentasse atingir outro local de seu corpo, Blade usaria de seu reflexo para defende-lo com a Tkiv.

Blade então encostaria o cano da Tkiv no corpo da loira e atiraria, com um tiro a queima roupa a intenção de Blade era só ganhar tempo. Blade então subiria no barco o mais rápido possivel. Quando subisse ao barco Blade procuraria pela Lua, e quando visse seus agressores, daria diversos tiros com sua Tkiv, cada um mirando a cabeça dos agressores.

Blade aproveitaria para se esconder atrás do mastro, recarregar sua Tkiv, e esperar algum inimigo se aproximar. Blade contaria com sua audição para tentar ouvir a aproximação de qualquer inimigo, e, quando um inimigo se aproximasse Blade daria a volta no mastro, para chegar até o inimigo pelas costas. Blade então daria um tiro no pescoço do inimigo.

Se algum inimigo se aproximasse muito de Blade, o lobo daria um pulo para trás o mais distante possivel, e enquanto pulando atiraria nas pernas do inimigo para impedir a sua movimentação.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:
Deep
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Imagem : Deep Cutt
Créditos : 00
Localização : Sirarossa - West Blue
DeepAssociado
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Fazia minhas compras puto, soltando fumaça das ventas como um dragão prestes a cuspir fogo. Assim que fui sair um cara baixo e deformado tentava e fazer pagar, no entanto eu tava de poucas palavras e um soco foi o suficiente para o mandar voando para longe, ou pelo menos assim me pareceu, pouco tempo depois o mesmo homem empoleira se em meu ombro, me ameaçando com uma faca de pão.

A cena me seria cômica, se não fosse já estar sem paciência alguma e já nervoso com aquela ilha de cornos. Eu olhava para a faquinha do homem através de meus óculos de sol, por um lado insultado pelo instrumento nem ser cortante e afiado, por outro surpreso com como aquele homem levantou de meu soco com vontade de continuar lutando.

-Você é bem burro, não é? Se continuar me enchendo, você quem vai morrer...

Eu carregava a cesta com produtos com o braço direito e enquanto olhava para o homem em meu ombro, pegaria uma rabanada em minha pochete e levaria a minha boca para saborear, lambendo o dedo que colocou a rabanada na mesma, em seguida posicionando o indicador com saliva junto ao polegar e forçando um dedo no outro para disparar uma gota de saliva como se fosse um tiro mirando o peito do homem que me apontava uma faca de pão.
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 K5yE5tD

Caso o homem se movesse em meu corpo, tentaria me mover de forma a atrapalhar sua estada sobre minha pele e o derrubar.

Se em algum momento o homem estivesse no ar, fosse caindo de mim ou por outro motivo, tentaria girar levemente  meu corpo para aplicar um golpe com meu punho esquerdo.

Se em algum momento eu ouvisse tiros vindos da direção do porto, miraria uma  linha reta na direção do mesmo e sairia atravessando tudo que estivesse na minha frente para chegar o mais rápido possível, sempre mantendo meu ombro do lado esquerdo, oposto a caixa de comida, para a frente.

Se o homem em algum momento estivesse caído e nenhuma novidade ocorresse, apenas iniciaria minha caminhada de volta ao navio.

Se eu encontrasse alguém atacando ou ameaçando a segurança de algum membro do meu bando ou do navio, colocaria a cesta de comida no chão me aproximaria e diria:

-Parece que essa ilha tem vários suicidas não é mesmo...


Histórico:



Última edição por Deep em Dom Out 10, 2021 10:44 pm, editado 1 vez(es)

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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 R69xxX4
Anakin
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Créditos : 05
AnakinCivil
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[...]

Eu não sei até que ponto a sorte estaria do meu lado, então, confiei no que meus instintos pareciam alertar. Curvei o corpo e pus a mão no peito. — Levinstein... Dr. Levinstein! — Respondi, enquanto retirava o dinheiro do bolso e colocava sobre o balcão. Daquela posição, daria uma olhadela para o lado, antes de me levantar para pegar os remédios. Senhor Bil, era o nome do dito cujo. Sempre é bom lembrar a face e o nome dos homens que não devemos brincar.

Faria a troca entre o dinheiro e os medicamentos, levaria a mão até a testa e fazendo uma espécie de continência, me despediria aos passos rápidos, colocando os frascos dentro do bolso no processo de partida.

Do lado de fora da farmária, arfaria um ar mais tranquilo. Pelo menos, durante um ínfimo instante em que ficaria iludido. Logo uma sensação arrebataria meu peito. Sentindo o clima mudar, a ideia de estar sendo observado pareceria uma realidade. Havia, no entanto, um detalhe em especial. Aquilo que me observava parecia me encontrar no fundo de minha alma e eu engoliria em seco aquela sensação. Eu pararia após poucos passos. Meus olhos se arregalariam e eu hesitaria em olhar para trás — provavelmente de onde havia vindo, não teria certeza disso.

— A curiosidade matou o gato, Levi. — Recitaria mentalmente. No entanto, esse felino aqui não conseguiria conter esta mesma curiosidade. Meu pescoço se viraria lentamente, com um receio tremendo. Tentaria conter as expressões faciais e, impassível, olharia de onde havia — provavelmente — vindo andando.

O que aquele homem estava fazendo? Ele havia saído? Por que daquela sensação incômoda que me afligia a alma? Eram perguntas que traria agora comigo e sair dali sem reponde-las era como ignorar um lado meu que estaria gritando.

Se ele estivesse me observando, eu teria de confronta-lo de alguma maneira. Lutar não me pareceria uma boa opção. Engoliria essa ideia junto ao meu orgulho e minha breve irritação. Deveria manter a calma e a classe. — Que classe, caraio? — De qualquer modo, talvez eu deveria me aproximar e oferecer ajuda? Afinal, eu sou um médico. É provavel que ele tenha ouvido isso.

Arfaria novamente, agora mais discretamente, enquanto ainda olharia para trás. — Tudo bem... — Sim, o medo surgia. Isso seria inegável.

O jeito era me acalmar. Logo, me viraria totalmente e dando alguns passos me aproximaria de Bil. — Ei, posso saber que tipo de remédio você toma? Eu sou um médico, posso ajudar.... — Falaria com um sorriso forçado no rosto. Junto a isso, a voz soaria sem graça, trêmula e até meio destoante mas, afinal, soaria.

Se ele, ao menos, não me atacasse, já seria um começo de conversa. Agora, se qualquer sinal de ataque surgisse em meus instintos, teria de agir rapidamente. Já estaria arisco o suficiente paracorrer entre as pessoas, zigue-zagueando entre elas até encontrar um beco ou lugar mais próximo para me esconder. Isso já seria um bom começo para um sumiço repentino.

Havia também, o caso de eu não encontrar o homem com os olhos. Nesse caso, algo estaria errado. Uma expressão confusa surgiria em minha face e eu teria de encontrar uma solução diferente para o mistério. Solução essa que, provavelmente, eu não encontraria ali. — Ufa... — Arfaria profundamente aliviado, voltando a olhar o movimento das ruas. Assim, deixaria aquele lugar aos passos corridos e dispersos, pouco objetivos e sem qualquer direção traçada.

Onde meu senso me levaria? Era uma boa pergunta e isso, eu não fazia ideia. — Pra onde eu vou agora? — Em dado momento, eu pararia.

A sensação continuava me perseguindo? Olharia ao redor e tentaria encontrar alguma movimentação incomum. — Afinal, o que eu to procurando hein??? — Falaria, pensando em voz alta, enquanto meus olhos saltariam de um lado para o outro, buscando algo que, nem mesmo eu, sequer tinha certeza do que era.  

[...]


LER:


Objetivos:

Histórico:


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Subaé
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Imagem : Cabra da Peste
Créditos : 05
Localização : Nos bares de então
SubaéCriador de Conteúdo
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4: Isso é um assalto!

Seguiria calmamente pelas ruas enquanto acariciava minhas costas doloridas com a mão livre.

-Maldita loja apertada…Como é que esse povinho quer ter boas vendas com um muquifo daquele tamanho?

Seguiria seguindo as placas até encontrar a farmácia local, e ao encontrá-la, adentraria o estabelecimento. Se , durante a ida à farmácia,  em algum momento algum perseguidor viesse atrapalhar minhas compras, eu usaria minhas habilidades acrobáticas para escalar e saltar por cima de algum dos estabelecimentos (ou muros) a fim de despistá-lo, Depois seguiria até a farmácia.

-ZeBeBeBe!! Até que enfim achei a farmácia! - Diria quando adentrasse o local.


toc … toc ... toc ... toc...


Meus cascos ressoavam a cada passo dado em direção ao balcão, Ignoraria todos os outros clientes (caso houvessem) e ao chegar, daria um tapão no balcão.

-Escute bem, meu senhor, isto aqui é um assalto! Quero uma cartela INTEIRA de remédios à base de Canabidiol! Entendeu? Agora vai logo, me entregue todo seu dinheiro e me traga o que pedi !!

Caso o homem se negasse a fazer o que mandei eu seguraria com a minha mão livre a sua mão com força para que ele não pudesse puxá-la de volta e, usando meu polegar, empurraria o seu dedo mindinho contra a palma da mão, fazendo o mesmo quebrar

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 MR1qJ

- Agora vai me obedecer? - Se ele ainda mostrasse resistência eu quebraria o dedo seguinte (anelar) - E agora? Vai fazer o que mandei? - Seguiria assim até o dedo indicador, depois eu só iria apoiar os livros no balcão para poder sacar a espada e finca-la no busto do homem de qualquer maneira.

-Que droga, Agora eu vou ter que procurar…

Recolheria o dinheiro no caixa e no defunto,  depois iria até a prateleira para buscar pela caixa com meus remédios.

Se em algum momento alguém inventasse “tirar onda de herói” e viesse me importunar eu responderia sua fala com um olhar sinistro e intimidador - Dê o fora, seu verme!! - Mas se ainda assim insistirem no heroísmo eu usaria o balconista (que eu estaria segurando com força) para golpear quem estivesse me enchendo o saco.

O clássico “Vou usar esse filho da puta para bater nesse outro filho da puta”.

Neste ponto, certamente meu golpe abriria a defesa do meu oponente (se é que eu teria um), por isso, sem soltar o pobre atendente, iria desferir uma sequência de chutes flamejantes contra o infeliz que interrompeu meu assalto.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Tumblr_inline_p63vrbpt741r5ight_500

Se em algum momento alguém me atacasse eu puxaria o atendente e o usaria como um escudo, depois contra atacaria usando o homem como um porrete.
Mas se por acaso eu não estivesse segurando o atendente, eu me esquivaria rolando pelo chão. Talvez seja uma leva influência do Deep em minha vida, mas eu faria uma cambalhota para me aproximar e cabecear com força o joelho do pseudo-herói.

Caso Levi esteja lá, eu olharia para o homem que parecia ser um mendigo e diria - Ei homi, tu parece entender sobre essas coisas. Me ajuda a achar esses remédios e eu fico te devendo uma.

Depois que estivesse com os remédios e o dinheiro em mãos iria embora daquela espelunca, desta vez correndo.
Olharia para Levi Caso ele estivesse ali - E ai, vem comigo ou não?


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4007/1012/15


Última edição por Subaé em Sab Out 16, 2021 1:10 pm, editado 1 vez(es)

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Smoothie
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Velozes e Furiosos
O Coelho Lunar faz sua estreia em Sorbet!


A garota coelho começou a perceber que realizar parte dos seus objetivos fora ainda mais fácil do que havia previsto. Ainda que tivesse andado atenta aos perigos ao seu redor para que nada lhe pudesse impedir de seguir em frente, Cornelia parecia não ter encontrado algo que fosse perigoso o suficiente para se importar. Estava por fim em uma cidade, onde alguns lhe olhavam torto e a maioria lhe via de maneira indiferente. Os comentários sobre ser pertencente a tribo Mink era captado por suas poderosas orelhas, mas ela não se deixava afetar por este fato. De maneira alguma Cornelia conseguiria mudar o que é, portanto caso alguém a viesse incomodar com algum papo racista, ela estaria sempre pronta para dar-lhe uma boa lição.  

Menos ainda eram os que lhe olhavam de maneira gentil, um exemplar deste último grupo fora aquele lhe sanou todas dúvidas, sobre onde estava e como encontrar a biblioteca mais próxima. Depois de ter tido uma recepção nada calorosa de outros habitantes, era bom saber que ainda existiam pessoas que a respeitassem. — Obrigada, sinhô. — Respondeu a mink, para demonstrar sua gratidão. — Você tem uma cara engraçada, mas eu gostei de você! — Ela fez um momento de silêncio e gargalhou, logo depois saiu andando para às direções dadas, enquanto ria e falava em voz alta. — Bwahahahahaha! Que onda, uma ilha chamada Sorbet! Me pergunto se eles são famosos por sorvete ou algo assim...

Antes que as coisas ficassem simples demais para a coelha, uma confusão estava se alojando na entrada da biblioteca, levando-a a ficar com os pelos ouriçados. —Finalmente um pouquinho de animação. Eu preciso dos meus livros, não vou deixar essa oportunidade passar. — Ela diria baixinho, em conjunto com um sorriso malicioso. Seu livro não poderia ser de forma alguma um drama de vida cotidiana, seria necessário um pouco de ação para engajar leitores! O homem de cabelos amarelos havia chamado atenção de um punhado de pessoas e agora que tinha palco, Cornelia daria seu show. Não é de seu feitio sair levando desaforo.

— VOCÊ AÍ, SEU OTÁRIO! — Sua resposta ao rapaz de cabelos loiros e roupa chamativas também seria no mesmo tom em que foi abordada, gritando, para que ele percebesse de cara com quem estava se metendo. — EU NÃO CONHEÇO NENHUM BODE, MAS JULGANDO PELA SUA CARA E SEUS CHIFRES DE CORNO EU DIRIA QUE ESSE TAL DE BODE LADRÃO É VOCÊ MESMO! — Gritaria Cornelia, esperando que sua provocação fizesse efeito. — SE VOCÊ É HOMEM MESMO VENHA PRO PAU. NUNCA FUI MUITO FÃ DE RACISTA... ACHA QUE POR QUE EU SOU UM COELHO EU VOU ROUBAR TAMBÉM? POIS ACERTOU, VENHA AQUI LOGO PRA EU TE DESCER O CACETE E DEPOIS EU VOU PEGAR OS LIVROS QUE EU QUERO.

Caso o rapaz caísse em sua provocação e aceitasse uma briga, Cornelia iria flexionar suas pernas musculosas para realizar um salto surpreendente e aterrissaria atrás do inimigo, para que pudesse pegar o seu alvo desprevenido. Com as manoplas equipadas em mãos, a garota acreditava que um soco seria capaz de causar dano suficiente para atordoa-lo, então ela o atacaria com um soco mirando na cabeça. Seu objetivo final eram os livros, então correria o máximo que pudesse para entrar na biblioteca e furta-los, realizando uma fuga a seguir.

Se a aproximação do loiro for mais calma e contida em relação a Cornelia e o mesmo pedisse desculpas a moça, ela poderia ouvir as reclamações que ele tinha, levando-a entender toda situação e o porquê de desconfiarem dela, já que havia acabado de chegar. Cornelia se ofereceria para encontrar o bode mencionado, mas pediria dinheiro e livros adiantados como recompensa pela ajuda. Não era de seu interesse capturar o bode, mas o faria pelo dinheiro. Já os livros, a mink não sairia da biblioteca sem eles.

Cornelia:

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Face
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 04



Blade


Parecia que a sorte de Blade não estava nos seus melhores dias, tanto em Petra como aqui, ele acabava se envolvendo em mais uma rodada de combates. Desta vez ele estava mentalmente preparado, decidido a enfrentar a adversidade de peito aberto, digo, com arma na mão. Suas frases foram ignoradas pela mulher, que corria em sua direção com velocidade, enquanto Blade sacou sua pistola e mirava na direção da cintura da loira. Os tiros foram disparados – após o tiro para o alto -, contudo, a mulher desviava com maestria dos disparados que lhe foram direcionados. Sua flexibilidade e velocidade eram pontos notáveis em seus movimentos, por mais robusta que fosse, parecia que isso não interferia em nada em sua movimentação exemplar.

Em um rápido movimento, a loira encurtou toda distância existente entre o lobo e ela, aplicando um soco na direção do queixo do mink. Contudo, Blade notava uma das sobrancelhas arqueadas da mulher, no momento que defendeu com sua arma o golpe da mesma – O quê? – A surpresa estava clara em sua expressão, provavelmente nenhum outro homem foi capaz de defender o golpe da mulher, porém, Blade não era um homem e sim a porra de um cachorro gigante! BANG! O som da Tkiv sendo disparada era algo que ecoava pelo lugar, uma Sniper daquelas proporções causava danos significativos na coxa direita da mulher, que caia de joelhos próximo ao lobo.

Este a ignorava, sua intenção era unicamente ganhar tempo para que chegasse no barco e acabasse com os inimigos que estavam no convés. Porém, antes que pudesse de fato correr, teve sua perna presa pelas mãos da mulher, que o ergueu como uma pena e bateu repetidas vezes o lobo contra o solo – MAIS QUE PORRA TU PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? – Gritou em meio aos pesados movimentos que fez com o corpo do canino. Este último, foi lançado por último em direção a um aglomerado de caixotes velhos e vazios. Sua última visão? Era do Lamento zarpando do porto e Lua enfrentando os oponentes no convés, afinal, era possível ver a cadela saltando de um lado para o outro, com o sangue espirrando em várias direções. Restava saber de quem era o líquido rubro.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Hulk-smash

OBS: Leia o último parágrafo da parte do Deep.


Cornélia

A Coelha percebia onde havia se metido, aparentemente algumas pessoas não eram adeptas a espécie da garota, pelo jeito, o preconceito corria solto por essas bandas. Claro que não era todo mundo, tendo em vista a pessoa que respondeu de maneira atenciosa as dúvidas da garota, ele até mesmo viu da piada do sorvete. De qualquer modo, ela agora estava em uma situação complicada, sendo acusada de algo que não fazia a mínima ideia e provavelmente sofreria as consequências das ações de terceiros. Bom, pelo menos era isso que aquele NPC aleatório acreditava.

Cornelia retrucou de maneira selvagem, chamando ainda mais atenção dos curiosos que estavam ao seu redor – VOCÊ CONHECE SIM! – Retrucou o homem de lá, enquanto o loiro continuava a ir em direção a mink – TODOS VOCÊS SE CONHECEM, RAÇA NOJENTA! – Gritou enfurecido ao ouvir o resto das ofensas proferidas pela mulher – Calma, não sou como ele. – Falou o loiro de cabelos longos – Acredito que não está relacionada com o tal bode, pelo que contou, foi assaltado e quase morto pro um criminoso com essas características. – Bradou de maneira tranquila, controlando toda situação. O homem lá atrás até pensou em falar mais algumas injúrias, contudo, com apenas uma olhada o amarelado calou a sua boca.

Não, não preciso da ajuda de um civil. Você irá mais atrapalhar, do que ajudar. – Falou em resposta às palavras da coelha, ao se oferecer para ajudar na busca pelo criminoso – Apenas siga seu caminho e não quebre as leis. Boa sorte! – Falou o rapaz seguindo pela direção que Cornelia chegou até ali. A situação da jovem era até simples, ela estava parada no meio da rua movimentada, o som um tiro chegou até seus ouvidos atentos, mas, estava relativamente longe. O NPC que gritou em sua direção havia entrado na biblioteca, a porta estava fechada, mas não dava para saber se estava trancada ou não.


Deep


Deep estava puto da vida como já citado anteriormente, aplicou o famoso “socão” na face do segurança, que voltou momentos depois. Ele achava graça de tudo aquilo, afinal, um pequeno ser nos ombros de um colossal baiacu, era uma cena um tanto quanto hilária. No momento em que levou sua mão a pochete, ele pode notar algo interessante, ela não estava no lugar que deveria estar – Tá procurando aquela pochete sem graça? Tá ali atrás. – Falou apontando para o caminho feito pelo tritão.
Antes que pudesse realizar qualquer movimento, ele notava que aquela criatura percorria toda a extensão do seu corpo, indo para o outro ombro do homem-peixe – Você quem fez? – Disse, comendo uma das rabanadas feitas pelo cozinheiro em Petra Yuni – Tá gostoso em. – Falou com um sorriso no rosto. Ele rapidamente voltava para o outro ombro e via que o tritão estava preparando um golpe mortal – Epa! Calma lá. – Disse enquanto se esgueirava pelo corpo do pirata, fazendo aquela pequena gota passar no vácuo do seu movimento. O baiacu se mexia como um touro querendo derrubar o peão, mas o rapaz de olhos claros se mantinha firme nas costas do homem-peixe, aplicando algumas facadas que Deep sentia estarem sendo paradas em suas escamas, não causando dano algum a ele.

Momentos antes do primeiro disparado de Blade, o tritão foi acertado na regiào das suas guelras, com uma espécie de chute com o tornozelo, o que causou um certo incômodo ao mesmo – Porra, tu é muito duro. – Resmungou o oponente que saltou do corpo do tritão – Infelizmente você não vai morrer com minha arma atual, tenho que pegar algumas coisas, vê se não foge em?! – Gritou o homem correndo em direção ao mercado, pegando no meio do caminho a pochete do homem-peixe e colocando em seu ombro.

Ao ouvir mais disparos vindo do porto, o tritão partiu em disparada, atropelando tudo em todos que estavam pela frente. O caos estava instaurado naquela região, já que a bola de carne havia causado sérios danos nas pessoas que ficaram em sua frente. Sem precisar destruir nenhuma estrutura, ele chegou no porto a tempo de ver Blade sendo lançado contra os caixotes e o lamento zarpando do porto. Ao ouvir sua voz, a mulher saltou de maneira abrupta para longe, observando o tritão com atenção – Deep Scaleback… – Proferiu o nome da fera.


Levi e Subas

Levi estava atento ao tal do Bil, ele sentia o olhar do homem observando o fundo da sua alma e aquilo chamou sua atenção. Não apenas isso, mas também despertou uma espécie de curiosidade envolta daquela estranha figura, que ainda se encontrava na farmácia no momento em que o jovem voltou sua atenção para o estabelecimento. Uma rápida troca de olhares aconteceu, entretanto, nenhuma ação diferente ocorria além desta, já que o homem de chapéu voltava a dar atenção ao farmacêutico que ali se encontrava.

Guiado pela curiosidade, entrou novamente na farmácia decidido a falar com o homem em questão, mantendo o controle das suas emoções e esperando não tomar uma “lapada” de Bil. Suas palavras foram ditas e o senhor continuava a encará-lo, sem desviar os olhos por um momento sequer e muito menos, respondendo a sua pergunta. Um clima tenso se instaurou no lugar, parecia que a qualquer momento alguém seria morto, foi quando Bil balançou sua cabeça negativamente – Ele já tem um médico. – Disse o provável dono da farmácia – E ele é mudo. – Sussurrou perto do ouvido de Levi.

Antes que pudessem ter mais uma série de ações, a porta do lugar abria novamente, uma figura estranha surgia no local. Parecia ser um bode humanóide, aquilo fazia Bil arquear uma das suas sobrancelhas. A coisa mais chamativa – além da sua aparência – era o odor que o mesmo exalava, parecia que um montante de ratos mortos tinham acabado de entrar no lugar, era algo ardido que incomodava o nariz dos três homens naquele ambiente – Eeer... senhor? – Indagou um pouco sem jeito o farmacêutico, dando alguns passos na direção de Subaé – Uma cartela inteira? Esse tipo de medicamente só vendemos com receita e ainda será necessário esperar alguns dias, para que ele chegue em nossa farmácia. – Respondeu rapidamente o homem de jaleco branco.

O farmacêutico havia respondido ao Bode antes que ele terminasse sua frase, afinal, se tivesse ouvido tudo ele nem teria ido em sua direção – Dinheiro? Ahn? – Antes que pudesse ter uma reação ainda mais significativa, teve sua mão presa pelo mink e logo em seguida, um dos seus dedos quebrados – AAAARGH! – Urrou de dor. Bil ao ver toda aquela ação, rapidamente realizou um movimento com suas mãos, apontando uma delas na direção do Mink e disparando uma flecha que parecia sair no espaço entre seus dedos. Contudo, o capitão estava atento e usava o farmacêutico como uma espécie de escudo, fazendo-o receber uma flechada no ombro e expelir um som ainda mais intenso de dor. Antes que pudesse chorar um pouco mais, sentiu seu corpo sendo erguido com facilidade e usado como uma espécie de porrete.

Bil desviava com maestria e o Bode aproveitava daquele tempo para desferir uma sequência de chutes na direção do homem, tendo a Skin da sua insígnia. Em meio aos golpes, ele pode ver que o homem desviava com cuidado e precisão, usando o mínimo de movimento para não receber os golpes desferidos pelo pirata. Um novo disparo foi feito, novamente a cabra estava atenta e dava uma espécie de cambalhota na direção do homem, visando acertar sua cabeça no joelho do rapaz. Este, novamente desviava com facilidade, deixando Subaé acertar o balcão com medicamentos mais simples.

Levi via toda essa luta acontecendo com seus próprios olhos. O homem de chapéu se afastava com alguns saltos curtos, ficando próximo a saída do lugar. Do seu bolso tirou uma espécie de bomba e lançou na direção de Subaé, mas, ela não teve força o bastante para que chegasse perto do bode. Enfim, uma fumaça densa e ardente começava a se espalhar pelo local, a última coisa que Levi e o pirata podiam ver, era o velho colocando uma máscara em seu rosto e fechando a porta do estabelecimento. O gás acinzentado se espalhava com velocidade, causando uma queimação nos olhos dos dois players. Bil não estava mais na visão dos dois, parecia se aproveitar da situação para se esgueirar pelo lugar ou fora dele.



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Jupges
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JupgesCivil
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Blade
Lobão
Blade gritava de dor antes de fechar seus olhos nos caixotes, Blade tentaria abrir seus olhos e se levantar com certa dificuldade. Se não conseguisse permaneceria no chão.

Blade se esforçaria para se levantar, tentando conter a própria dor, e caso conseguisse olharia para a loira e cuspiria no chão.

Caso Blade se levantasse, puxaria seu revolver e daria dois tiros, um no abdômen da loira, e outro no chão na frente de Deep. Blade estava com uma expressão muito séria em seu rosto e gritaria para Deep, -A PUTA LOIRA É MINHA! ELA SEQUESTROU A LUA!

Blade avançaria contra a loira disparando todos os tiros restantes, caso a loira avançasse novamente contra Blade, o lobo bloquearia seu ataque usando suas garras para aparar, ou caso fosse necessário sua boca para interceptar o ataque.

Blade puxaria a Tkiv guardando o revolver para poupar o carregamento, Blade miraria na cabeça da loira, e dispararia o maior número de vezes possível, até sua arma ficar sem munição, se não fosse possível mirar a cabeça da loira, Blade miraria o tronco, a mobilidade da mesma estava prejudicada o que deveria tornar as coisas mais fáceis.

E caso ela viesse ataca-lo novamente, Blade responderia com um contra-ataque, empunhando sua Tkiv como se fosse um bastão e golpeando a cabeça do inimigo, toda sua força e destreza seriam aplicadas nesse contra-ataque, tentando quebrar o pescoço da oponente no impacto.

Blade estava atacando de maneira diferente do normal, talvez fosse a raiva dentro do seu ser que ele não deixava ser exposta, sua grande companheira havia sido sequestrada afinal, e a culpa era dessa mulher.






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Deep
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DeepAssociado
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Aquele pequeno homem era um infeliz ligeiro, o desgraçado pegava minha pochete com minhas comidas de batalha e petiscos, tinha  a audácia de comer minhas rabanadas na minha frente… Com toda a certeza eu teria todo o prazer  de esparramar suas entranhas no chão, ele ia atrás de uma nova arma e eu ia largar a cesta de comida para brigar a sério quando ouvi tiros vindo da direção do lamento, aparentemente eu ia precisar recuperar minhas coisas e explodir o rabo do ligeirinho depois, eu precisava voltar pro barco e ver o que ocorria.

Eu acelerava rua abaixo com a cesta de comida em mãos e atropelando tudo que estava no caminho sem me importar com a possibilidade de machucar alguém, pelo contrário, eu tava querendo realmente ferir aqueles preconceituosos arrogantes.
Ao chegar ao porto minha visão era turbada de vermelho, creio que minhas veias nos olhos devem ter inflado de sangue devido a raiva que senti, uma mulher brincava com Blade como se ele fosse um boneco, o jogando contra o chão e contra caixas, enquanto isso o lamento parecia estar sendo roubado. Eu me preparava para matar a mulher e ir atrás do barco, inclusive era parecia me reconhecer de algum lugar, bem… Se ela me conhece, deveria ter ficado longe do barco do meu bando.

Se Blade mostrasse interesse em lutar sozinho, olharia fundo nos olhos da mulher, com uma vontade assassina.

-Bem… Eu tenho que ir atrás do navio… Mas se eu voltar e ela ainda estiver viva… Eu mesmo vou desossar ela… E ela vai preferir ter morrido…

Correria para o mar e mergulharia nadando em direção ao navio, uma vez próximo ao mesmo, aceleraria meu nado para pular no convés, uma vez neste diria:

-Ora ora… Temos alguns idiotas prontos par…

Pararia minha fala no meio, notaria gotas de água flutuando ao meu redor, assim uma sensação estranha vinda da água abaixo e mais importante, meus braços estavam cobertos de água de uma forma estranha, eles não estavam apenas molhados, estavam envoltos na água de forma não natural… Mas não parecia ser algo ruim, pelo contrário, me parecia ser bem confortável e de certa forma… Natural.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 I9hoZko

Ficaria nisso, estranhando o comportamento da água durante um tempo, até atacarem a mim ou Luna. Quando isso ocorresse, responderia indo para cima e socando os inimigos mais próximos com toda minha força em seus estômagos, meu desejo de ferir eles seria tão grande, quem sem realmente entender como, mas a água em meus punhos giraria violentamente ao redor deles como brocas e perfuração. Meus socos seriam sempre horizontais e poderosos tentando nocautear e jogar os inimigos na água.

Caso meu punho fortalecido pela espiral de água acabasse por perfurar através de alguém, diria:

-Taporra… Ok vocês tomaram muito no cu… PRÓÓÓÓXIMO…

E continuaria a atacar os inimigos após minha fala.

Se em algum momento algum deles esquivasse de meu golpe, acompanharia ele com o olhar, furioso com sua esquiva e a água sobre esse braço responderia se projetando como um jato indo atrás do fujão e tentando o golpear para fora do barco logo antes de voltar para meu braço como uma luva, isso sem eu nem mesmo perceber que eu quem estava controlando direito, era algo quase instintivo, novo e estranho.

-KUKUKU… Gostei…

Se eu liquidasse todos os oponentes no barco, mergulharia no mar e tentaria empurrar o lamento de volta para o seu local no porto. Se não conseguisse, jogaria a âncora na água e voltaria para o porto.

Após chegar no porto com ou sem o barco, sairia da água com meus braços cobertos em água do mar, se nesse momento a luta de Blade ainda não tivesse terminado, aceleraria para cima da mulher e com a água em meu punho direito girando como uma broca, me jogaria em cima dela com um soco usando toda minha força e peso.
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 EdIr2wyWkAEiuMG

OFF:
Histórico:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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5: Covardes usam gás

A reação do homem de chapéu não estava nos meus planos e, bem, não vou mentir que me senti um tanto humilhado ao ver o desgraçado se esquivar de meus golpes com tanta maestria.

OK, eu lido bem com um combate contra um oponente mais ágil do que eu. Mas não bastando sua habilidade, o covarde arremessou uma bomba de fumaça contra a gente…

“Perai, ele botou uma máscara? Droga, isso não é fumaça!!!”

Enfiaria depressa os livros na calça (presos entre o cinto e meu abdômen) e levaria as mãos ao rosto para tampar minha boca e nariz.

A essa altura, meus olhos já lacrimejavam, tentando diminuir a ardência que o gás causava.
Buscaria Levi com os olhos escancarados, e tão logo diria:
- Ei mendigo albino, me ajude encontrar esses remédios canábicos enquanto eu cuido desse babaca do gás!!

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Cena_f10

Levi me responderia com uma certa agressividade, talvez ele não tenha gostado de ser chamado de mendigo… mas o pior é que ele me chamou de Zé
- Eu não me chamo Zé não, seu louco! Meu nome é Subaé! SU-BA-É! -
Obviamente ele falou “Zé” como figura de linguagem, mas eu pensei que ele confundiu meu nome
- Vamos fazer assim, Tu me ajuda agora e depois eu te pago um goró e aí ficamos quites!!

Tendo dito tudo o que eu tinha para dizer ao médico com cara de mendigo, me voltaria para a entrada da farmácia (onde o homem de chapéu talvez esteja).

Bateria o casco direito tres vezes contra o chão bufando em preparação para uma corrida.

Sei que quem me vê diz que eu pareço estar no pó da rabiola, mas a verdade é que tenho uma ótima capacidade atlética e consigo atingir meu potencial máximo sem muito esforço.

Dispararia em alta velocidade na direção da porta por onde entrei. Cabeça baixa e chifres para frente, é assim que seria minha postura ao correr, e se fosse possível não deixaria de correr nem se acertasse algo ou alguém.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 MajorConcernedHarpseal-size_restricted

Continuaria a correr até golpear a cabeça na porta (ou na parede) com toda a força e velocidade a fim de atravessá-la, e abrir uma nova corrente de ar no local.

Caso eu tenha acertado alguém, continuaria a correr possivelmente golpeando meu oponente contra a parede/porta, e por fim, quebrando a mesma por conta do impacto.

(Caso o homem de chapéu bote o pé para eu cair ou eu tropece em algo, daria uma estrelinha frontal para não cair de cara no chão e depois continuaria contra a porta/parede)

-EI SEU DESGRAÇADO, QUEM VOCÊ ACHA QUE É PARA ATRAPALHAR MINHAS COMPRAS!? - Perguntaria.

Não esperaria outra reação. Se eu estivesse do lado de fora com o homem de chapéu, Sacaria minha espada e avançaria na sua direção, mas faria uma curva antes de alcançá-lo e iria até uma parede próxima que estivesse contra a luz do sol. Saltaria contra a parede me impulsionando para o alto com dois passos verticais e voltaria ao chão desferindo uma cabeceada diretamente na máscara do homem.

Se o homem de chapéu me seguisse com o olhar, assim que eu saltasse e ele olhasse para cima olharia diretamente para o sol e isso talvez me conceda uma oportunidade de acertar o homem.

Caso eu tenha cabeceado o homem, aproveitaria a proximidade para balançar a espada algumas vezes em sua direção para cortar-lhe de qualquer maneira possível. Mas se o homem caísse no chão no momento eu enfiaria a espada em sua coxa direita, e depois na esquerda, só de sacanagem para que ele sofra.
Depois cortaria-lhe a garganta.

Voltaria então para a farmácia para ver se Levi já estava com os remédios em mãos.


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4006/1011/15


Última edição por Subaé em Sab Out 16, 2021 1:12 pm, editado 1 vez(es)

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Anakin
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AnakinCivil
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[...]

— Ah... — Foi o que saiu da minha boca, quando o farmacêutico me disse que o Senhor Bil era mudo. Quem diria não? E quem diria que eu ficaria sem palavras também.

Por sorte, a porta se abriu novamente. Ou talvez, azar. Um homem de aparência excêntrica surgiu. Seus cascos faziam barulho ao caminhar e seu cheiro era dificil de suportar?

— Cascos? — Pensei, numa expressão confusa que num anúncio de assalto, se tornou surpresa. Arregalei os olhos, ao ver a agressividade com que o bode atacava o atendente, mas não me sentia realmente amedrontado.

Daria, dois passos para trás, ao ver que o Senhor Bil estavas prestes a agir e caralho. Que merda, ele atingia o atendente. — GAHA! QUE VACILO! —  Gargalharia aos gritos, diante a eufórica batalha que ocorria. O bode havia se defendido com maestria, colocando o atendente na frente da flecha de Bil e eu, espera… pra quem eu estava torcendo?

A treta continuava, o atendente era girado como se fosse um pedaço de madeira e o Bil mudinho desviava com destreza. — Ufff... O cara é brabo também... — Eu permaneceria como torcida, atento aos detalhes, sem me envolver.

Ambos lutavam num nível que eu sequer poderia me envolver, essa era a verdade. Então, me tornaria platéia. Mas, pelo jeito, eu acabaria envolvido. O Senhor Bil tirava uma bomba que exalava fumaça ao explodir. — OW CARALHO! — Gritaria, abanando as mãos em frente ao rosto. Meus olhos não tardariam a lacrimejar e as mesmas mãos que abanavam, iriam para frente da boca e nariz, abafando-os.

O cabra então se aproximaria, no meio de toda aquela fumaça. O pior é que o safado me chamava de mendigo também. — QUE MENDIGO O QUE, ZÉ! VOCÊ QUE TÁ FEDENDO! — A irritação seria tanta que esqueceria a fumaça por um instante e gritaria com aquele desconhecido. O que está acontecendo com esse pessoal que estão me chamando de mendigo? Porra.

O bodão humano também não parecia feliz em ser chamado de Zé, seu nome era Subaé. Olha só, até rima. De qualquer modo, andaria batendo os pés até o outro lado do balcão, procurando os remédios em tudo quanto é gaveta e lugar.

— Perai... — Seria então que eu perceberia uma incongruência em minhas acões e pararia de procurar. — Por que eu tô te ajudando? — Perguntaria, parado e olhando na direção do homem. Eu não conseguiria conter meus olhos que piscavam sem parar por causa da fumaça. Minhas mãos ainda estariam em frente ao rosto, tapando o nariz e a boca e minha voz sairia um pouco abafada.

Dizia ele que ia pagar uma bebida. — Ok. Uma bebida já é alguma coisa. — E realmente era, nos dias de hoje, ninguém paga nada pra ninguém. Por isso, voltei a procurar. Talvez, eu também tirarsse alguma vantagem naquele roubo.

Enquanto isso, o bodão faria maior arruaça. Pelo menos, caso ele criasse uma abertura para a passagem de ar, já salvaria nossa pele e eu poderia continuar a busca. Caso ele não conseguisse, eu teria de achar alguma entrada de ar, antes de continuar a vasculhar as coisas. Uma janela, porta, qualquer coisa que fosse. Abriria para aquela fumaçada sair e, finalmente, pudessemos voltar a respirar.

Quando tivesse respirando melhor, voltaria à tarefa anterior.

— EI, SUBAÉ! O QUE TU TEM? — Ainda procurando, eu gritaria lá de dentro.

A resposta dele me faria travar por um instante, olhando para ele e refletindo: se eu tinha sido burro com a pergunta ou ele tinha sido burro com a resposta.

— NÃO, CARALHO! TÔ FALANDO DA DOENÇA! O QUE TU TEM?! —  Perguntaria ao berros, a beira da irritação, mas a verdade é que não tinha nem ideia do porquê de estar me irritando. Talvez fosse o estresse da situação, a correria e tudo mais. Aquilo me lembrava a casa de atendimento e, na verdade, era até uma irritação nostalgica e boa.

O cabra, porém, não tinha ideia da doença que tinha. O que complicaria tudo. Entretanto, saber que os remédios aliviavam algum tipo de dor e acalmavam, poderia me dar alguma ideia intuitiva sobre que tipo de medicamento ele usava — ou talvez não. Enfim, havia a chance de não encontrar o remédio ali e nesse caso, saber a doença dele poderia ajudar a criar um remédio alternativo. Torceria para meus instintos médicos auxiliarem a ter uma ideia do tipo de medicamento a ser utilizado naquele caso.

— Canabidiol, canabidiol... — Repetiria aos sussurros, tentando relacionar o medicamento aos diversos tipos de doenças existentes para, se não encontrasse o remédio específico, começar a preparação de uma medicação alternativa.

Caso eu encontrasse o remédio ou princípio ativo, tudo seria mais fácil. Até mesmo me aproveitaria para procurar um Kit Médico qualquer que me fosse útil, afinal, eu já estaria sendo cúmplice do dito roubo mesmo. Não demoraria muito, porém. Logo que Subaé voltasse, não perderia muito tempo para o apressar para fugir, buscando uma janela ou porta.

— Ei, Subaé! Toma! — Falaria, lançando o remédio a ele, caso conseguisse encontrar algum ou criar um alternativo. — Agora vamo meter o pé... — Diria, buscando alguma janela ou porta dos fundos por onde fugir.

[...]


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Smoothie
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Velozes e Furiosos
O Coelho Lunar faz sua estreia em Sorbet!


A situação era atípica para Cornelia. Os humanos, como eram chamados os minks macacos sem muito pelo, eram estranhos para garota coelho. Ela não conseguia compreender a diferença entre ela e seus companheiros de Zou para os habitantes de outras ilhas, afinal, todos eles compartilhavam mais características em comum do que pensavam. Não havia sido uma boas vindas bem calorosa ao Reino de Sorbet, e seu primeiro contato com outras espécies não fora exatamente como planejado, mas seus planos tinham que continuar.

— Quem aquele cara loiro pensa que é? Humpf — Ela pensaria enquanto observava o homem sair da frente da biblioteca. — Eu posso ser uma civil, mas recusar minha ajuda? Ainda me mandou seguir as leis. Que otário! Bwahahaha! Quando eu estiver famosa tenho certeza que se arrependerá.

Enquanto estivesse de frente à biblioteca, Cornelia pararia para repensar suas opções. A primeira delas seria a mais agressiva, invadir a biblioteca e finalmente descer o cacete no racista de mais cedo. Ao final da porradaria teria tempo para procurar os livros que precisava. Não era a opção mais inteligente, isso ela reconhecia, mas seu punho ansiava conhecer a cara daquele rapaz.

A próxima de suas ideias seria mais furtiva, uma aproximação sutil a levaria a entrar na biblioteca e sair de lá com os livros e sem ser vista, o que seria uma tarefa árdua para uma pessoa barulhenta e chamativa como ela. Eram planos bobos, mas tinham suas chances de darem certo. Antes que pudesse decidir de qual forma agir, a audição sensível de Cornelia a alertou de um tiro a distância, limpando sua mente de qualquer pensamento. Seu corpo inteiro enrijeceu, com as orelhas apontadas na direção em que ouvira o barulho. — Ih, será que está tendo uma confusão por ali também? —  Ela diria sorrindo, após se recuperar do susto. Movimentaria seu corpo em direção da porta e a analisaria de longe. — Preciso adiantar as coisas aqui e chegar lá, pois adoro confusões Bwahahaha!

Caso encontrasse a porta aberta seus movimentos seriam bem simples. Abriria a porta com calma e fingiria ser apenas uma consumidora comum, acreditava que isso lhe pouparia gastar tempo e energia desnecessários. Isso até que encontrasse os livros que precisava para aprender a pescar, tinha interesse nos livros de física e pesca, mas também recolheria qualquer um outro se tivesse a disposição. A coelha pegaria os livros que precisava e sairia correndo com eles nas mãos, o mais rápido que pudesse, confiaria em suas pernas habilidosas para isso. Estava com suas condições físicas em dia, acreditava que não seria problema algum correr mais rápido que qualquer um que pudesse a vir a persegui-la.

Apesar de primeiro tentar abordagem tranquila, caso Cornelia encontrasse a porta trancada as coisas teriam de ficar um pouco mais agressivas. Com as manoplas que possuía acreditava ser capaz de causar algum dano à porta e danifica-la para facilitar a entrada. Sua presença seria anunciada, portanto teria de se defender, ficaria enfurecida com o homem de mais cedo se o encontrasse, não poderia sair da biblioteca sem realizar seu outro sonho: dar um soco em alguém. Aqueles que tentarem impedir sua tentativa de roubo teriam de comprar briga com ela.

Secretamente ela esperava que nada fosse como planejado, para que houvesse um pouco mais de ação. Estava tão pronta pra fugir quanto para lutar, o primeiro que a tentasse acerta-la com um golpe levaria um soco carregado da fúria e electro da mink. Cornelia seria incapaz de sair da biblioteca sem conseguir seus objetivos, lutaria o quanto fosse preciso. Seu histórico de brigas e lutas fazia com que ficasse confiante nesse aspecto, não precisava vencer a todos, só os que estivessem próximos o suficiente para impedir seu progresso.


Cornelia:

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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 05



Blade


Blade havia sido pego em uma sequência de golpes poderosos, que causavam dor por todo corpo do canino. Jogado entre os caixotes, não demorou para que com o devido esforço conseguisse se pôr de pé. As ações iniciais do pirata não foram diferentes da anterior, desferiu dois tiros na direção da loira, que movimentou seu corpo em um zig-zag intenso, desviando dos primeiros disparados do seu antagonista. O pior acontecia, a chegada de Deep despertava a fúria no interior do mink, será que eles entrariam em um combate assim como ocorreu em Petra? Ufa! Para sorte de todos, sua decisão havia sido respeitada pelo homem-peixe.

O cachorro humano então avançou, disparando mais uma leva de tiros na direção da mulher. Ela conseguia desviar totalmente de alguns e de outros parcialmente, recebendo alguns ferimentos nos braços e pernas, principalmente pelo fato de ter sido baleada em sua coxa momento atrás, o que dificultava ligeiramente suas ações. Talvez esse pudesse ser um parâmetro da força da mulher para Blade, já que se não fosse aquele tiro a queima roupa, provavelmente ela estaria massacrando o cachorro nesse exato momento.

A mulher não achava espaço nos meios dos tiros para atacar, se mantendo em movimento, ficava a uma média distância de Blade. Ele puxava sua Sniper mais uma vez e disparava uma sequência ainda maior de tiros, acertando em cheio no ombro esquerdo da mulher – um único tiro – tendo os outros desviado pela sua antagonista. No momento em que ficou sem munição na arma, ele notou um sorriso largo no rosto da mulher, pelo jeito, ela estava esperando por aquele momento a um certo tempo. Ela investiu, parecia ignorar a dor que emanava da sua coxa, sua feição carregava uma selvageria animalesca, ela não era alguém normal.

Em questão de segundos, após investir em linha reta, ela atacou com uma saraivada de socos que visavam acertar a face e o torso do canino. Este usou da sua própria arma para se defender, contudo, a falta de habilidades necessárias para isso foi o bastante para que fosse sobrepujado pela mulher. A sequência de socos era avassaladora, em meio aos golpes a expressão de dor surgia em alguns momentos com o ombro debilitado, mas aquilo não era o bastante para parar o ímpeto da mulher. Ela finalizava com um golpe forte, um chute no abdômen do lobo que o lançou alguns metros atrás, rodando várias vezes no chão até se chocar contra um tronco no canto do porto, próximo ao mar – É tudo o que você tem? – Falou e gargalhou em seguida.

O sangue escorria por ambos os furos criados por Blade, após a sequência de golpes ele percebia que sua sniper estava próxima a mulher, ou seja, ele só contava com sua pistola. A mulher deu alguns passos para o lado, erguendo uma caixa de proporções medianas e lançando em seguida – com velocidade – na direção do Pirata.



Cornélia

A garota ficava estressada com o loiro, suas palavras pareciam machucar a menina, pelo menos, superficialmente. De qualquer forma ela estava livre e ia até a biblioteca do homem, escutando o som de confusão nas proximidades, algo que lhe chamava atenção. No momento em que tentou abrir a porta do estabelecimento, notou que a mesma estava trancada, o que forçava a mink abandonar sua furtividade e optar por uma linha de ação um tanto quanto bruta.

Usando sua força e suas manoplas, acertou a porta com força, causando danos significativos aquela estrutura e criando a brecha necessária para que pudesse entrar no lugar – LADRA! – Ouviu no momento que colocou os pés no lugar, aquele homem que havia a acusado anteriormente estava alguns metros à sua frente – DUAS VEZES NO MESMO DIA NÃO! – Gritou empunhando uma vassoura. Ele girava aquele objeto em suas mãos, porém, não parecia ser dotado por uma técnica marcial, parecia na verdade, um bobão querendo intimidar de algumas forma – SE NÃO SAIR DAQUI EU VOU TE BATER! – Gritou apontando a palha da vassoura na direção de Cornelia.

Aparentemente sua entrada só tinha sido notada pelo homem, já que mais ninguém aparentava ir na direção do estabelecimento. A jovem teria coragem para enfrentar o homem? Ou tentaria de alguma maneira argumentar com ele?


Deep


Deep continuava puto e certamente mataria aquele esguio homem que furtou sua pochete, recheada por seus projetos e algumas guloseimas. Ao chegar no porto ouviu as palavras de Blade e respeitou – por hora – sua decisão, afinal, ele tinha uma outra coisa que precisava lidar: o navio.

O gordola pulou no mar e mergulhou com velocidade, acelerando no fundo do mar e saltando dele como um golfinho acima do peso, caindo no convés do navio. Ao chegar na embarcação ele notava o estado deplorável de lua, seu corpo estava tomado por diversos cortes, sua pata estava quebrada e a cachorra continuava a se manter de pé, rosnando para seus oponentes e fazendo aquilo o que foi treinado. Porém, algo ainda mais chamativo aconteceu naquele momento! Ao sair do Mar, o tritão percebeu uma fina camada de água ao redor do seu braço, diferente do que acontecia no Karatê dos homens-peixes, uma parte maior dos membros do baiacu estavam tomados pela água. Aquilo o surpreendeu positivamente, afinal, não era algo visivelmente perigoso para o tritão, talvez fosse para os oponentes que ele iria enfrentar naquele momento.

Os homens não perderam muito mais tempo e avançaram na direção do homem peixe com ferocidade, este último fazia o mesmo, respondendo aos ataques dos seus oponentes com socos fortes, visando perfurar os seus inimigos e entender o que estava acontecendo com seu corpo. Dos três homens que atacaram o homem-peixe, um deles era acertado em cheio pelo ataque do colossal, já os outros, desferiram fortes golpes na região do torso do tritão, golpes esses que conseguiram quebrar a barreira da sua baixa sensibilidade à dor. A fina camada de água não era capaz de perfurar o corpo do oponente, na verdade, o que havia recebido o golpe parecia aguentar bem toda a força do titã, ele até mesmo ria perante aquela situação.

O combate continuou, em meio a esquiva e golpes, a pancadaria rolou solta no convés. Deep tentava usar aquele seu novo poder para criar uma espécie de jato, visando lançar seu corpo na direção de um dos homens, porém, ele percebia que nada acontecia. Essa brecha deu tempo o bastante para a combinação de dois dos três que estavam ali, o primeiro acertou uma sequência de golpes na dorsal do tritão, sendo mais específico, em sua lombar. Aquilo foi capaz de desestabilizar a base firme do Karateca, o que proporcionou uma abertura ainda maior para o último homem que avançou em sua direção. Um chute; um único golpe que carregava força o bastante para lançar Deep contra o mastro principal do navio, o impacto do corpo rechonchudo contra a madeira foi forte, forte ao ponto de partir sua base e fazer aquela pedaço de madeira cilíndrico cair lateralmente – na direção do mar –.

O trio estava animado, eles olhavam com atenção o tritão no extremo oposto do convés. Aliás, o trio parecia ser um grupo de gêmeos, todos eles tinham uma estatura baixa – cerca de um metro e meio cada -, cabelos curtos e pretos e um bigode denso e bem cuidado. Seus corpos não eram definidos, na verdade, os três contavam com uma barriga saliente e coxas grossas, braços finos e ombros curtos, era algo realmente estranho – Hihihihi! Vamos comer peixe hoje. – Disse um deles.


Levi e Subas

Em meio a tudo isso, o bode estava relativamente puto com seu oponente. Após indicar que iria correr – batendo o casco no chão – ele partiu em linha reta, usando todo seu potencial físico e técnico para aumentar ainda mais a sua velocidade. O choque aconteceu e para sua sorte, ele havia acertado parte da estrutura de madeira e a vidraça que existia na fachada da farmácia, saindo com velocidade do lugar. Do lado de fora ele notava a presença de outras pessoas, mesmo que seus olhos ainda estivessem incomodados, ele conseguia ver um montante de curiosos assustados com tudo aquilo.

Da fumaça o homem de chapéu saiu, ainda usando sua máscara de gás ele observava o pirata com atenção. Realizou algumas gesticulações na direção do bode, algo que não era possível do caprino entender, já que ele não sabia a língua de sinais. Ele não se importava com isso, para ser sincero, sua ação era selvagem, empunhando a espada roubada do seu próprio filho, ele avançou na direção do homem com velocidade, fazendo uma curva, indo em direção a parede lateral da farmácia. Sua estratégia era inteligente, porém, o fator principal era que o pirata não tinha a mínima habilidade sequer com aquele tipo de arma, suas ações pareciam de um recém nascido segurando um graveto.

A cena cômica continuava, sendo finalizada com uma cabeçada na direção da face do homem, que desviava com facilidade. No momento do desvio, ele aplicou um chute na face do caprino, lançando ele alguns metros atrás. O bode pode ver uma cena interessante, do bolso do seu sobretudo, ele tirou duas granadas – iguais a de antes – e lançou para dentro da farmácia – onde Levi estava –, aquilo certamente causaria um incômodo ainda maior ao mendigo, poderia até mesmo matá-lo. Por último, apontou seu braço novamente na direção de Subaé e disparou três flechas em sequência, mexendo novamente em seu sobretudo.

Levi ainda estava dentro da loja, encontrou uma espécie de vasculhante que usou para respirar antes de voltar a procurar pelo medicamento. Por breves momentos – após Subaé atravessar a estrutura frontal – percebeu uma diminuição significativa da fumaça, contudo, momentos depois ouviu o som metálico de mais granadas sendo lançadas no interior e uma fumaça ainda mais densa se espalhar pelo lugar. Ele deveria sair de lá o mais rápido possível, seja para fugir ou ajudar seu novo parceiro na batalha que estava acontecendo. Sua única saída? A abertura criada pelo Bode.



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Deep
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DeepAssociado
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Os inimigos não eram tão simplórios como eu havia imaginado, não apenas aguentavam meus golpes como debochavam de mim, mas por mais que meu sangue fervesse e minha mão coçasse para tomar da garrafa amarrada à meu cinto e aumentar minha força para ser capaz de esmagar seus corpos, provavelmente um embate assim acabaria por destruir o barco. Por mais que pudéssemos pegar qualquer outro navio do porto, esta velharia tem algum valor sentimental e mandar ela pro fundo do mar não deveria ser minha primeira opção.
No entanto, o mastro caído do navio demonstrava que minha força não era a única capaz de danificar o lamento, o que significava que prolongar a luta seria um problema também, precisava de algo para lavar o convés dessa escória que nele se alojou.
Minha veia pulsava de raiva em meu pescoço e acompanhando sua força e velocidade a água em meus braço rodava ao redor dos mesmos. Uma sensação de poder vinha a mim, como se uma fonte de poder estivesse à minha espera, pronta para ser usada. A sensação se assemelhava a estar com uma tocha ao lado de um canhão carregado. O arrepio na espinha vindo de um poder bruto disponível para ser usado e apenas esperando a ordem para destruir alguém.
Era como se… O próprio mar estivesse querendo entrar na luta, eu podia sentir o poder em suas ondas borbulhando em ressonância a minha raiva, parece que seja lá o que for que estava ocorrendo, nada mais era do que a própria água querendo fazer uma dupla para chutar umas bundas. No entanto, eu não poderia controlar isso de forma a vencer esses caras usando essa nova habilidade, mas… Se tivesse mais água nesse convés esses humanos seriam bem menos capazes de lutar contra um tritão… Não custa tentar…

Me apressaria para a beirada esquerda do barco, estenderia minhas mão ao mar como quem tenta salvar um amigo do abismo e então faria força, faria força sem saber como fazer força para invocar esse poder, apenas forçaria meus músculos da forma que sei fazer rezando para que a vontade fosse transmitida para o mar, era um pedido de ajudo, um convite para um dueto.

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Tentaria erguer a água do mar para a altura do barco, tanta água quanto eu fosse capaz, então moveria minhas mãos como se jogasse a água para dentro e então moveria minhas mãos na água como se estivesse dentro do mar, agarraria essa massa de água que eu trouxe e com as mãos espalmadas sairia a empurrando tentando fazer uma “onda” no convés e com essa empurrar os três inimigos para fora do mesmo e para o mar.

Se eu falhasse de qualquer forma, fosse em criar a onda ou jogar os inimigos para fora do barco, tentaria jogar a água ao redor dos meus braços como “gotas-bala” em direção aos inimigos tentando realmente fazer chover “tiros” neles.

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Se os inimigos se aglomerassem perto de mim no convés, me inflaria rapidamente, dando um tom de “explosão” a minha ação, para tentar os arremessar para fora do barco.

Se eu conseguisse jogar os três para fora, me jogaria no mar também e começaria a socar a água na direção dos três, tentando mandar meus “socos” de água na direção deles sem realmente os tocar e tentando os fazer afundar para se afogarem, sempre os socando em direção ao fundo do mar.

Se me acertassem algum golpe, inflaria no momento do golpe, tentando empurrar o mesmo e golpear com minha pança que se infla o inimigo.
Histórico:





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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Smoothie
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Velozes e Furiosos
O Coelho Lunar faz sua estreia em Sorbet!


— Cai pra dentro, seu racista de merda! — Diria Cornelia ao ver seu adversário provoca-la com uma vassoura em mãos. A garota não tinha uma luta por diversão há anos, mesmo que a luta fosse uma prática que ela gostasse de ter, dedicou-se a ela apenas para agradar sua família e raramente podia permitir-se a se divertir enquanto o fazia. Dessa vez era diferente, podia-se soltar-se mais sem o peso do fardo familiar em seus ombros. A mink esboçou um sorriso provocativo e cerrou os punhos, seus os olhos vermelhos brilhavam de excitação, ela estava pronta para luta. — Você tem cara de fracote, não haverá glória nenhuma em incluir você nessa história. Espero que você ao menos dê pro gasto.

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Cornelia se posicionaria de frente ao inimigo, mantendo uma distância considerável entre os dois para que estivesse preparada tanto para bater quanto para correr. Ela não se sentia de forma alguma intimidada pelo rapaz a sua frente, possuía confiança o suficiente em si mesma, portanto, acreditava que aquele não seria um desafio difícil e que poderia acabar com toda situação rapidamente se fosse esperta. — Se não há mais ninguém aqui poderei pegar os livros logo após acabar com esse cara. — Ela pensaria. — O caminho mais rápido seria nocauteá-lo logo de cara, mas onde está a diversão nisso?

Mesmo diante de um impasse, a coelha sentia uma urgência em agir, precisava tomar decisões rápidas. Ela não queria se machucar ao se aproximar de maneira imprudente, então começaria a dar pequenos passos na horizontal, aqueceria seus corpo dando socos no ar, o que poderia servir de provocação para o adversário. Caso ele quem fizesse o primeiro passo e lhe atacasse, ela não hesitaria em desviar utilizando sua agilidade, dando um salto para cima antes que pudesse ser atingida pela vassoura, ou qualquer arma que o homem venha a usar. Enquanto estivesse no ar Cornelia carregaria eletricidade em seu corpo e mergulharia na direção do inimigo, lhe desferindo um soco na cabeça utilizando as manoplas.

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No caso do adversário manter-se apenas na defensiva, Cornelia leria a situação como um ato de covardia e ficaria muito irritada. Ele quem se propôs a brigar, deixando-a animada com isso, portanto teria de tratar a diverti-la. A mink então utilizaria de suas características racial para realizar o primeiro golpe, um finta para distraí-lo e engana-lo. Passaria avançar em pequenos passos, mas ao adquirir mais proximidade não iria lhe atacar de frente como demonstrava que iria fazer, mas sim daria um salto e utilizaria o impulso para levar o próprio corpo até as costas do inimigo. Se aproveitando do fator surpresa que isso lhe concedia utilizaria tais segundos para energizar o corpo com electro e realizar um soco nas costas e outro na cabeça.

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Cornelia:

Histórico:

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