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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Anakin
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AnakinCivil
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[...]

Por sorte, havia um basculhante e eu conseguia respirar um pouco que fosse. O tal Senhor Bil, porém, parecia determinado a me matar. Ele jogava mais bombas lá dentro e a fumaça, aumentando exponencialmente, começava a se tornar perigosa.

— Ok, eu preciso sair daqui... — A tosse começaria a atacar. — EI, SUBAÉ! PRECISA DE AJUDA? — Perguntaria retoricamente, com certo tom de ironia, procurando qualquer coisa que se assemelhasse a uma faca, um bisturi, qualquer coisa parecida. Em seguida, tendo um tempo passado, não esperaria muito para saltar sobre o balcão para e partir correndo para o lado de fora, passando pela abertura criada pelo Mink bode. Afinal, eu não podia me dar ao luxo de permanecer ali dentro por muito tempo.

Com os instintos à flor da pele, já estaria atento as coisas ao redor. Caso alguém me atacasse nesse processo, deslizaria pelo chão, numa espécie de carrinho, tentando sair do ataque e continuando a correr para longe da fumaça. Em seguida, me viraria na direção da farmácia e, olhando ao redor, buscaria o tal Senhor Bil, aproveitando o processo para voltar a respirar melhor.

— Preciso atacar junto com Subaé ou só vou ser um peso morto. — Pensaria, tentando colocar as ideias em ordem.

Ficaria, então, de olho na luta. Esperaria meus instintos avisarem um momento oportuno para correr de prontidão na direção do Senhor Bil. Tentaria me esgueirar ao redor do mesmo, em suas laterais, aproveitando uma possível distração criada por Subaé. Então, no dado momento, saltaria, tentando cortar-lhe nos ombros. Caso estivesse sem arma, eu tentaria retirar a máscara de sua face, com o mesmo movimento, mas agora, tentando puxar o ítem de seu rosto.

[...]


LER:


Objetivos:

Histórico:


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Jupges
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JupgesCivil
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Blade
Lobão
Blade se levantava sentindo uma dor tremenda em suas costas, -AHHHHHH! O grito do cão poderia ser ouvido por quaisquer transeuntes próximos ao porto.

Blade se levantava, urrando uma mistura de dor e raiva, desembainhava seu revólver e segurava ele na sua mão direita, pegando sua velha e gasta adaga e segurando ela com sua mão esquerda.

Blade avançaria com todas as suas energias pra cima da loira, miraria com sua arma e imitaria perfeitamente com sua boca o som de disparos, utilizando de suas perícias com o ilusionismo. Logo em seguida para confundir ainda mais a loira, dispararia com a arma, enquanto utilizava de fintas em sua movimentação, se movendo em zigue-zague para dificultar o entendimento da loira para com a situação, misturando isso a vários disparos seguindo-a vindos de várias direções.

Então em um ato de completa loucura, em uma ação talvez um pouco irracional, talvez o canino estivesse preocupado demais com sua companheira fiel, Lua, para analisar calma e friamente a situação que se encontrava. Blade avançaria em direção a loira com sua adaga em sua frente, e ao invés de esfaquear sua oponente, como já havia feito em diversas ocasiões anteriores, Blade daria um carrinho digno dos mais violentos jogos de futebol, arremessando sua adaga em direção ao torso de sua oponente no processo, como se fosse uma faca de arremesso.

Após o encontrão o canino estaria preparado para levar um golpe ou outro, mas o mesmo não se entregaria assim tão facilmente, Blade começaria a recarregar sua arma, enquanto pularia na água, isso mesmo, para evitar ataques o canino chegou à conclusão que seria melhor pular na água.

Em uma ação meio maluca faltando um ou outro neurônio talvez, Blade se posicionaria logo abaixo do píer em que o mesmo havia desembarcado, e tentaria colocar sua cabeça fora da água, para farejar o rastro da loira, e com seu faro apurado Blade começaria a atirar na loira por baixo do píer.

Durante os disparos Blade levaria sua mão esquerda a sua boca para assoviar o mais alto que o canino conseguisse, alto o suficiente para tentar abafar o som dos disparos de sua arma.

Logo em seguida o canino se afastaria o mais rápido possível procurando um lugar para subir de volta a superfície.

Quando voltasse a superfície, Blade correria o mais rápido que suas pernas estivessem dispostas a ir, o mais longe que conseguisse da loira em um tempo curto, recarregando sua arma nesse meio período de tempo, Blade aproveitaria da distância logo em seguida para continuar atirando na loira, o máximo de vezes que o canino conseguisse.

Se em superfície a loira avançasse contra Blade, o cão se jogaria para trás com tudo, caindo com a maior velocidade possível, enquanto no chão, Blade se posicionaria para se abaixar e caso a loira viesse, pular com tudo dando uma CABEÇADA, isso mesmo que você leu, CABEÇAAAADA na loira.







objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:
Subaé
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Créditos : 05
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SubaéCriador de Conteúdo
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6: Gótico X Mendigos


Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 073fd767b1001e04b4d180ba729c3d11

Ataquei uma vez e ele desviou. No segundo ataque ele também desviou… E até do terceiro ataque o desgraçado se desviou.

-Maldição, ele é rápido demais! - Falei comigo mesmo enquanto acariciava minha face recém chutada.

Percebi que o maldito arremessou mais bombas de gás para dentro da farmácia mas antes que eu conseguisse fazer algo para impedir o avanço das mesmas, ele arremessou três flechas em minha direção…
-PERAÊ, DE ONDE É QUE ESSAS FLECHAS SAÍRAM?!

Arremessaria meu corpo para a lateral a fim de me desvencilhar da pequena saraivada de flechas que vinham em minha direção. Entretanto, é bem capaz que ainda assim minha esquiva não fosse bem sucedida, por isso larguei a espada sem me importar muito com as consequências e puxei os cantis de metal, um em cada mão, segurando os mesmos pela alça de couro maleável, Giraria as garrafas de metal na minha frente como se fossem hélices de ventilador, criando uma barreira giratória que talvez impedisse o avanço das flechas.

Você deve estar se perguntando, “porque diabos ele largou a espada e pegou as garrafas?”.
Bom, a verdade é que não sou um espadachim e não tenho a menor ideia de como manejar uma lâmina, mas em contrapartida eu já briguei tanto em bares que, se tem uma coisa que eu sei usar como armas, são garrafas.

Desviando (ou não), me ergueria de frente para o homem de chapéu. Nas minhas mãos as garrafas ainda estariam girando por conta dos movimentos contínuos de meus pulsos.

- Maldito cowboy gótico, eu já estou cansado de você!

-EI mendigo, ataque comigo!!-
Ordenaria quando avistasse Levi, em seguida avançaria contra o homem mais uma vez, mas agora ao invés de brandir a espada eu iria girando as garrafas ao meu lado.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 047fed0d66a7b12782e9220e3f5ce3dc7bcd5c99

Assim que chegasse perto de meu oponente gótico, tentaria golpear a lateral de sua face/máscara com o girar horizontal da garrafa, e passaria direto por ele ao faze-lo (acertando ou não).

Pode ser que o golpe acerte em cheio, mas levando em conta o meu histórico nesta luta eu não estou contando com isso. A verdade é que todo o movimento foi planejado pensando na hipótese dele se desviar deste primeiro golpe, pois assim que ele se desviasse da primeira garrafada eu iria arremessar a outra garrafa que girava fortemente na minha outra mão, fazendo-a acertar com força no visor de sua máscara.


Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 Maceta10

Mas vamos levar em contta que provavelmente o Levi atacaria ao mesmo tempo que eu, pressionando mais ainda o “justiceiro de Sorbet” e isso poderia me dar alguma vantagem, afinal, ele agora não estaria se desviando apenas de meus ataques.

Caso ele aponte uma arma em nossa direção ou levante a mão mais uma vez (igual da vez que atirou as flechas), os golpes com os cantis seriam focados na sua mão/arma ao invés de sua máscara. Para assim impedir seu ataque ou  desarmá-lo.

Logo após o arremesso de garrafa (Mesmo que não tivesse sido efetivo) eu tiraria o chapéu de couro e avançaria contra o gótico mais uma vez sem dar tempo para que o mesmo reagisse pela terceira vez (igualzinho do jeito que avancei contra a fachada da farmácia), Cabeça baixa, chifres para frente, corpo levemente inclinado para cima.
Usaria a inércia do giro do cantil para bloquear algum possível ataque direcionado a mim.

Correria contra o homem e enfiaria meus chifres em seu estômago antes de erguê-lo com a força de meu pescoço/tórax, e depois de balançar a cabeça três vezes eu o arremessaria no chão com um forte balançar de cabeça.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 SbNYPo

Assim que a situação fosse favorável, recolheria novamente minha espada no chão e o cantil que arremessei contra o gótico.

Ao final da luta, iria até Levi ver a sua atual situação (e se ele estava com meus remédios).


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4005/1010/15

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 Unknown

Tabela de preços:
Formiga
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Créditos : 45
FormigaDesenvolvedor
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue  || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 06



Blade


Blade se colocava de pé sentindo um misto de dor e raiva, novamente, ele estava sofrendo em batalha.  Por mais conhecimento no ilusionismo que tivesse, aquela ação louca de avançar fazendo o som dos disparos não era eficaz, já que estava claro para mulher o que ele estava realmente fazendo. No entanto, ela não se manteve parada, mesmo com a dor do seu ferimento, se moveu com maestria para dificultar a vida do lobo, que em meio aos seus falsos disparos, disparava realmente sua arma.

Enquanto a mulher se movia desviando dos disparados, o canino mudava sua linha de ação. Puxando sua adaga e investindo na direção da sua oponente, que fazia o mesmo, indo contra a sua investida. As ações seguidas também não funcionavam, Blade não contava com o conhecimento necessário para aplicar aqueles movimentos, carrinho? HAHAHAHA! Um simples salto lateral da mulher acabou com toda ação do lobo, inclusive, ele acabava perdendo sua lâmina, no momento em que lançou na direção da mulher – Isso não é suficiente! – Gritou dando um soco no cabo da adaga, jogando-a longe.

O que estava por vir conseguia ser ainda pior, já que o lobo literalmente se jogou na água. Em um devaneio da sua mente, ele tentou atirar por debaixo do tal do píer, que não existia ali. Na verdade, o porto era feito por concreto, algo alterado na luta anterior naquela mesma região, onde um trio de irmãos se tornaram caçadores de recompensa. Enfim, isso é história para outro momento. Os disparos do homem-lobo pararam no concreto e ele pode ouvir a mulher gargalhando lá de cima – MEUS DEUS! QUE MERDA TÁ FAZENDO? – Gritou. No momento em que Blade tentou subir novamente, assim que botou sua cabeça na altura do lugar, recebeu um chute tão forte que fez seu cérebro chacoalhar – Morra aí mesmo! – Disse a mulher vendo o lobo voar em direção a água, tendo sangue voando da sua boca. Blade caiu no mar, ele ainda estava acordado e sentia uma forte dor na região da sua boca. Ele precisava de um plano para sair dali, já que a loira ficava à espreita dos seus movimentos, enquanto rasgava parte da sua roupa e enrolava na região atingida.


Cornélia

Cornelia chamava o vendedor para o duelo, pelo jeito suas palavras mexeram em cicatrizes profundas na trajetória da mulher até ali. Suas palavras em tom provocativo inflavam ainda mais a vontade do homem em atacar, contudo, ele ainda conseguia controlar os seus desejos – VEM PRA CIMA ENTÃO! – Gritou o homem com toda sua força, fazendo movimentos como se chamasse a mulher para o combate. Ao ver a urgência em suas ações, Cornelia investia contra ele com velocidade, usando de toda sua experiência e capacidade em combate.

Sua inteligência e superioridade física se mostravam claras naquela ação, já que ela literalmente brincava com seu oponente. Este último lançou um ataque sem nenhuma técnica, que foi desviado com um movimento simples e extremamente eficiente da mulher, porém, no momento em que fora acertar o seu oponente, percebeu um amontoado de cabelos amarelos em seu caminho. Não apenas isso, ela sentiu uma dor aguda na região do seu abdômen, que a lançou alguns metros para cima – Eu sabia que você viria! – Disse o bibliotecário com um sorriso no rosto, sendo levado no colo pelo amarelão que em um movimento rápido, o tirou do alcance da mulher – Deixe isso comigo, vá avisar a Guilda. Se tem dois, provavelmente tem mais deles por aí! – Disse com convicção e serenidade – Por um momento não achei que fizesse parte, mais pelo jeito, você e seus amigos estão querendo se meter  em problemas. – Falou o homem.

O loiro não perdeu tempo e avançou com ferocidade, seu impulso foi grande ao ponto de danificar parcialmente o solo, mostrando um pouco da sua força. Ao chegar perto de Cornelia, ele desferiu um chute pesado, visando acertar a face da mulher. Ela podia sentir o perigo daquele golpe, era como se soubesse que se fosse acertada, estaria em um problemão.


Deep

Scaleback percebia a força dos seus oponentes, não seria uma luta tão simples como esperado pelo mesmo. Enquanto pensamentos surgiam em sua mente, o trio se preparava para mais uma saraivada de ataques, contudo, uma troca de olhares ocorria momentos antes do desenrolar das suas ações. O tritão então tomava uma decisão, seguiria o direcionamento daquele estranho sentimento que acometia todo seu ser, aquela sensação de poder e a ligação com o mar que ficava cada vez maior. Sua ideia era simples: traria o mar para a batalha, varreria seus oponentes do convés e os levaria para seu habitat natural. No momento em que chegou na borda do navio, ele se concentrou, puxando o mar pouco a pouco, contudo, os seus inimigos não ficaram esperando calmamente.

Antes que pudesse se dar conta, Deep sentia uma pressão nas suas nádegas, um chute era dado naquela região que fazia seus pés perderem o contato com a madeira da sua embarcação – SUUUUUUUUUUUUUUUPER CHUTE TRIPLO! – Ele ouviu antes de sentir o impacto acertando suas costas com ferocidade, em uma ação instintiva ele inflou abruptamente, causando alguns danos aos pés dos seus oponentes. Contudo, ainda sim teve sua ação cortada no meio e seu corpo lançado ao mar, aquela esfera de carne agora se encontrava fora do Lamento.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 300px-Koutei_Penguin_Sangou

HAHAHA! PEIXE BOM, É PEIXE NA ÁGUA. – Falaram os três correndo para o centro do convés, empurrando o mastro que acabava por ser lançado totalmente na água. Eles pareciam ter mudado de ideia, na verdade, não se sabe ao certo quais eram seus planos em furtar aquela embarcação, já que eles estavam juntos com a loira, que enfrentava o canino. Eles começaram então rapidamente a destruir o navio, seus chutes e socos eram capazes de danificar a estrutura do barco, o convés era o mais alvejado de todos. Se o tritão demorasse muito na água, não sobraria mais um navio quando emergisse do mar, ele precisava pensar rápido em uma solução para lidar com aqueles três pestinhas.


Levi e Subas

No interior da farmácia Levi percebia que o perigo ainda o cercava, já que Bil havia lançado mais granadas para o interior do lugar. Ele gritou para Subaé do lado de fora, de maneira retórica e de certa forma irônica. O mendigo passava pelo buraco feito por Subaé, vendo o seu “aliado” girando algo em sua mão e parando as flechas lançadas pelo seu oponente, que naquele momento, percebia rapidamente a presença do jovem.

Do outro lado estava o Pirata, que agora tinha uma real noção da força do seu oponente, já que até agora ele não havia acertado um golpe sequer. Subaé investiu e Levi seguiu a deixa do mesmo, aproveitando da vantagem numérica para sobrepor as habilidades do mudo. O primeiro golpe do Bode passou em branco, mas isso já era o que ele esperava, na verdade, tudo estava indo de acordo com seu planejamento prévio. Bil tinha desviado lateralmente do primeiro ataque da cabra, Levi por outro lado investia nessa oportunidade e visava tirar a sua máscara, já que no interior da farmácia não encontrou nada que servisse como uma adaga ou algo semelhante. No entanto, uma pequena falha proporcionava a oportunidade que o caçador esperava! A sincronia entre os dois aliados era bom, só que a agilidade de ambos era completamente diferente: Enquanto Levi levava a mão até o rosto de Bil, ela era acertada pelo ataque de Subaé, causando uma dor acima do normal naquela região, deixando um hematoma roxo no punho, trincando o dedo anelar e o do meio.

Bil não escapou do impacto, sua máscara acabava sendo avariada, mas ele ainda se encontrava apto para o combate. Subaé não estava afim de dar tempo ao homem e rapidamente investia em sua direção, almejando acertar seus chifres no ombro e perfura-lo com a ferocidade que um bode poderia ter. No entanto, diferente do esperado, Bil não avançou ou desviou, na verdade, ele correu! Uma pequena perseguição começava a acontecer no meio da rua, na frente o homem de chapéu corria e atrás dele uma cabra apontava-lhe os chifres enquanto disparava com toda sua velocidade – E ai Bil, rapaz, tava te procurando. Tem um peixão pra gente pegar. – Uma voz entrava pelos ouvidos da cabra. No mesmo tempo que a voz entrava pelos seus ouvidos, ele sentiu algo tocar seus pés, uma espécie de rasteira acabava sendo aplicada no pirata, levando-o até o chão – E o que tá acontecendo aqui? Aliás, trouxe pra você! Sei que gosta dessas coisas. – Falou a figura estranha e de olhos claros, jogando uma pochete na direção de Bil, que pegava com facilidade.

O que tá rolando por aqui? – Indagou a mesma figura caminhando na direção do antagonista inicial do pirata. Subaé podia ver que a pochete era do mesmo estilo usado pelo seu companheiro de longa data, assim como as palavras daquele esguio homem davam a entender que realmente era o item de Deep. Bil fazia algumas gesticulações, parecia estar conversando com o seu aliado da sua própria maneira – Entendi, ele tentou roubar a farmácia e aquele lá atrás está com ele. – Falou o homem de olhos azuis, careca e com um aspecto visual realmente feio – Acredito que você não vá ter problemas, mas, quer ajuda? – Indagou o mesmo olhando fixamente para Subaé e Levi, que estava uns bons metros atrás – Ah, pega esse ai. Vou prender aquele lá! – Apontou para Levi e em um movimento rápido, disparou na direção do mendigo.

O que Subaé faria? Iria interceptar o oponente? Deixaria que Levi se virasse do seu próprio jeito? Fugiria com o rabo entre as pernas? E Levi? Enfrentaria de peito aberto o oponente que vinha em sua direção? Abandonaria seu mais novo parceiro? A dor em sua mão era algo agoniante, mas, ainda sim era possível de ser usada em um combate.



Histórico Geral:

Legendas:
Deep
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Localização : Sirarossa - West Blue
DeepAssociado
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Eu ia tentar chamar o mar para a luta quando me jogaram para fora do lamento e soltaram uma zombaria que foi a última coisa que consegui ouvir antes de mergulhar na água do mar, pude sentir o líquido frio me envolver enquanto o sangue quente pulsava nas minhas veias. A raiva fervia em mim como as espumas borbulhantes das ondas no mar, meu coração e mente eram pura tempestade e era quase como se o mar ressoasse comigo, a água ao meu redor começaria a rodar em resposta a minha fúria, um redemoinho de pura raiva, água e poder. Abriria meus olhos querendo arrancar o coração daqueles três palermas, aceleraria rumo a superfície e pularia para o convés levando comigo tanto água quanto conseguisse.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 6HqYpwq

Tentaria fazer essa água girar ao meu redor e então a arremessaria na direção dos humanos tentando os jogar para fora do barco ou pelo menos encharcar o convés.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 NE4vN1x

Após conseguir ou não o ataque, prosseguiria indo pra cima do mais próximo de mim dentre os três, tentaria dar nele socos dados na horizontal, pois assim errando ou acertando o golpe, muito dificilmente a força do mesmo seria jogada no barco.

Sempre que me aproximasse do se um oponente e ele tentasse se mover, defender ou contra atacar, faria gotas de água do chão ou das que estão sobre minha pele molhada, voarem em direção de seus corpos como tiros impiedosos, um chuveiro de morte.

Se algum inimigo recuasse pisando em água, faria um movimento rápido com a mão como que chamando a água para mim, para assim puxar o “tapete” do alvo e tentar o fazer cair para eu poder lhe agarrar pelos pés e jogar no mar.

Se algum dos três distanciar as pernas sobre uma poça de água, faria a mesma subir como um soco do oceano no saco do humano.

Durante toda a movimentação, minha fúria se manteria afetando o mar em meu alcance, a água nessa área ficaria tentando se jogar para dentro do lamento em ondas como se o próprio mar estivesse em fúria.

Se alguma onda quebrasse no bar jogando gotas de água salgada no ar, esticaria minha mão como que apontando um dos oponentes, o mais próximo, como alvo e forçaria as gotas a voarem com força de tiros contra esse alvo.

Se em algum momento me batessem, manteria uma pose firme e inflaria bem no momento do impacto para tentar gerar força suficiente para arremessar o atacante no mar.

Se em algum momento todos os três inimigos caírem na água, me sentaria na beira do convés mais próximo onde eles estão, minha fúria e sede de sangue fariam a água ao redor deles girar em um redemoinho tentando os manter ali e os puxar pro fundo, para os afogar, diria então:

-Parece que o próprio oceano quer matar vocês… Vamos lá… Lutem com o oceano agora… KUKUKUKU...
Histórico:





_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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7: Preparados... Já!!

Quando o maldito começou a fugir de mim eu peguei meu cantil e fui atrás do indivíduo, deixando a espada que larguei mais cedo para trás. A perseguição teria um bom resultado se não fosse pela rasteira que levei.

Vejamos pelo lado bom, essa foi a primeira perseguição em que eu não fui o perseguido.
Parece que as coisas estão começando a mudar.

“Quer dizer então que esse gótico é mudo!” Pensei ao vê-lo gesticular com o homem careca “Agora tá explicado por que ele não me insultou nenhuma vez!”

Eles conversavam sobre o caos no porto causado por um “peixão”....
-Certeza que o Deep já arrumou alguma briga… Aquele cara não consegue ser sutil não?

O sujo falando do mal lavado.

Os caçadores escolheram os seus alvos, e depois o careca começou a se dirigir na direção do mendigo que estava a me ajudar.

Vamos ser pragmáticos! Em primeiro lugar o gótico que é o meu principal oponente já estava fugindo de mim quando o outro apareceu, isso significa que eu estou pressionando ele direitinho. Além do mais, ele está com a pochete do Deep sendo assim eu certamente insistiria em combater aquele desgraçado.

Entretanto, também não deixaria passar a oportunidade de devolver a rasteira na mesma moeda, e por isso assim que o careca passasse ao meu lado, ainda caído no chão, eu golpearia o cantil no tornozelo do homem careca, fazendo o mesmo enrolar-se por conta da alça no pé do homem, puxando com força para desestabilizá-lo e derrubá lo.

Tendo derrubado o homem, ou não, agora eu já estaria de pé, com os cantis pendurados no pescoço  e  em disparada ao homem de chapéu.

-GYAAAAAAAAAAHH!!!

Gritaria com agressividade, externando toda minha fúria e intimidação em um kiai que certamente desestabilizaria a coragem de meu oponente.

Um golpe após o outro, avançaria contra o mudo golpeando sem parar para deixá-lo respirar. A cada golpe dado daria também um passo a frente, forçando meu oponente a recuar pouco a pouco:

Iniciaria o avanço desferindo três socos direcionados na face, depois daria um passo para frente; Em seguida chutaria verticalmente seu joelho usando a rotação de meu corpo, mais um passo para frente inclinaria meu corpo em um leve movimento: uma cotovelada no queixo (de baixo para cima) ; Outro passo para frente, depois, uma sequência de socos velozes na caixa do peito, mais um passo, joelhada na virilha…E por fim, daria uma cabeçada em seu nariz.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 96b99b6ab1493778dabf77a59c4a54c7

Durante a investida, se fosse precisso usaria meus próprios ataques para bloquear ou redirecionar golpes desferidos contra minha pessoa. Caso ele erguesse o pulso ou uma arma na minha direção,  chutaria a sua mão para o lado. Se ele me atacasse diretamente com um soco ou chute eu socaria ou chutaria o golpe para interceptá-lo (soco com soco, chute com chute). Sempre usaria meus movimentos ofensivos para tentar interceptar o avanço de seus golpes. Depois, contra-atacaria depressa visando acertar o local mais exposto de sua guarda.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 Tumblr_p27cervf851rmrpdmo2_400

Caso não seja mais possível tentar redirecionar ou bloquear o ataque, eu saltaria para o lado (girando o corpo no ar) na direção mais fácil de desviar.
Caso ele atire na minha direção, eu jogaria meu busto para trás, fazendo uma posição de “ponte” para me desviar dos tiros igual nos filmes de pessoas com roupas e óculos pretos.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 200

Acertar um golpe no mudinho seria muito gratificante, entretanto, se existisse a oportunidade de tomar a pochete de sua mão ao invés de acertá-lo, eu assim o faria. Exceto em casos de defesa.

Ao pegar a pochete, prenderia ela em mim (igual uma bolsa, afinal a cintura do Deep deve ser umas 10x maior em comparação com a minha) e depois voltaria correndo para a farmácia.

É isso mesmo que você leu… Que se danem os combates! Eu preciso dos meus remédios!! Sendo assim iria para a farmácia o mais depressa que conseguisse e procuraria pelos remédios canábicos e guardaria eles no frasco vazio em meu bolso.


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
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-Idioma silvestre
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-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 Unknown

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Blade
Lobão
Blade se acalmaria e analisaria a situação. A série de ações malucas do canino colocavam ele em um poço sem fundo, Blade não poderia sair da água, e o seu barco estaria muito longe para que o mink nadasse até ele.

Com os reflexos absurdos de sua inimiga, Blade também não seria capaz de acertar algum tiro nela. A dor de seus ferimentos era tamanha que o lobo nem mesmo teria a resistência suficiente para aguentar ficar boiando na água por muito tempo.

Mergulhar para tentar sair em outro lugar também não ajudaria em sua situação, é muito fácil notar as ondas que um lobo de 3 metros faz ao se mover na água. Blade se via em um beco sem saída, para tudo que o lobo pensava havia um contra-ataque, uma ação mais efetiva ou seria simplesmente inútil.

Blade ainda pensava na Lua, sua fiel companheira que ele não conseguiu salvar, e a culpa era de sua inimiga. Sem adaga, sem sniper, com uma arma lenta demais para poder acertar a maldita loira, sem poder sair da água ou ir até o seu barco.

Mesmo estando furioso por dentro, com um sentimento vingativo por sua inimiga, Blade sabia que havia perdido aquela batalha no momento em que havia entrado na água. Mas isso não significava que o lobo iria sair do mar e se entregar a loira.

Blade então ficaria encarando a loira com um olhar mais calmo, caso ela jogasse alguma coisa nele, Blade tentaria desviar, e, se não fosse possível tentaria agarrar o objeto e arremessar ele de volta nela.

Blade calmamente diria, -Bom, eu perdi e se você não quiser me ouvir está no direito, mas é óbvio para mim que não vai entrar na água para me buscar, se fizer isso quem está assinando sua sentença de morte é você. Blade parava e continuava, -Olha se eu fosse você, eu simplesmente iria embora, tem um tritão de 5km de altura, puto que eu não deixei ele lutar com você, acredite eu conheço bem ele, com sua perna nesse estado eu não vou te acertar, mas ele vai, e você não vai conseguir correr.

Se a loira entrasse na água para buscar  o mink, Blade esperaria ela se aproximar um pouco, para nadar com toda sua energia dando a volta nela, aproveitando o estado de sua perna. Caso conseguisse sair da água, Blade atiraria na loira na água, sem piedade mirando a cabeça, não é como se ela fosse desviar (Era o que Blade pensava).






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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue  || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 07



Blade


Blade estava da água e continuava furioso com toda a situação, contudo, bradava algumas palavras que eram completamente ignoradas pela mulher - Eu vou continuar aqui, viu? - Disse com um olhar de desdém, observando o canino na água. Blade não conseguia fazer a mulher entrar na água e ele não tentava sair, então, o impasse continuava.


Deep

Deep estava na água imerso em sua própria fúria e o mar parecia acompanhar seus sentimentos. O mar parecia ressoar a fúria do tritão e no momento em que ele saltou do mar, foi acompanhado por um turbilhão aquático ao seu redor. O trio de inimigos saltaram para trás, suas feições passavam o desconforto com a volta do homem-peixe, será mesmo que eles esperavam que Scaleback fugisse?

Enfim, o tritão arremessou a água que estava ao seu redor na direção dos homens. Entretanto, por mais conectado que parecesse estar com o mar, no momento que aquele líquido se distanciou do homem, ele perdeu grande parte da sua força, servindo apenas para dar um banho no trio. Eles se afastaram ainda mais, os danos no convés não foram tão grandes quanto pareceram, apenas pequenas rachaduras e leves avarias onde eles acertaram. O tritão partiu para cima do homem mais próximo, desferindo fortes socos em sua direção - Você acha que isso vai… - Antes que pudesse terminar sua frase e se esquivar dos golpes do homem, ele sentiu em seu joelho uma forte mordida, era Lua que ainda se encontrava com vida e pronta para fazer a função que lhe foi designada.

Aquele pequeno homem interceptado por Lua, sofreu com o impacto do golpe pesado do tritão. O homem voou, quicando no convés do barco antes de cair no mar, aparentemente  desacordado. Enquanto o combate continuava, o homem-peixe tentou usar de todas as maneiras possíveis a água que tinha à disposição, porém, as balas de água não foram efetivas, algumas delas nem mesmo conseguiam ser "moldadas" e disparadas. O novo poder do Tritão tinha clara ligação com o mar, e sentia em seu interior essa conexão sendo estabelecida aos poucos, porém, diferente de quando estava imerso no mar, este agora parecia tranquilo como de costume, sem ondas ou uma movimentação fora do comum.

Um dos homens avançou com velocidade na direção do tritão, que inflou antes de ser acertado pelo mesmo, sendo lançado em direção ao mar - Te peguei maninho! - Gritou um deles interceptando o homem antes que caísse no mar - Precisamos ajudar nosso irmãozão! - Bradou o homem. Lua avançou com o que lhe restava de força, sendo acertada lateralmente por um chute e lançada contra o toco do mastro que ainda estava ali. Um dos homens assobiou duas vezes seguidas, sendo respondido por um assobio agudo, vindo do mar. A dupla então se entreolhou e ficaram em posição de batalha, entretanto, não pareciam dispostos a continuar aquele combate.

A dupla correu na direção de Deep,em um avanço extremamente rápido eles investiram por lados opostos. Enquanto um atacava por cima com socos, o outro visava as pernas do tritão para desestabilizá-lo, buscando acertar fortes chutes em suas pernas.


Subaé

O capitão pirata via toda a situação desenrolar entre a dupla de aliados, sendo que o esguio homem tentava ignorá-lo por completo. Entretanto, o Bode tomou a pior decisão que podia tomar naquele momento e atacou o homem de olhos claros - Tá maluco? - Indagou saltando, deixando a "rastreia" passar em branco. Subaé pode ter pensado "Pronto, independente de acertar ou não meu segundo oponente partiu em direção ao mendigo", certo? Não! Enquanto o pirata partiu em direção a Bil, ele notou uma presença surgindo no canto do seu olho - Me atacou e vai sair de boa? - Foram as últimas coisas que o Mink ouviu antes de sentir um forte chute acertando sua face e lançando-o alguns centímetros atrás, barrando toda sua investida.

Aquilo doeu e abriu um leve ferimento no seu supercílio, o líquido rubro escorria pelo ferimento deslizava pelo seu rosto, até se reunir em seu queixo e pingar no chão. Quando o Bode voltou sua atenção aos seus inimigos, ele pode Bil apontando suas mãos como pistolas em sua direção e dos seus próprios dedos, flechas eram disparadas. Sim, aquilo era algo estranho, seria magia? Ou o Pirata tinha conhecimento sobre as frutas do diabo? De qualquer modo, o Bode teve tempo hábil para esquivar da saraivada de flechas que vinha em sua direção, jogando seu corpo para trás e desviando no melhor estilo matrix.

O Pirata teve pouco tempo para respirar e notou que mais uma leva de flechas vinham em sua direção, assim como o homem de pele pálida e olhos grandes, que corria com velocidade sendo acompanhado pelos projéteis - Bil! Cuidado para não cansar. - Pontuou o rapaz que atacou momentos depois que as flechas alcançaram o pirata, pulando na direção que o mesmo tomasse e tentando desferir uma sequência de socos rápidos, visando acertar sua face.  



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O mar de alguma forma parecia acompanhar minhas emoções, eu não estava realmente pensando em manipular o mesmo, eu apenas queria subir no barco e bater naqueles homens, o mar subiu comigo e tentou bater neles também, não sabia bem como aquilo estava ocorrendo e qual fenômeno gerava aquilo, mas eu sabia que não dava para testar mais esse poder agora. A cadela do Blade me ajudava na luta, apesar de ferida ela tinha suas utilidades, no entanto eu não sabia dar comandos a ela, muito menos eu tinha costume de lutar com ela por perto.

-Acho que vocês me subestimaram… Deveriam ter fugido quando viram que o barco era do bando dos cabras da peste… Mas não só nos desafiaram, como também foram para o alto mar… Mesmo o imediato do bando sendo um tritão. Não consigo dizer se foi muita bravura ou idiotice… Mas deveriam ter evitado lutar comigo, por mais que fossem três… Por acaso já viram uma família de coelhos encarar um lobo? Pois eu nunca vi.

Os irmãos estavam na beirada no barco, então se eu os acertasse com tudo que tenho ali, no máximo eu acabaria destruindo os parapeitos do convés, se eu conseguisse os jogar para fora do barco, seria um chequemate, eu não conseguia comandar o mar direito para os ferir, mas talvez eu conseguisse usar de outra forma.

Tentaria chamar a água espalhada pelo convés, queria juntar uma esfera em minha mão direita para a arremessar contra o irmão que parecesse mais ferido, no entanto eu não tentaria a arremessar comandando o mar, não… Eu a seguraria em minha mão e a arremessaria com minha força e karatê a água, queria causar o maior dano possível nesse arremesso ou pelo menos arremessar o alvo para fora do barco.

Em seguida me moveria rapidamente em direção do outro irmão mirando um gancho de direita com toda minha força, assim mesmo se defendido, continuaria forçando o ataque para tentar o erguer do chão e o lançar em direção ao mar.

Se em algum momento eu fosse atacado pelos oponentes, moveria a parte do corpo atacada contra o ataque enviado, tentando assim causar dano ao mesmo tempo que moveria meu punho em um gancho visando arremessar o oponente para o mar.

Se em algum momento os três estivessem na água, mergulharia tentaria abraçar os três e nadar para o fundo do mar até que a pressão da água ou o sufocamento os matasse, aproveitaria e arrancaria suas cabeças com minhas mãos, para ter certeza que nunca mais eles voltariam a nos causar problemas.

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-Fala do Deep

-Voz da entidade

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8: Treta


Cada vez que ele ergue as mãos, flechas saem das pontas de seus dedos.
“Que diacho de habilidade é essa?” Me questionei espantado. Felizmente consegui me esquivar da primeira remessa de projéteis, mas agora são eles que estão atacando ao mesmo tempo.

“Eu realmente tenho uma sorte rara… Que ironia!”

O sangue escorria pelo meu rosto, lembrando-me que não poderia perder tempo ali.
Qualquer descuido poderia ser fatal.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 72302460519ce42d53befa7433696021e7739d22_00

Com o impulso de um salto rápido, me afastaria do homem careca correndo para o lado oposto e, consecutivamente, me afastando da saraivada de flechas e dos golpes do careca. Neste primeiro momento, a minha ação seria apenas me esquivar dos golpes desferidos contra mim.

Se houvesse a oportunidade, pegaria uma das flechas caídas e ficaria com ela em mãos.
Chutaria uma das flechas caídas para cima, para facilitar a “pegada”.

Enquanto o mudinho continuasse a atirar flechas pela mão, eu continuaria a me desvencilhar de seus projéteis de forma que também fosse possível me afastar de seu parceiro.

Se houvessem pedestres na rua, me desvencilharia por detrás deles usando-os como barreira, Faria o mesmo com estandes, barracas, carroças, bois e cavalos. Se algo pudesse me servir de barreira, eu usaria ao meu favor.

Sem nunca me aproximar do mudo, faria o que fosse necessário para que ele continuasse a atirar as flechas até cansar, afinal. Se o careca estava preocupado com isso, deve ser algo relevante.  

Quando o mudinho deixasse de atirar, usaria o pouco tempo entre as saraivadas para investir contra o homem careca desferindo um gancho de esquerda (minha mão proeminente) em seu queixo.

-Tome essa chapuletada nas venta!

Mas se ainda assim ele desviasse de meu ataque, eu me acercaria mais um pouco de seu rosto e soltaria em seu nariz um arroto carregado com todo o meu Bafo de Cabra e podridão intestinal.
Aquilo certamente deixaria ele tontinho.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 Bafoo1

Quando a chuva de flechas recomeçasse, puxaria o corpo do careca atordoado (Seja pelo gancho ou pelo bafo) e enfiaria a flecha (que peguei) em sua jugular, depois o posicionaria na minha frente usaria de escudo para me proteger das flechas e de quebra causar danos.

Ainda com o homem em mãos, avançaria contra o mudo usando o seu amigo como escudo contra seus projéteis e quando chegasse próximo, puxaria a flecha de volta e arremessaria o corpo do careca para o alto, em seguida o chutaria, arremessando-o contra o homem-flecha.

Sem perder tempo, avançaria contra ele logo atrás do corpo para não ser atingido pelas flechas e, quando estivesse perto o suficiente, me arremessaria no chão com as pernas abertas para dar-lhe uma rasteira.

Quando minhas pernas alcançassem as suas, eu iria fechá-las igual uma tesoura, e ao mesmo tempo giraria meu corpo no sentido horizontal, fazendo o homem perder o equilíbrio e cair para o lado.  Nesse momento eu enfiaria a flecha em sua panturrilha para atrapalhar seus futuros movimentos.

Se o homem conseguisse se esquivar da minha rasteira, eu faria com a ajuda dos braços  uma cambalhota para trás a fim de me distanciar, seguido de algumas estrelinhas para o lado esquerdo para me desviar de possíveis saraivadas de flechas.

Em meio a situação, enfiaria a mão na pochete de Deep em busca de alguma das comidas que deixa ele “fodão” e ao encontrar algum de seus projetos, seja ele qual for eu comeria/beberia.

-Se isso aqui deixa o peixão no embalo, vai me deixar duas vezes mais embalado!!

Avançaria em semicírculo contra o homem para dificultar sua mira. Se houverem pedras no chão, chutaria contra ele; Se houverem civis no meu caminho, usaria eles de escudo como fiz anteriormente; E se houverem ferramentas de trabalho manual, arremessaria as mesmas contra o homem.

Me acercaria pouco a pouco correndo na diagonal, sempre atento para me esquivar (com um salto para o lado) de possíveis golpes.

Quando surgisse a oportunidade (o tempo entre uma saraivada de flechas e outra) eu dispararia em alta velocidade e correria em sua direção com ambos os braços esticados para trás, para desferir dois socos certeiros em seu estômago quando alcançasse o homem. Em seguida, cabecearia fortemente seu nariz.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 RelievedRewardingHedgehog-size_restricted

-BAZOOCA DA PESTEEE!!

Mas se ele se esquivasse deste golpe, daria mais um passo para frente para me aproximar do mudinho e arrotaria mais uma vez meu Bafo de Cabra sem me importar com os possíveis danos que eu receberia.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 HiddenThriftyBushbaby-size_restricted

Após arrotar na fuça do mudinho, saltaria para desferir uma joelhada horizontal em seu maxilar para arremessá-lo para o lado.
Iria até o homem, seguraria sua cabeça com força e golpearia a mesma contra o chão cinco vezes.

-Ta acordado ainda?? - Perguntaria ao dar alguns tapas em seu rosto.

Se ele demonstrasse estar consciente, eu repetiria meu ato violento e golpearia sua cabeça mais dez vezes no chão.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 WavyFlamboyantFishingcat-max-1mb

-E agora, ainda está?

Ao notar que o homem estaria desacordado golpearia com força sua nuca pela última vez.
Depois vasculharia cada um dos seus bolsos em busca de coisas interessantes.
Depois iria até o careca e faria o mesmo.

Recolheria dinheiro, remédios, livros, armas e qualquer outra coisa fora do comum.

Caso nenhum dos dois tivesse remédios canábicos eu voltaria para a farmácia (pegaria minha espada no chão), faria a busca pelos meus remédios e ao encontrá-los, os guardaria no frasco ao achá-los.

Depois que saísse da farmácia eu voltaria correndo para o porto.


Bafo de Cabra:

info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
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Blade
Lobão
Blade apenas esperaria no mesmo ponto, até que sua oponente tentasse tomar alguma iniciativa. Blade realizaria os mesmos casos de defesa se eles fossem necessários, mas apenas esperaria por alguma atitude de sua oponente que ficava lá parada encarando o mink.






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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 08



Blade


Blade continuava focado em sua inimiga, esperando alguma atitude da sua oponente. Essa por sua vez se mantinha irredutível, finalizando aquela espécie de primeiros socorros que realizou, parando o sangramento das perfurações dos dois disparados em seu corpo. Em meio aquela situação, Blade dava a brecha necessária para que um dos homens que estavam no navio – o primeiro que foi lançado por Deep no mar – chegasse pelas suas costas.

Ainda submerso o antagonista enfiou a adaga que estava em mãos na região do glúteo do canino, usando toda sua força para rasgar toda a região, abrindo seu glúteo esquerdo e todo o posterior da sua coxa. Não parando por aí, fincou a adaga no tendão de aquiles do lobo, seguindo seu caminho em direção ao píer, sendo puxado pela mulher. Por fim, a situação de Blade era grave, diferente dos outros danos recebidos ao longo da jornada, aquele se mostrava realmente grave. O sangue manchava o mar azul de vermelho, a dor era agoniante, assim como a redução visível em sua mobilidade. Para piorar, a mulher aparecia com um caixote em mãos, lançando na direção do lobo.


Deep


O lamento tinha se tornado uma arena de combate, Deep enfrentava seus antagonistas em meio a descoberta de um novo poder, algo ligado ao seu hábitat natural. Aquele trio era forte, entretanto, aos poucos o homem-peixe minava a força do pequeno grupo, lançando um deles que até momentos atrás, parecia estar desacordado, porém, o assobio indicava claramente a sua consciência.

Lua tinha dado o seu suspiro final, não dava para ver ao certo se ela estava com vida ou não, seria necessário tratamento médico para a cadela, que enfrentou o trio arduamente. A ideia do Titã era clara, usar a habilidade como um Karateca, que já proporciona um certo domínio do vasto elemento ao seu redor, unindo-o com a nova descoberta. O convés tinha seu próprio método de evacuação, afinal, um navio sem isso seria preenchido pela água com facilidade. Puxou o que restou do líquido para sua mão, dando uma forma esférica e em seguida usando a força retida em seus músculos, para lançar na direção de um dos irmãos. Este não teve nem sequer reação, recebeu a bola com toda força em seus peitos ui e foi lançado alguns metros para trás, caindo por fim no mar.

O último irmão em pé puxou duas adagas do interior da sua bota, a primeira ele lançou em direção ao mar, estranho não? A outra ele manteve em mãos, observando a investida do homem-peixe em sua direção. O primeiro movimento foi esquivado com sucesso, o gancho passava raspando em sua face e em seus olhos era possível ver a surpresa, mas o antagonista não parou por aí. Como se estivesse dançando, moveu-se ao redor do tritão, desferindo cortes em seu corpo, alguns eram segurados pelas escamas espessas da criatura, porém, outros acabavam por atingir os pequenos espaços entre uma escama e outra, causando ferimentos leves.

O baiacu não ficou parado, por mais que fosse atacado, continuava forçando sua investida, esperando uma única brecha para lançar seu oponente no mar. A abertura não demorou de aparecer, em um momento de descuido ou cansaço por parte do oponente, sua velocidade e ritmo diminuíram, naquele momento ele foi acertado por um gancho que carregava grande parte da força do tritão, jogando-o no mar. Agora que os três estavam no hábitat do homem-peixe, rapidamente ele mergulhou, buscando abraçar os homens. Todavia, ele notou a presença de apenas dois, um estava segurando o último lançado ao mar, tentando nadar para longe dali, de volta à terra firme.

Deep não permitiu, levou a dupla para o fundo do mar. Tirando suas vidas de uma das maneiras mais cruéis possíveis, vencendo a sua primeira batalha no território de Sobert. Por fim, ele continuou no mar, se procurasse o terceiro veria que o mesmo estava atacando o seu companheiro canino.


Subaé


Subaé ficava surpreso com o fato de Bil lançar flechas pelos seus próprios dedos, realmente, era uma habilidade estranha. De qualquer forma, o ataque vinha em sua direção e ele saltou, afastando do ataque e do careca que vinham na direção do pirata. Usando de toda sua habilidade marcial, pegou uma das flechas após desferir um chute, mantendo a arma em sua mão enquanto continuava a desviar dos golpes do seu oponente.

Pelo jeito Subaé estava acostumado com a população curiosa de Petra, ao cogitar usar moradores como escudo, notou que o público estava dentro dos estabelecimentos e casas e diferente do deserto, poucas barracas estavam espalhadas por ali, a mais perto estava próximo ao mendigo, metros atrás. O pirata buscou pelo seu oponente a curta distância, tentando acertar um gancho em seu oponente, que foi facilmente desviado pelo homem dotado de alto reflexo, porém, nem mesmo ele esperava uma ação tão chula, típica de um homem como Subaé. O arroto em sua face o atordoou, aquele hálito quente e fedorento por alguns segundos desestabilizou completamente os seus sentidos. O pirata poderia ter acabado com seu inimigo ali mesmo, porém, ao olhar o mudinho apontando seu dedo em sua direção, agarrou o homem à sua frente e usou como um escudo. Aquele foi seu erro, era notável que ambos os homens atuavam a muito tempo juntos, talvez fossem próximos ou até mesmo fizessem parte de um mesmo grupo. O oponente em suas mãos estava ferido, isso é claro, o dano era grave em um ponto que certamente o levaria a morte – FODA-SE! – Gritou o careca, cuspindo o sangue que se acumulou rapidamente em sua boca em seguida nos olhos do bode, deixando sua visão prejudicada.

A visão da cabra ficava completamente vermelha e repleta por empecilhos, contudo, ele sentia no corpo do homem sem vida que carregava, o impacto das flechas o acertando. Ele investiu assim mesmo, porém, percebeu que as flechas cessavam e o som metálico invadia seus ouvidos, semelhante ao som que ouviu no interior da farmácia momentos atrás. Mas era diferente, um “tic” foi ouvido e em seguida uma explosão aconteceu, lançando o bode alguns metros atrás. Para sua sorte, o corpo do homem tinha servido realmente como um escudo, já que o pirata sentia apenas algumas dores em suas costas, o lugar que recebeu o impacto do seu contato contra o solo.

No momento em que recobrava sua visão, notou que três granadas metálicas estavam vindo em sua direção. A primeira delas liberava uma densa fumaça cinza e as outras duas não dava para ver se era fumaça ou algo explosivo como a de agora pouco. O que o pirata faria? Fugiria? Tentaria um plano mirabolante? Atrás da cortina de fumaça que se formava rapidamente, ele percebia que a presença de Bil ia sumindo com o aumento da cortina que se formava. O homem estava preparando algo? Ou será que aproveitaria aquela oportunidade para fugir dali?



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Última edição por Formiga em Qua Out 27, 2021 8:14 pm, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : O POST estava duplicado)
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Blade
Lobão
Sem visão de ações disponíveis, com uma dor filha da puta de uma facada, o canino se via em uma situação de desespero, levantando os braços para tentar pelo menos pegar o caixote jogado em sua direção, tentando minimizar os danos que seriam sofridos logo em seguida.

Caso conseguisse pegar o caixote Blade apenas soltaria ele.

Blade então totalmente desesperado, descarregaria sua arma e jogaria ela nos pés de sua oponente. Lentamente devido a sua perna, se aproximaria dela gritando, -Eu me rendo! Eu me rendo!

Ao chegar na costa Blade cruzaria seus dedos atrás de sua cabeça e tentaria subir, se ajoelhando e sentindo a pior dor que um dia já havia sentido. Esperando que sua inimiga tivesse piedade, e senso moral para não matar um inimigo indefeso que estava se entregando.

Blade com lágrimas nos olhos devido a dor que sentia diria, -Só me leva preso, vai ser menos doloroso, sua frase se seguiria de um grito de dor. E então direcionaria suas palavras para o homem que havia lhe dado uma facada, -E você é um covarde filho de uma puta! Não conseguia me enfrentar e me atacou pelas costas?






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O ataque final foi bem sucedido, o mar veio a minha mão e o golpe arremessou o primeiro na água e um gancho jogou o segundo, não foi difícil matar os dois dentro da água, uma rápida olhada ao meu redor me permitia ver o terceiro esfaqueando o que me parecia ser o Blade, o que diabos esse puto faz na água? Não sei, mas era melhor eu chegar logo ou ele acabaria sendo morto pelo cara.

Pegaria as cabeças que havia arrancado dos corpos e nadaria rapidamente para o porto, no qual chegaria me jogando com a força do nado sobre os inimigos, já me inflando para um rolamento, acertando ou errando iria desinflar e me colocar de pé logo antes de jogar as cabeças aos pés dos oponentes.


Tomaria um gole da garrafa de berserker amarrada em minha cintura e diria:

-Vocês atacam o barco do meu bando, surram nosso mascote, quebram nosso mastro, esfaqueiam meus subordinados… Se vocês querem tanto morrer assim… Deveriam ter tentado beber veneno… Seria menos doloroso.

Meus punhos iriam então começar então a emanar energia negra, enquanto meus olhos iriam estar visivelmente vermelhos pela raiva, assim como as veias de minha testa estufadas de sangue. Minha pele se tornando cada vez mais avermelhada enquanto as escamas ficavam cada vez mais arrepiadas e meus músculos inchavam como os de um bombado de academia conforme o efeito de minha berserker se fazia ativo junto de minha técnica Dragonforce chilli.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 3 MeaslyUnhappyElver-max-1mb

-Enquanto brigávamos no barco dos cabras eu não podia lutar normalmente pois corria o risco de destruir ele, mas aqui… Eu não me importo nem de destruir toda a ilha para matar vocês… Não ache que será a mesma luta…

Pularia em direção dos inimigos mirando um poderoso soco descendente no oponente mais próximo, colocando toda minha força e peso no ataque buscando esmagar quem eu acertasse ou mesmo sem acertar ninguém, visava que minha força brutalmente aumentada fosse capaz de causar tamanha destruição no chão que atrapalhasse o movimento dos fujões.

Se alguém tentasse me atacar, iria revidar com um golpe descendente do meu punho, tentando empurrar a cabeça do alvo contra seu tórax, para quebrar o pescoço e tentar afundar a cabeça.

Se algum inimigo caísse no chão comigo próximo, puxaria um pouco de água do mar ou da água que ainda estivesse em minha pele, para formar uma esfera em minha mão, a qual jogaria com toda minha força usando meu karatê visando tentar destruir o crânio do alvo como se fosse um tiro de doze, no caso de não ter água disponível, ou não conseguir a reunir, tentaria pisar na cabeça do caído.

Se tentassem entrar dentro de algum local, atravessaria as paredes sem ligar para elas e tentaria agarrar o meu inimigo para então correr atravessa as paredes usando a cabeça do mesmo como aríete, até que a vida escapasse de seu corpo.



Histórico:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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Imagem : Cabra da Peste
Créditos : 05
Localização : Nos bares de então
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9: Chuva!


As três granadas voavam aborrascadamente em minha direção, rodopiavam no ar diminuindo e diminuindo a distância entre nós a cada giro que fazia a fumaça densa e espessa, que exalava de uma delas, se espalhar pelo local.

-Mais granadas? É sério isso? Que porra!! Tu não cansa desses truques não?

A fumaça certamente estava atrapalhando a identificação do local exato que estariam as granadas e do mudinho. Por isso, eu deveria dar um jeito de contornar tal situação. Eu não irei fugir, tampouco irei lutar dentro de seus métodos.

Rolaria no chão algumas vezes desvencilhando meu corpo esquelético para a esquerda pois já não seria possível me esquivar de outra maneira, visto que minha visão estaria prejudicada por conta do gás. Apertaria a lateral do tronco no momento  final da rolagem, quando saltasse na direção da casa mais próxima a fim de alcançar seu teto ou laje.

Lá de cima, provavelmente, a minha visão já não seria mais afetada pelo gás e por isso eu ficaria atento à movimentação do homem-flecha cujo nome eu não lembro, assim como ficaria atento também para esquivar de qualquer projétil que fosse disparado contra mim.

Sem tirar os olhos do campo de batalha, aproveitaria o momento “tranquilo” para enfiar a mão na calça e pegar uma das minhas famosas “bombas-fecais”. Depois de pegar um pouco de coco com a mão esquerda faria o mesmo com a mão direita. Não é como se eu me orgulhasse de usar esse tipo de tática, o que eu gosto mesmo é de socar os filhos da puta, mas se ele quiser jogar bombas, jogarei as minhas também.  

-É hora de jogar sujo!

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Caso aviste o mudinho fugindo do local eu iniciaria minha perseguição pelos telhados, sem tirar os olhos do desgraçado para não ser surpreendido por mais de suas flechas ou bombas. Saltaria de telhado em telhado até  chegar perto o suficiente para alcançá-lo com um salto ofensivo. Se ele não tentasse fugir, eu saltaria para o telhado da construção ao lado apenas para continuar o meu avanço torneante em prol das flechas e granadas. Manteria distância do homem enquanto ele estivesse a atirar, e, quando abrisse a guarda (nem que seja por meio segundo), eu saltaria em sua direção.

-Tome isso seu amarelo desgraçado!

Assim que  saltasse, apertaria os toletes com as mãos, fazendo-os despedaçar junto do movimento de arremesso que meus braços exerciam para os lados. O resultado disso, uma chuva de merda que se espalharia por todo o perímetro da rua, respingando no chão, nas suas roupas e até mesmo em sua face, a menos que ele a proteja.

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Finge que as bananas são pedaços de cocô


Instintivamente, qualquer ser que se preze teria alguma reação imediata para esse meu ataque indolor e eu me aproveitaria deste momento ao máximo. Assim que tocassem o chão, meus pés me impulsionariam para frente em uma corrida frenética até o ponto final.
A pochete de Deep, não importa o que aconteça, eu preciso recuperar o que roubaram de nós, afinal, quem rouba aqui é a gente, não eles!

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Esticaria a mão direita em busca da pochete, e ao segurá-la, sem cessar a corrida eu cabecearia o peitoral do homem, cravando meus chifres entre suas costelas se assim fosse possível. Depois me afastaria com três saltos rápidos para trás.

Limparia as mãos nos fundos da calça de retalhos antes de começar a inspeccionar a pochete do baiacu. Perceberia que mesmo com todo meu cuidado, a parte exterior da pochete estaria toda suja de merda - Desculpa peixão, mas é melhor do que perder a bolsa - Enfiaria a mão lá dentro, e ao encontrar as balas-alcoólicas pegaria todas em um punhado -Então isso aqui é o tal tarrasque? Tomara que tire a minha cara… - Enfiaria todos os tarrasques na boca e mastigaria até conseguir engoli-los sem me importar com qualquer efeito colateral que possa vir me acometer. Meu corpo já começa a mostrar sinais de fraqueza, ou seja, eu preciso de álcool e remédios. De preferência nesta ordem.

Se ainda assim o meu oponente ainda estivesse apto para o combate, correria até a espada que a muito foi deixada no chão, só para recuperá-la, A este ponto, é capaz que eu precisasse correr mais um pouco para me desvencilhar de sua saraivada de flechas ou de suas bombas e assim eu faria. sempre esperando o momento em que ele cansasse de atacar, ou que estivesse a buscar algo no bolso - que seja - Avançaria quando a oportunidade surgisse saltando rente ao chão, contra suas pernas. Dando-lhe uma rasteira que provavelmente não acertaria, ainda assim,ao derrapar contra o solo eu brandiria a cimitarra para cortar-lhe a perna, coxa e virilha em um só movimento.    

Caso meus chifres tenham ferido o peitoral do homem a ponto de incapacitá-lo, ou se eu lhe cortei bem cortado, iria até ele e pisaria com força o seu maxilar para ouvi-lo estalar - Já que você é mudo não precisa de um maxilar funcional - Depois de tirar seu sobretudo e o vestir, iria buscar em seus bolsos por dinheiro, armas, bombas e munições. Guardaria as armas e bombas na pochete, mas os remédios e dinheiro seriam guardados no bolso do meu novo sobretudo.

Se o homem tiver algum cachecol, eu pegaria este também para presenteá-lo ao Blade.
-O coitado deve estar super entediado ao cuidar do lamento, mas com certeza vai gostar deste presentinho já que perdeu o lenço antigo. - Diria conversando comigo mesmo ao enrolar o cachecol em meu próprio braço enquanto o sujaria sem querer com os resquícios de merda que ainda estavam presos nos pelos de minha mão.

Vasculharia o corpo de seu companheiro, se que que sobrou algum corpo, repetindo o processo citado acima.

Se encontrasse remédios canábicos em algum dos corpos, guardaria os mesmos no frasco em meu bolso, mas se não encontrasse nenhum iria até a farmácia para procurar pelos mesmos. Ao encontrá-los, guardaria como citei acima e depois de mastigar um dos compirimigos, voltaria calmamente para o porto.


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760280/4002/107/15

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