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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Caminhei, tanto que nem mesmo sabia onde havia parado após um certo momento. Pensei em parar para falar com alguém, mas logo percebi que tinha andado em círculo. —‌ Eu voltei até a loja de armas? ‌— Um suspiro partiu dos lábios enquanto a insatisfação aparecia em minha face. —‌ Acho que vou ter que falar com o dono da loja, mais uma vez. ‌— Sim, era a melhor forma para não acabar parando ali mais uma vez.

Quando dei mais alguns passos rumo à construção uma barulheira chamou minha atenção, fazendo-me parar na mesma hora. —‌ O que é isso? ‌— Era um som de muitas vozes, tão alto que dava para ouvir de longe. Não entendia o que todos falavam, mas o tom de suas conversas deixava claro a felicidade que sentiam.

—‌ Será que é lá? ‌— Um lugar movimentado cuja festa era abundante. Sim, para mim havia finalmente achado o tal bar que procurava. —‌ Espero que seja. ‌— Voltei a andar, com tanta cautela que poderiam pensar que estava me espreitando pelas ruas. —‌ Achei. ‌— Sussurrei, parando diante de uma bela construção.

Segui vagarosamente até a entrada, empurrando suas portas até parar dentro do estabelecimento observando todos aqueles que estavam em seu interior. O barulho ali era bem mais alto do que do lado de fora, e minha aparição certamente seria camuflada pelo barulho, ou eu esperava que fosse.

Sem falar com ninguém atentei-me aos rostos de todos, mantendo-me na entrada à procura do tal homem com cicatriz. O problema, era que tinha tanta gente que não conseguia ver muitas das pessoas ali presente.

Um novo suspiro escapou e me vi obrigado a seguir até o balcão, tomando cuidado para não esbarrar em ninguém para que não se iniciasse uma briga desnecessária. —‌ Olá, tudo bem? ‌— Cumprimentei a pessoa atrás do balcão a princípio, me apresentando logo em seguida. —‌ Me chamo Kuro, e eu cheguei a pouco tempo na ilha. Estou a serviço do dono da loja de armas, e procuro por uma pessoa para lhe entregar uma mensagem. ‌— Pausei minhas palavras por alguns instantes, observando a expressão de quem me ouvia. —‌ Sabe me dizer se Lúcio se encontra por aqui? Ele tem uma cicatriz no rosto. ‌—

Com a quantidade de pessoas naquele lugar era bem provável que a resposta fosse um sonoro, não faço ideia. Já estava esperando por isso. Assim, sendo a resposta um não sei, voltaria a minha atenção para o resto do bar mais uma vez, procurando novamente o homem com cicatriz em seu rosto. Se seria simples? Não, por isso perguntaria para outras pessoas também, as que menos demonstrassem embriaguez, caso de fato não conseguisse a resposta do atendente ou encontrasse observando o local.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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Ficha / Template
Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Por Favor, Fique Bem...






O nome dela era terra, tão bela quanto a mãe natureza... Majestosa quanto as flores que nascem daquilo em que seu nome foi inspirado. Olhando para a jovem apenas gostaria de trata-la logo, tirar sua vida de perigo, assim poderia ver suas roupas caírem por “Terra” abaixo, com perdão da piadinha, estou ansioso... Não me culpem. Depois de alguns minutos de correria a jovem acabou por ceder ao sono, no entanto, eu acreditava que para alguém que tinha tamanha perda de sangue, dormir não seria uma boa ideia.


Ouvia assobios pela floresta, não pareciam ser de nenhum animal, estava mais próximo de uma comunicação rudimentar. Todavia não surgiram mais perigos diante de nosso caminho, depois de uma hora pude sentir que o calor da menina estava se esvaindo e que sua pele antes vivida jazia pálida, aquilo não era um bom sinal. Para minha sorte estava chegando ao topo eu sinceramente esperava que tivesse alguém lá que cuidasse da mesma. Logo que cheguei, pude notar que duas figuras se aproximando, não com intenções agressivas, mas sim com intuito de ajudar a garota em meus braços.


O loiro tinha um modo de falar bem estranho, entre tudo parecia bem preocupado. O outro homem mais baixo mostrou ser quem iria cuidar daquele ferimento, sua pressa me deixava preocupado e com cuidado entreguei a garota para Jacobi. Mas iria ficar ali fora? De maneira alguma, minha prioridade era deixar ela bem por isso logo iria acompanhar os indivíduos que carregam a jovem Terra.


- Eu a encontrei assim, não sei quem fez, mas quando eu descobrir... Garanto que ficará pior que ela. Mas no momento so quero que ela fique bem, posso ajudar em algo? – Falei expressando com toda sinceridade minha preocupação. Faria o que me fosse indicado fazer, observaria os arredores para entender onde estava, mas sem maldade, minha prioridade era estabilizar e ver a cor voltar a pele da garota.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


9º - Minha história...

Chloe Kaminari


— O senhor não precisa agradecer. Não me sentiria bem se alguém se machucasse por minha culpa — A fala era calma e gentil para o homem de meia idade que acompanhava o garoto de cabelos brancos, seu espanto era tamanho para com a indicação do pagamento seguido pela bronca do mais velhos acabou me arrancando um riso baixo e suave. Peguei a nota do mais velho enquanto continuava a resposta para o garoto de nome Saru — Ordens da Ana. Se ela mandou que eu cobrasse os 300.00 Berries de totais, eu irei cobrar sem pensar duas vezes —

— Tenho que concordar com o senhor. Eu jamais trabalharia de graça. — O sorriso que seguia a fala era tão brilhante que poderia ser comparado com o mais puro ouro do mundo. Era fato que eu queria conhecer mais e mais aquele lugar até poder finalmente ter todo o dinheiro para partir em busca de pistas que me levem até meu irmão, mas se precisaria passar um tempo ali, era bom fazer amizade com todos.

Mesmo soando gentil a fala do homem me deixou furiosa —Não sou apenas uma cozinheira, meu senhor, sou alguém muito capaz de se proteger. — mesmo melodiosa, a fala sairia um pouco mais alta que o normal. Era quase como se um lobo rosnasse em meio a comunicação com seu semelhante — Fui separada do meu irmão, tive que viver sozinha e aprender sozinha a me defender, cozinhar e trabalhar desde a infância. Era isso ou morrer nas ruas como um pequeno pedaço de lixo! — a nítida fúria podia ser sentida, mas eu não deixaria qualquer um me menosprezar apenas por conta da minha amada profissão.

— Eu vou com vocês, até porque contando minha história vocês poderiam me ajudar...—

Caso o homem começasse a andar, o seguiria contando pouco a pouco minha história — Apesar de ter falado um nome antes, apenas uso um nome falso para minha... proteção — olharia para os dois esperando alguma reação e logo continuaria — Meu nome verdadeiro é Chloe Kaminari, mas quando eu estiver no bar da Ana me chame de Seraphine. — olhei principalmente para o garoto de cabelos brancos — A alguns anos atrás houve um incêndio no orfanato em que eu morava e com isso muitas crianças acabaram perecendo — pararia um pouco que ambos assimilassem as informações e daria seguimento a história — Estava na cozinha preparando a comida junto as outras mais velhas do local, não tive tempo de reagir ao ataque por um dos focos de explosão ser justamente onde eu estava. Com isso acabei me separando de meu irmão gêmeo. E agora eu to aqui... procurando-o. — caminharia por um tempo em silêncio e logo continuaria — Eu preciso achar meu irmão... O nome dele é Diego. Não sei se ele está nessa ilha ou não, mas se não estiver, eu preciso ter qualquer pista sobre o paradeiro dele. —






Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
Legendas:



Última edição por Chloe Kaminari em Qui Jun 03, 2021 3:13 pm, editado 1 vez(es)

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Saru
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Eu antes teria recebido um cascudo e uma bronca por nao pagar coçava, a ruiva recebia dinheiro e palavras do meu avo, ela falaria sobre ordens da ana e eu logo falaria.
-Eu nao tenho a culpa eu nao sabia que era para pagar, Ana sempre oferecia comida para mim quando passo por la.
A Ruiva começaria a falar sobre seu irmao, e sua historia, enquanto ela ficaria contando a historia eu ficaria distraido olhando para ela de todos os lados enquando ela falava, mexia no cabelo, cutucava no ombro, na bochecha e ate ficaria vendo a diferença de altura entre nois.
Depois disso eu caminharia um pouco entre eles ouvia meu avo a falar sobre me liberar se ela quizer para eu faser uma tour da cidade, eu logo comemorava.
-Yayyy. Olharia para a ruiva com olho que nem gato faz quando quer algo.
Mas ela logo falaria que ia com conosco, parecia que algo tinha caido em mim me deixando ruim.
-Naooo, mas porquee. Ficaria no chao um pouco desiludido com a deciçao.
Mas eles provavelmente iriam andar, e eu logo me levantaria -Hey espera ai velho.
Enquanto caminhavamos a ruiva falaria sobre seu nome verdadeiro, seu nome era Chloe Kaminari, eu estaria olhando para o corpo dela enquanto caminhavamos para ver os detalhes da sua roupa, mas a mesma ao revelar sobre o nome olharia para mim e eu rapidamente viraria a cara para outro lado.
-Sei de nada, fiz nada. Falaria baixo.
Ela falaria sobre sua infancia eu ouvia a historia e depois coçaria o meu ouvido com o dedo e falaria baixinho.
-Por onde e que estaria a marinha quando era preciso nao é mesmo. Dizia olhando de lado para o meu avo.
Apos ela terminar de falar sobre seu irmao e falaria.
-Ahh seu irmao, deve ser maior que tu, talvez bem vestido. Enquanto falaria chutando aparencias ou looks aleatorios acenando com as maos.
Pararia e dizia -Ahh sim com certeza..... nao conheço.
Ainda olhando para ela eu falaria. -Mas eu posso contar algo, por alguma razao uma nobre causou problema supostamente raptada por bandidos das montanhas e a marinha ta chata pediu ajuda ao meu avo que por sua vez ele me arrastou pela poha da cidade ate aqui a floresta pra eu supostamente ajudar num problema da marinha, e por sua vez tu vens junto... bom acho que é tudo, so para saberes onde tamos a ir e o que fazer.
Olharia para o meu avo para finalizar.
-Pelo menos deviar ter contado logo para ela o que vamos fazer.
Bom nao teria mais jeito eu teria que ir junto com meu avo e a Chloe ate ao monte para procurar os bandidos.



Histórico:
Objetivos:

Resumo da Ficha:
Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo

Narração, Post 9


Vila Foosha

Kuro


Kuro havia se perdido no pequeno vilarejo, mas não podemos julgá-lo, afinal, quem nunca se perdeu em um local desconhecido? O que importa é que depois de seguir a barulheira causada por uma festança o rapaz conseguiu encontrar o bar da Ana.

Adentrou no bar e viu mais de vinte pessoas que bebiam felizes enquanto cantavam e festejavam. Tinha até um homem bem gordo que acariciava a barriga enquanto suspirava sorrindo. "Que comida gostosa! ainda bem que eu comi uns três pratos” ele dizia quase sem forças (de tão empanturrado que estava), conversando com uma mulher ruiva e um homem negro com dreads.

Kuro observava os rostos dos que ali estavam presentes, mas nem todos tinham o rosto visível. Algumas pessoas se beijavam, outras dormiam de tão bêbados com a cara enfiada na mesa (alguns dormiam com a cara enfiada no balcão também), e alguns simplesmente estavam com a cabeça enfiada em algum balde para poder vomitar.

Sendo assim seguiu até o balcão e se apresentou para Ana, talvez a atendente pudesse ajudá-lo, sendo assim perguntou sobre o homem com cicatriz no rosto.

-Olá Kuro, seja bem vindo a Foosha! Você está procurando o Sr. Lúcio? Que sorte a sua! Ele é esse homem que está do seu lado.

Do lado de kuro havia um homem sentado fedendo a sakê, Seu rosto não era visível pois estava com a cara enfiada no balcão enquanto resmungava para si mesmo.

-Moleque metido... Como assim eu não sou interessante?... Eu já até quase entrei na grande rota… Eu sou interessante sim… Eu sou o grande capitão Lúcio….




Floresta Midway

Chloe & Saru


Chloe recolheu a nota de 50.000  que o avô de Saru lhe entregou, depois disso a mulher se propôs seguir caminhando com Saru e Zeno.

—Não sou apenas uma cozinheira, meu senhor, sou alguém muito capaz de me proteger.- Dizia um pouco chateada por conta do comentário do marinheiro aposentado.

-Me perdoe madame -Zeno sorria olhando para Chloe - Eu não tive a intenção de subestimar a sua força. Sendo assim, você será uma boa ajuda caso as coisas saiam do controle.

-Por onde e que estaria a marinha quando era preciso nao é mesmo? - Dizia Saru em tom de deboche, o que lhe rendeu mais um cascudo na cabeça desferido por seu avô.

-Respeite a marilha seu moleque ingrato! Quem você acha que bancou suas despesas até hoje?

A mulher contou a sua história enquanto o trio recém formado seguia pela trilha.
Zeno ouvia tudo atentamente, já Saru estava inquieto e sequer parou para se importar com a história contada, em vez disso estava a analisar Chloe entre olhadas e cutucadas.

Após um quarto de hora, o trio já estava no meio de uma mata densa repleta de diversos sons de animais e alguns assobios estranhos seguidos de barulhos de folhas que denunciavam movimentos bruscos. Haviam por ali algumas árvores frutíferas carregadas de maçãs (macieiras), mamões (mamoeiros) e bananas(bananeiras).

Chloe terminou de contar a sua história e para o seu espanto Zeno estava segurando as lágrimas para não chorar. O velho estava buscando as melhores palavras para dizer à Chloe quando Saru começou a opinar sobre a aparência do irmão desaparecido, só pra no fim dizer que não conhecia ninguém assim.

-Se não vai ajudar cale a boca!!! Não faça piada da tristeza dessa dama!!

Seguiram a caminhada, mas dessa vez quem começou a falar foi Saru. Ele explicou para a moça tudo o que estava acontecendo e por que eles estavam indo para o Monte Colubo.
Zeno olhou para o neto com uma cara torta, não gostou muito de ver o neto contando para uma desconhecida sobre os detalhes da missão, mas ao final soltou um pequeno suspiro.

-É, talvez seja melhor que ela saiba onde está se metendo…

Seguiram para o Monte Colubo subindo a trilha sem parar.





Goa,Cidade baixa

Mané


Mané deu meia volta e partiu em disparada na direção de Maka, entretanto, só correr não seria de grande ajuda diante de tal situação. Sendo assim decidiu utilizar das caixas amontoadas no local para atrapalhar o progresso de seus perseguidores.

enquanto corria, arremessava algumas das caixas para trás (só algumas, pois haviam algumas que eram pesadas demais para que o rapaz pudesse movê-las.

Meia-Noite fez o máximo que conseguia para ajudar o companheiro humano, mas as caixas eram pesadas demais para a força do pequeno macaco. Depois de tanto se esforçar em vão, Meia-noite desistiu de tentar empurrar as caixas, correu pelo chão recolhendo o máximo de pedrinhas que conseguiu carregar com um braço.

Feito isso, subiu em Mané, se posicionou no topo da cabeça do rapaz e começou atirar as pedrinhas nos guardas reais. A estratégia de Mané e Neia-Noite funcionou e isso fez os guardas ficarem cada vez mais distantes.

Em certo momento da perseguição o rapaz alcançou a menina e a carregou para que pudesse fugir sem mais problemas, afinal as pernas longas e o preparo do artista eram bem mais eficientes do que as pequenas e curtas pernas da menininha.

Seguiram pelo caminho da esquerda e continuaram correndo até saírem daquele beco.
Depararam- se com uma rua cheia de comércios, pessoas e mais guardas. Foi quando Maka apontou para uma grande escadaria que se encontrava a alguns metros à direita de onde eles estavam.

-Precisamos seguir por ali se quisermos dar o fora dessa cidade!! - A menina já estava se sentindo tão à vontade no colo de Mané que já o tratava como uma “montaria” - Bora logo moço, se não eles vão roubar o tesouro… - Ao falar isso, Maka calou-se abruptamente e levou as mãos à boca. seus olhos agora demonstravam um medo que Mané não saberia explicar.

-Esqueça o que eu falei, só bora descer essas escadas logo pra que os guardas não nos peguem!!! VAI!!

Atrás de Mané, os guardas que o perseguiam estavam chegando cada vez mais perto.




Área florestal, Monte Colubo

Diego


Diego estava deveras preocupado com Terra e se prontificou a ajudar no que fosse nevessário

- Eu a encontrei assim, não sei quem fez, mas quando eu descobrir... Garanto que ficará pior que ela. Mas no momento só quero que ela fique bem, posso ajudar em algo?

Enquanto isso, os amigos da mulher corriam para tratar de seu ferimento.

-Não se preocupe com vingança agora, xuxu- Dizia Jacob - O importante agora é cuidar da saúde da Terrinha!

Adentraram no chalé e levaram-na para o quarto onde ela poderia receber um tratamento com melhores condições. Lá, Diego pôde ver que Terra, Jacob e o homem baixinho eram apenas alguns dos que lá viviam. Para falar a verdade, a julgar pela quantidade de camas, devem ter pelo menos umas quinze pessoas vivendo naquele local.

Na porta do quarto havia uma multidão de pessoas curiosas que observavam o que se passava lá dentro.

O homenzinho começou a tratar da ferida na perna de Terra, vez ou outra pedia algum material médico para Diego ou Jacob e estes iam buscar sem demora.
Finalmente, depois de meia hora, os primeiros socorros já haviam sido feitos e a mulher adormecida já não estava mais em perigo.

-Muito obrigado por ajudar a minha irmã - Falou Jacob -Eu estou em dívida com você. Você deve estar bem cansadinho, o que acha de eu te fazer uma massagem especial?… Se é que você me entende…. - Finalizou a fala soltando uma piscadela sensual para o espadachim.

-Deixe de indecência Jacob! Seu tarado! - Falou o homem baixinho - Agradeço demais por salvar a vida de nossa irmã. Eu me chamo Ochio e esse gay depravado é meu irmão Jacob. Prazer!

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 Dupla10

-Quem você chamou de depravado? Seu piratinha de aquário!!!

-Quem você chamou de piratinha de aquário? SUA BIBA!!!

Os irmãos se estapearam por alguns minutos, mas logo pararam de brigar tão rápido quanto começaram.

-Enfim, nós somos bandidos da montanha, mas pelo visto até as montanhas podem ser mortais para a gente se não andarmos atentos não é mesmo? QUO-QUO-QUAAAA!!! - Dizia em gargalhadas.

-Você tem interesse em se juntar com a gente? Se quiser eu posso falar com a senhorita Kopler.

Neste momento um grito masculino ecoou advertindo o perigo - Entrem em formação, tem marinheiros vindo para o nosso chalé!!!

Em menos de dois minutos todos os bandidos da montanha estavam armados na frente do chalé, aguardando a chegada dos marinheiros.

Chloe, Saru e Zeno caminhavam tranquilamente pela trilha até que finalmente avistaram o chalé dos bandidos.

-Oque é que você quer aqui ZENO??? - entre os bandidos havia uma mulher alta com cabelos negros lisos, suas vestes de couro talhado indicavam sua alta patente entre os bandidos e na mão direita segurava um taco de baseball cheio de pregos e arame. Esta é Elma Kopler, a líder dos bandidos - Eu pensei que o nosso trato ainda estava de pé… Espero que tenha um bom motivo para aparecer aqui com esses seus subordinados de merda!




Ana- Aparência
Gordo- Aparência
Lúcio- Aparência
Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Jacob - Aparência
Ochio - Aparência
Elma Kopler - Aparência

Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Tabela de preços:
Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Como Se Aqui Estivesse






Ouvir as palavras do que seria o irmão de terra não me deixaram mais calmos, no entanto, fiquei conscientizado, a vingança poderia vir depois de a jovem estar bem ou minimamente estabilizada. Adentramos o chale e uma vez dentro vi ser tudo muito rustico, no entanto, o fato que pude constatar era que a jovem não morava apenas com aqueles dois irmãos, pois mais pessoas usavam aquelas demais camas, ou eles estavam esperando por muitas visitas. Logo minha primeira opção se mostrou correta, na porta uma multidão de aninhava no pouco espaço quela tinha de maneira a ver algo, ao que tudo indicava não era apenas aqueles dois, ou melhor, nos três que nutriam preocupação pela jovem. O pequeno homem logo começou a tratar da ferida na moça, vez ou outra o auxiliei buscando algum item que o mesmo precisava. Após meia hora meu alívio veio com o minuto seguinte, com os socorros aplicados a jovem repousava com um anjo querubim já fora de perigo... Estava realmente feliz por não a ter que ver morrendo, e rapidamente vi que outra pessoa estava igualmente feliz, mas de outra forma.


- Penso que podemos arrumar outra forma de pagar essa dívida, neste caso da massagem... Prefiro que a própria Terra a faça. – Diria para o afeminado ao tempo que tornava meu olhar para os lábios da jovem que estava louco para beijar.


Não teria muito tempo de resposta, visto que seu irmão logo se intrometeu com suas devidas apresentações, Ochio e Jacobi. Foi um tanto cômica a cena que se seguiu, os dois começaram a brigar muito parecido com as vezes que arrumava problemas somente para que minha irmã fosse enviada... Não tínhamos tantas oportunidades de ficarmos juntos dado que ela começou a ajudar a senhora Kinds, eu somente queria passar um tempo com ela... Foi tudo que podia fazer e não me arrependo de nada... Minha Chloe... As vezes até parece que posso escutar sua voz do lado de fora, como se estivesse tão próxima de mim, como se bastasse eu apenas sair lá fora e vê-la... Meus pensamentos foram afastados pela imagem da jovem diante de mim que fizeram-me lembrar da realidade, triste, mas ainda sim, realidade. Minha irmã estava morta e eu tinha que seguir minha vida de alguma forma, sei que seu espirito nunca me deixou é deseja que eu seja feliz. Também me foi informado que eles eram bandidos da montanha e até mesmo ganhei um convite para me unir a eles. Todavia antes que pudesse responder algo um grito informou que os vermes... Quer dizer, marinheiros, estavam se aproximando.


- Bem... Suponho que conseguem resolver isso sozinhos. – Disse então me aproximando de Terra que repousava na cama, dormindo. Pensava no esforço que foi chegar até aquele local e ainda mais a tempo de salvar a garota. – Foi por pouco lindinha, se eu tivesse me atrasado um pouco mais... Se eu não tivesse escolhido passar pela floresta, você poderia estar morta agora. Mas eu não deixei que algo te incomode em seu descanso. – Disse então tentando me aproximar e tocar os lábios da menina com os meus num beijo delicado. Seguraria sua mão até que a situação se resolvesse ou piorasse, minha prioridade era a menina e se alguma luta que pudesse a afetar acontecesse, não me importa quem diabos fosse... Eu iria me meter.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Civil
Montaria Lv 99

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Que merda! Eu já estava em uma situação de bosta antes, aí essa garota me pede ajuda para fugir de casa, mesmo se eu entregar ela agora ninguém vai acreditar em mim, a confusão na Igreja já acabou comigo.

Consegui pegar a garota e o Meia-noite, sorte que ela não era tão pesada. Mal conseguia ver os guardas tropeçando nos caixotes, mas pelo barulho que fazia sabia que estava funcionando, se mexer naquela armadura deve ser terrível! Não demorou muito para que chegássemos a uma rua cheia de gente, quando eu avistei as capas brancas, sabia que era pra sair dali e àquela altura Maka já apontava para uma enorme escadaria.

Disparei em direção as escadas enquanto a pequena falava alguma coisa sobre roubar um tesouro, não consegui me importar muito, só queria sair daquele local antes que algum guarda pusesse a mão em mim.

O meu foco seria o mesmo, preservar os dois pequenos que estavam comigo ao passo de que tentava fugir dos guardas, para isso, desceria as escadas o mais rápido que fosse possível mantendo o meu equilibro e a segurança dos que eu carregava. Quando acabassem as escadas, continuaria correndo para o mais longe possível, entrando nas árvores da tal floresta caso fosse necessário.


fala - #00FF00



Informações Importantes:

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Chloe Kaminari
Estagiário


10º - Marinheira? Mas nem fodendo

Chloe Kaminari


Porque contar minha história para aqueles desconhecidos? Talvez seja essa a pergunta que você está se fazendo nesse momento, ora, não existe outra resposta obvia do que eles são moradores daquele lugar.  O garoto era conhecido de Ana pela forma que se tratavam, o que remetia a um conhecimento de longa data.
Não precisa ser um detetive para perceber isso.  Conforme a história era contada, o homem mais velho parecia se emocionar, não haviam lágrimas aparentes, entretanto o suave marejar dos olhos e a força que fazia para manter sua pose de machão frente a uma desconhecida era um tanto obvia demais, porém... mesmo em meio a palavras tristes o garoto de cabelos brancos começou a brincar de forma estranha, cutucões, medindo nossas alturas... aquilo me irritou um bocado.  O marinheiro parecia arrependido pela forma que me tratara, ao fim de toda a história olhei um tanto irritadiça para o jovem .   — Pelo jeito nunca viu uma mulher ou sequer sabe como tratar uma dama. E se me cutucar mais uma vez eu te garanto que vou pegar o seu dedo e enfiar tão fundo no seu rabo que o próximo que tirar ele de lá vai ser coroado rei! —

Não, eu não estava de TPM, apenas odiava ser tratada como um animal acorrentado a qual você pode fazer o que quer sem receber uma ou duas mordidas em troca.   — Me perdoe pelo que o senhor ouviu, mas esse seu ... filho talvez? Enfim, ele parece uma criança que não teve a atenção devida. —

O restante do tempo me mantive calada, a caminhada foi um tanto  calma e até mesmo proveitosa, por mais que tentasse, o garoto não sabia a hora de calar a boca. Olhei para o mais velho apenas negando para o mesmo, já estava acostumada ao preconceito por conta das roupas simples que costumava usar. Em meio a floresta, pude notar as mais variadas frutas, tentaria marcar qual parte do caminho se encontravam para então voltar e recolher as mesmas e pagar minha dívida com Ana.
O garoto contava do que se tratava aquela caminhada, uma nobre sendo raptada? Um tanto estranho, nem sabia que haviam nobres naquele lugar. — Nossa, espero que consigam achar logo essa pessoa. — soltei sem animo algum, talvez a caminhada estivesse tirando minhas forças naquele momento, mas ainda precisaria reabastecer o que tinha gasto até o dia seguinte.

A caminhada longa aos poucos parecia ter seu fim, uma espécie de construção no meio da floresta já podia ser vista e de lá pessoas um tanto quanto agitadas pareciam vir para fora nos receber.  Trajando couro e com cabelos tão negros quanto a veste, uma mulher se pronunciava em meio aos demais, talvez a líder deles. Eu não ia me meter até que a frase dela fez meu sangue ferver de uma forma, que perdi completamente a postura frente a todos. — Primeiro sequer fala bom dia e ainda ofende as pessoas?  Oh moça, olha só, você pode até me chamar de merda, mas não me chama de marinheira ok? — dava uma pausa dramática esperando a reação da mesma ou até dos outros. — Se bem que os dois são a mesma coisa, mas ao menos a merda não queima o orfanato onde eu morava nem me separa do meu irmão. —

Olhei para o homem que havia subido comigo e com o garoto. —Não sei quem foi o filha da puta que me separou do meu irmão Diego, mas eu juro pelos sete mares que quem mandou queimar o orfanato da senhorita Kinds vai comer capim pela raiz. —

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Kuro Tempest
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THE
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SPARK OF HOPE
A bela moça se mostrou bastante simpática a princípio. Cumprimentou-me com educação e me deu as boas vindas ao vilarejo. Não era a primeira pessoa a me mostrar tal recepção, mesmo que alguns ainda fossem um tanto quanto, estranhos por assim dizer. —‌ Obrig... ‌—‌ Meu rosto ficou vermelho quando a mulher sinalizou que aquele quem procurava se encontrava ao meu lado. —‌ Ah, sim, muito obrigado. ‌—‌ Essa sensação se esvaiu quando me voltei para o homem, e o vi com a cara enfiada no balcão bastante bêbado.

Não imaginava que o encontraria naquele estado, mesmo que tivessem me indicado aquele bar, onde todos bebiam bastante. —‌ Creio que será um pouco difícil conversar com ele. ‌—‌ Olhei sem jeito para a mulher do outro lado do balcão, soltando um leve suspiro enquanto tentava pensar em algo que pudesse me ajudar naquela situação.

—‌ Hey. ‌—‌ Ouvindo o que o mais velho acabara de dizer me surpreendia. Não tinha noção de que ele era um capitão, mas me perguntava se ele era da marinha ou apenas um pirata. —‌ Humm. ‌—‌ Suspirei mais uma vez, voltando minha atenção para Ana na tentativa de conseguir uma ajuda. —‌ Então, tem algo que eu possa dar a ele para que acorde? Um remédio, uma bebida, qualquer coisa. ‌—‌ Naquele momento não estava lembrando que havia dado todo o meu dinheiro pela arma que carregava.

Se conseguiria falar com o homem? Naquele estado, certamente não. Me sentia um pouco incomodado naquele ambiente, onde não tinha costume de frequentar. Caso a única opção fosse esperar, pedia um copo d'água, por não ter mais dinheiro, e então ficaria sentado ao lado do homem esperando-o acordar.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

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Saru
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Mais uma vez eu recebia um cascudo do meu avo, pelo meu comentario sobre a marinha, eu coçaria a minha cabeça.
-Aiiii, so comentei.
Chloe tambem reclamaria ou melhor ameaçava de eu cutucar parecia ter ficado nervosa, ao ouvir a ameaça dela, eu dava um passo para tras meio que de susto e ficaria espantado com a reaçao.
-Eu sei muito bem tratar uma dama, so tava a analisar sua postura. Logo de imediato eu ouvia o meu avo onde o mesmo me reprendia de novo sobre eu falar que nao conhecia o irmao de Choe.
-Se não vai ajudar cale a boca!!! Não faça piada da tristeza dessa dama!!
Colocava as maos atras de cabeça e olharia para o lado em quanto andava e falaria  baixinho.
-Nem estou tentando, so falei que nao conhecia.
Nesse mesmo momento que olhava para o lado eu via arvores com diversas frutas, maças, mamōes e ate bananas, arvores frutiforas, cada uma de frutas diferentes, eu ouvia uns barulhos estranhos que nao pareciam ser de folhas, mas talvez seja animais a andar, enquanto meu avo comentava sobre eu ter revelado os detalhes para ela, eu na verdade teria me distraido com as arvores de frutas..... "  3 sons de bater e um ai no final" seriam notados porem meio distantes pois Zeno e Chloe teriam continuado a caminhar sem notar de eu ter parado, para pegar umas frutas, chutando as arvores, embora a do mamao teria so caido uma e teria sido na minha cabeça, eu teria pegado algumas frutas das que cairam e logo acalçaria eles sem eles perceberem.
Chegando finalmente ao final da trilha nois teriamos chegado ja perto da chale dos bandidos, e parecia que de algum jeito ja estariam a espera de nois , e no meio da recepçao daria pra ver uma mulher vestindo roupa de couro e na mao um taco de baseball com prego e arames, ela chamaria meu avo e falaria de um acordo parece que os dois se conheciam, eu olharia para ela notando os detalhes "Hmm roupa justa, bandida interessante", eu via a Chloe na qual rapidamente reclamaria com a Mulher de couro sobre ela falar sobre supordinados aparentemente Chloe nao gostou disso, e a mesma falaria nao so apenas sobre isso como tambem sobre a marinha, dando um pouco a entender que a marinha teria feito algo ao orfanato a mesma falaria sobre sete mares... apos a fala da Chloe uma voz soando como se tivesse a boca cheia seria ouvida -Sete? Achei que eram 4, deves ter me ensinado mal velho.
Eu olharia para meu avo e falaria meio mastigando.
-Hm conheces ela avó? Me apresenta, ela parece interessante.
Se meu avo ou Chloe ou ate mesmo a lider olhassem para mim, eu estaria com um pouco de fruta sobre um braço contra o meu peito, duas maças, um cacho de bananas  faltando duas e um mamao e comendo uma maça.
Olharia para ambos como se nao fosse nada enquanto comia.
"Mastigando"-Alguem quer uma maça ou uma banana?Peguei frutas das arvores...Chutei elas um pouco, e humm sao boas. "Mastigando




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Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo

Narração, Post 10


Monte Colubo, Interior do chalé

Diego


Ochio, Jacob e os demais bandidos correram para frente do chalé receber cordialmente o trio de “marinheiros” que se aproximava. Diego entretanto não deu muita atenção para a situação, para ser mais específico, toda a sua atenção estava voltada para a moça de seios pequenos chamada terra.

O jovem espadachim poderia ter ido para o lado de fora mas preferiu ficar ali a sós com a dama para poder lhe dar seus cuidados extra-medicinais. Por um breve momento, perdeu-se em seus pensamentos e no meio daquela nostalgia até pensou em poder ouvir a voz de sua amada irmã ao lado de fora. Se ao menos Diego soubesse que aquela voz não era só sua imaginação...

Aproximava-se de Terra logo após proferir as suas palavras amorosas, foi quando viu a moça despertar graciosamente. Os olhos de Terra analisavam perdidamente o local, a mulher parecia confusa mas logo se localizou em casa. Fitou Diego por um breve momento e respondeu com um sorriso aliviado.

-Meu corpo e minha vida pertencem a você, meu salvador… - A mulher descansou uma das mãos sobre o pescoço de Diego e com a outra começou a acariciar o peitoral do rapaz - Ainda bem que você é bem forte ein… Eu amo ser carregada, sabia?

E com apenas um leve impulso, puxou Diego para mais perto e deu-lhe um beijo apaixonado.




Vila Foosha, Bar da Ana

Kuro


O rapaz finalmente encontrou o tal Lúcio afogado em seus pensamentos depresivos,mas ficou envergonhado de puxar assunto com ele neste estado.

Ana voltou para o balcão e ouviu o pedido de Kuro.

-Esse ai não precisa beber nada pra melhorar não, já tá bebum até demais! - Ana respondeu.

-Bebum de mais nada!! - Lúcio retrucou - Eu só estou pensativo… pensando no quão insignificante eu sou…

Lucio abraçou Kuro e começou a chorar em seu peito.

-Eu sequer sirvo para ser um bom exemplo de pai!! - As lágrimas do bêbado encharcaram o manto carmesim que o espadachim vestia - EU pensava tanto em virar um pirata famoso para dar orgulho para ela, mas eu só tenho uma mísera recompensa de 700.000 Berries. Buaaaaaaahh.

Enquanto o homem choramingava, Ana trouxe duas canecas de cerveja malte negro. Uma para Kuro e outra para Lucio - Espero que paguem por isso! Já aguentei o máximo de calote que aguento por um dia.  

-Valeu Aninha!! Ei moleque se sirva, é por minha conta! Foi mal por esse papelão - Lúcio entornou a cerveja em poucos goles e ao bater a caneca no balcão já não estava mais triste - Pois então garoto, você tá me procurando é?  Qual foi?



Reino de Goa, Subúrbios

Mané


Ao final das escadas, Mané se deparou com uma enorme quantidade de casas, ruas e vielas. Aquele era o Subúrbio de Goa, um local mais periférico no qual as pessoas que lá habitavam não eram mais tão ricas como as que estavam nas ruas de cima.

O menino, a menina e o macaco seguiram esgueirando-se pelos becos despistando os guardas que ainda perambulavam pelas ruas à procura da garota desaparecida.

Mané seguiu correndo com Maka em seu colo e Meia-Noite agarrado aos seus cabelos para conseguir se manter de pé em sua cabeça.  Vez ou outra, a menina apontava o caminho que Mané deveria seguir e gritava “Vai por lá menino!!” ou  “Ali, rápido!!!”

Depois de muita correria, o trio chegou em uma muralha enorme onde havia um portão que estava fechado. O cheiro daquele lugar era horrivel, mesmo assim o portão estava sendo vigiado por dois guardas pomposos.

-Só tem uma forma da gente ir pra floresta, temos que passar por aquele portão, mas eles com certeza vão nos revistar…. E se me acharem vai estar tudo perdido… Você tem alguma idéia de como podemos passar???

Aquele portão era o último obstáculo que separava Kuro e Maka da floresta, entretanto tem dois guardas que podem frustrar os planos da dupla.



Monte Colubo, Exterior do chalé

Saru & Chloe


Do lado de fora do chalé, Elma Kopler bradava furiosamente com Zeno quando Chloe interferiu e se meteu na conversa. Enquanto isso, Saru apenas mastigava uma das frutas que colheu no caminho.

Por falar nisso, alguns momentos atrás, quando ainda subiam a trilha, Saru parou para colher algumas frutas. Chutou as árvores para que as frutas caíssem. Caíram apenas os frutos mais maduros, eram eles três maçãs e  quatro bananas. Infelizmente não caiu nenhum mamão.

Voltando ao presente momento, Chloe e Saru terminaram de dizer suas respectivas falas e por incrível que pareça ambos receberam repreensões.

Elma olhou para a ruiva com um olhar de aprovação mas as suas duras palavras revelavam uma opinião bem diferente.
-Você é uma mulher durona e eu aprecio isso, por isso vou relevar sua insolência. Mas não me importo nem um pouco com a sua história de novela dramática. Se ponha em seu lugar e deixe os mais velhos conversarem, ou na próxima vez eu vou enterrar esse taco na sua cara. EI ZENO, MANTENHA SUAS CRIANÇAS EM ORDEM! - Se Chloe olhasse para Zeno, o velho faria um sinal com a mão para que a garota se acalmasse.

Já Saru levou mais uma repreensão de seu avô, esta foi direcionada ao deboche quanto aos ensinamentos do velhote.

-Você que aprendeu mal. São sete mares sim! - O velho começou a contar com os dedos enquanto citava - South Blue, East Blue, North Blue, West Blue e os dois Calm Belt’s que isolam o último e mais perigoso mar, a Grand Line... E não fale mastigando!

Elma e Zeno se encararam e depois de alguns segundos o velho começou a articular sua fala.

-Você sabe muito bem o que me trouxe aqui Elma, Uma nobre do Reino de Goa sumiu e tenho indícios de que você e seus seguidores estão envolvidos nisso.

Elma se enfureceu ao ouvir a explicação do velho e demonstrou isso para todos, batendo fortemente o taco no chão - Isso é uma baboseira! Você me conhece há anos e sabe muito bem que eu não sequestro pessoas. Vai ver, ela só fugiu de casa. Goa é cheia de pirralhos mimados que acham que a vida de bandido é uma maravilha.

-Você diz isso, mas os pais da menina dizem ter visto uma bandida fugir pela janela da cozinha, além disso um dos guardas do portão relatou ter atirado contra uma mulher com a mesma descrição da meliante, que por sinal estava acompanhada de alguém encapuzado com a estatura de uma criança.

-Já falei, isso é baboseira!- A mulher vociferou - Isso tem cara de gente querendo me incriminar. Eu tenho os meus assuntos na capital e isso você já está cansado de saber, mas eu não sequestrei ninguém, principalmente uma criança nobre.

-Então não vai se importar se a gente der uma olhadinha aí dentro não é mesmo? - Zeno retrucou.

-Fique à vontade, a mulher do relatório está lá dentro se recuperando do tiro que os seus amiguinhos deram, então não a incomode!

-Não se preocupe Elma, só quero me certificar de que não tem nenhuma criança aqui.

-Você é um burocrata de merda mesmo, Pelo visto a minha palavra já não vale de mais nada para você - Elma se virou apontando com o braço direito para a porta - Entre e veja com os seus olhos então!

Zeno Seguiu para dentro do chalé e acenou para Saru e Chloe para que o acompanhassem.

-Venham, seis olhos serão melhores do que dois.





Ana- Aparência
Lúcio- Aparência
Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Terra- Aparência
Elma Kopler - Aparência


Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:4 bananas e 3 maçãs (post 10)
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Diego Kaminari
Estagiário




De Corpo e Alma





Seus olhos se abriram como o nascer do sol de um lindo dia, um dia tão especial que você se sente eufórico so de estar vivendo ele. A confusão em seus olhos era bastante aceitável, visto que a menina enfrentou a morte e a última coisa que se lembrava era de estar sendo carregada. Contudo, sua noção logo voltou assim como a atenção se recaiu sobre mim, e o que ela disse em seguida... Ai meu Deus, meu coração palpitou de uma maneira tão intensa que muito parecia que meu peito não tinha espaço para ele. Seu corpo e vida pertenciam a mim... Já que ela está afirmando isso, nada mais justo do que eu aproveitar do que me pertence, não concordam?

Por fim a mesma cita algo sobre minha força e que ama ser carregada, àquela altura já estava olhando para seu lindo corpo imaginando o que teria por baixo daquelas vestimentas, até que para minha alegria a garota me puxa num beijo apaixonado e intenso. Minha língua explorava sua boca como um aventureiro explora uma ilha nova e desconhecida. Caso a intensidade aumentasse minhas mãos estariam percorrendo seu corpo visando conhece-la com meu tato, porta aberta? Foda-se! Quem passasse que fechasse... Não seria nenhum segredo o que estaria acontecendo ali.

- Você tem certeza que aguenta? Quer mesmo isso, Terra? – Diria em meio a respiração ofegante de desejo que estava tirando o ar e implorando pela jovem.

Eu já estava sem camisa e descalço, minha cicatriz estava exuberante em minhas costas, então buscava deixar a jovem mais igual a mim, logo tentaria retirar suas vestimentas e o que lhe cobrisse tomando cuidado com seu ferimento é claro. Por último destacaria a última peça de roupa do meu corpo deixando-me completamente nu em todo meu esplendor, aquela altura se a jovem estivesse concordando com tudo ela estaria de igual forma e eu poderia ver cada centímetro de seu corpo desnudo, exceto pela parte onde aconteceu o ferimento que estaria coberto com uma faixa. O que aconteceu depois? Obvio né! A pergunta certa seria, qual foi a intensidade que aconteceu? Isso posso responder, o mais intenso que a menina aguentasse sem sofrer dor, depois de tanta tormenta... Ela merecia momentos de um grande e puro prazer.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


11º - Cicatrizes... O beijo de despedida entre amantes.

Chloe Kaminari


Por mais que as histórias possam ser tristes, as pessoas sempre julgam antes de ouvir completamente. Isso é um erro tão comum que por vezes deixava aquele sentimento de raiva e ódio voltar à tona trazendo com ele todo o fogo e fúria que as lembranças ruins alimentavam.
Ouvi as palavras da mulher em silêncio, zeno tentava me acalmar com suas expressões. Talvez… apenas, talvez se não fosse um marinheiro eu até poderia chamar o mesmo de Avô como respeito, mas não seria naquele momento que eu faria tal coisa.
—Kopler, me faz um favor… Enfia suas palavras de volta pela garganta. Vou lhe respeitar apenas por ser a dona desse pedaço e estar em maior número. Você não me conhece pra dizer se a porra da minha história é de novela ou não, então por favor. — não havia qualquer sinal de ódio para a mulher, mas as palavras poderiam parecer muito mais ríspidas do que o que eu desejava.
A repreensão para o garoto comilão foi um tanto quanto inesperada. Eu sempre usei aquele termo de juramento por ser algo repassado para mim dentro dos revolucionários, mas não sabia ao certo que existiam tantos mares assim.
— Esses três últimos aí eu não conhecia. Se o senhor puder me falar mais sobre… talvez seja o próximo lugar que eu vá pra procurar meu irmão. — enquanto os dois falavam, meu coração estranhamente palpitou acelerado e as lembranças voltaram em um doloroso flashback.


“As explosões começaram na cozinha, foi tudo tão rápido que pouco tempo tive para ajudar qualquer um ali dentro. A dor de ter a perna esmagada por uma viga de madeira flamejante era tão grande que as lágrimas caiam em uma cascata lenta. Como se a vida se esvaísse de meu corpo pouco a pouco em meio aos gritos desesperados daqueles que tentavam salvar suas vidas. O líquido vital e quente saia em grande quantidade pela ferida da perna e com isso o destino havia selado o fim de minha vida.
Que ironia não?
Com aquele fatídico fim, gritei... gritei em plenos pulmões até que a imagem do garoto de cabelos claros apareceu. As lágrimas não cessaram, mas o sorriso deu lugar ao choro.

— Pelo menos você está a salvo. — Falei de forma fraca apenas segurando sua mão naquele momento final. —Desculpe o pouco tempo que passamos juntos... A senhorita precisava de ajuda... era uma chance para que pudéssemos ser felizes fora daqui, sermos uma família novamente e felizes em algum lugar. — as forças começavam a se esvair, Diego protestava e tentava de todo o modo me retirar daquele lugar... suas roupas chamuscavam por conta da madeira quente que caia sobre o fino tecido — Para... Por favor... Seja feliz por nós dois...— falei o empurrando daquele lugar, sabia que ele não queria me deixar. Eu não queria morrer sozinha ali.

—Diego... Eu te amo. — as forças restantes acabaram naquela frase, tudo o que pude sentir foram seus lábios tocando os meus por um curto momento junto as lágrimas de ambos que se misturavam em uma despedida... talvez uma promessa de felicidade e reencontro no futuro..., talvez apenas fosse minha mente tentando evitar o destino certo da morte eminente. Mas aquele beijo… aquele pequeno ato de carinho ficaria para sempre guardado em meu coração.”

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Meus dedos instintivamente tocaram os lábios ao lembrar do beijo, mas porque agora? Porque aquela lembrança tinha que aparecer agora? Zeno e Elma pareciam terminar de conversar, mas um fato me chamou a atenção, ela havia falado sobre alguém ferido. Instintivamente dei um passo a frente agora visivelmente preocupada — O ferido está bem? Ou a ferida... não sei. Se precisarem de algo me avise por favor, eu aprendi o básico de primeiros socorros então posso ajudar. — Esperei que pudesse entrar, mas para minha surpresa Zeno havia me chamado para entrar.

Andei de forma rápida para o interior da casa buscando qualquer coisa que fosse diferente, principalmente o lugar onde estava a ferida. Havia uma porta aberta e logo que coloquei meus olhos lá dentro vi uma imagem um tanto... diferente.

Haviam sim uma pessoa no quarto... porem pareciam ser duas agora. A mente novamente me levou para o momento de minha despedida, a figura monumental a minha frente tinha as costas com cicatrizes... cicatrizes?

— Não... Não pode ser... Diego? — chamei uma primeira vez sem entrar no ambiente esperando ser ouvida pela figura e não apenas atrapalhando a transa de alguém. Suas características eram tão.... o cabelo branco, a pele alva com as cicatrizes rosadas... tudo aquilo poderia ser apenas conhecidência... mas eu precisava tentar ainda sim.

—Diego!— A segunda vez foi em um tom mais alto, um misto de surpresa, angustia e esperança.—Diego!!!—
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Enquanto Chloe e a Lider dos bandidos discutiam entre sim, eu ouviria o meu avó a falar sobre os mares dando uma especie de liçao e reclamaçao de falar mastigando.
Terminando de mastigar eu ficaria pensando -Hmm tem os calm belts e grand line ainda, eu nao me lembrava mais deles. Dizia ao tentar de alguma forma me lembra do ensinamento, guardaria tambem as duas maças no bolso e as restantes duas bananas no outro bolso para mais logo talvez.
Chloe parecia curiosa sobre os 3 ultimos mares que meu avo falou, a mesma comentaria sobre o irmao tambem pela cara dela parecia que ela estaria viajando nos pensamentos.
Enquanto isso meu avo falaria com a Elma, eles pareciam se entender bem apenas do conflito em o porque de estarmos aqui no territorio dela.
Eles falavam entre sim, meu avo tentaria explicar para ela o porque de estarmos aqui, e ela respondia, comforme ambos falariam eu ficaria a olhar um para o outro conforme eles se respondiam entre si, quando Elma comentaria sobre ela poderia ter so fugido de casa e sobre a vida de bandido nao ser maravilha eu olharia para o meu avo e comentaria.
-Ela tem um belo ponto avo. Ao ouvir o meu avo a responder sobre informacoes que foram dadas, eu olharia para Elma.
-Bom ele tambem tem um pelo ponto, com informaçoes fica dificil saber.
Ela se defendia da acusaçao e eu olharia para o meu avó e rapidamente falaria.
-Velho eu nao queria dizer nada, mas ela talvez possa ter razao em parte, se tu conhece ela a anos, devia dar o beneficio da duvida, alem disso o que ganhariam eles em raptar uma nobre.. dinheiro, se fosse isso ja teria havido um resgate. Daria a minha opinao para o meu avo sobre aquilo.
Meu avo pediria para ver dentro de casa, Elma permitiria e falaria sobre a pessoa ferida.
-Ferida pela Marinha, acho que vais ter que te desculpar com alguem entao avó. Dizia baixinho para apenas ele ouvir.
Chloe parecia tambem preocupada sobre a pessoa ferida e falaria que necessario ela poderia ajudar com os primeiros socorros, eu ficava supreso cozinheira e sabia ajudar com feridos.
Elma reclamaria sobre a palavra dela se nao valeria de nada, eu olhava para ela e dava um leve sorriso.
-Para mim serve de muito sua palavra e o resto tambem deve servir. Dizia olhando para ela, na qual eu logo ouviria o meu avo a pedir para entrar junto com ele e Chloe, na qual eu perdia o foco na Elma e ia entrando na casa.
Ao entrar na casa logo me depararia com uma cena meio estranha pois sabiamos que uma pessoa estaria ferida mas nao era so uma que tava no quarto parecia ser duas pessoas no quarto, uma delas tinha cicatrizes nas costas e cabelo branco tambem, a pergunta seria porque tar com tronco a mostra, a Chloe parecia que tinha visto um fantasma e falaria nome de um tal Diego que eu so poderia supor ser o tao irmao dela que ela falava.
Mas a minha atençao era na pessoa com quem ele tava, e talvez eu conseguisse ver um pouco do corpo dela, na qual depois meus olhos tentariam ver onde ela tava ferida.
-Parece que ta rolando alguma coisa, sera que tamos a interromper algo.Dizia com um pequeno riso deboche.



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A mulher se afastou um pouco e logo em seguida retornou com uma resposta que me deixou um pouco desanimado, vendo que a única maneira de conversar com aquele homem seria, esperar. —‌ Entendi, acho que o melhor é esperar. ‌— Levando em conta que meu serviço se daria de noite, teria tempo para que o mais velho voltasse a sua normalidade, ou assim eu esperava.

Ouvindo o que estávamos falando, o outro retrucou as palavras da bela dama a minha frente, demonstrando certa consciência até então. ”Ele não está tão mal?” Levando em conta que conseguia sentir o cheiro de bebida vindo dele de longe, era impressionante que ele ainda conseguia falar uma palavra conexa sequer.

”Ah droga!” Senti seu abraço apertado, o vendo choramingar enquanto molhava meu manto rubro com suas lágrimas, fazendo-me suspirar sem saber como reagir a tudo aquilo. —‌ Calma calma. ‌— Suas palavras era de alguém desgostoso da vida, que nem mesmo conseguia ter sua cabeça com uma recompensa alta. Bem, para mim aquilo era alto o bastante.

Ana colocou duas canecas sobre o balcão, uma na minha frente e a outra na frente de Lúcio, surpreendendo-me com aquilo e com suas palavras. ”Mas como é?” Primeiramente, eu não bebia, segundo, eu não tinha um centavo sequer para pagar qualquer coisa dentro daquele recinto, nem a ajuda que ela havia me dado até o momento.

Até pensei em falar algo, mas o mais velho logo pediu para que eu bebesse dizendo que pagaria por aquilo. —‌ Ah, sim, está tudo bem. ‌— Sem jeito, segurei a caneca com a bebida negra, levando-a até os lábios sentindo o gosto meio amargo daquele líquido. ”Isso não é tão bom, como conseguem beber isso?” Tentei não demonstrar que não tinha gostado por meio de uma expressão facial, mas acreditava que não estava conseguindo.

—‌ Ah, sim, eu vim lhe trazer uma mensagem do dono da loja de armas. Ele pediu para lhe dizer que sua encomenda está pronta. ‌— Minha espada ainda se mantinha presa em minha cintura, talvez um pouco coberta pelo manto carmesim que cobria boa parte do corpo enquanto ajudava no aquecimento. O mais velho estava um pouco mais sério, como se realmente não estivesse bêbado. Não tinha noção do que ele iria fazer, mas esperaria que nada de errado.

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