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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

A sailor who enlisted because she didn't want to get married

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Rael Kronin. A qual não possui narrador definido.

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A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 7 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Shiori
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Trio - Marinheiros



Rael, Ravena & Luci

Rael se questionava sobre pessoas se responsabilizar sobre a vida de outras, o que era talvez um questionamento meio estranho pra uma marinheira, que literalmente tem se importar com a vida dos outros como parte de seu trabalho pessoal diário. Mas o homem da banca ignorou a pergunta entendendo como retórica ou piada. Então ela aceitava o armário, onde ele lhe mostrava exatamente o que ela esperava: a extravagante e bela roupa típica de toureiro, era perfeita para a ocasião.

Tudo se seguiu para além das ideias onde, ela estava pronta pra comer, quando a notícia da menina da comida estragada fez ela, devolver a comida que já ia pegando pra comer, e o papo entre ela e a mulher seguiu.-Há, sim sim, eu jogo esse jogo a muito tempo digamos assim. Mas de dica, eu posso lhe dizer é seja divertida, faça as pessoas quererem ver mais.- e ela resumia muito bem o que estava sendo tratado, mas não demorava muito o show da número um tinha acabado.

E então começava o anúncio do homem no megafone, que ecoava por todo o estádio.as palavras dele empolgavam a plateia que começava a vibrar em altos gritos de animação.-Agora será a hora da nossa proxima participante, saindo da porta a direita, uma moça belíssima, de cabelos azuis, nunca vista antes pelas terras de Las Camp. A joia rara com olhos de Safiras!! RAAAAAAAAAEEEEELLLL!!!- Anunciou ele, para a entrada da mulher.

Que ia entrando no lugar trajada adequadamente para a ocasião com seu pano vermelho na mão, que era quase a bandeira que trazia aquele esporte para os holofotes. E então a voz do narrador continuava ecoando por ali.-E agora a besta. O Tirano, conhecido pela sua teimosia, raramente é desmaiado, com chifres de quase um metro, medindo seus 5 metros e pesando QUAAATROOOOCENTOS QUILOS!!! Seus pelos grandes e sedosos dão o seu nome: o Touro Cabeludo!!- e um boi enorme, de coloração marrom, soltando fumaça pelas narinas saia pela porta.

Ele parecia verdadeiramente furioso, era com toda certeza o que chamavam no esporte de touro vilão, aqueles bois que costumeiramente têm atitudes agressivas durante as partidas. Ele saia pela porta mostrando um grande ódio e já começava a se preparar pra primeira investida.

Enquanto isso as outras duas na plateia agora estavam assistindo, claro elas já haviam interagido, em principal, com as críticas de Luciferana para com aquele show barato, apesar de criticar ela acabava torcendo pelo touro na primeira luta, achando injusto o que acontecia na arena, chegando a ter as ideias de que o toureiro devia ter as pernas algemadas.

Mas quando Rael entrava em campo o papo era outro, ela já até mesmo planejava o churrasquinho de touro se elas fosse machucada pelo bicho, realmente era uma ideia e tanto para aquela situação. E com isso o show da arena começava.

O touro partiu para cima dela, onde começou uma investida frenética. Suas pontas miravam bem na garota que esquivava fazendo um passo de dança impressionante, mas não apenas isso, ela ia no ritmo da música, que tocava para toda a arena, um tango clássico, que ia moldando a flexibilidade dos movimentos dela.

A plateia parecia impressionada, pois a moça era talentosa, não se tratava exatamente da tourada, mas ela se movia de maneira muito fluida, seu rebolado, os passos, e o uso do pano para chamar atenção do bovino eram claramente impressionantes. A dança era hipnotizante.

O narrador falava naquele momento sobre como aquilo era impressionante, ele descrevia o que acontecia com maestria.-ÉEEEEEEE INCRIVEL!!! VEJAM QUE MOVIMENTOS LINDOS, É UMA DANÇA IIIIMMPEEEERDIVEL PESSOAL!! É COMO SE ELA FIZESSE O TOURO FEROZ O SEU PARCEIRO DE TAAAANGOOOO!!!- E de fato a arena vibrava, e ovacionou aquela performance, que agradava a maioria.

E a cada investida do touro ela deixava que ele se aproximasse mais, enquanto seus pés se moviam, em rodopios, e passos rápidos, brincando enquanto seguia o ritmo do tango. Era encantador e eficiente, até que no final de tudo ela parava no centro da arena em meio a sua movimentação. Era algo que todos realmente pararam para ver, como que aqueles movimentos graciosos, conseguiam ter também tanta precisão além da beleza.

O bicho que estava no pico de sua fúria, foi sedento por sangue, enquanto ela se deixava ser atingida, ela via o bicho com toda sua fúria, e quando ele se chocava com ela acertando bem em seu abdômen, as pessoas da plateia quase que instantaneamente viravam seus rostos como que não queriam ver algo muito ruim que parecia ser certamente o que ia acontecer.

A pancada realmente era forte, afinal quatrocentos quilos acabavam de se chocar com ela em velocidade. Ela sentiu a dor, mas aguentou aquilo, agarrando os chifes do bicho e com sua força bruta o derrubando, fazendo um movimento consciente, usando o peso como uma alavanca. E com isso segurava o bicho no chão que por alguns momentos quase se levantava, era realmente teimoso, e ficava perdendo o ar, mas mesmo assim brigando, até que depois de muito se debater com a moça ali o segurando, o boi havia sido desmaiado, e a vitória chegava de maneira gloriosa para a marinheira.

Enquanto isso, o narrador começava a falar, anunciando a vitória, enquanto toda a plateia urrava em gritos de ânimo, incluindo a própria Ravena.-FOI UM SHOOOOWW EEEEESSSPETACULAR!! RAEL DERRUBOU O TOURO COM SUA DANÇA HIPINOTIZANTE, TODOS PALMAS PARA ESSA DANÇARINA E GURREIRA!!- Muitos jogavam pétalas de rosas na arena que iam pavimentando a estrada para a saída da arena, as pétalas vermelhas que caiam do céu como uma chuva, eram lindas de se ver, realmente um presente digno da vitória, mesmo que ele não tivesse um valor monetário, o símbolo valia a pena.

Snow

Snow sabia o que estava prestes a acontecer e tudo isso era certamente uma das coisas problemáticas da lista que certamente poderia ficar maior. Ele logo estava com plano em mente, onde ele se aproximou do possível inimigo, ele dizia o que precisava. E o careca franzia a testa não tendo gostado nada.

Mas antes que a confusão prosseguisse e virasse algo maior, até por que o homem pareceu que tinha o sangue subindo a cabeça, até a veia da testa dilatou, a moça interveio no assunto.-Calma, esse é um mal entendido.- e via que o careca estava perdendo a calma e ia começar a xingar e descia com a mão fechada sobre a cabeça dele, dando um croque, ou para alguns o famoso cocão na cabeça dele.

Pra que ele não acabasse estragando de cara ali a relação com a autoridade, afinal por menor que ele fosse, tava de uniforme da marinha, então era alguém pra se ter cuidado, não só por força, mas por que existia uma instituição legal por trás dele.-Então senhor é…? - Ela ia dizer um nome mas cortava essa parte seguindo sua fala pra outro ponto.-Ele é meu namorado, a gente tava se provocando, eu sei que é estranho mas enfim, não tem nada de errado acontecendo.- e ela agarrava o cara dando o beijo na boca dele, e na rodadinha, a saia dela subia.

Sim, o pequenino podia ver aquela bela calcinha de rendinha 100% algodão, na cor rosa com desenhos de estrelinhas nela toda, o que tornava de certo modo uma roupa até meio fofa. Eles dois se abraçaram e se juntavam a gangue ali, começando a deixar o local, eles iam todos juntos saindo do lugar depois dessa cena. O que porra tinha acontecido ali? Sim tudo isso com toda certeza tinha sido estranho e a moça acenou pra o pequenino enquanto se distanciava dali.


Bem, aparentemente as aparências enganavam ainda mais do que o normal nesse caso, mas bem, não eram só aparencias, que porra de “Role Play” esses dois namorados estavam fazendo. Então nesse tempo Flake descia voando, e pousava perto do garoto fazendo um sinal de asa, para que ele subisse.

Aparentemente haviam homens tentando subir pela lateral do banheiro. E quando eles iniciassem o voo, ele poderia ver dois homens meio gordos de camisa laranja tentando subir na parede, e outros 5 parados embaixo olhando para ver se ele conseguia subir. E a partir disso, ele teria de tomar uma decisão.

Yura

A garota acordava de seu cochilo no meio do dia, enquanto ouvia vozes, ela parava na janela já dando aquela olhadinha, e realmente tinham soldados do lado de fora treinando, eles corriam pelo gramado, outros faziam séries de abdominais e agachamentos. Depois disso ela vestia sua roupa inimiga da moda, a tal farda da marinha. Ela saia de seu quarto enquanto sentia algo atravessar ela, era um tipo de espírito apressado, ele apenas soltava um “Desculpe” aleatório e subia pelo teto desaparecendo.

Ela então ia a sala da Tenente, onde ela batia na porta e era atendida por uma voz doce que mandava que ela entrasse.-Pode entrar.- e ao abrir a porta ela via que a mulher estava escorada na parede, sem uma farda exata, o que poderia ser um bom sinal, no fim, talvez ela pudesse customizar sua farda quando fosse de uma patente mais alta.

Mas esse nem era o choque da cena, dessa vez a sala estava sem uma mesa no momento, e a mulher estava sentada no chão com um copo de sakê do lado, dava pra ver que era uma mulher bem alta, já que seu tronco já mostrava isso, sua cabeça chegava na altura da janela, que estava a uma altura considerável do chão. Devendo medir entre dois metros e dez ou dois metros e vinte algo nessa faixa.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 7 Rider

Ela levantou dali ainda com o copo de Sake na mão. E se aproximou, agora dava pra ver mesmo a diferença de alturas, onde ela abaixou um pouco o torso pra olhar nos olhos da garota dizendo. -Bem vinda soldado Yura!! Antes de qualquer coisa, meus dois olhos se parecem? Digo algum deles parece meio estranho?- ela parecia estar testando alguma coisa, claro ela tinha uma grande cicatriz na face e talvez isso chamasse mais atenção por alguns instantes.

Então depois disso, ela removeria um dos olhos colocando ele na mão e deixando a pálpebra fechada.-É um olho de vidro Kekeke eu não devo usar em combate mas, achei que seria interessante pra questões sociais. O que acha? Ele passa despercebido?- Esse era o primeiro momento de interação entre as duas que era bastante peculiar por sinal, e carregava um certo ar descontraído, onde elas nem se aproximaram do ponto que iriam conversar ali, já que o assunto completamente aleatório destoa de tudo.

Histórico:


Legenda:


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Ex-Panda
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Post 01

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
A situação se desenrolava bem diferente do que eu havia imaginado, eu ficava meio abismado com o tipo de brincadeira dos dois, mas voltava a realidade quando ela me explicava e me perguntava meu nome.

— Soldado Snow senhorita, peço desculpas a vocês dois pela minha conclusão precipitada, porem! Tenham cuidado onde fazem esses Roleplays, pode algum dia ocasionar algo pior e seu namorado ir até preso, mas tudo acabou bem.

Por um segundo após eu me calar a moça rodava sua saia, eu podia a ver completamente por baixo, sua calcinha de renda, mas por sorte ela era mais fofa do que realmente sexy, mas isso não deixava meu coração tão mais calmo, olhava para o lado com um leve sorriso no rosto.

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Logo após isso todos iam embora deixando as coisas bem mais tranquilas, a moça acenava para mim eu devolvia o gesto, Flake chegava me chamando, algo havia acontecido eu conseguia entender isso.

— Certo amigão me leva para o perigo!

Olhava a cena do que estava acontecendo, dois homens pareciam que estavam escalando as paredes do banheiro, e alguns outros em baixo olhavam para ver se eles eram bem-sucedidos, normalmente eu já poderia chegar chutando eles na cara, mas depois do que aconteceu logo agora eu decido não fazer isso.

Guiava Flake para pousar em cima do muro do banheiro, ficaria acima deles, desceria de meu amigo e então me segurando eu olharia para eles com uma feição seria.

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— É melhor vocês terem uma boa explicação para o que estão fazendo, senão eu vou socar tanto seus corpos que não vão conseguir nem mais pensar sem ficar com dor.

Se algum deles tentasse me pegar eu me esquivaria pulando em cima de Flake e alçaria voo, se jogassem algo eu faria quase a mesma estratégia mas antes de montar eu seguraria o objeto e o arremessaria em quem estivesse mais próximo do topo do muro.
   


Historico:


Personagem:


 
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Milabbh
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02

   

   
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSE A GHOST TOLD HER TO DO SO

   
Ao entrar no cômodo, me deparava com uma mulher um tanto diferente para os padrões que havia visto até agora. Sua voz doce contrastava com sua aparência caótica, que me fazia brilhar os olhos. Era um sinal de que poderia parar de usar o horroroso uniforme branco um dia!

Com um sorriso bobo e os olhos distantes, encarava a moça. No entanto, enquanto o fazia, logo percebia algo. Ela estava sentada... No chão? A ruiva ostentava um copo ao seu lado e dava para ver que possuía uma estatura avantajada, mesmo com metade de seu tamanho naquela posição, ainda me alcançava em altura.

Quando ela se levantou com o copo em mãos, foi impossível não olhar para cima. Meu pescoço doía levemente enquanto tentava manter contato visual e notava que ela se abaixava. Não passava muito tempo e uma pergunta bem inusitada era feita.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 7 Original

Encarava os olhos dela com uma mão no queixo enquanto franzia o cenho. - Hummm... Talvez um pouquinho... Esse parece que brilha mais. - Falava sem pensar que poderia tê-la ofendido, e continuava olhando até que ela removia um de seus olhos.

No primeiro instante, ergui as sobrancelhas e abri a boca com a surpresa. - AHH! - Exclamei rapidamente antes de cobrir os lábios com as mãos e prestar atenção. - Com certeza! - Dizia balançando a cabeça frenéticamente. - Eu gostei, ele tem a cor exata do seu outro olho, então só se olhar beeeem de pertinho que dá para notar.

Sorria simpaticamente e percebia que estava tendo uma conversa bem informal com ela, fato esse que me deixava bastante feliz, afinal, não lembrava última vez que tive uma conversa agradável com alguém.

- Ah, esqueci de dizer o motivo da minha visita! - Batia de leve em minha testa e prosseguia. - Vim perguntar se a senhorita tem uma missão nova para mim. - Mantinha uma postura amigável, afinal, ela parecia ser uma superior divertida.

   
Historico:


Personagem:


   
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Jean Fraga
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Jean FragaEstagiário
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- Orgulho -

A palavra que naquele momento melhor definia o que podia sentir a cada instante do espetáculo era, respeito, Rael parecia se entregar naquele momento com corpo e alma.

E isso, era algo que de fato cativava meu ser, esperava que ela fosse lá para se divertir e até ter boas lembranças, mas não estava imaginando que ela iria com tudo.

Com a música ecoando pela arena, tudo parecia se unir, realmente deixando-me encantada, olhava aquilo com paixão! Sentindo algo forte dentro de mim queimar.

Não deixava nunca de bater palmas e torcer por ela, afinal tentava apoia-la ao máximo, mesmo que naquele momento não chegasse em seus ouvidos, sentia-me na missão de fazer minha parte.

Levantando, ficava um pouco surpresa quando notava Rael parando, deixando-me levemente preocupada, teria ela cansado? Ainda assim, não acreditava que tal movimento teria sido sem motivo, já que desde a sua entrada, tudo foi minunciosamente executado.

A aproximação entre os dois era a cada instante mais eminente e mesmo que tivesse medo e sentia a vontade de virar o rosto e não ver o aconteceria, confiava naquele momento nela, por isso, com um sorriso confiante no rosto, manteria minha visão em Rael.

Vendo aquele movimento quase que de luta livre, sendo aplicando contra um bicho gigante e forte como aquele, abria um sorriso gigantesco, de uma orelha até a outra e tentando quebrar o clima tenso, pulava gritando e comemorando muito.

Sentia a vontade de sair correndo e abraça-la, mas não queria atrapalhar seu momento, que era lindo, porém havia como deixa-la ainda mais feliz.

— Vamos! – pegando na mão de Luci, puxava-a ela comigo e saindo da plateia, iria até a primeira pessoa que parecia trabalhar ali e perguntaria, — Por onde os participantes saem?! Preciso ver minha amiga!

Recebendo a informação necessária, faria meu caminho para a saída e brevemente soltando a mão de Lucy, corria para ficar no limite de onde pudesse ficar.

Se durante minha corrida até lá, notasse Rael, gritaria, — Rael!! – Agora de braços abertos, esperaria por me chocar com ela e em seguida a abraçaria com força, deitando meu rosto sobre seu ombro.

Porém, caso chegasse antes dela, ficaria parada na saída de braços abertos e assim que ela nos visse, sorria demonstrando todo meu orgulho por ela.

— Rael!! – Abraçando-a com força e deitando meu rosto sobre seu ombro, — Você é incrível! O que foi aquilo?! Simplesmente... não tenho palavras para descrever com precisão o quão perfeito foi...

— Por sinal, você se machucou? Precisa de ajuda? - Fala dita, ainda durante o abraço, que particularmente não tinha pressa em desfaze-lo.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 19
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14
  • Livro de física - Post 16
  • Livro de cirurgia - Post 16


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14
  • 20.000 Berries - Post 16
  • 20.000 Berries - Post 17




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A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 7 OAKySZI
Scylla
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Créditos : 05
Localização : Las Camp
ScyllaSoldado
https://www.allbluerpg.com/t1207-luciferanna-von-brilliant#11238 https://www.allbluerpg.com/t1004-a-sailor-who-enlisted-because-she-didn-t-want-to-get-married

Como Ravena não demonstrava muito interesse no meu despertar decidi não manter o assunto, se a morena estivesse bem com isso porque eu deveria dizer algo sem ela perguntar? Isso me economiza palavras e tempo de explicações.

Precisei puxar meu espírito de volta ao corpo durante o embate de resistência entre Rael e o bovino, não havia um conseguido que eu conseguia relaxar, ficava aflita apertando os joelhos torcendo para que esse momento de angústia acabasse. - Urrrrfff! - Quando a garota de cabelos azulados se levantou e o touro não foi quando toda a tensão abandonou meu corpo de uma só vez, apoiava as costas no assento deixando os ombros caírem enquanto suspirava aliviada, agora sem sentir o aperto tortuoso no peito. - Ela é igual a Raphaela… - Usava a ponta dos dedos para massagear as têmporas sofrendo antecipadamente pois Rael tem o mesmo talento de minha irmã para me deixar maluca.

Antes que eu conseguisse me recompor da exaustão mental Raven já me arrastava correndo ao encontro de sua amada querida amiga, e bom, alguém, vulgo EU, tive de agarrar bem rápido as coisas que ficavam para trás, tipo as sacolas de compras, e uma enorme mochila. "Eu farei tudo isso arder no fogo sagrado." Ficava estática apenas observando fixamente para a mochila e as sacolas, piscava duas vezes rezando para que os itens mágicamente desaparecessem e eu não tivesse de carregá-los por mais tempo. "É só por alguns minutos, daqui a pouco acaba." Vivenciava a fase de negação do luto, e o fato de eu estar P* da vida só me fazia querer jogar todos aos céus e fingir que não tinha nada haver com aquilo.

Mas infelizmente eu me importava o suficiente para não fazer o que desejava. - Deus criador de coisas por favor dê paciência a tua primogênita… - De olhos fechados e respirando muito devagar eu fazia uma breve oração clamando por compressão pois se o meu criador me desse forças eu iria arremessar a mochila para fora da arena.

Eu sinceramente estaria pouco me importando com as normas e regras do recinto, sem muito pensar simplesmente seguiria pelo caminho apontado pelo funcionário que recebia a pergunta de Ravena a respeito do caminhos usados pelos participantes para deixarem a arena. Entretanto se tentassem nos impedir. - A participante que derrubou o touro pode ter algum ferimento, e ela é médica. - Tentava convencer num tom de voz nada gentil ou amigável nossa passagem enquanto apontava com o polegar na direção da morena. E como eu tenho conhecimentos dos medicinais de Ravena? Na verdade eu só menti de cara limpa mesmo. Entretanto se não fosse suficiente para convencer o adorável funcionário eu teria de apelar. - A Rael é uma marinheira se insistir em ficar na minha frente eu devo assumir está negligenciando socorro? Com certeza os seus superiores ficarão muito felizes quando as notícias de que uma funcionária da marinha teve o atendimento médico negado dentro deste renomado estabelecimento, e o único culpado, foi você. - Eu poderia apenas esperar Rael sair? Poderia, mas, estou um tanto apressada para repreendê-la, e com esses argumentos carinhosamente apresentados no intuito de atormentar a mente do funcionário com a possibilidade dele ser pressionado tanto por uma grande organização quanto por seus superiores eu esperava garantir minha, digo, nossa passagem. - Kukukun! Muitíssimo obrigada, eu sabia que podia contar com sua colaboração. - Estaria a rir cruelmente caso o funcionário demonstrasse instabilidade mental ao mesmo tempo que expressava minha total gratidão.

Encontrando a toureira de cabelos azuis deixava o casal ter seus cinco segundos de *melosidade". "Um... Dois… Três… Tá, já chega." Confesso que paciência estava sendo o meu forte. E com toda a indelicadeza de minha pessoa eu empurraria a mochila contra Rael, bem no lugar onde o touro havia acertado. - É para doer mesmo sua moleca arteira! - Responderia irritado se reclamassem de minha atitude rude.

Em seguida aproximaria meu rosto ao de Rael com as pontas dos narizes quase se tocando. - Você foi muito imprudente! E eu não quero saber se você tinha tudo sobre controle ou se é forte, acontece que eu fiquei preo-pre… - Eu fazia questão de manter contato visual como se quisesse pressioná-la com meus olhos dourados afiando-se contra as safiras de Rael, entretanto antes que eu pudesse concluir a última palavra minhas bochechas se avermelharem e comecei a gaguejar. - Ahem! A Ravena ficou bastante preocupada. - Precisava coçar a garganta e virar de costas para prosseguir com a bronca, pois me recusava a admitir que tinha algum afeto por elas.

Então antes de ouvir uma resposta começava a caminhar de braços com passos firmes. - Tsc… Por que tão parecidas!? - Subitamente permanecia parada, pois em minha mente surgia adorável o sorriso travesso de Raphaella após ela aprontar, e isso sempre me deixava transtornada de raiva justamente porque eu não conseguia ficar irritada por muito tempo com ela. Apertava o braço com força e com a outra mão coçava o topo da testa tentando me manter enraivecida, mas como sempre era um completo fracasso. - Nhumpff… Mas Rael, foi legal assistir. - Assim a pose de irmã rigorosa e brava se desmanchava, eu dizia num volume baixo virando parcialmente estando a esboçar um sorriso orgulhoso por Rael. - Kukukun… Da próxima é bom você não se machucar ou… Eu vou confiscar sua sobremesa no jantar. - Nesse momento minha risada fluiria de suavemente num arzinho bem sutil de fofura, e como parecia ser impossível exigir prudência eu apenas pedia e orava para que Rael fosse mais cautelosa em suas futuras aventuras.

Entretanto, se viessem me atacar com doses de afeto, tipo abraços apertados. - Nem vem! Eu ainda tô brava com vocês! Hunpf! - Sim, iria sobrar até para Ravena, mas eu não tentaria evitar esses golpes carinhosos, apenas não iria retribuir me recusando a admitir que estava gostando, ficaria de braços cruzados evitando olhar diretamente em seus olhinhos meigos e brilhantes, comigo enchendo uma bochecha de ar.


”Histórico”:
Garota Cavalo
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Créditos : 29
Localização : Las Camp - West Blue

Histórico

Rael Kronin




Post: 24
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    Demorava um pouco para perceber o fim daquele conflito, estava tão eufórica, ofegante e ainda com a dor da pancada que não consegui me levantar de imediato, soltando o touro, e removendo o pano de seu rosto, tombava para o lado ficando de barriga pra cima por um instante.

    Aquele grande esforço me causava uma espécie de surdez temporária, e só o que pude ouvir enquanto estava ali deitada no chão era minha própria respiração pesada. À medida que meus sentidos se normalizaram pude ir percebendo que aquele som abafado era a parabenização da platéia, que parecia satisfeita com o meu ato.

    Me levantava batendo a poeira da roupa, e com um sorriso no rosto abri ambos os braços horizontalmente, como que finalizando o show, por fim fazendo várias reverências em todas as direções. — Obrigada, obrigada! Vocês são uma platéia maravilhosa!

    Antes de me retirar, olhava mais uma vez para meu parceiro de dança, a princípio não consegui acreditar que tal besta daquele tamanho poderia existir, e era mais difícil ainda crer que eu havia superado aquele desafio. Essa vitória no entanto trazia um certo amargor na boca, ficava triste pela situação do animal, que deve ter sido criado para ser atormentado nesta arena desde o dia em que nasceu.

    Deveria me sentir culpada por ter me divertido tanto com algo que provavelmente lhe traz um certo sofrimento? Talvez… mas infelizmente com meu nível de poder e influência, não havia nada que eu poderia fazer quanto a sua situação senão me desculpar pelo que havia feito.

    Saía da arena desejando boa sorte ao próximo participante que estivesse se preparando na entrada, isso se eu já não for a última. E se caso avistasse a mulher de antes, lhe agradeceria por mais cedo — Obrigada pelo conselho, realmente me deu uma ideia de como performar lá dentro, Gishishishi

    Um tanto cansada pelo dia cheio, voltava até os armários, trocando de volta às minhas roupas normais e então seguindo pelo mesmo caminho que vim antes, agora em direção a saída.

    Se encontrasse com Raven e Lucy pelo caminho, ou já na saída, me surpreenderia com o abraço da morena — Eeeh?! — Parecia mais fácil abraçar e derrubar mil touros do que receber aquilo de quem me deixa tão confusa, e o fato de que a loira estava lá nos encarando só deixava a situação mais constrangedora. Mas no final o jeito fofo de Raven agir me fez seguir seu ritmo, correspondendo o abraço envolvendo sua cintura.

    — Só estou um pouco dolorida pela pancada mas nada demais, talvez fique roxo amanhã gishishishi…. — Mas logo eu suspirava cansada, também repousando uma das bochechas no ombro de Raven — Só me sinto mal pelo animal, tadinho deve sofrer tanto fazendo isso toda semana… Nunca mais quero fazer isso.

    Aquilo na verdade era bom, se possível queria ficar abraçada por mais um tempo se não fosse aquela mochila surgindo do nada nos interrompendo, Lucy…, meus braços que estavam na posição de segurar a morena agora agarravam a bolsa antes mesmo de eu entender o que estava acontecendo, e não demorou muito para que eu começasse a receber carão da loira.

    Sua preocupação era evidente pela forma mais rígida e até agressiva que tomava sua fala, realmente tomando o papel de irmã mais velha. Mas a única reação que eu conseguia ter era de um sorriso meio bobo no rosto, me lembrou da época em que eu fugia da mansão e aprontava pela cidade apenas para receber uma bronca em casa.


    — Gishishishi, não precisam se preocupar tanto, desde criança eu raramente me machuquei — talvez a minha resposta só fosse aborrecer ainda mais a loira mas… — por mais que a pancada tenha sido mais forte do que eu esperava, eu tinha o pressentimento de que daria certo no final gishishishi.

    Colocava então a bolsa na costas, com a alsa cruzando meu peito, e com as mãos livres puxava a loira para um abraço em grupo. — Awwn Lucy, eu não sabia que você se preocupava tanto assim com a gente. E não adianta negar, pra ameaçar minha sobremesa isso não é coisa pouca não. Gishishishi.

    Soltaria as duas, reposicionando a bolsa de forma mais confortável. — E então, pra onde vamos agora?

Shiori
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Trio - Marinheiros



Rael, Ravena & Luci

O show terminava com Rael se retirando do lugar após agradecer a plateia, ela então na saída agradecia a outra toureira que logo acenava em retorno falando.-Não há de que.- ela saia do lugar esperando as outras duas, enquanto elas levantavam na plateia e iam atrás da moça.

A Loira tinha seus empecilhos, mochilas, coisas que ela queria queimar, e ver arderem nas chamas, mas naquele momento, ela tinha de pegar, ela não ligava pras regras do estabelecimento mas, tourada é bagunça filha, ninguém liga!! E com isso elas simplesmente chegavam ali onde estava a sua amiga.

Ravena não demorava, ela ia abraçando a outra sem o menor pudor, a parabenizando logo de cara pelos feitos da arena, algo que claramente era bastante afetuoso. Inicialmente, a mulher de cabelos azuis, ficou meio perdida, no fim ela era muito confusa sobre os assuntos que envolviam aquela mulher.

E era muito pertinente sobre seus comentários em relação a tourada, era verdade que aquilo era cruel e completamente sem sentido era diferente de matar pra comer, era como torturar por diversão um animal, algo desse gênero, coisa que realmente pegou na cabeça dela depois de todo o show.

Mesmo assim, rolava aquele momento empata foda, onde Luciferanna, entregava a mochila pra Rael, forçando ela a meio que parar o abraço ali pelo meio, sem poderem aproveitar completamente todo aquele momento afetuoso e carinhoso. Mas a loira não era de todo mal, tendo demonstrado a maneira dela todo seu carinho também, onde provocativamente, a de cabelos azuis, explicava entender, demonstrando ali que ela se preocupava muito com elas. Então o questionamento que ficou no ar depois de tudo, foi simplesmente “O que vão fazer agora?”

Snow

Snow, tinha passado por poucas e boas por conta do casal roleplayer, mas ao menos ele tinha tomado atitudes sobre isso. Entretanto o perigo era outro e sobrevoando o lugar ele já dava ordens sobre tal assunto. Que eram voz de controle para os homens de laranja, mas logo ele recebia um retorno explicativo.-Nós somos bombeiros!! Aliás, vem cá garoto!!- dizia ele chamando o rapaz até ali.

Se ele fosse ele começaria a explicar a situação para o pequenino, dizendo os detalhes do que aconteceu ali. Ele primeiro mostrou o distintivo, e a carteira que provava que ele era mesmo bombeiro-Nossa escada maior quebrou, então não conseguimos chegar naqueles fios ali em cima, eles estão dando risco de incêndio, desligamos a rede, mas precisamos que alguém corte eles.- comentou de modo explicativo sobre o que estava acontecendo ali, a coisa realmente tinha virado uma bagunça, mas parecia que eles não queriam ver mulheres peladas. Quer dizer… Não dá pra dizer isso, mas ao menos não era o foco.

Então tendo chegado nesse ponto, ele progredia no assunto, fazendo um pedido para o rapaz, para que ele pudesse talvez resolver o negócio, porque sem escada eles iam sofrer um bocado.-Será que você poderia ajudar a gente? Ali em cima, ta vendo aqueles dois fios, é só remover eles, eles estão presos naquela caixa de ferro ali, você aperta a prensa e vai soltar eles, depois trás pra gente que vamos levar eles embora por algum tempo e substituir é mais fácil. Pois dá pra puxar outros que estão já instalados, eu te entrego a ponta pra você conectar.- ele fazia essa proposta como uma ajuda facilitadora para o momento.

E realmente haviam três caixas de ferro com fios errados conectados, eles haviam sido cortados, e haviam fios não conectados em perfeito estado, já puxados de outra região, aparentemente os bombeiros queriam evitar um incêndio ali na região, antes que a coisa ficasse feia, mas bem, era escolha de Snow, ajudar ou não eles.

Yura

Yura inicialmente não entendia bem o que estava acontecendo, mas depois de ver a questão do olho aquilo ficava claro, se tratava de uma questão estética, que agora compreendendo melhor ela dava uma resposta sobre o assunto. Então a Tenente antes de mais nada, já dava um sorrisão.

Onde ela novamente colocava o olho de vidro, mas puxava um tapa olho e colocava sobre aquele olho ferido.-O que você acha? Fica melhor olho de vidro ou tapa olho?- comentou tirando e pondo o tapa olho pra que Yura visse melhor isso. E pudesse formular alguma resposta.

Então ela explicaria o contexto enquanto a moça pensasse. -Eu devo sair com uma garota hoje, e estava querendo dar uma boa impressão, quer dizer, ela sabe que eu não tenho um olho, mas imagino qual das duas coisas ficaria mais confortável de ver.- comentou ela meio pensativa sobre o assunto ainda, era algo que ela certamente não sabia muito o que pensar. Essa perda de seu olho talvez trouxesse algum grau de insegurança pra ela, ou algo do tipo, ou talvez não e ela só quisesse escolher o que parecesse mais bonito.

Então quando esse papo passasse viria o ponto da missão, onde ela certamente tinha que ter algo pra moça, ela então logo pensou sobre o assunto. -Eu estou indo resolver algumas pendências no porto, parece que temos alguns compartimentos pra embarcar e algumas denuncias, tenho de checar isso. Você vem comigo então, vou precisar de ajuda no processo.- comentou ela explicando o que ia ser a missão entre elas, afinal isso era algo simples, porém necessário. Haviam algumas coisas que não podiam passar em branco aos olhos da marinha.

Então ela já delega uma ordem para que Yura se preparasse, afinal, apesar das coisas serem, teoricamente tranquilas, era bom não dar chance pro azar.-Mas antes de sairmos, pega uma arma no arsenal, que pode ser necessário, peça algemas também.- completou deixando que a menina dos fantasmas tomasse seu rumo depois disso.

Histórico:


Legenda:


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Post 09

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
Bom, nada do que parecia ser era o que aparentava nesse estranho dia, os homens que subiam as paredes eram bombeiros e apenas estavam fazendo o seu serviço, como eu estava fazendo o meu.

Quando um dos homens me chamava eu descia com Flake para poder escuta-lo melhor, ele me provava que era realmente um bombeiro então eu ficava mais tranquilo, eles pareciam estar sem uma escada então ir tão alto seria difícil para eles.

— Claro! De um servidor público ao outro acho que é o mínimo que eu posso fazer.

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Ele me explicava o que tinha de ser feito, não parecia ser muito complexo ou perigoso já que não tinha mais energia, o único problema é que eu não podia demorar, já que alguém ainda podia tentar se aproveitar das moças.

— Antes de tudo eu tenho que fazer uma coisa, ahem, SENHORITAS QUE ESTÃO NO BANHO, EU SOU O SOLDADO SNOW DA MARINHA, PRECISO RESOLVER UM SERVIÇO DE EMERGENCIA COM OS CABOS EM CIMA DO MURO, PEÇO PARA QUE SE CUBRAM OU SAIAM DO BANHO POR UM INSTANTE!
   
Esperava por um momento para que elas pudessem se preparar, e após isso eu voaria até onde o bombeiro havia me mostrado, quando chegasse lá saltaria das costas de Flake mas só se fosse possível ficar em pé por lá sozinho.

Se meu companheiro agora estivesse livre eu pediria algo a ele.

— Amigão, enquanto eu estou resolvendo esse problema aqui você pode ficar cuidando do banheiro das mulheres por mim? Vou ser o mais rápido possível e qualquer problema me chame!

Faria um carinho em sua cabeça e o deixaria ir, se não fosse possível ficar lá de pé ou me segurando eu apenas me focaria no trabalho. Pegaria os dois fios que ele havia me mostrado, apertava a prensa para solta-los.

— Certo os fios estão soltos, joga a ponta para mim e depois eu desço com esses que estão ruins!

Conectaria os fios da mesma forma que estavam antes de eu retirar os estragados, depois fecharia tudo e saltaria lá para baixo se tudo parecesse correto aos olhos do bombeiro.

— Bom acho que é isso! Se tudo estiver certo dessa vez eu preciso continuar com minha missão, tenham um bom dia e se precisarem de mim estarei lá dentro!

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Checaria aos arredores e dentro do estabelecimento, se tudo estivesse tranquilo eu iria na dona do local e falaria com ela.

— Com licença! Alguns bombeiros vieram aqui por causa de alguns fios estragados que poderiam gerar um incêndio, mas agora já foi tudo resolvido, eu tive que pedir para as moças saírem do banho para que eu pudesse ir em cima do muro arrumar tudo, então será que você poderia avisa-las que elas já podem voltar?

Eu colocava a mão em meu queixo tentando lembrar se tinha mais alguma coisa a reportar a ela.

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— AH é claro, quase que esqueci, sobre os homens que ficavam na frente do local do banho das senhoritas, supostamente o líder ou um deles era na verdade namorado da garota que ele “assediava” eles tinham um fetiche estranho, mas eu já os repreendi! Bom acho que isso é tudo eu voltarei ao meu posto até a hora de ir embora chegar!

Tudo aquilo já havia me deixado com fome novamente, será que estava perto de eu ser liberado para poder ir comer? Ser marinheiro era cansativo, ao menos a gente ganha bem né, e assim eu posso viajar o mundo de graça!

Me sentava na escadaria e agora esperaria, como sempre olhando aos redores e pensando no que logo mais comeria.

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03

   

   
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSE A GHOST TOLD HER TO DO SO

   
A conversa continuava de forma estranha e informal, mas não me abalava, na verdade, me sentia confortável com aquela superior diferenciada. De qualquer forma, ela recolocava seu olho e o cobria com um tapa olho.

Enquanto a tenente explicava o motivo daquilo tudo, eu ouvia com bastante atenção e a encarava seriamente. - Hmmm... Levanta de novo. Abaixa. Ok, mais uma vez. - Mantendo minha feição, estralava o dedo e lhe dava um sorriso. - A senhorita fica bela dos dois jeitos! Mas se quer saber a minha preferência, eu diria o tapa olho, com certeza! Te dá um ar misterioso com estilo. - Ficava um pouco envergonhada de falar sobre a segunda parte, uma vez que não possuía muita experiência no assunto. - ...E acho que ela não vai ficar prestando muita atenção nisso, tem outras qualidades para focar e ela já gosta da senhorita, o que importa é como isso te faz sentir.

Sorria um pouco desconcertada, esperando ter ajudado. O clima de tensão suave era cortado pelas palavras da superior, que me informavam da missão que eu procurava, uma visita ao porto. - Certamente Tenente, será uma honra trabalharmos juntas. - Sorria simpaticamente, quase me esquecendo que há poucos dias eu me sentia como meus amigos, invisível para todos ao meu redor.

Já começava a andar até a porta quando ela me mandava fazer algo antes. Arqueava as sobrancelhas em surpresa, mas não contestava, e me encontrava até animada para conseguir uma nova arma. - Sim senhora! - Dizia com certa alegria antes de realizar o gesto mecânico de uma continência que havia visto muitas vezes entre vivos e mortos nos últimos tempos.

Saltitante e evitando as linhas do chão, fazia meu caminho para o arsenal, perguntando se estava indo na direção correta vez ou outra. Ao chegar no local, me apresentava para o provável superior ali presente. - Soldado Yura se apresentando! Vim por ordens da Tenente para pegar uma arma e algemas, poderia me ajudar? - Tentava ser o mais amigável possível, para não parecer assustadora como muitos tendiam a achar.

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Scylla
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ScyllaSoldado
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Minhas bochechas ficaram bem vermelhas graças a combinação de raiva, vergonha e alegria que revirava meu interior. - Desista. Essa tentativa de bajulação será ineficaz. - Resmungava tentando parecer indiferente ao abraço coletivo, entretanto o ar caloroso em minhas voz assim como a tonalidade mais aguda indicavam o contrário, fechava os olhos deixando as pálpebras apertadas para manter minha irritação mesmo estando a um fio de rir com o rosto todo tenso. Nem tentava retrucar o comentário fofinho de Rael pois certamente minha voz soaria de maneira robótica e nem um pouco natural.

Conseguia respirar aliviada após as duas terem desvencilhado o abraço. "Quase fui derrotada." Foi uma árdua batalha contra todo o excesso de carinho por parte de Raven e Rael, mas por muito pouco eu consegui ficar calada tentando parecer aborrecida, só tentando mesmo…

Assim deixava um olho entreaberto em direção a dupla. - Vocês não comeram nada desde o almoço, aqui na arena tem um bar, acredito que podemos jantar nele. - Respondia a pergunta de Rael a respeito do que iríamos fazer agora, afinal como aquelas são meio não me surpreenderia se elas acabassem esquecendo das refeições. - Só me sigam. - Dizia num tom mais autoritário e começava a andar. - Kukun. - Um risinho abafado escapava, por mais que eu odiasse admitir havia tido bons momentos na presença de Rael e Raven, comigo esboçando um pequeno sorriso especialmente porque elas não conseguiam ver.

Mesmo sendo minha primeira vez na arena eu provavelmente teria escutado alguém da platéia comentando sobre o bar, ou enxergado alguma indicação com a visão periférica durante o caminho até a arena, ainda havia a possibilidade de eu ter esse conhecimento por se tratar de um local bastante conhecido assim não seria estranho se eu houvesse escutado algo a respeito durante minha estadia na ilha, sendo assim iria guiar as duas até o bar buscando por alguma placa ou qualquer outra coisa que informasse o local.

Chegando no interior do estabelecimento eu optaria por uma mesa no centro do salão assim eu poderia ficar escutando escutando a conversa alheia de um maior número de pessoas, mas não é porque eu sou uma bisbilhoteira, e apenas para garantir que nenhum tema perigoso esteja sendo abordado. - Vou querer uma taça de vinho branco para acompanhar o jantar. - Faria o pedido para quem viesse nos atender, optando por um prato que estivesse em promoção. Em seguida observaria Ravena e Rael notando o quão jovial seus rostos são, então retornava minha atenção ao garçom ou garçonete. - Para elas você trás suco. - Sempre bom evitar dar álcool para essas adolescentes cheias de hormônios, depois elas se deixam levar e acabam profanando meu local de descanso no quartel. Entretanto, caso a morena argumente ter mais de dezoito anos e ser maior de idade. - O dela é com bastante açúcar. - Diria ao funcionário responsável por anotar os pedidos como se estivesse traduzindo a fala de Ravena. - Gente grande não faz pirraça na hora da refeição. - Diria num tom seco caso Raven insistisse na opção alcoólica, esperando que agora ela pudesse aceitar apenas para demonstrar maturidade. "Urfa…" Teria de comemorar internamente se conseguisse mudar a opinião de Ravena, pois álcool + jovens donzelas + paixão = Uma loira sem seu sono de beleza, com certeza era uma vitória a ser celebrada.

Quando nossos pratos fossem colocados à mesa eu puxaria assunto com o(a) funcionário(a) chamando pelo nome caso a pessoa em questão possuísse uma identificação ou então. - Você está nos atendendo tão bem, e nem mesmo tive a educação de perguntar seu nome, sou Luciferanna e você? - Perguntava num ar de cordialidade como se só estivesse tentando ser gentil e simpática, mas na verdade queria deixar o garçom ou garçonete mais confortável em falar comigo, pois assim eu poderia extrair alguma informação interessante. E agora sim iria ao assunto de maior curiosidade me referindo a ele(a) pelo nome. - Então, como é trabalhar aqui? Imagino que deve ser uma loucura quando tem algum evento grande, mas geralmente é fácil de lidar com a clientela? - Como quem não quer nada jogava um verde, fingindo ser só uma pessoa extrovertida tentando puxar conversa, mas o que eu planejava mesmo era escutar sobre algum cliente ou problemático, quem sabe um crime recente pode ter ocorrido. Logicamente havia planejado fazer esse questionamento quando o funcionário estivesse colocando os pratos na mesa, pois assim ele teria mais tempo para ficar jogando conversa sem receber advertência de algum supervisor.


”Histórico”:
Jean Fraga
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Jean FragaEstagiário
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- O que aconteceu com Luci?  -

Mal tinha me atentado a tal fato, mas quando Luci comentava sobre estarmos sem comer a muito tempo, sentia minha barriga doer, realmente talvez a empolgação do primeiro dia tenha feito eu me esquecer disso, mas quando lembrava, não demorava muito até que começasse a sentir mais e mais fome.

Não somente isso, como reparava um pouco em como Luci vinha agindo e até em suas falas, algo havia mudado, o que teria acontecido com ela nesse meio tempo? Criava-se uma pergunta sem resposta certa ainda, mas que deixava em alerta.

Seguiria até o bar, que provavelmente já conhecia, nem que fosse de vista, adentrando com as duas, deixando que a escolha da mesa ficasse por elas, sentaria com as duas, preferindo por ficar sentada de frente para porta e se possível, vendo Luciferanna e Rael a minha frente.

Assim que fossemos atendidas, pensaria no que fosse comer e não querendo gastar muito, optaria pela opção mais em conta, já que minha fome também não era imensa, olhando para Rael, ficava curiosa em ouvir o que ela iria pedir, já que depois de um espetáculo daqueles, só algo a altura imaginava eu.

— Quero o prato em promoção do dia ou semana de vocês e uma cerv - Quando era subitamente cortada pela resposta autoritária de Luci, chegava a sorri sem jeito, continuando minha fala – Não... não, como vinha dizendo, quero o prato em promoção e uma caneca de cerveja.

Chegava a rir dessa vez, com a indagação de Lucy, por mais que começasse a ficar sem paciência para o jeito que ela vinha agindo, não queria ser grossa.

Olhando para ela, apenas a avisaria, — Pode deixar que eu escolho meu pedido. – Voltando minha visão para o atendente, recapitularia meu pedido, já que ele podia ter se perdido nessa chatice – O prato e a cerveja, bem gelada se possível!

— E se puder trazer a cerveja antes! Pra dar uma gelada no corpo... que o sol foi de rachar hoje Gihihihi...– Sorriria de forma animada para o garçom, agora voltando minha atenção para Luciferanna.

— Diga-me, antes na tourada você disse algumas coisas que não prestei muito atenção e agora, você está agindo diferente de hoje mais cedo, já que estamos as três juntas, conte-nos, o que aconteceu?!

Se a cerveja não chegasse antes ou até mesmo com o prato, levantaria e indo direto ao balcão, faria meu pedido, — Uma caneca de cerveja, ou até mesmo do rum da casa, o mais em conta, por favor! – Se necessário, pagaria na hora direto para o próprio balconista.

Voltando a mesa, degustaria da boa bebida, juntamente do meu prato, durante o jantar e de boca vazia, após já ter engolido a comida da garfada anterior, puxaria assunto com Rael.

— Rael, eai como foi para você a tourada? Já que sua perspectiva é bem diferente da nossa, afinal, você já tinha participado de outro show como aquele? E teve algum momento que deu um medinho daqueles chifres te acertarem?


HistóricoInfo
Nº de Posts: 20
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14
  • Livro de física - Post 16
  • Livro de cirurgia - Post 16


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14
  • 20.000 Berries - Post 16
  • 20.000 Berries - Post 17




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Garota Cavalo
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Créditos : 29
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Histórico

Rael Kronin




Post: 25
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    — Agora que você falou… — Colocava mão na barriga para sentir as lombrigas se revirando e clamando por algum alimento — Tô tão faminta que comeria um bo… Quer dizer, estou com vocês nessa — dentre uma das raras vezes em que eu conseguia perceber o que estava falando antes que fosse tarde demais, corrigi minha fala.

    Seguiria tanto Lucy quanto Raven para o prometido bar, eu mesma estava perdida e não sabia nem da existência de um lugar desses por aqui, como é bom estar acompanhada de quem conhece a cidade. Chegando lá não tinha muita preferência, mesa, assento, apenas repousava no lugar que me sobrasse junto daquelas duas, me entreteria olhando as opções do cardápio, sinceramente ainda me sentia meio culpada pelo local em que estávamos e pelo o que eu tinha feito, de forma que não conseguia pensar em comer um animal de jeito nenhum! Pelo menos não por hoje.

    — Err… eu vou querer uma salada… — Com muita relutância porém senso de dever eu pedia por aquela… Por aquela coisa, só o que salvaria minha janta seria se eles tivessem algum tipo de acompanhamento no cardápio — Ah e me traz umas duas porções de batatinha frita — neste caso pedia para nós três dividíssemos, é claro.

    Elas nem haviam começado a beber e os ânimos na mesa já começavam a subir, não de um modo positivo, na verdade a situação afrontosa me deixava um pouquinho desconfortável — Ahem… — chamava pela atenção de quem estivesse pegando os pedidos — Tem suco de limão? Já que hoje estamos comemorando vamos beber o que cada uma gosta — Sorria para ambas na tentativa de amenizar a situação, enquanto aceitaria a indicação de Lucy para mim, tentava também apoiar a liberdade de Ravena, assim cada uma saía ganhando um pouquinho.

    Ficava curiosa com a pergunta sobre Lucy, não dava pra negar que ela estava mais… Intensa? Seu olhar sempre deu esse medo natural? Por alguma razão ela agora me lembrava ainda mais das garotas maldosas de origem nobre com quem me encontrava nos bailes. Ainda assim, não a conhecia bem o bastante para considerar uma “mudança”.

    — Talvez ela só esteja com os ânimos em alto por causa do show — Responderia antes caso sentisse que aquela era uma pergunta desconfortável para a loira — Me desculpe por ter sido imprudente.

[...]

    Quando questionava sobre minha apresentação, parava um pouco para pensar na resposta, dando umas goladas em meu suco se já estivesse em mãos. — Eu diria que foi bem divertido, confesso que a platéia gritando e torcendo me deu um certo nervosismo, é bem diferente de um público mais reservado em um teatro ou salão de dança, mas depois que eu me foco no que eu tô fazendo, só o que importa é o momento, então ser acertada nem mesmo passou pela minha cabeça, pelo menos não até o final, gishishishi.

Shiori
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Créditos : 05


Trio - Marinheiros



Rael, Ravena &  Luci

O trio de garotas acabava escolhendo seguir para um bar, onde os ânimos em primeiro momento já se mostraram alterados. Algo que o garçom que veio até ali percebeu e logo até mesmo chegou a fazer um comentário sobre o tal assunto.-As moças não precisam na verdade de um calmante não?- apesar de tudo ele falou isso com a voz séria de quem não era pago o suficiente pra lidar com aquela situação.

E foi anotando os pedidos, ele, apesar de tudo não demonstrava antipatia, tendo um olhar amigável, e um sorriso social no rosto, não demonstrava estar alterado e apenas não pode deixar uma oportunidade de corte passar antes que aquilo progredisse para uma agressão física entre as duas moças, que resultaria em problemas ao bar.

Ele então pegava os pedidos e saia dali, como se respirasse mais aliviado por se afastar, ele claramente tinha visto o perigo por trás daqueles dois rostinhos bonitos, ele entendia que aquele era o tipo de garota que não se pode se envolver sem acabar na pior. Uma moça mandona com ar de nobreza, era certamente a ruína da maioria dos homens, sua carteira iria chorar, e provavelmente seu ego também, e a outra uma moça humilde e esquentada, bateria em você quando chegasse tarde em casa, mesmo que fosse pela hora extra do trabalho, uma vida pisando em ovos.

Sabendo disso ele ficava feliz por não estar ligado aquela fruta, e preferir outros rapazes, às vezes ele também sentia que o destino havia lhe livrado de algumas boas. Mas ele também tinha dedo podre, então nem tanto… Ele voltava a mesa trazendo primeiro as batatas e suco de rael, e  logo em seguida trazia o jantar da loira, como ela não tinha especificado a comida, ele trouxe o jantar simples mas com certa classe, era um pratinho com filé de peixe e especiarias.

Sim era um filezinho, peixe grelhado acompanhado de alguns legumes, temperado com Curry, gengibre e um pouco de cominho, o cheiro era inesquecível. Parecia realmente bem feito e delicioso, ela poderia dizer que é o tipo de coisa que veria na casa dos nobres quando ia aos jantares.

E para a esquentadinha, ele trouxe o que ela pediu o barato do barato, uma garrafa de aguardente barata, que era feita de vidro bem reforçado e transparente e ao abrir o cheiro de álcool incendiaria o local. Ela parecia realmente bem barata e era mesmo, ele nem tinha removido o preço, 10.000 berries.

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E pra comida, trouxe a barata do dia, carne de sol com macaxeira frita, um prato bem cheio de fibra e gostoso também. Era uma parada ali bem potente. Ele então quando entregava todas as comidas dizia. -Aqui estão seus pedidos moças. Espero que aproveitem, seu suco de limão foi feito com o toque da casa.- disse ele piscando o olho pra Rael não era uma cantada nem nada do tipo, era só por que ela parecia uma moça boazinha.

E de fato ele tinha feito um especial com pequenas raspas de limão que dariam um sabor ainda mais maravilhoso para aquilo, e havia gelo no copo o que faria a sensação de beber aquilo uma das melhores. E era aí que a loira aproveitou pra chamar atenção dele com a situação, questionando seu nome e sobre clientes problemáticos.-Me chamo Lucius. E bem, aqui é um bar restaurante. É normal que muitos clientes tenham ânimos alterados, lidar com essa situação não deixa de ser meu dia a dia. Agora, não há uma pessoa específica, são casos isolados.- comentou ele dando de ombros sobre o assunto.

E ele então dizia mais uma coisa que poderia levar eles a alguma coisa, já que era algo que não parecia relevante em si mas era.-Aqui ainda é relativamente perto do Quartel. Então o policiamento da região diminui incidências, o maior problema deve acontecer a distâncias mais longas do porto.- disse ele sem fazer uma afirmação tão concreta do assunto, ele parecia mais trazendo uma possibilidade, não algo que ele atestou e confirmou.

Por fim ele se despedia das moças tendo de voltar ao trabalho.-Se me dão licença, preciso voltar ao trabalho.- disse começando a se mover para fora longe da mesa, indo atender clientes novos que chegavam ali.

Snow

Snow aceitava a ideia de seu companheiro Servidor público, afinal eles estavam no mesmo barco, algo que era correspondido por um sorriso.-Valeu parceiro.- e com isso ele arquitetava para poder falar pras moças saírem, dando um aviso prévio.

E assim todas elas faziam saindo do banho e sentando nos banquinhos enroladas por toalhas e aproveitando pra ficar penteando os cabelos. Exceto por uma loira de pele morena, que não tava nem aí e permanecia nadando na terma, e parava encostada na lateral.

Sim ela realmente parecia pouco se importar com seu exibicionismo para a cena, que era realmente uma obra de arte por sinal, tendo um corpo que poderia chamar atenção de boa parte dos homens, o bronzeado e as pequenas marquinhas eram um charme a mais para ela.

Mas aquele não era o foco do trabalho iniciava ele desconectou os cabos antigos pedindo que jogassem os novos e assim fazia o bombeiro que avisava quando lançava.-LÁ VAI O CABO.- e com algum tempo eles conseguiram fazer todas as trocas emergenciais, terminando o serviço que tinham ali.

O bombeiro, conversava com o pequenino agradecendo o trabalho, afinal tinha sido essencial pra tudo.-Muito obrigado meu grande!! Sem você a gente ia levar a noite toda.- e ele estendia o punho fechado para que Snow desse um toquinho ali, como um gesto de parceria.

Então com tudo isso, o trabalho tinha sido terminado e ele pedia para que as moças pudessem voltar para seus banhos tranquilamente e com isso tudo se seguia. A dona recebia as explicações dele, ficando meio perdida, principalmente quando ele citava o casal ter realmente uma brincadeira esquisita entre eles, o que fazia a mulher dizer um-OOOOQQQQQUUUUUEEEE? Como assim era uma brincadeira? - Disse ela arregalando os olhos que praticamente saiam para fora da caixa.

E entendendo a situação ela levava a mão a face, ficando incrédula, mas logo deu uma gargalhada que cortou o clima de susto.-Cara, que coisa… Mas bem, eu não sei se a tenente te explicou em detalhes, mas requisitamos um soldado para passar a noite aqui, então separamos um quarto por que às vezes ocorrem coisas depois de fecharmos.- e de fato a tenente explicou isso, que ele teria janta, e comida, e um quarto pra descansar flashback dos posts atrás acontecendo na cabeça do Snow

Explicou ela, de forma muito tranquila e cordial.-Mas não se preocupe, temos muita comida, você pode comer até explodir se quiser.- Explicou ela sobre os detalhes do que estava acontecendo. -Aliás não quer comer um pouco antes de voltar pra vigilia?- disse ela oferecendo uma bela janta pro rapaz.

Yura

A conversa de Yura com a ruiva, era algo que parecia bem interessante, eram palavras gentis, e uma ideia interessante. Realmente o tapa olho poderia trazer um ar mais misterioso.-Acho que talvez eu use o tapa olho então. Bem eu não sei bem se ela já gosta de mim, eu ainda estou conhecendo ela melhor kekeke- ela respondeu colocando a mão sobre o queixo e depois acabando por rir da situação.

Mas logo ela agradeceu pelas ideias da pequenina ali em sua frente, era bom ter uma segunda opinião.-Obrigada, é algo que às vezes eu me pergunto sobre como agir em relação a isso.- e com isso concluído chegou a hora de ir pro Arsenal, onde ela chegou causando.

Sim, ela chegava no lugar com aquele sorriso bonito, porém claramente assustador, sim ela passava um ar de belo porém perigoso, é aquele tipo de sorriso que te leva pra balada e depois te enterra vivo numa cova no cemitério, por que acha que você morreu, mesmo sendo só um coma alcoólico… Talvez não fosse bem isso na verdade… Mas era uma coisa assim.  

O atendente carequinha que tava ali tirando seu terceiro turno parou por alguns momentos, e olhou pra situação, ela podia talvez esfaquear ele, roubar seu rim, depois de ele entregar a arma, mas vamos lá, ela tinha dois pontos a seu favor, ela estava uniformizada, e apesar do sorriso sinistro, ela certamente era bonitinha, então dava pra relevar, era 2 a 1 no fim das contas. E no fim está tudo bem perder o rim não é mesmo? Então ele logo foi bastante receptivo dizendo.-Armas, sim, claro moça. Aqui estão as algemas, as armas pode descer a escada e escolher uma, trazer ela aqui pra eu dar baixa certo?- Ele colocou as algemas sobre o balcão naquele momento. Deixando ela a vontade pra escolher sua arma no arsenal mais abaixo.

Era um lugar simples, ele tinha foices, facas, martelos, manoplas, basicamente um pouco de tudo, armas dos mais variados calibres, que ela poderia escolher para brincar no seu primeiro serviço.

Histórico:


Legenda:


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Post 01

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
Quando eu subia no muro uma das moças parecia nem ligar para a minha presença e continuava nadando ou fazendo o que queria, eu tentava não olhar mas as vezes meus olhos eram puxados como imãs.

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Depois de terminar tudo falava com o bombeiro que me agradecia de forma bem incomum, o que fazia eu ficar bem feliz, dava um soquinho em sua mão e então dizia:

— Grande? Sim eu sou mesmo! Hiehiehiehiehiehie

Saia correndo dando tchau para os bombeiros com um largo sorriso no rosto, lá dentro eu explicava a situação toda para a senhorita dona da pousada, como eu ela parecia ficar bem confusa com o casal, bom vai entender o fetiche das pessoas.

— VOCÊS VÃO ME DAR COMIDA DE GRAÇA?! Ahem, digo obrigado eu aceitarei com prazer o quarto e a comida.

Pensar em comer até explodir era deveras tentador, eu tentava conter minha saliva só de pensar no que seria na janta, mas o seu convite após isso era ainda melhor.

— EU POSSO MESMO? Ahem, digo seria um prazer, será que você pode dar algo para o Flake também? Se tiver carne seria o ideal, ele comeu pouco hoje...

— Ah e eu posso ajudar qualquer coisa, a senhorita não sabe mas eu sou um ótimo cozinheiro! Sei fazer basicamente tudo no mundo! Se a comida já estiver pronta posso fazer a sobremesa.

Falava com convicção, eu sabia que era um bom cozinheiro, ou pelo menos todos diziam isso quando comiam minha comida, de toda forma se fosse para ajuda-la ou não eu ficaria feliz em ambos os casos.

Se a resposta fosse que não precisava cozinhar, seguiria ela e mesmo minha cabeça estando na janta não deixaria de ficar atento para proteger o local, iria a mesa de jantar ou onde fosse e me sentaria, pegaria o garfo do tamanho humano e sentado com as pernas esticadas eu o deixava em pé ao meu lado segurando abraçado com meu braço direito.

Esperava pacientemente a comida e tentaria sentir o cheiro de sei lá o que fosse.

— Ah senhorita eu sou um rapaz que come bastante.... Então se puder colocar uma porção que você faria para uma pessoa humana seria ótimo.

Ficava um pouco tímido de pedir isso para ela já que era eu quem estava prestando serviços aqui, mas a fome era grande então eu tinha que tentar.
   


Historico:


Personagem:


 
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Jean Fraga
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Jean FragaEstagiário
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- Jonathan  -

— Que bom que foi legal para você também, sendo sincera fiquei com medo quando você ficou parada no centro da arena e as poucos o touro chegava cada vez mais perto Gihihihi..., mas a explosão de felicidade após você derrota-lo foi grande suficiente para que diluísse todo o medo!

Ia me acalmando da situação anterior, vendo em seguida a chegada do meu prato, juntamente do bom e típico rum, era aquele que somente em ver a garrafa, você já sentia o corpo todo arrepiar.

Adorava macaxeira e principalmente com carne, — Bom jantar para você! – Dizia logo me atracando na comida, sentia meu corpo pedir por uma boa refeição desde quando estava na arena, finalmente suprindo toda minha vontade.

Abrindo a garrafa e enchendo o copo na medida de dois mindinhos meus, após finalizar o prato, desceria o shot pra dentro, fazendo uma boa carreta e suspirando bem.

Não teria me intrometido na conversa entre Luci e Lucius, porém ficava atenta, afinal, estávamos falando de Las, a minha cidade, sobre seu comentário, relembrava que a morte de Jonathan havia sido longe do porto, assim como pontuado pelo garçom.

— Las Camp é complicado... Eu não cheguei a contar antes, mas, desde pequena sinto-me na vontade de melhorar o mundo e quando era adolescente, meu melhor amigo, Jonathan, acabou sendo assassinado e roubado por alguns piratas... naquele dia, eu prometi que entraria na marinha, afim de poder com minhas mãos, tornar esse mundo um lugar mais seguro.

Me desligava e percebia que havia falado demais, sem ninguém sequer querer saber, — Me desculpem... acabei me exaltando, acho que isso é irrelevante pra vocês... Enfim... – Voltava ao silencio, enchendo agora numa medida de um mindinho, levava o copinho ao alto e mentalmente brindava para meu falecido amigo.

Batendo o copo sobre a mesa, fechava a garrafa, — Vou ver de comprar a garrafa, podemos tomar juntas em outros momentos, enfim, Rael, Luciferanna, vocês pretendem fazer algo?


HistóricoInfo
Nº de Posts: 21
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14
  • Livro de física - Post 16
  • Livro de cirurgia - Post 16


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14
  • 20.000 Berries - Post 16
  • 20.000 Berries - Post 17




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