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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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A sailor who enlisted because she didn't want to get married

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

A sailor who enlisted because she didn't want to get married

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Rael Kronin. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Ex-Panda
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Ex-Panda
Pirata


 
Post 05

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
A tenente me explicava como funcionaria meus horários até eu chegar no local da missão, com 30 minutos eu conseguia passar em vários locais agora que eu voava com Flake.

Pensativo sobre o que eu escolheria para comer eu continuava a ouvindo enquanto imaginava várias comidas diferentes.

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Ela me mostrava um mapa onde seria a missão e me dava os detalhes, não era exatamente algo difícil, mas com certeza era um teste, afinal seria muito mais fácil mandar um brutamontes intimidador do que eu que tenho 15 centímetros, mas eu ficava feliz por isso, queria provar meu valor para a tenente.

Ficava em sentido, fazia a continência e com um grande sorriso no rosto eu dizia em alto e bom som:

— Soldado Snow indo para a missão tenente! Só irei pegar algumas armas e já estou partindo! Peço permissão para me retirar.

Se ela me concedesse eu sairia dando tchau com minha mão, abriria a porta da mesma forma que fiz para entrar, mas dessa vez era bem mais fácil já que eu sabia acrobacias e como voar em Flake qualquer coisa.

Iria correndo com velocidade até onde tivesse o armazém de armas da base, chegando lá subiria no balcão com ajuda de meu companheiro.

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— Olá! Meu nome é Snow eu sou um soldado como senhor já deve ter notado, bom eu queria me equipar antes de ir para a missão! Eu queria manoplas e botas de combate e duas adagas por favor!

Veria também se lá tinha algo parecido como uma cela para comprar ou mesmo improvisar, mas se não eu apenas voaria da forma que desse, com tudo comigo eu iria lá para o refeitório comer algo, iria ate a pessoa que estivesse servindo a comida e diria:

— Bom dia! Eu quero alguma coisa para comer! ah e eu quero do tamanho padrão, nem inventa de pegar uma porção pequena pro meu tamanho não, quero a igual de humanos! Obrigado!

Assim que pegasse começaria a devorar antes mesmo de ir lá para fora com Flake, depois me prepararia para alçar voo com ele para irmos ao local destinado no mapa de antes.

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Se ainda não tivesse terminado tudo quando chegasse enfiaria tudo em minha boca, e com as bochechas cheias como um hamster entraria na casa de banhos, pagaria continência e então tentaria falar com a boca cheia.

— Soldado Snow se Aprechenchando para o serviço!

Levantaria meu pequeno dedo indicador e comeria mais rápido, depois que engolisse continuaria

— Eu fui designado para passar o dia e cuidar das coisas por aqui! Não se preocupem eu não irei deixar ninguém importunar vocês hoje então podem ficar tranquilas e aproveitarem seus banhos.

Cruzava meus braços em um local onde desse para ver todo o estabelecimento e ficaria monitorando para caso tivesse algum incidente ou coisa estranha.

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Historico:


Personagem:


 
 Code by Arthur Lancaster



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Zayn & suas gostosas!
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Scylla
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Scylla
Soldado


"Os autores daqui realmente gostam de escrever drama e tragédia." Teria sido minha primeira conclusão após ter lido a sinopse daqueles quatros livros que mais chamaram minha atenção, eram bem diferentes entre si, mas nenhum deles parecia ter um final feliz, mas isso eu só poderia saber depois de ler.

Um dos livros foi imediatamente descartado. - Não obrigada! - Guardava o livro de volta na prateleira enquanto fechava os olhos bem forte como se tentasse deletar a sinopse de minha memória, apesar de não ser possível. - Um serial killer só persegue loiras, isso me daria pesadelos a noite. - Certamente eu era o público alvo daquele assassino fictício, pelo menos estou torcendo muito para ser apenas fantasia, então porque correr o risco de me enxergar em todas as vítimas do livro? E depois de ficar recordando de cada vírgula no texto, eu ainda não to maluca.

Agora restavam três opções. - Eu poderia levar os três, mas acho melhor economizar. - Não me parecia muito prudente comprar todos os livros que me agradassem e gastar todo o salário no primeiro. - E também ficaria ruim de carregar. - Diferente das roupinhas, os livros tinham pesos consideráveis, um ou dois era tranquilo, mas agora dez deles, tal possibilidade está fora de cogitação.

Cerrava o olhar na direção dos livros tentando me focar em escolher um deles. - Esse parece ter uma história bonitinha, mas também pode ser bem triste… Nhmm… Vou levar. - Decidia comprar o exemplar de "Burrinho, meu alazão." porque a sinopse dava entender se tratar de uma história romântica bem agradável, comigo assumindo o risco de ficar toda chorosa se não tiver um final feliz.

Entretanto os outros dois também eram cativantes, não exatamente pelo mesmo motivo. - Não era o tipo de aventura que eu buscava, mas… - Mordiscava a o cantinho do lábio inferior apertando livro entre meus dedos imaginando como eram as aventuras daquela nobre audaciosa e sua busca por "" satisfação pessoal"".  - Acho que a bibliotecária errou de prateleira. - Deixava o pensamento se tornar palavras divertidas antes de devolver o livro para a prateleira, na verdade eu achava melhor guardá-lo numa parte mais alta da estante, desejando evitar que crianças ou a Rael possam acidentalmente apanhá-lo.

Agora restava um, e devo confessar que esse livro fazia meu estômago embrulhar. - O serial killer não parece tão ruim… - Desabafava num suspiro desgostoso. "Que tipo de gente escreveria sobre isso?" O tema parecia super pesado, retratando o prazer na crueldade, mesmo com o protagonista sendo humano eu tinha a sensação de que se tratava de  um monstro. "Isso é mesmo ficção?" Havia lido algumas páginas avulsas, eu não gostava mas tinha a impressão que a autora usava as palavras para fazer um desabafo, ou talvez fosse um pedido de ajuda, nas páginas eu teria me deparado com alguns elementos difíceis de acreditar que poderiam ter sido totalmente inventados. "Se ela escreveu isso, talvez esperasse que alguém fosse ler." Meu semblante se fechou, o doce sorriso comumente presente em meus lábios agora se tornava uma expressão isenta de sentimentos, o livro me causava uma sensação ruim, ao mesmo tempo eu me sentia na obrigação de descobrir a verdade oculta naquelas páginas. "Espero estar enganada." No fundo eu preferia acreditar que fosse apenas uma intuição falha ou leve delírio.

Antes de retornar ao balcão eu olharia pelos arredores desejando não esbarrar com Raven ou Rael, caso contrário iria esperar até a dupla pagar por suas compras e caminharem até a entrada da biblioteca, pois eu me pretendia ficar sozinha com a bibliotecária no momento do pagamento. - Este livro, é totalmente fictício? - Estendia o objeto exibindo capa junto ao título, talvez alguém com maior conhecimento literário pudesse me informar melhor, e eu não queria arrastar minhas colegas para uma teoria da conspiração sem ter o mínimo de certeza. Independente da resposta faria o pagamento dos livros. - Obrigada. - Agradecia num tom baixo me curvando rapidamente antes de me deslocar até a entrada da construção.

Estando com os dois livros dentro de uma sacola. "Erica Wedling." O nome da autora ficava martelando na minha cabeça, fazendo meu olhar sem brilho ficar perdido ao longe, mesmo que a sensação maluca sobre a história relatar fatos históricos fosse verdade, o que eu poderia fazer? Essas atrocidades podem ter acontecido a muitos e muitos anos atrás. - Arrrrfff… - Outro longo suspiro fluía,  no fundo meu maior interesse era descobrir a história contada pela autora.

Eu só voltaria a realidade quando minhas colegas chamassem minha atenção. - Waah! - Inevitavelmente me assustaria dando um gritinho e imediatamente pressionava o peito com a mão direita sentindo meu coração batendo acelerado. - Sorvete? - Perguntava sorrindo de maneira carismática, tentava fugir do provável assunto sobre minha pessoa ter ficado aérea, mesmo porque agora eu também estava precisando de um sorvete bem docinho. - Talvez a gente encontre algum sorveteiro no caminho até a Arena. - Dizia otimista pois assim nenhum desvio de rota seria feito, ou então Raven poderia conhecer algum, o que tornaria tudo mais fácil.

Caso encontrássemos um local ou alguém vendendo sorvete eu iria correndinho em sua direção. - Eu vou querer uma casquinha baunilha, e… - Nesse momento fitaria a morena e a garota de cabelos azulados por cima dos ombros, tentando adivinhar qual sabor de sorvete elas gostam. "Raven combina com chocolate e Rael parece ser doce igual a sorvete de morango." Tendo feito tal conclusão totalmente por achismo infundado eu pediria por uma casquinha de morango e outra de chocolate, logicamente pagaria pelos três sorvetes, assim retornaria toda serelepe e cantarolante ao encontro a dupla.

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Eu tinha em mente um plano inocente, só para dar um empurrãozinho de leve no casal que ainda não sabem que são um casal. - Para você.- Raven receberia o sorvete de morango. - E esse para você. - Em seguida entregava a Rael o sorvete de chocolate. - Agora podemos ir? - Perguntava na maior casualidade, fechando os olhinhos com um sorriso radiante esculpido no rosto. Se minha intuição estiver correta e ambas quiserem provar os sabores que mais gostam, bom, elas vão precisar dividir, um belo plano não é mesmo?

”Histórico”:
Garota Cavalo
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Histórico

Rael Kronin




Post: 21
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    — A-a-a-aquilo?!!! — O que mais eu poderia pensar das palavras de Lucy após ter folheado aquele livro vil?! A provocação da loira dava uma pane geral no meu sistema, que já estava confuso por si só, vermelho? Não! Estudiosos teriam que inventar uma nova cor mais rubra que o próprio vermelho só para definir o tamanho da vergonha que eu sentia agora — Na-não é nada disso! A gente, eu só tava… — Mas no final já estava desorientada demais para fazer qualquer sentido, me perguntando se não estaria muita patética ou estranha na frente de Ravena.



    “Aaaaaaaah!” — gritava dentro de minha mente — “Mas desde quando eu me importo com o que os outros acham de mim?”

    No final quando ela dizia estar brincando já era tarde demais, já estava derrotada com a vontade de cair no chão e me enterrar em um buraco. — Urrrhg… — Soltava um grunhido fraco e desanimado com o olhar fixo no chão, não conseguia nem ver a reação de Ravena. O comentário sobre o calor era minha porta de escape daquela situação constrangedora, a princípio planejava levar a mão até a camisa fazendo o movimento refrescante de puxar e soltar a roupa, mas logo percebi que isso não seria possível apenas com o top que vestia, o que gerava uma pose ainda mais estranha.

    — Err… Você tem razão, eu vou pegar um arzinho lá fora — parava no meio do caminho, sem conseguir olhar para trás enquanto dizia — E eu vou querer duas bolas de sorvete! — Ia até a calçada esperar pelas duas, completamente desnorteada pelas provocações, se essa era a vida de ter uma irmã mais velha, mais uma vez era grata por ter nascido filha única.

[...]

    Se no caminho encontrássemos um comerciante de sorvete, deixaria Lucy ir comprar por mim. A menos que Raven falasse algo comigo, esperaria pelo retorno da ruiva calada e ainda um pouco envergonhada, olhando para os lados e mexendo os dedos para diminuir a ansiedade.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 6 Shy-anime

    — Obrigada — Agradecia levando a mão em direção ao sorvete rosado até receber a outra opção em seu lugar, olhava para a casquinha de chocolate por alguns instantes, pensando que não gosto muito de coisas amargas, mas com a primeira lambida as coisas de adoçavam um pouco mais.

    — Eehh! — Ficava surpresa e um tantinho eufórica com o pedido para trocar de sorvete — Por-por mim tudo bem… — Esticando o braço na frente de Ravena, oferecia meu sorvete de chocolate para ela enquanto pegaria o seu de morango, dessa vez encarando a casquinha não por seu sabor, mas por já estar parcialmente lambido… — I-indirect… — Murmurei alguma coisa mas logo interrompi a mim mesma dando uma mordida bem grande no sorvete, e realmente aquele sabor docinho e refrescante era tudo o que eu precisava para me acalmar.

    Enquanto terminasse meu sorvete, chegaria a conclusão que estava pensando demais, era melhor voltar ao normal e deixar esses pensamentos de lado por enquanto, pra quando eu não estiver sob a influência de um livro bobo. Finalmente retornaria à mim, estapeando ambas as minhas bochechas e então envolvendo meus braços não só na morena mas também na loira, puxando as duas para perto num abraço amigável — Vamos acelerar o passo, eu quero ver logo essa tourada. Gishishishi — Seguiria então o caminho para a arena.

Jean Fraga
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- seja o que for pra ser -

A opção mais em conta era um combo entre o que buscava, medicina cirúrgica e um livro de física, não era exatamente minha área de interesse, mas sempre houve coisas que me interessavam nesse âmbito e juntamente do preço mais o slogan chamativo na capa, optei por levar o pacote.

Diferente do que esperava, era bem barato e feliz da vida comprava os livros, sobrando bem mais do que eu estava esperando, entregando os vinte mil com muita leveza no coração.

[...]

Estava prestes a sair do corredor quando as palavras de Luci se infiltravam em minha mente, quebrando completamente toda minha guarda, não havia sequer imaginado que poderia passar por aquilo, Luciferanna acabou me deixando em uma saia justa.

Com minha franja cobrindo meus olhos, podia ao menos me privar de naquele momento ter um contato visual com Rael... o que sequer prestava de algo, já que me sentia nervosa e completamente envergonhada...

Sendo sincera não havia até esse momento realmente parado para pensar no que vinha sentindo por Rael nesse dia, para ser sincera, nunca me envolvi amorosamente com ninguém e se quer sei o real significado do amor que comumente ouço entre a boca de pessoas da minha idade.

Então como um feixe de luz branco atravessando um prisma e se decompondo em suas diferentes cores, várias linhas de pensamento surgiam com tudo que havia deixado de pensar até agora, sendo aquele momento uma explosão de ideias que faziam minha cabeça fritar.

E se o que eu sinto realmente for algo a mais? – Chacoalhava a cabeça já que a cada instante que essa ideia se intensificava, eu sentia como se fosse explodir, tentando manter uma postura seria, diria, — Nã-Não! – Era difícil dizer aquilo, porque a cada instante, a minha imaginação se tornava mais vivida e começava a criar a imagem de fazer “aquilo” numa biblioteca.


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Ouvia o proceder e mesmo sabendo que era uma “brincadeira”, a ideia já havia sido colocada em minha mante e dificilmente ela seria tirada, o gancho criado por Lucy permitia que pelo menos naquele momento eu pudesse me afastar de Rael, com tudo pago, começaria a ir para fora, mas minha companheira já pretendia ir para lá e bom, acho que ficarmos sozinhas agora não seria a melhor ideia.

Assim, pararia perto do balcão esperando que a loira pagasse suas coisas para então podermos seguir nosso caminho, quem sabe o prometido sorvete pudesse me ajudar a me acalmar...

Um pouco eufórica, me aproximaria de Luciferanna e puxando sua camisa de leve, diria, — Vamos... você prometeu o sorvete e ... Rael está esperando a gente lá fora... sozinha...

— Se não me engano, talvez tenha um sorvete no caminho... – Saindo da biblioteca carregando meus livros já que a vergonha era maior do que pedir para guardar na mochila de Rael, tentaria avistar alguma sorveteria ou vendedor, assim avisando Luci.

Esperando por Lucy, o silencio era o maior inimigo naquele momento, mesmo estando do lado da Rael, nada era proferindo entre nós e se aquilo tenha afetado a gente de forma negativa? Afinal... pensar em nós dessa forma parece mais que estamos num relaci- Não! Vamos com calma Raven.

A chegada do sorvete acalmava meu coraçãozinho que bom, já estava com os dois pés na cova depois dessa montanha russa de emoções, — Obrigado Li... – Pegando o sorvete de morango que não era lá o meu favorito, inevitavelmente fitando o sorvete de chocolate que Rael segurava.

Por sorte ele ainda assim era gostoso, apesar de doce demais para meu paladar, sentia meus ombros relaxarem e meu corpo aos poucos entrando num estado de calma.

Certamente não sabia o que estava rolando entre nós duas e talvez pensar demais só iria piorar tudo então rapidamente me animando, decidia deixar as coisas seguirem seu ritmo e caminho, seja o que for pra ser.

— Rael! Posso provar o seu?! – Um sorriso acompanhava a fala que aos poucos ia se tornando mais natural e animado. Levando meu rosto até o sorvete de chocolate, provava-o e aquela sensação mais amarga juntamente da temperatura bem gelada, adocicava meu ser por completo, o de chocolate realmente era o meu favorito.

— Quer provar o meu? – Esticava meu braço dando brecha para que Rael pudesse provar, entrelaçaria meu braço que segurava a casquinha de morango com o braço dela que estaria segurando a de chocolate e então animada diria, — Pronto! Assim podemos ir compartilhando durante a caminhada, perfeito né?! – Gargalhava baixinho, curtindo cada momento naquele dia.

— Lucii! Obrigado pelo sorvete! – Ao fim sendo incluída num abraço coletivo, ficava feliz com o gesto de Rael, deixando-me mais calma sobre tudo que antes havia rolado, dessa forma, seguraria com a mão direita a mão de Rael, — Posso guardar os livros também na mochila? – assim botando os dois livros adquiridos dentro do compartimento.

Por fim, segurando com a mão esquerda, a mão de Luciferanna e então dizendo animada para as duas, — Vamos!! Está na hora de vocês conhecerem a tourada! – Guiando-as agora para nosso destino inicial, a arena!


HistóricoInfo
Nº de Posts: 16
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14




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Shiori
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Trio - Marinheiros



Rael, Ravena & Luci


Luci inicialmente avaliava cada um dos livros, alguns lhe eram interessantes, outros como o do Serial Killer lhe faziam automaticamente querer distância, afinal, ela certamente era seu tipo de vítima. Mas um especificamente lhe trouxe curiosidade, a vil história parecia tão cruel e tão pesada que levou ela a buscar aquilo.

E claro também o Burrinho, meu alazão, que parecia ser divertido. Porém no final ela ia até a bibliotecária, para fazer uma pergunta peculiar sobre aquele livro especificamente. O que fez a mulher num mesmo momento perder o sorriso que ela carregava enquanto lia seu romance de investigação.

Ela parou por uns segundos antes de responder mas logo encontrou as palavras pra falar sobre aquele exemplar.-Bem, já me aventurei nessas páginas, e o que posso lhe dizer é que existe muita crueldade em cada pagina.- Era um pouco de troca de foco, antes que ela entrasse no assunto principal.

Até porque aquilo era uma grande ferida na ilha no fim das contas.-Então algo muito similar de fato aconteceu aqui em Las Camp. Eu não posso lhe afirmar que os detalhes são reais, mas posso lhe dizer que existe grande base pra afirmar que isso foi no mínimo baseado em um acontecimento muito doloroso dessa ilha.- ela então terminando de falar isso, olhava para a capa do outro livro que ela carregava, aquele parecia muito mais agradável.

Mas ela não disse nada sobre o assunto focando na pergunta.-Cheguei a ver amigas minhas serem “doadas” e desaparecerem com desculpas como “Ela vai morar em outra cidade com um tio” E coisas assim.- então existia mesmo um fundo de verdade por trás daquilo, a ilha realmente doava moças para um dragão celestial.

E por fim era hora da compra onde a bibliotecária cobrava pelos dois livros.-São trinta mil cada um então dá sessenta mil berries, os dois livros.- cobrou se ela quisesse levar os dois ou apenas separadamente um, dependia das escolhas dela, que depois desse momento, ia para fora, onde encontrava Ravena e Rael.

E esse era o momento do papo dos sorvetes, com o plano do mal que poderia entrar em vigor, elas caminhavam indo até uma sorveteria a uns 30 minutos dali. Eram agora as 17:30 depois dessa caminhada, estava quase no horário da transição de personalidades, mas ainda não havia chegado lá.

Elas entravam na sorveteria e simplesmente pegavam os sorvetes, depois de todos os acontecimentos era algo que tinha feito bastante sentido, onde Ravena oferecia seu sorvete pra elas dividirem, algo que custava cinco mil cada sorver, onde a loira pagou 15.000 pelos três lanches.

E agora mais uma vez elas começavam a se mover para a Tourada, comendo esses tais sorvetes, a caminhada era longa, mas elas chegavam na arena, porém, havia uma fila pra entrar. Ainda não tinha começado, mas tinha um cara vendendo ingressos na lateral direita, e depois a fila de entrada e recepção.

Junto disso na esquerda tinha uma bancada de inscrição que tinha algumas vagas disponíveis para participar do negócio caso tivessem algum interesse. O lugar era como um estádio fechado bastante alto e difícil de penetrar sem ser pela porta de entrada.

Snow


Depois de receber sua Missão Snow foi para a o refeitório, onde rapidamente aproveitou para comer, era frango e batata doce, com arroz que tinha no momento então ele passou pra dentro a janta reforçada, ele comia muito pro tamanho dele o que era pra alguns impressionante. Ele pegou o resto da comida e saiu do lugar levando a comida com ele ainda pra poder aproveitar ela no caminho.

Ele desceu pro arsenal, onde ele subiu sobre o balcão e um careca simpático atendia ele ali. Era um cara bem comum com farda da marinha que ouvia o que o rapaz estava pedindo, algo que o fez levar a mão até atrás da nuca, por que por conta do tamanho dele, ia demorar um pouco…

Ele então pegou as manoplas que eram perfeitas por pequenino e logo explicou.-Eu tenho as manoplas pro seu tamanho, mas as outras duas armas vou precisar pedir pra Sabina fazer amanhã cedo tudo bem? Acaba que não tenho tantas armas pro seu tamanho, a Tenente tinha encomendado manoplas, e temos um chicote, e uma marreta hehe, mas amanhã te garanto as botas e facas logo pela manhã certo?- explicou a situação, criada pelo tamanho de Snow, que infelizmente ia ter de esperar um pouco por elas.

Então mesmo sem tudo exatamente, era hora de partir ele levantou voo com o falcão, e ele agora podia ver a cidade de cima, era bonito, e ainda mais agora que o sol praticamente já se punha, estava começando a anoitecer devagarinho eram exatamente as 17:30 naquele momento. Onde ele podia ver as pessoas da ilha saindo de seus trabalhos e muitos indo para casa, outros parando pra comer nas barracas de Lamen. Ele não ficava pra trás comendo parte da comida que estava ainda com ele já que pra acelerar ele não comeu tudo no quartel.

Às vezes algumas carruagens passavam, movidas a belíssimos cavalos, enquanto ele seguia as instruções, finalmente chegando a casa de banho que ele precisava ir, no local ele se apresentava, onde logo a mulher que era dona do lugar, o recebia, falando com ele. Ela estranhou um pouco inicialmente por nunca ter visto ninguém daquele tamanho, mas achou falta de respeito perguntar.

Então, ela cumprimentou ele igualmente estendendo a mão para que ele apertasse. Tendo visto que ele parecia ainda ter terminado de mastigar algo na última frase-Bem vindo Soldado Snow, não precisa se preocupar, tanto venha por aqui comigo, vou te mostrar o lugar, pra você ver onde é mais perigoso.- o lugar nesse momento só tinha a dona, as moças estavam todas dentro da fonte, no banho fechado.

Ela então guiria o rapaz pra mostrar onde que aconteciam os problemas, era bem na saída do lugar, era uma escadaria, com um corrimão de madeira, que ficava na saída do banho e ela começava a explicar.-Eles ficam todos aqui do outro lado do corrimão, falando barbaridades pras moças, às vezes dão tapinhas na bunda delas, ou passam a mão. Eles não chegam a persegui-las quando elas vão embora, mas isso tá saindo do controle.- peço que se possível evite que esse tipo de coisa aconteça tudo bem? Disse ela de modo bem preocupado, ela parecia estar verdadeiramente preocupada com a situação.

Histórico:


Legenda:


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Ex-Panda
Pirata


 
Post 06

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
Era um pouco preocupante que eu só teria o resto de minhas armas amanhã, mas eu acho que conseguiria me virar apenas com as manoplas, afinal em teoria eu nem iria bater em ninguém, mas se precisasse eu o faria.

A moça da casa de banho era bem simpática e me recebia, ela parecia estar meio confusa, mas eu não julgo, a primeira vez que eu vi os grandes demais eu também fiquei da mesma forma, mas bom ela não reclamava então tudo bem.

Ela me levava ao local onde parece que a situação era pior, os delinquentes que estavam vindo aqui estavam desrespeitando o local e as moças que o frequentam, claro que eu não podia deixar isso sair impune.

— Não se preocupe senhora, eu posso ser pequeno, mas sou bem forte! Se eles aprontarem vão se ver comigo!

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Bom sabendo o local onde teria que ficar não me restava opção a não ser sentar e esperar, mas enquanto eu fazia isso chamava Flake para me fazer um favor.

— Amigão você pode ficar de olho por cima da casa de banhos? E se alguém estranho entrar venha me avisar ok?

Esperava que ele fosse, ali sentado nas escadas me concentrava, e esperava pacientemente, tentava lidar com o desejo de ver as lindas moças nuas mas eu não era um pervertido como a senhorita Kotaro que antes me perseguia.

Bom tentava não ouvir elas tomando banho e de cara fechada ali eu permanecia até quando eles chegassem.

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Historico:


Personagem:


 
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Jean Fraga
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- A Arena dos Touros -

A caminhada era longa o suficiente para trazer consigo a calmaria que sentia antes, mas, rápida também para manter minha euforia nas alturas, fazia muito tempo que havia vindo na arena e particularmente sentia um certo medo em não ser tão bom quanto eu acabei transparecendo para as duas.

Encontrava o vendedor e logo diria para minhas amigas, — Podemos comprar com ele e então entrar na fila! O quanto antes melhor para pegarmos um assento mais bem posicionado.

Minha visão voltava-se então para a bancada de inscrições, lembrando do interesse de Rael em participar, segurando-a pelo ombro e virando seu corpo em direção a banca, — Parece que você vai poder participar se ainda estiver afim!

Ficava animada por minha amiga e um pouco preocupada... e se ela se machucasse? Bom, eu sou medica então tudo certo... lá no fundo dava até em mim a vontade de participar...

— Deu vontade até em mim de participar... – Contudo a animação era maior ainda em ver Rael lá - Pode apostar que sim!! Estarei lá vibrando por você!

— Bom, aqui então se dividimos... creio que eu e a Luci vamos pra arquibancada certo? – Apontava para Rael, surgindo em meu rosto um semblante sério.

— Não vá se machucar hein! Mas também não se preocupe... se acontecer alguma coisa eu cuido de você. – Não pretendia estender tal conversa, até para não atrapalhar eu e a loira de encontrar um lugar pra sentar, como dar tempo de Rael conseguir se inscrever.

Indo até o vendedor, compraria dois ingressos e logo seguiria para a fila com Lucy, — Pode deixar que o ingresso é por minha conta! – Sorria alegre quase que retribuindo a gentileza dos sorvetes de antes.

Durante a entrada, queria conhecer mais da minha companheira, então tentaria puxar um papo, — Que dia maluco hein... quantas coisas acontecerem e estamos recém chegando no final da tarde... sinceramente, foi ótimo em meu primeiro dia conhecer logo vocês duas...

Durante a caminhada, prestaria bastante atenção em toda arena, afinal, tinha lembranças nostálgicas de uma época quando era mais nova e quem sabe podia ser tudo outra coisa.

Assim que adentrássemos, procuraria pelo melhor lugar para assistir ao espetáculo, bons assentos sem pessoas a nossa frente, com boa vista para arena e sequer sentada ia conseguir me manter, já que ficava ansiosa para ver Rael aparecendo, ficaria seguidas vezes levantando e esperando sua entrada.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 17
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14
  • Livro de física - Post 16
  • Livro de cirurgia - Post 16


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14
  • 20.000 Berries - Post 16




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Garota Cavalo
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Histórico

Rael Kronin




Post: 22
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    — Parece que chegamos a tempo — comentei ao observar as pessoas fazendo fila para entrar, por sorte ainda não havia começado, e pensar que saímos do quartel por volta de meio-dia e já era quase o final da tarde, o tempo realmente passa voando com essas duas. Mas finalmente estávamos no destino prometido, fitava a grande arena com um ânimo igualmente enorme, faltava pouco para que meus passos saíssem saltitantes.

    — Pode apostar que sim! — Respondi a observação de Ravena quanto a possibilidade de minha participação como uma gladiadora de touros — O tamanho da fila pra participar também é bem menor, Gishishishi — não me importava de esperar, mas se for pra demorar tanto é melhor que seja para fazer parte da ação. Voltava-me para minhas duas acompanhantes — Vocês vão me assistir? — Tinha esboçado no rosto um sorriso empolgado com o evento.

    Andava de costas em direção ao meu destino enquanto olhando para Raven respondi — Não precisa se preocupar, eu tenho um corpo bem resistente gishishishi — Que mal uma chifrada ou duas poderiam fazer? — Ah! já ia me esquecendo — voltava até as duas à passos ligeiros, oferecendo minha mochila para uma das duas que pegasse primeiro — Vocês podem cuidar disso pra mim? Não quero estragar as nossas coisas no meio da confusão.

    Por fim, me separava da dupla, andando centrada até a banca de inscrições. Me anunciaria batendo com força moderada na mesa apenas para causar algum impacto, deixando a mão direita ali e me inclinando um pouco sobre a mesa. — Meu nome é Rael de Ilusia, e eu vim me inscrever como participante! Gishishishi — Não sabia se necessitava assinar algo, pagar uma taxa de entrada, ou mesmo se aquilo se tratava de uma competição com prêmios, só queria participar logo daquele evento do qual nunca ouvi falar e sequer sei como funciona — Quais são os termos?

    Seguiria as instruções necessárias, preenchendo formulários ou pagando taxas o que fosse! Seguindo para o local de espera que me apontassem — Ah, uma coisa! — Diria a pessoa do balcão ou quem quer que estivesse me guiando naquele momento — Vai entrar todo mundo junto ou é um de cada vez? Tem como me colocar como segunda, terceira… Pode ser até a última participante, assim, eu só queria ver como é que os profissionais fazem antes de tentar Gishishishi.

    No local de espera procuraria por um lugarzinho capaz de observar a arena, assistindo o que pudesse enquanto havia tempo. Quando chamada, seguiria as instruções, por fim entrando naquele domo e estreando minha participação.

Scylla
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Scylla
Soldado


A resposta da bibliotecária poderia ser tudo, menos reconfortante. - Então não era só um pressentimento ruim. - Ficava entristecida com meus olhos melancólicos caindo em direção ao livro. - Aqui dentro pode realmente ter um desabafo. - Acreditava que só um motivo desses levaria alguém a escrever sobre tamanha atrocidade, talvez a autora tenha sido uma das sobreviventes, ou assim como a bibliotecária conheça alguma vítima do tal dragão. - Eu tenho certeza que a justiça será feita. - Disse baixinho tentando ao máximo exibir um sorriso reconfortante, apesar de estar quase derramando algumas lágrimas, a franja loira cobria o olhar cabisbaixo, eu mesma não tinha plena confiança nas palavras recém proferidas mas queria acreditar que elas fossem se concretizar, assim me retirei deixando sessenta mil bellys no balcão. Caminhava a passos curtos abraçando forte o livro contra o peito, como se esse gesto pudesse acalentar as vítimas.

Por sorte não havia como eu ser tomada pela tristeza estando na companhia de colegas tão radiantes, o ânimo delas logo me contagiava. - Hehe! Assim não é mais gostoso? - Perguntava em tom de divertimento mais para colocar uma pulguinha atrás de suas orelhas. - O sorvete de morango é muito docinho, o chocolate tem um gostinho mais amargo, e mesmo com essa diferença eles são gostosos. - Começava a explicar o meu ponto apontando para cada sabor a fim de ilustrar as palavras. - Mas então se combinar chocolate e morango. - Agora juntava minhas duas mãos simbolizando a união. - Se cria um sabor novo. - Encerrava o raciocínio estando a exibir um largo sorriso para as duas, deixando-as tirarem suas próprias conclusões. - E também eu acredito que tudo fica melhor quando nós dividimos as coisas com as pessoas que gostamos. - Fechava os olhinhos agora com um brilho rosado nas bochechas sorridentes, essa foi uma das melhores lições que tive convivendo com minhas irmãs, somos tão diferentes nas qualidades e defeitos, mas quando estávamos juntas tudo ficava mais divertido.

Se após o breve discurso eu notasse que Raven ou Rael ficassem olhando para o sorvete de baunilha. - Pode provar. - Oferecia a casquinha de sabor levemente adocicado.

Então me veria sendo quase arrastada por Rael e sua explosão de entusiasmo. - Eeeei! - Me atrapalhava um pouquinho até conseguir acompanhar o ritmo rápido dos passos. - Ainda não terminei o sorvete. - Era realmente um desafio de destreza, tendo de equilibrar o sorvete durante a caminhada acelerada, e às vezes dava algumas mordidas porque o sorvete começava a derreter, agora só restava contar com a fé desejando que nenhuma tragédia "sorvelistica" aconteça. - Kaskaskas! Vocês não se cansam nunca? - Nem se eu tentasse conseguiria ficar brava com aquelas duas, era tanta energia a ponto de me contagiar.

Chegando ao nosso principal objetivo. - Tem certeza que não vai participar? Eu fico cuidando de nossos pertences, e também você não teria visão privilegiada lá na arena? - Perguntava a Raven que assim como Rael também demonstrava interesse em participar do evento, no meu caso, eu prefiro menos adrenalina, somente assistí-las já está ótimo.

O questionamento de Rael me fazia sorrir. - Estarei na torcida! - Acenava em afirmação com a cabeça apoiando a garota de cabelos azulados.

Em seguida iria acompanhar Raven até a arquibancada, isso se ela não decidisse participar. - Sim! Kaskaskas. Parece que tivemos uma aventura e poucas horas. - Agora parava para refletir, nossa manhã e tarde foram repletas de acontecimentos, agora mais do que nunca estava convicta de que fiz a escolha correta ao ingressar na marinha, havia conhecido pessoas muito divertidas, e só foi a primeira missão, imaginem quantas histórias eu não terei para contar quando for visitar minha família em Illusia.

Porém havia um elemento na fala de Raven que me deixava bastante introspectiva, entrelacei os dedos acima do colo olhando em direção minhas pernas. - Está perto de anoitecer…  Acho melhor você saber logo… - Olhava para Raven só com o cantinho do olho. - Arrf… Na verdade, você vai saber de todo jeito quando o momento chegar. - Era um detalhe sobre minha pessoa muito complicado de se explicar em poucas palavras, sendo assim julguei sendo mais simples que a morena pudesse testemunhar o fenômeno antes de fazer qualquer comentário sobre a outra pessoa que mora dentro do meu corpo. - Depois me conta a Rael se saiu. Kaskas! - Ficava um tantinho chateada pois provavelmente não conseguiria ver a não conseguiria ver a performance de minha mais nova amiga, mas já estava acostumada com a transição, não havia muito que eu pudesse fazer para impedir ou prorrogar, e olha, foram muitas e muitas tentativas de ficar "acordada" só por mais um pouquinho de tempo. Erguia o rosto de encontro a morena abrindo um grande sorriso mostrando os dentes, pois aquele poderia ser meu último momento com Raven no dia de hoje, então nada de drama, desejava que fosse leve e divertido até o último segundo.


”Histórico”:
Shiori
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Trio - Marinheiros



Rael, Ravena & Luci


As moças estavam ali aproveitando seus sorvetes infindáveis, sem nunca se cansar no fim das contas, como era bem apontado pela loira. Mas elas estavam ali na fila enquanto Ravena coordenava elas a comprar os ingressos, algo simples custava em torno de vinte milhões cada um.

Elas pagavam pelos ingressos, e então iam para a fila, exceto por Rael que queria verdadeiramente participar, onde ela assinava a ficha de inscrição. -Pra se inscrever você só precisa assinar aqui!! É um termo de compromisso que nós não nos responsabilizamos por sua vida.- Então ele mostrava o contrato, era algo simples, apenas dizendo que tinha total noção dos riscos que corria.

Então depois que ela assinava o rapaz começava a se programar para levar a Rael pra outra sala, ele entregava pra ela o número, que era o de participante número 3, ele aparentemente sorteava isso de uma caixinha.-Venha comigo, esse é o vestiário feminino.- ele levava ela pra o lugar, e lhe entregava um pano vermelho, e e isso era tudo.

Ele então começava a explicar. -Se não quiser sujar suas roupas. Posso lhe entregar uma chave dos armários. Tem água logo ali e comida se precisar de uma última refeição… Quer dizer… De uma refeição. Quando seu nome for chamado vá por aquela por ali.- disse ele coçando a parte de trás da cabeça e apontando para a direção correta da saída.

Enquanto isso do lado de fora as outras duas finalmente entravam, ainda pegando um bom lugar na arena, não era a primeira fileira, mas era a terceira, já ajudava pra ver a mulher. Nesse tempo da fila, no entanto, mais meia hora se passou, onde os avisos de Luci se tornaram reais, sua personalidade diferenciada assumiu. Isso provavelmente iria afetar mais a Ravena que ia ver essa mudança em primeira mão de perto.

A tourada começava e Rael podia ouvir a vibração da multidão no estadio ali de onde ela estava e as outras duas, viam o boi correndo atrás da moça que movia o pano vermelho se esquivando. O bicho era brabo, sagás, veloz e um claro matador, aquele touro era dos bons, a mulher corria lutava, e ia fazendo palhaçadas pra chamar atenção da plateia.

Enquanto isso, uma mulher se aproximava de Rael. Era uma morena alta, que parecia perceber que a garota talvez fosse uma novata na área, ela dizia.-Primeira vez? Você é a próxima, a número dois passou mal, então você deve logo mais ter de lidar com o touro.- disse ela apontando pra trás com o polegar, de um banheiro que o barulho era claramente de vômito, sim um glade “bleagh” surgiu.

Snow


Depois de conhecer a senhora o que restava ao garoto era esperar que as coisas acontecessem, e isso não demorou nenhum pouco, ele pediu primeiro ao falcão que ele ficasse vigiando de cima, e de lá tudo estava certo, ele pousou bem no teto da pousada e ficava observando.

Mas o problema vinha exatamente onde ele estava. Ele percebeu que realmente uma quantidade considerável de rapazes com estilos similares se reuniu ali. Alguns carecas com a cabeça tatuada.Outros com cabelos raspados dos lados, mas altos em cima, até alguns moicanos.

A maioria com cabelos pintados de loiro, vestindo sobretudo, e usando espécies de munhequeiras. A maioria deles tinham cicatrizes de grande porte, em seus braços, ou até no olho ou tórax, já que alguns deles não usavam camisa por baixo do sobretudo. Eram caras bem estranhos, mas por hora eles apenas fumavam ali a distância.

Aos poucos iam se aproximando do corrimão e se sentavam ali, por um tempo nada acontecia, algumas horas se passavam com um impasse, até que as primeiras moças começavam a sair pelas escadas, elas desciam conversando coisas bobas e dando risadas, todas elas pareciam revigoradas após o banho.

E foi aí que um dos carecas se aproximou de uma das moças, ele parecia bem agressivo na forma de se movimentar, onde ele dava passos mancando como se tivesse uma arma no quadril. Quando chegava perto da mulher ele começava a falar.-Qualé gatinha vamo sair comigo por ali, vem cá que eu posso te mostrar o brinquedão do pai vem comigo!!- disse dando uma piscada de olho e a moça se afastou claramente meio assustada e preocupada.

Ela logo respondia com certa dureza nas palavras mas ainda bem um pouco receosa, mas sabia que tinha de sair dali.-Eu preciso ir pra casa. Não tenho tempo pra caras como você.- disse sem qualquer arrependimento, onde ele levantou a mão até o quadril dela como se fosse agarrar, ela esquivava ali entre os braços dele e parecia que tinha começado.

O cara provavelmente ia tentar passar a mão sobre ela de algum jeito. Mas agora aquilo tava na mão do soldado que deveria tomar suas próprias decisões de como agir nessa situação.

Histórico:


Legenda:


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Ex-Panda
Pirata


 
Post 07

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
Eu chegava na escadaria, mas a vista não era pacifica como eu gostaria que fosse, alguns homens já estavam se reunindo por ali, mas bom eu não deveria julgar um livro pela capa, eu não faria nada com eles se não fizessem coisas ruins.

Passava algum bom tempo e parecia que eu estava correto em não ter que abordá-los, eles estavam na deles, bom isso era o que eu pensava, quando as moças começavam a sair eles mostravam seu verdadeiro ser.

Eu estava em desvantagem numérica, não era como se eu fosse conseguir bater em todos e sair ileso, também não era intimidador, tentava formular um plano, mas então algo acontecia.

Um dos homens se aproximava de uma das moças, eu já havia passado por aquilo, alguém tirando proveito de sua fraqueza, e ver aquilo me deixava com uma pequena raiva em meu peito, sentia meu sangue correr mais depressa e ficava bem quente.

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Me aproximava de todos eles, provavelmente estariam armados, então eu tinha que fazer algo antes que começasse a socar todos ali, como marinheiro mesmo estando com raiva eu tinha que dar um aviso prévio, me segurava ao máximo e dizia:

— Senhores, vão embora agora esse é meu primeiro e único aviso, se não deixarem essa área nos próximos 60 segundos eu considerarei isso uma obstrução da justiça e eu mesmo darei cabo de vocês!

Apertava meu punho com força, a vontade que eu tinha era de socar seus crânios contra o chão e xinga-los, mas eu me continha da melhor forma que podia sem mandar eles ao inferno ou puxar briga.

Ficaria atento ao meu redor e caso qualquer um tentasse fazer um movimento de ataque para cima de mim, usaria o meu tamanho e minha velocidade ao meu favor, começaria a andar pelas pernas dos delinquentes em zique e zaque, assim eles não poderiam atirar em mim ou muito menos me pegar com facilidade.

Na ida entre as pernas eu ia desamarrando todos os cadarços daqueles que usavam sapatos, e na volta amarrava uns nos outros para que eles caíssem se tentassem se movimentar de forma brusca.

— MOÇAS SAIAM DAQUI AGORA! VOLTEM AO BANHO E TRANQUEM A PORTA!!

— SEUS FILHOS DA PUTA TEIMOSOS EU AVISEI VOCÊS PORRA!!


Me prepararia para lutar depois que analisasse a situação em que me encontrava, não era como se eu pudesse os machucar demais, mas talvez se eu batesse em seu líder de forma vergonhosa eu intimidaria os outros...
   
Caso nenhum deles partisse ao ataque diretamente eu apesar ficaria em sua frente não deixando fazer nada estranho com as moças, e tentaria ficar o mais calmo possível os adiantando para sair logo do local, e calçaria minhas luvas de combate lentamente para os intimida-los.

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Historico:


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Histórico

Rael Kronin




Post: 23
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    Escrevia meu nome da mesma forma que me apresentei, imaginava se chamariam meu nome na hora de entrar na arena, me senti como uma gladiadora ou algo do tipo — As pessoas se responsabilizam pela vida de estranhos? — Comentei sozinha sem entender direito o que era aquele termo, apenas assinava sem ler.

Três é meio que meu número da sorte (?) — Falava brincando quando sorteada, já seguindo o rapaz. Minhas roupas atuais me pareciam o bastante para a atividade, pelo menos é o que eu achava, mas se dentro do tal armário tivesse uma roupa típica do ofício em que eu estaria prestes a desempenhar, aceitaria com um certo ânimo em experimentar aquele traje bonito e extravagante — Sendo assim eu vou querer um armário sim — Trocaria de roupa se fosse esse o caso, seguindo para esperar perto da mesa de comida.

[...]

Ah tadinha… Ela comeu algo estragado? — Perguntei com relação à pobre número dois que golfava suas tripas no banheiro, pensando no caso da comida ruim, devolvia para a mesa o que tinha pego anteriormente, antes que fosse tarde demais — Como sabe que é a minha primeira vez? Ah deve ser porque nunca me viu antes né… — dava um soquinho na minha cabeça, por ter demorado a perceber algo bem óbvio — você é uma veterana do local?

Se a resposta fosse de certa forma positiva, ficaria interessada em ouvir mais a mulher — Tem alguma dica pra alguém que não faz ideia do que tem que fazer lá fora? Gishishi — Nunca assisti uma tourada antes, e talvez participar de primeira tenha sido um pouco precipitado, mas que graça teria se não fosse assim, perguntaria detalhes até que tivesse um entendimento suficiente — Então além de derrubar o touro eu tenho que entreter as pessoas? É, acho que isso faz sentido — Resumiria nessas palavras a explicação que me fosse dada.

Quando chamada, ficaria um pouquinho nervosa ao andar até a arena, segurando o pano vermelho todo dobrado e quase escondido, quando visse as massas e ouvisse as ovações no entanto, meu coração já tranquilizava um pouco, afinal de contas me apresentar no palco é uma de minhas especialidades. Não procurava por Raven ou Lucy, sabia que elas estavam em algum lugar me assistindo e vibrando por mim e isso já era o bastante. Focava no em meu alvo, ou melhor, meu desafio, el toro.


Então eu só preciso fazer um show né? — Comentaria comigo mesma, enquanto fitava o animal, tomaria a forma do tango, com pernas cruzadas e braços entrelaçados acima de minha cabeça, finalmente deixando o pano vermelho amostra caindo sob meu ombro — Será que eu posso ter um pouco de música?! — Sempre olhando para o chifrudo, começaria então minha apresentação, com passos de dança num ritmo apaixonado e intenso, iniciava batendo palma e pisando no chão repetidamente com um rebolado, seguido de giros e um jogo de pés que me deixava o tempo todo em movimento, acompanharia os passos com o lenço vermelho, balançando-o ao ar chamando a sua atenção.

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Mesmo que não tivesse nenhuma música acontecendo, manteria meu próprio ritmo mentalmente, colocando um show que certamente poucas pessoas devem ter visto nesse tipo de evento. Continuaria a dança até que o animal avançasse em minha direção, quando perto o bastante, desviaria para os lados com um salto de ballet ou um passo longo com giro, à depender do meu tempo de reação, em minha posição anterior, deixaria apenas o tecido vermelho como que flutuando, para que o touro passasse direto por ele e me errando por pouco.

Repetiria este processo de passos de dança e esquivas por algumas vezes, cada vez deixando o animal se aproximar mais e mais à medida que fosse me acostumando com sua velocidade. Sempre que desviasse, gritaria palavras como “Olé!” ou “Samba!” e terminaria em uma pose exagerada e característica daquele estilo de dança, com uma das pernas levantadas ou inclinada para trás, é preciso dois para dançar tango, e naquele caso, o touro seria meu parceiro.



Ao final da minha apresentação de dança, me afastaria do touro, correndo para o centro da arena e me preparando para a finalização, anunciando para a plateia — E agora! O gran finale! — Ficaria de frente para o animal, provocando com o tecido que ele viesse até mim, só que dessa vez me manteria parada, com um sorriso caricato aguardando sua chegada. Quando estivesse perto o suficiente, firmando bem os pés e jogando o pano estendido na direção de seu rosto, abriria bem os braços esperando o impacto do animal.

Me encaixaria entre seus dois chifres, abraçando com força o animal e cobrindo sua cabeça com o pano, não só obstruindo sua visão mas também abafando sua respiração. É natural que a princípio eu seja empurrada para trás, porém me manteria sólida e segurando o animal, sempre firmando meus pés e fazendo oposição a sua força, transformando aquilo numa batalha de resistência, esperava cansar o animal antes que minha própria energia se esgotasse.

Uma vez que sentisse ele mais fraco seria a hora de agir, distribuindo toda a minha força entre pernas, braços e tronco, meu jogaria para o lado trazendo o touro comigo, levando nós dois ao chão com um grande impacto gerado pelo nosso peso e força aplicada. — Ooooooooooooooo! — Durante a ação gritaria de forma intensa a fim de juntar energia para o ato. No final forçaria o touro contra o solo até que ele ficasse mais submisso ou até mesmo apagasse pelo tecido em suas narinas.



Última edição por Remenuf em Qui Fev 24, 2022 2:04 pm, editado 1 vez(es)
Jean Fraga
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- O Grande Espetáculo -

Ansiosa com o que estava por vir, desligava-me um pouco do meu arreador, chegava a ouvir as falas de Luci que soavam como uma despedida, mas naquele momento, não chegava a me importar muito, olhando-a lateralmente perguntava com uma certa dúvida implantada em minha cabeça, — Você vai sair pra comprar pipoca? Logo agora? Devia ter comprado antes de sentarmos Luci... Ao menos compre um doce pra mim e vê se não demora viu...

Voltando minha atenção então para a arena, até que tínhamos conseguido um bom assento, a cada instante ficava mais ansiosa, esperando pelo grande espetáculo, quando tudo começava!

Para ser sincera tinha uma quebra de expectativa por não ser de cara a Rael e por isso sequer gritava ou torcia por, ficava ainda com minha vista focada por onde saiam os participantes.

— De fato é, mas tanto para o publico quanto para o participante, ai está a graça, para ele é sentir a adrenalina a mil e o perigo a flor da pele... já para o publico é ver por poucos centímetros o participante escapar... ou até mesmo ser atingido.

Assim que avistasse Rael, com as mãos em minha boca, fazendo um cone, gritaria com toda minha força pra garota, — VAI RAEL!!! ARREBENTA!!! – Finalizando com fortes palmas.

— Com certeza vai... esse touro não é maluco de machucar minha Rael! D-Digo... minha amiga, nossa companheira... – Chacoalhava a cabeça, por sorte tinha cometido o ato falho longe de Rael... nem quero imaginar como ela reagiria...

Eu esperava que fosse ser bom, tendo minhas expectativas superadas, ficaria imediatamente encantada conforme ia me empolgando, batendo mais palmas e gritando assim enaltecendo minha companheira.

Se Luciferanna, ali ainda estivesse, seguraria sua mão, — Olha a Rael! Ela manda muito bem nisso né?! Acho que ela tava só escondendo seus dotes... em Illusia tem tourada?!

Chegava a olhar para Lucy que parecia meio estranha, principalmente em seu jeito de falar, contudo ria com a brincadeira sobre a baba, chegava até a lamber os lábios por precaução, afinal, não descartaria a possibilidade de ser verdade.

Cada movimento era melhor do que o anterior, crendo que aos poucos ela se sentia mais solta e confortável nessa ocasião, as vezes até sentia um medinho, quando a esquiva vinha faltando poucos centímetros.

O Grand finale, me deixava boquiaberta, com os olhos arregalados por instantes ficaria preocupada com a saúde de Rael... e se ela se machucou? Mas caso a avistasse bem, saltaria muito eufórica batendo palma para o lindo espetáculo que podia presenciar.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 18
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14
  • Livro de física - Post 16
  • Livro de cirurgia - Post 16


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14
  • 20.000 Berries - Post 16
  • 20.000 Berries - Post 17





Última edição por Jean Fraga em Qui Fev 24, 2022 10:33 pm, editado 1 vez(es)

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Pirata


   
01

   

   
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSE A GHOST TOLD HER TO DO SO

   
Após um cochilo aleatório no meio do dia, eu acordava alarmada com as vozes ao meu redor. Fazia dias que não dormia, então acabei apagando por exaustão enquanto tentava criar coragem para vestir aquela horrenda roupa branca. Ser da marinha estava sendo ótimo, mas aquele uniforme realmente estragava todo o visual que eu tinha planejado para minha vida. Mas que seja, deixo as lamúrias para os fantasmas.

Erguendo-me, olhava pela janela do quarto para perceber o movimento do local. Me trocava rapidamente e colocava minha pulseira de contas, protegendo-me de más vibrações. Era impossível dizer se os barulhos que me atormentavam no momento eram do mundo real ou se apenas eu podia ouvir, mas já era hora de parar a procrastinação.

Rumando para a porta, dava uma última olhada no espelho e praticava um sorriso para conseguir ser mais simpática. Era uma feição bonita, não fosse pelas olheiras enormes ressaltadas pela pele pálida. Dando dois tapinhas no rosto para deixá-lo mais corado, eu saía. Fazia meu caminho saltitante, cumprimentando pessoas vivas e mortas até alcançar meu destino, a sala do tenente.

Dando quatro toques rápidos e dois lentos, me apresentava. - Soldado Yura! - Me mantinha imóvel com o rosto quase encostado na porta, esperando alguma resposta.

   
Historico:


Personagem:


   
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Última edição por Milabbh em Qui Fev 24, 2022 10:39 pm, editado 1 vez(es)

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Scylla
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- Aiinnhgr! - Outra noite começava e mais uma me vez eu retornava a esse mundo, eu não exatamente dormia mas era como se estivesse acordando, um tortuoso despertar diga-se de passagem. - Aaarrrrrrrrrrfh… - Tomava uma enorme quantidade de ar pela boca ao mesmo tempo que pressionava as têmporas e o topo da testa com os dedos tentando fazer a dor de cabeça passar mais rápido, normalmente a nossa transição não é abrupta como agora, entretanto o dia de hoje foi excepcional, todas as memórias da minha outra metade entravam de uma vez só na minha cabeça, abaixei o rosto fechando os olhos com força até que a dor ficasse tolerável.

Antes de dizer qualquer coisa o canto de meu olhar encontrava a morena ao lado, os fios dourados cobriam boa parte do rosto deixando apenas resquícios da coloração amarela em minhas orbes sendo expostas por entre as mechas. - Presumo que tenha dúvidas a serem esclarecidas. - A voz teria soado ligeiramente diferente do que Ravena estava acostumada, não tinha toda a carga sentimental de minha outra metade, não estava sendo hostil, apenas frígida num timbre mais grave. "Você devia ter explicado antes." Suspirava novamente, dessa vez inspirando e exalando todo o ar pelo nariz, não ficava nem um pouco alegre com o fato de Luci  ter simplesmente jogado essa responsabilidade no meu colo. Permanecia uns segundos silenciada olhando para frente pensando em como e por onde começar explicando, ainda com os cabelos caídos sobre boa parte de minha face.

Então consertava a postura deixando a coluna ereta e o queixo arrebitado, cruzava as pernas ao mesmo tempo que penteava os cabelos colocando-os por trás da orelha. - Depois eu respondo seus questionamentos, agora esse curioso evento irá começar. - Fitava Raven de soslaio, o local não nem de longe parecia adequado para conversarmos com calma, principalmente porque a tourada estava prestes a começar.

- Nhuummrff! - De novo eu suspirava, desta vez estando irritada por estar assistindo um show de caráter duvidoso, queria simplesmente ir embora, mas Luci havia prometido vigiar os pertences de Rael, porém ela não está presente no momento, e me sinto responsável pelas cumprir as decisões dela, mesmo que eu não goste nem um pouco. "Mas dessa vez ela não gastou todo o nosso dinheiro com bobagens." Apanhava o livro Os terrores da servidão, tendo de controlar ansiedade para desbravar cada linha dessa magnífica história que parecia relatar muito bem o lado mais cruel da humanidade, esboçava um sorriso sinistro com os olhinhos amarelos brilhando de felicidade.

De início o livro parecia bem mais interessante em comparação a tal tourada, era só um humano idiota que entrou numa fechada para atiçar um e depois fugir evitando as chifradas? Se o objetivo é não ser cifrado, porque entrar na arena? - Eu nunca irei entender esse tipo de entretenimento.- Claro que como uma divindade meus gostos eram demasiadamente refinados, não havia qualquer possibilidade de um espetáculo selvagem me divertir, desabafava com tons de desdém, enquanto segurava o livro aberto na primeira página, observando discretamente a arena por cima das folhas.

Mas toda a pose ia embora na primeira esquiva do toureiro. - WOOOW! Essa passou perto! - A adrenalina me fazia levantar da cadeira boquiaberta, meu corpo todo tremia devido ao excesso de euforia. Percebendo que poderia estar obstruindo a visão de alguém eu novamente me sentaria agarrando os joelhos com força. - Ravena, essa tourada não é algo muito perigoso? - Perplexa e de pupilas dilatadas eu observava Ravena comigo estando nitidamente preocupada com a saúde dos participantes. - Se aquele touro com centenas de quilos colidir contra um humano franzino, ou então se o toureiro for pisoteado, isso não seria uma terrível fatalidade? - Minha mente começava a formular diversas possibilidades horrendas que poderiam acontecer caso o fosse só um pouquinho mais rápido, ou se o toureiro atrasasse só um segundo para desviar. - Kukukukukun! Ah sim… Com certeza será um terrível fatalidade. - Minha risada ecoava lenta como se eu estivesse me deliciando com cada sílaba proferida, as palavras poderiam sugerir que eu estava sentindo pena do participante, entretanto o sorriso psicótico exibindo os dentes em meu semblante, junto da voz inteiramente carregada de excitação denunciavam o quão minha pessoa se alegrava diante tais pensamentos perversos. O touro não tem culpa de nada, o humano estúpido que decidiu se colocar nessa posição, então torcer pelo bovino é semelhante à compactuar com a justiça, como isso seria errado? Mas infelizmente para o touro ele não conseguia subjugar o seu adversário evasivo. - Tsc… Deveriam ter algemado as pernas do toureiro. - Reclamava emburrada cruzando os braços ao mesmo tempo inflando as bochechas de ar, e batendo repetidas vezes a ponta do pé no chão.

E novamente a situação mudava drasticamente com a entrada de Rael na arena, toda a entorpecente alegria se transformou em aflição preocupante. - Ravena, se aquele bicho resvalar a ponta do chifre nela, hoje a gente vai ter churrasco no quartel. - Nem eu entendia o motivo simplesmente rangia o dentes desejando fazer picadinho daquele boi estúpido que tentava acertar a inocente Rael. Porém se Raven questionasse o motivo de minha preocupação. - Hã!? Eu não me importo nem um pouco, por mim ela pode ser atropelada por uma boiada inteira, ma.. ma.. mas… A Luci ficaria triste se algo de ruim acontecer. - Gaguejava um pouquinho ao dizer a última parte enquanto pensava numa desculpa que justificasse o excesso de zelo, minhas bochechas ficaram rosadinhas de vergonha me fazendo virar o rosto para longe da morena.

Eventualmente me tranquilizaria se Rael conseguisse se manter desviando do bovino, apoiava o cotovelo canhoto acima da perna direita cruzada acima da esquerda. - Acredito que ela apenas não teve a oportunidade de mostrar esses dotes, até agora. - Comentava em resposta a morena lhe fitando com um sorriso divertido. - Touradas são uma novidade para mim, entretanto, não é a primeira vez que a vejo fazer esses movimentos. - Dizia num leve tom de admiração pois da primeira também havia sido bem agradável observar a dança de Rael. - A propósito… Você deveria limpar a boca ou a baba vai pingar. - Fazia uma piada divertida com o fato de Raven não conseguir desgrudar os olhos da dançarina e seu rebolado.

E…  O pior cenário possível acontecia… - ....Eu vou castrar esse bezerro crescido… - Rael se deixava ser atingida para o meu desespero, e como ALGUÉÉÉM fez o FAVOR largar arma lá QUARTEL Imediatamente meus olhos percorriam todos os lados da arena buscando por um chicote, corda ou corrente que eu pudesse utilizar para estrangular imobilizar o bovino caso Rael não conseguisse lidar com a força do touro, precisava de muito autocontrole para simplesmente não invadir arena, comigo cerrando os punhos até doerem e meus olhar cheio de raiva fixou-se no boi chifrudo.


”Histórico”: