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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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A sailor who enlisted because she didn't want to get married

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
A sailor who enlisted because she didn't want to get married

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Rael Kronin. A qual não possui narrador definido.

_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Garota Cavalo
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Histórico

Rael Kronin




Post: 01  
Objetivos• Fugir de casa
• Forjar uma arma
• Viajar para outra ilha com QG da Marinha
• Me alistar

Ganhos

Perdas

Ferimentos

Relações



Berries: 250.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Obcecado

Ken no yuusha


    Começava o dia de forma pouco usual, escrevendo uma carta de despedida para minha mãe, o conteúdo neste momento não importa muito, e sim o motivo. Sim, finalmente havia tomado minha decisão final, devo admitir que mesmo para alguém “do momento” como eu foi difícil chegar a essa conclusão, mas já não me restam mais escolhas viáveis. O motivo de minha fuga pode-se dizer que é a perseguição de um sonho assim como o escape de um destino ruim, pois um casamento político com um homem com quem só me encontrei uma única vez não me parece um futuro muito bom.

    Por todos esses meses de noivado tentei argumentar contra meus pais, mas tudo o que recebi como resposta foram gritos e punições, agora que só faltam três dias para o casamento, seguir por este caminho, renegando meu sangue e título de nobreza, é tudo o que me resta. Finalizei a carta selando-a em um envelope destinado à minha mãe, mas não o entregava agora, por hora o manteria guardado no velho diário que carrego sempre comigo, não de minha autoria mas de meu bisavô, o homem que me inspirou a seguir este sonho heróico meu.

    — O que está feito está feito — Terminar a carta, para mim, era um ponto sem volta, a partir de agora já não pensaria mais nas possibilidades e consequências, apenas no aqui e agora. Terminaria de me arrumar vestindo o resto de minhas roupas e calçando as botas de cano alto, me olharia uma última vez no espelho enquanto prendia o diário pelo cinto.

    — Okay okay, vamos em frente! — Começaria a ir até a porta, me esquecendo de minha situação atual apenas para me lembrar já na maçaneta — Ah, certo, ainda estou de castigo… — Estava trancada e sem refeição por causa da discussão da noite anterior, minha última tentativa de apelar para as palavras. Não que isso fosse um empecilho, claro, pelo contrário talvez até demorassem mais para perceber o meu sumiço. Com um sorriso no rosto fitava a rota alternativa, abrindo a janela do outro lado do quarto observava bem os arredores da mansão, esperaria até o momento mais tranquilo em que não aparenta ter ninguém por perto.

    — Minha mãe ainda é tola de achar que eu teria medo de me machucar com um pulinho baixo desses, gishishi… — Saltaria pela janela para fora da mansão, com cautela e evitando fazer barulhos, tentaria me esgueirar da propriedade pelo jardim, uma vez fora, correria direto para a cidade, especificamente, para a forja onde trabalhei nos últimos dois anos.

    — Baldur, Tá aí? Precisamos conversar! — Uma vez lá procuraria por meu amigo e também mestre ferreiro, teria certeza que ele me ajudaria com o que puder quanto aos detalhes de minha fuga.

Deep
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Deep
Novato

~Narração~

Rael estava perante uma situação complicada, madrugada adentro ela se preparou para uma fuga ambiciosa de seu ninho maternal que agora mais parecia uma prisão infernal. Deixando suas preparações de fuga e pulado por uma janela, a jovem pode fugir de enclausuramento, com alguns passos após aterrissar num arbusto ela pode pular o baixo muro e assim adquirir sua fuga. Mas fugir pra onde? A noite em Ilusia era fria, a brisa gélida arrepiava seus cabelos quase forçando seus dentes a tocarem uma música se batendo. Já podia se ver o laranja do sol no horizonte, ele deveria nascer em uma hora mais ou menos, mas mesmo com ele a temperatura não melhoraria muito. Felizmente a jovem possuía um lugar pra correr, um lugar quente, ela atravessou as ruas vazias, chamando atenção apenas de cachorros viralatas que erguiam uma orelha ao ouvir ela passar por seus arredores, mas eles diferente dela não tinham um lugar onde poderiam se esconder do vento frio, então apenas se enrolavam em seus próprios corpos, tremendo e esperando que o frio e a fome passassem.
Rael chegava na casa de Baldur já ofegante, metade do sol já no horizonte, mas ainda assim pequenas nuvens de condensação de formavam em sua boca conforme respirava, ela bateu na porta e chamou o homem, que apesar de acordar cedo, ainda dormia, após algum tempo chamando ele abriu a porta surpreso e adquiriu um olhar perturbado ao ver a moça em sua porta aquela hora, ele olhou ao redor para ver se algum perigo estava atrás de sua amiga e terminou de abrir a porta, cuja fresta apenas mostrava seu rosto.

Ele vestia uma calça e camisa velha, provavelmente algum pijama devido ao tom cinza desbotado, ele também colocava ao lado da porta um porrete de metal que ele segurou quando abriu a porta, uma defesa contra algum ”visitante” incômodo talvez?

-Vamos pequena, entre… O que diabos ocorre?


Baldur mostrava com as mãos uma poltrona velha para que Rael sentasse, ofertava uma manta para a aquecer e começava a ferver água para fazer um chá já que ele logo teria que acordar mesmo, então já se adiantou para dar algo de comer a sua amiga.

Não abra:
Resumo Remenuf:



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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Garota Cavalo
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Histórico

Rael Kronin




Post: 02  
Objetivos• Fugir de casa
• Forjar uma arma
• Viajar para outra ilha com QG da Marinha
• Me alistar

Ganhos

Perdas

Ferimentos

Relações



Berries: 250.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Obcecado

Ken no yuusha


    Quem poderia imaginar que até mesmo o grande Reino de Illusia seria uma cidade fantasma durante a noite, esfregava os braços afastando um pouco do frio enquanto andava apressadamente, talvez fosse devido a situação, mas a brisa estava ainda mais gelada nesta manhã, meu coração palpitava tão rápido quanto o som dos passos, mal pude acreditar que finalmente estava fazendo aquilo.

    — Sinto muito vir tão cedo, mas eu precisava te ver uma última vez, — observava o bastão deixado de lado enquanto entrava em sua casa. — Mas não é nada grave a esse ponto, pelo menos não ainda gishishi… Perdão se te assustei.

    Agradecia pelo cobertor enquanto me confortava na poltrona, observava quietamente Baldur na cozinha, organizando os pensamentos antes de começar a falar.

    — Sobre aquilo que venho conversando a alguns meses, o casamento é daqui a três dias e… tentar convencer meus pais não adiantou de nada… — suspirava em desânimo  — chegou a hora de fugir dessa ilha! Por isso vim me despedir, você é a pessoa que mais me ajudou nos últimos dois anos, sou realmente muito grata. Queria muito que trabalhássemos juntos por mais um dia, mas acho que não posso arriscar o tempo em que ainda não descobriram que eu sumi hehe…

    Mais uma vez agradecendo, pegaria o chá com ambas as mãos, soprando o vapor antes de dar pequenos goles. — Em termos de planos… não temos um plano gishishi. Mas a minha ideia é fugir num barco pra alguma ilha com uma base da Marinha. Eu sei que você não gosta deles, mas — levantaria com ânimo da poltrona, jogando a coberta por cima dos ombros para trás — é só que ter o apoio de uma organização que defende os meus mesmo ideais parece muito muito bom! E por mais que você me diga que a justiça deles seja um conceito só de boca pra fora, eu tenho a sensação de que se for eu, se me esforçar bastante, posso fazer dar certo.

    Sentava de volta na poltrona, um pouquinho constrangida pelo súbito ânimo — também ouvi falar que eles tem um bom plano dentário… —  complementava bem baixinho, tentando me enterrar de volta na coberta  — por causa da minha família não posso me alistar na base daqui. Você costumava navegar pelos mares, ainda mantém o olho no porto? Talvez alguma embarcação que troque trabalho pela viagem ou algo do tipo.

    Finalizaria minha fala tomando o resto do chá, esperava chegar em alguma solução junta de Baldur, por mais que não fosse esse o caso, apenas estava feliz de poder vê-lo apropriadamente antes de ir embora, ao invés de uma simples carta… Apenas espero que dia ela possa me perdoar.

Deep
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Deep
Novato

~Narração~

Baldur ouvia as falas da jovem calado, ele a conhecia bem o suficiente para saber que sua opinião não mudaria a dela nesse momento mesmo se fosse contrária. Rael era uma menina criada na burguesia, não conhecia o mundo como ele, seus ombros pesavam de preocupação e ele se levantava esfregando a nuca.

-Se a marinha não ser o que você pensa fosse o único problema eu estouraria um champanhe para você… Olha, espera um segundo aqui…

O homem falava e saía de fininho do cômodo voltando com um pano azul escuro enrolado, ele colocava o mesmo no colo da amiga e sentava soltando o ar de seus pulmões como se cansado.

-Não tenho noção do vem e vai do porto, nem dos destinos, mas sempre há navios comerciantes indo e vindo das ilhas… Mas também não posso te deixar ir assim como está, se o frio não te pegar, alguém vai…

Rael ao desenrolar o pano perceberia que é uma capa com capuz para o frio, a mesma estava enrolada numa espada simples e uma pistola com munição.

-Eu até tentaria ir com você e te ajudar, mas você sabe que não sou mais tão aventureiro desde aquela flecha no joelho… Espero poder te ajudar através dessas armas…

O sol começava a entrar pelas janela e Baldur mandava um olhar para os raios de sol quase que os culpando por se separar de sua amiga.

-O dia no porto começa cedo, acho que você precisa ir se quer ter mais chances de sair antes de alguém te encontrar…


O homem parecia um tanto triste e preocupado, na mente dele sua amiga estava saindo para um mundo sujo e cruel pior que o casamento do qual ela corria, estando certo ou errado, ainda era uma opinião discordante de sua amiga, mas ele não podia deixar de apoiar ela, pois se o fizesse ela poderia continuar sua escolha sem ajuda alguma e passar por bocados ainda piores.
Não abra:
Resumo Remenuf:



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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Histórico

Rael Kronin




Post: 03
Objetivos• Fugir de casa
• Forjar uma arma
• Viajar para outra ilha com QG da Marinha
• Me alistar

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto

Perdas

Ferimentos

Relações



Berries: 250.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Obcecado

Ken no yuusha


    Ao abrir o manto, minha visão borrava com algumas lágrimas que começavam a se formar no canto dos olhos, o fato de Baldur não concordar com meu plano de fuga maluco e ainda assim me ajudar tanto era uma das coisas mais verdadeiras e gentis que alguém já fez por mim. Antes mesmo do homem ter a chance de sentar, levantaria num pulo direto para abraçá-lo bem forte, se não houvesse palavras suficientes para agradecê-lo que as ações o fizessem.

    — Vou cuidar bem delas, e você ainda vai ouvir falar de mim, pode ter certeza.

    Saía do abraço num sorriso, enquanto começava a experimentar a capa recebida, prenderia também ambos o sabre a o revólver no pouco de cinto que me restava, talvez eu devesse ter preparado alguma bagagem, mas já é tarde demais pra isso.

    — Tem razão, é melhor eu já ir… só uma última coisa — Abriria o antigo diário de bordo de meu bisavô, apanhando a carta que escrevi mais cedo. — Pode colocar isso na correspondência da case de meus pais daqui a alguns dias? Não tive a chance de me despedir deles… — Tentava esconder o tom de choro na voz — Eu também coloquei a ilha de Toroa como remetente, talvez atrapalhe uma possível busca. Bom, tenho que ir então, adeus Baldur, espero revê-lo de novo algum dia.

    Terminava a despedida com meu amigo com um bom sorriso no rosto, seu apoio era o pontapé inicial que eu precisava para ir com tudo. Agora com o Sol aquecendo meu rosto e o manto aconchegando meu corpo, seguiria em frente para o porto.



    Uma vez perto da orla da ilha, com o capuz vestido por discrição, procuraria por embarcações que pareçam posicionadas ou se preparando para partir.

    — Ei chefe! — chamaria a atenção de um dos marujos ou quem parecesse estar no comando — Este belo navio tem como destino alguma ilha com um QG da Marinha?f — caso a resposta fosse positiva continuaria — O que acha da proposta de me levar como tripulante só por essa viagem? Eu não tenho muito dinheiro mas… — mostraria meu punhado de 250.000 berries — mas se não for o suficiente eu não me oponho a trabalhar! Eu posso carregar a mercadoria, limpar o convés, puxar velas, e… e até mesmo entreter a tripulação durante a viagem!

    Bateria a palma das mãos juntando-as à frente do rosto em um sinal de pedir clemência — por favor eu só preciso sair dessa ilha, juro que não sou uma pessoa suspeita nem nada do tipo.

    Caso o navio em questão não tenha destino para uma ilha com a Marinha ou caso me seja negada a viagem, procuraria por outras embarcações no porto por um tempo seguindo a mesma abordagem.

off:

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Deep
Novato

~Narração~

A despedida dos dois era selada com um abraço e a entrega de uma carta a ser colocada para seus pais lerem futuramente.

A jovem então saía e o sol fresco da manhã beijava suas bochechas, o vento ainda era frio e as fazia rosear, mas o manto a manteria quente o suficiente. Com cautela, Rael avançou até o porto, podia ver que muitos barcos pesqueiros já voltavam da pescaria da manhã para venderem seu peixe fresco bem cedo para as pessoas. Um pescador em especial vendia uma grande caixa de gelo e peixes para um senhor num barco com decoração num estilo diferente, parecia um restaurante de sushi sobre um barco comum.

Podia se ler “Restaurante marinho Uohta Foqi” na lateral do barco e pessoas que pareciam ser familiares uma das outras, devido ao jeito que se tratavam e por se parecerem, levavam os peixes para dentro e começavam a preparar o navio para partir.

A jovem se aproximou de um rapaz de aproximadamente a mesma idade que trabalhava no barco e fez a ele sua oferta, ele parecia tentado pela quantia de dinheiro, mas chamou alguém do barco.

-MAMA…


Uma senhora de uns quarenta anos saiu de dentro do barco e o jovem explicou a situação para a mesma. A senhora pelas expressões parecia compreender e veio falar com Rael.

-Olá, meu bem… Sou Uohta Rell, esposa de Foqi, dono do restaurante, na realidade estamos indo pra Las Camp nesse momento e creio que você quer entrar na marinha pelo seu pedido não? Bem, acontece que nosso barco não tem permissão do governo para levar passageiros, então não podemos receber para te levar para outra ilha… No entanto… Meu querido Foqi está doente esses dias e não está podendo vir conosco, sendo uma pessoa que quer se alistar na marinha, creio que você não tenha um corpo frágil, então se aceitar trabalhar em troca de comida, podemos apenas “demitir” você em Las Camp, assim não vamos ter problemas com dinheiro e você consegue chegar lá… Que tal?

A mulher usava um kimono um tanto quanto velho, provavelmente uma roupa antiga para fazer faxina, eles pareciam boas pessoas, humildes e bondosos. Poderia ser uma boa ir com eles, mas eles poderiam ficar em maus lençóis se a familia de Rael descobrisse.

Não abra:
Resumo Remenuf:



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-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Histórico

Rael Kronin




Post: 04
Objetivos• Fugir de casa
• Forjar uma arma
• Viajar para outra ilha com QG da Marinha
• Me alistar

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto

Perdas

Ferimentos

Relações



Berries: 250.000 ฿S
Ferreira

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Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Obcecado

Ken no yuusha


    — What the…? — Era um nome estranho, até mesmo difícil de ler, e a tripulação não aparentava ser a mais aventureira, era um restaurante afinal de contas, mas se o barco flutua na água e navega pelo mar, já valia a pena ter tentado.

    — Certamente! — respondi com ânimo a pergunta sobre a Marinha — Pode-se dizer que é parte de um sonho meu hehe.

    A princípio ficava meio desapontada com a resposta, enquanto guardava o dinheiro de volta com desânimo, já estava prestes a desistir dessa embarcação à medida que ia escutando à senhora. Sua contraproposta, no entanto, trazia o sorriso de volta para meu rosto, era a troca perfeita!

    — Senhora Uohta, será um prazer trabalhar para você. — Responderia, com um tom sereno, levando a mão direita até o coração — Serei uma funcionária tão boa que vai dar até pena de me demitir no final — Apesar de que nunca tive a necessidade de fazer qualquer tarefa na vida, e tendo a forja de Baldur como única experiência de trabalho, mesmo assim diria estas palavras, com confiança e seriedade no rosto.

    — O que precisa que eu faça? Quer que eu carregue esses peixes para a dispensa? E depois? Faxina? Lavar os pratos? Servir os Clientes? Pode pedir qualquer coisa — Executaria qualquer tarefa com cem por cento de dedicação, posso não ter a melhor experiência, porém me certificaria de cobrir isso com empenho. Sempre que acabasse uma tarefa, iria até a senhoria imediatamente pedindo pela próxima. Enquanto ainda no porto tentaria ainda me manter discreta com o capuz, removendo-o uma vez que estivéssemos em alto mar.

Jean Fraga
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A sailor


who enlisted because she didn't want to get married




Uohta gargalhava ouvindo as palavras da jovem, — Quero ver o que você consegue fazer com esse corpo que parece... tão delicado.

Ela agarrava algumas caixas com peixe e virando de costa, dava sua primeira ordem a Rael, — Pegue estas caixas que sobraram de peixe e as traga comigo.

Kronin não tinha muito dificuldade e logo enfileirava 3 caixas segurando-a a mais em baixo com as duas mãos, subia a rampa adentrando no barco, entraria de pé direito? Como seu bisavô costumava descrever em seus livros? Afinal, aquilo supostamente trazia mais sorte em suas viagens.

— Conte-me um pouco garota... quem é você? Afinal, agora você trabalha para mim e a viagem pode ser um pouco longa. – Seguindo juntas, chegavam na dispensa, a velha deixava as caixas que carregava e apontava para um local vazio, onde Rael depositava as caixas que antes estava carregando.

Podia notar ao levantar que Uohta estava com seu olhar fixo na espada e no revólver que ganhou de Baldur, porém parecia preferir falar nada naquele momento.

— Estamos prestes a partir, por isso, limpe a cozinha e lave os pratos e talheres, quero tudo tão brilhante quanto os feixes de luz viu? – Um sorriso cansado acompanhava a mulher que se virando, ia para o convés, sendo audível uma sequencia de ordens para aquele que parecia ser seu filho.

Porem naquele momento, o foco não era saber o que estava acontecendo lá fora e sim fazer jus ao combinado, Kronin era dedicada, ainda mais quando seus maiores sonhos estavam sobre a mesa, os minutos passavam e ela mal percebia, porém a cada instante tudo ficava mais arrumado e limpo, quase parecendo um lugar novo.

As coisas pareciam andar bem, — Mama! Prontos para part- Fala que era cortada por um grito forte e alto, uma voz vinda do cais bem memorável para Rael, era Jackson, o chefe da guarda de sua família.

Rael podia neste momento ver a cena entre as frechas presente nas madeiras que faziam a parede da cozinha, o guarda estava pronto para gritar com o garoto quando ao ver Uohta, uma velha rabugenta e pouco amigável, parecia repensar o que antes iria ser dito e então com um tom moderado, falava.

— Desculpe a gritaria logo cedo senhorita! Estamos à procura de uma garota!! Ela fugiu e os pais estão muito preocupados, teria a visto? – Uma foto de Rael era entregue, o garoto ficava calado e a mulher respondia alguns segundos depois.

— Preocupados não é mesmo? Então porque você não a procura em um lugar que faça sentindo? O que uma donzela estaria fazendo em um barco como este? — Veja bem..., ela foi avistada vindo nesta direç- — Não tenho tempo para este papo... Infelizmente vocês não a encontraram aqui, se me dão licença... Alex! – o filho que estava logo ao lado subia a prancha e começava a liberar o barco.

Jackson e os guardas que o acompanhavam aos poucos se afastavam do cais, indo em outra direção, por pouco foi salva, mas quais seriam os motivos para Uohta ter a salvado desta?

— Barco a todo vapor! – Dizia o garoto, aos poucos o barulho do mar ia aumentando e os ventos pareciam se intensificar, o sol ia nascendo cada vez mas e com sigo, o calor vinha junto, assim como ele permitia que Rael olhasse para aquele lindo mar que a tanto esperava, — Venha aqui fora garota!

A velha estava na parte de trás do barco, apoiada sobre a borda e vendo a ilha se afastando aos poucos, — Imaginei que fosse querer se despedir...



Info Ivana:







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Histórico

Rael Kronin




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• Afinidade com Haki

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• Heroico
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    Ficava um pouco constrangida com as gargalhadas da senhora Uohta, mas não podia culpá-la, ninguém acreditaria que uma garota mimada da aristocracia iria se dispor a um trabalho braçal. Não respondi ao comentário, deixava que minhas ações justificassem as palavras ao levantar as caixas com facilidade.

    Hesitava um pouco com a pergunta da senhora, quem eu sou? É a resposta para essa pergunta que eu estou fugindo nesse barco justamente agora. Ao invés disso achei mais pertinente dizer quem eu gostaria de ser daqui pra frente.

    — Rael de Illusia — foi como me apresentei ocultando meu sobrenome. Não é como se eu estivesse negando minha família a partir de agora, apenas preciso de um pouco mais de distância para criar minha própria identidade — Se você é familiar com essa ilha, deve saber sobre o cavaleiro traidor do povo que protegeu um rei tirano até a sua morte. Desde pequena tive acesso ao seu diário e pude perceber como sua história foi distorcida, e o quão bondoso e gentil ele era, ninguém fala mais disso… em suas últimas páginas, li que o único arrependimento de sua vida foi não ter conseguido livrar um amigo de sua doença pelo poder, ele era na verdade um herói que ajudava as pessoas! Meu sonho é seguir os seus passos, por isso estou fugi… — Vacilava na voz enquanto me corrigia — err… por isso estou partindo de casa.

    Esperava que ela não notasse o meu deslize, se ela soubesse meu sobrenome ou que estou fugindo, me ajudar poderia lhe causar alguns problemas. Comecei a pensar se talvez não estivesse cometendo um erro ao pedir refúgio para pessoas comuns.

    — Desculpe, acabei criando um monólogo, às vezes eu falo demais… — Concluí ao colocar as caixas no chão, foi quando pude perceber que a Senhora Uohta também era uma mulher de cultura. Infelizmente não possuía nenhuma história que exaltasse a magnífica peça de arte que era meu novo sabre, por hora se tratava apenas do presente de despedida de um amigo, por isso também não comentei nada, apenas sorri para a mulher.



    Começava então a me aprontar para as próximas tarefas — Pode deixar, senhora! — Responderia às suas ordens com intensidade para demonstrar que não estava ali apenas para uma viagem de graça. De fato não era uma atividade que estava acostumada, acho que nunca precisei lavar louça antes, e mesmo no trabalho da forja nós sujamos a oficina mais do que qualquer coisa, só esperava não quebrar nenhum prato, manuseando-os com cuidado, no final o trabalho duro valeu os esforço! Já estava prestes a sair e pedir minha próxima tarefa quando escutei a comoção do lado de fora.

    — A não… — Me encolhi extintivamente puxando ainda mais o capuz assim que escutei a voz de Jackson, seria possível que me achassem tão fácil assim? Pensamentos e pensamentos não paravam de correr na minha cabeça mais rápido do que eu conseguia processar.

    “Devo me entregar? Continuar escondida? Será que consigo nocautear o Jackson? Não, impossível! Mesmo que fosse isso traria problemas ao restaurante. Se me pegam agora minha mãe vai me trancar numa masmorra até o casamento…”

    Minha respiração pesava, acelerando cada vez mais, talvez estivesse no limiar de um ataque de ansiedade, o que interrompia a mim mesma de fazer qualquer bobagem era a própria Senhora Uohta, decidida a me ajudar. Por mais que a situação estivesse aparentemente resolvida, e pudesse sentir o movimento do barco, fiquei sentada em um canto no chão da cozinha por mais um tempo, tentando me acalmar novamente.

    Foi quando fui chamada, que ao subir no convés, envergonhada, meu coração finalmente se acalmou ao ver a vista da ilha de longe. Finalmente tiraria o capuz da cabeça, revelando um olhar que brilhava de encanto, me aproximava da borda do navio aos poucos.

    Se antes estava distraída com minha conversa para perceber o simbolismo de ter dado meu primeiro passo numa embarcação, agora toda a ficha caía, era como um sonho se tornando realidade. Em seu diário meu bisavô escreveu que a vista mais memorável para ele, não foi nenhuma cachoeira que corre para cima, cidade submersa ou ilhas flutuantes, mas sim a visão de sua casa se distanciando cada vez mais até sumir no horizonte, pois aquilo significava um novo começo. Na hora me lembrei de tais palavras, porque pra mim, aquilo representava a mesma coisa.



    — Me desculpe por ter mentido, eu devia ter medido as consequências do que estava fazendo — disse à Senhora Uohta, por mais que já estivesse mais calma, era notável o pesar em minha voz — por que a senhora não me entregou? Certamente receberia uma recompensa generosa.

Jean Fraga
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A sailor


who enlisted because she didn't want to get married




Imagina como foi na cabeça de Rael, ver tudo que passou noites em claro sonhando podendo acabar em questões de segundos, a respiração aumentava, as mãos suavam e o ar parecia para garota ficar rarefeito, mas na verdade estava tudo normal, Uohta caminhava pelo convés, as madeiras rangiam a cada passo e ela parava na porta da cozinha, por mais que não tivesse visto a garota, sabia o que provavelmente ela estava passando naquele momento, assim dava meia volta.

Kronin aos poucos se acalmava, por sorte, a luz do sol brilhava mais do que as garras da escuridão, uma desconhecida, que sequer tinha o que ganhar com aquela decisão, acabou por protegê-la minutos antes.

Ouvindo as palavras da velha, Rael saia da cozinha, indo até Uohta, eram minutos de silencio, apenas contemplando a vista que a cada momento se intensificava, o sol trazia vida para cada detalhe do ambiente, o mar ia ficando mais transparente e os corais e peixes aos poucos iam aparecendo, as arvores da ilha com o brilho da estrela, traziam vida para aquela cidade que por muito tempo foi como uma prisão para a garota.

Talvez não hoje, ou amanhã, mas quem sabe, Rael sentirá um dia... falta de Illusia... Todo este momento era como uma grande resposta para anotações agora faziam mais sentido doque nunca.

Kronin começava um pedido de desculpas, que mal era concluído, já que a velha sorrindo conforme olhava a ilha cada segundo menor, falava, — Porque eu te entregaria? Você não é apenas... Rael? Rael de Illusia? – sorria brincando com a explicação que antes a mesma tinha dado.

— Eu vi como ficou quando quase foi pega, isso aqui é bem importante para você certo? Então proteja seus sonhos! Não aja como anteriormente!! É isso que você sempre sonho não? É isso que você sempre quis... então não deixa que sua chance vá embora com tanta facilidade... – O discurso era longo e o pulmão da velha não aguentava muito bem, ela tossia algumas vezes, acendendo em seguida um cachimbo, tragando e soltando a fumaça ao vento, completava – Viva, o máximo que você puder, porque quando o seu dia chegar, você saberá que sua vida foi vivida sem arrependimentos ou magoas.

Se afastando a mulher caminhava pelo convés indo para a cozinha, — Vamos... me ajude a preparar as comidas! Corte as cebolas e os tomates!

-

— É aquele? — Ele mesmo, o restaurante marinho Uotha Foqi... Me falaram que o capitão Foqi tem um grande tesouro guardado, pois bem vamos... – O primeiro somente acenava confirmando o comando do segundo e logo eles partiam, aos poucos... se aproximando do barco.



Info Ivana:







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Garota Cavalo
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Las Camp - West Blue
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Histórico

Rael Kronin




Post: 06
Objetivos• Fugir de casa
• Forjar uma arma
• Viajar para outra ilha com QG da Marinha
• Me alistar

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto

Perdas

Ferimentos

Relações



Berries: 250.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Obcecado

Ken no yuusha


    Se antes os pequenos atos de gentileza de Baldur haviam me dado forças para iniciar meu plano feito às pressas, eram as palavras desta senhora que mal conheço que me motivava a continuar sem arrependimentos.

    — Tem razão, agora que cheguei tão longe preciso seguir em frente — respondi enquanto levava novamente um punho fechado para o coração, como se estivesse fazendo um juramento — prometo que a senhora não me ajudou em vão, vou me tornar a heroína que sempre sonhei!

    Um pouco mais sorridente, finalmente dava de costas à Illusia, deixando-a apenas em meu nome e seguindo em direção ao futuro, que no momento era bem… a cozinha. Estava curiosa com minha próxima tarefa, imaginando o porquê precisaria cortar algo já tão perfeito quanto cebolas e tomates. No entanto, não deveria haver problemas, já que me relaciono bem com lâminas, apenas seguiria a instrução sem questionar, isto é se conseguisse encontrar as verduras antes.

    — Err… Senhora Uohta? Onde estão as cebolas e tomate? — Uma vez que me fosse apontado as verduras, meu rosto seria tomado por uma expressão de extrema confusão — Ah, acho que a senhora não me ouviu direito, quis dizer a cebola e o tomate […] Hãn? Como assim? Cebolas são aquelas rodelinhas brancas e picantes, e tomates são aqueles cubinhos vermelhos, Isso daqui não tem nada a ver — Explicaria confiantemente com o indicador direito erguido em direção ao teto, mal sabendo a tamanha ignorância causa por minha criação nobre que nunca precisou pisar em uma cozinha.

    — Então foi isso que quis dizer por cortar… — enterraria a cara de vergonha no capuz caso me fosse explicado que tomates e cebolas na verdade são verduras com casca — c-como eu poderia saber de algo tão específico como isso?! — Meu mundo estava prestes a desabar novamente, meu rosto de fato lembrava até um próprio tomate de tão vermelho que estaria, e minha voz saía falhada num tom fino.

    Abriria com a faca ambos os legumes para averiguar a verdade, e ver que por dentro, eles realmente se parecem com minhas memórias — E- então eu só preciso cortar até ficar da forma que eu conheço certo? — cortaria o tomate em cubinhos sem dificuldade, mas é na cebola que mora a dificuldade, a primeira barreira já seria aquela casca estranha que é mais fácil de rasgar por si só do que sair por inteira, e por algum motivo meus olhos não paravam de arder e lacrimejar, mesmo esfregar com as mãos só piora a situação, por isso teria que parar constantemente para lavar bem com água.

    — Perdão, eu não sei o que está acontecendo com meus olhos, deve ser algum tipo de doença marítima — fungava com o nariz duas vezes pausadamente — mas eu suporto, isso aqui não é nada — faria então uma longa pausa — Só a título de curiosidade, assim, quanto tempo geralmente leva essa rota que estamos viajando mesmo?

Jean Fraga
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- A Heroína de Las Camp -

É hoje! Talvez o dia mais importante da minha vida, havia saído de casa há algum tempo, em minha mochila, guardava apenas a arma que meu pai havia me dado, este que pude me despedir, por mais que pudesse ser uma marinheira residente de Las, eu já estava cansada dessa cidade, desse lugar onde passei por tantas coisas.

Como de costume, passaria pelas ruas cumprimentando e sorrindo para as outras pessoas, sempre andando com as costas erguidas e olhando somente há minha frente, queria chegar na marinha, o mais rápido possível, um longo dia estava pela frente e quem sabe ainda teria tempo para começar os trabalhos.

Afinal, até chegar o momento em que me mandem para outra ilha, Las Camp precisa de uma boa limpeza, a cada dia a situação só piora e sinceramente... quem sabe Jonathan estaria aqui, entrando comigo para a marinha...

Pensamentos que cabiam no tempo de um piscar de olhos, voltando a mente a realidade, olhava a minha volta vendo se não havia me perdido durante o percurso, — Com licença... Para que lado fica o quartel da marinha? – Se necessário, perguntaria para o primeiro civil que me desse espaço para conversar – Hoje é um dia muito importante para mim e creio que tenha me perdido...

Se necessário, agora com as instruções, continuaria o percurso, imaginando como seria lá, será se terá muitas mulheres? Homens em geral são chatos... Eu vou passar por algum tipo de teste? Quem sabe como uma prova surpresa... Vamos cozinhe quatro quilos de peixe em 30 minutos, VAI!!

Se bem que não acho que vai ser nessa pegada, bom, se for na base da porrada, eu me garanto... afinal, Las Camp precisa de uma heroína e quem melhor do que eu? Gihihihi

Chegando em meu destino, procuraria algum marinheiro que não estivesse ocupado, ou que parecesse ter as informações necessária, talvez até antes olharia para placas e panfletos que pudessem indicar o caminho para ingressar na marinha, — Bom dia! Gostaria de me alistar! Me chamo Ravena Mancini, Talvez você ainda não entenda..., mas falar este nome um dia terá um peso enorme!





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Trio - Marinheiros



Rael


Então naquele ponto a moça tinha se fortalecido para se manter bem, ela agora entendia o que havia acontecido, a mulher havia lhe defendido, mesmo que não a conhecesse, e desse modo as coisas tinham se desenrolando muito bem, ela estava pronta para começar a ajudar com a cozinha, ela tinha de descascar tomates e cebolas. Algo que ela não conseguia compreender muito bem.

Não tendo encontrado essas tais coisas ela questionava a mulher que logo com um sorriso simpático, olhou pra moça e apontou para as vasilhas que estavam visivelmente cheias com as duas coisas. -São essas duas vasilhas, quero que você retire as cascas delas.- então ela compreendia que as cebolas e tomates eram realmente diferentes do que ela lembrava.

Mas por que ela sempre às recebeu prontas, a vergonha tomava conta dela, que acabava ficando vermelhinha, o que fazia a senhora ficar bastante sorridente com a situação, ela achava aquilo uma reação bem fofa, não resistindo ela tinha apertado levemente as bochechas dela, pegando uma das cebolas e demonstrando o corte.-Desse jeito assim que se faz.- e a pergunta de Rael tornava tudo mais fácil, já que ela mostrava que já conhecia o estado final que aquelas coisas deviam estar.

Então a mulher acenava positivamente com a cabeça dizendo.-Isso, seu trabalho é deixar elas como você se lembra delas, é o jeito que vamos usar pra cozinhar.- e sempre respondendo com bastante paciência e simpatia tudo que a moça lhe perguntava, ela ia guiando ela no trabalho de ajudar a cozinha. Por sorte a moça era boa de corte, então não precisou de muito pra ela entender.

O trabalho dela não era exatamente como o de um cozinheiro profissional. Mas eram muito bem cortadas e ajustadas, por conta das habilidades de espadachim dela. Que durante esse tempo só era atrapalhada pelo ataque das cebolas, que faziam seus olhos chorarem, por conta do ardor que surgia. Ela logo que terminava tudo acabava por comentar que estava bem, diante de tudo aquilo…

Era só uma doença marítima ou algo do tipo né? Quem nunca? E a mulher mais uma vez se dispunha a dar uma boa explicação pra ela, pra que ela entendesse melhor o que aconteceu.-Isso é o que a cebola faz kikiki cebolas causam esse choro, ela solta um tipo de substância que arde no olho, não se preocupe, é só lavar bem o rosto, vem comigo.- e com isso ela se dispunha a levar a garota até o banheiro, pra ela limpar bem o rosto com água.

Enquanto iria conversando e respondendo ela, caso a garota escolhesse por seguir ela é claro.-A viagem dura oito dias, nos barcos pequenos, mas nesse Brigue, são 6 dias, logo estaremos lá.- disse piscando um dos olhos. Então ela esperaria a garota lavar os olhos então lhe oferecendo uma toalha quando ela o fizesse.

Ela então chamaria a moça para lhe ajudar a servir a comida preparada, para que elas pudessem também ter uma boa refeição.-Vamos, servir os pratos para comermos um pouco também.-Disse ela já se preparando para ir atéa a cozinha e pegar prato por prato, com a sopa de legumes que já havia ficado pronta.

Era um trabalho simples no qual a pequena poderia ajudar ela, e depois se deliciar nos vegetais deliciosos que davam sabor aquele caldo com macarrão. A viagem pelos próximos dias seria algo similar a isso, ajudar na cozinha, cortar alguns vegetais, ou ajudar com a louça no final de tudo. Enquanto o barco seguia para Las Camp. Chegando no final do Sexto dia de viagem, onde a moça poderia ter aproveitado bastante.




Raven


Ravena andava tranquila, naquela bela manhã em Las Camp, seu objetivo era simples chegar até o QG, algo para o qual ela estava preparada, exceto pelo fato de ela ter se perdido, mas não dava para culpar totalmente a moça, afinal era um dia atípico na ilha, estranhamente as nuvens cobriam o céu daquela ilha tropical. Nuvens carregadas prontas para liberar água e relâmpagos.

O vento forte movia os cabelos da garota, enquanto sua pele podia sentir a frieza que eles carregavam. Mas não muito distante disso, ela encontrava o que buscava naquilo tudo, uma pessoa que pudesse lhe dizer o que fazer, alguns outros transeuntes passavam pela rua, mas a maioria deles tinham passos acelerados, então o homem da barraquinha de churros, logo dizia.-Você só precisa continuar seguindo teto até o final dessa ladeira, e depois descer, e daqui a algum tempo você vai chegar.- era uma linha reta não devia ser algo muito difícil.

Então ela caminhou para o Lugar, mas muito diferente do que era imaginado, havia um Barco enorme da marinha, por alguma razão eram realmente grandes navios que estavam ali, dois deles pra ser exata que ocupavam a recepção, uma moça que estava atrás do balcão e um rapaz que segurava um rifle pronto para resolver qualquer coisa.

Então a mulher sorridente respondia.-Há, bem vinda!!! Bom dia!!! Algo aconteceu? Digo, veio prestar alguma queixa aqui na marinha?- Disse ela tentando entender o que buscava a pequena Raven.

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- Alistamento Militar -

O moço da barraquinha era meu herói naquele dia, ele salvava-me de ficar mais distante de meu objetivo, na verdade, sua explicação era magnifica, tanto que alcançava meu primeiro objetivo.

E logo ao fundo, entendia que o quartel não poderia ser diferente daquilo que agora olhava fixamente, era tudo dentro de um gigantesco navio! Meus olhos brilhavam e o calor que preenchia meu corpo compensava pelo menos de forma sentimental o frio inesperado que fazia em Las.

Animada e com um largo sorriso, de orelha a orelha, me aproximava de uma mulher que parecia ser a recepcionista e sua resposta era pra lá de estranha, talvez tenha falado baixo demais e ela não ouviu, ou assim esperava.

— Muito pelo contrário! Eu venho aqui para me alistar! Gostaria de saber como é o processo de seleção e o que preciso preencher para adentrar nele.

Sendo-me entregue algum tipo de papelada, preencheria com o que fosse necessário, olhando então para o marinheiro com o rifle, diria, — Ei! A quanto tempo está na marinha? Como é o dia a dia? – Talvez até parecesse chata para aqueles que me olhassem, mas era difícil conter toda a empolgação que já vinha guardando a tempos.

— Ah... - Olhando para o céu nublado que escondia a beleza do sol e seus raios de luz que traziam vida para tudo – Me aguarde sol... pode se esconder, mas um dia eu vou te alcançar!!



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