Tópicos Recentes
Destaques
Klaus
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Akira
Sasha
Ás
Shiori
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Últimos assuntos
Página 3 de 10 Página 3 de 10 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10  Seguinte
Kenshin
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 XqxMi0y
Créditos : 26
KenshinDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t360-agatha-harkness https://www.allbluerpg.com/t1510-capitulo-ii-sonho-de-uma-noite-de-verao
Relembrando a primeira mensagem :

A sailor who enlisted because she didn't want to get married

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Rael Kronin. A qual não possui narrador definido.

_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Garota Cavalo
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 18207c75bc057d17d1e1360e089cd8c4
Créditos : 29
Localização : Las Camp - West Blue

Histórico

Rael Kronin




Post: 11
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado

Perdas

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 250.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    Por um instante, quando Ravena se segurou em meu braço, olhei-a com surpresa e um pouco confusa, certamente não estava muito acostumada com aquilo. Na mansão havia muito pouco contato pessoal, posso contar nos dedos as vezes que abracei alguém. Mas isso de agora agora… É assim que as pessoas do mundo normal se tratam? Porque se for aquele calor do toque me deixava contente, e segui até a Tenente com um sorriso bobo no rosto.

[...]

    Finalmente recebemos a primeira missão da Tenente Kat e eu tinha minhas dúvidas sobre como executar uma patrulha… nunca li nada sobre. Observava bem o mapa, olhando não só nossa área de patrulha mas também tentando memorizar o máximo possível da geografia local, pode ser útil mais tarde.

    — Tenente eu tenho uma pergunta — levantei a palma da mão direita enquanto me anunciava — que tipo de roubos são esses? Pequenos furtos e assaltos às pessoas locais ou algo mais organizado como roubo de lojas? [...] Certo, se a gente flagrar alguém qual exatamente seria a melhor forma possível? Tipo, cortar a mão do ladrão, organizar apedrejamento em praça pública, alguma coisa assim? — Minha voz expressava uma estranha normalidade junto de curiosidade.

    Por sorte me lembro que em uma das páginas do diário houve o caso de um ladrão que foi pego pela companhia náutica de meu bisavô, muitas sugestões foram dadas sobre o que fazer com ele, mas no fim ele foi pendurado em duas estacas e deixado lá para desidratar no Sol, então graças à esse trecho da história tenho muitas ideias do que podemos fazer.

    — Ah! Devemos prendê-los?.. — Responderia caso fosse corrigida com essa resposta pela Tenente ou qualquer outro, colocando novamente o dedo nos lábios em uma forma pensativa — É… eu acho que isso faz sentido. Sem mais perguntas!

[...]

    Dando procedimento a nossa tarefa, seguiria Raven até a área designada, deixando meu braço livre caso ela queira andar daquele jeito legal de novo. — Tudo bem Finch, se algo acontecer a gente dá um jeito juntos, Gishishishi… ficar em grupo ou separados, o que vocês acharem melhor por mim está ótimo — aproveitaria o momento mais longe da Tenente para, meio tímida, fazer uma pergunta genuína — a propósito, o que é esse gesto que vocês ficam fazendo esse tempo todo? — repetia então como uma demonstração a ação de cobrir os olhos.



Última edição por Remenuf em Qui Fev 10, 2022 1:51 pm, editado 2 vez(es)
Shiori
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 CSDlXWh
Créditos : 05


Trio - Marinheiros



Rael, Raven & Armani


A conversa seguia com Armani e Raven confirmando seus posicionamentos, demonstrando-se prontos para partir, e começando a desenvolver suas ideias. Entretanto a pequena Rael tinha dúvidas sobre como proceder em relação a isso. A capitã originalmente estava bastante atenta a suas palavras, mas logo a seriedade e atenção dela caiu por terra com todo o afinco sobre apedrejamento, mãos decepadas.

Era impossível pra ela não acabar desatando numa gargalhada.-KEKEKEKEKEKEKEKEKEKEKE não, apesar de as vezes dar vontade, devemos tratar os prisioneiros bem KEKEKEKEKEKEKEKEEKKEKEK- dizia ela sem conseguir segurar a risada, ela tinha perdido tudo ali, o profissionalismo foi por água abaixo.

Ela deu dois goles na bebida pra só então respirar fundo e se controlar depois de quase trinta segundos rindo, ela até caiu de cima do tronco que ela estava sentada ficando meio jogada de lado no chão do porto. One finalmente recobrou a compostura levantando e batendo a poeira da roupa e voltando ao tronco.

Ela realmente tinha perdido tudo, mas agora seria ela explicava.-Primeiro, os crimes são variados, ocorreram furtos pequenos como carteiras batidas. Outras vezes invadiram lojas, mas essa parte é a parte estranha, as lojas não sofreram arrombamento quem entrou, entrou e saiu sem deixar rastro, parecia que a porta nem tinha sido tocada.- explicou coçando o queixo como se pensasse em como esses crimes eram complicados, tinham realmente prejudicado aquela área.

Mas não tendo terminado de falar, ela explicava novamente algumas coisas da missão.-Mas, entendam, a missão não é para que vocês necessariamente resolvam o mistério, e sim que protejam a área e coletem informações. Em geral é evitar coisas que estejam acontecendo no momento, e seja evitável. E ir reunindo o máximo de dados possível.- então apenas para complementar ela seguia falando agora o que deveriam fazer com os bandidos.-Já os bandidos.. Vocês apenas o prendem e trazem para o Quartel onde iremos designar eles para uma prisão. Aliás vocês pegaram algemas? Eu acabei não falando, mas é util ter. Deixe eu pegar algumas aqui.- Então ela desprendeu 3 algemas que estavam presas na parte de dentro de seu sobretudo. Separou e conferiu se estavam bem resistentes.

Depois disso ela pegou e foi entregando uma a uma.-Isso vai facilitar muito sua vida. Pra evitar que após preso eles acordem e atrapalhem tudo. E bem, caso eles morram em combate, não é um problema, se o inimigo não se rende não podemos fazer muito já que eles ameaçam a integridade pública, o ideal é trazer eles rendidos ou desmaiados, mas algumas fatalidades podem acontecer.-Ela dava de ombro erguendo as mãos pro alto como se apenas complementasse a ideia de que “Merdas Acontecem” mas nada ia muito além disso.

Então com tudo explicado, ela deixava que eles seguissem em frente. Com Ravena guiando eles pelo mapa, já que ela já estava mais ciente da localização. Ela certamente já passou por aquela rua, afinal mora a anos nessa ilha, mas ao mesmo tempo, não era um tipo de lugar familiar, a ponto de ter memórias boas e ruins, apenas uma memória que um transeunte teria, de ver as lojas, ver a paisagem e lembrar onde fica.

A caminhada até lá era tranquila onde eles discutiam estratégia de talvez se separarem, Armani malandrão, certamente queria ficar longe da galera pra tirar uma soneca… To vendo isso ai viu? Mas no geral escolhiam ficar juntos, seria esse o começo do pesadelo do homem de terninho? Talvez.

Eles passavam por muitas pessoas até chegar ao local que era uma rua que tinha o formato de T, seguiam-se uma linha reta de onde eles vinham e se bifurcava em duas outras logo a frente que estava repleta de lojas. Era certamente uma zona comercial que estava ali muitas pessoas iam e vinham por todo lugar de maneira bastante movimentada, cuidar de uma zona assim era um tanto complicado.

Histórico:


Legenda:


_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 YHVeK1M

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 VYrwji0
Ex-Panda
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 31e5da10d4f3dfb7fa2a1d79e251d5f1
Créditos : 08
Ex-PandaCivil
https://www.allbluerpg.com/t1611-zayn#17239 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue#16916


 
Post 01

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
Antes de sairmos talvez por sorte ou acaso Rael fazia uma pergunta para a nossa superior que desencadeava uma risada, um lado dela que eu não esperava ver, seus melões, digo seios pulavam a cada gargalhada eu tentava mas não conseguia desviar o olhar.

Depois de se levantar e recobrar sua postura ela explicava a situação sobre os roubos, o que realmente era positivo, qualquer informação nos ajudaria caso precisássemos intervir em algum assunto inevitável.

Depois disso ela nos entregavas algumas algemas, por alguns segundos eu pensava em como faria bom usos delas, mas voltava a realidade e as guardava junto com minhas outras coisas, depois de tudo íamos para o local finalmente.

A sorte não parecia estar do meu lado e parecíamos que ficaríamos juntos, mas tudo bem, não tinha o que fazer... Merda.

Rael fazia uma pergunta bem engraçada para nos dois, mas a sua timidez era fofa, então continha minha risada e a respondia com um largo sorriso no rosto.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 D4c7f2e3b6ad5e76323dc9457bf6fe8c

— Uma continência nada mais é do que uma saudação militar que nós fazemos aos nossos superiores para mostrar nosso devido respeito e submissão a hierarquia, lembre-se de sempre fazer ela de pé com o corpo ereto e o outro braço esticado.

Se ela tivesse entendido então não me explicaria novamente, iria até o local de nossa missão e quando chegássemos diria as duas:

— Bom vamos permanecer juntos então.... Tomem cuidado e fiquem de olhos abertos, estamos fardados e não é como se fossemos bem-vindos aqui sabe hohohohoho.

Venham logo vagabundos, me deixem prender vocês logo, pspspspspsps vagabundos, pspspspspspspsp.... Ficaria atento ao meu redor e veria se tinha alguém caso fosse suspeita ou que talvez valesse parar e perguntar algo.

— Talvez devêssemos entrar em algumas lojas e fazer algumas perguntas?
   


Historico:


Personagem:


 
  Code by Arthur Lancaster



_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 XaxriMi
Garota Cavalo
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 18207c75bc057d17d1e1360e089cd8c4
Créditos : 29
Localização : Las Camp - West Blue

Histórico

Rael Kronin




Post: 12
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão

Perdas

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 250.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    Entortei um pouco a cabeça para o lado, em confusão com o motivo da Tenente ter começado a gargalha, será que disse alguma coisa absurda ou engraçada? Pensando em retrospectiva, não consigo lembrar de nada estranho que tenha dito, mas talvez os métodos de praticamente cem anos atrás sejam tão ultrapassados que chega a ser engraçado, imaginava que só por os deixar vivos já seria considerado como “tratar os prisioneiros bem”, mas não aparentava ser o caso.

    Enquanto a Tenente Kat explicava a situação com mais detalhes, o tempo todo afirmei positivamente com a cabeça — Vigiar, perguntar, não resolver, apreender, e se resistirem… mortes acontecem. Copiado — repetia a missão para mim mesmo em tópicos, ao mesmo tempo em que dava um sinal positivo com o polegar demonstrando que entendi tudo desta vez. Observava brevemente as algemas e seu funcionamento antes de tentar guardá-las no bolso apertado so short, mas ao ver como ficava marcado e desconfortável, apenas as prendi em meu cinto.

[...]

    No caminho Finch me ensinava sobre a continência, era fácil de entender, na verdade seu propósito e forma de uso eram muito similares a mesura que os nobres estão acostumados a executar e receber. Talvez por ser tão óbvio ninguém mencionou o funcionamento ou obrigação antes, a forma tomada para fazê-lo no entanto ainda me é estranha — por que uma postura ereta ao invés de curva demonstrando submissão? E qual é o propósito em dar um golpe de karatê na própria testa? — Disse em voz alta as dúvidas que me assolavam, no entanto não esperava por uma resposta do homem, imagino que a esse ponto, continência é uma daquelas coisas que ninguém sabe mais o porquê mas faz daquele jeito mesmo assim.

[...]

    — Perguntar aos comerciantes locais parece uma boa ideia — concordei com Finch —  que tal a gente primeiro identificar as lojas que foram roubadas? Daí podemos ir uma a uma perguntar o que houve e então vigiar mais as que ainda não foram tocadas.

    Tomando um pouco de iniciativa, guiava nosso pequeno esquadrão até a loja mais central da rua, provavelmente a com maior fluxo de pessoa — Oláááá… bom dia — da forma que Finch ensinou, fazia o ato de continência para cumprimentar o mercador responsável, minha feição no entanto era um pouco mais descontraída e acolhedora — somos soldados da Marinha. Ficamos cientes de que tem acontecido roubos nessa área, se importaria de nos ajudar com um pouco de informação? Qualquer coisa que se lembrar já ajuda, como as lojas e pessoas que foram assaltadas por exemplo, ou algo que tenha achado suspeito recentemente.



Última edição por Remenuf em Qui Fev 10, 2022 1:51 pm, editado 2 vez(es)
Jean Fraga
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 0tSpN1S
Créditos : 05
Jean FragaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t1620-liu-feng#17327 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue


A sailor who enlisted because the world needs a hero


- O Enigma do Distrito -

Havíamos chegado no local e durante a caminha, preferia por me manter em silencio, sendo sincera, a euforia era tamanha que tinha um receio em perder a concentração se começasse a conversar, ainda assim mantinha-me atenta no que Finch dizia, afinal sua continência era linda e quem sabe conseguiria aprimorar a minha, corpo ereto e braço esticado...

Talvez pior ainda por causa do horário, as ruas estavam cheias, o que para uma patrulha poderia ser um pequeno problema, porém... se fosse fácil não teria graça... — TA NA HORA DO SHOW!! – Dizia sorridente e visivelmente animada.

Rael com a ideia de Armani, tomava a iniciativa, obviamente com seu jeito que já havia ficado bem a mostra, a continência talvez tivesse no fim, ficado mal explicada na cabeça da garota, enquanto ouvíssemos possível resposta do mercador, diria cochichando em seu ouvido, — Lembrando que você não precisa prestar continência a civis... isso fica mais restrito àqueles da corporação.

Cabia a nos esperar as informações que pudéssemos conseguir do mercante e então agir em cima dela, ainda assim, — Acho que falar podemos conseguir outras informações nas ruas... vamos. – Indo bem para o meio da avenida, procuraria encontrar camelôs, afinal, com suas barracas a céu aberto, a chance de eles terem visto algo estranho era enorme, buscando tanto na rua como em suas ramificações e becos.

— Ali! – Apontaria caso encontrasse algum e tomando a frente iria até o vendedor - Bom dia!! Se importaria em responder algumas perguntas? – Sorria amigavelmente e estendia minha mão para um cumprimento, tentando manter um clima bom o suficiente para conseguir as informações necessárias.

— Devido a recorrentes problemas nessa área, fomos destinados a cuidar dessa localidade, com isto, teria visto algo estranho ultimamente? Pessoas agindo de forma estranha, talvez você possa até me fazer uma descrição facial dessa ou dessas pessoas caso você se recorde... sua ajuda é importantíssima para a paz e segurança de Las Camp... - Ouviria tudo que fosse-me respondido com o máximo de atenção, principalmente na descrição facial.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 07
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão

Ganhos:


Perdas
  • N/A





Última edição por Jean Fraga em Seg Fev 07, 2022 5:37 pm, editado 2 vez(es)

_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 OAKySZI
Scylla
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 NFaEX9G
Créditos : 05
Localização : Las Camp
ScyllaSoldado
https://www.allbluerpg.com/t1207-luciferanna-von-brilliant#11238 https://www.allbluerpg.com/t1004-a-sailor-who-enlisted-because-she-didn-t-want-to-get-married
As diferentes tonalidades verdejantes teriam se revelado com a abertura de minhas pálpebras tendo o sol nascente já iluminando a manhã. Como de praste cada despertar me era servido com instantes de apreensão, as pupilas ainda sonolentas percorriam rapidamente o teto, as paredes, janelas, até que eu fosse tranquilizada ao reconhecer o interior do quartel. Havia aprendido da pior maneira a não levantar bruscamente sem saber o que havia acontecido na noite anterior, imóvel na mesma posição de meu despertar aguardei alguns segundos para ter certeza de que não estava com o corpo dolorido, então começaria movendo as pontas dos dedos dos pés, das mãos, até sentir confiança para realizar movimentos maiores, sentando sob o colchão ergui a coberta e observaria meu corpo rapidamente a fim de confirmar se não há nenhum ferimento surpresa da noite anterior.

"Ela cuidou bem de nós." Suspirava contente ao ver meu corpo intacto. Porém caso estivesse machucada apenas tomaria cuidado com meus movimentos para não agravar a ferida.

Entretanto sentiria algum cansaço corporal, provavelmente eu e minha metade teríamos dormido pouco. "O que você tanto faz quando a lua alcança os céus?" Me perguntava mesmo sabendo que não haveria resposta, apenas não conseguia evitar a preocupação com minha contraparte. Assim voltei a deitar abraçando o travesseiro, desejando dormir um pouco mais até me sentir mais disposta.

O segundo despertar também ocorria comigo me assustando, dessa vez quase pulando da cama buscaria olhar pela janela. - Iiiik! - Engasguei de espanto, só tinha certeza que perdi a hora me baseando na claridade do dia.

Eu que só havia feito tarefas de escritório até o momento chegaria atrasada para a reunião com a tenente, ficava um tanto descontente pois imaginava receber mais punições envolvendo organizar documentos e toda essa papelada. Às pressas iria me aproximar da cômoda onde meu uniforme estava guardado, segurando a calça, a regata branca e dois lenços azuis abraçando-os contra meu corpo, jogaria uma toalha branca por cima do ombro, e por fim apanharia as botas de cano médio no chão com os dedos da livre.

Antes de deixar o quarto olhei para a cama bagunçada. - Depois eu prometo que arrumo. - Dizia para mim mesma, naquele horário provavelmente não teria ninguém além de mim no quarto, e se eu tentasse organizar a cama sozinha… Com minha total inaptidão certamente me atrasaria ainda mais, dessa forma só me restava prorrogar essa tarefa até meu encontro com a tenente. Porém, se houvesse outra pessoa no quarto e ela parecesse estar desocupada. - Olá. - Chamaria o indivíduo pelo nome caso eu soubesse. - Poderia me dar uma mãozinha com aquilo. - Apontaria para o campo de guerra, vulgo minha cama. - Eu preciso ver a tenente Kat e… Não levo jeito algum para essas tarefas, mas se não for possível tudo bem, depois eu dou um jeito. - Sorrindo amigavelmente para meu possível salvador faria uma rápida reverência com a cabeça demonstrando gratidão antes de deixar o quarto.

Certo, agora outro preciso lidar com outro problema, chegar até o vestiário apenas de camisola, o que pode dar errado… Primeiro colocava a cabeça para fora do quarto olhando de um lado torcendo para não encontrar ninguém, se assim fosse fecharia a porta com cuidado e correria rapidinho na ponta dos pés tentando ser silenciosa ao máximo em meu trajeto até o vestiário, caso eu notasse alguém se aproximando iria curva no corredor mais próximo de costas para a parede desejando que a pessoa passasse sem me notar, pois além de estar usando somente a fina camisola branca, meus cabelos estavam despenteados. Entretanto se no momento que eu olhasse pela porta do quarto pudesse ver outros marinheiros, teria de vestir a calça em seguida a camisa antes me dirigir até o vestiário com o uniforme incompleto e amarrotado, claro que nessa possibilidade eu tentaria realizar tal jornada com alta agilidade e discrição.

Chegando ao vestiário iria imediatamente tomar um banho frio, não gostava nem um pouco, preferiria a água bem morninha, mas me conhecendo eu ficaria muito tempo apenas apreciando a sensação e agora não tenho esse luxo, mas antes prendia os cabelos em um grande coque usando uma mecha do próprio cabelo.

Devidamente banhada e enxuta, abaixaria os fios rebeldes do cabelo, em seguida vestia o uniforme, a calça azul escuro se ajustando as curvas de minhas pernas, calçando as botas pretas, e colocando a regata branca com a barra por dentro da calça, a camiseta ficava justa em meu corpo além de expor os ombros pequenos, o lenço azul seria colocado com certa firmeza ao redor do pescoço. O segundo lenço azul eu o utilizaria para manter o cabelo num rabo de cavalo fazendo um laço fofo, expressando um sorriso meigo ao ver meu reflexo e gostar do resultado.

Antes de me encontrar com a tenente iria até o refeitório. - O café da manhã ainda está servido? - Perguntava a quem estivesse responsável por servir a refeição, sem muito escolher o cardápio aceitava o que me fosse servido, e me sentaria em uma mesa, dando preferência para alguma que estivesse ocupada mas ainda houvesse cadeiras livres. - Poço me sentar aqui? - Perguntava gentilmente antes de me sentar para o desjejum. Se não houvesse mais comida no refeitório com muita tristeza eu teria de ir ver a tenente com meu estômago vazio.

Após o café da manhã me deslocaria até o escritório de minha superiora, batendo na porta algumas vezes esperando autorização para entrar. Se não há encontrasse iria até a recepção. - Bom dia, sabe me dizer onde a tenente Kat está? - Perguntava de maneira amigável. E assim seguiria pelas instruções da recepcionista caso me fosse passado a localização da marinheira.

Ao me encontrar com a supervisora. - Soldado Luciferanna Zahara von Brilliant Éden as suas ordens tenente Von Eisbern. - Me apresentaria formalmente fazendo continência mantendo a postura ereta apesar de estar com o corpo relaxado, tendo concluído a apresentação fechava os olhos enquanto em meu semblante se desenhava um sorriso doce.
Shiori
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 CSDlXWh
Créditos : 05


Trio - Marinheiros



Rael, Raven & Armani


Os soldados se preocupavam com suas missões mas também uma delas estava com a continência na mente, sim ela era uma questionadora. Não sabia as origens e fazia a pertinente colocação de se aquilo não era apenas mais uma ideia cultural vazia e sem propósito algum. Armani explicou o que entendia daquilo deixando claro o por que ele fazia aquilo.

No entanto nenhum de seus amigos soube responder, então uma senhorinha ja bem velha na varanda, que aguava as plantas começava a falar com Rael, explicando exatamente de onde vinha a continencia.-Há minha querida. A continência é um símbolo de paz e respeito e existe mais de uma forma de você fazer ela.- disse puxando assunto enquanto regava as plantas.

E então ela continuou explicando, já que eles já estavam no lugar, não havia tanta pressa ali, apenas fazer um grande check in. Ela então seguiu com suas explicações de forma simples e rapida.-A razão é que quando você leva sua mão à cabeça, você tem sua mão longe de sua espada. Dessa forma você demonstra respeito e faz um gesto de paz. Já que os cavaleiros no passado carregavam as espadas na lateral da cintura, inclusive os Samurais. E tanto existe continência com a palma virada pra baixo, como aberta pra frente ao lado da cabeça. Claro que depois de tantos anos, isso é apenas um gesto, mas tem sim suas razões.- complementou ela dando um sorriso de satisfação, pegando uma florzinha e entregando ela a Rael pela varanda, era uma pequena rosa vermelha que ela estendia pra garota pegar.

No fim, depois de todo o papo e esclarecimento ela acenava pra eles, deixando que simplesmente seguissem, desejando uma boa sorte a todos.-Boa sorte para vocês se cuidem todos!!- falava enquanto balançava a mão no alto, para se despedir. Depois disso Armani era o primeiro a fazer uma sugestão, enquanto é claro ele pensava que os criminosos poderiam ser mais simples e poderiam vir até ele como gatinhos. E enquanto ele foi o primeiro a sugerir, Ravena foi a que agiu mais rapido, então era a primeira a parar um Transeunte para então fazer um questionamento sobre tudo aquilo. No entanto, ela não era muito eficiente em receber muita informação inicialmente, e no geral as respostas começaram vagas apenas um simples, “Não moro nessa área" ou um “Não tenho certeza”

Até que Rael guiou o grupo até uma outra ideia, ir na loja central, para entender, afinal, transeuntes, pessoas nos becos ou nas vielas poderiam não ter intimidade com a região, mas os lojistas que tinham o lugar fixo, como Armani sugeriu, talvez tivessem. Então ela foi na loja mais ao centro, onde acabou por bater continência. Algo que Ravena corrigiu, explicando que deveria ser feito apenas para superiores.

E em meio a isso conseguiram sua primeira informação.-Esse mercado aqui foi assaltado uma vez, entraram e saíram, levaram todo o dinheiro do caixa, mas nenhuma porta nem janela tinha marcas de arrombamento.- Ele então apontava pra uma loja lá de frente pra onde eles estavam, mostrando ali algum tipo de drogaria, sim, uma farmácia, estava praticamente a uns 20 metros dali.

Ele então voltava a falar passando mais algumas informações.-Ali também, aquela farmácia sofreu o mesmo tipo de perdas. Mas fomos as unicas lojas. De resto os assaltos acontecerem pra pessoas aleatórias da rua, que perderam itens variados, carteiras roubadas, brincos, e até uma caneta sumiu, algo assim.- A pergunta é… COMO ALGUÉM NÃO SENTE UM BRINCO SAINDO DA ORELHA? Pois é… complicado…

Luci


A garota acordava, mas não se levantava de imediato, havia ali um certo medo por parte dela, que era de talvez estar ferida demais pra se levantar. A princípio demorou um pouco para conseguir devagar ir conferindo se estava tudo bem com cada parte de seu corpo. As coisas seguiram enquanto ela devagar conferiu tudo e levantou, estava tudo certo. Haviam no máximo pequenos arranhões, mas que já não doíam completamente fechados nas pernas.

Então estando bem ela levantou, notando a cama desarrumada, algo que ela podia deixar pra depois. E assim ela fez. Colocando só uma camisola, ela saia tranquilamente pelo QG indo de maneira calma, exibindo de certo modo, toda aquela forma reveladora. Por sorte ninguém passou por ali, para checar aquela bela cena. Ou talvez para o azar dessas pessoas. Seja como for, ela chegava ao chuveiro.

Ali ela tomava um bom banho, lavando muito bem seu corpo e arrumando seus cabelos com cautela para que ele ficasse perfeitamente organizado. Feito isso ela vestiu o uniforme seguindo então finalmente ao refeitório. Onde dava pra ver que o horário do café tinha passado a algum tempo já. Mas ainda tinham alguns bolinhos de arroz com pedaços de bacon e suco de uva sobrando.

Havia o suficiente pra ela encher a barriga, as moças eram simpáticas apenas entregando um prato pra que ela servisse. Com um sorriso e boas intenções, era tudo que ela precisava ali. Tendo finalmente enchido a barriga, agora sim ela ia atrás da Tenente. Algo que não demorou, ela assim que foi se movendo viu a tenente bebendo pela janela, com uma enorme garrafa de Sakê.

Ela logo se aproximou da Tenente que estava ali sentada em cima de um toco grande de madeira com as pernas cruzadas, um sabre na lateral, a pistola na outra, e apenas dando goles grandes naquela bebida alcoólica. Ela saudava a mulher de cabelos rosas, que logo dizia.-Você está atrasada. O grupo que devia atuar com você já saiu na frente.-Ela levantava de onde estava sentada com uma face séria, que demonstrava o que se passava na mente dela. Era um tanto quanto cansativo ter de lidar com pessoas que não cumpriam bem seus horários.

Claro, que a moça ali não era a única. E nem mesmo a primeira que se atrasou naquelas situações. Mas ainda assim, essa era uma parte do trabalho que não lhe agradava. Ela então se aproximou da garota, pegou um mapa igualmente, e entregou na mão dela olhando bem fundo nos olhos dela. E como ela era bem mais alta que Luci, ela se curvava bastante exibindo o busto, que com aquele grande decote também era bastante chamativo.

Mas com tal ação, suas palavras eram bem duras.-Veja bem, eu preciso saber que posso contar com você. Se eu não puder contar com você as coisas não vão funcionar, entende? - disse soltando o mapa na mão da garota e novamente se afastando ficando completamente de pé. -Aí é onde você vai encontra eles. Uma moça de cabelo azul, uma de cabelo castanho. E um rapaz de cabelo preto, os três uniformizados. A de cabelo azul tem um espadão. Diga que eu pedi pra se juntar a eles e ajudar na missão. Lá eles lhe explicam todos os detalhes.- completou ela deixando que a moça seguisse o mapa.

Por sinal o mapa tinha a rota já traçada de onde ela estava então mesmo que ela não soubesse ler bem o mapa em si, como as linhas mostram corretamente a direção e os pontos que tinham ali com anotações era fácil de chegar no lugar.

Histórico:


Legenda:


_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 YHVeK1M

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 VYrwji0
Garota Cavalo
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 18207c75bc057d17d1e1360e089cd8c4
Créditos : 29
Localização : Las Camp - West Blue

Histórico

Rael Kronin




Post: 13
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão

Perdas

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 250.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    De uma coisa agora eu tenho certeza, senhorinhas são atualmente uma enorme fonte de informação e sabedoria. Enquanto escutava com atenção sobre a origem e finalmente o propósito de uma continência, finalmente pude entender e concordar com o que antes mais me parecia uma bobagem, no entanto não pude deixar de olhar para o cabo do espadão que surgia sobre o meu ombro, imaginando que no meu caso não pareceria mais que estou tentando sacar minha arma. Levando isso em consideração, decidi fazer a continência com a palma para fora a partir deste momento, afinal mostrando a palma da mão sinaliza que não pretendo pegar arma nenhuma, gishishi.

Muito obrigada pela explicação — agradeci apanhando calmamente a pequena rosa de suas mãos, levando-a à ponta do nariz para cheirá-la — acho que agora finalmente entendi. Até mais ver Senhora, cuide-se bem — mostrava para ela uma continência com um sorriso, mais para agradecer do que pelo real significado da continência em si. Apesar de finalmente ter entendido o motivo, a aplicação ainda precisava de ajustes, como demonstrei posteriormente na loja.

Enquanto andávamos, retirava qualquer espinho que tivesse na Rosa, pensando o que deveria fazer com aquele símbolo de gentileza — Raven — chamei a atenção da garota ao notar que seu cabelo ainda não possuía nenhum enfeite, colocando a rosa bem acima de sua orelha esquerda, prendendo essa parte do cabelo lá trás e revelando um pouco mais do rosto — fica muito bem em você — imaginei que ela gostaria disso, já que se preocupou tanto com a aparência das outras vezes.

[...]

Ficava vermelha com o sussurro de Ravena em meu ouvido, não só de vergonha mas também de frustração, não é possível que um gesto tão simples seja tão complicado, definitivamente tem algo de errado comigo hoje! Deve ser o nervosismo do primeiro dia.

Até mesmo canetas… mas que canalhas! — De fato as informações que se sabia sobre os roubos, mesmo para os envolvidos, eram escassas, o conselho da Tenente Kat sobre não precisar resolver o crime começava a fazer sentido, visto que as coisas parecem mais complicadas do que imaginei. Mesmo assim agradecia o comerciante prestativo abaixando levemente a cabeça — muito obrigada por sua cooperação, espero que se recupere do golpe e que tenha um ótimo dia.

Assim que saíssemos da loja chamaria atenção do grupo por um momento. — Como é a segunda vez que citam a ausência de sinais de arrombamento, os roubos às lojas provavelmente acontecem mais de noite quando não tem ninguém dentro — faria um pequena pausa com uma expressão pensativa, mordiscando o lábio inferior — talvez devêssemos focar mais em vigiar e ajudar as pessoas na rua. Vocês vão querer perguntar algo mais na outra loja que foi roubada?

Caso decidam que sim, esperaria na porta do lado de fora da farmácia, vigilante à rua e as pessoas, principalmente alguém que parecesse mais suspeito ou nervoso, manteria bem o meu olho nesse tipo de gente, com a mão esquerda por cima da empunhadura do sabre, este do mesmo lado, demonstrando prontidão.

Alguma novidade? — Perguntaria assim que saíssem da loja.



Última edição por Remenuf em Qui Fev 10, 2022 1:52 pm, editado 2 vez(es)
Scylla
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 NFaEX9G
Créditos : 05
Localização : Las Camp
ScyllaSoldado
https://www.allbluerpg.com/t1207-luciferanna-von-brilliant#11238 https://www.allbluerpg.com/t1004-a-sailor-who-enlisted-because-she-didn-t-want-to-get-married


As palavras da superiora me causavam um aperto no peito mesmo com ela  enfatizando o óbvio. - ...Sinto muito.. - Ainda prestando continência minha voz soou fraca de modo que a marinheira talvez não escutasse se não estivesse tão perto, meus olhos inevitavelmente fugiam da tenente durante a repreensão, muito me incomodava o fato de eu tê-la desapontado, principalmente por ser uma simples tarefa. - Farei meu melhor para que isso não se… - Quando percebi a deselegância de minha parte ao não olhar  nos olhos da tenente logo me obriguei a encará-la diretamente, porém a mulher de cabelos rosas já estava centímetros a minha frente. - Re..pi..ta. - A surpresa me fazia silabar aquela única palavra com o volume de minha voz abaixando gradualmente mais parecendo um sussurro.

Quando a tenente voltou a falar meu corpo seguiu se enrijeceu comigo esperando receber uma punição mais rígida, o reflexo natural de minha pessoa dizia para eu me afastar evitando a presença da superiora e de seus dois armamentos volumosos, sério, aquele busto opressor poderia matar alguém sufocado, entretanto parada fiquei, a tenente fazia com que eu me sentisse bem pequena pois poucas vezes me deparei com mulheres mais altas em, ainda mais ela que precisava se curvar para ficarmos no mesmo nível.

Por um instante fechei os olhos inspirando lentamente pelas narinas e na sequência permitia o ar fluir suavemente pela boca. - Entendo que não possuo palavras capazes de lhe satisfazer inteiramente, de sua confiança somente atitudes são capazes de provar meu merecimento. - Erguia o queixo o suficiente para encará-la de igual para igual, não nos considerava em nível de igualdade, mas estava tentando mostrar alguma dignidade e respeito por ela, não estava no direito de pedir por uma oportunidade, mas de certa forma era o que eu estava fazendo. Conseguia novamente esboçar um leve sorriso, porém meu olhar estremecia assim como a mão ereta que prestava a continência e a outra cerrada ao lado de minha coxa, não estava nem um pouco fácil agir com tranquilidade mas estava me esforçando para conseguir.

Apenas desfiz a continência quando o mapa me foi entregue, somente conseguindo observá-lo bem rápido antes de dobrar e guardar no bolso da calça, pois estava bem difícil me concentrar naquele pedaço de papel enquanto o busto da tenente parecia ter um holofote para cada peito. - Devo levar uma arma? - Questionava agora de maneira profissional, apesar de ainda manter a entoação serena, o nervosismo diminuía comigo estando focada na missão.

De acordo com a resposta da superiora e assim que ela me dispensa-se eu iria correndo bem rapidinho até o almoxarifado a fim de apanhar um chicote e logo prestar baixa, também pegaria qualquer outro utensílio além da arma caso a tenente me aconselha-se a levar.

Mas antes. - A propósito…- Pararia após alguns passos e me virava de costas ainda dando alguns passinhos para trás chamando pela atenção de minha superiora. - O perfume da tenente é muito bom. - Coçando a uma das bochechas ruborizadas com a ponta do dedo indicador lhe faria o elogio bem baixinho, mas apenas se não houvesse outras pessoas para escutar, então fechava os olhos expressando um sorriso fofo e novamente me virava voltando a correr até o QG, pensando em futuramente perguntar onde ela comprou a fragrância, mesmo com o cheiro do sake pudesse ofuscar quase que totalmente o aroma de lavanda.

Se quando eu retornasse ainda encontrasse a tenente sentada no toco de árvore, lhe daria um breve aceno com a mão e continuaria a corrida num ritmo constante e suave desejando conservar alguma energia. Ao me afastar do quartel general iria apanhar o mapa agora analisando-o com maior afinco, decorando os traçados e as anotações feitas, além das principais rotas até o destino, agora com o mapa em minha mente só me restava associar os pontos da ilha com aqueles descritos no mapa, agora retomando a rápida caminhada.

Ficaria atenta para alguma carroça ou carruagem que aparentava seguir o mesmo caminho que eu. - Oooi! - Acenaria balançando o braço para chamar a atenção do chofer, assim perguntaria se ele estava indo para perto da região mais próxima marcada no mapa, caso a resposta fosse positiva. - Poderia me levar junto? - Perguntava animada, pois a carona me economizaria tempo e energia, um plano perfeito. Mas se a resposta fosse negativa apenas agradeceria estando a sorrir gentilmente e continuaria com a caminhada.

Quando chegasse ao local marcado no mapa. "Azul, espadão…
Espadão, azul…"
Repetia essas palavras em minha cabeça buscando pela garota que combinasse com tal descrição, me lembrava dos outros dois colegas, mas essa tinha as descrições mais chamativas, então era automático me focar nela e esperar encontrar os outros dois uniformizados juntos. Caminhava na calçada sem muita pressa pois assim poderia observar com mais calma os arredores em busca de meus três colegas, olhando atentamente nos interiores das lojas através das vitrines.

Se não os encontrasse de imediato iria até algum comerciante local que parecesse ser bem afeiçoado. - Com licença, por acaso você viu uma marinheira de cabelos azuis carregando um espadão? Ah sim, ela estava acompanhada de outros dois marinheiros, uma garota de cabelos castanhos e um rapaz com cabelos negros. - Perguntava casualmente, independente da resposta ser afirmativa ou negativa iria agradecer da mesma maneira, desejando que o comerciante tivesse um bom dia de trabalho. Claro que se a resposta fosse positiva eu seguiria a orientação do vendedor.

Caso pudesse avistar o trio de colegas, ou pelo menos um deles que batesse com a descrição da superiora iria correndo até seu encontro, na verdade estaria praticamente saltitando a passos longos pisando no chão com a ponta dos pés enquanto balançava o braço parcialmente dobrado ao lado do corpo. - Oooii! - Diria entusiasmada assim que me aproximasse do(s) marinheiro(s) em questão. - A tenente Kat me enviou para trabalharmos juntos, me chamo Luciferanna Zahara von Brilliant Éden,é um prazer lhe conhecer. - Um grande sorriso se faria presente em meu semblante, comigo abaixando a cintura ao mesmo tempo que levava a perna esquerda por trás da direita, com os braços estendidos ao lado da cintura e as mãos aberta, imitando a reverência feita pelas mulheres nobres, porém sem o vestido. - Mas por favor, me chame apenas de Luci. - Concluía a fala um tantinho encabulada com a voz ecoando mais tímida.

”Histórico”:
Ex-Panda
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 31e5da10d4f3dfb7fa2a1d79e251d5f1
Créditos : 08
Ex-PandaCivil
https://www.allbluerpg.com/t1611-zayn#17239 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue#16916


 
Post 01

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
Rael pelo visto não havia entendido absolutamente nada do que eu havia explicado, por sorte havia uma senhorinha perto de nós que começou a explicar de forma mais fácil de compreender, no final ela ainda fazia continência para a velha e então eu dava um soco leve no topo de sua cabeça.

— Só faça a continência com outros marinheiros, para os civis isso não significa nada certo?

Sorria esperando que ela fosse entender dessa vez, seguindo Rael íamos até uma loja, e lá mais informações sobre os roubos eram passadas, e cada vez mais parecia que tínhamos mais trabalho a fazer.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 B4e4d7c1546cdb276b3ff63570df6267

Era estranho o fato dos locais não terem nenhum tipo de arrombamento ou nada quebrado durante o roubo, o que me vinha a cabeça era, será que tinha alguém que trabalhava nos locais que ajudou os bandidos?

— Com licença mas se me permite perguntar, tem alguém que trabalha em ambas essas duas lojas? E se não, quem fica com a chave para fechar esse local quando o expediente termina?

Se me respondessem eu agradeceria e depois sairia da loja, éramos parados por Rael que também tinha uma teoria, mas era difícil imaginar que entraram sem deixar uma marca sequer.

— Acredito que vocês me ouviram lá dentro, talvez sim eles tenham sido roubados durante a noite, mas vocês não acham que é muito estranho não ter nenhum sinal de que isso de fato aconteceu? A minha teoria é que talvez quem tenha roubado tenha uma forma de entrar e sair ou conhece um outro caminho para dentro...

Talvez eu estivesse pensando demais e os assaltantes fossem apenas bons demais, mas então porque roubar uma farmácia e um mercado? Não seria mais coerente assaltar um banco com essas técnicas?

Se caso fossemos interrompidos por alguém novo chegando, eu me apresentaria de forma cordial, afinal seria uma nova parceira de trabalho que íamos ficar um bom tempo juntos provavelmente.
   
— Prazer em lhe conhecer, meu nome é Finch Armani sou um soldado como você pelo que eu posso ver, espero que possamos nos dar bem.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 7168e306b76765cc11e6a71c573f8697

Se isso acontecesse ou não eu continuaria me voltando a missão, afinal quanto mais rápido terminássemos melhor seria.

— Bom acredito eu que é melhor irmos na outra loja também, quanto mais pistas tivermos melhor, mas que tal eu e mais alguém ir comigo enquanto outra pessoa fala com as pessoas pela rua? Acho que iriamos ganhar tempo assim.

Independentemente do que fosse decidido eu iria sozinho ou junto com os outros para loja, chegando lá eu olharia o local para ver se tinha algo suspeito ou indicando um roubo.

— Bom dia, eu sou um soldado da marinha designado para patrulhar a área e se possível resolver os incidentes que vem ocorrendo, será que você poderia me dar mais informações sobre o que houve aqui em sua loja?

Historico:


Personagem:


 
  Code by Arthur Lancaster



_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 XaxriMi
Jean Fraga
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 0tSpN1S
Créditos : 05
Jean FragaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t1620-liu-feng#17327 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue


A sailor who enlisted because the world needs a hero


- A peça que falta no quebra-cabeça -

A minha caminhada tinha uma pausa quando uma carinhosa senhorita decidia explicar melhor a Rael e até mesmo para nós dois o real motivo de tal gesto, uma explicação muito melhor do que qualquer uma que eu poderia dar.

Era surpreendida com o gesto inusitado e fofo de Rael, perdia um pouco a postura mais seria que vinha tendo e sorria envergonhada, minhas bochechas rosavam e mal sabia para onde olhar, ainda mais com o elogio logo em seguida, — O-Obrigado... – Pondo uma mão sobre o rosto, tomava coragem e olhava nos olhos de minha companheira, um pouco eufórica, virava-me tomando a frente do grupo e seguindo, soltando a respiração que vinha prendendo desde o começo.


A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 8e10572fa8c9258bf24e57b750e4f8ac


[...]

A ideia que havia tido não servia muito para aquela situação, já que a maioria dos mercadores de passagem, como o nome já diz, trocam de lugar depois de algum tempo, assim, ficava um pouco triste pelo erro, mas deixava isso de lado quando conseguíamos informações com o dono do mercado a qual havíamos entrado.

O mistério todo que rondava esses roubos era o que mais dificultava e que também me deixava animada, de fato como teriam entrado e saído com tanta perfeição? Sem ao menos ficar visível sinais de arrombamento?

Enquanto ele continuava explicando, diria, — Posso dar uma ultima verificada em sua loja? Quem sabe tenham deixado algo passar... – Não tinha muitas esperanças que fosse conseguir algo, mas vai que...

Se não houve sinais em portas e nem nas janelas, que sabe haja outras formas de entrar aqui... Olharia principalmente pelo chão do estabelecimento, procurando fossas de esgoto, pisando com calma tentaria notar alguma diferença de relevo, afinal, um possível alçapão não era uma opção descartável. E por fim, ao teto, inspecionaria se havia dutos de ventilação e se sim, possíveis sinais neles.

Não queria incomodar o dono demais, então apesar de tomar o tempo que necessário, ao finalizar, agradeceria e sairia com pressa.

Me encontrando com os demais, ouviria as conclusões do grupo até aquele momento, — Eu acho que é nessa linha de pensamento mesmo Finch... Eles sabem de algo talvez sobre a fundação desse distrito que os próprios donos das lojas podem não saber...

Aparecendo mais uma companheira para nosso time, eu a receberia estendendo a mão e dizendo, — Prazer Luciferanna! Me chamo Ravena Mancini!! Bem vindo ao time... bom, ainda não temos um nome pro time... – Dizia um pouco sem jeito quando vinha à tona tal fato.

Mas voltando para o foco, diria para Armani, — Eu vou contigo! Estou suspeitando de algo... – Olhava logo para Rael – Que tal você e Luci procurarem por informações dentro os civis? Afinal... Quando tentei não deu muito certo.

Indo com meu parceiro até a farmácia, deixaria que ele falasse, — Posso fazer uma ultima averiguação no local? – Com a permissão vinda do dono, faria a mesma inspeção de antes e perguntaria para ele, — Você tem a planta da construção?


HistóricoInfo
Nº de Posts: 08
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão

Ganhos:


Perdas
  • N/A




_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 OAKySZI
Shiori
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 CSDlXWh
Créditos : 05


Trio - Marinheiros



Rael, Raven & Armani


Rael agradeceu a velha pela explicação. E naquele momento não sabia bem o que fazer com a rosa, removendo os espinhos e colocando a rosa bem na orelha da Ravena. Que naquele momento ficou corada, o que gerou amplas reações entre as duas. Ambas estavam confusas com o que estava acontecendo ali.

Mas esse momento durava apenas algum tempo, onde logo o trabalho falou mais alto. Armani fazia diversas perguntas ao homem do estabelecimento. Enquanto Ravena queria observar melhor o lugar, ela saia em busca de brechas, e dando uma resposta simples, não havia nenhuma que um adulto pudesse passar.

E nenhum caminho que desse para uma criança entrar na loja, então apesar de haverem lugares onde crianças pudessem de alguma forma se encaixar, seriam obrigadas a arrombar uma porta ou janela depois que chegassem ali.

Então não havia nada que fosse realmente relevante pra se imaginar nessa situação ali. Armani enquanto isso tinha suas perguntas respondidas.-Não temos funcionários em comum. Eu quem fecho a loja, sou o dono aliás.- era umas resposta curta, mas que quase descartava a questão das chaves.


Então nada havia dado muito certo na primeira loja. Onde eles saiam pra fora discutindo sobre o assunto, Rael levantou um ponto de grande importância. Era o fato de que sua missão nunca foi investigar a fundo, o ponto principal era patrulhar e vigiar. As informações eram para ser colhidas como segunda parte da ideia. Eles nunca precisaram investigar a fundo.

Mas antes das coisas continuarem uma figura aparecia por ali, chegando até eles, antes que eles fossem para a Farmácia.

Luci

A loira estava em maus lençóis sobre o risco de sufocamento por busto. Mas apesar de se sentir insegura até um certo ponto, ela agia com decoro, e tentava entender a situação, que a mulher lhe colocou. Algo que ela respondeu deixando claro que iria se esforçar mais… Apesar de perder algumas palavras no processo de ver as armas nucleares da tenente.

A mulher dava mais um gole no seu Sakê e respondia as coisas que ela havia falado, de modo agora bem menos impositivo, já que a bronca havia passado, o tom de voz soava mais leve e descontraído.-Sim, é ideal que pegue armas e algemas, peça no arsenal, que eles vão arrumar algo pra vocês.- Ela já estava pronta para ir mas lembrava de elogiar o cheiro que sentia.

E fala de um modo baixinho pra tenente, que recebia aquilo com apreço, dando um sorriso bem largo e dizendo.-Há, obrigada, as minhas roupas foram lavadas a pouco tempo, eu mesma cuido disso geralmente.- comentou sem muitas delongas enquanto a moça depois daquilo seguiu para o Arsenal, foi jogo rápido, recebeu a arma dela, as algemas e o homem deu baixa.

Então ela saiu dali do Quartel onde acenou de novo para a mulher seguindo para a direção pedida. E bem ela até tentou algumas caronas, mas no fim, sua caminhada foi a pé, passou por passo, onde quando chegou já avistou a moça de cabelo azul e espadão, conversando com outros dois marinheiros. Era ali que estava o ouro.

Rael, Raven, Luci & Armani


Eles três estavam apenas conversando, quando a Loira apareceu ali ela já se apresentou, onde foi cumprimentada em retorno por Armani e Raven, que apesar de a cumprimentarem em retorno já tinham de sair ali da região, já que estavam um pouco preocupados em resolver algumas coisas na farmácia.

Armani tinha dado sua sugestão de ir na farmácia, e Rael ficaria ali do lado de fora com Luci, então eles partiram, deixando que as duas moças pudessem interagir livremente por ali, apesar que claro de forma limitada já que eles tinham de montar guarda.

Raven & Armani


Ambos entraram na drogaria onde foram recebidos, por uma mulher bastante simpatica, ela devia ter entre 40 e 50 anos mais ou menos, vestia uma roupa bem bonita até, um vestido roxo que era bem legal, com a parte de baixo longa que ia até quase os pés. Seu busto estava em dias, e ela tinha uma cintura fina, ela parecia usar algum tipo de espartilho por baixo.

Então a mulher logo recebendo eles ouviu o que o homem tinha a dizer, já que ele falou primeiro, e então ela começou a dar as informações necessárias para que ele pudesse usar pra descobrir o que quer que faltasse de dados.-Sem arrombamentos, entraram e saíram. Mas se tem uma coisa útil, é que eles só pegaram remédios pra tosse e antialérgicos. Talvez eles tenham algum tipo de alergia atacada, ou coisa do tipo.- e depois disso ravena pedia a planta.

Algo que ela entregava sem muito problema, e bem, não havia nada de diferente, ambiente simples, nada de duto de ar, sem passagem subterrânea, no máximo o que dava no esgoto, e os canos eram muito finos para qualquer ser humano passar, nem mesmo uma criança seria pequena o suficiente. E ela inspecionou o local inteiro, zero passagens suspeitas, era realmente um caso que só dava pra entrar pela porta da frente provavelmente. Ou pela saída de emergência, que por sinal era uma porta de ferro maciça sem frestas.

Histórico:


Legenda:


_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 YHVeK1M

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 VYrwji0
Scylla
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 NFaEX9G
Créditos : 05
Localização : Las Camp
ScyllaSoldado
https://www.allbluerpg.com/t1207-luciferanna-von-brilliant#11238 https://www.allbluerpg.com/t1004-a-sailor-who-enlisted-because-she-didn-t-want-to-get-married

"Ela lava as próprias roupas?" Não esperava que um oficial da marinha fosse se dar esse trabalho, principalmente quando poderia contratar algum serviço ou então delegar tarefas do gênero para algum subordinado. "Talvez eu deva usá-la como exemplo?" Era uma atitude bem caprichosa por parte da tenente, totalmente oposta a minha criação, mas independente da resposta eu tinha que me preocupar com a missão.

>><<

- Armani… - O som daquele sobrenome não parecia estranho aos meus ouvidos. - Ah sim, você é o jovem Finch, sua família também é de Illusia, estou certa? - Comentava num tom alegre ao ter minha atenção direcionada ao rapaz, pois havia encontrado um conterrâneo, talvez isso tornasse nossa convivência mais fácil. Se Finch confirmasse minha suspeita. - Peço desculpas por não tê-lo reconhecido de imediato. - Ligeiramente curvava o tórax durante o pedido de desculpa.

Em seguida estendia minha mão para cumprimentar Ravena. - Um nome... NHMMMM... Que tal Time Coelhinho! - Fazia a sugestão sorrindo entusiasmada com meus olhinhos verdes brilhando de pura fofurice.

Porém quando a garota de cabelos azuis virasse seu rosto ao meu encontro. - Rael!!? - Excalamava estupefata levando a mão direita com os dedos abertos em frente a boca. - Você não está longe casa? - O casamento deveria ter ocorrido alguns dias atrás, e agora eu me encontrava com a noiva fora de Illusia e trajando o uniforme da marinha. - Ahem! - Coçava a garganta notando minha total falta de sutileza. - Mas isso não me diz respeito, não é mesmo? - Fechei os olhos num semblante meigo, pois Rael deve ter seus próprios motivos para ter deixado a nobre família Kronin e um casamento em Illusia, e não era cordial de minha parte mencionar o assunto.

Com as apresentações devidamente feitas. - A propósito algum de vocês pode me passar os detalhes do trabalho? A tenente não teve tempo de me explicar. - Perguntaria ao trio esperando por um resumo da situação.

Quando me fosse informado sobre os roubos misteriosos que não deixavam qualquer sinal de arrombamento minha pessoa ficaria imediatamente interessada. - Posso olhar as trancas e fechaduras? - Perguntaria ao funcionário do mercado que estivesse conversando conosco. Tendo a permissão do mesmo eu iria me agachar em frente a maçaneta buscando por arranhões e rachaduras, mesmo imaginando que não encontraria nada do tipo, e depois faria o mesmo com as janelas, imaginando como eu poderia arrombá-las sem deixar vestígios. Entretanto se eu julgasse a qualidade das fechaduras como fáceis de burlar. - Sugiro que troque as trancas e cadeados por algo de maior qualidade, essas são fáceis de abrir mesmo sem a chave. - Diria ao funcionário do mercado, alertando-o sobre a fragilidade dos mecanismos de defesa, pois assim poderia evitar futuros assaltos. Porém se as fechaduras fossem boas, não falaria nada, apenas teria minha curiosidade ainda mais aumentada pois seria bem difícil arrombar o estabelecimento sem deixar vestígios.

Se Rael aceitasse a divisão estabelecida por Ravena e me acompanhasse para fora do mercado enquanto a outra dupla fosse até a farmácia. - Que tal coletarmos mais informações enquanto Ravena e Finch investigam a farmácia? - Perguntaria a garota do espadão. E assim iria me aproximar de algum comerciante ambulante, mas também estaria receptiva a outras sugestões que ela pudesse ter.

Quando me aproximasse de algum vendedor. - Olá, nós somos marinheiras patrulhando a região, e gostaríamos de lhe fazer algumas perguntas, se importa de nos responder? Não iremos tomar muito de seu tempo. - O questionaria de forma bem amigável, e se o comerciante estivesse disposto a responder nossas perguntas. - É comum a ocorrência de roubos ou furtos nesta região? - Perguntava agora num ar analítico tentando manter alguma leveza na entoação. - Nos furtos recentes, você sabe de alguma descrição dos suspeitos? - Aquela situação era bastante esquisita, havia a ausência dos sinais de arrombamento, e mesmo que fosse algum criminoso especialista em destrancar fechaduras, porque trancá-las de volta? E como teriam feito isso? Eram tantas dúvidas, tais detalhes me faziam acreditar que talvez fosse melhor tentar buscar por algo capaz de nos guiar até os suspeitos, mesmo com o objetivo não desvendar o mistério, mas ainda assim poderia ser uma informação útil para o relatório. Com essas duas perguntas realizadas eu me daria por satisfeita. - Você foi muito gentil em cooperar conosco, nós da marinha iremos fazer nosso melhor para encontrar o responsável por tais crimes e o iremos à justiça para e assim a ordem retornará, até lá por favor seja paciente conosco e tenha um bom dia. - O breve monólogo seria proferido na tentativa de tranquilizar o mercador assim como teria a finalidade de manter a confiança no esforço de nós marinheiros.

- Devemos perguntar para mais pessoas, ou talvez esperar Finch e Ravena deixarem a farmácia? - Perguntava a Rael e iria acompanhá-la em sua decisão.

”Histórico”:
Ex-Panda
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 31e5da10d4f3dfb7fa2a1d79e251d5f1
Créditos : 08
Ex-PandaCivil
https://www.allbluerpg.com/t1611-zayn#17239 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue#16916


 
Post 06

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
A senhorita loira que chegava parecia me conhecer e também Rael, o que era estranho já que eu não me lembrava de conhecer uma mulher tão linda como ela.

— Não se preocupe, na verdade eu que tenho que pedir desculpas eu realmente não me lembro de como nos conhecemos, mas sim você está correta eu venho de Illusia, minha família tem grande poder por lá vendendo nossos ternos Armani.

— Bom de toda forma se me permite, mais tarde podemos conversar melhor certo? Agora eu tenho que terminar logo essa mer... Esse trabalho.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 Abec7d5e468a515590a3334d0f8f39fb

Agora com as duplas separadas eu e Ravena íamos para a farmácia tentar achar mais pistas, bom não era minha intenção resolver o caso, porém quantos mais pontos eu tivesse com a marinha melhor seria.

A senhorita era muito gentil e respondia as minhas perguntas de forma direta e sem pestanejar o que ajudava eu ganhar tempo, de toda forma as perguntas ainda continuavam, mas eu me lembrava de algo.

Uns anos atrás em uma festa eu vi um domador, basicamente ele treinava ratos para fazerem comandos simples e alguns até mais complexos, será que seria possível treinar para roubar coisas especificas também?

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 A91bb85b40d2e1e9bb38d3ddf8e12af8

— Muito obrigado senhorita, acho que já estou satisfeito, agradeço por sua ajuda e que as coisas melhorem logo, quando terminar estarei lhe esperando lá fora Ravena.

Ficaria parado pensando esperando minha companheira terminar seus afazeres e quando aparecesse explicaria minha conclusão.

— Eu sei que pode parecer meio mirabolante, mas eu cheguei a uma conclusão, eu já vi pessoalmente ratos serem treinados para fazerem comandos específicos, considerando que não tinha nenhuma forma de uma criança e muito menos um adulto entrar, nenhuma marca ou caminhos alternativos... Bom eu acho que um domador tem roubado essas coisas, o que você acha, loucura demais?

Depois disso procuraria as outras duas e ficaria de olho nas ruas para ver se algo de incomum aconteceria, como um roubo ou algo que eu precisasse intervir, quando nos encontrássemos contaria minha teoria e também ouviria se tivesse algo de novo da parte delas.



Historico:


Personagem:


 
  Code by Arthur Lancaster



_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 XaxriMi
Jean Fraga
Ver perfil do usuário
Imagem : A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 0tSpN1S
Créditos : 05
Jean FragaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t1620-liu-feng#17327 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue


A sailor who enlisted because the world needs a hero


- Patrulhar e Vigiar -

Assim como no primeiro estabelecimento, nada, um adulto e sequer uma criança conseguiria entrar e sair pelos meios que havia cogitado.

Bem recepcionados, já na farmácia, caia no mesmo fim, as explicações dela, juntamente da varredura que fiz e a planta da construção acabavam com minhas ideias, ou aquilo era obra divina ou ao menos de algo não humano.

Ao menos, nosso objetivo ali era outro, mesmo que minha vontade fosse solucionar, talvez as informações que coletamos sejam boas para quem sabe pessoas mais capacitadas possam acabar com o mistério.

Ouvia as palavras de Finch e mantinha-me em silencio finalizando minha busca, sem nada concreto no final, indo até a senhorazinha, — Desculpe por ter tomado seu tempo! - Afinal ele é curto... - Um ótimo dia para a senhora! A segurança de nossos cidadãos acima de tudo! - Marcharia, abrindo a porta, me juntaria a Armani.

A conclusão dele por mais maluca que fosse, não era um tiro cem por cento no escuro, — Eu não descarto que seja possível viu... Após a minha verificação, bom, só algo com uma anatomia diferente ou não humano conseguiria sair e entrar por meios que não fossem as portas...

— Acho que por hora cabe a gente fazer o que foi mandado, patrulhar e vigiar, no almoço podemos comentar tudo isso com a tenente e bom, ver o que a sabedoria dela pode nos dizer. – Sorria tentando reconfortar a mim mesma, que ainda assim me sentia meio inútil.

Iria de encontro com Rael e Luciferanna, a novata que... parecia próxima demais de Kronin... Me assustava com esses pensamentos, ficando um pouco brava comigo mesmo, porque isso me importava? Afinal, eu conheço a garota tem nem um dia e ela é só minha companheira... Certo?...

Ao fim da conclusão de Finch, adicionava mais algumas informações, — Enquanto isso eu fiz uma inspeção e bom, humanamente falando não tem como ter sido, por isso a ideia dos ratos ou quem sabe outro animal pequeno seja plausível, os canos eram pequenos, mas pequenos animaizinhos conseguiriam passar por lá...

— O que mais complica todo o raciocínio, é o que tal “criatura” está roubando, remédios por exemplo muito específicos... Eu não sei, acho melhor guardarmos tudo que coletamos e por hora, fazer o que foi nos mandados, patrulhar e vigiar a área.

— Quem sabe em duplas? Abrangendo mais rapidamente todo o local? - Sequer esperava a resposta dos outros e indo até Rael entrelaçaria meu braço com o dela - Eu vou com a Rael!


HistóricoInfo
Nº de Posts: 09
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão

Ganhos:


Perdas
  • N/A




_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 3 OAKySZI