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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

A sailor who enlisted because she didn't want to get married

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Rael Kronin. A qual não possui narrador definido.

_________________

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 8 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Milabbh
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04

   

   
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSE A GHOST TOLD HER TO DO SO

   
Por um breve momento, que mais parecia uma eternidade, eu encarava o atendente, já esperando algum tipo de resposta apavorada. No entanto, o que se seguiu me arrancou um cintilar de íris avermelhadas e um sorriso menos tenso.

Suspirando aliviada, eu assentia com a cabeça. - Certo, obrigada! - Exclamava enquanto pegava as algemas e seguia para o arsenal. Uma vez lá dentro, olhava em volta, analisando cuidadosamente cada arma. Ao fim de uma varredura minunciosa e intensa eu concluía algo muito importante: Não sabia muito de armas, afinal, até o presente momento as pessoas tinham muito medo para se aproximar, e quando o faziam geralmente carregavam tochas e tridentes.

Com a mão no queixo, ponderava por alguns instantes, e decidia deixar meus instintos falarem mais alto. Rapidamente meu olhar era atraído para uma arma relativamente diferente das outras. Não era um bastão, tampouco uma lança ou espada, e muito menos um arco e flecha. Não... Nada disso. Aquela ponta curvilínea e afiada presa a um cabo escuro já havia se mostrado para mim antes, era uma foice.

Andando até ela, pegava a arma de peso ameno e a analisava. Lembrava de um fantasma que se intitulou de Dona Morte, ela carregava uma dessas e me deixou brincar um pouco, mas uma arma espectral pesa bem menos do que uma verdadeira. Não da nem para comparar, na verdade...

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 8 Hutao-gun

Colocando tudo isso de lado, voltava para o atendente e parava com a foice ao meu lado. A arma era tão grande que me superava em tamanho, mas a segurava orgulhosa. - Vou levar essa aqui. Qual nome combina com ela? - A pergunta era séria, e eu decidia enquanto esperava os trâmites burocráticos serem resolvidos.
   
Historico:


Personagem:


   
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Scylla
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O comentário de Raven a respeito do meu modo de agir me fazia revirar os olhos preguiçosamente, não a desprezeva mas talvez parecesse exatamente isso, eu apenas preferia evitar falar sobre o elefante na sala. - Tsc! Então você se lembrou. - Para mim era mais conveniente não ter de explicar nada, mas eventualmente as diferentes atitudes entre mim e Luci ficariam mais evidentes, então era apenas questão de tempo para esse assunto ser abordado. - Não estou agindo diferente, essa sou eu. - Mentir passou pela minha cabeça, talvez dizer que era TPM, contudo era impossível sustentar a mentira por todo o sempre, então julguei dizer a verdade mesmo que parcialmente a opção menos cansativa.

Entretanto escolher a palavras de forma que Raven e principalmente Rael pudessem entender era tão simples. - Existem duas Luciferannas. - Erguia as duas mãos cada uma com o dedo indicador levantado simbolizando a dualidade. - E ambas estão conectadas. - Agora aproximava as mãos tocando os dedos lado a lado como se fosse uma união. - De manhã é aquela que vocês chamam de Luci. - Abaixava o dedo esquerdo. - E durante a noite sou eu, Luciferanna. - Agora fechava o dedo direito e levantava o canhoto tentando ilustrar as trocas. - Resumindo, somos duas entidades diferentes, cada uma com sua própria personalidade, e de acordo com o amanhecer e anoitecer nós assumimos o controle desse corpo. - Praticamente repetia tudo que já havia falado antes apenas para fixar a informação. - Por hora isso é tudo que vocês precisam entender. - Estreitava meu olhar para a dupla num semblante antipático justamente para não incentivar mais perguntas, afinal essa informação já era complicada o suficiente, não havia necessidade de bombardeá-las com mais fatos ao nosso respeito.

Com a chegada dos pratos meu olhar instintivamente se abriu, o aroma invadia minhas narinas preenchendo minha boca com saliva, tive de rapidamente lamber os lábios ansiosa pela refeição. - Como é possível… Os humanos serem capazes de preparar algo tão apetitoso. - Eu não tinha tanta fome quanto Rael ou Ravena mas o jantar me abria o apetite, escutando a fala do garçom eu ficava incapaz de me controlar e logo cortei um pedaço do salmão espetando um pouco da salada, por fim levava aquela combinação até os lábios.

- Nnnnnhhhhhhmmmmm! - Meus olhinhos dourados brilharam se revirando de excitação, a satisfação tornava minhas bochechas demasiadamente vermelhas comigo pressionando uma delas com a mão livre, eu fui incapaz de conter totalmente o longo gemido prazeroso beirando obscenidade. Após mastigar e engolir. - ... Obrigada… - Não tinha expectativa alguma num prato servido em um bar, mas surpreendentemente estava muito bom, desviava o olhar para longe do garçom durante o agradecimento tímido, ele havia escolhido um bom jantar, e para mim era difícil admitir isso.

Entretanto se minha reação exagerada fizesse com que olhinhos pedintes fossem direcionados ao meu prato eu fecharia o semblante encarando com um olhar raivoso como se quisesse dizer "MEU JANTAR, NEM PENSE EM PEDIR UM PEDAÇO." Entretanto. - Aarrf… - Não conseguia negar, cortava o peixe e pegava um pouco de salada com o garfo oferecendo para a pessoa, que provavelmente seria Rael, eu apenas estenderia o braço olhando para o lado oposto. - Você precisa recuperar as energias depois daquela pancada. - Dizia meio resmungando, o blá-blá-blá de Luci sobre dividir ficar mais gostoso passava por minha cabeça, mas eu jamais admitiria esse fato.

Assim eu daria continuidade a conversa com o garçom. - Então é muita sorte que o quartel da marinha seja tão perto daqui. - Dizia toda contente, afinal eu havia descoberto onde não procurar pecadores, e isso preenchia meu ser de alegria. Kukukukun! - O riso perverso fluiu de meus lábios comigo devaneando com a perseguição de pecadores, em minha imaginação eles imploravam misericórdia enquanto recebiam o perdão divino, e agora eu tinha noção melhor de onde encontrá-los.

Quando o garçom se afastasse. - Ele poderia ser um bom mordomo. - Pensava alto pois o rapaz parecia ter alguma habilidade em ler a vontade dos clientes e está é uma qualidade muito apreciada dentro da nobreza.

A história da morena me deixava um tanto quanto eriçada. - Ohhh…  E esses piratas conheçaram a justiça? - Minha voz possuía uma intensa tonalidade perversa, de forma a deixar bem fácil deduzir o que eu queria dizer com justiça, também era difícil para mim esconder o pequeno sorriso de empolgação, pois para mim seria um prazer punir. - Ravena, agora está tudo bem. - Me comovia pelo desabafo, estendia minha mão buscando a dela, para apertá-la carinhosamente. - Eu não vou deixar que ninguém mais tire uma pessoa importante para você. - Meu aperto agora se tornava mais forte e o sorriso se abria com os olhos bem atentos na direção da morena, eu não estava a consolando, mas sim ameaçando qualquer pessoa ou organização que ousasse fazer mal à ela. - E o mesmo vale para você, Rael. - Agora fixava minha atenção na garota de cabelos azulados, comigo mantendo a mesma expressão sorridente e sinistra.

E da água para o vinho minha feição mudaria subitamente. - Só não exagerem na bebida e depois façam algo para se arrependerem. - Dizia de forma implicante pois já conseguia imaginar essas duas chorosas por terem se deixado levar pelo álcool, e adivinha quem teria de limpar essa bagunça depois? Exatamente, euzinha aqui.

O jantar terminaria e novamente ficávamos sem opção. - Eu gostaria de conhecer melhor a ilha, mas ficar carregando essas compras é irritante. - Me via num dilema entre querer descobrir a localização pecadores para expurgar seus pecados mas isso implicava em carregar peso desnecessário, enquanto retornar ao quartel seria uma perda de tempo mas eu poderia apanhar o chicote, as duas situações tinham vantagens e desvantagens, assim optava por escutar a opinião de Rael antes de decidir.


”Histórico”:
Garota Cavalo
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Histórico

Rael Kronin




Post: 26
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    Sorria para o rapaz como um agradecimento silencioso pela bebida especial, segundo o copo com as duas mãos dava pequenas goladas no suco, não deixando de evitar aquela careta inicial quando se toma algo amargo, mas logo transformando o rosto em uma expressão agradável, de quem finalmente pôde sentir a doçura do líquido.

    Lucy parecia incomodada com o assunto, mas explicava da mesma forma sua situação… Confusa. Cortava o silêncio com o som barulhento de puxar com o ar o suco do copo, enquanto olhava nos olhos da loira, não fazia ideia do que dizer ali além da primeira sentença que me vinha a mente. — Que coisa estranha… — Seu olhar penetrante era o suficiente para me evitar de prolongar o assunto, embora não tivesse entendido bulhufas daquela explicação — Hmmm… No final a Luci ainda é a Lucy isso é tudo o que importa.

    De qualquer forma continuava a comer minha salada com tristeza e desânimo, era o preço a se pagar por uma consciência, e os únicos momentos de felicidade naquela refeição era quando eu pegava uma batatinha ou dava pequenos goles no suco. O som de prazer da loira levava minha atenção até o seu prato, e embora não falasse nada diretamente, uma visível babinha escorria pelo canto de minha boca.

    — Essa Luci é meio bruta mas também é muito gentil, gishishishi… — Comentava enquanto abocanhava o garfo com seu peixe, que de fato merecia aquela reação meio exagerada — obrigada — no final, além do jeito de falar, não sentia muitas mudanças na loira, talvez eu não tivesse mesmo entendido a explicação.

    O desenrolar da conversa se dava de forma que éramos informadas sobre a cidade, enquanto que Raven também revelava um pouco mais de si, falando de suas mágoas e aspirações, já sabia de seu desejo de ser uma heroína, só não imaginava que fosse esse o motivo. — Não! — Segurava forte uma de suas mãos — Seu passado e principalmente seu sonho nunca serão irrelevantes! E eu sei que um dia você vai conseguir — aquela frase não servia apenas para Ravena, era também uma aspiração para mim mesma, embora eu tenha dito mais pela emoção, era loira que concluía aquilo com suas palavras. Se tivesse que dizer uma real diferença entre a Lucy da manhã e a Luci da noite, era que a segunda parecia mais com a descrição de irmã mais velha de que eu ouvi.

[...]

    Estávamos no fim do jantar e mais uma vez subia o questionamento de pra onde ir — Será que o Quartel não tem um toque de recolher nem nada do tipo? — Estava acostumada a viver numa casa de regras restritas, toda a liberdade que havia ganho logo numa organização militar era meio estranha para mim. Olhava para Luci durante minha pergunta, visto que a mesma era marinheira a mais tempo.

    Ainda não estava cansada, mas aquele havia sido um dia longo, e ainda precisava me estabelecer na nova casa, conhecer melhor o QG. — Então vamos voltar por hoje? Também preciso guardar e organizar minhas coisas.

Shiori
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Trio - Marinheiros



Rael, Ravena & Luci

As moças recebiam sua comida e aproveitavam ali, cada um comendo o que lhe foi pedido e conversando sobre o assunto. Mas a coisa ia para um rumo bem mais pesado, onde Ravena contava sua história para com seu falecido amigo. Algo que poderia ser bastante pesado de se imaginar. Mas ao mesmo tempo a loira dizia algumas palavras bem pertinentes.

Ela comentava sobre a possibilidade de se livrarem desses piratas, que talvez não tivessem pagado por seus crimes, afinal o mundo era um tanto complicado. O garçom, no entanto, passava por ali no exato momento do papo da dupla personalidade, onde ele não demonstrava pelo olhar.

Mas certamente as moças eram ainda mais assustadoras do que ele pensou, tinha até uma que tinha duas consciências habitando um corpo. Sinistro pra dizer o mínimo foi o que esse homem pensou até então. Enquanto isso o papo seguia, onde finalmente o tópico chegava, o que fazer depois dali?

Era algo que elas poderiam fazer, ir para o QG ou talvez fazer uma ronda pela ilha? A sugestão da moça de cabelo azul, no entanto, era que eles voltassem, afinal, não dava pra saber tudo que aconteceria por ali então, a melhor estratégia era ao menos deixar essas compras lá. Afinal a Ravena também precisava de um tempo pra ler os livros que ela comprou também.

A noite estava ainda no seu comecinho, então tinha tempo no que elas fossem fazer, sejam esses os preparativos pra dormir, ou jogar papo fora nesse tempo.

Snow

Snow já ficava feliz quando ouvia que ia poder comer bastante, o rapaz logo começou a sugerir de cozinhar sua própria comida, ou ao menos fazer a sobremesa, afinal ele era um cozinheiro também. A moça não iria originalmente aceitar a ideia, mas ficou curiosa pra ver o que ele faria de sobremesa.

Então ela deu um sorriso que foi de ponta a ponta do rosto e logo respondeu.-Mas é claro, acho que seria bom ter uma pessoa a mais pra fazer a sobremesa. A comida em si está pronta, mas não fizemos nada pra depois ainda. E você pode aproveitar e preparar uma carne pro seu falcão. Vem vou te mostrar a cozinha.- E com isso ela guiou Snow até o local.

Ela mostrava os armarios e retirava os potes mais altos deixando sobrea a area de trabalho, assim ele não teria problemas pra usufruir dos ingredientes, também já deixou carne, faca e todas as coisas sobre a área de trabalho para ele poder cozinhar.-Pode ficar à vontade pra fazer a sobremesa e a comida pro falcão. Se quiser ir lanchando antes, pode cair nos biscoitos.-Ela piscava o olhor, e também, apresentava pra ele a janta pra ele pensar em algo que combinasse.

A janta era arroz de festa, preparado, com frango desfiado, e linguiça mista feita em rodelas, para acompanhamento, junto disso tudo, batata doce cozida. O suco era uma jarra de suco de uva que parecia bem gostosa. Era uma janta simples mas potencialmente bem forte. Ela então preparava o pratinho pra Snow, deixando realmente um prato de gente grande.-Aqui, como você pediu, um prato bem grande.- e se ele provasse veria que a harmonia de sabores era boa. Realmente o franguinho tava uma delicia. Além de que o arroz combinava bastante com a linguiça também.

Yura

A moça realmente se lembrava ali enquanto escolhia sua arma de uma tal dona morte, e nesse momento alguns fantasmas apareciam por ali dizendo Pega essa arma aqui o, aquela parece mais morta, tipo é uma pistola, pistola parece mais forte- dizia um deles apontando pra pistola.

E então o outro ali dava pitaco, discordando do primeiro que falou isso.-Certamente que não Francisco!!! Todos sabem que os espadachins são os mais fortes.- e o fantasma então leva a mão abaixo da boca, onde deveria estar seu queixo, ele raciocinava sobre o que o outro fantasma dizia.

Então depois de alguns segundos, ele retrucava, comentando sua tréplica para resposta do seu compatriota da outra vida.-Mas Luís, eles são fortes pela habilidade não é a arma que é forte.- e era um argumento forte, que fez o fantasminha concordar, balançando a cabeça e dizendo.-Você tem um ponto.- e era ali que acabou a discussão.

Ela chegou ali e com sua foice em mãos passou ela pro carequinha que começava a dar baixa na arma, então ela perguntava um nome para essa foice, algo que ele achasse que concordava. Então ele ouvindo isso, não pensou muito, já disse.-Eu chamaria ela de Sidney, e de Sid, pros mais íntimos, acho que é o que a arma me parece.-comentou como uma primeira opção pra o nome da tal foice.

E então ele seguiu o assunto agora falando outro nome, um nome feminino caso a moça preferisse.-Mas se você preferir um nome feminino, chamaria ela de Stephany, usando Steph pros íntimos, ela tem cara de Steph também.- Ele respondeu tudo isso com seriedade. Talvez aquela não fosse a primeira vez que ele ouviu isso, talvez a loucura fosse parte de ser da marinha. Então dito isso ele deixava as armas prontas sobre a mesa finalizando o processo.-Dei baixa nas armas e algemas, pode levar.- e assim mais um passo estaria concluído.

Histórico:


Legenda:


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Ex-Panda
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Post 11

 

 
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR


 
Meus olhos brilhavam quando ela dizia que era pra eu fazer a carne e a sobremesa, fazia um bom tempo desde que eu não cozinhei, não queria deixar minhas habilidades enferrujarem.

— Mas é claro! Te mostrarei minhas habilidades de primeira! O que eu devo fazer? Hmm...

Enquanto pensava andava em círculos comendo alguns biscoitos que ela havia me oferecido, eles eram bem gostosos, me ajudavam a pensar e aliviar a fome.

Iria para cozinha com Flake, começaria pelo mais fácil enquanto pensava na sobremesa que iria fazer, a janta era relativamente pesada, então talvez algo mais leve fosse o ideal...

Enquanto que para meu amigão eu pegava uma carne não muito gordurosa, não queria que ele ficasse muito gordinho e tivesse dificuldades para voar, então começava indo atrás da faca, provavelmente estava em um local alto, mas com tantos moveis era mais fácil pular entre eles.

Pegava a faca com as duas mãos e ia até onde tinha deixado a carne, a retirava do pacote e então começava a cortar as partes com mais gordura, porém não tirava tudo para que não perdesse o sabor.

Depois começava a cortar em pedaços enquanto deixava a frigideira esquentar com manteiga, o cheiro já era bom, mas eu ainda precisaria de alguns temperos e complementos para ele, só carne não seria tão gostoso, pelo menos eu acho.

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Deixava a carne fazendo enquanto pegava alguns ovos e começava a fazer uma simples omelete, como era para uma ave que estava fazendo não precisava ser algo tão rebuscado então apenas colocava sal e orégano em ambos os pratos.

Terminava a carne e os ovos e os deixava esfriar, enquanto isso arregaçava as mangas e começava a preparar a sobremesa, o que eu tinha em mente era uma simples porem boa salada de frutas, assim ia ficar mais fácil fazer a digestão de tudo.

Pegava as frutas que tivessem por lá e combinasses umas com as outras (basicamente todas combinam em uma salada de frutas), depois as coisas para a base como creme de leite, leite condensado e algumas laranjas para pegar o suco delas.

Lavava e depois cortava as frutas rapidamente com a faca quase como se fosse uma espada de duas mãos.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 8 8e8d1e12eb92b925c22799ded13877e0

Claro que não podia deixar de comer alguns pedaços para aliviar minha fome enquanto cozinhava, era tão grande que provavelmente eu parecia um hamster com as bochechas cheias agora...

As colocava em um recipiente para fazer a sobremesa, pegava o leite condensado, o suco da laranja e o creme de leite e os misturava juntos, nunca uso medidas eu apenas sei o quanto apenas por olhar, talvez seja a experiência, mas era um fato que tudo o que era demais para mim para os humanos era pouco na visão, talvez isso fazia eu ter uma vantagem em não exagerar.

Juntava tudo e finalmente colocava para gelar em algum lugar que fosse possível, enquanto eu comia ela ficaria perfeita, levava os dois pratos para meu amigo a mesa e então com ketchup desenhava uma frase, ele não entenderia, mas era a intenção que contava.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 8 0d5c8989336c96dfe6cfb8863ab65c2a

Escrevia bom trabalho hoje! E então servia, e finalmente era minha vez, assim que meu prato chegava eu começava a devorar sem pensar muito, cozinhar sempre me deixava com muita fome
   
A comida era boa e equilibrada, talvez eu tivesse feito de outra forma, porem era bem gostoso, era realmente legal pensar que haviam tantos cozinheiros bons por aí pelo mundo, provava que eu tinha muito a aprender.

Depois de terminar deitava na mesa um pouco, minha barriga provavelmente estava estufada, mas ainda havia espaço para a sobremesa, já que ela sempre vai para “outro estomago”.

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Ia lá dentro e a pegava onde havia guardado, retirava uma porção para dois e entregava para a dona do estabelecimento.

— Espero que goste e obrigado por me deixar usar a cozinha!

Não esperava muito e já caia de boca, mas de canto de olho olhava a reação dela, sempre quando cozinho o mais importante para mim era fazer as pessoas se sentirem felizes e cheias então se ela demonstrasse isso meu trabalho havia sido feito.

Historico:


Personagem:


 
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Última edição por Ex-Panda em Sex Mar 04, 2022 5:55 pm, editado 2 vez(es)

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05

   

   
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSE A GHOST TOLD HER TO DO SO

   
A discussão que aconteceu no arsenal fazia minha cabeça ir de um lado para o outro, assistindo àquela batalha de argumentos. Luís e Francisco pareciam muito capacitados, mas não posso esquecer que morreram, provavelmente em luta, então seguirei mesmo meu instinto.

Por dentro poderia pensar nisso, mas por fora sorria gentilmente e concordava. - Ahh sim, realmente senhores, mas não me atreveria a ser comparada a vocês, por esse motivo seguirei o caminho de uma nova arma, mas se quiserem me ajudar em técnicas de batalhas... - Após a fala, seguia para onde o atendente estava.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 8 Genshin-impact-hu-tao-trailer

- Hmmmm, Sid ou Steph né? - Olhava para a foice e pensava por um momento. - Certo, Steph me parece um bom nome. Obrigada! - Excalamava com os olhos cintilando e um sorriso largo no rosto. Com tudo resolvido, saía pelo quartel carregando minha nova arma.

No caminho, procurava por Luís e Francisco, na esperança de eles realmente terem decidido me acompanhar até a missão, nunca se sabe quando uma luta acontecerá né...? Mas de qualquer forma, finalmente alcançava o portão de saída, onde já chegava em busca da Tenente.

- Tenente...? Podemos ir, já estou pronta!
   
Historico:


Personagem:


   
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Jean Fraga
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Jean FragaEstagiário
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- Rumo ao Quartel  -

Podia compreender um pouco da ponta do iceberg que era a mente de Luci, com palavras místicas como entidades para denominar as personalidades, entendia que ao menos seu transtorno dissociativo de identidade englobava apenas duas, o que pelo menos, me preocupava um pouco menos.

Com seus sinais facilmente notáveis, preferia por encerrar por ali, talvez o suficiente para eu saber era aquilo, mas ainda assim, queria estudar melhor sobre isso e quem sabe, ajuda-la!

[...]

Me sentia acolhida pelas garotas que naquele momento, conseguiam tirar de mim um sorriso genuíno, suspirava fundo ouvindo as palavras de Rael e Luci, diminuindo um certo peso que vinha carregando.

Palavras faltavam para agradece-las da forma certa, mas tentava me motivar com tudo que foi dito, — Não só vou conseguir como vocês estarão lá pra ver! Afinal... pra machucar vocês, vão ter que passar por mim antes!... Obrigado pelo aconchego amigas.

[...]

Ao fim da refeição, deixava para que as duas tomassem as rédeas, já que a tarde foi por minha conta, assim, com a ideia de voltar ao QG batendo na porta, achava o mais correto, — Até porque seria melhor se não chegássemos muito tarde no quartel, mesmo estando no descanso após a missão, amanhã podemos ter algo tão importante quanto hoje e o melhor seria estarmos descansadas.

Complementando a ideia de Rael, acreditando que por já termos ganhado a escolha de onde ir, diria brincando, — Em tese seria dois sim contra o somente o seu Luciferanna, mas como dentro de vocês são duas... então se der empate decidimos na moeda certo?! Gihihih– Ria deixando o tom mais brincalhão do que qualquer coisa.

Chamando o garçom, pagaria o que havia pedido, o prato barato do barato e a garrafa, que pouco havia tomado, mas que seria ótima para ter em momentos futuros.

Com tudo feito por lá, seguiria com as garotas de volta para o Quartel e por mais que estivesse fora do momento de trabalho, podia acabar por ver coisas pra lá de erradas dentre as ruas de Las Camp, por isso, durante a caminhada, teria minha atenção focada em ver entre os becos e ruas, atos errados ou de má índole, rapidamente parando o percurso e correndo até o problema.

Assim que chegasse no quartel, entraria sem fazer muito barulho para não atrapalhar ninguém que pudesse já estar dormindo e seguiria até o dormitório.

Chegando em nosso quarto, logo tirando minhas botas e meias, subia no beliche, especificamente na cama de cima, onde havia escolhido dormir, ainda hoje mais cedo, — Ahhhhh... como estava com saudades desse conforto... – Dizia espreguiçando e esticando minhas perninhas.


HistóricoInfo
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Ferimentos
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Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14
  • Livro de física - Post 16
  • Livro de cirurgia - Post 16


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14
  • 20.000 Berries - Post 16
  • 20.000 Berries - Post 17



Scylla
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Localização : Las Camp
ScyllaSoldado
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Terminando o jantar pagaria minhas despezas, o salário de soldado não era grande coisa, e o preço do prato certamente faria jus ao sabor refinado. - Nessas horas eu sinto falta de minha morada no reino humano… - Desabafava um tanto nostálgica, a vida de luxos e mimos em Illusia era tão cômoda, também fazia um bom tempo que eu não me permitia ter uma refeição requintada, mas o sabor era suficiente para me deixar bem humorada mesmo com o preço podendo ser mais elevado. Mas um fato era óbvio, eu precisava concluir mais missões e receber maiores pagamentos se quisesse manter o meu habitual custo de vida.

Porém ao deixar ao bar. - Eu me lembrei de uma casa de banho aqui perto, eu nunca fui lá mas pelo o que soube é um local bem relaxante. - Comentava com as garotas num ar de casualidade acreditando que fosse de senso comum querer desfrutar de um revigorante banho quente. Mas se elas não compartilhassem desse interesse. - Que seja… - Dava de ombros erguendo as palmas das mãos, não poderia ficar implicando com elas nas termas, mas por outro lado se o local estivesse vazio eu poderia desfrutar do banho sozinha, e tal possibilidade parece ser muito relaxante. - Como vocês vão voltar, se importam de deixarem essas coisas no quarto? Por favor. - Exibia as sacolas das compras feitas por Luci, pois ficar carregando peso e descansar são coisas completamente dês harmônicas.

De qualquer maneira me distanciava da dupla. - Mas durante o caminho tomem cuidado para não esbarrarem as mãos e ficarem com os dedos entrelaçados! Kukukun! - Pentelhava elas uma última vez dessa vez dizendo bem alto para que o casalzinho pudesse escutar mesmo a alguns metros de distância, com o braço direito levantado acima da cabeça eu acenava me despedindo sem qualquer preocupação, enquanto utilizava a canhota para cobrir meu semblante arteiro durante a risada leve e divertida, pois qual era a graça de ter caçulas adotivas e não implicar com elas?

Após a comovente despedida eu entrelaçava os dedos por trás da cabeça e seguia caminhando pelas ruas de Las Camp, jogando uma perna na frente da outra estando a contemplar minha companhia mais fiel, o céu noturno. Tentava me recordar dos comentários escutados a respeito da casa banho, principalmente aqueles relacionados a sua localização, assim eu seguiria tais lembranças de acordo com a imagem do mapa de Las Camp na minha cabeça. Porém se eu não tivesse certeza de como chegar era só perguntar para algum transeunte. - Salve meu bom, fala tu! A casa de banho fica aonde? - Chegava de boinha cumprimentando a pessoa sem toda a formalidade e fru-frus da nobreza, até mesmo porque dessa forma eu nem precisaria interromper meu caminhar. - Obrigadinho baby. - Com a resposta eu dava uma piscadela agradecendo a informação também esticava o braço por trás da cabeça fazendo sinal de V com os dedos. E seguia numa nice pelo caminho indicado, comigo estando mentalmente grata por eu e Luci termos lidado com outras pessoas além do nosso ciclo familiar.

Se chegasse na na casa de banho imaginava que teria alguém para me receber. - Ainda estão aceitando clientes. - Perguntaria caso encontrasse alguém, ou então tocaria a provável campainha, entretanto se o local ainda estivesse em período de funcionamento e não houvesse ninguém na recepção. - De todo jeito vão saber de mim. - E simplesmente adentraria sem muito me importar com a ausência de algum atendente, comigo planejando pagar pelo serviço após ter usufruído. Entretanto de estivesse fechado eu voltaria ao quartel bastante desanimada.

Inicialmente procurava por um local onde pudesse deixar minhas roupas, para em seguida tomar um rápido banho de chuveiro morno, apenas para tirar o suor do corpo. Pois o principal objetivo era tirar proveito da piscina aquecida, dispensando totalmente o uso de toalha eu adentraria bem devagarinho na piscina, sentindo a temperatura da água na pontinha dos dedos, e vagarosamente mergulhava o pé, para finalmente ir caminhando até a outra margem onde deixaria todo o corpo submerso na água calorosa, apoiando os cotovelos por cima da borda ficando somente com o rosto e os cabelos secos. - Só falta o espumante e um massagista, para eu alcançar os céus. - De fato o banho estaria beirando a divindade de tão deleitoso, entretanto minha pessoa devaneava com todos os mimos que poderia estar recebendo, talvez alguns servos me dando uvas na boca, sim, seria lindo… Meus olhos se mantinham entreabertos meio trêmulos querendo fechar, sentia meu corpo bem leve e as bochechas rosadas devido a temperatura, apertava e afrouxava os dedinhos do pé enquanto me contorcia e relaxava estando submersa como se estivesse me espreguiçando dentro da piscina, sem me importar de soltar um longo gemido impertinente, só não sendo mais alto porque eu involuntariamente mordiscava o lábio inferior contendo aquele excesso de estímulos prazerosos alvejando toda a superfície desnuda de meu corpo.


”Histórico”:
Garota Cavalo
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Créditos : 29
Localização : Las Camp - West Blue

Histórico

Rael Kronin




Post: 27
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Pistola
• Sabre
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    Estávamos decididas então, pelo menos duas de nós, erguia levemente uma das mãos, chamando a atenção do rapaz que nos atendeu — Pode trazer a conta por favor? — observava o valor, separando um extra de 20% como gorjeta pelo bom serviço, me levantava então sorrindo a Lucius e acenando com uma das mãos — Obrigada por hoje, até logo.

    Coçava atrás da cabeça com a sugestão de Luci — Casa de banho… — Não conseguia deixar de imaginar o quanto eu demoraria horas e horas se me apresentassem um ofurô com água quentinha — Acho melhor não, ainda tenho receio de chegar muito tarde no quartel… — Mas aquela não era uma sugestão e sim o convite, mesmo com a recusa Luci decidia ir sozinha, o que me deixava com a consciência pesada por ter recusado — Tudo bem então, só tenha cuidado na rua — apanharia suas coisas e acenava para a loira a observando partir em um caminho diferente antes de seguir nosso rumo, isso até ela lançar sua última provocação, é claro, toda vermelha dava de costas e saía meio robótica quase marchando — V-va-vamos logo!

    Na ida até o quartel, ficava meio caladinha, agora que estava só eu e Raven de novo, ficava um pouco nervosa e envergonhada de puxar assunto, não sabia bem o que dizer, especialmente depois de ela ter se aberto para nós. As insinuações constantes de Lucy e Luci também não ajudaram nem um pouco.

[...]

    No quarto despejava tudo no chão, separando os itens por dona, dobrando as roupas da melhor forma que conseguia e então entregando cada coisa em suas respectivas camas, escolhia o beliche abaixo de Ravena para ser o meu cantinho, procurando também um armário para guardar minhas roupas novas e junto já a mochila, tirava as roupas estendidas e as colocava junto. Aproveitando que estava organizando tudo, debaixo da cama puxaria minhas duas espadas, já estava familiarizada com o sabre, mas agora parava para analisar melhor o espadão, segurando ele para cima rente ao meu rosto.

    — Hmmm… Parece meio desbalanceado… — testava então seu poder de corte passando o dedo de forma transversal na lâmina — E o fio poderia ser melhor — Colocava então tudo no chão, parando para observar o que Raven estaria fazendo.

    — Você já vai dormir? — Tinha um olhinhos brilhantes e curiosos, com o que a morena estaria fazendo em seu tempo livre — Eu vou dar um pulinho no arsenal, você quer que eu pare em algum canto e traga algo na volta? — Escutaria sua resposta e então apanharia minhas duas espadas, segurando elas com cuidado abaixo da cintura — Tudo bem então, eu volto logo.

    Tentaria então me lembrar do caminho pra onde fomos com Finch pegar as armas, abriria a porta devagar, dado o horário, e então de introduziria novamente — Oi… Eu sou a Rael, vim aqui mais cedo pra pegar isso aqui — mostrava O Espadão — e eu na verdade sou uma aprendiz de ferreiro, queria fazer uns ajustes nessas espadas, aqui no quartel tem o equipamento pra isso?

Shiori
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Trio - Marinheiros



Rael, Ravena &  Luci

As moças deixaram o lugar, pagando cada uma o valor de seu prato, 30.000 para ravena, 60.000 para Rael, e 100.000 para Luciferana. batiam um papo, mas no fim, era negócio certo, elas iam separar, Ravena e Rael foram por um caminho e Luci por outro. Então as duas chegaram ao quartel sem problema e a loira foi caçando a casa de banho questionando a um transeunte que logo lhe respondeu sobre o assunto.

Ela chegou rapidamente a casa de banho, onde foi atendida e uma mulher a deixou entrar no banho, provavelmente a dona do lugar. Ela sentiu um cheiro bom de comida, parecia que tava na hora da janta.-há sim pode entrar venha por aqui.- e levou ela pra dentro.

Enquanto isso ela podia ver as duas grandes piscinas termais, uma era hexagonal e a outra era um retângulo. Havia ali alguns banquinhos, e diversos chuveiros pra banhar. As toalhas ficavam na entrada do lugar antes de realmente cruzar o salão. O teto era semiaberto, tendo um telhado sobre as piscinas, mas ele tinha pequenos pilares que os elevava, apresentando assim fendas onde de dentro da piscina dava pra ver algumas estrelas e naquele dia a lua.

Enquanto isso, no outro lugar, as moças chegavam no QG, ravena se desfez de seus sapatos, e ficava mais confortável, mas diferente dela Rael estava ali testando peso de sua espada, onde ela decidiu sair dali para a sala de armas depois de um breve momento com a moça. Que agora estava também livre para ler seus livros. O clima do local estava perfeito para leitura, afinal era aquele horário gostoso nem tão claro nem tão escuro.

Lá na sala de armas ela logo questionou se era ali que ficava a forja, o marinheiro careca que tava com sono, logo guiou ela até o lugar que era anexado.-Venha por aqui.- E levou a moça para o local onde ela poderia consertar sua espada se quisesse ele logo explicava.-Pode usar aqui a vontade, aliás, vou até consertar minha bota também.- e com isso ele sentava num dos bancos ali perto, e com isso ia costurando ela com a linha, passando de um lado pro outro.

Snow

Snow ia começando seu trabalho com as frutas, aproveitando para dar umas beliscadas, ele cortava elas com maestria usando a faca com as duas mãos naquele momento. Tudo estava indo bem, e o Flake ia acompanhando e de vez em quando ele mordiscava a carne crua, sem o pequeno ver.

Ele fazia uma cara de desconfiado, como se nada tivesse acontecido, olhando pro outro lado com uma cara séria, mas logo ficou pronta a comida do bichinho, que já foi aproveitar com tudo. Ele fazia uma cara feliz, enquanto, fazia alguns barulhos que pareciam de agradecimento, e começava a bicar a carne usando as garras para segurar e o bico pra dilacerar.

Aquele bicho parecia muito feliz por que ele certamente estava. E Snow, não ficava pra trás, ele ia passando tudo pra dentro, até o ponto de seu segundo estômago estar cheio também. O sabor era uma delícia, tanto do jantar quanto da sobremesa, no final estava ele e Flake do seu lado, enquanto o falcão passava a asa na barriga.

Ele fazia um barulhinho, esfregando a cabeça em Snow, carinhosamente, era como um “Estou cheio” e em seguida um obrigado. Algo que não precisava falar a língua dos animais pra entender. Enquanto isso, os outros funcionários que ainda faltavam, começavam a chegar.

Eles iam pegando seu prato e comendo, e todos demonstravam satisfação tanto pelo jantar como pela sobremesa, era comum ouvir pequenas frases como “Há, cara to muito cheio” e enquanto eles descansavam no entanto, começou um barulho estranho do lado de fora, que a dona logo falou-Que que é isso?- Parecia o barulho de algo quebrando, era algo tipo “Creck Creck” muito esquisito mas era realmente o som. Flake apontava com a asa pra a direção, mostrando a Snow, de onde ele achava que vinha.

Yura

Yura então terminou sua escolha, selecionando Steph como o nome de sua foice, algo que parecia combinar com a arma, até um certo ponto. Tudo ali deu certo e a garota agora estava tranquila, procurando os dois fantasmas, que pareciam rondar por ali ainda, mas eles estavam rondando, não dava pra saber se eles iriam com ela.

Então quando ela se apresentou para a Tenente, a mulher levantou-se, encaixou sua pistola no cinto e embainhou o sabre. Já começando a guiar a menina para fora do barco.-Vamos, vou te explicar assim que chegarmos.- e assim eles iam atravessando o porto até quase do outro lado dele, os barcos que eram os quarteis já nem eram vistos a distancia.

Então finalmente eles chegaram ao lugar, era um barco enorme, que estava cheio de containers sendo embarcados.-Nosso trabalho aqui vão ser dois, primeiro de tudo vamos checar todos os containers. Recebemos uma denuncia, e pode ter algum tipo de armamento roubado, e bombas em algum deles. Não sabemos se é uma coisa real ou falsa, mas também denunciaram que existia um homem de passaporte falso pra embarcar.- Explicou a situação completa pra moça.

Não deveria ser nada muito difícil de entender, então ela não fez uma pausa grande ainda para perguntas, seguindo a explicação do primeiro passo. -O primeiro passo é o seguinte. Vamos revistar todos eles. Vamos entrar e abrir os containers, e avaliar cada conteúdo. São 50 deles, então vou delimitar uma fileira pra cada. Certo? Você tem permissão para abrir caixas, gavetas. qualquer coisa suspeita, mas não deve danificar produtos. Entendeu bem?-E era isso que ela tinha para falar da missão, onde ela abriu espaço para que Yura pudesse expressar suas dúvidas e assim ter mais informações sobre a missão.

Histórico:


Legenda:


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06

   

   
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSE A GHOST TOLD HER TO DO SO

   
A tenente rapidamente se levantava, guardando sua arma. Ela possuía uma agilidade impressionante, pensava enquanto assentia com a cabeça encarando o movimento. Seguia a superior até o local indicado, que era uma enorme embarcação.

Para tentar ver ela toda, tinha que olhar para cima, e a visão certamente era imponente. Quase me esquecia de prestar atenção nas falas da moça, mas logo voltava para realidade. - Certo... Não parece muito complicado. Por enquanto não tenho nenhuma dúvida, mas caso algo aconteça teria alguma forma de nos comunicarmos?

Imediatamente após minha frase, eu pensava nos fantasmas e como eles seriam úteis para entregar recados, no entanto, sabia que a probabilidade de a tenente possuir o mesmo "talento" que eu era bem baixa, então teríamos que usar tecnologias diferentes, ou mesmo o bom e velho grito.

Com isso resolvido, esperaria novas ordens da mulher, bem como  qualquer outro esclarecimento que ela pudesse dar. Nesse meio tempo, olhava cuidadosamente o navio e o porto em busca de qualquer pessoa suspeita.
   
Historico:


Personagem:


   
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Ex-Panda
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Post 12



A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR



Era muito gratificante para mim ver todos cheios e gostando, Flake também parecia feliz, o que também me deixava assim, eu depois de muitas horas, estava realmente satisfeito.

A casa de banhos era realmente descontraída e divertida, eu nunca havia entrado em uma, normalmente eu tomava banho em uma pia, era fundo, porém era quase como uma enorme banheira.

De repente um barulho realmente estranho vinha lá de fora, como se algo estivesse quebrando, e eu me assustava levemente, a dona do local também não parecia saber do que se tratava, então eu tomava a frente da situação.

Flake apontava para mim de onde o barulho parecia surgir, e eu rapidamente montava em meu amigo e voava para lá, se tivesse uma janela eu a abriria com cuidado e ficaria pronto para qualquer motivo começar um combate.

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— Quem está ai?! Eu sou o soldado Snow da marinha e estou em cargo de cuidar desse local, se não me obedecer lidarei você como se fosse meu inimigo!

Se alguém me atacasse eu me esquivaria pulando de uma parede a outra ou simplesmente voaria para cima com Flake para não ser acertado pelo agressor, e depois tentaria ver o que ou quem era.

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Eu aproveitava para ir removendo as vestes enquanto acompanhava a mulher me guiando até o interior do estabelecimento, abrindo o zíper do collant até o umbigo e puxando os braços para fora das longas mangas de látex, eu só teria o trabalho de encaixar os polegares por dentro do traje para a baixá-lo jogando-o abaixo dos tornozelos quando chegasse perto das piscinas e chuveiros, totalmente confortável com o fato de estar apenas de sutiã e calcinha na frente da mulher. - Hm… Aqui podia ter alguns incensos acesos, ajudaria bastante a relaxar. - Comentava em tom de sugestão, mas também havia se tornado um pequeno desejo meu, o cheiro da comida de antes me fazia ter essa idéia, água quentinha num ambiente perfumado, seria quase divino.

Logo em seguida já puxava o sutiã por cima dos ombros e abaixava a calcinha. - Obrigadinha. - Agradecia a funcionária comigo acenando sorridente pela cortesia antes de ir caminhando até o chuveiro aproveitando o deslocamento para usar uma mecha loira e prender meus enormes cabelos em um coque volumoso por trás da cabeça.

Entretanto no meio do caminho eu me recordava de um detalhe que me fazia brilhar os olhos e sorrir animada. - Senhora! Aqui vende creme hidratante de corpo? - Aumentava o tom de voz chamando a atenção da mulher pois a idéia havia me surpreendido. - Para o cabelo também seria útil… - Dizia num arzinho de lamentação, por mais que eu adore meus longos cabelos é tão trabalhoso cuidar deles justamente por serem enormes, e após a mudança de vida que esse fato ficava mais explícito, antes sempre havia algum empregado para lavar, hidratar e pentear… Com a resposta da atendente sendo positiva. - Então separa um frasco de cada, por favorzinho. - Juntava as palmas das mãos em frente ao queixo em sinal de prece, comigo sorrindo tentando não parecer muito empolgada. - Mas se possível em tamanho pequeno… - Terminava a fala meio envergonhada pois o primeiro salário já estava acabando e nem havia se passado um dia.

Assim prosseguia até um dos chuveiros, colocando a franja por cima da testa para iniciar o banho morninho, lavava o corpo e o rosto com sabonete, deslizando as mãos por baixo das axilas, atrás dos joelhos, virilha, polpas do bumbum nesses lugares onde suor fica acumulado, eu só não gastaria mais tempo porque pretendia aproveitar a piscina antes que o estabelecimento fechasse, e quando meu corpo ficasse todo coberto de espuma branquinha eu iria me enxaguar em baixo do chuveiro aberto, arriscando cantarolar algumas melodias divertidas, sem conseguir tirar o sorriso bobinho do rosto.

Sem me enxugar eu caminharia a passinhos rápidos até a piscina dada a ansiedade de me ver inteiramente coberta de água morna, colocando um pé após outro eu me deslocaria até o centro da piscina hexagonal, ou iria nadando movendo braços e pernas embaixo da água tentando não molhar muito o cabelo. - Tão relaxante… - Minhas bochechas ficavam vermelhinhas e meus olhos fechadinhos comigo estando a sorrir sentindo meu corpo ficar todo molinho. Então continuaria a nadar até uma região mais rasas onde eu pudesse ficar deitada com a cabeça acima da borda tendo visão do céu estrelado, e simplesmente iria relaxar, fechava os olhos tranquilamente quase meditando, deixava toda a tensão se esvair, comigo despreocupada deslizando e pressionando o meu corpo com os dedos, como se estivesse me massageando. - Pelos céus… Dar uma trepa da bem gostosa aqui seria divino… - A situação propícia me fazia ter idéias pecaminosas por assim dizer, mas logo tratava de afastar esses pensamentos de minha cabeça pois não queria me deixar levar pelo calor do momento, mesmo que eu estivesse sozinha era melhor não arriscar.


”Histórico”:
Garota Cavalo
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Histórico

Rael Kronin




Post: 28
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Memórias Póstumas (sabre)
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão Mk.2
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

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Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
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• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
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Ken no yuusha


    Estava surpresa com toda a infraestrutura deste QG, apesar de ser composto apenas de duas embarcações, possuía todas as acomodações que conseguia imaginar, não muito diferente de uma base mais fixa, se duvidar deve ter até uma academia e salão de dança, Gishishishi.

    — Obrigada pelo apoio, mesmo já sendo meio tarde. Como é o seu nome? — Perguntava ao marinheiro careca enquanto o seguia até a oficina — É um prazer, seu turno é também durante a noite? — Estava curiosa com a carga horário dos outros por aqui, visto que eu só tive que trabalhar por meio dia, me pergunto se é um desconto de iniciante ou se a Tenente ficou desapontada nos procurando depois do almoço, espero que seja o primeiro caso.

    De qualquer forma, era hora de iniciar os trabalhos, retirava o casaquinho azul da cintura, pendurando-o num lugar limpo, e então me alongava um pouco criando coragem para começar tudo aquilo. Primeiro andava pela oficina, observando os equipamentos e o que eu poderia utilizar ali, parando um pouco para observar o rapaz que arrumava sua bota, trabalho com couro era algo que nunca cheguei a aprender antes, talvez fosse uma ótima oportunidade para quando eu terminasse por aqui.

    Começava pelo Sabre, que apesar de ser um presente querido, era algo aparentemente já usado Baldur, e ainda precisava de umas melhorias para ficar mais confortável ao combate. Pegando então um alicate grande e quebrando a parte externa de sua guarda, deixando mais fácil o manuseio com as mãos. Encheria então um recipiente com vinagre ou algum ácido aparentemente similar, para remover ferrugem e sujeiras e deixaria a arma de molho.



    Depois de dez ou quinze minutos removeria a peça, limpando e então lixando, por fim a colocaria na forja para aquecer o metal, esperando aquecer ao ponto da cor ficar alaranjada brilhante, e então guiava a arma até a bigorna, onde com um martelo consertaria as falhas do metal assim como deixaria a espada em si o mais reta possível. Terminando de ajeitar seu formato, aqueceria a lâmina novamente, já removendo na temperatura laranja e mergulhando num tanque de óleo frio, fazendo assim uma nova têmpera.

    Finalmente levava a arma até a máquina de amolar, dando um novo fio e forma a lâmina até que estivesse boa o bastante. Para finalizar, vedava a parte cortante com fita, dando um toque de acabamento no resto da arma com uma tinta em spray preta — Novo visual, nova arma!

    Enquanto deixava a tinta secando, pegaria O Espadão e começaria a medir bem seu peso, observando onde precisaria retirar o excesso para que ficasse balanceado, levando-o até a máquina de desbaste e removendo o material junto do peso extra, sempre parando e testando sua manuseabilidade. Aproveitava para refazer a têmpera visto que o calor do atrito poderia tê-la estragado, fazendo o mesmo processo de aquecer e mergulhar no óleo, no caso do Espadão tinha que improvisar um tanque maior, para deixar sua lâmina toda submersa.

    Finalizava o serviço amolando sua lâmina no mesmo equipamento de antes, e com um acabamento ainda mais meticuloso, utilizando manualmente uma pedra de amolar. Por fim colocava O Espadão Mark 2 ao lado do Sabre, observando com orgulho o meu trabalho.

    — Baldur ficaria orgulhoso — Com um sorriso meio bobinho no rosto, afirmava com a cabeça para mim mesma — Ufa… Hoje foi cansativo, acho melhor arrumar tudo e ir dormir. Se bem que… — Procurava pelo marinheiro que me guiou até aqui, esteja ele ainda na oficina ou de volta na sala ao lado, se o encontrasse me aproximaria devagar e meio sem jeito.

    — Oi, errr… — Não tinha muita certeza de como deveria pedir aquilo — Aquela coisa que você fez com a sua bota, se importa de me mostrar como faz?

O Espadão Mk.2:
Memórias Póstumas:


Jean Fraga
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Jean FragaEstagiário
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- Momento Leitura -

Bochechava conforme ia parando de me espreguiçar, sentindo a macia cama começar a tomar a forma do meu corpo, quando ouvia de canto de ouvido, a pergunta de Rael, erguendo-me, descia o beliche para pegar minhas coisas que tinham ficado com ela.


Pegava as roupas das mãos de Rael, juntamente dos dois livros, — Ainda não! Estava só relaxando por alguns segundos, devo começar a leitura de algum destes dois... provavelmente Cirurgia.


— Já tenho uma certa base, então acho que vai ser mais simples... já física... - Olhava com um rosto meio apavorado - Não sei nem o básico..., mas estava na promoção e quem sabe pode vir a ser útil. Você sabe algo sobre?


Com o questionamento vindo de minha amiga, respondia com um sorriso brincalhão, — Surpreenda-me! Gihihihi... -  Seria praticamente meu primeiro momento sozinha no dia todo, então antes dela partir pela porta, correria dando um abraço na garota - Estarei ansiosa esperando! - Voltando-me para o quarto, guardava minhas roupas no armário junto de minha mochila.


Checava se minha farda estava seca, dobrando-a e também guardando no armário, assim, subindo com os dois livros para beliche, tinha o objetivo de lê-los, começando pelo de cirurgia.


Aprendizado da Proficiência Cirurgia


Sentia-me mais calma começando por este livro, principalmente por já saber alguns conceitos básicos, vindo do que já sabia na área da medicina.


A introdução era bem acolhedora para novos estudantes, o que a principio me agradava, listando primeiramente as finalidades genéricas de uma cirurgia, como: Aliviar dores, melhorar uma função, prevenir deformidades, melhoras no âmbito estético e salvar pessoas em situações criticas.

Ressaltando em seguida todos cuidados diante a condição do paciente, ainda consciente todo estimulo gerado na sala de cirurgia é interpretado como situação de risco. Até mesmo, Um simples toque, mesmo indolor, deve ser comunicado; isto faz o paciente exposto sentir-se seguro e protegido.

Passando essa parte, mais chata e introdutória, ainda assim com atenção e foco no livro, buscaria ler o livro sem querer apressar nenhuma etapa, afinal, erros no futuro poderiam trazer o peso de uma morte para minhas mãos.

Voltando o foco para o que importava, ao finalizar a parte introdutória, estava na hora de aprender tudo que pudesse com aquele livro.

Ainda na preparação pré cirúrgica, havia pontos a se atentar, como fazer uma boa esterilização, não somente dos objetos a serem utilizados, como também a limpeza do local onde ocorrerá, por fim, focando a atenção na higienização tanto do cirurgião como do paciente.

Está parte em especifico, era grande e tomava um bom tempo da minha leitura, porém o pré operatório era muito importante então sentia-me animada a cada linha lida. Finalizando o primeiro tópico, passava por algumas considerações finais e logo no segundo tópico o foco já se voltava para a cirurgia.

O procedimento cirúrgico em si, é definido por ser um procedimento invasivo executado conforme métodos técnicos específicos. Logicamente, esse é um conceito amplo, abrangendo uma ampla gama de etapas

Como por exemplo, a escolha de material adequado, além de facilitar o procedimento, leva seu resultado mais próximo ao ideal. A tecnologia em equipamentos médicos e indústria da saúde fez crescer o número de opções de materiais e facilitou a execução técnica dos procedimentos. Cabe ao cirurgião o conhecimento e a atualização aos materiais cirúrgicos, bem como suas propriedades e indicações.

Aprendendo primeiramente sobre os fios de sutura e suas diferenças, focando-me em aprender a melhor utilização para cada um, como suas indicações e também contraindicações. Nesta mesma parte, já aprendia sobre as agulhas.

Com isso aprendido, o livro me direcionava para suturas e nós, entendendo então que todas as suturas promovem em maior ou menor grau três efeitos básicos nos tecidos vivos onde são aplicadas. Há o efeito de síntese (aproximação), em que a tensão da sutura terá o efeito de propiciar a cicatrização primária da ferida. Secundariamente, ocorrerá o recobrimento das estruturas em planos anatômicos imediatamente abaixo dessa, estejam eles adequadamente tratados ou não. E associado aos anteriores, há o efeito hemostático da sutura, decorrente da tensão dos pontos, da aproximação dos tecidos e do recobrimento dos planos.

Passando uma certa dificuldade para entender, voltava as paginas algumas vezes, lendo quantas vezes necessárias.

Chegando então à parte que estava animada, o livro me guiava para algumas técnicas e procedimentos em cirurgias abdominais, sentindo-me mais confortável no entendimento, sentindo certa facilidade por causa dos meus estudos prévios em anatomia.

Passava as próximas horas lendo sobre cirurgias mais simples e normalmente com técnicas menos complicadas, a cada operação diferente e procedimento, imaginava-me fazendo a operação com alguns companheiros, nas primeiras vezes passando por situações desesperadoras.

Entrando agora na parte de cirurgias um pouco mais complexas, como por exemplo a colecistectomia, uma processo de retirada  cirúrgica da vesícula biliar. Tradicionalmente, a vesícula biliar é abordada através de laparotomia, que é a técnica clássica.

A descrição da técnica cirúrgica parecia ser simples, contundo, não me deixava levar por esse sentimento, lendo e aprendendo o máximo que pudesse.

Durante a leitura sobre diversos métodos e cirurgias diferentes, ia parando e quando sentindo duvida sobre alguma palavra ou instrumento utilizado, iria no glossário presente no final do livro, sanando minhas duvidas.

Assim, levaria minhas próximas horas, normalmente ao finalizar um capitulo ou um procedimento muito extenso, esticaria meus braços e relaxaria a coluna mudando de posição, esse tempo de descanso era bom para não sobrecarregar minha mente com muitas informações.

Ao fim, passaria pelo tópico de instrumentos cirúrgicos, mesmo que houvesse visitado esse tópico durante o aprendizado, voltaria nele para fixar cem por cento o que havia aprendido. Horas haviam se passado e sentindo meu corpo já cansado, sentia minha mente a milhão, com vontade de descansar brevemente antes de começar meus estudos no caminho da física.


Fim do Aprendizado da Proficiência Cirurgia


Descendo da beliche, esticaria as costas e calçando minhas botas, sairia rapidamente pela porta, caminhando um pouco para relaxar brevemente...


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Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14
  • Livro de física - Post 16
  • Livro de cirurgia - Post 16


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14
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