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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

A sailor who enlisted because she didn't want to get married

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Rael Kronin. A qual não possui narrador definido.

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A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 9 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Shiori
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Trio - Marinheiros



Rael

A princípio ela falou com o cara, saber o nome dele já que ele parecia recorrentemente aparecer ali era importante.-Me chamo Marcus. Eu trabalho por aqui, mas normalmente eu não fico tanto tempo, mas as vezes acontece.- comentou com um ar meio leve dando de ombros. Provavelmente algo tinha realmente rolado.

Rael se dedicava um momento para realizar melhorias em suas armas, algo que parecia realmente ter maestria, mas também se divertia fazendo, e é claro, o que mais ia deixar um sorriso no rosto de um espadachim que mexer com espadas. Apesar disso o carequinha olhava aquela empolgação com ar de dúvida. Já que em alguns momentos as escolhas poderiam soar duvidosas.

No entanto, mesmo perdendo tempo olhando o trabalho alheio, ele conseguiu costurar a primeira bota, e começou a segunda, por que diabos ele furou duas botas, e como ele conseguiu fazer isso? As respostas pra essas coisas eram realmente um mistério. No fim, ela pensava sobre como seu mestre ficaria orgulhoso, tendo terminado seu trabalho.

Então ela via o careca ali e falava sobre o que ele poderia ensinar, e era respondida logo em seguida com palavras talvez bem acolhedoras.-A costurar? Ou como furar duas botas exatamente no mesmo lugar? Se for a segunda coisa eu não tenho ideia de como aconteceu.-disse dando de ombros pra a situação que parecia mais um caso de azar.

Então depois disso, ele começou a dar uma explicação rápida sobre costura, pra introduzir o assunto.-Costura é sobre, você saber os pontos certos para fortalecer uma estrutura, você escolhe onde passar a linha e como consertar, mas também é sobre como construir.- Disse ele completando o início e demonstrando algumas vezes.

Ravena

Ravena iniciou sua leitura, se valendo dos conhecimentos que já possuía ela ia aprendendo o máximo que conseguia naquele livro. Seu estudo era aprofundado, sobre o âmbito do mundo das cirurgias e seus materiais. Ela levava em torno de 3 horas para conseguir absorver aquele conteúdo e então esticou as costas e tirou um tempo pra descansar, voltando novamente a estudar por mais uma hora.

Então ela simplesmente saiu do lugar, onde ela caminhou pelo QG, o barco estava passando a sensação de vazio, já que não tinham pessoas por ali aquele horário, a maioria devia estar a serviço, ou dormindo para alcançar um novo dia com perfeição. Estava ficando bem tarde, mas a noite ainda permitia algum tempo de estudo e aprendizado.

Snow & Luci

O barulho fez o rapaz ligar o seu alerta, seguindo o apontamento de seu amigo de penas, ele foi checar o que havia sido o barulho, já se apresentando como marinheiro. No entanto, tudo isso se tratava de um Guaxinin. Ele estava comendo um osso que roubou do lixo, e o maior barulho devia ter vindo de quando ele pisava em algo lá dentro.

O bicho olhava para o pequeno e saia correndo, como se tivesse se assustado, mas não largava o osso para trás, carregando ele na boca. No fim era só um animalzinho simples. A dona que olhava pela janela já perguntava.-Tá tudo certo aí?- disse ela em certa preocupação.

Aparentemente estava tudo calmo. Ele poderia simplesmente relaxar novamente, ou voltar para a vigília. O falcão fazia um pequeno voo e não parecia ver nada de suspeito na área, apenas posando ao lado do pequenino logo em seguida.

Enquanto isso a Loira, comprava seus cremes sendo atendida pela dona que logo pegava, alguns bem simples pra ela.-Aqui, nós temos esses que provavelmente vão lhe agradar, devem deixar sua pele macia, e os cabelos uma maravilha. Custam 100.000 berries cinquenta por cada.-Ela colocava as duas coisas sobre a mesinha e deixava que a moça aproveitasse.

Em seguida, o anão que vinha voltando do lado de fora, podia ver a Loira que saia do local e adentrava no seu banho. Ali a moça aproveitava, curtindo completamente o momento. Até mesmo imaginando momentos molhados. Não estamos falando do banho, é claro. Mas realmente o banho era muito revigorante, fazendo bem para ela.

Yura

A pergunta dela era algo bem simples de responder, uma coisa que não envolvia nenhuma tecnologia no momento.-Se você achar algo de errado no container, você grita “Achei” mas se algo de ruim começar a acontecer você grita desesperada tipo assim? “SOCOOOORROO TENENTE SOCOOOORRO” coisa desse tipo.- ela realmente gritou pra demonstrar, o que fez muitas pessoas da região olharem pra ela, mas ela parecia nem ligar pra isso, nem mesmo um pingo de preocupação.

Então ela começou a entrar no barco, esperando que a moça seguisse ela, então ela apontou pra uma das fileiras de containers.-Todos já estão abertos, faremos alternadas, você avalia a primeira fileira e eu a segunda, depois, você a terceira e eu a quarta entendeu? Lembre do que eu disse antes, pode checar tudo, abra malas, caixas e tudo que tiver aí.-comentou ela saindo e indo pra segunda fileira, já entrando em seu container. Bem, agora a missão tinha começado.

Enquanto isso um dos fantasmas dizia para ela algo que poderia soar interessante.-Sane eu morri numa explosão de uma bomba, numa caixa tipo essa, eu tava investigando também. Então cuidado pra não derrubar, nem chutar nenhuma caixa, por que as explosões vão longe.- disse o esperto fantasminha, que mais parecia uma intuição.

E ele dizia mais algumas coisas sobre esse assunto.-E se tu ver que vai explodir não tenta carregar com você. Salta pra fora do container.- disse palavras sábias e plausíveis. Era realmente umas dicas bem boas.

Histórico:


Legenda:


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Ex-Panda
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Post 13



A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR



O barulho que eu havia escutado e ficado tão alarmado nada mais passava do que um mero guaxinim, me sentia um pouco bobo por isso, mas bom eu não queria falhar em minha primeira missão.

Depois disso a dona do local perguntava se estava tudo bem, eu acenava positivamente com a cabeça com um sorriso no rosto mostrando que ela não precisava se preocupar, após isso Flake dava mais uma sobrevoada em tudo e novamente nada parecia estar fora de ordem.

— Bom como tudo parece calmo acho que se não for um problema eu gostaria de tomar um banho!

Se ela me deixasse eu iria sem pensar muito para lá, eu via uma moça bonita entrando na mesma área, mas bom ela deve ter ido ao banho feminino, o dia havia sido cansativo então um bom banho era tudo o que eu precisava.

Antes que eu fosse tirar minhas roupas olhava para Flake e dizia:

— Você quer tomar banho também? Se quiser eu posso lavar suas penas, mas se não, será que você poderia me esperar vigiando as coisas, assim eu fico mais tranquilo.

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Me despia e começava a dobrar minhas roupas, provavelmente não teria nenhuma cestinha para meu tamanho ou para minha altura, então apenas as deixariam em um local seguro e limpo no chão mesmo.

Abria a porta do banho, possivelmente estaria tudo cheio de vapor, eu olhava para cima e tentava ver o céu estralado por alguns segundos, normalmente eu estaria de toalha, mas duvido que tivesse uma para meu tamanho aqui, então apenas ia pelado até as duchas.

Arrastava um banquinho até onde eu pudesse subir nele e depois ligar o chuveiro, pulava em cima do frasco de xampu para sair uma pequena quantidade e depois começava a me lavar, enquanto eu fazia isso começava a cantarolar.

A verdade é que eu não tinha reparado muito aos meus arredores no banho, mas eu imaginava que não teria ninguém tomando banho a essa hora, depois de terminar minha ducha começava a ir a fonte termal.

Quando estava lá alguém se mostrava, uma moça de cabelos dourados e acenando para mim ria, eu imediatamente corava e me cobria, ela não parecia incomodada comigo, pelo menos não por suas feições.

— Me desculpa eu não sabia que tinha gente aqui! Eu já estou de saída.

Me virava e começava a correr, mas então ela dizia algo que me fazia ficar confuso, o que eu deveria fazer, continuar aqui? Mas isso não seria errado?

— Não é isso! A senhorita é bonita, mas eu sou um homem e você uma mulher então...

Antes que eu pudesse terminar ela então começava a brincar comigo, agora eu havia entendido, ela não se importava comigo a vendo ou não, provavelmente ela nem me via como um homem, e isso me deixava irritado.

— Ah é? Então eu vou ficar de olhos fechados!

Dessa vez não cobria mais meu corpo, ia lentamente tateando as coisas com meus pés, não queria cair na imensa e funda banheira. A moça depois de rir muito admitia que estava apenas brincando comigo e se apresentava.

— Sim sim Luciferanna meu nome é Snow, sou um soldado da marinha em serviço por incrível que pareça.

Ela dizia para eu não ser tímido, ficava irritado de novo e abria meus olhos, ela esticava o dedo mindinho para que eu a pudesse cumprimentá-la, o problema era que o que ela dizia era muito especifico o que me fazia ficar receoso.

Mas eu seguia firme mesmo que sua feição me mostrasse que talvez ela o desejasse fazer o tal ato, mas eu não era fraco por causa de meu tamanho, andava até ela e então segurava seu mindinho para cima e para baixo.

— É um prazer senhorita estranha, e ah, não é só porque nos anões somos pequenos que você precisa dar apenas o mindinho para nos cumprimentar, pode não parecer, mas nós somos tão fortes como vocês humanos.

Esticava meu dedo indicador enquanto explicava, e depois procurava algo que pudesse me servir de boia para que eu pudesse entrar na terma e ficava olhando para a moça um pouco preocupado com o que ela poderia fazer.

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Historico:


Personagem:



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Última edição por Ex-Panda em Dom Mar 06, 2022 12:53 pm, editado 1 vez(es)

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Milabbh
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07

   

   
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSE A GHOST TOLD HER TO DO SO

   
A resposta da tenente era um tanto... Inusitada. Seus gritos atraíam atenção das pessoas e ainda assim ela continuava sua cena como se não ligasse. Era bom ver que alguém mais podia ser ela mesma sem se preocupar com julgamentos alheios, e alguém importante ainda por cima!

Descontraída, soltava uma risada breve para só então concordar com a cabeça. - Sim senhora! Se precisar grito. - Com a deixa da Tenente, começava a adentrar a embarcação também.

Analisando meus arredores, logo notava fileiras de incontáveis containers. - Certo! Serei cuidadosa. - Respondia a superior e respirava fundo, arregaçando as mangas e ingo em direção à minha fileira. Antes de começar a mexer em qualquer coisa, porém, uma figura se materializava ali perto.

Ele falava algo sobre os explosivos, e prontamente eu prestava atenção. Se aprendi alguma coisa ao longo dos anos foi a dar valor aos mais experientes, e quem poderia saber mais do que alguém que já morreu? Talvez o fantasma em questão tivesse morrido nesse mesmo navio ou porto, fazendo o mesmo que eu.

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Olhava para ele com curiosidade e falava sem me importar se alguém estivesse ouvindo. - Uau, deve ter dado um susto e tanto! Obrigada pela dica, terei bastante cuidado com essas caixas. - Olhava para o interior de uma que jazia em minha frente. Começava a pegar item por item e voltava a falar. - Hmmm... Aproveitando que apareceu, você não viu ninguém estranho pelo navio ultimamente não é? Além de bombas, precisamos pegar um suspeito!

Colocava o objeto de lado e pegava mais outro, procurando por algum tipo de mecanismo ou checando os barulhos que ele fazia, mesmo que ainda conversasse animadamente com o fantasma.
   
Historico:


Personagem:


   
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Scylla
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ScyllaSoldado
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A oferta da funcionária, era muito, muito tentadora, muiiiito tentadora, eu e Luci já gastamos uns 70% do salário? Mas aqueles eram produtos de necessidade básica, como eu poderia viver com a pele ressecada e pontas duplas no cabelo? - Eu vou levar os dois. - Respondia com um largo sorriso, já aproveitando para realizar o pagamento.

Inicialmente eu ignorava os indícios de outra pessoa ter adentrando, talvez fosse apenas a proprietária ou algum outro funcionário recolhendo os bancos, pelo menos era nisso que eu queria acreditar. - Tsc… Adeus meu precioso momento de paz. - Desabafava sem esperanças após escutar a água do chuveiro caindo no chão, apenas podia orar para não ser nenhuma pessoa irritante que ficasse fazendo perguntas infinitas sendo completamente impertinente.

Tomada por uma pequena curiosidade abria parcialmente um dos olhos na direção da cantoria. - Hein!? - O chuveiro estava ligado, um dos bancos havia se movido, também escutava alguém cantarolando, mas de minha posição mas na posição onde me encontro não conseguia ver ninguém, estaria eu ficando louca? Não, não, algo deve estar errado, coçava os olhos e depois os afiava na direção dos barulhos, mas de nada adiantou.

Precisava entender o que estava acontecendo ali, então nadei até a outra borda da piscina e aos poucos a silhueta de uma curiosa criatura se formava. - Ohhh…  Que serzinho adorável. - Sorria boquiaberta vendo a criaturinha pequetuxa lutando contra o recipiente de shampoo para conseguir se ensaboar, meu olhar brilhava encantado, tudo que a coisinha pequenina fazia parecia absurdamente fofinho, me dava uma vontade insana de abraçá-lo até explodir.

Ficava com a cabeça por cima da borda da piscina, com os cotovelos apoiados no chão e as palmas das mãos segurando o queixo, e assim o observava, dobrava os joelhos deixando os pés entrelaçados por cima e começava a balançá-los sem conseguir conter a animação que extravasa do corpo. Quando fosse avistada pelo pequenino apenas acenaria amigavelmente com um sorriso despreocupado na face. - Kukun! - Soltei uma breve risada apertando a boca com as duas mãos fechando os olhos, o serzinho conseguia ficar ainda mais fofo estando envergonhando, me dava vontade de guardá-lo num potinho e ficar carregando para todo canto.

Deixava ele ir se afastando antes de tomar a palavra. - Então está dizendo que não sou digna de compartilhar essa piscina com você? Isso é tão rude… - Fazia um drama bem fanfarrão forçando bastante a voz para fingir desilusão, apenas para deixar o rapazinho se sentindo culpado ou pelo menos incomodado, e caso ele tentasse se justificar. - Ohhhhhh…. Então você é um pervertido e não resiste a idéia de ver o corpo de uma jovem mulher na piscina. - Subitamente meu olhar mudava numa expressão de desgosto comigo virando o rosto como se estivesse me recusando a olhar para um completo depravado. E se minhas inocentes implicâncias deixassem o rapazote confuso. - Kukukukun Kukukukun! kukukukukun! - Começava a gargalhar até as bochechas arderem, precisaria abraçar a barriga agitando rapidamente os pés de forma alternada, tamanha seria minha diversão com as reações do pequenino. - Relaxa, eu só tô zoando um pouquinho com você. - Ainda meio ofegante e sem conseguir tirar o sorriso do rosto eu tentava tranquilizar a criaturinha.

Então esticaria o tórax para fora da piscina, deixando um dos braços dobrados apoiados no chão de forma a cobrir o busto. - Eu sou Luciferanna. - Esticava o braço livre na direção do serzinho, oferecendo meu dedo mínimo na tentativa de um cumprimento, pois era o melhor que eu podia fazer para um "aperto de mãos". - Não seja tímido… Eu não vou tentar te morder até você gritar em agonia. - Diria caso o pequetuxo ainda estivesse receoso comigo, porém meu olhar travesso e nem um pouco inocente denunciava que certamente algumas perversidades se passavam dentro da minha cabeça, talvez a vontade de devorá-lo não fosse tão irreal assim…

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 9 Nagatoro-ijiranaide-nagatoro-san

”Histórico”:
Garota Cavalo
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Créditos : 29
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Histórico

Rael Kronin




Post: 29
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Memórias Póstumas (sabre)
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão Mk.2
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18
• Perícia Costura- post 29

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    Ainda no quarto, a pergunta de Raven me fazia lembrar daquela tutoria tortuosa que tinha em casa, não que as coisas que aprendi tenham sido ruins, apenas o processo que era um pouco tedioso.

    — Sim, física não é tão difícil quanto parece, tive que aprender nas minhas aulas em casa. Se você tiver alguma dúvida pode perguntar! — Sorri com um certo ânimo — Mas é bem fácil mesmo, você só precisa aplicar as fórmulas e o resto é só matemática.

    Tinha perguntado sua necessidade apenas pelo costume, mas aquele “surpreenda-me” me colocava numa situação difícil, me perguntava o que eu poderia trazer para Raven a essa hora da noite que ela fosse gostar… Linha de raciocínio essa perdida assim que era surpreendida com outro abraço, não tinha como corresponder já que estava carregando aquelas armas pesadas, apenas ficava completamente vermelha e com o corpo travado até que a morena me soltasse.

    — E-eu eu volto logo então… — Saía do quarto a passos ligeiros antes que ela pudesse notar meu nervosismo.

[De volta à oficina…]

    — Se possível eu gostaria de manter minhas botas intactas, então o pedido é como costurar mesmo, Gishihishi… — Dali adiante Marcus começava a me introduzir o básico sobre a costura — Consertar e construir… Eu não sou totalmente horrível nisso — fazia um comentário um pouco mais humilde, visto que ainda nem chegava aos pés de meu professor ferreira, na minha cabeça, eu ainda era uma pequena aprendiz.

[Inicío do aprendizado de Costura…]

    — Pois é, não é muito diferente do que você já faz — Comentou o marinheiro enquanto posicionava sua segunda bota para conserto, e enquanto ia passando a agulha pelas extremidades do rasgo, ia explicando — Pra algo simples como consertar um rasgo, você só precisa ligar os pontos, e depois que tudo está unido… — O careca então puxava fazia um movimento para cima, puxando a linha, que ao se apertar, forçava o rombo no calçado a se fechar novamente — É como se nunca tivesse rasgado em primeiro lugar — Finalizou aquilo mostrando como se cortava a linha para que não ficasse amostra.w

    A facilidade e rapidez com que ele fazia aquilo me fazia questionar por que demorou tanto na primeira bota — Acho que deu pra entender — Comentei despretensiosamente, quando era surpreendida com o marinheiro puxando um canivete e desfazendo seu trabalho recente.

    — Agora tenta aí — Me entregou então a bota e a agulha com linha. A princípio ficava um pouco nervosa, e talvez com receio de ficar pegando numa bota usada, mas ao contrário da aparência mais surrada, o calçado era bem limpinho.

    — Ai!  — Gritei sempre que furava meus dedos com a agulha, o que pode ou não ter acontecido uma, duas, sete… Err… Mais vezes do que dá pra contar, a surpresa era que a bota no final não acabava ensanguentada. Uma vez que ligava todos os pontos, puxava com força a linha para cima, arrebentando o fio ao invés de fechar o rasgo.

    — Você quase conseguiu… — Me incentivou o homem, na verdade mesmo que eu não tivesse arrebentado a linha, mesmo eu podia perceber que os pontos estavam todos tortos — Mais uma vez que dessa vez tu acerta! — Uma coisa que pude notar, é que o antes cansado e sonolento, agora parecia um pouco mais contente por ter alguém interessado no que ele sabia fazer.

    Recomecei o conserto da bota, dessa vez com mais cuidado para não me furar e alinhando bem os pontos de costura, puxando tudo com cuidado para não arrebentar e fazendo o nó e cortando a linha como instruído. Enquanto eu fazia isso, Marcus já preparava um pano furadinho de ponto cruz e mais algumas linhas.

    — Boa boa… Agora olha só, têm várias técnicas de costura que tu pode usar, essa que você fez agora; — dava uma pausa para calçar seu sapato agora arrumado — é na verdade a mais simples, fora isso tem a costura cruzada, fechada, francesa… — E enquanto demonstrava cada técnica naquele paninho, era difícil não se impressionar com a maestria e velocidade no qual ele fazia aquilo, eu com certeza levaria anos para chegar nesse nível de perícia, o que só comprova o quanto o homem já se empenhou nesse tipo de atividade — Agora tenta aí enquanto eu vou procurar minha máquina de costura velha.

    Com um pano zerado e muita linha a disposição, começava a praticar as técnicas que me foram mostradas, tentando me lembrar do passo a passo de cada método. Me distraía ao ouvir o som de metais caindo, e enquanto minha mão continuava a se mexer sozinha, pude observar Marcus revirando as coisas da oficina atrás da tal máquina, várias peças e ferramentas cortantes e pontiagudas caíam no chão despreocupadamente, e subitamente em minha cabeça me vinha o click de como o rapaz pode ter furado as duas botas ao mesmo tempo.

    — Gishishishishi… — Não consegui deixar de rir imaginando a cena, era quando Marcus virava para mim com um olhar incrédulo ao ver minha cena ainda mais miserável.

    — Oh criatura… Como diabos tu conseguiu fazer essa disgraça? — Quando me dava conta e olhava minha mão, enquanto mexia os dedos sem ver, tinha acabado por costurar minha própria mão no tecido.

    — Ehehehe… Aconteceu… — Ficava um tanto constrangida, mas a situação não deixava de ser tão cômica quanto o que poderia ter acontecido com as botas do rapaz.

    — Oh disgrama, como é que tu não tá gritando de dor agora? Vem cá vem, ou te mostrar como é que se desfaz ponto sem estragar o tecido — Dito e feito, o homem aproveitava meu erro para me ensinar a como desfazer os erros de costura.

    A próxima coisa a ser ensinada era a utilização da máquina de costura, e embora a dele estivesse velha com o motor quase falhando, ainda funcionava bem o bastante para exemplificar o uso — Isso aqui vai ser igual a fazer na mão, só que a máquina vai fazer todas aquelas técnicas pra você, então é só empurrar pra frente e tomar cuidado pra não costurar no lugar errado — Após algumas tentativas, finalmente aprendi a utilizar a máquina. Dali só o que faltava era ele me mostrar a tirar medidas, moldes, que tipos de tecido utilizar em cada situação, e alguns outros segredos da profissão, com o passar do tempo, fui aprendendo e gravando cada coisinha.

[...]

    — E aí se você quiser conservar o couro, é bom sempre passar um creminho hidratante, só esfrega bem que se tu acochambrar a coisa vai ficar manchada — Essas eram suas últimas palavras de sabedoria concluindo a aula de hoje. Eu com certeza ainda estava longe de ser uma mestra, mas já tinha a confiança de conseguir produzir algo.

[Fim do aprendizado…]

    — Muito obrigada pelo seu tempo Marcus, no dia em que nós dois estivermos de folga eu definitivamente lhe pagarei uma rodada — fazia com os dedos indicador, médio e polegar um gesto virar um copinho — Você não tinha nenhuma obrigação e mesmo assim me ajudou muito.

    Já estava naquela oficina há algumas horas, e sinceramente um pouco exausta depois do dia longo, mas ainda havia algo mais a fazer, uma coisa que me veio na mente enquanto aprendia as técnicas de Marcus que já pretendia colocar em prática, um presente para surpreender a Raven.

[Início da Forja…]

    Iniciava minha criação tirando um molde de minha própria mão, como somos de tamanho parecido, apenas diminuía alguns números com relação ao meu próprio. Em seguida seria a escolha de materiais, começaria procurando por duas barras de aço VW3 ou algo de dureza similar, recolheria também um tipo de tecido preto mais elástico, velcro, linha preta e uma tira grande de couro e a mesma tinta em spray de antes.

    Cortava com o equipamento a primeira barra de aço ao meio, aquecendo o metal na forja para amolecê-lo, e então moldando-o com marteladas e desbastes na máquina para que tomasse o formato da área de impacto de um punho, faria tudo dobrado, e quando estivesse num formato satisfatório aqueceria uma última vez e resfriaria com óleo para formar a têmpera e endurecer o metal.

    Com a outra barra de aço cortaria em tiras finas, e ao aquecer as moldaria em em pequenas argolas em formato de tubo com 5 milímetros cada, cortadas diagonalmente para ter uma zona plana, fazendo o mesmo processo de aquecimento e têmpera, seriam dez ao todo. Uma vez com isso terminado, juntaria todas as peças de metal, polindo todas para que fiquem lisas e por fim pintando com tinta em spray preto fosco.

    Enquanto as peças secavam, partiria para a parte da costura, pegando o molde, uma par de luvas do tipo que deixa metade dos dedos para fora, começava a cortar o tecido no formato necessário, costurando as luvas num esquema de camadas. A parte interior seria feita completa, com o tecido mais elástico, confortável e de abertura maior na parte do pulso, a segunda camada, que viria por cima, era feita com espaços vazios feitos para encaixar as peças de metal, enquanto que no pulso passaria uma tira com velcro para regular o ajuste da luva. Aproveitava a presença de Marcus para perguntar qualquer dúvida que eu tivesse durante o processo.

    Por fim juntava tudo montando as luvas já com as peças de metal, prendendo elas bem com a costura para que não solte, as peças maiores iriam na região superior da mão, enquanto que as argolas ficariam uma em cada dedo, com a parte plana voltada para dentro, de forma que não machucasse quem fosse usar, revestia tudo costurando com couro bem fino na parte exterior, escondendo o metal mas não reduzindo a capacidade de impacto.

    Provava o par em minhas mãos, regulando o aperto com o velcro e testando a usabilidade da peça, socava a bigorna para fazer tal teste, uma vez fazendo os ajustes necessários e satisfeita, terminava o acabamento fazendo a barra das extremidades da luva, e escrevendo na parte do velcro com um marcador permanente: “Para realizar o seu sonho ~Rael”.

    Mais uma vez, estava satisfeita com o meu trabalho — O que acha? Ficaram legais? — Perguntaria à Marcus, eram luvas simples porém bem resistentes e compactas, a parte de metal fica escondida pelo couro então também pode ser usada sem a intenção de uso para combate, foi uma idéia que tive pensando nas escolhas de armamento que Ravena teve nesta manhã, e sinceramente o único presente possível de se obter a essa hora da noite — Só espero que ela goste.

I Have a Dream:


Jean Fraga
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Jean FragaEstagiário
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- Momento Leitura -

Minha mente podia se acalmar conforme notava o local bem vazio, sentia-me leve para andar pelos corredores com mais calma e sem muito compromisso, depois daquelas horas estudando, precisava de um descanso breve.

Antes de voltar pro quarto, eu iria até a cantina e caso estivesse aberta, pediria por um copo com água, se houvesse café, não deixaria de pegar uma xícara bem cheia, por fim, seguindo para meu dormitório.

No percurso tomaria o copo da água aos poucos e assim que entrasse no quarto, sentaria numa cadeira, já cansada das horas que passei deitada, abrindo o livro de física, mesmo que apreensiva com o estudo a seguir, sentia uma curiosidade em mim em conhecer melhor aquela área.


Aprendizado da Proficiência Física


O livro tinha uma introdução intuitiva sobre a descrição dos movimentos, percebendo uma certa semelhança com o livro de medicina, isso especificamente na forma como era apresentado, já imaginando que a seguir os conteúdos seriam lentamente dissecados, página a página.

É assim acontecia, começando pelo movimento unidimensional, diferente do livro anterior, ele era mais explicativo para novatos do que imaginava, tendo vários exemplos a cada explicação.

Ele começava falando sobre a utilização de cálculos nesse tópico, assim como a necessidade da escolha de um referencial, visto que intuitivamente, você sempre lidou com mudanças de referencial. Quando você viaja em um automóvel que se desloca a 80 km/h, e outro automóvel o ultrapassa a 100 km/h, esses valores estão sendo considerados em relação a um referencial fixo em relação à estrada. O automóvel que o ultrapassa se move a 20 km/h, em relação ao seu automóvel, ou seja, aquele automóvel viaja, no referencial fixo ao seu automóvel, a 20 km/h. E você, em relação ao seu próprio automóvel, quantos quilômetros se move por hora? É claro que a resposta é: nenhum; ou, mais cientificamente falando, sua velocidade será nula, no referencial fixo ao seu próprio automóvel. Ou, ainda, você estará em repouso, no referencial do seu automóvel. Você vê, portanto, que o movimento é algo de constatação explicitamente dependente de referencial. Trabalhemos mais sistematicamente esses conceitos.

Sentia me confortável e tinha certa facilidade nessa parte até pela explicação clara, com exemplos que iam se dificultando a cada pagina passada, de referencial, eu passava por unidades, movimentos em linha reta, conceito de deslocamento e velocidade, aceleração, mais exemplos.

Meus estudos dai partiam e passava umas boas horas estudando, assunto, finalizado com cinemática em uma dimensão, gancho que se abria para eu então começar a ler sobre movimento bidimensional, vetores, soma e multiplicações, movimentos circulares uniformes e chegando na famosa relatividade Galileana.

O livro era extenso, tendo partes que me faziam, ler e reler diversas vezes, sempre que sentia minha atenção saindo eu tomava um gole de café, esticava o tronco e os braços e voltava com tudo.

Ficava presa na parte de movimentos periódicos e em especifico na parte de aceleração centrípeta, porém algumas repetidas leituras e exemplos, conseguia passar dessa parte.

Chegando na energia e sua conservação, capitulo que mais gostava, tudo sobre energia cinética, potencial, potencial gravitacional e elástica faziam-me imaginar diversas coisas juntamente dos exemplos que traziam mais vida para o que pensava.

Voltava para um conteúdo sobre movimento, especificamente o linear e sua conservação, passando por momentum linear, impulso, choques elásticos.

Nesse estágio, já tinha passado boas horas, porém estava perto do final então com minhas ultimas energias, fechava o capitulo de rotações e finalmente chegava na parte que mais me encantava, gravitação.

Leis de Kepler, massa inercial e gravitacional, exemplos da lua caindo na terra que me deixavam até com medo, porém me prendia mais na matéria, deixando-me focada até o fim.

Contente com meus estudos do dia, passava uma última vez recapitulando tudo e tirando as pequenas duvidas que se criavam em minha mente


Fim do Aprendizado da Proficiência Física


Fechando o livro, sentia meus ombros já cansados, o dia havia sido longo e os estudos foram o estopim de tudo, ia tirando minha roupa, dobrando-a e guardando no armário, reparando que não havia trago roupas para dormir, o sono era tanto que de calcinha e sutiã, avistava a cama de Rael, que naquele momento parecia tão confortável quanto uma nuvem, meus olhos brilhavam e movida pelo sono, me cobria, deitando por debaixo dos lençóis, fechando os olhos lentamente, queria tirar uma sonequinha até Rael chegar e assim faria...


HistóricoInfo
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Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14
  • Livro de física - Post 16
  • Livro de cirurgia - Post 16


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14
  • 20.000 Berries - Post 16
  • 20.000 Berries - Post 17




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Shiori
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Trio - Marinheiros



Rael

Rael iniciava seu árduo aprendizado, começando a aprender como costurar as coisas, algo que ela levava um tempo, então, por fim, decidiu fabricar um presente, tendo primeiro agradecido seu tutor.-Você é marinheira, ajudar você é fortalecer a organização. É assim que um marinheiro deve pensar, quando ele ajuda outra pessoa ele ajuda a si mesmo.- Disse ele com um senso de unidade bem realista da situação, e era verdade, eles eram parte de sua organização.

No fim vendo a luva produzida ele achava ela boa, comentando o que pensou do assunto.-Ficou bem feita, acho que deve ajudar bastante em combate, para dar firmeza. Normalmente eu prefiro algo de metal, mas essa luva parece bem util- complementou dando uma coçadinha no queixo sobre como ele enxergava a situação, realmente poderia ser um ótimo presente.

Ravena

Enquanto isso, Ravena se esforçava levando várias horas de estudo para entender o livro, onde por fim depois de ficar bastante exausta ela chegava a um resultado. E por conta disso sentindo um cansaço, ela deitava um pouco na cama de Rael, que chamou sua atenção e cochilou ali mesmo.

Snow & Luci

Snow, questionava a moça se podia tomar um banho algo que ela concordava deixando que Snow fosse fazer isso se quisesse. E assim ele o fez, o que ele não esperava era encontrar a loira. Que havia ali encontrado um novo “Brinquedo” digamos assim. Ela logo começou a pentelhar o rapaz, tirando ele da zona de conforto. O que não foi assim tão longe, mas havia funcionado.

Eles dois podem aproveitar as quentes águas termais para suas brincadeiras mais diversas, afinal, eles haviam entrado no banho misto, e estavam sozinhos ali. Claro que a visão do pequenino era das melhores, mesmo em meio às brincadeiras, devia existir gratidão pela cena provavelmente. Ele tinha visto muitas coisas naquele dia.

Yura

Então a moça começava a explorar com cuidado por conta da dica do fantasma, ao qual ela ainda perguntava alguns detalhes, que eram respondidos com um balançar de cabeça disforme e uma resposta.-Não sou boa em identificar pessoas. Se eu soubesse identificar pessoas boas e ruins eu estaria vivo KUKUKUKU- Riu ele sobre suas próprias companhias que talvez não fossem das melhores.

E enquanto ela vistoriava as caixas ele seguia falando sobre esse assunto, sobre pessoas, e como elas podem ser indiferentes às vidas de outras.-Veja bem, seres humanos são complicados, eles podem ignorar a vida das outras quando isso vale a pena pra elas. O mundo é bem duro. Então tenha cuidado com como vive.- disse ele saindo pela parede atravessando ela e saindo do outro lado.

Então ela tinha terminado o primeiro container, nada de errado ali, e ela viu o fantasma do lado de fora, ele tava tomando banho de lua, com um biquini? Algo assim, mesmo que ele não tivesse formato exato pra isso, já que ele era todo redondo com caudinha e bracinhos, entretanto estava ali ele baixou o óculos escuro e disse.-Que que foi? É meu banho de lua. Acha que esse bronzeado aqui se mantém sozinho? É muito esforço minha filha.- Bem, os mortos pareciam ter suas manias, fazer o que né? Então no segundo container, as coisas pareciam ir bem, ela ia ali abrindo as caixas uma a uma sem muitos problemas.

Então enquanto isso a moça estava tranquila, até que ela começava a ouvir um barulho alto numa caixa era um “tic TIC TIC TIC” -CORRE MULHER!! CORRE!!-gritava o fantasma depois de ouvir o barulho… Seria aquele o momento em que ela tinha de se defender de uma explosão? Provavelmente.

Histórico:


Legenda:


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Eu sorria toda encantada pelo pequenino irritado, sentia bastante vontade de esmagar suas bochechas raivosas entre meus dedos mas controlava esse desejo, pelo menos por enquanto… - Ohhh… Você está bem confortável comigo aqui. - Dizia meio coradinha por Snow não estar mais se cobrindo na minha frente, imaginando que talvez minhas provocações o deixaram mais relaxado em relação a mim. - Será que eu devo fazer o mesmo.. . - Comentava num ar pensativo, apoiando a ponta do dedo indicador nos lábios considerando a idéia de também revelar minha nudez para ele. Claro que eu não faria isso, mas estaria pontinha para rir e encará-lo com um olhar de julgamento caso Snow acabasse se deixando levar por pensamentos pervertidos.

O pequetuxo despertou ainda mais o meu interesse após ter revelado ser um marinheiro, isso significava que eu poderia ter várias outras oportunidades de atormentá-lo, digo, brincar com ele de maneira totalmente inocente. - Ara ara. Então você é um homem da lei, nesse caso é melhor eu ser uma boa menina para não acabar desacatando sua autoridade, caso contrário você pode acabar me prendendo com força e me deixando algemada completamente indefesa. - Demonstrava ficar impressionada com a profissão de Snow mas não perdia o ar de brincadeira na fala, se ele deixasse aproximar minha mão de seu corpo e começaria a acariciar circularmente os cabelos utilizando a ponta da unha, sendo cuidadosa para manter o cafuné apenas na superfície, e se Snow parecesse gostar eu iria o dedo até sua bochecha para continuar lhe fazendo carinho com o dedo parcialmente flexionado. Eu acabaria com os olhos bem abertos explodindo de fofura além das bochechas infladas bem vermelhinhas comigo tentando a todo custo prender o sorriso mas sem sucesso algum. "É TÃO meigo! Eu quero ele para mim." Cada vez mais a vontade de trancar Snow num pontinho aumentava. - No momento eu sou apenas uma civil relaxando nessa piscina aquecida, e pensando em qual seria a melhor maneira de me divertir com você. - Dizia casualmente mas não dava para esconder a leve tonalidade diabólica naquilo que eu julgava como divertido. Eu poderia ter confessado o fato de compartilharmos a mesma profissão, entretanto qual seria a graça nisso?

Depois disso eu apoiava o queixo no braço encarando o pequenino com certo incômodo em meus olhos. - Mas nem você parece acreditar ser um marinheiro, se você não tiver essa convicção como que as outras pessoas se sentirão confiantes em relação a você? - Depois dessa fala apenas ficaria observando serenamente o anão, no aguardo de sua reação e pela primeira vez em nossa conversa eu não estaria fazendo insinuações ou implicando com ele.

Tudo que o pequenino falava eu escutava, analisava e arquivava dentro da minha cabeça, simplesmente queria saber TUDO sobre ele. - Desculpe-me senhor marinheiro, não foi minha ofendê-lo, apenas imaginei que assim nós ficaríamos em níveis semelhantes. - As desculpas eram sinceras mas estava sendo impossível conter a tonalidade divertida em minhas palavras, não havia oferecido o mindinho por julgá-lo inferior a mim, na verdade era contrário disso. - Mas então por favor seja um cavalheiro e me cumprimente de acordo. - Se Snow queria ser tratado da mesma maneira que eu trato os humanos, assim eu o faria, mas seria do jeito como fui ensinada no reino dos homens, oferecia as costas da mão para o pequenino beijar, imaginando como ele faria isso.

Porém também havia uma outra razão para minha pessoa ter evitado o aperto de mãos. - E talvez eu acabaria cedendo aos meus desejos de agarrá-lo e apertar com toda a força que possuo, tentando esmagar todos os seus os sonhos. - Devaneava entorpecida pela sensação de êxtase que essa possibilidade me causava, até mesmo podia escutar os ossos de Snow estralando e sendo estilhaçados por entre meus dedos, eu apertava o ar simulando estar esmagando o anão com um largo sorriso de satisfação estampado no meio das bochechas ruborizadas, e um fio de baba escorria pelo canto da boca. Se eu tivesse que resumir em poucas palavras essa intensa sensação de deleite, diria que era como ter um orgasmo mental.

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E DO NADA minha expressão mudava, estava com os olhos fechados ao mesmo tempo sorria ingenuamente mostrando os dentes. - Mas você é bem forte né? Então você não vai quebrar fácil, então você a gente pode se divertir muito!! - Por mais difícil que fosse acreditar não haveria qualquer vestígio de crueldade nessas palavras ou em meu sorriso meio infantil, até mesmo porque no fundo sou apenas uma garota querendo brincar com seu novo amigo.

Observava cada passinho do pequetuxo em direção a piscina, esquecendo até mesmo de piscar, mas como ele se mostrava desconfiado em relação mim, eu apenas inclinava o rosto para o outro lado e ficava assobiando querendo passar uma mensagem de. "Não tô pensando em nada suspeito, confia." Mas isso certamente me faria parecer bastante suspeita. - SS..NOW..ZINN..NHUU! - Como quem não quer nada eu silabava o nome do anão enfatizando todas as sílabas, era tipo escutar uma criança arteira prestes a fazer bagunça. - Você sabia que essa piscina tem tecnologia para produzir ondas artificiais? - Perguntava aparentando ter algo suuuper interessante para falar. - Olha só. Kukukun! - Antes da travessura eu já começava a rir de forma travessa. Em seguida começava a bater os pés embaixo de água afim de jogar ondinhas na direção do pequetuxo, o que para ele poderia ser o equivalente ao mar agitado, mas eu não botava força nas pernas, era só para fazer ele balançar um pouquinho enquanto estivesse boiando.

Depois dessa leve brincadeira eu me aquiateria na borda da piscina, só curtindo os últimos momentos deitada na água quentinha até a casa de banho fechar.

”Histórico”:
Milabbh
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08

   

   
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSE A GHOST TOLD HER TO DO SO

   
Encarava o fantasma enquanto ele acenava negativamente com a cabeça, deformando o ambiente atrás de si. Ria da situação com ele antes de falar. - Bom, esse é um argumento difícil de refutar. - Voltava meus olhos para a caixa, mas assentia vez ou outra para que ele soubesse que estava ouvindo.

- É... Você tem razão, o mundo é um lugar... - E antes que pudesse terminar, via o fantasma atravessando a parede e indo embora. Dando de ombros, passava para o próximo container. Mas antes que pudesse começar a procura, meus olhos captavam uma visão estranha.

Pela janela, não somente a luz da lua entrava, como também a imagem de um fantasma de biquini e óculos escuros. - De fato, você tem um belo bronzeado. Talvez eu devesse fazer isso também. - Dizia com a mão no queixo, realmente ponderando a ideia.

Sem muita enrolação, revirava mais objetos e de repente um barulho. Um estrondoso estalido que nos ensurdecia naquele silêncio. A única coisa que o quebrava eram os gritos ensandecidos de meu companheiro de conversa.

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Com os olhos arregalados, fazia uma rápida varredura do local. Se avistasse a tenente, correria com todas as forças até ela para podermos fugir. No entanto, se não a encontrasse, apenas correria para a saída mais próxima, provavelmente a janela, enquanto gritava. - TENENTE, TEM UMA BOMBA. FOGE!!!!
   
Historico:


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Ex-Panda
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A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSED HE HOPED TO BANG HIS SUPERIOR



Ela parecia estar se divertindo muito as minhas custas, ela não parecia ser uma má pessoa quanto a senhorita Kotaro então eu ficava mais tranquilo, na medida do possível é claro.

— Eu só estou tranquilo porque você não parece me ver como um homem, vocês humanos muitas vezes nos subestimam, mas nós também temos você sabe, vontades...

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 9 B8fc2b1027b217a849600db98958f336

Dizia meio envergonhado, talvez assim ela entendesse melhor o que eu queria dizer, mas talvez o tempo que eu passei com a senhorita que me sequestrou me fez ficar menos envergonhado em relação a mostrar meu corpo nu.

Ela novamente brincava, imediatamente eu cobria meus olhos, ela talvez não me visse dessa forma, mas eu ainda a achava uma mulher bonita, então evitava ficar olhando muito para não acontecer nada de ruim com meu corpo.

Eu entrava na banheira e ficava mais relaxado agora, ela parecia brincar com tudo o que eu dizia então começava a não ficar nervoso percebendo que talvez fosse exatamente isso o que ela queria.

— Sim eu sou um marinheiro, mas eu não ia prender uma pessoa por algo tão besta assim, eu quero defender aqueles que não podem e não oprimir eles.

Falava isso apertando os punhos lembrando brevemente de meu passado, o senhor que eu não pude proteger talvez até hoje me proteja em outro mundo...

Quando estava distraído ela logo aproximava sua mão de mim, ela não parecia ter nenhuma intenção ruim então por curiosidade a deixava fazer o que queria, ela me fazia um cafune com sua unha, não machucava era bom, era diferente do toque da senhorita Kotaro que sempre me apertava e deixava marcas, era quente e reconfortante.

Minha expressão ficava mais leve, logo após brincar com meus cabelos ela mexia com minhas bochechas, também era algo diferente do que ela aparentava querer fazer ou como havia falado, me apertar para quebrar meus ossos.

Logo então percebia que estava sendo acariciado por uma mulher que havia acabado de conhecer e ainda por cima estávamos nus, o que me deixava meio frustrado, ela me via apenas como um bonequinho, se eu tivesse seu tamanho isso não aconteceria.

A sailor who enlisted because she didn't want to get married - Página 9 C509c5e91e8bc5ef240dde024d127dc7

— Ei por que isso do nada? Você vai ser taxada de tarada se começar a acariciar pessoas que você acabou de conhecer por aí sabia?

Jogava um pouco de água quente em meu corpo e me deitava mais, era mais frio em baixo já que todo o ar quente subia, então ficava meio desconfortável com a temperatura rapidamente já que não estava exatamente dentro da água.

— Eu só falei assim porque imaginei que você ia tentar brincar com a minha cara, mas não se preocupe eu vou ficar tão forte que as pessoas não terão nem chance de duvidar se eu sou um marinheiro ou não!

— Eu ainda sou fraco... Mas ficarei tão forte que vou chutar tão forte a bunda dos Yonkous que eles vão ter que me chamar de Snow sama!


Logo após sua primeira pergunta de verdade sem brincadeiras ela me oferecia sua mão para que eu a cumprimentasse como uma dama, eu me levantava em cima de meu pequeno balde e então beijava sua mão a puxando por seus dedos.

— Se você tentar me esmagar aí sim eu vou ter que prender você humph!

Me sentava com força com o intuito de fazer barulho, provavelmente não teria efeito já que eu era leve demais, mas talvez ela teria entendido o porquê, olhava sua expressão e por um segundo me lembrava da senhorita Kotaro e sentia um frio na espinha.

Mas a respondia com convicção para não parecer que cairia em suas garras.

— Sim eu sou forte! Eu não iria me machucar só com isso, alguém no passado já tentou fazer coisas muito piores comigo...

Começava a ficar levemente com sono, o dia havia sido bem cheio e muitas coisas para resolver, bocejava e coçava meu olho direito lentamente, ela logo me chamava e começava a balançar meu balde com “ondinhas”

Para ela talvez fossem pequenas, mas para mim nem tanto, tentava me equilibrar como desse dentro do meu balde e caso ele virasse nadaria o mais rápido para a borda, se eu não caísse falaria a ela.

— Luciferanna para com isso, aqui é bem fundo para mim sua maluca eu só tenho 15 centímetros!

Não era como se eu não soubesse nadar, mas ainda assim era basicamente como se eu mergulhasse em auto mar com as águas turbulentas, não seria nada agradável, levaria o balde até a borda e desceria em terra firme.

— Arf arf, achei que ia ter que fazer uma maratona de nado...

Eu provavelmente já iria sair já que não podia deixar as coisas lá fora sozinhas por tanto tempo, mas eu ainda tinha um pedido para ela, eu iria pedir isso para a dona da pousada mas já que ela parecia gostar de mim aproveitava desse fato.

— Luci... Será que você poderia me ajudar a secar meu cabelo? É difícil para mim usar as coisas porque são grandes demais então seria de muita ajuda...

Ficava corado em meu pedido, caso ela recusasse agradeceria pelo banho e então iria lá para fora e veria como iria fazer para secar meus cabelos brancos.

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Garota Cavalo
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Histórico

Rael Kronin




Post: 30
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Memórias Póstumas (sabre)
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão Mk.2
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18
• Perícia Costura- post 29

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    — Gishishishi — Não conseguia deixar de demonstrar meu contentamento enquanto ouvia os comentários de Marcus, ele provavelmente estava certo quanto ao metal, mas era melhor daquele jeito, um presente também tem que ser bonito afinal de contas — Vou me retirar por hoje então. Obrigada pela ajuda e boa noite — Recolhia então todas as minhas confecções e partia em direção de volta ao dormitório.

    No caminho de volta pensava sobre o que o careca havia comentado, nas histórias em que li o herói é sempre retratado com aquele que chega para resolver a situação, salvando o indefesos e saindo sem fazer mais nada. Mas o que realmente significa ajudar as pessoas são as gentilezas que vim recebendo até aqui, desde a senhora Uohta, Ravena, Lucy, e agora o próprio Marcus. Olhava para as luvas que tinha feito, imaginando que consigo entender um pouco esse sentimento de unidade.

    — Um marinheiro quando ajuda os outros também se ajuda… — Talvez fosse isso que a Tenente Kat quis dizer quando disse que não precisava de heróis e sim alguém que fizesse o seu trabalho. Tudo isso aumentava minhas expectativas para com a organização, esse havia sido um bom primeiro dia, e chegava sorridente de meus pensamentos quando entrei no quarto.

[...]

    Adentrava o cômodo com o barulho dos metais batendo, sem me dar conta que Ravena poderia estar dormindo ali no quarto, e o que me deixava mais surpresa ainda, na minha cama! — Aah! Desculpa, eu não queria te… — Ficava sem ação a medida que ela levantava e o lençol a descobria, ainda era difícil não pensar no livro que tinha lido mais cedo — eu não… eu… eu não queria te acordar… — a cada repetição minha voz ia ficando baixinha, e com as bochechas rosadas, desviava o meu olhar para o canto do quarto.

    — Aaah eu te fiz isso aqui! — Meio desastrada derrubava minhas duas espadas no chão, puxando o par de luvar e o entregando para Ravena com ambos meus braço estendidos para frente e a cabeça baixa mirando o chão — Eu não sei se é do seu gosto tudo bem se você não gostar é que já era meio tarde pra comprar qualquer coisa e isso é só o que eu sei fazer mas se você não quiser tudo bem nem ficou tão bom assim mesmo... — dizia atropelando as palavras e terminando a fala meio sem fôlego por não ter feito nenhuma pausa.



    Ficava contente com sua reação, porém nervosa com outro abraço do nada, a este ponto eu na verdade já deveria estar acostumada, mas não era nem um pouco o caso — Aaaah, eu tô toda suja da oficina… e também de cair no chão na arena — dizia em contestação ao toque físico, tinha medo de meu suor e a pele grudando da sujeira incomodarem Raven ou passarem uma impressão errada sobre mim. Mas o que me calava era ela segurando meu rosto, engolia em seco, nervosa e olhando bem em seus olhos — Qu- que bom que gostou, não foi nada demais, s-sério.

    Era impossível não olhar na hora em que Ravena se virava de costas, meus olhos seguiam seu movimento natural e logo saltavam para o teto ao perceber a garota se virando novamente para mim — Eu não vi nada, nadinha… Também não tem nada demais né? Somos só duas garotas… colegas de quarto… nada demais… — Talvez fosse melhor eu parar de falar, afirmei positivamente com passinhos ligeiros até o armário pegando suas roupas e entregando para Raven evitando ao máximo o contato visual.

    — Eu acho melhor eu ir tomar banho então — Desajeitada peguei as espadas do chão e as deslizei novamente para debaixo da cama, pegando uma toalha, roupa íntima limpa e a camisola que comprei, saía do quarto as pressas — Eu eu volto logo! — Precisava daquele banho não só para me limpar, mas o dia estava estranhamente quente hoje.

    Andava pelos corredores até o chuveiros do Quartel, segurando o peito com a mão esquerda, meu coração parecia que ia sair pela boca. Eu achei que tinha afastado esses pensamentos mas minhas reações só parecem cada vez mais na cara, só espero que Raven não tenha notado e me achar esquisita, e agradeço por nenhuma das Lucys estarem aqui para jogar lenha no fogo.

    Pela terceira vez no dia, retirava todas as roupas e entrava no chuveiro, usava a ducha fria para me refrescar e tirar todas as impurezas e dores do corpo, tentava inclusive tirar as impurezas de mente, mas pensar naquilo só tornava mais difícil de deixar pra lá, dessa vez ficava no banho refletindo por um tempo longo e sem pressa.

[...]

    Antes de entrar no quarto novamente, parava na porta respirando bem fundo.

    “Compostura Rael, você consegue.”

    — Ufa… bem melhor — Abria a porta comentando sobre o alívio do banho, estava com a camisola preta, sem usar nada embaixo, fora uma calcinha limpa, e secava o lado grande de meu cabelo com a toalha.

Jean Fraga
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Jean FragaEstagiário
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A sailor who enlisted because the world needs a hero


- O reencontro -

O delicioso sono era cortado quando acordava com barulhos fortes na entrada, ainda sonolenta, bochechava e olhava por alguns instantes para Rael sem reconhece-la.

Recobrindo parte da consciência, eu levantava indo até ela e a abraçando, deitando meu rosto sobre seu ombro, como um gatinho, eu remexia meu rosto naquele ponto.

— Desculpa… acabei ficando com sono depois que acabei meus estudos e sua cama caiu do céu como uma benção… - surpreendia-me quando ouvia a fala sobre um possível presente, me afastando e tentando encontra-lo.

Era quando meus olhos se arregalavam e logo começavam a brilhar, a parte minha que ainda estava drogada com o sono, acordava meu lado adormecido, recebia em minhas mãos e logo trazia para perto do meu rosto, visualizando melhor.

Parecia que tudo naquilo havia feito com muita dedicação e obviamente, vindo de Rael, eu tinha certeza, eu logo boto em minhas mãos, usando o regulador para deixar no jeitinho, apertando e mexendo os braços, havia encaixado perfeitamente.

Lendo a frase gravada, aquilo quebrava minha postura e meus olhos se enchiam de lagrimas, dessa vez de alegria!
Abraçando-a novamente, eu me afastava e segurava minhas duas mãos sobre seu rosto.

— Ficou perfeito Rael!! Eu… não sei nem como te agradecer… - remexia o rosto - Mas pode ter certeza que encontrarei algo a sua altura!

— De verdade, muito obrigada, eu amei. - Soltava seu rosto e então percebia meu erro fatal.

Pelo sono, não havia notado que ainda estava só de calcinha e sutiã, olhando para ela e para meu corpo, minhas bochechas se rosavam como lindos pimentões e eu virava de costas.

Se bem que poderia ser pior ainda, já que deixava a amostra minha bunda, então virava de novo me cobrindo com o lençol conforme deitava por debaixo.

— V-você pode pegar minhas roupas no armário?…

Sentia mais vergonha ainda quando ouvia as poucas palavras que em seguida já eram cortadas conforme recebia minhas roupas, — Só amigas...? - Falava em um tom baixo conforme recebia em seguida minhas roupas, logo as vestindo ainda debaixo dos lençóis...

— Ta... ta bom, mas volta logo... já passei a noite sozinha com esses livros... – Dizia conforme levantava e arrumava a cama de Rael, deixando-a visualmente bonita novamente.

Enquanto aguardava ela, ficava andando de um lado pro outro no pequeno quarto, pensando comigo mesmo o que faria de especial para ela... o que a Rael gosta e que eu saiba fazer? Logo chegando à conclusão que eu não sabia nada, tirava minha vida.

O tempo passava tão rápido que logo ouvia a porta se abrir e lentamente ela aparecia, linda e meiga como uma princesa, pensando em algo que talvez fosse legal.

Indo até ela, curvava minhas costas lentamente e estendia minha mão a frente, — Teria eu a honra de dançar contigo?! Eu não sei dançar, mas sei fazer umas piruetas... será se ajuda? – Sorria sem jeito, mas com uma feição sempre seria.

— Hoje mais cedo eu te vi dançando tão intensamente e aquilo me prendeu... eu queria ver de novo, mas quem sabe só eu... – Dizia ainda mantendo a pose firme.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 25
Ferimentos
  • N/A

Objetivos
  • Macetar a Rael
  • Macetar a Tenente
  • Fazer uma missão
  • Aprender cirurgia 
  • Aprender física

Ganhos:
  • Par de Soqueiras - Post 06
  • Pistola - Post 06
  • Uniforme da Marinha - Post 06
  • 1.500.000 Berries - Post 10
  • Roupas intimas - Post 13
  • Look casual - Post 14
  • Livro de física - Post 16
  • Livro de cirurgia - Post 16


Perdas
  • 800.000 Berries - Post 14
  • 20.000 Berries - Post 16
  • 20.000 Berries - Post 17





Última edição por Jean Fraga em Qui Mar 10, 2022 10:01 am, editado 1 vez(es)

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Shiori
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Créditos : 05


Trio - Marinheiros




Rael & Ravena

Rael naquele momento comentava com o carequinha e saia do lugar, voltando para o quarto tendo ali sua reflexão no caminho sobre o que a marinheira Kat disse. Era algo simples, mas que certamente nomeava bem o que estava acontecendo. Ela ao chegar acabava por acordar Ravena.

A moça assonada fazia um momento bem revelador, o que deixava a espadachim meio envergonhada e saindo dali, ia tomar seu banho, onde ao voltar, era alvo de um convite de dança, da moça que ficou impaciente esperando ela pelo quarto.

Snow & Luci

Esses dois estavam ali em seu momento de provocação, chove mas não molha, onde a Loira ia escalando seu comportamento para com ele, realmente pentelhando o garotinho, mas ele estava bem blindado, afinal, ele já tinha sido colocado no pote antes. Às vezes voltar pro pote pode não ser tão ruim se acompanhado de mechas douradas.

Ainda mais por quando ela saia da piscina a visão era deslumbrante, a brilhante água que escorria pelo seu corpo, iluminada pela luz ao teto, era realmente uma visão belíssima, as curvas ficavam em grande evidência, e só de olhar dava pra sentir a maciez daquela pele provocativa.

Era um fato que o corpo dela era escultural, e apresentava grandes qualidades, e claro o creme hidratante tinha com toda certeza deixado aquela pele ali divina. Contudo, eles tinham algum tempo ali para aproveitar a companhia do outro, fosse com ou sem desconfiança.

Yura

A garota ao ouvir o “tic tic” e seu aviso começou a correr, enquanto avisava a tenente que apesar de ela não estar por perto, podia ouvir. Então um grande “TRIIIIIIINNNNNNNNN” Era ouvido, o que ela fugiu era um despertador. A Tenente correu até a região pra ver o que estava acontecendo, mas sem se aproximar do container específico por conta da provável explosão.

Mas o que Yura viu foi um sorriso se formando no rosto da tenente seguido de uma gargalhada.-KEKEKEKEKEKE É um despertador, devem ter esquecido ligado.- Ela então foi até lá dentro, abriu a caixa e desligou o relógio que tinha tocado em alta frequência.

Ela então voltou para fora e comentou com a moça, sobre ser bastante importante realmente o que ela fez, cuidado extra nunca é demais numa situação dessa.-Teve uma atitude excelente, sempre tenha cuidado excessivo, muito bom trabalho.- Disse ela voltando a sua fila de containers.

O fantasma com seu biquine segurava um coco com canudinho e chegava mais perto dela flutuando, enquanto baixava o óculos e dava uma sugadinha no coco.-Foi mal, achei que ia tudo pelos ares aí.- disse com um sorrisinho disfarçado naquele momento.

Histórico:


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09

   

   
A SAILOR WHO ENLISTED BECAUSE A GHOST TOLD HER TO DO SO

   
Enquanto corria, sentia o medo crescendo dentro de mim. Então era isso? Estaria eu prestes a virar um dos meus amigos do outro lado? Com tudo isso em mente, me preparei para o impacto. E então... Um sino?

O barulho estridente ressoava em meus ouvidos, e minha corrida morria aos poucos enquanto eu olhava para trás confusa. - Hã? - Notava a tenente se aproximar e, apesar do barulho, ainda ficava nervosa com a possibilidade de ela sair voando pelos ares, sujando todo o navio.

Por sorte, ela olhava de longe e então... Começava a rir. Meu rosto se contorcia em uma expressão completamente perdida. Acontece que o estalido vinha de um despertador que, bem, despertou. Ao som das gargalhadas da tenente, sentia meu corpo murchar aos poucos, tentando se esconder em si mesmo, nas vestes, qualquer coisa que pudesse me proteger de olhares.

- Ahh... Haha. Me desculpe. - Dizia tímida enquanto encarava meus pés. Entretanto, após se recompor, a superior se aproximava e elogiava meu trabalho. Um sorriso retornava ao meu rosto, e eu acenava firmemente com a cabeça. - Sim senhora! Obrigada! - Ainda sorridente, seguia a deixa da marinheira e voltava ao trabalho.

Uma vez na frente do container, avistava o fantasma que havia dado a dica incrível. Parecia relaxado com a situação, e até bebia um coco! - Ahhh, seu pestinha! Me fez passar vergonha na frente de alguém importante. Volta aqui!!! - Tentava agarrar o espectro pelo rabinho e puxá-lo para perto. - Agora vai ter que me ajudar com os containers. Um por um. - Dizia pausadamente encarando o fantasma.

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Historico:


Personagem:


   
   Code by Arthur Lancaster


Garota Cavalo
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Créditos : 29
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Histórico

Rael Kronin




Post: 31
Objetivos• Fazer missão?
• Macetar a Raven
• Macetar a Tenente
• Aprender Costura

Ganhos• Memórias Póstumas (sabre)
• Manto
• Uniforme de Soldado
• O Espadão Mk.2
• Algemas
• 1.500.000 Berries - Post 15
• Roupas - Post 18
• Perícia Costura- post 29

Perdas• 1.100.000 Berries

Ferimentos

Relações
Senhora UohtaUma senhora que ajudou Rael à escapar de seu lar através de seu restaurante marítimo, por seis dias Rael trocou trabalho por estadia, e muito grata com a senhora, jurou ajudá-la caso algum dia precisa de ajuda em retorno.



Berries: 650.000 ฿S
Ferreira

Inventário



Proficiências• Dança
• Física
• Forja
• Joalheria
• Mecânica

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Carismática
• Liderança
• Afinidade com Haki

Defeitos• Extravagante
• Altruísta
• Heroico
• Impulsivo
• Ingênuo

Ken no yuusha


    Ao entrar no quarto era surpreendida com o pedido de Ravena, tinha um sorriso leve no rosto, pois dançar era minha atividade favorita. Pendurava a toalha na borda de uma das beliches, segurando sua mão estendida — Seria um prazer lhe conceder esta dança — falava interpretando como se estivéssemos num baile — Eu acho que aqui é um pouco apertado para piruetas, mas eu posso te mostrar alguns passos.

    Ainda estava um pouco nervosa com aquilo, claro, mas quando eu abstraia apenas para uma dança, no qual já pratiquei com diversos pares, tudo ficava um pouco mais claro — Primeiro com a mão direita você segura minha esquerda, e a outra você apoia no meu ombro — Ficaria de mãos dadas com a morena, envolvendo meu braço direito em sua cintura, a puxando para perto e colando nossas barrigas, terminando com nossos rostos muito próximos um do outro.

    Minha postura seria perfeita, ereta e de pescoço esticado, com minha pegada fazia o mesmo com a postura de Ravena, mantendo um rosto neutro e minha visão bem fixa em seus olhos — É importante manter o contato visual, se foque apenas nos meus olhos e relaxe o corpo enquanto sente os movimentos da minha condução.

    Não chegava a falar para ela o que mais fazer, iniciava o primeiro passo com o pé esquerdo, indo para frente e antes de pisar empurrando a perna de Raven para trás com a minha coxa, fazendo com que ela se mova naturalmente através de mim — É só deixar fluir — O segundo passo era com minha perna direita, dessa vez com o dobro da distância e girando no sentido anti-horário, por fim puxando o pé esquerdo para o lado do outro, voltando à postura inicial porém à frente e de lado com relação à primeira posição.

    Dava início ao segundo movimento com o pé direito para trás, fazendo o mesmo giro anti-horário e dando uma puxada em Ravena para que ela me acompanhasse com sua própria passada, finalizando trazendo o pé esquerdo para o lado do outro já completando o giro. A partir daí repetia a sequência mais uma vez, completando a rota quadrada e voltando para a posição em que tudo começou, era um passo perfeito para uma área mais limitada, já que se dança completando um quadrado.



    — Essa sequência se chama Waltz Box. Vamos mais uma vez… Um… Dois… Três… Quatro… Um… Dois… Três… Quatro… — Começava devagar até Ravena pegar o ritmo, e então aceleraria um pouco, trocando a contagem por um cantarolar de uma melodia animada — Bem divertido né? Confia em mim? — Se a garota pedisse confirmação ou perguntasse para o que especificamente, repetiria — Confia em mim? — Tinha um sorriso meio travesso, e assim que tivesse a afirmação positiva, daria um passo maior com a direita, mantendo minha outra perna lá trás, desequilibraria Raven fazendo ela cair para trás, a suportando com a minha mão em sua cintura e resultando no movimento de arqueamento das costas, com a morena praticamente deitada e parada no meio do ar.



    Voltava o pé direito para trás a puxando de volta, rindo da situação e continuando a dançar com o Waltz Box — Você devia ver a sua cara achando que ia cair, gishishishishi — dali em diante, sempre que a parecesse que estivéssemos repetindo demais a sequência, eu inovaria com um movimento novo para Raven antes de voltar ao padrão, ainda cantarolando no ritmo de nossa dança.

    Passado alguns minutos, pararia os passos, ainda a segurando firme, colada em mim e um pouco ofegante. Com a visão ainda focada em seus olhos, podia sentir o quanto nossos rostos estavam próximos pela sua respiração.



    Dançar daquele jeito havia esvaziado minha mente, apenas ficava parada ali sem pensar em nada específico, e era nesse momento em que deixava os impulsos de meu corpo tomarem conta de mim, deixaria minha pegada em sua cintura ainda mais firme, atraída por sua respiração quente, enquanto fechava os olhos me aproximei lentamente de Raven até que nossos lábios estivessem se tocando.

    Aquela sensação meio molhada, apesar de novidade era algo extremamente agradável, e me levava um tempinho até perceber o que estava fazendo, arregalando os olhos em um instante e soltando sua cintura, dando três passos rápidos para trás, não sabia pra onde olhar e estava visivelmente mais envergonhada do que em toda a minha vida.

    — Aah! E- eu, eu não… De- desculpa, eu, eu não sei o que to fazendo eu só… — Minhas palavras eram silenciadas pelo avanço da própria Raven, e neste momento todo o ruído na minha cabeça cessava, sem confusões, sem inseguranças, deixava Raven me guiar focando só naquele momento.



Última edição por Remenuf em Qua Mar 09, 2022 10:24 pm, editado 1 vez(es)