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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar Godheim e Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Koji
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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 10
12:17 / Swallow



 
Em paralelo à grandiosa batalha que ocorria na grande embarcação, um outro evento acabava de começar, trazendo consigo um clima no mínimo diferente para todos os transeuntes do navio. A frente fria vinda de Minion, a ilha onde acabavam de ancorar, batia forte contra os rostos dos soldados e marinheiros, que em prontidão pegavam seus agasalhos, se dispersando da luta que atraía a atenção até dos pássaros. Mesmo Pippos, pegando seu agasalho, era acometido pelo frio extremo do lugar; as únicas exceções eram Thorkell e Smith, os protagonistas do embate que fazia vibrar os aços daquele cruzador.

No momento em que a luta ficava interessante, Vitaminado decidia realizar suas tarefas como um dos viajantes daquele barco: ir em busca dos suprimentos. Pegando seu agasalho e descendo do navio em um grandioso salto, fazia questão de chamar a atenção pelo local mesmo não podendo exibir seus poderosos e tonificados músculos, que quase choravam diante tanta desfeita. Seus olhos, porém, buscavam conforto em lugares que poderiam vender sequer uma gota de álcool para apurar seu paladar novamente e o tirar daquela situação congelante.

Naquele clima frio, não era difícil encontrar uma espécie de pub estilo vintage. Sua fachada dizia "Minion Peaks" em placas de madeira gastas pelo tempo e pelos ventos que cortavam a pele. Além disso, como um bônus, parecia ser frequentado por pessoas de todas as espécies e tamanhos, podendo suportar toda a sua grandiosidade. Marcando a posição para depois, focava em ir até o local de carga e descarga para acabar com toda aquela procissão de soldados pela ilha praticamente inóspita.

Novamente, os locais ficavam admirados com sua capacidade de carga. Como um touro, andava tranquilamente com dezenas de suprimentos suportados apenas pelos seus másculos braços, certo de uma coisa: faria de tudo para tomar logo um gole de álcool e chegar no navio a tempo para ver a luta - ou o que restava dos participantes da mesma. Passando então no local, pedia pelo barril de bebida e era atendido rápido da mesma maneira como entrava. — A melhor vodka da região por 100.000 berries! — anunciava um baixo homem de meia-idade, com uma barba que chegava ao seu peito. Efetuando o pagamento, imediatamente saía do lugar de volta para a embarcação, tomando, é claro, um gole da sua nova bebida.

Já no navio, a situação se intensificava. Enquanto Smith novamente ganhava a liderança daquele embate ferrenho, Thorkell se limitava a apenas levantar de sua queda - talvez o passo mais importante para efetuar sua participação naquela batalha. Admirando a força de seu superior, buscava, agora, uma nova estratégia para passar por suas técnicas inesperadas e força esmagadora, usando, novamente, a lança em sua forma primal. O tenente, focado inteiramente no combate, fazia o mesmo, entrando na sua posição favorita para o mesmo: coluna arqueada, joelhos dobrados e lâminas postas em frente ao seu tronco.

Uma marca clara daquele combate era as investidas iniciais de Thorkell, que não falhava em as executar em um momento sequer. Como de praxe, ele iniciava a primeira colisão, rotacionando sua lança como um grande helicóptero para então descendê-la horizontalmente em direção ao seu adversário. Já sabendo da velocidade e mobilidade do superior, previa sua esquiva, mantendo-se atento à sua posição não só com os olhos - que acompanhavam com certa dificuldade - mas com o corpo também. Smith havia desviado daquele ataque com um salto em direção ao gigante, que era respondido com um avanço do mesmo e estocadas com sua lança.

Cada uma dos golpes proferidos com a lança eram habilmente repelidos ainda no ar, levando seu fio para fora da zona de perigo do corpo do humano. Rasgando roupas ou apenas o ar, o metal que Thorkell empunhava não era capaz de penetrar a carne de um Smith agora totalmente imerso naquele combate. Apesar disso, era capaz de parar seu avanço, colocando-o de volta ao chão. Assim que pousava, novamente pulava, escolhendo ser dessa vez o primeiro a executar o golpe que definitivamente pretendia acabar com aquela luta.

Talvez estivesse subestimando a experiência de Dragnar, ou até mesmo testando-a; fato é que seu plano não ia tão certo. Usando a haste e sua guarda alta, protegia os pontos de seu corpo que pareciam mais vulneráveis aos golpes do tenente, que certamente doeriam; Nesse instante, mais tilintar entre as lâminas eram ouvidos antes de um tenebroso silêncio. — Está na hora do grande final, então, Thorkell. — dizia o homem após cessar suas investidas, um pouco ofegante e com os cabelos desgrenhados - assim como seu adversário. Para os olhos inexperientes, parecia se tratar de uma luta justa, mas para o gigante, a verdade estava clara: não era.

Segurando firme no cabo de suas lanças, Smith preparava uma investida que parecia conter todas as suas forças. Dessa vez, porém, guardava na sua bainha uma de suas espadas, usando a outra como uma Bastarda. Seus planos não pareciam claros para Thorkell, que se limitava a levantar guarda contra qualquer tentativa do homem. Em questão de segundos, ele iniciava uma corrida e cortava a distância entre seus corpos, se movendo por baixo de Thorkell e passando para as suas costas, prestes a desferir um poderoso golpe contra seu tendão no calcanhar.

Usando a haste da arma, Thorkell defendia o poderoso golpe que poderia danar suas capacidades locomotivas, posicionando a lança verticalmente para parar o fio daquela lâmina impiedosa. Usando de sua astúcia, porém, Smith ia um passo além, e com sua mão de sobra, pegava a arma de Dragnar e a puxava em sua direção, desequilibrando o gigante e o colocando em vantagem de postura. Esta era rapidamente utilizada com um poderoso chute na dobra do joelho, colocando aquele Golias em sua posição mais baixa até o momento.

Certo então do fim da luta, o tenente ia para o seu golpe final. Com um salto, rapidamente alcançava a altura de seu oponente e preparava suas solas para um poderoso chute, ao mesmo tempo que suas mãos viravam o fio da espada para a parte não cortante. Esperando desestabilizar esse golpe com uma cabeçada nos pés do superior, Thorkell apostava tudo nisso, para ser surpreendido com uma visão que talvez jamais esquecesse: o rosto do homem que estava para o finalizar - em seus olhos vitoriosos refletia a própria face, enquanto que com o tronco preparava, na verdade, um corte com a lâmina.

No momento que o metal acertava sua cabeça, apenas escuridão prevalecia, seguido pelo baque de sua cabeça acertando o chão. Nesse momento, o resto dos soldados chegava junto a Pippos, para ver Dragnar estirado no convés inconsciente por um breve instante. — Vamos, acorde. — dizia o tenente que ofegava dando pequenos tapas na bochecha do gigante, logo o liberando daquela escuridão, ainda desorientado. — Certo. SOLDADOS, PREPAREM-SE! A ÚLTIMA ILHA ESPERA POR NÓS! — anunciava o marinheiro, dando liberdado para que o barco andasse novamente em meio a gritos de euforia dos marujos.

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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 Shuuma10


Pippos, o Vitaminado!
Mas a busca de crescer é a minha vontade…
Missões?!



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Glorificado e empenhado como sempre, dediquei-me o suficiente, no intuito de compensar a ausência de meus parceiros que pareciam estar muito dedicados em seu notório confronto. Eu precisava ser ágil e tentar ignorar o frio, garantindo vestes que me favorecessem nesse ponto. À medida que continuei a ir e vir, carregando o máximo de suprimentos que podia, acabei notando nessas idas e vindas um lugar que talvez vendesse bebida. Tudo bem que eu não tinha certeza, mas parecia muito. Assim que eu terminar aqui, dou uma checada nesse lugar… - Pensei rapidamente, ainda tentando acelerar meus passos o máximo que desse.

Eu não sabia ao certo se haviam muitos reparando em mim, tudo bem que eu amo ser reparado, mas dessa vez eu estava com o foco de ser ágil o suficiente para voltar logo ao navio e poder presenciar, ainda, aquele digno embate. Depois de finalizar minhas grandes entregas de suprimentos, sem nem pensar duas vezes, logo direcionei-me até o tal espaço que supus haver bebidas. Por sorte, era um lugar bem amplo, espaço este que até condicionava minha entrada no lugar sem problemas aparentes. Ainda mantendo o meu foco e empenho, sequer pensei em escolher o tipo da bebida, ou até mesmo provei para ter certeza de que era uma bebida alcoólica. Minha pressa era única e eu queria logo poder voltar a tempo de ainda ter a chance de presenciar alguma coisa.

Astuto, como de costume, segui de volta até o navio na maior velocidade que podia em minhas largas passadas. E, depois de chegar, suspirei, onde talvez até fosse possivel visualizar o meu gélido suspiro. - Cheguei a tempo?! - Questionei-me mediante uma pergunta retórica, mas, depois de olhar bem a situação com meus olhos bem arregalados, logo me decepcionei: - Maldito, Thork… nem pra aguentar um pouco mais e deixar eu ver o Smith chutar tua bunda… VITATATA! - Gargalhei ao fim de minha fala, e, tentando despertar o meu companheiro, o ergueria com minha mão esquerda, aproveitando que estava desarmado, para dar-lhe uns bons tapas no rosto com a outra mão para tentar fazê-lo acordar.

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Mediante minhas ações de chacoalhar a face de meu amigo até ele acordar, eu não conteria minha empolgação. - Ei, cabeça de Abacaxi! Eu não faço ideia se tu nem percebeu, mas a gente já chegou em Minion, eu fiz a boa e peguei os suprimentos tanto por tu, como pelo Smith… e logo estaremos já desembarcando novamente para a próxima ilha, VITATATATA! - Estufaria meu peito com orgulho, enquanto estivesse a informar o meu amigo quanto a meu feito para acabar não atrapalhando o tão extraordinário confronto. E, nesse sentido, antes mesmo dele me agradecer ppr eu ter feito a "boa", eu já pontuaria, para que ele reparasse melhor em meu feito. - De nada, Cabacaxi! VITATA. - Brinquei mais uma vez com os apelidos, de modo que esse melhor se encaixaria em uma melhor forma de falar "Cara de Abacaxi".

Caso o nosso Tenente estivesse próximo, eu não demoraria para abordá-lo em algumas simples palavras: - E aí, Smith, senhor, qual será o nosso próximo destino? Ultima ilha? Então finalmente estaremos em Lvneel - Perguntaria retoricamente, mas deixando claro todo o meu evidente entusiasmo. - Eu quero muito estar diante de inimigos mais esbeltos, mais fortes, e também quero muito poder desenvolver-me em missões, afinal, algum dia também tenho o interesse de subir essas patentes da marinhas, como você, VITATATA! - Gargalharia ao fim, para tentar descontrair um pouco, mas prosseguiria: - Queria saber se você tem alguma informação sobre haver alguma missão à espreita nessa viagem. - Finalizaria com esse último questionamento.

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Depois de tal questionamento, analisaria bem sua resposta, para depois concordar com a cabeça tanto para o caso de ser algo positivo, onde minha feição à concordância seria melhor, claro. Mas também concordaria no fato de não haver nenhum tipo de missão aparente durante a viagem, mas seria uma feição positiva, mas apenas de aceitação. À medida que a embarcação finalmente estivesse no mar, eu uniria minha firme vontade crescer com meu ânimo bem estabelecido, e, nesse caso, iria até o convés onde havia deixado meu grande martelo. Um bom treinamento agora seria excepcional, e, inicialmente, suspirava fundo enquanto me apoiaria na minha bela arma.

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~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

As batidas do coração certamente aguçavam todos meus sentidos, como um tigre ferido, porém nem um pouco espavorido, mostrando suas presas ainda mais afiadas e sedentas pela carne.

A força do marine havia ficado tão clara quanto a água, só um idiota não perceberia a monstruosidade de poder que Smith detinha. Até mesmo eu, um homem vivido e bastante experiente, havia ficado espantado com as habilidades do Tenente. “Talvez ele já esteja além disso, sua patente não condiz com sua força, isso é certo.” Pensará comigo durante nosso confronto.

Mesmo que houvesse testemunhado a batalha de Smith em outrora, nesse momento ele apresentava um manejo sobre suas lâminas, uma força em seus músculos e uma tenacidade realmente admiráveis, sem dúvidas um homem pragmático bastante astuto e poderoso.

Apesar de saber da diferença de nossas forças, precisava sentir na pele isso. Mesmo que minha mente estivesse focada, determinada e destemida, os músculos tremiam em excitação e sabiam que o oponente a frente era superior. “Mas se as aves enfrentam os ventos fortes do céu instintivamente... e os peixes cruzam vastas águas turbulentas instintivamente... assim como os predadores caçam suas presas mesmo estando feridos... eu também buscava realizar meus objetivos; fazer meu nome pelos mares e criar minha própria nação.”

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Após ser derrubado e então ouvir, com certa dificuldade a voz de Smith, mas percebendo Vitaminado diante dos meus olhos, recobraria meus sentidos sem mais delongas. ~ Hãn? Já ta na hora do café da manhã!? Perguntava estando um pouco aéreo e sonolento.

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Sentia meu rosto quente, talvez alguma donzela tivesse acariciado meu rosto, ou só um breve sonho do qual já não lembrava mais. Havia-me sentado enquanto coçava a cabeça de forma despreocupada. ~ Huh? AH! Logo então as memorias retornariam e perceberia que havia sido derrotado por Smith em nosso honroso duelo. ~ Ahhhhh!!! Mas que merda! Esbravejava enquanto socava a madeira do navio.

Quanto tempo fazia em que alguém havia conseguido me derrubar e até mesmo me derrotado, sequer lembrava. Talvez na época em que vivia em Elbaff, tal qual era uma constante batalha pela sobrevivência, principalmente por eu ser um bastardo. Todavia, passado é passado e quem vive nele é museu. Logo dissiparia a fúria, retornando a expressar um rosto amigável.

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Ouvirá então Pippos falar com Smith, o moleque parecia ansioso por uma missão, provavelmente inspirado com nossa luta. ~ Ei, ei, ei... qual é rabanete! Tá parecendo uma cocota no cio, Thorororo! Falaria durante o tempo que apanharia minha lança, deslizando ela para dentro da bainha e me por de pé ia. Expressava um sorriso carismático, após o pico de raiva ter passado.

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Procurava meu escudo e pegaria e em seguida acoplaria no antebraço. ~ Você é realmente admirável, Tenente Smith! Chegará longe com sua determinação e força, Thororororo! Falaria enquanto massagearia o trapézio para aliviar tensão. ~ Mas cuidado que eu tenho passos largos e posso lhe ultrapassar! Não estava envergonhado por ter perdido, afinal, isso era meramente um combate amigável, apesar de ter dado tudo de mim. Contudo, nossa batalha seria algo que jamais esqueceria, pois, havia sido bastante instrutiva e revelativa. Sem contar que seria algo que fortaleceria a amizade com Smith.

Se realmente fosse uma luta de vida e morte, talvez tivesse optado por decisões divergentes. Mas meu objetivo mesmo era testemunhar a força de Smith e de sua patente, o que havia feito. “Além de matar o tédio, que por sinal estava alto.” O fato é que, enquanto meus pulmões respirarem, a chance de ultrapassar meus limites é imensurável.

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O sangue havia baixado, diminuindo aquele fervor durante a luta, logo notando um clima mais frio. ~ Héééh, parece que chegamos em Minion. Thororororo! Senão me engano, aqui é a ilha da monarquia Weiss. Refletia por alguns instantes, pois, já havia passado por essa cidade, a muito tempo atrás. ~ Você tá bem perdido em Vitaminado, Thororororo! Falaria ao dar um tapa na cabeça do garoto. ~ Essa ilha fica próximo de Lvneel, mas não é a ultima ilha. Ainda falta umas léguas parar chegarmos até a última ilha. Falaria ao mesmo tempo que direcionaria meus olhos para o porto da ilha.

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~ Se me recordo bem, não existe uma base da marinha em Minion. Mas tem uns boatos sobre um quartel revolucionário, mas seria muita negligencia do monarca da ilha ignorar isso se for verdade. Expressaria um rosto um pouco mais sério, talvez sentindo um pressagio de que talvez algo fosse acontecer.




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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 11
12:23 / Minion




Findada a grandiosa batalha amistosa entre dois colegas de mesma área, partia então o navio com destino final Lvneel, a última ilha antes do lar dos fortes. O vento soprava no rosto dos espectadores da luta que mostrara a verdadeira força de Smith; para alguns, equiparada ao gigante e sortuda no final, mas para aquele que sofrera isso na própria pele, uma verdadeira montanha a ser escalada em busca da soberania e força suficiente para alcançar seus sonhos. E, como sempre, Vitaminado chegava para encontrar seu parceiro debilitado no chão, caçoando da figura amigavelmente como sempre fazia, mas não perdendo tempo ao puxar uma breve prosa com o Tenente.

— Sim, a última ilha, Lvneel. Finalmente. — dizia o homem olhando o horizonte com um olhar pensativo e esperançoso ao mesmo tempo, relaxando seus músculos contraídos pela batalha mortal que ocorrera naquele local. Os marinheiros começavam a se dispersar, animados com a luta e indo organizar a própria peleja nos andares inferiores. Enquanto isso, Thorkell ia finalmente se recompondo de seu estado, socando o chão com toda sua fúria ao perceber a derrota que havia sofrido. Essa raiva, no entanto, era logo dissipada em uma aparência amigável, que compreendia a força de seu superior.

— Obrigado. Você mostrou uma excelente maestria em combate. Seja vinda de seus anos de vida ou muita prática, é algo a ser louvado. — encorajava o tenente, que se via na obrigação de dizer isso para o seu colega após essa luta. — Quando ficar tão forte quanto eu talvez esteja velho demais? — brincava o homem, descontraindo um pouco pela primeira vez em algum tempo. De qualquer forma, não muito preso às informalidades, juntava um pouco mais a dupla de gigantes após ouvir a pergunta de Pippos.

— Não possuo uma missão agora, mas peço que fiquem de olho na tripulação por mim. — pausava momentaneamente para absorver a reação dos dois, antes de continuar. — Desde a última parada em Minion pude observar uns rostos novos e alguns faltando. Claro, a tripulação é grande, mas prefiro prevenir desastres. — denotou ele, confiando aos cabos a sua preocupação que poderia se tornar algo maior para a frente. De qualquer maneira, o Sol começava a quebrar o gelo daquelas redondezas e o dia era longo demais para adivinhar qualquer movimentação suspeita.

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Assuntos particulares…
Uma missao?! Pode contar comigo!


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Depois de me aproximar para uma interação saudável, já pude ouvir a expressão "rabanete" o que já me fazia sentir alguma brincadeira do Thork para o meu lado, então virar-me-ia para o mesmo pra ter total atenção no que viesse a dozer para mim, onde eu seria digno de responder à altura e ainda estar acima dele. - Escuta aqui, ô cara de abacaxi, tu parece muito mais uma cocota no cio do que eu, hein?! Eu não fico correndo atrás de qualquer rabo de saia que me aparece… quero encontrar alguma mulher digna do semideus mais inabalável desse planeta, VITATATA! - Pausei para suspirar e fitar bem o rosto do Thork para poder prosseguir com muita plenitude depois de minha efetiva gargalhada. - Se bem que hoje a noite vou tomar uma com uma médica daqui do navio… - Pontuaria, talvez ficando até um pouco corado.

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Coçaria um pouco minha cabeça enquanto suspirava quanse que soltando mais uma plena risada: - Então, carinha, eu acho que se tem alguém desconcertado e meio perdido aqui é você, VITATA! - Suspirava fechando os olhos enquanto colocaria minha mão esquerda no ombro destro de meu amigo: - Enquanto você e o Smith estavam travando essa espetacular luta, eu estava mais focado em cumprir muito para com o meu dever como Cabo, você sabe, sempre tem que haver um ser astuto e focado para tomar conta de você ou das merdas que você esquece de fazer. Mas cuidado, não fique achando que vou sempre estar aqui para trabalhar por você, hein? - Como que esse cabeçudo chega assim sendo um abobado? É lógico que eu sei que estávamos em Minion, tanto que eu tive que enfrentar esse frio maldito e carregar a maioria dos suprimentos sozinho, ai ai.

Mas valia muito suspirar fundo e tentar entender toda essa situação: - Ah, perdão… sei que posso ter passado dos limites aqui. Foi mal mesmo. - Faria uma cara sínica e começaria a rir de forma muito compreensiva, de tamanho entendimento que talvez fizesse meus olhos lacrimejarem de tanto riso: - Verdade, você deve ter ficado tonto demais para a realidade, depois de levar essa surra VITATATA! Depois me agradece ainda pagando pra eu me embebedar. - Concluiria minhas palavras, já tentando garantir a entrada de mais álcool em minha vida.

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De todo modo, logo voltaria a dar atenção total à meu superior, pois ele acabara de começar a anunciar alguns pontos que deveriam ser bem analisados por ali. - Entendo… você conhece muito mais a sua tripulação do que nós, mas iremos averiguar isso com toda certeza, pode contar com a gente, senhor! - Finalizaria o assunto com o Smith, agora dando mais uns passos à frente e chamando o Thork para o meu lado: - Ei, Abacaxi, ta ligado que isso é uma forte possibilidade, não é? Eu mal tive tempo para dar a devida atenção a Minion, estava ocupado demais carregando as coisas e me preocupando com comprar bebida na ilha… VITATATATA! -

Destacaria, mas não demorando para continuar: - Não podemos descartar a possibilidade de que, em Minion, podem ter atacado alguns soldados e roubado suas vestes… lógico que, todo usaram alguns agasalhos antes de descer, e que, talvez, os tais invasores não estejam fardados por dentro do agasalho. - Destecaria, ja elevaria minha mão esquerda até meu queixo, como um verdadeiro investigador, pois a direita, matinha apoiado no convés o meu colossal Thor. - Você tem alguma sugestão sobre como deveríamos agir aqui dentro? Talvez nos separar para ter uma maior amplitude no navio… mas, pra falar a verdade, eu tenho quase certeza que esses invasores não se separariam aqui dentro. Isso seria arriscado demais. E ter um companheiro para apoiar a mentira seria muito menos suicida. - Ressaltaria bons pontos, aguardando a procedência de um homem mais sagaz e experiente como ele. Lógico que eu almejo ser o cara mais forte e convicto desse planeta, mas a análise de vida e a experiência do Thork, eram muito melhores para uma liderança mais bem elaborada.

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~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

O sol se mostrava revigorado, mas por outro lado, o clima gélido neutralizava qualquer possibilidade de ter um dia quente. Durante esse meio tempo, conversava com Smith que havia me elogiado e até mesmo feito um trocadilho, o que era surpreendente visto sua personalidade. “Thorororo! Mas vejam só! Este maldito tem papas na língua, afinal.” Pensava comigo enquanto exibia um sorriso amistoso.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 9EfwJnA

Por outro lado, o dialogo com Vitaminado era sempre... divertido. Afinal de contas, um velho sempre pode zoar a cara de um garoto fedendo a leite. ~ Thorororororo! Calma, calma! Não precisa ficar com ciúmes, frangolino. Respondia para Pippos devido sua falas sobre correr atrás de um rabo de saia. “Não tá morto quem peleia! Não posso fazer nada se um alfa sempre sente o cheiro de sua presa.” Refletia brevemente enquanto relaxava o corpo ao movimentar os ombros e pescoço para aliviar toda tensão retida.

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~ Hoo! Então será hoje que você descobrirá o quão doce e viciante pode ser uma flor no auge de sua vida. *Pfht. Segurava para não rir da pureza do garoto, mas devo confessar que isso era até louvável, visto que ele estava se guardando para uma verdadeira dama. Já eu? Bom... este mastro já esteve em muitas tempestades tenebrosas. ~ THORORORORO! Riria amigavelmente enquanto colocava as mãos na cintura, já sentindo todo estresse físico desaparecer.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 RERl7If

Vitaminado começava a reclamar igual uma puta mal paga, já estava agradecido por ele ter feito eu dar umas boas risadas. ~ Certo, certo pimpolho... Vamos dar uma pausa então, você está precisando de um bom porre de cerveja e como eu sou um homem de palavra... tenho que pagar minha dívida com você. Falaria ao dar alguns tapas nas costas do marine, expressando amizade e carisma. “Apesar que você já me fez duas armas, mas vamos fingir que isso nunca aconteceu, senão esse pivete vai querer que eu banque ele outra vez.”

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 VuJtbtG

Smith havia ficado receoso sobre alguns membros da tripulação, devido ele dizer sobre não reconhecer alguns e até mesmo perceber outros ausentes. Mas era difícil acreditar que ele lembraria de todos, mas por outro lado, poderia ser seus instintos falando mais alto. Obviamente, optava por confiar na sugestão do Tenente por via das dúvidas. ~ Huumm. Cruzava os braços e expressava um rosto um pouco mais sério durante o tempo que Vitaminado expressava suas opiniões.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 EHbWQ6c

~ Se eu tenho alguma sugestão? Falava de forma retorica. ~ Claro, é bem simples de se resolver! Proferia ao erguer o dedo como se tivesse sido iluminado. Andava alguns passos a frente e então falaria aos berros de forma extravagante. ~ TODOS OS MARINHEIROS VENHAM ATÉ AQUI AGORA!!! Assim que eles começassem a se aproximar, olharia para maioria e talvez já reconhecendo alguns, mas talvez outros não. Sem delongas, retornaria dizer. ~ Por um acaso existe algum recruta novo? Caso fosse indicado algum grupo, ou novatos, voltaria falar. ~ Diga-me qual é a segunda regra da marinha que só os membros oficiais conhecem? Perguntaria com um semblante intimidador, olhando sério e bastante direto nos olhos dos marines.

Claro que isso não existia, mas exatamente por isso viria questionar para criar duvidas e analisar as reações dos soldados, confiando plenamente em minha intuição e instinto. Se algum deles respondessem algo como: justiça, honra, altruísmo, isso certamente só levantaria suspeitas. Afinal de contas, justiça sempre foi a primeira e única regra central da marinha. Qualquer outra seria apenas complementação.

Caso algum marine viesse permanecer quieto, ou expressando reações desconfiadas, pressionaria ele mais um pouco. ~ Você aí garoto! De qual cartel general este navio veio? Para confirmar minhas suspeitas, faria uma pergunta fácil de compreensão e esperava que fosse respondida rápida. Se algum outro viesse a tentar responder sem ser chamado, instintivamente olharia para ele e apenas com os olhos emanaria para que ele ficasse quieto.

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Caso demorasse, isso apenas confirmaria que ele de fato não era um soldado de Flevance. ~ Héh! Ele é todo seu, Vitaminado. Falaria para o cabeça de repolho lhe possibilitando agora uma boa prisão, deixaria a diversão para ele dessa vez. Quem sabe se prendesse o desgraçado que havia se infiltrado no navio não aliviasse seu tédio. As perguntas eram simples, não havia necessidade de haver demora para responder, qualquer verdadeiro marine raiz poderia responder sem dificuldades. Exatamente por isso confiava de que qualquer um que gaguejasse neste tipo de situação, as chances de ser um impostor eram bastante altas.




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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 12
12:33 / Minion




Ao som das ondas batendo no casco daquele gigante dos mares, os tripulantes do navio Marine seguiam com suas vidas, alienados das preocupações de seu superior, Smith. Sua confiança depositada em cima de apenas dois cabos era o suficiente para que estes já agissem em nome do possível problema existente. De fato, apenas o tenente conhecia sua própria tripulação, logo, seus motivos ainda eram desconhecidos pelos subordinados. Estranhamente, ainda ia contra sua personalidade séria mostrada até então ao brincar com Dragnar; talvez finalmente estivesse se abrindo com possíveis amigos – não apenas colegas.

Abraçando esse fardo e agindo sobre o mesmo, Pippos tomava a iniciativa de pensar sobre esse problema apresentado agora. Tripulantes de rosto novo ou alguns sumindo em meio ao mar podia indicar várias circunstâncias, todas pairando sobre a mente pensante do gigante mais novo, que após um momento de brincadeira e prosa com seu colega, se punha em uma atitude mais profissional. Chegando ao lado de Thorkell, perguntava ao mesmo o que poderia estar ocorrendo.

Mesmo que inerte nas brincadeiras e dívidas de bebida de Vitaminado - além de sua complexa relação com mulheres -, Dragnar não demorava muito para tomar uma ação baseada em seus instintos e experiência na própria Marinha. Com um rosto mais sério, agia quase imediatamente após seu amigo lhe pedir por ajuda. Com sua voz ecoando pelo navio, não demorava para que o convés virasse uma espécie de formigueiro de operários curiosos com o evento que ocorria ali. Assim que via a presença da maioria, chamava pelos recrutas – a maioria apenas respondia por respeito aos feitos do gigante.

— Aqui, senhor. — se punha a frente um dos homens de aparência noviça, que parecia falar por um grupo de novatos. Com a pergunta seguinte, o mesmo se colocava em um rosto de confusão, afinal, sabia que não havia regras assim na Marinha, mas qual era o motivo dessa questão? Evitando hesitar muito, prontamente respondia o seu “superior”. Hmmm... não há regra assim, senhor. E falo por todos os novatos aqui. — respondia ele após virar e receber um assentimento de seus colegas. — Perdoe-me a indagação, mas qual a razão dessa pergunta? — a curiosidade era maior que seu respeito, talvez, portanto não podia se conter ao perguntar.

Qualquer que fosse a resposta para esse indagação, Thorkell logo o bombardeava com mais um questionamento simples, que, dessa vez, sem hesitação, era propriamente respondido pelo soldado novato. De longe, Smith observava o interrogatório de olhos atentos, observando alguns outros cabos e sargentos saindo do local. — Viemos de Flevance, senhor. — ele dizia de forma firme, quebrando qualquer expectativa do gigante. Dessa forma, alguns dos presentes passavam a olhar Godheim com um olhar diferente, de desconfiança, curiosidade e talvez hostilidade com suas perguntas suspeitas.


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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Dentro de um cenário investigativo e coberto de desconfiança, visivelmente, o meu companheiro era consagrado com muita desconfiança, em atos sem nenhum pingo de respeito para com os tripulantes. Ao menos era isso o que parecia para eles. De todo modo, estava claro que alguém precisava fazer alguma coisa para restabelecer o controle nessa situação nem um pouco favorável. Estava claro que essa pessoa teria que ser eu, não é? O mais incrível e fenomenal ser dentro de um mundo coberto de patifes suspeitos. - Calma aí, meus bons companheiros! - Empunhar-me-ia em um alto tom de voz para tentar chamar a atenção de todos. - Vocês conhecem esse gigante cabeça oca. Ele é bem astuto e está meio preocupado, assim como eu, de que talvez tenhamos esquecido alguém lá em Minion. - Pausaria, dando um bom espaço para a compreensão de todos e a razão pelo qual o Thork parecia estar tão preocupado, finalizando com um bom sorriso no rosto e visando transmitir mais calma a todos.

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Dando continuidade, não demoraria para continuar a traçar minhas palavras: - Desculpa as palavras menos simpáticas de meu amigo, mas eu quero saber se algum de vocês poderia me ajudar nisso, afinal, tenho certeza de que se conhecem há muito mais tempo do que eu, VITATATA! - Soltaria as cartas na mesa, deixando um pouco mais suave os pontos de meu amigo para melhor simpatizar com os tripulantes. - Vocês sentem falta de algum tripulante aqui dentro? Agradeceria muito o apoio de quem puder me ajudar nesse quesito. - Contaria com a ajuda de algum(ns) soldado(s) que me pudessem ser úteis nessa situação.

Aproximar-me-ia do soldado que havia, prontamente, respondido todas às perguntas do meu irmão de outra mãe. Posicionaria a mão esquerda, ou ao menos alguns dedos no ombro desse homem, apenas como forma de respeito a todo seu comprometimento às respostas. - Muito obrigado por suas formidáveis respostas. - Tentaria demonstrar todo o meu respeito e certeza às convictas palavras do referido homem. - Mas o medo de deixar um companheiro para trás é inadmissível, inclusive o fato de querer garantir a segurança de todos aqui dentro, pois eu posso talvez estar enganado, mas anseio que haja alguns rostos novos aqui. - Faria um gesto de confirmação com a cabeça para o(s) pontuado(s) marinheiros que já haviam respondido, tentando deixar claro de que estávamos procurando os tais rostos não familiares que poderiam ser possíveis invasores no navio.

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Mas, tentando não deixar tão à mostra de que essa seria nossa verdadeira investigação, iniciaria uma boa pesquisa entre os soldados: - Como vocês sabem, estamos preocupados com a presença de todos os marinheiros na embarcação. Sei que eu posso estar sendo um pouco chato com todos vocês, mas precisamos da cooperação, pois a organização de um navio para com cada um de seus tripulantes é inquestionável! - Suspiraria um pouco depois de meu grande discurso quanto à preocupação com todos os tripulantes. - Peço perdão, previamente, mas eu preciso da cooperação de todos para ter certeza da presença de todos os soldados aqui. Por favor, em ordem, poderiam se apresentar, na ordem, falar sua patente e o seu papel na última ilha? - Destacaria meus argumentos, mas logo começaria a analisar os argumentos do último soldado que havia respondido com tanta convicção as palavras do Thork enquanto, levemente alisava minhas longas madeixas rubras.

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Ao finalizar minhas palavras, colocaria a mão esquerda no queixo, e, além de analisar as respostas que, porventura fossem ditas por ali, ainda usaria a reflexão para analisar mais um ponto. Ele respondeu com tanta convicção de que o navio havia saído de Flevance… de fato saiu, mas o questionamento do Thork foi outro. Foi de qual quartel general havíamos saído para chegar em Minion, e a resposta correta, ao meu ver, seria Swallow… onde havíamos encontrado uma certa rivalidade e desconfiança entre o Smith e o responsável pelo QG de lá. - Partindo dessa análise, eu analisaria com muito mais cuidado as respostas de cada um quanto à minha solicitação aos astuciosos marinheiros.

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Observando toda a situação em que eu havia desenvolvido, olharia fixamente para o cabeça de Abacaxi, esperando algum sinal de aprovação quanto à minha espetacular maturidade e segurança quanto à forma de ter calma e analisar bem toda essa situação. - E aí, o que acha, Thork? Tenha mais calma e mais certeza de como falar, antes de tomar alguma ação mais extrema, VITATA. - O questionaria de forma retórica, afinal, eu sabia que eu era incrível demais para ser elogiado apenas por algumas palavras. Mas, claro, a partir das respostas de todos, e, principalmente, do tão 'sabe-tudo' que falou que o navio estava vindo de Flevance. Por um lado isso era verdade, mas o último QG, como, meu companheiro havia questionado, era Swallow. De todo modo, eu ainda precisava ter certeza antes de tomar alguma atitude precipitada, pois atos como esse me levariam a ser tratado da mesma forma rancorosa que o abacaxi havia sido.

Apesar da suspeita primeira resposta 'tão precisa' desse cara, ainda era necessário ouvir mais do restante dos tripulantes restantes, pois, segundo o Smith, os estranhos rostos não tratar-se-iam de um único invasor.

Eu era único, um semideus incomparável e que não tolerava erros a ponto de me arriscar em cogitar acusações, como o, tolo, Thork havia feito. Eu queria ter uma plena certeza, e, só poderia ser mais convicto depois de analisar, friamente, todas as pontuadas respostas.

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~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Um dos soldados mais novatos se prontificava a responder, apesar de não apreciar a forma que ele apresentava, mesmo expressando um pouco de educação. Todavia, não é como se realmente importasse para mim sua cordialidade. Bastasse não me ofender, que estava tudo certo. “Para alguém como eu que está visando criar um reino, esse tipo de pensamento não é muito conciso. Talvez fosse uma boa ideia mudar alguns parâmetros.” Me via pensando sobre minha postura um tanto quanto... desidiosa com esse tipo de situação.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 IG5fbfX

Ainda que permanecesse calmo, e sem respostas, os olhos percorriam todos os marines com a finalidade de tentar descobrir algum suspeito. No entanto, confesso que atuar como um detetive ou agente era algo bastante fora de minha alçada. ~ Huffs. Soltava um suspiro enquanto notava Vitaminado falar com os soldados.

Por outro lado, Pippos parecia estar se saindo bem com suas palavras, ainda que sinceramente achasse muita falácia para pouca coisa. Contudo, a tática estava indo bem, pois, havia me passado como o malvado enquanto deixaria Pippos ser o bonzinho perante todos. “Ora bolas! Um homem deve sempre ter um passo à frente do outro, mas atento com suas pisadas.” Claro que eu sabia dialogar, exatamente por isso havia iniciado duvidas a todos com intuito de logo expor algum ato suspeito, bem como o primeiro que havia se pronunciado.

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Deixava Pippos continuar sua lambeção de bolas com os marines durante o tempo que continuava a fintar os soldados constantemente; tanto que até mesmo havia visto de longe o tenente Smith. “Hoo... então nos usou como isca para facilitar sua análise dos tripulantes, exatamente como fiz com Vitaminado. Kekeke! Nada mal camarada, pensamos quase mesma coisa.” Refletia comigo enquanto deixava um sorriso escapar de relance.

Obviamente, qualquer soldado que se prontificasse a responder e ainda defender seus próximos haveria destaque e passaria despercebido devido sua iniciativa. No entanto, isto apenas um tanso acharia plausível aceitar, afinal de contas, o intruso poderia muito bem ser ele, havendo astucia e gingado para dar o primeiro passo e nos ludibriar. ~ Huumm... Huumm... Estava pensativo, não ignorando as palavras de Vitaminado, mas principalmente centrado meus olhos agora no soldado a frente.

Claro que possuía inteligência e sagacidade, mas confiava extremamente em meus sentidos e instintos, e algo naquele soldado parecia me incomodar, apenas não sabia dizer o que exatamente.

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Logo então sacava minha lança lentamente enquanto apoiava em meu trapézio ao mesmo tempo que fintava o marine nos olhos e ouvindo as palavras de Vitaminado. ~ Já não está óbvio? Diria para o cabeça de repolho durante o instante que meus olhos sinalizavam o possível culpado, carregando um ar misterioso nas palavras. Claro que poderia estar equivocado na minha decisão, porém, nenhum idiota adentraria um navio da marinha sem possuir as habilidades necessárias para se passar como um legitimo marine.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 XqkYlfO

~ Interessante não é mesmo? Falaria para Pippos enquanto andaria alguns passos a frente e me aproximaria do soldado. ~ Qual é a punição por se passar por um marinheiro detentor da lei mesmo, Vitaminado? Olharia para ele nos fundos dos olhos, tão perto como se quisesse ver meu próprio reflexo em suas pupilas. ~ Ou por ser um espião de outro quartel?

Minha ideia era transparecer de que haveria determinado ele como o intruso, pois, havia dois motivos para tal, sendo o primeiro: imponência! Queria me impor diante dele e avaliar sua reação para tentar analisar se ele se sentiria culpado, nervoso ou talvez ansioso. Qualquer honroso soldado não se sentiria de tal forma perante mim, conhecendo bem o tipo de homem que sou.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 MO48gtR

Já o segundo motivo: tentar parecer que estava culpando aquele soldado, usando-o como bode expiatório, com objetivo de avaliar os marines em volta e perceber algum tipo de relaxamento, como se houvesse um culpado que havia tirado o cu dele da reta. Nesse momento, com os olhos de uma águia que fixam em sua presa, caso notasse esse relaxamento por parte de algum dos soldados recuados, imediatamente arremessaria a lança rumo aos pés do soldado. ~ Te achei zé ruela! Emanaria um rosto um tanto sádico e bastante motivado.

Todavia, caso sentisse que o marine continuaria calmo e confiante, além de não notar nenhum soldado expressando algum desconforto ou livre de suspeitas, apenas suspiraria e indagaria. ~ Háh! Isso era só um teste para uma possível invasão, podem relaxar e voltar pros seus afazeres. Terminaria de proferir enquanto amenizaria a tensão no local. Deixando pensarem que tudo havia sido só um procedimento padrão de teste; apesar de talvez nunca terem feito isso e nunca ter sido o real motivo.

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Viraria de costas até me aproximar de Pippos. ~ Se realmente houver algum intruso, ele definitivamente é bom em se ocultar. Coçaria um pouco o queixo com uma face pensativa e então voltaria dizer. ~ Talvez ele seja de fato um soldado, mas que está dentro da marinha atuando como marine em prol de arrecadar informações e transmitir elas para seu superior, como por exemplo... aquele pamonha lá que parecia ter uma rixa com Tenente Smith em Swallow. Havia levantado uma observação sobre o marine da ilha em que havíamos reabastecido, aquele que parecia ter uma história passada com Smith. Porém, isso era apenas uma especulação, mas talvez Smith pudesse ter achado algo que não havíamos notado, de qualquer forma... havíamos gerado uma situação propicia para o Tenente reavaliar sua tripulação, o que poderia gerar frutos, seja por nós ou da parte dele.

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Caso Smith retornasse a se aproximar de nós, indagaria. ~ Notou algo de diferente? Mostraria um rosto mais sério, considerando uma situação desfavorável a nós, apesar de não saber o que isso realmente significada, afinal de contas, calunias poderiam ser geradas para destruir a ascensão de Smith dentro da marinha e até faria sentido, uma vez que, testemunhei suas habilidades em combate. Alguém que houvesse o interesse de prejudicar Smith com certeza mandaria um espião, mesmo ele sendo da própria instituição da marinha.




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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 13
12:46 / Minion




Saídos agora do frio congelante das áreas próximas a Minion, o clima se tornava ameno e novamente o Sol voltava a imperar nos céus. Porém, de maneira semelhante, o clima no navio parecia esquentar enquanto Thorkell e Pippos realizavam uma série de perguntas para os presentes soldados. A tentativa dos dois cabos de procurar o possível intruso naquele navio era um tanto nobre, porém, se mostrava mal executada ao aflorar um certo sentimento negativo nos alvos das interrogações sem fim. Longes de uma resposta para a possibilidade daquela invasão, os gigantes continuavam aquela atividade enquanto se aproximava, finalmente, de Lvneel.

Propondo-se a suavizar a tensão palpável no ar, Pippos iniciava um pequeno monólogo, abrindo o jogo para aqueles soldados sem inteiramente expôr a investigação que conduzia ao lado de seu irmão de outra mãe. Quase imediatamente com suas palavras, o rosto de cada um daqueles presentes era levada a um relaxamento que era apreciado para o rumo que as coisas haviam tomado. Caminhando em direção àquele soldado que havia se dirigido aos dois, Vitaminado novamente falava à massa que havia ali, levando novamente a uma estranheza inicial.

Enquanto os marujos se entreolhavam, garantindo que seus companheiros estavam aos seus lados, o gigante de cabelos rubros como sangue focava seus olhos, esperando um resultado que pudesse lhe dar uma pequena pista. Apesar disso, quase de maneira imediata, todos ali presentes balançaram suas cabeças negativamente, não se queixando da falta de soldado qualquer. A resposta poderia trazer um resultado não esperado aos dois, mas Smith, atrás de todos e acompanhando tudo apaticamente, parecia estar com sua expressão imutável - parecia já esperar tal evidência.

Nesse momento, Pippos, mais uma vez, se queixava das suas preocupações para aqueles soldados, tentando alcançar seus corações ou ao menos seus cérebros para que cooperassem com o que ocorria ali. Apesar disso, sua patente não se apresentava como alta o suficiente para uma operação daquele nível, levando, mais uma vez, a uma resistência inicial. O tenente Smith, vendo onde aquilo ia chegar, se impunha e falava para aqueles soldados. — Obedeçam seus pedidos! Isso é uma ordem. — após se dirigir a fala, encostava novamente no canto e continuava sua observação, enquanto diversos marinheiros de patentes superiores se dirigiam para as partes interiores daquele navio; seus olhos de águia seguiam cada um deles enquanto os soldados se organizavam lentamente.

— Patente: Soldado, carregar caixas... — a mesma fala era repetida diversas vezes enquanto Thorkell montava um plano próprio em sua mente. Não ouvindo às dicas de seu parceiro, colocava a sua lança no trapézio e então caminhava lentamente até o soldado que seu instinto apitava haver algo errado; aquele que havia respondido suas perguntas e trouxera uma incerteza na cabeça de Vitaminado. Conforme o gigante chegava, sua expressão se tornava dúvida, por um instante medo e enquanto ouvia as palavras de Thorkell, uma pitada de hostilidade.

— O que está fazendo? Me acusando de algo baseado na própria intuição e sem provas? — perdendo as papas na língua, aquele Davi enfrentava seu Golias em uma luta que claramente não podia ganhar. Apesar das aparências, Dragnar queria apenas usa-lo como isca para se impor aos soldados e mais uma vez checar se algum deles parecia mais tranquilo com aquela acusação repentina. Apesar disso, nada era visto ou notado pelo homem experiente, trazendo-lhe uma nova iluminação para aquele caso. Vendo que aquilo não levaria a nada, anunciava sua desculpa para aquele ato aparentemente impensado e recuava para o lado de seu colega.

De fato, se houvesse um invasor naquele navio, este sabia bem como se esconder e se ocultar. Além disso, ainda era cogitada a possibilidade de mais de um indivíduo; um grupo se esgueirando à bordo daquele cruzador planejando atos quaisquer. Se realmente houvesse esses invasores e sua existência fosse comprovada, apenas o futuro poderia dizer o que fosse ocorrer com aqueles marujos, denotando a seriedade da situação. Nesse momento, Smith saía de sua posição de repouso e adentrava o interior da embarcação. Suas mãos cruzadas se aproximavam das bainhas de suas espadas, e sua expressão séria mostrava uma certa preocupação: se suas suspeitas estivessem corretas, o espião era de uma patente maior.

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~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

“Tsch. Mas que merda! Não da pra dizer quem é o intruso, nem sei se realmente existe um de fato. Exceto pelas palavras de Smith, não da pra ter qualquer afirmação.” Coçava a cabeça e logo em seguida retornava a Alabarda para dentro de sua bainha.

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~ Que pepino isso. * Huffs. Proferia ao fechar os olhos e soltar um suspiro em desalento. Me aproximava de Vitaminado, sem delongas argumentaria. ~ Isso não vai levar a lugar alguém, pimentão. Falaria com Pippos de forma amigável como de costume, expressando bastante sinceridade por sinal.

Aquele tipo de situação era pior que um cacto enfiado no rego, pois, investigação sem duvidas era algo que muito pouco fiz em todos meus anos de vida; que por sinal eram muitos. Sem contar que eu era péssimo nisso, não tinha vergonha em admitir isso.

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Cruzava os braços e expressava estar pensativo, chegando até mesmo bater a ponta do pé no chão com severidade. ~ Huum. Talvez fosse uma boa ideia dar uma vigiada no convés do navio, só por precaução. Falaria baixo para mim mesmo. ~ Mas antes disso. Descruzava os braços e falaria para Pippos. ~ Aí santíssimo ser puro, vou dar uma checada no convés do navio. Falaria extrovertidamente mexendo com Cabo Pippos, já virando de costas e caminhando.

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Mas antes de seguir até o local, voltaria a andar até o marine que havia acusado antes. ~ Relaxa amigo, aquilo antes foi só uma inspeção. Jamais foi minha intenção ofender sua dedicação em prol da Marinha. Reclinaria o corpo para me aproximar do soldado ao mesmo tempo que colocaria a mão no ombro do rapaz. ~ Peço desculpas se lhe causei algum medo ou desconforto, sua bravura é louvável. Até mais meu jovem! Proferia apresentando carisma e persuasão. Afinal de contas, um líder deve sempre ter boa relação com seus subalternos, creio eu.

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Sem delongas, notaria Smith adentrando no convés do navio, ele parecia expressar agitação. “Será que ele pensou mesmo que eu... provavelmente! Thorororo!” Pensaria comigo mesmo e logo seguiria para o interior do navio, sem muita pressa.

O navio era enorme, já que, suportava até mesmo gigantes dentro de seu interior. Entretanto, era um pouco apertado andar pelos corredores, sempre cuidando para não bater a cabeça ou a ponta da lança no teto. ~ Por isso prefiro ficar na superfície. Apesar de parecer estar distraído, ainda sim estava atento como sempre.

Habituado a confiar em meus instintos, seguiria sem um rumo fixo, apenas o fluxo que pudesse ser sentido. Talvez algum som ou cheiro me alertasse de algo. Todavia, tentaria notar algo diferente, apesar de não ser perito em técnicas de rastreamento, investigação e etc., talvez fosse possível averiguar alguma anormalidade.

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Já estava acostumado a navegar e sabia a rotina de mercenários, caçadores, piratas e marinheiros. Não seria difícil notar alguma irregularidade dentro daquele local, caso houvesse alguma. Caso avistasse Smith, chamaria por ele. ~ Tenente! Expressaria um sorriso amistoso como de costume. ~ Pelo visto o pensamento de vir averiguar o convés foi mutuo entre nós. Thororororo! Dizem que mentes brilhantes pensam iguais! Riria de forma descontraída, apesar de ainda saber da possível seriedade da situação.

Uma pessoa já vivida como eu, ao qual experienciou tantas situações inusitadas e difíceis de lidar, levar a preocupação como um “problema” angustiante já não mais era algo comum. Optava por sempre estar preparado para algo difícil, sempre confiando em meus instintos, mesmo que fosse impossível evitar algum ataque, só o fato de ter o pensamento de que poderia sempre acontecer algo ruim, aliava qualquer tensão.

Com passar do tempo, o medo já não era mais algo que me afetava, assim como os gigantes primordiais eram destemidos e virtuosos. Eles sempre estavam dispostos a colidir de frente com a morte, apesar de ser um perigo e uma realidade, isso não significava que era algo ruim.

Os gigantes dos primórdios desafiavam seu limite sempre que peitavam árduas dificuldades, e sempre venciam com sagacidade e honra.




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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 3 Shuuma10

Vamos conversar um pouco?
Com calma tudo se resolve...


2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Uma situação bem problemática estava a se desenhar, óbvio que eu, o espetacular ser divino, tentei amenizar os problemas, mas claro que ainda não havíamos concluído nosso objetivo. Era evidente e notável que o(s) tal(is) espiões sabiam bem se esconder dentro desse maldito disfarce, e estava claro que precisaríamos desenvolver uma npva estratégia. Lógico que a ideia do Thork de fechar os soldados assim não havia sido muito boa, mas eu sequer tive muito tempo para antecipá-lo na minha opinião. De todo modo, acabamos por deixar nossas cartas muito à mostra, afinal, agora sabiam que nós estaríamos em busca de estranhos no navio. Que confusão tu criou, Thork… temos que pensar rápido em um plano.Pensei rapidamente, enquanto respirei fundo e levei a mão esquerda à minha testa e suspirei.

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À medida que eu notara uma mudança de feitio no Smith, era evidente que essa situação o devia deixar bem receoso, afinal, é como havíamos deduzido, tratar-se-ava de algo que compromete a plena segurança de cada um dos tripulantes. De todo modo, eu reconhecia a preocupação do meu companheiro e também entendia sua frustração. E quando ele conversou comigo sobre eu analisar ali pelo convés da parte externa e o Tenente entrou com um diferente semblante na parte interior do navio, eu sabia de tudo o que estava a acontecer. – Fica tranquilo. Eu fico de olho por aqui. Dá uma olhada melhor com o Smith sobre o que ele está pensando. Boa sorte!Finalizaria, o acenando de uma forma positiva ao fim, para tentar deixá-lo menos desanimado depois de todas essas circunstâncias. - Tu ta precisando tomar uma, hein, Thorkaxi, VITATATATA! - Cincluiria com minha exuberante gargalhada.

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Pouco depois da despedida, ele descruzou os braços e foi conversar com o nosso suspeito, provavelmente esclarecendo tudo e tentando manter a 'boa'. Depois disso, o Thork seguiu o combinado e logo foi atrás do Tenente para tentar entender melhor o que se passava em sua cabeça. Estava claro de que eu não poderia manter-me imóvel no meio de toda essa situação. Mas minha mente parecia estar bem confusa e, bravamente, desnorteada.

Para tentar me acalmar e pensar melhor nas coisas, eu precisava adocicar meus lábios e sentir aquele fabuloso sabor de álcool fluir por todo o meu corpo. Dentre meus acessórios, eu retirei minha bela garrafa de rum e já virei goela abaixo para saborear toda essa essência adocicada e bem intensa desse tipo de licor. A tolerável ardência em meu paladar era fabulosa, pois era basicamente o que mais me acalmava e me fazia funcionar de uma melhor forma. Cada gotícula que penetrava no meu corpo, me trazia paz, segurança e, principalmente, a calma. Não adiantaria ficar nervoso ou ansioso, e, por esse motivo, a bebida funcionaria como uma excepcional solução.

E, dessa forma, talvez ainda com algumas gotas de rum escorrendo pela minha boca, eu seguiria na direção do marinheiro que havia nos respondido tudo, vulgo nosso suspeito. Talvez ele estivesse por ali pelo convés ao lado de alguns marinheiros, talvez fizessem parte do grupo invasor ou talvez não, mas quem sabe? De toda forma, a minha suspeita era divina, ou seja, precisa como nunca. Aproveitando que agora estávamos sem meu irmãozão, era evidente que seria melhor conversar usando minha estratégia menos ofensiva. Aproximar-me-ia de um jeito mais suave e prestando mais atenção no fato dele estar reunido com algum grupo ou não, pois iria interagir inicialmente com todos para analisar bem cada rosto que por ali estivesse, afinal, já suspeitava bastante de que a 'invasão' se tratava de um grupo, pois o Tenente havia sido claro de que os rostos não familiares eram um plural. Antes de começar a falar, faria questão de tentar limpar meus lábios do rum, de uma forma leve, que talvez até nem limpasse tudo, mas eu faria questão de lamber o dedo que usaria para tentar limpar.

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Opa, tudo bem com você(s)? Espero que sim, VITATATA! Eu sou o fruto de uma vontade divina, o inabalado e futuro ser mais forte desse planeta, como você(s) já deve(m) saber, VITATATATA!Pausei um pouco para suspirar e abrir um pouco o sorriso em meu rosto. Voltaria agora minha atenção unicamente ao suspeito que tudo sabe. – Ow, sabe tudo, tu devia ter deixado mais alguém responder, VITATATA! Qual é teu nome? Muito prazer, (Nome).Sorri levemente enquanto logo peguei novamente minha esbelta garrafa de rum. – Arf… quando que vamos chegar em um QG, hein? Desde que saímos de Flevance sequer paramos em algum Quartel General… Não paramos em nenhum. Quando vamos poder ter uma pausa para descanso, hein, (nome). Só queria parar, descansar e poder beber na paz, VITATATA! - Eu sabia que precisava tentar mais uma vez insistir nessa carta, pois eu senti uma certa inconsistência quando ele não citou nossa parada no QG de Swallow.

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Para melhor demonstrar minha vontade e vício na bebida, faria questão de dar mais uma golada em minha garrafa de rum. Afinal, eu precisava entrar num papel que traria uma melhor segurança para continuar conversando com o tal indivíduo. Eu analisaria bem cada uma de suas respostas, afinal, se nossas suspeitas se comprovam, e ele não citasse em momento algum Swallow, como antes, já que eu estava citando que não teve parada em QG algum além de Flevance, nossas suspeitas estavam certas, ou com, pelo menos, um pouco mais de certeza. Concordando sempre com tudo o que ele falasse, até mesmo que ele cometesse algum erro na fala, afinal, eu tinha de fingir entrar no jogo dele.

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Histórico:

Objetivos:

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Vitaminado Pippão

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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 14
12:56 / Lvneel




Visivelmente frustrados com o fracasso daquela interrogação que assumidamente não levaria a lugar nenhum, Thorkell então tentava partir para os jogos mentais baseados na intimidação. Apesar disso, aquele quem era utilizado de alvo para um intento duplo não se deixava baquear, perdendo os freios que lhe restavam na língua para responder o cabo Dragnar. Percebendo, mais uma vez, seu fracasso, voltava ao lado de Pippos em uma espécie de desalento. Batendo os pés no chão, pensava nas suas possibilidades, enquanto seu parceiro e colega realizava o mesmo.

Vendo a movimentação de Smith, o mais velho então partia para ver o que acontecia, não antes, é claro, de se despedir em certa intimidade de seu irmão de outra mãe. Mas, antes de completar sua jornada até o apertado - porém gigantesco - convés, o homem, em seu ápice de maturidade, partia para o rapaz que havia sido acusado falsamente em sua operação blefe. — Tudo bem, senhor... eu entendo que isso provavelmente foi necessário. — dizia o novato, saudando Thorkell antes de o mesmo ir embora em direção ao seu destino.

Atrás desse, porém, vinha Pippos, em toda sua pomposidade e já degustando de um gole de seu caro álcool. A bebida destilada descia em uma quentura que já lhe era familiar e um tanto quanto prazerosa, diga-se de passagem. Em passos largos e despretensiosos, se aproximava do rapaz que acabara de conversar com Thorkell, aquele que havia respondido todas as perguntas e suspeito principal das preocupações de Vitaminado. Sua resposta referente às paradas daquele gigante dos mares havia o preocupado demasiadamente, fazendo-o martelar ainda mais naquele prego.

Com a familiar apresentação de Pippos, a tensão entre os dois era rapidamente quebrada, sobrando apenas dois homens em uma breve prosa naquele recinto. — Me chamo Calvin, prazer. — dizia o rapaz, se apresentando para Vitaminado que não era tão conhecido como seu parceiro Dragnar. Dando um breve sorriso, o Cabo voltava a degustar seu precioso rum, antes de voltar a abrir sua boca para tentar confirmar - ou não - o que lhe preocupava. Quase imediatamente era respondido com uma certa hesitação. — Mas não paramos em Swallow e Minion também? — com essa simples indagação, as esperanças do gigante eram derrubadas. Nesse exato momento, ambos eram assustados por gritos de alegria na superfície, ao ver, finalmente, terra - Lvneell - à vista.

Enquanto isso, Thorkell seguia seus instintos pelos corredores apertados da embarcação. Seu tamanho era um desconforto óbvio, mas nada que nunca houvesse passado em seus todos anos de vida. Apesar da sua busca, no entanto, a única coisa aparentemente não usual era a falta de indivíduos pelas galerias, coisa que, pelo tamanho da tripulação, sempre era esperado. Talvez quando estivesse se dando conta disso, encontrava Smith, com um olhar incerto para a sua frente enquanto encarava uma bifurcação. Ah... oi, Thorkell. — respondia o homem em visível surpresa — Talvez sejamos uma dupla e tanto!.

Sem pestanejar muito, o Tenente se abria para seu Cabo e amigo. Sua preocupação parecia ser palpável, ainda mais com a gritaria vindo de fora do navio em decorrência da ilha final ser avistada. — Enquanto vocês interrogavam os novatos, notei uma movimentação suspeita e vim rapidamente... — ele começava, desviando o olhar enquanto contava as ocorrências — Porém fui recebido com nada, senão um vento que indicava vazio... percebeu alguém por aqui nos últimos minutos? Aposto que não. — jogando todas as evidências no ar, Smith, novo no comando, parecia perdido. Sua força era uma montanha, mas sua experiência no cargo talvez fosse menor do que a necessária para enfrentar uma situação daquelas.

Não demorava muito para que, após muita comemoração e uma visão bela dos campos verdejantes e o castelo de Lvnell, eles chegassem à tão almejada ilha. A recepção parecia ser calorosa, afinal, civis e a própria Guarda estavam ali, além, é claro, de representantes da marinha. Confetes eram vistos voando e sujando o mar de maré alta naquela tarde ensolarada, enquanto a buzina retumbante da embarcação anunciava sua chegada ao porto. Quase instantaneamente, soldados saltavam para terra firme com suas coisas em mãos, enquanto outros esperavam pela ponte ser jogada - para a surpresa de muitos, Smith e Thorkell ainda continuavam no navio, assim como Pippos.

Histórico:

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Considerações:


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"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Havia avistado o tenente Smith logo após perambular, por algum tempo, pelo convés do navio. Durante o tempo que abordei o caloroso amigo, olhava para frente e notava uma bifurcação, não lembro exatamente se já havia passado por lá, mas não havia entendido o motivo do marine permanecer parado sem tomar uma decisão. “Algo não tá me cheirado bem.” Matutava comigo mesmo, deixando apenas os pensamentos comigo mesmo.

Smith apontava ter sentido algo em relação ao interior do navio, exatamente como eu havia pressentido. Mas para minha surpresa, a revelação do marinheiro em não ter achado nada apenas confirmava que tudo parecia em ordem, o que era ainda mais estranho, visto que, uma tripulação tão grande de homens e nada de errado ser encontrado, só podia significar que tinha alguma coisa errada aqui que não está certo.

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~ Huumm... não avistei nada de incomum. Indagava para Smith, respondendo sua pergunta sobre ter avistado alguém durante minha vinda, e tirando ele, não havia observado nada fora do normal. ~ Hãn? Erguia a cabeça para cima, ouvindo vozes em alto e gritos de euforia. “Chegamos em Lvneel? Até que enfim.” Refletia comigo, logo ao voltar a olhar para Smith. ~ Uma vez eu ouvi dizerem que: “a suspeita é o veneno da amizade!” Proferia em um tom sério, fixando os olhos direto nas pupilas do marine.

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~ Thorororororo! Não adianta se preocupar tanto, só fará seus cabelos ficarem brancos mais rápido. Falaria de forma amistosa dando um tapa no ombro do marine. ~ A hora que der merda... nós resolvemos como sempre! Apontaria o dedo para mim de forma confiante, afinal de contas, sempre esperar algo de ruim acontecer apenas solidificava minha aptidão para resolver qualquer problema. ~ Confia nestes músculos que carregam décadas em treinamento e talento, Thororororororo! Expressaria um ar extrovertido e amigável, como de costume, mostrando uma pose máscula de Bodybuilder.

~ Vamos voltar parceiro, chegamos enfim em Lvneel. Falaria para Smith com intuito de fazê-lo relaxar um pouco, pois, permanecer sempre preocupado e ansioso só deixaria ele mais velho e esgotado para qualquer situação. “Ahhh! Bem que podia rolar uma folga. Poderia aproveitar para dar uma volta dentro do reino e fazer uma sondagem da realeza, construções, comércios e etc. Afinal de contas, preciso ter em mente como os reis regem seus reinos em prol de criar o meu.” Pensava comigo sentindo bastante empolgado com isso.

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Após voltar até a superfície do navio, percebendo a movimentação de humanos no porto e que Vitaminado ainda estava no navio, abordaria o mesmo com alguns gritos estando ainda longe dele. ~ Eiiii!!! Repolho desnutrido! Eu voltei, Thororororo! Diz um "oi" pro Pride! Após me aproximar do garoto, mexeria o peitoral de forma viril enquanto provocava Pippos.

Fintava o porto ao mesmo tempo que indagaria sem rodeios. ~ Não adianta queimar a cuca pensando se temos algum intruso ou não, não achamos ninguém e nenhuma pista. É estranho, o que ironicamente já deixa de ser uma pista. Porém! É melhor deixar pra lá! Coçava a barba demonstrando estar despreocupado, apesar de ainda permanecer essa felpa encravada de baixo da pele.

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~ Já diz o ditado: “quando é pra dar merda, vai da merda!” THORORORORORO! Gargalharia após falar para o garoto dar uma relaxada. Não é que eu fosse irresponsável, talvez uma vez que outra, mas era só perda de tempo tentar achar alguém cujas nossas aptidões não eram propicias para tal. ~ Ah propósito, já que chegamos cedo... seria bom dar uma volta e sondar um pouco essa ilha, acredito que o tenente Smith não veja problema. Diria para Pippos, caso o tenente estivesse próximo ou do lado, validaria meu argumento ao confirmar com o marine. ~ Tudo bem se formos fazer uma patrulha pela cidade? Obtendo a afirmação de Smith, seja por motivo de folga ou serviço, não importava. No fim, faria a mesma coisa. ~ Thorororo! Vambora carcaça de frango! Expressaria um sorriso largo e excitante.

Após descer do navio, pela rampa com cuidado, desacoplaria meu escudo no antebraço e amarraria ele na cintura para evitar de bater em alguém durante nossa caminhada; devido seu tamanho e profundidade.

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Expressando um sorriso carismático, acenaria para todos que estivessem no porto, quase me sentindo o próprio imperador de lá. “Hooh... isso sim é uma sensação boa! Mal posso esperar para quando criar meu reino, sempre ser recebido dessa forma respeitosa! Thorororo!” Pensava comigo ainda acenando aos humanos no porto. ~ Saudações pequeninos!

Já havia viajado para este reino, mas isso há muito tempo atrás. Outrora talvez nem mesmo fosse o mesmo rei, ou rainha, que ainda estivesse reinando. Sempre existe caos, revolucionários e ainda famílias nobres que conspiram para usurparem o trono. Exatamente por isso quando eu criar o meu reino, será definitivamente divergente de todos os outros.

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~ Aí rabanete! O que acha de irmos até o castelo real? Quem sabe possamos visitar o local e ver umas damas bem... turbinadas, hein!? Thorororororo! Mexeria com Vitaminado, pois, o pivete ainda era puro e inocente. Mas respeitava ele apesar de tudo. ~ To de zoeira! Mas realmente estou com vontade de ir até lá, o que me diz? Perguntaria para ele com proposito de ver se ele me acompanharia, talvez quisesse fazer outra coisa.

Se fosse algo que me interessasse, provavelmente iria com ele. Todavia, Lvneel era um reino bastante grande e com muitos locais para se explorar. “Ahhh... os bordeis daqui devem ser bastante abonados.” Expressava um rosto corado e instigado para o lado amoroso.




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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Mediante minhas eficazes perguntas, o tal suspeito sempre tinha resposta para tudo… arf. Só havia duas opções… Ou ele realmente havia estudado muito sobre tudo e todas as rotas do navio, ou, de fato, ele não seria verdadeiramente um criminoso. - Analisei precisamente. Mas, de todo modo, em todas as respostas dele, eu podia sempre sentir algumas pontas soltas, fagulhas de quem realmente está tentando fkngir ser o que não é. Em primeiro lugar, o meu questionamento havia sido claro, e, interceptando informações, desde uma última equivocada dele, eu já suspeitava muito: - Sei que você não é nenhum criminoso, espião ou algo desse gênero, VITATATA! Por isso, estava tentando achar alguns detalhes entre os outros soldados. Preciso abrir o jogo contigo. - Suspirava. Não demorando para, mais uma vez, tentar colocar minha mão esquerda, ou parte dela, no ombro desse soldado. - Calvin, há a suspeita de invasores nesse navio, me entende? E, tendo você como a única fonte confiável dentre esses soldados, eu te peço para me indicar quem você conhece e que realmente não é um estranho nesse navio. Um relatório simples. Confio em você. Muito obrigado! - Finalizaria com esse questionamento, aguardando uma resposta convicta.

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Era óbvio que eu não confiava nesse desgraçado, mas ele precisava pensar o contrário. E, tendo ele se sentindo como minha base dentre os soldados, estava claro de que dentre os nomes que ele me citasse, com certeza, estaria o grupo invasor, ou até mesmo não, tendo em vista de que ele utilizava muito desses jogos mentais, mas talvez facilitasse pelo fato de meu afeto e confiança ser demonstrado unicamente à ele. Ao fim de sua resposta, estava claro de que ele me citaria bons nomes, apelidos estes que dificilmente seriam esquecidos dentro de minha memória divina. - Muito obrigado, Calvin. Seus serviços estão sendo reconhecidos, VITATA! Quem sabe no futuro não teremos um Tenente Calvin comandando a próxima embarcação? VITATATA! - Brinquei para descontrair a tensão que talvez ainda pairasse pelo ar do convés.

Em pouco, talvez fosse provável supor que o Cara de Abacaxi, vulgo Thorkell, surgisse dentre os saguões do navio para vir brincar comigo ou, sei lá, também me chamar de algum desses apelidos pífios para um astuto semideus como eu, mas essas brincadeiras dele eram toleráveis e maior parte do tempo até traziam gargalhadas. - VITATATA! Só cuidado para esse repolho aqui não amassar esse teu crânio com o Thor. - Brincaria da mesma forma que era a nossa tranquila interação. - Falando nisso, o Calvin. - Apontaria para o citado soldado. - Ele é confiável! Me passou uma lista de quem podemos descartar das nossas suspeitas. Isso vai nos ajudar bastante! - Finalizaria, emitindo um tom de voz forte o suficiente para que o supracitado soldado ouvisse, mas não em um volume tão alto à ponto da embarcação inteira, VITATA.

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Sem pestanejar, o Thork me mostrava bons planos para desembarcar e conhecer bem a cidade de Lvneel. Claro que eu também ficava ansioso para desfrutar a 'última ilha' antes da tão abominável Grande Linha. De fato, a empolgação era tremenda, a ponto de também me dar muita vontade de seguir e embarcar na ideia desse azedo. Lógico que eu ainda ficava meio relutante ao ponto de desembarcar, quando que o navio já vinha sobre suspeitas de invasores. Mas o que me deixava tranquilo era a ainda presença do Tenente Smith, afinal, com sua impecável lâmina, ele era capaz de acabar com qualquer um, VITATATA.

- Tá… tá… se for pra dar vamos nessa, VITATATA. Se for pra acontecer alguma merda, eu, o fruto de uma vontade divina, o imperioso, o destemido futuro ser mais forte destes mares, resolverei o problema, VITATA! - Transbordava minha lúcida confiança, a ponto de até causar inveja ao Thork. À medida que o navio repousasse, eu não demoraria para efetuar um impressionante salto para fora desta gigantesca marina. Assim que colocasse os pés para o interior da tão famosa Lvneel, eu poderia presenciar a quantidade de pessoas louvando a nossa chegada naquele porto. Era algo incrível. Claro que toda essa empolgação dos civis não era para o navio ou para a embarcação em si, mas para mim, claro. Eu estava sendo recebido como um verdadeiro ser divino que eu sei que sou. Em virtude disso, eu não pestanejei antes de começar a fazer algumas belas poses para exibir bem cada um de meus músculos, afinal, a minha tratar-se-ava de um simples tecido que mal cobria alguma coisa da parte superior de meu corpo, VITATA.

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Thork tambem parecia muito empolgado, e fez questão de pedir para que eu desse um 'oi' a um tal de Pride. - Pride?! - Me perdi um pouco, afinal, quem que era esse tal de Pride? Mas vendo os peitos desse idiota contraindo e balançando eu entendi que era verdade o fato de que esse louco ficava dando nomes a seus músculos. - Idiota… - Pontuaria, finalizando com um leve tapa com a palma de minha mão em minha testa. Pois eu realmente estava divagando sobre algum tal de Pride e de que ser alguém importante o qual eu não estava a recordar.

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Assim que estávamos em solo firme, Thork vinha com uma ideia de visitar um tal de castelo real. - Justo. Algo me diz que é onde um ser divino como eu deveria estar, VITATA. Vamos nessa! - Finalizaria, acompanhando-o nessa trajetória de sucesso. - Sobre o soldado, ele ainda é meu suspeito principal, e, mais uma vez, deslizou na resposta. Pois eu havia falado sobre as ilhas em que paramos por haver QGs da marinha e ele veio me falar de Minion, que também não tem… De todo modo, acompanharia meu irmão de outra mãe em seu trajeto ao tão consagrado castelo, mas caso eu, antes, conseguisse notar qualquer movimentação estranha ou qualquer ação mais ofensiva dentro do navio, eu voltaria de imediato para dentro do mesmo.


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