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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar Godheim e Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Pippos
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Pippos
Sargento








2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! Shuuma10


Chegada em Lvneel?!
É a ilha dos pássaros?! VITATATA!



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Decorrente de minha esperada ascensão em nossa última batalha, eu já tinha plena certeza de minha vitória, mas, convenhamos, talvez eu tenho demorado um pouco de tempo a mais do que eu esperava. Enfim, isso não importa agora, com muita garra e dedicação, eu consegui vencer a minha peleja e defender, com um empenho honrável, o nosso navio, VITATATA! Mas estavam claros alguns detalhes neste último confronto. Em primeiro lugar, eu preciso aprender a nadar para não ficar para trás e deixar esse maldito Thork brilhar em meu lugar! E outra, além de precisar melhorar minha resistência física, ainda preciso alcançar um ainda melhor domínio na canhota!Pensei, afinal, eu já precisava fazer um planejamento para me preparar em possíveis próximos confrontos.

Tratado e bem cuidado, como um neném, logo foi muito bem recebido, ainda na embarcação por alguns bons curandeiros. Qualquer hora eu também preciso melhorar minhas habilidades nesse quesito... mais para frente quero melhorar ainda mais essas minhas habilidades para poder me tratar sozinho e sequer depender da ajuda dos outros. Seria um bom plano, VITATATA!Pensei, rapidamente, enquanto estava a ser tratado pelos médicos responsáveis por esse feito na embarcação. Sentado e me recuperando de todo o meu desgaste físico, logo pude entender, posteriormente, que nossa vitória havia sido digna e palpável. Parece que alguma das embarcações desses fracassados havia até mesmo começado a afundar, VITATA. Enfim, o mais importante é que, ao fim, fomos honrados pelo Tenente Smith para consagrar a patente de Cabo. Nada mais do que o esperado, não? Óbvio, que o céu é o meu limite, VITATATA!

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Enquanto me acabava com meus devaneios, mal pude notar que já havíamos acabado de chegar em uma ilha. – Já chegamos em Lvneel? VITATATA! A viagem foi rápida.Abri um reverenciável sorriso em meu rosto, afinal, a minha alegria parecia sempre estar a transbordar de meu invejável corpo. Mas não importava, e eu sequer demorei para logo tentar firmar um impecável salto da embarcação, tentando ganhar impulso e altura o suficiente para concluir minha descida com um mortal para o solo da tal ilha, talvez até mesmo fazendo um leve tremor ecoar por ali. Com um sorriso, suspirei, claro, esperando que, inclusive houvesse visto o meu belo salto e que talvez ficassem impressionados ou até mesmo me elogiassem, VITATA. Mas, parando um pouco para analisar aquele lugar... – Ué?!Me questionei. – Então quer dizer que Lvneel é a ilha do passarinho?! VITATATATATA!Brinquei.

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Ao finalizar minha risada, continuei a observar bem aquele lugar, e, à princípio parecia ter apenas uma extensa floresta. – Então quer dizer que Lvneel é a ilha floresta dos pássaros?! VITATA. O que se tem para fazer nesse lugar?Tentando me responder com ações, apoiei meu belo martelo no solo daquela possivelmente límpida praia e apoiei ambas as minhas mãos contra o solo, onde eu iniciaria uma astuta flexão, e na hora em que alcançasse a altura máxima, tentaria retirar ambas as mãos do solo e bater uma palma, para que, na sequência eu prosseguisse a devolver as mãos para o solo e me dar um apoio para quando meu corpo já houvesse descido o necessário para canalizar uma astuta flexão. Executando este mesmo movimento quantas vezes fossem necessárias para que eu pudesse sentir as pequenas lesões nos músculos de meu peitoral, lesões estas que me eram necessárias para fazer o meu organismo reparar as fibras musculares perdidas e repor com o aumento do tamanho do músculo.

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Talvez o Thork também resolvesse sair da embarcação e tentasse falar algo comigo, ou nem isso, mas assim que o visse fora da embarcação não pensaria duas vezes antes de interagir com o mesmo: – Ei, cabeça de Abacaxi! Está surpreso? VITATATA! Eu também não imaginava que Lvneel fosse a Ilha da floresta do passarinho. Seria bom se ao menos houvessem pessoas ou uma cidade dentro dessa floresta grandona, VITATATA!Sorri, esperando alguma espécie de milagre mágico em que fizesse pessoas, belas mulheres, ou até mesmo a bebida aparecer neste lugar. Manter-me-ia a olhar fixamente para a extensa floresta, torcendo para acontecer algo que me fizesse sair desse tédio nessa ilha esquisita. Mas caso o Smith também saísse da embarcação e interagisse comigo de alguma forma, eu o entenderia e faria questão de segui-lo para onde quer que ele fosse dentro dessa Mata da montanha Piu. A não ser que ele deixasse claro que queria avançar sozinho, e, nestas condições, voltaria a fazer exercícios para passar meu tempo, agora apoiando-me apenas com um único braço e tentando fazer flexões para forçar a reconstrução de músculos de meus belos bíceps, onde após um tempo, revezaria o braço para treinar também o outro lado.

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Vitaminado Pippão


Última edição por Pippos em Qua Set 22, 2021 7:20 am, editado 1 vez(es)

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~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

A batalha contra o felino havia me agradado, apesar da breve inveja do embate entre Smith e o capitão pirata, o que me importava era estar satisfeito em brandir minha lança. ~ Thororororo! Pelo menos não foi uma viagem monótona. Proferia com uma bela gargalhada enquanto girava minha lança e a deslizava para dentro da bainha; pelas costas.

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Havíamos atracado na ilha mais próxima para repor as necessidades que um navio exigia, entre alimentos e etc. E foi nesse meio tempo que Smith viria a falar comigo e o soldado Vitaminado. Os elogios do marine sem dúvidas era merecedor, exceto ter que ver Pippos se gabar disso por um tempo. “Só de pensar que o paspalho aí vai ficar meses se gabando, já me da dor de cabeça.” Colocava a mão no rosto soltando um suspiro, mas logo esvaindo tal pensamento.

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~ Agradeço sua sinceridade, sargento Smith. Thororororo! Responderá ao marine apreciando seu comentário, não que fosse esperado menos destes músculos extraordinários. Mas de fato, havia sido uma batalha bastante disputada. “Uma pena não ter colidido com minha lança contra o capitão pirata. Mas a vida não é um mar de rosas, não é verdade!? Thorororo!”

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O Sargento Smith começava a falar sobre sua falta de força e sobre sua ânsia por mais poder, me surpreendendo um pouco pela súbita mudança de desejos do homem. ~ Ora, ora... isso me lembra um velho ditado. Falava expressando um pequeno sorriso. ~ “Você nunca sabe a força que tem. Até que sua única alternativa é ser forte.” Proferia como um velho sábio, não querendo ser arrogante, mas sim simpatizando com o viril desejo pela força que Smith almejava.

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~ O segredo da força está na vontade! Indagaria para Smith com um olhar mais sério e bastante convicto. fintaria nos olhos do homem ao mesmo tempo que transpassaria minha determinação através das palavras. ~ E quando um homem tem força de vontade, os deuses dão uma ajuda. Não se esqueça disso, amigo. Abriria um sorriso amistoso e carismático ao mesmo tempo que bateria suavemente no ombro do homem, mostrando um gesto sincero e revigorante.

Após algum dialogo com o superior marine, Smith anunciava nossa promoção. ~ Thorororororo! Um pequeno degrau para um grande homem?! Coçava a barba por algum tempo, logo imaginando que talvez estivesse um pouco, mas bem pouco, mais próximo de criar meu reino. ~ Talvez isso seja um sinal para eu pensar em um belo nome para o meu reino, Thororororo! Refletia falando comigo mesmo e em seguida, batendo continência. Smith havia conquistado certo respeito, naturalmente demonstraria por livre espontânea vontade.

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~ Vê se não fica todo molhado aí por causa da promoção, rabanete! THORORORORORO! Mexeria com Pippos como de costume após dar um leve tapa em seu ombro. ~ Ah proposito... que ilha atracamos mesmo? Perguntaria para Smith, ou para qualquer soldado que estivesse próximo, enquanto emanaria um olhar pensativo.

Após descobrir que haveríamos atracado em Swallow. “Mas que Diabos de nome de merda hein!?” Se minha memoria não falhasse, essa era a primeira vez que havia pisado nessa ilha. Não me recordo de muitas pessoas falando de Swallow, mas isso não significava que era algo ruim; nem a favor também.

Sairia da embarcação pela rampa e aguardaria um tempo no porto, fazendo a segurança adequadamente do navio. ~ Tenente Smith! Quanto tempo vamos ficar nessa ilha? Questionaria o marine que estava responsável pelo navio e tripulação. ~ Huh, entendo. Responderia para o marine e retornaria a falar. ~ Vai precisar de algum trabalho braçal? Coçaria a cabeça enquanto olharia para os lados buscando ver algo de novo na ilha.

Se não íamos ficar naquela ilha, na minha sincera opinião, não havia necessidade de ficar andando pela cidade. “Apesar de seria refrescante ir em um bordel ou encher a cara.” Pensava comigo ainda indeciso se aguardaria próximo do navio, ou caminharia pela cidade em busca de saciar um ou outro desejo latente.  



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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 1
20:12 / Swallow


 
A marinha e seu comboio, após um certo tempo no mar, enfim desembarcavam em uma ilha estranha. A floresta extensa e o grande monte em forma de canário embelezavam a vista, mas desagradavam alguns menos simpatizantes com a natureza. O local onde desciam, porém, se tratava da Cidade de Falchia: um aglomerado urbano caótico e sem lei. Nesse momento, Smith trocava uma breve conversa com Thorkell e Pippos sobre suas vontades. — Você é um homem sábio, Thorkell. — ele respondia com um sorriso no rosto de satisfação, antes de se retirar do local. De maneira similar, os dois gigantes pensavam em seus objetivos. Vitaminado queria ser mais autossuficiente, enquanto seu parceiro e colega possuía a concepção de estar, após essa promoção, mais próximo de fundar seu reino.

De qualquer forma, não demorava para que ambos ficassem intrigados com a aparência daquele lugar. Pippos imediatamente confundia a ilha com Lvneel, ainda com a informação errada de alguém em sua cabeça, ou concepção distorcida. Além disso, falava coisas estranhas que atraíam a atenção de alguns transeuntes e colegas de profissão, afinal, não estava na floresta, e sim no porto daquela cidade costeira. Thorkell, mais pragmático, imediatamente perguntava o nome do lugar para um marinheiro que passava por ele após Pippos iniciar sua descida do barco.

— Estamos em Swallow, senhor. — tratava o homem com respeito após ver suas ações em batalha, acenando, inclusive, sua cabeça em um curto cumprimento. O nome imediatamente o causava estranheza, já que, em seus anos e incontáveis viagens, jamais ouvira falar da dita ilha. De qualquer forma, não se deixava aporrinhar, descendo do navio imediatamente como todos os outros faziam. A sua visão da inicial da cidade era um lugar sujo, caótico e mal-encarado. Os transeuntes naquela hora da noite já não possuíam uma característica nobre, e as lâmpadas amarelas iluminavam precariamente o porto igualmente poluído.

O gigante também via Pippos, que assim que descera do barco, começara uma série de treinamento. Flexões seguidas de palmas em seu ápice. Seu tamanho fazia estremecer aquele lugar a cada pousada que ele dava com suas palmas abertas, reiniciando aquele ciclo que fazia seu coração acelerar e seus músculos expandirem, queimando e sendo trabalhados cada vez mais. Assim que ele notava Dragnar, imediatamente ia falar com o rapaz sobre os aspectos estranhos do lugar, tentando encontrar algo que lhe tirasse daquele tédio sem fim.

Logo atrás vinha Smith, descendo a rampa do navio enquanto analisava a cidade onde desceram. A noite abafada, iluminada pela lua e estrelas, fez com que o homem usasse algo mais leve naquele momento. De forma imediata, os dois se voltavam para o superior, sendo até mesmo questionado por Thorkell quanto aos afazeres. — Algumas poucas horas. Vamos pegar suprimentos na base da marinha daqui e faremos alguns reparos no navio antes de irmos para a próxima ilha. — ele respondia com uma voz calma e serena, carregando certo cansaço.

— Se puderem pegar algumas coisas por lá ajudaria no processo. — falava despreocupado, dando uma pausa antes de voltar. — É o que eu estou indo fazer, inclusive. Se quiserem me acompanhar, seria ótimo. — deixava a decisão com os rapazes, não dando uma ordem naquele momento. Já possuíam muitos soldados trabalhando na escolta e carregamento, não sendo necessário outros a não ser que se voluntariassem, como era seu caso. O homem gostava de trabalhar e voltar às suas raízes; essa era a fonte de sua humildade e profissionalismo dentro da organização



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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

A ilha de Swallow era sem duvidas bastante imunda, sem contar a visão podre que emanava de toda parte. “Provavelmente não deve ter um quartel nessa ilha, pra estar nesse estado. Se houver... o marinheiro responsável deve ser bastante vadio.” Pensava comigo enquanto observava a cidade, o que era bastante pratico devido meu tamanho.

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O Cabo Vitaminado começava a fazer alguns exercícios, logo após descer do navio. “Não que eu apreciei o esforço do rapaz em querer ficar mais forte. Porém... agora? Será que ele está no cio pra do nada começar a fazer flexão?” Soltava um suspiro e em seguida me aproximava do garoto. ~ Ei, ei, ei! Eu to ligado que tu está precisando melhorar esses músculos aí, mas estamos em serviço! Se tu bobiar, vai acabar sendo roubado em! Fica esperto que essa ilha parece ser traiçoeira. Indagava para Pippos durante o tempo que girava a cabeça para olhar em volta de nós.


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Não tardou muito para Smith descer do navio, sem delongas, viria a falar com o marine quanto ao local que haveríamos ancorado. Smith confirmava haver um quartel em Swallow, sem evitar acabaria falando de forma sincera. ~ Hãn?! Essa pocilga tem um quartel da marinha? Expressaria um rosto de espanto. ~ Thororororo! Acho que vou lá dar uma surra nesse paspalho que deve coçar o saco o dia todo. Afinal de contas, nem mesmo um soldado estava de prontidão no porto! Qualquer pirata poderia ter atracado e feito a festa nessa merda. Terminava de falar ainda mostrando um belo sorriso no rosto; provavelmente empolgado por ter uma desculpa para sair no soco com o marine do Q.G.

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Talvez o tenente Smith não gostasse muito do meu comentário, apesar da minha sinceridade ser obvia e natural, respeitar os superiores era necessário dentro da marinha. No entanto, era difícil para mim respeitar pessoas sem caráter, força ou ambição. “O que parece ser o caso do líder do quartel de Swallow.” Estava visível meu desgosto em minha face, apesar de que não estava fazendo nenhum esforço para esconder.

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Após perguntar se o tenente precisaria de ajuda para repor as necessidade do navio, a resposta era sim. ~ Claro, vambora! Responderia para Smith, uma vez que, ele próprio iria até a base da marinha com objetivo de ajudar a abastecer o navio. ~ Bora Vitaminado! Deixa essa franguisse pra depois! Thororororo! Provocaria Pippos como de costume, mesmo que o cenário fosse bastante ordinário, meu humor extrovertido não sumiria tão rápido.

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Durante o trajeto até o quartel, estando alerta a qualquer ataque inimigo, não evitaria de perguntar para o tenente. ~ Mas falando sério,Tenente Smith! O rosto agora mostraria mais preocupado que costume. ~ Acho que esse quartel aí deve ta numa merda grande. Diria sem papas na língua. ~ Ou tem marine corrupto; ou tem pouca verba; ou são tudo legítimos marinheiros que “mamam” na teta da marinha. Ajeitava o escudo em meu braço direito para que ficasse mais confortável.

~ Não que seja da minha conta, mas pode ser bem possível que esse estado da ilha seja culpa do quartel. Talvez fosse difícil Smith escutar isso, mas sabendo que ele não era um moleque, mas sim um homem já vivido como eu, certamente ele também notaria isto. A ilha possuía uma enorme montanha em forma de pássaro e algumas fabricas; o que significa que há sim um sistema de investimento razoável. “Difícil acreditar que a marinha não interviria para fazer uma inspeção. Tem algo de estranho nisso aí.” Pensava comigo ao mesmo tempo que sentia algo me incomodando, como se fosse um cravo em baixo do pé. Ainda que não fosse da minha conta o estado da ilha, um homem deve seguir seus instintos até o fim... mesmo que isso lhe custe alguns dentes quebrados.

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Após chegarmos no quartel, pisaria um pouco mais forte em frente a construção com intuito de chamar atenção dos marinheiros lá dentro. ~ Ora, ora! Isso tá mais parecendo um covil de cobras do que um recinto de homens, não concorda comigo Vitaminado? Falaria caso avistasse um quartel meia boca e poucos marines em serviço. Expressaria um rosto destemido e intimidador assim que avistasse o mandante do local; ou qualquer outro.



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Pausa para reabastecer.
Vamos conhecer essa ilha...



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Diante de meus invejáveis movimentos de treinamento para caracterizar um desenvolvimento de meu hábil peitoral, talvez fosse notório que a cada palma e queda no solo, uma certa vibração naquele lugar era bem audível. VITATATA! Uff... Esperado. É mais de uma tonelada de pura massa muscular, hehe.Pensei, pragmaticamente, claro. Mas lógico que eu não pararia meus belos movimentos de forte contato no solo. Se fazia barulho ou problemas para quem quer que fosse sensível demais, acho que a culpa não era minha, pois eu estava treinando à favor do desenvolvimento de meus vigorosos músculos. Nesse sentido, eu continuava os movimentos até a plena certeza de sentir a queimação dos músculos para transcendê-los e torna-los ainda melhores.

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Thork se aproximou de mim. Justo. Sempre soube que ele invejava meus belos músculos, mas, para mantê-los, é óbvio que preciso sempre me dedicar astutamente na execução destes movimentos. Até que vi que ele parecia não estar muito interessado em se inspirar ou, ao menos admirar meus movimentos, ele parecia querer que eu parasse de me exercitar por ser uma ilha ‘supostamente’ perigosa. – Ué?! Melhorar?! Olhe bem para eles.Pausei, começando a fazer algumas poses para exibí-los, mas também me preocupei um pouco com quão perigoso este lugar poderia ser, fitando bem ao meu redor e tentando entender como que essa ilha seria assim tão problemática... – Roubado?! VITATATA! Se calma aí, campeão. Ninguém ousaria mexer comigo ou com meus itens...Apertei forte meus punho direito. – Até que seria interessante amassar o crânio de fracassados que tentassem me roubar, VITATATA!Sorri, mas de uma forma sádica, como se realmente quisesse que isso acontecesse para que eu tivesse a liberdade para estraçalhar qualquer que fosse o tipo de fracassado que estivesse disposto a me enfrentar.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! Screen28

Em minha pausa, era possível notar a aproximação de Smith, o mais novo Tenente dessa região, VITATATA. Ele agiu de forma super cordial e nos indicou a respeito de ser uma espécie de pausa para reparos e abastecer suprimentos do navio. – Ué, senhor?! Essa aqui não é Lvneel, a notória ilha dos pássaros?! VITATATATA!Brinquei. Mas lógico que analisaria bem e continuaria a prestar bastante atenção a o que ele nos tivesse informando. – Pegar coisas?! Pode contar comigo, VITATATA! Mas qual o nome dessa ilha? Paramos aqui para abastecer e prestar algum suporte ao barco, certo?Exibiria toda a minha garra, moldada por uma exemplar força de vontade em sempre querer mostrar o meu valor. – Claro que irei contigo, VITATA. Mas esse lugar não aparenta ter muita coisa. Você conhece bem esse lugar? Se sim, por favor, nos diga como é e o que há de bom por aqui.Esclareci a base de minhas dúvidas, afinal, em primeiro lugar, precisava saber se, ao menos havia alguma espécie de base da marinha no lugar, ou ainda estaríamos indo atrás de suprimentos e materiais para incrementar o navio para comprá-los ou algo desse gênero.

Mas, vindo de sua resposta, não importava. Eu o seguiria com empenho e dedicação para auxilia-lo no que fosse necessário, e, talvez, ser uma base forte para lhe dar suporte, afinal, o Thork havia falado de talvez ser uma ilha perigosa. À princípio eu não havia enxergado nada de perigoso, a não ser que fosse o lugar dos pássaros encrenqueiros, VITATATA. Mas a precaução seria nosso ponto forte, e, necessária em qualquer ambiente ainda desconhecido. Tendo isso em vista, já empunharia com firmeza a minha gloriosa marreta, apenas para me certificar de que não teríamos problemas.


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Mas, óbvio que no caminho eu ainda faria questão de atormentar a vida de meu companheiro. Ele gostava muito de me provocar, mas nós sempre teríamos que ter a reciprocidade. – Nossa, Thork...Colocaria a mão esquerda no queixo enquanto fitava bem todos os seus atributos físicos, tudo bem que ele era, de fato, forte e com alguns atributos fisicamente bem estruturados, mas era óbvio que sequer se comparava aos meus inalcançáveis músculos de beleza estrutural. – Acho que você ta precisando treinar mais, hein. Realmente tô te achando mais magro. Só cuidado para não me fazer te confundir com alguns desses galhos de árvore que tem por aí, VITATATA!Ironizei, sempre fazendo parte de nossa interação diária e, notoriamente, engraçada. – Falando nisso... ouvi falar que essa ilha dos pássaros tem umas bebidas boas... Ei, Smith, ficou sabendo que o Thork falou que ia bancar bebida pra a gente?! VITATATA!Pontuei. Lógico que eu não tinha tanta convicção no interesse por bebidas de nosso superior, mas, só de falar nelas, eu já deveria ficar com água na boca.


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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 2
20:22 / Swallow


 
Os soldados enfim desembarcavam na ilha dos pássaros para reparos na embarcação reabastecimento dos suprimentos em falta. A batalha contra a frota pirata havia exaurido grande parte dos estoques daquela grande embarcação, se fazendo necessária tal ação mesmo naquele momento, pouco tempo após a saída dos marinheiros de Flevance. Uma grande jornada marítima ainda esperava aqueles marines até o destino final: Lvneel, a última ilha daquele blues. Com todos arrumados para a breve descida, Pippos, ainda um tanto confuso, perguntava para Smith a localização dos mesmos após uma pequena brincadeira que era capaz de retirar um breve sorriso do tenente.

— Estamos em Swallow... nome estranho, lugar pior ainda. — dizia, ponderando um pouco na sua última frase enquanto olhava seus arredores. Thorkell, igual a ele, parava um pouco sua brincadeira com Pippos e seus músculos para constatar aquele mesmo fato. — Sim... por incrível que pareça, aqui tem um quartel da marinha... — pausava brevemente, voltando com um pensamento em voz alta. — Se é que podemos chamar disso... — a mente de Dragnar girava em torno dos problemas no local, adicionando possibilidade de corrupção na ilha, assim como a má organização e suas consequências. Apesar de pensar que Smith poderia ver o comentário com olhos negativos, o resultado era outro.

Hahaha! Não tiro sua razão. Infelizmente, o próprio sistema protege esse tipo de pessoa. — novamente entrava em um certo momento de ponderação, enquanto começava sua caminhada. Pippos e Godheim iam atrás, passando pela cidade deserta e extremamente deplorável. A pobreza no local era mais que evidente, se tornando até mesmo comum aos olhos enquanto cortavam o local em direção ao interior de Swallow. Em meio às brincadeiras recorrentes dos dois cabos, o gigante mais velho novamente constatava aquele fato um tanto quanto perturbador.

— Esse, caro amigo, é o resultado de uma liderança porca. Embebedada no poder e relaxada quanto às mazelas do mundo. — enquanto falava, sua voz permanecia calma. Suas mãos juntas para trás e seu queixo elevado aumentavam ainda mais a sensação de superioridade daquele homem. — De forma alguma você está errado... e infelizmente não podemos fazer nada sem prejudicar a nós mesmos. — falava de maneira distante agora, como se recordasse de uma memória distante.

Após alguns minutos de caminhada, já podiam enxergar um grande estabelecimento com o familiar símbolo da marinha. Seu estado, outrora pomposo, agora era decaído e manchado, fruto da administração que pouco se importava realmente com o próprio serviço. A fila de soldados vindos do barco, com ferimentos aqui e ali, era grande, e alguns marinheiros pareciam fazer a escolta daquela grande massa de pessoas. Outros se viam apenas observando o trabalho alheio enquanto nada faziam; assumia-se que eram os nativos da ilha e daquela base da marinha.

Enquanto Pippos brincava sobre as promessas de Thorkell e pensava ainda mais no álcool, Smith parava em silêncio, olhando para o horizonte - sem querer, acabava por ignorar Vitaminado. Seus olhos, semicerrados, fitavam sem descanso um homem em seus últimos anos, sentado em uma confortável cadeira enquanto outro mais jovem segurava uma caderneta e anotava algumas coisas. Atrás da dupla, caixas e mais caixas de suprimentos para o navio, que eram monitoradas pelos próprios marinheiros dali, enquanto outros as pegavam e saíam para a pequena caminhada até a embarcação. Os dois oficiais pareciam trocar olhares, onde faíscas quase eram vistas com aquele choque entre vontades e aspirações. Sem hesitar, o homem começava a caminhar na direção dos suprimentos, abrindo sua boca apenas para proferir uma ordem forte e clara. — Vamos. Mostrem para esses o que é um verdadeiro marine. — desejava impor respeito, instaurar a mudança e plantar a semente de uma atitude melhor.



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Lugarzinho estranho...
Qual o passado do Smith nesse lugar?



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Resiliente na hábil maestria de meus exercícios para desenvolvimento muscular, eu já pude usar o referido momento para aquecer e alavancar meus músculos. Smith, o sábio superior que apenas me trazia ainda mais motivação em ‘crescer’, não literalmente, claro, dentro deste admirável grupo, a Marinha. Tendo toda essa postura sã e inigualável, eu tinha certeza de que também almejaria ter esse ímpeto cordial em ao mesmo tempo, muito respeitável. Não por impor patente ou algo do gênero, mas sua essência parecia merecer um belo respeito. Quando menos pude esperar, ele me respondeu, à respeito de nossa atual localidade. Swallow... será que esse lugar é tão ruim assim?Me questionei, colocando minha mão esquerda em minha boca, apenas como um ato fatídico de tentar refletir no momento, afinal, até mesmo o Thork havia me falado desse lugar possivelmente ter ladrões ou algo do gênero. Óbvio que eu não devia ter tanto conhecimento e experiência de vida como eles, mas todas essas falas apenas atormentavam minha curiosidade no quão ruim este lugar poderia ser.

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Era notório que, com o desenrolar da fala de nosso superior, o clima parecia ficar mais tenso e pesado. Eu não sabia ao certo, mas tinha uma leve impressão de que o Smith já tinha certas experiências desagradáveis com esta ilha. Ou talvez com alguém que nela se situe. Não sei ao certo, mas que ele odeia este lugar, está bem claro. Virar-me-ia para o Thork para responde-lo, conforme ele antes havia mencionado e eu demorei um pouco para falar alguma coisa: – É, maninho... esse lugar parece um verdadeiro ninho de animais perigosos e que realmente não prestam.Enfatizei, apenas alocando as falas e o nosso seguir para dar suporte ao mais novo Tenente que apenas vinha a falar dos problemas desta ilha. Aqui possui um Quartel General da Marinha, não consigo entender toda essa ânsia e raiva de um lugar sob supervisão da Marinha, afinal, todos esses lugares são fabulosos e bem mais organizados. Mas deve haver muitos problemas internos como má administração, organização e, quem sabe, até corrupção.Idealizei, tentando explicar uma possível razão para a má estruturação deste âmbito.

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Pensamentos e analogias à parte, agora eu deveria me concentrar no que quer que estivéssemos a prestigiar em nosso devido caminho. Em alguns bons minutos de caminhada, exercitando firmemente os músculos tibiais de minhas gloriosas pernas. Tentando mudar um pouco esse clima, eu tentei brincar um pouco, algo para tentar aliviar esta tensão eufórica no ar. Nada mais do que falar em bebida para animar tudo e todos. Bebida...Salivei um pouco. Mas parece que minha tentativa de mudar um pouco o temperamento sérios dos cidadãos em questão não deu muito certo. Suspirei. Tudo bem, me mantive quieto e sereno até o fim de nossa exímia caminhada.

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No término de nosso caminho, era expressa uma firme encarada entre os olhares entre um homem de idade e nosso superior. Era óbvio que eles tinham algum tipo de história juntos, mas, obviamente, não se tratava de um memorável passado. As tais caixas pareciam já estarem prontas para o desembarque e realocação em nosso navio. Haviam alguns Marines começando a fazer o levantamento para pegar e levar os tais materiais até a nossa embarcação. Mantive o olhar fixo e sério designado para o tal ancião em questão. Eu não sabia ao certo o motivo de toda essa antipatia, mas, seu semblante não me parecia respeitável. Desse modo, logo comecei a me aproximar para auxiliar no transporte. – Boa noite, cidadãos.Tentei ser simpático em um fim de noite completamente cansativo cheio de aborrecimento e aversão. Talvez isso aliviasse um pouco este espaço, mas nada de tão esperado.

Quando o Smith se aproximou dos suprimentos e deixou no ar toda uma provocação no ar, eu me preocupei, levemente, porque o clima já parecia estar tenso, e, depois de uma dessas é que as faíscas estourariam mesmo. Caso algo, atípico acontecesse, onde algum ataque fosse direcionado a meu superior, eu, rapidamente, estenderia meu grande e imponente martelo à frente, para tentar bloquear qualquer tipo de iniciativa ofensiva contra o Smith, alvejando apenas defendê-lo, sem nenhuma vontade ofensiva. – Choque Defensivo!Exclamaria, fazendo minha grande marreca entrar em contato com o que quer que fosse o ataque a ser efetuado. Mas, caso contrário, apenas faria questão de colocar a base de minha marreta em minha boca para deixar meus braços livres para poder pegar mais suprimentos e levar até nosso navio, como um verdadeiro profissional da Marinha o faria. – An..pf.té a prfon.. xima!Lógico que eu tentaria pegar a maior quantidade de suprimentos que conseguisse, e dizer um ‘Até a próxima’ não seria tão fácil tendo um martelo em minha boca.

Caso não houvesse nenhum tipo de evento atípico mesmo, não demoraria muito até que eu e o Thork chegássemos à embarcação com a possível grande quantidade de carga, eu com mais, claro, para impor que ninguém se compara a mim. Mas, de qualquer modo, ainda precisaria conversar bem com meu companheiro. Isso se, claro, o Smith não estivesse próximo. – Cara, desde que cheguei até essa ilha... Swallow né? Já percebi que o Smith tá bem esquisito com esse lugar.Aguardaria alguma concordância do meu amigo, afinal, ele não era nenhum tipo de retardado. – Tá na cara que, sim, existe algum passado problemático entre eles. E o Smith fez questão de nos trazer aqui para, talvez, mostrar que havia subido de patente e com bons profissionais como nós, claro.Finalizaria, puxando levemente a faixa branca que cobria a parte superior de meu corpo, para melhor exibir os meus músculos para o outro gigante.

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Depois, faria questão de realocar a faixa branca sobre a parte superior de meu corpo e tornar meus músculos colossais, novamente, parcialmente cobertos. – Talvez o Smith já tenha servido nesse QG... e não tem boas lembranças desse lugar. E...Pausei para suspirar. – Por isso ele sabe tão bem de como funciona a corrupção interna deste lugar. Talvez não tenha denunciado ou nada do tipo pelo fato de que, aparentemente, não se importam muito com essa ilha. Ou talvez até por um possível respeito referente a petente, pois imagino que Smith serviu aqui como soldado...Coloquei a mão em meu queixo com toda essa rápida reflexão. – Mas... será que estaríamos aqui nessa pausa em uma possível missão para restaurar o controle e estruturação desse lugar?!Cogitei rapidamente essa possibilidade, mas não fazia muito sentido. – Acho que não... Acredito que não há ninguém nessa embarcação para assumir a liderança daqui e o Smith está indo conosco para Lvneel.Finalizei.

Caso ele começasse algum tipo de conversa inesperada a respeito de mulheres, eu ficaria meio sem jeito, pois sequer havia parado em minha vida para me concentrar nesse ponto. Mas caso ele me chamasse para segui-lo ou algo do gênero, eu o acompanharia, sempre muito esbelto e glorioso. – Olá, eu me chamo Pippos Vitaminado, o mais belo, melhor ferreiro do North Blue e futuro ser forte desse planeta, VITATATATA! Muito prazer.Terminaria com uma reverência, cruzando minha mão esquerda em meu peitoral e curvando um pouco o minha cabeça, tentando ser o mais cavalheiro possível. Sim, eu não estava tão bem acostumado a lidar com mulheres de um porte como o meu, então nunca havia me preocupado com isso.

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Choque Defensivo/Ofensivo:

Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão



Última edição por Pippos em Qua Set 22, 2021 9:05 pm, editado 2 vez(es)

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Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Como sempre Pippos começava a falar algumas baboseiras, parecendo não se importar muito com a situação. “Huffs, esse cabeça de repolho é muito avoado mesmo.” Suspirava ao mesmo tempo que pensava comigo mesmo sobre o garoto. Apesar de estar monitorando constantemente nossa ida até o quartel, fazendo jus a meu oficio de sentinela, não era como se realmente estivesse com medo ou algo do tipo, estava só alerta como de costume. “Bom, comigo servindo de guardião deve ser por isso a despreocupação de Vitaminado. Thororororo!” Refletia para mim mesmo esboçando um sorriso no rosto.

Ainda caminhando em direção ao quartel da marinha em Swallow, começava a dialogar com Smith sobre as primeiras impressões que havia notado desde nossa chegada. Era uma boa forma de jogar conversa fora; e ainda evitar que Pippos e sua forma pomposa fosse exaltada toda hora.

Por outro lado, Smith chegava a concordar com minha análise da ilha, mostrando seu caráter e ainda experiência de vida. ~ Hmm... já estive em bordeis mais limpos que isso. Proferia ao longo do tempo que havíamos passado pela parte mais miserável da cidade.

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~ Hãn??! Não podemos fazer nada? THORORORORORORO! Falaria inicialmente com um semblante de surpreso, logo em seguida soltando uma bela gargalhada. ~ De onde eu vim... touro manso tem as bolas presas para mostrar sua agressividade. Diria durante o tempo que arrumaria o chapéu que estava usando. ~ E touro bravo vira bife! Acrescentaria olhando com certa astucia para o tenente. ~ Só porque ele tem um título da marinha, não significa que está acima da lei! Se meus instintos afirmarem que o desgraçado é um fanfarrão... lhe cortarei em dois pedaços sem pensar duas vezes. Kekekeke! Agarraria a haste da lança, expressando um pouco de hostilidade.

“Consequências? Danem-se! Um homem vivido como eu sempre tem que lidar com elas de qualquer forma, antes matar um merda desses e arcar com as consequências do que simplesmente fechar os olhos. Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências!”

De qualquer forma, não era como se fosse atacar o marine superior do quartel. Afinal de contas, haviam diversos soldados com ferimentos necessitando de ajuda e preferia optar por não os envolver em qualquer merda da minha parte. Todavia, a ideia ainda permanecia na cabeça, uma vez que, cada vez mais percebia a falta de vontade estampada por toda parte, o próprio quartel general parecia mais um chiqueiro.

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Vitaminado começava a falar sobre minha divida com ele, mas antes de lhe responder notava que Smith parecia fixado em um local. Inevitavelmente acabaria olhando para o mesmo ponto, logo percebendo um velho homem a distância. “Será que esse é o tenente?! Hum, não me parece nem um pouco.” Pensava comigo enquanto ouvirá Smith ordenar para apanhar os suprimentos. ~ Conhecido seu? Perguntaria para Smith durante o tempo que cruzava os braços e expressava um rosto mais sério.

O tenente optava por não responder como de costume, ocultando qualquer pensamento ou história que talvez existisse entre ele e o misterioso homem. ~ Okay! Vambora rabanete! Falaria para o cabo Vitaminado, pois, respeitava a atitude de Smith.

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Em seguida, andaria até o local de suprimentos. ~ Saudações colegas! Seria amigável e carismático como de costume, afinal, não havia motivos para ser mal-educado. ~ Cabo Thorkell Dragnar designado pelo Tenente Smith para recolher os suprimentos e levá-los ao nosso navio. Apesar da sutileza na palavras e do sorriso simpático, o olhar seria penetrante e desgostoso.

Começaria a empilhar as caixas até juntar uma boa quantidade; demasiadamente alta devido meu tamanho, vigor e capacidade física para locomover até o navio. ~ Thororororo! Vamos ver se o “Sr. Músculos” aí consegue carregar umas caixinhas sem se borrar todo! Apesar de saber e reconhecer a força e tenacidade de Vitaminado, provocaria ele como um irmão mais velho zomba do mais novo.

Já até havia deixado de lado qualquer pensamento negativo sobre a situação daquela ilha. Caso Pippos viesse a fazer alguma piadinha, responderia no mesmo instante. ~ Relaxa que este corpo foi reforçado e abençoado pelos gigantes primordiais. Falaria respondendo Vitaminado. ~Não é mesmo Atlas? Thororororo! Em seguida, meu velho hábito de falar com meus músculos surgiria.

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Após agarrar com firmeza a parte de baixo das caixas e ergue-las com segurança, esperaria por Vitaminado e em seguida voltaria para o navio. Durante nossa volta, falaria com sinceridade para Pippos. ~ To achando que tem treta nessa parada aí! Tu percebeu também né!? Questionaria Vitaminado, pois, mesmo sendo um jovem avoado, certamente até ele haveria notado a rixa entre Smith e o velho homem.

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~ Enfim, dane-se também. Ficar preocupado com coisas desnecessárias só vai criar mais cabelos brancos, THORORORORORORO! Indagaria Vitaminado enquanto gargalharia despreocupadamente. ~ Se me der na telha eu entro naquela porra de quartel e empalo vivo aquele desgraçado! KEKEKEKE! Expressaria um rosto mais atroz e perverso.

~ Depois de terminarmos de carregar o navio, vou cumprir minha promessa e encher esse teu rabo de cachaça. Só temos que achar uma taverna que consiga nos acomodar, o que é meio difícil né?! Thororororo! Exclamaria para o marine devido nosso tamanho, o que muitas vezes me impediu de entrar em certos locais; tipo bordeis de luxo. “Malditas lembranças, Huffs.” Suspirava ao relembrar minhas tentativas de entrar, mesmo a força, em casas que mal caberiam uma pessoa com dois metros de tamanho. “Falando em pessoa...” A imagem da marinheira-mink viria em minha mente.

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~ Você viu que tem uma Mink bem gata dentro do navio? E bem alta também. Falava com Pippos enquanto teríamos chegado no porto e largado as caixas. Assim que avistasse um dos soldados, questionaria. ~ Aí camarada! Por acaso você viu uma marinheira grande? Ela é uma Mink-felina, acredito eu. Reclinaria meu tronco para me aproximar do soldado e falar em um tom de voz baixo. ~ Sabe onde ela está e o nome dela? Perguntaria discretamente. Caso o soldado soubesse e indicasse o local, tocaria em sua cabeça e agradeceria. ~ Huuh. Valeu parceiro! Ah! Estas caixas são os suprimentos pedido pele Tenente. Terminaria de falar e prontamente subiria a rampa do navio.

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Após caminhar até encontrar a mulher, caso avistasse ela, me aproximaria sem formalidades. ~ Héh! Nos encontramos novamente, moça selvagem! Apoiaria as mãos na cintura e fintaria a marine com um rosto amigável. ~ Você demonstrou bastante tenacidade contra os piratas, estranho não ter lhe visto no quartel de Flevance. Esticaria uma das mãos em direção a mulher enquanto seria amigável e carismático. ~ Prazer, Thorkell Dragnar. Caso Pippos tivesse me acompanhado, lhe apresentaria também. ~ E esse é Raba Nete, mas ele já está de saída não é mesmo? Olharia para Vitaminado como um gavião disposto a fincar suas garras em prol de sua presa.




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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 3
20:31 / Swallow


 
Chegando inicialmente em Swallow, as coisas começavam a ficar estranhas. Primeiramente, a ilha parecia ser palco para diversas atividades criminosas, além de possuir um péssimo manuseamento. A administração do lugar deixava a desejar em diversos pontos, fato esse que fez com que Thorkell e Pippos imediatamente culpassem a marinha do local pela situação precária. Reforçando ainda mais a teoria dos gigantes, Smith, que usualmente possuía um rosto simpático, assumia uma certa carranca e mostrava claramente uma emoção negativa voltada para o local. Para colocar mais combustível nesse fogo ainda, o tenente e o capitão se encaravam brutalmente, como se lutassem em mente, deixando o clima do local ainda mais pesado; quase palpável.

Vendo a situação e lendo um provável combate, Pippos imediatamente levantava guarda após a fala ousada de Smith. Suas intenções eram claras: defender seu superior. Apesar de suas preparações, isso não se via necessário. Os marinheiros de Swallow apenas olhavam com desgosto para o trio que se impunha naquele lugar, sem ativamente atacar um ao outro. Thorkell, anteriormente ignorado por Smith em certas colocações, escolhia uma abordagem mais sutil, se dirigindo até as caixas do local e começando a carrega-las, após uma breve introdução. Pippos seguia seu passo, sendo ambos cumprimentados apenas com acenos de cabeça, enquanto os dois oficiais do local se fitavam intensamente.

De maneira sábia, Thorkell parecia tentar deixar isso de lado pelo momento; sabia que o momento não era propício, e o que quer que tentasse fazer, teria suas consequências. Mesmo com a lâmina pronta, se segurava para não cortar aquele chefe ao meio e tentar acabar com aquele abuso de poder na pura força bruta. Antes que pudessem ver a presença dos dois, ambos já haviam saído, carregando metros e mais metros de caixas na mão até o grandioso navio. Ao lado deles, uma fila de soldados fazia o mesmo, carregando menos suprimentos, é claro. Como de costume, os dois se provocavam mostrando uma amizade forte e com uma base sólida.

Não demorava para que vissem o navio novamente, e exatamente nesse momento, Smith aparecia ao lado da dupla, já os abordando em uma conversa. — Você me disse antes, Thorkell, que ele não estava acima da Lei. — começava o homem, que carregava quase a mesma quantidade de caixas que os gigantes, num incrível malabarismo. — Acontece que a Lei o protege, e nos pune caso tentemos algo. Acredite, eu já tentei. — como se estivesse falando apenas por desencargo de consciência, revelava esse pequeno pedaço da sua história, revelando mais um pouco daquele grande quebra-cabeça. — Essa ilha não é um bom lugar... vamos terminar isso o mais rápido possível. — dizia, acelerando na frente dos dois e sumindo de vista não muito tempo após isso.

Não demorava para que ambos voltassem a conversar casualmente, de maneira óbvia, sobre a situação de corrupção do lugar e Smith, além do seu provável envolvimento no passado disso tudo. Pippos era o responsável pelas teorias, enquanto Thorkell comentava brevemente sobre a intriga causada por tudo aquilo. Mas, novamente escolhendo ser sábio de sua própria maneira, voltava às conversas normais e deixava tudo isso para trás, chegando à conclusão que nada mais poderia ser extraído dessa fonte; ainda por cima prometia pagar aquela bebida que Pippos tanto ansiava e desejava. Sua boca salivava ao pensar em um pouco de álcool, e suas mãos já tremiam mostrando o começo da abstinência.

De qualquer forma, rapidamente chegavam até o navio. Antes de subirem, porém, Thorkell abordava um pequeno soldado qualquer que descansava na borda do píer, perguntando sobre o nome e paradeiro da moça bonita que vira antes. Pippos, homem imaculado que nem ao menos pensara sobre isso em todos os seus anos de vida, ficava imediatamente desconfortável, mas não se aporrinhava, seguindo seu parceiro por onde fosse. Ah! Deve estar falando da Cabo Kristine! Ela está descansando na porta para o interior do navio. — o colega respondia brevemente, antes de ser deixado pela dupla que subia a rampa de madeira, deixando todas as caixas no navio, finalizando aquele breve serviço.

Encontrar aquela grande mulher não era tarefa difícil, indo falar com a mesma assim que a encontrava pelas localidades. Pippos, ainda meio sem jeito, ia atrás, se introduzindo logo após seu amigo, que rapidamente o dispensava do local. Como resposta, Kristine apenas liberava um sorriso meigo, enquanto se levantava para apropriadamente cumprimentar Ragnar. Com um aperto firme de mãos, ela o respondia. — Kristine DeVille. Posso dizer o mesmo do senhor. — informava-o sobre seu nome, devolvendo o elogio sobre a batalha mais cedo antes de mais nada.

— Eu estava em missão, mas ouvi falar bastante de vocês. De você. — ela continuava com a prosa, lançando um olhar sedutor através de suas madeixas acinzentadas e assumindo uma postura imponente e totalmente ereta. — Que tal me pagar um drink para conversarmos um pouco? Quem sabe você é tão bom com mulheres como é lutando... — sua voz macia e seu corpo esbelto formavam uma dupla poderosa na hora da atração. Com todos os seu charmes, fazia a proposta para Thorkell, não esperando um "não" como resposta.



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Vamos sair desse lugar?!
Espero que sim, VITATATA!



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Esta estranha ilha... Swallow, não é? Puts, já chegamos há pouco tempo e já da para ter uma plena noção do quão arruinado é esse lugar. O Smith, por sua vez, sabia bem e logo pontuava a ideia de partirmos desse lugar o quanto antes, pois, à princípio, não importava o que fizéssemos a patente daquele homem lá, o velho esquisito, não seria facilmente abalada. Eu e Thork havíamos feito nossa parte, trazendo o maior número de suprimentos possível, mas, obviamente, eu havia carregado mais do que o Thork, VITATATA! Mas, assim que vi o nosso superior, pequenino, carregando uma parecida quantidade de suprimentos, equilibrando toda a quantidade de coisas em seu minúsculo tamanho. Caraca, esse cara é incrível, VITATA. Claro, não tanto quanto eu né, porque ninguém jamais conseguirá esse feito, mas, ele é impressionante!Abri um sorriso no rosto, vendo sua fabulosa chegada à embarcação com uma quantidade equivalente à nossa.

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Em pouco, logo comecei a discutir uns assuntos com meu companheiro à respeito de todo o pesado clima que acobertou o ambiente no encontro entre Smith e aquele velho esquisito. Por sorte, parecíamos ter concordado em algo, o Smith tem, claramente, uma história em seu passado que, talvez, seja bem problemática. Mas essas particularidades não eram da nossa conta, e logo teríamos que desopilar e sair um pouco desse assunto. Esse cara de Abacaxi é um galante mesmo, mal deu tempo e ele havia reparado uma mink na embarcação que eu sequer pude notar, VITATA. O acompanhei um pouco, me apresentei, claro, afinal, eu preciso ser reconhecido por todos, já que, no futuro, minha grandeza será absoluta. Mas, depois de me apresentar, eu logo vi que estava meio por fora do clima de toda essa conversa e fiquei sobrando. O senhor galante em questão parecia já ter conquistado mais um coração de alguma donzela mink. – Bom papo para vocês, meus bons. Irei me dedicar um pouco em algumas coisas que são importantes para mim. Até mais!Saí de perto para poder me concentrar no que realmente importava.

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Salivando só de imaginar, e, talvez até tremendo um pouco meus pulsos, logo retirei de meus pertences uma grande e formidável garrafa de rum. Sem pensar duas vezes, abri sua tampa e virei uma boa dosagem da garrafa, pelo seu bico, goela abaixo. O doce, peculiar e saboroso sabor chamuscado de um teor alcoólico parecia percorrer e acariciar, brevemente, todo o meu corpo e o doce sabor do melaço acompanhada de uma firme dose de álcool acabava por me fazer até tremer de excitação. Eu, calmamente, fecaria meus olhos para tentar intensificar todo o prazer que estaria a ser alocado em meu corpo. A bebida em meu corpo parecia me trazer uma paz interna, um total relaxamento e, inclusive, meus músculos se mantinham mais calmos e tranquilos. Se eu estava com raiva daquele velho esquisito ou desse lugar podre, essa bela golada de rum me fez repousar e tranquilizar cada centímetro deste colossal mastro de força. Enquanto Fazia esse breve raciocínio, até comecei a fazer força em meus músculos do peitoral e do bíceps, para fazer jus à minha análise.

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Convicto de que minha ascensão ainda estaria para chegar e que eu não demoraria para ser reconhecido como o mais forte ser desse planeta, dedicação deveria acobertar cada um de meus passos, e, em primeiro lugar eu faria questão de já procurar pelo meu superior e ver se ainda restava mais algum suprimento em que eu pudesse buscar para ajudar ou algo do gênero, pois precisávamos logo partir e chegar até nosso verdadeiro alvo, Lvneel, não? Então, caso eu o encontrasse: – Vitaminado se apresentando, senhor! Por acaso ainda há mais suprimentos para buscar? Eu quero ajudar logo para que possamos partir desse lugar o quanto antes... você sabe, esse lugar fede a fracassados.Pontuei. E, caso ele me falasse de ainda haver suprimentos para buscar, eu não mediria esforços para iniciar uma ampla corrida, tanto para potencializar o treino muscular de minhas coxas, como também o de minhas panturrilhas, em cada forte passada. Não esquecendo de também aproveitar para fitar bem qualquer detalhe fora do comum naquele lugar, pois estávamos todos procurando qualquer tipo de agulha fora de um palheiro para querer arrumar briga nesse lugar. Por isso o melhor a se fazer era sair logo, antes que começasse qualquer tipo de confusão.

Assim que chegasse ou, se nem ao menos tivesse partido: – Smith, você já foi para Lvneel?O questionaria em uma simples pergunta, para tentar desopilar um pouco a tensão no Tenente. Mas valia ressaltar que se eu houvesse visto algo completamente fora do padrão ou algo errado, o que quer que fosse, eu entregaria para o Smith. Se ele houvesse ido ou não, era provável que já tivesse mais conhecimentos a respeito e, talvez, pudesse melhorsatisfazer alguns de meus questionamentos: – Cara, bem provável que deve ser um lugar muito melhor do que este aqui... Porque se não for, aonde vamos parar?! VITATATATA!Brinquei. Mas claro que aguardaria uma resposta cordial e bem íntegra em meio a todas as minhas tentativas de brincar um pouco com as coisas que eram ruins, para, claro, tentar amenizar todo o problema.

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Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Após carregar as caixas até o navio, notava Smith vir dialogar referente as minhas falas de outrora. Suas palavras pareciam retratar acontecimentos de tempos atrás, seu rosto salientava ainda mais isso. “Huh, pelo visto meus sentidos estavam certo.” Pensava comigo enquanto olhava para o Tenente e permanecerá em silencio por alguns instantes. ~ Okay. Responderia para o marine concordando com ele, afinal, seria perda de tempo tentar arrumar um local ao qual ficaríamos poucas horas.

Terminado a tarefa de reabastecer o navio, seria uma boa oportunidade para conhecer a brava marinheira Mink. Logo após falar com um dos soldados para descobrir sua localização, descobrindo que seu nome era Kristine, me deslocava até o local onde a mulher estaria.

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Kristine era uma mulher-felina bastante simpática, visto que, o dialogo fluiu tão bem quanto um rio desliza entre as rochas. ~Héh! Thororororororo! Fico lisonjeado por saber que meu nome chegou em seus ouvidos! Apoiava as mãos na cintura enquanto exibia uma belo sorriso amigável.

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~ Pagar um Drink?! Proferia logo ao ouvir a sugestão da marinheira. ~ Thororororo! Não vamos perder tempo bebendo nesse boteco que tem aí nessa cidade. Tenho algo muito melhor do que isto! Puxava então uma garrafa de bebida ao qual haveria ganho de Smith. ~ Existe hora ruim para um bom rum? Thorororo! Falaria preservando um sorriso carismático e uma pose máscula.

Após abrir a garrafa, viria a despejar o liquido gargalo a baixo. ~ Pufffh. Soltaria um ar de prazer referente ao sabor do liquido. ~ Aqui, aproveite que esse é dos bons. Entregaria a garrafa para a marinheira sem qualquer formalidade. Um homem educado viria a servir em outro recipiente, mas eu? Macho de verdade marca seu território através de seus fluidos corporais, exatamente por isso beberia direto na garrafa e entregaria para ela sem qualquer vergonha.

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Enquanto Kristine beberia o Rum, apanharia minha lança e sentaria no chão. Apoiaria as costas próximo da porta do convés deixando a lança encostada sobre o trapézio. ~ Já ouvi falar da terra dos Minks, mas admito que até mesmo para um homem vivido como eu... pouco se sabe sobre sua espécie. Indagaria e esperaria para a mulher devolver a garrafa de Rum para então beber novamente. Após uma boa golada, usando a palma da mão para retirar o excesso do liquido escorrendo pela boca, retornaria falar. ~ Apesar de que a maioria desconhece sobre Elbaff, exceto alguns boatos. Thororororo! Falaria de forma extrovertida, puxando assunto com a marinheira DeVille.

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Ouviria ela enquanto passaria novamente a garrafa de bebida, seguindo com diálogo. ~ Humm. Expressaria entendimento sobre as falas de Kristine. ~ Vamos deixar o passado no passado. Afinal de contas, quem vive no passado é museu, não concorda Kristine? Thorororororo! Proferia para a marinheira com proposito de não forçar ela a revelar qualquer história de seu passado. ~ Mas falar sobre o futuro já é outra história, Thorororo! Argumentaria olhando nos olhos da mulher. ~ Uma mulher valente e esforçada como você, deve possuir objetivos para frente! Apanharia a garrafa caso ela viesse a devolver.

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Após escutar sua resposta, considerando que ela talvez fizesse a mesma pergunta para mim, responderia. ~ Eu? Balançaria a garrafa com liquido dentro enquanto olharia para seu interior. ~ Irei fundar meu próprio reino! E nele não haverá nenhuma discriminação; não haverá pessoas corruptas; não haverá fome; não haverá bastardos; não haverá pobreza; não haverá pessoas fracas de espirito! Haverá leis justas! Haverá punições justas! Uma nação pura, honrada, determinada e leal! Isso é o que irei criar quando conseguir atingir o topo da marinha e juntar dinheiro suficiente! Terminaria de falar de mim mesmo com bastante resolução, parando de mexer a garrafa, expressando um olhar sério, convicto e obstinado.

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Alguns segundos passariam até que voltaria a tomar o Rum. ~ Ah perdoe este velho e seus pensamentos. Devolveria a garrafa para Kristine. ~ Acabei falando demais, Thororororo! Falaria agora voltando a expressar um rosto amigável, apesar de que os olhos ainda emanariam aquele chama diligente, determinada e inabalável sobre minha ambições.




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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 4
21:42 / Swallow


 
A tensão em Swallow era praticamente palpável, porém, o grupo sensato decidiu não interferir mais nos negócios daquela ilha estranha. Chegando à decisão que Smith possuía um passado obscuro por ali, e que terminar aquele serviço era prioridade para eles, passaram então a fazer o necessário para isso. O tenente ia conversar com a dupla brevemente, antes de deixar uma pilha de caixas similar à deles no navio e desaparecer em seu interior. Pippos, bestificado com aquela visão, só não se importava mais com o jeito galanteador de Thorkell, que sem pensar duas vezes deixava seu colega de vela e partia para o flerte.

Enquanto dividiam caminhos, Dragnar e Kristine adentravam em uma conversa casual. O convite da mink era aceito, porém, de uma forma diferente. Retirando a estimada garrafa de rum que havia ganhado de Smith, prontamente derrubava um generoso gole em sua garganta para saciar sua sede de álcool. O líquido doce descia queimando suas entranhas, batendo no estômago para então liberar a sensação de prazer e quentura tão familiares para aquele gigante. A garrafa era logo passada para Kristine, que fazia o mesmo, sem se importar com as implicações de se tomar direto da boca. Para Thorkell, um macho deveria marcar seu território, e aquela era a sua maneira peculiar de realizar tal feito.

Conversa ia e conversa vinha, até que entravam no passado. Dragnar apontava o fato de nunca ter ouvido falar da terra dos minks, denotando, logo após, que Elbaff também permanecia desconhecida. A mulher não demorava a responder, meio pensativa. — Elbaff... — colocava a mão no queixo e desviava o olhar para cima. — Não conheço mesmo. Mamãe dizia que meu pai era um gigante, mas eu nunca o encontrei. — explicava para o homem, voltando sua expressão para algo alegre e quase nostálgico. — Ela sempre me falava de sua terra natal, deve ser um lugar maravilhoso. — completava, com lágrimas quase saindo de seus olhos marejados.

Godheimm, percebendo o assunto delicado, não hesitava em muda-lo para algo mais leve: objetivos para o futuro. Passando a garrafa, ele também passava as palavras para a mulher, que se recompunha um pouco antes de começar a falar. — Meu sonho? — tomava um gole da bebida e então abria a boca novamente. — Ser forte o suficiente para que não haja mais sofrimento entre os desafortunados. — falava, impassiva. A frase saía de sua boca como se ela houvesse ensaiado esse momento por anos, ou, ao menos, pensado sobre o assunto. Antes que muito tempo de silêncio se passasse, o perguntava: — E você? Qual o seu anseio? — em genuína curiosidade, passava a olha-lo atentamente.

Não demorava muito para que ele começasse a discursar sobre o sonho de construir uma nação perfeita, onde não há desigualdade ou injustiças. DeVille, enxugando as poucas lágrimas de seus olhos castanhos, tomava mais um grande gole de Rum e prestava atenção atentamente para as palavras ditas pelo homem. Seus olhos brilhavam apenas com a imaginação de algo nessa escala, e no paraíso que um lugar assim poderia ser. Assim que ele terminava, Kristine retrucava. — Seu objetivo é... tão... bonito. — a moça se identificava com as palavras e simpatizava delas, admirando mais ainda aquele bravo lutador.

Enquanto o tempo dos dois passava, Pippos tinha sua noite de solidão. Naquele convés meio movimentado, seu corpo implorava por uma gota sequer de álcool. A noite corria rápido, e o tempo parecia mudar cada vez mais. As estrelas no céu se moviam, assim como a Lua, que iluminava toda a região apenas com seu reflexo. Nessa ocasião e brisa fria, ele retirava o presente de Smith e sem pensar duas vezes despejava o líquido garganta abaixo. Aquela textura que queimava sua garganta e a cobria com um sabor doce e melado acalmava seu corpo e seus membros ansiosos, que ansiavam pelo rum.

Forçando seu peitoral e seu bíceps, chegava na conclusão de que aquela golada havia tirado a raiva e mágoa de seu coração, voltados, é claro, para o capitão daquele Quartel-General. Em sua mente, possuía a concepção que em breve seria declarado o homem mais forte do mundo, e com sua força, chegaria ao topo da organização que tanto preza. E, agindo com isso em mente, ia à procura de Smith, para indaga-lo sobre a viagem que havia feito sua primeira parada. Andando pelo navio, podia ver seu colega e, um pouco mais para frente, o superior comandando alguns soldados.

— Sairemos daqui em alguns minutos. Essa foi a última leva de caixas, finalmente. — respondia o oficial visivelmente cansado, enquanto sinalizava para certos novatos, os direcionando para o devido lugar de descarga. Não demorava muito para que, enquanto enxugava seu suor, gritasse para que todo o navio ouvisse. — O NAVIO VAI ZARPAR! — assim que sua sentença era finalizada, uma grande buzina ressoava, alertando todos da enfim saída daquela gigantesca embarcação.

Enquanto era novamente abordado por Vitaminado, respirava profundamente para recuperar o ar que perdera durante aquela chamada. Não demorava muito para que as âncoras fossem recolhidas e que o navio começasse a sair daquelas docas, agitando as águas em seu casco e ganhando um rumo novamente. Quando a primeira brisa batia em seu rosto, largava uma expressão de satisfação, para então responder o cabo ansioso. — Vitaminado, eu espero que seja melhor... — dizia, olhando profundamente para os olhos do gigante. — O que mais me interessa lá é a sua localização. — continuava com uma nova linha de pensamento. — A última ilha antes da famosa Grand Line. O lar dos fortes - é onde quero estar. — terminava, determinado a seguir esse caminho de fortalecimento.



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A arte de um mestre!
Olá, Forja



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Com o fervor daquele abençoado fruto alcoolizado, meu corpo se sentia livre, calmo e, deveras, bem aliviado. Nossa, como beber era bom, VITATATA! Todavia, no decorrer de satisfações e suspiros felizes, fui de encontro ao Tenente para tentar, ao menos, saber um pouco mais sobre a nossa ilha de destino. Todavia, infelizmente, não tive nenhuma resposta assim tão frutífera. – Entendo...Suspirei, um pouco desapontado, mas ainda bem empolgado, pois se era uma ilha que sequer um ‘Tenente’ havia ido, e, estamos indo agora na patente de Cabo... puts, acho que somos realmente bem importantes, VITATATA. Mas, pra falar a verdade, eu, né? VITATATA! O Thork apenas embarca nas minhas ondas. Eu sou o incomparável fruto de uma vontade divina, VITATA.Pensei, suavemente.

Não tinha muitas razões para achar que esse galanteador aí teria condições de se comparar a mim, logo eu, VITATA. Enfim, tanto faz. – Ué? Você disse localização, Tenente? O que esse lugar tem assim de tão importante em sua localização?O questionei, pois, ao meu ver, não me parecia ser nada demais. Mas, lógico, deveria ser um lugar importante mesmo para requerer uma parada extra para pegar mais suprimentos. E, de fato, era longa uma viagem de qualquer modo. Smith, por sua vez, não pestanejou até logo me deixar ciente da importância desse lugar. – Uau...Fiquei bem impressionado quando falou-se desse tal lugar dos fortes. – Você falou lar dos fortes, não é? Então acho que lá é o meu lugar. VITATATATA!Brinquei um pouco tentando girar um pouco e exibir bem os meus músculos das minhas costas.

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Mas deixando a brincadeira de lado, eu permaneceria mais sério e fitaria bem o rosto de meu superior. – Mas, falando nisso... está claro que nós também estaremos propícios a conhecer lugares novos e também conhecer mais pessoas não é?!Analisei de voz alta, tentando pressupor o fato de ser mais conhecido como o impecável ser que eu realmente sou. Mas, parando mais um instante para reanalisar toda a situação, comecei a abrir um sorriso mais sádico em meu rosto: – Também iremos enfrentar pessoas mais fortes, não é?Fiz uma pergunta retórica, mas eu sabia exatamente que a resposta era verdadeira. – Isso é algo que, com muita certeza, nos tornará mais fortes... É exatamente o que eu quero! VITATATA.Tive uma conversa bem saldável e extrovertida com nosso cordial superior, mas já era hora de eu me preparar para estar, verdadeiramente, pronto para uma próxima ilha. – Valeu, Smith, senhor! Agora irei fazer alguns preparativos para melhorar minhas habilidades. Boa noite!Despedir-me-ia para, finalmente, poder ter um momento para poder desenvolver uma nova arma, mas, agora, para mim.

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Dentro dessa densa noite, estava claro que eu agora só dependeria de mim. Posicionando-me sentado e bem ao lado de todos os meus convictos materiais de forja, eu estaria pronto para começar a minha mais serena obra prima. Óbvio que não era nenhum tipo de bebida alcoólica, mas uma arma fabricada por mim, era tão fabulosa quanto, mas só de pensar em bebida, tocaria levemente no rum dentro de meus acessório, enquanto, provavelmente, já começaria a salivar, mas... Acorda!Dei um leve tapa com ambas as minhas mãos em mias bochechas. – Foco! Agora eu vou fabricar uma arma excepcional para o meu mais novo estilo de combate. Algo que fará de mim, um guerreiro ainda mais impecável!Pensei, astutamente, para parar um pouco de pensar em coisas diferentes e não me distrair em meu propósito.

Focado e com muita garra e determinação, comecei um trabalho com uma incomparável astúcia! Dentro dos padrões do mais novo estilo de combate que eu estava realocando minha força de ataque, onde eu estaria plenamente disposto a fabricar uma arma da maior tamanho para mim, onde eu poderia, com mais firmeza elaborar ataques Pippesados. Análises à parte, com muita dedicação e convicção eu utilizaria de todos os meus plenos conhecimentos para fabricar um excepcional martelo, utilizando, claro, o meu menor para a forja. Partindo de meus conhecimentos em Mecatrônica, eu partiria do princípio de desenvolver um grande martelo de com os materiais dispostos a mim, como Chumbo Branco e metal comum mesmo, tudo auxiliado por meus conhecimentos em Física, para que melhor pudesse proporcionar impulsos auxiliados pela força Peso. Partindo de todos esses pontos, a minha Forja seria impecável, onde eu almejaria fabricar um martelo exatamente igual, mas, agora, em proporções maiores. Requerendo, claro, mais ímpeto e força para manusear esta nova arma colossal. Mas, claro, utilizando minha luva de apoio para tomar todo o cuidado de não acabar destruindo nada na embarcação, durante a forja.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! Armas-mais-poderosas-record-of-ragnarok-1200x900

Próvavel que eu demorasse horas projetando minha mais nova arma, o Thor. Ao finalizar meu glorioso martelo, provavelmente, eu já estaria exausto. Sem falar do sono que já deveria acobertar todo esse cansaço pelo tarde hora da noite. Partindo desse princípio, eu já almejaria procurar qualquer lugar formidável para que eu já tivesse espaço para tirar um descanso nesta grande embarcação. Não importava onde fosse, obviamente eu não demoraria para pegar no sono logo depois de me deitar. Tudo para estar descansado e de forma branda no dia seguinte.



Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão



Última edição por Pippos em Qua Out 06, 2021 7:29 am, editado 1 vez(es)

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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

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~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

A prosa com a mulher-felina certamente era deleitável, ainda mais pelo fato daquele Rum cair como uma gota de chuva em tempos de escassez. Kristine falava sobre seu pai ser um gigante, logo caindo minha ficha de sua altura incomum. “Huh, bem que eu estava achando estranho sua altura para uma Mink.” Apesar de não ter ouvido falar muito sobre a terra natal dos animalescos-humanos, já havia sim conhecido muitos desta raça durante minhas viagens.

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~ Thorororororo! Ora, mulher! Não é lá grande coisa, na minha opinião. Responderá para Kristine após ouvir sobre os pensamentos dela referente a Elbaff. ~ O reino é bastante bárbaro; os gigantes são antiquados; estrangeiros ignorados e por fim... um tolo rei que só pensa nele mesmo. Proferia de forma sincera, sem papas na língua. “Apesar de que faz bastante tempo de que fui embora, talvez as coisas possam ter mudado.” Ponderava comigo mesmo, mas logo balançando a cabeça de forma negativa para minha própria opinião. “Nah! Aquele inepto com certeza continua mesmo. Talvez até foi até morto.” Carregava o sobrenome do rei, mas não é como se me importasse com esse título que nunca foi visto aos olhos dos outros. Afinal de contas, eu era só um bastardo; e ainda sou.

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Apesar da bebida reconfortar tais pensamentos, por outro lado, mudava o assunto com objetivo de conhecer melhor as ambições da jovem marinheira. A reposta da Marine realmente me fazia arregalar os olhos. “Héééh! Tá aí algo que não se ouve todo dia.” A face logo retornava com um sorriso carismático, deixando evidente ter apreciado seu intenso desejo.

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A Mink retornava a pergunta sobre o que “eu” almejava, me deixando um tanto sério para com a resposta. Notava a emoção ser manifestada pelos olhos da jovem mulher, me deixando sinceramente um pouco envergonhado e desconfortável. ~ Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. Não concorda comigo!? Falava após ter tomado mais alguns goles do Rum. ~ Thorororororo! Estes músculos foram abençoados com um propósito. Entretanto, para se chegar no fim desta estrada... é necessário percorre-la em seu íncio. Frisaria minhas palavras ao gesticular com a mão, como se houvesse um caminho imaginário.

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Após ouvir que o navio zarparia, proferia para Kristine. ~ Mas antes de conquistar méritos e dinheiro... Erguer-me-ia do chão enquanto falaria sem hesitar em nenhuma fala, carregando cada palavra com seriedade, diligência e paixão. ~...Ter bons companheiros é algo crucial! Talvez você possa acompanhar este velho-louco até o fim desta estrada, e no final... desfrutar da maior nação já criada de todos os tempos! De pé, com o punho encostado na lateral do corpo e a lança deslocada com fervor para o lado, o queixo erguido para o céu colidindo com as pupilas contra as estrelas entre as nuvens, admirando e invejando-as, concluiria. ~ Os Gigantes Primordiais ainda ouviram o nome do meu reino ecoar por todos os mares! Os olhos que emitiam uma voracidade sem igual, reforçados por um sorriso bastante largo, por fim, expressava um rosto resoluto e indomável.

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~ Até mais Kristine! Indagaria já de costas para a mulher, embainhando a lança sobre as costas. “Thororororo! É mesmo! Não posso perder o foco de meus objetivos!” As palavras em minha mente haviam ascendido o desejo que sempre estava lá. Mas que acabava eclipsando quase sempre. Iria embora após um bom diálogo com a marinheira, afinal, havia trabalho a ser feito agora com a partida do navio. Me deslocaria até o outro lado da embarcação, um pouco de treino me faria bem, aproveitando o ímpeto que queimava dentro de meu corpo.

~~ Treino de Ambidestria ~~

Já havia notado que minha mão esquerda as vezes vacilava, mas sempre sendo auxiliada pela mão destra, seja em algum movimento usando apenas esta mão ou em alguma defesa com escudo; acoplado sobre o antebraço esquerdo.

Treinar com movimentos simples, mas eficazes era uma ótima maneira para aperfeiçoar o manejo, seja com a arma ou escudo. Exatamente por isso buscaria um local sem soldados próximos e que pudesse servir de cenário.

Caso houvessem guardas de prontidão, pediria para eles irem descansar, uma vez que, meu tamanho e lança exigiam um local apropriado sem ninguém que pudesse ser atingido pela Glaive. ~ Boa noite soldados! Irei cuidar desse local enquanto treino o manejo de minha lança, podem ir descansar. Agradeço sua compreensão.

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Sacava a lança de sua bainha com a mão esquerda, já trazendo o foco para dominar completamente a canhota, através é claro de pratica. Exercendo movimentos circulares com a lança, sem necessidade de rapidez. Todavia, recrutando estabilidade e precisão, giraria entre os dedos e moveria a lança como se fosse a primeira vez. O Lanceiro é perito no uso das duas mãos sobre a haste da lança, devido a isso é difícil haver lanceiros hábeis na arma com uma única mão. Porém, quando se fala no uso de uma única mão, se não for a sua dominante, alguns erros podem ser cometidos. Muito já explorei isso durante os combates, devido meus adversários não perceberem este pequeno erro. Justamente por isso, estava determinado a vetar essa possível gafe no futuro.

Nervosismo, irritação, agonia ou qualquer desses pensamentos já não me atrapalhavam mais. Já era um homem vivido, doutrinado e com um bom índice de vitorias. Toda essa experiência adquirida e acumulada, apenas fortalecia meu conhecimento e destreza para com a lança em movimento.

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A noite estava calma e bastante agradável, tornando o treino propicio e menos cansativo. ~ Humm, frágil... acho que esta lança não vai aguentar muito tempo, pelo visto o combate contra os piratas exigiu muito dela. Ponderava comigo mesmo, percebendo que a lança não estava em seu melhor estado, apesar de ter sido feita pouco tempo e com um material razoável, isso mostrava que minha batalha havia sido bastante intensa.

“Vitaminado vai me encher o saco por causa disso. Thororororororo!” Pensava com um sorriso imaginando a zanga do garoto, mas logo deixando os pensamentos esvaírem.

Deslizando o pé direito, seguida do esquerdo, para frente e alterando o centro de gravidade de meu corpo para me mover lentamente entre a proa do navio, continuaria mobilizando a lança entre a mão em formas circulares, mas de momento em momento pausaria e desferiria uma lançada frontal.

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Não estava buscando velocidade, por hora. Mas sim precisão na movimentação e gradativamente aumentar a velocidade em meus ataques. Golpes frontal, seguido de vertical. Centralizando a força do ataque para a arma enquanto o corpo servirá de ancora na estabilidade.

Os ataques num primeiro momento não seriam rápidos, mas isso não alterava o fato de que em alguns ataques até mesmo a precisão era horrível. “É como o velho ditado: Com o treinamento vem o aperfeiçoamento.”

Não usaria nenhum movimento difícil de executar, afinal, isso só dificultaria e geraria perda de tempo. Muito pelo contrário! Movimentos básicos e simples seriam muito mais efetivos para causarem um maior impacto no treinamento.

~~ Fim do treino ~~

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Passando-se um tempo, soltaria um suspiro e já perceberia meu corpo transpirar, significando que o resultado estava começando a aparecer. ~ Huffs. Aonde o legume foi parar? Falava comigo mesmo, já achando estranho seu sumiço. “Será que ele ficou com inveja desse velhote garanhão? Thororororo!” Sentava na borda do navio, apoiando a lança sobre o corpo e pescoço.




Histórico:

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