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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar Godheim e Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Blindao
Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Havia-se passado um tempo enquanto ensinava Pippos sobre natação, para minha surpresa o garoto aprendia rápido, o que era bom; para ele e para mim. Após retornar para dentro do navio, não havendo muita dificuldade em subir pela parte de trás do navio, aguardava alguns minutos para que minhas calças secassem com a luz do sol.

“Um banho e uma boa refeição seriam realmente revigorante.” Pensava comigo mesmo, pois, o cansaço do treino, mas o acumulo das instruções, para Vitaminado havia drenado minhas energias; apesar de que sabia que meu corpo sempre podia ser exigido mais, se necessário.

Após pegar minhas roupas e equipamentos, caminhando calmamente até a ala especial, devido nosso tamanho, caso assim houvesse, desfrutaria de um bom banho. Uma vez vestido e com meus equipamentos alinhados, caminharia até o refeitório do local.

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Caso não encontrasse, não mediria esforços para perguntar diretamente algum soldado próximo. ~ E aí camarada... sabe me dizer onde fica o refeitório? Ainda não me acostumei com esse navio gigantesco, Thororororo! Reclinaria o tronco para frente e levaria a mão ao topo da cabeça do pequeno marine com a intenção de chamar sua atenção. ~ Agradeço pela sua ajuda, amigo. Responderia para o soldado, largando sua cabeça e seguindo para o local sugerido.

O estômago estava rugindo como um leão sedento por carne, afinal, estava bastante tempo sem comer, mas já estava habituado a ficar incontáveis horas sem me alimentar. Todavia, a fome ainda era um desafio insistente e consistente para se aguentar, apesar de minha grande capacidade de resistência, não conseguirá evitar essa sensação irritante. ~ Huffs. Soltava um suspiro desalento, mas que logo dissiparia. ~ Ah, ah! Que fome monstruosa. Falava enquanto caminhava até o refeitório, não evitando de limpar a baba que escorria constantemente da boca.

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O cheiro aguçaria ainda mais meus sentidos e, sem dúvidas, minha fome. Chegando no local, já avistando provavelmente uma boa gama de soldados tomando café da manhã, não evitaria de dar um bom dia para animar o ambiente. ~ Que cheiro bom de comida logo de manhã cedo! Thorororororo! Soltaria uma boa gargalhada deixando o sorriso carismático estampado no rosto. ~ Aí prestem atenção... bateria a palma da mão para ecoar no ambiente e instigar sua curiosidade. ~...hoje vocês não terão um bom dia, mas sim um excelente dia! Então comam bastante, para terem músculos grandes e saudáveis! Thorororororororo! Proferia de forma carismática e persuasiva ao mesmo tempo que mostraria uma pose de Double Bíceps, não com intenção de me aparecer, mas sim com objetivo de ascender aquela chama máscula latente que residia dentro dos corações patrióticos dos marinheiros.

Acenaria com a mão conforme fosse passando pelos soldados, sendo um pouco mais formal para os de patente maior. ~ Saudações, sargento! Caso fosse o tenente, acabaria sendo mais amigável devido nossa relação. ~ E aí Tenente Smith! Se estiver muito entediado, o que acha de uma disputa entre nós? Não evitaria de expressar um sorriso animado e bastante diabólico. ~Se o senhor busca ficar mais forte, o caminho mais prático é... ultrapassar seus limites. Thorororo! Mais tarde estaria na proa do navio, aparece lá. Seria uma boa oportunidade testar minha força contra a do tenente, além de testar a nova arma criada por Vitaminado.

Caso Smith concordasse, acenaria com a cabeça e responderia. ~ Mas antes vamos repor as energias, saco vazio não para em pé. Thorororo! Indagaria amigavelmente enquanto voltaria a caminhar em direção ao local que estariam servindo os alimentos.

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Havia notado a presença de Pippos próximo do banquete, logo chegando próximo dele. ~ Superar o mestre? THORORORORO! Ouvia as palavras de Vitaminado e acabaria rindo dele enquanto manifestaria um olhar bastante convicto e desafiador. ~ Quanta ousadia deste frango! Você mais parecia uma ave despenada se afogando! E vem dizer isso para mim!? Ainda te faltam 100 anos para conseguir nadar tão bem quanto este velho bagual aqui, seu cabeça de repolho-roxo! Bateria em seu ombro enquanto expressava uma boa disposição para dialogar nessa manhã.

Tentava avistar alguma mesa grande, ou qualquer outra, para então ir até lá e largar ambas lanças e escudo no chão próximo. Em seguida, retornaria até Pippos. ~ Para de trovar fiado e vambora comer! Diria logo agarrando carne vermelha e/ou branca, sempre de preferência carne se houvesse. Colocaria sobre os braços e acumularia uma boa quantidade. Caminharia até a mesa de antes e colocaria lá os alimentos.

Voltaria para pegar mais na maior cara de pau. ~ E aí cozinheiro, hoje sinto lhe dizer..., mas tu vai suar mais que cueca de gordo em dia ensolarado, Thorororororo! Falaria cismaticamente, durante o tempo que apanharia ainda mais comida, demonstrando os braços abarrotados de todo tipo de pratos e alimentos.

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Após voltar para a mesa, fazendo sinal para Pippos, começaria a comer sem me preocupar com modos, mandaria para dentro da boca os alimentos e mastigaria com intensidade que mais era uma disputa entre minha boca e mão, pois, cada vez que a mão descia para apanhar um alimento os dentes já teriam destroçado tudo dentro da boca.

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Após devastar tudo na mesa, ouvia Vitaminado me provocar. ~ Huh? Claro que não, isso é só um aperitivo! Relaxa aí! Voltaria até o cozinheiro e apanharia mais alimentos, seja carne, pão, leite, legumes e etc. fosse mastigável, recolheria como um nobre sedento por impostos. ~ Sua comida é boa demais! Quem dizer o contrário, pode me falar que eu chuto para fora desse navio! Thororororo! Falaria diretamente com o cozinheiro, seja qual for sua patente, elogiaria sua comida, tivesse ela boa ou não, a fome certamente cegaria o paladar no caso de estar ruim os pratos de comida.

Voltaria novamente para mesa e retornaria comer até me sentir estufado. ~ Báh! Acho que to meio cheio agora, *Uffs. Soltaria um suspiro de alivio e ao mesmo tempo estando empanturrado. ~ Okay bela adormecida...*Buuuurp* arrotaria durante as falas. ~ ...Vou ficar por aqui, por enquanto, depois nos encontramos na proa do navio. Terminaria de falar ao colocar a mão na barriga e sentar de forma mais despojada.

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Após um tempo descansando, fazendo uma boa digestão, levantaria da mesa, apanharia minha lança, direcionando para a bainha nas costas e apanharia a outra lança em mãos e escudo, acoplado no antebraço esquerdo, para então sair do refeitório e ir até a proa do navio. Chegado lá, cravaria a lança com sua ponta direto na madeira enquanto sacaria a outra da bainha e cravaria ao lado da nova arma criada por Vitaminado. ~ Será que o Tenente vai vir treinar comigo? Kekekeke! Expressaria um sorriso ansioso pelo confronto, apesar de já estar ciente da força do homem, isso só aumentava minhas expectativas para a batalha.

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Não demorou muito para Vitaminado ressurgir. ~ Ora, ora. Como foi o sono de beleza? Provocaria o soldado como de costume. ~ Hãn? Expressaria um rosto surpreso com as palavras do gigante, um tanto juvenis demais. ~ THORORORORORO! Invejo sua inocência, rapaz. Falaria enquanto me encostaria na borda do navio e cruzaria os braços, permanecendo com um sorriso no rosto. O pensamento do garoto era puro e bastante ingênuo, mas reconfortante de certa forma. Afinal de contas, sonhar é o que move os corações mais determinados.



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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 7
9:47 / Swallow



 
O dia começava, antes de tudo, de maneira produtiva. Pulando até mesmo o café da manhã, Pippos forjava uma nova arma após uma ideia brilhante - e outra que guardara para mais tarde. Thorkell, por outro lado, ensinava seu companheiro a arte do nado. Para um leigo, Vitaminado ia muito bem na prática, apesar da óbvia dificuldade que o exercício proporcionava para iniciantes. Após um sólido começo e melhor ainda meio para fim, os dois conseguiam alcançar o barco que se afastava lentamente dos nadadores, subindo no mesmo, encharcados, para o início de mais um dia.

Separando caminhos por um momento, ambos iam tomar uma ducha e se lavarem; nada como um belo banho para retirar o sal e despertar. O caminho para seus dormitórios não era nem um pouco longo, sendo capazes de chegar lá não muito após o desencontro. Obviamente gigante para os humanos que possivelmente entrassem lá, o tamanho do lugar era perfeito para Thorkell e Pippos, que aparentemente não estavam sozinhos na ala. Com uma coloração branca e azul, representando a marinha, o cômodo era iluminado por uma janela tampada apenas por cortinas e vidro. No mesmo recinto, uma simples ducha com pia para higiene, além, é claro, de móveis para organização dos pertences pessoais.

Em pouco tempo, ambos tomavam o tão desejado e merecido banho, retirando a inhaca presente no enorme corpo dos dois. Sem demora, partiam para o refeitório, não possuindo problemas para encontrar o lugar; a fila para o mesmo era gigante, assim como o odor agradável de café da manhã que atraía os estômagos mais sensíveis e fazia salivar a boca dos famintos, incluindo, nesse caso, Pippos e Thorkell. Em meios a brincadeiras e conversas agradáveis, trocavam breves conversas por ali mesmo, fortalecendo ainda mais a amizade duradoura dos dois. Em um dado momento, até mesmo Smith era visto, com um rosto animado e disposto - reflexo de sua nova mentalidade.

Antes de ir cumprimentar o superior, Dragnar acenava para os diversos soldados presentes no local. Suas mais variadas feições e fenótipos eram notadas pelo Cabo, que após um tempo, fazia um rápido anúncio encorajador para todos os ouvintes no refeitório. Sua voz penetrante adentrava os ouvidos dos marines, animando-os e fazendo-os gritar em uníssono. Yeaaah! — a energia sentida no local era diferente, já logo pela manhã - chegando em um nível aparentemente anormal.

— Você é ótimo com pessoas, Thorkell. — afirmava Smith após ser abordado pelo mesmo, encarando os diversos soldados e cabos, além dos sargentos, vibrando naquela manhã em um refeitório lotado. — Não vou mentir, estava esperando por essa proposta há um tempo. — falava o homem após um tempo, fitando Godheim com determinação. — Estarei lá! — terminava com uma breve despedida, partindo para o meio da multidão que organizadamente pegava seus alimentos.

Não hesitando em fazer o mesmo, tando Thorkell quanto Pippos iam pegar seu café da manhã. Em uma mesa repleta de alimentos dos mais variados tipos, o enorme prato dos dois comportava praticamente toda a variedade dos elementos, sem exceções. Seja carne vermelha ou branca, salada, ovos, proteínas, carboidratos, vitaminas e nutrientes, o composto estava ali pronto para fazer parte do glorioso corpo dos gigantes. Após finalmente achar um lugar para se assentar e descansar, os dois começavam a ingerir. Com gosto, retiravam a sensação de fome dos seus estômagos vazios, não hesitando em repetir o prato na mesma intensidade.

O chef do local, após ver a quantidade que estava sendo comida por eles quase como em uma competição, surtava por um momento, antes de se sentir lisonjeado pelos complimentos e pelo fato de sua obra estar sendo ingerida com tanto afinco. — A honra é toda minha, rapaz. — afirmava o trabalhador após ponderar por um momento, escolhendo ser humilde e grato. Não demorava muito, daquela maneira, para que ambos se sentisse cheios e fartos. Nesse momento, Pippos se retirava para mais um glorioso cochilo, enquanto Thorkell esperava por ali mesmo até a sensação de peso sair de seu corpo.

[...]

Enquanto Pippos abria seus olhos, o seu companheiro gigante saía do assento do refeitório agora mais vazio que antes. Seu corpo havia começado a trabalhosa digestão de todo aquele alimento, e a sensação de fartura já não era tão inoportuna quanto anteriormente. Sem demoras, então, ambos partiam para o convés do navio, onde estavam anteriormente em momentos distintos. Vitaminado, pegando seu poderoso martelo do chão, começava a treinar sua mão esquerda, distribuindo golpes horizontais para ambos os lados e de baixo para cima eventualmente, preocupado, é claro, com a integridade da embarcação.

No meio deles, diversos marines habitavam, olhando atentamente para o horizonte buscando sinal de qualquer ilha sequer. Outros, se impressionavam com as habilidade de Pippos e seu martelo que buscava os melhores caminhos para as leis da física. Existia, ainda naquele recinto, a pequena parcela que esperavam o glorioso confronto entre Thorkell e Smith, o homem que comandava aquele barco no momento. Enquanto Vitaminado suava seu grande corpo e empunhava cada vez melhor o martelo com a sua canhota, o tenente finalmente aparecia pelo local, chamando a atenção de Dragnar que descontraía com seu parceiro.

— Que tal começarmos isso logo? — falava um Smith animado, enquanto desembainhava suas duas espadas e caminhava até o centro da área livre. Os soldados se deslocavam para a extremidade, enquanto se distanciavam também do homem que empunhava o martelo e movimentava o ar com seus golpes. — Até mesmo os soldados querem ver isso. — abria um leve sorriso em seu rosto, agora fitando o gigante que havia embainhado suas duas lanças e seu escudo no antebraço. Colocando-se em uma posição de combate, esperava que Godheim iniciasse o confronto físico, dando-lhe a vantagem ali.

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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Pippos
Sargento








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Vai haver uma luta no píer?
Bah, vamos focar no que importa...
Mas a luta seria legal, VITATA



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Finalizado o meu merecido descanso, eu me coloquei à disposição de efetuar um épico treinamento de ambidestria ao mesmo tempo de melhor me habituar ao uso do Thor, o meu mais novo xodó, a minha impecável arma voltada para o estilo Pippesado. Me coloquei em um treinamento árduo e bem trabalhado, e, por incrível que pareça, comecei a ganhar a atenção de muitos soldados, que se mantinham impressionados e admirados pela minha maestria e treinamento com minha grande marreta. O treinamento fora impecável e esplêndido, nada a reclamar, mas, em pouco, pareciam haver menos pessoas prestando atenção em mim. Eu não sabia ao certo do que se tratava, mas muitos pareciam estar partindo em direção ao convés.

Eu não tinha tanta certeza, mas parece que haveria alguma espécie de confronto entre o Thork e o Smith. Um confronto até bem interessante de se assistir, mas eu já sabia o resultado, e, evidentemente, se o nosso superior mostrasse sua verdadeira força e a razão de estar numa patente bem acima da nossa, o meu companheiro pensaria melhor duas vezes antes de querer desafiá-lo, VITATATA. Era certo de que o Tenente o deixaria meu irmão de outra mãe cair de traseiros no chão, VITATA. De todo modo, lógico que eu tinha um amplo interesse em assistir meu amigo passar vergonha, mas óbvio que eu precisava dar atenção a outras prioridades essenciais para mim.

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Aprendizado ~ Primeiros socorros

Seguindo para a área médica da embarcação, eu não demoraria para logo começar a visualizar os diversos acessórios permeados nessa tão ampla área, mas, claro, que talvez houvessem espaços em que eu sequer pudesse entrar, devido meu grande tamanho, mas de todo modo, eu ainda ficaria bem impressionado com cada um dos impecáveis acessórios do formoso lugar. Era visível uma bela médica aparecendo pelas redondezas do espaço situado. – Opa, tudo bem? Eu sei que não é seu trabalho, e que, também, você não deve estar muito preocupada com essa briga tola no convés, mas, por favor, você pode me ensinar mais alguns passos médicos?Suspiraria, e abriria um leve sorriso em meu rosto. – Tipo, me ajudar com alguns passos básicos de cura... Primeiros socorros, sabe? Eu ainda sou um principiante, mas tenho bons planos de aprender bons conhecimentos médicos e, quem sabe, talvez me tornar um médico mais pra frente.Finalizaria com o carismático e confiante sorriso em meu rosto.

Mas, conciso e atencioso, eu manter-me-ia o mais focado possível para compreender cada um dos passos. À princípio ela me pontuou os primeiros detalhes antes de realizar qualquer passo de cura. Em primeiro lugar, eu precisava checar se o alvo do tratamento está consciente, e, se estiver, mantê-lo calmo para evitar atrapalhar de algum modo o trabalho de cura. Também evitar mover muito o paciente para evitar qualquer tipo de perfuração interna, caso tenho ossos quebrados como costelas ou algo desse gênero, além de também checar a pulsação e respiração para manter uma melhor estabilidade na situação de quem estivesse precisando de algum tipo de tratamento médico. Meus conhecimentos em Anatomia até que eram bem úteis, pois me faziam compreender com muito mais facilidade o que estava a ser proferido à mim.

Partindo desses primeiros passos, ela começou a me pontuar cada um dos passos necessários para um verdadeiro tratamento de primeiros socorros dentro de uma situação possível de se presenciar. Tratamentos de parada cardíaca, onde há de início o início de uma boa massagem no peitoral, a chamada massagem cardíaca para dar um bom suporte ao bombeamento do coração. Falando nisso, ela também explicava detalhadamente como se fazer um bom primeiro passo para se fazer à medida de uma parada respiratória ou até mesmo quando o suposto paciente estiver morrendo afogado, pois em ambos, é necessário fazer a famosa respiração boca a boca. Pois, se havia a falta de respiração no corpo do paciente, então eu precisaria transpor o ar de minha boca para o seu corpo.

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Além desses primeiros passos para primeiros socorros, também haviam outros fundamentais para garantir a segurança da vítima. Em casos de queimadura provocadas pelo fogo, o primeiro passo seria abafar o fogo, e se não houver algo para esse feito como cobertor ou algo assim, fazer a vítima rolar no chão até cessar o fogo. Por outro lado, se for uma queimadura provocada por gelo ou temperatura muito frio, o melhor primeiro passo é utilizar a água corrente para estabilizar a temperatura e tirar a pressão gélida de seu corpo. No caso de fraturas, se eu não tinha conhecimentos médicos necessários para realocar a fratura em seu devido lugar, era imperioso que eu não fizesse nada e que o paciente se mantivesse imóvel, para evitar possível calcificação de forma errônea. Outro ponto importante para concluir meus prévios conhecimentos à respeito de todos esses primeiros passos de tratamento básico e rápido era o rápido trabalho quando o problema fosse qualquer tipo de corte. O primeiro passo seria lavar a tal ferida com água corrente, para se manter a ferida de forma limpa e pressionar para tentar estancar o sangramento. Nesse caso, haviam duas formas para melhor estancar o sangramento.

A primeira forma de estancar, seria arrumar qualquer forma de pano, ou fita para prender firme na tal ferida, para garantir o pressionamento firme do sangramento para evitar ainda mais sangramentos, e assim manter até a ferida cicatrizar. A outra forma, e mais complicada, é utilizar o fogo para queimar e, desse modo, fazer o fogo estancar totalmente o sangramento. Claro, é um tratamento mais doloroso e estranho, mas, é algo possível de se fazer. Ao finalizar toda a compreensão, demorada de todos os possíveis tratamentos, era claro que eu até tinha planos de tentar ter a parte prática desses cuidados, mas não se era muito fácil ter pessoas para ser uma prática para mim, mas, de todo modo, os ensinamentos haviam sido uma parte teórica exemplar e, com certeza, eu já havia aprendido bastante. – Poxa, muito obrigado mesmo! Qual é o seu nome? Eu me chamo Pippos Vitaminado, o fruto de uma vontade divina, mais forte ferreiro do North Blue e futuro ser mais forte desse planeta, VTATATATA! Muito obrigado por todos esses ensinamentos. Fico te devendo uma.Abriria um formidável sorriso em meu rosto, e até fechando um pouco meus olhos, mediante meu sorriso, como quem, realmente confia nela. Ao despedir-me dela, seguiria de forma plena até o convés da embarcação.

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Fim

Caso o embate não estivesse mais acontecendo, afinal, eu havia passado um bom tempo aprendendo a respeito de tratamentos de primeiros socorros, mas se eu avistasse algum soldado pela redondeza, não mediria esforços para logo perguntar-lhe: – E aí?!O questionaria, mas quando ele ficasse sem compreender do que eu estivesse a falar, eu continuaria: – Falo do combate que deve ter acontecido aqui entre o Smith e o Thork, vulgo Cara de Abacaxi, VITATA. Então o Tenente já chutou a bunda dele e acabou com a peleja?Especificaria minha pergunta, afinal, queria muito ter certeza do que havia acontecido.

Mas, se, por outro lado, eu já pudesse presenciar o próprio Thork pelo convés da embarcação, eu o perguntaria diretamente. – E aí? O Smith chutou forte o teu traseiro ou enfiou as suas espadas em algum lugar que eu não posso falar abertamente por aqui? VITATATA!O questionaria de forma brincalhona, mas depois mudaria completamente minha feição, pois tratar-se-ia de uma pergunta com uma boa relevância, afinal, mais para frente eu teria também planos de vencer pessoas fortes desse modo, e, como o Smith havia me dito, esse lugar seria a famosa Grande Linha. Um lugar supostamente considerado impecável com pessoas estrondosamente fortes, e que, lógico, também me tornaria mais forte se por lá eu me mantivesse por um bom tempo, VITATA. Só de imaginar, meus olhos já podiam brilhar com a tamanha expectativa da alavancagem da minha força.

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Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão


Última edição por Pippos em Dom Out 24, 2021 7:42 am, editado 1 vez(es)

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Narração
Pensamento
Fala

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Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Apesar do breve momento em que meus olhos repousavam em admiração sobre o belo azul no céu, não tardou muito para que Smith aparecesse para o nosso confronto. “Hoo... parece que o Tenente tá ansioso para uma pancadaria, assim que é bom mesmo!” Ponderava por alguns instantes durante o tempo que a mão agarrava uma das lanças fincadas no solo. “É mesmo... ainda não denominei essa arma.”

Durante minha infância, não entrando muito em detalhes devido naquele época eu era muito atrevido, audacioso e bastante delinquente, muitas histórias havia já escutado. Uma delas retrava mulheres guerreiras extremamente corajosas e valentes. De todos os nomes citados, um deles permaneceu em minha mente: Valkyria Gondul.

A guerreira Gondul era conhecida pela sua força, mas principalmente pela ambição da mulher. Era dito que essa Valkyria tinha como objetivo dividir uma ilha com um único golpe de lança, treinando arduamente e dedicando todo seu tempo e esforço para alcançar sua meta. Logo ficou conhecida pelo manejo de sua lança-mágica, dito por muitos que ela foi capaz de dividir uma ilha com apenas um balançar de sua lâmina. Apesar de ser uma lenda, sua história recheada de honra e determinação havia conquistado meu respeito.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 ZK3sSZ3

~ Gondul! Realmente parece um nome digno. Após um momento de reflexão seguido de ter denominado minha mais nova lança, caminharia até me aproximar de Smith, permanecendo alguns metros de distância, ao mesmo tempo que portava a lança sobre a mão destra deixando-a apoiada no chão.  

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Seguido de manejar a lança com a mão destra, deslocando agilmente entre os dedos e diversificando os giros até mesmo usando o tronco como forma de aquecer os músculos, exibiria uma arte sobre domínio de lanceiro, logo pausando a lança sobre a lateral do corpo em direção ao Tenente.

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~ Héh! Não precisa ficar acanhado, Smith! Proferia com um largo sorriso no rosto. ~ Quando o homem deseja poder, deve-se pagar seu preço! Kekekeke! Expressaria uma risada bastante empolgada e grotesca. ~ Nada abaixo deste céu... e nada acima desta terra... é impossível diante da força de vontade de um homem! Finalizaria as palavras demonstrando sagacidade e carisma. Já até mesmo havia esquecido dos espectadores, afinal, já havia centrando meus olhos em Smith, como um tigre alveja o cervo.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 C8kJGtz

Começaria a movimentar agilmente a lança entre as mãos, direcionando as laterais do corpo e parte superior da cabeça, como se estivesse criando um pequeno próprio tornado devido a pressão que ocasionaria pela força de propulsão gerada pela força de movimento. ~ Hoje é um bom dia para morrer! KEKEKE! Gargalharia como um louco, sentindo o sangue ferver sem nem ao menos ter sentindo o tremor da haste com a colisão das armas. Sabia que Smith era forte, exatamente por isso havia recebido uma dose de adrenalina e estava sedento por nosso combate, muito mais que ele, apesar de não demonstrar tão visivelmente outrora.

Já que Smith parecia esperar pelo meu avanço, naturalmente não deixaria ele esperando por mais tempo, uma vez que, os músculos já haviam aquecido e a força canalizada para então desferir meu ataque. Inclusive, cada golpe emanaria o desejo pelo desconhecido, a vontade em ultrapassar a barreira invisível que reside em nós. Seria um ótimo treino, um combate com objetivo de melhorar, aperfeiçoar e ainda refinar nossas habilidades; além de ser uma ótima oportunidade para testar a nova função de divisão da minha lança. Exatamente por isso não pegaria leve com Smith, além é claro... por respeito a ele.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 EH3B4LT

Logo após posicionar a lança na lateral do corpo, junto a uma arrancada desenfreada, mas não muito longa, com a palma da mão fixada na haste com força, dispararia a lâmina da lança rumo ao tórax do marinheiro em linha reta, abusando da vantagem de envergadura além do peso do corpo e da arma. Provavelmente Smith defenderia um golpe simples como esse, havendo em mente isso e certo disso, largaria a lança em pleno ar ainda com a lâmina em colisão e com um giro lateral a pegaria com a outra mão, desferindo dessa vez um soco de cima para baixo visando o corpo de Smith, preferencia sua cabeça.

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Talvez ele tivesse esquivado ou bloqueado, de qualquer jeito, acabaria elogiando usa força. ~ KEKEKEKE! Não é à toa que você está no comando! Vamos botar pra quebrar, camarada! Proferia amistosamente, preservando um sorriso bastante cativado pela força do marine, durante o tempo que recuaria um pouco.

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Começaria a utilizar movimentos mais complexos. Rapidamente manusearia a lança numa espiral bastante imprevisível, até mesmo para mim, movimentando-a instintivamente e sem qualquer direção especifica com objetivo de colidir contra Smith após traçar alguns giros para frente.

Dado momento, Smith não permaneceria na defensiva, pois, estava ciente de que ele atacaria, cedo ou tarde. Caso o marine desferisse suas lâminas em direção a mim, seja rumo as pernas, tronco ou cabeça, movimentaria a haste da arma para colidir contra as espadas, deixando a lança na horizontal. Em seguida do bloqueio, empurraria com um movimento de balanço as espadas para que fossem dispersadas para trás.

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Caso Smith usasse uma das espadas para atacar, logo eu usando a lança para interceptar, prevendo possivelmente que seria uma isca para que ele usasse a segunda num golpe subliminar, mobilizaria o escudo sobre o antebraço para bloquear a lâmina do marine, ainda permanecendo com a lança defendendo sua outra arma. ~ Thororororo! Quanta força, amigo. Mas acho que ainda está se segurando em, pode vir tranquilo! Estes músculos foram abençoados pelos Gigantes dos Primórdios, mas fortificados na terra dos grande gladiadores! Anunciaria com um tom de voz um pouco mais alto, devido ao fluxo de adrenalina quanto o ímpeto avido pelo embate. Cerraria o punho brevemente para mostrar paixão pela batalha, além de incentivar o marine a dar o melhor de si.

A verdade era que ainda estava testando as habilidades de Smith, mesmo reconhecendo sua força e maestria de espadachim, era diferente sentir ela na pele. Entretanto, meu maior problema seria se acabasse mergulhando a fundo em nossa disputa, podendo até mesmo terminar matando ou sendo morto pelo marine. Quando o sangue ferve, o espirito ruge. Quando os músculos tremem, o caráter é realmente mostrado.




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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 8
10:17 / Swallow



 
O dia começava mesmo após a alimentação de ambos os gigantes. Um treino de natação era apenas a primeira das atividades daquele dia que parecia ser cada vez mais cheio de coisas, e para provar isso, ambos não paravam sequer um minuto. Após o banquete que tiveram ao lado dos mais variados soldados e patentes acima no refeitório, ambos tirava um belo descanso. A competição de quem comia mais era o catalisador de um sono e talvez até mesmo preguiça que os obrigava a repousar o corpo. O momento de descansar era breve, uma vez que Thorkell, já animado para uma luta, começava um embate programado com Smith, assim como Pippos que se mantinha em um treinamento no convés.

Enquanto Dragnar nomeava sua lança, Valkyria Gondul, Vitaminado observava aquela cena dos dois gigantes - embora um fosse pequeno - se encarando para uma briga que deveria ser no mínimo épica. Apesar das proporções distintas, o homem sabia que seu irmão de consideração não possuía a força necessária para conseguir derrotar o superior deles, Smith, que com suas duas lâminas já se colocava em posição de combate. Esquecendo essa luta por um momento e buscando algo para lhe edificar, ia até a ala médica da embarcação, onde procurava por uma bela profissional da saúde.

A caminhada era, como as outras vezes, breve, até chegar ao local. A tonalidade branca refletia a luz das lâmpadas fluorescentes do local, fazendo o mesmo com o jaleco alvo e azulado dos marinheiros que cuidavam da saúde - geralmente debilitada - dos outros. Alguns dos profissionais ali cuidavam de alguns soldados feridos com a última invasão, ou até mesmo acidentados. Porém, devido à calmaria, o local parecia estranhamente quieto, e abusando dessa característica, Pippos procurava uma chance naquela mulher de aprender mais sobre como cuidar dos primeiros socorros de alguém, ou de si mesmo.

A aula da mulher, que sem mais o que fazer não hesitava em ajudar o homem, era didática e nem um pouco breve. Seus ensinamentos, no entanto, era à par da sua posição naquele lugar como médica, onde só os melhores pareciam entrar para cuidar dos pacientes feridos da Marinha. Com maestria e profissionalidade, ela mostrava cada passo a ser tomado em cada caso distinto, explicando ainda as formas que o corpo trabalhava e como ele deveria ser tratado nos mais diversos problemas. Abordando as ocorrências mais comuns, as mesmas variavam entre queimadura, asfixia, sangramento, etc.

Pippos, como o homem focado e aluno dedicado que era, prestava atenção em cada detalhe daquela aula reveladora que era lhe apresentado. Todas as suas possíveis dúvidas eram sanadas de maneira prática pela morena séria e focada que havia achado no gigante uma distração daquele marasmo. Não demorava muito para que tudo acabasse, e, trocando a ordem das coisas, Pippos se apresentava, finalmente, para a moça que tanto lhe ajudara. — Sou Clara, prazer. — falava a mulher calmamente, segurando as próprias mãos na altura de seu quadril enquanto olhava para Pippos. — Pode me pagar em bebida mais tarde. — falava, em um óbvio convite para acertar as contas.

Vitaminado, não muito interessado em romances, subia novamente ao convés para espectar a luta de Thorkell e Smith. Aparentemente, o embate havia acabado de começar, o choque entre os dois já era intenso. Perguntando para um soldado ao lado como as coisas andava, o mesmo era respondido de forma curta e um tanto quanto grossa. — Veja por si mesmo. — falava o homem distraído com a luta, nem percebendo o tom de sua fala que poderia parecer ofensiva. Indicando com sua cabeça, ele mostrava para Pippos a luta que se desenrolava.

Com uma estocada da lança, Dragnar falhava em acertar Smith, que agora se movia como um raio pelo campo de batalha. Os olhos de alguns não podiam o acompanhar, não sendo esse o caso de Godheim, que esperto quanto a luta, trocava a empunhadura em meio ao ar e desferia um soco no tenente, mirando, é claro, sua cabeça. O alvo desse ataque, sem perder a velocidade de seu avanço, dobrava seus joelhos e deslizava pelo chão, fazendo com que os grossos punhos de Thorkell raspassem apenas em seu quepe de marinheiro, revelando seus cabelos negros que balançavam com o encontrar do vento.

Recebendo um elogio do gigante referente a sua força, Smith apenas sorria com canto de boca antes de responder o mesmo. — Se você está dando tudo de si, eu deveria fazer o mesmo então. — anunciava o homem que se aproximava cada vez mais do gigante, fazendo-o perder a vantagem da longa envergadura de sua arma, além de coloca-lo em posição de conforto pelo curto alcance das espadas e seus membros. Thorkell aparentemente responderia a ameaça à altura, começando movimentos cíclicos complexos e randômicos com sua arma para atacar o marinheiro.

O espadachim, vendo que não podia mais avançar desenfreadamente, parava por ali e se defendia os ataques de seu adversário, apenas repelindo a lança para trás enquanto pressionava o gigante. A força que ele produzia com suas lâminas era sentida pelo punho de Dragnar, que sem parar continuava com seus ataques, fazendo com que seu corpo começasse a esquentar junto com a luta, e a adrenalina em seu sangue ferver. Certo de que Smith não continuaria apenas na defesa, mesmo que essa posição lhe favorecesse, ele previa que o mesmo o atacaria ali.

Estando certo dessa previsão, após anos de experiência em batalha, Smith realmente fazia o que estava na cabeça de Thorkell. Com uma de suas lâminas, desferia um poderoso ataque contra a Gondul do adversário, que era repelida violentamente soltando faíscas em brasa e animava a platéia que torcia para o mais forte. Tendo esse momento de vantagem, saltava, ganhando altura e focando nos pontos vitais do gigante; não para matar, mas tira-lo da luta. Vendo um golpe com a espada, o lanceiro colava seu armamente em horizontal para encontrar a espada do tenente.

Assim que as duas novamente se encontravam, outro choque ocorria, que agora pressionava mais ainda o gigante de sete metros. Seus joelhos perdiam um pouco da força com o impacto do golpe que vinha de cima para baixo, e já esperando outro com a segunda espada, o mesmo levantava seu escudo de antebraço. Smith, não perdendo tempo e sendo puxado pela gravidade, se apoiava na própria lança que impedia seu movimento, não deixando que a pressão de ataque saísse de seu controle. Em um movimento de balanço, se lançava até o rosto, agora desprotegido de Thorkell, e o acertava com um chute, pousando no chão logo em seguida.

Apesar de usar espadas, era também proficiente em martes arciais que utilizam do pé como membro mais trabalhado. Baseado nisso, a força do chute era de se invejar para alguns, fazendo com que Thorkell ficasse zonzo por um momento antes de recuperar suas forças totais. A área do impacto ficava imediatamente roxa, além de algumas escoriações aparecendo aqui ou ali; nada que fosse capaz de ferir o poderoso gigante naquele momento. Smith, novamente no chão, falava com o homem. — Vamos, eu sei que tem mais disso aí também! — exclamava, virando sua atenção, naquele dado momento, para a ilha que se aproximava no horizonte: Minion.

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Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Olhos afiados, ouvidos aguçados e instintos aflorados no decorrer da batalha, armas naturais quais poucos sabem verdadeiramente utilizar. Apesar dos sentidos serem triviais a grande maioria, quando aperfeiçoados, ou calejados com passar das décadas, nutre uma capacidade quase sensitiva para com o combate, exatamente por isso extorquia e abusada de todo seu potencial.

Durante toda minha vida, bastante experienciado por sinal, inúmeros combates e guerras reclamaram minha vida, mas havia sobrevivido. Enquanto viajava, até mesmo atuando como Mercenário para ganhar dinheiro, já vivenciei inusitadas situações, mas poucas que realmente exigissem todo meu poder latente.

Não me entenda mal, não é que eu recusasse usar toda minha força e energia, simplesmente sabia que para despertar todo meu poder era necessário sempre... ultrapassar meus limites. O que isso para alguém cujo corpo e espirito abençoados pelos gigantes primordiais, certamente não era tarefa fácil de se fazer.

Todavia, desde que havia entrado para a Marinha muitos desafios diferenciados haviam fortalecido tanto meus músculos quanto minha vontade, revelando que ainda havia muito a ser conquistado; e não me refiro a Status. Mas sim... o pináculo do meu potencial. Eu sei que ele existe dentro de mim como em todo mundo, igual um lobo pressente o perigo, mas saber e alcançar é igual a olhar para o Sol, cujo brilho e calor estão evidentes, mas para muitos impossível de se alcançar.

Estava ciente da promoção de Smith para Tenente e possuía em mente que não só sua reputação, mas como principalmente exigirá uma força equivalente. Exatamente por isso, precisava experimentar na pele qual era a força atual do Marine, não para invejar ou humilhar o humano, mas sim para testar meu atual limite! Afinal de contas, uma fera só caça sua presa conhecendo suas capacidades máximas.

O brandir das lâminas parecia uma sinfonia aos meus ouvidos, rara, suculenta e extremamente estimulante. O que para muitos poderia causar terror, ou algum trauma e insônia, para mim era como um café da manhã; diversos alimentos e eu com muita fome.

Apesar da minha sagacidade e força, isso nunca foram suficiente para sobreviver nas terras de Elbaff. Adaptação, evolução e resiliência eram ferramentas absolutas para o dia-a-dia. Por essa razão, para mim era muito mais fácil entender qualquer coisa na prática do que na teoria; apesar de que o gosto pela guerrilha nunca foi algo camuflado, sempre esteve no sangue.

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Mesmo dotado de um gigantesco corpo, e ainda abençoado pelos primórdios, não era uma tarefa fácil gerar tensão nas fibras após uma colisão de lâminas. Entretanto, cada ataque de Smith faziam os músculos estremecerem; não por dor, mas sim por respeito e desejo ainda mais pelo manejo da lança. Era quase impossível esconder o jubilo em meu rosto, semelhante a uma criança avistando a imensidão do mar pela primeira vez.

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Não tardou para o marine mostrar sua experiência, tão grande quanto a minha, desferindo um bom chute em meu rosto. A força era tamanha que a cabeça ricocheteou para trás deixando, brevemente, nublado os sentidos. “Hoo... eu sabia de sua força, mas não imaginava que estive nesse calibre.” Refletia por um misero instante, logo recobrando os sentidos e voltando a fintar nos olhos de Smith.

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Logo ao encarar o Tenente, esbaldando um sorriso em euforia, durante o tempo que viria a desconectar a haste da lança viria falar. ~ Kekekeke! Você é dos bons, já esperava isso! Durante o tempo que indagaria, começaria a movimentar as duas lanças agora dividas. ~ Mas realmente está me superestimando, Tenente! Porém, este corpo aqui precisa pegar no tranco! Precisa primeiro sentir as fibras se romperem para mostrar seu real valor! É como o velho ditado: nada melhor do que um soco na fuça para acordar de um sonho. Terminaria de dizer ao tirar a presilha do escudo e larga-lo no chão para ter maior mobilidade com as duplas lanças.

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Sem mais delongas, posicionando as lanças nas laterais, atacaria Smith com maior intensidade dessa vez, desferindo um golpe sobre sua lateral. A lâmina viria de um ângulo mais na horizontal sobre declínio, até atingir na diagonal em ascensão direto no marine.

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Acertando ou não o primeiro golpe, não proporcionando tempo de descanso para Smith, uma vez que, havia determinado acelerar meus movimentos e intensificar a força sobre os ataques, imediatamente desferiria um outro golpe, mas dessa vez com a outra lança. Esse golpe seria direcionado de cima para baixo, como uma guilhotina decepa a cabeça do prisioneiro. Confesso que dessa vez, acabaria exalando hostilidade e um pouco de intenção assassina, inevitavelmente.

Caso Smith conseguisse bloquear o segundo ataque, aproveitaria desta brecha para desferir um chute em seu estômago, abusando da diferença de estatura para gerar ainda mais força e facilidade no ataque, devolvendo na mesma moeda para ele.

Se o Tenente conseguisse esquivar ao invés de bloquear, perseguiria ele correndo pela lateral preservando uma certa distância que me permitisse atacar ele e, ao mesmo tempo, dificultar o ataque dele contra mim, devido a larga escala de envergadura entre nós.

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Meu último ataque seria desferir contra Smith diversos cortes, tentando não dar tempo para ele vir me atacar e centrando minhas energias em constantes contra-ataques, uma rajada de golpes de todos os ângulos. Logo após puxar uma boa quantidade de ar, revestindo os pulmões e estugando o peito, pularia para frente para diminuir rapidamente nossa distância.

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Lançaria uma sequência de vários golpes, pela vertical, horizontal, diagonal, baixo, cima, estocadas, etc. Seria uma disputa agora de resiliência ao travar uma batalha de duplas colisões entre lâminas. ~ O que foi, Tenente?! Falaria durante o tempo que as armas viessem colidir, caso ocorresse. ~ Já está ficando sem fôlego? É agora que começa! Já consegue ver o outro lado do abismo? Falaria de forma sábia, mas não querendo ser arrogante, mas sim estimulando o marine a dar seu melhor em virtude de nossa amizade. ~ A partir do momento que você conseguir ultrapassar a distância que existe nessa fenda e chegar no outro lado... será o momento que você ultrapassará seus limites! Claro que eu via o outro lado. Minhas palavras não eram só para Smith, mas sim para mim e para todos que lá estivessem. Usufruindo de meu carisma e persuasão para incentivar e motivar todos os marinheiros dentro daquele enorme navio.

Devido minha alta capacidade de resistência, além de pulmões reforçados pela pratica de natação, conseguirá aguentar durante muito tempo sem necessitar de grandes cargas de oxigênio, exatamente por isso abusaria desta capacidade para exaurir as forças de Smith, na base da força de vontade e persistência.

Para dificultar um pouco mais a vida do marine, usaria giros, arrancadas frontais, laterais e recuos, para mobilizar o corpo em conjunto dos ataques com intuito de penalizar as ações ofensivas/defensivas de Smith. Entretanto como consequência, potencializando a minha ofensiva.

Caso Smith alvejasse alguma parte do meu corpo, não sendo vital, ignoraria quaisquer ferimentos supérfluos para ter todo meu foco no manejo das lanças. Apesar de não estar habituado em manipular duas lanças menores, já havendo destreza quase em equivalência com ambas as mãos, deixaria que meu corpo e mente monopolizassem toda experiência de minha vida para acarretar num exímio controle sobre as armas.




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Beber? Pode contar comigo!
Vamor ver essa luta!



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Com o sucesso empenjado de meu tão focado aprendizado, era lógico que eu estaria disposto a tentar recompensar a jovem donzela de algum modo. Talvez algum pagamento? Não tinha certeza, mas deixaria em aberto para caso ela me pedisse alguma coisa. Minha ansiedade para voltar e poder assistir a luta do Thork seria bem intensa, mas quando ela acabou falando-me sobre beber comigo como forma de pagamento, lógico que eu não poderia recusar. Tudo bem que bebidas eram algo divino para mim, mas não custaria nada oferecer-lhe um pouco para sanar minha dívida. - Fechado, Clara! Te vejo mais tarde! VITATATA. - Finalizaria, abrindo um sorriso em meu rosto e mostrando um belo "OK" com o meu polegar esquerdo. Minha pressa seria notória, eu queria muito assistir àquele embate. Mesmo achando que, claro, pelo tempo que passei ocupado em meu aprendizado, já havia começado e talvez até acabado a luta, mas, que nada.

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Óbvio que sou um cara incrível, não é? Depois de fazer uma pergunta a um soldado aleatório inferior, pude ver que a luta havia acabado de começar. Tudo bem que ele não havia me tratado de acordo como deveria a uma patente superior, mas era perceptível que deveria ser pelo fato dele estar muito concentrado no tal confronto: - Você sabe com quem está falando, soldado? - Tornaria meu olhar fixo e bem furioso fitando-o brevemente, mas assim que ele notasse o tal erro de sua parte e viesse se desculpar, eu abriria um sorriso em meu rosto e soltaria uma gargalhada: - VITATATATA! Eu estiu brincando po. Pode ficar tranquilo, VITATA. Foco na luta! - Encerraria minha fala apontando para o confronto que já havia começado, afinal, seria melhor não perder nenhum detalhe do tão esperado confronto.

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Analisando bem o início do confronto, pude ver, firmemente, que a luta já tinha um começo bem equiparado. Claro que o Thork fazia excelentes arranques de início no confronto para já tentar impor seu alcance maior com a lança, mas se esse fosse, de fato o nível do poderio de Smith, talvez não estivesse assim tão acima de nós como eu antes imaginei. Mas, lógico, que eu não podia falar muita coisa, a luta estava apenas em seu começo. Apreciando bem a situação da luta, pude averiguar como qualquer um, principalmente o Smith, onde, com convicção, teria certeza de que manter o combate à curta distância seria o meljor para ele, e não sei se o nosso superior tinha a esplêndida capacidade de ler pensamentos, pois começou a diminuir a distância de meu amigo, já começando a colocá-lo em maus lençóis. Mas nada que não fosse facilmente percebida pelo meu irmão de outra mãe, VITATA. Vendo isso, ele logo conseguiu reassumir o controle do confronto impondo ainda mais a astúcia na lança que portava em suas mãos.

Por outro lado, suas falas eram brincalhonas e pareciam, de fato, estar se divertindo com essa peleja, e isso era o que mais importava. Mas deu pra sentir que as habilidades de meu amigo estavam realmente se desenvolvendo. Isso era bom, afinal, a nossa meta era realmente alcançar esse tal 'Mar dos Fortes', VITATA. Por outro lado, também me coloquei a pensar alguns pontos… Pensando bem, com essa luta ele está melhorando cada vez mais as suas habilidades, mas eu preciso também desenvolver as minhas! - Refleti, a medida que logo fechava os dedos em meu queixo e começava a pensar um pouco mais no assunto. Será que nessa nova ilha que estamos a chegar eu enfrentarei alguém? Seria interessante. - Me palpitei a imaginar. Eu sabia que tanto o Thork como o Smith, depois de uma luta como essas ficariam cansados, exaustos ou sei lá, mas não estariam com energia completa, então não faria muito sentido pedir para treinar com algum deles, para falar a verdade, não acho que seria muito adequado utilizar minha nova arma dentro desse navio. O estrago será devastador.

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À medida que olhasse para o horizonte, já podia presenciar uma possível chegada a alguma ilha. Não tinha plena certeza de qual ilha era, mas acho que ainda deveríamos estar longe de Lvneel. De todo modo, eu sabia que precisava alertar aos concentrados lutadores sobre nossa chegada estar próxima: - Será que vocês conseguem dar tudo de si no confronto finalizar a luta antes de nossa chegada? VITATA! A ilha já está visível no horizonte. - Diria, mas, talvez, nem me dessem atenção pelo foco estar centrado no embate. De todo modo, Smith não demorava para logo pontuar que o Thork estava sério na luta, algo que parecia merecer o respeito dele, mas que agora talvez ele também fosse começar a lutar sério. Puts, agora o Thork vai se ferrar… VITATATA. - Imaginava, mas claro que minha torcida ainda era pelo meu professor de natação, VITATA.

Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão

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Pensamento
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11:37 / Swallow



 
Enquanto Pippos marcava um pequeno encontra para si mesmo com a médica que tanto lhe ajudara, Thorkell se empanhava em uma batalha ferrenha contra seu superior no convés daquele navio. O motivo não era hostilidade ou mero desentendimento, mas sim uma rivalidade somado a uma amizade que acabara de nascer, fortalecida pela vontade de dois indivíduos que desejavam buscar o ápice da força e soberania. Vitaminado, mesmo não fazendo parte dessa dinâmica naquele momento, compartilhava do mesmo sentimento, ansiando por algum dia poder mostrar seu verdadeiro poder; naquele momento, lhe restava conversar com os soldados e assistir à peleja.

— Você tem até o navio zarpar, Thorkell. — falava o homem após ver estar próximo de Minion, seu próximo destino antes de Lvneel. Já no chão, agarrava ainda mais forte a bainha de suas lâminas enquanto via o gigante soltar seu grandioso escudo e separar sua lança em dois. A sobrancelha do superior se arqueava em surpresa ao ver a cena, mas não se deixava levar pela excitação, focando apenas na série de golpes que os dois entrariam agora. Com um ímpeto ainda maior, Dragnar proferia algumas palavras antes de desferir um ataque horizontal focando em seu adversário.

Este era habilmente desviado usando uma rolagem no tempo certo. Porém, o gigante era tão experiente quanto seu rival, logo usando sua mão livre para libertar um ataque mais forte que todos os que utilizara. Usando da velocidade, força e gravidade, desferia uma guilhotinada em direção à Smith, que cruzava suas lâminas em formato de "X" para parar o poderoso golpe que afundava seus pés no concreto do convés. Sem hesitar, pegava em cheio o tenente naquela posição desfavorável com seu poderoso pé, em um chute que afastava o superior alguns metros sem ativamente o atordoar.

Disposto a acelerar o passo daquela luta, Thorkell não parava um segundo sequer. Deixando um sorriso escapar pela sua boca, Smith fazia o mesmo e se equiparava à velocidade e força do oponente, defendendo cada golpe da lança com outro equivalente de suas lâminas, tentando levar Dragnar à exaustão física em uma estratégia muito utilizada pelo mesmo. Apesar disso, o gigante possuía uma tenacidade comparável à de si mesmo, fazendo com que os dois entrassem em uma batalha de resiliência. Naquele momento, mais palavras eram proferidas por Godheim, impressionando e motivando não só a si mesmo e seu parceiro, como todos os soldados naquela posição.

— Superestimei você? Ta mais para o contrário! — quase gargalhando em emoção, o tenente falava sobre seu sentimento quanto a essa batalha, mais determinado que nunca para enfrentar aquele golias; mesmo sendo um ele mesmo. Exercendo agora mais força e pressão em seus contra-ataques, buscava punir Thorkell com um movimento para abrir toda a sua guarda em um curto período de tempo. Apesar disso, a movimentação ágil do grande homem parecia interferir em seus planos para executar essa finalização.

Disposto então a mudar um pouco suas ações no campo de batalha, Smith focava mais no uso de suas poderosas pernas, que já haviam feito presença nessa peleja. Nesse momento, o navio parava no porto de Minion e, apesar do acontecimento, poucos soldados desembarcavam do local para ajudar no reabastecimento; todos estavam mais entretidos com a grande batalha que levantava faíscas e produzia sons em uma velocidade nunca antes ouvida. — VÃO! ZARPAREMOS AINDA NESSA TARDE! — exclamava o tenente por um momento sem se desconcentrar na luta, em uma batalha de forças entre ele mesmo e o gigante, ignorando o comentário de Vitaminado que continuava com os olhos abertos para o embate, imaginando se na ilha final seria capaz de enfrentar alguém tão forte quanto ele.

Com a multidão se dispersando, sobravam apenas aqueles desocupados ou que já não eram mais soldados, fato é que a luta não acabava, e contava agora com mais espaço ainda para desenvolver estratégias e golpes mais elaborados. Pensando nisso, Smith começava a novamente encurtar a distância entre os dois que era claramente nada saudável para sua luta. A pressão que exercia mesmo sendo o de menor tamanho espantava ainda alguns dos observadores, fazendo seu caminho entre a torrente de lanças e lâminas que cortavam o ar e se chocavam contra as fiéis armas de Smith.

Para mudar um pouco a monotomia daquilo, começava, enfim, seu plano. Escolhendo agora desviar de um dos ataques, era rápido em repelí-lo usando de sua perna. Com um golpe taekwondoca, jogava para trás o braço direito do gigante, deixando uma janela de frações de segundo antes que o mesmo se recuperasse. Em um ímpeto, saltava para mais perto ainda, focando agora em seus membros inferiores. Com suas lâminas, fazia cortes superficiais e não profundo no gigante, que apenas ignorava a dor que sentia naquele momento e a sensação quente do sangue escorrendo pelas suas canelas.

Vendo causar menos dano aparente que imaginava, Smith estalava sua língua em descontentamento enquanto voltava a se defender das lanças do seu adversário. Seu foco não era dividido entre os soldados que entravam no barco em pressa para recarregar o mesmo, mas totalmente trancado naquela batalha que determinaria o longo caminho que ambos precisavam trilhar até seus sonhos serem alcançados. Agora, levemente suado e ofegante, apresentando alguns rasgos em sua vestimenta, o tenente levava aquele confronto à sua parte final.

Realizando agora danças com suas pernas ágeis, não abandonava suas lâminas, mas não as utilizava mais. Usando apenas de chutes e movimentos para para os próximos ataques, era capaz de eventualmente prender um dos ataques de Thorkell no chão, já próximo de seu corpo gigantesco. Esperando um outro golpe para continuar a dinâmica cansativa, habilmente desviava do mesmo lendo os maneirismos do cabo, sendo capaz de abrir uma vantagem de apenas alguns segundos naquela luta. Era o suficiente para alguém treinado como ele.

Saltando novamente em direção ao corpo superior do gigante, agora utilizava de mais um chute poderoso para acertar sua bochecha, mais especificamente no zigomático, fazendo com que a grandiosa cabeça de Dragnar fosse violentamente jogada para o lado em um golpe que o deixava atordoado por um breve momento, antes de recobrar totalmente seus sentidos após o grande baque no chão. A luta não havia acabado, mas estava perto com Smith chegando em seu encalço. Sua resposta para isso determinaria o rumo dessa peleja, que era marcada para seu final agora que o barco estava prestes à voltar para o oceano.

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Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Aquele filha da mãe era realmente habilidoso. Conseguia se manter focado no combate, mesmo supervisionando o navio e os soldados. Mostrando sua excelente capacidade em liderança. “Thorororo! Poucos homens tem tamanho colhões para me enfrentar e ainda se preocupar com coisas mundanas! Mas por outro lado... talvez seja interessante aprender alguns macetes sobre liderar com Smith.” Pensava comigo enquanto o brandir das lâminas ressoavam uma estupenda canção.

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O prazer de manifestar minha esgrima sempre me entusiasmava, ficava bastante transparente com o sorriso destacado no rosto. Como eu poderia me preocupar com qualquer outra coisa? Preciso desfrutar dessa luta! Preciso aproveitar ao máximo, pois, quando poderei enfrentar Smith novamente? Ou qualquer um de seu nível! Isso era mais raro que um diamante de sangue.

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A rápida fração de segundo que notava a reação de Smith referente suas ordens para os marines, o combate começava a pender para o lado do Tenente. ~ Porra! Exclamava com uma face surpresa e irritada ao perceber meu braço ser repelido devido aos chutes do espadachim e logo deduzindo que acabaria sendo atingido em cheio.

O estilo de luta de Smith era realmente diferente, em qual lugar se veria um espadachim usar chutes? Parece até mentira, se não estivesse vendo com meus próprios olhos. “Apesar de que talvez nossa idade e experiência, sejam o motivo. Afinal de contas, também sou bom no combate físico, não dependendo somente de minha lança.”

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Logo as lâminas do Tenente alvejavam o local mais visado pelo inimigos, parte das pernas, apesar de ter isso em mente, a agilidade e mobilidade do marine, unidos a um vasto conhecimento, mostravam que minha reação havia sido atrasada. ~ Héh! Este corpo estava precisando renovar o sangue mesmo, KEKEKEKE! Ainda que não possuísse um ego arrogante, ainda preservava meu orgulho contido e exibido neste gigantesco corpo. Não mostrando medo ou agonia, muito pelo contrário! Estava exalando tenacidade e vivacidade.

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“Quanto tempo havia se passado? Qual era o motivo de eu ter começado o combate mesmo?” Alguns pensamentos surgiam tão rápido quanto um relâmpago, que logo dissipavam. Havia imergido dentro da luta, o que algumas vezes acontecia me tirando qualquer objetivo primário, tornando agora o deleito na batalha o centro de tudo. ~ Thororororo! Háh! Isso é bom, muito bom! *Huffs. Estava começando a sentir meio ofegante, isso só confirmava que Smith realmente era poderoso; não que fosse novidade.

O combate parecia estar equilibrado em determinado momentos, pelo menos para os inexperientes, pois, sabia que este não era o caso. Smith possuía a vantagem, como um gato possui seus movimentos silenciosos. Ainda não havia ficado claro o motivo, talvez seja pelo fato de estar me adaptando à nova modalidade da dupla lança. Entretanto, o motivo mais óbvio, queira eu aceitar ou não, Smith era um homem bastante astuto, centrado e versátil.

Havia caído minha ficha quando seus próximos chutes colidiam em cheio novamente em minha cabeça ao ponto de me levar ao chão, fazendo até mesmo este monstruoso corpo ser balançado pelo impacto, igual um bambu em dia de vento forte.

Recobrando meus sentidos tão rápido quanto possível, apoiava uma das mãos para erguer parte de meu tronco, seguido ficando de pé. – Ora, ora... quem diria que seria derrubado desta forma, Thororororo! Falaria ao estalar o pescoço enquanto empunhava as lanças nas mãos, juntando ambas em uma única haste novamente.

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~ Fiuuss. Soltava um suspiro enquanto exibiria um rosto mais sério. ~ Bora Tenente Smith! Se você bobear eu vou acabar te esmagando! Kekekeke! Proferia durante o tempo que ergueria a lanças com uma única mão e começaria a girar entre os dedos.

Sem mais delongas, avançaria contra Smith antes que ele atacasse. Moveria a lança agora unida e com sua extensão total, havendo em mente que Smith já teria se adaptado as duplas lâminas e alternando agora a distância dos ataques.

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Quando os oponentes consegue se acostumar e adaptar a lança comprida, é possível trocar para as duplas lanças menores, vice-versa. Rotacionaria a lança entre as mãos, ainda enquanto estaria girando-a no alto para então desferir um golpe através de um giro circular em queda pela lateral esquerda do Tenente. Não moveria o tronco, para proporcionar ainda mais agilidade durante a execução do movimento.

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Havendo Smith bloqueado, seria o momento em que buscaria usufruir da vantagem com objetivo de rotacionar ainda mais rápido a lança deslizando pelo corpo com bastante aptidão, recuando a haste e logo desferindo de novo, tentando ocasionar uma ofensiva imprevisível e certeira contra o Tenente. ~ Seus chutes são fortes, mas vai ter que fazer mais que isso para conseguir ferir este Tank aqui, Thororororo! Caso ele houvesse esquivado, preservaria meus sentidos e instintos alertas para acompanhar seus movimentos durante o tempo que perseguiria ele, não apenas com os olhos, mas junto com o corpo. ~ Ei, ei, ei! Você não vai fugir de mim! KEKEKE! Assim que houvesse me aproximado dele com algumas arrancadas, conservando uma certa distância vantajosa para mim, utilizaria mesmo movimento circular para alvejar o marine em qualquer parte de seu corpo.

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Conseguindo ou não atingir Smith, sabendo agora que seu triunfo era sua ágil mobilidade, tentaria buscar atingir ele assim que ele saltasse entre meus ataques, ou mostrasse alguma brecha durante suas defesas. Nesse momento, desferiria uma rajada de estocadas tão rápida quanto pudesse ao mesmo tempo que usuária a força máxima dos músculos, agora já aquecidos e bombardeados de sangue e oxigênio.

Havendo em mente as qualidades ofensivas e defensivas de Smith, durante e após meus ataques, estaria com minha guarda alta. Usufruiria da haste e lâmina da lança para interceptar locais vulneráveis aos golpes de Smith, seja pernas, braços e cabeça. Caso a lança tivesse sido impedida, seja por qual motivo e eu não conseguisse usufruir dela para defender, já considerando os chutes do espadachim, usaria uma cabeçada no pé do marine com intuito de defesa e neutralizando a força do golpe dele, já antecipando e até mesmo desestabilizando a ofensiva do Tenente.

Caso percebesse alguma brecha durante um ataque de Smith, ou que seus chutes parecessem óbvios durante usa investida, considerando que o golpe dele seria superficial e que pudesse aumentar minhas chance de lhe atingir em cheio, certamente optaria por ser atingido e atingir ele como consequência. Neste ponto, buscaria apanhar em alguma parte do seu corpo, seguido de um giro lateral e arremessa-lo contra a borda do navio.




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Chegada até a ilha!
Vamos logo atrás desses malditos suprimentos...
Será que vende bebida aqui?



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Apreciávamos um combate insano. Se por um lado o Thork vinha se impondo com sua fúria e agressividade, o Smith se mostrava em uma maestria épica com o uso das espadas e também se mostrava no controle da situação, devolvendo maioria das ofensivas com muita cordialidade, demonstrando estar sempre no controle de suas ações e não permitindo nenhuma brecha em cada um de seus contra ataques. Era um embate muito bonito de se ver, e, se antes eu indagava que tornar-se-ia uma luta fácil para o tenente, acabei por engolir minhas palavras. Até, inclusive me coloquei a pensar: Então quer dizer que o Thork está tentando se superar a cada dia e se igualar a mim… puff. Mas, pelo que vejo, suas habilidades estão ótimas, quem sabe eu também precise depois treinar com ele. - Pensei, de forma animada.

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Eu mal conseguia tirar os olhos desse fantástico embate, mas quando comecei a notar que muitos soldados já estavam se dispersando e parando de prestar atenção na luta, eu estranhei e olhei rapidamente para os lados. Visualizando que já havíamos chegado a mais uma de nossas ilhas de pausa para recarregar os suprimentos. Claro que eu não queria ser responsável por acabar com a peleja por causa de nossa chegada, então eu me dedicaria o suficiente para buscar suprimentos por nós três. Eles ficariam me devendo uma. Lógico, deixaria, ainda, o meu grande martelo, que já estava no chão da embarcação, para garantir o total uso de ambos os meus fortes e extraordinários braços, aqueles que eram permeados pelo calor divino e seguia firme pela vontade destes supremos meu corpo.

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Olhando, rapidamente, eu poderia ter certeza de que talvez todos precisássemos de vestimentas mais adequadas para acessar essa ilha, talvez casacos, luvas, algo desse gênero, pois havia muito gelo e neve nesse lugar. Partindo desse ponto, eu buscaria enxergar essas devidas vestimentas no convés, pois talvez alguns soldados já houvessem trazido, mas, caso contrário, eu faria questão de logo ir atrás dessas peças no vestiário. Depois de pronto e vestido conforme o lugar, executaria um esplendoroso salto, buscaria aterrissar na pontuada ilha. Logo depois disso, pude ter a plena certeza de que tratava-se de uma ilha bem mais gélida e fria do que eu já estava acostumado: - Urf… esse lugar é bem frio… VITATATA. - Soltei, enquanto ria um pouco e apenas seguia em frente, aproveitando um pouco o fato do meu grande corpo ter um bom fluxo de sangue para já me aquecer um pouco mais do que os humanos comuns. Tudo bem que eu não tinha muita noção dentro deste novo âmbito, mas bastava seguir, fielmente, o fluxo dos soldados. Claro que, em nosso caminho, eu fitaria bem cada um de todos os estabelecimentos dessa nova ilha o qual eu ainda estava a conhecer, pois poderia haver algum bar ou qualquer localidade que oferecesse bons tipos de bebida para que eu pudesse comprar.

Empenhado, como nunca, segui o fluxo supracitado e, em primeiro lugar, me empenhei completamente em seguir até o ponto especificado e pegar o maior número de cargas possível à mim com ambos os meus musculosos e bem trabalhados braços. Apesar de ser bem triste me manter em um clima como esses, afinal, para garantir a segurança e a temperatura do meu bem estruturado biotipo corporal, eu precisava cobri-lo completamente. Sim, era triste não poder me mostrar e merecer ser reconhecido como tal por pertencer ao grupo divino com músculos tão quanto os tão colossais Deuses. De todo modo, eu precisava ser ágil, pois, para não atrapalhar aquela esplêndida luta e ainda ter vontade de voltar a assisti-la, eu precisaria compensar a ausência deles e pegar muitos suprimentos de uma vez só ou até mesmo fazer mais de uma viagem nessa brincadeira.

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Ah, e, claro, eu não poderia esquecer de que mesmo agregando todo o frio que, supostamente, acobertaria o árduo trabalho de idas e vindas com o grande número de suprimentos. Ao menos eu ainda tinha o meu grande tamanho, para agilizar minhas grandes passadas para acelerar todo o meu bom trabalho. Mas, claro, ao fim de todo esse cansativo esforço, caso eu houvesse encontrado algum tipo de loja com bebidas ou algo desse gênero, eu finalizaria minhas idas e vindas com os suprimentos e encerraria minhas jornadas indo, ao fim, até essa tal loja. Eu não tinga tanta certeza se haviam muitos espaços  disponíveis para um cara grande como eu, mas se eu realmente houvesse encontrado algum bar, tentaria acessá-lo, caso contrário, teria de falar pela porta mesmo: - Opa, tudo bem? Queria saber se por aqui vocês vendem grandes barris de bebida, sabe? Eu gostaria de comprar a que tivessem… senão, apenas os ingredientes para tal. Obrigado. - Finalizaria com ânimo e dedicação, pois havia pontuado bem os meus interesses, e, no caso de não ter acesso, bastaria comprar muitos ingredientes e depois poder fabricar minhas próprias bebidas, VITATA. Pagaria conforme o necessário, claro, dentro dos padrões possíveis à mim. Depois disso, bastaria voltar ao navio com um sorrisão no rosto e com os itens que havia comprado.

Caso sequer houvesse bebidas proporcionais ao meu tamanho ou eu sequer conseguisse avistar ou ter acesso a algum bar ou loja com ingredientes, apenas voltaria à embarcação não estando tão animado, óbvio, mas era da vida, e todos precisávamos seguir em frente, VITATA. De todo modo, assim que chegasse, procuraria ver se a tal luta ainda acontecia, nesse caso, ambos já deveriam estar bem cansados… E, considerando que eu houvesse comprado um novo tipo de bebida ou até mesmo se não tivesse conseguido, apenas cogitaria dar uma boa golada em meu rum. Só pra aliviar e eu poder descansar um pouco… - Analisaria, dando apenas uma única golada no rum, só para continuar mantendo meu corpo bem mais aliviado.

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Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão

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Narração
Pensamento
Fala

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Koji
Avaliador


A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 10
12:17 / Swallow



 
Em paralelo à grandiosa batalha que ocorria na grande embarcação, um outro evento acabava de começar, trazendo consigo um clima no mínimo diferente para todos os transeuntes do navio. A frente fria vinda de Minion, a ilha onde acabavam de ancorar, batia forte contra os rostos dos soldados e marinheiros, que em prontidão pegavam seus agasalhos, se dispersando da luta que atraía a atenção até dos pássaros. Mesmo Pippos, pegando seu agasalho, era acometido pelo frio extremo do lugar; as únicas exceções eram Thorkell e Smith, os protagonistas do embate que fazia vibrar os aços daquele cruzador.

No momento em que a luta ficava interessante, Vitaminado decidia realizar suas tarefas como um dos viajantes daquele barco: ir em busca dos suprimentos. Pegando seu agasalho e descendo do navio em um grandioso salto, fazia questão de chamar a atenção pelo local mesmo não podendo exibir seus poderosos e tonificados músculos, que quase choravam diante tanta desfeita. Seus olhos, porém, buscavam conforto em lugares que poderiam vender sequer uma gota de álcool para apurar seu paladar novamente e o tirar daquela situação congelante.

Naquele clima frio, não era difícil encontrar uma espécie de pub estilo vintage. Sua fachada dizia "Minion Peaks" em placas de madeira gastas pelo tempo e pelos ventos que cortavam a pele. Além disso, como um bônus, parecia ser frequentado por pessoas de todas as espécies e tamanhos, podendo suportar toda a sua grandiosidade. Marcando a posição para depois, focava em ir até o local de carga e descarga para acabar com toda aquela procissão de soldados pela ilha praticamente inóspita.

Novamente, os locais ficavam admirados com sua capacidade de carga. Como um touro, andava tranquilamente com dezenas de suprimentos suportados apenas pelos seus másculos braços, certo de uma coisa: faria de tudo para tomar logo um gole de álcool e chegar no navio a tempo para ver a luta - ou o que restava dos participantes da mesma. Passando então no local, pedia pelo barril de bebida e era atendido rápido da mesma maneira como entrava. — A melhor vodka da região por 100.000 berries! — anunciava um baixo homem de meia-idade, com uma barba que chegava ao seu peito. Efetuando o pagamento, imediatamente saía do lugar de volta para a embarcação, tomando, é claro, um gole da sua nova bebida.

Já no navio, a situação se intensificava. Enquanto Smith novamente ganhava a liderança daquele embate ferrenho, Thorkell se limitava a apenas levantar de sua queda - talvez o passo mais importante para efetuar sua participação naquela batalha. Admirando a força de seu superior, buscava, agora, uma nova estratégia para passar por suas técnicas inesperadas e força esmagadora, usando, novamente, a lança em sua forma primal. O tenente, focado inteiramente no combate, fazia o mesmo, entrando na sua posição favorita para o mesmo: coluna arqueada, joelhos dobrados e lâminas postas em frente ao seu tronco.

Uma marca clara daquele combate era as investidas iniciais de Thorkell, que não falhava em as executar em um momento sequer. Como de praxe, ele iniciava a primeira colisão, rotacionando sua lança como um grande helicóptero para então descendê-la horizontalmente em direção ao seu adversário. Já sabendo da velocidade e mobilidade do superior, previa sua esquiva, mantendo-se atento à sua posição não só com os olhos - que acompanhavam com certa dificuldade - mas com o corpo também. Smith havia desviado daquele ataque com um salto em direção ao gigante, que era respondido com um avanço do mesmo e estocadas com sua lança.

Cada uma dos golpes proferidos com a lança eram habilmente repelidos ainda no ar, levando seu fio para fora da zona de perigo do corpo do humano. Rasgando roupas ou apenas o ar, o metal que Thorkell empunhava não era capaz de penetrar a carne de um Smith agora totalmente imerso naquele combate. Apesar disso, era capaz de parar seu avanço, colocando-o de volta ao chão. Assim que pousava, novamente pulava, escolhendo ser dessa vez o primeiro a executar o golpe que definitivamente pretendia acabar com aquela luta.

Talvez estivesse subestimando a experiência de Dragnar, ou até mesmo testando-a; fato é que seu plano não ia tão certo. Usando a haste e sua guarda alta, protegia os pontos de seu corpo que pareciam mais vulneráveis aos golpes do tenente, que certamente doeriam; Nesse instante, mais tilintar entre as lâminas eram ouvidos antes de um tenebroso silêncio. — Está na hora do grande final, então, Thorkell. — dizia o homem após cessar suas investidas, um pouco ofegante e com os cabelos desgrenhados - assim como seu adversário. Para os olhos inexperientes, parecia se tratar de uma luta justa, mas para o gigante, a verdade estava clara: não era.

Segurando firme no cabo de suas lanças, Smith preparava uma investida que parecia conter todas as suas forças. Dessa vez, porém, guardava na sua bainha uma de suas espadas, usando a outra como uma Bastarda. Seus planos não pareciam claros para Thorkell, que se limitava a levantar guarda contra qualquer tentativa do homem. Em questão de segundos, ele iniciava uma corrida e cortava a distância entre seus corpos, se movendo por baixo de Thorkell e passando para as suas costas, prestes a desferir um poderoso golpe contra seu tendão no calcanhar.

Usando a haste da arma, Thorkell defendia o poderoso golpe que poderia danar suas capacidades locomotivas, posicionando a lança verticalmente para parar o fio daquela lâmina impiedosa. Usando de sua astúcia, porém, Smith ia um passo além, e com sua mão de sobra, pegava a arma de Dragnar e a puxava em sua direção, desequilibrando o gigante e o colocando em vantagem de postura. Esta era rapidamente utilizada com um poderoso chute na dobra do joelho, colocando aquele Golias em sua posição mais baixa até o momento.

Certo então do fim da luta, o tenente ia para o seu golpe final. Com um salto, rapidamente alcançava a altura de seu oponente e preparava suas solas para um poderoso chute, ao mesmo tempo que suas mãos viravam o fio da espada para a parte não cortante. Esperando desestabilizar esse golpe com uma cabeçada nos pés do superior, Thorkell apostava tudo nisso, para ser surpreendido com uma visão que talvez jamais esquecesse: o rosto do homem que estava para o finalizar - em seus olhos vitoriosos refletia a própria face, enquanto que com o tronco preparava, na verdade, um corte com a lâmina.

No momento que o metal acertava sua cabeça, apenas escuridão prevalecia, seguido pelo baque de sua cabeça acertando o chão. Nesse momento, o resto dos soldados chegava junto a Pippos, para ver Dragnar estirado no convés inconsciente por um breve instante. — Vamos, acorde. — dizia o tenente que ofegava dando pequenos tapas na bochecha do gigante, logo o liberando daquela escuridão, ainda desorientado. — Certo. SOLDADOS, PREPAREM-SE! A ÚLTIMA ILHA ESPERA POR NÓS! — anunciava o marinheiro, dando liberdado para que o barco andasse novamente em meio a gritos de euforia dos marujos.

Histórico:

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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Pippos, o Vitaminado!
Mas a busca de crescer é a minha vontade…
Missões?!



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Glorificado e empenhado como sempre, dediquei-me o suficiente, no intuito de compensar a ausência de meus parceiros que pareciam estar muito dedicados em seu notório confronto. Eu precisava ser ágil e tentar ignorar o frio, garantindo vestes que me favorecessem nesse ponto. À medida que continuei a ir e vir, carregando o máximo de suprimentos que podia, acabei notando nessas idas e vindas um lugar que talvez vendesse bebida. Tudo bem que eu não tinha certeza, mas parecia muito. Assim que eu terminar aqui, dou uma checada nesse lugar… - Pensei rapidamente, ainda tentando acelerar meus passos o máximo que desse.

Eu não sabia ao certo se haviam muitos reparando em mim, tudo bem que eu amo ser reparado, mas dessa vez eu estava com o foco de ser ágil o suficiente para voltar logo ao navio e poder presenciar, ainda, aquele digno embate. Depois de finalizar minhas grandes entregas de suprimentos, sem nem pensar duas vezes, logo direcionei-me até o tal espaço que supus haver bebidas. Por sorte, era um lugar bem amplo, espaço este que até condicionava minha entrada no lugar sem problemas aparentes. Ainda mantendo o meu foco e empenho, sequer pensei em escolher o tipo da bebida, ou até mesmo provei para ter certeza de que era uma bebida alcoólica. Minha pressa era única e eu queria logo poder voltar a tempo de ainda ter a chance de presenciar alguma coisa.

Astuto, como de costume, segui de volta até o navio na maior velocidade que podia em minhas largas passadas. E, depois de chegar, suspirei, onde talvez até fosse possivel visualizar o meu gélido suspiro. - Cheguei a tempo?! - Questionei-me mediante uma pergunta retórica, mas, depois de olhar bem a situação com meus olhos bem arregalados, logo me decepcionei: - Maldito, Thork… nem pra aguentar um pouco mais e deixar eu ver o Smith chutar tua bunda… VITATATA! - Gargalhei ao fim de minha fala, e, tentando despertar o meu companheiro, o ergueria com minha mão esquerda, aproveitando que estava desarmado, para dar-lhe uns bons tapas no rosto com a outra mão para tentar fazê-lo acordar.

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Mediante minhas ações de chacoalhar a face de meu amigo até ele acordar, eu não conteria minha empolgação. - Ei, cabeça de Abacaxi! Eu não faço ideia se tu nem percebeu, mas a gente já chegou em Minion, eu fiz a boa e peguei os suprimentos tanto por tu, como pelo Smith… e logo estaremos já desembarcando novamente para a próxima ilha, VITATATATA! - Estufaria meu peito com orgulho, enquanto estivesse a informar o meu amigo quanto a meu feito para acabar não atrapalhando o tão extraordinário confronto. E, nesse sentido, antes mesmo dele me agradecer ppr eu ter feito a "boa", eu já pontuaria, para que ele reparasse melhor em meu feito. - De nada, Cabacaxi! VITATA. - Brinquei mais uma vez com os apelidos, de modo que esse melhor se encaixaria em uma melhor forma de falar "Cara de Abacaxi".

Caso o nosso Tenente estivesse próximo, eu não demoraria para abordá-lo em algumas simples palavras: - E aí, Smith, senhor, qual será o nosso próximo destino? Ultima ilha? Então finalmente estaremos em Lvneel - Perguntaria retoricamente, mas deixando claro todo o meu evidente entusiasmo. - Eu quero muito estar diante de inimigos mais esbeltos, mais fortes, e também quero muito poder desenvolver-me em missões, afinal, algum dia também tenho o interesse de subir essas patentes da marinhas, como você, VITATATA! - Gargalharia ao fim, para tentar descontrair um pouco, mas prosseguiria: - Queria saber se você tem alguma informação sobre haver alguma missão à espreita nessa viagem. - Finalizaria com esse último questionamento.

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Depois de tal questionamento, analisaria bem sua resposta, para depois concordar com a cabeça tanto para o caso de ser algo positivo, onde minha feição à concordância seria melhor, claro. Mas também concordaria no fato de não haver nenhum tipo de missão aparente durante a viagem, mas seria uma feição positiva, mas apenas de aceitação. À medida que a embarcação finalmente estivesse no mar, eu uniria minha firme vontade crescer com meu ânimo bem estabelecido, e, nesse caso, iria até o convés onde havia deixado meu grande martelo. Um bom treinamento agora seria excepcional, e, inicialmente, suspirava fundo enquanto me apoiaria na minha bela arma.

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~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

As batidas do coração certamente aguçavam todos meus sentidos, como um tigre ferido, porém nem um pouco espavorido, mostrando suas presas ainda mais afiadas e sedentas pela carne.

A força do marine havia ficado tão clara quanto a água, só um idiota não perceberia a monstruosidade de poder que Smith detinha. Até mesmo eu, um homem vivido e bastante experiente, havia ficado espantado com as habilidades do Tenente. “Talvez ele já esteja além disso, sua patente não condiz com sua força, isso é certo.” Pensará comigo durante nosso confronto.

Mesmo que houvesse testemunhado a batalha de Smith em outrora, nesse momento ele apresentava um manejo sobre suas lâminas, uma força em seus músculos e uma tenacidade realmente admiráveis, sem dúvidas um homem pragmático bastante astuto e poderoso.

Apesar de saber da diferença de nossas forças, precisava sentir na pele isso. Mesmo que minha mente estivesse focada, determinada e destemida, os músculos tremiam em excitação e sabiam que o oponente a frente era superior. “Mas se as aves enfrentam os ventos fortes do céu instintivamente... e os peixes cruzam vastas águas turbulentas instintivamente... assim como os predadores caçam suas presas mesmo estando feridos... eu também buscava realizar meus objetivos; fazer meu nome pelos mares e criar minha própria nação.”

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Após ser derrubado e então ouvir, com certa dificuldade a voz de Smith, mas percebendo Vitaminado diante dos meus olhos, recobraria meus sentidos sem mais delongas. ~ Hãn? Já ta na hora do café da manhã!? Perguntava estando um pouco aéreo e sonolento.

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Sentia meu rosto quente, talvez alguma donzela tivesse acariciado meu rosto, ou só um breve sonho do qual já não lembrava mais. Havia-me sentado enquanto coçava a cabeça de forma despreocupada. ~ Huh? AH! Logo então as memorias retornariam e perceberia que havia sido derrotado por Smith em nosso honroso duelo. ~ Ahhhhh!!! Mas que merda! Esbravejava enquanto socava a madeira do navio.

Quanto tempo fazia em que alguém havia conseguido me derrubar e até mesmo me derrotado, sequer lembrava. Talvez na época em que vivia em Elbaff, tal qual era uma constante batalha pela sobrevivência, principalmente por eu ser um bastardo. Todavia, passado é passado e quem vive nele é museu. Logo dissiparia a fúria, retornando a expressar um rosto amigável.

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Ouvirá então Pippos falar com Smith, o moleque parecia ansioso por uma missão, provavelmente inspirado com nossa luta. ~ Ei, ei, ei... qual é rabanete! Tá parecendo uma cocota no cio, Thorororo! Falaria durante o tempo que apanharia minha lança, deslizando ela para dentro da bainha e me por de pé ia. Expressava um sorriso carismático, após o pico de raiva ter passado.

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Procurava meu escudo e pegaria e em seguida acoplaria no antebraço. ~ Você é realmente admirável, Tenente Smith! Chegará longe com sua determinação e força, Thororororo! Falaria enquanto massagearia o trapézio para aliviar tensão. ~ Mas cuidado que eu tenho passos largos e posso lhe ultrapassar! Não estava envergonhado por ter perdido, afinal, isso era meramente um combate amigável, apesar de ter dado tudo de mim. Contudo, nossa batalha seria algo que jamais esqueceria, pois, havia sido bastante instrutiva e revelativa. Sem contar que seria algo que fortaleceria a amizade com Smith.

Se realmente fosse uma luta de vida e morte, talvez tivesse optado por decisões divergentes. Mas meu objetivo mesmo era testemunhar a força de Smith e de sua patente, o que havia feito. “Além de matar o tédio, que por sinal estava alto.” O fato é que, enquanto meus pulmões respirarem, a chance de ultrapassar meus limites é imensurável.

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O sangue havia baixado, diminuindo aquele fervor durante a luta, logo notando um clima mais frio. ~ Héééh, parece que chegamos em Minion. Thororororo! Senão me engano, aqui é a ilha da monarquia Weiss. Refletia por alguns instantes, pois, já havia passado por essa cidade, a muito tempo atrás. ~ Você tá bem perdido em Vitaminado, Thororororo! Falaria ao dar um tapa na cabeça do garoto. ~ Essa ilha fica próximo de Lvneel, mas não é a ultima ilha. Ainda falta umas léguas parar chegarmos até a última ilha. Falaria ao mesmo tempo que direcionaria meus olhos para o porto da ilha.

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~ Se me recordo bem, não existe uma base da marinha em Minion. Mas tem uns boatos sobre um quartel revolucionário, mas seria muita negligencia do monarca da ilha ignorar isso se for verdade. Expressaria um rosto um pouco mais sério, talvez sentindo um pressagio de que talvez algo fosse acontecer.




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12:23 / Minion




Findada a grandiosa batalha amistosa entre dois colegas de mesma área, partia então o navio com destino final Lvneel, a última ilha antes do lar dos fortes. O vento soprava no rosto dos espectadores da luta que mostrara a verdadeira força de Smith; para alguns, equiparada ao gigante e sortuda no final, mas para aquele que sofrera isso na própria pele, uma verdadeira montanha a ser escalada em busca da soberania e força suficiente para alcançar seus sonhos. E, como sempre, Vitaminado chegava para encontrar seu parceiro debilitado no chão, caçoando da figura amigavelmente como sempre fazia, mas não perdendo tempo ao puxar uma breve prosa com o Tenente.

— Sim, a última ilha, Lvneel. Finalmente. — dizia o homem olhando o horizonte com um olhar pensativo e esperançoso ao mesmo tempo, relaxando seus músculos contraídos pela batalha mortal que ocorrera naquele local. Os marinheiros começavam a se dispersar, animados com a luta e indo organizar a própria peleja nos andares inferiores. Enquanto isso, Thorkell ia finalmente se recompondo de seu estado, socando o chão com toda sua fúria ao perceber a derrota que havia sofrido. Essa raiva, no entanto, era logo dissipada em uma aparência amigável, que compreendia a força de seu superior.

— Obrigado. Você mostrou uma excelente maestria em combate. Seja vinda de seus anos de vida ou muita prática, é algo a ser louvado. — encorajava o tenente, que se via na obrigação de dizer isso para o seu colega após essa luta. — Quando ficar tão forte quanto eu talvez esteja velho demais? — brincava o homem, descontraindo um pouco pela primeira vez em algum tempo. De qualquer forma, não muito preso às informalidades, juntava um pouco mais a dupla de gigantes após ouvir a pergunta de Pippos.

— Não possuo uma missão agora, mas peço que fiquem de olho na tripulação por mim. — pausava momentaneamente para absorver a reação dos dois, antes de continuar. — Desde a última parada em Minion pude observar uns rostos novos e alguns faltando. Claro, a tripulação é grande, mas prefiro prevenir desastres. — denotou ele, confiando aos cabos a sua preocupação que poderia se tornar algo maior para a frente. De qualquer maneira, o Sol começava a quebrar o gelo daquelas redondezas e o dia era longo demais para adivinhar qualquer movimentação suspeita.

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Assuntos particulares…
Uma missao?! Pode contar comigo!


2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Depois de me aproximar para uma interação saudável, já pude ouvir a expressão "rabanete" o que já me fazia sentir alguma brincadeira do Thork para o meu lado, então virar-me-ia para o mesmo pra ter total atenção no que viesse a dozer para mim, onde eu seria digno de responder à altura e ainda estar acima dele. - Escuta aqui, ô cara de abacaxi, tu parece muito mais uma cocota no cio do que eu, hein?! Eu não fico correndo atrás de qualquer rabo de saia que me aparece… quero encontrar alguma mulher digna do semideus mais inabalável desse planeta, VITATATA! - Pausei para suspirar e fitar bem o rosto do Thork para poder prosseguir com muita plenitude depois de minha efetiva gargalhada. - Se bem que hoje a noite vou tomar uma com uma médica daqui do navio… - Pontuaria, talvez ficando até um pouco corado.

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Coçaria um pouco minha cabeça enquanto suspirava quanse que soltando mais uma plena risada: - Então, carinha, eu acho que se tem alguém desconcertado e meio perdido aqui é você, VITATA! - Suspirava fechando os olhos enquanto colocaria minha mão esquerda no ombro destro de meu amigo: - Enquanto você e o Smith estavam travando essa espetacular luta, eu estava mais focado em cumprir muito para com o meu dever como Cabo, você sabe, sempre tem que haver um ser astuto e focado para tomar conta de você ou das merdas que você esquece de fazer. Mas cuidado, não fique achando que vou sempre estar aqui para trabalhar por você, hein? - Como que esse cabeçudo chega assim sendo um abobado? É lógico que eu sei que estávamos em Minion, tanto que eu tive que enfrentar esse frio maldito e carregar a maioria dos suprimentos sozinho, ai ai.

Mas valia muito suspirar fundo e tentar entender toda essa situação: - Ah, perdão… sei que posso ter passado dos limites aqui. Foi mal mesmo. - Faria uma cara sínica e começaria a rir de forma muito compreensiva, de tamanho entendimento que talvez fizesse meus olhos lacrimejarem de tanto riso: - Verdade, você deve ter ficado tonto demais para a realidade, depois de levar essa surra VITATATA! Depois me agradece ainda pagando pra eu me embebedar. - Concluiria minhas palavras, já tentando garantir a entrada de mais álcool em minha vida.

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De todo modo, logo voltaria a dar atenção total à meu superior, pois ele acabara de começar a anunciar alguns pontos que deveriam ser bem analisados por ali. - Entendo… você conhece muito mais a sua tripulação do que nós, mas iremos averiguar isso com toda certeza, pode contar com a gente, senhor! - Finalizaria o assunto com o Smith, agora dando mais uns passos à frente e chamando o Thork para o meu lado: - Ei, Abacaxi, ta ligado que isso é uma forte possibilidade, não é? Eu mal tive tempo para dar a devida atenção a Minion, estava ocupado demais carregando as coisas e me preocupando com comprar bebida na ilha… VITATATATA! -

Destacaria, mas não demorando para continuar: - Não podemos descartar a possibilidade de que, em Minion, podem ter atacado alguns soldados e roubado suas vestes… lógico que, todo usaram alguns agasalhos antes de descer, e que, talvez, os tais invasores não estejam fardados por dentro do agasalho. - Destecaria, ja elevaria minha mão esquerda até meu queixo, como um verdadeiro investigador, pois a direita, matinha apoiado no convés o meu colossal Thor. - Você tem alguma sugestão sobre como deveríamos agir aqui dentro? Talvez nos separar para ter uma maior amplitude no navio… mas, pra falar a verdade, eu tenho quase certeza que esses invasores não se separariam aqui dentro. Isso seria arriscado demais. E ter um companheiro para apoiar a mentira seria muito menos suicida. - Ressaltaria bons pontos, aguardando a procedência de um homem mais sagaz e experiente como ele. Lógico que eu almejo ser o cara mais forte e convicto desse planeta, mas a análise de vida e a experiência do Thork, eram muito melhores para uma liderança mais bem elaborada.

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Vitaminado Pippão


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