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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Thorkell Dragnar Godheim e Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Pippos
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Pippos
Sargento








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Vamos sair desse lugar?!
Espero que sim, VITATATA!



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Esta estranha ilha... Swallow, não é? Puts, já chegamos há pouco tempo e já da para ter uma plena noção do quão arruinado é esse lugar. O Smith, por sua vez, sabia bem e logo pontuava a ideia de partirmos desse lugar o quanto antes, pois, à princípio, não importava o que fizéssemos a patente daquele homem lá, o velho esquisito, não seria facilmente abalada. Eu e Thork havíamos feito nossa parte, trazendo o maior número de suprimentos possível, mas, obviamente, eu havia carregado mais do que o Thork, VITATATA! Mas, assim que vi o nosso superior, pequenino, carregando uma parecida quantidade de suprimentos, equilibrando toda a quantidade de coisas em seu minúsculo tamanho. Caraca, esse cara é incrível, VITATA. Claro, não tanto quanto eu né, porque ninguém jamais conseguirá esse feito, mas, ele é impressionante!Abri um sorriso no rosto, vendo sua fabulosa chegada à embarcação com uma quantidade equivalente à nossa.

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Em pouco, logo comecei a discutir uns assuntos com meu companheiro à respeito de todo o pesado clima que acobertou o ambiente no encontro entre Smith e aquele velho esquisito. Por sorte, parecíamos ter concordado em algo, o Smith tem, claramente, uma história em seu passado que, talvez, seja bem problemática. Mas essas particularidades não eram da nossa conta, e logo teríamos que desopilar e sair um pouco desse assunto. Esse cara de Abacaxi é um galante mesmo, mal deu tempo e ele havia reparado uma mink na embarcação que eu sequer pude notar, VITATA. O acompanhei um pouco, me apresentei, claro, afinal, eu preciso ser reconhecido por todos, já que, no futuro, minha grandeza será absoluta. Mas, depois de me apresentar, eu logo vi que estava meio por fora do clima de toda essa conversa e fiquei sobrando. O senhor galante em questão parecia já ter conquistado mais um coração de alguma donzela mink. – Bom papo para vocês, meus bons. Irei me dedicar um pouco em algumas coisas que são importantes para mim. Até mais!Saí de perto para poder me concentrar no que realmente importava.

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Salivando só de imaginar, e, talvez até tremendo um pouco meus pulsos, logo retirei de meus pertences uma grande e formidável garrafa de rum. Sem pensar duas vezes, abri sua tampa e virei uma boa dosagem da garrafa, pelo seu bico, goela abaixo. O doce, peculiar e saboroso sabor chamuscado de um teor alcoólico parecia percorrer e acariciar, brevemente, todo o meu corpo e o doce sabor do melaço acompanhada de uma firme dose de álcool acabava por me fazer até tremer de excitação. Eu, calmamente, fecaria meus olhos para tentar intensificar todo o prazer que estaria a ser alocado em meu corpo. A bebida em meu corpo parecia me trazer uma paz interna, um total relaxamento e, inclusive, meus músculos se mantinham mais calmos e tranquilos. Se eu estava com raiva daquele velho esquisito ou desse lugar podre, essa bela golada de rum me fez repousar e tranquilizar cada centímetro deste colossal mastro de força. Enquanto Fazia esse breve raciocínio, até comecei a fazer força em meus músculos do peitoral e do bíceps, para fazer jus à minha análise.

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Convicto de que minha ascensão ainda estaria para chegar e que eu não demoraria para ser reconhecido como o mais forte ser desse planeta, dedicação deveria acobertar cada um de meus passos, e, em primeiro lugar eu faria questão de já procurar pelo meu superior e ver se ainda restava mais algum suprimento em que eu pudesse buscar para ajudar ou algo do gênero, pois precisávamos logo partir e chegar até nosso verdadeiro alvo, Lvneel, não? Então, caso eu o encontrasse: – Vitaminado se apresentando, senhor! Por acaso ainda há mais suprimentos para buscar? Eu quero ajudar logo para que possamos partir desse lugar o quanto antes... você sabe, esse lugar fede a fracassados.Pontuei. E, caso ele me falasse de ainda haver suprimentos para buscar, eu não mediria esforços para iniciar uma ampla corrida, tanto para potencializar o treino muscular de minhas coxas, como também o de minhas panturrilhas, em cada forte passada. Não esquecendo de também aproveitar para fitar bem qualquer detalhe fora do comum naquele lugar, pois estávamos todos procurando qualquer tipo de agulha fora de um palheiro para querer arrumar briga nesse lugar. Por isso o melhor a se fazer era sair logo, antes que começasse qualquer tipo de confusão.

Assim que chegasse ou, se nem ao menos tivesse partido: – Smith, você já foi para Lvneel?O questionaria em uma simples pergunta, para tentar desopilar um pouco a tensão no Tenente. Mas valia ressaltar que se eu houvesse visto algo completamente fora do padrão ou algo errado, o que quer que fosse, eu entregaria para o Smith. Se ele houvesse ido ou não, era provável que já tivesse mais conhecimentos a respeito e, talvez, pudesse melhorsatisfazer alguns de meus questionamentos: – Cara, bem provável que deve ser um lugar muito melhor do que este aqui... Porque se não for, aonde vamos parar?! VITATATATA!Brinquei. Mas claro que aguardaria uma resposta cordial e bem íntegra em meio a todas as minhas tentativas de brincar um pouco com as coisas que eram ruins, para, claro, tentar amenizar todo o problema.

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Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão


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Narração
Pensamento
Fala

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Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Após carregar as caixas até o navio, notava Smith vir dialogar referente as minhas falas de outrora. Suas palavras pareciam retratar acontecimentos de tempos atrás, seu rosto salientava ainda mais isso. “Huh, pelo visto meus sentidos estavam certo.” Pensava comigo enquanto olhava para o Tenente e permanecerá em silencio por alguns instantes. ~ Okay. Responderia para o marine concordando com ele, afinal, seria perda de tempo tentar arrumar um local ao qual ficaríamos poucas horas.

Terminado a tarefa de reabastecer o navio, seria uma boa oportunidade para conhecer a brava marinheira Mink. Logo após falar com um dos soldados para descobrir sua localização, descobrindo que seu nome era Kristine, me deslocava até o local onde a mulher estaria.

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Kristine era uma mulher-felina bastante simpática, visto que, o dialogo fluiu tão bem quanto um rio desliza entre as rochas. ~Héh! Thororororororo! Fico lisonjeado por saber que meu nome chegou em seus ouvidos! Apoiava as mãos na cintura enquanto exibia uma belo sorriso amigável.

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~ Pagar um Drink?! Proferia logo ao ouvir a sugestão da marinheira. ~ Thororororo! Não vamos perder tempo bebendo nesse boteco que tem aí nessa cidade. Tenho algo muito melhor do que isto! Puxava então uma garrafa de bebida ao qual haveria ganho de Smith. ~ Existe hora ruim para um bom rum? Thorororo! Falaria preservando um sorriso carismático e uma pose máscula.

Após abrir a garrafa, viria a despejar o liquido gargalo a baixo. ~ Pufffh. Soltaria um ar de prazer referente ao sabor do liquido. ~ Aqui, aproveite que esse é dos bons. Entregaria a garrafa para a marinheira sem qualquer formalidade. Um homem educado viria a servir em outro recipiente, mas eu? Macho de verdade marca seu território através de seus fluidos corporais, exatamente por isso beberia direto na garrafa e entregaria para ela sem qualquer vergonha.

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Enquanto Kristine beberia o Rum, apanharia minha lança e sentaria no chão. Apoiaria as costas próximo da porta do convés deixando a lança encostada sobre o trapézio. ~ Já ouvi falar da terra dos Minks, mas admito que até mesmo para um homem vivido como eu... pouco se sabe sobre sua espécie. Indagaria e esperaria para a mulher devolver a garrafa de Rum para então beber novamente. Após uma boa golada, usando a palma da mão para retirar o excesso do liquido escorrendo pela boca, retornaria falar. ~ Apesar de que a maioria desconhece sobre Elbaff, exceto alguns boatos. Thororororo! Falaria de forma extrovertida, puxando assunto com a marinheira DeVille.

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Ouviria ela enquanto passaria novamente a garrafa de bebida, seguindo com diálogo. ~ Humm. Expressaria entendimento sobre as falas de Kristine. ~ Vamos deixar o passado no passado. Afinal de contas, quem vive no passado é museu, não concorda Kristine? Thorororororo! Proferia para a marinheira com proposito de não forçar ela a revelar qualquer história de seu passado. ~ Mas falar sobre o futuro já é outra história, Thorororo! Argumentaria olhando nos olhos da mulher. ~ Uma mulher valente e esforçada como você, deve possuir objetivos para frente! Apanharia a garrafa caso ela viesse a devolver.

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Após escutar sua resposta, considerando que ela talvez fizesse a mesma pergunta para mim, responderia. ~ Eu? Balançaria a garrafa com liquido dentro enquanto olharia para seu interior. ~ Irei fundar meu próprio reino! E nele não haverá nenhuma discriminação; não haverá pessoas corruptas; não haverá fome; não haverá bastardos; não haverá pobreza; não haverá pessoas fracas de espirito! Haverá leis justas! Haverá punições justas! Uma nação pura, honrada, determinada e leal! Isso é o que irei criar quando conseguir atingir o topo da marinha e juntar dinheiro suficiente! Terminaria de falar de mim mesmo com bastante resolução, parando de mexer a garrafa, expressando um olhar sério, convicto e obstinado.

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Alguns segundos passariam até que voltaria a tomar o Rum. ~ Ah perdoe este velho e seus pensamentos. Devolveria a garrafa para Kristine. ~ Acabei falando demais, Thororororo! Falaria agora voltando a expressar um rosto amigável, apesar de que os olhos ainda emanariam aquele chama diligente, determinada e inabalável sobre minha ambições.




Histórico:

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Koji
Avaliador


A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 4
21:42 / Swallow


 
A tensão em Swallow era praticamente palpável, porém, o grupo sensato decidiu não interferir mais nos negócios daquela ilha estranha. Chegando à decisão que Smith possuía um passado obscuro por ali, e que terminar aquele serviço era prioridade para eles, passaram então a fazer o necessário para isso. O tenente ia conversar com a dupla brevemente, antes de deixar uma pilha de caixas similar à deles no navio e desaparecer em seu interior. Pippos, bestificado com aquela visão, só não se importava mais com o jeito galanteador de Thorkell, que sem pensar duas vezes deixava seu colega de vela e partia para o flerte.

Enquanto dividiam caminhos, Dragnar e Kristine adentravam em uma conversa casual. O convite da mink era aceito, porém, de uma forma diferente. Retirando a estimada garrafa de rum que havia ganhado de Smith, prontamente derrubava um generoso gole em sua garganta para saciar sua sede de álcool. O líquido doce descia queimando suas entranhas, batendo no estômago para então liberar a sensação de prazer e quentura tão familiares para aquele gigante. A garrafa era logo passada para Kristine, que fazia o mesmo, sem se importar com as implicações de se tomar direto da boca. Para Thorkell, um macho deveria marcar seu território, e aquela era a sua maneira peculiar de realizar tal feito.

Conversa ia e conversa vinha, até que entravam no passado. Dragnar apontava o fato de nunca ter ouvido falar da terra dos minks, denotando, logo após, que Elbaff também permanecia desconhecida. A mulher não demorava a responder, meio pensativa. — Elbaff... — colocava a mão no queixo e desviava o olhar para cima. — Não conheço mesmo. Mamãe dizia que meu pai era um gigante, mas eu nunca o encontrei. — explicava para o homem, voltando sua expressão para algo alegre e quase nostálgico. — Ela sempre me falava de sua terra natal, deve ser um lugar maravilhoso. — completava, com lágrimas quase saindo de seus olhos marejados.

Godheimm, percebendo o assunto delicado, não hesitava em muda-lo para algo mais leve: objetivos para o futuro. Passando a garrafa, ele também passava as palavras para a mulher, que se recompunha um pouco antes de começar a falar. — Meu sonho? — tomava um gole da bebida e então abria a boca novamente. — Ser forte o suficiente para que não haja mais sofrimento entre os desafortunados. — falava, impassiva. A frase saía de sua boca como se ela houvesse ensaiado esse momento por anos, ou, ao menos, pensado sobre o assunto. Antes que muito tempo de silêncio se passasse, o perguntava: — E você? Qual o seu anseio? — em genuína curiosidade, passava a olha-lo atentamente.

Não demorava muito para que ele começasse a discursar sobre o sonho de construir uma nação perfeita, onde não há desigualdade ou injustiças. DeVille, enxugando as poucas lágrimas de seus olhos castanhos, tomava mais um grande gole de Rum e prestava atenção atentamente para as palavras ditas pelo homem. Seus olhos brilhavam apenas com a imaginação de algo nessa escala, e no paraíso que um lugar assim poderia ser. Assim que ele terminava, Kristine retrucava. — Seu objetivo é... tão... bonito. — a moça se identificava com as palavras e simpatizava delas, admirando mais ainda aquele bravo lutador.

Enquanto o tempo dos dois passava, Pippos tinha sua noite de solidão. Naquele convés meio movimentado, seu corpo implorava por uma gota sequer de álcool. A noite corria rápido, e o tempo parecia mudar cada vez mais. As estrelas no céu se moviam, assim como a Lua, que iluminava toda a região apenas com seu reflexo. Nessa ocasião e brisa fria, ele retirava o presente de Smith e sem pensar duas vezes despejava o líquido garganta abaixo. Aquela textura que queimava sua garganta e a cobria com um sabor doce e melado acalmava seu corpo e seus membros ansiosos, que ansiavam pelo rum.

Forçando seu peitoral e seu bíceps, chegava na conclusão de que aquela golada havia tirado a raiva e mágoa de seu coração, voltados, é claro, para o capitão daquele Quartel-General. Em sua mente, possuía a concepção que em breve seria declarado o homem mais forte do mundo, e com sua força, chegaria ao topo da organização que tanto preza. E, agindo com isso em mente, ia à procura de Smith, para indaga-lo sobre a viagem que havia feito sua primeira parada. Andando pelo navio, podia ver seu colega e, um pouco mais para frente, o superior comandando alguns soldados.

— Sairemos daqui em alguns minutos. Essa foi a última leva de caixas, finalmente. — respondia o oficial visivelmente cansado, enquanto sinalizava para certos novatos, os direcionando para o devido lugar de descarga. Não demorava muito para que, enquanto enxugava seu suor, gritasse para que todo o navio ouvisse. — O NAVIO VAI ZARPAR! — assim que sua sentença era finalizada, uma grande buzina ressoava, alertando todos da enfim saída daquela gigantesca embarcação.

Enquanto era novamente abordado por Vitaminado, respirava profundamente para recuperar o ar que perdera durante aquela chamada. Não demorava muito para que as âncoras fossem recolhidas e que o navio começasse a sair daquelas docas, agitando as águas em seu casco e ganhando um rumo novamente. Quando a primeira brisa batia em seu rosto, largava uma expressão de satisfação, para então responder o cabo ansioso. — Vitaminado, eu espero que seja melhor... — dizia, olhando profundamente para os olhos do gigante. — O que mais me interessa lá é a sua localização. — continuava com uma nova linha de pensamento. — A última ilha antes da famosa Grand Line. O lar dos fortes - é onde quero estar. — terminava, determinado a seguir esse caminho de fortalecimento.



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Considerações:

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Pippos
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A arte de um mestre!
Olá, Forja



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Com o fervor daquele abençoado fruto alcoolizado, meu corpo se sentia livre, calmo e, deveras, bem aliviado. Nossa, como beber era bom, VITATATA! Todavia, no decorrer de satisfações e suspiros felizes, fui de encontro ao Tenente para tentar, ao menos, saber um pouco mais sobre a nossa ilha de destino. Todavia, infelizmente, não tive nenhuma resposta assim tão frutífera. – Entendo...Suspirei, um pouco desapontado, mas ainda bem empolgado, pois se era uma ilha que sequer um ‘Tenente’ havia ido, e, estamos indo agora na patente de Cabo... puts, acho que somos realmente bem importantes, VITATATA. Mas, pra falar a verdade, eu, né? VITATATA! O Thork apenas embarca nas minhas ondas. Eu sou o incomparável fruto de uma vontade divina, VITATA.Pensei, suavemente.

Não tinha muitas razões para achar que esse galanteador aí teria condições de se comparar a mim, logo eu, VITATA. Enfim, tanto faz. – Ué? Você disse localização, Tenente? O que esse lugar tem assim de tão importante em sua localização?O questionei, pois, ao meu ver, não me parecia ser nada demais. Mas, lógico, deveria ser um lugar importante mesmo para requerer uma parada extra para pegar mais suprimentos. E, de fato, era longa uma viagem de qualquer modo. Smith, por sua vez, não pestanejou até logo me deixar ciente da importância desse lugar. – Uau...Fiquei bem impressionado quando falou-se desse tal lugar dos fortes. – Você falou lar dos fortes, não é? Então acho que lá é o meu lugar. VITATATATA!Brinquei um pouco tentando girar um pouco e exibir bem os meus músculos das minhas costas.

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Mas deixando a brincadeira de lado, eu permaneceria mais sério e fitaria bem o rosto de meu superior. – Mas, falando nisso... está claro que nós também estaremos propícios a conhecer lugares novos e também conhecer mais pessoas não é?!Analisei de voz alta, tentando pressupor o fato de ser mais conhecido como o impecável ser que eu realmente sou. Mas, parando mais um instante para reanalisar toda a situação, comecei a abrir um sorriso mais sádico em meu rosto: – Também iremos enfrentar pessoas mais fortes, não é?Fiz uma pergunta retórica, mas eu sabia exatamente que a resposta era verdadeira. – Isso é algo que, com muita certeza, nos tornará mais fortes... É exatamente o que eu quero! VITATATA.Tive uma conversa bem saldável e extrovertida com nosso cordial superior, mas já era hora de eu me preparar para estar, verdadeiramente, pronto para uma próxima ilha. – Valeu, Smith, senhor! Agora irei fazer alguns preparativos para melhorar minhas habilidades. Boa noite!Despedir-me-ia para, finalmente, poder ter um momento para poder desenvolver uma nova arma, mas, agora, para mim.

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Dentro dessa densa noite, estava claro que eu agora só dependeria de mim. Posicionando-me sentado e bem ao lado de todos os meus convictos materiais de forja, eu estaria pronto para começar a minha mais serena obra prima. Óbvio que não era nenhum tipo de bebida alcoólica, mas uma arma fabricada por mim, era tão fabulosa quanto, mas só de pensar em bebida, tocaria levemente no rum dentro de meus acessório, enquanto, provavelmente, já começaria a salivar, mas... Acorda!Dei um leve tapa com ambas as minhas mãos em mias bochechas. – Foco! Agora eu vou fabricar uma arma excepcional para o meu mais novo estilo de combate. Algo que fará de mim, um guerreiro ainda mais impecável!Pensei, astutamente, para parar um pouco de pensar em coisas diferentes e não me distrair em meu propósito.

Focado e com muita garra e determinação, comecei um trabalho com uma incomparável astúcia! Dentro dos padrões do mais novo estilo de combate que eu estava realocando minha força de ataque, onde eu estaria plenamente disposto a fabricar uma arma da maior tamanho para mim, onde eu poderia, com mais firmeza elaborar ataques Pippesados. Análises à parte, com muita dedicação e convicção eu utilizaria de todos os meus plenos conhecimentos para fabricar um excepcional martelo, utilizando, claro, o meu menor para a forja. Partindo de meus conhecimentos em Mecatrônica, eu partiria do princípio de desenvolver um grande martelo de com os materiais dispostos a mim, como Chumbo Branco e metal comum mesmo, tudo auxiliado por meus conhecimentos em Física, para que melhor pudesse proporcionar impulsos auxiliados pela força Peso. Partindo de todos esses pontos, a minha Forja seria impecável, onde eu almejaria fabricar um martelo exatamente igual, mas, agora, em proporções maiores. Requerendo, claro, mais ímpeto e força para manusear esta nova arma colossal. Mas, claro, utilizando minha luva de apoio para tomar todo o cuidado de não acabar destruindo nada na embarcação, durante a forja.

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Próvavel que eu demorasse horas projetando minha mais nova arma, o Thor. Ao finalizar meu glorioso martelo, provavelmente, eu já estaria exausto. Sem falar do sono que já deveria acobertar todo esse cansaço pelo tarde hora da noite. Partindo desse princípio, eu já almejaria procurar qualquer lugar formidável para que eu já tivesse espaço para tirar um descanso nesta grande embarcação. Não importava onde fosse, obviamente eu não demoraria para pegar no sono logo depois de me deitar. Tudo para estar descansado e de forma branda no dia seguinte.



Histórico:

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Última edição por Pippos em Qua Out 06, 2021 7:29 am, editado 1 vez(es)

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Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

A prosa com a mulher-felina certamente era deleitável, ainda mais pelo fato daquele Rum cair como uma gota de chuva em tempos de escassez. Kristine falava sobre seu pai ser um gigante, logo caindo minha ficha de sua altura incomum. “Huh, bem que eu estava achando estranho sua altura para uma Mink.” Apesar de não ter ouvido falar muito sobre a terra natal dos animalescos-humanos, já havia sim conhecido muitos desta raça durante minhas viagens.

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~ Thorororororo! Ora, mulher! Não é lá grande coisa, na minha opinião. Responderá para Kristine após ouvir sobre os pensamentos dela referente a Elbaff. ~ O reino é bastante bárbaro; os gigantes são antiquados; estrangeiros ignorados e por fim... um tolo rei que só pensa nele mesmo. Proferia de forma sincera, sem papas na língua. “Apesar de que faz bastante tempo de que fui embora, talvez as coisas possam ter mudado.” Ponderava comigo mesmo, mas logo balançando a cabeça de forma negativa para minha própria opinião. “Nah! Aquele inepto com certeza continua mesmo. Talvez até foi até morto.” Carregava o sobrenome do rei, mas não é como se me importasse com esse título que nunca foi visto aos olhos dos outros. Afinal de contas, eu era só um bastardo; e ainda sou.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 8Hoz2kD

Apesar da bebida reconfortar tais pensamentos, por outro lado, mudava o assunto com objetivo de conhecer melhor as ambições da jovem marinheira. A reposta da Marine realmente me fazia arregalar os olhos. “Héééh! Tá aí algo que não se ouve todo dia.” A face logo retornava com um sorriso carismático, deixando evidente ter apreciado seu intenso desejo.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 X31C0Hn

A Mink retornava a pergunta sobre o que “eu” almejava, me deixando um tanto sério para com a resposta. Notava a emoção ser manifestada pelos olhos da jovem mulher, me deixando sinceramente um pouco envergonhado e desconfortável. ~ Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. Não concorda comigo!? Falava após ter tomado mais alguns goles do Rum. ~ Thorororororo! Estes músculos foram abençoados com um propósito. Entretanto, para se chegar no fim desta estrada... é necessário percorre-la em seu íncio. Frisaria minhas palavras ao gesticular com a mão, como se houvesse um caminho imaginário.

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Após ouvir que o navio zarparia, proferia para Kristine. ~ Mas antes de conquistar méritos e dinheiro... Erguer-me-ia do chão enquanto falaria sem hesitar em nenhuma fala, carregando cada palavra com seriedade, diligência e paixão. ~...Ter bons companheiros é algo crucial! Talvez você possa acompanhar este velho-louco até o fim desta estrada, e no final... desfrutar da maior nação já criada de todos os tempos! De pé, com o punho encostado na lateral do corpo e a lança deslocada com fervor para o lado, o queixo erguido para o céu colidindo com as pupilas contra as estrelas entre as nuvens, admirando e invejando-as, concluiria. ~ Os Gigantes Primordiais ainda ouviram o nome do meu reino ecoar por todos os mares! Os olhos que emitiam uma voracidade sem igual, reforçados por um sorriso bastante largo, por fim, expressava um rosto resoluto e indomável.

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~ Até mais Kristine! Indagaria já de costas para a mulher, embainhando a lança sobre as costas. “Thororororo! É mesmo! Não posso perder o foco de meus objetivos!” As palavras em minha mente haviam ascendido o desejo que sempre estava lá. Mas que acabava eclipsando quase sempre. Iria embora após um bom diálogo com a marinheira, afinal, havia trabalho a ser feito agora com a partida do navio. Me deslocaria até o outro lado da embarcação, um pouco de treino me faria bem, aproveitando o ímpeto que queimava dentro de meu corpo.

~~ Treino de Ambidestria ~~

Já havia notado que minha mão esquerda as vezes vacilava, mas sempre sendo auxiliada pela mão destra, seja em algum movimento usando apenas esta mão ou em alguma defesa com escudo; acoplado sobre o antebraço esquerdo.

Treinar com movimentos simples, mas eficazes era uma ótima maneira para aperfeiçoar o manejo, seja com a arma ou escudo. Exatamente por isso buscaria um local sem soldados próximos e que pudesse servir de cenário.

Caso houvessem guardas de prontidão, pediria para eles irem descansar, uma vez que, meu tamanho e lança exigiam um local apropriado sem ninguém que pudesse ser atingido pela Glaive. ~ Boa noite soldados! Irei cuidar desse local enquanto treino o manejo de minha lança, podem ir descansar. Agradeço sua compreensão.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 QIz5pWn

Sacava a lança de sua bainha com a mão esquerda, já trazendo o foco para dominar completamente a canhota, através é claro de pratica. Exercendo movimentos circulares com a lança, sem necessidade de rapidez. Todavia, recrutando estabilidade e precisão, giraria entre os dedos e moveria a lança como se fosse a primeira vez. O Lanceiro é perito no uso das duas mãos sobre a haste da lança, devido a isso é difícil haver lanceiros hábeis na arma com uma única mão. Porém, quando se fala no uso de uma única mão, se não for a sua dominante, alguns erros podem ser cometidos. Muito já explorei isso durante os combates, devido meus adversários não perceberem este pequeno erro. Justamente por isso, estava determinado a vetar essa possível gafe no futuro.

Nervosismo, irritação, agonia ou qualquer desses pensamentos já não me atrapalhavam mais. Já era um homem vivido, doutrinado e com um bom índice de vitorias. Toda essa experiência adquirida e acumulada, apenas fortalecia meu conhecimento e destreza para com a lança em movimento.

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A noite estava calma e bastante agradável, tornando o treino propicio e menos cansativo. ~ Humm, frágil... acho que esta lança não vai aguentar muito tempo, pelo visto o combate contra os piratas exigiu muito dela. Ponderava comigo mesmo, percebendo que a lança não estava em seu melhor estado, apesar de ter sido feita pouco tempo e com um material razoável, isso mostrava que minha batalha havia sido bastante intensa.

“Vitaminado vai me encher o saco por causa disso. Thororororororo!” Pensava com um sorriso imaginando a zanga do garoto, mas logo deixando os pensamentos esvaírem.

Deslizando o pé direito, seguida do esquerdo, para frente e alterando o centro de gravidade de meu corpo para me mover lentamente entre a proa do navio, continuaria mobilizando a lança entre a mão em formas circulares, mas de momento em momento pausaria e desferiria uma lançada frontal.

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Não estava buscando velocidade, por hora. Mas sim precisão na movimentação e gradativamente aumentar a velocidade em meus ataques. Golpes frontal, seguido de vertical. Centralizando a força do ataque para a arma enquanto o corpo servirá de ancora na estabilidade.

Os ataques num primeiro momento não seriam rápidos, mas isso não alterava o fato de que em alguns ataques até mesmo a precisão era horrível. “É como o velho ditado: Com o treinamento vem o aperfeiçoamento.”

Não usaria nenhum movimento difícil de executar, afinal, isso só dificultaria e geraria perda de tempo. Muito pelo contrário! Movimentos básicos e simples seriam muito mais efetivos para causarem um maior impacto no treinamento.

~~ Fim do treino ~~

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Passando-se um tempo, soltaria um suspiro e já perceberia meu corpo transpirar, significando que o resultado estava começando a aparecer. ~ Huffs. Aonde o legume foi parar? Falava comigo mesmo, já achando estranho seu sumiço. “Será que ele ficou com inveja desse velhote garanhão? Thororororo!” Sentava na borda do navio, apoiando a lança sobre o corpo e pescoço.




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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 5
23:52 / Swallow


 
Fartos daquela terra sem lei e cheia de corrupção, os marinheiros finalmente saíam da ilha dos pássaros. A impressão que Swallow causava não era das melhores, e colocava mais combustível ainda no sonho de Thorkell sobre sua própria nação. Descobrindo um pouco mais do passado de Smith, zarpavam das docas em direção à próxima parada, antes de finalmente chegarem em Lvneel. Para matar um pouco do tempo, Dragnar, como o mulherengo que era e sempre fora, conversava com sua nova conhecida: a mink que vira na batalha anterior, enquanto o solitário Pippos bebia e trabalhava seus músculos, como de costume.

As palavras do gigante devasso prendiam a atenção de Kristine, enquanto a faziam mais e mais admirada pelo homem. Sua opinião sincera sobre a própria terra natal a pegava de surpresa, ainda mais pela forma como falava da autoridade máxima de Elbaff, mas escolhia por deixar o passado em seu lugar, enquanto falava sobre o próprio futuro. A vez de se impressionar era de Thorkell, que admitia ser uma visão rara alguém com tais pensamentos. Embalado naquela prosa, continuava a mesma falando mais sobre seu sonho, empolgando-se por um momento e contagiando a mulher ao seu lado.

— Seria uma honra fazer parte desse sonho! — exclamava a moça, enquanto o gigante se levantava e empunhava sua lança, virando as costas e partindo após sentir os primeiros ventos oceânicos cortando sua face. — Até mais! Estarei no interior do navio, se quiser continuar essa conversa... — com um convite sutil, deixava o recinto junto de seu mais novo conhecido, separando caminhos para que mais tarde pudessem novamente amarrar as cordas do destino como companheiros de viagem; assim como a moça desejava.

Livrando sua mente dos pensamentos mundanos e voltando-se ao que realmente importava, Dragnar parecia querer trabalhar em cima de seus defeitos, estes que sempre eclipsavam em sua mente mas eram de suma importância no seu caminho para o pico da força: o manejo com sua canhota. Havia há tempos percebido que a mão o deixara em necessidades algumas horas e em certas batalhas; almejando o fim disso, tomava uma decisão enquanto rumava para a frente do navio, onde havia mais espaço e menos soldados - especialmente naquela hora.

Em sua visão só se encontrava o breu do horizonte iluminado pelas inúmeras estrelas da noite. Os pequenos pontos brilhantes refletiam na água do mar, formando uma espécie de espelho que acrescia ainda mais na beleza da vista. Não perdendo tempo algum, se dirigia aos dois soldados de guarda na proa, que conversavam sobre casualidades enquanto prestavam atenção no caminho para evitar soldados ou icebergs. — Claro! Como quiser. Vamos ficar mais ao fundo só de precaução. — respondiam ao gigante, obedecendo ordens para não se retirar do local enquanto se movimentavam para a parede da cabine.

Era nesse momento então que Dragnar começava seu show, entretendo aqueles homens por alguns minutos. Puxando a Estruturada Tiamat da sua bainha com a mão esquerda, ele entrava em hiperfoco. Já era um homem vivido e doutrinado, pensamentos negativos e emoções que o atrapalhariam não eram mais presentes ou problemas em sua vida adulta. Percebendo a necessidade de se fortalecer e se tornar mais impecável em suas experiências, começava os movimentos para treino. Apesar do que é comumente se pensado, os golpes mais básicos são melhores para treinos; masterize a base para se tornar especialista no avançado.

Com esse pensamento em cabeça, iniciava a série cansativa de movimentos. Rotacionando a lança entre os dedos, juntava foco para fazer da maneira certa, girando, ao mesmo tempo, seu tronco e movimentando sua base de acordo. A luta não era baseada somente na postura dos braços e armamento, mas do corpo como um todo. De tempos em tempos, estocava a arma que via já não estar em seu estado primordial, causando leves alterações nas massas de ar ao redor do navio e provocando ventos diversos aos soldados que olhavam em excitação para o homem.

Em meio ao suor e fadiga física, ele continuava com a mentalidade de se tornar mais forte. Seu foco não se desvanecia, o fortalecendo cada vez mais para continuar incessantemente o seu fortalecimento, tanto físico quanto mental. A disciplina mostrada era exímia, enquanto seu corpo se esquentava e se molhava não com as gotículas das ondas batendo na proa, mas sim do seu próprio esforço e cansaço. Sua canhota, desacostumada com tamanho trabalho, abria calos e formava feridas que provavam seu trabalho duro, parando só quando julgava ser o bastante. Em meio a respirações ofegantes, perguntava onde se encontrava seu colega, Pippos, sentando-se na borda do navio e apoiando sua tão adorada lança em seus ombros e pescoço.

Vitaminado, enquanto isso, trabalhava incessantemente para criar uma arma que fosse digna de sua empunhadura. Após uma breve conversa com Smith, saía da proa do navio e ia direto para a área de forja do navio: uma grandiosa sala fechada em seu interior, dispondo de diversas ferramentas e fornalhas para o uso coletivo dos profissionais da forja. Logo que entrava no recinto com seus diversos materiais para criação, sentia o bafo quente das caldeiras, sinal de que alguém havia recentemente usado o local.

Sem pestanejar, pensava na sua próxima criação: um martelo igual ao seu, porém, de proporções ainda maiores. A sua ideia era que ele pudesse usar com seu mais novo estilo de combate Pippesado, usando das leis naturais da física ao seu favor na hora de combater meliantes e os que quebram as leis que regem a ordem e o progresso da sociedade. Partindo então para o trabalho, colocava os minerais na fornalha já quente para começar o processo de derretimento. O necessário para esse projeto era uma grande quantidade, visto que seria até maior do que o seu já grandioso martelo de ferro maciço.

Saindo então do derretimento, era colocado nos moldes necessários para a formação de seu formato, onde era martelado e moldado diversas vezes antes de começar a tomar a forma desejada. O trabalho requeria ainda mais das forças do homem, que começava a pegar no sono e se sentir tentado a tomar mais um pouco do delicioso rum. Seu foco, porém, não deixava. Mesmo que seus músculos e braços doessem da atividade incessante, continuava o processo de esquentar, martelar e moldar o pedaço maciço de chumbo até que estivesse pronto, quase na virada do dia.

Cansado do trabalho e exausto do dia, partia então para seu tão necessário descanso. Procurando um lugar que o acomodasse confortavelmente, e esquecendo-se totalmente dos alojamentos próprios para ele e Thorkell, encontrava, depois de muito tempo, um canto onde pudesse ter seu tão formidável sono. Assim que deitava-se, podia sentir seus olhos desvanecendo, enquanto a visão crepusculava e sua consciência passava para outro plano. Seu corpo, assim como sua mente, descansavam delicadamente, esperando um outro dia chegar.



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Mais uma maratona de Forja!
Eis minhas arte, VITATA



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Cansaço; Eis uma delimitação formidável que conseguia descrever, com muito pudor, a minha real situação. Cara, em um trabalho incessante e determinado, eu havia permanecido até tarde da noite mediante minha excepcional forja, afinal, eu queria deixar bem visível a todos quando enxergassem minha absoluta arma, o Thor! Com um poderio tão visível e extenso, pelo seu tamanho totalmente acima da média de armas. Era evidente que ao fim de meu trabalho, eu ainda estaria exausto, óbvio, pois nunca havia tido um trabalho tão elaborado e de grande porte como este, mas o orgulho definia o meu caráter de forma abrangente. E, sem dúvidas, deitaria e descansaria abrindo aquele pleno sorriso de satisfação em meu rosto.

Sonho

Os pássaros cantavam, aquela imensidão azul nos céus, acompanhada daqueles ilustres e bem intensos raios de sol. Por onde eu estava? Eu não estava na embarcação? Estranho. Agora eu me situava em um amplo campo verde, um lugar esbelto e digno de meu colossal ser. Talvez um ótimo lugar para treino? Quem sabe, mas essas dúvidas não me trariam nenhuma resposta favorável. Enfim, o melhor a se fazer talvez fosse treinar os meus invejáveis músculos e deixá-los ainda mais à mostra para todos, VITATATATA! Mas, para falar a verdade, eu estava sozinho ali. Não havia ninguém para eu me exibir. Eu realmente estava completamente deslocado de meu verdadeiro foco sempre. Como que eu faria para meu verdadeiro objetivo de vida parecer por ali? Não havia ninguém além de mim, então, desse modo, por quem eu seria reconhecido?!

É, eu sempre era confiante, mas nesse lugar, sozinho, eu estava desanimado. Talvez treinar para que, posteriormente, me enxergassem mais forte e me admirassem ainda mais? Provavelmente seria a única coisa a se fazer naquele lugar... Era, verdadeiramente, o que eu estava a imaginar por ali, mas, ao longe, era possível enxergar um ser minúsculo. Não tinha certeza se é porque eu estava muito longe, ou se, de fato, era um cara tão pequeno assim. Me aproximei o suficiente para ter certeza de que era um cara pequeno mesmo, mas o estranho é que ele parecia estar lançando algo para os céus que logo voltava exatamente para a sua mão. Bem esquisito. Aonde estavam as leis físicas para isso? Até fiquei confuso e coloquei a mão no queixo para tentar entender em uma reflexão mais ampla tudo o que eu estava presenciando.

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Tratava-se de uma análise em complexa. O seu entendimento era muito trabalhoso, mas depois de analisar tudo, eu comecei a tirar algumas conclusões: – Ei, pequeno! Por que motivos essa coisinha aí vai e volta?!O tal homem não me respondia e continuava a ficar lançando e recebendo de volta o tal artefato dos céus. Então eu tentaria desvendar sozinho tudo, póis sequer parecia ter ajuda desse cara. – Tem tudo haver apenas com sua habilidade e manejo, saquei. Como que você consegue fazer isso? Eu me interessei!Mas o tal homem sequer me dava algum tipo de resposta. Era como se ele sequer estivesse me ouvindo ou até mesmo me enxergando. Logo eu, o ser mais visível e notável da vida?! Só pode ser brincadeira. Mas, comecei a observar melhor cada um dos passos e giros do tal objeto no ar. – Eu acho que já ouvi falar disso em algum lugar...Suspirei e continuei a repensar e repensar. – É um bumerangue, não é?!Dessa vez, o tal homem olhou para mim, então, realmente eu acho que ele estava me vendo.

Mas, além de ser notado, eu precisava surpreender como digno homem mais impecável desses mares. – Os movimentos funcionam da seguinte forma: À medida que essa coisinha gira no ar, a asa que está em cima se move pelo ar mais rápido porque segue na direção em que você a jogou. A outra asa, por sua vez, vai para o lado oposto. O resultado é que, ao cortar o ar, a parte de cima vai gerar mais sustentação do que a de baixo, e, nesse caso, não voa, diretamente, em linha reta, e tem a forte tendência de voltar para o lugar de onde partiu!Ao terminar minha fala, não demorei para logo começar a exibir os meus músculos e fazer força nestes, pois eu tinha quase certeza de que ele me olharia novamente. Mas, por outro lado, o tal homem continuou olhando para frente e abriu um sorriso, e, em um estalar de dedos desapareceu.

Fim

Eu abri meus olhos em uma espécie de susto. – Um martelo bumerangue![/b] – Exclamei. Sim, parecia estar agindo feito um louco. Melhor abafar e torcer para ninguém ter visto isso, VITATATATA! Mas, era verídico que eu havia tido alguma espécie de epifania em meu sonho, pois o ato de criar uma arma que me possibilitasse ter o efeito de um bumerangue era algo genial. Caraca...Arregalei os olhos e tentei passar os dedos em meus olhos para tentar ter certeza do que eu estava vendo. Eu esqueci de ir para os dormitórios e acabei dormindo aqui mesmo na área da Forja do navio.Coloquei a mão em minha testa como que se questiona por ser tão idiota, VITATATA. De qualquer modo, eu já estava aqui, e tinha certeza de que o maldito Thork também se interessaria por uma arma nova. Bem, ele não havia sido claro em suas preferencias, mas eu já havia planejado fazer uma arma com uma certa diferença para ele. De modo em que ele pudesse melhor enfrentar seus alvos, independente de qual fosse.

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Aproveitando para passar minha ideias para a prática, utilizei de todos os meus incomparáveis conhecimentos na arte da Forja, Física e Mecatrônica, acompanhados de meu exemplar Ofício como ferreiro para repassar todas as minhas ideias para a prática. Onde aproveitaria para dar continuidade à arte da minha tão bem elaborada criação e desenvolver uma lança com extensão única e que teria duas pontas, onde um lado seria mais extenso e voltado para desenvolver ataques em uma maior área, e outro lado mais pontiagudo e penetrante, para, quem sabe, infligir melhores danos a um ser com muita defesa. Sim, eu passaria mais quantas horas me fossem necessárias para dar continuidade à minha arte e desempenhar a criação desse projeto formidável.

Claro que, em seu final, eu estaria exausto e, principalmente, faminto. Então, partindo deste princípio, eu iria diretamente para a área onde pudéssemos ter uma exímia refeição, onde eu procuraria satisfazer a minha abominável fome com o que quer que estivesse disponível para mim, afinal, o tempero de uma comida é a fome, VITATA. Mas, antes de começar a me devanear nos belos prazeres de nossa refeição. – Ei, Thork, para tu não ficar invejando minha nova arma, e criei uma nova lança para você, onde ela tem duas pontas, uma com a lâmina mais extensa, onde você poderá aplicar para ataques em uma área maior e a outra ponta de forma mais concentrada e afiada, ou seja, um lado mais penetrante, caso você tenha algum alvo mais defensivo... VITATATA.Suspirei, ao fim de minha gargalhada. – Depois, compensa a minha boa ação e me ensina a nadar, VITATATATA!Finalizaria, pontuando o meu interesse em troca de minha ajuda.

Aprendizado ~ Natação

Convicto de que o Thork me entenderia bem e eu ainda estava com muito empenho e energia para receber meu prêmio em troca de fazer sua arma, o começaria a analisar atenciosamente, o que ele estivesse disposto a me ensinar. Claro que talvez ele viesse com suas baboseiras de sua vasta experiência de vida e blabla, mas eu, ainda assim, me concentraria e me manteria focado em cada um de seus ensinamentos. – Uhum. Entendo.O responderia, à princípio para o que quer que ele me falasse mediante o começo do aprendizado. Partindo desse ponto, cogitando o fato de que seguiríamos para o mar, eu tiraria minha bela farda da marinha, mantendo-a dobrada e organizada ao lado de minha arma, enquanto me concentraria em deixar meus músculos bem a mostra e fazer uma bela pose para quem quer que estivesse por ali, antes, claro, de me lançar ao mar.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 Optical-illusion-machio-san

Lógico que, assim que entrasse na água, talvez eu me sentisse perdido ou ficasse, inicialmente em pânico, afinal, como que eu me manteria nessa grande mar azul sem afundar?! – Me ajud...!Mas, sendo orgulhoso como eu sei que sou, eu não poderia ceder. Precisaria me manter firme, respirar fundo fora da água, e me concentrar para não afundar. Em primeiro lugar, eu deveria me manter calmo. Se antes eu talvez devia estar bem nervoso e inquieto na água, eu tentaria me acalmar o que desse. Lógico que não seria tão fácil e eu, provavelmente não conseguiria me manter assim tão pleno e calmo como queria, afinal, estaria dentro do mar de um modo que eu sequer sabia nadar e poderia afundar a qualquer momento! Mas era óbvio que o Thork deveria vir com algum desses discursos de que indicasse que ele era superior e que eu não deveria ficar com medo desse problemático mar. Talvez eu até engolisse muita água e não permanecesse tão quieto, mas eu tentaria dar o máximo para me concertar, me acalmar e seguir os conselhos que ele estivesse disposto a me dar.

De início, eu não tinha muito a falar, mas óbvio que, anda engolindo água, eu estaria disposto a me concentrar no que ele estivesse dizendo para mim e sempre tentaria responder: – Eu... Glub Glub.. Tô b-bem.Pontuaria, sempre tentando me manter, supostamente, bem, mas eu ainda teria muito o que aprender. Ouvindo cada uma de suas palavras naquele mar, era claro que ele pontuaria cada um dos passos para nadar, mas, em primeiro lugar, eu teria de aprender a como ficar na água e não morrer me afogando. Ouvindo cada uma de suas palavras, eu compreenderia bem que, além da calma, eu precisaria sentir bem o fluxo do mar. Entender o que o toque da água queria passar pra mim. Manter a calma, fechar os olhos e confiar no mar, onde, talvez eu até me deitasse de vez, sem medo para me acalmar e melhor sentir aquela imensidão azul de olhos fechados. Mas, lógico, eu não poderia ficar parado por muito tempo, senão a embarcação seguiria e eu seria deixado para trás, VITATA. – Eita, VITATA!Diria, ao notar que minha distância só parecia aumentar da embarcação.

Entendendo bem os ensinamentos do meu companheiro, eu entendia que era necessária uma esbelta conexão entre meus músculos e o mar. Não deveria ser algo difícil, o mar, lógico, se impressionaria com a invejável capacidade de meu corpo. Tentando continuar a manter a calma, eu tentaria dispor longas braçadas de meu grande corpo, acompanhadas da grandiosa força dos músculos de meus braços, pois, de modo algum, eu poderia ficar distante da embarcação. Claro que, de início, eu ainda estaria engolindo muita água e não tendo assim tamanha facilidade para executar cada um dos passos ensinados pelo meu mentor, mas com meu intenso empenho acompanhado de minha gloriosa dedicação, eu estava apto a melhor captar cada um dos passos no decorrido tempo. De todo modo, eu consegui entender que a base de tudo seria manter o controle na respiração e, talvez depois de um regular tempo de nado, eu já haveria praticado o suficiente para aprender a parte básica do nado. Lógico que, mais pra frente, eu também sabia que deveria treinar um tanto, mas, por enquanto, a forma essencial eu já tinha aprendido.

Fim

Lógico que eu ainda teria certa dificuldade para voltar a ficar a bordo da embarcação, talvez me lançassem alguma corda ou eu escalaria pelo navio da forma que desse, enfim, eu não sabia ao certo, mas utilizaria de todas as formas possíveis para conseguir voltar ao navio. Voltando à bordo da embarcação, estava claro que eu havia engolido muita água. Era até provável que eu já tivesse com o dobro ou o triplo de minha barriga habitual, e, desse modo, eu tentaria me aproximar da lateral do navio e apertá-la num forte abraço de abdome, pois eu precisava tentar tirar essa grande quantidade de água de meu estômago. Talvez o Thork ainda viesse brincar comigo sobre isso, mas eu entraria na brincadeira para não sair como um ruim nadador: – Beber muita água para se hidratar faz bem, VITATATA!Finalizaria, enquanto ainda tentaria me esforçar para tirar de meu corpo toda essa água engolida.

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Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão



Última edição por Pippos em Seg Out 11, 2021 9:29 pm, editado 1 vez(es)

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Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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77
Localização :
Segunda Rota ~ Lotda
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Blindao
Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Quantas horas haviam-se passado? Certamente muitas. Apesar de não estar preocupado com tal coisa mundana, o jubilo em manejar minha lança me fazia perder em um silêncio infinito dentro de minha mente.

Era só eu e minha lança, unidos desde o princípio, rumando ao pico do poder, tal qual seria fundamental atingir com proposito de conseguir criar meu tão sonhado reino. “O pico da montanha parece tão próximo visto de longe, mas basta chegar no topo do pé que seu tamanho demonstra algo impossível de se alcançar. Porém, a palavra impossível foram feitas para os fracos de espíritos! Diferente de mim que anseio e incêndio ímpeto dentro de minha alma. Thororororo!”

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 5YOVNFF

O suor percorria partes do corpo e apesar de já estar acostumado, ainda sim era desconfortável. ~ Huffs. Huffs. Soltava alguns suspiros com intuito de controlar a respiração devido estar ofegante em razão do treinamento. ~ Bateu a maior fome agora. Apoiava a lança sobre o ombro, enquanto vislumbrava o breu no horizonte recheado de estrelas.

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Antes que percebesse, mesmo com a fome, o corpo relaxava e os olhos desabava como chuva em tempestade. Havia adormecido ali mesmo no relento. Ouvia o som das aves junto ao colidir das ondas sobre o casco do navio, logo me despertando. ~ Huh? Eu dormi? Osh... Uaaaaa-ahhhh! Proferia enquanto me colocava de pé e espreguiçava. Estava um tanto sonolento, mas logo o corpo acordaria repleto de energia da boa noite de sono. “Tão boa por sinal que apaguei e não vi nada! Thorororo!” Pensava comigo enquanto cravava a lâmina da lança no casco do navio e liberava a tensão dos ombros, braços e pescoço.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 Mzg1uoX

Mal havia aberto os olhos e percebia Vitaminado caminhando em minha direção. ~ Ora, ora... a bela adormecia enfim apareceu. Thorororo! Provocaria o rapaz como de costume, em seguida, notando uma arma em suas mãos. “O desgraçado é um gênio! Como adivinhou que ia pedir isso mais tarde para ele?” Refletia por alguns instantes manifestando um olhar de surpreso com a notável antecipação de Pippos.

~ Vamos dar uma olhada nessa belezinha! Falaria motivado, logo empunhando a lança que possuía alguns modificadores bastante interessantes. ~ Ohhhh! Bom! Muito bom! Manejaria a lança como de costume, logo em seguida a desconectando instintivamente e empunhando uma dupla lança. ~ Sua ideia foi muito bem pensada, beterraba! Ter a capacidade de se tornar duas lanças curtas e uma lança longa, notável! Reconectando a haste em uma única, com alguns balançar de um lado para o outro, testaria sua leveza, durabilidade e capacidade de perfuração ao direcionar ela em algumas estocas.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 KU3kDxp

~ Parece que você se superou dessa vez em, estava inspirado por acaso? Ficou emocionado depois de ver aquela gatona né!? Pode confessar pro pai aqui! Thororororororororo! Falava de forma extrovertido durante o tempo que socaria o ombro de Pippos para provocar ele amigavelmente. ~ Nadar? Só isso? Bom... pensaria por alguns instantes devido fato de ele ter criado uma lança muito adequado a mim e exigir meramente lhe ensinar algo simples como natação. “Será que esse pivete desgraçado tá tirando uma com a minha cara?” Era de se desconfiar, afinal.

2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - Página 2 9YG6bR5

~... Claro que posso. Confirmaria ao pegar em seu braço e com um belo sorriso carismático continuaria a falar. ~ Confia nestes monstruosos músculos que no fim tudo vai dar certo! Então exercendo uma força abismal lançaria Vitaminado para fora do navio, sem nem um pingo de cortesia diga-se de passagem. ~ THORORORORORORO! Na vida tem uns que aprendem na alegria ou na dor, infelizmente... eu sempre aprendi na forma mais árdua! Kekekekekeke! Expressaria um sorriso animado e um pouco diabólico.

“Havia jurado que Vitaminado exigiria uns barris de breja, ainda não acredito que ele pediu pra aprender sobre natação. Será que ele está passando da puberdade e amadurecendo?! THORORORORORO!” Pensava comigo sabendo que estava sendo debochado com o marine. Sem delongas, largaria a lança, escudo, boné e camiseta da marinha, para em seguida me lançar no mar.

~~Pericia natação~~

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A colisão com o oceano era boa, refrescante e até revigorante. Quase havia esquecido por uma fração de segundo o motivo de ter mergulhado. Após colocar a cabeça para fora da água, olhava para Pippos e então começaria a lhe instruir. ~ Geralmente o que ensinam primeiro é sobre perder o medo da água e essas baboseiras sobre perigo em alto mar e etc., mas sabemos que isso é perda de tempo para homens como eu, digo... como nós. Coçaria a cabeça por um momento, logo retomando a explicação. ~ Então vou explicar de forma resumida e bastante direta, presta atenção! Indagaria enquanto movimentaria os pés baixo da água para permanecer flutuando dentro da água.

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~ Nadar e entender a Natação são coisas diferentes! Uma coisa é: você cair no mar e conseguir sobreviver por sorte. Outra: é ter conhecimento sobre como preservar sua energia, percorrer distancias sem muito esforço físico, enfrentar as correntezas durante o tempo que preserva o máximo seu folego e etc. Explicava dessa vez com uma expressão erudita e mais séria.

~ A natação é uma habilidade física completa porque mexe com todos os grupos musculares do corpo e ainda trabalha a respiração, a coordenação motora, a explosão e a concentração. Num primeiro momento, deve-se ter como base de alicerce o controle de sua respiração, para melhorar sua capacidade de contenção de ar e pressão embaixo d’água. Após alguns mergulhos contendo o máximo de seu fôlego, que será melhorado com passar do tempo, o segundo passo é começar a bater as pernas. Assim como estou agora. Mostraria para ele indicando meus pés baixo d'água. ~ Ou se preferir até mesmo ficando em posição de prancha, mas tanto faz essa parte. Acrescentaria mostrando para ele enquanto movimentaria suavemente estando em linha reta sobre a superfície do mar.

~ Opa, é melhor não ficar muito afastado do navio! Notaria a distância entre nós da embarcação, estando ligado tanto lá quanto nos arredores do oceano, sabe-se lá quando podemos ser atacados por algum animal marítimo. ~ Não vamos perder muito tempo, vamos seguir o navio enquanto você treina esses fundamentos iniciais. Falaria para Pippos enquanto começaria a seguir a embarcação. ~ Existem diversas formas de nadar; nado de peito; nado golfinho; nado de costas e entre outros. No entanto, a mais básica e padrão é essa mesmo. Falaria um pouco mais alto devido o barulho das ondas. Mostraria nesse meio tempo como era nadar com pericia em linha reta, braço seguido de braço em frente e perna seguida de perna partindo a película de água que havia no mar.

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Pausaria de momento em momento para avaliar a forma que Pippos estaria desenvolvendo. ~ Quando houver o cansaço, apesar da nossa resistência ser alta, a força das ondas não se deve subestimar! Principalmente por haver ainda reis dos mares e outras criaturas vorazes. Mas não se esqueça, todo seu centro deve-se estar voltado para sua forma de respiração e movimentação muscular, o que não deve ser muito difícil para você que está habituado na forja. Acrescentaria algumas observações para Vitaminado com objetivo de elucidar da forma mais clara possível, além é claro de mostrar na pratica.




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8:22 / Swallow



 
Continuando a viagem pelos mares calmos do North Blue rumo à Minion para mais um reabastecimento, os Marines aproveitavam das atividades de lazer e tarefas obrigatórias para alguns. Em um canto, baralho e cigarros marcavam o ponto de confraternização, enquanto em outro, a batalha amistosa colava os diferentes em um misto de excitação, euforia e cansaço. Alguns membros, como Pippos e Thorkell, aproveitavam o tempo para treinarem ou produzirem algo de útil, antes de finalmente caírem no sono profundo inevitável. Tão rápido quanto dormiam, acordavam para mais um dia com o Sol queimando suas peles robustas naquele mar de tédio e expectativa.

Pippos, no entanto, não era agraciado pelo calor do Sol, mas sim pela temperatura das fornalhas já em trabalho logo naquela hora da manhã. Em um susto após um sonho estranho, acordava de maneira eufórica, causando estranheza pelos ferreiros que trabalhavam em seus projetos naquela área. Sem se importar com isso, admirava-se pela própria inteligência, ao sonhar com algo que lhe dera uma ideia no mínimo louca, porém, genial. Um martelo bumerangue que, através das leis da física que regem o universo, faria uma trajetória pelo ar retornar para a sua mão após ser arremessado.

De qualquer forma, já estando ali, pretendia fazer a arma prometida para Thorkell, seu glorioso parceiro. Em mais uma de suas epifanias, pensara em uma lança que se separava em outras duas distintas; uma com um poder de penetração maior, enquanto a outra possuía uma lâmina mais extensa, focando na envergadura que poderia atingir. Enquanto juntas, apresentariam um nível de perigo de acordo com suas especialidades e uso, já separadas, poderiam ser usadas de diversas outras maneiras que se limitavam apenas à criatividade do portador.

Se levantando e então começando esse trabalho, não hesitava em passar por todos naquele recinto e pegar seus vários materiais. Colocava então os metais na fornalha, preparava seus equipamentos e o mais importante: o martelo. Não demorava muito para que o ponto de fusão chegasse, seguido pela retirada de Pippos do metal na fornalha para ser despejado nos moldes daquela arma que projetara. Assim que estava mais maleável que líquido, começava a moldagem do material. Com marteladas e mais marteladas, o ferreiro ia dando forma à sua ideia.

O produto ia e voltava da fornalha, passando por caldeiras e pela bigorna para refinar. O ajuste fino era feito de maneira tão experiente que até mesmo espantava alguns dos homens naquele lugar. Vitaminado, em todo o seu foco e profissionalismo, não era capaz de ver nada além da mais nova lança que nascia de suas mãos suadas. Suas veias saltavam e seus músculos ficavam em evidência, logo perto do fim. Por último, adicionava detalhes finais para pura estética, logo testando para ver se seu projeto havia funcionado; com maestria, estava pronta a Estranhas Tristezas - Gondul.

Como imaginado, seu serviço havia o exaurido novamente. Seu corpo exalava um odor de suor e cansaço, enquanto seus músculos quase imploravam por um descanso de tanto martelar. Os calos e bolhas em suas mãos descascavam e até mesmo sangravam antes de se fecharem novamente. O seu estômago, de acordo com o resto do organismo, pedia por mais comida e nutrientes, uma vez que ainda não havia comido naquele dia. Antes disso, porém, precisava entregar a mais nova arma de Thorkell para o mesmo, que se encontrava no convés do grandioso navio.

Saindo então do interior da embarcação, encontrava, na distância, um Dragnar que se espreguiçava, ainda sonolento. Seus incríveis músculos hidratados por pequenas gotículas de água marítima refletiam a luz do Sol que acabara de nascer, enquanto os dois se aproximavam em expectativa. Assim que o gigante mais velho via o que seria seu novo armamento, entrava em um estado de êxtase, elogiando internamente vitaminado que havia aparentemente adivinhado que ele pediria por uma criação virgem; visto que a sua estava em um estado não tão favorável após a última luta.

Apesar de parecer um favor, não era; mesmo podendo ser interpretado como um. Pippos só pedia em troca o conhecimento do velho gigante: a habilidade de nadar experientemente e se locomover na água tão bem quanto em solo firme. Não hesitando um segundo qualquer, Thorkell iniciava suas aulas da maneira que provavelmente havia sido ensinado: na marra. Empurrando o jovem gigante no mar, via a explosão de água que molhava um pouco seu rosto, antes de pular em seguida. Pippos, naquele momento, se debatia e se mantinha na superfície, enquanto o barco se afastava dos dois lentamente. Naquele momento, após Godheim lembrar da sua tarefa ali, a aula começava.

Enquanto se mantinha na superfície batendo habilmente suas pernas embaixo d'água, explicava os princípios e conceitos da natação, bem como a matéria sobre respiração e formas corretas de gastar sua energia, de forma que o Cabo entendesse e aplicasse ali mesmo. Aumentando ainda mais sua didática, demonstrava para o homem como se fazia, acompanhando seu progresso que talvez não fosse o mais rápido. Vendo, então, que o barco se afastava da dupla, começava a nadar em direção ao mesmo, facilmente acompanhando a velocidade do mesmo com seus grandes membros. De tempos em tempos virava para Pippos, elucidando algumas questões e vendo seu progresso. Lentamente, aquele gigante conseguia aplicar os conceitos, faltando apenas seguir o barco para novamente adentra-lo.

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Última edição por Koji em Ter Out 12, 2021 11:57 pm, editado 1 vez(es)

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Comer e descansar... Necessidades Básicas
Foco e dedicação
Ficar mais forte é minha meta!



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
De volta à embarcação, estava claro que minha fome era absoluta, igual ao fato de que eu também deveria tomar um banho para me limpar de todos os recentes desgastes físicos, não é? VITATATA. De volta ao navio, a primeira coisa a se fazer seria pegar as minhas vestes dobradas que eu havia deixado no convés ao lado de meu imponente Thor, mas, nesse caso, eu apenas pegaria minhas roupas e seguiria para o vestiário do navio, afinal, já estava mais do que na hora de eu tomar um banho e tirar qualquer marca de suor e sujeira de meu límpido e colossal corpo, afinal, era claro que minha fome seria incessante, mas eu não poderia, simplesmente, aparecer no refeitório e ir comer para depois ser reconhecido como o Gigante fedorento, VITATATA! Logo eu, quem sempre quer ser reconhecido pelos outros! Jamais poderia deixar a chance brusca disso acontecer.

Em ágeis passos até um vestiário propício para meu avantajado tamanho, eu não demoraria para tirar o resto de minhas roupas e também deixa-las sobradas ao lado do restante delas. Em um bom banho, eu faria questão de enxaguar e ensaboar todo o meu corpo, pois se eu queria ser reconhecido, ao menos que fosse como o grandalhão mais forte e mais limpo, VITATATATA! Ao final de um bom banho, faria questão de enxaguar e regular meus sedosos e compridos cabelos, afinal, eu tinha a intenção de lavar e deixar de forma límpida cada uma das partes de meu impecável corpo. Ao fim, logo faria questão de vestir o essencial fardamento apropriado para um astuto Cabo, já que minha patente já merecia um certo respeito, e eu estava acima dos soldados, então já precisava manter um aspecto mais respeitável em meu fardamento e minha organização.

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Ao sair do vestiário, meu estômago já devia roncar com muita força, e assim eu faria questão de logo seguir ao refeitório para ter um formidável café da manhã digno de um ser divino! Procurando, inicialmente, bons tipos de carne, com ovos, batata doce e alguns vegetais para manter a regularidade dos nutrientes de meu corpo, com proteínas, albumina e fósforo para trazer ainda mais resistência aos meus ossos, mas claro, seguindo o princípio de que no café da manhã da embarcação houvessem todos esses tipos de nutrientes necessários para a fortificação de meus incansáveis músculos. Mas, esperava também ver o Thork no refeitório, afinal, acho que ele também não havia tomado um café da manhã. E caso isso fosse certo, interagiria com o mesmo: – E aí, cara de abacaxi? Tá sabendo nadar tão bem assim?! Mas já ficou sabendo que a maioria dos aprendizes sempre supera o mestre, não é? VITATATA!Brincaria, mesmo sabendo que ainda precisaria de muita prática para me comparar com ele.

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Analisaria bem o que ele estivesse comendo, pois eu queria sempre estar acima dele, VITATA. Caso ele pegasse mais, eu também pegaria e assim continuaria numa guerra para ver quem come mais, mesmo que eu me sentisse cheio e satisfeito, mas eu não poderia perder para o Thork. Mas caso ele não estivesse comendo mais, eu até soltaria: – Já acabou?! Só aguenta isso? VITATATA!Mesmo que eu já estivesse cheio, faria questão de comer mais alguma coisinha só para deixar clara a minha superioridade, já que, no fundo, o meu companheiro sempre me era inserido como uma espécie de rival em nossas brincadeiras e competições que não pareciam ter fim. Mas, de qualquer modo, ao encerrar nosso devido café da manhã, eu sabia bem que precisaria me ausentar por um tempo. – Ei, cara de abacaxi, eu estou morto de cansaço aqui, VITATA. Depois a gente se fala.Finalizaria, antes de logo me dirigir para os dormitórios.

Ao encerrar o café da manhã, eu, obviamente precisava me deitar e descansar um pouco para repor todas as energias gastas, tanto ontem como hoje, e, claro, também repousar de toda a minha grande refeição para repor os recursos de meu corpo. Onde, em seguida, voltei ao dormitório para me deitar novamente e descansar um pouco mais, mas de forma mais precisa.

~ Cochilo ~

Ao abrir meus olhos, era provável que meus músculos e energia já estivessem bem mais revigorados, afinal, esse descanso era bem necessário para garantir que minhas posteriores ações fossem melhores executadas. Ao despertar, coçaria um pouco os olhos, mas logo me levantaria. Provavelmente eu ainda não estivesse com fome, mas eu não sabia ao certo quanto tempo havia dormido, mas esperava que não houvesse passado muito tempo, afinal, era basicamente um descanso simples. Partindo novamente para o convés do navio, eu não demoraria para olhar para o céu, suspirar e abrir um sorriso em meu rosto, onde buscaria meu grande martelo que havia deixado no próprio convés do navio, afinal, sabia bem que muitos dali não teriam força o suficiente para tirar essa minha grande arma de seu lugar.

Treino ~ Ambidestria

Assim que visualizasse minha estrondosa arma, faria questão de apanhá-la com minha mão esquerda. Mais um bom treino agora seria fundamental para toda a alavancagem de minhas habilidades e força! Eu sabia que sempre poderia melhorar ainda mais minhas capacidades dentro de um confronto.

Era claro que empunhar esse meu novo e grandioso martelo, mais voltado para o estilo Pippesado, não seria assim tão simples, e, principalmente com meu punho esquerdo. Mas, claro, realocaria também o uso de minha mão destra, onde buscaria manter a mão esquerda na base do martelo para controlar melhor as direções e cada um dos movimentos da indicada arma, e, com a mão direita, dar-me-ia apenas um suporte, segurando na empunhadura do martelo acima da mão esquerda. Para acostumar melhor a movimentação da marreta com o uso da canhota, eu ergueria bem o Thor, ao alto, isso para melhor acostumar o peso da arma à meu indicado braço. Mas, depois de levantar e passar alguns poucos segundos com a arma erguida, exporia um belo sorriso em meu rosto, algo que indicava a ansiedade de uma verdadeira aplicação do meu novo estilo de combate, pois todo a criação do estilo já era planejado para o uso de um martelo de grande porte.

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Sempre tendo o maior cuidado para não acabar acertando algo ou alguém naquela embarcação. Deste modo, para melhor acostumar o meu estilo de combate no meio Pippesado, eu executaria um golpe horizontal no ar, elaborando um arco da esquerda para a direita, pois a mão no controle era a canhota. Provendo de um ataque arqueado, eu pude notar como, agora, a diferença do impulso referido pela gravidade era maior, pois a força Peso era bem proporcional à arma. Lógico que, seria bom, pois qualquer tipo de ataque acertado por mim, causaria um estrago ainda maior, mas, por outro lado, eu ainda precisava bem evoluir cada vez mais a minha força para garantir a melhor mobilidade deste estilo vindo de minhas mãos, mas, principalmente, da esquerda.

Se por um lado, a movimentação de armas de um peso colossal era mais problemáticas no momento do controle, por outro, valia considerar que à medida que eu executasse uma movimentação, a força do impulso seria auxiliada pela arma, em qualquer um dos ataques, pois quando lançado um ataque com uma força e um peso intenso, a gravidade seguia seu devido fluxo e fazia, parcialmente o impulso ajudar na mobilidade da mesma depois de um giro ou qualquer impulso provocado pela minha força. Tendo o suporte da mão direita, continuei a empenhar firme o controle dos giros do martelo, lógico, com apenas um suporte de minha mão direita, mas a mão de controle estava na base da arma.

Comprometer-me-ia a executar e me acostumar na execução, tanto de golpes horizontais, como de ataques verticais, onde, almejaria desenvolver uma ascensão de baixo para cima, pois a segurança do navio ainda seria minha prioridade. Todavia, logo pude notar que não era uma tarefa tão fácil, pois eu estaria indo de confronto com a gravidade nesse estilo de ataque. Mas era algo que me poderia ser útil em qualquer confronto e eu precisava, plenamente, me acostumar com o firme peso do Thor. Talvez, para me acostumar, eu tivesse que passar muitos minutos desenvolvendo o manejo para compreender a mecânica da movimentação com minha nova arma. Talvez horas, não importava, hoje eu tinha de, primeiramente, aproveitar o recente descanso de meus músculos para, agora, ascender e me desenvolver como o ser divino que eu sei que eu sou! Era óbvio que os deuses estavam me vendo e que eu não poderia fraquejar! Dessa forma, eu continuaria a executar os mesmos movimentos citados previamente, até ter uma fiel condição de aprimorar o manejo de minha mão esquerda no estilo Pippesado. Isso até ter plena condição de começar a levantar meu estrondoso martelo apenas com a canhota. Claro, talvez não fosse tão fácil, mas só, de início, levantar a arma sem o auxílio da direita, já seria um excelente passo.

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Fim

No fim de meu treinamento, seguiria até meu companheiro, o Thorkell, pois precisava conversar e desopilar um pouco. – Ei, cara de Abacaxi, tu é muito engraçado, hein? VITATATA.Gargalhei. – Parece que não entende que eu sou o fruto de uma vontade divina. Tudo o que eu construo e faço é impecável, VITATATATA!Mas, conhecendo bem o Thork, sabia que ele ia querer pontuar algo sobre mulheres. – Quanto a isso, eu não fico louco atrás de qualquer tipozinho. Sei que os Deuses já prepararam para o meu futuro uma jovem digna, com muita beleza e com tudo o qe eu tenho direito. Mas, claro, tudo no seu momento certo, VITATATA.Deixaria claro os meus pontos, tudo bem que, quanto a isso, eu não era nem um pouco experiente, pois desde pequeno, eu sequer me preocupei com isso, e, nos blues, eu só encontrava humanas comuns, e nenhuma era digna de um colosso como eu.


Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão


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Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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Blindao
Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Havia-se passado um tempo enquanto ensinava Pippos sobre natação, para minha surpresa o garoto aprendia rápido, o que era bom; para ele e para mim. Após retornar para dentro do navio, não havendo muita dificuldade em subir pela parte de trás do navio, aguardava alguns minutos para que minhas calças secassem com a luz do sol.

“Um banho e uma boa refeição seriam realmente revigorante.” Pensava comigo mesmo, pois, o cansaço do treino, mas o acumulo das instruções, para Vitaminado havia drenado minhas energias; apesar de que sabia que meu corpo sempre podia ser exigido mais, se necessário.

Após pegar minhas roupas e equipamentos, caminhando calmamente até a ala especial, devido nosso tamanho, caso assim houvesse, desfrutaria de um bom banho. Uma vez vestido e com meus equipamentos alinhados, caminharia até o refeitório do local.

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Caso não encontrasse, não mediria esforços para perguntar diretamente algum soldado próximo. ~ E aí camarada... sabe me dizer onde fica o refeitório? Ainda não me acostumei com esse navio gigantesco, Thororororo! Reclinaria o tronco para frente e levaria a mão ao topo da cabeça do pequeno marine com a intenção de chamar sua atenção. ~ Agradeço pela sua ajuda, amigo. Responderia para o soldado, largando sua cabeça e seguindo para o local sugerido.

O estômago estava rugindo como um leão sedento por carne, afinal, estava bastante tempo sem comer, mas já estava habituado a ficar incontáveis horas sem me alimentar. Todavia, a fome ainda era um desafio insistente e consistente para se aguentar, apesar de minha grande capacidade de resistência, não conseguirá evitar essa sensação irritante. ~ Huffs. Soltava um suspiro desalento, mas que logo dissiparia. ~ Ah, ah! Que fome monstruosa. Falava enquanto caminhava até o refeitório, não evitando de limpar a baba que escorria constantemente da boca.

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O cheiro aguçaria ainda mais meus sentidos e, sem dúvidas, minha fome. Chegando no local, já avistando provavelmente uma boa gama de soldados tomando café da manhã, não evitaria de dar um bom dia para animar o ambiente. ~ Que cheiro bom de comida logo de manhã cedo! Thorororororo! Soltaria uma boa gargalhada deixando o sorriso carismático estampado no rosto. ~ Aí prestem atenção... bateria a palma da mão para ecoar no ambiente e instigar sua curiosidade. ~...hoje vocês não terão um bom dia, mas sim um excelente dia! Então comam bastante, para terem músculos grandes e saudáveis! Thorororororororo! Proferia de forma carismática e persuasiva ao mesmo tempo que mostraria uma pose de Double Bíceps, não com intenção de me aparecer, mas sim com objetivo de ascender aquela chama máscula latente que residia dentro dos corações patrióticos dos marinheiros.

Acenaria com a mão conforme fosse passando pelos soldados, sendo um pouco mais formal para os de patente maior. ~ Saudações, sargento! Caso fosse o tenente, acabaria sendo mais amigável devido nossa relação. ~ E aí Tenente Smith! Se estiver muito entediado, o que acha de uma disputa entre nós? Não evitaria de expressar um sorriso animado e bastante diabólico. ~Se o senhor busca ficar mais forte, o caminho mais prático é... ultrapassar seus limites. Thorororo! Mais tarde estaria na proa do navio, aparece lá. Seria uma boa oportunidade testar minha força contra a do tenente, além de testar a nova arma criada por Vitaminado.

Caso Smith concordasse, acenaria com a cabeça e responderia. ~ Mas antes vamos repor as energias, saco vazio não para em pé. Thorororo! Indagaria amigavelmente enquanto voltaria a caminhar em direção ao local que estariam servindo os alimentos.

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Havia notado a presença de Pippos próximo do banquete, logo chegando próximo dele. ~ Superar o mestre? THORORORORO! Ouvia as palavras de Vitaminado e acabaria rindo dele enquanto manifestaria um olhar bastante convicto e desafiador. ~ Quanta ousadia deste frango! Você mais parecia uma ave despenada se afogando! E vem dizer isso para mim!? Ainda te faltam 100 anos para conseguir nadar tão bem quanto este velho bagual aqui, seu cabeça de repolho-roxo! Bateria em seu ombro enquanto expressava uma boa disposição para dialogar nessa manhã.

Tentava avistar alguma mesa grande, ou qualquer outra, para então ir até lá e largar ambas lanças e escudo no chão próximo. Em seguida, retornaria até Pippos. ~ Para de trovar fiado e vambora comer! Diria logo agarrando carne vermelha e/ou branca, sempre de preferência carne se houvesse. Colocaria sobre os braços e acumularia uma boa quantidade. Caminharia até a mesa de antes e colocaria lá os alimentos.

Voltaria para pegar mais na maior cara de pau. ~ E aí cozinheiro, hoje sinto lhe dizer..., mas tu vai suar mais que cueca de gordo em dia ensolarado, Thorororororo! Falaria cismaticamente, durante o tempo que apanharia ainda mais comida, demonstrando os braços abarrotados de todo tipo de pratos e alimentos.

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Após voltar para a mesa, fazendo sinal para Pippos, começaria a comer sem me preocupar com modos, mandaria para dentro da boca os alimentos e mastigaria com intensidade que mais era uma disputa entre minha boca e mão, pois, cada vez que a mão descia para apanhar um alimento os dentes já teriam destroçado tudo dentro da boca.

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Após devastar tudo na mesa, ouvia Vitaminado me provocar. ~ Huh? Claro que não, isso é só um aperitivo! Relaxa aí! Voltaria até o cozinheiro e apanharia mais alimentos, seja carne, pão, leite, legumes e etc. fosse mastigável, recolheria como um nobre sedento por impostos. ~ Sua comida é boa demais! Quem dizer o contrário, pode me falar que eu chuto para fora desse navio! Thororororo! Falaria diretamente com o cozinheiro, seja qual for sua patente, elogiaria sua comida, tivesse ela boa ou não, a fome certamente cegaria o paladar no caso de estar ruim os pratos de comida.

Voltaria novamente para mesa e retornaria comer até me sentir estufado. ~ Báh! Acho que to meio cheio agora, *Uffs. Soltaria um suspiro de alivio e ao mesmo tempo estando empanturrado. ~ Okay bela adormecida...*Buuuurp* arrotaria durante as falas. ~ ...Vou ficar por aqui, por enquanto, depois nos encontramos na proa do navio. Terminaria de falar ao colocar a mão na barriga e sentar de forma mais despojada.

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Após um tempo descansando, fazendo uma boa digestão, levantaria da mesa, apanharia minha lança, direcionando para a bainha nas costas e apanharia a outra lança em mãos e escudo, acoplado no antebraço esquerdo, para então sair do refeitório e ir até a proa do navio. Chegado lá, cravaria a lança com sua ponta direto na madeira enquanto sacaria a outra da bainha e cravaria ao lado da nova arma criada por Vitaminado. ~ Será que o Tenente vai vir treinar comigo? Kekekeke! Expressaria um sorriso ansioso pelo confronto, apesar de já estar ciente da força do homem, isso só aumentava minhas expectativas para a batalha.

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Não demorou muito para Vitaminado ressurgir. ~ Ora, ora. Como foi o sono de beleza? Provocaria o soldado como de costume. ~ Hãn? Expressaria um rosto surpreso com as palavras do gigante, um tanto juvenis demais. ~ THORORORORORO! Invejo sua inocência, rapaz. Falaria enquanto me encostaria na borda do navio e cruzaria os braços, permanecendo com um sorriso no rosto. O pensamento do garoto era puro e bastante ingênuo, mas reconfortante de certa forma. Afinal de contas, sonhar é o que move os corações mais determinados.



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9:47 / Swallow



 
O dia começava, antes de tudo, de maneira produtiva. Pulando até mesmo o café da manhã, Pippos forjava uma nova arma após uma ideia brilhante - e outra que guardara para mais tarde. Thorkell, por outro lado, ensinava seu companheiro a arte do nado. Para um leigo, Vitaminado ia muito bem na prática, apesar da óbvia dificuldade que o exercício proporcionava para iniciantes. Após um sólido começo e melhor ainda meio para fim, os dois conseguiam alcançar o barco que se afastava lentamente dos nadadores, subindo no mesmo, encharcados, para o início de mais um dia.

Separando caminhos por um momento, ambos iam tomar uma ducha e se lavarem; nada como um belo banho para retirar o sal e despertar. O caminho para seus dormitórios não era nem um pouco longo, sendo capazes de chegar lá não muito após o desencontro. Obviamente gigante para os humanos que possivelmente entrassem lá, o tamanho do lugar era perfeito para Thorkell e Pippos, que aparentemente não estavam sozinhos na ala. Com uma coloração branca e azul, representando a marinha, o cômodo era iluminado por uma janela tampada apenas por cortinas e vidro. No mesmo recinto, uma simples ducha com pia para higiene, além, é claro, de móveis para organização dos pertences pessoais.

Em pouco tempo, ambos tomavam o tão desejado e merecido banho, retirando a inhaca presente no enorme corpo dos dois. Sem demora, partiam para o refeitório, não possuindo problemas para encontrar o lugar; a fila para o mesmo era gigante, assim como o odor agradável de café da manhã que atraía os estômagos mais sensíveis e fazia salivar a boca dos famintos, incluindo, nesse caso, Pippos e Thorkell. Em meios a brincadeiras e conversas agradáveis, trocavam breves conversas por ali mesmo, fortalecendo ainda mais a amizade duradoura dos dois. Em um dado momento, até mesmo Smith era visto, com um rosto animado e disposto - reflexo de sua nova mentalidade.

Antes de ir cumprimentar o superior, Dragnar acenava para os diversos soldados presentes no local. Suas mais variadas feições e fenótipos eram notadas pelo Cabo, que após um tempo, fazia um rápido anúncio encorajador para todos os ouvintes no refeitório. Sua voz penetrante adentrava os ouvidos dos marines, animando-os e fazendo-os gritar em uníssono. Yeaaah! — a energia sentida no local era diferente, já logo pela manhã - chegando em um nível aparentemente anormal.

— Você é ótimo com pessoas, Thorkell. — afirmava Smith após ser abordado pelo mesmo, encarando os diversos soldados e cabos, além dos sargentos, vibrando naquela manhã em um refeitório lotado. — Não vou mentir, estava esperando por essa proposta há um tempo. — falava o homem após um tempo, fitando Godheim com determinação. — Estarei lá! — terminava com uma breve despedida, partindo para o meio da multidão que organizadamente pegava seus alimentos.

Não hesitando em fazer o mesmo, tando Thorkell quanto Pippos iam pegar seu café da manhã. Em uma mesa repleta de alimentos dos mais variados tipos, o enorme prato dos dois comportava praticamente toda a variedade dos elementos, sem exceções. Seja carne vermelha ou branca, salada, ovos, proteínas, carboidratos, vitaminas e nutrientes, o composto estava ali pronto para fazer parte do glorioso corpo dos gigantes. Após finalmente achar um lugar para se assentar e descansar, os dois começavam a ingerir. Com gosto, retiravam a sensação de fome dos seus estômagos vazios, não hesitando em repetir o prato na mesma intensidade.

O chef do local, após ver a quantidade que estava sendo comida por eles quase como em uma competição, surtava por um momento, antes de se sentir lisonjeado pelos complimentos e pelo fato de sua obra estar sendo ingerida com tanto afinco. — A honra é toda minha, rapaz. — afirmava o trabalhador após ponderar por um momento, escolhendo ser humilde e grato. Não demorava muito, daquela maneira, para que ambos se sentisse cheios e fartos. Nesse momento, Pippos se retirava para mais um glorioso cochilo, enquanto Thorkell esperava por ali mesmo até a sensação de peso sair de seu corpo.

[...]

Enquanto Pippos abria seus olhos, o seu companheiro gigante saía do assento do refeitório agora mais vazio que antes. Seu corpo havia começado a trabalhosa digestão de todo aquele alimento, e a sensação de fartura já não era tão inoportuna quanto anteriormente. Sem demoras, então, ambos partiam para o convés do navio, onde estavam anteriormente em momentos distintos. Vitaminado, pegando seu poderoso martelo do chão, começava a treinar sua mão esquerda, distribuindo golpes horizontais para ambos os lados e de baixo para cima eventualmente, preocupado, é claro, com a integridade da embarcação.

No meio deles, diversos marines habitavam, olhando atentamente para o horizonte buscando sinal de qualquer ilha sequer. Outros, se impressionavam com as habilidade de Pippos e seu martelo que buscava os melhores caminhos para as leis da física. Existia, ainda naquele recinto, a pequena parcela que esperavam o glorioso confronto entre Thorkell e Smith, o homem que comandava aquele barco no momento. Enquanto Vitaminado suava seu grande corpo e empunhava cada vez melhor o martelo com a sua canhota, o tenente finalmente aparecia pelo local, chamando a atenção de Dragnar que descontraía com seu parceiro.

— Que tal começarmos isso logo? — falava um Smith animado, enquanto desembainhava suas duas espadas e caminhava até o centro da área livre. Os soldados se deslocavam para a extremidade, enquanto se distanciavam também do homem que empunhava o martelo e movimentava o ar com seus golpes. — Até mesmo os soldados querem ver isso. — abria um leve sorriso em seu rosto, agora fitando o gigante que havia embainhado suas duas lanças e seu escudo no antebraço. Colocando-se em uma posição de combate, esperava que Godheim iniciasse o confronto físico, dando-lhe a vantagem ali.

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Vai haver uma luta no píer?
Bah, vamos focar no que importa...
Mas a luta seria legal, VITATA



2º Capítulo: A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência!
Finalizado o meu merecido descanso, eu me coloquei à disposição de efetuar um épico treinamento de ambidestria ao mesmo tempo de melhor me habituar ao uso do Thor, o meu mais novo xodó, a minha impecável arma voltada para o estilo Pippesado. Me coloquei em um treinamento árduo e bem trabalhado, e, por incrível que pareça, comecei a ganhar a atenção de muitos soldados, que se mantinham impressionados e admirados pela minha maestria e treinamento com minha grande marreta. O treinamento fora impecável e esplêndido, nada a reclamar, mas, em pouco, pareciam haver menos pessoas prestando atenção em mim. Eu não sabia ao certo do que se tratava, mas muitos pareciam estar partindo em direção ao convés.

Eu não tinha tanta certeza, mas parece que haveria alguma espécie de confronto entre o Thork e o Smith. Um confronto até bem interessante de se assistir, mas eu já sabia o resultado, e, evidentemente, se o nosso superior mostrasse sua verdadeira força e a razão de estar numa patente bem acima da nossa, o meu companheiro pensaria melhor duas vezes antes de querer desafiá-lo, VITATATA. Era certo de que o Tenente o deixaria meu irmão de outra mãe cair de traseiros no chão, VITATA. De todo modo, lógico que eu tinha um amplo interesse em assistir meu amigo passar vergonha, mas óbvio que eu precisava dar atenção a outras prioridades essenciais para mim.

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Aprendizado ~ Primeiros socorros

Seguindo para a área médica da embarcação, eu não demoraria para logo começar a visualizar os diversos acessórios permeados nessa tão ampla área, mas, claro, que talvez houvessem espaços em que eu sequer pudesse entrar, devido meu grande tamanho, mas de todo modo, eu ainda ficaria bem impressionado com cada um dos impecáveis acessórios do formoso lugar. Era visível uma bela médica aparecendo pelas redondezas do espaço situado. – Opa, tudo bem? Eu sei que não é seu trabalho, e que, também, você não deve estar muito preocupada com essa briga tola no convés, mas, por favor, você pode me ensinar mais alguns passos médicos?Suspiraria, e abriria um leve sorriso em meu rosto. – Tipo, me ajudar com alguns passos básicos de cura... Primeiros socorros, sabe? Eu ainda sou um principiante, mas tenho bons planos de aprender bons conhecimentos médicos e, quem sabe, talvez me tornar um médico mais pra frente.Finalizaria com o carismático e confiante sorriso em meu rosto.

Mas, conciso e atencioso, eu manter-me-ia o mais focado possível para compreender cada um dos passos. À princípio ela me pontuou os primeiros detalhes antes de realizar qualquer passo de cura. Em primeiro lugar, eu precisava checar se o alvo do tratamento está consciente, e, se estiver, mantê-lo calmo para evitar atrapalhar de algum modo o trabalho de cura. Também evitar mover muito o paciente para evitar qualquer tipo de perfuração interna, caso tenho ossos quebrados como costelas ou algo desse gênero, além de também checar a pulsação e respiração para manter uma melhor estabilidade na situação de quem estivesse precisando de algum tipo de tratamento médico. Meus conhecimentos em Anatomia até que eram bem úteis, pois me faziam compreender com muito mais facilidade o que estava a ser proferido à mim.

Partindo desses primeiros passos, ela começou a me pontuar cada um dos passos necessários para um verdadeiro tratamento de primeiros socorros dentro de uma situação possível de se presenciar. Tratamentos de parada cardíaca, onde há de início o início de uma boa massagem no peitoral, a chamada massagem cardíaca para dar um bom suporte ao bombeamento do coração. Falando nisso, ela também explicava detalhadamente como se fazer um bom primeiro passo para se fazer à medida de uma parada respiratória ou até mesmo quando o suposto paciente estiver morrendo afogado, pois em ambos, é necessário fazer a famosa respiração boca a boca. Pois, se havia a falta de respiração no corpo do paciente, então eu precisaria transpor o ar de minha boca para o seu corpo.

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Além desses primeiros passos para primeiros socorros, também haviam outros fundamentais para garantir a segurança da vítima. Em casos de queimadura provocadas pelo fogo, o primeiro passo seria abafar o fogo, e se não houver algo para esse feito como cobertor ou algo assim, fazer a vítima rolar no chão até cessar o fogo. Por outro lado, se for uma queimadura provocada por gelo ou temperatura muito frio, o melhor primeiro passo é utilizar a água corrente para estabilizar a temperatura e tirar a pressão gélida de seu corpo. No caso de fraturas, se eu não tinha conhecimentos médicos necessários para realocar a fratura em seu devido lugar, era imperioso que eu não fizesse nada e que o paciente se mantivesse imóvel, para evitar possível calcificação de forma errônea. Outro ponto importante para concluir meus prévios conhecimentos à respeito de todos esses primeiros passos de tratamento básico e rápido era o rápido trabalho quando o problema fosse qualquer tipo de corte. O primeiro passo seria lavar a tal ferida com água corrente, para se manter a ferida de forma limpa e pressionar para tentar estancar o sangramento. Nesse caso, haviam duas formas para melhor estancar o sangramento.

A primeira forma de estancar, seria arrumar qualquer forma de pano, ou fita para prender firme na tal ferida, para garantir o pressionamento firme do sangramento para evitar ainda mais sangramentos, e assim manter até a ferida cicatrizar. A outra forma, e mais complicada, é utilizar o fogo para queimar e, desse modo, fazer o fogo estancar totalmente o sangramento. Claro, é um tratamento mais doloroso e estranho, mas, é algo possível de se fazer. Ao finalizar toda a compreensão, demorada de todos os possíveis tratamentos, era claro que eu até tinha planos de tentar ter a parte prática desses cuidados, mas não se era muito fácil ter pessoas para ser uma prática para mim, mas, de todo modo, os ensinamentos haviam sido uma parte teórica exemplar e, com certeza, eu já havia aprendido bastante. – Poxa, muito obrigado mesmo! Qual é o seu nome? Eu me chamo Pippos Vitaminado, o fruto de uma vontade divina, mais forte ferreiro do North Blue e futuro ser mais forte desse planeta, VTATATATA! Muito obrigado por todos esses ensinamentos. Fico te devendo uma.Abriria um formidável sorriso em meu rosto, e até fechando um pouco meus olhos, mediante meu sorriso, como quem, realmente confia nela. Ao despedir-me dela, seguiria de forma plena até o convés da embarcação.

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Fim

Caso o embate não estivesse mais acontecendo, afinal, eu havia passado um bom tempo aprendendo a respeito de tratamentos de primeiros socorros, mas se eu avistasse algum soldado pela redondeza, não mediria esforços para logo perguntar-lhe: – E aí?!O questionaria, mas quando ele ficasse sem compreender do que eu estivesse a falar, eu continuaria: – Falo do combate que deve ter acontecido aqui entre o Smith e o Thork, vulgo Cara de Abacaxi, VITATA. Então o Tenente já chutou a bunda dele e acabou com a peleja?Especificaria minha pergunta, afinal, queria muito ter certeza do que havia acontecido.

Mas, se, por outro lado, eu já pudesse presenciar o próprio Thork pelo convés da embarcação, eu o perguntaria diretamente. – E aí? O Smith chutou forte o teu traseiro ou enfiou as suas espadas em algum lugar que eu não posso falar abertamente por aqui? VITATATA!O questionaria de forma brincalhona, mas depois mudaria completamente minha feição, pois tratar-se-ia de uma pergunta com uma boa relevância, afinal, mais para frente eu teria também planos de vencer pessoas fortes desse modo, e, como o Smith havia me dito, esse lugar seria a famosa Grande Linha. Um lugar supostamente considerado impecável com pessoas estrondosamente fortes, e que, lógico, também me tornaria mais forte se por lá eu me mantivesse por um bom tempo, VITATA. Só de imaginar, meus olhos já podiam brilhar com a tamanha expectativa da alavancagem da minha força.

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Vitaminado Pippão


Última edição por Pippos em Dom Out 24, 2021 7:42 am, editado 1 vez(es)

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Narração
Pensamento
Fala

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Blindao
Tenente



~~ Dragão Indomável ~~


Marinheiro Cabo

Apesar do breve momento em que meus olhos repousavam em admiração sobre o belo azul no céu, não tardou muito para que Smith aparecesse para o nosso confronto. “Hoo... parece que o Tenente tá ansioso para uma pancadaria, assim que é bom mesmo!” Ponderava por alguns instantes durante o tempo que a mão agarrava uma das lanças fincadas no solo. “É mesmo... ainda não denominei essa arma.”

Durante minha infância, não entrando muito em detalhes devido naquele época eu era muito atrevido, audacioso e bastante delinquente, muitas histórias havia já escutado. Uma delas retrava mulheres guerreiras extremamente corajosas e valentes. De todos os nomes citados, um deles permaneceu em minha mente: Valkyria Gondul.

A guerreira Gondul era conhecida pela sua força, mas principalmente pela ambição da mulher. Era dito que essa Valkyria tinha como objetivo dividir uma ilha com um único golpe de lança, treinando arduamente e dedicando todo seu tempo e esforço para alcançar sua meta. Logo ficou conhecida pelo manejo de sua lança-mágica, dito por muitos que ela foi capaz de dividir uma ilha com apenas um balançar de sua lâmina. Apesar de ser uma lenda, sua história recheada de honra e determinação havia conquistado meu respeito.

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~ Gondul! Realmente parece um nome digno. Após um momento de reflexão seguido de ter denominado minha mais nova lança, caminharia até me aproximar de Smith, permanecendo alguns metros de distância, ao mesmo tempo que portava a lança sobre a mão destra deixando-a apoiada no chão.  

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Seguido de manejar a lança com a mão destra, deslocando agilmente entre os dedos e diversificando os giros até mesmo usando o tronco como forma de aquecer os músculos, exibiria uma arte sobre domínio de lanceiro, logo pausando a lança sobre a lateral do corpo em direção ao Tenente.

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~ Héh! Não precisa ficar acanhado, Smith! Proferia com um largo sorriso no rosto. ~ Quando o homem deseja poder, deve-se pagar seu preço! Kekekeke! Expressaria uma risada bastante empolgada e grotesca. ~ Nada abaixo deste céu... e nada acima desta terra... é impossível diante da força de vontade de um homem! Finalizaria as palavras demonstrando sagacidade e carisma. Já até mesmo havia esquecido dos espectadores, afinal, já havia centrando meus olhos em Smith, como um tigre alveja o cervo.

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Começaria a movimentar agilmente a lança entre as mãos, direcionando as laterais do corpo e parte superior da cabeça, como se estivesse criando um pequeno próprio tornado devido a pressão que ocasionaria pela força de propulsão gerada pela força de movimento. ~ Hoje é um bom dia para morrer! KEKEKE! Gargalharia como um louco, sentindo o sangue ferver sem nem ao menos ter sentindo o tremor da haste com a colisão das armas. Sabia que Smith era forte, exatamente por isso havia recebido uma dose de adrenalina e estava sedento por nosso combate, muito mais que ele, apesar de não demonstrar tão visivelmente outrora.

Já que Smith parecia esperar pelo meu avanço, naturalmente não deixaria ele esperando por mais tempo, uma vez que, os músculos já haviam aquecido e a força canalizada para então desferir meu ataque. Inclusive, cada golpe emanaria o desejo pelo desconhecido, a vontade em ultrapassar a barreira invisível que reside em nós. Seria um ótimo treino, um combate com objetivo de melhorar, aperfeiçoar e ainda refinar nossas habilidades; além de ser uma ótima oportunidade para testar a nova função de divisão da minha lança. Exatamente por isso não pegaria leve com Smith, além é claro... por respeito a ele.

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Logo após posicionar a lança na lateral do corpo, junto a uma arrancada desenfreada, mas não muito longa, com a palma da mão fixada na haste com força, dispararia a lâmina da lança rumo ao tórax do marinheiro em linha reta, abusando da vantagem de envergadura além do peso do corpo e da arma. Provavelmente Smith defenderia um golpe simples como esse, havendo em mente isso e certo disso, largaria a lança em pleno ar ainda com a lâmina em colisão e com um giro lateral a pegaria com a outra mão, desferindo dessa vez um soco de cima para baixo visando o corpo de Smith, preferencia sua cabeça.

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Talvez ele tivesse esquivado ou bloqueado, de qualquer jeito, acabaria elogiando usa força. ~ KEKEKEKE! Não é à toa que você está no comando! Vamos botar pra quebrar, camarada! Proferia amistosamente, preservando um sorriso bastante cativado pela força do marine, durante o tempo que recuaria um pouco.

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Começaria a utilizar movimentos mais complexos. Rapidamente manusearia a lança numa espiral bastante imprevisível, até mesmo para mim, movimentando-a instintivamente e sem qualquer direção especifica com objetivo de colidir contra Smith após traçar alguns giros para frente.

Dado momento, Smith não permaneceria na defensiva, pois, estava ciente de que ele atacaria, cedo ou tarde. Caso o marine desferisse suas lâminas em direção a mim, seja rumo as pernas, tronco ou cabeça, movimentaria a haste da arma para colidir contra as espadas, deixando a lança na horizontal. Em seguida do bloqueio, empurraria com um movimento de balanço as espadas para que fossem dispersadas para trás.

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Caso Smith usasse uma das espadas para atacar, logo eu usando a lança para interceptar, prevendo possivelmente que seria uma isca para que ele usasse a segunda num golpe subliminar, mobilizaria o escudo sobre o antebraço para bloquear a lâmina do marine, ainda permanecendo com a lança defendendo sua outra arma. ~ Thororororo! Quanta força, amigo. Mas acho que ainda está se segurando em, pode vir tranquilo! Estes músculos foram abençoados pelos Gigantes dos Primórdios, mas fortificados na terra dos grande gladiadores! Anunciaria com um tom de voz um pouco mais alto, devido ao fluxo de adrenalina quanto o ímpeto avido pelo embate. Cerraria o punho brevemente para mostrar paixão pela batalha, além de incentivar o marine a dar o melhor de si.

A verdade era que ainda estava testando as habilidades de Smith, mesmo reconhecendo sua força e maestria de espadachim, era diferente sentir ela na pele. Entretanto, meu maior problema seria se acabasse mergulhando a fundo em nossa disputa, podendo até mesmo terminar matando ou sendo morto pelo marine. Quando o sangue ferve, o espirito ruge. Quando os músculos tremem, o caráter é realmente mostrado.




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A força de um guerreiro não se encontra no ataque, mas sim na resistência! - 8
10:17 / Swallow



 
O dia começava mesmo após a alimentação de ambos os gigantes. Um treino de natação era apenas a primeira das atividades daquele dia que parecia ser cada vez mais cheio de coisas, e para provar isso, ambos não paravam sequer um minuto. Após o banquete que tiveram ao lado dos mais variados soldados e patentes acima no refeitório, ambos tirava um belo descanso. A competição de quem comia mais era o catalisador de um sono e talvez até mesmo preguiça que os obrigava a repousar o corpo. O momento de descansar era breve, uma vez que Thorkell, já animado para uma luta, começava um embate programado com Smith, assim como Pippos que se mantinha em um treinamento no convés.

Enquanto Dragnar nomeava sua lança, Valkyria Gondul, Vitaminado observava aquela cena dos dois gigantes - embora um fosse pequeno - se encarando para uma briga que deveria ser no mínimo épica. Apesar das proporções distintas, o homem sabia que seu irmão de consideração não possuía a força necessária para conseguir derrotar o superior deles, Smith, que com suas duas lâminas já se colocava em posição de combate. Esquecendo essa luta por um momento e buscando algo para lhe edificar, ia até a ala médica da embarcação, onde procurava por uma bela profissional da saúde.

A caminhada era, como as outras vezes, breve, até chegar ao local. A tonalidade branca refletia a luz das lâmpadas fluorescentes do local, fazendo o mesmo com o jaleco alvo e azulado dos marinheiros que cuidavam da saúde - geralmente debilitada - dos outros. Alguns dos profissionais ali cuidavam de alguns soldados feridos com a última invasão, ou até mesmo acidentados. Porém, devido à calmaria, o local parecia estranhamente quieto, e abusando dessa característica, Pippos procurava uma chance naquela mulher de aprender mais sobre como cuidar dos primeiros socorros de alguém, ou de si mesmo.

A aula da mulher, que sem mais o que fazer não hesitava em ajudar o homem, era didática e nem um pouco breve. Seus ensinamentos, no entanto, era à par da sua posição naquele lugar como médica, onde só os melhores pareciam entrar para cuidar dos pacientes feridos da Marinha. Com maestria e profissionalidade, ela mostrava cada passo a ser tomado em cada caso distinto, explicando ainda as formas que o corpo trabalhava e como ele deveria ser tratado nos mais diversos problemas. Abordando as ocorrências mais comuns, as mesmas variavam entre queimadura, asfixia, sangramento, etc.

Pippos, como o homem focado e aluno dedicado que era, prestava atenção em cada detalhe daquela aula reveladora que era lhe apresentado. Todas as suas possíveis dúvidas eram sanadas de maneira prática pela morena séria e focada que havia achado no gigante uma distração daquele marasmo. Não demorava muito para que tudo acabasse, e, trocando a ordem das coisas, Pippos se apresentava, finalmente, para a moça que tanto lhe ajudara. — Sou Clara, prazer. — falava a mulher calmamente, segurando as próprias mãos na altura de seu quadril enquanto olhava para Pippos. — Pode me pagar em bebida mais tarde. — falava, em um óbvio convite para acertar as contas.

Vitaminado, não muito interessado em romances, subia novamente ao convés para espectar a luta de Thorkell e Smith. Aparentemente, o embate havia acabado de começar, o choque entre os dois já era intenso. Perguntando para um soldado ao lado como as coisas andava, o mesmo era respondido de forma curta e um tanto quanto grossa. — Veja por si mesmo. — falava o homem distraído com a luta, nem percebendo o tom de sua fala que poderia parecer ofensiva. Indicando com sua cabeça, ele mostrava para Pippos a luta que se desenrolava.

Com uma estocada da lança, Dragnar falhava em acertar Smith, que agora se movia como um raio pelo campo de batalha. Os olhos de alguns não podiam o acompanhar, não sendo esse o caso de Godheim, que esperto quanto a luta, trocava a empunhadura em meio ao ar e desferia um soco no tenente, mirando, é claro, sua cabeça. O alvo desse ataque, sem perder a velocidade de seu avanço, dobrava seus joelhos e deslizava pelo chão, fazendo com que os grossos punhos de Thorkell raspassem apenas em seu quepe de marinheiro, revelando seus cabelos negros que balançavam com o encontrar do vento.

Recebendo um elogio do gigante referente a sua força, Smith apenas sorria com canto de boca antes de responder o mesmo. — Se você está dando tudo de si, eu deveria fazer o mesmo então. — anunciava o homem que se aproximava cada vez mais do gigante, fazendo-o perder a vantagem da longa envergadura de sua arma, além de coloca-lo em posição de conforto pelo curto alcance das espadas e seus membros. Thorkell aparentemente responderia a ameaça à altura, começando movimentos cíclicos complexos e randômicos com sua arma para atacar o marinheiro.

O espadachim, vendo que não podia mais avançar desenfreadamente, parava por ali e se defendia os ataques de seu adversário, apenas repelindo a lança para trás enquanto pressionava o gigante. A força que ele produzia com suas lâminas era sentida pelo punho de Dragnar, que sem parar continuava com seus ataques, fazendo com que seu corpo começasse a esquentar junto com a luta, e a adrenalina em seu sangue ferver. Certo de que Smith não continuaria apenas na defesa, mesmo que essa posição lhe favorecesse, ele previa que o mesmo o atacaria ali.

Estando certo dessa previsão, após anos de experiência em batalha, Smith realmente fazia o que estava na cabeça de Thorkell. Com uma de suas lâminas, desferia um poderoso ataque contra a Gondul do adversário, que era repelida violentamente soltando faíscas em brasa e animava a platéia que torcia para o mais forte. Tendo esse momento de vantagem, saltava, ganhando altura e focando nos pontos vitais do gigante; não para matar, mas tira-lo da luta. Vendo um golpe com a espada, o lanceiro colava seu armamente em horizontal para encontrar a espada do tenente.

Assim que as duas novamente se encontravam, outro choque ocorria, que agora pressionava mais ainda o gigante de sete metros. Seus joelhos perdiam um pouco da força com o impacto do golpe que vinha de cima para baixo, e já esperando outro com a segunda espada, o mesmo levantava seu escudo de antebraço. Smith, não perdendo tempo e sendo puxado pela gravidade, se apoiava na própria lança que impedia seu movimento, não deixando que a pressão de ataque saísse de seu controle. Em um movimento de balanço, se lançava até o rosto, agora desprotegido de Thorkell, e o acertava com um chute, pousando no chão logo em seguida.

Apesar de usar espadas, era também proficiente em martes arciais que utilizam do pé como membro mais trabalhado. Baseado nisso, a força do chute era de se invejar para alguns, fazendo com que Thorkell ficasse zonzo por um momento antes de recuperar suas forças totais. A área do impacto ficava imediatamente roxa, além de algumas escoriações aparecendo aqui ou ali; nada que fosse capaz de ferir o poderoso gigante naquele momento. Smith, novamente no chão, falava com o homem. — Vamos, eu sei que tem mais disso aí também! — exclamava, virando sua atenção, naquele dado momento, para a ilha que se aproximava no horizonte: Minion.

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