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Kenshin
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Here Comes The Sun Sex 14 Maio 2021 - 3:55
Relembrando a primeira mensagem :

Here Comes The Sun

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Leonheart Valentine, Kimberly Deshayes, Matteo Martini e Myriam Leuchten. A qual não possui narrador definido.

_________________

Here Comes The Sun - Página 11 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Ceji
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Re: Here Comes The Sun Seg 21 Fev 2022 - 23:21
Depois Da Tempestade – Parte I

Com o derradeiro fim do combate, meus ombros finalmente começavam a relaxar. Eu mal conseguia acreditar que aquilo finalmente havia acabado, depois do que pareceu uma eternidade naquelas ruinas. Fazia eras que eu não passava por um sufoco tão grande, e mesmo assim aquela devia ter sido a primeira vez com um combate. Eu apostava que aquele combate havia sido uma experiencia única para todos nós, eu mesma nunca havia sofrido tanto para eliminar um inimigo, e sentia uma estranha sensação de alienação do resto da realidade, como um sinal do meu corpo para que eu parasse tudo e fosse descansar, mas Myriam... Ela parecia em um nível diferente, quase bêbada, desembuchando um monte de coisas, como se balbuciasse sem pensar. Eu odiaria que algo assim ocorresse comigo, perder o filtro em meio a emoção, então logo elevava a voz - Myriam, acho que Toth bateu na sua cabeça forte demais. Ou talvez seja perda de sangue, isso é perigoso. Acho melhor você ir com os minks logo descansar - Sugeria, mas, antes de eu conseguir dispersar a comoção, Leonheart falava algo definitivamente desagradável - ...O que você quer dizer com isso? - Questionava com uma passivo-agressividade, não muito satisfeita com aquilo. Leon havia sido quem nos levou para aquele lugar no meio da noite pra começo de conversa, e alguém incontrolável não era alguém que eu gostasse de manter do meu lado. No fim, é claro, não era como se ele pudesse decidir isso, já que não sabia o ponto de encontro meu com Myriam, então me preocupar com ele era como me preocupar com uma criança... Ou assim eu esperava.

Com o combate encerrado e Myriam enfim em segurança, a adrenalina aos poucos deixava meu corpo, dando lugar à dor, não só dos meus ferimentos, mas também dos meus músculos depois de tanto trabalho, que agora sentia como se pulsassem. Depois dos rolamentos, de ser jogada de um lado para o outro, do sangue em minha barriga, meu vestido não estava no melhor dos estados, e eu me sentia totalmente imunda e destruída, mesmo que os outros conseguissem estar ainda pior. O sentimento era absolutamente desagradável, e, finalmente conseguindo processar tudo, a única coisa que dominava minha mente era a vontade de voltar logo para o apartamento do hotel que aluguei para tomar um belo e demorado banho, e arranjar um jeito de consertar o vestido. O problema era... Pra fazer isso, eu precisaria cruzar a cidade naquele estado deplorável, e eu me recusava a cometer um suicídio social dessa magnitude ”Céus, socorro... Se eu ao menos conseguisse tirar a poeira e o excesso de sangue, e costurar o vestido...” Pensava comigo mesma numa forma de minimizar aquele desastre, quando um pensamento me ocorria. ”...Leon disse ser um costureiro, não? Talvez ele tenha uma utilidade, afinal de cont_...” E assim, virando na direção do rosado, meus pensamentos se interrompiam bruscamente, sobrepujados pela possível cena mais bizarra que já vi na vida.

- ...O CAVALO COMEU UM FRUTO DO DIABO?!?!? - A cena de Anaís sobre rodas em um total descontrole era surreal demais até para mim, e minha voz acaba se elevando inconscientemente. Akumas no mi não eram um assunto em que eu era completamente leiga; por mais que não conhecesse bem, o fato da minha falecida mãe ter sido uma usuária ao menos me fazia saber que elas existiam; informação que certamente não era comum naquele pedaço de Blue, como pude ver pela reação de Myriam. Ainda assim, um animal era uma novidade completa para mim, especialmente se fosse UM MALDITO CAVALO SOBRE RODAS! - Leonheart! O que diabos está acontecendo?! - Controlando meu tom de voz, tentava questiona-lo, mas o desespero do rosado já era o suficiente para me dizer que meu questionamento seria a última de suas prioridades. Afetada pela comoção, rapidamente eu tentava me levantar, mas a flecha ainda alojada em minha coxa lançava um pulso de dor pela perna, travando meu movimento ”Ai! Droga!” Exclamava mentalmente, lembrando que não havia mais adrenalina para mitigar a dor, e aquela flecha definitivamente não era um ferimento leviano. Levando minha mão à cintura, tentava agarrar o chicote apenas para lembrar que havia dado para Leon ”...Quer saber? Isso não é problema meu” Pensava, enfim, ferida e desarmada, voltando a me sentar em algum destroço para não por estresse na perna.

Me manteria observando a dupla motorizada com certa ansiedade, temendo que ambos viessem em alta velocidade em minha direção. Leon era quem Anaís mais confiava, é claro, e não havia ninguém melhor que ele para acalma-la, mas nem em um milhão de anos eu confiaria nele a ponto de não me preparar pro pior. Mantendo meu olhar atento, ficaria sempre preparada para o caso de uma colisão iminente, para me erguer apoiando meu corpo na minha perna integra, e dar um salto para o lado. Nesse caso, sendo removida de onde estava, me aproximaria de alguma das paredes para me apoiar, me esforçando o máximo possível para não mancar. Esperaria por algum tempo esperando Leon acalmar aquele equino, e, quando isso finalmente ocorresse, respiraria aliviada. Uma akuma no mi naquela região era algo raro, e ele ter uma montaria com um daqueles frutos definitivamente significava que ele se tornaria mais forte no futuro, se aprendesse a usar o poder a seu favor. Então, apenas talvez, leva-lo junto não fosse a pior das ideias, desde que ele conseguisse ajudar a lidar com batalhas como aquela de forma mais fácil. Eu não esperava que fosse ser sempre que eu enfrentaria alguém como Toth, mas preparo nunca era demais... E muito menos comemorações.

Lembrando-me da promessa que fiz com Matteo, pegava novamente a trufa de chocolate que havia guardado, presente do rapaz, e ia em sua direção, ainda mancando pela dor da flecha na coxa - Espero que não tenha esquecido do acordo. Acho que depois dessa vitória não custa nada comemorar o fato de que não morremos... E que você não me deve 10 milhões graças a isso - Comentava, com um toque de brincadeira, erguendo a trufa, esperando que não estivesse amassada demais depois de eu ter sido jogada duas vezes por Toth - Não está no melhor dos estados, mas ao menos não caiu no chão e sujou - Comentava, não muito satisfeita, mas a culpa havia sido minha de esperar pra comer depois da batalha. Assim, junto dele, desembrulharia o pequeno chocolate e o seguraria com o papel do doce, para, assim que ele desse o sinal, leva-lo a boca - Hmm, nada mal - Diria, após mastigar e engolir. Eu não tinha muito costume de comer aquele tipo de doce, mas certamente não era por escolha própria. Se aquela vida de caçadora pudesse me dar mordomias como aquela ou melhores, talvez sofrer um pouco com piratas não fosse um preço tão alto - Nada mal mesmo. Mas, com o dinheiro das recompensas, da próxima vez dá pra comprar algo com qualidade um pouco melhor - Daria um leve toque em seu ombro, retirando rápido a mão se ele demonstrasse dor - Mas no momento o que mais precisamos é de um descanso e tratamento médico, e duvido que você discorde disso - Diria, e, tomando a dianteira, ainda evitando mancar, chamaria os outros três com um aceno, para enfim seguirmos os minks para nosso merecido tratamento.
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Re: Here Comes The Sun Ter 22 Fev 2022 - 1:40

Here Comes the Sun



Pela primeira vez em sei lá quanto tempo, eu pude deixar meu corpo relaxar de verdade, sentando no chão sem fazer cerimônia quando a vida finalmente deixou o corpo do imenso homem-lobo. Os uivos dos seguidores de Toth logo preencheram a arena, enquanto a luz da lua iluminava o local, como que lamentando pela sua morte...mas eu honestamente não conseguia sentir pena dele depois de tudo aquilo. Quer dizer, era triste quando alguém morria, claro, mas Toth não era nem de longe flor que se cheire. Um fanático por batalhas que gostava de torturar seus inimigos e que ainda organizava um jogo doentio como aquela tal de Caçada, acho que a única coisa respeitável no mink era a sua força. - Geh...!? Ai, ai, droga... - agora que eu tinha ficado mais relaxado, e com a adrenalina passando, a dor dos vários ferimentos ia se fazendo sentir ainda mais. Entre os vários cortes, choques e coisas fora do lugar, aquele era muito provavelmente o pior estado pós-luta de toda a minha vida.

Dito isso, era reconfortante ver Myr a salvo, apesar de estar toda acabada - mas sendo justo, quem de nós não estava, né? - Amigos, é? Soa ótimo pra mim. - eu me levantaria com esforço pra me aproximar do restante do grupo, com um sorriso satisfeito no rosto. Aquela noite com certeza tinha sido bem diferente de tudo que eu esperava quando decidi virar caçador de recompensas, mas apesar das dificuldades, tinha acabado encontrando um bando de gente estranha, mas interessante, a quem eu conseguia me ver chamando de amigos. Quem sabe? Talvez as palavras da espadachim acabassem se tornando realidade, e no futuro, eu tivesse a chance de apresentar eles pro Nicolò e as meninas. Eu sorri, me perguntando o que diriam.

Enquanto eu estava perdido em meio aos meus devaneios, porém, uma gritaria confusa me puxou de volta pra realidade, e eu me virei pra cabana abandonada de Toth, para ver...a Nana com rodas no lugar dos pés? - Mas em? - eu cocei os olhos pra ter certeza de que estava enxergando direito, mas pelo visto, não estava sonhando acordado. Tinha alguma coisa muito errada ali, e logo alguma das vozes gritou o que parecia ser a única explicação: ela tinha comida uma fruta do diabo, que provavelmente estava entre os pertences do agora defunto homem-lobo. Eu fui tomado por um misto de animação e preocupação, parte porque era a primeira vez que via uma dessas lendárias frutas em ação, e parte porque a coitada não parecia saber o que estava fazendo, e se movia rápida e desgovernada por toda a arena, ameaçando atropelar qualquer um que ficasse no caminho.

Alguns dos outros pareciam querer ajudar, mas cansado e dolorido como estava, eu me abstive. Em vez disso, aproveitaria a comoção pra ir até a cabana, me perguntando o que mais podia haver lá dentro. Se Toth tinha até mesmo uma Akuma no Mi...quem sabe que outras coisas valiosas ele não guardava por ali? Chegando na entrada, eu faria uma varredura visual no interior, só pra ver o que encontrava. Porém, se acabasse colocando o olho em algo que parecesse particularmente valioso...uma ideia me viria à mente. - E se eu... - eu hesitaria, pensando nos outros. Em tese, os espólios deviam ser divididos entre nós. Mas mesmo com a recompensa grande de Toth, depois de dividi-la, eu duvidava que fosse conseguir pagar a dívida logo de cara. Se conseguisse um pouquinho a mais que fosse, já seria uma ajuda tremenda...e aquela era a chance perfeita. - ...merda. Foi mal, galera... - diria baixinho, tomando a minha decisão. Assim, se encontrasse algo de valor que pudesse esconder comigo para vender depois, eu o faria, antes de voltar para o lado de fora da cabana.

- EI, PARECE QUE TEM UMAS COISINHAS BEM INTERESSANTES AQUI DENTRO! - chamaria a atenção dos outros, apontando com o polegar para a construção atrás de mim, e depois voltaria para onde os outros estavam, na esperança de que a questão do cavalo motorizado já tivesse sido resolvida. Nisso, minha maior surpresa provavelmente seria a vinda de Kim até mim, com a trufa de chocolate que eu tinha lhe entregado mais cedo em mãos. Pra ser sincero, eu já tinha até mesmo me esquecido disso, e arregalaria os olhos ao ver que ela tinha lembrado da promessa. Ela falava comigo, quase brincalhona, e por um momento, isso fazia o sentimento de culpa tomar completamente meu peito. É, não tinha como não me sentir mal pelo que tinha acabado de fazer. Nenhum deles merecia aquilo. Eu ficaria inerte por um instante, sem saber como responder, travado pela vergonha.

Me recompondo, daria um sorriso pra Kim, não totalmente genuíno, mas ainda contente em compartilhar aquele momento com ela. - Heheh, e nada melhor que chocolate pra comemorar, não acha? - pegaria mais uma das trufas que tinha guardadas, e junto com a moça de cabelos verdes, a jogaria na boca, saboreando com prazer. Não fazia muito tempo desde que eu tinha comido outra, mas chocolate nunca era demais pra mim. - Mmmm... - apreciaria o doce, de olho também na reação de Kim, para saber se ela também tinha bom gosto - e ficando bem satisfeito com o que via. Por fim, concordaria em ir me tratar das feridas junto com os outros, ainda que com a consciência um pouco pesada. Talvez não tivesse sido o mais correto a se fazer, mas...se eu voltasse no tempo agora, provavelmente faria de novo. Eu tinha começado essa jornada pela minha família, e se fosse por eles, eu faria de tudo ao meu alcance.


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Re: Here Comes The Sun Sex 25 Fev 2022 - 13:37






Capítulo 1
Here Comes the Sun



A grandiosa luta enfim encontrava seu fim derradeira. Toth, o líder criminoso, gigante em poder e influência; a pedra no sapato daqueles que buscavam a justiça ou apenas a recompensa que a mesma trazia - esse tinha sua vida tirada de si. Mérito ou não, a grandiosa confusão entre o quarteto - aliados de Asta - e os Hunter x Hunter, gerava pesadas perdas para ambos os lados. Muitos lembrariam desse momento durante todas as vidas, as cenas sangrentas marcadas em suas memórias e as cicatrizes encravadas em suas dermes. Sob a luz do luar, a paz reinava novamente.

Embora, é claro, que ela não reinava tão imponentemente. Vindo do armazém de tesouros de Toth, Anais parecia comer uma fruta anormal. Não demorava muito para que, assim, seus cascos virassem rodas. A cena de destruição e caos estava armada para que tudo isso acontecesse agora com o equino descontrolado. Todos ficavam atônitos com a cena, partindo da pequena interação entre Myriam e o resto do grupo, somados ao esfriamento do corpo e dissipação da adrenalina. Tudo contribuía para um choque estranho, cômico e diferente.

Enquanto Leonhart corria atrás de seu pet, Matteo se esgueirava no campo de espólios. Por um momento, a culpa o corroía ao mesmo tempo que seus olhos eram cegados não pela ganância, mas sim pela necessidade de quitar uma dívida presente em seu nome. Seu cérebro queimava neurônios na procura da resposta pelo que fazer, mas no fim a sua ação era clara e simples: devia, naquele momento, fazer o necessário para ajeitar sua vida. Varrendo o lugar com o olhar, via um monte de sacos de dinheiro provenientes de diversas recompensas coletadas pelo mesmo em suas diversas lutas, bem como artefatos e equipamentos de batalha.

Procurando pelo mais valioso, dava de cara com uma espada negra, porém brilhante. Sua aparência parecia ser cara, portanto, o loiro não hesitava em fazer a aquisição da mesma. Internamente, se desculpava com seus amigos enquanto saía do barracão, encontrando uma nova cena da confusão: Leonhart, agora em cima de sua fiel companheira, tentava acalma-la dizendo palavras de amizade e conforto. Até o momento, as coisas pareciam não ter dado totalmente errado, mesmo que Myriam se encontrasse na espreita à espera do pior.

Nesse momento, o homem era surpreendido por Kimberly, que não havia esquecido da promessa anterior dos dois. O ato de amizade e confiança acertava o peito de Matteo como uma flecha. Seus atos talvez repudiáveis atacavam seu consciente por um instante, o fazendo pausar no tempo enquanto processava toda a culpa que jorrava para cima de si mesmo. Não demorava muito até que se recuperasse, falsificando um sorriso e aceitando a trufa da colega, enquanto saboreava a mesma e ouvia a mulher discursar descontraidamente sobre o futuro que se aproximava.

Ao fim da interação, Leonhart havia controlado, de certa forma, Anais. Suas pernas não se adaptavam direito - até o momento - às rodinhas, portanto, constantemente patinava para os lados no constante esforço de não perder o controle novamente. O que antes parecia uma falsa sensação de paz, agora era uma verdadeira. De todo modo, todos estavam feridos e machucados, talvez mal conseguissem andar direito; atendimentos médicos eram urgentes, portanto, começavam a chamar todos para irem até à comunidade se tratarem da grande batalha. Valentine, em um tom brincalhão, oferecia carona a todos, antes de perguntar para o homem que anunciava a presença da Fruta do Diabo qual era o nome da mesma. Sua resposta, titubeante e com certo vislumbre, era clara: — Shari Shari no Mi!


Histórico:

Legenda:

Considerações:

Code by Arthur Lancaster




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"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Re: Here Comes The Sun Sex 25 Fev 2022 - 19:39
Depois Da Tempestade – Parte II

Com minha promessa com Matt cumprida e os piratas mortos ou capturados, finalmente era hora de voltar, dando um fim naquela empreitada. Era triste pensar que teria que dividir as recompensas com quatro pessoas, mas ao menos me consolava saber que os outros dois foram realmente essenciais para nossa vitória. Toth sozinho valia mais do que as três piratas juntas, então dividir elas por dois ou elas e Toth por quatro, ainda era mais vantajoso a segunda opção, e não era como se eu e Myriam pudéssemos ter derrotado aquele monstro sozinhas para começo de conversa. Por mais que tentasse manter a pose e me esforçar, eu ainda tinha um longo caminho pela frente para obter a liberdade e prestigio que eu queria; Toth era a prova de que sempre há um predador maior, e se aqui, no North Blue, eu já sofria com um adversário como ele, quem dirá nos mares maiores? Pensar nisso não era animador, porque significava que o caminho na minha frente era maior do que eu imaginava, mas, por outro lado, ao menos era mais palpável do que nunca ”Quando eu me sentir capaz de forçar alguém como Toth a se ajoelhar na minha frente, acho que vai ser um primeiro passo bom” Pensava, cerrando meu punho. Eu não queria ser forte como ele, poderio muscular era apenas uma das formas de poder, e eu mais do que ninguém sabia que existiam outras formas de render adversários, formas mais agradáveis para uma dama.

Assim, com os pensamentos em outro lugar, eu lentamente caminhava, desapercebida, em direção à saída, apenas para repentinamente me tocar de um problema: Teríamos que cruzar aqueles estreitos corredores labirínticos de novo. Aquele coliseu era uma coisa, seu espaço amplo me dava mais espaço para respirar, mas os corredores eram outra historia, bem menos agradáveis. Instintivamente levava minha mão direita ao meu pulso esquerdo, onde o toque fantasma dos grilhões ainda atormentava minha pele pelas cicatrizes mal curadas que escondia debaixo das luvas. Aquele tipo de ambiente apertado me lembrava demais da madeira molhada e fedida, das correntes e da incerteza, e passar por lá de novo em um espaço de tempo tão curto estava longe do meu plano ideal. Ao menos Leon havia marcado o caminho com os fios e tínhamos mais minks conosco dessa vez, então a volta seria mais curta e menos incerta, mas o problema fundamental não se alterava ”Vamos lá, eu já me esforcei muito pra fraquejar a essa altura!” Eu tentava me convencer, mas, quase como se aproveitando que os outros não estavam prontos para voltar ainda, dava meia volta. Não custava nada me preparar um pouco melhor, não é?

Voltando a me aproximar dos outros três, agora que Anais estava com suas rodas controladas, por mais estranho que fosse me acalmar com isso, não tardava a questionar sobre o carregamento - Aliás, os criminosos os minks devem ajudar a levar, mas vocês já recolheram tudo do casebre? Toth disse que haviam tesouros por lá - Perguntava mais por garantia; eu sabia que Leonheart e Matteo haviam entrado lá com certeza, o primeiro desesperado atrás de Anais e o segundo que nós chamou para avisar do que havia lá. O problema era, eles haviam entrado sozinhos, e eu realmente não confiava neles o bastante ainda a ponto de confiar a divisão dos tesouros nas mãos deles - Se não, vamos recolher o máximo que der, não quero receber um berrie a menos do que o possível depois desse sufoco. E não se esqueçam de contar bem, é uma divisão igualitária para quatro - Frisava enfim, analisando a expressão dos três em busca de algo fora do normal. É claro, porém, que achar qualquer indicio de segundas intenções não seria fácil, então me limitaria com o aviso - E acho que está na hora de Anais ajudar um pouco com a carga também, já que é quem tem menos ferimentos - ”E por ser um maldito cavalo, é pra isso que servem” Pensava, mas mantinha o comentário para mim mesma por saber que Leonheart iria certamente iniciar uma briga se falasse assim do animal.

Mesmo com o aviso, não era como se eu tivesse muito com o que me preocupar, afinal. Os minks não se importavam com dinheiro, Leonheart era extravagante demais para pegar algo sem anunciar aos quatro ventos, e Myriam já se propôs dar dinheiro para os outros para ajudar. Já Matteo... Ele foi o mais simpático dos três, e até dividiu seus pertences, mas o primeiro a ter acesso aos itens ser o rapaz que constantemente frisava que precisava daquele dinheiro mais que tudo e que não podia falhar, então havia certo risco dele ter feito algo. As chances eram baixas, talvez uns 20% ou 30%, mas eu não iria gerar paranoia por motivos fúteis. Recebendo o que vim recolher, as recompensas e a divisão de mais alguns achados, já estava de bom tamanho para mim. Assim, logo ajudaria os outros a recolher e ajeitar todos os tesouros, mas me limitando pela flecha ainda alojada na perna, e usando-a como desculpa para não precisar carregar nada, se possível. Com tudo recolhido e pronto, chamaria os três - Agora sim, vamos voltar? Ou vocês se apaixonaram por essa espelunca decadente e suja? Se quiserem dormir aqui é com vocês, mas aposto que não tem um que vá recusar um tratamento e noite tranquila na alcateia dos minks, não é? - Questionava quase como uma provocação, para então mostrar onde havia deixado o carretel com a linha para algum dos outros três, e podermos finalmente acelerar aquele retorno e sair daquelas malditas ruinas sujas e fechadas que eu já não podia odiar mais.

No caminho de volta, me manteria preferencialmente no meio do grupo, como que usando seus corpos para criar uma “barreira” entre mim e as paredes estreitas, numa tentativa de conter o nervosismo. Meu olhar ficaria focado afrente, ansiando pelo vislumbre da saída, e tentado evitar demais olhar os arredores para não ver o espaço que havia entre mim e as paredes de pedra, da mesma forma que se recomendam não olhar para baixo quando teme a altura. Enfim saindo da ruina, respiraria aliviada, e seguiria com os outros e os minks novamente até a alcateia, onde finalmente poderíamos ter um descanso; e bem a tempo de sentir a força faltando em minhas pernas. Após descarregarmos o que tínhamos que descarregar, e arranjar um local com os minks para deixar os pertences, piratas capturadas e o corpo de Toth e Ivana, logo procuraria Rosy para perguntar sobre algum mink que pudesse dar uma olhada nos ferimentos, especialmente a flecha na minha perna - Rosy, acha que o resto da alcateia esta ocupada demais depois do confronto? Eu ainda estou com uma flecha alojada na perna como deve ter percebido, e realmente esperava que alguém pudesse dar um auxilio medico ou algo do gênero - Fora a flechada, eu só tinha um corte relativamente superficial na barriga que não deveria ser problema, mas a dor na perna já estava beirando ao insuportável. Assim, seguiria as instruções que fossem necessárias para um tratamento digno do ferimento, e talvez o do corte na barriga também se viesse necessidade.

Após ter meus ferimentos tratados, seria hora de tentar manter um mínimo de higiene, pois eu me recusava a ir dormir com poeira e sangue no corpo e roupas. Mesmo sendo a menos suja de nós quatro, eu ainda me sentia imunda, e, diferente dos minks, me faltava o costume de viver no meio da sujeira da floresta. Como a alcateia deles estava estabelecida ali, era muito provável que houvesse um rio, riacho ou lago próximo de onde coletassem água doce, então logo faria uma rápida busca ao redor, atenda ao som de água. Achando um corpo d’água, iria até sua margem, e, provavelmente já sem as meias após o tratamento do ferimento na perna, tiraria as luvas e jogaria água no ferimento para limpar o sangue, mesmo que doesse. Da mesma forma, tentaria tirar o sangue da meia, molhando-a o menos possível. Infelizmente aquele não era o único ferimento causado por aquelas malditas piratas, e o sangue em meu vestido me lembrava do corte em minha barriga. Olhando ao redor para garantir que não havia ninguém próximo, cuidadosamente removeria minhas roupas, para poder também lavar um pouco o sangue da frente do vestido. Como já teria que tirar o vestido de qualquer forma, aproveitaria também para me banhar para lavar o ferimento na barriga e tirar o excesso de sujeira do corpo, e poder manter um mínimo de dignidade após a invasão naquela ruina imunda. Me manteria preparada para me esconder caso percebesse a aproximação de qualquer um, me preocupando mais em esconder as cicatrizes no pulso do que meu corpo, mas me encolhendo por garantia - Quem está aí?! - E, se percebesse que era Leon, fecharia a cara - Você tem cinco segundos pra ir o mais longe possível de mim, ou eu vou garantir que aqueles vagalumes de antes voltem pra alcateia pra te atormentar - Diria, ríspida. Caso Myriam anunciasse sua aproximação, possivelmente para se banhar comigo, eu rapidamente pegaria minhas luvas e as vestiria novamente, para esconder as cicatrizes nos pulsos, mesmo que parecesse estranho molha-las ali - Se esta desconfortável é só se virar. Só tome cuidado com bisbilhoteiros, aqui não tem paredes, afinal - Diria se percebesse ela retraida. Após me lavar e esperar um pouco para me secar, voltaria a alcateia em busca novamente de um rosto conhecido, afim de fazer outro pedido - Tem algum espaço para eu, e os outros três, dormirmos?
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Última edição por Ceji em Ter 1 Mar 2022 - 22:49, editado 8 vez(es)
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Re: Here Comes The Sun Sex 25 Fev 2022 - 20:54

Here Comes the Sun



Ao entrar na cabana abandonada de Toth, não demorou muito pra que eu me deparasse com os vários espólios que o homem lobo devia manter guardados ali, longe dos olhos curiosos - e especialmente dos da Marinha. Apesar do sentimento grande de culpa, eu fui rápido em procurar por algo valioso e que pudesse esconder comigo antes dos outros chegarem, na esperança de vender por um bom preço. - "Uma espada...? Parece cara, acho que vai servir." - eu pensei, guardando a lâmina negra junto dos meus outros pertences. Se por acaso algum dos outros a visse, eu podia inventar que era um presente do meu velho e que era ornamental ou qualquer coisa do tipo, mas esperava não ter que chegar a isso.

De volta do lado de fora, comi mais uma das minhas trufas junto com Kim, e vi que Leon estava de alguma forma dando conta de manter Anais sob controle. Pensando agora, era uma pena que ela tivesse comido a fruta antes de algum de nós ter tido a chance de pegá-la. Eu não acho que teria arriscado comer, mas uma daquelas com certeza venderia por uma fortuna pras pessoas certas. Nisso, Kim acabou nos questionando a respeito do casebre e o que havia lá dentro, o que me fez engolir em seco mais uma vez. Eu evitaria desviar o olhar dela, já que não queria deixar transparecer o nervosismo. - Ah, é, vocês não ouviram quando eu chamei? Tem um bocado de coisa lá, só não sei dizer o que é tesouro ou o que é só tralha mesmo. - falei.

Dito isso, Kim era ainda mais perspicaz do que eu imaginava. - E não se esqueçam de contar bem, é uma divisão igualitária para quatro. - ela frisou bem a última parte, e por um momento eu me perguntei se ela já tinha me descoberto. Mas não era possível, era? Ela já tinha se mostrado ser a mais esperta de nós, de longe, mas não acho que tinha como adivinhar que eu peguei algo de lá sem ter visto o que havia no casebre antes. Ainda assim, me esforçaria pra não desviar o olhar imediatamente, dando um sorriso e tentando seguir com a conversa. - Heh, na verdade, acho até uma boa você vir junto, assim a gente já escolhe quem vai ficar com o quê lá mesmo. Eu só dei uma olhada rápida, mas parece ter umas coisinhas legais lá.

Here Comes The Sun - Página 11 Original

Era muita cara de pau minha, considerando o que eu tinha acabado de fazer...mas mesmo com aquele aperto no peito, eu não acho que faria diferente mesmo se tivesse a chance de mudar o passado. Precisava daquele dinheiro, e daria um jeito mesmo se tivesse que jogar um pouco sujo pra isso. Assim, quando estivéssemos todos juntos, voltaria até o casebre para pegarmos os espólios do lobo e escolhermos os itens que levaríamos conosco, dependendo de como fosse ser feita a divisão. - Ei, deem uma olhada nisso aqui! - diria, se encontrasse algo particularmente interessante, tipo uns artefatos antigos ou joias e acessórios legais. Seria bom achar mais alguma coisa de valor ali pra dividir entre o grupo, mas mesmo se não fosse o caso, ao menos o dinheiro das recompensas já estava de ótimo tamanho.

Feito isso, seria a hora de organizar tudo e dar o fora daquele lugar, que com sorte eu não teria que voltar a visitar nunca mais. Visitar ruínas antigas cheias de labirintos e que davam numa espécie de arena de batalha soava incrível na teoria, mas daquelas ali eu só queria distância mesmo. Assim, torcendo pra que Leon tivesse marcado o caminho como tínhamos planejado, eu seguiria com o restante do grupo para fora do labirinto, caminhando pelos corredores de maneira bem mais relaxada do que na nossa vinda mais cedo. Quando enfim estivéssemos do lado de fora, eu respiraria bem fundo o ar puro da floresta, sentindo o gostinho da vitória. Tinha sido difícil, mas estávamos de volta, todos nós. Daí, uma vez de volta na vila dos minks, eu ajudaria a descarregar tudo antes de ir junto com Kim até Rosy, na esperança de terem alguém que pudesse tratar os feridos ali. - Eu também tô todo quebrado, e meu braço tá fora do lugar. Uma ajudinha viria a calhar mesmo, heheh. -  daria um sorriso envergonhado.

Daí, se tudo desse certo, esperaria a minha vez de ser tratado, indicando os lugares em que estivesse ferido caso já não estivesse escancaradamente óbvio. Depois que terminasse, iria até Rosy outra vez, perguntar uma última coisinha: - Ah, vocês têm algum riacho ou coisa do tipo aqui por perto? Deve ter algum lugar em que tomam banho, né? Eu tô precisando mesmo, nem que seja só pra lavar o rosto. - juntaria as mãos num sinal de pedido, e com sorte, teria um lugar pra tomar um banho antes de ir dormir. Eu odiaria ter que me deitar ainda me sentindo todo nojento, com o tanto que eu tinha sangrado e sido jogado de um lado pro outro lá embaixo. Assim, me banharia na medida do possível, e depois iria dormir onde nos fosse indicado pra deixar todo o cansaço ir embora. Depois de tudo, a gente merecia.


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Re: Here Comes The Sun Sex 25 Fev 2022 - 23:45
Leonheart Valentine


Finalmente conseguia fazer Anais se acalmar após aquela enorme confusão, mas mesmo todo ferido da batalha mortal na qual havia participado, não conseguia tirar o sorriso do rosto enquanto acalmava Anais, ajudando-a a se estabilizar com as rodinhas que haviam surgido em seus pés. - Você é incrível, Nana! Nunca achei que você pudesse ficar mais legal do que já é, mas isso superou todos os limites imaginais! - Com muito afeto, daria um abraço no pescoço de minha melhor amiga. Por um instante havia desejado aquele poder para mim, mas depois de sentir na pele como era guiar Anais com aquela nova habilidade minhas dúvidas haviam desaparecido completamente. Certamente seria uma ótima adição para o nosso trabalho em equipe. - Shari Shari no Mi... É, soa legal! - Minha animação era tanta que quase chegava a esquecer meus ferimentos, recordando-me dos mesmos quando sentia as pontadas de dor ou qual não conseguia me mover como queria. Com a adrenalina sumindo, mesmo tendo feito movimentos acrobáticos em meio à luta, agora com o corpo se acalmando tinha dificuldade até mesmo para fazer movimentos simples, então apenas me deitaria em Anais e a faria me carregar para evitar esforço.

Como haviam chamado para o casebre onde ela estava antes quando a encontrei, iria até lá nas costas do cavalo, tomando cuidado para não acabar batendo em nada e olharia ao redor por qualquer coisa que chamasse minha atenção, principalmente itens rosas ou brilhantes. - Gostei daquele! Vou ficar para mim! Falei primeiro! - Diria ao apontar por tal item. Se alguém comentasse que, como Anais já havia comido uma akuma no mi, o provável bem mais valioso daquele lugar, eu já tinha pegado toda minha parte, daria de ombros. - A Nana já pegou a parte dela, nisso eu concordo, mas eu ainda não. Somos duas pessoas diferentes que ajudamos muito essa equipe. - Dito isso, considerando o assunto já resolvido, apenas pegaria o que achava interessante, tentando me esticar para não ter que sair das costas do cavalo, apenas o fazendo como última e derradeira opções, o que poderia levar a cenas cômicas nas quais me esticava o máximo possível para pegar os objetos, quase caindo para fora das costas de Anais devido à minha birra.

Com isso resolvido, voltaria para o lado de fora para confirmar o estado dos procurados, tanto as três mulheres quanto Toth, garantindo que estavam presas ou sendo levadas pelos minks de volta para a aldeia. No pior dos casos, pediria ajuda aos minks para os colocar na garupa de Anais, bem atrás de mim, mas tomando o cuidado de ficar no ponto oposto dos dois mortos, preferindo ficar colado com uma das mulheres vivas e imobilizadas, de preferência a que havia ficado cega. Caso já estivessem sendo levadas, ajudaria os outros a colocarem os bens que havíamos conseguido na garupa, tomando cuidado para não ficar pesado para o cavalo. - Já chega, colocaram coisa demais, qualquer coisa além disso e a Nana vai sentir o peso! - Diria, caso tentassem a encher de coisas pra carregar. Com tudo organizado, seguiria com os outros para fora do labirinto seguindo o fio do meu novelo que Kim havia insistido em carregar para evitar qualquer desastre por minha parte. Tentaria sempre falar palavras de apoio e ajuda se visse Anais sofrendo com as rodinhas, e se mesmo assim não fosse o suficiente, tentaria a ajudar a desativar. - Pensa em um interruptor e desliga, isso deve ajudar. - Não sabia se ela me entenderia, claro, e se não o fizesse, tentaria dar tapinhas leves em suas pernas para tentar ativar qualquer tipo de reação reflexiva que fizesse seus cascos retornarem, tomando cuidado para não a machucar.

Assim que chegássemos novamente na aldeia junto dos outros minks, não pensaria duas vezes antes de seguir para o local em que estivessem cuidando dos feridos, me jogando em um local para ser atendido. - Ai ai ai, tá doendo muitooooo. Me ajudaaaaa. - Faria drama para ser atendido, apesar de possivelmente ter lutado uma batalha mais difícil que os outros minks. Tiraria minha roupa sem cerimônia, ficando seminu, mas deitado de bruços para exibir meu belo traseiro enquanto estivesse sendo tratado, na esperança de ser visto por Asta. Ao final daquilo tudo, com o comentário de Matt sobre o banho, daria um pulo animado. - Banho! Quero tomar banho, tô fedendo. - Me viraria para Myr, animado. - Vamos lá, Myr! Banho das garotas! Cadê a Kim? - Começaria a correr animado atrás da esverdeada para poder tomar banho nós três, ficando completamente sem roupa, como vim ao mundo, exibindo meu corpo frágil e delicado que facilmente poderia ser confundido com o de uma garota, se não fosse a falta de seios e a genital me delatando. Se fosse barrado de me banhar com as garotas, não esconderia meu descontentamento. - Isso é um absurdo! Sou tão feminina quanto vocês, vão ver só. Pera, isso quer dizer que eu posso ver o gostoso do Matt pelado? - Mudaria completamente minha expressão e correria completamente nu para onde Matt estivesse, indo tomar banho com ele.  




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Malka
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Re: Here Comes The Sun Ter 1 Mar 2022 - 15:30

Myriam Leuchten
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POST 29






Era um alívio perceber que Leon estava conseguindo lidar decentemente com a situação, agora finalmente poderíamos voltar ao nosso objetivo. — Não precisa repetir mais uma vez, odiaria ser deixada para trás na contagem depois de todo o esforço para acabar com o saco de pelos, kirihihi! — responderia à Kim coçando minha nuca despreocupadamente. Infelizmente, logo daria pra perceber parte da minha pele da nuca descamando e ficando exposta, sua camada superficial presa nos meus dedos como quem tomou sol por horas a fio "É, eu já devia estar me cuidando quanto a isso. Acho que todo o trabalho pra cuidar de Toth me levou um pouco mais ao limite do meu corpo do que esperava, se isso de fato puder ter um impacto negativo na influencia do diabo eu deveria pegar mais um lote de remédios antes de deixar esse lugar". Pondo um dos remédios na língua e engolindo, daria uma relaxada em meus ombros e seguiria em passos calmos até o casebre.

Passaria o tempo necessário para coletarmos as coisas, concordando com o comentário de Leonheart com um pouco de receio — Tá, a Nana tem a parte dela, mas ela não vai te deixar tão cedo, então tenta não ficar com o olho gordo e pega só a sua parte, beleza? —. Se algum dos meus parceiros tivesse problemas com o carregamento, mesmo com os braços doloridos eu me ofereceria para ajudar a carregar até fora daquele depósito, guardando as coisas em meus bolsos, na minha bolsa e levantando tudo que restava encima da cabeça com os dois braços de apoio. Levaria também, obviamente, o que sobrara de minha espada, era importante demais para ficar largada naquele lugar mesmo em péssimo estado. Seguindo o caminho de fios trilhado mais cedo de volta a vila junto dos outros, esperaria próxima de braços cruzados que Matt e Kim se resolvessem com Rosy quanto ao tratamento que precisávamos, certamente não era uma boa idéia passar aquela noite sem nos cuidar e correr o risco de uma infecção ou algo pior.

Seguindo os outros um tanto tímida para receber os devidos cuidados, evitaria tirar mais do que o necessário da minha roupa, só abrindo um pouco os buracos do tecido para que cuidem da faca alojada em meu ombro e dos cortes nas articulações. Se realmente necessário, levantaria a blusa para que o responsável veja se pode fazer algo quanto as minhas costelas, ao menos coloca-las no lugar para que nada entre em um órgão interno, fechando os olhos e respirando fundo algumas vezes para segurar-me contra as possíveis dores do tratamento.

Saindo do locar em que havíamos ido para sermos cuidados, ou tendo de cuidar sozinha daqueles ferimentos da melhor forma possível no pior dos casos, me espreguiçaria com certa cautela. Passar a noite suja ou manchada de sangue era a menor das preocupações, não é como se não estivesse acostumada a acordar literalmente coberta de sangue e suor após os dias mais longos de trabalho, e sendo só eu e papai em casa a gente já era meio acostumado a isso, mas pensar sobre estar assim na frente dos outros me dava um pouco de vergonha, então um banho aos poucos se tornava uma necessidade para passar o resto da noite bem. Curiosamente Leon tinha a mesma idéia, mas... Não era exatamente o que eu havia pensado — Banho das garotas? Calma, mas- — o veria se despindo, já ficando assustada com a atitude repentina e, creio, nada adequada, mas ficaria ainda mais assustada ao que o mesmo menciona ir até Kim "não não, se isso acontecer ela não vai matar só você, mas eu também por ter deixado isso acontecer!" — LEEON, CHEEGAAA! — berraria, o afastando com um soco na bochecha e apontando em seguida para uma ponta distante do lago antes mesmo que pense em cruzar o mesmo caminho que Kim seguiu.

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Não seria um soco muito forte, só com peso o suficiente para tentar o jogar para longe, para passar o recado — Ela nem te conhece direito, vai ficar com vergonha de te ver! Damas não são fáceis de lidar, você é a prova viva. Vai lá tomar banho com os meninos, vai. — concluiria, mas a preocupação com minha recomendação começava a surgir. Tentar parar o rosado era como se meter de braços abertos na frente de um furacão, então era mais assustador ainda quando o furacão decidia virar de costas e seguir outro caminho — Espero que o Matt fique bem. Mas acho que ir atrás dele pode acabar sendo antiprivativo, se eu o fizer agora meu discurso anterior terá sido bem hipócrita... Meh, eles se resolvem, já são grandinhos já... E o Matt tem uma arma, qualquer coisa. — dando de ombros, sussuraria contra o ar fresco da clareira. Ainda que motivada a ir ao banho que planejei, fazê-lo sozinha ao ar livre ainda era um pouco preocupante e, pior que tudo, solitário. Logo, seguiria buscando Kimberly com cuidado por entre os arredores dos pés d'água, me virando para ela com um sorriso cheio de dentes assim que pudesse vê-la — Kirihihi, com licença, espero que não esteja incomodando. Dá pra eu entrar também? Tive de parar no meio do caminho pra dar uma afastada no louco do cavalo de rodinha, mas agora sim tá tudo resolvi- é, eu resolvi, resolvido, é! Resolvido, isso, eu... Resolvi. — daria algumas travadas ao focar meus olhos nela ainda na água, o rosto ficando vermelho de pouco a pouco mesmo com meu esforço de esconder a cor.

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Quando decidi ir atrás da esverdeada não tinha analisado bem a situação – já era incapaz de segurar a vergonha de estarmos tão próximas naquele lugar, daquela forma. Além disso, ao olhar diretamente deveria ser capaz de notar ela se escondendo um pouco em si própria, recolhida e começando a se vestir novamente, então era de se imaginar que minha presença gerava também certo desconforto. Esfregando os dedos das mãos uns nos outros com ansiedade e desviando o olhar, tentaria explicar a minha reação o melhor que posso para evitar que o clima fique ainda mais estranho — Perdão. Eu... Nunca vi outra mulher despida, assim, na minha frente. Não sei o que deu em mim de fazer uma oferta desse tipo. Eu v-vou te deixar confortável. Qualquer coisa me chama, eu ouço. — me virando completamente de costas antes de sair, seguiria até algum outro lugar do lago, mais distante dos outros três que posso, indo limpar o excesso de sangue do rosto e das roupas sem fazer esforço desnecessário. Se a água estivesse decentemente limpa antes de eu entrar, beberia alguns goles para que minha garganta venha a comedir contra a angustia de ser rasgada com o sangue vomitado mais cedo, limpando também aquele seu gosto que atrapalharia meu sono. Sentiria neste momento a altura dos meus chifres ao os apalpar com os dedos, vendo se não precisava aparar o tamanho ou as pontas, só então lembrando que não teria ferramentas para isso comigo na vila — Tudo bem, eu acabei de sair de uma luta até a morte e nem sei se tô com todos os ossos no lugar ainda, é muito cedo pra me preocupar com vaidade.


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Re: Here Comes The Sun Sex 4 Mar 2022 - 0:43






Capítulo 1
Here Comes the Sun



Com o findar da batalha e o descanso mútuo, finalmente, todos poderiam gozar de estarem vivos e praticamente bens. Anais finalmente parecia capaz de controlar seu movimento até então, enquanto as pessoas começavam a finalmente receber o choque da falta de adrenalina e o corpo frio. Talvez o resto daquela noite não fosse tão agradável para muitos, mas definitivamente seria merecido e um tanto quanto prazeroso. A luta que havia deixado todos sequelados finalmente acabara, e isso era motivo para regozijo geral, mesmo que acompanhado de desconfianças, irritações e ações por baixo do pano.

De qualquer forma, não demorava muito para que todos partissem em direção à cabana de Toth, onde o mundo saía de uma paisagem escura, quiçá fétida porém natural, para um lugar que cheirava à riqueza e esbanjava essa característica com sua distribuição. Vários objetos interessantes e artefatos se mostravam ali, pertencentes anteriormente a algum outro dono. Além disso, sacos de recompensas diversos da marinha e possíveis criminosos ali jaziam, como uma última memória persistente da sua vida ceifada no coliseu.

Todos faziam suas escolhas, com ênfase na igualitária como proposto agressivamente por Kimberly e de certa forma ignorada por Leon, ao pegar presentes para si e sua égua. De qualquer forma, todos faziam suas escolhas e carregavam o que tinha que carregar para finalmente sair daquele lugar. A volta, diferente da ida, seria mais tranquila embora dolorosa devido aos diversos ferimentos carregados por todos; era inevitável. Apesar disso, o contentamento de finalmente receber os espólios por tudo aquilo parecia criar uma certa sensação boa nos envolvidos.

Leon, fascinado pela cor rosa, optava por uma espécie de colar e uma sela especial. Já Myrian, pegava uma máscara de aparência bizarra e uma luva que por algum motivo chamava sua atenção. Kimberly, por outro lado, fascinada pelo verde - aparentemente - optava por uma gargantilha de mesma cor, além de um pingente em forma de cisne com uma pedra preciosa azul formando seu corpo. Por último, Matteo se interessava por um bastão cilíndrico estranho e diferente, capaz de chamar a atenção do loiro, bem como optar por uma máscara semelhante a de sua colega, porém de tonalidade diferente. Ambas exalavam a decomposição.

De qualquer forma, logo saíam do labirinto sem muitas delongas, graças à ideia de marcar o caminho com o fio para não se perder. O ar livre, vazio de morte e repleto de vida, enchia os pulmões de todos ali e parecia renovar as energias daqueles que já estavam esgotados, bem como limpar o sistema dos guerreiros daquela fragrância de morte e sangue. Apesar de fisicamente puderem apagar as marcas da luta, tudo aquilo continuaria para sempre nas mentes de todos, quiçá passado de geração em geração pela aldeia.

Não demorava muito, novamente, para que alcançassem a aldeia. A primeira coisa que muitos faziam era pedir por atendimento médico. Primeiro Kim, depois Matteo, enfim um Leon dramático que ocupava os espaços que não eram seus para fortalecer seu drama, e, por fim Myriam. Todos se seguravam para não expressar a dor que os ferimentos causavam, ainda mais na fase de seus tratamentos que, embora profissionais, não os tornava isentos de dor. Tirando o mínimo de roupas possíveis para tal, conseguiam finalmente se livrar das chagas que marcavam seus corpos. Um banho nesse momento parecia ser o ideal para trazer conforto e dignidade novamente para esses indivíduos cobertos em sangue que não eram deles.

O quarteto então partia, aparentemente separado mas comicamente juntos, colados por um laço estranho. Kimberly, como sempre, parecia ser a primeira, seguida por Matteo e Leon. Sem pudor nenhum, o último se colocava no estado em que veio ao mundo, atraindo a atenção de Myrian não por suas intimidades, mas sim pelo ato inconsequente e pelo pensamento de receber uma bronca de Kim. Socando o rapaz para que o mesmo mudasse de rumo, seguia para a parte onde se encontrava a esverdeada em sua paz tranquila e vazia de presenças. A rosada nunca havia visto uma mulher despida antes, e parecia sentir que a moça se incomodava com a situação, escolhendo ir para outra parte do rio. Leon e Matteo acabavam juntos em uma possível paquera, enquanto a noite terminava com as águas do rio lavando as vivências daquela batalha sangrenta.


Histórico:

Legenda:

Considerações:

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"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Re: Here Comes The Sun Sex 4 Mar 2022 - 22:52
Depois Da Tempestade – Parte III

Finalmente limpa, era como se um enorme peso houvesse sido tirado dos meus ombros. O sangue e poeira eram antes como um lembrete constante de que minha aparência estava “impropria”, e as águas do rio curavam meu corpo daquela “doença” chamada sujeira. Olhando de certo modo, podia realmente dizer que realmente não havia mais peso sob meus ombros, sem a poeira que antes habitavam eles, mas eu não era do tipo de refletir demais sobre aquelas impurezas a ponto de pensar demais no assunto: tudo o que importava é que agora estava limpa, pura, e era apenas em alcançar isso que eu pensava antes. ”Espero que os meninos tenham se limpado também. Se os lobos nos botarem para dormir juntos e um deles estiver sujo e fedendo, vou fazer ter que dormir do lado de fora” Pensava, decidida, sem muita paciência para suportar um porcalhão que pudesse fazer aquele banho não valer nada. Após me secar e me vestir, procuraria Myriam, indo na direção em que havia se distanciado ou seguindo o rastro residual de sangue na água, já que ela havia quem mais havia se ferido e quem mais cuspia sangue para começo de conversa. Encontrando-a, esperaria a certa distância se ainda estivesse despida, uma vez que havia estado envergonhada antes, e depois em aproximaria - Terminou? Ótimo. Por garantia, os outros dois foram se banhar também, não é? Já não basta o cheiro de sangue e sujeira que veio pra cá depois da batalha da alcateia.

Junto de Myriam ou não, logo retornaria para a aldeia dos minks, em busca da outra ultima coisa que queria depois daquela noite árdua: descanso. Depois da adrenalina passar, e do conforto de finalmente estar limpa me tomar, finalmente percebi o quão cansada estava. Não só o ataque havia ocorrido a altas horas da noite, como eu havia me desgastado muito naquele combate. Imaginava que fosse o mesmo para os outros, então, esperando que os minks não já estivessem todos dormindo, procuraria Rosy ou Asta, que eram os minks que tinha mais intimidade, ao menos em comparação com o pouco tempo que estivemos na aldeia - Com licença, teria alguma tenda disponível onde eu, e os outros três, poderíamos passar a noite? - Pediria, sem muita disposição ou capacidade de cruzar a floresta em plena madrugada para retornar à cidade. Eu duvidava que eles fossem nos recusar, ainda mais por terem sido acolhedores mesmo antes de termos livrado a floresta dos piratas que os causavam tantos problemas. Com uma resposta positiva, logo buscaria os outros três para repassar a informação, e então ir até o local onde pudéssemos ter nosso tão merecido descanso.

Antes de dormir, porém, eu tinha outra coisa para resolver. Caso fossemos dormir todos juntos, iria diretamente até Leonheart, ou então iria até a tenda dele se fossemos separados por gênero - Leonheart, você disse que é costureiro, não é? Consegue costurar esse rasgo no vestido e este na meia? - Apontaria nos locais onde houve o corte superficial na minha barriga e a flechada na perna, onde felizmente não era mais possível ver o cabo de madeira da flecha antes alojada. Caso, disposto a costurar, ele me pedisse para retirar a roupa, eu olharia para o lado, para Matteo. Eu duvidava que Leonheart fosse se importar comigo na roupa de baixo, mas o rapaz loiro certamente era uma outra historia - Matteo, espere do lado de fora, fazendo o favor - Diria quase como se não fosse um pedido, em se Myriam estivesse ali, completaria Myriam, pode ir fazer companhia e ficar de olho nele? - E esperaria a saída de Matteo ou de ambos. Garantindo que estava sozinha com Leonheart na tenda, me viraria de costas e retiraria primeiro meu vestido, antes de me abaixar e tirar a meia com o rasgo, de forma que ele não conseguisse ver meu tornozelo - Comece pela meia, se for possível - E então sentaria em cima do pé sem meia, para esconder a cicatriz do tornozelo mesmo que ele viesse para a minha frente. Após terminada a meia, rapidamente vestiria-a enquanto ele estivesse trabalhando no vestido, ao qual vestiria-o logo também assim que ele terminasse.

Novamente vestida e sem os rasgos nas roupas, chamaria os outros novamente para a tenda, e, se Myriam estivesse em outra tenda, a chamaria lá também. Com os outros três reunidos, puxaria o saquinho de dinheiro que havíamos achado no labirinto, ao qual estava cuidando esse tempo todo - Agora que aquilo tudo acabou, acho que não faz sentido continuar carregando esse peso - Jogaria o conteúdo sobre o chão, revelando os berries - Eu aproveitei para contar direito enquanto esperava, e tem 4 milhões. Ou melhor, 1 milhão para cada um - E logo faria a separação, pegando um dos 4 bolos para mim - Amanhã vamos cedo até o porto levar as capturas. Essa ilha tem uma guilda, então é provável que venham vez ou outra marinheiros coletar as capturas dos caçadores. E, se o que descobrimos da Caçada estiver correto, Toth todo ano usava alguém para entregar os perdedores e coletar o dinheiro, o que significa que é provável que nessa época tenha altas chances de haver marinheiros coletando capturas, assim como nos outros anos. Vamos torcer pra não ter que carregar os corpos até outra ilha para isso - Terminaria, guardando meu dinheiro - Alguma objeção?

Resolvido tudo que precisava resolver, finalmente me prepararia para dormir, fosse naquela tenda ou retornando para outra com Myriam. O dia havia sido longo, e esperar ainda mais para aliviar estresse mental e muscular estava além das minhas capacidades. Ajeitando-me da forma que conseguia, deixaria minha mente lentamente se diluir, incapaz de apagar de uma vez mesmo com o cansaço pelos vários pensamentos que ainda permeavam minha mente. Desejaria apenas que fosse uma noite sem sonhos, uma vez que meus sonhos dificilmente eram bons. Quando os primeiros raios de sol despertassem meu corpo novamente, permaneceria um pouco mais deitada de olhos abertos, esperando o cansaço e confusão matutina se dispersarem. Após isso, me levantaria, afastando qualquer resquício de sono, e iria em busca dos outros para acorda-los - Já dormimos demais. Acordem, acordem - Tentaria os despertar caso ainda tivesse alguém dormindo na minha tenda, ou na outra se estivéssemos separados. Esperando todos se arrumarem, procuraria Rosy, Asta ou os dois, para me despedir - Bom melhor irmos embora logo, já abusamos demais da hospitalidade. Espero que agora a floresta de vocês fique mais calma - Faria um aceno de cabeça, quase como um “boa sorte”, antes de ir aprontar os cadáveres dos piratas abatidos e as duas capturadas, caso não houvessem fugido durante a noite, dando espaço a quem mais quisesse se despedir dos dois. Com as despedidas feitas e tudo preparado, iria junto dos outros cruzar a floresta, possivelmente com a liderança de Myriam que conhecia melhor a ilha, para enfim ir até o porto, em busca de um marinheiro que pudesse finalizar de uma vez por todas aquela longa caçada.
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Re: Here Comes The Sun Dom 6 Mar 2022 - 22:54
Leonheart Valentine


Em meio aos tesouros que Toth havia prometido que seriam nossos caso o derrotássemos, além da akuma no mi comida por Anais pude encontrar uma belíssima cela rosa, que ergui animado em direção à minha companheira equina. - Olha que coisa mais linda, Nana! ia ficar uma belezura em você. - Pegava também um belo pingente rosa em forma de coração, uma bijuteria que certamente combinava com meu estilo. Com tudo feito, logo retornávamos até a aldeia, com muita dor e exaustos, para enfim ter o merecido descanso. Ao que tudo indicava tecnicamente já era dia seguinte, tendo passado de meia-noite, mas havia haviam coisas a serem feitas antes que pudéssemos enfim pregar os olhos, por mais cansados que estivéssemos, e uma dessas coisas era receber um tratamento adequado em nossas feridas. Chegando na aldeia pude ver um espaço separado para o tratamento dos feridos, provavelmente feito especialmente para os minks que haviam ido lutar, mas acabava servindo também para nós quatro, mas não podia deixar de fazer um escândalo para receber logo o tratamento e ficar livre. Ao fim, o assunto do banho surgiu, e me animei de imediato, imaginando eu, Kim e Myr tomando banho juntas e conversando coisas de garotas, e logo comecei a tirar minha roupa, revelando lingerie intima que usava como roupa de baixo, mas Myr foi enfática em não me permitir me juntar a elas duas.

- Mas... Mas... Sua okamafóbica, como pode me mandar tomar banho com os homens? - Fazia uma expressão de choro para ela ficar com pena de mim, mas logo mudava de ideia de forma repentina, mudando a expressão chorosa por uma de uma ideia genial ao perceber que com isso poderia admirar Matt nu. Não era a posição mais confortável, afinal naquele momento me sentia como uma garota, mas tudo que precisava fazer era respirar fundo, entrar no meu modo homem e ir até onde o loiro estava se banhando. Esse era um dos lados bons de ser fluido. Correria já praticamente nu, carregando as peças de roupa que já havia tirado, em direção ao trecho do rio onde Matt estava, me preparando para fazer um mergulho bomba propositalmente na direção em que ele estivesse, de modo que minha bunda grande e roliça fosse em direção ao seu rosto e ele percebesse o que estava perdendo. Ele evitando minha aproximação ou não, logo me ergueria acima da água, respirando fundo e balançando a cabeça devido aos meus longos cabelos terem se molhado, provavelmente já flutuando na água. - Oi, queridinho, sentiu saudades? - Faria uma pose tentando ser sexy, e revelando meu corpo surpreendentemente feminino, que se não tivesse visto que não possuía seios e possuía o membro masculino, poderia facilmente me passar por uma garota. - Sabe, eu estive muito curioso quanto ao seu "tamanho". Acho que é uma boa hora para checar. - Assim, mergulharia no rio de olhos abertos, tentando ver as partes intimas de Matt. Se ele ficasse tentando bloquear minha visão, ficaria tentando ver por outros ângulos só para o provocar, enquanto me banhava e tirava toda a sujeira e sangue do meu corpo.

Quando me levantasse após uma limpeza completa, balançaria meu corpo todo para me secar e, caso não tivesse uma toalha para usar, me vestiria assim mesmo para retornar para onde os outros estavam, indo mais para perto da fogueira caso estivesse acesa para me secar melhor antes de ir para onde iriamos passar a noite. Com Kim vindo até mim para concertar suas roupas, exibiria um enorme sorrido, feliz por ela vir pedir minha ajuda, como se isso fosse uma confirmação de amizade. - Mas é claro, queria amiga. Antes de qualquer coisa sou uma legítima costureira, posso fazer isso ficar bom como novo! Espera, deixa só eu... - Começaria a procurar em minhas coisas meu kit de costura. Boa parte do fio havia sido usado pra fazer a trilha, mas como havia pego de volta quando quando saímos ele estava bem completo ainda, e esperava que fosse o suficiente para ao menos fazer reparos em nossas roupas. - Vamos lá. Kim, Myr, Matt, façam uma fila, é hora de euzinha mostrar do que sou capaz. Não quero ninguém aqui desfilando pela cidade em trapos, então podem ir tirando as roupas que eu vou fazer minha mágica. Um de cada vez. - Como Kim havia pedido primeiro, começaria por ela, indo até um local mais privado, provavelmente a tenda onde dormiríamos, para que ela pudesse se despir sem maiores problemas.

Costura era de suma importância para mim, de modo que quando pusesse minhas mãos nas peças de roupa poderíamos pela primeira vez me ver calmo e concentrado, me focando totalmente no serviço em mãos, nem mesmo puxando assunto ou olhando para eles, mesmo que fosse Matt como veio ao mundo na minha frente. Analisaria com calma os tecidos de cada peça e sua cor, procurando os fios mais adequados para fazer os remendos, pences e reparos para que nem ao menos fosse possível perceber que algum dia haviam sido danificadas. Adoraria poder fazer incrementos, mas naquele momento meu cansaço dizia que era melhor apenas fazer o que precisava e ir dormir. A única exceção seria se fosse arrumar alguma roupa de Matt, em especial suas calças, na qual desenharia um coração de fios vermelhos com L + M na área da bunda por dentro da calça de modo que não fosse perceptível por fora, ou então na parte interior de alguma outra peça que me desse para arrumar. Feito os ajustes nas roupas dos três, faria o mesmo nas minhas, afinal não podia dizer estar fashion com aqueles trapos rasgados. Por fim, iria até eles e faria uma reverencia, como um artista que acabou de realizar uma apresentação, esperando os aplausos.

Ficaria com eles se decidissem organizar qualquer coisa, apesar de estar meio avoado. - O que estiver bom para vocês, está bom para mim. Agora, se me dão licença... - Pegaria qualquer coisa que fosse para mim e sairia da tenda ou de onde estivéssemos. Só faltaria uma única coisa que pretendia fazer ainda antes de dormir, e não podia deixar aquele assunto para depois. Tentando ser discreto, avançaria o mais furtivamente que pudesse ser até a tenda de Asta, sabia que ele provavelmente estava bem ferido, mas devia ter recebido um tratamento ainda melhor e mais cauteloso que o nosso, afinal ele era o líder, e queria não só checar se ele estava bem, mas se conseguia uma diversãozinha antes de dormir. Se houvessem minks próximos, em especial Rosy, e me perguntassem o que queria, tentaria me fazer de bobo. - Só quero ver como ele está, sabe? Ele nos ajudou tanto, me sentiria mal se não agradecesse apropriadamente. - Tendo acesso, entraria em sua tenda, avançando de quatro em sua direção. Estando desacordado, daria tapinhas leves em seu rosto e o chamaria, mas se nem isso funcionasse, me levantaria e iria embora decepcionado.

Do contrário, de estivesse desperto ou acordasse com a minha chegada, me aproximaria de forma sedutora em sua direção. - Oi, garotão. Ouvi dizer que você gosta de humanos, e achei que podia te agradecer por toda a ajuda que ofereceu. Sabe o que ajuda com a dor? Prazer. - Usando meus dedos indicador e médio da mão direita como bonequinho de dedos, "andaria" com ele por sua perna de forma sexy, subindo pelo sei peitoral, mas tomando cuidado para não tocar em nenhuma ferida ou atadura. - Acho que nós podemos nos divertir um pouquinho. - Tiraria minha roupa, revelando o lingerie sexy por baixo, tentando ressaltar minhas curvas e características femininas para o seduzir. Claro, isso não adiantaria nada se ele não estivesse no clima ou não conseguisse subir mesmo eu parecendo uma mulher, situação em que eu apenas suspiraria decepcionado. e me retiraria, sem dizer nada. Não o culparia, mas seria meio triste. Do contrário, se ele retribuísse o afeto, aproveitaria bastante aquele momento antes de ir para minha tenda ter uma agradabilíssima noite de sono.




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Re: Here Comes The Sun Seg 7 Mar 2022 - 2:25

Here Comes the Sun



Cara, era bom estar com o braço de volta no lugar. - Ahhh...e a água tá surpreendentemente boa também. - pouco tempo depois de ter minhas feridas tratadas pelo pessoal da alcateia, eu me dirigi até um canto do rio que ficava próximo da aldeia, louco pra me livrar de todo aquele sangue e suor. Tinha achado um canto bom, e aí, deixando minhas roupas e uma toalhinha dobradas na margem, mergulhei com toda a intenção de aproveitar a experiência. Não era todo dia que a gente tinha a chance de tomar um banho ao ar livre sob a luz da lua cheia, afinal, e boiar com os olhos virados para o alto fazia o rio parecer uma espécie de banheira gigante.

Depois de relaxar um pouquinho, eu comecei a me lavar de fato, tomando cuidado pra não acabar tirando nenhum dos curativos, mas dando atenção especial às partes que estivessem mais sujas de sangue, pra ter certeza de tirar tudo. Ainda era meio surreal pensar que a gente quase tinha morrido lá embaixo. Minha paz não durou muito, porém, porque logo depois que eu comecei a lavar os cabelos, eu ouvi um barulho, o som de alguém...correndo? Quando olhei pro lado, não tive nem tempo de pensar ao ver Leon se aproximando em alta velocidade e se lançando na minha direção, completamente pelado. - EITA PORRA! - eu me joguei pro lado num mergulho, na esperança de me esquivar a bola de canhão. Me ergueria cuspindo água e balançando os cabelos, indignado com o fato de ter sido atacado enquanto tomava banho.

- Endoidou de vez, Leon!? - eu reclamei, mas a ofensiva dele não tinha acabado ainda. Dessa vez, ele fazia até uma pose, claramente tentando me provocar. Olhando assim, dava pra perceber porque eu não tinha conseguido dizer ao certo se ele era uma garota ou não quando nos conhecemos, e pra um desavisado, seria fácil acabar confundindo-o com uma. Se ele estava tentando me fazer passar vergonha pela segunda vez no dia, porém, não ia funcionar por dois motivos: eu sabia que era o Leon, e ele tava com a merda do pinto de fora.

Here Comes The Sun - Página 11 Anime-irritated

Eu o fitei com cautela, sem saber o que ele podia tentar em seguida. - Eu não me importo de você tomar banho por aqui também, mas é melhor não inventar de... - eu comecei, mas logo fui interrompido por um comentário do rosado a respeito do meu "tamanho"...ele não podia tá falando sério, né? Mas como que pra confirmar minhas suspeitas, Leon mergulhou de cabeça, e eu instintivamente levei as mãos até as partes íntimas. - Ah, seu...! - eu responderia firmando o pé no fundo do rio e chutando a areia pra cima, para que turvasse a água e atrapalhasse aquele idiota. Recuaria de volta até a margem ainda cobrindo o que precisasse, e pegaria a toalha pra me enrolar. - Se tentar isso de novo eu coloco uma aranha no seu cabelo enquanto estiver dormindo. - resmungaria. Dito isso, após um leve suspiro, simplesmente colocaria um sorriso no rosto de novo. Acho que aquele era o jeito dele, e não tinha muito o que eu fazer.

Felizmente eu já tinha praticamente terminado até o momento em que ele chegou, então simplesmente terminaria de lavar os cabelos ainda da margem, para depois me levantar e me vestir. - Eu vou indo na frente, vê se não se perde na volta. - me despediria temporariamente de Leon, e voltaria pra aldeia, agora bem mais refrescado e pronto pra uma boa noite de sono. Iria até onde o restante do grupo estivesse, procurando o meu lugar de dormir, e ficaria por lá até o momento em que Kim olhasse pra mim, me pedindo pra esperar do lado de fora. Meio distraído, eu ergueria uma das sobrancelhas como quem não entendeu direito, até ver o kit de costura do Leon e perceber do que se tratava. - Ahhh. Tá, tá, sem problema. Me avisem quando acabarem aí. - e sem muita cerimônia, iria pro lado de fora da tenda, ficando encostado logo ao lado da entrada e esperando que acabassem logo pra que eu pudesse ir dormir.

Se Myr também viesse pra "ficar de olho" em mim, eu daria um sorriso e olharia por um instante pro céu noturno, pensando em alguma forma de puxar assunto pra não ficarmos calados ali esperando. - Foi uma luta e tanto lá embaixo, em? - começaria, fazendo um gesto pra que ela se sentasse também se quisesse, pra caso os dois fossem demorar lá dentro. - Eu tenho que admitir que tive bastante medo naquela hora que todos aqueles minks que não esperávamos apareceram...mas mesmo assim, a gente conseguiu vencer no final. Não acha que merece uma comemoração? - levaria uma das mãos ao queixo, pensando por um momento. Qual seria um bom jeito? - Sabe, eu aprendi a fazer drinks dos bons com o meu velho uns anos atrás. Acho que seria legal darmos uma festinha antes de eu ir embora de Stevelty, e aí eu posso fazer alguns pra vocês. - sorriria, bem satisfeito com a ideia.

A partir daí, continuaria batendo papo com Myr até que nos liberassem pra entrar na tenda mais uma vez. No caso de Leon estar se oferecendo pra costurar as roupas de todo mundo, eu lhe daria as peças que estivessem rasgadas, desde que não tivesse que ficar pelado na frente dele - já que isso seria perigoso, provavelmente pra mim - em especial a camisa que tinha sido rasgada pelas garras de Serberus. E aí, quando tudo estivesse resolvido, me deitaria no meu lugar e fecharia os olhos, provavelmente sem ter dificuldade alguma pra pegar no sono, com o quão cansado estava. Com sorte, poderia sonhar com o Nicolò, a Dawn e a Eve; com os bolsos cheios de dinheiro, ou com uma vida de aventuras. Quando levantasse, porém, seria hora de dar adeus ao pessoal da alcateia, agradecendo-os por tudo que tinham feito, e finalmente partindo na direção da guilda de caçadores. Era hora de recompensar nosso trabalho duro.


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Re: Here Comes The Sun Seg 7 Mar 2022 - 16:59

Myriam Leuchten
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Encantada ainda com como se passou o dia, mesmo em meio ao banho encararia a pequena meia-máscara em uma de minhas mãos, tirando o excesso de água do cabelo com a outra "Que... Curioso.", passaria pela minha cabeça, com algumas fagulhas obscuras sendo geradas pelo objeto mas sem de forma alguma danificar minha pele. Tentaria passar um pouco de água junto para ver se seria de alguma forma uma consequência de sujeira ou ação de um ser vivo, mas caso aquela formação negra da peça parecesse agir mesmo embaixo d'água acabaria poe me assustar com seus efeitos. Um pouco receosa com o experimento, largaria novamente o item que coletei junto das roupas e terminaria de me lavar com mais atenção, o encarando continuamente por algum tempo até conseguir relaxar com a ajuda da água fresca.

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Ainda secando minha pele só com a brisa, o calor ambiente e as próprias mãos, me vestiria aos poucos para que os ferimentos não voltem a incomodar. Vendo ou ouvindo Kimberly em algum desses momentos, mesmo após terminar, daria um gritinho de rato e cobriria meus chifres com as mãos, largando o que quer que segurasse — Ai! Kim, que susto. Terminei sim, os outros devem ter também. Roupa do Matt tava até que cheirosinha hoje mais cedo, e Leon não tem cara de que gosta de ficar feia também. Só não sei se eles estão... Saudáveis. — teria um arrepio ao pensar no risco que o loiro podia estar passando — O-okay, melhor voltarmos, kirihe... — terminaria rápido e seguiria de volta assim que possível, torcendo pra ver os dois no acampamento ou a caminho.

Buscaria junto a Kim um lugar para dormirmos, agradecendo brevemente Asta e Rosy caso fôssemos capazes de dormir lá mais uma noite. No pior dos casos poderíamos andar a noite e eu arranjaria um espaço lá em casa, mas seria algo complicado considerando nossos ferimentos. A dor era cansativa, e uma caminhada longa não faria bem a ninguém. No local, discorrendo-se a situação com a roupa da esverdeada, concordaria com a cabeça, mas esbanjando um sorrisão presunçoso — Beleza, te guiar na ilha, te salvar do Toth e defender sua privacidade durante a noite, tá me devendo três. — deixando o local de nariz empinado e olhando-a por cima, voltaria o rosto e mostraria a língua pra ela logo antes de sair — Brincadeira, não leva pro coração tá? — a pediria com receio de chatea-la com essa brincadeira, mínima que fosse. Kimberly parecia ao mesmo tempo seca e sensível, então era difícil saber ainda até que ponto meu senso de humor funcionaria com ela.

Lá fora pareceria um ambiente solitário, a noite abraçando a gente naquele pequeno paraíso escondido, até que Matt iluminasse o lugar com aquele comentário. Mesmo que não fosse nada de mais, ainda era uma ação a qual eu não tinha desenvolvido tanto costume, logo isso de "puxar conversa" com gente de fora me deixava de guarda aberta — Foi mesmo... Achei que não ia sair com vida. — iria me sentando — Obrigada por meu salvar. Os machucados ainda doem? — perguntaria me aproximando com a mão de onde a lança pareceu acertar rasgando, mas sem tocar, com um olhar morto "eu podia ter impedido isso. Droga, eu sou muito fraca". Quando o assunto vai para os drinks, as engrenagens da minha cabeça voltam a funcionar — Tá, isso sim ia ser uma comemoração massa. Posso tentar fazer uns espetinhos de carne também. Ah, o papai vai ficar tão feliz quando- — meus lábios sem se mexer, seria como se a garganta secasse e todas as palavras fugissem de uma vez, como um veículo engasgado numa estrada de pedra tentando continuar correndo — Ele...  Vai gostar. Obrigada. — a dor no meu semblante ao lembrar que não o veria mais logo se transformaria num sorriso terno. Só consegui trazer aquilo pra nossa casa por termos feito o que fizemos, ficar negativa agora seria só um sinal de ingratidão.

Após uma boa trocação de papo, retomando o ritmo animado da minha fala e rindo quietinha de vez em quando só por ter uma boa companhia como aquela, me veria sendo chamada de novo para o alojamento temporário. Negaria assim que possível a oferta de Leon, por um simples motivo — Minha roupa não tá destruída ainda, isso são cicatrizes de batalha guardadas em tecido, é super maneiro. Quero ficar com ela assim um tempo. — me manteria durante o discurso de braços cruzados, orgulhosa do trabalho bem feito. Mesmo assim, agradeceria e aplaudiria Leon quando sentisse que era hora, de fato era um trabalho cuidadoso e respeitável. O dinheiro que Kim nos repassava também era uma surpresa muito bem vinda, que receberia em silêncio mas com a cabeça cheia de idéias "Isso aqui vai direto pro meu barquinho lindo. Será que vira uma vela? Um leme com alça de couro? Hm? Hm?! Imagino já minha alcunha, Myriam do Leme da Alça de Couro, Kirihihihihihaha! Nah, muito longo, e parece coisa de sadomaso, deixa pra lá".

Assim que tudo estivesse resolvido pelo dia, me poria a descansar com calma, relaxando os músculos tensos uma última vez. Assim que caísse no sono, encantada, sonharia com a planta do navio que havia pensado finalmente criando vida, literalmente saindo do papel em uma estrada marítima de flores e vinhas. Lá, estaria meu pai pra me dar um tapinha nas costas e... Minha mãe. Ela dá uma esfregada em um dos meus chifres, joga meu cabelo carinhosamente para trás da orelha e beija minha testa, dizendo que "eu fui uma boa menina, e agora seria uma boa mulher". Antes mesmo da hora de acordar, despertaria em leve choro, para depois voltar a dormir com certo esforço. Mesmo assim, acordaria bem de manhãzinha, levantando em silêncio e seguindo para a cabana de Asta a passos cuidadosos tentando não acordar os outros. Tinha de agradecer de alguma forma – não pude falar direito com ele desde que voltamos e não parecia estar em boa situação, ficaria bem feliz se pudesse vê-lo e falar com ele de forma sincera com um pouco mais de calma antes que fôssemos embora.


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Re: Here Comes The Sun Qua 9 Mar 2022 - 20:39






Capítulo 1
Here Comes the Sun



No leito daquele rio, os caçadores afogavam suas mágoas, limpavam seus sangues - o os dos outros - e retiravam o que chamavam de sujeira. As feridas podiam arder momentaneamente mas o prazer da água lavando as impurezas do corpo logo tomava a sensação ruim, transformando tudo em uma experiência positiva. Para Leon, isso tudo acabava por se exceder ao pular pelada na água com Matt, seu almejado amante, e tentar ver o tamanho de suas intimidades. Um a um, forçadamente ou não, iam saindo daquele lugar. Seus corpos imaculados novamente, apenas com as marcas do que fizeram e testemunharam naquele campo de batalha.

Kim era a primeira a fazer isso, encontrando Myriam brevemente antes de se encontrar com Rosy e a pedir por um lugar para ficar. A loba, de rosto visivelmente fechado e temperamento difícil de se lidar por tudo que ocorrera, apenas acenava com a cabeça - enquanto mastigava um pedaço de trigo na boca - mostrando a direção que levava para uma pequena cabana que acomodaria o quarteto pela noite. Na frente, uma fogueira apagada jazia, pronta para ser novamente acesa e usada como companhia para quem precisasse.

Não demorava muito para que todos, um a um, chegassem até o local onde dormiriam. Eles desejavam finalmente descansar seus corpos para recarregar as energias gastas mentalmente e fisicamente naquele dia. Tudo era difícil, e a mera lembrança da luta parecia trazer terríveis flashbacks para todos. Naquele momento, uns sentiam medo de nunca mais ver seus amigos novamente, outros temiam não sair de lá vivos; a realidade, embora sempre mais cruel, fora gentil com estes e os permitiram mais alguns anos de vida, quiçá dezenas de anos.

De qualquer forma, Kimberly pedia para que Leon costurasse suas roupas, pedindo, em tom de ordem, para que Matt saísse da cabana e lhes desse privacidade. Leon, naquele momento, não se importaria nem um pouco com a nudez da mulher. Myriam ia atrás, também por pedido da mulher, para que olhasse o garoto e mantesse um olho sobre ele. A dupla improvável fora da cabana acaba conversando um pouco e externando os sentimentos sobre tudo aquilo um para o outro, em um certo momento emotivo para Myr especialmente. Do lado de dentro, silêncio completo enquanto Leon realizava seu ótimo trabalho.

Findado este, a mulher se vestia e a costureira saía como se acabasse de terminar um grandioso show, recebendo aplausos de sua plateia que em breve poderiam virar seus clientes. Myriam negava, mas Matt pedia pelos serviços bem feitos do rapaz até uma extensão onde não ficasse despido para que suas roupas fossem consertadas. Não que isso fosse fazer muita diferença; Enquanto trabalhava, Leonhart era focada ao extremo em tudo que fazia. Naquele momento, tudo acabava e todos finalmente entravam para o lugar quente e aconchegante onde deveriam tirar seu descanso mais que merecido. O dinheiro de Toth era dividido igualmente por todos democraticamente para que os mesmos pudessem gozar de seus esforços na luta, enquanto a próxima gozação vinha de Leon.

Embora individual, a mulher saía de sua cabana na calada da noite para ver Asta, outro de suas paqueras. Chegando em seu quarto e se esgueirando de quatro até sua cama, via uma cena talvez chocante. O rapaz estava enrolado em bandagens e talas para segurar seus ossos quebrados e seus ferimentos mais sérios. Seu peito estava despido pois uma simples camiseta não caberia no entorno de toda aquela branquidão causada pelas ataduras. Ao tentar provocar o rapaz com sua sensualidade, o resultado alcançado parecia ser o oposto: ao acordar, segurava levemente a mão da mulher. Ele não dizia não, mas claramente não estava bem o suficiente para aquilo agora. Triste e desamparada, Valentine voltava para o dormitório, onde encontrava seus colegas já no mais pesado sono; sonhando seus mais íntimos sonhos e descansando seus mais pesados descansos.

Pela manhã, o sentimento parecia ser comum entre todos: se despedir, agradecer e coletar a recompensa por tudo que fizeram. Enquanto Myriam ia até cabana de Asta assim que acordava, Kimberly partia para pegar as capturadas e os cadáveres, com o objetivo de levar todos até o local de captura. A diligência das mulheres, no entanto, era paga com uma péssima notícia. As duas garotas capturadas haviam fugido na calada da noite, provavelmente longe o suficiente para que não mais as alcançassem. A manhã fria e cinzenta inaugurava o dia com desgosto, mas nada pior do que haviam passado no dia anterior.


Histórico:

Legenda:

Considerações:

Code by Arthur Lancaster



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"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Ceji
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Re: Here Comes The Sun Seg 14 Mar 2022 - 23:57
Aqui Vem O Sol – Parte I

O raiar de um novo dia inundava minhas veias de forças, mesmo que aos poucos. Após me levantar sem muita demora, não podia deixar de aproveitar a claridade do dia sob minha pele, mesmo que pouca dada às nuvens de Stevelty, como se me banhasse nos fragmentos de luz que vinha confitmar que tudo havia dado certo, que havia sobrevivido a mais um dia. A escuridão das ruínas na noite anterior havia nos engolido como uma besta faminta, corrompendo nossos pensamentos conforme Toth dilacerava nossa carne, mas, em comparação, aquela clareira era como um pedaço de paraíso em meio aos detritos, sujeira e nebulosidade do resto da ilha, e me fazia entender o porquê dos minks valorizarem tanto aquela floresta, aquele lugar "Pode não ser o melhor local do mundo, mas em Stevelty? Ao menos o ambiente é mais... puro" Pensava, respirando fundo da forma que não pude desde que entrei na ilha, pela poluição da cidade - Aí, aí...! - Exclamava, baixinho, conforme sentia uma pontada no corte na barriga, não curado, como se fosse um sinal do meu corpo: "vamos com calma".

Infelizmente, esse otimismo trazido pelo novo dia e pelo sentimento de trabalho bem feito não duraria muito - Ah não, ah não, ah não...! - Sussurrava, buscando pelo local. Depois de falar com Rosy, eu havia ido verificar as capturas, mas, para meu terror, Elise e Yura não estavam mais lá. Com Yura apavorada e Elisa cega, eu esperava que elas não tivessem condições de reagir a captura, ainda mais amarradas, mas a falta das duas onde havíamos deixado me dizia o contrário - Myriam! Matteo! Leonheart! - Chamava eles, com certo tom de urgência. Com a chegada dos três, apontaria com a cabeça para onde deveriam estar as piratas - E ai, quem sabe contar? - E, assim que se focassem no numero de seres ali, e se dessem conta de que só haviam os dois cadáveres, prosseguiria - Yura e Elise fugiram, provavelmente no meio da noite. A essa altura já devem estar longe. Com isso, são... - Parava por um instante para fazer o cálculo mental - ...2.750.000 berries a menos pra cada, se minha conta não estiver errada - Suspiraria, finalmente caindo a ficha que o supor e sangue que gastamos havia valido menos do que nos foi prometido ”Droga. Teria sido melhor matar elas? Ia ser menos recompensa, mas ao menos teríamos ganho algo por elas...” Pensava, mas, no final, não adiantava chorar pelo leite derramado.

Após nos despedirmos e confirmarmos a perda em definitivo, ainda tínhamos que ir até o porto tentar entregar as capturas para um possível marinheiro de passagem, quer tivéssemos duas ou quatro capturas, e era isso que eu faria. Antes de partir, já com minhas coisas comigo, iria até Rosy ou Asta pedir o cartaz de procurado de Toth, já que não teria mais utilidade para eles, e, com os outros já tendo pego suas próprias coisas, os chamaria para perto de Anais - Todos prontos? Essa captura ainda não está completa. Não façam corpo mole no finalzinho - E assim faria um aceno para seguirmos. Eu tentava permanecer focada, mas, embora ir em busca de um local mais limpo e arrumado fosse muito bom, era inegável que aquela aldeia havia se marcado em mim ao menos um pouco, apesar de só termos convivido ali por um dia. Ainda assim, foi um dia intenso, que fez questão de se marcar em nossos corpos ”É... Que ao menos os ferimentos não deixem cicatrizes. Marcas são melhores na mente do que no corpo” Pensava, no que havia sido deixado pelas piratas em meu corpo, como um lembrete de que sua derrota não havia sido total. Como um lembrete de que minha performance não havia sido perfeita o bastante. E, que, acima de tudo, meu corpo continuava frágil como sempre, desde a época que o passado tortuoso se marcou em meus pulsos e tornozelos da mais violenta das formas.

Enfim saindo da floresta suja, a qual havia me movimentado cuidadosamente pelos terrenos mais sólidos, tentando evitar a lama ou perigos ocultos na grama que pudessem me sujar, voltaria a me virar para Myriam - Hora de você guiar de novo. Sabe ir daqui até o centro da cidade, né? - Questionava por garantia, antes de seguir a rosada pelas trilhas e ruas de Stevelty. Caso chegássemos no porto sem contratempos, faria uma busca visual por algum navio com o grande símbolo da marinha no mastro, que delatasse a afiliação da embarcação. Caso não achasse, me viraria aos outros - Vocês estão vendo alguma embarcação da marinha? Ou sequer algum marinheiro? - Mas, se eu mesma identificasse o que estava procurando, apontaria discretamente - Ali - E iria para lá. Me aproximando do(s) marinheiro(s), chamaria sua(s) atenção(ões) - Bom dia, ainda dá tempo de entregar o que restou de alguns piratas? - E rapidamente procuraria nos meu pertences se estava com os cartazes todos, antes de lembrar que estava apenas com o de Toth, e o cartaz de Ivana estava com Myriam - Myriam, o cartaz da Ivana - Pediria, entregando o cartaz de procurado de Toth - Tudo nos conformes? Eu sou Kimberly Deshayes, e esses são... - Dava a deixa para eles se apresentarem, antes de eu mesma finalizar - ...Aspirantes a Caçadores de Recompensas.
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Re: Here Comes The Sun Qua 16 Mar 2022 - 23:51
Leonheart Valentine


Minha noite havia sido completamente arruinada. Quando Kim veio pedir minha ajuda, minha felicidade foi às alturas, e a emoção de finalmente fazer um movimento contra o líder da alcateia fazia meu coração pular no peito, mas ao chegar lá e o ver naquele estado, não puder deixar de ficar completamente decepcionado. Não imaginei que Asta pudesse estar em uma situação tão ruim, mesmo após ter sido surrado por Toth, e todo enfaixado e com talas daquela forma, era óbvio que ele não conseguiria participar da diversão, e não tinha o menor intuito de fazer qualquer coisa com alguém que não tivesse nem ao menos a condição de aceitar. Meu coração amoleceu com seu olhar, e não pude evitar um suspiro ao me vestir novamente para voltar para a tenda, já sem ânimo nenhum. Pude ver que os outros já estavam dormindo quando cheguei, e em súbita inspiração, percebi qual seria a única coisa que poderia me animar após aquela tentativa frustrada. Sem hesitar, seguiria até onde Matt estava dormindo para pegar no sono agarradinho a ele, com a cabeça apoiada em sua barriga e abraçando uma de suas pernas. Aquela definitivamente era a forma mais confortável de se descansar.

As horas se passaram, e o dia finalmente amanheceu novamente. Não sabia se eu seria o primeiro a acordar ou se seria Matt, mas caso não acordasse com o grito assustado do loiro ao ver o que eu estava fazendo, apenas ficaria ali parado, aproveitando o momento até Matt cortar meu barato. Quando percebesse que ele finalmente estava tendo alguma reação, me espreguiçaria como se nada de anormal estivesse acontecendo, me levantando e esfregando os olhos. - Que bela noite de sono. Bom dia a todos! - Mesmo pela manhã, continuava um poço de energia e bom humor, levantando-me rapidamente ignorando qualquer reclamação por parte de Matt. - Ru ajuda quem cedo madruga, todos de pé. - Bateria palmas como um sinal para todos despertarem, mesmo que já estivessem se arrumando para sair da tenda, só pra ser irritante, e após devidamente vestido e com minhas coisas, sairia da tenda, respirando o ar do dia, apesar de que com a poluição da ilha provavelmente não veríamos o sol, o que era bem triste. Com o chamado de Kim, iria a atender saltitando de um lado para o outro, e ficaria confuso com seu comentário sobre a capacidade de contar, contando mentalmente de 1 a 10 na minha cabeça só para ter certeza.

Apesar de acreditar que a pergunta em si era importante, quando Kim revelasse a fuga, apenas daria de ombros. - Acontece, mas não fique triste. Ainda capturamos um belo lobão, 20.000.000 de berries não é pouca coisa. Espera, ele morto vai valer menos, né? - Para para pensar um pouco, tentando fazer a conta, mas em um instante desistiria por ser trabalho demais. - Tanto faz, ainda é muito dinheiro. Nem sei o que fazer com tanta grana, e vocês? - olharia para os outros, esperando alguma resposta, quem sabe me dessem alguma ideia genial. Apesar de tudo, não havia decidido virar caçador pelo dinheiro, essa era a menor das minhas preocupações, e agora que estava prestes a receber pelo serviço que faria de graça, me sentia meio perdido. Talvez comprar mais materiais de costura, que havia gasto na noite anterior, mas fora isso não tinha muitas ideias. Iria então procurar algo para comer, imaginando que os minks provavelmente haviam preparado um café da manhã para a tribo, imaginando que seriam frutas como na noite anterior, e após comer um bocado, levaria algumas para Anais comer também. Se a encontrasse dormindo, a acordaria de forma repentina e nada graciosa. - ACORDA, DORMINHOCA! - Tendo enfim se levantado ou se já estivesse acordada, daria a ela as frutas, caso tivesse alguma, e faria carinho em seu pescoço.

Me lembrava então da promessa que havia feito, decidindo mais um uso daquele dinheiro. - No final você me ajudou muito, como sempre, e promessa é promessa. Vou usar esse dinheiro para comprar bastante cerejas. - Dando mais duas batidinhas amigáveis em seu pescoço, me juntaria aos outros para enfim seguirmos em direção a cidade mais uma vez, andando com meus próprios pés para podermos colocar os corpos dos dois capturados nas costas de Anais. - Se estiver confortável, tenta usar as rodas de novo, quanto mais tentar, mais fácil vai ser. Além do mais, duvido que esses dois reclamem da turbulência. - Não via a hora de aproveitar as novas capacidades de Anais em combate, mas para isso precisava ter certeza que ela não iria simplesmente deslizar sem rumo e cair sem motivo em meio à uma luta. - Pode ter certeza que não quero nada mole, querida. Rijajajaja! - Feita a piada em relação ao comentário de Kim, seguiria o trajeto todo cantarolando sem parar. - Depois disso vamos passar no mercado, preciso comprar algumas coisinhas com esse dinheiro. - Não fazia ideia de como encontrar marinheiros ou de once entregar os procurados, então apenas seguiria quem quer que estivesse tomando a dianteira, e quando encontrássemos alguém, me apresentaria prontamente. - Sou Leonheart Valentine, ao seu dispor!




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