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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 J09J2lK

Smoothie
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SmoothieEstagiário
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Velozes e Furiosos
O Coelho Lunar faz sua estreia em Sorbet!


Ninguém começa uma boa história com "Era uma uma vez", sua idiota! — Gritou Cornelia. Sua voz não era convidativa, a mink seria capaz de causar medo em quem qualquer um que ouvisse sua voz neste tom. Claramente estava com raiva de alguém, certo? Pobre de quem tivesse que lidar com esta roedora furiosa. Acontece que não havia mais ninguém ali para ouvir essa bronca, apenas ela e seus pensamentos. A garota esteve incontáveis noites à deriva em uma embarcação improvisada e um dia naufragou na ilha do Reino de Sorbet, naquele momento já não conseguia manter os próprios pensamentos na cabeça e passou a pensar em voz alta para não se render à loucura de estar só por tanto tempo.

Ela se encontrava sentada em banco de areia na praia, com um pequeno caderno e caneta em mãos, se esforçando para dar início a seu livro. Sequer se lembrava quando havia tido a última refeição, mas ainda assim conseguia encontrar energia para escrever. — Vamos lá, você é uma coelho inteligente, você consegue. — Ela repetia para si mesma até que tivesse uma ideia para escrever, suas mãos inquietas levavam a caneta para um lado ao outro do papel, mas nenhuma palavra vinha à sua cabeça.

Desde que havia fugido de Zou, Cornelia decidiu começar a escrever suas próprias histórias, mas estava encontrando problemas para começar, afinal, nada de aventuresco havia acontecido consigo ainda. Seu livro não seria necessariamente autobiográfico, a mink estava pronta para contar uma mentirinha aqui e outra ali, mas quando percebeu que a maior emoção de sua fuga havia sido um peixe de um metro e meio que pulou em sua frente assustando-a um pouco, também ficou claro que não era o momento certo para começar a escrevê-lo.

Ela parou um pouco e observou o mar à sua frente. — Caralho, se arrependimento matasse eu estava frita na frita na manteiga. Eu sabia que eu devia ter pegado aquele peixão e feito de jantar! — Seu pensamento foi interrompido pelo barulho de seu estômago contraindo, ela levou as mãos até a barriga e contorceu o corpo. — Muito louco isso, antes eu nem comia carne, mas a necessidade é a mãe da mudança! Tenho certeza que o ditado é algo assim... — Ela fez mais uma pausa para suspirar, antes de voltar a gritar. — Que droga não saber pescar! Eu ainda vou aprender a me virar! A necessidade é a mãe da invenção, é isso, irei aprender a pescar!

As tentativas seguintes foram obviamente falhas, Cornelia descobriu da pior maneira que coelhos não são pescadores natos, mas nem mesmo as leis da natureza são capazes de convence-la de que não é capaz de algo. Por ora havia aceitado o fracasso, só que ainda não havia desistido de aprender.

Em determinado dia da sua estadia na ilha a garota acordou disposta a explorar o local onde se encontrava, sentia que sua história precisava de um ponta pé inicial para começar. Cornelia bolou um plano: sairia andando pela ilha à procura de aventuras para viver e histórias para contar. Colocou em sua cabeça que seu primeiro passo seria encontrar uma cidade com uma biblioteca, destinando a primeira parte de seu dia para ler um livro sobre pesca e finalmente aprender a pescar. Não iria descansar até que encontrasse uma cidade, caminharia o quanto fosse necessário.

Se manteria atenta aos perigos ao seu redor, preparando-se par qualquer desafio que pudesse acontecer. Se encontrasse uma cidade em seu caminho faria o possível para explora-la e enquanto andasse nas ruas prestaria atenção ao seu redor para encontrar alguma informação sobre onde estava, porque em determinado momento se daria conta de que sequer sabia o nome da ilha. Caso alguma pessoa nas ruas lhe parecesse amigável tentaria uma aproximação mais direta e lhe perguntaria: — Eaí, tudo xuxu beleza? Me arranja uma informação? Sabe dizer que ilha é essa e onde eu encontro a biblioteca mais próxima? Dá pra perceber que eu tô meio deslocada né. — Cornelia acreditava que com sorte conseguiria facilmente essas informações e seguiria nas direções dadas. Quando chegasse à biblioteca faria o possível para conseguir por as mãos nos livros que seriam de seu interesse.

Off:
Ouvi dizer que vai ter festinha aqui!

Cornelia:

Objetivos
• Aprender proficiência pesca
• Aprender proficiência física
• Encontrar o bando


Atributos PdV: 3600
STA: 100

Força: 401 [Hábil]
Destreza: 0 [Incompetente]
Acerto: 179 [Regular]
Reflexo: 160 [Regular]
Constituição: 60 [Regular]


Particularidades
Proficiências: Mecânica | Forja | Escrita | Costura | Briga.
Profissão: -x-
EDC: Espadachim | Mink Ryu

Histórico:
• Nome: Cornelia
• Posts: 1
• Dinheiro: 0 B$
• Ganhos:
• Perdas:
• NPC's:

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Face
Anakin
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Imagem : Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 72cadf761f13cd4be6aef838f94c74b5
Créditos : 00

[...]

O Zé Ruela me chamou de mendigo e eu não me contive. — O QUÊ!? — Soltei, sem perceber e, junto do grito, veio  uma expressão de desgosto. — LÓGICO QUE EU TENHO DINHEIRO, CARALHO, EU SOU UM MÉDICO CONCEITUADO!  — Complementei, numa gritaria estridente que rapidamente se tornou irritação.

Pararia logo em seguida, soltando o ar dos pulmões. — Ok. Os remédios. — Lembraria mentalmente, voltando ao assunto de importância. Em contrapartida, aquele cara não parecia querer me ajudar.  — QUE TETO O QUE? — O grito estridente veio de novo, logo após eu perguntar os preços. Se bem que, ele já havia falado os preços…

Mas foda-se, não tava gostando daquele cara.  

O barulho da porta viria em seguida, interrompendo toda a briga. Eu olharia sobre os ombros, tentando observar a figura que estava por vir.

Meus instintos teriam algo a dizer? Eu tinha que me preocupar? Deveria tomar cuidado com minhas ações? Era sempre bom saber o que o sexto sentido tinha como opinião. Se fosse alguém do governo, pufff… maior furada. Essa monarquia tá com nada.

— Bom mesmo é anarquia... — Um pensamento aleatório viria à mente naquele momento.

No caso de ser alguém perigoso ou do governo, engoliria em seco toda aquela irritação. Coçaria a nuca e, pigarrearia, antes de falar de novo com o atendente. — Acho que estes remédios irão me servir, caro amigo atendente. — Tentaria falar de maneira formal e cheia de gala, fechando os olhos e curvando a cabeça. — Levarei 5 unidades de cada, por obséquio. — Aquele seria meu jeito piegas e fanfarrão de tentar — ou fingir tentar — não arrumar encrenca tão cedo.

Era um péssimo presságio caçoar de alguém mais forte e/ou perigoso, logo, falar e agir de uma maneira formal poderia me proporcionar uma saída mais agilizada daquele local. — Agradeço — Falaria, caso tudo ocorresse como esperado. Eu pegaria os medicamentos e partiria aos passos ágeis após pagar o preço combinado, sem qualquer pechincha.

Em outro caso, se meus instintos não alertassem problema algum sobre o cliente, eu poderia iniciar as verdadeiras negociações.

— 5 UNIDADES DE CADA POR 150 MIL!! — Agora, como num leilão, ergueria os braços e arregalaria os olhos como se fosse uma grande oferta. Se ele não aceitasse, tentaria de novo, dessa vez, meteria um tapão no balcão. — 10 UNIDADES POR 250!! — Eu nem faria as contas direito.  — ÚLTIMA OFERTA… — Teimaria, aproximando minha face à do atendente, encarando-o com um olhar intimidador.

Ele não aceitar seria um problema mas isso não significaria que eu daria o braço a torcer. — Olha cara, tu ta dando mole. — Inclinaria a cabeça e, na tentativa de coagi-lo, me curvaria mais próximo de seus ouvidos. — Esses remédios nem valem esse preço, eu sei disso... — Sussurraria. Mas na real, eu nem tinha certeza dos preços. Layla era quem comprava os suprimentos, eu nunca tive ideia dos preços dessas porra.


[...]

LER:
— Creio que a narrativa ta melhorando kkkkk.


Objetivos:
— Conseguir/Comprar/Obter os ingredientes para o remédio do defeito: Doença Degenerativa.
— Conseguir/Obter uma faca.
— Encontrar os Cabras da Peste.
— Conseguir/Obter um Kit de Bandagens.

Histórico:
Nome: Levinstein Silver
Posts: 2
Ganhos:
Perdas:
Players conhecidos:
NPC's:
Extras:


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Jupges
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Imagem : Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Dz4yuJf
Créditos : 00
Blade
Lobão
Blade olhava pro moleque dando risada, era admirável ver a força de vontade nele, mas era interessante ver até onde essa força de vontade iria, será que o garoto poderia ser um pirata? Blade tinha uma ideia, para saber se o garoto era forte mentalmente, porque quando ele cortou Blade provou ser forte fisicamente.

Blade desceria do barco e olharia para os civis próximos ao barco, o grande lobo de 3 metros chegava a estranhar o lugar, depois de passar tanto tempo em Petra era normal notar certa organização na cidade.

Blade então pegaria o civil mais próximo e subiria com ele no barco, se tivesse alguma mulher próxima seria melhor, mas Blade trabalharia com o que encontrasse. Ao subir novamente segurando o civil, Blade diria para Lua, -Agora ninguém entra no barco certo?

Blade jogaria o civil na frente do garoto e pisaria em cima dele para garantir que não fugisse, Blade então olharia no fundo dos olhos do garoto e diria, -Sabe o que você me parece garoto? Um fanfarrão de merda! Blade se manteria tranquilo em silêncio, sem ligar para os possíveis civis assustados do lado de fora do barco.

Blade continuaria falando com o garoto após puxar sua pistola e mirar na cabeça do civil, -Mas você tem uma chance de provar que você é corajoso de verdade. Vamos fazer um trato, a vida dessa pessoa está nas suas mãos, se você falar para mim atirar eu te solto nessa ilha agora, você está livre. Se você poupar a vida dela eu garanto que nunca mais conhecerá liberdade na sua vida.

Blade deixaria o dedo no gatilho, preparado pra decisão do garoto.






objetivos:

-Ir pro farol
-Tentar não morrer no processo

Atributos, qualidades e perícias:
Hp:10440
Sta:300

Força: 400
Destreza:1181
Acerto:521
Reflexo:498
Constituição:60

perícias:
• Adestramento: Você é capaz de ensinar um animal domado a executar diversas tarefas, como, por exemplo, servir de montaria, servir de animal de carga, atacar, caçar e executar diversas outras funções.
• Doma: Você é capaz de domesticar ou tornar mansa uma criatura selvagem, fazendo com que ela deixe de ser hostil contra você ou seu grupo momentaneamente.
• Ilusionismo: Você é capaz de realizar truques e enganar uma plateia. Podem ser coisas simples, como fazer uma moeda surgir ‘‘do nada’’ em sua mão até truques complexos com fumaça e espelhos.
• Discurso: Você domina a arte das palavras, sendo capaz de expressar suas ideias, vontades, sentimentos e objetivos com precisão. Com sua dicção e articulação é capaz de se comunicar com exatidão com pessoas e grupos, podendo cativá-los dependendo da mensagem que deseja passar.
• Veterinária: Você consegue tratar de ferimentos animais, desde que tenha em mãos os materiais necessários, independentemente da complexidade dos ferimentos.

Os artistas dominam a arte do canto, dança, artesanato ou outras áreas. Artistas são mestres do entretenimento, sendo capazes de se expressar nas mais diversas formas e cativar aqueles que o cercam
Vantagens e coisas ruins:

Qualidades :

Carismático (2 Pontos):
Você tem uma espécie de magnetismo natural que faz com que algumas pessoas gostem de você sem motivo aparente.
Visão na Penumbra (1 Ponto):
Você é capaz de enxergar com clareza em ambientes com pouca iluminação. Desde que não seja uma escuridão completa, você consegue distinguir coisas e pessoas com relativa precisão. Mecanicamente, esta qualidade reduz a condição Cego em uma categoria quando a causa do efeito em questão for relacionado a falta ou obstrução de luz.
Visão Aguçada (1 Ponto):
Você tem capacidades visuais sobre-humanas, sendo capaz de enxergar com clareza e precisão mesmo em grandes distâncias, além disso, costuma ver detalhes não notados pelos outros. (Metade do custo para Minks)
Olfato Aguçado (1 Ponto):
Você tem capacidades olfativas que são capazes de rivalizar com um cão farejador, sendo capaz de distinguir aromas e cheiros com clareza e precisão mesmo em médias distâncias. (Metade do custo para Minks e cegos)
Renome(1 Ponto):
Você é conhecido localmente de forma positiva, seja por um feito ou sua origem, não importa se você é filho de um herói lendário ou ajudou a capturar uma gangue de criminosos locais. As pessoas tendem a confiar facilmente em você, além de lhe tratarem bem e respeitarem enquanto seu comportamento for coerente.
Blade é bem conhecido pelos lugares aonde passa, pelos seus truques e pela sua fama de gente boa.
Impassível (1 Ponto):
Você é uma pessoa calma que não tem o seu humor alterado por ameaças, provocações ou acontecimentos drásticos, sua razão sempre consegue dominar a sua emoção e você sempre é capaz de tomar as suas decisões com clareza. Isso não significa que você não possa sentir raiva ou outros sentimentos extremos, apenas consegue ter um controle maestral sobre os mesmos.
Qualidades de Raça:
Garras e presas: Minks caninos possuem presas e garras afiadas que podem ser utilizadas como armas naturais.

Alpha (Machos): Você naturalmente se destaca como um líder dentro do seu círculo de amigos. Não quer dizer que você seja um líder nato, mas aqueles que confiam em você sentem quase que uma aura de liderança vinda de você. Infelizmente, devido a sua natureza, quando outro Mink Canino (especialmente de outra “raça”) entra no seu círculo de amigos vocês têm a tendência a ter uma pequena rivalidade saudável nos primeiros momentos.

Electro: Minks tem a capacidade de produzir choques elétricos a partir de seu corpo, de forma não contínua e por meio de liberação única. Os Minks não são capazes de manipular essa eletricidade, apenas gerá-la e transferi-la para outro corpo através de contato direto. O Electro pode ser utilizado uma vez por página e não gera nenhum bônus de atributo, apenas narrativo.

Idioma Silvestre: Você é capaz de se comunicar com criaturas mamíferas similares a sua subespécie através de certo esforço. É importante frisar que essa qualidade garante apenas a capacidade de comunicar-se com as criaturas, não controlá-las.

Defeitos:

Extravagante (1 Ponto):
Você chama atenção por onde quer que passe, seja pela sua aparência ou seus hábitos, você causa uma impressão difícil de esquecer.
Apegado (2 Pontos):
Você ama algo ou alguém, não medindo esforços para proteger e recuperar o alvo de seu apego emocional. Perder algo que ama é uma experiência traumática que pode deixar sequelas.
Blade ama seus companheiros e amigos de verdade, sejam eles membros da sua tripulação ou um pet
Intolerância Racial (2 Pontos):

Blade tem ódio e repulsa contra minks felinos, também desgosta dos animais que lembram ele dos mesmos, um preconceito antigo de Blade
Leal(2 Pontos):
Existe algo ou alguém, uma pessoa ou organização, que você coloca acima de si mesmo, não se importando com o fato de ignorar seus valores ou se sacrificar para proteger essa relação.

Blade é leal ao seu bando e ao seu capitão
Defeitos de Raça:
Preconceito: Você tem uma aparência incomum quando comparado aos humanos e alguns podem lhe achar repugnante, assustador ou até mesmo uma aberração. Alguns humanos podem lhe destratar e serem hostis simplesmente pelo fato de você ser diferente deles, entretanto, é importante notar que nem todos pensam e agem desse jeito.

Atípico: Devido ao fato dos Minks não serem tão comuns e não se tratar de uma raça tão populosa, eles têm um alto preço no mercado de escravos, o que sempre pode vir a ser um problema.

Sensíveis ao calor: Devido a sua pelagem, os Minks são mais suscetíveis a sofrer efeitos adversos relacionados ao calor e altas temperaturas.

Forma Sulong: Como parte da tribo Mink seu corpo tem uma interação muito única com a lua que nenhuma outra raça tem, uma vez que você tenha contato visual com a lua, desperta-se em eu interior os instintos mais primitivos, selvagens e violentos fazendo com que você perca a sua razão agindo como uma besta furiosa que ataca tudo e todos ao seu redor com uma fúria sanguinária, suas características físicas selvagens mostram-se mais aparentes e justifica-se o medo e o preconceito que existem contra os minks, pois aqueles incapazes de dominar a besta anterior, dificilmente serão vistos como algo além disso.

Durante a transformação passada ao se ter o contato visual direto com a lua, você sentirá uma espécie de sede de sangue imensa, atacando a todos ao seu redor que não sejam Minks, sendo assim todas as noites você terá de ser cauteloso pois a sua razão pela noite estará sempre em cheque. Mecanicamente a fúria dura três turnos e após o término, do quarto turno até o momento em que você possa tratar da condição, você estará sobre o efeito de Exausto I.


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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Trono1
Deep
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Imagem : Deep Scaleback
Créditos : 05
DeepNovato
https://www.allbluerpg.com/t341-deep-scaleback#1007 https://www.allbluerpg.com/t348-cabras-da-peste-vol-1-amanhecer-do-sul#1033


Eu estava muito de boa ao chegar na ilha, estar bem humorado para mim era uma raridade então estava ignorando bastante meus arredores, não percebi logo de cara os olhares nem os comentários, na real demorei bastante para perceber que estavam agindo assim para comigo, até porque apesar do preconceito,humanos normalmente costumam demonstrar bom senso temendo os tritões, mas nessa ilha além do preconceito eles pareciam ter uma ideia muito rasa de perigo e assim que eu percebia isso meu bom humor era drenado ao zero, a veia em minha testa, assim como a do pescoço já estufam cheias de sangue quente bombeado pelo coração que grita pedindo violência.

Sem paciência apenas entraria no mercado, minha cor já voltando ao laranja normal, deixando para trás o tom avermelhado dado pela minha bebida, pegaria o que quer que estivesse por ali que desse para encher de bastante comida, fosse um caixote, carrinho, caixa, lona e etc, apenas pegaria algo e começaria a encher de comidas, temperos e bebidas diversos, tentando um pouco de tudo que poderia ser necessário para se cozinhar.

Se alguém tentasse me impedir, apenas socaria a pessoa com toda minha força, tentando arremessar a mesma para longe.

Se fizessem algum comentário preconceituoso ou de nojo para comigo, olharia para a pessoa com um olhar raivoso, desejando despedaçar a pessoa, ódio fluindo pelas minhas veia como o mar em fúria, então se este estivesse em meu alcance, tentaria esmagar seu crânio apertando com as mãos, caso contrário iria tentar arremessar alguma estante ou balcão sobre o racista.

Minha raiva só aumentaria perante cada comentário em sequência e seria seguido de um olhar cada vez mais sanguinário com mais desejo por sangue, para então continuar meus ataques.

Uma vez que conseguisse alimento suficiente para uma viagem, dentre os alimentos que ali existiam, os carregaria para o barco, sempre atacando os racistas com pedaços do chão que eu arrancaria com as mãos.
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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 WBoszKt
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 ADN2FDA
Subaé
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Créditos : 04
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SubaéCriador de Conteúdo
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3: Garrafas apropriadas

O homem se assustou e correu pela porta dos fundos. Até deu vontade de seguir o miserável mas ele me deixou com os livros então nem tem porque. Além do mais, se eu enrolar demais e não voltar com  as coisas que vim buscar vou levar um esculacho dos rapazes.

Pegaria o livro mais complexo e a nota de dois bellys (e a guardaria no bolso), depois olharia as prateleiras mais próximas para ver se encontrava algum livro sobre armadilhas, e caso encontre pegaria o exemplar também.

Depois sairia da biblioteca tranquilamente com o(s) livro(s) debaixo do braço.

Seguiria pelas ruas, seguindo as placas até encontrar uma loja de quinquilharias, dessas que encontramos de tudo (desde elásticos, até potes, pregos e garrafas).

Se durante a busca pela loja aparecer alguém que queira minha cabeça, eu correria na direção do indivíduo, tomando o devido cuidado para esquivar de possíveis ataques, e ao fim, cabeceando com força a sua caixa do peito. Depois, correria até a casa mais próxima e usaria de minhas habilidades acrobáticas para escalar a mesma e seguir pelos telhados até encontrar o loja de quinquilharias.

Entraria na loja com a cara enfezada, puro mau humor de quem ainda não omou o primeiro goró do dia. Por isso caminharia sem dirigir uma palavra a ninguém, apenas responderia seus olhares e comentários com um olhar feroz e maquiavélico. Iria direto para a prateleira de garrafas, pegaria os dois cantis com alças que fossem mais resistentes e iria embora. Em momento nenhum eu tentaria furtar os cantis eu só iria roubar na cara dura mesmo.

Se um atendente viesse até mim perguntar o que eu desejava, diria - Quero um cantil resistente. Dois na verdade… onde encontro a prateleira? - Seguiria as instruções do atendente e iria em direção às minhas novas garrafinhas.

Pegaria os dois cantis com alças que fossem mais resistentes (de preferência de metal ou de madeira) e penduraria ambos no pescoço. Sim, eu preciso de cantis com alça, pois preciso ter sempre um goró comigo, mas ficar segurando uma garrafa frágil não é algo muito confortável.

-Vou ficar com esses dois. Agora saia de minha frente! - Ao terminar a frase, pegaria alguma garrafa (de vidro, caso houvesse uma lá) e bateria a mesma contra o rosto do atendente para ferir-lhe o rosto.

-Toma aí uma gorjetinha para se lembrar de mim pra sempre.

Depois correria para fora da loja. Saltaria dando um mortal por cima das pessoas que estivessem em minha frente, ou, caso tentem impedir o meu avanço eu as chutaria horizontalmente para o lado a fim de limpar o caminho.

Se tudo desse certo, agora eu teria comigo mais dois bellys, o(s) livro(s), e dois cantis novinhos em folha.

- Ok, agora eu só preciso pegar uns remédios! Depois pego as munições do Blade.

Seguiria sempre atento à qualquer sinal de perigo, isto é, algum caçador ou marinheiro que venha me caçar (ou quem sabe algum civil chamando atenção indesejada). Se alguém me atacasse eu daria uma estrelinha para o lado contrário do atacante (se ele for destro a estrelinha vai ser pra esquerda e vice versa), em resposta, aproveitaria a constante movimentação de meu corpo para contra atacar desferindo um aú martelo no pé da orelha do sujeito.

-O que é que cê quer comigo?  


info.:
Histórico:
Página: 1
Posts: 3

Inventário & Armas:


- Caneleira de Taekwondo
- Espada de Petra Yuni

- Chapéu de cangaceiro
- Bussoleta da Peste
- Livros (Condução / Navegação / Astronomia / História dos Mares)
- Frasco de Remédios (vazio)


3.645.000 ฿S





Ganhos e Perdas:

Ganhos:


Perdas:

NPC´s:


Combate::

Tô Safe






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4008/1013/15

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Sign_b10

"Deus me fez um cara fraco, desdentado e feio
Pele e osso simplesmente, quase sem recheio
Mas se alguém me desafia e bota a mãe no meio
Eu dou porrada à 3x4 e nem me despenteio
Porque eu já tô de saco cheio."




Meus cabritinhos
Formiga
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Créditos : 19
FormigaEstagiário
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Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 03



Blade

Blade olhava pro moleque com uma certa admiração, mas, não desejava que aquele jeitão do menino durasse muito. Enfim, o canino rapidamente descia do barco, dando de cara com o porto. A estrutura do lugar era bem desenvolvida, como dito anteriormente, aparentava ter passado por uma reforma nas últimas semanas. O lobo olhou para os civis, pegando um deles – um senhor de idade – e voltava para o barco. Bom, pelo menos foi isso que ele imaginou.

No momento em que retirava o homem do chão e começava a caminhar na direção do barco, Blade notava alguém bem próximo a ele. Pela silhueta aquela criatura era ligeiramente menor e não contava com nenhum pelo no braço, que acertava em cheio o estômago do canino, jogando ele longe – Piratas em Sobert? Era só o que me faltava! – Uma voz feminina ecoou pelo lugar e quando Blade olhasse, veria uma mulher loira, grande e com um corpo de dar inveja – Pode ir senhor, eu cuido desse criminoso. – Bradou colocando o homem que o pirata tinha pego no chão – Sua laia nunca aprende não é? Acreditei que com a prisão de Caolha e seu bando, vocês não pisariam mais em Sobert. – Continuou o falatório com um sorriso confiante no rosto – Vamos lá, podem levar. – Disse a mulher apontando para o barco com o dedão, um pequeno grupo de quatro pessoas saltou para o interior do convés.

Antes mesmo que Blade pudesse reagir, o som de rosnados eram audíveis, seguidos por um forte impacto e um “grito” de dor de Lua, aparentemente, ela havia sido atacada pelos homens. Aliás, você pode se perguntar o motivo de não conseguir ver o que aconteceu? O nível do porto era baixo, fazendo o convés ficar bem alto, impedindo a visão – Bora acabar com isso logo, tenho que fazer minhas unhas. – Disse a mulher, partindo para cima do Pirata com velocidade.


Cornélia

A aventura de Cornelia começava de maneira tranquila, caminhando pelas ruas da cidade Central. Enquanto observava tudo ao seu redor, ela notava alguns olhares estranhos em sua direção – Um bode, agora uma coelha? – Escutou de uma dupla que passou por perto em passos rápidos. Mas nem todos eram ruins, na verdade, ela encontrou logo após alguns minutos de caminhada um homem de aparência amena – Estamos no Reino Sobert minha jovem. – Disse o velho - No South Blue. – Concluiu, tossindo fortemente em seguida – Siga reto por essa rua, no lado direito, vai encontrar o que procura. – Indicou o caminho com o dedo.

Para Cornelia tudo estava simples até então, bastava seguir em linha reta. Não demorou para que ela encontrasse o lugar, mas, antes mesmo que pudesse entrar, via um homem na porta, ao seu lado, um outro rapaz de cabelos longos e loiros, trajando uma espécie de roupa chamativa, na cor laranja – ALI! É DA LAIA DELE. – Gritou o homem apontando para Cornelia, seu olhar carregava fúria – CERTEZA QUE ELA SABE QUEM É AQUELE BODE LADRÃO! – Gritou de novo, dessa vez, todos em volta da mink percebiam a situação. O homem de cabelos amarelos começou a caminhar em passos rápidos, sua feição não era das melhores, entretanto, ele não parecia que iria fazer mal a garota.


Deep


Deeperson estava puto e com motivo. Ele já era um homem vivido, certamente já havia passado e lidado com incontáveis momentos onde sofreu preconceito, apenas por ser quem é. O bom humor escorria como uma cachoeira, dando lugar unicamente a um tritão gordo e puto. O homem-peixe entrou no mercado em passos largos, pegando uma espécie de cesta grande e enchendo tudo aquilo com as mais diversas comidas, temperos e algumas bebidas. Ele agia normalmente, semelhante a uma vovozinha fazendo as compras do mês.

Entretanto, aquele lugar contava com um sistema de segurança afiado.
Entretanto, aquele lugar contava com um sistema de segurança extremamente capaz. Um homem estranho, magro, quase sem nenhum cabelo. Seus olhos eram grandes, azuis e sinceramente ele mal parecia um ser vivo. Aquele pequeno homem usava uma calça preta colada, junto com uma camisa de manga, na cor branca. Um cinto segurava suas calças, tendo uma fivela de cor rosa claro. No momento em que Deep tentou sair com a mercadoria, foi parado pelo rapaz – Calma lá meu patrão, o caixa está ali. – Apontou na direção de uma fila de caixas. A resposta do tritão foi uma só: um puta soco. O pequeno homem foi lançado contra uma das paredes e lá ficou, dando espaço livre para que o tritão continuasse a sua viagem.

Cerca de seis metros após sair do mercado, o homem-peixe sentiu um certo peso em seu ombro – Tu não vai pagar mesmo não? – Ele notava a presença do pequeno homem, segurando uma faquinha – daquelas de cortar pão – Tá querendo morrer, é? – Indagou o rapaz, apontando a faca para cabeça do tritão.


Levi

Levi tinha ficado puto com os achismos do vendedor, ele tinha dinheiro para comprar o que precisava. O vendedor ficou assustado com os gritos do homem, tentando apaziguar toda a situação – Calma! Calma! Peço desculpas pelo equívoco, doutor. – Bradou com sua voz trêmula. Tanto Levi quanto o vendedor olharam para porta e era possível ver um homem alto, com um chapéu de cowboy e um longo sobretudo que arrastava no chão – Senhor Bil! – Falou o farmacêutico animadamente – Seu medicamento já está aqui, como falei. – Concluiu de maneira calma.

O sentido aranha de Levi apitava como uma sirene, aquele homem era bem perigoso – Que bom que gostou Doutor, 5 unidades? Ok! – Disse o atendente em festejo – Tudo fica 150 mil berries, Doutor...? – Deu um tempo para que Levi falasse seu nome – Muito obrigado, qualquer coisa estamos a disposição. – Concluiu a venda, pegando o dinheiro dado pelo rapaz com velocidade.

Levi partiu sem um rumo definido, deixando o homem estranho e o vendedor no interior do local. Ao sair, ele pode sentir como se aquela estranha figura estivesse olhando para ele, não para seu exterior e sim para o interior.


Subae


Subaé não acabava indo atrás do vendedor, na verdade, aproveitou da liberdade para fuçar o acervo de livros que tinha à disposição. Encontrou sem muitas dificuldades o livro que procurava, o estabelecimento mostrava mais uma vez ser bem organizado. Partiu sem mais delongas, procurando agora por outra loja, o Bode estava realmente afim de fazer as compras. As ruas estavam movimentadas, pequenos grupos transitavam pela área de maneira tranquila, algumas delas agasalhadas, já que os fortes ventos frios circulavam por ali.

Não demorou para que o pirata encontrasse a tal lojinha, e sim, ela era bem pequena. Ficava entre uma barbearia e um mercadinho, bem, bem, beeem apertada no meio desses dois estabelecimentos. Assim que entrou, uma menina que beirava seus treze anos veio em sua direção – Boa tarde! O que o senhor precisa? – Falou em um tom meigo – Cantil? Por aqui. – Respondeu ao mink. A pequena garota de cabelos avermelhados levou o bode para uma prateleira no extremo direito da minúscula loja, cerca de três passos da entrada. Não tinha muitas opções, dois deles eram infantis, um de maneira e um de cor preta e outro marrom, feitos de metal – Boa escolha! Pensei que fosse para seu filho, normalmente crianças que gostam disso. – Comentou ingenuamente a criança.

A prateleira de baixo contava com algumas garrafas de vidro, dessas que normalmente se usa para guardar água na geladeira. Sem um pingo de remorso, o criminoso vagabundo acertou a cabeça da pobre criança, que caiu no chão enquanto o líquido rubro escorria pelo ferimento em sua testa. Esse miserável que merece ser morto, ainda fez piada com toda situação, antes de sair em alta velocidade. Uma mulher de cabelos vermelhos entrou no momento do ataque, ela estava parada em choque ao ver aquela cruel cena, mas, antes que pudesse gritar, viu o Bode pulando por cima do mesmo e batendo com as costas na parte “superior” da porta, já que ele não tinha muito espaço para uma acrobacia daquela.

O Pirata partiu, ouvindo aos fundos o grito da mulher desesperada. A atenção dos civis se voltavam para ele, mas nenhuma intervenção era feita. Ele continuava caminhando/correndo pela rua, como um louco desembestado.



Histórico Geral:


Blade:
Número de POST: 02

    Ganhos
  1. Nada

  2. Perdas
  3. Dignidade



Cornélia:
Número de POST: 01

    Ganhos
  1. Nada

  2. Perdas
  3. Dignidade



Deep:
Número de POST: 03

    Ganhos
  1. Suprimentos para Viagem - POST 03

  2. Perdas
  3. Dignidade


Levi:
Número de POST: 02

    Ganhos
  1. 05 Medicamentos a base de cafeína - POST 02
  2. 05 Medicamentos Antiinflamatório - POST 02

  3. Perdas
  4. 150.000 B$ - POST 02

Doença Degenerativa: 02/10


Subaé:
Número de POST: 03

    Ganhos
  1. Livro de Armadilhas - POST 03
  2. Livro de Geografia - POST 03
  3. 02 Cantil Metálicos - POST 03

  4. Perdas Dignidade


Dinheiro Atual: 3.645.000 B$
Dependência: 03/15
Doença Degenerativa: 03/10


Legendas:
NPC's Específicos
Subas Júnior

NPC's Aleatórios
b]Personagens Simples: Atendentes | Garçons | Pessoas encontradas nas Ruas | Vendedores | Moradores de Petra | Civis em Geral[/b]
??

Aparência
Homem de Cabelo longo e Amarelo
Mulher Loira
Homem magro
Homem de Chapéu

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 EBEAdF4X4AYyK13
Jupges
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Créditos : 00
Blade
Lobão
A primeira decisão de Blade em meio a sua situação, seria empunhar seu revolver e dar um tiro pro alto. Blade em seguida diria sorridente, -Olha coisinha linda, escute bem o que eu vou te falar!, a expressão de Blade se fechava, ficando completamente sério, -Se não quiser morrer e perder seu corpinho lindo, DESAPAREÇA!

Blade miraria o revolver na cintura da loira, e logo em seguida dispararia, diversos tiros poderiam ser ouvidos pelas pessoas no porto, e, para Blade todos tinham a intenção de fazer a loira parar de andar.

Para não ter que recarregar sua arma, Blade pegaria sua Tkiv, colocando ela rapidamente na frente de seu corpo, segurando com as duas mãos, Blade faria isso para tentar bloquear qualquer investida da loira, se a sua inimiga tentasse atingir outro local de seu corpo, Blade usaria de seu reflexo para defende-lo com a Tkiv.

Blade então encostaria o cano da Tkiv no corpo da loira e atiraria, com um tiro a queima roupa a intenção de Blade era só ganhar tempo. Blade então subiria no barco o mais rápido possivel. Quando subisse ao barco Blade procuraria pela Lua, e quando visse seus agressores, daria diversos tiros com sua Tkiv, cada um mirando a cabeça dos agressores.

Blade aproveitaria para se esconder atrás do mastro, recarregar sua Tkiv, e esperar algum inimigo se aproximar. Blade contaria com sua audição para tentar ouvir a aproximação de qualquer inimigo, e, quando um inimigo se aproximasse Blade daria a volta no mastro, para chegar até o inimigo pelas costas. Blade então daria um tiro no pescoço do inimigo.

Se algum inimigo se aproximasse muito de Blade, o lobo daria um pulo para trás o mais distante possivel, e enquanto pulando atiraria nas pernas do inimigo para impedir a sua movimentação.






objetivos:

-Ir pro farol
-Tentar não morrer no processo

Atributos, qualidades e perícias:
Hp:10440
Sta:300

Força: 400
Destreza:1181
Acerto:521
Reflexo:498
Constituição:60

perícias:
• Adestramento: Você é capaz de ensinar um animal domado a executar diversas tarefas, como, por exemplo, servir de montaria, servir de animal de carga, atacar, caçar e executar diversas outras funções.
• Doma: Você é capaz de domesticar ou tornar mansa uma criatura selvagem, fazendo com que ela deixe de ser hostil contra você ou seu grupo momentaneamente.
• Ilusionismo: Você é capaz de realizar truques e enganar uma plateia. Podem ser coisas simples, como fazer uma moeda surgir ‘‘do nada’’ em sua mão até truques complexos com fumaça e espelhos.
• Discurso: Você domina a arte das palavras, sendo capaz de expressar suas ideias, vontades, sentimentos e objetivos com precisão. Com sua dicção e articulação é capaz de se comunicar com exatidão com pessoas e grupos, podendo cativá-los dependendo da mensagem que deseja passar.
• Veterinária: Você consegue tratar de ferimentos animais, desde que tenha em mãos os materiais necessários, independentemente da complexidade dos ferimentos.

Os artistas dominam a arte do canto, dança, artesanato ou outras áreas. Artistas são mestres do entretenimento, sendo capazes de se expressar nas mais diversas formas e cativar aqueles que o cercam
Vantagens e coisas ruins:

Qualidades :

Carismático (2 Pontos):
Você tem uma espécie de magnetismo natural que faz com que algumas pessoas gostem de você sem motivo aparente.
Visão na Penumbra (1 Ponto):
Você é capaz de enxergar com clareza em ambientes com pouca iluminação. Desde que não seja uma escuridão completa, você consegue distinguir coisas e pessoas com relativa precisão. Mecanicamente, esta qualidade reduz a condição Cego em uma categoria quando a causa do efeito em questão for relacionado a falta ou obstrução de luz.
Visão Aguçada (1 Ponto):
Você tem capacidades visuais sobre-humanas, sendo capaz de enxergar com clareza e precisão mesmo em grandes distâncias, além disso, costuma ver detalhes não notados pelos outros. (Metade do custo para Minks)
Olfato Aguçado (1 Ponto):
Você tem capacidades olfativas que são capazes de rivalizar com um cão farejador, sendo capaz de distinguir aromas e cheiros com clareza e precisão mesmo em médias distâncias. (Metade do custo para Minks e cegos)
Renome(1 Ponto):
Você é conhecido localmente de forma positiva, seja por um feito ou sua origem, não importa se você é filho de um herói lendário ou ajudou a capturar uma gangue de criminosos locais. As pessoas tendem a confiar facilmente em você, além de lhe tratarem bem e respeitarem enquanto seu comportamento for coerente.
Blade é bem conhecido pelos lugares aonde passa, pelos seus truques e pela sua fama de gente boa.
Impassível (1 Ponto):
Você é uma pessoa calma que não tem o seu humor alterado por ameaças, provocações ou acontecimentos drásticos, sua razão sempre consegue dominar a sua emoção e você sempre é capaz de tomar as suas decisões com clareza. Isso não significa que você não possa sentir raiva ou outros sentimentos extremos, apenas consegue ter um controle maestral sobre os mesmos.
Qualidades de Raça:
Garras e presas: Minks caninos possuem presas e garras afiadas que podem ser utilizadas como armas naturais.

Alpha (Machos): Você naturalmente se destaca como um líder dentro do seu círculo de amigos. Não quer dizer que você seja um líder nato, mas aqueles que confiam em você sentem quase que uma aura de liderança vinda de você. Infelizmente, devido a sua natureza, quando outro Mink Canino (especialmente de outra “raça”) entra no seu círculo de amigos vocês têm a tendência a ter uma pequena rivalidade saudável nos primeiros momentos.

Electro: Minks tem a capacidade de produzir choques elétricos a partir de seu corpo, de forma não contínua e por meio de liberação única. Os Minks não são capazes de manipular essa eletricidade, apenas gerá-la e transferi-la para outro corpo através de contato direto. O Electro pode ser utilizado uma vez por página e não gera nenhum bônus de atributo, apenas narrativo.

Idioma Silvestre: Você é capaz de se comunicar com criaturas mamíferas similares a sua subespécie através de certo esforço. É importante frisar que essa qualidade garante apenas a capacidade de comunicar-se com as criaturas, não controlá-las.

Defeitos:

Extravagante (1 Ponto):
Você chama atenção por onde quer que passe, seja pela sua aparência ou seus hábitos, você causa uma impressão difícil de esquecer.
Apegado (2 Pontos):
Você ama algo ou alguém, não medindo esforços para proteger e recuperar o alvo de seu apego emocional. Perder algo que ama é uma experiência traumática que pode deixar sequelas.
Blade ama seus companheiros e amigos de verdade, sejam eles membros da sua tripulação ou um pet
Intolerância Racial (2 Pontos):

Blade tem ódio e repulsa contra minks felinos, também desgosta dos animais que lembram ele dos mesmos, um preconceito antigo de Blade
Leal(2 Pontos):
Existe algo ou alguém, uma pessoa ou organização, que você coloca acima de si mesmo, não se importando com o fato de ignorar seus valores ou se sacrificar para proteger essa relação.

Blade é leal ao seu bando e ao seu capitão
Defeitos de Raça:
Preconceito: Você tem uma aparência incomum quando comparado aos humanos e alguns podem lhe achar repugnante, assustador ou até mesmo uma aberração. Alguns humanos podem lhe destratar e serem hostis simplesmente pelo fato de você ser diferente deles, entretanto, é importante notar que nem todos pensam e agem desse jeito.

Atípico: Devido ao fato dos Minks não serem tão comuns e não se tratar de uma raça tão populosa, eles têm um alto preço no mercado de escravos, o que sempre pode vir a ser um problema.

Sensíveis ao calor: Devido a sua pelagem, os Minks são mais suscetíveis a sofrer efeitos adversos relacionados ao calor e altas temperaturas.

Forma Sulong: Como parte da tribo Mink seu corpo tem uma interação muito única com a lua que nenhuma outra raça tem, uma vez que você tenha contato visual com a lua, desperta-se em eu interior os instintos mais primitivos, selvagens e violentos fazendo com que você perca a sua razão agindo como uma besta furiosa que ataca tudo e todos ao seu redor com uma fúria sanguinária, suas características físicas selvagens mostram-se mais aparentes e justifica-se o medo e o preconceito que existem contra os minks, pois aqueles incapazes de dominar a besta anterior, dificilmente serão vistos como algo além disso.

Durante a transformação passada ao se ter o contato visual direto com a lua, você sentirá uma espécie de sede de sangue imensa, atacando a todos ao seu redor que não sejam Minks, sendo assim todas as noites você terá de ser cauteloso pois a sua razão pela noite estará sempre em cheque. Mecanicamente a fúria dura três turnos e após o término, do quarto turno até o momento em que você possa tratar da condição, você estará sobre o efeito de Exausto I.


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Deep
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DeepNovato
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Fazia minhas compras puto, soltando fumaça das ventas como um dragão prestes a cuspir fogo. Assim que fui sair um cara baixo e deformado tentava e fazer pagar, no entanto eu tava de poucas palavras e um soco foi o suficiente para o mandar voando para longe, ou pelo menos assim me pareceu, pouco tempo depois o mesmo homem empoleira se em meu ombro, me ameaçando com uma faca de pão.

A cena me seria cômica, se não fosse já estar sem paciência alguma e já nervoso com aquela ilha de cornos. Eu olhava para a faquinha do homem através de meus óculos de sol, por um lado insultado pelo instrumento nem ser cortante e afiado, por outro surpreso com como aquele homem levantou de meu soco com vontade de continuar lutando.

-Você é bem burro, não é? Se continuar me enchendo, você quem vai morrer...

Eu carregava a cesta com produtos com o braço direito e enquanto olhava para o homem em meu ombro, pegaria uma rabanada em minha pochete e levaria a minha boca para saborear, lambendo o dedo que colocou a rabanada na mesma, em seguida posicionando o indicador com saliva junto ao polegar e forçando um dedo no outro para disparar uma gota de saliva como se fosse um tiro mirando o peito do homem que me apontava uma faca de pão.
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Caso o homem se movesse em meu corpo, tentaria me mover de forma a atrapalhar sua estada sobre minha pele e o derrubar.

Se em algum momento o homem estivesse no ar, fosse caindo de mim ou por outro motivo, tentaria girar levemente  meu corpo para aplicar um golpe com meu punho esquerdo.

Se em algum momento eu ouvisse tiros vindos da direção do porto, miraria uma  linha reta na direção do mesmo e sairia atravessando tudo que estivesse na minha frente para chegar o mais rápido possível, sempre mantendo meu ombro do lado esquerdo, oposto a caixa de comida, para a frente.

Se o homem em algum momento estivesse caído e nenhuma novidade ocorresse, apenas iniciaria minha caminhada de volta ao navio.

Se eu encontrasse alguém atacando ou ameaçando a segurança de algum membro do meu bando ou do navio, colocaria a cesta de comida no chão me aproximaria e diria:

-Parece que essa ilha tem vários suicidas não é mesmo...


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Última edição por Deep em Dom Out 10, 2021 10:44 pm, editado 1 vez(es)

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Anakin
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[...]

Eu não sei até que ponto a sorte estaria do meu lado, então, confiei no que meus instintos pareciam alertar. Curvei o corpo e pus a mão no peito. — Levinstein... Dr. Levinstein! — Respondi, enquanto retirava o dinheiro do bolso e colocava sobre o balcão. Daquela posição, daria uma olhadela para o lado, antes de me levantar para pegar os remédios. Senhor Bil, era o nome do dito cujo. Sempre é bom lembrar a face e o nome dos homens que não devemos brincar.

Faria a troca entre o dinheiro e os medicamentos, levaria a mão até a testa e fazendo uma espécie de continência, me despediria aos passos rápidos, colocando os frascos dentro do bolso no processo de partida.

Do lado de fora da farmária, arfaria um ar mais tranquilo. Pelo menos, durante um ínfimo instante em que ficaria iludido. Logo uma sensação arrebataria meu peito. Sentindo o clima mudar, a ideia de estar sendo observado pareceria uma realidade. Havia, no entanto, um detalhe em especial. Aquilo que me observava parecia me encontrar no fundo de minha alma e eu engoliria em seco aquela sensação. Eu pararia após poucos passos. Meus olhos se arregalariam e eu hesitaria em olhar para trás — provavelmente de onde havia vindo, não teria certeza disso.

— A curiosidade matou o gato, Levi. — Recitaria mentalmente. No entanto, esse felino aqui não conseguiria conter esta mesma curiosidade. Meu pescoço se viraria lentamente, com um receio tremendo. Tentaria conter as expressões faciais e, impassível, olharia de onde havia — provavelmente — vindo andando.

O que aquele homem estava fazendo? Ele havia saído? Por que daquela sensação incômoda que me afligia a alma? Eram perguntas que traria agora comigo e sair dali sem reponde-las era como ignorar um lado meu que estaria gritando.

Se ele estivesse me observando, eu teria de confronta-lo de alguma maneira. Lutar não me pareceria uma boa opção. Engoliria essa ideia junto ao meu orgulho e minha breve irritação. Deveria manter a calma e a classe. — Que classe, caraio? — De qualquer modo, talvez eu deveria me aproximar e oferecer ajuda? Afinal, eu sou um médico. É provavel que ele tenha ouvido isso.

Arfaria novamente, agora mais discretamente, enquanto ainda olharia para trás. — Tudo bem... — Sim, o medo surgia. Isso seria inegável.

O jeito era me acalmar. Logo, me viraria totalmente e dando alguns passos me aproximaria de Bil. — Ei, posso saber que tipo de remédio você toma? Eu sou um médico, posso ajudar.... — Falaria com um sorriso forçado no rosto. Junto a isso, a voz soaria sem graça, trêmula e até meio destoante mas, afinal, soaria.

Se ele, ao menos, não me atacasse, já seria um começo de conversa. Agora, se qualquer sinal de ataque surgisse em meus instintos, teria de agir rapidamente. Já estaria arisco o suficiente paracorrer entre as pessoas, zigue-zagueando entre elas até encontrar um beco ou lugar mais próximo para me esconder. Isso já seria um bom começo para um sumiço repentino.

Havia também, o caso de eu não encontrar o homem com os olhos. Nesse caso, algo estaria errado. Uma expressão confusa surgiria em minha face e eu teria de encontrar uma solução diferente para o mistério. Solução essa que, provavelmente, eu não encontraria ali. — Ufa... — Arfaria profundamente aliviado, voltando a olhar o movimento das ruas. Assim, deixaria aquele lugar aos passos corridos e dispersos, pouco objetivos e sem qualquer direção traçada.

Onde meu senso me levaria? Era uma boa pergunta e isso, eu não fazia ideia. — Pra onde eu vou agora? — Em dado momento, eu pararia.

A sensação continuava me perseguindo? Olharia ao redor e tentaria encontrar alguma movimentação incomum. — Afinal, o que eu to procurando hein??? — Falaria, pensando em voz alta, enquanto meus olhos saltariam de um lado para o outro, buscando algo que, nem mesmo eu, sequer tinha certeza do que era.  

[...]


LER:
— Creio que a narrativa ta melhorando kkkkk.


Objetivos:
Conseguir/Comprar/Obter os ingredientes para o remédio do defeito: Doença Degenerativa.
— Conseguir/Obter uma faca.
— Encontrar os Cabras da Peste.
— Conseguir/Obter um Kit de Bandagens.

Histórico:
Nome: Levinstein Silver
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Ganhos:
Perdas: - 150.000
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Subaé
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Créditos : 04
Localização : Nos bares de então
SubaéCriador de Conteúdo
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4: Isso é um assalto!

Seguiria calmamente pelas ruas enquanto acariciava minhas costas doloridas com a mão livre.

-Maldita loja apertada…Como é que esse povinho quer ter boas vendas com um muquifo daquele tamanho?

Seguiria seguindo as placas até encontrar a farmácia local, e ao encontrá-la, adentraria o estabelecimento. Se , durante a ida à farmácia,  em algum momento algum perseguidor viesse atrapalhar minhas compras, eu usaria minhas habilidades acrobáticas para escalar e saltar por cima de algum dos estabelecimentos (ou muros) a fim de despistá-lo, Depois seguiria até a farmácia.

-ZeBeBeBe!! Até que enfim achei a farmácia! - Diria quando adentrasse o local.


toc … toc ... toc ... toc...


Meus cascos ressoavam a cada passo dado em direção ao balcão, Ignoraria todos os outros clientes (caso houvessem) e ao chegar, daria um tapão no balcão.

-Escute bem, meu senhor, isto aqui é um assalto! Quero uma cartela INTEIRA de remédios à base de Canabidiol! Entendeu? Agora vai logo, me entregue todo seu dinheiro e me traga o que pedi !!

Caso o homem se negasse a fazer o que mandei eu seguraria com a minha mão livre a sua mão com força para que ele não pudesse puxá-la de volta e, usando meu polegar, empurraria o seu dedo mindinho contra a palma da mão, fazendo o mesmo quebrar

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 MR1qJ

- Agora vai me obedecer? - Se ele ainda mostrasse resistência eu quebraria o dedo seguinte (anelar) - E agora? Vai fazer o que mandei? - Seguiria assim até o dedo indicador, depois eu só iria apoiar os livros no balcão para poder sacar a espada e finca-la no busto do homem de qualquer maneira.

-Que droga, Agora eu vou ter que procurar…

Recolheria o dinheiro no caixa e no defunto,  depois iria até a prateleira para buscar pela caixa com meus remédios.

Se em algum momento alguém inventasse “tirar onda de herói” e viesse me importunar eu responderia sua fala com um olhar sinistro e intimidador - Dê o fora, seu verme!! - Mas se ainda assim insistirem no heroísmo eu usaria o balconista (que eu estaria segurando com força) para golpear quem estivesse me enchendo o saco.

O clássico “Vou usar esse filho da puta para bater nesse outro filho da puta”.

Neste ponto, certamente meu golpe abriria a defesa do meu oponente (se é que eu teria um), por isso, sem soltar o pobre atendente, iria desferir uma sequência de chutes flamejantes contra o infeliz que interrompeu meu assalto.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Tumblr_inline_p63vrbpt741r5ight_500

Se em algum momento alguém me atacasse eu puxaria o atendente e o usaria como um escudo, depois contra atacaria usando o homem como um porrete.
Mas se por acaso eu não estivesse segurando o atendente, eu me esquivaria rolando pelo chão. Talvez seja uma leva influência do Deep em minha vida, mas eu faria uma cambalhota para me aproximar e cabecear com força o joelho do pseudo-herói.

Caso Levi esteja lá, eu olharia para o homem que parecia ser um mendigo e diria - Ei homi, tu parece entender sobre essas coisas. Me ajuda a achar esses remédios e eu fico te devendo uma.

Depois que estivesse com os remédios e o dinheiro em mãos iria embora daquela espelunca, desta vez correndo.
Olharia para Levi Caso ele estivesse ali - E ai, vem comigo ou não?


info.:
Histórico:
Página: 1
Posts: 4

Inventário & Armas:


- Caneleira de Taekwondo
- Espada de Petra Yuni

- Chapéu de cangaceiro
- Bussoleta da Peste
- Livros (Condução / Navegação / Astronomia / História dos Mares)
- Frasco de Remédios (vazio)


3.645.000 ฿S


Ganhos e Perdas:

Ganhos:
Livro de Armadilhas - POST 03
Livro de Geografia - POST 03
02 Cantil Metálicos - POST 03



Perdas:

NPC´s:


Combate:

Tô Safe






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4007/1012/15


Última edição por Subaé em Sab Out 16, 2021 1:10 pm, editado 1 vez(es)

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Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Sign_b10

"Deus me fez um cara fraco, desdentado e feio
Pele e osso simplesmente, quase sem recheio
Mas se alguém me desafia e bota a mãe no meio
Eu dou porrada à 3x4 e nem me despenteio
Porque eu já tô de saco cheio."




Meus cabritinhos