Bem-vindo ao

All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Últimos assuntos
Ato II — Tiro, Porrada e ÁguaHoje à(s) 12:13 amporSashaCap 3 - Uma gloriosa evoluçãoOntem à(s) 11:40 pmporRexCidade do Pecado, 罪市Ontem à(s) 11:15 pmporKoji2 - Fat Bottomed GirlsOntem à(s) 11:05 pmporMakaShen IkimuraOntem à(s) 10:59 pmporFormigaCrie sua Forma ZoanOntem à(s) 10:30 pmporSashaTeste seu TemplateOntem à(s) 10:16 pmporSadakiyoCriação de AventurasOntem à(s) 9:38 pmporSadakiyoKit mestre JOntem à(s) 9:22 pmpormestrejCapitulo 1 - O homem do terminal cinza!Ontem à(s) 9:06 pmporBarnabasBenks

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Página 1 de 13 1, 2, 3 ... 11, 12, 13  Seguinte
Kenshin
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Ahri
Créditos :
41
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t360-agatha-harkness https://www.allbluerpg.com/t1972-capitulo-iii-solsticio#21373
Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Smoothie
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 350x120
Créditos :
05
Localização :
Atrás de você.
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t828-cornelia#6741 https://www.allbluerpg.com/t837-cabras-da-peste-vol-3-velozes-e-furiosos-desafio-maritimo
Smoothie
Estagiário
Velozes e Furiosos
O Coelho Lunar faz sua estreia em Sorbet!


Ninguém começa uma boa história com "Era uma uma vez", sua idiota! — Gritou Cornelia. Sua voz não era convidativa, a mink seria capaz de causar medo em quem qualquer um que ouvisse sua voz neste tom. Claramente estava com raiva de alguém, certo? Pobre de quem tivesse que lidar com esta roedora furiosa. Acontece que não havia mais ninguém ali para ouvir essa bronca, apenas ela e seus pensamentos. A garota esteve incontáveis noites à deriva em uma embarcação improvisada e um dia naufragou na ilha do Reino de Sorbet, naquele momento já não conseguia manter os próprios pensamentos na cabeça e passou a pensar em voz alta para não se render à loucura de estar só por tanto tempo.

Ela se encontrava sentada em banco de areia na praia, com um pequeno caderno e caneta em mãos, se esforçando para dar início a seu livro. Sequer se lembrava quando havia tido a última refeição, mas ainda assim conseguia encontrar energia para escrever. — Vamos lá, você é uma coelho inteligente, você consegue. — Ela repetia para si mesma até que tivesse uma ideia para escrever, suas mãos inquietas levavam a caneta para um lado ao outro do papel, mas nenhuma palavra vinha à sua cabeça.

Desde que havia fugido de Zou, Cornelia decidiu começar a escrever suas próprias histórias, mas estava encontrando problemas para começar, afinal, nada de aventuresco havia acontecido consigo ainda. Seu livro não seria necessariamente autobiográfico, a mink estava pronta para contar uma mentirinha aqui e outra ali, mas quando percebeu que a maior emoção de sua fuga havia sido um peixe de um metro e meio que pulou em sua frente assustando-a um pouco, também ficou claro que não era o momento certo para começar a escrevê-lo.

Ela parou um pouco e observou o mar à sua frente. — Caralho, se arrependimento matasse eu estava frita na frita na manteiga. Eu sabia que eu devia ter pegado aquele peixão e feito de jantar! — Seu pensamento foi interrompido pelo barulho de seu estômago contraindo, ela levou as mãos até a barriga e contorceu o corpo. — Muito louco isso, antes eu nem comia carne, mas a necessidade é a mãe da mudança! Tenho certeza que o ditado é algo assim... — Ela fez mais uma pausa para suspirar, antes de voltar a gritar. — Que droga não saber pescar! Eu ainda vou aprender a me virar! A necessidade é a mãe da invenção, é isso, irei aprender a pescar!

As tentativas seguintes foram obviamente falhas, Cornelia descobriu da pior maneira que coelhos não são pescadores natos, mas nem mesmo as leis da natureza são capazes de convence-la de que não é capaz de algo. Por ora havia aceitado o fracasso, só que ainda não havia desistido de aprender.

Em determinado dia da sua estadia na ilha a garota acordou disposta a explorar o local onde se encontrava, sentia que sua história precisava de um ponta pé inicial para começar. Cornelia bolou um plano: sairia andando pela ilha à procura de aventuras para viver e histórias para contar. Colocou em sua cabeça que seu primeiro passo seria encontrar uma cidade com uma biblioteca, destinando a primeira parte de seu dia para ler um livro sobre pesca e finalmente aprender a pescar. Não iria descansar até que encontrasse uma cidade, caminharia o quanto fosse necessário.

Se manteria atenta aos perigos ao seu redor, preparando-se par qualquer desafio que pudesse acontecer. Se encontrasse uma cidade em seu caminho faria o possível para explora-la e enquanto andasse nas ruas prestaria atenção ao seu redor para encontrar alguma informação sobre onde estava, porque em determinado momento se daria conta de que sequer sabia o nome da ilha. Caso alguma pessoa nas ruas lhe parecesse amigável tentaria uma aproximação mais direta e lhe perguntaria: — Eaí, tudo xuxu beleza? Me arranja uma informação? Sabe dizer que ilha é essa e onde eu encontro a biblioteca mais próxima? Dá pra perceber que eu tô meio deslocada né. — Cornelia acreditava que com sorte conseguiria facilmente essas informações e seguiria nas direções dadas. Quando chegasse à biblioteca faria o possível para conseguir por as mãos nos livros que seriam de seu interesse.

Off:

Cornelia:

Histórico:

_________________

Face
Anakin
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 350x120
Créditos :
05
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/
Anakin
Civil

[...]

O Zé Ruela me chamou de mendigo e eu não me contive. — O QUÊ!? — Soltei, sem perceber e, junto do grito, veio  uma expressão de desgosto. — LÓGICO QUE EU TENHO DINHEIRO, CARALHO, EU SOU UM MÉDICO CONCEITUADO!  — Complementei, numa gritaria estridente que rapidamente se tornou irritação.

Pararia logo em seguida, soltando o ar dos pulmões. — Ok. Os remédios. — Lembraria mentalmente, voltando ao assunto de importância. Em contrapartida, aquele cara não parecia querer me ajudar.  — QUE TETO O QUE? — O grito estridente veio de novo, logo após eu perguntar os preços. Se bem que, ele já havia falado os preços…

Mas foda-se, não tava gostando daquele cara.  

O barulho da porta viria em seguida, interrompendo toda a briga. Eu olharia sobre os ombros, tentando observar a figura que estava por vir.

Meus instintos teriam algo a dizer? Eu tinha que me preocupar? Deveria tomar cuidado com minhas ações? Era sempre bom saber o que o sexto sentido tinha como opinião. Se fosse alguém do governo, pufff… maior furada. Essa monarquia tá com nada.

— Bom mesmo é anarquia... — Um pensamento aleatório viria à mente naquele momento.

No caso de ser alguém perigoso ou do governo, engoliria em seco toda aquela irritação. Coçaria a nuca e, pigarrearia, antes de falar de novo com o atendente. — Acho que estes remédios irão me servir, caro amigo atendente. — Tentaria falar de maneira formal e cheia de gala, fechando os olhos e curvando a cabeça. — Levarei 5 unidades de cada, por obséquio. — Aquele seria meu jeito piegas e fanfarrão de tentar — ou fingir tentar — não arrumar encrenca tão cedo.

Era um péssimo presságio caçoar de alguém mais forte e/ou perigoso, logo, falar e agir de uma maneira formal poderia me proporcionar uma saída mais agilizada daquele local. — Agradeço — Falaria, caso tudo ocorresse como esperado. Eu pegaria os medicamentos e partiria aos passos ágeis após pagar o preço combinado, sem qualquer pechincha.

Em outro caso, se meus instintos não alertassem problema algum sobre o cliente, eu poderia iniciar as verdadeiras negociações.

— 5 UNIDADES DE CADA POR 150 MIL!! — Agora, como num leilão, ergueria os braços e arregalaria os olhos como se fosse uma grande oferta. Se ele não aceitasse, tentaria de novo, dessa vez, meteria um tapão no balcão. — 10 UNIDADES POR 250!! — Eu nem faria as contas direito.  — ÚLTIMA OFERTA… — Teimaria, aproximando minha face à do atendente, encarando-o com um olhar intimidador.

Ele não aceitar seria um problema mas isso não significaria que eu daria o braço a torcer. — Olha cara, tu ta dando mole. — Inclinaria a cabeça e, na tentativa de coagi-lo, me curvaria mais próximo de seus ouvidos. — Esses remédios nem valem esse preço, eu sei disso... — Sussurraria. Mas na real, eu nem tinha certeza dos preços. Layla era quem comprava os suprimentos, eu nunca tive ideia dos preços dessas porra.


[...]

LER:


Objetivos:

Histórico:


_________________

Jupges
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Https%3A%2F%2Fpictures.betaseries.com%2Fbanners%2Fepisodes%2F81841%2F1069791
Créditos :
00
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t1419-nero-vil-gax https://www.allbluerpg.com/t1652p30-curiosidades-em-serie-novos-horizontes-act-ii#20786
Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade olhava pro moleque dando risada, era admirável ver a força de vontade nele, mas era interessante ver até onde essa força de vontade iria, será que o garoto poderia ser um pirata? Blade tinha uma ideia, para saber se o garoto era forte mentalmente, porque quando ele cortou Blade provou ser forte fisicamente.

Blade desceria do barco e olharia para os civis próximos ao barco, o grande lobo de 3 metros chegava a estranhar o lugar, depois de passar tanto tempo em Petra era normal notar certa organização na cidade.

Blade então pegaria o civil mais próximo e subiria com ele no barco, se tivesse alguma mulher próxima seria melhor, mas Blade trabalharia com o que encontrasse. Ao subir novamente segurando o civil, Blade diria para Lua, -Agora ninguém entra no barco certo?

Blade jogaria o civil na frente do garoto e pisaria em cima dele para garantir que não fugisse, Blade então olharia no fundo dos olhos do garoto e diria, -Sabe o que você me parece garoto? Um fanfarrão de merda! Blade se manteria tranquilo em silêncio, sem ligar para os possíveis civis assustados do lado de fora do barco.

Blade continuaria falando com o garoto após puxar sua pistola e mirar na cabeça do civil, -Mas você tem uma chance de provar que você é corajoso de verdade. Vamos fazer um trato, a vida dessa pessoa está nas suas mãos, se você falar para mim atirar eu te solto nessa ilha agora, você está livre. Se você poupar a vida dela eu garanto que nunca mais conhecerá liberdade na sua vida.

Blade deixaria o dedo no gatilho, preparado pra decisão do garoto.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 JOLLY_PNG
Deep
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Tfig50k
Créditos :
05
Localização :
Sirarossa - West Blue
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t1116-deep-cutt#10446 https://www.allbluerpg.com/t1386-cap-2-ascendendo-as-profundezas#14266
Deep
Novato


Eu estava muito de boa ao chegar na ilha, estar bem humorado para mim era uma raridade então estava ignorando bastante meus arredores, não percebi logo de cara os olhares nem os comentários, na real demorei bastante para perceber que estavam agindo assim para comigo, até porque apesar do preconceito,humanos normalmente costumam demonstrar bom senso temendo os tritões, mas nessa ilha além do preconceito eles pareciam ter uma ideia muito rasa de perigo e assim que eu percebia isso meu bom humor era drenado ao zero, a veia em minha testa, assim como a do pescoço já estufam cheias de sangue quente bombeado pelo coração que grita pedindo violência.

Sem paciência apenas entraria no mercado, minha cor já voltando ao laranja normal, deixando para trás o tom avermelhado dado pela minha bebida, pegaria o que quer que estivesse por ali que desse para encher de bastante comida, fosse um caixote, carrinho, caixa, lona e etc, apenas pegaria algo e começaria a encher de comidas, temperos e bebidas diversos, tentando um pouco de tudo que poderia ser necessário para se cozinhar.

Se alguém tentasse me impedir, apenas socaria a pessoa com toda minha força, tentando arremessar a mesma para longe.

Se fizessem algum comentário preconceituoso ou de nojo para comigo, olharia para a pessoa com um olhar raivoso, desejando despedaçar a pessoa, ódio fluindo pelas minhas veia como o mar em fúria, então se este estivesse em meu alcance, tentaria esmagar seu crânio apertando com as mãos, caso contrário iria tentar arremessar alguma estante ou balcão sobre o racista.

Minha raiva só aumentaria perante cada comentário em sequência e seria seguido de um olhar cada vez mais sanguinário com mais desejo por sangue, para então continuar meus ataques.

Uma vez que conseguisse alimento suficiente para uma viagem, dentre os alimentos que ali existiam, os carregaria para o barco, sempre atacando os racistas com pedaços do chão que eu arrancaria com as mãos.
Histórico:





_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 TbTEfdK
Subaé
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Cantinho_foto
Créditos :
22
Localização :
Nos bares de então
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t354-subae?highlight=subaé https://www.allbluerpg.com/t348-cabras-da-peste-vol-1-amanhecer-do-sul#1033
Subaé
Criador de Conteúdo

3: Garrafas apropriadas

O homem se assustou e correu pela porta dos fundos. Até deu vontade de seguir o miserável mas ele me deixou com os livros então nem tem porque. Além do mais, se eu enrolar demais e não voltar com  as coisas que vim buscar vou levar um esculacho dos rapazes.

Pegaria o livro mais complexo e a nota de dois bellys (e a guardaria no bolso), depois olharia as prateleiras mais próximas para ver se encontrava algum livro sobre armadilhas, e caso encontre pegaria o exemplar também.

Depois sairia da biblioteca tranquilamente com o(s) livro(s) debaixo do braço.

Seguiria pelas ruas, seguindo as placas até encontrar uma loja de quinquilharias, dessas que encontramos de tudo (desde elásticos, até potes, pregos e garrafas).

Se durante a busca pela loja aparecer alguém que queira minha cabeça, eu correria na direção do indivíduo, tomando o devido cuidado para esquivar de possíveis ataques, e ao fim, cabeceando com força a sua caixa do peito. Depois, correria até a casa mais próxima e usaria de minhas habilidades acrobáticas para escalar a mesma e seguir pelos telhados até encontrar o loja de quinquilharias.

Entraria na loja com a cara enfezada, puro mau humor de quem ainda não omou o primeiro goró do dia. Por isso caminharia sem dirigir uma palavra a ninguém, apenas responderia seus olhares e comentários com um olhar feroz e maquiavélico. Iria direto para a prateleira de garrafas, pegaria os dois cantis com alças que fossem mais resistentes e iria embora. Em momento nenhum eu tentaria furtar os cantis eu só iria roubar na cara dura mesmo.

Se um atendente viesse até mim perguntar o que eu desejava, diria - Quero um cantil resistente. Dois na verdade… onde encontro a prateleira? - Seguiria as instruções do atendente e iria em direção às minhas novas garrafinhas.

Pegaria os dois cantis com alças que fossem mais resistentes (de preferência de metal ou de madeira) e penduraria ambos no pescoço. Sim, eu preciso de cantis com alça, pois preciso ter sempre um goró comigo, mas ficar segurando uma garrafa frágil não é algo muito confortável.

-Vou ficar com esses dois. Agora saia de minha frente! - Ao terminar a frase, pegaria alguma garrafa (de vidro, caso houvesse uma lá) e bateria a mesma contra o rosto do atendente para ferir-lhe o rosto.

-Toma aí uma gorjetinha para se lembrar de mim pra sempre.

Depois correria para fora da loja. Saltaria dando um mortal por cima das pessoas que estivessem em minha frente, ou, caso tentem impedir o meu avanço eu as chutaria horizontalmente para o lado a fim de limpar o caminho.

Se tudo desse certo, agora eu teria comigo mais dois bellys, o(s) livro(s), e dois cantis novinhos em folha.

- Ok, agora eu só preciso pegar uns remédios! Depois pego as munições do Blade.

Seguiria sempre atento à qualquer sinal de perigo, isto é, algum caçador ou marinheiro que venha me caçar (ou quem sabe algum civil chamando atenção indesejada). Se alguém me atacasse eu daria uma estrelinha para o lado contrário do atacante (se ele for destro a estrelinha vai ser pra esquerda e vice versa), em resposta, aproveitaria a constante movimentação de meu corpo para contra atacar desferindo um aú martelo no pé da orelha do sujeito.

-O que é que cê quer comigo?  


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4008/1013/15

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Unknown

Tabela de preços:
Formiga
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 26613303cf
Créditos :
5
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t1843-nymeria-nymph
Formiga
Desenvolvedor




Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 03



Blade

Blade olhava pro moleque com uma certa admiração, mas, não desejava que aquele jeitão do menino durasse muito. Enfim, o canino rapidamente descia do barco, dando de cara com o porto. A estrutura do lugar era bem desenvolvida, como dito anteriormente, aparentava ter passado por uma reforma nas últimas semanas. O lobo olhou para os civis, pegando um deles – um senhor de idade – e voltava para o barco. Bom, pelo menos foi isso que ele imaginou.

No momento em que retirava o homem do chão e começava a caminhar na direção do barco, Blade notava alguém bem próximo a ele. Pela silhueta aquela criatura era ligeiramente menor e não contava com nenhum pelo no braço, que acertava em cheio o estômago do canino, jogando ele longe – Piratas em Sobert? Era só o que me faltava! – Uma voz feminina ecoou pelo lugar e quando Blade olhasse, veria uma mulher loira, grande e com um corpo de dar inveja – Pode ir senhor, eu cuido desse criminoso. – Bradou colocando o homem que o pirata tinha pego no chão – Sua laia nunca aprende não é? Acreditei que com a prisão de Caolha e seu bando, vocês não pisariam mais em Sobert. – Continuou o falatório com um sorriso confiante no rosto – Vamos lá, podem levar. – Disse a mulher apontando para o barco com o dedão, um pequeno grupo de quatro pessoas saltou para o interior do convés.

Antes mesmo que Blade pudesse reagir, o som de rosnados eram audíveis, seguidos por um forte impacto e um “grito” de dor de Lua, aparentemente, ela havia sido atacada pelos homens. Aliás, você pode se perguntar o motivo de não conseguir ver o que aconteceu? O nível do porto era baixo, fazendo o convés ficar bem alto, impedindo a visão – Bora acabar com isso logo, tenho que fazer minhas unhas. – Disse a mulher, partindo para cima do Pirata com velocidade.


Cornélia

A aventura de Cornelia começava de maneira tranquila, caminhando pelas ruas da cidade Central. Enquanto observava tudo ao seu redor, ela notava alguns olhares estranhos em sua direção – Um bode, agora uma coelha? – Escutou de uma dupla que passou por perto em passos rápidos. Mas nem todos eram ruins, na verdade, ela encontrou logo após alguns minutos de caminhada um homem de aparência amena – Estamos no Reino Sobert minha jovem. – Disse o velho - No South Blue. – Concluiu, tossindo fortemente em seguida – Siga reto por essa rua, no lado direito, vai encontrar o que procura. – Indicou o caminho com o dedo.

Para Cornelia tudo estava simples até então, bastava seguir em linha reta. Não demorou para que ela encontrasse o lugar, mas, antes mesmo que pudesse entrar, via um homem na porta, ao seu lado, um outro rapaz de cabelos longos e loiros, trajando uma espécie de roupa chamativa, na cor laranja – ALI! É DA LAIA DELE. – Gritou o homem apontando para Cornelia, seu olhar carregava fúria – CERTEZA QUE ELA SABE QUEM É AQUELE BODE LADRÃO! – Gritou de novo, dessa vez, todos em volta da mink percebiam a situação. O homem de cabelos amarelos começou a caminhar em passos rápidos, sua feição não era das melhores, entretanto, ele não parecia que iria fazer mal a garota.


Deep


Deeperson estava puto e com motivo. Ele já era um homem vivido, certamente já havia passado e lidado com incontáveis momentos onde sofreu preconceito, apenas por ser quem é. O bom humor escorria como uma cachoeira, dando lugar unicamente a um tritão gordo e puto. O homem-peixe entrou no mercado em passos largos, pegando uma espécie de cesta grande e enchendo tudo aquilo com as mais diversas comidas, temperos e algumas bebidas. Ele agia normalmente, semelhante a uma vovozinha fazendo as compras do mês.

Entretanto, aquele lugar contava com um sistema de segurança afiado.
Entretanto, aquele lugar contava com um sistema de segurança extremamente capaz. Um homem estranho, magro, quase sem nenhum cabelo. Seus olhos eram grandes, azuis e sinceramente ele mal parecia um ser vivo. Aquele pequeno homem usava uma calça preta colada, junto com uma camisa de manga, na cor branca. Um cinto segurava suas calças, tendo uma fivela de cor rosa claro. No momento em que Deep tentou sair com a mercadoria, foi parado pelo rapaz – Calma lá meu patrão, o caixa está ali. – Apontou na direção de uma fila de caixas. A resposta do tritão foi uma só: um puta soco. O pequeno homem foi lançado contra uma das paredes e lá ficou, dando espaço livre para que o tritão continuasse a sua viagem.

Cerca de seis metros após sair do mercado, o homem-peixe sentiu um certo peso em seu ombro – Tu não vai pagar mesmo não? – Ele notava a presença do pequeno homem, segurando uma faquinha – daquelas de cortar pão – Tá querendo morrer, é? – Indagou o rapaz, apontando a faca para cabeça do tritão.


Levi

Levi tinha ficado puto com os achismos do vendedor, ele tinha dinheiro para comprar o que precisava. O vendedor ficou assustado com os gritos do homem, tentando apaziguar toda a situação – Calma! Calma! Peço desculpas pelo equívoco, doutor. – Bradou com sua voz trêmula. Tanto Levi quanto o vendedor olharam para porta e era possível ver um homem alto, com um chapéu de cowboy e um longo sobretudo que arrastava no chão – Senhor Bil! – Falou o farmacêutico animadamente – Seu medicamento já está aqui, como falei. – Concluiu de maneira calma.

O sentido aranha de Levi apitava como uma sirene, aquele homem era bem perigoso – Que bom que gostou Doutor, 5 unidades? Ok! – Disse o atendente em festejo – Tudo fica 150 mil berries, Doutor...? – Deu um tempo para que Levi falasse seu nome – Muito obrigado, qualquer coisa estamos a disposição. – Concluiu a venda, pegando o dinheiro dado pelo rapaz com velocidade.

Levi partiu sem um rumo definido, deixando o homem estranho e o vendedor no interior do local. Ao sair, ele pode sentir como se aquela estranha figura estivesse olhando para ele, não para seu exterior e sim para o interior.


Subae


Subaé não acabava indo atrás do vendedor, na verdade, aproveitou da liberdade para fuçar o acervo de livros que tinha à disposição. Encontrou sem muitas dificuldades o livro que procurava, o estabelecimento mostrava mais uma vez ser bem organizado. Partiu sem mais delongas, procurando agora por outra loja, o Bode estava realmente afim de fazer as compras. As ruas estavam movimentadas, pequenos grupos transitavam pela área de maneira tranquila, algumas delas agasalhadas, já que os fortes ventos frios circulavam por ali.

Não demorou para que o pirata encontrasse a tal lojinha, e sim, ela era bem pequena. Ficava entre uma barbearia e um mercadinho, bem, bem, beeem apertada no meio desses dois estabelecimentos. Assim que entrou, uma menina que beirava seus treze anos veio em sua direção – Boa tarde! O que o senhor precisa? – Falou em um tom meigo – Cantil? Por aqui. – Respondeu ao mink. A pequena garota de cabelos avermelhados levou o bode para uma prateleira no extremo direito da minúscula loja, cerca de três passos da entrada. Não tinha muitas opções, dois deles eram infantis, um de maneira e um de cor preta e outro marrom, feitos de metal – Boa escolha! Pensei que fosse para seu filho, normalmente crianças que gostam disso. – Comentou ingenuamente a criança.

A prateleira de baixo contava com algumas garrafas de vidro, dessas que normalmente se usa para guardar água na geladeira. Sem um pingo de remorso, o criminoso vagabundo acertou a cabeça da pobre criança, que caiu no chão enquanto o líquido rubro escorria pelo ferimento em sua testa. Esse miserável que merece ser morto, ainda fez piada com toda situação, antes de sair em alta velocidade. Uma mulher de cabelos vermelhos entrou no momento do ataque, ela estava parada em choque ao ver aquela cruel cena, mas, antes que pudesse gritar, viu o Bode pulando por cima do mesmo e batendo com as costas na parte “superior” da porta, já que ele não tinha muito espaço para uma acrobacia daquela.

O Pirata partiu, ouvindo aos fundos o grito da mulher desesperada. A atenção dos civis se voltavam para ele, mas nenhuma intervenção era feita. Ele continuava caminhando/correndo pela rua, como um louco desembestado.



Histórico Geral:

Legendas:
Jupges
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Https%3A%2F%2Fpictures.betaseries.com%2Fbanners%2Fepisodes%2F81841%2F1069791
Créditos :
00
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t1419-nero-vil-gax https://www.allbluerpg.com/t1652p30-curiosidades-em-serie-novos-horizontes-act-ii#20786
Jupges
Pirata
Blade
Lobão
A primeira decisão de Blade em meio a sua situação, seria empunhar seu revolver e dar um tiro pro alto. Blade em seguida diria sorridente, -Olha coisinha linda, escute bem o que eu vou te falar!, a expressão de Blade se fechava, ficando completamente sério, -Se não quiser morrer e perder seu corpinho lindo, DESAPAREÇA!

Blade miraria o revolver na cintura da loira, e logo em seguida dispararia, diversos tiros poderiam ser ouvidos pelas pessoas no porto, e, para Blade todos tinham a intenção de fazer a loira parar de andar.

Para não ter que recarregar sua arma, Blade pegaria sua Tkiv, colocando ela rapidamente na frente de seu corpo, segurando com as duas mãos, Blade faria isso para tentar bloquear qualquer investida da loira, se a sua inimiga tentasse atingir outro local de seu corpo, Blade usaria de seu reflexo para defende-lo com a Tkiv.

Blade então encostaria o cano da Tkiv no corpo da loira e atiraria, com um tiro a queima roupa a intenção de Blade era só ganhar tempo. Blade então subiria no barco o mais rápido possivel. Quando subisse ao barco Blade procuraria pela Lua, e quando visse seus agressores, daria diversos tiros com sua Tkiv, cada um mirando a cabeça dos agressores.

Blade aproveitaria para se esconder atrás do mastro, recarregar sua Tkiv, e esperar algum inimigo se aproximar. Blade contaria com sua audição para tentar ouvir a aproximação de qualquer inimigo, e, quando um inimigo se aproximasse Blade daria a volta no mastro, para chegar até o inimigo pelas costas. Blade então daria um tiro no pescoço do inimigo.

Se algum inimigo se aproximasse muito de Blade, o lobo daria um pulo para trás o mais distante possivel, e enquanto pulando atiraria nas pernas do inimigo para impedir a sua movimentação.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 JOLLY_PNG
Deep
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Tfig50k
Créditos :
05
Localização :
Sirarossa - West Blue
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t1116-deep-cutt#10446 https://www.allbluerpg.com/t1386-cap-2-ascendendo-as-profundezas#14266
Deep
Novato


Fazia minhas compras puto, soltando fumaça das ventas como um dragão prestes a cuspir fogo. Assim que fui sair um cara baixo e deformado tentava e fazer pagar, no entanto eu tava de poucas palavras e um soco foi o suficiente para o mandar voando para longe, ou pelo menos assim me pareceu, pouco tempo depois o mesmo homem empoleira se em meu ombro, me ameaçando com uma faca de pão.

A cena me seria cômica, se não fosse já estar sem paciência alguma e já nervoso com aquela ilha de cornos. Eu olhava para a faquinha do homem através de meus óculos de sol, por um lado insultado pelo instrumento nem ser cortante e afiado, por outro surpreso com como aquele homem levantou de meu soco com vontade de continuar lutando.

-Você é bem burro, não é? Se continuar me enchendo, você quem vai morrer...

Eu carregava a cesta com produtos com o braço direito e enquanto olhava para o homem em meu ombro, pegaria uma rabanada em minha pochete e levaria a minha boca para saborear, lambendo o dedo que colocou a rabanada na mesma, em seguida posicionando o indicador com saliva junto ao polegar e forçando um dedo no outro para disparar uma gota de saliva como se fosse um tiro mirando o peito do homem que me apontava uma faca de pão.
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 K5yE5tD

Caso o homem se movesse em meu corpo, tentaria me mover de forma a atrapalhar sua estada sobre minha pele e o derrubar.

Se em algum momento o homem estivesse no ar, fosse caindo de mim ou por outro motivo, tentaria girar levemente  meu corpo para aplicar um golpe com meu punho esquerdo.

Se em algum momento eu ouvisse tiros vindos da direção do porto, miraria uma  linha reta na direção do mesmo e sairia atravessando tudo que estivesse na minha frente para chegar o mais rápido possível, sempre mantendo meu ombro do lado esquerdo, oposto a caixa de comida, para a frente.

Se o homem em algum momento estivesse caído e nenhuma novidade ocorresse, apenas iniciaria minha caminhada de volta ao navio.

Se eu encontrasse alguém atacando ou ameaçando a segurança de algum membro do meu bando ou do navio, colocaria a cesta de comida no chão me aproximaria e diria:

-Parece que essa ilha tem vários suicidas não é mesmo...


Histórico:



Última edição por Deep em Dom Out 10, 2021 10:44 pm, editado 1 vez(es)

_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 TbTEfdK
Anakin
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 350x120
Créditos :
05
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/
Anakin
Civil

[...]

Eu não sei até que ponto a sorte estaria do meu lado, então, confiei no que meus instintos pareciam alertar. Curvei o corpo e pus a mão no peito. — Levinstein... Dr. Levinstein! — Respondi, enquanto retirava o dinheiro do bolso e colocava sobre o balcão. Daquela posição, daria uma olhadela para o lado, antes de me levantar para pegar os remédios. Senhor Bil, era o nome do dito cujo. Sempre é bom lembrar a face e o nome dos homens que não devemos brincar.

Faria a troca entre o dinheiro e os medicamentos, levaria a mão até a testa e fazendo uma espécie de continência, me despediria aos passos rápidos, colocando os frascos dentro do bolso no processo de partida.

Do lado de fora da farmária, arfaria um ar mais tranquilo. Pelo menos, durante um ínfimo instante em que ficaria iludido. Logo uma sensação arrebataria meu peito. Sentindo o clima mudar, a ideia de estar sendo observado pareceria uma realidade. Havia, no entanto, um detalhe em especial. Aquilo que me observava parecia me encontrar no fundo de minha alma e eu engoliria em seco aquela sensação. Eu pararia após poucos passos. Meus olhos se arregalariam e eu hesitaria em olhar para trás — provavelmente de onde havia vindo, não teria certeza disso.

— A curiosidade matou o gato, Levi. — Recitaria mentalmente. No entanto, esse felino aqui não conseguiria conter esta mesma curiosidade. Meu pescoço se viraria lentamente, com um receio tremendo. Tentaria conter as expressões faciais e, impassível, olharia de onde havia — provavelmente — vindo andando.

O que aquele homem estava fazendo? Ele havia saído? Por que daquela sensação incômoda que me afligia a alma? Eram perguntas que traria agora comigo e sair dali sem reponde-las era como ignorar um lado meu que estaria gritando.

Se ele estivesse me observando, eu teria de confronta-lo de alguma maneira. Lutar não me pareceria uma boa opção. Engoliria essa ideia junto ao meu orgulho e minha breve irritação. Deveria manter a calma e a classe. — Que classe, caraio? — De qualquer modo, talvez eu deveria me aproximar e oferecer ajuda? Afinal, eu sou um médico. É provavel que ele tenha ouvido isso.

Arfaria novamente, agora mais discretamente, enquanto ainda olharia para trás. — Tudo bem... — Sim, o medo surgia. Isso seria inegável.

O jeito era me acalmar. Logo, me viraria totalmente e dando alguns passos me aproximaria de Bil. — Ei, posso saber que tipo de remédio você toma? Eu sou um médico, posso ajudar.... — Falaria com um sorriso forçado no rosto. Junto a isso, a voz soaria sem graça, trêmula e até meio destoante mas, afinal, soaria.

Se ele, ao menos, não me atacasse, já seria um começo de conversa. Agora, se qualquer sinal de ataque surgisse em meus instintos, teria de agir rapidamente. Já estaria arisco o suficiente paracorrer entre as pessoas, zigue-zagueando entre elas até encontrar um beco ou lugar mais próximo para me esconder. Isso já seria um bom começo para um sumiço repentino.

Havia também, o caso de eu não encontrar o homem com os olhos. Nesse caso, algo estaria errado. Uma expressão confusa surgiria em minha face e eu teria de encontrar uma solução diferente para o mistério. Solução essa que, provavelmente, eu não encontraria ali. — Ufa... — Arfaria profundamente aliviado, voltando a olhar o movimento das ruas. Assim, deixaria aquele lugar aos passos corridos e dispersos, pouco objetivos e sem qualquer direção traçada.

Onde meu senso me levaria? Era uma boa pergunta e isso, eu não fazia ideia. — Pra onde eu vou agora? — Em dado momento, eu pararia.

A sensação continuava me perseguindo? Olharia ao redor e tentaria encontrar alguma movimentação incomum. — Afinal, o que eu to procurando hein??? — Falaria, pensando em voz alta, enquanto meus olhos saltariam de um lado para o outro, buscando algo que, nem mesmo eu, sequer tinha certeza do que era.  

[...]


LER:


Objetivos:

Histórico:


_________________

Subaé
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Cantinho_foto
Créditos :
22
Localização :
Nos bares de então
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t354-subae?highlight=subaé https://www.allbluerpg.com/t348-cabras-da-peste-vol-1-amanhecer-do-sul#1033
Subaé
Criador de Conteúdo

4: Isso é um assalto!

Seguiria calmamente pelas ruas enquanto acariciava minhas costas doloridas com a mão livre.

-Maldita loja apertada…Como é que esse povinho quer ter boas vendas com um muquifo daquele tamanho?

Seguiria seguindo as placas até encontrar a farmácia local, e ao encontrá-la, adentraria o estabelecimento. Se , durante a ida à farmácia,  em algum momento algum perseguidor viesse atrapalhar minhas compras, eu usaria minhas habilidades acrobáticas para escalar e saltar por cima de algum dos estabelecimentos (ou muros) a fim de despistá-lo, Depois seguiria até a farmácia.

-ZeBeBeBe!! Até que enfim achei a farmácia! - Diria quando adentrasse o local.


toc … toc ... toc ... toc...


Meus cascos ressoavam a cada passo dado em direção ao balcão, Ignoraria todos os outros clientes (caso houvessem) e ao chegar, daria um tapão no balcão.

-Escute bem, meu senhor, isto aqui é um assalto! Quero uma cartela INTEIRA de remédios à base de Canabidiol! Entendeu? Agora vai logo, me entregue todo seu dinheiro e me traga o que pedi !!

Caso o homem se negasse a fazer o que mandei eu seguraria com a minha mão livre a sua mão com força para que ele não pudesse puxá-la de volta e, usando meu polegar, empurraria o seu dedo mindinho contra a palma da mão, fazendo o mesmo quebrar

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 MR1qJ

- Agora vai me obedecer? - Se ele ainda mostrasse resistência eu quebraria o dedo seguinte (anelar) - E agora? Vai fazer o que mandei? - Seguiria assim até o dedo indicador, depois eu só iria apoiar os livros no balcão para poder sacar a espada e finca-la no busto do homem de qualquer maneira.

-Que droga, Agora eu vou ter que procurar…

Recolheria o dinheiro no caixa e no defunto,  depois iria até a prateleira para buscar pela caixa com meus remédios.

Se em algum momento alguém inventasse “tirar onda de herói” e viesse me importunar eu responderia sua fala com um olhar sinistro e intimidador - Dê o fora, seu verme!! - Mas se ainda assim insistirem no heroísmo eu usaria o balconista (que eu estaria segurando com força) para golpear quem estivesse me enchendo o saco.

O clássico “Vou usar esse filho da puta para bater nesse outro filho da puta”.

Neste ponto, certamente meu golpe abriria a defesa do meu oponente (se é que eu teria um), por isso, sem soltar o pobre atendente, iria desferir uma sequência de chutes flamejantes contra o infeliz que interrompeu meu assalto.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Tumblr_inline_p63vrbpt741r5ight_500

Se em algum momento alguém me atacasse eu puxaria o atendente e o usaria como um escudo, depois contra atacaria usando o homem como um porrete.
Mas se por acaso eu não estivesse segurando o atendente, eu me esquivaria rolando pelo chão. Talvez seja uma leva influência do Deep em minha vida, mas eu faria uma cambalhota para me aproximar e cabecear com força o joelho do pseudo-herói.

Caso Levi esteja lá, eu olharia para o homem que parecia ser um mendigo e diria - Ei homi, tu parece entender sobre essas coisas. Me ajuda a achar esses remédios e eu fico te devendo uma.

Depois que estivesse com os remédios e o dinheiro em mãos iria embora daquela espelunca, desta vez correndo.
Olharia para Levi Caso ele estivesse ali - E ai, vem comigo ou não?


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4007/1012/15


Última edição por Subaé em Sab Out 16, 2021 1:10 pm, editado 1 vez(es)

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Unknown

Tabela de preços:
Smoothie
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 350x120
Créditos :
05
Localização :
Atrás de você.
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t828-cornelia#6741 https://www.allbluerpg.com/t837-cabras-da-peste-vol-3-velozes-e-furiosos-desafio-maritimo
Smoothie
Estagiário
Velozes e Furiosos
O Coelho Lunar faz sua estreia em Sorbet!


A garota coelho começou a perceber que realizar parte dos seus objetivos fora ainda mais fácil do que havia previsto. Ainda que tivesse andado atenta aos perigos ao seu redor para que nada lhe pudesse impedir de seguir em frente, Cornelia parecia não ter encontrado algo que fosse perigoso o suficiente para se importar. Estava por fim em uma cidade, onde alguns lhe olhavam torto e a maioria lhe via de maneira indiferente. Os comentários sobre ser pertencente a tribo Mink era captado por suas poderosas orelhas, mas ela não se deixava afetar por este fato. De maneira alguma Cornelia conseguiria mudar o que é, portanto caso alguém a viesse incomodar com algum papo racista, ela estaria sempre pronta para dar-lhe uma boa lição.  

Menos ainda eram os que lhe olhavam de maneira gentil, um exemplar deste último grupo fora aquele lhe sanou todas dúvidas, sobre onde estava e como encontrar a biblioteca mais próxima. Depois de ter tido uma recepção nada calorosa de outros habitantes, era bom saber que ainda existiam pessoas que a respeitassem. — Obrigada, sinhô. — Respondeu a mink, para demonstrar sua gratidão. — Você tem uma cara engraçada, mas eu gostei de você! — Ela fez um momento de silêncio e gargalhou, logo depois saiu andando para às direções dadas, enquanto ria e falava em voz alta. — Bwahahahahaha! Que onda, uma ilha chamada Sorbet! Me pergunto se eles são famosos por sorvete ou algo assim...

Antes que as coisas ficassem simples demais para a coelha, uma confusão estava se alojando na entrada da biblioteca, levando-a a ficar com os pelos ouriçados. —Finalmente um pouquinho de animação. Eu preciso dos meus livros, não vou deixar essa oportunidade passar. — Ela diria baixinho, em conjunto com um sorriso malicioso. Seu livro não poderia ser de forma alguma um drama de vida cotidiana, seria necessário um pouco de ação para engajar leitores! O homem de cabelos amarelos havia chamado atenção de um punhado de pessoas e agora que tinha palco, Cornelia daria seu show. Não é de seu feitio sair levando desaforo.

— VOCÊ AÍ, SEU OTÁRIO! — Sua resposta ao rapaz de cabelos loiros e roupa chamativas também seria no mesmo tom em que foi abordada, gritando, para que ele percebesse de cara com quem estava se metendo. — EU NÃO CONHEÇO NENHUM BODE, MAS JULGANDO PELA SUA CARA E SEUS CHIFRES DE CORNO EU DIRIA QUE ESSE TAL DE BODE LADRÃO É VOCÊ MESMO! — Gritaria Cornelia, esperando que sua provocação fizesse efeito. — SE VOCÊ É HOMEM MESMO VENHA PRO PAU. NUNCA FUI MUITO FÃ DE RACISTA... ACHA QUE POR QUE EU SOU UM COELHO EU VOU ROUBAR TAMBÉM? POIS ACERTOU, VENHA AQUI LOGO PRA EU TE DESCER O CACETE E DEPOIS EU VOU PEGAR OS LIVROS QUE EU QUERO.

Caso o rapaz caísse em sua provocação e aceitasse uma briga, Cornelia iria flexionar suas pernas musculosas para realizar um salto surpreendente e aterrissaria atrás do inimigo, para que pudesse pegar o seu alvo desprevenido. Com as manoplas equipadas em mãos, a garota acreditava que um soco seria capaz de causar dano suficiente para atordoa-lo, então ela o atacaria com um soco mirando na cabeça. Seu objetivo final eram os livros, então correria o máximo que pudesse para entrar na biblioteca e furta-los, realizando uma fuga a seguir.

Se a aproximação do loiro for mais calma e contida em relação a Cornelia e o mesmo pedisse desculpas a moça, ela poderia ouvir as reclamações que ele tinha, levando-a entender toda situação e o porquê de desconfiarem dela, já que havia acabado de chegar. Cornelia se ofereceria para encontrar o bode mencionado, mas pediria dinheiro e livros adiantados como recompensa pela ajuda. Não era de seu interesse capturar o bode, mas o faria pelo dinheiro. Já os livros, a mink não sairia da biblioteca sem eles.

Cornelia:

Histórico:

_________________

Face
Formiga
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 26613303cf
Créditos :
5
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t1843-nymeria-nymph
Formiga
Desenvolvedor




Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 04



Blade


Parecia que a sorte de Blade não estava nos seus melhores dias, tanto em Petra como aqui, ele acabava se envolvendo em mais uma rodada de combates. Desta vez ele estava mentalmente preparado, decidido a enfrentar a adversidade de peito aberto, digo, com arma na mão. Suas frases foram ignoradas pela mulher, que corria em sua direção com velocidade, enquanto Blade sacou sua pistola e mirava na direção da cintura da loira. Os tiros foram disparados – após o tiro para o alto -, contudo, a mulher desviava com maestria dos disparados que lhe foram direcionados. Sua flexibilidade e velocidade eram pontos notáveis em seus movimentos, por mais robusta que fosse, parecia que isso não interferia em nada em sua movimentação exemplar.

Em um rápido movimento, a loira encurtou toda distância existente entre o lobo e ela, aplicando um soco na direção do queixo do mink. Contudo, Blade notava uma das sobrancelhas arqueadas da mulher, no momento que defendeu com sua arma o golpe da mesma – O quê? – A surpresa estava clara em sua expressão, provavelmente nenhum outro homem foi capaz de defender o golpe da mulher, porém, Blade não era um homem e sim a porra de um cachorro gigante! BANG! O som da Tkiv sendo disparada era algo que ecoava pelo lugar, uma Sniper daquelas proporções causava danos significativos na coxa direita da mulher, que caia de joelhos próximo ao lobo.

Este a ignorava, sua intenção era unicamente ganhar tempo para que chegasse no barco e acabasse com os inimigos que estavam no convés. Porém, antes que pudesse de fato correr, teve sua perna presa pelas mãos da mulher, que o ergueu como uma pena e bateu repetidas vezes o lobo contra o solo – MAIS QUE PORRA TU PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? – Gritou em meio aos pesados movimentos que fez com o corpo do canino. Este último, foi lançado por último em direção a um aglomerado de caixotes velhos e vazios. Sua última visão? Era do Lamento zarpando do porto e Lua enfrentando os oponentes no convés, afinal, era possível ver a cadela saltando de um lado para o outro, com o sangue espirrando em várias direções. Restava saber de quem era o líquido rubro.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Hulk-smash

OBS: Leia o último parágrafo da parte do Deep.


Cornélia

A Coelha percebia onde havia se metido, aparentemente algumas pessoas não eram adeptas a espécie da garota, pelo jeito, o preconceito corria solto por essas bandas. Claro que não era todo mundo, tendo em vista a pessoa que respondeu de maneira atenciosa as dúvidas da garota, ele até mesmo viu da piada do sorvete. De qualquer modo, ela agora estava em uma situação complicada, sendo acusada de algo que não fazia a mínima ideia e provavelmente sofreria as consequências das ações de terceiros. Bom, pelo menos era isso que aquele NPC aleatório acreditava.

Cornelia retrucou de maneira selvagem, chamando ainda mais atenção dos curiosos que estavam ao seu redor – VOCÊ CONHECE SIM! – Retrucou o homem de lá, enquanto o loiro continuava a ir em direção a mink – TODOS VOCÊS SE CONHECEM, RAÇA NOJENTA! – Gritou enfurecido ao ouvir o resto das ofensas proferidas pela mulher – Calma, não sou como ele. – Falou o loiro de cabelos longos – Acredito que não está relacionada com o tal bode, pelo que contou, foi assaltado e quase morto pro um criminoso com essas características. – Bradou de maneira tranquila, controlando toda situação. O homem lá atrás até pensou em falar mais algumas injúrias, contudo, com apenas uma olhada o amarelado calou a sua boca.

Não, não preciso da ajuda de um civil. Você irá mais atrapalhar, do que ajudar. – Falou em resposta às palavras da coelha, ao se oferecer para ajudar na busca pelo criminoso – Apenas siga seu caminho e não quebre as leis. Boa sorte! – Falou o rapaz seguindo pela direção que Cornelia chegou até ali. A situação da jovem era até simples, ela estava parada no meio da rua movimentada, o som um tiro chegou até seus ouvidos atentos, mas, estava relativamente longe. O NPC que gritou em sua direção havia entrado na biblioteca, a porta estava fechada, mas não dava para saber se estava trancada ou não.


Deep


Deep estava puto da vida como já citado anteriormente, aplicou o famoso “socão” na face do segurança, que voltou momentos depois. Ele achava graça de tudo aquilo, afinal, um pequeno ser nos ombros de um colossal baiacu, era uma cena um tanto quanto hilária. No momento em que levou sua mão a pochete, ele pode notar algo interessante, ela não estava no lugar que deveria estar – Tá procurando aquela pochete sem graça? Tá ali atrás. – Falou apontando para o caminho feito pelo tritão.
Antes que pudesse realizar qualquer movimento, ele notava que aquela criatura percorria toda a extensão do seu corpo, indo para o outro ombro do homem-peixe – Você quem fez? – Disse, comendo uma das rabanadas feitas pelo cozinheiro em Petra Yuni – Tá gostoso em. – Falou com um sorriso no rosto. Ele rapidamente voltava para o outro ombro e via que o tritão estava preparando um golpe mortal – Epa! Calma lá. – Disse enquanto se esgueirava pelo corpo do pirata, fazendo aquela pequena gota passar no vácuo do seu movimento. O baiacu se mexia como um touro querendo derrubar o peão, mas o rapaz de olhos claros se mantinha firme nas costas do homem-peixe, aplicando algumas facadas que Deep sentia estarem sendo paradas em suas escamas, não causando dano algum a ele.

Momentos antes do primeiro disparado de Blade, o tritão foi acertado na regiào das suas guelras, com uma espécie de chute com o tornozelo, o que causou um certo incômodo ao mesmo – Porra, tu é muito duro. – Resmungou o oponente que saltou do corpo do tritão – Infelizmente você não vai morrer com minha arma atual, tenho que pegar algumas coisas, vê se não foge em?! – Gritou o homem correndo em direção ao mercado, pegando no meio do caminho a pochete do homem-peixe e colocando em seu ombro.

Ao ouvir mais disparos vindo do porto, o tritão partiu em disparada, atropelando tudo em todos que estavam pela frente. O caos estava instaurado naquela região, já que a bola de carne havia causado sérios danos nas pessoas que ficaram em sua frente. Sem precisar destruir nenhuma estrutura, ele chegou no porto a tempo de ver Blade sendo lançado contra os caixotes e o lamento zarpando do porto. Ao ouvir sua voz, a mulher saltou de maneira abrupta para longe, observando o tritão com atenção – Deep Scaleback… – Proferiu o nome da fera.


Levi e Subas

Levi estava atento ao tal do Bil, ele sentia o olhar do homem observando o fundo da sua alma e aquilo chamou sua atenção. Não apenas isso, mas também despertou uma espécie de curiosidade envolta daquela estranha figura, que ainda se encontrava na farmácia no momento em que o jovem voltou sua atenção para o estabelecimento. Uma rápida troca de olhares aconteceu, entretanto, nenhuma ação diferente ocorria além desta, já que o homem de chapéu voltava a dar atenção ao farmacêutico que ali se encontrava.

Guiado pela curiosidade, entrou novamente na farmácia decidido a falar com o homem em questão, mantendo o controle das suas emoções e esperando não tomar uma “lapada” de Bil. Suas palavras foram ditas e o senhor continuava a encará-lo, sem desviar os olhos por um momento sequer e muito menos, respondendo a sua pergunta. Um clima tenso se instaurou no lugar, parecia que a qualquer momento alguém seria morto, foi quando Bil balançou sua cabeça negativamente – Ele já tem um médico. – Disse o provável dono da farmácia – E ele é mudo. – Sussurrou perto do ouvido de Levi.

Antes que pudessem ter mais uma série de ações, a porta do lugar abria novamente, uma figura estranha surgia no local. Parecia ser um bode humanóide, aquilo fazia Bil arquear uma das suas sobrancelhas. A coisa mais chamativa – além da sua aparência – era o odor que o mesmo exalava, parecia que um montante de ratos mortos tinham acabado de entrar no lugar, era algo ardido que incomodava o nariz dos três homens naquele ambiente – Eeer... senhor? – Indagou um pouco sem jeito o farmacêutico, dando alguns passos na direção de Subaé – Uma cartela inteira? Esse tipo de medicamente só vendemos com receita e ainda será necessário esperar alguns dias, para que ele chegue em nossa farmácia. – Respondeu rapidamente o homem de jaleco branco.

O farmacêutico havia respondido ao Bode antes que ele terminasse sua frase, afinal, se tivesse ouvido tudo ele nem teria ido em sua direção – Dinheiro? Ahn? – Antes que pudesse ter uma reação ainda mais significativa, teve sua mão presa pelo mink e logo em seguida, um dos seus dedos quebrados – AAAARGH! – Urrou de dor. Bil ao ver toda aquela ação, rapidamente realizou um movimento com suas mãos, apontando uma delas na direção do Mink e disparando uma flecha que parecia sair no espaço entre seus dedos. Contudo, o capitão estava atento e usava o farmacêutico como uma espécie de escudo, fazendo-o receber uma flechada no ombro e expelir um som ainda mais intenso de dor. Antes que pudesse chorar um pouco mais, sentiu seu corpo sendo erguido com facilidade e usado como uma espécie de porrete.

Bil desviava com maestria e o Bode aproveitava daquele tempo para desferir uma sequência de chutes na direção do homem, tendo a Skin da sua insígnia. Em meio aos golpes, ele pode ver que o homem desviava com cuidado e precisão, usando o mínimo de movimento para não receber os golpes desferidos pelo pirata. Um novo disparo foi feito, novamente a cabra estava atenta e dava uma espécie de cambalhota na direção do homem, visando acertar sua cabeça no joelho do rapaz. Este, novamente desviava com facilidade, deixando Subaé acertar o balcão com medicamentos mais simples.

Levi via toda essa luta acontecendo com seus próprios olhos. O homem de chapéu se afastava com alguns saltos curtos, ficando próximo a saída do lugar. Do seu bolso tirou uma espécie de bomba e lançou na direção de Subaé, mas, ela não teve força o bastante para que chegasse perto do bode. Enfim, uma fumaça densa e ardente começava a se espalhar pelo local, a última coisa que Levi e o pirata podiam ver, era o velho colocando uma máscara em seu rosto e fechando a porta do estabelecimento. O gás acinzentado se espalhava com velocidade, causando uma queimação nos olhos dos dois players. Bil não estava mais na visão dos dois, parecia se aproveitar da situação para se esgueirar pelo lugar ou fora dele.



Histórico Geral:

Legendas:



Jupges
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Https%3A%2F%2Fpictures.betaseries.com%2Fbanners%2Fepisodes%2F81841%2F1069791
Créditos :
00
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t1419-nero-vil-gax https://www.allbluerpg.com/t1652p30-curiosidades-em-serie-novos-horizontes-act-ii#20786
Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade gritava de dor antes de fechar seus olhos nos caixotes, Blade tentaria abrir seus olhos e se levantar com certa dificuldade. Se não conseguisse permaneceria no chão.

Blade se esforçaria para se levantar, tentando conter a própria dor, e caso conseguisse olharia para a loira e cuspiria no chão.

Caso Blade se levantasse, puxaria seu revolver e daria dois tiros, um no abdômen da loira, e outro no chão na frente de Deep. Blade estava com uma expressão muito séria em seu rosto e gritaria para Deep, -A PUTA LOIRA É MINHA! ELA SEQUESTROU A LUA!

Blade avançaria contra a loira disparando todos os tiros restantes, caso a loira avançasse novamente contra Blade, o lobo bloquearia seu ataque usando suas garras para aparar, ou caso fosse necessário sua boca para interceptar o ataque.

Blade puxaria a Tkiv guardando o revolver para poupar o carregamento, Blade miraria na cabeça da loira, e dispararia o maior número de vezes possível, até sua arma ficar sem munição, se não fosse possível mirar a cabeça da loira, Blade miraria o tronco, a mobilidade da mesma estava prejudicada o que deveria tornar as coisas mais fáceis.

E caso ela viesse ataca-lo novamente, Blade responderia com um contra-ataque, empunhando sua Tkiv como se fosse um bastão e golpeando a cabeça do inimigo, toda sua força e destreza seriam aplicadas nesse contra-ataque, tentando quebrar o pescoço da oponente no impacto.

Blade estava atacando de maneira diferente do normal, talvez fosse a raiva dentro do seu ser que ele não deixava ser exposta, sua grande companheira havia sido sequestrada afinal, e a culpa era dessa mulher.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 JOLLY_PNG
Deep
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Tfig50k
Créditos :
05
Localização :
Sirarossa - West Blue
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t1116-deep-cutt#10446 https://www.allbluerpg.com/t1386-cap-2-ascendendo-as-profundezas#14266
Deep
Novato


Aquele pequeno homem era um infeliz ligeiro, o desgraçado pegava minha pochete com minhas comidas de batalha e petiscos, tinha  a audácia de comer minhas rabanadas na minha frente… Com toda a certeza eu teria todo o prazer  de esparramar suas entranhas no chão, ele ia atrás de uma nova arma e eu ia largar a cesta de comida para brigar a sério quando ouvi tiros vindo da direção do lamento, aparentemente eu ia precisar recuperar minhas coisas e explodir o rabo do ligeirinho depois, eu precisava voltar pro barco e ver o que ocorria.

Eu acelerava rua abaixo com a cesta de comida em mãos e atropelando tudo que estava no caminho sem me importar com a possibilidade de machucar alguém, pelo contrário, eu tava querendo realmente ferir aqueles preconceituosos arrogantes.
Ao chegar ao porto minha visão era turbada de vermelho, creio que minhas veias nos olhos devem ter inflado de sangue devido a raiva que senti, uma mulher brincava com Blade como se ele fosse um boneco, o jogando contra o chão e contra caixas, enquanto isso o lamento parecia estar sendo roubado. Eu me preparava para matar a mulher e ir atrás do barco, inclusive era parecia me reconhecer de algum lugar, bem… Se ela me conhece, deveria ter ficado longe do barco do meu bando.

Se Blade mostrasse interesse em lutar sozinho, olharia fundo nos olhos da mulher, com uma vontade assassina.

-Bem… Eu tenho que ir atrás do navio… Mas se eu voltar e ela ainda estiver viva… Eu mesmo vou desossar ela… E ela vai preferir ter morrido…

Correria para o mar e mergulharia nadando em direção ao navio, uma vez próximo ao mesmo, aceleraria meu nado para pular no convés, uma vez neste diria:

-Ora ora… Temos alguns idiotas prontos par…

Pararia minha fala no meio, notaria gotas de água flutuando ao meu redor, assim uma sensação estranha vinda da água abaixo e mais importante, meus braços estavam cobertos de água de uma forma estranha, eles não estavam apenas molhados, estavam envoltos na água de forma não natural… Mas não parecia ser algo ruim, pelo contrário, me parecia ser bem confortável e de certa forma… Natural.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 I9hoZko

Ficaria nisso, estranhando o comportamento da água durante um tempo, até atacarem a mim ou Luna. Quando isso ocorresse, responderia indo para cima e socando os inimigos mais próximos com toda minha força em seus estômagos, meu desejo de ferir eles seria tão grande, quem sem realmente entender como, mas a água em meus punhos giraria violentamente ao redor deles como brocas e perfuração. Meus socos seriam sempre horizontais e poderosos tentando nocautear e jogar os inimigos na água.

Caso meu punho fortalecido pela espiral de água acabasse por perfurar através de alguém, diria:

-Taporra… Ok vocês tomaram muito no cu… PRÓÓÓÓXIMO…

E continuaria a atacar os inimigos após minha fala.

Se em algum momento algum deles esquivasse de meu golpe, acompanharia ele com o olhar, furioso com sua esquiva e a água sobre esse braço responderia se projetando como um jato indo atrás do fujão e tentando o golpear para fora do barco logo antes de voltar para meu braço como uma luva, isso sem eu nem mesmo perceber que eu quem estava controlando direito, era algo quase instintivo, novo e estranho.

-KUKUKU… Gostei…

Se eu liquidasse todos os oponentes no barco, mergulharia no mar e tentaria empurrar o lamento de volta para o seu local no porto. Se não conseguisse, jogaria a âncora na água e voltaria para o porto.

Após chegar no porto com ou sem o barco, sairia da água com meus braços cobertos em água do mar, se nesse momento a luta de Blade ainda não tivesse terminado, aceleraria para cima da mulher e com a água em meu punho direito girando como uma broca, me jogaria em cima dela com um soco usando toda minha força e peso.
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 EdIr2wyWkAEiuMG

OFF:
Histórico:


_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 TbTEfdK
Subaé
Imagem :
Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Cantinho_foto
Créditos :
22
Localização :
Nos bares de então
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t354-subae?highlight=subaé https://www.allbluerpg.com/t348-cabras-da-peste-vol-1-amanhecer-do-sul#1033
Subaé
Criador de Conteúdo

5: Covardes usam gás

A reação do homem de chapéu não estava nos meus planos e, bem, não vou mentir que me senti um tanto humilhado ao ver o desgraçado se esquivar de meus golpes com tanta maestria.

OK, eu lido bem com um combate contra um oponente mais ágil do que eu. Mas não bastando sua habilidade, o covarde arremessou uma bomba de fumaça contra a gente…

“Perai, ele botou uma máscara? Droga, isso não é fumaça!!!”

Enfiaria depressa os livros na calça (presos entre o cinto e meu abdômen) e levaria as mãos ao rosto para tampar minha boca e nariz.

A essa altura, meus olhos já lacrimejavam, tentando diminuir a ardência que o gás causava.
Buscaria Levi com os olhos escancarados, e tão logo diria:
- Ei mendigo albino, me ajude encontrar esses remédios canábicos enquanto eu cuido desse babaca do gás!!

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Cena_f10

Levi me responderia com uma certa agressividade, talvez ele não tenha gostado de ser chamado de mendigo… mas o pior é que ele me chamou de Zé
- Eu não me chamo Zé não, seu louco! Meu nome é Subaé! SU-BA-É! -
Obviamente ele falou “Zé” como figura de linguagem, mas eu pensei que ele confundiu meu nome
- Vamos fazer assim, Tu me ajuda agora e depois eu te pago um goró e aí ficamos quites!!

Tendo dito tudo o que eu tinha para dizer ao médico com cara de mendigo, me voltaria para a entrada da farmácia (onde o homem de chapéu talvez esteja).

Bateria o casco direito tres vezes contra o chão bufando em preparação para uma corrida.

Sei que quem me vê diz que eu pareço estar no pó da rabiola, mas a verdade é que tenho uma ótima capacidade atlética e consigo atingir meu potencial máximo sem muito esforço.

Dispararia em alta velocidade na direção da porta por onde entrei. Cabeça baixa e chifres para frente, é assim que seria minha postura ao correr, e se fosse possível não deixaria de correr nem se acertasse algo ou alguém.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 MajorConcernedHarpseal-size_restricted

Continuaria a correr até golpear a cabeça na porta (ou na parede) com toda a força e velocidade a fim de atravessá-la, e abrir uma nova corrente de ar no local.

Caso eu tenha acertado alguém, continuaria a correr possivelmente golpeando meu oponente contra a parede/porta, e por fim, quebrando a mesma por conta do impacto.

(Caso o homem de chapéu bote o pé para eu cair ou eu tropece em algo, daria uma estrelinha frontal para não cair de cara no chão e depois continuaria contra a porta/parede)

-EI SEU DESGRAÇADO, QUEM VOCÊ ACHA QUE É PARA ATRAPALHAR MINHAS COMPRAS!? - Perguntaria.

Não esperaria outra reação. Se eu estivesse do lado de fora com o homem de chapéu, Sacaria minha espada e avançaria na sua direção, mas faria uma curva antes de alcançá-lo e iria até uma parede próxima que estivesse contra a luz do sol. Saltaria contra a parede me impulsionando para o alto com dois passos verticais e voltaria ao chão desferindo uma cabeceada diretamente na máscara do homem.

Se o homem de chapéu me seguisse com o olhar, assim que eu saltasse e ele olhasse para cima olharia diretamente para o sol e isso talvez me conceda uma oportunidade de acertar o homem.

Caso eu tenha cabeceado o homem, aproveitaria a proximidade para balançar a espada algumas vezes em sua direção para cortar-lhe de qualquer maneira possível. Mas se o homem caísse no chão no momento eu enfiaria a espada em sua coxa direita, e depois na esquerda, só de sacanagem para que ele sofra.
Depois cortaria-lhe a garganta.

Voltaria então para a farmácia para ver se Levi já estava com os remédios em mãos.


info.:






Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia
-Condução
-Navegação
-Astronomia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.


-Chegar em Sorbet e reabastecer o brigue
-Pegar remédios
-Pegar 2 cantis com alça
-Chegar em Baterilla
-Partir para a Grande Rota
-Chegar no Farol

-Aprender proficiência: História
-Aprender proficiência: Criptografia
-Aprender proficiência: Armadilhas

-continuar a desenvolver liderança

15.760/15.760400/4006/1011/15


Última edição por Subaé em Sab Out 16, 2021 1:12 pm, editado 1 vez(es)

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 2 Unknown

Tabela de preços: