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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Porradaria, confusão e fuga. [1]

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Kenshin
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Kenshin
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Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jun 26, 2021 9:23 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Porradaria, confusão e fuga. [1]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Joe Sins. A qual não possui narrador definido.

_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Formiga
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Formiga
Desenvolvedor
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sex Jul 16, 2021 12:00 pm




O Estopim da Pancadaria

Freeza Morre.


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 03


A dupla – de certa forma – ignorava as ações do homem que acabou de dar em cima de Teresa, pessoas como ele não mereciam a devida atenção. A mulher relativamente musculosa voltou sua atenção a Joe, escutando suas palavras e esboçando um sorriso no final – Amigos são sempre bem-vindos. – Disse de maneira tranquila e desarmada, diferente de momentos atrás quando respondeu o verme ao lado. Falar nisso era notável o desconforto entre o casal, já que pareciam discutir bem baixinho – Ela xingou ele amor, não foi comigo não. – Disse o homem em um tom audível aos demais, virando-se para Joe com um sorriso amarelado em seu rosto como se pedisse por socorro – Não é camarada? Pelo jeito, as cantadas não são o seu forte. – Concluiu dando o direcionamento para que o robusto homem o livrasse da enrascada que ele mesmo entrou. Contudo, diferente do esperado por ele, a única coisa que conseguia ver e sentir era a mão pesada do homem em sua nuca, em seguida, tudo ficaria preto em sua memória quando acordasse. Foi lançado de maneira tão forte e brutal que sua face parecia estourar ao chocar-se com o maciço balcão, o sangue escorria pelo seu rosto e sinceramente, não quero nem descrever o quão grave era o estado do homem – agora caído no chão –. Sua mulher deu dois passos para trás assustada com toda a situação, ficou muda perante a imponência do homem à sua frente – Que merda é essa? Não precisava disso tudo! – Bradou Teresa tentando parecer o mais irritada possível, porém, Boris e Joe conseguiam notar que, no fundo, ela gostou da recompensa recebida pelo vadio.

Um grito cerca de dez segundos depois do ocorrido chamou a atenção de todos ali, não que eles não tivessem reparado no homem caído, mas, apenas não tinham se importado o bastante. A mulher correu para auxiliar o homem que ainda respirava e também sangrava sem parar, virou o corpo do mesmo deixando-o de barriga para cima, sendo possível notar o seu nariz completamente “esbagaçado”. Teresa se manteve parada atrás do balcão por alguns segundos de conflito, ela achava justo a porrada recebida pelo homem e, ao mesmo tempo, tinha que agir profissionalmente, afinal, aquele era um dos seus clientes. Ela saltou – em um único pulo – o balcão, indo ajudar a mulher que em meio aos prantos, tentava ajudar o homem.

Ignorando tudo aquilo Joe caminhou carregando em mãos sua caneca de cerveja, seus passos largos e agora toda a atenção da taberna estava voltada para ele. Ajin passava correndo ao seu lado indo em direção a balbúrdia causada por ele próximo ao balcão, em sua face ele pode realmente ver o real descontentamento para com suas ações, entretanto, naquele momento o velho homem estava focado em limpar a bagunça. Nas três mesas cinco homens estavam espalhados, dois deles estavam na ponta esquerda, um na ponta oposta a dupla e dois no meio – bem próximos, tendo duas mulheres cada um debaixo dos seus braços -. Todos ouviram as palavras de Joe e riam, riam tanto ao ponto de um deles liberar flatulências descontroladamente enquanto segurava em sua barriga, como se quisesse controlar suas gargalhadas – O bebezão está querendo briga. – Bradou um dele em meio as risadas, seus dreads balançavam com o movimento do seu corpo e sua expressão facial mostrava uma loucura sem igual, ele era estranho, era tudo que Joe e Boris sentiam – Olha, ele sabe fazer um círculo. – Um dos outros homens falou enquanto se levantava devagar, ajeitando minuciosamente seu cabelo extremamente bem cuidado. De pé sua estatura física não perdia em nada para Joe, na verdade, sua musculatura conseguia ser ainda mais definida e arredondada. Por mais ameaçador que Sins pudesse ser, aquilo não funcionava nós homens a sua frente – diferente das mulheres, que ficaram com medo – e em uma mulher em particular que parecia não estar ali para cumprir a mesma função das demais, suas roupas pretas eram semelhantes a um terno, alguns botões da camisa por baixo estavam abertas e ela fumava seu cigarro tranquilamente, ignorando a dupla e toda a confusão que tinha se iniciado. Seus cabelos ruivos eram os detalhes que mais chamavam a atenção, além dos seus olhos de coloração carmesim.

Antes que o pau começasse uma voz quase que acabou com todo clima criado por Sins – Que porra é essa? Qual de vocês bateu no Sargento? – Gritou.


CORTA PRA CÂMERA DOIS - MATTHEW

O  jovem Matthew caminhava tranquilamente pelas ruas de Shells em meio a devaneios e reflexões, julgo que a mais engraçada era sua esperança de manter-se em paz, já que dada sua personalidade explosiva, aquilo com certeza não iria ocorrer. Por viver em Shells não foi difícil para o mancebo encontrar o tal do bar, porém, sua entrada tinha sido temporariamente barrada, pois, cinco marinheiros estavam abarrotados na entrada, brigando para ver quem entraria primeiro.


VOLTA PRA CÂMERA UM

O local estava meio cheio, dois homens estavam cerca de dois metros, taberna adentro – Vou repetir mais uma vez. – Ajeitou sua postura enquanto deslizava sua mão pela grossa barba existente em seu rosto – QUEM BATEU NO SARGENTO? – Seus olhos furiosos olhavam ao redor em busca dos homens com características semelhantes à informada pelos recrutas – VOCÊ. – Gritou novamente apontando para o loiro, que chamou sua atenção de maneira mais rápida – ESTÁ PRESO EM NOME DA LEI. – Esbravejou com orgulho o marinheiro que ostentava seu uniforme limpo e arrumado. Atrás dele, cerca de cinco pessoas entravam em empurrões, ao todo, sete marinheiros se encontravam no salão do bar. Os dois da frente eram os que mais passavam uma sensação de imponência, os cinco pareciam ser meros soldados comuns.

Por último, um jovem entrava também no bar ficando impedido de passar pelos marinheiros que estavam à sua frente, seu cabelo rosa era o que mais chamavam a atenção em sua aparência – Senhor Bernades, o que está acontecendo? – Falou Ajin próximo ao homem, pela sua postura parecia que o mesmo detinha um certo medo daquele homem ou o respeitava de maneira exacerbada, não tinha como saber. Os dois homens – que estavam agora  de pé, próximo ao território feito por Joe – continham suas ações com a chegada dos marinheiros. A ruiva arqueava a sobrancelha em meio a uma troca de olhares com o parceiro ao seu lado, que estava com uma espécie de chapéu cobrindo toda sua face. Alguns clientes das mesas instintivamente começavam a ir para os cantos da Taberna, como se sentissem o perigo que os rodeava – SENHOR MARINHEIRO! – Gritou a mulher – AQUELE HOMEM BATEU EM MEU NAMORADO. – Gritou novamente a mulher com o seu marido nos braços – Vocês dois, ajudem ela. – Dois dos homens que estavam atrás correram em auxílio, um deles pela postura tomada na situação dava a entender ter conhecimentos médicos.

Por último, o embate estava prestes a ocorrer – Vocês estão fudidos. – Gritou o homem de cabelos compridos e azuis, ao lado de Bernades. Agora resta saber, quem tomaria a iniciativa? Joe e Boris? O grupo que estava na mesa pareciam sedentos por um belo combate, isso se intensificou com a presença da Marinha, entretanto, a ruiva parecia não estar muito afim de uma baguncinha. Ou será que nosso digníssimo barril de pólvora, chamaria Matthew, iria startar a putaria?



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:
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Magma
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 18, 2021 2:07 pm
Bawitdaba  




Sabe, um dos principais motivos pelos quais Joe Sins adorava lutar com desvantagem é que ele sempre estaria se desafiando, e era uma ótima forma de testar a confiança de seus inimigos também. Joe seguia a doutrina de que um combate tem várias etapas que são coisas que tornam uma briga de fato uma briga.

O princípio da imposição era a primeira etapa, prostrar-se diante do inimigo e apresentar-se, da forma como achasse melhor, o território era muito importante na guerra e na briga ele não perdia sua importância apesar de tudo. Sins já havia criado o seu próprio território, e aqueles que o observavam podiam não entender, perceber, sentir ou quaisquer outro sinônimo mas ele já considerava todo aquele bar como seu território, logo, á partir do momento em que aqueles marinheiros pisaram dentro do bar, eles já tinham se tornado suas presas, afinal, tinham invadido seu território.

A voz do marinheiro não poderia ser mais irritante para Joe que franziu as sobrancelhas momentaneamente conforme a situação se desenrolava.

Os dois que pareciam ter aceitado o desafio pararam pouco antes do circulo de Sins o que o aborreceu bastante, afinal, eles haviam se intimidado facilmente com a presença da marinha, mesmo que também estivessem em grupo.

Você... — Diria em um tom audível, porém bem mais baixo do que o normal.

Joe balançaria a cabeça negativamente, ele não estaria encarando o marinheiro, mas a sua decepção era claramente voltada a ele, sua voz cresceria cada vez mais, conforme ele caminharia na direção da mesa mais próxima.

Fala... — Ambas as mãos se adiantariam na direção da mesa, agarrariam ela em lugares opostos, Joe usaria de sua abundante força física e com um impulso auxiliar de ambas as pernas ele ergueria a mesa com toda força, realizaria um único giro com ela e a lançaria na direção do grupo de marinheiros.

DEMAISSSSSSSS!.

Depois que a mesa fosse arremessada Joe ignoraria o resultado e se viraria na direção dos dois homens que responderam ao seu desafio anteriormente, o sorriso se abriria vagarosamente e revelaria aos poucos a sequência de dentes brancos e brilhantes.

A parte boa de se ter lutado tantas batalhas era que Joe entendia inimigos como ninguém, e o fato de que os dois se prostraram juntos diante dele só mostrava que eles não tinham expectativas o suficiente para enfrentá-lo sozinhos.

A coragem de um estava escorada na do outro, ou seja, assim que o primeiro caísse a moral do outro iria falhar em conjunto, ele precisava decidir um alvo.

Os olhos vagariam por ambos com velocidade, é óbvio que ele preferia descer o cacete no grandalhão primeiro.

Ele caminharia na direção da dupla com o sorriso no rosto, como se a colisão anterior não tivesse acontecido, os punhos se apertariam com força, o suficiente para que ele conseguisse estalar os dedos das mãos, ele parecia ignorar o cabeludo, apesar de ainda se manter atento a ele, caso um ataque viesse daquele flanco ele jogaria o corpo na direção do grandalhão e tentaria desviar do golpe, e atraí-lo na direção do grandão, com o objetivo de feri-lo com o golpe do próprio aliado, mesmo assim, durante o movimento o punho direito se lançaria como um foguete na direção das bolas do grandalhão, Joe tentaria acertá-las com um soco direto para assim impossibilitar parte da ofensiva do grandalhão.

Mesmo que o cabeludo não o atacasse, Joe tentaria realizar o mesmo movimento entretanto, nesta sequência abusaria de sua prontidão para conseguir se abaixar e tentar aplicar o soco em velocidade contra as bolas do grandalhão.

Assim que o golpe entrasse a prontidão bestial de Sins entraria em ação, seus dois pés girariam no próprio eixo por alguns graus e iniciariam toda a impulsão que ele iria precisar, ele se lançaria para cima e reuniria toda a energia do movimento para lhe auxiliar no golpe, os braços travariam-se ao redor do pescoço do grandalhão como uma corda de forca, ele demonstraria toda a sua força bruta e se forçaria a ficar na ponta dos pés.

ARGHHHHHHHHHHHHH. — Joe soltaria um urro bestial conforme fosse erguendo o homem, demonstraria toda a sua potência física.

Ergueria o bombado acima da cabeça como um saco de batatas, giraria e o lançaria de costas contra a mesa mais próxima que estivesse vazia.

"J-JACK HAMMERRRRRRRRRRRRR!"

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Tenor

Ele ficaria vulnerável a golpes durante a execução do movimento, entretanto faria o possível para executá-lo mesmo que isso significasse sofrer alguns golpes do cabeludo.

Caso ele conseguisse realizar o movimento sem problema nenhum, Sins se aplumaria e viraria na direção do cabeludo com a mesma expressão bestial de antes, a vontade de lutar contra alguém que fosse realmente capaz de dificultá-lo um pouco era tremenda.

Sua vez... — A voz áspera e rouca devido a desidratação bucal proveniente da sequência de gritos faria com que Joe parecesse realmente algum tipo de animal.

A essa altura, seus cabelos provavelmente estariam bagunçados, roupas abarrotadas e a completa inutilidade das etiquetas de comportamento, fariam com que os resquícios de saliva que escapariam pelos seus lábios o tornassem ainda mais amedrontador.

O pé direito de Sins se ergueria e ficaria apenas com sua ponta no chão por um curto período, ele arrancaria na direção cabeludo sem pestanejar, sua prontidão o faria atingir o pináculo da sua velocidade sem que ele fizesse muito esforço, o seu movimento atlético o proporcionava uma movimentação muito poderosa, ele daria três passos mais longos conforme estivesse mais próximo do cabeludo e saltaria de frente contra ele, os dois braços estocariam na direção de seus ombros como lanças, na intenção de agarrá-los.

Assim que agarra-se os ombros do cabeludo Sins lançaria o corpo para cima em um movimento acrobático, apertaria com força e tentaria segurar mesmo que sofresse qualquer tipo de retaliação.

A voz do brigão balbuciaria mais uma vez no âmago do movimento. — Essa vai doer... — O sorriso permaneceria no rosto, estava na hora de mostrar mais das suas habilidades.

Ele giraria o corpo no próprio eixo no ar, soltaria o ombro do cabeludo para isso, e alternaria o aperto, "trocando as mãos de lado", ele começaria a "cair" e puxaria as costas do alvo na direção de seu corpo no movimento, as duas pernas se flexionariam e se lançariam em meio ao movimento em conjunto, seus dois joelhos cortariam o ar unidos como os canos de uma escopeta, ele puxaria as costas do cabeludo na direção do golpe e acertaria os dois lados dela com ambos os joelhos no golpe de maior contundência possível.

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 SaltyHomelyHoki


O magnânimo cairia de costas contra o chão do bar ou o que quer que estivesse atrás dele no final do movimento e permaneceria segurando os ombros do alvo e com ambos os joelhos conectados a suas costas, ele resistiria a dor da queda e aproveitaria os resquícios do movimento para erguê-lo com os dois joelhos e as mãos e lançá-lo para trás, contra qualquer coisa que estivesse naquela direção.


"B A C K S T A B B E R..."



To be continued...




Joe Sins
PDV:4400  (:wing:)
STA:100

Vício:00/10
Compulsão:00/10

Posts:04
Surrados:10  ?


Ganhos:

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
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Van
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sex Jul 23, 2021 6:15 pm

Camarada Boris


Joe Sins era um homem deveras interessante. A personalidade extravagante e caótica do rapaz moreno atraía todo tipo de atenção, inclusive negativa. Boris assistia ao espetáculo formado por seu capitão com um grande sorriso no rosto. Sentia-se assistindo a criação de uma obra de arte. A ausência de preocupações, o estilo desleixado, tudo era tão inocente e fútil. Qual seria o limite do lutador? Até onde estava disposto a ir para saciar suas vontades primitivas?

"Cada vez eu tenho mais certeza da escolha que fiz."

Como toda ação causa uma reação, era esperado da bagunça no bar aumentar, mas será que precisava ser tanto? Joe havia nocauteado um marinheiro importante e agora tinha várias pessoas comprando o barulho do abusador. Alguns até imponentes, contudo, a grande maioria serviria apenas de apertivo. O prato principal era bastante musculoso e tinha tudo para ser um grande oponente. Em meio aquele rodízio, Skalovski só conseguia sentir falta de uma boa lâmina. Gostava de chutar bundas, mas era apenas de diversão. A fonte do seu maior prazer era, com toda a certeza, retalhar alguém. Não havia arma mais pura e especial do que uma bela katana. O fio bem definido, o alcance extracorpóreo, um verdadeiro ataque destrutivo com uma certa leveza indescritível.

Hey, Joe… aonde você vai com essa mesa aí na mão?  

Perguntou com um sorriso no canto da boca e um Molejo típico de carioca da gema vividão de Lapa. Embora sentisse uma grande vontade de destruir tudo e se entregar ao caos, Boris controlava o ímpeto por saber que mesmo um furacão tem em seu centro uma calmaria, ou seja, para Joe agir como gostaria, ele precisaria de alguém para manter a tranquilidade e fornecer o que fosse necessário como um verdadeiro suporte. O espadachim não tinha o ego inflado e não se incomodava de ficar nas sombras para a luz do seu companheiro brilhar. Para ele, estar perto e participando era mais importante do que receber a fama. As experiências eram mais importantes, pensou.

A maneira com a qual Sins lutava era diferente. Parecia um show, usando os adversários como objetos enquanto atraía a atenção involuntariamente. O carisma do moreno era de outro nível. O loiro amava aquele cenário com gosto de violência gratuita desnecessária. Era como um adolescente passando em um posto de gasolina e respirando com vontade todo aquele etanol diluído. Contudo, estar perto de Joe trazia riscos e a maioridade numérica de seus rivais era um grande problema. Os ensinamentos de Ford o ajudavam perfeitamente nesse momento, posto que lutar contra vários inimigos ao mesmo tempo era um requisito básico na Marinha. Piratas são covardes e atacam em bando os mais indefesos. Talvez por isso Joe Sins seja alguém especial. Em momento algum ele abusou de alguém inferior. Pelo contrário, batia em todos com igualdade. Um verdadeiro humanista!

Ainda com um sorriso no rosto, ficaria a observar a luta de seu capitão e acenderia um cigarro novo pois aquele combate exigia uma nova dose de nicotina. Tragaria e soltaria a fumaça na direção dos oponentes de seu capitão. Caso o cercassem, esperaria até o último segundo para só então fazer sua entrada - se necessária. Atacaria com um chute frontal rápido, saindo de sua posição com sua prontidão para atingir algum possível inimigo pela retaguarda do wrestler. No mais, apenas observaria o porradeiro enquanto dava risadas.

Na hipótese de algum oponente escolher Boris para lutar, o loiro apontaria para o moreno e diria “É com ele essa pica!” com tom debochado para provocar os marinheiros. De fato era com Joe, mas ele também era seu nakama e tinha parte da culpa. Todavia, ele queria evitar a fadiga. Mentira! A real é que o espadachim sentia-se nu sem uma lâmina e lutar com as pernas em um ambiente fechado e com pouca mobilidade o colocava em grande desvantagem. Apesar de parecer inconsequente, o taekwondoca não era. Possuía uma grande capacidade analítica. Estava sempre pronto, mas qual o motivo? Uma análise paranóica constante, procurando observar todos os possíveis perigos e suas hipóteses. Logo, caso fosse atacado, usaria sua agilidade corporal para esquivar por entre as mesas com saltos acrobáticos enquanto desfere chutes sem perder o embalo ao melhor estilo Jackie Chan.

Boris Skalovsk:
Matthew
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Matthew
Soldado
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jul 24, 2021 2:54 am

Havia poucas coisas na vida que Matthew odiava mais do que os supostos “mantenedores da justiça”. Chamando-os de fardados imundos sempre que podia, desde que chegou em Shells Town, ilha repleta de bases da Marinha, o rapaz sempre arrumou alguma confusão com eles e claro, percebeu a hipocrisia em suas ações. Entretanto, seu maior problema com os marinheiros era pelo fato de que, por culpa deles, seus pais haviam morrido. E foi por bater num filho de marinheiro que Matthew foi preso, mas isso ele até relevava, pois isso o fez conhecer Jason. “Socar a cara desses cães do Governo é meu esporte preferido”.

A situação em que Matthew se encontrava agora era propícia para que ele deixasse seu lado mais proeminente aparecer. Arrumar confusão fazia parte da sua programação diária, mas o rapaz esperava que demorasse um pouco mais para ocorrer. Enfim, não podia escolher muito. Havia 5 marinheiros ali, na sua frente, que impediam a passagem do rapaz para um círculo em que estava um homem bem alto e corpulento e um loiro, esses já se preparando pra brigar. “Se fosse só pela confusão eu não começava a luta não, mas... eu preciso beber e... ah, agredir um marinheiro se justifica por si só”. Sem mais desculpas para fazer o que gostava, Matthew buscaria começar uma pequena bagunça. Observando se havia espaço para dar um rápido avanço, o jovem de cabelo rosa utilizaria o máximo de sua aceleração, força e alcance para dar um “tackle” nos marinheiros à sua frente, curvando seu corpo e levando seus braços para agarrar o mais centralizado dos marinheiros, buscando utilizar do seu fator surpresa para lograr êxito no seu movimento. “Ataque primeiro, ataque com força e sem piedade. Essa é a lei das ruas”.

Caso conseguisse a façanha de adentrar no meio do círculo, buscando se levantar rapidamente após o seu ataque e mantendo uma certa distância dos marinheiros e dos dois homens, o loiro e o alto, o rapaz falaria. – Prazer, pra quem não me conhece, meu nome é Matthew. Se alguém aqui já teve o desprazer de apanhar de mim, por favor, sem ressentimentos. – Numa postura bem arrogante, apesar de seu tom de voz ainda estar calmo, continuaria. - Hoje eu só quero beber cerveja e socar apenas quem for da marinha, por enquanto. Dito isso, cai pra dentro. – Diria, demonstrando com muita naturalidade a sua vontade de agredir os marinheiros. Logo, Matthew observaria como ocorreria as ações de todos ali presentes. Nas ruas, Matthew não tinha muito problema em lidar com rivais com faca ou com espada, apesar de achar covardia com o combate. Mas armas de longo alcance eram seus maiores problemas, então o mesmo buscaria selecionar aqueles que não portassem uma pistola ou semelhante, se conseguisse notar isso.

Assim, independente de quantos fossem, se estivessem desarmados, Matthew não fugiria. Forjado e testado nas lutas de rua, estar em desvantagem numérica não seria novidade. E quando situações assim aconteciam, o rapaz parecia mais estressado e furioso do que o normal. Até certo ponto o jovem contava que os demais presentes brigassem também, então se 3 ou 4 sobrassem pra ele, Matthew estaria confiante. Começaria agindo de maneira bem impetuosa e agressiva, se movimentando para evitar que os marinheiros o encurralam-se. Esperaria que viessem ao seu encontro, onde daria um impulso para frente e estendendo seus braços, utilizaria da região dos seus antebraços pra tentar acertar o rosto dos primeiros marinheiros que viessem ataca-lo simultaneamente. Caso conseguisse a façanha de derrubar dois com esse golpe, partiria para cima dos demais, sem medo de apanhar se conseguisse bater também. Assim, partiria com muita velocidade e visaria atingir seu oponente mais próximo com um direto de direita, continuando numa sequência de jabs caso o primeiro golpe entrasse. Feito isso, estaria atento caso sobrasse algum marinheiro para enfrentá-lo, onde repetiria seus movimentos impetuosos e constantes, sempre usando de seus golpes ágeis e de sua menor estatura para acertar golpes na região do tronco, finalizando com jabs e ganchos no queixo.

Caso nessa situação de desvantagem numérica Matthew fosse agarrado e começasse a apanhar, o mesmo ficaria cada vez mais irritado, usando das táticas mais sórdidas para se desvencilhar, como utilizar cabeçadas e cotoveladas para agredir quem o estava segurando e visando chutar aqueles que estivessem tentando agredi-lo frontalmente. Se fosse ao chão em algum momento em decorrência de um golpe sofrido, buscaria se levantar rapidamente e recuar pro lugar mais distante dos marinheiros, se recompondo. Se de alguma forma estivesse encurralado, com os marinheiros fazendo um círculo ao redor dele, Matthew visaria atingir com toda sua força aquele que estivesse barrando o lado mais seguro para se estar, ou seja, aquele que estivesse impedindo Matthew de ir pro lugar mais seguro. Analisando racionalmente a situação em que estava, se visse que os demais não estavam acompanhando ele na agressão aos marinheiros, o rapaz diria. - Não é possível que só eu aqui tenho ódio desses fardados imundos. - Falaria, esperando que de alguma forma os demais agredissem os marinheiros.

Numa situação mais tranquila, num combate 1x1, caso os demais estivessem ocupados tentando bater no moreno e no loiro, Matthew diria. - Aí, você, moreno, vamos ver quem termina a luta primeiro? - Questionaria. A competitividade era inerente ao jeito extravagante do garoto de cabelo rosa. Logo partiria de encontro ao seu inimigo e tentaria um primeiro golpe bem poderoso, tendo que abrir sua guarda para desferir um cruzado bem forte. Se antes de completar o golpe, fosse contra-atacado, o jovem rapidamente falaria. - Então é só isso que você tem? - Assumiria uma postura mais séria e com um semblante que assustaria qualquer bom moço. Após falar, ele iria em direção do oponente, enquanto esboçaria um chute na região da canela do inimigo. Entretanto, usaria isso como distração, enquanto avançaria para frente com todo seu impulso, mirando uma cabeçada na região da face do inimigo. Sabia que poderia doer, mas a dor sempre fora sua aliada e companheira, jamais sua inimiga. Se acertasse o ataque e o oponente sentisse o golpe, continuaria o ataque, utilizando de diretos no rosto e jabs na altura do estômago, onde finalizaria com um gancho de direita. Sempre que fosse atingido, Matthew reagiria ainda com mais raiva, cada vez mais abdicando da segurança de uma boa defesa para acertar um poderoso ataque. Vencendo seu oponente antes do moreno, ele diria. - Temos um vencedor. - O jovem não conseguia diminuir sua necessidade de se sentir o mais forte e o mais agressivo, ainda mais tendo como competidor um rapaz bem maior que ele.

De todo modo, Matthew continuaria buscando manter se em movimento e evitando ser pego de surpresa. Tivesse que lutar 1x1 quantas vezes fossem, Matthew não mudaria seu estilo de brigar, e em desvantagem numérica, continuaria sendo destemido. O máximo que podia acontecer era morrer ou ir preso. E mesmo que sua ida a prisão não tivesse sido lá um inferno, preferiria morrer a ter sua liberdade privada novamente, e para isso, lutaria com tudo o que tinha.


Matthew:
Silent
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Silent
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 25, 2021 10:14 pm



And so… It begins.



Alguns dizem que a loucura é a resposta da mente a um flagelo, outros que é apenas a libertação do cotidiano, existe até mesmo quem diga que loucura é apenas uma perspectiva ainda não vista… Para Viola, que chegou até a estudar Psicologia, não passa de um grito. De socorro, de liberdade. de superação e, neste fatídico dia, de um novo começo. A “deusa” chegava em Shells Town, uma cidade que não sabia muita coisa sobre além do que ocasionalmente poderia ter saído no jornal quando era pequena, o que no fim continuava sendo pouco. Respirou fundo, fechando seus olhos enquanto erguia a cabeça e prendendo o ar em seu peito por alguns instantes, apenas para que pudesse focar-se inteiramente em sua audição, buscando qualquer murmurinho ou barulho que poderia indicar uma aglomeração de pessoas. “Preciso de uma arma… Não faço ideia de onde deixei meu martelo, mas preciso de um.” Um pensamento simples era o combustível de sua ação anterior: Se ouvisse algum barulho anormal, iria naquela direção pois muito possivelmente encontraria alguns “mortais”, forma como a louca chamava todos aqueles que não eram… Bem… Ela mesma. E poderia perguntar a direção de um ferreiro que pudesse satisfazer suas necessidades armamentícias. “Não pode ser qualquer um. As armas mortais se quebram muito fácil. Preciso de um ferreiro divino, que possa fazer um instrumento capaz de suportar meu esplendor.” O que na verdade a louca queria dizer era que os ferreiros normais não tinham o costume de fabricarem armas para meio gigantes, um problema que já havia encontrado diversas vezes anteriormente.

“Será que Hefesto ainda tá aceitando pedidos? Aquele tal de Mijonimim que ele fez pro loirinho nórdico ficou bem maneiro. Queria um que soltasse raios também… E estrelinhas! Raios e estrelinhas quando acertar alguém, bang bang bang!”

...É. Viola realmente acreditava ser a reencarnação de Raijin e consequentemente associava informações de sua “vida mortal” (Antes do incidente) como as histórias de mitologia que lia quando criança como se realmente tivesse vivido aquilo, como a deusa do raio em uma espécie de panteão onde todos os deuses viviam antes de virem para o plano terrestre. Perdida em seus próprios pensamentos, daria uma breve tosse como se para despertar a si do transe em que estava e prosseguiria na direção do barulho caso conseguisse ouvir algo anteriormente. Se, porém, não tivesse escutado nada, aproximar-se-ia de alguém por perto, qualquer transeunte que tivesse o infortúnio de estar em seu caminho e questionaria sobre qual o lugar mais movimentado por ali. -Você aí, mortal. Me diga qual o lugar onde sua espécie se reúne por aqui para trocar informações.- Apesar da fala brusca, seu tom seria suave e meigo, fazendo uso de sua voz melódica para tal. Ela não queria ser grossa com um desconhecido, mas também não trataria um humano qualquer como seu semelhante. Se a primeira pessoa não soubesse responder, soltaria um “Tsk, patético.” e seguiria na direção de outra, até encontrar alguém que lhe respondesse. Nem se preocupava em procurar por uma loja de armas, pois sabia que as chances de lá ter uma arma que serviria para ela eram bem baixas, logo, procuraria por um ferreiro que pudesse forjar algo.

Independente de ter conseguido sua resposta através da audição aguçada ou através de algum mortal, iria na direção indicada e, caso o estabelecimento não tivesse uma porta onde ela pudesse passar, isto é, com pelo menos 6m de altura, entraria mesmo assim, simplesmente caminhando em direção a parede frontal do local. Sua força era monumental e seu corpo robusto, junto a hipoalgia, serviriam como um escudo natural para que ignorasse qualquer possível dor que sentisse ao se chocar com uma parede, seja lá do que ela fosse feita. Caso tivesse alguém entre ela e a entrada, arrastaria a pessoa para o lado com os pés, como quem afasta um cachorro preguiçoso depois de comer o resto do churrasco que sobrou do domingo, não era um chute, apenas apoiaria o pé a lateral da pessoa com força suficiente apenas para movê-la para o lado, abrindo caminho. -Com licença.- Era meio inusitado e heterodoxo, mas essa era a forma da “deusa” de ser educada e ela acreditava que até mesmo aqueles humanos, indignos e falhos como sempre foram, ainda mereciam educação. Se conseguisse entrar no local, seja arrombando a porta com seu corpo ou entrando normalmente, olharia para os dois lados, buscando encontrar alguém que parecesse ser informado por ali e, na direção da pessoa, mas sem se aproximar, diria em seu tom meloso de sempre. -Onde consigo encontrar um ferreiro divino por aqui?- Apesar da palavra “divino” na frase, sua pergunta tinha toda a seriedade que a moça conseguia imprimir.
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Jul 27, 2021 12:41 pm




O fim de um Sonho - Ajin chora!

Gigante no Kaisen vs Marinheiros


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 04


O clima tenso dominava o ambiente da Taberna, Ajin suava frio a cada palavra que  era expelida pelos presentes. De maneira abrupta toda a preocupação que passava pela sua mente aumentou ao ver o corpulento homem, que já havia dado trabalho aí derramar a cerveja no chão, erguer uma das mesas enquanto confrontava os marinheiros - NÃO! - Ele gritou inutilmente, já que o bem material que ele conquistou com bastante esforço, acabava de ser lançado na direção dos homens da Lei.

Enquanto o objetivo voava na direção dos homens que instintivamente se movimentavam de maneira lateral, no mesmo instante que realizavam tal movimento, um garoto de madeixas rosas partia com toda sua velocidade em direção aos marinheiros, agarrando um dos que estavam alguns centímetros à sua frente. A mesa era semelhante a Moisés e os marinheiros, o mar. CRASH! O som da pesada mesa quebrando ao acertar em cheio o rosto do marinheiro, ecoou pelo local. Matthew era lançado para trás, passando pela porta de entrada da Taberna junto com o marinheiro desacordado entrelaçado em seus braços.

Três dos marinheiros que estavam no interior do estabelecimentos saíram carregando o puro ódio nos seus olhares - COMO VOCÊ OUSA? - Gritou um deles apontando para o Jujutsu no Kaisen - INDO CONTRA A LEI? ESTÁ PRESO! - Berrou cuspindo saliva a cada palavra que saia da sua boca. Em seguida, os três correram em direção a Matt, com seus punhos cerrados.


Deuses entre nós - Camera 02

A imortalidade é uma dádiva que apenas os Deuses têm a chance de usufruir, entretanto, algumas vezes esse "poder" acaba sendo um tanto quanto entediante. Eventualmente, alguns deles copulam com seres humanos, gerando descendentes que carregam parcela do poder desses Deuses, alguns utilizando magia antiga, dão um "jeitinho" para encarnar como humanos comuns.

Deixando a baboseira de lado, esse obviamente não é o caso de nossa querida Viola, sua relação com os Deuses é muito mais simples que isso… é apenas loucura. Sim, uma gigante extremamente louca, vagando por Shells. Em meio a devaneios da sua mente insana, chamava atenção pelas ruas que passava, era como um pequeno evento na ilha, afinal, não era sempre que seres colossais como aqueles passeavam de maneira tão tranquila como aquela.

Focada em obter informações sobre onde o povo se reunia, tratou rapidamente de indagar a terceiros. O primeiro correu assustado em sua insignificância, o segundo deu com os ombros, mostrando não saber responder a dúvida da mulher. Quando foi perguntar pela terceira vez, viu um jovem alguns metros à sua frente - cerca de cinco - voando taberna afora, com um homem enrolado em seu corpo. Em seguida percebeu a presença de três saindo do estabelecimento, trajando as mesmas vestes do homem caído por cima do outro. Aliás, eles partiram rapidamente em direção ao homem de cabelo rosa, que ainda estava no chão.

Viola conseguia escutar os berros do marinheiro, mas, quais seriam seus próximos passos?


Interior da Taberna -  Câmera 01

Dentro da Taberna o pau comia de maneira desenfreada, após lançar a mesa Joe partia em direção a dupla de antes, focando no grandalhão primeiro. Tudo acontecia com velocidade, o pequeno de Dreads nem sequer movia um músculo, deixando tudo por conta do seu parceiro que tomava a frente da ação. Entretanto, o grandalhão não esperava que Sins mostrasse uma experiência tão grande em batalha, por um momento, Joe pode sentir que seu oponente robusto esperava uma luta "justa", afinal, sua base demonstrava claramente fundamentos do Pugilismo, mantendo seus antebraços de maneira vertical, protegendo seu torso.

O coitado do NPC sentiu o ataque atingindo suas partes mais frágeis, as bolas - Argh! - Aquilo o fez disparar gotículas de saliva na direção de Sins, que prontamente já dava continuidade às suas ações, não dando chances para o homem se defender. Como uma cobra envolvendo sua presa, o homem realizava seu movimento, demonstrando toda sua força física ao erguer o seu oponente. Segundos antes de jogar o homem contra uma das mesas vazias, Sins sentia duas cores agudas na região do abdômen, na porção esquerda, próximo aos seus oblíquos.

- Otário de merda! - Foi a única coisa que ele pode ouvir antes de lançar seu oponente contra a mesa, o maluquinho de dreads estava com uma pequena faca, semelhante as facas caseiras de cortar pão, suja com sangue proveniente do corpo do homem.

Boris

Nesse momento algumas pessoas podem estar se perguntando "Onde está Boris?", bom, vamos aos detalhes. Enquanto observava com uma certa admiração, fumava e cuidava da retaguarda do seu capitão, ele pôde observar o avanço veloz do oponente carregando uma faca. Entretanto, seu avanço foi barrado pelo marinheiro de cabelos azuis, que rebateu seu ataque utilizando um golpe semelhante com sua perna, mostrando um certo conhecimento marcial - Onde pensa que vai? - Indagou com um sorriso estranho no rosto, não era de um "protetor da paz", parecia que um maníaco estava fardado usufruindo das regalias proporcionadas pela Marinha - CADÊ O CARALHO DA MINHA ESPADA? - Gritou furiosamente e o único marinheiro que ainda restava - com exceção de Bernades - corria carregando uma Nodachi, seu cabo em tons azuis era algo que chamava atenção daqueles que olhassem com atenção - Você precisa ser mais rápido, já falei não foi? Você não aprende! Quando acabarmos aqui, vamos treinar novamente. Porra! - Falou de maneira nada feliz, segurando sua arma e posicionando na lateral do seu corpo, colocando seu pé esquerdo na frente e mantendo ambos os joelhos flexionados - Tá pronto loirão? KYAHAHHAHAHHAHA! - Sua gargalhada fina incomodava os ouvidos daqueles com a audição refinada.

Um "ar" selvagem emanava daquele homem em posição de ataque, semelhante às cartas de Yu-Gi-Oh - Sem mortes, Nogg. - Bernades falou de maneira séria, direcionando um olhar expressivo em direção ao seu subordinado. Esse último, apenas riu, demonstrando entender as palavras do seu superior e avançou! Sua velocidade era alta, ele atacava de maneira horizontal na altura da cintura de Boris, como se quisesse cortá-lo ao meio. A nodachi lhe dava um alcance elevado, o loiro deveria tomar cuidado.


Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Tenor


Joe

Por mais que estivesse com dois furos na barriga, Joe ainda conseguia se mover.  Sua voz seca, seus cabelos bagunçados, a balbúrdia estava verdadeiramente formada na Taberna de Ajin. Aliás, o velhote estava segurando Teresa para que ela não pulasse nos pescoços da dupla que trouxe o caos para o estabelecimentos.

Sins voltou sua atenção para o de Dreads, como dito, ele podia ver a arma branca em sua mão, suja com seu sangue, talvez aquilo o deixasse aborrecido - Minha vez? - Indagou o homem observando o corpulento se preparar para atacar - Você nem acabou sua primeira luta ainda. - Um sorriso de ponta a ponta era visto no rosto do maluquinho de Dreads, seus dentes sujos e repletos por crostas amareladas se faziam presente.

Antes mesmo que um dos nossos protagonistas pudesse avançar, ele via o mundo ao seu redor girando e… ficando de cabeça para baixo?


Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Tenor


BOOM! Um golpe nome havia sido executado pelo seu oponente anterior, sua cabeça agora estava quase que enfiada no chão e uma dor era sentida na região do choque - Acha que já acabou? - O grandalhão falou de maneira tranquila, sua boca sangrava e algumas escoriações eram vistas em seu rosto, mas, ele parecia bem - Se fudeu agora, mané. - Vociferou erguendo uma das mesas, assim como Joe havia feito anteriormente. O homem deu alguns passos se aproximando do oponente no chão, jogando com toda sua força a mesa na direção do homem.



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:
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Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Jul 28, 2021 12:44 am
Root of All Evil





O corpo gigantesco do maravilhoso Joe foi erguido como um boneco de pano, claramente o seu adversário possuía também uma força física abundante, seus olhos apenas avaliaram o cenário giratório ao seu redor, a sua expressão mudou aos poucos do sorriso selvagem para uma expressão de surpresa conforme ele era invertido a favor da gravidade em uma parábola linda.

Isso fez não só o seu corpo como sua mente viajar em meio ao movimento giratório confuso.

Flashback (Leitura Opcional.):

O devaneio fora interrompido pela pancada seca na cabeça, o torpor do impacto se espalharia pela cabeça e pela região superior das costas de Joe seus dentes rangeriam um pouco instintivamente apesar da resiliência, ele soltaria o ar entre os dentes cerrados na boca, com a pressão semelhante a de uma panela de pressão liberando a pressão interna pela sua válvula de escape.

Tssssss. — A expressão tinha sido completamente mutada pela situação, o anterior sorriso selvagem, a súbita e momentânea surpresa e agora, um raro momento em que Joe estava sério, Joe observaria o movimento do grandalhão que tivera o atacado, ele suportaria a dor e se concentraria novamente no combate, ambas as mãos cairiam para trás dos ombros e as palmas se apertariam contra o chão, ele jogaria a cintura para trás e flexionaria as pernas os dois pés se posicionariam para cima em uma posição semelhante a do inicio de um Kip-Up.

Ele usaria corpo como uma mola e os dois pés para a absorver o impacto de mesa e espalha-lo pelo seu corpo sem destruí-la ou se machucar muito, o corpo se esticaria como uma mola e ele empurraria a si mesmo para a frente com as palmas das mãos e seguira o movimento de chicote com o resto do corpo, transpassaria a força com o controle que tinha de seu próprio corpo e empurraria a mesa contra o grandalhão com ambos os pés, tentaria lançá-la ou empurrá-la com toda a força que fosse capaz de gerar no movimento limitado.

Seu objetivo era claro, tentaria lançá-la na direção do grandalhão para acertá-lo e ou atrapalhá-lo ou empurrá-lo juntamente a mesa para trás.

Ele jogaria suas pernas para cima e efetuaria um rolamento para trás logo em seguida, os pés se arrastariam pelo chão devido a força repentina do movimento, a cabeça se ergueria e a perna direita levantaria e pisaria no chão com força, os olhos viajariam na direção da dupla de otários e se concentraria na sua existência semelhantes aos de uma onça-pintada caçando.

Joe respiraria fundo e por aquele curto momento ele se concentraria somente em seus alvos, o braço esquerdo balançaria de maneira circular como se estivesse relaxando o ombro esquerdo, o pé direito tocaria o chão apenas com a ponta e as costas de Sins se inclinariam um pouco para frente, daria uma impressão de corcunda por um curto espaço de tempo, ele pisaria com força e arrancaria na direção do seus alvos, ou melhor do seu ALVO, o grandalhão estava na frente e portanto seria ele a provar.

Abusaria da prontidão e tentaria atingir a sua velocidade mais catastrófica, a voz bradaria em um tom alto e audível para todos e era visível na sua expressão a sua vontade assassina que estava prestes a passar para seu movimento especial.

CLOTHESLINE. — Gritaria.

O braço esquerdo se afastaria do corpo, posicionando-se "atrás" do próprio avanço, acompanhando o resto do corpo com um certo atraso durante o movimento, ele se aproximaria do corpo aos poucos, conforme Joe se aproximasse do seu alvo.

FROM. — Continuaria, os olhos castanhos perfurariam o ar e encarariam o grandalhão, ou quaisquer objeto ou pessoa azarada que se prostrasse no caminho do golpe.

Joe lançaria o braço esquerdo na direção do pescoço do grandalhão ou da mesa, caso ela ainda estivesse no caminho do golpe, e ele bateria com toda a brutalidade possível contra seu alvo, tentaria quebrar a mesa e atingir o alvo atrás dela se fosse necessário, ou, apenas atingiria o adversário com toda a brutalidade daquela braçada no pescoço, tentaria lança-lo para trás contra o seu parceiro e ferir ambos em um único golpe.

HEEEEEEEEEEEEEEEEEELLLLLLLLLLLLLL!

O sorriso maníaco novamente se abriria no rosto sério de Sins assim que ele sua braçada tocasse o pescoço do grandalhão, isso é, se ela tocasse.

"CLOTHESLINE FROM HELL!!!!!"

服   地   獄  

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Se conseguisse aplicar o golpe, Joe ficaria de pé com a cabeça erguida, ofegaria um pouco e observaria o estado do bar ao seu redor, seguiria com o sorriso no rosto, ele daria um giro de trezentos e sessenta graus e avaliaria o ambiente, cessaria o giro quando estivesse novamente de frente com a mesa do grupo cujo qual ele havia arrumado confusão antes, os olhos castanhos avaliariam as expressões das pessoas na mesa, como diria um ditado que o próprio Sins havia criado.

A besta mais perigosa é a mais tranquila diante da maior ameaça. — Ele falaria, daria dois passos na direção da mesa os olhos avaliariam a postura e a expressão de todos, ele tentaria sentir toda e qualquer pessoa e parecesse o tratar de uma forma que não significasse o menor dos perigos, qualquer um que tivesse medo dele não era digno de enfrentá-lo, mesmo que quisesse.

Os olhos de Sins fitariam aqueles que chamassem sua atenção no grupo, independente de quem fossem.

Bem o show só está começando. — Ele falaria, ambas as mãos cravariam dentro de seus próprios bolsos e ele continuaria com o sorriso selvagem sedento por combate, ele assentiria.

Nós vamos começar? ou vamos deixar os patetas de azul ali atrapalharem? — Sorriria, as mãos tremiam de excitação nos bolsos, um novo conflito poderia se iniciar, ou não.


Clothesline From Hell!:


Joe Sins
PDV:4400  (:wing:)
STA:100

Vício:02/10
Compulsão:00/10

Posts:05
Surrados:10  ?


Ganhos:
02 Perfurações no Abdômen - Lado Esquerdo - 00/04 [Necessário Tratamento]
Pequenas Escoriações pelo Rosto - 00/02

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
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Van
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qui Jul 29, 2021 2:45 pm

Instrutor maldito


A ausência de incômodos é a característica principal da zona de conforto. Tratando-se de uma questão evolutiva, sair de tal estado é o que difere pessoas ambiciosas de ordinárias. Contudo, há ainda a saída forçada, situação esta em que Boris se encontra. Embora tenha tomado essa atitude ao abandonar o lar onde cresceu e teve boas lembranças, sentia em sua vida uma estabilidade caótica ao acompanhar Joe Sins. Não almejava lutar ao seu lado e dividir suas bagunças. Pelo contrário, estava satisfeito em observá-lo das sombras. Entretanto, seus planos foram interrompidos por algo chamado “realidade”, a qual diz ser impossível permanecer ao lado do fogo sem se queimar.


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Você parece saber o que fazer!  

Disse ao ver o seu oponente se preparando para atacar. Mas o que este adversário talvez não soubesse era do conhecimento prévio com kendo possuído por Boris. O loiro era um espadachim nato e embora não estivesse portando uma lâmina no momento, sabia exatamente o potencial de cada uma. Aquela posição era clássica de Iai, um golpe onde o espadachim tira a lâmina da bainha e ataca com um simples movimento potencializando o efeito chicote. Sun Tzu disse “Em uma batalha, aquele que se conhece e conhece o adversário, tem 100% de chances de vencer. Quem se conhece e não conhece o oponente tem 50% e quem não conhece a si mesmo e o adversário tem 0%”. Por conseguinte, o Navegador conhecia suas habilidades e parte das de seu adversário. Era possível dizer que as chances estavam na casa de 75%. Uma boa odd para uma aposta, pensou!


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Escolheu bloquear o avanço com um contragolpe, atingindo o punho do oponente com a sola do pé. Tal movimento era possível graças a sua Prontidão a qual o permitia responder com o máximo de atenção e rapidez possível. Tentaria o ataque supracitado por ser o mais eficiente devido ao estilo do oponente, todavia, simples ação não seria o bastante. Caso seja bem sucedido em sua escolha, atacaria com a perna restante em um chute giratório mirando a orelha do inimigo, tentando assim nocauteá-lo com o golpe. Havia a hipótese de sua primeira tentativa falhar e caso ocorra, tentaria se recompor e bloquear possíveis ataques usando a sola do seu pé - parte mais dura - ou redirecionar ao defletir os golpes atingindo na lateral da lâmina onde não seria cortado pelo fio.

Se o combate prolongasse, usaria de seu repertório de chutes para atacar sem abrir mão de sua segurança, ou seja, atacaria apenas quando encontrasse aberturas e utilizaria de seu foco para manter sua integridade usando de esquivas, jogo de pés, rolamentos e saltos para evitar os ataques diretos. Tentaria manter também a atenção nos arredores pois estavam em menor número e havia a possibilidade de receber ataques de terceiros ou até mesmo de forma indireta.
Boris Skalovsk:
Matthew
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Matthew
Soldado
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qui Jul 29, 2021 5:36 pm


Era impressionante a capacidade de Matthew de se meter em enrascadas e de tomar decisões impulsivas, nos piores momentos possíveis. Mais uma vez sua cena de ação se transformava em um show, com direito a uma mesa em sua direção. Por sorte, o marinheiro na qual ele havia atacado tinha sofrido e absorvido boa parte do impacto, mas que ainda assim era o suficiente para levar ele e seu oponente desacordado para fora do bar. “Aquele moreno é maluco... É com ele que eu quero lutar, depois de acabar com esses vermes aqui”. Enquanto isso, os companheiros do marinheiro inconsciente rosnavam e bradavam, como se tentassem amedrontar o rapaz. – Abaixa esse dedo aí otário, se você ainda quer tê-lo... – Falaria, lançando um olhar para o homem que apontava para ele. – Falar que eu estou preso é fácil... quero ver vocês conseguirem! – Provocaria, mostrando novamente sua feição fechada, enquanto rangia os dentes, atitude comum quando estava prestes a entrar num combate.

Uma situação de 3 contra 1 não era novidade para o jovem. Assim, apesar da ansiedade que lhe acompanhava sempre antes de entrar em suas brigas, Matthew estava empolgado para socar cada um daqueles homens. Analisando os punhos cerrados de todos eles, o rapaz estava mais confiante em partir para o ataque. Visaria apenas um dos três, aquele que estivesse em uma das pontas e o mais próximo possível dele e então utilizaria de toda sua velocidade e força para lançar outra investida, visando novamente levar seu oponente ao chão, onde buscaria ataca-lo rapidamente com uma cotovelada no rosto. Conseguindo derrubar o primeiro e imaginando a rápida reação dos demais, buscaria fazer um rolamento para o lado o mais rápido possível, e se levantando aguardaria o revide, onde esperaria o ataque do primeiro deles para utilizar do seu próprio movimento para leva-lo ao chão, agarrando-o pela gola da farda e pelo braço e girando, lançando-o por cima de seu corpo, buscando desferir chutes pela região do tronco assim que o homem estivesse no chão. Levando em consideração que o terceiro marinheiro poderia estar próximo ou perto de ataca-lo, buscaria bloquear um possível soco ou chute frontal, enquanto avaliaria a possibilidade de se esquivar para trás ou para os lados em caso de golpes laterais ou aqueles que estivessem rápido demais para serem bloqueados, onde contra-atacaria com um soco lateral na altura da costela do marinheiro.

Após a primeira rodada de golpes, se o ânimo dos marinheiros não estivessem mais o mesmo, falaria. – Da próxima vez, antes de gritar que vão me prender, venham e façam! – Bradaria, enquanto continuaria com sua sede de vitória. Sabia que ser atingido poderia ocorrer, mas queria continuar massacrando os fardados imundos. Estando todos novamente de pé ou não, Matthew queria ver cada um deles nocauteado e buscaria isso. Buscaria focar aquele que menos havia sofrido até aqui, e com muita força partiria numa sequência avassaladora de socos, na cabeça, no tronco, na altura do queixo, mesmo que pra isso tivesse que ser atingido. Aos demais, os que já estavam sentindo o peso da luta, buscaria analisar os melhores pontos para concentrar um único e derradeiro ataque, com um potente cruzado na costela do homem que levara os chutes no chão e um gancho extremamente ágil e forte naquele que recebeu a investida.

Ser agressivo e corajoso era a chave pra vencer um combate contra mais oponentes, mas a resiliência também era necessária. Quanto mais o tempo passasse, mais Matthew estaria em desvantagem, então em algumas situações contar com a possibilidade de levar um golpe para causar um dano maior seria necessária. Assim, sempre que fosse atingido com um golpe e conseguisse se manter de pé para revidar, Matthew o faria com ainda mais explosão, utilizando de agarrões para tentar desferir joelhadas e cotoveladas nos seus adversários, finalizando com ganchos de direita. Em algum momento, se viesse ao chão, buscaria rapidamente se levantar e pular para o lado mais seguro. Além disso, apesar de uma luta contra três ser uma desvantagem, não eram oponentes o suficiente para mantê-lo perfeitamente encurralado, o que permitiria que Matthew tivesse mais tranquilidade em tomar a iniciativa nos golpes. Caso fosse agarrado, procuraria se desvencilhar daquele que o agarrava com cabeçadas e cotoveladas, enquanto buscaria se defender de possíveis ataques com chutes.

Assim que todos estivessem derrotados, com ou sem ajuda, Matthew pegaria pela gola aquele que teve a coragem de apontar o dedo para ele e diria. – Jamais aponte o dedo para alguém, seu babaca. Eu ainda tive dó, mas... pode ter certeza que muitos outros não terão. E aí você vai acordar com esse seu dedo lá... bem lá no fundo. – Diria, enquanto socaria novamente o rosto do homem. Voltaria para o bar e analisando a situação, diria. – Tem mais alguém aqui que queira testar a minha paciência? – Questionaria, extremamente animado com a possibilidade de alguém se manifestar.




Matthew:
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Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sex Jul 30, 2021 2:19 pm



First commandment: Demolish


Talvez fosse pelo tamanho, talvez fosse pela sua aparência extravagante, mas todas as pessoas com quem tentava se comunicar acabavam sendo inúteis, o que dava uma breve frustração a louca, mas que logo se esvaia ao perceber algumas pessoas rolando para fora de um estabelecimento em um emaranhado de confusão bem rotineiro para a meio-gigante. Dentre todos que rolavam para fora, apenas um de cabelo rosa lhe chamava a atenção, pois o resto trajava as mesmas vestimentas, aparentemente uniforme, o que não lhe gerava interesse algum, pelo contrário, lhe dava até certo desgosto ver que alguém estava disposto a sacrificar sua liberdade para seguir um conjunto de leis pela “ética e bons costumes”. ”Patético... Demos livre arbítrio para seres tão insignificantes e eles se acham dignos de criarem regras para reger suas pífias vivências em meio ao mundo. Deveríamos ter apenas mantido os mandamentos divinos já que eles querem tanto assim viver sob regras.” Indagando sobre a liberdade humana supostamente dada por seus “companheiros” deuses, Viola seguiria na direção da confusão, ignorando o murmurinho de gente que rolava porta afora. -Você ai. De cabelo rosa. Parece ser o único com bom senso aqui, fazendo um bom uso de seu livre arbítrio… Por isso, deixe-me recompensá-lo por fazer o básico. A médica não tinha lá muito interesse no rosado, mas se sentia mais voltada a ele do que para os marinheiros, que para ela não passavam de falhas humanas incapazes de aproveitar a maior dádiva que suas vidas mortais poderiam proporcionar. a liberdade.

-Para vocês, existências falhas que não merecem estar vivas, aqui segue o primeiro mandamento de sua nova regente: Demolir!

Com passos largos, potencializados por sua bela estatura, Viola correria na direção da parede do estabelimento, pisoteando qualquer um dos uniformizados que estivessem no caminho no processo, mas evitando de pisar no rosado e se chocaria contra a parede com os ombros, dando um pequeno salto antes do impacto para pegar mais impulso e gerar mais força e, considerando a força tremenda que a gigante possuía, possivelmente seria um belo estrago. Não se importaria muito com possíveis dano, afinal, possuía seu vigor natural de meio gigante que lhe dava uma resistência física considerável, além de ser Corpulenta e possuir a condição natural de Hipoalgia, o que fazia com que a médica só percebesse danos físicos quando eles eram de fato algo bem exuberante, uma simples parede não parecia ser o caso. Se conseguisse demolir a parede e entrar no estabelecimento (Se é que ainda existiria um estabelecimento para entrar depois do impacto) olharia ao redor, buscando qualquer um que parecesse se destacar do restante, fosse pelo visual ou pela “aura” que a pessoa pudesse passar. Se moveria normalmente na direção de tal pessoa, ignorando qualquer um que pudesse falar algo sobre seu ato anterior e, quando já estivesse próxima a pessoa que lhe chamasse atenção, ou pessoas, caso fosse mais de uma, se abaixaria entrelaçando as mãos em frente aos joelhos com um sorriso no rosto e, com um bom uso de sua voz melódica, soaria com o mais doce tom para o alvo de sua pergunta. -Olá, pequenina criatura. Sabe me dizer onde posso encontrar um ferreiro divino por aqui? Posso curar seus ferimentos em troca da informação. Kikikiki Não é que Viola tivesse mudado de personalidade ou algo assim, afinal, comparado com seu diálogo anterior quando estava perguntando sobre a localização desse estabelecimento quando parecia mais ríspida, a fala mais recente era bem mais “humana” e simpática. Isso se dava pelo fato da chicoteadora, além de louca, também ser histérica, o que fazia com que suas mudanças de humor fosse algo bem rotineiro e inesperado.

Todavia, caso de alguma forma aquela parede conseguisse resistir a uma pessoa com uma força sobre humana pesando quase uma tonelada, o que seria um feito incrível e possivelmente faria com que Viola fosse atrás da marca de cimento da qual a parede era construída, afinal seria inquestionavelmente o melhor cimento já feito na história, a meio gigante daria dois passos para trás, chacoalhando a cabeça e alisando os ombros, não que sentisse dor no local ou algo do tipo, era mais como “Huh? Meu ombro é fofo ou algo assim?” pois era inconcebível para a jovem a ideia de que uma construção mortal pudesse conter seu ímpeto. -Quem construiu essa merda, um ciclope?! seu bom humor, se é que tivera um desde que havia chegado na ilha, cairia ao chão tal qual uma folha seca fora de época. Impulsionada por sua histeria, uma fúria inigualável atingiria a deusa após a pequena falha e se voltaria aos homens de uniforme que estivessem próximos, tentando pegar qualquer um deles que estivesse mais próximo, agarrando-o com as mãos e o erguendo até próximo de seu rosto. -Quem. Construiu. Essa. PAREDE?! Quando a última palavra fosse desferida, arremessaria o marinheiro ao chão com toda sua força, como quem joga o celular na parede quando vem um personagem repetido de rank baixo em seu gacha favorito mesmo depois de você gastar suas tão preciosas gemas. Daria pequenos saltos como uma criança fazendo pirraça porque a mãe não quer pagar 15$ num pacote de sucrilhos no supermercado enquanto gritava aos quatro cantos, como se todos ali compartilhassem de sua loucura fantasiosa. -Qual foi o desgraçado que resolveu construir algo capaz de segurar uma deusa em meio a uma cidade humana?! ME DIGAM, QUAL O NOME DO DESGRAÇADO! EU VOU ESTRAÇALHAR CADA UM DE VOCÊS ATÉ ALGUÉM ME RESPONDER! Contudo, caso ela não conseguisse agarrar um dos marinheiros, faria bom uso de sua barbárie e utilizaria seu corpo como instrumento de batalha, tal qual os ferozes guerreiros que invadiam a europa e davam nome ao estilo de combate utilizado pela louca, onde daria chutes e bateria suas mãos com os punhos fechados de encontro ao chão como se fosse um gorila, além de pisões com toda a sua força, cega em seu ímpeto histérico. -Merda! Merda! Meeeeerdaaaaa! quem observasse a cena de longe e tivesse algum aparelho multimídia capaz de reproduzir uma música certamente poderia ouvir “Uma deusa, uma louca, uma feiticeiraaaa, ela é demaaaais” ao fundo. Isso claro, se esses aparelhos existissem nesse universo para começo de conversa, o que não era o caso.

Após alguns minutos, quando seu ímpeto histérico finalmente cessasse, ofegante, expiraria uma boa quantidade de ar e se voltaria para o rosado com a maior calma e o sorriso mais meigo do mundo, novamente devido a sua histeria, como se todo o espetáculo anterior não passasse de uma memória já distante para os presente no local. -Então… Gostei do cabelo. Eu tinha um ursinho de pelúcia com essa cor quando era mais jovem… Ele tinha o seu tamanho! Talvez soasse como louca para o rosado pela súbita mudança de atitude, mas assim era Viola Altamira, uma constante e ambulante mina terrestre que poderia explodir a qualquer momento, por qualquer motivo.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

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Desenvolvedor
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Ago 04, 2021 10:07 pm




Chamando a atenção de todos os marinheiros de Shells

Cuidado com o level quatro. Brinks


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 05



Interior da Taberna

O velho Ajin encontrava-se desacordado com o choque, ter marinheiros, principalmente o Bernardes em combate em seu estabelecimento, era algo incrivelmente ruim. Teresa tentava inútilmente acordar seu velho com simplórias tapas em seu rosto, mas, seu pai não acordava de jeito nenhum. Os clientes refugiados assistiam da forma que podiam, o embate acalorado fez os mesmos gritarem de maneira entusiasmada, agora, não era claro qual era sua torcida.

Não é segredo que Boris é um homem observador, suas ações eram as melhores possíveis, para balancear a selvageria e um certo descontrole, vindo de Joe. Por mais que soubesse utilizar suas pernas em batalhas, ele era um Espadachim também, isso por si só o proporcionou uma certa vantagem em combate, já que, seu oponente não tinha qualquer informação sobre seu modo de lutar. De maneira inteligente, notou o estilo de combate do seu oponente, avançando com toda sua velocidade para interromper o seu ataque, e assim ele conseguiu – O quê? – Falou o homem de cabelos azulados, vendo seu investida ter sido quebrada por um único s simples movimento realizado pelo loiro – Que porra é você? – Boris via um sorriso no rosto do homem, era estranho, parecia que ele tinha deixado ser acertado, sendo jogado alguns metros para o lado, chocando-se contra uma das mesas – BERNADES! – Ele gritou furioso – Pode reportar aos superiores. – Aquilo fez o homem que continuava parado em sua posição, arregalar os olhos. Um homem – um dos clientes – foi correndo na direção próxima do azulado, no momento em que passou alguns centímetros próximo, teve sua cabeça decepada por um movimento extremamente rápido – TODOS vocês estão mortos. – Bradou de maneira macabra. As veias em seus globos oculares estavam vermelhas, não só ali, mas também em sua testa e seus punhos, o sangue parecia percorrer de maneira acelerada por todo o seu corpo.

O som da mesa se quebrando ao ser jogada contra o grandalhão por Joe, ecoava pelo ambiente. Um movimento inteligente, mas, que principalmente mostrou parte da extensão da sua experiência em combates. O oponente robusto foi lançado para trás, mas caiu em pé – Bom! Muito bom! – Disse sorrindo, baixando suas mãos que protegeram seu rosto do choque contra a mesa. Joe ficou de pé com o auxílio de um rolamento, quando olhasse para a dupla, veria o baixinho rindo exageradamente, gargalhava feito uma criança, observando seu aliado após ser jogado alguns metros atrás – De novo! Na próxima com certeza ele te pega de jeito. – Ria ainda mais alto.

Sins partiu de maneira imponente contra seu oponente, parecia não se importar tanto assim com a coisa pequena que havia lhe ferido anteriormente e aquilo o incomodava. Uma técnica devastadora para o nível atual era iniciada pelo homem, seu avanço, sua postura, tudo parecia devidamente encaixado para aumentar ainda mais a potência daquele golpe nomeado. Enquanto ele corria, na verdade, quando estivesse próximo ao grandalhão ele pode notar em sua frente uma presença, o pequeno homem que antes gargalhada, estava deveras irritado com toda aquela situação. Ele era mais baixo que a dupla, então, ele pulou. Naquela fração de segundos tudo aconteceu, ele fincou sua lâmina curta na região da clavícula esquerda de Joe, ao mesmo tempo que recebeu um soco na região da sua lombar, disparado pelo seu aliado. Diferente do que se pode imaginar, Sins não parou e continuou, arrastando ambos os homens, realizando sua técnica com total êxito – mesmo que tenha recebido dano -.

Antes que pudesse ver o resultado ou ter uma real noção do dano que tinha tomado, um estrondo chamou a atenção de todos no interior da Taberna... tudo veio abaixo.


Antes da Destruição - Exterior da Taberna

Os marinheiros estavam irritados com Matthew, sabiam que se não fosse aquela mesa, talvez eles agora estivessem em apuros. Entretanto, por sorte do destino, eles estavam em vantagem numérica e aquilo os proporcionou um aumento na moral. Porém, um deles parou o seu avanço para olhar na direção da rua, algo grande vinha de lá. Pelo jeito os marinheiros esperavam uma outra ação vinda do menino de cabelo rosa, pois, ficaram surpresos com a investida dele, aquele meio segundo de hesitação foi o bastante para que o civil levasse um deles ao chão, e começasse o seu ataque brutal: uma cotovelada com força no rosto. Seu companheiro não ficava parado, mas, aquilo era esperado por Matt, que prontamente fez um rolamento e esperou a investida. O soldado correu e lançou um soco, sem técnica, deixando-o ainda mais exposto ao contra golpe preparado pelo rosado.

O som do impacto do corpo do marinheiro sendo jogado contra o chão, chamava ainda mais a atenção da população de Shells, que não estava acostumada com uma situação atípica como aquela. Chutes eram dados por Matt, contudo, por mais que estivesse ciente de uma possível investida, não resistiu ao avanço do primeiro marinheiro acertado por ele, que se jogou agarrando-o pela cintura e levando ao chão, começando uma sequência de golpes, utilizando a lateral da mão como se fosse um martelo. Em meio ao caos, Matt pode ouvir uma voz feminina e uma sombra se formando, algo grande impedia o sol.

CORRE! CORRE! – O marinheiro que havia observado anteriormente a colossal gigante, puxava o homem de cima de Matt. O rapaz de cabelo rosa viu aquela gigante correndo em passos largos, ela era realmente grande – CARALHO! – Gritou um dos marinheiros levando a mão à cabeça, ignorando completamente a pequena luta que havia sido iniciada contra o civil. A taberna era um sonho para Ajin, com muito suor e esforço ele conseguiu erguer seu próprio negócio, ok, admito que a estrutura não era das melhores, o que facilitou a vida de Viola. Aquela tremenda espécime gigante chamou toda  atenção dos transeuntes da rua, os pequenos comerciantes nas proximidades, saíram ao sentir o chão tremer – MEU DEUS! O RAGNAROK COMEÇOU? – Gritou uma senhora da venda de guloseimas próxima – CLARO QUE NÃO! É O ARREBATAMENTO! – Gritou a senhora vizinha, também dona de uma loja de doces, parecia ter uma rivalidade entre elas.

Enfim, Viola derrubou toda a estrutura frontal da taberna, o teto não aguentou e também cedeu, caindo tudo por cima daqueles que estavam no interior.


Todos

Tudo veio abaixo de maneira abrupta, pegando aqueles em seu interior de surpresa. As colunas de madeira, junto com o teto e telhas caíram por cima daqueles homens, sem qualquer chance de defesa. Sins e Boris estavam relativamente bem, alguns entulhos de cimento cobriam parte do seu corpo, mais especificamente as pernas, porém, eles conseguiriam sair tranquilamente dali. Uma coisa era clara para ambos, os danos: Joe por causa da Hipoalgia sentia uma fisgada na sua clavícula, notava um sangramento ali. A visão do seu olho esquerdo era coberto por uma cortina vermelha, afinal, um corte de cinco centímetros dividia a extensão da sua testa, de maneira vertical. Dores pelo impacto dos escombros, eram sentidas por todo o corpo, parecia que tinha sido macetado por dezenas de pessoas ao mesmo tempo. Boris sentia fortes dores na sua coxa direita, ao tirar os escombros de cima, via que um pedaço de madeira tinha perfurado aquela região e atravessado até o outro lado. Sua visão inicialmente era turva e também tomada pela cortina vermelha, diferente de seu capitão, ela cobria ambos os olhos, dificultando um pouco sua visão – até ele limpar, obviamente.- Dores pelo corpo também eram sentidas, alguns hematomas e escoriações apareceriam após alguns segundos.

Não se tinha muita informação dos outros, alguns sons eram ouvidos por todos ali, como se os seres mais fortes cavassem sua saída debaixo do entulho, bom, se optarem por sair dali, eles teriam um tempo de vantagem… isso se passarem pelo marinheiro. Joe e Viola conseguiam se ver, afinal, por mais que estivesse fudido, ele ainda emanava aquela “aura”, que funcionava como um farol para a gigante. No momento em que terminou sua frase, a gigante sentiu um forte impacto na sua bochecha. Aquele golpe foi forte ao ponto de jogar todo seu corpo contra a parede do estabelecimento ao lado, fazendo-a ver o seu interior e sentir o sangue divino escorrendo pelo seu supercílio – Vocês estão loucos? Fazendo uma barbaridade dessas na minha cidade? -  O marinheiro Bernardes estava puto, escoriações se espalhavam pelo seu corpo, seus cabelos estavam empoeirados e desarrumados, o que irritava ainda mais ele – VOCÊS TRÊS, PEGUEM ESSE PESTINHA. – Gritou olhando para o trio de marinheiros do lado de fora, que, prontamente pulavam na direção de Matthew.

LEVANTA PORRA! TÁ BRINCANDO? – Gritou de maneira ainda mais furiosa, batendo o pé repetidas vezes no chão. Não estava claro se ele estava falando com a gigante e os homens, ou, com seu companheiro de cabelo azul, soterrado. Por último, entre os escombros Boris poderia ver a espada carregada pelo seu oponente alguns metros à sua esquerda, não parecia ter sofrido algum dano, estava boa para uso. Pedaço de concreto, madeira e alguns pedaços de ferro estavam espalhados por todo o local. A população se aglomerou na frente da loja, alguns metros atrás dos três marinheiros, por mais que quisessem ajudar aqueles que – agora – gritavam por socorro embaixo dos escombros, eles pareciam não ter coragem para fazer isso com Bernardes lá – ALGUÉM CHAMA MEUS HOMENS! – Bernardes tirava a camisa rasgada, mostrando um físico definido, típico marombeiro – LEVANTA CARALHO! – Berrou furiosamente mais uma vez, batendo o pé contra o chão novamente.

O oponente de Joe, o grandão, levantou dos escombros como se uma explosão tivesse acontecido, jogando poeira e resquícios da taberna para todos os lados. Pelos sons, parecia que mais alguns escolhidos estavam prestes a surgir... quais? Só no próximo capítulo.



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate e Considerações:
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Magma
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sex Ago 06, 2021 9:57 pm
Across The Nation





Caramba, que situação, Joe teve um mal súbito momentâneo e o incômodo no ombro esquerdo tal como uma farpa no dedo o incomodou mais do que ele esperava, ele giraria os ombros, e tentaria relaxar-los, principalmente devido ao ferimento no ombro esquerdo.

A cortina vermelha sobre o olho esquerdo também o deixou intensamente chateado, Sins empurraria os restos de escombros que ainda lhe impediam de se mover, isso é se algo ainda o impedisse, e se ergueria das profundezas do bar, ele estufaria o peito, quem observasse com cuidado notaria que seu peito parecia um coração batendo, subia e descia incessantemente, sua respiração estava ofegante devido a sequência de luta quase que cinematográfica.

Jogaria o pulso direito na direção dos olhos e tentaria limpar os resquícios de sangue sobre o olho esquerdo para melhorar mesmo que um pouco a visão daquele lado.

Não é que ele não tinha notado que seu adversário também tinha escapado dos escombros, é só que ele não conseguia acreditar no cenário ao seu redor, muito mais luz e platéia do que antes, quem diria, ele alongaria ambos os pés com pequenos giros e daria dois passos para a frente, um giro de trezentos e sessenta graus apenas para avaliar a situação ao seu redor, ele finalizaria o giro e observaria a região de onde seu adversário tivera saltado fora.

Ambas as sobrancelhas do campeão se abaixaram e ficariam como dois sabres, o rosto giraria para a direita e ele olharia por sobre o ombro na direção da meia-gigante.

FIU.. — Avaliaria o tamanho da garota e não conseguiria deixar de se surpreender.

Joe faria um beicinho e coçaria a cabeça, curioso.

Que confusão do caralho.. — Diria em voz alta e voltaria as atenções para o grandalhão.

Gostei. — O sorriso voltaria a se abrir, o campeão de Stevelty respiraria profundamente, aproveitando o sabor daquela boa e velha briga como se fosse um sommelier de porrada.

Antes que qualquer intenção de combate estourasse de si mesmo, os olhos cruzariam o ar uma última vez e focariam o marinheiro que parecia chamar-se Bernardes.

Ele alternaria os olhares entre ele e a meia-gigante, aquele cara era alguém com quem ele com certeza gostaria de trocar socos.

Grandona, eu não sei, mas assim que eu e meu amigo acabarmos aqui nós te ajudamos a encontrar uma. — A cabeça de Joe giraria e ele estalaria os ossos do pescoço, em seguida, ele cerraria os punhos em sequência e estalaria os dedos de cada uma de suas mãos.

Se aquela garota tamanho GG se considerava um deus encarnado em forma humana, então aquele homem, Joe Sins, bom, ele não é exatamente um deus.

Sins caminharia em passos calmos, retilíneos e padronizados na direção do seu adversário.

Não, ele estava bem longe de ser um deus ou qualquer tipo de divindade nesse tipo, diga-me onde ele se encaixa em todo esse panteão?

Assim que ele chegasse a uma distância de aproximadamente dois metros do grandalhão ele dispararia em uma arrancada, o máximo de velocidade possível, antes que ele entrasse no alcance do seu ataque ou do oponente, isso é se ele não se movesse também, Joe usaria o pé direito de apoio, jogaria ele bem para a direita, em um movimento semelhante ao de um euro step, giraria o corpo no próprio eixo do pé direito e tentaria dar uma volta ao redor do adversário.

Saltaria para cima e enrolaria o braço esquerdo no pescoço do alvo, puxaria todo seu corpo para baixo e tentaria fazê-lo cair de costas junto com ele.

Sins cairia de costas nos escombros e puxaria a cabeça do grandalhão com seu corpo, bateria as costas dela contra o chão e forçaria o pescoço do adversário com todo o seu peso na tentativa de quebrá-lo.

"NECKBREAKER"

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 6ulPM_

Caso o golpe fosse efetuado com sucesso se lançaria para cima com um Kip Up o quanto antes, ofegaria um pouco e observaria o grandalhão de pé, ele não queria ter que perder mais tempo com ele, então, no seu menor movimento ele ergueria o pé direito e pisaria com força contra a cabeça do grandalhão para tentar desacordá-lo de uma vez.

Ele não era uma deidade, um demônio ou qualquer outra besteira dessas, ele era Joe Sins um campeão, quer dizer, ele era o campeão.

Os olhos castanhos deslizariam pelos os arredores e ele avaliaria um pouco a situação, é claro que Joe ainda sentia uma sede insaciável pelo combate, mas a atual situação do bar ao seu redor o fez pensar um pouco, o que ele raramente fazia naquelas situações.

Seus olhos parariam sobre Boris e ele avaliaria cuidadosamente como pudesse o seu estado físico naquele exato momento.
Direcionaria a atenção pouco tempo depois para a gigante e entreolharia ela e o marinheiro parrudo.

Que entrada incrível.. Como eu não pensei nisso? — Diria em voz alta.

Bem, a melhor forma de acabar com uma cobra era cortando a cabeça fora de uma vez e falando em cobra, os olhos serpentariam pelo corpo do marinheiro, avaliando por fim a sua capacidade física, algo que ele não tinha sequer notado desde que o grandão tinha começado a gritar no bar.

Boris... — Pela primeira vez Joe balbuciaria, os olhos cruzariam e ele avaliaria novamente o estado de Boris, ele tinha certeza de que conseguiria se colocar em perigo por dias se conseguisse, a questão é que a partir do momento em que você começava a levar pessoas consigo tinha de aprender a administrar as situações.

Até então a única coisa que tinha saído de seu controle era a completa destruição do Bar, mas isso não tinha sido culpa dele, então foda-se.

Na verdade, era estranho porque Joe sabia de quem era a culpa, a grandona que tinha sido enterrada naquela loja pelo soco do marinheiro.

É claro que ele não tinha deixado de notar a aparição repentina do garoto de cabelo rosa, na verdade, era bem fácil de perceber ele devido a esse destaque natural.

Essa garota vai comigo.. — Pensaria em voz alta e respiraria fundo.

Naquela fração de segundo o mundo parecia voltar a agitação anterior e por um momento ele sentiu-se na Arena de novo, a quantidade de transeuntes lhe observando lhe deu aquela sensação selvagem, foda-se, o plano era arregassar aquele cara e depois conseguir um lugar para se recuperar, plano bom.

As vezes algo é tão manifesto que fica secreto, é o que dizem.

O campeão mitológico balançava os braços, como se estivesse chamando a atenção do público para si, e era melhor que eles prestassem bastante atenção, porque ele provavelmente não faria de novo.

A perna direita se lançaria para frente e ficaria de prontidão, semelhante a forma inicial de um corredor de cem metros rasos.

Sins observaria cautelosamente a meia-gigante, atento ao momento em que ela começaria a se erguer, ele avançaria ao mesmo tempo em sua direção e estouraria na sua velocidade máxima o quão cedo conseguisse, soltaria o ar como uma locomotiva e arrancaria na direção dela em alta velocidade.

Sabe eu nem te conheço mas já gostei de você garota! Você tem estilo! — Ele continuaria correndo com um sorrisão aberto de orelha a orelha, os olhos pescariam o marinheiro e ele avaliaria a posição dele constantemente, ele continuaria chamando a atenção para si.

Vamos resolver isso juntos e eu te ajudo a encontrar um ferreiro sei lá oque! — Continuaria, entretanto, ele sequer se aproximaria do marinheiro, continuaria correndo na direção da garota durante o movimento dela.

Ele apontaria para cima quando já estivesse próximo e daria três longos passos, aproveitaria as pernas que normalmente ficam flexionadas quando uma pessoa está se erguendo, e ele esperava que não fosse muito diferente com a gigante.

Eu preciso SUBIRRRR! me da uma ajudinha! — Gritaria, ele se lançaria para cima em um salto, abusaria de todo o seu porte atlético para tentar pisar sobre a coxa da grandalhona e continuar a pequena corrida, ele daria um último pulo e abusaria o máximo possível das habilidades acrobáticas e atléticas para tentar ao máximo estabilizar o equilíbrio.

Tocaria o ombro direito da garota com os dois pés e flexionaria a perna um pouco, saltaria para trás.

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 MeagerGiftedBaleenwhale-size_restricted

Os braços se jogariam para trás e todo o corpo se moveria ao mesmo tempo para aproveitar do próprio balanço e tentar a execução de um back flip longo, o plano era simples.

Ele se jogaria na direção do marinheiro e giraria no ar, caíria com os dois pés na direção do corpo do alvo e tentaria acertá-lo com uma voadora, que pela posição pareceria mais como um pisão absurdo.

O corpo pareceria com a própria Gungnir caindo de Asgard na cabeça do bastardo.

"C O U P  DE  G R A C E"

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Tenor




To be continued...



Joe Sins
PDV:4400  (:wing:)
STA:40

Vício:04/10
Compulsão:00/10

Posts:06
Surrados:11 ?


Ganhos:
02 Perfurações no Abdômen - Lado Esquerdo - 00/04 [Necessário Tratamento]
Pequenas Escoriações pelo Rosto - 01/02
Escoriações e Hematomas pelo corpo - 00/04
Corte Mediano na Testa - 00/03 [Necessário Tratamento]

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
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36
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Van
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Ago 08, 2021 7:01 pm

Entrada triunfante

A luta no bar atingia o seu ápice e os confrontos aconteciam de maneira ordeira em meio ao caos incontrolável, a famosa ordem na bagunça igual quarto de adolescente que sabe onde está tudo, mas se sua mãe arrumar aparentemente torna-se um quarto novo e inexplorado. Boris fazia sua parte e ajudava Joe na “guerra” ao tirar um oponente de seu encalço e dar-lhe uma aula de combate, pelo menos no primeiro round. A diferença de níveis o colocou em situação vantajosa, contudo, a vida regida pela ausência de previsibilidade era propensa a atos inesperados.

MAS QUE M…

Como um trem desgovernado, uma jovem gigante adentrou por uma porta adaptada, a qual ela mesmo criou com sua força bruta, e destruiu todo o estabelecimento causando um desmoronamento problemático para todos os presentes. Poeira, tijolos, gritos, sangue, um verdadeiro festival de horrores. Alguns segundos depois, quando a poeira baixou, o loiro se viu em uma situação não tão agradável. Vários machucados por todo o corpo e uma grande lesão na perna direita. Por sorte, possuía conhecimentos em primeiros socorros e assim, visando estancar possíveis sangramentos, rasgaria pedaços de sua própria roupa para usar como um torniquete improvisado ao amarrar na base dos membros atingidos. Ouviu Joe chamar por seu nome e respondeu com um sorriso no rosto.

Logo, logo assim que puder vou me levantar… por enquanto tá doendo.  

Tentaria ficar de pé após terminar as medidas supracitadas. Havia notado a lâmina usada pelo seu oponente. Estava dando bobeira e seu dono provavelmente estava soterrado, logo, precisaria de um novo dano. Por conseguinte, esforçar-se-ia para obtê-la, seja andando, engatinhando ou mesmo se arrastando para tê-la em sua posse. O membro inferior direito estava inutilizado e isso influencia diretamente em suas capacidades combativas, mas uma katana equilibrará o cenário com seu potencial.

Ainda no bar, observou também a causadora de todo o estrago. A gigante falava coisas aleatórias, mas pareciam fazer algum sentido, posto que Joe basicamente a recrutou instantaneamente. Teria o capitão recrutado o loiro se ele não tivesse se apresentado? Uma pitada de inveja surgiu em seu coração, mas ele coçou a testa envergonhado pelo pensamento que evapora mais rápido que loló em camisa da lacoste no baile do Jáca. A gigante certamente daria um ar diferente ao bando e essa entrada fora no mínimo espetacular, percebendo sua capacidade física capaz de destruir uma construção sozinha com sua força.

Aí foi que o barraco desabou...

Entendendo finalmente o que havia acontecido pois ainda estava desnorteado após os impactos, ele estava pronto para seguir em frente. Por hora, seu foco seria em continuar auxiliando o moreno. Se estivesse com os primeiros socorros feitos e a nova katana em suas mãos, portar-la-ia com a mão destra e aproximar-se-ia do nakama para dar-lhe apoio e também se apresentar para a mais nova integrante do bando - algo que ainda não aconteceu, mas Boris confiava tanto em Joe que todas as palavras ditas pelo lutador soavam reais para o espadachim.

Hey, pequena… Tudo em cima? Acho que o dono do bar vai gostar da nova decoração… Conceito aberto, bastante iluminação… Você tem futuro como arquiteta!

Brincou com o novo design providenciado pela brunette. Desejado ou não, o trabalho estava pronto e ele iria se acostumar com o novo modelo por um motivo bem simples: aquilo era obra da tripulação pirata mais famosa do mundo em breve. A determinação de Sins era gigantesca e Boris não ficava para trás com o seu objetivo de ser o mais espadachim do mundo. O luto pelo seu avô tomou conta por muito tempo de todos os seus sentimentos, todavia, a sua ambição era incontrolável e encontrou seu caminho pelos destroços formados pela dor da saudade assim como o taekwondoca no bar.

Na hipótese de precisar de algum movimento defensivo para ajudar o capitão ou a recém-chegada trator desgovernado, usaria sua katana para bloquear o que fosse possível e o que não fosse deixaria passar porque a perna machucada não ajudaria muito. Caso o ataque fosse no navegador, tomaria a mesma medida supracitada. No mais, acenderia um cigarro para ajudar a passar o tempo enquanto assistia os companheiros fazendo confusão. Essa era sua diversão!

Boris Skalovsk:
Matthew
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Matthew
Soldado
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Ago 10, 2021 1:28 pm

Poucas coisas tinham a capacidade de fazer Matthew vacilar em suas ações e no seu ímpeto agressivo. Golpes, socos, oponentes com grande fama, armas, nada disso fazia com que o mesmo se amedrontasse ou desistisse da luta. Mas, naquele momento, em que a figura de uma grande mulher ia encobrindo o sol, o rapaz titubeou. Mesmo tendo conseguido brigar e estando numa situação de defesa, toda sua atenção ia para a gigante que corria na direção do combate, afugentando os marinheiros que estavam lutando contra Matt.  Ouvindo a voz daquela garota, que o mencionava, a mesma parecia querer dedicar seu próximo ato ao rapaz, citando que o mesmo era digno de uma recompensa por estar sendo diferente dos demais, mais livre. – Liberdade é mais importante do que a vida, então, obrigado. Mas... – Antes que pudesse completar sua frase, via aquele ser colossal exclamar mais algumas palavras, enquanto partia para destruir à frente da taberna. “Tá... aí fica difícil cair pro soco com uma gigante dessas”. Matthew podia ser impulsivo, cabeça quente, teimoso e corajoso, mas ser suicida ou megalomaníaco não fazia parte de sua personalidade. Até que não fosse ameaçado pela gigante, o jovem buscaria ser seu aliado e não seu rival.

Enquanto via o teto do local ceder, o rapaz ainda estava perplexo com o que estava presenciando. – Nem ferrando... ser baixinho já é foda, aí você descobre que existe no mundo uma pessoa 5x maior que você, é de lascar. Pelo menos ela parece não gostar dos marinheiros... – Pensava em voz alta, enquanto buscava se recompor e se afastar ligeiramente dos escombros. “Que todos os marinheiros tenham morrido, amém”. De certa forma, apesar de não conhecer bem o moreno e o loiro, ele esperava que os dois estivessem de pé para poder enfrenta-los depois. Algo neles chamava a atenção do Matthew, um certo pressentimento de que aqueles homens seriam bons rivais ou grande amigos. “Quem sabe os dois, não é mesmo?”. Em um breve momento conseguia notar apenas a gigante sendo jogada para o lado do local, impressionando o jovem de cabelos rosas. Antes que pudesse concatenar tudo o que estava acontecendo e buscar um raciocínio que o ajudasse a entender o que estava vendo, Matt ouvia a palavra do marinheiro e via seus rivais retornarem em sua direção, motivados pela palavra daquele que parecia o líder deles.

O combate estava prestes a acontecer e Matthew retornava ao seu estilo padrão, concentrado e com raiva. Relembrava que por pouco havia sido pego, então estava ainda com mais vontade de finalizar aqueles lixos. Dessa vez, o jovem buscaria usar uma outra estratégia, buscando se movimentar para ficar próximo de algum ponto da abertura frontal criada pela gigante. Ali, caso necessário, recorreria a parte interna do bar, tendo em mente que os destroços do teto e da parede seriam armas eficientes para causar mais dano. Desse modo, conseguindo se posicionar dessa maneira, Matthew falaria. – Só porque me derrubaram estão assim... empolgadinhos. Se eu fosse vocês, eu já teria agradecido por estar vivo e iria embora... – Falava Matt, enquanto arrumaria seu corpo numa postura combativa, já com seu pé esquerdo a frente e seus punhos cerrados levantados.

Feito isso, o rapaz buscaria tomar a dianteira, partindo no auge da sua velocidade para ir contra seus oponentes. O primeiro que tentasse deter seu movimento seria alvo de uma poderosa joelhada, utilizando de sua velocidade e de um salto para se deslocar a frente e no ar, levantando seu joelho esquerdo e mirando a parte superior do tórax ou, dependendo da altura do adversário, seu rosto. Feito isso, retornando ao solo, buscaria virar-se em direção aos seus oponentes, recompondo sua guarda. Estaria atento aos movimentos que pudesse colocá-lo no chão, como o realizado anteriormente contra ele, e caso fosse alvo dessa tentativa de investida novamente, diria. – Duas vezes, o mesmo golpe? Já tá morto! – E enquanto falava, buscaria revidar a tentativa de derrubá-lo com um poderoso gancho na altura do queixo, imaginando que para segurá-lo pela cintura e derrubá-lo seu oponente precisaria se curvar, ficando ainda mais suscetível a receber um potente golpe. Continuaria se mantendo sempre de frente para seus oponentes e evitando ser cercado, buscando um movimento contínuo, sendo esse o principal ponto que faria daquela luta uma vitória ou uma derrota. Buscaria continuar sendo agressivo e desferindo socos e pontapés para manter a distância dos adversários, evitando assim ser colocado ao chão. Caso a luta apertasse e se estivesse perto da entrada e dos escombros, Matthew seguraria alguma parte da estrutura da parede e do teto jogaria nos seus adversários, enquanto na outra mão buscaria chocar algum pedaço da estrutura contra a cabeça de uns dos adversários. – Vai, só pedrada na cabeça! – Falaria, num tom provocativo.

Matthew estaria sempre atento para evitar estar debaixo de novos desabamentos. Caso fosse pego e não tivesse como revidar ou sair, não teria outra atitude senão recorrer a uma grande ajuda, buscando esconder sua raiva contra os marinheiros por um momento. – Grandona, tudo bem? Estão tentando me tirar a liberdade aqui, será que rola uma ajudinha? Inclusive, belo estrago hein. Além de linda é forte, shi re re! – Riria, um pouco desconfortável, enquanto falaria em voz alta. Apesar de não gostar de pedir ajuda e de preferir resolver por si só suas coisas, era um bom momento também pra criar uma certa conexão com a grandona. Matthew não era tão bom com as palavras quanto era lutando, mas apesar de tudo, havia aprendido algumas coisas sobre tentar cativar as pessoas, graças a Jason. Elogiar sempre era um ótimo recurso. De todo modo, se conseguisse vencer seu combate sem precisar da ajuda, ainda sim se dirigiria a gigante, atento contra possíveis novos adversários. – Tudo certo por aí? – Falaria, buscando fitar os olhos da gigante, que pareciam tão distante do pequeno rapaz, e disposto a ajudar aquela que parecia ser uma boa aliada, ainda que, num primeiro momento, parecesse ser bem impulsiva e instável.




Matthew:
Silent
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17
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Silent
Pirata
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Ago 11, 2021 7:27 pm


Socially Awkward


”Post Theme Song”:


Coragem, segundo o dicionário, é “firmeza de espírito para enfrentar situação emocional ou moralmente difícil.” E em boa parte das vezes é uma qualidade que Viola admira em uma pessoa, pois é parte do que faz um mortal, um humano ou seja lá a qual espécie ele pertencer, ficar um pouco mais próximo da grandiosidade de um ser celestial como ela. Um ato de coragem é como um salto de fé, onde, mesmo sabendo dos riscos algumas daquelas pequenas e frágeis criaturas mortais ousavam desafiar algo tão magnânimo como a presença de um deusa. De fato, a gigante estava mais impressionada pelo ato do marinheiro que havia lhe socado do que qualquer outra coisa e, aproveitando que havia feito mais um buraco na parede (Mesmo considerando que o último “buraco” que ela faz estaria melhor classificado como uma demolição, mas não vem ao caso) havia notado as duas lojas de doces antes de fazer sua entrada, o que significava que sua cabeça provavelmente havia penetrado uma delas devido ao golpe recebido. Caso esse fosse o caso, se levantaria dali e passaria a mão pelo buraco para tentar pegar algum doce, qualquer um que fosse, só pra tirar o gosto de poeira que provavelmente preenchia sua boca no momento. Ela ouvia o marinheiro falar algo, mas ignoraria seja lá qual fosse a baboseira que tivesse dizendo, afinal, ele não era importante pra ele no momento, mas sim o rapaz que havia atraído sua atenção anteriormente que respondia sua pergunta dizendo que a ajudaria a encontrar um ferreiro para ela quando terminasse ali.

-Certo. Aceitarei sua ajuda, então, humano. Quanto a bagunça aqui…

Limparia seu rosto com as mãos e terminaria de comer seu doce, caso tivesse conseguido um pelo buraco feito por sua cabeça e checaria sua mão para ver se tinha qualquer resquício de sangue ali. Pela primeira vez então olharia para quem havia lhe socado. Nada que atraísse a atenção da garota, parecia apenas ser o estereótipo perfeito de um macho man e seu rituais humano para atrair a atenção das fêmeas na esperança de que suas incertezas e traumas de infâncias não alcançasse seu frágil ego de “Alpha”. Após o lutador falar o nome de seu companheiro, ela direcionaria sua atenção para o loiro, que também interagia com a deusa. -Vejo que seu senso de arte é bem diferente do comum, mortal. Gostei de você! Talvez se mais humanos fossem como você o mundo não estaria essa arte abstrata bizarra que chamam de civilização. Responderia ao comentário do loiro sobre sua “redecoração” do local. Agora que estava interagindo com pessoas, se lembrava do rosado que havia encontrado na entrada e que havia lhe respondido algo sobre seu comentário a respeito da liberdade, mas como estava correndo de encontro ao bar não prestava muita atenção, isso é, até que o mesmo rapaz dirigisse a palavra a ela novamente.

Antes que pudesse agir em relação à Bernardes, o lutador lhe direcionava mais algumas falas e até mesmo um pedido. Nada fora do normal, isso é… Se Viola fosse alguém normal. A gigantesca louca não lidava muito bem com elogios, por mais simples que fossem e ouvir que “tinha estilo” do lutador fez suas bochechas rosarem e desviaria o olhar do rapaz por um momento, deixando o joelho a frente para que subisse. Pois é… A garota acreditava ser a reencarnação de um deus, mas ainda era apenas uma garota de 21 anos no fim das contas e por mais que sua loucura tivesse tomado sua mente, nem tudo havia sido consumido por sua alucinação e resquícios do que um dia ela havia sido às vezes vinham a tona. O que seria uma cena fofa de anime onde a pessoa reage de forma agressiva a elogios por não saber lidar com eles, quando transferidos pra uma pessoa de 6m de altura e quase uma tonelada… Bem… Não era uma cena assim tão fofa. Caso o lutador tivesse conseguido a usar de trampolim como planejava, instantes depois dele pular e chegar ao seu objetivo, a garota começaria a dar pequenos saltinhos enquanto chacoalhava as mãos a frente no ar, por sorte, como tinha 6m de altura provavelmente não acertaria ninguém. [color=Orange]-Baka! Baka! Baka! E-e-estilo?! Eu sou uma deusa, é c-claro que tenho estilo, s-seu…! Seu…! Palerma![color] É, essa era a outra parte da personalidade da moça. Ela é uma tsundere que teve o minimo de interação possível com outros seres, então suas habilidades sociais não eram lá das melhores, muito menos sabia lidar quando alguém apontava algo bom sobre ela, uma vez que passou a vida toda apenas ouvindo como ela era esquisita e diferente.

Contudo, havia mais pessoas ali e, caso o rosado precisasse de sua ajuda e ela o ouvisse com sua audição aguçada, novamente seria elogios direcionados a deusa, o que a faria perder completamente qualquer tipo de compostura que ainda tivesse, isso é, se algum dia ela tivesse tido alguma. -L-l-linda?! I-idiota, eu sou coisa demais p-pra um m-mortal feito você! Após a frase, arremessaria o primeiro objeto que tivesse em seu alcance na direção do rapaz. Não, sua intenção não era machucá-lo, era mais como aquelas cenas de anime onde a personagem feminina bate no protagonista por ele dizer algo bobo, mas, novamente… Quando a escala desse ato é de uma gigante do tamanho de Viola, isso acabava tomando proporções desastrosas. Após o arremesso de seja lá o que fosse e, talvez contando com o fato de que sua pontaria para arremessar algo talvez não fosse das melhores e ela tivesse errado o rapaz, iria na direção dele para ajudá-lo, chutando quem o tivesse atormentando para longe ao abaixar levemente seu corpo pegar mais impulso para o golpe e, mirando no que estivesse mais perto dela, daria uma bicuda sem glamour, afinal, não era nenhuma mestre marcial, então o golpe provavelmente sairia como alguém sem jeito e bêbado tentando cobrar um pênalti. Claro, toda essa sequência de ações apenas seria feita caso o rosado solicitasse por sua ajuda. -Humpf. V-você é interessante, mortal. Eu permito que continue a gozar de sua liberdade, afinal, reconheceu a g-g-grandiosidade de alguém como eu, kikiki A última parte da frase sairia em um tom diferente de voz que mostraria um claro desconforto em dizer tal coisa. Não é que a garota não fosse vaidosa e egocêntrica, ela apenas é uma tsundere.

Agora, com tudo brevemente resolvido e com Bernardes possivelmente ocupado com o lutador que havia, literalmente, se jogado nele, o semblante de desconforto causado pelos elogios e o rosado de sua bochecha se esvairiam rapidamente, dando lugar a uma expressão que daria inveja até mesmo no Ice Cube devido a seriedade que trazia no rosto. -Você ai… Patética criatura com esse uniforme. Por acaso… Mas só por acaso… Você disse SUA cidade? Não, Viola não poderia ligar menos para o fato do marinheiro ter ficado gritando “levanta” como quem se refere a um animal em relação a ela, pra falar a verdade, nem tinha certeza se aquilo era pra ela ou não, mas não importava, pois a única coisa da fala do marinheiro que entrava em suas orelhas era o “Minha cidade”. ”Eu devo estar realmente a muito tempo sem aparecer nesse plano… Um simples humano, a porcaria de um simples mortal tem a audácia de achar que algo nesse mundo é dele. Tsk. Veias saltavam por todo o corpo da garota a medida que ela flexionou seu bem tornados músculos e, entre o ranger de seus dentes, continuaria seu monólogo. -Me diga, marinheiro, quem CARALHOS te disse que essa cidade é sua? Caminharia na direção do marinheiro ignorando qualquer outra coisa em seu caminho, não ligava para mais nada no mundo no momento além da vontade de estraçalhar aquele ser.

Durante a caminhada, prosseguia com suas falas. -Me responda, mortal! Quem... Olharia rapidamente para os lados, buscando qualquer coisa que pudesse ser usado como arma dentre os destroços, fosse um pedaço de corda/fio que usaria como chicote, ou qualquer pedaço de concreto ou cimento que se assemelhasse a qualquer uma das armas que sabia usar sendo um bárbaro e, a partir do “Quem” que havia dito anteriormente, cada um de seus passos seria um golpe na direção do homem. Se fosse um “chicote” improvisado, miraria em seu pescoço, buscando sufocá-lo a medida que ia fechando o enrolar do chicote contra aquela região, contudo, caso ele se defendesse do golpe e não se deixasse ser enrolado, “sapecaria” a ponta do chicote num estalo, como aquelas brincadeiras saudáveis na brotheragem do vestiário masculo onde bate com a toalha molhada no coleguinha, tentaria acertar qualquer parte do corpo do homem, considerando a força da gigante, qualquer lugar que aquilo acertasse já daria um belo estrago. Todavia, caso fosse alguma “arma” corpo-a-corpo que pudesse ser usada como uma marreta, martelo, clava, machado ou qualquer coisa do tipo, se aproximaria e tentaria um solavanco, flexionando sua perna esquerda com toda força que conseguia reunir, o que não era pouca, de forma que concentrasse toda ela num golpe de baixo para cima com sua arma, com a mão esquerda, buscando tirar o homem do chão enquanto ele estivesse “grudado” na arma e chegasse mais ou menos na altura do seu rosto, amassaria-o contra o chão com a palma da mão direita, como quem esmaga uma mosca ou abelha, e repetiria esses “tapas” pressionando o corpo do homem contra o chão até que só sobrasse um patê do que um dia foi um infeliz que ousou desafiar uma deusa. Durante os golpes, continuaria sua fala junto com cada ataque, independente de qual tipo e armamento improvisado tivesse usando. [color=Orange]LHE. DEU. PERMISSÃO. PARA. TER. UMA. CIDADE. HUH?![color] obviamente, devido a seu ímpeto furioso, não esperava uma resposta do rapaz, nem queria uma também.

Contudo, caso por algum motivo em meio a destroço não conseguisse encontrar nada que pudesse usar de improviso, apenas partiria para cima do homem e daria pisões em sua direção, como quem tenta esmagar uma barata, afinal, para a deusa aquele tolo não passava disso, uma ínfima existência que não tinha mais porque existir nesse plano, repetindo todo o processo dito anteriormente das pausas entre os golpes para suas falas.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico: