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Kenshin
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Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jun 26, 2021 9:23 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Porradaria, confusão e fuga. [1]

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Joe Sins. A qual não possui narrador definido.

_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 J09J2lK

Formiga
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sex Jul 16, 2021 12:00 pm




O Estopim da Pancadaria

Freeza Morre.


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 03


A dupla – de certa forma – ignorava as ações do homem que acabou de dar em cima de Teresa, pessoas como ele não mereciam a devida atenção. A mulher relativamente musculosa voltou sua atenção a Joe, escutando suas palavras e esboçando um sorriso no final – Amigos são sempre bem-vindos. – Disse de maneira tranquila e desarmada, diferente de momentos atrás quando respondeu o verme ao lado. Falar nisso era notável o desconforto entre o casal, já que pareciam discutir bem baixinho – Ela xingou ele amor, não foi comigo não. – Disse o homem em um tom audível aos demais, virando-se para Joe com um sorriso amarelado em seu rosto como se pedisse por socorro – Não é camarada? Pelo jeito, as cantadas não são o seu forte. – Concluiu dando o direcionamento para que o robusto homem o livrasse da enrascada que ele mesmo entrou. Contudo, diferente do esperado por ele, a única coisa que conseguia ver e sentir era a mão pesada do homem em sua nuca, em seguida, tudo ficaria preto em sua memória quando acordasse. Foi lançado de maneira tão forte e brutal que sua face parecia estourar ao chocar-se com o maciço balcão, o sangue escorria pelo seu rosto e sinceramente, não quero nem descrever o quão grave era o estado do homem – agora caído no chão –. Sua mulher deu dois passos para trás assustada com toda a situação, ficou muda perante a imponência do homem à sua frente – Que merda é essa? Não precisava disso tudo! – Bradou Teresa tentando parecer o mais irritada possível, porém, Boris e Joe conseguiam notar que, no fundo, ela gostou da recompensa recebida pelo vadio.

Um grito cerca de dez segundos depois do ocorrido chamou a atenção de todos ali, não que eles não tivessem reparado no homem caído, mas, apenas não tinham se importado o bastante. A mulher correu para auxiliar o homem que ainda respirava e também sangrava sem parar, virou o corpo do mesmo deixando-o de barriga para cima, sendo possível notar o seu nariz completamente “esbagaçado”. Teresa se manteve parada atrás do balcão por alguns segundos de conflito, ela achava justo a porrada recebida pelo homem e, ao mesmo tempo, tinha que agir profissionalmente, afinal, aquele era um dos seus clientes. Ela saltou – em um único pulo – o balcão, indo ajudar a mulher que em meio aos prantos, tentava ajudar o homem.

Ignorando tudo aquilo Joe caminhou carregando em mãos sua caneca de cerveja, seus passos largos e agora toda a atenção da taberna estava voltada para ele. Ajin passava correndo ao seu lado indo em direção a balbúrdia causada por ele próximo ao balcão, em sua face ele pode realmente ver o real descontentamento para com suas ações, entretanto, naquele momento o velho homem estava focado em limpar a bagunça. Nas três mesas cinco homens estavam espalhados, dois deles estavam na ponta esquerda, um na ponta oposta a dupla e dois no meio – bem próximos, tendo duas mulheres cada um debaixo dos seus braços -. Todos ouviram as palavras de Joe e riam, riam tanto ao ponto de um deles liberar flatulências descontroladamente enquanto segurava em sua barriga, como se quisesse controlar suas gargalhadas – O bebezão está querendo briga. – Bradou um dele em meio as risadas, seus dreads balançavam com o movimento do seu corpo e sua expressão facial mostrava uma loucura sem igual, ele era estranho, era tudo que Joe e Boris sentiam – Olha, ele sabe fazer um círculo. – Um dos outros homens falou enquanto se levantava devagar, ajeitando minuciosamente seu cabelo extremamente bem cuidado. De pé sua estatura física não perdia em nada para Joe, na verdade, sua musculatura conseguia ser ainda mais definida e arredondada. Por mais ameaçador que Sins pudesse ser, aquilo não funcionava nós homens a sua frente – diferente das mulheres, que ficaram com medo – e em uma mulher em particular que parecia não estar ali para cumprir a mesma função das demais, suas roupas pretas eram semelhantes a um terno, alguns botões da camisa por baixo estavam abertas e ela fumava seu cigarro tranquilamente, ignorando a dupla e toda a confusão que tinha se iniciado. Seus cabelos ruivos eram os detalhes que mais chamavam a atenção, além dos seus olhos de coloração carmesim.

Antes que o pau começasse uma voz quase que acabou com todo clima criado por Sins – Que porra é essa? Qual de vocês bateu no Sargento? – Gritou.


CORTA PRA CÂMERA DOIS - MATTHEW

O  jovem Matthew caminhava tranquilamente pelas ruas de Shells em meio a devaneios e reflexões, julgo que a mais engraçada era sua esperança de manter-se em paz, já que dada sua personalidade explosiva, aquilo com certeza não iria ocorrer. Por viver em Shells não foi difícil para o mancebo encontrar o tal do bar, porém, sua entrada tinha sido temporariamente barrada, pois, cinco marinheiros estavam abarrotados na entrada, brigando para ver quem entraria primeiro.


VOLTA PRA CÂMERA UM

O local estava meio cheio, dois homens estavam cerca de dois metros, taberna adentro – Vou repetir mais uma vez. – Ajeitou sua postura enquanto deslizava sua mão pela grossa barba existente em seu rosto – QUEM BATEU NO SARGENTO? – Seus olhos furiosos olhavam ao redor em busca dos homens com características semelhantes à informada pelos recrutas – VOCÊ. – Gritou novamente apontando para o loiro, que chamou sua atenção de maneira mais rápida – ESTÁ PRESO EM NOME DA LEI. – Esbravejou com orgulho o marinheiro que ostentava seu uniforme limpo e arrumado. Atrás dele, cerca de cinco pessoas entravam em empurrões, ao todo, sete marinheiros se encontravam no salão do bar. Os dois da frente eram os que mais passavam uma sensação de imponência, os cinco pareciam ser meros soldados comuns.

Por último, um jovem entrava também no bar ficando impedido de passar pelos marinheiros que estavam à sua frente, seu cabelo rosa era o que mais chamavam a atenção em sua aparência – Senhor Bernades, o que está acontecendo? – Falou Ajin próximo ao homem, pela sua postura parecia que o mesmo detinha um certo medo daquele homem ou o respeitava de maneira exacerbada, não tinha como saber. Os dois homens – que estavam agora  de pé, próximo ao território feito por Joe – continham suas ações com a chegada dos marinheiros. A ruiva arqueava a sobrancelha em meio a uma troca de olhares com o parceiro ao seu lado, que estava com uma espécie de chapéu cobrindo toda sua face. Alguns clientes das mesas instintivamente começavam a ir para os cantos da Taberna, como se sentissem o perigo que os rodeava – SENHOR MARINHEIRO! – Gritou a mulher – AQUELE HOMEM BATEU EM MEU NAMORADO. – Gritou novamente a mulher com o seu marido nos braços – Vocês dois, ajudem ela. – Dois dos homens que estavam atrás correram em auxílio, um deles pela postura tomada na situação dava a entender ter conhecimentos médicos.

Por último, o embate estava prestes a ocorrer – Vocês estão fudidos. – Gritou o homem de cabelos compridos e azuis, ao lado de Bernades. Agora resta saber, quem tomaria a iniciativa? Joe e Boris? O grupo que estava na mesa pareciam sedentos por um belo combate, isso se intensificou com a presença da Marinha, entretanto, a ruiva parecia não estar muito afim de uma baguncinha. Ou será que nosso digníssimo barril de pólvora, chamaria Matthew, iria startar a putaria?



Histórico Geral:
Joe Sins:
Número de POST:03
Dependência: 00/10
Compulsão: 03/10
Dinheiro: 250.000 B$
Ganhos:

  1. Nada por enquanto.


Perdas:

  1. Nada por enquanto.


Boris Skalovski:
Número de POST: 03
Dependência: 02/10
Dinheiro: 100.000 B$
Ganhos:

  1. Maço de Cigarro 09/10 - POST 01
  2. Isqueiro 01/02 - POST 01


Perdas:

  1. 150.000 B$ - Compra do Maço de Cigarro - POST 01


Matthew Carter Williams:
Número de POST: 01
Compulsão: 01/10
Dinheiro: 250.000 B$
Ganhos:

  1. 0 ganhos meu parceiro


Perdas:

  1. Nada por enquanto


Legendas:
NPC's Específicos


NPC's Aleatórios
Personagens Simples: Atendentes | Garçons | Pessoas encontradas nas Ruas | Vendedores | Moradores | Entre outros.

Integrantes da Marinha
Galera da Mesa

Aparência dos NPC's "Comuns"
Ajin - Aparência
Teresa - Aparência
Homem de Dreads - Aparência
Fortão que arrumou o cabelo - Aparência
Marinheiro Bernardes - Aparência
Ruiva - Aparência

Log de combate:

Joe
Ferimentos:

  1. Saudável por enquanto.



Boris
Ferimentos:

  1. Saudável por enquanto.


_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 EBEAdF4X4AYyK13
Magma
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Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Q4frd31
Créditos : 00
MagmaCivil
https://www.allbluerpg.com/t622-joe-sins#3874 https://www.allbluerpg.com/
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 18, 2021 2:07 pm
Bawitdaba  




Sabe, um dos principais motivos pelos quais Joe Sins adorava lutar com desvantagem é que ele sempre estaria se desafiando, e era uma ótima forma de testar a confiança de seus inimigos também. Joe seguia a doutrina de que um combate tem várias etapas que são coisas que tornam uma briga de fato uma briga.

O princípio da imposição era a primeira etapa, prostrar-se diante do inimigo e apresentar-se, da forma como achasse melhor, o território era muito importante na guerra e na briga ele não perdia sua importância apesar de tudo. Sins já havia criado o seu próprio território, e aqueles que o observavam podiam não entender, perceber, sentir ou quaisquer outro sinônimo mas ele já considerava todo aquele bar como seu território, logo, á partir do momento em que aqueles marinheiros pisaram dentro do bar, eles já tinham se tornado suas presas, afinal, tinham invadido seu território.

A voz do marinheiro não poderia ser mais irritante para Joe que franziu as sobrancelhas momentaneamente conforme a situação se desenrolava.

Os dois que pareciam ter aceitado o desafio pararam pouco antes do circulo de Sins o que o aborreceu bastante, afinal, eles haviam se intimidado facilmente com a presença da marinha, mesmo que também estivessem em grupo.

Você... — Diria em um tom audível, porém bem mais baixo do que o normal.

Joe balançaria a cabeça negativamente, ele não estaria encarando o marinheiro, mas a sua decepção era claramente voltada a ele, sua voz cresceria cada vez mais, conforme ele caminharia na direção da mesa mais próxima.

Fala... — Ambas as mãos se adiantariam na direção da mesa, agarrariam ela em lugares opostos, Joe usaria de sua abundante força física e com um impulso auxiliar de ambas as pernas ele ergueria a mesa com toda força, realizaria um único giro com ela e a lançaria na direção do grupo de marinheiros.

DEMAISSSSSSSS!.

Depois que a mesa fosse arremessada Joe ignoraria o resultado e se viraria na direção dos dois homens que responderam ao seu desafio anteriormente, o sorriso se abriria vagarosamente e revelaria aos poucos a sequência de dentes brancos e brilhantes.

A parte boa de se ter lutado tantas batalhas era que Joe entendia inimigos como ninguém, e o fato de que os dois se prostraram juntos diante dele só mostrava que eles não tinham expectativas o suficiente para enfrentá-lo sozinhos.

A coragem de um estava escorada na do outro, ou seja, assim que o primeiro caísse a moral do outro iria falhar em conjunto, ele precisava decidir um alvo.

Os olhos vagariam por ambos com velocidade, é óbvio que ele preferia descer o cacete no grandalhão primeiro.

Ele caminharia na direção da dupla com o sorriso no rosto, como se a colisão anterior não tivesse acontecido, os punhos se apertariam com força, o suficiente para que ele conseguisse estalar os dedos das mãos, ele parecia ignorar o cabeludo, apesar de ainda se manter atento a ele, caso um ataque viesse daquele flanco ele jogaria o corpo na direção do grandalhão e tentaria desviar do golpe, e atraí-lo na direção do grandão, com o objetivo de feri-lo com o golpe do próprio aliado, mesmo assim, durante o movimento o punho direito se lançaria como um foguete na direção das bolas do grandalhão, Joe tentaria acertá-las com um soco direto para assim impossibilitar parte da ofensiva do grandalhão.

Mesmo que o cabeludo não o atacasse, Joe tentaria realizar o mesmo movimento entretanto, nesta sequência abusaria de sua prontidão para conseguir se abaixar e tentar aplicar o soco em velocidade contra as bolas do grandalhão.

Assim que o golpe entrasse a prontidão bestial de Sins entraria em ação, seus dois pés girariam no próprio eixo por alguns graus e iniciariam toda a impulsão que ele iria precisar, ele se lançaria para cima e reuniria toda a energia do movimento para lhe auxiliar no golpe, os braços travariam-se ao redor do pescoço do grandalhão como uma corda de forca, ele demonstraria toda a sua força bruta e se forçaria a ficar na ponta dos pés.

ARGHHHHHHHHHHHHH. — Joe soltaria um urro bestial conforme fosse erguendo o homem, demonstraria toda a sua potência física.

Ergueria o bombado acima da cabeça como um saco de batatas, giraria e o lançaria de costas contra a mesa mais próxima que estivesse vazia.

"J-JACK HAMMERRRRRRRRRRRRR!"

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Tenor

Ele ficaria vulnerável a golpes durante a execução do movimento, entretanto faria o possível para executá-lo mesmo que isso significasse sofrer alguns golpes do cabeludo.

Caso ele conseguisse realizar o movimento sem problema nenhum, Sins se aplumaria e viraria na direção do cabeludo com a mesma expressão bestial de antes, a vontade de lutar contra alguém que fosse realmente capaz de dificultá-lo um pouco era tremenda.

Sua vez... — A voz áspera e rouca devido a desidratação bucal proveniente da sequência de gritos faria com que Joe parecesse realmente algum tipo de animal.

A essa altura, seus cabelos provavelmente estariam bagunçados, roupas abarrotadas e a completa inutilidade das etiquetas de comportamento, fariam com que os resquícios de saliva que escapariam pelos seus lábios o tornassem ainda mais amedrontador.

O pé direito de Sins se ergueria e ficaria apenas com sua ponta no chão por um curto período, ele arrancaria na direção cabeludo sem pestanejar, sua prontidão o faria atingir o pináculo da sua velocidade sem que ele fizesse muito esforço, o seu movimento atlético o proporcionava uma movimentação muito poderosa, ele daria três passos mais longos conforme estivesse mais próximo do cabeludo e saltaria de frente contra ele, os dois braços estocariam na direção de seus ombros como lanças, na intenção de agarrá-los.

Assim que agarra-se os ombros do cabeludo Sins lançaria o corpo para cima em um movimento acrobático, apertaria com força e tentaria segurar mesmo que sofresse qualquer tipo de retaliação.

A voz do brigão balbuciaria mais uma vez no âmago do movimento. — Essa vai doer... — O sorriso permaneceria no rosto, estava na hora de mostrar mais das suas habilidades.

Ele giraria o corpo no próprio eixo no ar, soltaria o ombro do cabeludo para isso, e alternaria o aperto, "trocando as mãos de lado", ele começaria a "cair" e puxaria as costas do alvo na direção de seu corpo no movimento, as duas pernas se flexionariam e se lançariam em meio ao movimento em conjunto, seus dois joelhos cortariam o ar unidos como os canos de uma escopeta, ele puxaria as costas do cabeludo na direção do golpe e acertaria os dois lados dela com ambos os joelhos no golpe de maior contundência possível.

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 SaltyHomelyHoki


O magnânimo cairia de costas contra o chão do bar ou o que quer que estivesse atrás dele no final do movimento e permaneceria segurando os ombros do alvo e com ambos os joelhos conectados a suas costas, ele resistiria a dor da queda e aproveitaria os resquícios do movimento para erguê-lo com os dois joelhos e as mãos e lançá-lo para trás, contra qualquer coisa que estivesse naquela direção.


"B A C K S T A B B E R..."



To be continued...




Joe Sins
PDV:4400  (:wing:)
STA:100

Vício:00/10
Compulsão:00/10

Posts:04
Surrados:10  ?


Ganhos:

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
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Créditos : 00
VanCivil
https://www.allbluerpg.com/t641-boris-skalovski#4055 https://www.allbluerpg.com/t623-porradaria-confusao-e-fuga-1#4138
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sex Jul 23, 2021 6:15 pm

Camarada Boris


Joe Sins era um homem deveras interessante. A personalidade extravagante e caótica do rapaz moreno atraía todo tipo de atenção, inclusive negativa. Boris assistia ao espetáculo formado por seu capitão com um grande sorriso no rosto. Sentia-se assistindo a criação de uma obra de arte. A ausência de preocupações, o estilo desleixado, tudo era tão inocente e fútil. Qual seria o limite do lutador? Até onde estava disposto a ir para saciar suas vontades primitivas?

"Cada vez eu tenho mais certeza da escolha que fiz."

Como toda ação causa uma reação, era esperado da bagunça no bar aumentar, mas será que precisava ser tanto? Joe havia nocauteado um marinheiro importante e agora tinha várias pessoas comprando o barulho do abusador. Alguns até imponentes, contudo, a grande maioria serviria apenas de apertivo. O prato principal era bastante musculoso e tinha tudo para ser um grande oponente. Em meio aquele rodízio, Skalovski só conseguia sentir falta de uma boa lâmina. Gostava de chutar bundas, mas era apenas de diversão. A fonte do seu maior prazer era, com toda a certeza, retalhar alguém. Não havia arma mais pura e especial do que uma bela katana. O fio bem definido, o alcance extracorpóreo, um verdadeiro ataque destrutivo com uma certa leveza indescritível.

Hey, Joe… aonde você vai com essa mesa aí na mão?  

Perguntou com um sorriso no canto da boca e um Molejo típico de carioca da gema vividão de Lapa. Embora sentisse uma grande vontade de destruir tudo e se entregar ao caos, Boris controlava o ímpeto por saber que mesmo um furacão tem em seu centro uma calmaria, ou seja, para Joe agir como gostaria, ele precisaria de alguém para manter a tranquilidade e fornecer o que fosse necessário como um verdadeiro suporte. O espadachim não tinha o ego inflado e não se incomodava de ficar nas sombras para a luz do seu companheiro brilhar. Para ele, estar perto e participando era mais importante do que receber a fama. As experiências eram mais importantes, pensou.

A maneira com a qual Sins lutava era diferente. Parecia um show, usando os adversários como objetos enquanto atraía a atenção involuntariamente. O carisma do moreno era de outro nível. O loiro amava aquele cenário com gosto de violência gratuita desnecessária. Era como um adolescente passando em um posto de gasolina e respirando com vontade todo aquele etanol diluído. Contudo, estar perto de Joe trazia riscos e a maioridade numérica de seus rivais era um grande problema. Os ensinamentos de Ford o ajudavam perfeitamente nesse momento, posto que lutar contra vários inimigos ao mesmo tempo era um requisito básico na Marinha. Piratas são covardes e atacam em bando os mais indefesos. Talvez por isso Joe Sins seja alguém especial. Em momento algum ele abusou de alguém inferior. Pelo contrário, batia em todos com igualdade. Um verdadeiro humanista!

Ainda com um sorriso no rosto, ficaria a observar a luta de seu capitão e acenderia um cigarro novo pois aquele combate exigia uma nova dose de nicotina. Tragaria e soltaria a fumaça na direção dos oponentes de seu capitão. Caso o cercassem, esperaria até o último segundo para só então fazer sua entrada - se necessária. Atacaria com um chute frontal rápido, saindo de sua posição com sua prontidão para atingir algum possível inimigo pela retaguarda do wrestler. No mais, apenas observaria o porradeiro enquanto dava risadas.

Na hipótese de algum oponente escolher Boris para lutar, o loiro apontaria para o moreno e diria “É com ele essa pica!” com tom debochado para provocar os marinheiros. De fato era com Joe, mas ele também era seu nakama e tinha parte da culpa. Todavia, ele queria evitar a fadiga. Mentira! A real é que o espadachim sentia-se nu sem uma lâmina e lutar com as pernas em um ambiente fechado e com pouca mobilidade o colocava em grande desvantagem. Apesar de parecer inconsequente, o taekwondoca não era. Possuía uma grande capacidade analítica. Estava sempre pronto, mas qual o motivo? Uma análise paranóica constante, procurando observar todos os possíveis perigos e suas hipóteses. Logo, caso fosse atacado, usaria sua agilidade corporal para esquivar por entre as mesas com saltos acrobáticos enquanto desfere chutes sem perder o embalo ao melhor estilo Jackie Chan.

Boris Skalovsk:
PDV:2800
STA:100

Posts:04

Ganhos: Maço de cigarros (01/10), Isqueiro 01/02

Perdas: 150k (cigarro)

OBJETIVOS: Encontrar Joe Sins
Encontrar Silent
Encontrar Mizzu
Encontrar Vini
Aprender Geografia
Aprender profissão Navegador
Aprender Psicologia
Ter um NPC acompanhante

Matthew
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Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 120x120
Créditos : 05
MatthewCivil
https://www.allbluerpg.com/t649-matthew-c-williams#4163 https://www.allbluerpg.com/t623-porradaria-confusao-e-fuga-1#4353
Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sab Jul 24, 2021 2:54 am

Havia poucas coisas na vida que Matthew odiava mais do que os supostos “mantenedores da justiça”. Chamando-os de fardados imundos sempre que podia, desde que chegou em Shells Town, ilha repleta de bases da Marinha, o rapaz sempre arrumou alguma confusão com eles e claro, percebeu a hipocrisia em suas ações. Entretanto, seu maior problema com os marinheiros era pelo fato de que, por culpa deles, seus pais haviam morrido. E foi por bater num filho de marinheiro que Matthew foi preso, mas isso ele até relevava, pois isso o fez conhecer Jason. “Socar a cara desses cães do Governo é meu esporte preferido”.

A situação em que Matthew se encontrava agora era propícia para que ele deixasse seu lado mais proeminente aparecer. Arrumar confusão fazia parte da sua programação diária, mas o rapaz esperava que demorasse um pouco mais para ocorrer. Enfim, não podia escolher muito. Havia 5 marinheiros ali, na sua frente, que impediam a passagem do rapaz para um círculo em que estava um homem bem alto e corpulento e um loiro, esses já se preparando pra brigar. “Se fosse só pela confusão eu não começava a luta não, mas... eu preciso beber e... ah, agredir um marinheiro se justifica por si só”. Sem mais desculpas para fazer o que gostava, Matthew buscaria começar uma pequena bagunça. Observando se havia espaço para dar um rápido avanço, o jovem de cabelo rosa utilizaria o máximo de sua aceleração, força e alcance para dar um “tackle” nos marinheiros à sua frente, curvando seu corpo e levando seus braços para agarrar o mais centralizado dos marinheiros, buscando utilizar do seu fator surpresa para lograr êxito no seu movimento. “Ataque primeiro, ataque com força e sem piedade. Essa é a lei das ruas”.

Caso conseguisse a façanha de adentrar no meio do círculo, buscando se levantar rapidamente após o seu ataque e mantendo uma certa distância dos marinheiros e dos dois homens, o loiro e o alto, o rapaz falaria. – Prazer, pra quem não me conhece, meu nome é Matthew. Se alguém aqui já teve o desprazer de apanhar de mim, por favor, sem ressentimentos. – Numa postura bem arrogante, apesar de seu tom de voz ainda estar calmo, continuaria. - Hoje eu só quero beber cerveja e socar apenas quem for da marinha, por enquanto. Dito isso, cai pra dentro. – Diria, demonstrando com muita naturalidade a sua vontade de agredir os marinheiros. Logo, Matthew observaria como ocorreria as ações de todos ali presentes. Nas ruas, Matthew não tinha muito problema em lidar com rivais com faca ou com espada, apesar de achar covardia com o combate. Mas armas de longo alcance eram seus maiores problemas, então o mesmo buscaria selecionar aqueles que não portassem uma pistola ou semelhante, se conseguisse notar isso.

Assim, independente de quantos fossem, se estivessem desarmados, Matthew não fugiria. Forjado e testado nas lutas de rua, estar em desvantagem numérica não seria novidade. E quando situações assim aconteciam, o rapaz parecia mais estressado e furioso do que o normal. Até certo ponto o jovem contava que os demais presentes brigassem também, então se 3 ou 4 sobrassem pra ele, Matthew estaria confiante. Começaria agindo de maneira bem impetuosa e agressiva, se movimentando para evitar que os marinheiros o encurralam-se. Esperaria que viessem ao seu encontro, onde daria um impulso para frente e estendendo seus braços, utilizaria da região dos seus antebraços pra tentar acertar o rosto dos primeiros marinheiros que viessem ataca-lo simultaneamente. Caso conseguisse a façanha de derrubar dois com esse golpe, partiria para cima dos demais, sem medo de apanhar se conseguisse bater também. Assim, partiria com muita velocidade e visaria atingir seu oponente mais próximo com um direto de direita, continuando numa sequência de jabs caso o primeiro golpe entrasse. Feito isso, estaria atento caso sobrasse algum marinheiro para enfrentá-lo, onde repetiria seus movimentos impetuosos e constantes, sempre usando de seus golpes ágeis e de sua menor estatura para acertar golpes na região do tronco, finalizando com jabs e ganchos no queixo.

Caso nessa situação de desvantagem numérica Matthew fosse agarrado e começasse a apanhar, o mesmo ficaria cada vez mais irritado, usando das táticas mais sórdidas para se desvencilhar, como utilizar cabeçadas e cotoveladas para agredir quem o estava segurando e visando chutar aqueles que estivessem tentando agredi-lo frontalmente. Se fosse ao chão em algum momento em decorrência de um golpe sofrido, buscaria se levantar rapidamente e recuar pro lugar mais distante dos marinheiros, se recompondo. Se de alguma forma estivesse encurralado, com os marinheiros fazendo um círculo ao redor dele, Matthew visaria atingir com toda sua força aquele que estivesse barrando o lado mais seguro para se estar, ou seja, aquele que estivesse impedindo Matthew de ir pro lugar mais seguro. Analisando racionalmente a situação em que estava, se visse que os demais não estavam acompanhando ele na agressão aos marinheiros, o rapaz diria. - Não é possível que só eu aqui tenho ódio desses fardados imundos. - Falaria, esperando que de alguma forma os demais agredissem os marinheiros.

Numa situação mais tranquila, num combate 1x1, caso os demais estivessem ocupados tentando bater no moreno e no loiro, Matthew diria. - Aí, você, moreno, vamos ver quem termina a luta primeiro? - Questionaria. A competitividade era inerente ao jeito extravagante do garoto de cabelo rosa. Logo partiria de encontro ao seu inimigo e tentaria um primeiro golpe bem poderoso, tendo que abrir sua guarda para desferir um cruzado bem forte. Se antes de completar o golpe, fosse contra-atacado, o jovem rapidamente falaria. - Então é só isso que você tem? - Assumiria uma postura mais séria e com um semblante que assustaria qualquer bom moço. Após falar, ele iria em direção do oponente, enquanto esboçaria um chute na região da canela do inimigo. Entretanto, usaria isso como distração, enquanto avançaria para frente com todo seu impulso, mirando uma cabeçada na região da face do inimigo. Sabia que poderia doer, mas a dor sempre fora sua aliada e companheira, jamais sua inimiga. Se acertasse o ataque e o oponente sentisse o golpe, continuaria o ataque, utilizando de diretos no rosto e jabs na altura do estômago, onde finalizaria com um gancho de direita. Sempre que fosse atingido, Matthew reagiria ainda com mais raiva, cada vez mais abdicando da segurança de uma boa defesa para acertar um poderoso ataque. Vencendo seu oponente antes do moreno, ele diria. - Temos um vencedor. - O jovem não conseguia diminuir sua necessidade de se sentir o mais forte e o mais agressivo, ainda mais tendo como competidor um rapaz bem maior que ele.

De todo modo, Matthew continuaria buscando manter se em movimento e evitando ser pego de surpresa. Tivesse que lutar 1x1 quantas vezes fossem, Matthew não mudaria seu estilo de brigar, e em desvantagem numérica, continuaria sendo destemido. O máximo que podia acontecer era morrer ou ir preso. E mesmo que sua ida a prisão não tivesse sido lá um inferno, preferiria morrer a ter sua liberdade privada novamente, e para isso, lutaria com tudo o que tinha.


Matthew:
PDV:4200
STA:100

Posts:02

Ganhos:

Perdas:

OBJETIVOS: - Conhecer a galera do bando;
- Aprender a proficiência Arquitetura.
- Aprender a proficiência Forja.
- Conseguir/comprar/arranjar algumas ferramentas úteis, algo como uma caixa de ferramentas (martelo, serrote, pregos, cordas, trenas e afins).
- Se possível, conseguir uma soqueira através de meios ilícitos.
- O resto é "Porradaria, confusão e fuga".

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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Dom Jul 25, 2021 10:14 pm



And so… It begins.



Alguns dizem que a loucura é a resposta da mente a um flagelo, outros que é apenas a libertação do cotidiano, existe até mesmo quem diga que loucura é apenas uma perspectiva ainda não vista… Para Viola, que chegou até a estudar Psicologia, não passa de um grito. De socorro, de liberdade. de superação e, neste fatídico dia, de um novo começo. A “deusa” chegava em Shells Town, uma cidade que não sabia muita coisa sobre além do que ocasionalmente poderia ter saído no jornal quando era pequena, o que no fim continuava sendo pouco. Respirou fundo, fechando seus olhos enquanto erguia a cabeça e prendendo o ar em seu peito por alguns instantes, apenas para que pudesse focar-se inteiramente em sua audição, buscando qualquer murmurinho ou barulho que poderia indicar uma aglomeração de pessoas. “Preciso de uma arma… Não faço ideia de onde deixei meu martelo, mas preciso de um.” Um pensamento simples era o combustível de sua ação anterior: Se ouvisse algum barulho anormal, iria naquela direção pois muito possivelmente encontraria alguns “mortais”, forma como a louca chamava todos aqueles que não eram… Bem… Ela mesma. E poderia perguntar a direção de um ferreiro que pudesse satisfazer suas necessidades armamentícias. “Não pode ser qualquer um. As armas mortais se quebram muito fácil. Preciso de um ferreiro divino, que possa fazer um instrumento capaz de suportar meu esplendor.” O que na verdade a louca queria dizer era que os ferreiros normais não tinham o costume de fabricarem armas para meio gigantes, um problema que já havia encontrado diversas vezes anteriormente.

“Será que Hefesto ainda tá aceitando pedidos? Aquele tal de Mijonimim que ele fez pro loirinho nórdico ficou bem maneiro. Queria um que soltasse raios também… E estrelinhas! Raios e estrelinhas quando acertar alguém, bang bang bang!”

...É. Viola realmente acreditava ser a reencarnação de Raijin e consequentemente associava informações de sua “vida mortal” (Antes do incidente) como as histórias de mitologia que lia quando criança como se realmente tivesse vivido aquilo, como a deusa do raio em uma espécie de panteão onde todos os deuses viviam antes de virem para o plano terrestre. Perdida em seus próprios pensamentos, daria uma breve tosse como se para despertar a si do transe em que estava e prosseguiria na direção do barulho caso conseguisse ouvir algo anteriormente. Se, porém, não tivesse escutado nada, aproximar-se-ia de alguém por perto, qualquer transeunte que tivesse o infortúnio de estar em seu caminho e questionaria sobre qual o lugar mais movimentado por ali. -Você aí, mortal. Me diga qual o lugar onde sua espécie se reúne por aqui para trocar informações.- Apesar da fala brusca, seu tom seria suave e meigo, fazendo uso de sua voz melódica para tal. Ela não queria ser grossa com um desconhecido, mas também não trataria um humano qualquer como seu semelhante. Se a primeira pessoa não soubesse responder, soltaria um “Tsk, patético.” e seguiria na direção de outra, até encontrar alguém que lhe respondesse. Nem se preocupava em procurar por uma loja de armas, pois sabia que as chances de lá ter uma arma que serviria para ela eram bem baixas, logo, procuraria por um ferreiro que pudesse forjar algo.

Independente de ter conseguido sua resposta através da audição aguçada ou através de algum mortal, iria na direção indicada e, caso o estabelecimento não tivesse uma porta onde ela pudesse passar, isto é, com pelo menos 6m de altura, entraria mesmo assim, simplesmente caminhando em direção a parede frontal do local. Sua força era monumental e seu corpo robusto, junto a hipoalgia, serviriam como um escudo natural para que ignorasse qualquer possível dor que sentisse ao se chocar com uma parede, seja lá do que ela fosse feita. Caso tivesse alguém entre ela e a entrada, arrastaria a pessoa para o lado com os pés, como quem afasta um cachorro preguiçoso depois de comer o resto do churrasco que sobrou do domingo, não era um chute, apenas apoiaria o pé a lateral da pessoa com força suficiente apenas para movê-la para o lado, abrindo caminho. -Com licença.- Era meio inusitado e heterodoxo, mas essa era a forma da “deusa” de ser educada e ela acreditava que até mesmo aqueles humanos, indignos e falhos como sempre foram, ainda mereciam educação. Se conseguisse entrar no local, seja arrombando a porta com seu corpo ou entrando normalmente, olharia para os dois lados, buscando encontrar alguém que parecesse ser informado por ali e, na direção da pessoa, mas sem se aproximar, diria em seu tom meloso de sempre. -Onde consigo encontrar um ferreiro divino por aqui?- Apesar da palavra “divino” na frase, sua pergunta tinha toda a seriedade que a moça conseguia imprimir.
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Formiga
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Ter Jul 27, 2021 12:41 pm




O fim de um Sonho - Ajin chora!

Gigante no Kaisen vs Marinheiros


Dia 01 || Shells Town - Baixa || Clima: Quente || Manhã
N° de Postagens do Narrador: 04


O clima tenso dominava o ambiente da Taberna, Ajin suava frio a cada palavra que  era expelida pelos presentes. De maneira abrupta toda a preocupação que passava pela sua mente aumentou ao ver o corpulento homem, que já havia dado trabalho aí derramar a cerveja no chão, erguer uma das mesas enquanto confrontava os marinheiros - NÃO! - Ele gritou inutilmente, já que o bem material que ele conquistou com bastante esforço, acabava de ser lançado na direção dos homens da Lei.

Enquanto o objetivo voava na direção dos homens que instintivamente se movimentavam de maneira lateral, no mesmo instante que realizavam tal movimento, um garoto de madeixas rosas partia com toda sua velocidade em direção aos marinheiros, agarrando um dos que estavam alguns centímetros à sua frente. A mesa era semelhante a Moisés e os marinheiros, o mar. CRASH! O som da pesada mesa quebrando ao acertar em cheio o rosto do marinheiro, ecoou pelo local. Matthew era lançado para trás, passando pela porta de entrada da Taberna junto com o marinheiro desacordado entrelaçado em seus braços.

Três dos marinheiros que estavam no interior do estabelecimentos saíram carregando o puro ódio nos seus olhares - COMO VOCÊ OUSA? - Gritou um deles apontando para o Jujutsu no Kaisen - INDO CONTRA A LEI? ESTÁ PRESO! - Berrou cuspindo saliva a cada palavra que saia da sua boca. Em seguida, os três correram em direção a Matt, com seus punhos cerrados.


Deuses entre nós - Camera 02

A imortalidade é uma dádiva que apenas os Deuses têm a chance de usufruir, entretanto, algumas vezes esse "poder" acaba sendo um tanto quanto entediante. Eventualmente, alguns deles copulam com seres humanos, gerando descendentes que carregam parcela do poder desses Deuses, alguns utilizando magia antiga, dão um "jeitinho" para encarnar como humanos comuns.

Deixando a baboseira de lado, esse obviamente não é o caso de nossa querida Viola, sua relação com os Deuses é muito mais simples que isso… é apenas loucura. Sim, uma gigante extremamente louca, vagando por Shells. Em meio a devaneios da sua mente insana, chamava atenção pelas ruas que passava, era como um pequeno evento na ilha, afinal, não era sempre que seres colossais como aqueles passeavam de maneira tão tranquila como aquela.

Focada em obter informações sobre onde o povo se reunia, tratou rapidamente de indagar a terceiros. O primeiro correu assustado em sua insignificância, o segundo deu com os ombros, mostrando não saber responder a dúvida da mulher. Quando foi perguntar pela terceira vez, viu um jovem alguns metros à sua frente - cerca de cinco - voando taberna afora, com um homem enrolado em seu corpo. Em seguida percebeu a presença de três saindo do estabelecimento, trajando as mesmas vestes do homem caído por cima do outro. Aliás, eles partiram rapidamente em direção ao homem de cabelo rosa, que ainda estava no chão.

Viola conseguia escutar os berros do marinheiro, mas, quais seriam seus próximos passos?


Interior da Taberna -  Câmera 01

Dentro da Taberna o pau comia de maneira desenfreada, após lançar a mesa Joe partia em direção a dupla de antes, focando no grandalhão primeiro. Tudo acontecia com velocidade, o pequeno de Dreads nem sequer movia um músculo, deixando tudo por conta do seu parceiro que tomava a frente da ação. Entretanto, o grandalhão não esperava que Sins mostrasse uma experiência tão grande em batalha, por um momento, Joe pode sentir que seu oponente robusto esperava uma luta "justa", afinal, sua base demonstrava claramente fundamentos do Pugilismo, mantendo seus antebraços de maneira vertical, protegendo seu torso.

O coitado do NPC sentiu o ataque atingindo suas partes mais frágeis, as bolas - Argh! - Aquilo o fez disparar gotículas de saliva na direção de Sins, que prontamente já dava continuidade às suas ações, não dando chances para o homem se defender. Como uma cobra envolvendo sua presa, o homem realizava seu movimento, demonstrando toda sua força física ao erguer o seu oponente. Segundos antes de jogar o homem contra uma das mesas vazias, Sins sentia duas cores agudas na região do abdômen, na porção esquerda, próximo aos seus oblíquos.

- Otário de merda! - Foi a única coisa que ele pode ouvir antes de lançar seu oponente contra a mesa, o maluquinho de dreads estava com uma pequena faca, semelhante as facas caseiras de cortar pão, suja com sangue proveniente do corpo do homem.

Boris

Nesse momento algumas pessoas podem estar se perguntando "Onde está Boris?", bom, vamos aos detalhes. Enquanto observava com uma certa admiração, fumava e cuidava da retaguarda do seu capitão, ele pôde observar o avanço veloz do oponente carregando uma faca. Entretanto, seu avanço foi barrado pelo marinheiro de cabelos azuis, que rebateu seu ataque utilizando um golpe semelhante com sua perna, mostrando um certo conhecimento marcial - Onde pensa que vai? - Indagou com um sorriso estranho no rosto, não era de um "protetor da paz", parecia que um maníaco estava fardado usufruindo das regalias proporcionadas pela Marinha - CADÊ O CARALHO DA MINHA ESPADA? - Gritou furiosamente e o único marinheiro que ainda restava - com exceção de Bernades - corria carregando uma Nodachi, seu cabo em tons azuis era algo que chamava atenção daqueles que olhassem com atenção - Você precisa ser mais rápido, já falei não foi? Você não aprende! Quando acabarmos aqui, vamos treinar novamente. Porra! - Falou de maneira nada feliz, segurando sua arma e posicionando na lateral do seu corpo, colocando seu pé esquerdo na frente e mantendo ambos os joelhos flexionados - Tá pronto loirão? KYAHAHHAHAHHAHA! - Sua gargalhada fina incomodava os ouvidos daqueles com a audição refinada.

Um "ar" selvagem emanava daquele homem em posição de ataque, semelhante às cartas de Yu-Gi-Oh - Sem mortes, Nogg. - Bernades falou de maneira séria, direcionando um olhar expressivo em direção ao seu subordinado. Esse último, apenas riu, demonstrando entender as palavras do seu superior e avançou! Sua velocidade era alta, ele atacava de maneira horizontal na altura da cintura de Boris, como se quisesse cortá-lo ao meio. A nodachi lhe dava um alcance elevado, o loiro deveria tomar cuidado.


Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Tenor


Joe

Por mais que estivesse com dois furos na barriga, Joe ainda conseguia se mover.  Sua voz seca, seus cabelos bagunçados, a balbúrdia estava verdadeiramente formada na Taberna de Ajin. Aliás, o velhote estava segurando Teresa para que ela não pulasse nos pescoços da dupla que trouxe o caos para o estabelecimentos.

Sins voltou sua atenção para o de Dreads, como dito, ele podia ver a arma branca em sua mão, suja com seu sangue, talvez aquilo o deixasse aborrecido - Minha vez? - Indagou o homem observando o corpulento se preparar para atacar - Você nem acabou sua primeira luta ainda. - Um sorriso de ponta a ponta era visto no rosto do maluquinho de Dreads, seus dentes sujos e repletos por crostas amareladas se faziam presente.

Antes mesmo que um dos nossos protagonistas pudesse avançar, ele via o mundo ao seu redor girando e… ficando de cabeça para baixo?


Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Tenor


BOOM! Um golpe nome havia sido executado pelo seu oponente anterior, sua cabeça agora estava quase que enfiada no chão e uma dor era sentida na região do choque - Acha que já acabou? - O grandalhão falou de maneira tranquila, sua boca sangrava e algumas escoriações eram vistas em seu rosto, mas, ele parecia bem - Se fudeu agora, mané. - Vociferou erguendo uma das mesas, assim como Joe havia feito anteriormente. O homem deu alguns passos se aproximando do oponente no chão, jogando com toda sua força a mesa na direção do homem.



Histórico Geral:
Joe Sins:
Número de POST:04
Dependência: 01/10
Compulsão: 00/10
Dinheiro: 250.000 B$
Ganhos:

  1. Nada por enquanto.


Perdas:

  1. Nada por enquanto.


Boris Skalovski:
Número de POST: 04
Dependência: 00/10
Dinheiro: 100.000 B$
Ganhos:

  1. Maço de Cigarro 08/10 - POST 01
  2. Isqueiro 02/02 - POST 01


Perdas:

  1. 150.000 B$ - Compra do Maço de Cigarro - POST 01


Matthew Carter Williams:
Número de POST: 02
Compulsão: 02/10
Dinheiro: 250.000 B$
Ganhos:

  1. 0 ganhos meu parceiro


Perdas:

  1. Nada por enquanto


Viola Altamira:
Número de POST: 01
Dinheiro: 250.000 B$
Ganhos:

  1. Zero itens


Perdas:

  1. Nada ainda


Legendas:
NPC's Específicos


NPC's Aleatórios
Personagens Simples: Atendentes | Garçons | Pessoas encontradas nas Ruas | Vendedores | Moradores | Entre outros.

Integrantes da Marinha
Galera da Mesa

Aparência dos NPC's "Comuns"
Ajin - Aparência
Teresa - Aparência
Homem de Dreads - Aparência
Fortão que arrumou o cabelo - Aparência
Marinheiro Bernardes - Aparência
Marinheiro Nogg Aparência

Log de combate:

Joe
Ferimentos:

  1. 02 Perfurações no Abdômen - Lado Esquerdo - 00/04 [Necessário Tratamento]
  2. Pequenas Escoriações pelo Rosto - 00/02



Boris
Ferimentos:

  1. Saudável por enquanto.



Matthew
Ferimentos:

  1. Saudável por enquanto.



Viola
Ferimentos:

  1. Saudável por enquanto.


_________________

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 EBEAdF4X4AYyK13
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qua Jul 28, 2021 12:44 am
Root of All Evil





O corpo gigantesco do maravilhoso Joe foi erguido como um boneco de pano, claramente o seu adversário possuía também uma força física abundante, seus olhos apenas avaliaram o cenário giratório ao seu redor, a sua expressão mudou aos poucos do sorriso selvagem para uma expressão de surpresa conforme ele era invertido a favor da gravidade em uma parábola linda.

Isso fez não só o seu corpo como sua mente viajar em meio ao movimento giratório confuso.

Flashback (Leitura Opcional.):


Pain.


John Bradshaw Layfield foi um dos oponentes mais formidáveis de Joe Sins em toda a sua carreira como um lutador da Arena, as lutas sangrentas e sanguinárias fizeram parte de toda a sua vida, o que acabou desalinhando muito o seu pensamento,  moldando sua mente e seu corpo no que ele se tornaria nos dias atuais.

John foi o algoz de Joe durante toda sua mocidade, enquanto ainda não havia completado a puberdade e desenvolvido completamente suas aptidões físicas os dois desenvolveram uma rivalidade incomum na Arena, entre um adulto e uma criança, um respeito mútuo de duas bestas de batalha que se encontravam em meio as explosões, balas e a destruição sem tamanho da guerra.

Pode se dizer que, durante suas lutas contra Bradshaw ele nunca tinha saído por cima em nenhuma delas, isso era uma grande verdade, principalmente devido ao movimento matador do adversário de Sins que sempre o pegava desprevenido, afinal ele sempre arranjava uma forma cada vez mais criativa de realizá-lo, depois de muitas disputas Joe nunca derrotava o rival, e durante uma gigantesca contenda Joe finalmente entendeu e se desenvolveu ainda mais, quanto mais seus músculos se desenvolviam mais fáceis as lutas contra Layfield se tornavam, até que um dia ele foi capaz de derrotá-lo com o seu próprio golpe, a marca registrada do gladiador.

Os dois estavam frente a frente na arena circular, o braço esquerdo de Joe balançou de forma circular, como se estivesse relaxando o próprio ombro, a sua voz mais jovem e infantil do que atualmente soou.

Esse é o seu fim Layfieldejkyarggggggggggggggggggg.....



O devaneio fora interrompido pela pancada seca na cabeça, o torpor do impacto se espalharia pela cabeça e pela região superior das costas de Joe seus dentes rangeriam um pouco instintivamente apesar da resiliência, ele soltaria o ar entre os dentes cerrados na boca, com a pressão semelhante a de uma panela de pressão liberando a pressão interna pela sua válvula de escape.

Tssssss. — A expressão tinha sido completamente mutada pela situação, o anterior sorriso selvagem, a súbita e momentânea surpresa e agora, um raro momento em que Joe estava sério, Joe observaria o movimento do grandalhão que tivera o atacado, ele suportaria a dor e se concentraria novamente no combate, ambas as mãos cairiam para trás dos ombros e as palmas se apertariam contra o chão, ele jogaria a cintura para trás e flexionaria as pernas os dois pés se posicionariam para cima em uma posição semelhante a do inicio de um Kip-Up.

Ele usaria corpo como uma mola e os dois pés para a absorver o impacto de mesa e espalha-lo pelo seu corpo sem destruí-la ou se machucar muito, o corpo se esticaria como uma mola e ele empurraria a si mesmo para a frente com as palmas das mãos e seguira o movimento de chicote com o resto do corpo, transpassaria a força com o controle que tinha de seu próprio corpo e empurraria a mesa contra o grandalhão com ambos os pés, tentaria lançá-la ou empurrá-la com toda a força que fosse capaz de gerar no movimento limitado.

Seu objetivo era claro, tentaria lançá-la na direção do grandalhão para acertá-lo e ou atrapalhá-lo ou empurrá-lo juntamente a mesa para trás.

Ele jogaria suas pernas para cima e efetuaria um rolamento para trás logo em seguida, os pés se arrastariam pelo chão devido a força repentina do movimento, a cabeça se ergueria e a perna direita levantaria e pisaria no chão com força, os olhos viajariam na direção da dupla de otários e se concentraria na sua existência semelhantes aos de uma onça-pintada caçando.

Joe respiraria fundo e por aquele curto momento ele se concentraria somente em seus alvos, o braço esquerdo balançaria de maneira circular como se estivesse relaxando o ombro esquerdo, o pé direito tocaria o chão apenas com a ponta e as costas de Sins se inclinariam um pouco para frente, daria uma impressão de corcunda por um curto espaço de tempo, ele pisaria com força e arrancaria na direção do seus alvos, ou melhor do seu ALVO, o grandalhão estava na frente e portanto seria ele a provar.

Abusaria da prontidão e tentaria atingir a sua velocidade mais catastrófica, a voz bradaria em um tom alto e audível para todos e era visível na sua expressão a sua vontade assassina que estava prestes a passar para seu movimento especial.

CLOTHESLINE. — Gritaria.

O braço esquerdo se afastaria do corpo, posicionando-se "atrás" do próprio avanço, acompanhando o resto do corpo com um certo atraso durante o movimento, ele se aproximaria do corpo aos poucos, conforme Joe se aproximasse do seu alvo.

FROM. — Continuaria, os olhos castanhos perfurariam o ar e encarariam o grandalhão, ou quaisquer objeto ou pessoa azarada que se prostrasse no caminho do golpe.

Joe lançaria o braço esquerdo na direção do pescoço do grandalhão ou da mesa, caso ela ainda estivesse no caminho do golpe, e ele bateria com toda a brutalidade possível contra seu alvo, tentaria quebrar a mesa e atingir o alvo atrás dela se fosse necessário, ou, apenas atingiria o adversário com toda a brutalidade daquela braçada no pescoço, tentaria lança-lo para trás contra o seu parceiro e ferir ambos em um único golpe.

HEEEEEEEEEEEEEEEEEELLLLLLLLLLLLLL!

O sorriso maníaco novamente se abriria no rosto sério de Sins assim que ele sua braçada tocasse o pescoço do grandalhão, isso é, se ela tocasse.

"CLOTHESLINE FROM HELL!!!!!"

服   地   獄  

Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Ba4a4fb5e4d5b63b53c9e651e1b66d7518aaba7f_hq

Se conseguisse aplicar o golpe, Joe ficaria de pé com a cabeça erguida, ofegaria um pouco e observaria o estado do bar ao seu redor, seguiria com o sorriso no rosto, ele daria um giro de trezentos e sessenta graus e avaliaria o ambiente, cessaria o giro quando estivesse novamente de frente com a mesa do grupo cujo qual ele havia arrumado confusão antes, os olhos castanhos avaliariam as expressões das pessoas na mesa, como diria um ditado que o próprio Sins havia criado.

A besta mais perigosa é a mais tranquila diante da maior ameaça. — Ele falaria, daria dois passos na direção da mesa os olhos avaliariam a postura e a expressão de todos, ele tentaria sentir toda e qualquer pessoa e parecesse o tratar de uma forma que não significasse o menor dos perigos, qualquer um que tivesse medo dele não era digno de enfrentá-lo, mesmo que quisesse.

Os olhos de Sins fitariam aqueles que chamassem sua atenção no grupo, independente de quem fossem.

Bem o show só está começando. — Ele falaria, ambas as mãos cravariam dentro de seus próprios bolsos e ele continuaria com o sorriso selvagem sedento por combate, ele assentiria.

Nós vamos começar? ou vamos deixar os patetas de azul ali atrapalharem? — Sorriria, as mãos tremiam de excitação nos bolsos, um novo conflito poderia se iniciar, ou não.


Clothesline From Hell!:

Nome:CLOTHESLINE FROM HELL! - 服  地  獄
Rank: 1
Descrição:
Essa técnica é uma demonstração de toda a brutalidade de Joe, ele da um pisão no chão e se concentra no alvo, perdendo quase que completamente as noções dos seus arredores, arranca na direção do alvo de uma única vez, atingindo sua velocidade máxima quase que instantaneamente, posiciona o braço esquerdo para trás e em seguida o joga para a frente com toda a brutalidade possível, tentando acertar uma braçada brutal contra o pescoço do adversário e arremessá-lo para trás com o impacto.

Componentes: Wrestlemaniac (EDC), Briga, Prontidão.
Requisitos: Joe precisa focar quase que cem porcento da sua atenção no alvo da habilidade, adquirindo um aspecto de "visão de túnel" específica de animais no topo da cadeia alimentar, que só são capazes de ver as suas "presas", chegando a ignorar a visão periférica e a audição, apenas para atacar aquele alvo.
Penalidades: Joe tem toda a sua atenção focada no alvo da habilidade, o que o impede de reagir aos golpes recebidos durante o uso da habilidade, se o alvo evadir a habilidade ou porventura Joe venha a errar ou ficar impossibilitado de finalizá-la em meio ao movimento ele ainda assim perde a stamina, entretanto, se ele sequer não for capaz de iniciá-la não perde nada.
Dano: Força +10%.
Stamina: 60.


Joe Sins
PDV:4400  (:wing:)
STA:100

Vício:02/10
Compulsão:00/10

Posts:05
Surrados:10  ?


Ganhos:
02 Perfurações no Abdômen - Lado Esquerdo - 00/04 [Necessário Tratamento]
Pequenas Escoriações pelo Rosto - 00/02

Perdas:


OBJETIVOS:
1. Ser foda.
2. Conhecer o Boris
3. NPC ACOMPANHANTE.
4. Brigar no Bar, porque eu quero.
5. Arrumar mais confusão enquanto a rapaziada chega.
6. Conhecer o resto da futura tripulação.
7. Descer o cacete em uns almofadinhas de um dojo aew.
8. Fugir depois de descer o cacete neles.
9. Pegar um barco "emprestado" pra ralar peito.
10. Despistar a marinha de um jeito doido.
11. Ir pra Loguetown pra descer o cacete em mais gente.
Van
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Créditos : 00
VanCivil
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qui Jul 29, 2021 2:45 pm

Instrutor maldito


A ausência de incômodos é a característica principal da zona de conforto. Tratando-se de uma questão evolutiva, sair de tal estado é o que difere pessoas ambiciosas de ordinárias. Contudo, há ainda a saída forçada, situação esta em que Boris se encontra. Embora tenha tomado essa atitude ao abandonar o lar onde cresceu e teve boas lembranças, sentia em sua vida uma estabilidade caótica ao acompanhar Joe Sins. Não almejava lutar ao seu lado e dividir suas bagunças. Pelo contrário, estava satisfeito em observá-lo das sombras. Entretanto, seus planos foram interrompidos por algo chamado “realidade”, a qual diz ser impossível permanecer ao lado do fogo sem se queimar.


Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 Fdd926c7fa572f7c866f1df08b28f66eb25cef33r1-500-271_hq


Você parece saber o que fazer!  

Disse ao ver o seu oponente se preparando para atacar. Mas o que este adversário talvez não soubesse era do conhecimento prévio com kendo possuído por Boris. O loiro era um espadachim nato e embora não estivesse portando uma lâmina no momento, sabia exatamente o potencial de cada uma. Aquela posição era clássica de Iai, um golpe onde o espadachim tira a lâmina da bainha e ataca com um simples movimento potencializando o efeito chicote. Sun Tzu disse “Em uma batalha, aquele que se conhece e conhece o adversário, tem 100% de chances de vencer. Quem se conhece e não conhece o oponente tem 50% e quem não conhece a si mesmo e o adversário tem 0%”. Por conseguinte, o Navegador conhecia suas habilidades e parte das de seu adversário. Era possível dizer que as chances estavam na casa de 75%. Uma boa odd para uma aposta, pensou!


Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 0


Escolheu bloquear o avanço com um contragolpe, atingindo o punho do oponente com a sola do pé. Tal movimento era possível graças a sua Prontidão a qual o permitia responder com o máximo de atenção e rapidez possível. Tentaria o ataque supracitado por ser o mais eficiente devido ao estilo do oponente, todavia, simples ação não seria o bastante. Caso seja bem sucedido em sua escolha, atacaria com a perna restante em um chute giratório mirando a orelha do inimigo, tentando assim nocauteá-lo com o golpe. Havia a hipótese de sua primeira tentativa falhar e caso ocorra, tentaria se recompor e bloquear possíveis ataques usando a sola do seu pé - parte mais dura - ou redirecionar ao defletir os golpes atingindo na lateral da lâmina onde não seria cortado pelo fio.

Se o combate prolongasse, usaria de seu repertório de chutes para atacar sem abrir mão de sua segurança, ou seja, atacaria apenas quando encontrasse aberturas e utilizaria de seu foco para manter sua integridade usando de esquivas, jogo de pés, rolamentos e saltos para evitar os ataques diretos. Tentaria manter também a atenção nos arredores pois estavam em menor número e havia a possibilidade de receber ataques de terceiros ou até mesmo de forma indireta.
Boris Skalovsk:
PDV:2800
STA:100

Posts:05

Ganhos: Maço de cigarros (01/10), Isqueiro 01/02

Perdas: 150k (cigarro)

OBJETIVOS: Encontrar Joe Sins
Encontrar Silent
Encontrar Mizzu
Encontrar Vini
Aprender Geografia
Aprender profissão Navegador
Aprender Psicologia
Ter um NPC acompanhante

Matthew
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Imagem : Porradaria, confusão e fuga. [1] - Página 2 120x120
Créditos : 05
MatthewCivil
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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Qui Jul 29, 2021 5:36 pm


Era impressionante a capacidade de Matthew de se meter em enrascadas e de tomar decisões impulsivas, nos piores momentos possíveis. Mais uma vez sua cena de ação se transformava em um show, com direito a uma mesa em sua direção. Por sorte, o marinheiro na qual ele havia atacado tinha sofrido e absorvido boa parte do impacto, mas que ainda assim era o suficiente para levar ele e seu oponente desacordado para fora do bar. “Aquele moreno é maluco... É com ele que eu quero lutar, depois de acabar com esses vermes aqui”. Enquanto isso, os companheiros do marinheiro inconsciente rosnavam e bradavam, como se tentassem amedrontar o rapaz. – Abaixa esse dedo aí otário, se você ainda quer tê-lo... – Falaria, lançando um olhar para o homem que apontava para ele. – Falar que eu estou preso é fácil... quero ver vocês conseguirem! – Provocaria, mostrando novamente sua feição fechada, enquanto rangia os dentes, atitude comum quando estava prestes a entrar num combate.

Uma situação de 3 contra 1 não era novidade para o jovem. Assim, apesar da ansiedade que lhe acompanhava sempre antes de entrar em suas brigas, Matthew estava empolgado para socar cada um daqueles homens. Analisando os punhos cerrados de todos eles, o rapaz estava mais confiante em partir para o ataque. Visaria apenas um dos três, aquele que estivesse em uma das pontas e o mais próximo possível dele e então utilizaria de toda sua velocidade e força para lançar outra investida, visando novamente levar seu oponente ao chão, onde buscaria ataca-lo rapidamente com uma cotovelada no rosto. Conseguindo derrubar o primeiro e imaginando a rápida reação dos demais, buscaria fazer um rolamento para o lado o mais rápido possível, e se levantando aguardaria o revide, onde esperaria o ataque do primeiro deles para utilizar do seu próprio movimento para leva-lo ao chão, agarrando-o pela gola da farda e pelo braço e girando, lançando-o por cima de seu corpo, buscando desferir chutes pela região do tronco assim que o homem estivesse no chão. Levando em consideração que o terceiro marinheiro poderia estar próximo ou perto de ataca-lo, buscaria bloquear um possível soco ou chute frontal, enquanto avaliaria a possibilidade de se esquivar para trás ou para os lados em caso de golpes laterais ou aqueles que estivessem rápido demais para serem bloqueados, onde contra-atacaria com um soco lateral na altura da costela do marinheiro.

Após a primeira rodada de golpes, se o ânimo dos marinheiros não estivessem mais o mesmo, falaria. – Da próxima vez, antes de gritar que vão me prender, venham e façam! – Bradaria, enquanto continuaria com sua sede de vitória. Sabia que ser atingido poderia ocorrer, mas queria continuar massacrando os fardados imundos. Estando todos novamente de pé ou não, Matthew queria ver cada um deles nocauteado e buscaria isso. Buscaria focar aquele que menos havia sofrido até aqui, e com muita força partiria numa sequência avassaladora de socos, na cabeça, no tronco, na altura do queixo, mesmo que pra isso tivesse que ser atingido. Aos demais, os que já estavam sentindo o peso da luta, buscaria analisar os melhores pontos para concentrar um único e derradeiro ataque, com um potente cruzado na costela do homem que levara os chutes no chão e um gancho extremamente ágil e forte naquele que recebeu a investida.

Ser agressivo e corajoso era a chave pra vencer um combate contra mais oponentes, mas a resiliência também era necessária. Quanto mais o tempo passasse, mais Matthew estaria em desvantagem, então em algumas situações contar com a possibilidade de levar um golpe para causar um dano maior seria necessária. Assim, sempre que fosse atingido com um golpe e conseguisse se manter de pé para revidar, Matthew o faria com ainda mais explosão, utilizando de agarrões para tentar desferir joelhadas e cotoveladas nos seus adversários, finalizando com ganchos de direita. Em algum momento, se viesse ao chão, buscaria rapidamente se levantar e pular para o lado mais seguro. Além disso, apesar de uma luta contra três ser uma desvantagem, não eram oponentes o suficiente para mantê-lo perfeitamente encurralado, o que permitiria que Matthew tivesse mais tranquilidade em tomar a iniciativa nos golpes. Caso fosse agarrado, procuraria se desvencilhar daquele que o agarrava com cabeçadas e cotoveladas, enquanto buscaria se defender de possíveis ataques com chutes.

Assim que todos estivessem derrotados, com ou sem ajuda, Matthew pegaria pela gola aquele que teve a coragem de apontar o dedo para ele e diria. – Jamais aponte o dedo para alguém, seu babaca. Eu ainda tive dó, mas... pode ter certeza que muitos outros não terão. E aí você vai acordar com esse seu dedo lá... bem lá no fundo. – Diria, enquanto socaria novamente o rosto do homem. Voltaria para o bar e analisando a situação, diria. – Tem mais alguém aqui que queira testar a minha paciência? – Questionaria, extremamente animado com a possibilidade de alguém se manifestar.




Matthew:
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OBJETIVOS: - Conhecer a galera do bando;
- Aprender a proficiência Arquitetura.
- Aprender a proficiência Forja.
- Conseguir/comprar/arranjar algumas ferramentas úteis, algo como uma caixa de ferramentas (martelo, serrote, pregos, cordas, trenas e afins).
- Se possível, conseguir uma soqueira através de meios ilícitos.
- O resto é "Porradaria, confusão e fuga".

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Re: Porradaria, confusão e fuga. [1] Sex Jul 30, 2021 2:19 pm



First commandment: Demolish


Talvez fosse pelo tamanho, talvez fosse pela sua aparência extravagante, mas todas as pessoas com quem tentava se comunicar acabavam sendo inúteis, o que dava uma breve frustração a louca, mas que logo se esvaia ao perceber algumas pessoas rolando para fora de um estabelecimento em um emaranhado de confusão bem rotineiro para a meio-gigante. Dentre todos que rolavam para fora, apenas um de cabelo rosa lhe chamava a atenção, pois o resto trajava as mesmas vestimentas, aparentemente uniforme, o que não lhe gerava interesse algum, pelo contrário, lhe dava até certo desgosto ver que alguém estava disposto a sacrificar sua liberdade para seguir um conjunto de leis pela “ética e bons costumes”. ”Patético... Demos livre arbítrio para seres tão insignificantes e eles se acham dignos de criarem regras para reger suas pífias vivências em meio ao mundo. Deveríamos ter apenas mantido os mandamentos divinos já que eles querem tanto assim viver sob regras.” Indagando sobre a liberdade humana supostamente dada por seus “companheiros” deuses, Viola seguiria na direção da confusão, ignorando o murmurinho de gente que rolava porta afora. -Você ai. De cabelo rosa. Parece ser o único com bom senso aqui, fazendo um bom uso de seu livre arbítrio… Por isso, deixe-me recompensá-lo por fazer o básico. A médica não tinha lá muito interesse no rosado, mas se sentia mais voltada a ele do que para os marinheiros, que para ela não passavam de falhas humanas incapazes de aproveitar a maior dádiva que suas vidas mortais poderiam proporcionar. a liberdade.

-Para vocês, existências falhas que não merecem estar vivas, aqui segue o primeiro mandamento de sua nova regente: Demolir!

Com passos largos, potencializados por sua bela estatura, Viola correria na direção da parede do estabelimento, pisoteando qualquer um dos uniformizados que estivessem no caminho no processo, mas evitando de pisar no rosado e se chocaria contra a parede com os ombros, dando um pequeno salto antes do impacto para pegar mais impulso e gerar mais força e, considerando a força tremenda que a gigante possuía, possivelmente seria um belo estrago. Não se importaria muito com possíveis dano, afinal, possuía seu vigor natural de meio gigante que lhe dava uma resistência física considerável, além de ser Corpulenta e possuir a condição natural de Hipoalgia, o que fazia com que a médica só percebesse danos físicos quando eles eram de fato algo bem exuberante, uma simples parede não parecia ser o caso. Se conseguisse demolir a parede e entrar no estabelecimento (Se é que ainda existiria um estabelecimento para entrar depois do impacto) olharia ao redor, buscando qualquer um que parecesse se destacar do restante, fosse pelo visual ou pela “aura” que a pessoa pudesse passar. Se moveria normalmente na direção de tal pessoa, ignorando qualquer um que pudesse falar algo sobre seu ato anterior e, quando já estivesse próxima a pessoa que lhe chamasse atenção, ou pessoas, caso fosse mais de uma, se abaixaria entrelaçando as mãos em frente aos joelhos com um sorriso no rosto e, com um bom uso de sua voz melódica, soaria com o mais doce tom para o alvo de sua pergunta. -Olá, pequenina criatura. Sabe me dizer onde posso encontrar um ferreiro divino por aqui? Posso curar seus ferimentos em troca da informação. Kikikiki Não é que Viola tivesse mudado de personalidade ou algo assim, afinal, comparado com seu diálogo anterior quando estava perguntando sobre a localização desse estabelecimento quando parecia mais ríspida, a fala mais recente era bem mais “humana” e simpática. Isso se dava pelo fato da chicoteadora, além de louca, também ser histérica, o que fazia com que suas mudanças de humor fosse algo bem rotineiro e inesperado.

Todavia, caso de alguma forma aquela parede conseguisse resistir a uma pessoa com uma força sobre humana pesando quase uma tonelada, o que seria um feito incrível e possivelmente faria com que Viola fosse atrás da marca de cimento da qual a parede era construída, afinal seria inquestionavelmente o melhor cimento já feito na história, a meio gigante daria dois passos para trás, chacoalhando a cabeça e alisando os ombros, não que sentisse dor no local ou algo do tipo, era mais como “Huh? Meu ombro é fofo ou algo assim?” pois era inconcebível para a jovem a ideia de que uma construção mortal pudesse conter seu ímpeto. -Quem construiu essa merda, um ciclope?! seu bom humor, se é que tivera um desde que havia chegado na ilha, cairia ao chão tal qual uma folha seca fora de época. Impulsionada por sua histeria, uma fúria inigualável atingiria a deusa após a pequena falha e se voltaria aos homens de uniforme que estivessem próximos, tentando pegar qualquer um deles que estivesse mais próximo, agarrando-o com as mãos e o erguendo até próximo de seu rosto. -Quem. Construiu. Essa. PAREDE?! Quando a última palavra fosse desferida, arremessaria o marinheiro ao chão com toda sua força, como quem joga o celular na parede quando vem um personagem repetido de rank baixo em seu gacha favorito mesmo depois de você gastar suas tão preciosas gemas. Daria pequenos saltos como uma criança fazendo pirraça porque a mãe não quer pagar 15$ num pacote de sucrilhos no supermercado enquanto gritava aos quatro cantos, como se todos ali compartilhassem de sua loucura fantasiosa. -Qual foi o desgraçado que resolveu construir algo capaz de segurar uma deusa em meio a uma cidade humana?! ME DIGAM, QUAL O NOME DO DESGRAÇADO! EU VOU ESTRAÇALHAR CADA UM DE VOCÊS ATÉ ALGUÉM ME RESPONDER! Contudo, caso ela não conseguisse agarrar um dos marinheiros, faria bom uso de sua barbárie e utilizaria seu corpo como instrumento de batalha, tal qual os ferozes guerreiros que invadiam a europa e davam nome ao estilo de combate utilizado pela louca, onde daria chutes e bateria suas mãos com os punhos fechados de encontro ao chão como se fosse um gorila, além de pisões com toda a sua força, cega em seu ímpeto histérico. -Merda! Merda! Meeeeerdaaaaa! quem observasse a cena de longe e tivesse algum aparelho multimídia capaz de reproduzir uma música certamente poderia ouvir “Uma deusa, uma louca, uma feiticeiraaaa, ela é demaaaais” ao fundo. Isso claro, se esses aparelhos existissem nesse universo para começo de conversa, o que não era o caso.

Após alguns minutos, quando seu ímpeto histérico finalmente cessasse, ofegante, expiraria uma boa quantidade de ar e se voltaria para o rosado com a maior calma e o sorriso mais meigo do mundo, novamente devido a sua histeria, como se todo o espetáculo anterior não passasse de uma memória já distante para os presente no local. -Então… Gostei do cabelo. Eu tinha um ursinho de pelúcia com essa cor quando era mais jovem… Ele tinha o seu tamanho! Talvez soasse como louca para o rosado pela súbita mudança de atitude, mas assim era Viola Altamira, uma constante e ambulante mina terrestre que poderia explodir a qualquer momento, por qualquer motivo.

Legenda
-Fala-
”Pensamento”

Histórico:

Viola Altamira, 21 anos, Feminino, 6,1m de altura, pesando 927kg, atualmente em Shells Town - East Blue.

Chicoteador(1) // Bárbaro(1)

Médica (Primeiros Socorros; Diagnose; Cirurgia; Anatomia; Psicologia)

401 For(Levanta até 502kg) ; 0 Dex; 180 Acc; 1 Reflexo; 298 Con; Agilidade 90; Red. Dano 5%

HP 5960
STA 100

Condição atual: Ilesa

Pertences:
$250.000

Perdas:
-X-



Relações:
-X-

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Objetivos:
*Conseguir uma arma
*Se encontrar com todos
*Aprender proficiência Ameaça
*Conseguir suprimentos médicosbagulho caro da porr*
*Tentar não ferir fatalmente alguém do bando
*Resto é estória