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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Take 1 – Soneto a Quatro Mãos

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Dom 6 Jun 2021 - 13:42
Take 1 – Soneto a Quatro Mãos

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Manae Liebe. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Liebe
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Liebe
Agente
Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Dom 6 Jun 2021 - 15:08
Sirarossa, West BlueSoneto a Quatro Mãos
A cama era pequena demais. De olhos abertos, a atenção voltada para o teto, Liebe sentia seus pés suspensos no ar enquanto tentava resgatar o sono que havia perdido. Não conseguia discernir a hora exata em que chegara do seu último bico, mas sentia que ainda não havia conseguido descansar o suficiente para encarar um novo dia. Era como se um navio tivesse passado por cima de seu corpo, concluiu. Mas não teria outro jeito, entretanto; desde que começara a viajar sozinho pelos quatro Blues, permutar o dia pela noite havia se tornado um hábito difícil de se domesticar, já que os trabalhos noturnos tendiam a pagar um pouco melhor do que os serviços tradicionais.

As estalagens mal administradas também não contribuíam para melhorar a sua condição. As que consentiam em hospedá-lo, quando não o tratavam com desprezo ou recusavam seu dinheiro por puro preconceito, não eram adaptadas para alguém com uma constituição tão singular quanto à dele. Os colchões pinicavam, quentes demais para seus pelos, e os seus chifres frequentemente arranhavam as cabeceiras de madeira enquanto ele dormia. Mas ainda era melhor do que dormir no chão, ponderou, mesmo que ele não soubesse exatamente onde de fato estava.

Ainda assim, ele percebeu que não conseguiria voltar a dormir. Levantou-se, esticando os braços musculosos para acordar todo o seu corpo, antes de procurar a sua camisa, que ele encontrou jogada em algum canto, e a vestir sem preocupação. Procurou uma superfície que pudesse lhe servir de espelho, para que conseguisse ajeitar a própria aparência, e, caso encontrasse qualquer coisa que produzisse reflexos, terminaria de se desamassar antes de lavar o rosto no banheiro mais próximo, e partir para o centro de Sirarossa.

Quando finalmente estivesse apresentável, Liebe procuraria identificar o ambiente à sua volta na tentativa de reconhecê-lo; caso se encontrasse em um cenário estranho, procuraria se localizar através da paisagem, dos cheiros e dos sons, usufruindo de seus sentidos aprimorados para se dirigir ao ponto de maior aglomeração de pessoas, jugando ser ele a concentração do comércio.

Independentemente disso, sairia pelas ruas da cidade em busca de algum serviço que pudesse lhe render bons trocados. Seu capital estava limitado, disso ele bem sabia, e Liebe sequer detinha uma arma que pudesse lhe ajudar em possíveis eventualidades. Sua última espada, surrupiada de um nobre qualquer que insistiu em levá-lo para a cama certa noite, havia sido perdida quando o mink precisou se livrar de escravagistas de terceira classe. Não era um grupo competente, mas um deles ainda assim conseguira jogar a sua lâmina para dentro do mar, e agora Liebe, além de pobre, estava praticamente indefeso. Precisava, portanto, focar-se em duas aquisições distintas.

Suspirou enquanto caminhava entre os transeuntes, antecipando a trabalheira que teria. Decidiu que observaria mais a cidade enquanto procurava por algum estabelecimento que pudesse lhe vender alguma arma, estudando a sua arquitetura e os seus habitantes. Não estava em Sirarossa há muito tempo, e ainda não havia tido tempo para conhecer o local. Por isso, não pouparia esforços para encontrar o que procurava, e tentaria interceptar desconhecidos – mantendo o ar de casualidade e o seu charme natural como aliados para não os assustar – que pudessem lhe dar alguma informação útil capaz de o aproximar de seus objetivos.

Por favor, sabe de algum lugar ou alguém que esteja precisando de voluntários para serviço braçal? ♡” Perguntaria aqui e ali, no semblante o sorriso educado que aprendera a manter convivendo com a alta classe da civilização humana. “Entendo... Também estou procurando uma loja ou forja que possa me fornecer alguns equipamentos. Não saberia me dizer onde encontrar algo assim? ♡” Continuaria a inquirir, mantendo sempre o cuidado para soar de forma mansa e amigável, já que Liebe entendia que a sua aparência poderia intimidar gente comum.

Caso conseguisse reunir informações suficientes, ele partiria imediatamente para um dos locais que procurava. No caminho, se manteria atento a elementos que pudessem lhe tirar a razão, como gatos pretos, pequenas rachaduras em pedras e escadas abertas, pormenores que poderiam soar indiferentes aos outros, mas que, para Liebe, eram sinônimos de mau agouro, verdadeiros e temidos sinais de que ele teria um péssimo dia.  


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Maka
Narrador
Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Seg 7 Jun 2021 - 22:45
SIRAROSSA
17h50 - 7° - Chuvoso
Algumas pequenas gotas passavam pelas rachaduras do teto, encerrando sua queda no rosto do grandalhão que, por sua vez não estava nada confortável em sua pequena e dura cama. Com certa dificuldade, Liebe se recobrava de mais um sono nada reconfortante, assim como todos os outros já que seus dias eram sempre tomados por muito trabalho para que pudesse sobreviver, porém, por ser de uma raça não tão querida, nosso querido bovino acabava por estar sujeito a trabalhos que exigiam muito, mas que pagavam muito pouco.

Já com sua consciência recobrada, Liebe tentava por sua vez buscar em sua péssima visão, lembrar onde exatamente estava, já que por vezes, o desgaste físico lhe fazia perder a noção, principalmente a falta de conforto em seu descanso. Ao observar melhor o lugar, Liebe conseguia perceber que o chão era arenoso, e alguns sons animalescos eram ouvidos... Liebe se encontrava em um estábulo, único lugar onde havia conseguido um espaço para ficar, não só por sua aparência bovina, que fez com que aquela senhora lhe oferecesse um lugar juntamente de seus... ancestrais? Talvez não fosse nada digno para o nosso protagonista, mas ele não podia reclamar devido as circunstâncias.

Prontamente Liebe se pôs a se arrumar para mais uma noite de intenso trabalho, do qual nem mesmo ele fazia ideia de qual seria, pois se quer tinha um. Liebe agora compartilhava com uma vaca, uma bacia cheia d’água, e não para beber, mas sim como um espelho. O Mink se dirigia para fora do estábulo a fim de encontrar um trabalho digno para aquela noite que estava por se aproximar.

Aquela fraca chuva talvez pudesse atrapalhar um pouco nosso querido bovino de encontrar um emprego, já que de certa forma aquilo afastaria algumas pessoas da rua naquele fim de tarde “congelante”, já que o clima estava um pouco mais gélido que o normal. Por mais que Liebe tentasse abusar de seu carisma para atrair algumas pessoas e conseguir informações, a chuva lhe complicava esse tipo de ação, tanto que em uma de suas abordagens, pode se sentir além do frio na pele, o desprazer de um humano. – CRUUUZEEES! UM CHUPA CABRA! – E lá se ia em disparada para longe mais um.

- Você aí grandão! – Liebe poderia ver uma criatura encostada ao lado de uma loja de bugigangas, usando um sobretudo bege, com um cigarro na boca. – Um cara como você não deveria andar por aí sem alguém que te garanta... proteção. – De início a chuva poderia atrapalhar a visão de Liebe, mas ao se aproximar, era possível ver que ele agora falava com um... gato? E preto?


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- Trabalho ahn!? – Retirava o cigarro de sua boca para soltar a fumaça que degustava anteriormente. – Posso conseguir algo simples para ti. – Analisava Liebe de cima a baixo. – Mas seria uma pena desperdiçar um cara como você. - O Mink gato que aparentava ter quase a mesma altura que Liebe, se dirigia até ele. – Grandão! Se você me fizer um trabalho que eu julgo ser adequado para você, eu lhe dou o tipo de arma que você quiser. E!!! Ainda lhe pago uma boa grana. – Voltava a colocar o cigarro em sua boca. – O que me diz? – Soltava a fumaça do cigarro para o alto.

Se Liebe aceitasse o serviço, sem saber exatamente qual seria, aquele Mink gato voltaria a dizer. – Boa garotão! Gostei de você! – O Mink então colocaria sua mão direita dentro do sobretudo buscando algo em um dos bolsos. – Já ouviu falar do Hotel Belucci Sprezzatura? É o local mais importante de Sirarossa eu poderia dizer. – O Mink gato lhe mostrava um cartão com o nome do Hotel e a localização, e logo em seguida, lhe mostrava o verso do cartão que era liso, porém com um aspecto brilhante. – Entregue esse cartão para os barmen do salão principal. Ele te direcionara para o seu... trabalho. KUHKUH! – Um sorriso de canto de boca era direcionado para Liebe, que agora tinha um objetivo claro! Seguir até o famoso Hotel de Sirarossa.




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Liebe
Agente
Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Ter 8 Jun 2021 - 10:40
Sirarossa, West BlueSoneto a Quatro Mãos
Ele levou a mão ao pescoço, massageando-o na tentativa inútil de aliviar a dor inferida de uma noite mal dormida. Enquanto caminhava pelas vielas de Sirarossa, Liebe refletia sobre o seu novo aposento requintado nas propriedades daquela senhora, que concordou em dar-lhe um abrigo para o clima insensível da região; era um estábulo que, para ele, parecia mais bem-apessoado do que muitos outros lugares – se é que esse adjetivo pode ser usado nesta condição – em que o homem já havia se escorado, e por isso Liebe era grato. Sua linhagem ruminante permitia a ele entender o idioma das criaturas com quem dividia o feno, fazendo dele um sujeito menos solitário durante o descanso.

Mas ali na rua, sentindo a garoa emoldurar as curvas de seu corpo ameaçadoramente grande frente à estatura do homem médio, Liebe voltava a encarar a triste realidade da rejeição. Mantinha uma postura altiva e elegante apesar disso, construída com muito trabalho duro ao longo de anos atuando sob o papel do animal doméstico para uma família de aristocratas presunçosos, mas nem mesmo seu comportamento nobre fora suficiente para amenizar o medo no semblante dos homenzinhos. Chupa-Cabra, ouviu algum deles o denominar, mas não havia mais espaço para ressentimento no coração do jovem mink – ele estava ocupado demais em busca de sua subsistência.

Por sorte, uma figura o notou, e inicialmente Liebe realmente se sentiu grato por ter acreditado que o destino finalmente sorria para ele com boa graça. Seus olhos danificados, aliados às lágrimas do céu leitoso, impediram que ele vislumbrasse quem o chamava a princípio, mas não demorou para que seu olfato aprimorado lhe desse uma dica sobre a identidade do dono daquela voz felina; mas nem mesmo seu sentido desenvolvido era capaz de captar cores, e por isso Liebe não conseguiu conter o calafrio que subiu-lhe pela espinha quando percebeu o tom da noite impregnado na pelagem do gato antropomórfico. Fez um esforço hercúleo para não fugir para longe do seu conterrâneo; não por conseguir vencer as crenças enraizadas em sua visão de mundo, mas por não querer provocar no outro mink a mesma sensação de desprezo que Liebe experimentava todos os dias no território dos humanos.

Com esforço, o minotauro se prontificou a escutar as palavras do estranho, absorvendo cada intenção escusa que ele julgou identificar nas entrelinhas daquele convite. Fechou os olhos por um breve momento, revivendo seus últimos anos na tentativa de encontrar o momento exato onde a sua vida havia dado errado. Quando foi que a sua existência passou a se resumir à de um gigolô de chifres? Ele suspirou, ciente de que não conseguiria encontrar coisa melhor naquelas condições, e assentiu em conformidade com a proposta feita, antes de pegar o cartão da pata do outro, tomando especial cuidado para não encostar em seus pelos escuros. Por precaução, ele diria caso lhe fosse perguntado.

Despediu-se com educação do homem-gato, antes de se dirigir para o local indicado. Sua visão o impediria de encontrar com facilidade o dito Hotel Belucci Sprezzatura, mas Liebe esperava que aquele primeiro desafio não o atrasasse em demasia. Para isso, usaria suas experiências de longa data para procurar os cheiros e os sons que acreditava serem inerentes ao tipo de ambiente que procurava: música suave, o aroma de perfumes importados e bebidas caras. Ele havia crescido naquele contexto. Havia sido moldado para ele. Mas Liebe também temia que a chuva fina pudesse prejudicar a eficiência do seu nariz e dos seus ouvidos, e por isso engoliria o orgulho se fosse preciso recorrer a transeuntes em busca de informação.

Caso chegasse ao local procurado, Liebe não se acanharia frente ao público que provavelmente encontraria. Em vez disso, vestiria a sua máscara mais sofisticada para se aventurar no interior do hotel, onde se encaminharia diretamente para um dos barman que pudesse atendê-lo. Ombros relaxados, queixo inclinado na horizontal, no semblante uma expressão de neutralidade e meio sorriso direcionado a ninguém e a todos ao mesmo tempo. Liebe sabia que nada despertava mais o interesse das pessoas do que a sensação de descaso – ninguém gostava de não ser notado, e, por isso, ele trabalharia cada um de seus gestos para se tornar inalcançável. Ele era um mink, de fato... mas seria um mink disputado.

Boa noite. Pediram para que eu viesse a este hotel. Alguma coisa sobre algum trabalho?” Diria, se por ventura encontrasse a pessoa que procurava, antes de entregar o cartão de visita entregue a ele mais cedo. Esperaria pacientemente pela resposta, mantendo sua atenção voltada exclusivamente para o desconhecido em uma tentativa de se distanciar cada vez mais de quem mais estivesse no ambiente. Quando – e se – fosse indicado um caminho a seguir, ele emendaria rapidamente: “Se não for pedir muito, poderia me fornecer um pouquinho de sal? Nada exagerado, na verdade. Apenas o suficiente para uma ou duas pitadas ♡,” e permitiria que a sombra de um sorriso brincasse no canto de seus lábios.  

Por outro lado, se não houvesse ninguém que pudesse atendê-lo naquele momento, Liebe se controlaria para não demonstrar ansiedade. Em vez disso, se manteria sentado em alguma cadeira próxima, procurando preferencialmente alguma que estivesse disposta próxima ao balcão que deveria existir no bar do hotel. Haveria de ter um bar, decerto. Do contrário, por que raios existiria um bartender?


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Maka
Narrador
Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Qui 10 Jun 2021 - 22:48
SIRAROSSA
18h22 - 7° - Chuvoso
Nosso querido bovino protagonista havia agora passado por uma experiência assustadora de certa forma... “pelo menos para ele”. Encontrando-se com um de sua raça, Liebe recebia a chance de mais um de seus trabalhos noturnos, porém, esse aparentava ser algo diferente do que os trabalhos braçais em navios piratas de outrora. Sem muitas opções, Liebe aceitava o tal serviço, pegando o cartão de alguém que poderia ser um mal agouro para as crenças pessoais desse bovino.

Por mais que a chuva pudesse atrapalhar, Liebe de certa forma conseguia usufruir de suas habilidades como um Mink para encontrar o tal Hotel, usufruindo de sua audição aguçada, onde bem ao fundo escutava um balanço clássico, mas envolvente, misturado com pequenas falas que estavam embaralhadas, indicando um lugar cheio, o que seria obviamente o hotel.

Próximo de lá, Liebe conseguia enxergar com nitidez a grandeza daquele lugar, sendo sofisticado até mesmo por fora, e o tamanho impressionava, poderia até mesmo se perguntar, “como não vi esse lugar antes?” A música tocada ia ficando mais nítida, e um belo som parecido com... Jazz? A famosa banda “Papagaios Alaranjados” que era conhecida por todo o West Blue, estava por se apresentar no famoso Hotel Belucci Sprezzatura como sempre fazia, e Liebe ao chegar no local, poderia ver que o salão era grande e espaçoso, comportando qualquer tipo de pessoa ali dentro, até mesmo meio gigantes, que se desse sorte, poderia ver um deles andando por lá. O público era diversificado e alegre, apreciando o som envolvente que a famosa banda tocava.





O Salão principal era ainda mais incrível por dentro, toda a estrutura do Hotel era de primeira qualidade, e sua arquitetura de outro mundo, algo não muito comum, mas que enchiam os olhos. O bovino logo se preparava para causar a melhor impressão possível, gastando toda a sua classe, charme, e elegância para impressionar a qualquer um, e encontrando um dos barmen, logo tratou de falar sobre o tal trabalho. Ao atendê-lo, verificou o tal cartão entregue pelo gato anteriormente, e seguiu a dizer. – Então você é mais um hein? Boa sorte! – O barman guardou o cartão em um de seus bolsos, e seguiu para fora do balcão. – Por favor, me siga! – Antes que pudesse levar Liebe para algum lugar, o homem recebia um pedido inusitado do Mink. – Sal? – Voltava para dentro do balcão e retirava de baixo dele, um pequeno frasco o entregando. – Cada louco que me aparece. – Dizia em tom baixo, porém o suficiente para Liebe ouvir.

Após o pedido diferenciado de nosso protagonista, o homem voltava a caminhar no aguardo de Liebe o seguir. O Barman segui direto para a porta que levava a cozinha do Hotel, e por lá era possível ver uma enorme quantidade de pessoas cozinhando, desde entradas a pratos principais, sobremesas e afins. Seguindo em um rumo reto, o barman abria uma outra porta que estava ao fim da cozinha, saindo agora em um corredor mais escuro, onde ao lado seguia algumas escadas que desciam até uma porta de metal. Ao atravessar aquela porta de metal, Liebe sentiria um frio intenso em sua pele, e se observasse melhor, saberia que estava em um frigorífico, onde haviam sacos e mais sacos pendurados por gancho, mas sem revelar exatamente o que haviam ali. Mas de forma rápida, os dois atravessavam por aquela sala, e chegavam a outro corredor, onde desceriam mais escadas, mas dessa vez, uma batida intensa era facilmente ouvida, e ao fim daquela, Liebe conseguiria ver algumas luzes piscando, e ao chegar lá, nosso bovino se depararia com um espaço enorme e subterrâneo no Hotel que era usado para festas especiais. – Incrível não é!? Quem ia imaginar que isso existe nesse Hotel! – o Homem voltava a falar com Liebe.

Por toda a volta, Liebe enxergaria que aquele era um local bem exótico, onde as atrações principais eram raças de todos os tipos. As strippers eram belas sirenas, que demonstravam habilidades sensuais muito além do que uma simples humana poderia oferecer, desde rebolados mais particulares, até mesmo as dançarinas gerais que ficavam em aquários espalhados por todo o local. Mas é claro que não havia apenas dançarinas ali, mas também minks machos trajados por roupas bem minimalistas, trabalhando como garçons, e agindo de forma “agradável” para com as felizardas clientes, ou em algumas vezes, felizardos. E todos os ditos clientes naquele local eram humanos.

- Bom grandão, chegamos ao seu local de trabalho. – O homem parava por um momento observando todo o recinto. – Aqui está o seu uniforme, vista-se, e volte aqui. – O barman lhe entregava uma sacola com roupas. – Ali tem uma salinha onde ficam produtos de limpeza, pode se trocar lá mesmo. – Apontava para sua direita direcionando onde era a tal salinha.

Assim que chegasse na salinha e abrisse o pacote com a roupa, veria que naquela noite, vestiria uma calça de couro justa, com um fino fio ao centro de sua bunda, evidenciando o “poder” de suas nádegas. Já para o tronco, Liebe usaria um suspensório preto, para que deixasse a mostra seu belo físico. A porta da salinha se abria, e o barman voltava a aparecer. - Essa roupa combina com você hein!? Vai faturar muito essa noite vestindo isso. – Sairia da sala aguardando o bovino se aprontar.

Um tapinha na bunda seria sentido por Liebe quando estivesse com sua calça vestida. – Que arraso hein novato? Bem-vindo ao clube! HIEHIEHIE. – Da porta, uma linda sirena polvo lhe chamava atenção ao lhe acertar carinhosamente com um de seus tentáculos antes de seguir rumo ao seu trabalho.



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Liebe
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Liebe
Agente
Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Sex 11 Jun 2021 - 10:47
Sirarossa, West BlueSoneto a Quatro Mãos
Já dentro do estabelecimento, Liebe não pôde deixar de se admirar com a luxuosidade espetacular que o cercava. De fora, ele notou que o hotel era deveras grande e bem planejado, mas nada o havia preparado para tamanho deslumbre. Olhava em volta com discrição, observando adornos e motivos decorativos, estudando a estrutura arquitetônica com cuidado, ainda que fingisse costume através de um semblante descontraído. Seu sorriso de canto de lábios se mantinha bem delineado, como se ele não fosse mais do que apenas um cliente aproveitando da boa música e do clima requintado, mas não demorou para que o barman desse as caras para lhe guiar a um novo cenário.

Liebe sorriu um pouco mais ao ter o seu pedido atendido, preferindo ignorar o comentário deselegante do estranho ao fingir não tê-lo ouvido, e, com um pouco de recato e movimentos rápidos, jogou uma pitada do pó branco sobre um de seus ombros, fazendo uma oração silenciosa – e muito rápida – no processo, para que o destino afastasse qualquer intempérie que pudesse eclodir de seu encontro com o gato preto – o estranho era um mink, mas ainda um de uma espécie a qual o bisonte não guardava apreço algum, o que haveria de justificar a sua precaução.

Feito isso, Liebe percebeu que o bartender não fez menção de receber de volta o saleiro emprestado, e Liebe optou por guardá-lo consigo, para possíveis usos futuros. Seguiu o homem pelas portas indicadas, atravessando a cozinha e o frigorifico cuja temperatura poderia ter sido ainda mais incômoda, se a constituição do mink não fosse adaptada para isso. Ali, o moreno não conteve a curiosidade e inspirou profundamente, permitindo que o cheiro do ambiente invadisse seu olfato, na tentativa de descobrir o que havia sob os vários sacos escuros. Acostumado a lidar com traficantes e escravagistas, não o surpreenderia que houvesse um ou dois de seus irmãos pendurados entre aquelas peças, e, por isso, pretendia se precaver, caso estivesse se dirigindo para um possível problema.

Não obstante, o que o aguardava não era nada para além do que Liebe já havia deduzido a partir do seu encontro com o felino negro na chuva, e, logo após atravessar o portal metálico que separava as escadas em que estava do ambiente que seria o seu destino, a sua primeira reação foi agradecer aos deuses por ser míope. As luzes, que para ele pareciam se alternar em cores e padrões quase psicodélicos, teriam sido intoleráveis se ele conseguisse enxergar qualquer coisa que estivesse a mais de seis metros de distância de seus olhos. Tentou ignorá-las enquanto se concentrava nos aromas do ambiente, procurando distinguir os seus donos a fim de se familiarizar com cada um deles, estudando o contexto e o cenário.

Ouviu o comentário do barman, e Liebe conteve um risinho irônico ao elaborar um sorriso simpático no rosto. Ele certamente imaginaria um local como aquele, pensou, enquanto avaliava os seres distintos, todos muito bem vestidos em pouquíssimo tecido, desfilarem entre os clientes que, para a repleta surpresa [rs] de Liebe, eram todos humanos. Um clássico, disse a si mesmo em pensamento, antes de seguir o seu guia ao quartinho indicado.

Ah! Decerto ficarei uma graça,” disse como resposta ao comentário do barman, mantendo a expressão relaxada. Recolheu seu uniforme e o avaliou, arqueando uma das sobrancelhas frente ao que via; mas não fez cerimônia, no entanto, e vestiu-o imediatamente ao ficar sozinho no que deveria ser uma das dispensas do estabelecimento. Deixou que seus olhos vagassem pelo seu corpo emoldurado pelo couro, e notou que a roupa, quando não deixava suas partes explícitas, fazia questão de ressaltar seus volumes de maneira que a decência fosse esquecida por quem o fitasse. Suspirou, refletindo se deveria mesmo se submeter àquilo, mas logo afastou a divagação para voltar à sua luxuria habitual; Liebe era, afinal, afeito a ambientes como aquele, e não era como se ele estivesse verdadeiramente desconfortável naquela situação.

De repente, sentiu o toque de um estranho abaixo de seu cóccix, e virou-se tranquilamente para encarar quem havia lhe acertado. Um sorriso namorador tilintou em seu rosto como resposta, e Liebe não conteve o atrevimento ao caminhar para perto da sirene, aproximando-se mais do que a boa etiqueta recomendaria. Sabia que estava suficientemente próximo para que ela pudesse sentir o seu hálito, que ainda deveria estar agradável, já que, não muito antes, ele havia se higienizado para a noite. “Talvez você queira ser a minha primeira cliente hoje? ♡” Flertaria, se a moça ainda estivesse próxima dele; em seus traços um toque de mistério bem alocado.

Tão logo a visse se afastar, Liebe seguiria para onde lhe fosse indicado – se pelo bartender ou por qualquer outra pessoa, não faria diferença. Recitava mentalmente um mantra que o ajudaria a se focar no que deveria ser feito, ignorando qualquer asco que pudesse surgir frente a algum humano que considerasse desagradável.


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Maka
Narrador
Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Qua 16 Jun 2021 - 23:30
SIRAROSSA
18h35 - 7° - Chuvoso
O bovino se encantava ao conhecer aquele luxuoso hotel, que em instantes, seria o seu local de trabalho para aquela noite. Se aproveitando da situação sem nem ao menos se importar com os pensamentos alheios, Liebe se utilizou do saleiro para dar as pitadas necessárias, e, realizar sua breve, porém poderosa prece para afastar qualquer mau agouro que o pudesse assolar.

Se aproveitando do esquecimento do bartender, Liebe tratou de guardar o saleiro consigo para possíveis complicações futuras. Caminhou junto do homem, passando por lugares diferentes, e em um deles até tentou usar de seu olfato ao transitar pelo pequeno frigorífico, e assim perceberia que ali haveria nada mais do que simples gados abatidos. Ao sair dali e chegar enfim ao seu aparente local de trabalho, Liebe não se incomodava, nem mesmo se surpreendia, pois já passara por aquilo antes, e estava totalmente habituado a esse tipo de trabalho, nem mesmo seu “uniforme” foi novidade. No entanto, ganhou a atenção daquela sirena que o acariciava na intenção de encorajar um ser que na verdade, havia nascido para aquilo.

Um flerte arrasador atraía a atenção do espécime bela e rara, que num instante pôs se a colocar sua língua dentre os lábios do bovino, o beijando intensamente. – Não me provoque assim, eu preciso trabalhar novato. – Dizia enquanto se afastava de Liebe, deixando seu aroma adocicado no ar, permitindo assim que o bovino não esquecesse tão cedo daquele cheiro.

- Vamos lá grandão, hora de ralar. – O bartender o buscava para enfim iniciar sua noite. – O trabalho é bem tranquilo, e você não vai precisar ficar até tão tarde. – O homem lhe leva até o lado do balcão, onde uma bandeja com quatro taças estavam cheias de Gin, e um papel entre elas com um número anotado. – Eis o seu primeiro pedido! Basta entregá-lo na mesa anotada nesse papel, e... agradar os clientes, se é que me entende. – Sorria com o canto da boca. – Depois, basta repetir o processo. – Se retirava dali, deixando Liebe sozinho e pronto para iniciar seu trabalho. As diretrizes eram simples, e não havia segredos para o serviço do bovino, bastasse fazer o básico de sempre e deixar que seus músculos fizessem o resto por ele.

Assim que Liebe pegasse sua bandeja, veria que a mesa era a de número 7, e que de alguma forma teria que chegar até lá sem depender de sua visão que era horrível para tal tentativa. Mas antes que o bovino pudesse sair dali com as taças, o bartender que trabalhava ali, lhe impedia de seguir, trazendo um balde de gelo com uma garrafa de vinho e a colocando na bandeja. – Já leva isso também amigão, mesa 13. – Colava o papel escrito ao lado do balde se aproveitando do metal úmido e gelado para fixar o número indicativo da mesa que Liebe deveria levar.



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Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Qui 17 Jun 2021 - 19:43
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Ele não esperava verdadeiramente que suas ações fossem desencadear aquela resposta da estranha, mas, quando a língua da sereia serpenteou para dentro de sua boca, Liebe se deu conta de que não haveria por que se incomodar. Em vez disso, aproveitou-se do momento fugaz para memorizar o gosto de sua nova amiga, suspeitando que haveria de ter um toque de cravo e erva doce na composição do seu sabor. Sombreou a sua expressão com um sorriso dissimuladamente tímido ao término do beijo, fingindo recato, e inspirou profundamente para registrar o aroma da moça, sabendo que, para além de poder usá-lo como reconhecimento futuramente, também poderia, com ele, encobrir o fétido cheiro de decomposição do frigorífico que havia visitado mais cedo.

Observou-a rebolar para longe por tempo suficiente para que sua silhueta se tornasse borrada demais para ser identificada por seus olhos limitados, antes de se virar para encarar o bartender que, aparentemente, havia se tornado o responsável pela vida do mink naquela noite. O homem de chifres assentiu com a cabeça, sentindo seus músculos tensionarem levemente com o peso da bandeja, ao pegá-la com sua mão esquerda. Escutou pacientemente as instruções do trabalho que deveria realizar, tomando o devido cuidado para que sua audição não se restringisse apenas ao que o rapaz verbalizava, mas sim projetá-la por todo lado. Liebe imaginava que seu sentido seria suficientemente aprimorado, para que pudesse ouvir cada sussurro que fosse pronunciado em um ambiente fechado como aquele; pois o trabalho poderia lhe render alguns berries, mas eram dos segredos daquelas pessoas que possivelmente sairiam as melhores recompensas.

Aguardou enquanto o garçom lhe entregava o vinho e o balde de gelo, arrancando-lhe um par de sobrancelhas arqueadas como reação primária. Não reconheceu imediatamente o teor do liquido, mas instintivamente aguçou seu olfato para tentar descobrir a origem de sua safra; de repente, lembranças de uma outra vida preencheram a sua percepção, e Liebe se pegou novamente revisitando o casarão dos aristocratas que o adotaram quando ele era apenas um garoto. Gente desprezível, ele bem sabia, mas que ao menos serviu para prepará-lo para ambientes como aquele.

Reunindo a confiança que precisava para o serviço, Liebe tratou de afugentar qualquer tormenta que pudesse ser despertada por seus pensamentos ociosos. Relaxou a postura, permitindo que seus ombros caíssem, antes de se aventurar entre as mesas a procura da de número 7. Passos comedidos, jeitão tranquilo, um meio-sorriso maroto como cartão de entrada para a simpatia dos clientes, Liebe sabia que precisaria ser muito mais do que apenas educado para conseguir ganhar uma boa quantia naquele estabelecimento, e, por isso, ele aproveitaria a proximidade para fazer perguntas casuais às pessoas sentadas, enquanto discretamente averiguaria a numeração de cada uma das mesas, em busca das que desejava.

Se me permite, a senhora está deslumbrante ♡,” falaria despreocupadamente, para qualquer rabo de saia que encontrasse e que transparecesse deter algum capital. “Essa é uma excelente bebida. Vejo que o senhor detém um bom paladar para o álcool ♡”, opinaria sutilmente, a voz sempre mansa e aveludada, caso surgisse a oportunidade de bajular um dos homens mais bem-apessoados do salão. Sem podar seus elogios, transitaria entre as mesas usando o flerte como descontração, ao mesmo tempo que atiçava seus ouvidos para ouvir possíveis reclamações; caso os donos dos pedidos perdessem a paciência antes que ele os encontrasse, Liebe esperava que suas vozes o alcançassem por tempo suficiente para que ele fosse capaz de identificá-los, tratando de ir imediatamente até eles.

Quando – e se – os finalmente encontrasse, Liebe iria caminhar até eles ostentando toda a sua etiqueta, o braço direito dobrado sobre as costas enquanto se aproximaria dos clientes. “Perdoem-me o atraso. Ainda estou me adaptando ao trabalho...” Se apressaria em dizer, antes de se inclinar levemente sobre a mesa, a fim de dispor as taças de gin sobre o móvel, torcendo para que não precisasse lidar com nenhuma rusga desnecessária naquela situação. Pensando nisso, emendaria: “Caso precisem de algo mais, não se acanhem em me procurar ♡,” e sorriria, convidativo.

Mais para frente, tão logo terminasse de servir a primeira mesa, Liebe trataria de seguir para o número 13. Enquanto deslizava pelo local, jogando charme por aí, ele aproveitaria para estudar os presentes, a fim de encontrar algum magnata ou qualquer outra figura importante que pudesse lhe ser útil de alguma forma. Chegando ao seu destino final, colocaria o balde de gelo suavemente sobre a mesa dos clientes, antes de pensar em retirar a garra de vinho de dentro dele. Se fosse tinto, Liebe imaginaria poder servi-los imediatamente, com base nas suas experiências passadas; no entanto, caso fosse vinho branco, o mink julgaria que o tempo em que ficara submerso no gelo ainda não teria sido o suficiente para que o sabor da bebida fosse devidamente realçado, e, por isso, diria, caso julgasse necessário:

Como sugestão, aconselho que aguardem um pouco mais para desfrutar da bebida. A temperatura mais baixa dará ao vinho um frescor e um aroma mais delicado, e só então, creio eu, ele ficará à altura dos senhores. Enquanto isso... bem, talvez eu possa lhes fazer companhia? ♡


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Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Seg 21 Jun 2021 - 10:19


Soneto a Quatro Mãos
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Uma estranha inquietação percorria o âmago da sereia-lula, aquela aconchegante sensação de sonolência que sentira a cerca de uma hora atrás dissipava-se conforme aproveitaria - se tivesse experimentando - do serviço de quarto do luxuoso hotel de Sirarossa, Belucci Sprezzatura. Suas safiras angustiantes percorreriam pelo cenário que lhe rodeava, visando identificar os elementos e pessoas que estariam presentes naquele mesmo ambiente - esperava, afinal, estar dentro do único quarto que haviam alugado para passar a noite junto de seu amigo e mascote, Shachi e Apollo, respectivamente, e seus novos companheiros de jornada, Kani e Kou.

You're taking up ♪ All my time ♫ Da da da dadada, you ghost of mine ♪♫ — Cantarolava num timbre suave, buscando preencher com sua melódica voz todo o recinto. Era uma música na qual Mika cantava apenas quando sentia um único sentimento predominar em seu tempo livre, como sua letra sugeria, era o seu pior fantasma: o tédio. Sua rítmica lenta era intencional para transmitir a sensação letárgica do tédio, junto a monotonia do sentimento ao repetir o refrão diversas vezes; seria uma canção bela de ouvir, embora pudesse causar uma certa melancolia a todos os ouvintes.

Passando-se alguns minutos Mika encerrava sua música com um suspiro, arrastado e tristonho, antes de fixar seu olhar para o horizonte a sua frente. — Estou entediada... E com sede. — Anunciava de forma retórica, não esperando que alguém respondesse de fato, mas, ainda sim torcia para que algum conhecido presente se pronunciasse. — Está tudo bem, eu mesma pego alguma bebida, também sinto vontade de explorar esse hotel e apreciar tudo que ele tem a oferecer. — Responderia, caso alguém tivesse o feito, projetando-se para algum possível espelho que existisse naquele cômodo, buscando reproduzir-se visualmente com sua elegância e beleza naturais e seus trajes de inverno casuais. Esse último, todavia, na hipótese de ainda não ter voltado da lavanderia - visto que estava encharcado de sangue uma hora atrás - teria que se contentar com apenas o seu vestido azul marinho de outrora, o que desagradaria ainda mais a sereia Mizushima.

Quando estivesse apresentável, enfim, partiria rumo ao Salão Principal do Hotel; atravessaria os corredores vagarosamente, assumindo sua postura "padrão" junto a uma feição simpática e amigável no rosto, esboçando um tênue sorriso para aqueles que a avistassem passando, não deixando-se intimidar para os possíveis olhares diversos que encontraria - já estava acostumada e não sentia vontade de retribui-los.

Caso alcançasse o seu destino desejado, Mika permaneceria com a postura que adotou, seguindo diretamente para um dos barmans que existiria no local. Com sua atuação maestral, apesar das condições negativas que sentia no interior, Mika utilizaria de sua persona atrativa e educada para manter suas aparências e assim chamar a atenção de algum funcionário. — Com licença, senhor. — Chamaria. — Sabe onde poço pegar um copo d'água, favor? Também gostaria de saber como me orientar nesse hotel, esse lugar é enorme e ficaria satisfeita em saber todos lugares que eu poderia apreciar um pouco. — Terminara por ali, aguardando a resposta que viesse antes de prosseguir em sua busca.



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Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Seg 21 Jun 2021 - 17:55


 
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Soneto a Quatro Mãos

 
Parecia que o dia havia acabado de começar mesmo com a noite chegando e o fim do encontro de todos os irmãos. Finalmente poderíamos reservar um quarto de hotel para passarmos um tempo e, obviamente, limpar a sujeira que Arthur fez. - "Pelo menos ele parecia bem..." - Deixava escapar algumas palavras ao me preocupar com o leve ferimento do meio-gigante. Observaria o local que eu estava e, se por acaso já estivesse em um dos quartos requintados do hotel como Mika já havia sugerido antes, procuraria um espelho ou algo que refletisse para observar a minha aparência brevemente.

Bom, pelo visto não estragou tanto assim. - Pensaria, olhando para o meu cabelo de uma forma mais otimista. Caso estivesse perto da sirena, pararia por algum tempo para apreciar a sua voz, ficando um tanto impressionada pela habilidade de minha nova parceira. - "Muito bom, senhorita Mika!" - Ficaria algum tempo ali perto mas sairia antes da canção finalizar. Se houvesse um banheiro por perto que não estivesse ocupado, buscaria por uma toalha no quarto e entraria lá dentro, trancando a porta. Caso não encontrasse nenhuma toalha fora do banheiro, entraria nele mesmo assim e usaria o chuveiro ou a pia se não houvesse uma ducha para lavar o meu cabelo, fazendo a busca pela toalha dentro do banheiro.

Provavelmente minhas roupas estariam úmidas pela chuva anteriormente mas não focaria nelas por ora. Após a limpeza, usaria a toalha para secar a minha cabeça caso a procura fosse um sucesso. Se não conseguisse achar nenhuma toalha, sairia do banheiro com o cabelo pingando mesmo e resmugando baixinho. - "Que porcaria de hotel é esse que não tem toalha..." - Se meu irmão Kani estivesse por perto, iria conversar com ele, fazendo a cara mais carismática que eu conseguisse ao ver ele. - "Kanizito, meu querido! Como você está?" - Colocaria a mão em seu ombro e sorriria de forma amigável.

"Que tal conhecermos esse enorme hotel juntos? Deve ter algo que possa nos interessar nesse luxo todo." - Diria de uma forma breve e se Shachi estivesse por perto, iria até ele prontamente. - "Gostaria de dar uma voltinha no hotel conosco? Pode ser algo interessante." - Caso o convite não seja aceito de primeira, insistiria mais um pouco gentilmente. - "Vamos! Não acha que seria meio chato ficar sozinho? Seria legal ter sua companhia." - Se fosse aceito, partiria com ele(s) na nossa pequena aventura. Ao sair de onde nós estávamos, buscaria algum folheto ou atração que poderia chamar minha atenção olhando ao redor do espaço. Queria passar um tempo com Kani para saber o que mais ele tinha feito depois de nossa separação. Nós temos uma ligação bem intensa e espero que consigamos juntar a arte e o mar harmoniosamente.
   


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Última edição por Blossom em Ter 22 Jun 2021 - 19:01, editado 3 vez(es) (Motivo da edição : Coloquei o título errado.)

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Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Ter 22 Jun 2021 - 19:44
SONETO A QUATRO MÃOS

A noite baixava junto com a chuva sobre aquela cidade fria, mas felizmente agora estava dentro de um lugar mais quentinho e aconchegante no belíssimo Hotel Belluci Spezzatura. Depois daquela calorosa reunião, me sentia muito melhor depois de ter falado com meus irmãos. Ainda assim, estava levemente exausto daquilo e buscaria me deitar em uma das camas disponíveis no quarto assim que entrasse nele. Daria um cochilo de alguns minutos para relaxar um pouco e me recuperar do dia cheio, mas acabaria acordando com uma voz bela que invadia meus ouvidos.

Abriria os olhos lentamente e ficaria de bruços com as mãos no queixo, olhando para a dona da voz, que era igualmente bela. Mesmo que não soubesse a música, cantarolaria um pouco a melodia em um tom agradável, apreciando a demonstração artística mesmo que a sirena ainda parecesse um tanto entediada. Até agora ela era uma das coisas mais fascinantes para mim. – D-de forma científica, é claro. – Pensaria para mim mesmo enquanto observava ela silenciosamente. De fato, a anatomia de uma habitante do mar era muito interessante para minhas pesquisas. No entanto, esperaria uma oportunidade melhor para falar sobre isso, já que talvez ela não ficasse muito confortável com minhas perguntas.

Ficaria um pouco enebriado com a canção melancólica e me lembraria dos tempos antigos no Orfanato. Estava tão feliz em ver meus irmãos depois de tanto tempo que era até nostálgico. O pensamento dos tempos antigos combinado com a voz cadenciada de Mika acabariam deixando meus olhos um pouco marejados. Ficaria um pouco triste de ter que me separar dos meus irmãos tão cedo, mas lembraria que Kou me acompanharia. Ela tinha sido minha melhor amiga por muito tempo, então me sentiria aliviado de ter um rosto familiar me acompanhando em minha futura jornada. Mal podia esperar para contar tudo que havia acontecido nos últimos anos.

Acabaria saindo do transe uma vez que Mika terminasse sua canção e reclamasse um pouco do tédio e da sede. – Ah, gostaria que eu buscasse um pouco? – Diria, me levantando da cama e oferecendo minha ajuda. Seria recebido com uma negativa e veria Mika logo saindo do quarto para explorar. Ficaria um tanto tentado a segui-la, mas ainda estava um pouco cansado e resolveria me deitar novamente. Logo notaria Kou saindo de um banho e sorriria quando ela me cumprimentasse. – Kouzinha! Estou um pouco cansado, mas acho que estou feliz de poder te ver de novo. – Diria com um sorriso cândido, me sentindo um pouco mais animado.

- Bom, eu ia dormir, mas acho que explorar deve ser mais interessante! – Responderia minha companheira e irmã de orfanato, prontamente me colocando de pé. Também esperaria que o tubarão se juntasse a nós caso não tivesse seguido sua protegida. Ficar perto de Shachi e Mika e passar um bom tempo com Kou seria siritástico! Me arrumaria um pouco passando a mão por cima de minhas roupas, já que tinha vindo sem uma troca, e iria rapidamente para fora do quarto.




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Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Seg 28 Jun 2021 - 0:32
Sirarossa
18:39
chuvendo



Mika Kani e Kou

Após um bom cochilo no luxuoso quarto do Hotel, os não dois, mas sim quatro indivíduos acordavam gradualmente, para Kani e Kou que dormiram no quarto alugado por Mika talvez a soneca não tenha sido tão prazerosa já que ambos tiveram que optar por dormir nos sofás e poltronas do quarto, locais não tão adequados para uma soneca longa como os mesmo tiveram, tendo até mesmo algumas dores por ficarem de mal jeito, mas mesmo com aquilo, os moveis a qual os dois dormiram tinham sido muito confortáveis. Mas diferente dos dois irmãos, Mika teve um sono muito prazeroso, já que o seu amigo Shachi tinha optado por ficar acordado por mais um tempo, ocasionado para o felizardo da Mulher Polvo a cama somente para ela, tal sendo de casal o espaço que ela tinha para si e seus tentáculos foi perfeito e a cama era extremamente confortável, sendo até mesmo um perigo para os que tem um sono mais pesado, que poderiam facilmente passar horas dormindo, mas quando a jovem mulher por fim acordou, parecia até mesmo acordado com o tentáculo esquerdo. O Tédio que já era perceptível somente olhando era ressaltado quando a mesma começava a cantar.

Tal cantoria que fez por Shachi que antes se encontrava a frente de uma janela observando a chuva no lado de fora, sem o seu terno e somente com o colete da vestimenta, se virar sutilmente e falar com a sua amiga - Dormiu bem?- e após soltar aquelas duas palavras apreciava o canto, Shachi por muito tempo estava junto com Mika e em todo esse tempo sempre pode ouvir a Sereia cantar, mas ele nunca perdia aquela expressão no rosto, uma expressão que não se podia da só uma palavra para explica-la, talvez felicidade, admiração, era difícil dizer, mas claramente ele gostava ouvir Mika cantando de um jeito especial. Mas quando a mesma reclamava de sede e o Tubarão Baleia ia abrindo sua boca para se voluntariar a pegar algo refrescante, Kani falava primeiro a mesma intenção. O Garoto aquele tempo todo estava a apreciar só não a beleza de sua companheira de tentáculos, mas também sua fisionomia,  Kani era realmente um garoto que amava aquela raça, e agora tinha dois daquela raça tão admirável como companheiros.

Mas mesmo que Kani tenha se voluntariado, e Shachi tenha demonstrado também querer ajudar, Mika recusava com facilidade os dois, os dizendo que iria passear pelo hotel e procurar algo para beber por si propria, afim de matar seu tédio, Shachi rapidamente se preparava para seguir sua companheira, mas decidia por ficar no quarto. Uma escolha talvez sabiá já que não era muito certo Mika ser seguida toda hora e sendo vigiada toda hora, mas não era como se o trio ficaria ali dentro do quarto sem fazer nada depois da partida da Cantora, aquele tempo todo Kou estava a tomar um belo banho num banheiro completo e com tudo que a garota precisava para cuidar bem de sua higiene e a mesma já tinha planos em mente.

Quando Kou por fim saia do seu banho ela rapidamente ia até o garoto Kani o convidando para passear pelo Hotel, tal como Mika antes tinha dito que faria, uma coincidência não? De todo modo não só Kani tinha sido convidado para ir junto com Kou mas Shachi também, o mesmo que simplesmente ignora a pequena Jovem continuando a olhar para a janela, mas na segunda tentativa da humana, o Homem Tubarão-Baleia suspirava se virando para os dois e falando -Uma hora ou outra vou ter que me enturmar com vocês, então sim eu vou com vocês, talvez eu já veja se a Mika esta bem- após isso o mesmo pegava o seu terno e vestia seguindo os dois Jovens irmãos.

Kou que agora estava a guiar a dupla atrás dela procurava por algo que que parece divertido ou atraente para o olhar, focando em panfletos, mas nada de muito grande era possível de se achar além dos cartazes sobre os Papagaios Alaranjados, talvez o trio tivesse mais sorte andando mais um pouco pelo o Hotel Belucci e até mesmo tivessem a chance de se esbarrar com Mika
.
Mika

A Mulher com a beleza resplendora e que na noite passada tinha conquistado o coração de alguns finalmente aparecia para aqueles que a esperavam para tentar ter uma chance com a mesma, principalmente agora que o Guarda-costa da mulher polvo não estava na sua cola, mas infelizmente os sentimentos dos pobres homens não eram correspondidos e nem mesmo um olhar era recebido, a Moça com seus tentáculos que tinham 45 kilos de pura força desfilavam entre as pessoas até chegar no bar que se encontrava no meio do salão que a pouco tempo atrás tinha se encontrado com muitos amigos de seu querido Arthur Lancaster que não se encontrava mais ali, muito menos a jovem Evelyn.

Mas Mika já tinha um objetivo na sua mente, talvez dois, perguntando sobre aonde poderia ter um copo d'gua para o Bartender o mesmo não falava nada e pegava com rapidez uma garrafa de água que antes se encontrava num balde cheio de gelo, botando num corpo e entregando para a Cantora e com profissionalismo respondendo a mesma - Na recepção tem um mapa do primeiro andar na parede, o mapa dos outros andares ficam em seus respectivos... Andares- assim o homem que parecia um tanto cansado, talvez fazendo hora extra, continuava a atender mais pessoas que não paravam de vir.


Liebe

Após Liebe ter recebido o beijo da Sereia o mesmo ficava alguns segundos a observar a mulher partir, o Touro começava a memorizar seu cheiro e gosto até que por fim o Homem com seu par de chifres focava no seu mais novo trabalho naquele hotel tão luxuoso, talvez uma oportunidade de conhecer mais o edifício um momento se mostraria ser possível, mas claramente não naquele momento. Enquanto o Homem o explicava oque talvez fosse o obvio, o Mink tentava e conseguia escutar pequenos murmúrios que para sua audição era escutáveis, algumas conversas sendo apenas papos inúteis sobre coisas inúteis enquanto outros, mesmo que escondidos entre as muitas e muitas bocas a qual falavam, pegavam um certo interesse para o Mink. O Homem de Chifres ouvia somente frações da conversa, mas a palavra que ele conseguia ouvir nitidamente era "Alvo" e "Toneladas de Dinheiro", o contexto da conversa era difícil de saber, se aproximando mais daquelas possíveis vozes e se focando um pouco mais nelas era claramente possível saber oque eles falavam.

Mas enquanto Liebe não se dava o luxo de ouvir aquela conversa em questão, o Touro que agora se traçava com roupas indecentes começava a passear pelo comodo aonde a cada passo um olhar ou outro lhe era direcionado, e o mesmo dava elogios para pessoas a quais ele servia e a quem ele via, muitos pareciam gostar do que agora andava entre eles, como não se encantar com uma criatura exótica a qual as vestimentas eram muito provocantes para alguns, oque ocasionalmente fazia com que mãos bobas fosse até o ser de grande altura e força.

Mas o Mink não se prendia somente em bajular um homem só ou ficar parado para que as pessoas o tocassem, como um bom Garçom sempre se movimentando pelo comodo para  fazer o seu trabalho e suas tarefas, mesmo que tendo tarefas um tanto peculiares quanto a de um garçom comum, ele mostrava ter capacidade de se guiar entre as mesas até que por fim achar a mesa numero 13. Na hora de entregar o vinho dois homens estavam a jogar conversa fora, os mesmo que possuíam vestes luxuosas, um dos homens era um pessoa careca e pequena, não que ser pequeno fosse difícil ao ser comparado com Liebe, mas para a altura normal de humanos, aquele careca era especificamente pequeno, até demais, o mesmo parecia ter um rosto alegre sendo que tinha olheiras que demonstravam a falta de descanso.

Enquanto isso o outro homem era ligeiramente gordo e possuía mais pertences de valor não só em seu pescoço mas como em boa parte de suas vestes, falava irritado com o seu companheiro e fazia muitas vezes gestões com a mão, oque ele falava até o momento parecia incompreensivo, mas o careca parecia entender com facilidade oque era dito assentindo com a cabeça sempre quando o outro falava, mas quando tal homem que ante falava coisas sem sentido via que o vinho tinha chegado ele ficava calado, abrindo um sorriso enquanto olhava parte por parte o Grande Mink Touro, Liebe com sutileza começava a por o vinho nas taças que já estavam sobre a mesa, enquanto sobre a mesma outras garrafas já se encontravam ali, demonstrando que a dupla já estava lá a um tempo.

- Nunca te vi aqui antes camarada, deve ser novo aqui não é? Bom, com um corpo desses você vai ser da bem trabalhando aqui, se importaria em se sentar conosco? Não tomarei muito de seu tempo e acredito que o que eu tenho a dizer seja interessante- o Careca falava ao perceber o olhar no seu amigo, deslizando uma quantia de berries que no momento era difícil de saber a quantia, mas claramente não era pouca, talvez um incentivo para que Liebe se sentasse junto a dupla. Enquanto isso o ser de barriga um tanto volumosa puxava uma cadeira a qual o Touro provavelmente deveria se sentar, em meio a esse ato o mesmo apreciava o vinho recém posto em sua taça.

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Ter 29 Jun 2021 - 11:11
Sirarossa, West BlueSoneto a Quatro Mãos
Ainda que seus olhos fossem defeituosos, Liebe logo constatou que o seu olfato e a sua audição seriam suficientemente adequados para que fosse capaz de se localizar dentro daquele ambiente nada exotérico. Queria, no entanto, ser capaz de anular o próprio tato por alguns horas, para que não fosse capaz de sentir tantas mãos explorando seu corpo de forma indesejada; cada gesto, cada toque, cada pequena invasão em seu espaço individual fazia com que seu estômago revirasse do avesso, mas ele procurou manter o semblante tranquilo, apesar de sua iminente ânsia de vômito. Sorria com cortesia e sedução, tecendo comentários educados – e, muitas vezes, lascivos – aqui e ali, já que, embora fossem majoritariamente falsos, eles se demonstravam boas armas na arte da conquista.

Foi enquanto transitava entre uma mesa e outra que ele ouviu, por acaso, uma conversa entrecortada que lhe chamou a atenção. Não conseguiu decifrar com exatidão o teor do assunto, mas toneladas de dinheiro, mesmo fora de contexto, decerto era uma ponderação interessante para alguém tão ambicioso quanto o mink. Concentrou-se nas vozes por um momento, procurando gravar a sonoridade de cada uma delas na memória, para buscá-las novamente quando tivesse uma boa oportunidade.

Não obstante, quando finalmente arpoou em seu destino final, Liebe decidiu que dedicaria toda a sua atenção para os dois clientes à sua frente. Observou-os com a diligência que o trabalho exigiria, estudando vestimentas, trejeitos e comportamentos, para decidir qual deles deveria ser seu foco principal, mas ambos lhe pareciam pobretões em ascensão.

O primeiro deles, mais baixo que a média dos humanos mais simplórios, detinha marcas tão profundas sob os olhos, que Liebe se perguntou há quanto tempo o homem não dormia; gente rica de berço, por mais que viesse a gostar de uma boa aventura noturna, sabia o valor do descanso e da boa aparência na hora de fechar negócios. Já o outro, cuja língua falada parecia ser desconhecida aos ouvidos do mink, estava tão abarrotado com o que pareciam ser joias, que Liebe quase imaginou ver tatuado em sua testa a palavra ostentação. Mas tais constatações, no entanto, fossem elas reais ou não, não poderiam ser tratadas de outra forma se não com indiferença, disso Liebe bem sabia.

Indo além, o Touro não se permitiu expressar seus julgamentos enquanto servia a bebida aos dois homens, ouvindo pacientemente as observações tecidas pelo mais baixinho. Seus elogios eram óbvios e desprovidos de classe, ouvidos tantas repetidas vezes, que já não eram capazes de despertar em Liebe qualquer regozijo pessoal. Ainda assim, o mink sorriu timidamente, fingindo lisonjeio, antes de encarar a figura careca nos olhos.

É muita delicadeza de sua parte reparar em mim, senhor, ♡” agradeceu, todo manso e requinte, antes de pedir licença para sentar-se à mesa com ambos os clientes. Observou o 13 sobre ela de soslaio, e sentiu um calafrio subir-lhe a espinha inesperadamente; Liebe havia ignorado a numeração mais cedo, por achar que não precisaria lidar com ela por muito tempo, mas, dada a nova conjectura a qual havia se metido, ficava claro, em sua cabeça supersticiosa, que aquilo não haveria de ser um bom sinal.

De forma quase mecânica, sacou o saleiro, que havia guardado mais cedo no bolso, e jogou duas pitadas do pó branco sobre um dos ombros, procurando naturalizar o gesto da melhor forma que conseguiu. “Perdoem-me, hábitos antigos são difíceis de largar. Decerto há de ser alguma coisa própria da minha cultura exótica,” comentaria, caso notasse sinais de estranhamento nos rostos dos clientes ou ouvisse algum comentário a respeito do seu ato posteriormente. Humanos naturalmente viam minks como especiarias incomuns para seus paladares, apreciadores típicos de qualquer estrangeirismo, por isso Liebe aprendeu a encaixar qualquer coisa que fizesse como algo próprio da sua espécie, o que tendia a despertar o apreço daqueles espécimes mais ordinários.

Bem... Como alguém como eu poderia lhes ser útil? ♡” Perguntou, deixando seu olhar repousar sobre o gordo capital disposto sobre a mesa. Em seguida, mantendo o tronco sutilmente inclinado para frente como demonstração de interesse, ele apoiou um dos cotovelos sobre a mesa, segurando o próprio queixo entre o dedão e o indicador de sua mão, os olhos voltados para o homem mais pomposo.


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Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Qua 30 Jun 2021 - 18:12


 
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Soneto a Quatro Mãos

 
Um pouco de desconforto invadia o meu corpo enquanto caminhava, possivelmente causado pelo lugar que tirei uma breve soneca. A minha esperança é que aquilo passasse logo enquanto explorava a grande luxosidade do hotel. Ao sair do quarto notei que a sirena não estava lá, fiquei imaginando onde ela teria se metido. - "Huh... onde está a senhorita Mika?" - Perguntaria mostrando estar preocupada com a mais velha para os dois parceiros que me seguiam, esperando que eles conseguissem saciar minha dúvida. Se Shachi me respondesse primeiro, deixaria escapar um sorriso orgulhoso por ter convencido o mesmo a sair conosco depois de ser ignorada. Se a resposta fosse positiva seria melhor ainda! - "Bom, não achei nada de interessante nessa parte do hotel. Poderíamos encontrar ela e talvez nos juntarmos." - Diria depois de ver um dos cartazes dos Papagaios Alaranjados, não mostrando tanto interesse.

Após a sugestão, continuaria caminhando e ouvindo atentamente o que eles tinham a dizer e, se a decisão de procurar Mika fosse tomada, concordaria acenando com a cabeça e prosseguiria até o lugar que ela poderia estar. Enquanto andávamos, tive a ideia de colocarmos o papo em dia. Seria um momento bom para isso? Não sei, mas queria saber de onde o tritão veio e saber como meu irmão estava depois de sair do orfanato. - "Kanizito, ficamos um bom tempo sem ter contato um com o outro. Gostaria de saber como tem vivido nesses últimos anos se quiser contar, claro." - Se ele tivesse aceitado dizer os acontecimentos de sua vida, ouviria atentamente sua história e ainda prestando atenção em chegar no objetivo principal. Ao final de seu relato, caso ele tivesse feito uma pergunta sobre o que passei também, começaria a contar.

"Como eu disse antes, fui adotada depois de tanto tempo morando no orfanato... nosso antigo lar." - Daria um pequeno suspiro ao me lembrar do trágico fim do lugar que me acolheu quase minha vida inteira, mudando meu semblante para um mais preocupado. - Espero que a justiça por esse lugar seja feita logo. - "Enfim... meu pai é um artista como eu. Estou morando com ele por longos cinco anos e fui recebida com muito carinho por ele. Sempre que aprendo algo novo com ele me sinto muito bem e conseguimos viver tranquilamente juntos. Ele foi um dos principais motivos para continuar vivendo, a última esperança que tive. Recentemente meu pai viajou para Toroa a trabalho, espero que ele volte logo." - Terminaria de contar fazendo uma pequena pausa se eles quisessem dizer algo.

Teria uma pequena curiosidade para saber a relação de Mika com Shachi, fazendo-me ponderar brevemente sobre isso. - "Senhor Shachi, como conheceu a senhorita Mika?" - Se ele não quisesse responder, não persistiria na pergunta já que haveria uma possibilidade de ele não se sentir confortável respondendo, mesmo com muita vontade de insistir. Caso nós conseguíssemos encontrar a sirena independente da escolha anterior, iria até ela cumprimentando com uma breve saudação e um sorriso gentil, mostrando estar contente em vê-la, principalmente por sua beleza. - "Boa noite, senhorita Mika. Como você está? Decidimos sair para explorar o hotel também e gostaria de perguntar se quer se juntar a nós se não for um incômodo." - Se não achássemos a sirena nesse tempo, tentaria puxar outra conversa com meus parceiros. - "Vocês estão com fome? Deve ter um restaurante aqui para os hóspedes." - Sugeriria calmamente.
   


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Re: Take 1 – Soneto a Quatro Mãos Qua 30 Jun 2021 - 23:11


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Um suspiro cansado escapava dos lábios da sereia, que em seguida juntava esses com o copo para tomar o líquido de seu almejo, enquanto vislumbrava o cenário a sua volta com um pesar em seus olhos. "Nada que não tenha visto aqui antes, será que não tem outras atrações além do Salão de Festas?" Refletia em silêncio, continuando a molhar seus lábios enquanto passava a língua entre eles - um tanto infantil - antes de se virar outra vez para um dos Barmans ali próximos.

Com licença, mais uma vez. — Chamaria de onde estava. — Poderia me dizer quais atrações existem a esse horário além da banda presente? Alguma sugestão diferente? Gostaria de algo que pudesse me entreter durante essa noite... — Diria com sua voz desanimada, a mesma que persistia desde sua saída do quarto, terminando com mais um suspiro no final de sua fala. "Será mesmo que foi uma boa ideia sair do quarto?"

Independente da resposta que recebesse, ou mesmo que essa não viesse, Mika permaneceria em seu assento prestando atenção a música que ressoava o ambiente, imaginando que seria dos conhecidos de mais cedo. Na hipótese de abordada por Kou, a sereia esboçaria um pequeno sorriso em retribuição a mais nova, também observando que a mesma estaria acompanhada de Kani e Shachi. — Eu adoraria, explorar sozinha realmente não é muito agradável, mas em grupo acredito ser mais divertido. — Diria um pouco mais contente, ao ver-se cercada por quem chamaria de amigos dali em diante, reconhecendo esse sentimento instantes depois.  — Não estou com fome no momento, mas, talvez pudéssemos aproveitar o restante da noite para nos conhecer melhor, principalmente sobre nossas metas pessoais. — Seguiria, voltando a sua naturalidade com um semblante alegre. — Se vamos viajar juntos, precisamos saber quais os objetivos a curto e longo prazo que cada um possuí, assim poderemos auxiliar uns aos outros como uma equipe em nossos projetos. — Explicaria, pausando em seguida para que todos processassem sua fala, antes de terminar dizendo suas próprias metas. — Atualmente eu procura alguma produtora de música para começar minha carreira, porém, todas que eu e Shachi encontramos até então eram muitas desfavoráveis e não aceitavam mudar seus termos... Vocês teriam alguma sugestão em pró disso?



Objetivos:

Ponto-Situação do Personagem:

Considerações:

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"Eu não sou arrogante. Arrogante é você que pensa estar no mesmo nível que eu."