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Kenshin
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Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 10, 2021 10:03 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Os Monarcas - I Efeito Borboleta

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Daisuke Ito, Saori Ito e Alexander Lancaster Cavendish III. A qual não possui narrador definido.

_________________

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

2Miaus
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qui Jun 03, 2021 3:46 pm

    
Narração: 004 / Os Monarcas / Flevance, 11:30, 12ºC

    

    
Os Monarcas: XXX

    


 
Trilha Sonora:
   
Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 4 54baecdf6eba60d7ff2e78ae69954336c24b033er1-735-372v2_hq
   
Introdução
   
Expectativas, medos, ansiedade... Já se sentiram assim ao chegar num lugar novo ou quando conheceram pessoas novas? É comum ficar apreensivos nesse tipos de situações. Porém, para quem está acostumado com a solidão, o maior medo é continuar sozinho. Será que alguém vai conseguir te ver através da escuridão? Mas quem deve dar o primeiro passo??

Quando não tivermos medo de nos expor, quando permitirmos que as pessoas conheçam nossos defeitos e qualidades e nos aceitem como tal,  só assim poderemos chamar essa pessoa de amigo. E saberemos que não estaremos mais sozinhos.
   
Badar e Shinto

O menino que não conhecia o lado de fora e tinha receio das pessoas, ficou surpreendido com a multidão a sua volta. E eles estavam sendo bem generosos com suas gorjetas. Nesse entusiasmo o rapaz recolhe as notas maiores e corre em direção a loja, nem dando tempo das pessoas o agradecerem devidamente. A atendente achou o jovem e a música tão bonita que deu um desconto pela flauta.

Após voltar ao lado de Baldo, o menino estava recolhendo as moedas do chão. O lobo se aproximou pedindo um carinho e Badar acariciava o amigo, enquanto guardava as moedas no bolso. Para sua surpresa achou um papel e lembrou do seu objetivo, mas antes que desse mais atenção a esse detalhe, percebeu que um homem de cabelos prateados estava o observando.

Shinto tinha aproveitado o tempo sozinho para passar no banco e comprar a medicação de Alex, enquanto ele retornava para o hospital, percebeu o jovem se apresentando e quando o menino e o lobo estavam sozinhos, ele se aproximou dos dois e os abraçou. O lobo ficou acuado e acreditou que o homem estava ferindo seu dono e sem pestanejar mordeu o ombro de Shinto, que sentia as presas afundando em sua carne.

Badar tentou refrear o animal, que após o ataque se posicionou ao lado do menino com os pelos eriçados, se fosse necessário atacaria novamente. Mas para a surpresa dos dois, o homem estava sorrindo e parecia feliz com a relação dos dois, mesmo que seu ombro estivesse latejando, Shinto não demonstrava nenhum desconforto. Badar estava curioso sobre aquela atitude e queria saber mais sobre Shinto. Já o padre parecia que havia ganhado um presente dos seus pais ao encontrar seus irmãos por seu caminho e nem pestanejou em querer levar eles em sua companhia.

Se Badar e Balto aceitassem seguir aquele homem, Shinto andava pelas ruas de maneira altiva, como se o mundo devesse curvar aos seus pés e Badar percebia isso, esse ar de luxo que só pessoas muito ricas tem. As ruas da cidade estavam mais tranquilas, porque estava na hora do almoço. A maioria dos cidadãos deviam estar comendo em restaurantes ou em suas casas. Pelo caminho Shinto encontrou a loja de arma que desejava. Badar se quisesse também poderia comprar uma arma.



Alex, Haru, John
 
Alex suportou bem o tratamento com as agulhas e sentiu certo alivio enquanto aguardava pacientemente o tratamento acabar, John esteve ao seu lado o tempo todo, mas teve momentos em que divaga sobre as obrigações de ser em escravo e o que almejava pro futuro como um ferreiro. Mas o homem não compartilhava esses sentimentos com seu mestre, pelo contrario, precisava reforçar mentalmente que era apenas um escravo e com isso não tinha vontade própria. Até fingiu um sorriso para agradar Alex. Parecia que os dois homens não iriam demonstrar suas fraquezas tão cedo.

Enquanto isso Haru parecia estar conhecendo um mundo totalmente novo. Conforme solicitado, a médica oriental escreveu a receita do medicamento e as orientações sobre a alimentação. Juntas elas caminharam até a enfermaria novamente e percebeu a maneira que ela retirou as agulhas e avaliou Alex novamente. Ao entregar o livro para Haru, respondeu mais algumas dúvidas.



Alex se levantava da maca e parecia estar bem disposto. O rei pagou, 200 berries pelo tratamento e pediu informações sobre a loja de arma, havia uma próxima do hospital. Haru, Alex e Shinto caminharam em direção a loja, as ruas estavam mais vazias do que antes e o clima um pouco mais quente. Para a surpresa do grupo, Shinto também estava no local escolhendo sua arma e junto a ele tinha um garoto de cabelos prateados e um lobo gigante, que ficaria em alerta caso outro humano se aproximasse do seu dono. Alex rapidamente solicitou uma espada.



Kaplya, Shira, Saori, Ryuu e Daisuke
   
A situação do porto era a seguinte, Daisuke e Shiranai estavam no centro de uma roda de pessoas, que só agora pensavam em correr para longe. Os dois inimigos, Genji estava alguns metros de distancia de Daisuke, mas mais próximo de Shiranai, tanto que o homem de uniforme tentou chutar a mulher, mas ela desviou do ataque.

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 4 Porto-1
   
No momento em que Dai pensava em atacar seus oponentes, sentiu a vista embaçar e sentia o cenário ao seu redor girando, ele já conhecia aquela sensação e conforme uma parte de si queria explodir de raiva a outra parecia respirar aliviada. Daisuke estava livre novamente e percebeu que Hanzo, o homem de agasalho branco, mirava a arma na jovem de cabelos prateados. Nesses momentos de tensão, todos os sons pareciam ter ficado abafados.

Daisuke corria na direção da jovem de cabelos prateados, Hanzo apertava o gatilho enquanto, Shiranai lança sua adaga no ar, a lamina da arma corta a munição, devido a destreza da jovem e a bala se desfaz no ar, como não teve nenhuma combustão, a arma apenas foi dividida em duas. Shiranai sente duas mãos a empurrando para longe, devido a velocidade e força de Daisuke a mulher é jogava para trás e acaba caindo sobre algumas pessoas que estavam se dispersando do circulo. Já o homem de cabelos rosas, no seu ato altruísta, acabou deixando suas costas expostas para que Genji pudesse atacar.

Genji era um oponente forte e usando o sapato laminado, deu um chute com ângulo de 90º no ombro do rapaz, que causou um ferimento profundo, pois  a lamina chegou perfurar a musculatura e possivelmente alguns ligamentos, sendo assim ele não poderá mover o ombro esquerdo por um tempo.



Genji pisa sobre o ombro ferido de Daisuke, no chão ele vê Saori correndo na direção deles. A menina ao ver o garoto caído percebe que aquele não era o irmão, mas ela tinha certeza que escutou sua voz em algum lugar. Mas agora não tinha como recuar pois já estava próxima suficiente de Hanzo e mira seu chicote no bolso, utilizando o acerto a menina consegue derrubar o maço de cigarro e o isqueiro no chão. Num momento de distração do atirador ela corre na direção do objeto caído.  A garota Ito agora estava exposta a mira da arma que apontava para a sua cabeça, mas ainda assim acendeu o isqueiro e em segundos as chamas os rodearam. Hanzo sentia as chamas subindo pelas suas pernas, mas Saori também estava em perigo. Sentia o calor subir por suas roupas e em questão de segundos, poderia ter as pernas queimadas também.

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 4 Porto-2

Considerações da luta
Spoiler:

Enquanto isso, Kaplya dava algumas ordens para Ryuu, que deixou o príncipe com ódio de estar sendo subordinado as ordens de um simples plebeu, Ryuu correu em direção aos marinheiros, aproveitando o caos que o porto se encontrava. Ele em poucos segundos alcançou os 2 marinheiros que estavam mais recuados, um deles tinha tinha um rifle e o outro estava desarmado. Com os punhos nos bolsos, os homens não perceberam que ele estava armado e com facilidade, Ryuu conseguiu nocautear o atirador de rifle e ao tentar socar o segundo, este recuou com um pulo para trás, já que viu o companheiro sendo agredido. Este marinheiro, iria avançar na direção de Ryuu, estava com as guardas altas, protegendo bem o rosto, pela postura parecia ser um pugilista e preparava um soco na região do abdomen de Ryuu.

Kaplya manteve seu disfarce e avançava tropeçando pelo caminho, ele tromba de proposito no marinheiro desarmado e saca sua espada, a lamina perfura seu queixo e atravessa seu crânio, como se não bastasse o golpe mortal, ele retalha o rosto do marinheiro com suas garras. As pessoas ao redor gritam horrorizadas. O mink se aproxima do segundo oponente, que tinha uma espada também e bloqueou as laminas com um corte vertical. Além disso restava 1 marinheiros armado com rifle que mantinha ora Kaplya ora Ryuu sobre sua mira.



As pessoas ao redor começavam a gritar FOGO!! O cheiro de queimado e as labaredas avançavam sobre o porto. Shiranai perceberia que as chamas estavam se alastrando muito rápido. Genji ainda pisava sobre Daisuke o impossibilitando do jovem se levantar, as chamas se aproximava dos dois. E a menina de cabelos prateados não conseguia mais ver Saori, que estava atrás da cortina de fogo e fumaça.
   
OFF:
   
Histórico:
   
Legenda/ NPC:
   
   
    
2Miaus
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Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 4 The_sun
Saori
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SaoriDesigner
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Jun 05, 2021 3:08 pm
Let life do with you what primrose does with flowers
O fogo começava a crepitar, concedendo seu abraço caloroso por onde havia vinho derramado. Saori tinha em mente soltar o isqueiro e recuar. Mas bastou um olhar para o lado para que suas pernas paralisassem: sua cabeça estava sob a mira da pistola. O medo petrificou seus membros de tal maneira que até sua respiração foi abafada. E o fogo continuava a se alastrar. Em pouco tempo, ambos, Saori e o atirador, seriam abraçados como o vinho.

Dentro de um armário e sob uma pilha de roupas, os irmãos foram colocados. Um beijo na testa dos dois selou a despedida, que não teve tempo para cordialidade. Instantes depois, barulhos começaram a soar alto, eles atravessavam os cômodos da casa, e reverberavam pela fresta da porta entreaberta do móvel. O tilintar de lâminas. O grito dos pais.

[...]

Maximus ousou se levantar e deixar o esconderijo. Ele segurou Saori pela mão. O gesto compartilhou coragem entre os dois, e os incentivou a desbravar a casa. Passando pelos escombros — vestígios das lutas que houveram por ali —,  depararam-se com uma cena perturbadora: seus pais prostrados no chão, sobre a poça do próprio sangue.

Algumas lágrimas começavam a escorrer sobre as bochechas vermelhas de Saori. Ela não queria perder seu irmão, assim como perdeu seus pais. Mas as memórias, ocasionadas pela situação, vieram à tona perturbando sua mente e martelando seu coração. O medo de seu trauma a segurava com amarras mais fortes do que o calor do fogo, do que a ameaça de morte da pistola.

Sutilmente, pela boca a garota encheu os pulmões com ar puro — antes que a fumaça o contaminasse. Os olhos verdes de Saori faiscaram entre as lágrimas, sustentando o fitar da mira daquela arma. Da periferia da visão, ela viu as labaredas subirem nas pernas do atirador. "É a minha chance", constatou num pensamento tão rápido quanto o disparo da pistola.

Saori buscou no coração a própria coragem e encontrou de sobra, motivada pelo juramento de seu irmão e pelos anos que passou querendo reencontrá-lo. Ela desejava ver o rosto crescido daquele garotinho presente em sua mente, nem que fosse por mais uma única vez.

O homem não manteria a pose, afinal, não era um suicida ou não parecia ser. Portanto, seu reflexo falaria mais alto no momento em que as chamas tocassem suas pernas — e Saori esperava por isso. No primeiro sinal de evasiva por parte do atirador, a garota aproveitaria para atacar.

Apesar do medo, do trauma, das lágrimas, a garota reuniu o resto de força que tinha em seus músculos para lutar pelo seu irmão.

Embora abatida pelos grilhões do passado, de novo o chicote seria brandido, então sua corda alçaria voo até a mão que segurava a pistola. Dessa vez, mais fraca, porém Saori ainda tinha a situação ao seu favor. Caso o estalo do couro fosse ouvido, aquele homem já não estaria mais armado, quiçá sem algum dedo.

Sem pestanejar, a garota dispararia velozmente aproveitando-se da segunda brecha criada — a provocada pelo golpe do chicote. Com as pernas bem flexionadas e aquecidas pela corrida, ela realizaria a técnica Mondolio Rurio Tchagui, um chute giratório. Em sua memória havia as lembranças de cada dia de luta, quando assistia ao seu pai ensinar os golpes de Taekwondo para Maximus.

A intenção era acertar o homem na cabeça e, se possível, direto contra a têmpora. Dessa maneira, ela o desestabilizaria, e ao perder o equilíbrio ele iria cair na parede de fogo que separava Saori de seu irmão e Shiranai. Se obtivesse sucesso em sua ação, a de fios rosados teria uma ponte provisória para atravessar as chamas e reencontrar a pessoa mais importante para ela — e assim o faria.

Trilha Sonora:

Considerações:Ficha na assinatura.
Histórico:
Ganhos: Chicote (Clássico, +2 de destreza por nível).
Perdas: 250.000 ฿S.
Objetivos:
Conseguir um Chicote;
Obter a qualidade Precisão Temporal;
Aprender a proficiência Física.
615 palavras // tag: cheirinho de flores // outfit // local: ilha flevance


Última edição por Saori em Sab Jun 05, 2021 6:34 pm, editado 1 vez(es)

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DarkWoodsKeeper
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Jun 05, 2021 6:33 pm
Badar Alluartie
Efeito Borboleta





Por mais que eu não estivesse acostumado a interagir com humanos, Shinto me pareceu digno de confiança. Ainda que Balto se mostrasse desconfiado, eu o calmaria e ouviria Shinto falar sobre seu grupo e a intenção deles de viajar pelo mundo. Se não bastasse isso, o rapaz ainda nos fez um convite para acompanhá-los. Aquilo me soaria como algo incrível e conveniente: viajando com outras pessoas eu teria mais chance de achar a ilha que eu tanto almejava encontrar e ainda poderia fugir dos Rare Hunters que com certeza já deviam estavar no meu encalce. Quando Shinto terminasse sua fala, eu logo responderia com um certo entusiasmo:


- Viajar com vocês? - eu olharia para Balto e me agacharia ao seu lado - Vocês acolheriam nós dois? - "Isso é... interesse? Ele queria algo de mim?" Ninguém nunca fez nada por mim antes sem que eu precisasse performar ou fazer algo em troca. Aquele ato me deixaria surpreso, mas também me faria sentir uma certa... esperança. - Nós adoraríamos ir!


Assim, sem que eu percebesse, eu estava começando minha jornada em busca do meu passado com um grupo de pessoas que marcaria a minha vida.


Me preparando para acompanhar Shinto, eu comentaria com Balto:


- Parece que vamos conseguir despistar Clayton e seus capangas! Espero que Shinto e seus amigos estejam prestes a partir dessa ilha. Mal posso esperar para sair daqui conhecer o mundo!




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Quando nós dois alcançássemos o rapaz de cabelos longos e prateados, eu ouviria uma pergunta a respeito do meu passado. Eu não estava pronto para compartilhar minha história com Shinto ainda. E se ele conhecesse os Rare Hunters?  


- Eu... bom... Nós não somos dessa ilha. Chgeamos de barco recentemente. Mas e seu grupo, está só de passagem por aqui? - Eu sorriria enquanto mudava de assunto sem a menor delicadeza. Não queria continuar falando sobre mim.


Com sua resposta e seu jeito de falar, eu diria para o rapaz:


- Você fala de um jeito estranho. Gostei disso! - falaria com um sorriso no rosto - É divertido ouvir alguém que fala como as pessoas que tem muito dinheiro, não é Balto?


Shinto então me perguntaria quando conheci Balto. Eu responderia com um certo orgulho de quem fala bem sobre um parente:


- Eu o conheço desde sempre! Balto me criou e cuidou de mim desde quando eu era apenas um bebê! - diria essa última parte colocando minha mão na cabeça do lobo e sorrindo.


Porém, a pergunta que se seguiria tiraria todo o brilho de meus olhos. Shinto queria saber sobre meus pais. Eu não seria grosso, mas responderia em um uma frase curta e em monótona:


- Acho que eu eu não quero conversar sobre isso.



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Nós então chegaríamos a uma loja de armas. Eu nunca havia usado lâminas antes que não fossem as facas de arremesso de minhas performances. Porém Shinto me convenceu que era importante ter uma proteção durante as viagens. Eu então iria atrás de algo que me fosse familiar.

No interior da loja, eu cumprimentaria o dono com um breve "- Olá!" e começaria a olhar as preateleiras. Eu então fui atraído por duas lâminas em formato de lua crescente e um pequeno conjunto de adagas de arremesso.


- Quanto custam essas lâminas de lua e essas adagas? - eu perguntaria ao lojista. Se tivesse dinheiro o suficiente, levaria duas Lâminas da lua crescente e até quatro adagas de arremesso. Senão, compraria apenas uma Lâmina da lua crescente e as adagas ou então apenas a Lâmina, o que meu dinheiro permitisse.


Me chamaria a atenção a chegada de um trio desconhecido: uma mink coelha e dois homens. A mink tinha cabelos rosados e duas longas e felpudas orelhas no topo de sua cabeça. Ela me fez lembrar de uma época boa do Viveiro. Um dos homem tinha cabelos vermelhos e olhos penetrantes e algo em sua linguagem corporal me lembrava o ar de superioridade que eu via em Clayton, o que me intimidou de certa forma. Porém, o que mais me surpreendeu no trio foi a altura do terceiro integrante. Era um homem de cabelos pretos e que parecia ter o dobro do meu tamanho. Shinto parecia conhecê-los, então eu me aproximaria e me apresentaria:


- Olá! Meu nome é Badar e esse aqui é o Balto - Eu falaria enquanto me abaixava para abraçá-lo e, assim, acalmá-lo.



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Eu os escutaria e, caso fosse mencionado que o homem ruivo era o rei, eu diria:


- Rei? Você é o rei? Mas onde está sua coroa? - diria em tom curioso enquanto inclinava minha cabeça para o lado, sem perceber que poderia não ter sido muito educado.



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Caso não houvesse nenhuma resposta irritada ou bronca por parte do suposto rei, eu continuaria - Bom, é um prazer conhecer vocês três! Ainda mais uma mink coelha! Faz tempo que eu não vejo uma! - eu diria, sorrindo para a garota.


Graças à presença da mink, eu me sentiria mais à vontade para conversar.


Informações

  • Falas
  • Pensamentos

  • Posts: 5

  • Ganhos: Flauta transversal (instrumento musical) + 2.000 ฿S
  • Perdas: -x-




Objetivos

  • Aprender caça
  • Aprender pesca
  • Encontrar o resto do bando
  • Adquirir uma arma principal (Lâminas da lua crescente) e facas (adagas) de arremesso
  • Adquirir uma flauta (ou ocarina ou outro instrumento de sopro)
  • Fazer uma performance (e tentar ganhar uns trocados hehehe)



"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

▲ Thanks, Frankie @ Graphic Dreams ▲

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Ex-Panda
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Créditos : 08
Ex-PandaCivil
https://www.allbluerpg.com/t1611-zayn#17239 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue#16916
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Jun 05, 2021 10:03 pm

GODS BLESS THE KING


Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 4 QRqQSkL


U ma boa surpresa acontecia e eu percebia que Shinto estava próximo a nós com um garoto de cabelos prateados e um incrível grande lobo, o que não era muito comum por essas áreas.

Antes que eu fosse ir falar com os dois, precisava terminar de comprar minha espada, ele me oferecia uma mais barata e uma que pelo visto era mais incrível, e claro que um rei como eu não poderia se armar com qualquer “faca de pão”.


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Uma espada digna de um rei! Era finalmente encontrada, eu olharia para ele com um simpático sorriso no rosto e então diria.

— Me veja a formidável então, está aqui o dinheiro!

Retirava minha carteira e pagava o homem, logo após agora já estar armado e colocá-la em minhas costas presa em sua bainha iria para onde estão os dois, Shinto e Badar que neste momento já estavam dentro da loja também, e aproveitava e respondia John sobre antes.

— Acho que entendo seu ponto John, mas um escravo é uma pessoa sem liberdade, mas tu tens a sua, então mesmo que se considere um, já não pode mais ser intitulado assim, mas se lhe deixa mais leve, tu és um serviçal meu de toda forma.

Impressionante como a sua criação foi tão alienada a ponto de fazer um ser humano gostar de ser um escravo, e ate mesmo se orgulhar de ser um, fascinante eu pensava comigo mesmo.

— Shinto meu padre, conseguistes comprar o que eu lhe pedi? Se não está tudo bem, a medica do atendimento me deu este aqui para inalar caso precise.

Se shinto me explicasse a situação do garoto e que havia o chamado para andar com a gente diria para ele em um sussurro.

— Se o senhor padre decidiu ser valido esta criança nos seguir então eu não tenho contestações sobre a tua vontade, espero que Luminis e Hemonis a abençoe como faz com nós todos os dias.

Olharia para o rapaz de cabelos brancos que andava com o lobo se apresentando, Badar era seu nome, interessante, logo eu me apresentava também retribuindo o ato de gentileza.

— Olá pequeno Badar e Balto, meu nome é Alexander Lancaster Cavendish III eu sou rei de um reino chamado Ravenwatch, é um prazer conhece-lo também.



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Caso percebesse que o lobo ficasse agressivo com o gesto de apertar de mãos agacharia em sua frente, não sei se psicologia humana funcionaria em um canino, porem acredito que valeria o teste.

Ele estaria agressivo pois invadi o espaço pessoal dos dois, então deveria demonstrar que não era uma ameaça a ele, me abaixava até ficar na mesma altura e olharia para ele no fundo de seus olhos e colocaria minha mão em uma distância relativamente segura em sua frente.

Deixaria que ele me cheirasse ou me lambesse caso quisesse e não faria movimentos brutos, sempre com contato visual, caso ele ficasse mais calmo me levantaria novamente e diria respondendo à pergunta do garoto Badar.

— Hmhmhmhmhmhm, sabe na verdade é uma ótima pegunta, na verdade a coroa Badar nada mais é um símbolo, afinal qualquer um pode ter uma coroa em sua cabeça, usar uma não significa que tu es rei apenas que sabe usar um ornamento da realeza.

— O que faz um rei ser um rei, é o sangue que corre em suas veias, o que faz para governar seu povo, e o punho de ferro que sabe usar quando for preciso, mas isso é assunto demais para agora hmhmhmhmhmhm.

— Espero que tenhamos uma ótima relação daqui para frente, apenas obedeça às minhas ordens caso deseje nos acompanhar em nossa jornada e será mais do que bem-vindo.

Agora com já tudo comprado e se ninguém tivesse mais nada para resolver ali eu olharia para todos e diria.

— Bem com já tudo resolvido voltaremos para o ponto de encontro que havíamos marcado certo? Precisam de mais algo por aqui?

Olharia para John e também conversaria com ele, já que muito provavelmente só estaria calado.

— John tu és meu guarda costas real, então preciso que tenha uma arma caso venha a precisar de uma, então se precisas comprar algo, agora é o momento, ou os materiais para forjar a sua própria.

Com tudo resolvido começaria a caminhar em direção ao ponto de encontro, porem se quando chegássemos eu visse que ninguém do outro grupo havia retornado, decidiria que o melhor éramos irmos ao porto ver o que havia acontecido.

— Ninguém ainda voltou, o que é estranho, eles deveriam resolver as coisas lá muito mais rápido do que nós.... Estou preocupado com eles, vamos ao porto ver o que houve, se não vermos nada voltamos para cá.

Estava preocupado com Shiranai e os outros, não queria que ela tivesse se machucado, seria decepcionante encontrar ela com mesmo um mínimo arranhão após eu ter pedido por sua segurança, será que Maximus já havia encontrado sua irmã?



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Algumas dúvidas assombravam a minha mente, e agora que já estava bem melhor do que a muito tempo, até mesmo apertava os paços para ir ao porto o mais rápido possível.



Histórico :

Objetivos:

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Shinto
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Créditos : 05
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom Jun 06, 2021 9:44 am

Efeito Borboleta

Ascenção




Esperava pela resposta de Badar, desejava que o jovem me acompanhasse, desejava conhecê-lo melhor, desejava… desejava ter encontrado um irmão. Um ser, como eu, como o meu Rei, um ser que apesar do seu corpo humano, a sua alma, a sua essência é divina… um deus que caminha entre os homens. O meu ombro latejava, o líquido que jorrava aquecia o meu corpo, fecharia os olhos enquanto a minha mão alcançaria as gloriosas marcas que Balto tinha me presenteado. Sentia a sua temperatura, manchava os meus dedos com o líquido tão puro o quanto divino do meu corpo, cheirava o seu aroma, saboreava…

Finalmente a minha voz teria alcançado o jovem e a sua resposta seria deliciosa. Começaria a caminhar em direção ao objetivo que teria traçado acompanhado pelos novos companheiros. Não desejaria perder qualquer momento que Badar partilharia com Balto, ouviria atentamente as suas palavras, não queria importunar o rapaz, mas a minha cede por confirmação era fogaz. – A sua origem intriga-me… poderá satisfazer a minha curiosidade, o meu desejo pelo vosso passado? – As palavras do jovem certamente, deambulavam pela realidade, Badar não queria me mostrar o quadro acabado, não queria ainda contar-me a sua história.

Um jovem que emana mistério, um jovem que tem o poder de escolha nas suas decisões, oh! Que irmão maravilhoso. Porém Badar ainda tinha alguma curiosidade sobre o grupo que o iria acompanhar. – Quem não está de passagem neste mundo? – Tentaria apoiar a minha mão no ombro de bador, enquanto olharia com um sorriso para Balto. – Está tudo bem caro Balto. Badar, talvez o meu Rai seja a pessoa indicada a divulgar a nossa viagem. -

Badar estranha a minha forma de falar e a ligava a uma riqueza material, a sua ligação não me incomodaria, mas por momentos não fiz caso da sua associação e continuei a fazer pressão sobre o passado do jovem. - Quando conheceu o Balto, jovem Badar? –  A resposta do jovem atraio-me novamente à ferida que o lobo me tinha provocado, eu apertava-a firmemente, agradecia por poder sentir a ligação dos dois no meu corpo. -E os seus pais? Chegou a conhecê-los? - Devo dizer que as minhas perguntas já deveriam começar a maçar o jovem, que claramente não queria explorar o seu passado com um desconhecido.  

Com um sorriso no rosto tentaria apaziguar a pressão que teria feito. - Respeito a sua decisão. - Olharia para Balto. - O jovem Badar é realmente importante, não concorda Balto. – Finalmente chegaríamos a uma loja de armas. – Badar, meu irmão, olhe! Era isto que procurava antes de encontrarmos o meu Rei, devo dizer-lhe, o mundo está constantemente a testar-nos, uma arma é sempre uma boa escolha para um viajante. Vamos, se precisar posso financiar a sua arma. – Faria uma pequena vénia ao dono da loja enquanto procurava uma lança arremessável e uma Katana de acuidade. Aproximar-me-ia do balcão e pedia pela mesma. – Quero comprar estas por favor. Badar, já escolheu as suas ferramentas?

Por minha surpresa dentro da loja de armas acabariam de entrar os meus companheiros. – Haru, meu Rei, que surpresa vos encontrar aqui. – Procuraria pelo medicamento nos bolsos da minha roupa e o entregaria à medica. – Senhora Haru, aqui tem o que desejava. – Olharia para Alexander e com um sorriso no rosto afastava os meus braços do tronco. – Meu Rei, encontrei um presente divinal, uma descoberta gloriosa. Talvez… talvez tenha encontrando um irmão! – Olharia para Badar e esticava a mão banhada em sangue na sua direção. – Venha, Badar apresento-lhe o meu Rei. – Afastar-me-ia e deixava os dois seres divinos interagirem, focava a minha atenção na medica. – Senhora Haru, quando conseguir poderia tratar dos meus ferimentos? Acabei por me entusiasmar demasiado, desculpe.



Local do Narrador <3:

@Die Dai

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Milabbh
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom Jun 06, 2021 3:01 pm
Efeito Borboleta
Quinto Pulo

~Flashback ON~




A noite não estava fria, pelo contrário, o vento que soprava acariciava nossos corpos enquanto afastava o calor abafado que envolvia Zou naquela época do ano. Ainda assim, Sakura tremia de frio, e se agarrava às cobertas, enquanto eu acariciava seus longos fios rosa claro, que haviam perdido a cor vibrante de outrora.

Cantarolava para ela uma canção que ouvimos juntas em um templo, e assistia minha pequena irmã se aninhar contra meu corpo. Seus braços mais pareciam gravetos, de tão finos que estavam, e temia me mexer muito e acabar quebrando-a.

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 4 Sis_3

- Que tal eu te ajudar a tomar um banho? Vai ser bom para baixar sua febre. - Falava sorridente para ela, mas logo a expressão se desfazia ao ver seus olhos ornados por olheiras fundas e escuras. - Podemos ir depois, Haru? Por favorzin... - Sua fala era interrompida por uma onda incessante de tosse.

~Flashback OFF~



As palavras da médica me tiravam de meu transe, e agora parecia ter mais um objetivo em minha jornada. Precisaria ir até Kano para conhecer mais sobre essa arte misteriosa, afinal, teria ela salvado minha irmã? Lutava contra as lágrimas que pareciam querer descer, e me forçava a olhar para a médica, para agradecê-la de forma correta.

- Não sei como agradecer pela ajuda. Por favor, perdoe minha ignorância e julgamento infundado. Agora me despeço, espero lhe encontrar novamente. - Com uma pequena reverência respeitosa, eu me virava para me reunir a Alex e John. Respirava fundo, afastando minhas memórias dolorosas.

Decidimos então ir até uma loja de armas que ficava próxima do hospital, e lá havia uma infinidade de equipamentos das mais variadas qualidades. Meus olhos passeavam por todos eles, e um em específico me chamava a atenção.

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 4 Bota_2

Esperaria que Alex tivesse realizado sua compra, para não atrapalhá-lo e, em seguida, me dirigiria ao dono da loja. - Bom dia, senhor. Gostaria de comprar aquele par. - Apontava para o que parecia ser uma bota e, julgando por sua beleza, esperava que fosse uma Arma Profissional. Com isso, pegaria o valor correspondente e entregaria para o homem, esperando a bota em retorno. - Agradeço. É um belo trabalho.

Com elas já em mãos, calçaria para sentir se o encaixe estava bom, enquanto sorria timidamente encarando-as em meus pés. Só aí notava a presença de Shinto no cômodo e, felizmente, ele teve a mesma ideia de vir aqui. Mas ele não estava sozinho, em sua companhia havia um pequeno garoto. Seus cabelos, também prateados refletiam a luz cálida do lugar, e seus olhos brilhantes pareciam mudar de cor com a posição de sua cabeça.

Involuntariamente o encarei, e assim o fiz até que ele me abordou. Eu então piscava rapidamente e arrumava minha postura, encarando-o de cima para baixo, em um claro ar de superioridade. - Olá Badar. Geralmente a reação das pessoas para com meu povo não é assim tão calorosa. Agradeço o entusiasmo. - Cerrava os olhos como se agradecesse, e então notava algo novo.

Percebia agora mais uma presença, era um lobo gigante! Me mantinha imóvel, fitando-o, a fim de perceber qualquer hostilidade vinda do animal. Havia convivido antes com os bichos, então não era uma novidade, mas não queria dar chance para o azar.... No entanto... Se gato preto dá, de fato, azar, logo, um lobo branco e grande deve dar duas vezes a sorte, se convertida, certo?  

Ponderava enquanto mantinha minha visão atenta a qualquer hostilidade do lobo, principalmente agora que Alex tentava se aproximar. Estava tão compenetrada que nem mesmo ouvia a conversa dos dois. Apenas a parte em que o rei o convidava para se juntar. Eu não sabia o que pensar sobre, mas se Alex havia confiado no estranho garoto, eu também o faria.

Ainda preocupada, alternava meu olhar entre o lobo e os rapazes e foi aí que avistei o padre apresentando o rei, e sua mão estava coberta em sangue, sua pele marcada por feridas que pareciam terem sido causadas por presas afiadas. - Shinto! O que fez? Deve ser mais cuidadoso! - Me aproximava rapidamente dele e checava suas feridas. - Vocês têm um kit de primeiros socorros? Ou podem me dizer algum lugar onde posso encontrá-lo?

Se eles o tivessem ali, faria rapidamente um curativo em Shinto, tendo certeza de que tudo estava esterilizado e estancado, para impedir uma possível piora. Se não, correria até o local indicado e conseguiria um para fazer o que já foi descrito. Em qualquer caso, no entanto, compraria o kit para poder usá-lo novamente. No fim de toda a comoção, pegaria o medicamento com meu amigo, e o guardaria em um local seguro, para só então seguir com Alex para onde ele quisesse.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos:
- Receita de remédio
- Livro sobre Medicina Tradicional
Perdas: N/A
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma arminha tops
- Comprar suprimentos médicos
- Sair em uma aventura
- Aprender Farmácia
- Aprender Herbologia
- Me divertir <3


@mm


Última edição por Milabbh em Seg Jun 07, 2021 11:47 am, editado 1 vez(es)
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom Jun 06, 2021 9:15 pm
John Doe o Escravo
Ascensão de um novo grupo


Eu começava a me aprofundar em meus pensamentos novamente já que nada de importante acontecia no momento, mesmo que a poucos minutos eu me indagasse sobre aquele meu serio problema de perder muito de meu tempo daquela forma, eu começava a pensar quase que involuntariamente em coisas desnecessárias que para mim eram um tanto quanto interessantes depois de tantos meses servindo Alexander, era como se antigamente eu não tivesse tal poder de pensar em algo que não fosse servir. Mas para a minha sorte eu não me deixava me levar quando o Padre por fim voltava com uma criança agora, talvez ele tivesse comprado a criança? O Meu outro Eu nunca comentou sobre o Padre ter um filho ou um neto.

De qualquer modo eu ficava alguns bons minutos olhando para o pequeno, principalmente para o seu físico, ele parecia saudável e não parecia assustado ou muito menos serio. Será mesmo que ele seria um escravo? Para mim não era incomum ver crianças daquele tamanho passando por situações como aquela, eu tinha passado por coisa pior um tanto quanto Jovem, talvez mais jovem do que o próprio garoto, talvez eu pudesse dar algumas dicas de servidão se realmente fosse o caso. Mas quando o garoto se apresentava e mostrava seu animal eu ficava extremamente fascinado, era um ser extremamente belo com um tamanho esplendoroso, não sabia oque era exatamente, mas ele era belo, um animal de pelugem branca que possuía até mesmo um nome. Mas parecia hostil ao grupo, no fim eu também não podia me prender por coisas tolas, simplesmente dando uma reverencia ao garoto depois dele se apresentar, eu não tinha permissão de falar e eu muito menos estava afim de conversar.

Quando eu e o grupo por fim chegávamos no objetivo e entravamos no recinto, eu começava a olhar todo o local, principalmente as armas, observando elas de perto e analisando seu material e se eram bem feitas. Era claro que a variedade provavelmente era grande, mas quando eu prestava atenção em Meu Amo e finalmente via oque ele possuía em mãos eu levantava uma sombracelha, mesmo com uma certa distancia eu podia ver com facilidade o quão bem feito era a arma que meu Senhor possuía, certamente digna para ele, ver tal equipamento me forçava até mesmo a pensar se eu poderia fazer algo melhor do que aquilo. Quando eu era mais jovem oque eu fazia não chegava perto daquele trabalho que Alexander possuía em mãos.

De todo modo o passado era passado, atualmente eu já possuo um grau de profissionalismo muito melhor do que antigamente e eu com facilidade forjaria armas melhores do que aquelas para o meu Amo, pessimismo ou duvida eram correntes no meu trabalho. De toda forma no começo eu não queria comprar nada ali na loja só estando lá para ficar ao lado do Amo, a minha ideia inicialmente era simplesmente segurar o pouco de dinheiro que eu possuo para materiais. Mas quando o Mestre me pedia para que eu comprasse uma para mim para garantir melhor proteção a ele. E para mim aquilo era o mesmo de uma ordem, eu ia fazer oque me era pedido, no fim se eu comprasse a pior arma possível que o Homem pudesse me oferecer não me restaria dinheiro para as minhas compras, eu precisaria botar fé que algum dia eu iria conseguir o dinheiro suficiente para comprar as ferramentas e materiais. Talvez Alexander me desse dinheiro para eu forjar uma arma para ele e eu conseguisse fazer algo com oque sobrasse.

De todo modo eu ia até o balcão e pegava meu saco de dinheiro, os 250 mil berries que eu tinha conseguido durante os 6 meses de servidão ao Mestre, claro que o meu outro eu tinha gastado um pouco do dinheiro, então os 250 mil era tudo o que eu tinha restado. Todavia eu falava com certa frieza na voz para o vendedor de armas -Quero uma espada grande, do meu tamanho se possível. Se possível uma espada que seja do valor que eu possuo comigo nesse momento, formato ou material para mim não me importa, só me importo com o tamanho e o peso, e quero que ela seja pesada.- após isso botava o dinheiro no balcão e esperaria o Vendedor contar o dinheiro caso ele fosse contar.

Quando eu recebesse minha espada eu a analisaria, não me importava se ela era boa ou não, mas era um costume meu ficar observando o trabalho de outros ferreiros. A Espada de todo modo estaria nos conformes que eu queria, com aquilo feito  eu continuaria com ela em minhas mãos e ficaria ao lado do meu Senhor. Caso o Vendedor tivesse me dado algo que pudesse guardar a espada assim eu faria, caso não simplesmente continuaria com elas em mão e esperaria o Senhor Alexander tomar as próximas decisões dali em diante.
Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico:

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Jean Fraga
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Jun 07, 2021 3:51 am


Efeito Borboleta


- A estrela mais brilhante no céu!! -

Piscava meus olhos lentamente, quando tinha um flashback de muitos anos atrás, recordava-me de todos meus companheiros, pela benção que foi me agraciado, podia relembrar perfeitamente o rosto de cada um deles.

Saori, Shinto e Alex..., todos estiveram guardados dentro da minha cabeça nesses cinco anos, a ansiedade fazia eu me arrepiar, será se ainda lembram de mim? Apesar do medo, não tem como não se lembrarem de Maximus, a estrela mais brilhante.

Batia sobre algo e ao abrir os olhos, podia ver uma confusão se formando a minha frente, me enfiaria entre a multidão para analisar melhor, hmmmm um contra três... abria um largo sorriso e botava meu óculos sobre meu cabelo, tirando as mãos dos bolsos de minha calça, gritava na multidão, — Que as apostas comecem companheiros!!!!! Apostas inicias em 100 mil berries !!! - Ao dizer isso, procuraria por um local mais alto, onde subiria e esperaria pelos apostadores.

A luta parecia esquentar e esperava que alguém puxasse a ideia das apostas também, — Por sinal, teria alguém vendendo pipoca para este espetáculo?! – Caso notasse alguém de fato vendendo pipoca, pagaria o valor necessário por uma porção individual.

Com um rosto eufórico, ficava entusiasmado a cada reviravolta, um homem caia logo no começo, o homem de cabelos rosas começava a passar por maus lençóis e por fim, ele também estava acompanhado! Fogo! Luta! Tudo aquilo me fazia querer mais e mais entrar no meio e começar a brigar também, mas pera... Saori?!

Entre os ‘aliados’ daquele homem, podia ver uma garota de cabelos rosas, com pontas esverdeadas, portando um chicote e lutando com os pés também... é ela!  Eu não tenho dúvida, como eu poderia não reconhecer meu carrapatinho?

Logo toda calmaria dentro de mim se recolhia, ela estava lutando e poderia acabar se machucando, isso jamais pode acontecer, olhava em minha cintura e percebia, — Merda! Devo ter esquecido minha katana no navio... calma, eu sai de lá e nem percebi... bom, tanto faz.

Sem perder mais tempo, começaria a empurrar a multidão, tentando passar e me aproximar da minha irmã, assim que estivesse mais perto dela, entraria no círculo de combate.

Começaria então a correr em direção a minha irmã, era como correr até a linha de chegada, cada passada parecia demorar uma eternidade dentro do meu ser, o reencontro não foi exatamente como desejava, porém, já voltaria cumprindo a promessa feita aos meus pais.

Caso fosse avistado pelo seu inimigo, continuaria ainda assim correndo, porém agora me atentando em possíveis ataques, logo tentaria desviar usando de rolamentos e mortais.

Pensando nisso, como Saori deve estar? Nunca tive tempo de conversar com ela sobre aquele dia, sangue, fogo, combate, com certeza não está sendo bom para ela isso..., tenho que ajuda-la.

Assim que estivesse perto de chegar nela, flexionaria levemente meus joelhos e então abaixando meus braços, tentaria pegar ela com meu braço esquerdo, por baixo de suas pernas, um pouco acima dos joelhos e com o outro braço, faria um apoio para suas costas, apoiando sua cabeça sobre meu peito.

Se desse certo, apoiado com a perna esquerda sobre o chão, daria um chute no peitoral do inimigo de Saori com minha perna direita, — Agora está tudo bem... Porque... Eu estou aqui!! - Falava de forma confiante olhando para meu inimigo e ao descer meu olhar, sorriria de forma calma e suave para Saori, tentando mantê-la calma.

Por fim, com ela em meus braços, voltaria a correr, agora me distanciando do inimigo e ficando mais perto da multidão, — Saori... Aquela mulher e o homem de cabelos rosas são seus amigos? Devemos ajuda-los?! Onde esta Alex e os outros?!

Na hipótese de ser uma mulher qualquer, ao me afastar até a multidão, tiraria ela de meus braços e diria, — Espero ter ajudado donzela...


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Última edição por Jean Fraga em Seg Jun 07, 2021 7:11 pm, editado 25 vez(es)
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Jun 07, 2021 8:13 am
Queen
Blessed by the King
Minha tentativa de incendiar o local presente pelas fagulhas não era suficiente para obter o sucesso em minha incursão, um tanto tola. Faltava-me discernimento do que era ou não possível dentro daquele âmbito, pudera, de longe aquele não era meu maior alvo de estudo durante a vida sendo melhor em lidar com mapas e estruturas geográficas navais, voltadas ao discurso de minha antiga função enquanto navegadora da marinha. Saori, por outro lado, conseguia maior êxito ao incendiar aquele local e causar uma comoção que afastasse os civis para sua própria segurança naquele conflito incerto. Outro que me surpreendia era o homem de fios róseos um tanto rude e inconstante, lançando-se sobre mim em uma busca estranha por tentar me salvar, me lançando contra a população enquanto ele mesmo era baleado.

- Tu é imbecil!? Grunho com minha voz completamente alterada, segurando firme o pomo de minha adaga enquanto ranjo os dentes e busco tentar levantar-me. O confronto parecia seguir desenrolando-se diante de seus olhos, em meio a labaredas intensas e luzes oscilantes pela natureza diversa dos seus combustíveis, tal qual minérios faziam, o que tornava na geografia uma boa forma de diferenciá-los. Enquanto aquele era um "belo pandemônio", era inevitável uma certa hesitação enquanto busco retomar minha orientação, os brilhos intensos não tão agradáveis para alguém com olhos sensíveis como os meus certamente me incomodam. Não desistiria por tão pouco, assumiria minha forma novamente se conseguisse, e, colocando-me frontalmente na direção do homem que abusava do corpo lançado ao chão de meu salvador conduziria um novo avanço.

O atirador talvez já não fosse mais uma preocupação, e, aparentemente ele estaria ocupado com a outra garota. Se ele ainda ainda assim buscasse atacar-me com algum êxito novamente buscaria usar de minha intuição e destreza para colocar a lâmina na trajetória da bala uma outra vez para defender-me. Após isto focaria no homem que parecia ter maior potencia com chutes, avançando em sua direção. Usaria do domínio acrobático de meu corpo para deslizar no solo, uma finta que, além de ameaçar um ataque por baixo ainda estando em torno de dois metros de distância do homem, lançaria o álcool no chão. Não parecia que o fogo já tinha nos alcançado, mas, estar molhado pelo álcool com as chamas avançando furiosas certamente te deixaria desconfortável e mais desconcentrado. Se por acaso o fogo já tivesse chegado, tentaria tomar um cuidado maior para que esse não respingasse tanto em mim.

Após isso daria um passo firme, quando estivesse a aproximadamente um metro de distância, saltando, alto, buscando passar por cima de sua cabeça lesando sua principal arma em seu tempo de resposta, suas pernas. No ar, em meio a um giro de ponta cabeça quando estivesse passando ao seu lado, angulada sobre seus ombros de forma que meus braços lhe alcancem buscaria um corte preciso em seu pescoço. Se conseguisse, pousaria logo atrás de si, e, avançaria novamente sobre este, caído ou não, para tentar um golpe de misericórdia atravessando por seu olho. Se ele tentasse me atacar no processo tentaria me desvencilhar lateralmente para continuar com o ataque. Estava realmente interessada naquela sua arma(os sapatos com lâmina), então, se ele morresse tentaria pegá-la com a maior precisão de movimento que conseguisse, apesar de não tão hábil.

Ergueria meus olhos assim que terminasse a tentativa de subtração daquele item do cadáver, fitando o corpo do róseo que havia me auxiliado com certa angústia. Em algum lugar, mesmo dentro de minhas ações de seguir em frente para vingá-lo e obter o que preciso para ser mais forte da próxima vez, eu já tinha aceitado a sua morte. E se não fosse o caso? Mesmo sem um vasto conhecimento, caminho até ele para tentar tocar seu pescoço e sentir se ainda estava vivo, se não estivesse ia começar a me afastar do local como planejado inicialmente para tentar me desvencilhar do local conturbado. Se estivesse vivo, considerando os boatos sobre ele ser alguém ruim ou procurado que ouvi na multidão antes, e, que eu não iria conseguir carregá-lo, temendo que ser capturado fosse ainda pior para o homem, fecharia meus olhos em dor, enquanto minhas mãos tremiam lembrando de todas ruins que aconteceram com alguns prisioneiros fracos como ele. Fracos, como eu também sou por não conseguir salvá-lo. Ceifaria sua vida em misericórdia cortando seu pescoço, e, depois disso seguiria com a saída de todo modo. - Que Leyka considere teus últimos momentos.

- Precisamos sair... Diria se Saori estivesse no alcance de me ouvir, e, observaria talvez a presença de um outro estranho desconhecido? Não tinha muito tempo para pensar à respeito. Se eu já estivesse em chamas trabalharia em prol de tentar apagar, com terra, rolando ou algo do tipo para correr. É claro, isto apenas se o combate antes saísse como planejado. Onde estava Kaplya? Tento olhar ao redor buscando seu vislumbre, apesar de ser difícil se ele assim não o quisesse.


PdV: 3600/3600 Sta 100(?)/100

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Jun 07, 2021 5:14 pm
Chamo de Terça-Feira

A tática havia surtido efeito, dos 5 infelizes apenas um permanecia em pé. Felizmente Ryuu era mesmo bom de soco, pela sua movimentação e forma de agir ele talvez fosse mesmo um príncipe como disse. Será?

O último do moicanos, digo, marinheiros permanecia ali com a arma apontada mirando a cada momento um de nós dois. Era claro que ele não conseguiria ser tão rápido para acertar os dois, seria? Espero que não.

Faria o meu trabalho como esse deve ser feito. Enquanto ele buscava uma ordem de prisão do além para nós, eu buscaria mais um corpo para conta. Ou será que não. Deixar um recado talvez fosse ainda mais interessante. Não que os civis não fossem divulgar a informação pelos quatro cantos que um gato bêbado e um humano de aparência normal teriam sentado madeira em 5 marinheiros. Isso se não ficarmos também com o título de incendiários do dia - referências meus amigos, referências em todos os lugares.

Entre os pensamentos do que fazer ou não um ensinamento me veio à mente.

”Se não há testemunha, não há crime”

Sinceramente, dos males o menor. Eu buscaria me movimentar indo de um lado para o outro com toda a agilidade felina que tinha em meus magníficos pés. Durante a corrida moveria as duas espadas de forma circular protegendo todo o meu corpo de forma que se ele atirasse talvez tivesse uma chance de bloquear o tiro com uma das armas. Caso conseguisse uma velocidade boa o bastante para confundir a mira do homem meu plano teria começado muito bem.
Buscando me aproximar dele ao estar perto o suficiente eu enfiaria uma das espadas em seu braço e a outra entraria em sua barriga, as duas de ponta buscando atravessar. Assim poderia causar danos suficiente para deixar mais um para trás. Com ele morto, ou não, sairia dali levando todas as armas que encontrasse pelo caminho.

Caso eu notasse que não estava sendo efetivo, então faria alguns rolamentos no chão correndo o máximo possivel de forma randômica e gritando como um louco. Nessa segunda tentativa, quem brilharia seria Ryuu, buscaria fazer o homem ter a mim como alvo e deixaria o príncipe Intinho pronto para matar o infeliz. Com sorte ele deixaria mais um corpo no chão e poderia também nesse caso levar o maior número de armas possível comigo.


Armas são sempre úteis. Afinal de contas, podem virar dinheiro, ou ser moeda de trocas no submundo. Quem sabe até mesmo conseguir alguns favores.

Vamos ao ponto interessante, ele poderia simplesmente começar a atirar loucamente e correr, certo? ERRADO! Se ele fizesse isso eu sairia como um gato… Pera… Eu sairia correndo para cima dele e buscaria atacá-lo agarrando-o e cortando-o de todas as formas possíveis com minhas garras. Dessa vez deixaria claro que “bicho te mordeu”.

Com o fim daquilo tudo, ou não. Eu olharia para Ryuu e falaria:

- Kaplya não te acha príncipe, mas ainda não te estudei. - Puxaria um cigarro e colocaria na boca.

- Kaplya vai “fe mosfrar” rei. “Famos”. - Com o cigarro no canto da boca falaria e então usando seu fósforo acenderia dando uma boa tragada.

A fumaça preenche sua boca e desce por sua garganta matando sua sede pelo vício de forma agradável. Mantendo o cigarro na boca ele solta a fumaça pelas narinas enquanto olho para o que criamos até o momento. Dou mais uma tragada e lanço ao ar a fumaça. Segurando o cigarro na mão esquerda eu digo:

- Espero que vermelho seja sua cor, ‘Oh Vossa Majestade…” Vamos, Precisamos sair daqui, Mais deles vão vir.

Buscaria ao redor a futura rainha quase discreta Shiranai, a pequena Saori  e o maldito garoto Ito. Na corrida para longe do local passaria por onde os três estariam e, me certificando da presença do tal príncipe perto buscaria sair do local e ficar longe da confusão, por ora. Caso o rapaz causador da confusão tivesse caído ou ferido, passaria e “sem querer” tentaria pisar sobre suas costas, entre os ombros para fazer ele ficar no chão.

- Lugar de cocô é no chão. - Olharia para ele. - Vamos, lugar nosso não é aqui não.


DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya"
*Histórico: POST 5
Ganhos:2 espadas profissionais - durabilidade: média (+2 em força ou destreza por nível)
Perdas: 800.000 + (arma da Haru) 250.000 = 1.050.000 ฿S
1 uso de fumo / Fósforo
Ferimentos: To benzão
*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Cartografia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Cartografia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Kaplya Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.




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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Jun 07, 2021 10:21 pm

Porradaria





Meu avanço havia dado “meio certo”, o soco acertava em cheio um dos marinheiros, contudo o segundo era ágil o bastante para se esquivar. Aquilo me provava que eu estava enferrujado, teria que pegar mais firme dali para frente já que aqueles caras ali eram apenas soldados.

O mink realmente havia ajudado na batalha, mesmo com sua estratégia estranha de se fazer de bêbado ou seja lá o que ele havia feito, ele cortava com suas garras e espada, era selvagem, brutal e aquilo me animava muito! O marinheiro que havia se esquivado agora vinha em minha direção em uma postura de boxe.
Meu pai havia me ensinado para nunca deixar meu orgulho afetar a batalha, mas era difícil… Como aquele ser insignificante ousava tentar boxe contra mim?! Minha vontade era limpar o chão com aquele desprezível, mas talvez ele pudesse ser um oponente digno…

Agora ele preparava um golpe na região do abdome, visto que minha guarda alta protegia totalmente minha face. Travaria os músculos do abdome com toda a força enquanto prendia a respiração, me preparando para o impacto do golpe ao mesmo tempo que desferiria um cruzado em sua face. A violência do mink me motivava a cravar todos os cravos de minha soqueira em seu rosto e após o contato fazer um rasgo fazendo força para baixo com meu braço.

— Tentando boxe contra alguém que lutou isso a vida toda?! Não sei se é coragem ou estupidez

Após o impacto, caso obtivesse sucesso, prepararia um direto com o outro punho na intenção de nocauteá-lo rápido, já que minha visão periférica indicava que o marinheiro com a arma me tinha na mira. Tendo nocauteado o marinheiro, viraria meu tronco rapidamente de modo que minha mochila ganhasse velocidade e então, a arremessaria com toda a força na direção do homem com o rifle para que aquilo pudesse minimamente atrapalhá-lo, e então avançaria para lhe dar um upper, se ele estivesse comigo na minha. me lançaria para o lado com toda a velocidade para que Kaplya pudesse terminar o serviço, mas é claro que meu orgulho me fazia querer dar o golpe final.

No pior dos cenários, caso eu não tivesse nocauteado o pugilista, manteria ele entre eu e o atirador para que atrapalhasse a mira do marinheiro, minimizando o 2x1.

— Vermes imundos!! *Pfch*— Exclamaria cuspindo em um dos marinheiros, caso aquilo tudo tivesse se encerrado. Me viraria para o mink que puxava papo e diria pontualmente — Não entrosa peludo, você é bom de briga mas meu papo é com Alexander... —  E então acompanharia o mink me mantendo ao seu lado e completamente alerta no caso de outro marinheiro aparecer.

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qui Jun 10, 2021 9:56 pm

    
Narração: 005 / Os Monarcas / Flevance, 13:00, 14ºC

    

    
Os Monarcas: XXX

    


Spoiler:
   

Badar, Shinto, Alex, Haru e John

Durante o caminho os dois homens iam conversando e Shinto percebeu que o garoto não estava a vontade para falar sobre seu passado. Ao chegarem na loja de armas, Badar escolheu duas lâminas em formato de lua, ele até gostaria de comprar mais coisas, mas não tinha dinheiro suficiente. Caso ele quisesse pedir emprestado para o Shinto, o vendedor iria mostras armas de valores diversos, as mais gastas e baratas (125.000 cada), armas melhores e clássicas (250.000 cada) e até mesmo armas de um custo bem elevado, profissionais e formidáveis.

Shinto por sua vez, escolheu armas melhores e clássicas. A lança parecia estar em perfeito estado e a katana tinha um reflexo perfeito, se o padre gostasse dos produtos o vendedor as entregaria pelo preço de 500 mil. Após as compras a dupla se preparava para sair do local, mas Alex entra no recinto. Enquanto os demais conversavam com a dupla, o rei foi atrás de sua arma e pegou uma espada formidável. John por sua vez, pagou do seu próprio dinheiro uma espada clássica, mas era bem maior do que uma espada comum.

Haru primeiro interagiu com o novo garoto e percebeu o ferimento de Shinto, o local mais perto para tratamento seria a casa que o trio acabou de sair. Mas o vendedor se prontificou.



Tinha bastante materiais que a médica poderia usar e o homem vendeu tudo por 850 mil. Após o tratamento, Haru foi analisar os produtos da loja e escolheu uma bota com laminas. Agora que o grupo tinha se reunido e estavam armados se dirigiram ao ponto de encontro. Após meia hora aguardando, acharam estranho a demora e foram para o porto, saber o que estava acontecendo.

Kaplya, Shira, Saori, Ryuu e Daisuke

No tempo em que Saori ficou paralisada de medo, as labaredas de fogo alcançaram seus pés e tornozelos, primeiro veio a sensação de quentura e depois de  uma dor insuportavel, como se todas as terminações nervosas do seus membros inferiores tivessem sido ativadas. E talvez essa sensação de dor aguda a fez agir.  Ela ignorou as queimaduras e brandiu seu chicote, acertando sua arma e fazendo o revolver voar longe. Hanzo nem tentou desviar do golpe e por também estar sendo queimado, não atirou na garota antes, o homem assim que foi desarmado, pulou para trás e rolava pelo chão tentando apagar as chamas das pernas. Devido as queimaduras a menina não conseguiu aplicar nenhum chute e também não teve a intenção de fugir das chamas.

Max chegou ao porto sem grandes problemas e logo percebeu que tinha uma confusão acontecendo, o rapaz aproveitou para levantar um grupo de apostas e algumas pessoas ao redor se animaram, com um chapéu improvisado o ruivo tinha 2.000.000 mil berries em mãos, a maioria tinha votado na dupla. O rapaz estava bem empolgado com a disputa até que reconheceu Saori e percebeu que a irmã estava em perigo, sem pestanejar ele correu até a garota e apegou no colo e se afastaram do fogo e da multidão, após checar se sua irmã estava bem, o ruivo perguntou se alguém mais era conhecido da jovem.

Shiranai se ergue da multidão apertando firme sua adaga nas mãos, ela usou suas técnicas acrobatas e com o Genji distraído com o Dai, ela chuta uma poça de vinho que respinga pelo corpo do rapaz. Ela salta e vooa sobre ele, sua lamina faz um corte preciso na perna direita. Ao tentar golpeá-lo no pescoço o homem defende com a lamina do sapato e a garota percebe que ele tinha força o suficiente nas pernas para parar seu golpe, mesmo com o corte que ela causou naquele mesmo membro.
   


Genji aplica um chute vertical de cima para baixo, a lamina acerta a clavícula da jovem e continua descendo até a altura do externo, o corte não é muito profundo por causa do reflexo da ex-marinheira, mas é o suficiente para retalhar suas roupas, deixando a roupa intima exposta, se ela estiver usando.  Genji dá um sorriso malicioso, mas seus sentidos estavam em alerta, o fogo estava se aproximando da dupla e ele percebeu que estava coberto de vinho, uma combinação não muito boa.



O rapaz dá uma piscada para a garota e caminha mancando para longe. Se Shiranai mesmo ferida o atacasse, Genji iria contra-atacar com chutes e se esquivar dos golpes da garota, pois ele era visivelmente mas forte e mais rápido do que ela.

Considerações da luta
Spoiler:

Kaplya e Ryuu

O mink balançava suas duas espadas como modo de distração do marinheiro, enquanto Ryuu trocava soco com o boxeador, que não teve como reagir ao soco da soqueira e cai com nocaute. O atirador dá um tiro na direção de Kaplya, mas as armas serviram como escudo, nesse meio tempo, Ryuu lança sua mochila. O rifle e a mochila vooam para o alto e Kaplya finaliza o marinheiro cravando as duas espadas em seu corpo.

Agora Ryuu e Kaplya eram vistos como assassinos brutais pelas pessoas. E não demoraria muito para que mais marinheiros chegassem após a chacina. O mink pegou 2 rifles e usou as bandoleiras para prender em suas costa. Fora suas 2 espadas, ele prendeu mais 1 no cinto e era o máximo que conseguia carregar, sem prejudicar sua velocidade. Juntos eles correm em direção ao circulo de fogo a procura de seus companheiros.


Todos

O grupo sai do ponto de encontro e corre em direção ao porto, mas alguns metros antes de chegar de fato no local, percebem que algumas pessoas passavam correndo na direção contraria. Eles conseguiam captar algumas palavras "Gangue", "Mortos" e "Marinha". Se alguém parasse no caminho e tentasse perguntar para alguém o que tinham acontecido.  Saberiam que um trio da Yakuza estava brigando com um bêbado, um rapaz de cabelos rosas tentou defender o homem, mas foi morto.  Alguns amigos dele tentaram o ajudar e botaram fogo no porto, o que gerou todo aquele caos.

Alex e seu grupo ao correr alguns metros a frente, perceberiam um circulo de chamas se espalhando pelo chão, onde tinha um rastro de liquido vermelho, que levavam até algumas caixas de vinhos. Muitas pessoas fugiam apavoradas, mas ainda tinha alguns civis e comerciantes, tentando apagar o fogo com panos e baldes de águas. Se alguém tivesse uma visão mais aguçada, localizaria Shiranai ferida um pouco distante do fogo, mas ainda estava no meio da poça de vinho. E Saori estava sendo carregada no colo por um homem ruivo.

Kaplya, fumando seu ultimo cigaro, e Ryuu estavam mais próximos da mulher de cabelo prateada, mas também viam Saori ferida. Ryuu seria o primeiro a perceber a presença de Alex no local.
   
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sex Jun 11, 2021 5:16 am

GODS BLESS THE KING


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Já que eles estavam demorando demais começávamos a apertar o passo para irmos logo ao porto, e algo me dizia que não estava certo toda aquela demora, afinal Maximus provavelmente ficaria ansioso para me ver também.

Bem próximos algo parecia acontecer, pessoas andavam correndo na direção oposta, o que me deixava com um gosto amargo na boca da adrenalina, o que podia ter acontecido com todos?



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Eu corria e quando finalmente batia o olho naquela cena meu coração apertava, a boca secava e começava a procurar rostos familiares no meio daquele pandemônio, se Ryuu viesse falar comigo perguntaria para ele.

— ONDE ESTÃO OS OUTROS ESTÃO BEM?

Se visse Max e Saori daquilo nem mesmo teria tempo de rever meu amigo com calma correria a Saori e colocaria a mão sobre seus cabelos suavemente.

— Você está bem? Está doendo muito? Max você fez bem em salva-la agradeço meu amigo, HARU VENHA AQUI JÁ!! Vocês viram a shira?

Enquanto dava ordens a minha medica ficaria olhando ao redor para ver a mulher de cabelos prateados preocupado.

— Haru trate de suas feridas, John venha comigo e me escolte, mantenha qualquer um com más intenções longe de mim!

No momento em que eu visse ou alguém me dissesse onde estava Shiranai correria em disparada em sua direção mesmo que o fogo estivesse em meu caminho passaria por ele sem hesitar.

A cena dela sangrando com uma grande poça vermelha no chão me deixava em um medo ruim, quando finalmente chegasse nela começaria a abraça-la a protegendo das chamas como pudesse.



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Olharia minuciosamente sua situação e rapidamente retiraria minha camisa para cobrir sua ferida e suas roupas intimas que estavam amostra.

— Estás bem?? Ainda bem que cheguei a tempo, não sei o que faria se não estivesse mais aqui..

Me levantaria rapidamente e correria em direção oposta a todo o caos e com ela em meus braços e mesmo que ela tentasse se desvencilhar não deixaria, gritaria para todos meus súditos:

— ESTAMOS NOS RETIRANDO AGORA, VAMOS PARA UM LOCAL LONGE DAQUI RAPIDO!

Começaria a correr para longe dali, acredito que os marinheiros já estariam chegando no local neste momento o que só iria complicar a situação para nós, comentaria para mim mesmo enquanto corria.

— Espero que quem tenha feito isso já esteja no reino dos céus porque se eu o pegar não lhe darei algo tão pacifico como a morte rápida e indolor...



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Falava sentindo cada centímetro de meu corpo arder em chamas de raiva pelo o ocorrido, minha feição provavelmente não era uma das melhores agora, porém até mesmo um rei tem sua paciência esgotada.




Quando finalmente estivéssemos longe do perigo em um local calmo na cidade onde não fossemos ser encontrados tão facilmente, deixaria Shiranai em um local onde pudesse ser tratada confortavelmente.

— Ryuu meu amigo, sei que és medico também, poderia tratar minha amiga agora já que minha medica está tratando minha irmãzinha?

Me aproximaria de seu ouvido e apenas sussurraria para que apenas ele escutasse.

— Não preciso nem dizer que a minha condição é um segredo certo? E ela irá continuar assim correto?

Falava com um olhar calmo porem não gentil, queria que ele soubesse que se negasse aquele pedido não deixaria as coisas tão simples assim, olharia para Kaplya e iria em sua direção.

Caso concordasse em tratar minha amiga e em manter segredo seguraria seus ombros aliviado e diria.

— Agradeço Ryuu, fico feliz em revelo mesmo que não seja uma das melhores condições

— O que diabos aconteceu Kaplya, é melhor medir suas palavras comigo, minha paciência se esgotou, eu apenas dei uma ordem a vocês que era não deixar Shira se machucar!

Sempre botava altas expectativas em meus serviçais, porem estava desapontado com o desempenho geral do grupo do porto, todos estavam machucados e tinham feito uma bagunça sem igual.

Quando ele terminasse de me explicar tudo o que havia acontecido olharia para fundo de seus olhos e diria.

— Não me decepcione novamente Kaplya Sveta, mas agradeço que não deixou as coisas piorarem...

Sei que ele não havia feito por mal, confiaria a minha vida a aquele velho homem rabugento, porem estava triste por não ter podido ajudar enquanto todos estavam passando por tanto caos e apuros.

Iria para Saori e Maximus caso estivessem juntos e olharia como andaria o tratamento, me abaixaria o que não era comum para mim fazer e faria um cafune na minha irmã.

— Como está se sentindo pequena? Dói muito, me perdoe não estar lá para te ajudar, ainda bem que seu outro irmão estava certo?

Olharia para Haru e perguntaria.

— Como ela esta doutora? A situação é muito ruim? Ainda bem que a temos por perto, não sei o que faria se não estivesse por aqui



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Provavelmente meu padre e o pequeno Badar estariam ali também e logo falaria com os dois.

— Padre peço que reze para que suas dores melhorem, a purificação para Hemoris já foi feita então a dor não precisa persistir certo?

Olharia para o pequeno Badar que provavelmente estava confuso em uma situação tão inconveniente agora que ia conhecer o grupo todo, então olhava para ele com um sorriso no rosto e dizia.

— Pequeno Badar será que poderia tocar uma música baixinho para acalmar nossos nervos? Sinto que tenha que passar por tudo isso, mas logo lhe apresento aos outros certo?

Faria um leve cafune em sua cabeça caso Balto me permitisse, logo após isso me levantaria e olharia para Maximus dos pés à cabeça e o analisaria, ele não havia mudado tanto nesse grande tempo, o que me estranhava era que ele estava ainda mais parecido comigo, e como eu nunca tive a resposta de meu pai minhas duvidas estavam mais uma vez me incomodando, abriria meus braços e o chamaria para um abraço.

— Fico feliz que está bem meu caro amigo, tantos anos se passaram e você ainda continua tendo a mesma cara de idiota de sempre hmhmhmhmhmhm.

Caso John estivesse por perto o chamaria e diria para ele também algumas palavras.

— Seu trabalho está sendo excepcional até agora John, fique de olho em Haru e Ryuu e os ajude em no que precisarem.

Sorriria para ele e provavelmente notaria suas olheiras, o que era incomum, ele por algum motivo não estava conseguindo dormir bem? Talvez tenha ficado eufórico em nos rever, curioso eu pensava.

— Me perdoe meu amigo, deixei sua irmã em perigo desta vez, nunca foi minha intenção tu sabes, porém ainda assim peço desculpas.

Terminando de trocar nossas falas iniciais um com o outro depois de tanto tempo era curioso porem ele me chamava para o acompanhar pois ele tinha algo a conversar comigo, e por sua feição era sério.

Quando chegássemos em um local mais afastado onde ele decidisse me contar tudo, inicialmente apenas iria escuta-lo sem dizer nada, e uma carta era entregue a mim, a carta parecia antiga e escrita para Max.

A medida que eu ia lendo mais a carta parecia fazer sentido e coerente até com aquilo que eu já desconfiava a muito tempo, eu e Max éramos irmãos, porem apenas por parte de pai, meu velho havia sido infiel e tinha tido mais um filho.

No momento em que eu ia contestar dizendo que poderia só ser apenas uma mentira, ele me mostrava algo que deixava minha boca totalmente amarga, meus olhos lacrimejavam, não era possível, ele também tinha ela, a ruina dos reis.

Me apoiava na parede, talvez todo o estresse daquele momento me fazia sentir dor novamente, ele tentava apaziguar toda a situação, mas apenas alguém que uma vez sentiu a dor do que a maldição fazia podia saber que aquele sorriso não era real.

Tremendo levemente tentando esconder ao máximo eu tocava em seus ombros e dizia:

— Sabe Maximus desde pequeno eu sempre desconfiei, nós éramos parecidos demais para não sermos irmãos há..ha...

Olhava para o chão e pensava, porque meus deuses? Porque alguém além de mim teria que passar por todo esse sofrimento também? É isso que as pessoas da realeza da nossa família estão fadadas a sentir?

— Veja pelo lado bom, você é um príncipe agora certo? Terá todas as riquezas que eu tenho... Mas eu sei que isso não tira o fato de nos estarmos morrendo irmão, porem eu tenho algo a dizer, dizem que existe uma cura no novo mundo...

Respirava fundo mas ele deveria saber mais sobre aquela doença que nos atormentava, ele não parecia saber de muito e precisava.

— O nome disso que você tem nas costas se chama “A marca” ela aumenta ano após ano como um verme que se alimenta de nós, infelizmente com a ruina dos reis não poderemos aproveitar muitos anos juntos irmão, 35 anos é a média de vida para pessoas com a nossa condição, tudo isso que eu faço era para não morrer, mas agora somos eu e você no mesmo navio...

Apertava os punhos, agora aquela viagem não era apenas para me salvar, mas salvar meu irmão também, como ficariam todos quando nos dois morrêssemos, eu jamais poderia deixar aquilo acontecer, se no novo mundo não existe uma cura então eu apenas terei de criar uma!

Porem as coisas pareciam ficar ainda piores, organização do dragão negro, eles haviam matado os pais de meu irmão apenas por me quererem, por eu ter nascido os pais de meu amigo estavam mortos...

Eu nem era para ser rei, eu sou o mais novo, será se o correto foi eu ter nascido? Afinal eu logo vou morrer mesmo, então para que eu treinei tanto? É tudo sem sentido no fim.... Porem algo dentro de mim dizia que não mesmo que de forma fraca.

— Nós vamos matar eles irmão, destruir um por um, prédio por prédio, eu não ligo se levar 12 anos de minha vida ou todo o tempo restante, se você não me culpa pela morte dos seus pais eu vou fazer os pais deles me culparem por suas mortes!

Apertava o punho com força, Maximus era uma pessoa muito gentil, será que eu conseguiria falar com a pessoa responsável da morte dos meus pais? A culpa me consumia aos poucos, mas eu continuava explicando.

— Irmão ninguém pode saber da nossa condição, apenas algumas pessoas sabem disso, eu você, Haru que trata de nós, ryuu, Shinto, John, Kaplya e Saori porem talvez não fosse o melhor ela saber que você também tem ela, mas isso você deve decidir, porém NINGUEM mais deve saber, eu não posso ser um rei fraco.

— Tu sabes que sempre será bem-vindo ao meu lado irmão, tu és um príncipe agora como eu já disse, tens de ficar perto do rei, pois se eu morrer tu vais precisar lidera-los para o novo mundo.

Quando finalmente terminássemos de conversar voltaria com Max onde todos estavam e chamaria atenção de todos que estavam ali com um sorriso “feliz” no rosto.

— Amigos uma ótima notícia acabou de chegar em meu conhecimento, Maximus e eu somos irmãos! Sim é uma longa história, porem meu pai foi infiel e teve mais um filho com outra moça e deu a vida a Max, então por favor deem as novas boas-vindas a Maximus Cavendish Ito IV

Apontava para ele mostrando a todos o novo príncipe de Ravenwatch meu irmão, mas sinceramente com a dor que estava sentindo e toda a bomba que estava acontecendo logo ia me sentar porem antes eu dizia.

— Bem caso tenham alguma pergunta podem perguntar diretamente para ele que ele dirá todos os detalhes porem é uma coisa ótima não?

O sentimento amargo que eu sentia na minha boca e cabeça agora eram piores que as dores que mais uma vez se espalhavam pelo meu corpo, culpa, incerteza, fraqueza, medo, angustia, porem isso não era importante agora, Shira precisava de mim pelo menos era o que eu pensava.

Apertaria seus ombros enquanto falava, e olharia para Shiranai que provavelmente sentia dor agora pelo tratamento, voltaria para lá deixando Max ficar com sua irmã enquanto isso e seguraria as mãos de Shira.



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— Está doendo muito? O idiota do Ryuu não está lhe machucando né? Hmhmhmhmhmhm

Tentava tirar algum peso do clima que estava no ar, e ficaria ali do seu lado enquanto esperava seu tratamento acabar.

— Se tiver algo que eu possa fazer apenas me deixe saber...

Algo saia dos lábios de Shira que eu não podia imaginar, ficava estático, frio, meu brilho nos olhos sumia momentaneamente, todos os sentimentos que eu já sentia e ainda mais aquilo? Logo dizia a Ryuu.

— Quando terminar pode nos deixar a sós por favor?

Eu soltava sua mão eu sabia com meu conhecimento que uma pessoa depois de perder uma batalha não ficaria daquela forma, então o problema era algo que eu havia feito, porem o que? O que eu havia feito? Eu não conseguia responder aquilo até Ryuu sair do local.



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Última edição por Alexander III em Seg Jun 14, 2021 2:28 am, editado 3 vez(es)

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Jun 12, 2021 12:14 am
Efeito Borboleta
Sexto Pulo
Após tratar Shinto e correr em direção ao porto, podíamos ver uma comoção sem nem mesmo chegarmos ao nosso objetivo. Várias pessoas corriam no sentido contrário ao porto. Minha intuição dizia que algo de ruim havia acontecido e, a julgar pela expressão do rei, ele também.

- ...mortos... - Minha voz saía tão fraca quanto um sussurro, enquanto lentamente voltava meu olhar para Alex, mas não havia tempo para pensar em nada. O rei partia em disparada, e eu seguia em seu encalço, após respirar fundo.

Ao chegar na cena, porém, meus olhos eram inundados pela chama dançante inflamada pelo vinho derramado. A fumaça se espalhava rapidamente, e junto dela as pessoas corriam desesperadas.

Automaticamente sentia o incômodo do calor me aturdir. Ficava brevemente tonta, e rapidamente assossiava a condição com uma possível queda de pressão, causada por uma vasodilatação abrupta. No entanto, ainda precisava encontrar meus aliados, ainda mais quando percebia que Alex já estava na companhia de Saori, e chamava por mim, arrancando-me do transe infernal.

- Vá buscá-la. Eu assumo daqui. - Falava firmemente para ele, assumindo sua posição e deitando a cabeça de minha amiga sobre o chão. Olhando fixamente para suas extensas feridas, eu respirava fundo, tentanto controlar o mal estar causado pelo calor intenso, bem como em uma vã tentativa de ignorar o cheiro de fumaça.

Não posso passar álcool em suas feridas, há muito fogo e existe um risco de que ela seja inflamada novamente. Não tenho qualquer tipo de pomada comigo, e higienizar seu ferimento aqui será impossível. Além disso, se eu enfaixá-la com bandagens secas, podem aderir às feridas e piorar ainda mais a situação. Preciso movê-la... E rápido.

O máximo que faria em campo seria pedir auxílio do ruivo para realizar a aplicação de uma epidural, por mais que fosse meu último recurso no momento, mas se a dor fosse demais para ela, teria de ser feito.

De qualquer forma, uma vez que a situação estivesse mais estabilizada, me ergueria e olharia de maneira carinhosa para Saori, esperando que ela estivesse bem o suficiente para ser movida dali. - Não se preocupe, jájá cuidaremos disso melhor. - Alternava agora meu olhar para o homem que antes a carregava, lançando-lhe uma expressão fria e ameaçadora. - Não há nada que eu possa fazer por ela aqui. Leve-a com extremo cuidado para um lugar seguro. Não encoste em seus ferimentos a não ser que seja para salvar sua vida. Está claro?

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Não tiraria meus olhos dos seus até que ouvisse uma resposta e, com ela, me viraria para procurar outros feridos necessitando de ajuda, e trataria todos os que encontrasse pelo caminho. Por ter uma força avantajada, carregaria quem quer que fosse necessário para um ponto seguro.

Ao ouvir Alexander, porém, me reuniria aos meus aliados novamente, correndo para sabe-se lá onde. No caminho, podia sentir meus pulmões pesados, bem como as pernas bambas, mas não iria parar até que alcançasse nosso destino final, e me forçava a continuar.

Uma vez lá, me ajoelharia ao lado de Saori novamente, e se visse que estava bem, olharia para o ruivo com uma expressão levemente menos ameaçadora, e lhe diria em tom cansado. - Poderia me conseguir água? Preciso de muita, além de algum desinfetante, como iodo ou sabão, algo que possa servir para limpar as feridas. - Novamente abaixava meu olhar, encarando as feridas que deviam estar repletas de fuligem e sugeira.

- Saori, eu sei que é difícil, mas, por favor, tente não se mover. - Lentamente e com delicadeza, inspecionaria as feridas em busca de qualquer corpo estranho que possa ter passado batido. Lavaria minhas mãos com álcool e, em seguida, removeria qualquer sujeira maior. No entanto, se visse que ela não aguentaria, e se já não estivesse sob efeitos sedativos, aplicaria a epidural agora, e procuraria John com os olhos. - Ei, John, venha cá. Segure-a de maneira firme, mas sem machucá-la. - O encarava seriamente, indicando que realmente precisava de sua ajuda.

Quando, enfim, a água e o desinfetante chegassem, lavaria delicadamente a região, na esperança de que agora ela não estivesse sentindo tanta dor, pois essa era a pior parte do processo de queimaduras. De qualquer forma, o sedativo já deveria estar fazendo seu efeito, e a julgar pelo tamanho da dor de antes, não ficaria surpresa se ela houvesse desmaiado.

Ao fim do procedimento, molharia em água as bandagens que carregava comigo e enrolaria levemente suas feridas. Uma vez que estivesse satisfeita, cairia para o lado e abaixaria a cabeça, soltando um longo suspiro em seguida. - Quer me matar de susto?! - Sussurrava de forma quase inaudível, expressando alívio visível.

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Era ai que Alex se aproximava e checava a condição de Saori, dizendo que o tal ruivo era seu irmão... Espera, então esse era o Maximus? Por um breve momento mantinha meu olhar fixado no rapaz, analisando seus traços e tentando encontrar alguma semelhança com aquele que conheci apenas de vista em minha infância.

No entanto, não ficava muito tempo daquela forma, uma vez que ouvia as falas do rei. - Ela sofreu queimaduras de segundo grau... - Me lembrava que tanto Alex quanto Maximus não deveriam saber o que isso significava, portanto, elaborava melhor. - O que significa que uma camada mais profunda da pele foi atingida, inclusive alguns nervos, por isso a dor intensa. Mas se for bem tratada, não trará problemas maiores além disso. Só lembrem de me chamar qualquer coisa, e não estourem as bolhas que irão se formar.

Alex ouvia minhas falas e então me dirigia um elogio. Eu o olhava de forma séria e devolvia formalmente. - Não fiz nada além de meu trabalho, senhor. - E olhando para Saori, esboçava um pequeno sorriso de satisfação, que logo afastava do rosto.

Agora que a situação finalmente parecia ter acalmado, podia olhar ao redor e ver o reencontro de todos... Reencontro.... Papa! Vasculhava o local rapidamente em busca de meu pai e, ao achá-lo, ia em sua direção, ajoellhava em sua frente e olhava incisivamente para ele.

- Está bem? Não se machucou, certo? Deixa eu ver. - Começava a olhar seus pelos em busca de qualquer ferimento. Se achasse ou ele reclamasse de um, trataria rapidamente. Contudo, se estivesse bem, abaixaria um pouco a cabeça, na esperança que ele fizesse carinho, como era de costume. - Fico feliz! - Diria sorrindo para ele, embalada pela melodia acalentadora que o pequeno estranho provavelmente estaria tocando.

Ainda assim, ficaria em alerta para qualquer mudança no quadro de Saori, ou mesmo para um ataque surpresa de nossos inimigos ou dos marinheiros que, supostamente, agora nos procuravam.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos:
- Receita de remédio
- Livro sobre Medicina Tradicional
- Kit Médico (Bandagens {1/30 usos}; Talas {0/10 Usos}; 1 bisturi; Agulhas Esterelizadas {0/10 usos}; Estetoscópio; Morfina {1/5 usos}; Álcool 70% {1/20 usos}
- Botas Profissionais de Durabilidade Média (+60 em Força)
Perdas:
- 400.000 Berries (Botas Profissionais) + 850.000 Berries (Kit Médico)
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma arminha tops
- Comprar suprimentos médicos
- Sair em uma aventura
- Aprender Farmácia
- Aprender Herbologia
- Me divertir <3


@mm


Última edição por Milabbh em Sab Jun 12, 2021 10:09 am, editado 2 vez(es)
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Jun 12, 2021 4:55 am

Fim de luta






O plano havia dado certo. O soco atingia o marinheiro, a mochila era arremessada de forma suficiente a apenas atrapalhar o “da pistola” e então o mink terminou a brincadeira. Confesso que minha vontade era dar o golpe final, mas acabar com aqueles marinheiros dava uma sensação tão reconfortante que aquilo não me importava tanto.

O grito da plebe me dava um certo desconforto, como príncipe meu objetivo era ajudar os outros e não provocar um pânico generalizado, se pelo menos eles soubessem o quanto a marinha podia ser corrupta… Peguei novamente minha mochila e segui o mink cujo nome era Kaplya até me encontrar com a laia de Alexander, talvez a culpa da confusão fosse de alguém ali, mas naquele momento o ideal era não apontar dedos a ninguém, querendo ou não eu estava junto deles agora, para meu total infortúnio…
O círculo de chamas começava a se espalhar, como diabos aquilo poderia ter acontecido tão rápido?

Pelo menos a ideia de ter algum piromaníaco entre nós me deixava mais animado, seria algo problemático, mas problema deles, não meu. Um pouco além do fogo, notava uma moça machucada, meu primeiro impulso foi de ajudá-la, e assim o fiz, quando me deparei com Alexander.

— VROOAAAA, mas que porra tá acontecendo? Venha, depois conversamos, antes de ser seu rival eu sou um médico, vamos tirar aquela garota das chamas, pelo que estou observando é uma das suas também não é?!— Ver Alexander me despertava uma ira muito profunda, por mais que meu objetivo fosse socar a cara dele, eu entendia seu sentimento. Um rei vendo aqueles próximos a ele em péssimas condições me deixava comovido o suficiente para ajudar.


Avancei junto a Alex tomei um dos panos que água que os comuns usavam para apagar o fogo e o cobri dando alguns comandos médicos básicos para ele:   — Pegue ela com cuidado, o ideal seria removermos ela nunca maca, não sabemos a gravidade de suas lesões… Merda porque porra isso aconteceu do nada?! — Disse em tom baixo para que apenas ele escutasse, eu discordando do Rei em meio aos súditos certamente o deixaria Alex, mas francamente aquele não era o momento de provocações. Tentei abrir caminho com algum balde de água ou outro pano para que ambos passassem sem sofrer ferimentos, por mais que aquilo eventualmente me provesse alguma queimadura aquela garota havia sofrido o suficiente.

Assim que Alexander ordenou, parti em retirada junto com os demais, como estava em boas condições, mantive a retaguarda para garantir que todos pudessem ficar seguros e assim segui até chegar em um local seguro, sempre atento caso algum marinheiro aparecesse, e se assim fosse, me prontificaria a intervir.

Se tudo ocorresse bem, chegaríamos até um local seguro e ao notar a aproximação de Alexander, prontamente já diria — Sei sei sei., não precisa falar, vou tratar dela Assim que ele se aproximou em tom baixo, também retruquei em uma altura que apenas ele pudesse ouvir — Você tem coisas mais importantes para se preocupar vossa majestade, pouco me importa seu segredinho, se alguém souber não será por mim, agora me deixe cuidar dos seus...

Me aproximei da garota de cabelos prateados e então disse: — Me diga os lugares onde dói, vou lhe dar o atendimento médico, sou Ryuu… Procure não se mexer, pode causar algum desconforto mas prometo que te farei ficar bem. — Saquei os equipamentos médicos da mochila e procurei dar o melhor atendimento que meus utensílios pudessem oferecer.
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Emme