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Kenshin
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Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 10, 2021 10:03 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Os Monarcas - I Efeito Borboleta

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Daisuke Ito, Saori Ito e Alexander Lancaster Cavendish III. A qual não possui narrador definido.

_________________

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

O Taverneiro
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Maio 19, 2021 11:32 am
Ascensão
Assim que acabasse minha refeição, sairia da mesa deixando pratos e tudo mais por ali.


”Certo… Observar o menino Daisuke. Precisamos de armas. Acho que aqui perto deve ter algum lugar que as venda. Minhas mão são ótimas, mas preciso ter uma segunda opinião. Haru deve precisar também de armas… Será que ela ainda tem o dinheiro que dei para ela? De qualquer forma acho melhor pagar para ela. Nunca se sabe…”

- Haru, minha filha. Você ainda tem aquele dinheiro que "papa" colocou em sua conta? Ou já usou tudo em livros e essas coisas?

Aguardaria sua resposta e então falaria ao rei e a quem mais estivesse para ouvir.

- Kaplya vai passar em alguma loja de armas. Precisamos de equipamentos. Quem quiser pode vir com Kaplya. Caso contrário, encontro vocês no caminho.

Olho para trás antes de sair e vou até meu quarto, pego minhas coisas e conto o valor que tinha na mochila. Espero que seja o suficiente. Olho para o chão da pousada. Caso tivesse um tapete ou algo assim colocaria por cima e sairia dali sem pensar duas vezes.

Com alguém comigo, ou não, iria buscar uma loja de armas. Perguntaria a alguém que trabalhasse na pousada antes de sair e perguntar a outras pessoas. Caso ali ninguém soubesse sairia e perguntaria na rua até encontrar alguém que soubesse para onde é a loja de armas e o cais.

Apesar do frio, o tempo estava razoavelmente bom. A temperatura colabora com a furtividade necessária no pedido de Alexander. E já te explico. O frio faz com que na maioria das vezes as pessoas não se importem com as coisas ao redor de seus corpos e sim em manterem-se aquecidos, o que faz com que os arredores sejam mais receptivos a pessoas que estejam aptas a serem furtivas. Dessa maneira, existe um pequeno facilitador.

- Oi. Onde fica a loja de armas? E sabe onde fica o porto?

Assim que tivesse a informação seguiria os passos. Passaria na loja de armas e então faria o meu pedido e o de Haru, mesmo se a minha filha não estiver comigo, vou comprar o seu equipamento.

Ao entrar na loja observaria para ter a certeza que estava só com os meus conhecidos, ou sozinho com o dono da loja. Caso tivesse mais alguém na loja ficaria de olho nessa pessoa também.

- Bom dia. Desejo duas espadas de qualidade boa, de preferência de aço inoxidável e com boa afiação. - Enquanto ele fosse buscar as espadas eu ficaria de olho, se não tivesse um estranho na loja e houvesse algo perto de mim pequeno o suficiente como luvas, ou botas, eu pegaria e colocaria dentro da mochila de alguém que estivesse perto de mim. Desde que, é claro, fosse alguém de meu entorno. Caso contrário não mexeria em nada. - Quanto fica? Certo… - Caso tivesse o valor pedido, colocaria o dinheiro sobre o balcão (caso tivesse um balcão). - - O que tem além das espadas? Chicotes, armas de fogo, facas ou adagas. Pode me mostrar? - Assim que ele virasse para buscar, ou fosse me mostrar qualquer coisa, sairia dali.

Caminhando buscando ser o mais silencioso possível olharia para os outros e diria:

- Podem ir a frente, Kaplya precisa resolver umas coisas. Se quer ficar perto de Kaplya, silêncio deve fazer.

Caminhava como se estivesse andando sobre um ninho de vespas. Tendo em vista cada passo evitando barulhos e me escondendo quando parecesse estar sendo observado. Entraria em lojas, pararia para amarrar a bota, ou fingiria estar bêbado caminhando a esmo.

Buscaria observar de longe a cena toda sempre atento a segurança das pessoas, como Alexander pediu.

Caso avistasse Daisuke, ficaria de olhos fixos nele e em seus movimentos, independente de qual fosse.

”Não, ele não pode ser tão retardado assim…”

Se ele fosse para cima de qualquer um dos meus protegidos de forma mais ameaçadora eu investiria contra ele com todas as forças. Sem disparar uma só fala, apenas pensaria enquanto partisse para o ataque.

”Acertarei sua garganta com a velocidade de um raio. Menino estranho…”

Se ele não fosse agressivo para as pessoas que comigo estavam, eu apenas observaria a distância.

DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya"
*Histórico:
Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Psicologia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Psicologia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Kaplya Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.




Jean Fraga
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Maio 19, 2021 3:14 pm



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Post 02



Até o dado momento, não avistei Saori, se quer Alexander, está vendo garoto? Por que eu mentiria para você? Você foi embora e as pessoas te esqueceram... grite... chore... entre em desespero, ninguém vira te salvar...

Sorria olhando para cais enquanto me comunicava com o moleque, por mais que ele ficasse calado, eu sentia sua dor, sua angustia e isso, esquentava meu corpo naquela manhã fria.

Havia um grande barco na marinha atracado no cais, me pergunto se eles sabem sobre as coisas que cometi... adoraria matar alguns marinheiros, onde estavam eles para serem o símbolo da justiça quando minha família morreu e minha casa pegou fogo? O pior foi durante esses anos ter encontrado marinheiros andando com pessoas da sociedade do dragão... olhava para o navio e me certificava de uma coisa, — Todos vocês iram sucumbir, apodrecer, morrer pelas minhas mãos... – dizia em voz baixa, tirando o olhar da embarcação.

Bom, já que realmente ninguém veio ver você Daisuke, porque não encontra algo para eu me divertir? Até esperar por uma embarcação que vá direto para Grand Line, temos porcos a caçar... A confusão não fugia de mim e olhando ao lado podia ver um aglomerado de pessoas, sorria ansioso para o que estaria me aguardando.

Me aproximava e podia então entender, três contra um, o velhote não parecia estar na melhor das vantagens, mas percebia que ele estava bêbado, talvez poderia encontrar coisas boas em um bar, mulheres... informações... quem sabe até confusão.

Entraria no meio da rodinha e caso os homens falassem algo, eu diria, — Silencio vermes! – apontaria para eles nesse momento, olhando agora para o velho diria, — Velhaco! Onde você estava bebendo? Com esse frio, nada melhor do que tomar uma! – Ficava com a postura alta, olhando-os, por via das dúvidas, analisaria o ambiente, procurando ao chão pedaços de madeira, vidro, terra, até pedras, assim como tentaria ver se eles estavam armados.

Adoraria começar o dia pintando uma linda obra de arte nesse chão, porém gostaria de encontrar... como posso dizer, meus utensílios... pinceis! Para minha obra.

Caso algum deles partisse para cima de mim, procuraria me esquivar usando minhas técnicas de pugilista, movimentando meus ombros e quadril, tirando meu corpo da direção de possíveis ataques, enquanto com as pernas, posicionar-me-ia perto o suficiente para acertar socos fortes e sem muita precisão.

Armando uma base mais fixa de boxe, esperaria pelo momento certo e quando encontrasse a brecha, com os joelhos semiflexionados viraria meu pé da frente lateralmente junto do quadril, desferindo um rápido jeb, buscando levar meu soco de encontro ao maxilar de algum deles.

No entanto, se eles não partissem para cima de mim, esperaria pela resposta do velho, se ele me informasse um bar, iria até o local, porem se de nada servisse aquele papo, apenas viraria de costas e sairia andando pelo cais.


Daisuke Ito:
Histórico:
Objetivos:
OFF:

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Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 OAKySZI
Ex-Panda
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Ex-PandaCivil
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Maio 19, 2021 9:39 pm

GODS BLESS THE KING


Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 QRqQSkL


Eu e Shiranai andávamos perto um do outro indo para a cafeteria nos alimentar, um simpático serviçal daquela estalada já via nos dois e oferecia uma mesa para um casal, eu dava um leve sorriso e olhava para baixo mas não negava o homem.

— Quem sabe um dia...



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 06f552bcbf82b177cb212f33d7638478

Falava em um tom não tão alto já que não sabia como shiranai se sentia sobre aquilo, olhando para ela por canto de olho percebia que provavelmente ela pensava o mesmo, finalmente a mesa era organizada para nós e pouco a pouco os outros começavam a chegar.

Eu apresentava a minha “amiga” aos outros e pediam “humildemente” para que fossem cordiais com ela, e eles iam me dando bom dia e os comunicados eram dados um a um, e começava a responder as perguntas que eram feitas a mim depois de conversarem brevemente com Shiranai.

— Bom dia padre, bom ver que está bem mais um dia!

Todos estavam comendo e John mais uma vez insistia ainda em apenas obedecer, era fascinante um ser que não tinha um mínimo de vontade de conhecer o mundo ao seu redor por si próprio.

Mas algo apertava meu peito, eu instintivamente segurava em minha cadeira, começava a suar pelas mãos e testa, sabia o que estava vindo, um leve gosto metálico começava a inundar minha boca.

Eu sabia, era ela mais uma vez, a ruina dos reis, ela estava vindo em uma onda grande, não bastava apenas ter me atormentado nessa noite não é maldita?



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 ILL-KILL-YOU-WHITE-FANG-Nisekoi-Know-Your-Meme

— Terminem de comer pessoal, eu irei na toalete e já retorno.

Se alguém da mesa tentasse me seguir olharia para trás com uma faceta intimidadora mostrando que não era para me seguir em hipótese alguma e me esperar na mesa pacientemente com os outros.

Claramente falaria tudo com um sorriso simpático no rosto, quando me virava já puxava meu pano carmesim pois sabia que minha boca já começara a sangrar mais do que eu poderia aguentar.

Andaria o mais rápido possível para o banheiro mais próximo, não me importaria se me esbarrasse em alguém e perguntaria a pessoa que trabalhasse por lá.

— Onde fica o toalete rápido, cof cof...

Iria correndo para lá e bateria na porta o mais rápido possível, se tivesse alguém e a porta estivesse aberta usaria toda a minha intimidação e o mandaria para fora.

— Some daqui ou eu mato você com as minhas próprias mãos entendeu?



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 5157b1c5f446f83580d9c5f99efe228c

Entraria e fecharia a porta, uma bola de sangue sairia da minha boca na pia, escura como sempre, minha testa estava coberta de suor, a dor agonizante em meu peito me fazia ter vontade de chorar, perdia o equilíbrio por um momento e sentava na privada com a tampa fechada.

— Arf arf, HmhmhmhmhmhmHâhâhâhâhâhâhâ

Ria de forma não tão alta enquanto encostava a minha cabeça na parede olhando para cima em agonia e desespero.

— Um homem não pode ter tudo, certo meus deuses? Afinal eu nasci com muita sorte, dinheiro, mulheres, adoração, uma boa inteligência, mas como uma doce e sutil piada mortal, me falta tempo para usufruir de tudo isso...

Eu tentava me enganar de forma desesperada, porem no fundo eu sabia, em meu coração eu sentia medo genuíno, medo de nunca mais poder ver as pessoas que eu amava, medo de mais uma vez ficar preso em uma cama como antes, medo de nunca poder conquistar meus objetivos, tudo o que eu sentia era PAVOR.

Levantava minha camisa e via “a marca” já estava um pouco maior do que uma bola de gude, e mês a pôs mês ela aumentava como se estivesse me consumindo até não sobrar mais nada, minha cabeça girava, latejando de dor, meu peito parecia que explodiria a qualquer segundo.



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 A2ea16957e2698d0e9954b640031737a

Eu não podia mais perder tempo, as pessoas iriam desconfiar caso eu ficasse por lá, principalmente Shiranai, ela não podia descobrir que eu estava morrendo, ela confiava em mim, e no fim, ninguém pode confiar em um uma pessoa que já está morta...

Infelizmente eu não tinha nem mesmo um cigarro comigo para fazer a nicotina aliviar levemente a minha situação, me levantava e me arrumava no espelho, lavava meu rosto, retirava o sangue da minha face e penteava meu cabelo com as mãos.

Um sorriso forçado se esboçava em meu rosto, dizendo, está tudo bem, você não está com medo, ninguém irá descobrir eles irão apenas ver você como é, forte, gentil, confiável, um bom rei!

Saia do banheiro como se nada houvesse acontecido, e ia andando lentamente para não perder o equilíbrio até a mesa, mantendo toda a etiqueta e classe, puxava a minha cadeira e sentava, bebia um suco para retirar o cheiro e gosto de sangue de minha boca.

— Desculpem me a demora.

Começava a observar todos enquanto comia, e percebia que John servia um vinho ao meu padre, novamente executando sua função primordial e outra coisa me intrigava, Shiranai não estava se alimentando direito.

— Minha querida preciso que se alimente direito, não quero que tu passes mal por falta de nutrientes...

Novamente um sorriso se abria em meu rosto, a dor não faria eu derrubar aquela máscara que estava colada, Saori falava comigo, mas eu pedia um segundo para responder Shiranai que falava comigo ao meu lado.

— Sim Shira? Cof cof, apenas engasguei não se preocupe

Mentia levemente falando que havia me engasgado com a comida, mas eu sabia que era pelo sangue.

Ela me pedia para ser útil para mim, o que me deixava feliz, afinal essa havia sido a nossa promessa, porem me incomodava que ela não olhava em meus olhos, ela teria medo de mim? Talvez da realeza? Eu não sabia muito dela e isso me aborrecia.

Pegava meu dedo indicador e meu polegar e segurava seu queixo com leveza e sutileza para não a machucar e redirecionava seus olhos para os meus.

— Quando falares comigo, peço para que me olhes nos olhos Shira...



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 B2d32286f0cd5b422e177fc1122cf6a4

— Se queres acompanhar Kaplya pode ir, mas não quero que se machuque, ficaria extremamente desapontado caso algo acontecesse contigo...

Neste momento olharia para todos que iriam no grupo de Kaplya, acho que não precisava mais dizer nada a eles.

— Está aqui 1 milhão de berries tome cuidado com essa quantia, e não precisa me pagar, é um presente meu para ti, espero que compre algo que lhe agrade.

— Saori, Haru não poderá lhe acompanhar, porém Shiranai irá contigo certo? Shinto meu fiel amigo, pode escolher a quem acompanhar, John tu vens comigo como guarda costas, estou meio cansado desta noite...

Esperaria todos terminarem de comer me levantaria e rapidamente sussurraria nos ouvidos da medica.

— Estou tendo uma crise neste momento e não sei se consigo ficar muito mais tempo sem meu remédio, vamos logo.

Pegava na mão de Shiranai e iria até a porta do bar, fazia isso quase que de forma inconsequente e sem um pensamento prévio da ação, mas soltar agora seria deselegante, então se ela não recusasse apenas a deixaria ir quando fossemos nos separar.



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 F9217a585a2a162c7fc645119a76a953

— Certo, aqui nos dividimos, nos encontraremos aqui depois de resolvermos nossos afazeres.

Me virava de costas e acompanharia meu grupo e os deixaria me guiar para a farmácia mais próxima, precisava comprar meu medicamento o mais rápido possível.



Histórico :

Objetivos:


Última edição por Alexander III em Qui Maio 20, 2021 3:14 am, editado 1 vez(es)

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Shinto
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Maio 19, 2021 10:20 pm

Efeito Borboleta

Ascenção



Sinto que deva refletir sobre os meus atos, talvez tenham sido eles um pouco fogazes, talvez tenham sido destinados, talvez, talvez, talvez… Que incertezas imundas rondam a minha mente. O verdadeiro esplendor desabrocha com a sua purificação e como isso é belo, como um simples ato acompanhado de umas palavras carinhosas, impõe uma dúvida, uma necessidade de redenção.

Como o erguer da mão da senhora Shiranai a traria ao meu alcance, ao alcance dos deuses, o sorriso que esboçava enquanto ouvia as suas palavras era honesto, tão honesto como os sentimentos que percorriam o meu corpo quando veria, ali, uma das criações dos meus pais, a erguer a sua mão a mim, o primeiro passo, a iniciação. Ao agarrar a mão da Senhora Shiranai eu responderia. – Senhora Shiranai, o perdão está sempre ao alcance de uma mão. Espero poder responder às suas preces quando me procurar.

O café da manhã, que momento prazeroso, sem dúvida revitalizar o meu corpo com a comida e a minha alma com as pessoas que me rodeiam é algo delicioso… como os meus pais me presenteiam com tamanhas oferendas, sem dúvida é uma bênção. Uma das quais não conseguiria não partilhar. - Senhorita Saori abra a boca. - Diria enquanto levava um garfo que continha o manjar aos doces lábios de Saori. Desejava que a minha voz aliciasse a senhorita, desejava ali um momento de aproximação, um talvez acompanhado por uma despedida, o meu rei teria se ausentando e com o seu retorno traria novas indicações.

Com a refeição no seu fim, olharia para a bela senhorita que estaria sentada ao meu lado. – Peço perdão por não a acompanhar.

Retiraria o brinco da minha orelha direita com ambas as mãos e o entregaria a Saori. – Assim uma parte de mim estará consigo. – Levantar-me-ia e fazia uma pequena vénia ao grupo enquanto seguiria Alexander.



Local do Narrador <3:

@Die Dai


Última edição por Shinto em Qua Maio 19, 2021 10:57 pm, editado 1 vez(es)

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Madrinck
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Créditos : 11
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Maio 19, 2021 10:30 pm
John Doe o Escravo
Ascensão de um novo grupo




Era no mínimo interessante o grupo a minha volta, todos agiam e eram muito mais harmônicos do que quando eu comia junto com outros escravos em porões ou quartos com uma higiene certamente precária enquanto eu brigava pelo meu próprio prato, dessa vez parecia que eu teria uma alimentação boa como todos os outros dias desde o dia que Alexander tinha me tomado como serviçal.

Será aquilo algum tipo de recompensa por eu estar sendo um bom escravo? Ou minha contraparte tinha movidos suas peças novamente e simplesmente não mencionou nada em meu caderno? Aquilo não seria de certa forma uma surpresa, já tinha acontecido dezenas de vezes, mas isso era outra coisa para me preocupar, eu precisaria de um novo caderno e lápis.

O que antes eu utilizava já possuía todas suas paginas já por preenchidas e isso seria um problema, mesmo que eu de certa forma tenha memorias do que o meu outro eu faz quando tal esta no controle, elas são tão embaçadas do que minhas memorias de criança, e complicaria os meus serviços se eu não soubesse como agir com certas pessoas que o meu outro eu tinha feito como "amigo", era no mínimo irritante aquele modo de agir que ele tinha escolhido por optar com as pessoas, ele parecia não perceber que os escravos não podem ser amigos de seus mestres. E não importava quantas vezes eu o reclamasse sempre trazia pessoa para perto de mim e eu simplesmente não aturava aquilo.




Mas aquilo não era pensamentos que eu devia me prender por enquanto, o que eu realmente tinha que me prender era me alimentar para estar saudável, assim eu conseguiria fazer meus serviços, então eu começando a comer de modo calmo e cordial estando de orelhas antenadas para ordens ou pedidos enquanto eu via meu Amo de modo urgente sair da mesa para o toalete, mas eu não podia fazer muitas coisas já que ele tinha deixado claro que era pra todos continuarmos a comer, e isso me incluía também, e uma ordem deveria ser seguida, então eu iria continuar a comer pensando se algo tinha acontecido com mestre Alexander para tal sair com tanta pressa.

Mas quando eu ouvia a ordem que Shinto, que pelo oque a segunda personalidade minha tinha documentado no caderno seria um padre amigo de Alexander, pedia para eu encher para ele um recipiente com vinho para tal beber, eu não pensava nem duas vezes, eu me levantaria independentemente da distancia que eu tivesse do Padre e pegaria uma garrafa de vinho se tivesse uma na mesa para eu então encher a taça do querido amigo do meu Mestre. Mas caso na mesa não tivesse nenhuma garrafa de vinho eu rapidamente pediria uma ao garçom com palavras em tom educado -Poderia por gentileza trazer uma garrafa de vinho- quando tal chegasse eu agradeceria e encheria a taça para o padre.

Depois de servi-lo botaria a garrafa na mesa e me sentaria em minha cadeira, tomando cuidado para que ela não quebrasse ao me sentar novamente, para assim voltar a me alimentar observando que o Amo já estava de volta entre nós, ouvindo de modo claro o pedido dele eu terminaria de engolir a comida que eu teria em minha boca e responderia -Farei isso com grande prazer meu Senhor- enquanto eu falasse aquilo me levantaria e iria fazer uma reverencia em respeito para terminar o meu prato e ficar de pé novamente perto da mesa, dessa vez um pouco mais próximo ao Mestre para fazê-lo guarnição como desejado, em alguma outra oportunidade eu teria a chance para comprar um caderno, e se eu não fizesse eu botaria fé que a minha contraparte iria fazer por mim, tendo as mesma preocupações que eu tinha no momento.

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico:

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Saori
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Maio 19, 2021 11:51 pm
Let life do with you what primrose does with flowers
Saori respirou fundo.

O peso do não de Alexander caiu sobre os ombros da jovem e a fez titubear. Ainda que ela, por baixo dos pensamentos esperançosos, já soubesse que não iria convencê-lo a ter a companhia de Haru. Recuou a face, já cabisbaixa, e mordiscou o lábio inferior. Ela entendia que o rei não poderia ficar sem sua médica, porém. Não iria insistir. No lugar da garota-coelho, Shiranai fora designada para ir com ela ao porto.

Está bem, Alex... — respondeu Saori, com um misto de tristeza e conformação.

Quando voltou para se sentar, observou a voz tênue e encantadora ao seu lado. A mesma que arrancava seu fôlego toda vez que a escutava. Seu nome, proferido por Shinto, soava como o marulhar de um oásis para os perdidos no deserto. E, dessa vez, a melodia não veio na forma de um simples cumprimento. Shinto foi além.

A-abrir a... — e antes que pudesse continuar, sentiu o gostinho doce do manjar invadir sua boca.

Os olhos de esmeralda resplandeceram, cintilando como o pedaço da mais pura lasca da joia. Saori definitivamente não sabia como reagir. Agarrou a barra da saia com as mãos embebidas de suor frio. A face, vermelha como uma rosa recém desabrochada, estava desnorteada, à procura de algum canto para se esconder — e encarar Shinto não era uma opção.

Um breve som de glup repercutiu após o doce ser engolido. Só então que Saori percebeu os funcionários da pousada passando pra lá e pra cá, carregando bandejas repletas de guloseimas e bebidas. Como em um ato de sobrevivência, levantou a mão, buscando apanhar uma xícara de chá da bandeja mais próxima.

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 EPLSMYd

O vapor da bebida redemoinhava diante do rosto corado da garota, funcionando como uma cortina entre ela e a sua ansiedade. Os dedos tamborilavam na porcelana esculpida da xícara. Saori inspirou fundo, saboreando a ternura penetrante do chá e o seu perfume cálido de ervas. E, depois de um gole sutil, ganhou um pouco de força para voltar à realidade e encarar a situação.

Tudo bem, Shinto, — disse Saori, suavemente. — Não tem problema, Shiranai me fará companhia.

Por um lapso de tempo e depois de um sorriso acanhado, os verdes olhos dela se conectaram aos amarelos dele. Nesse instante, embora tenha acontecido em segundos, fez a esmeralda refletir o brilho do sol divino. Então Saori voltou a fitar o ondular do chá dentro da xícara.

Após mais um gole, escutou novamente a voz encantadora. Viu, na palma erguida de Shinto, um dos brincos do rapaz ser levantado na sua direção. Os dedos de Saori hesitaram, mas no fim ela soltou a asa da xícara. O tempo pareceu parar ali, enquanto a mão pálida da garota descia de encontro à joia. Quando o presente foi apanhado, por um instante sentiu o calor da pele de Shinto assim que seus dedos resvalaram pelo brinco.

Um suspiro escapou dos lábios rosados da garota. Logo ela fechou o presente inesperado com sua mão e o trouxe próximo ao peito.

Obrigada, Shinto... — a voz soou de maneira serena, tão graciosa quanto a cortina de vapor que continuava emanando da xícara.

Após todas as considerações finais de Alexander e dos demais presentes, não faria mais sentido permanecer ali. Sairia do local logo que Shiranai desse o primeiro passo.

Trilha Sonora:

Considerações:Ficha na assinatura.
Histórico:
Ganhos:
Perdas:
Objetivos:
Conseguir um Chicote;
Obter a qualidade Precisão Temporal;
Aprender a proficiência Física.
551 palavras // tag: cheirinho de flores // outfit // local: ilha flevance


Última edição por Saori em Qui Maio 20, 2021 11:49 am, editado 4 vez(es)

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Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 LZVuJBY
Milabbh
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qui Maio 20, 2021 12:09 am
Efeito Borboleta
Segundo Pulo
As conversas se desenrolavam tranquilamente naquela manhã, e o dejejum estava com um sabor bem agradável. Contudo, a cena pacífica era interrompida por Alex, que se erguia de súbito.

Imediatamente eu fazia menção de repetir o gesto, ficando quase ereta. No entanto, o olhar fuzilante do rei me deteve, e eu apenas limitei minha ação a alcançar algo mais distante na mesa, sentando-me logo em seguida. Eu sabia exatamente o que estava acontecendo, e o motivo para aquilo, mas ainda assim, não desrespeitaria a vontade dele.

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 Yae

Mantendo meu melhor sorriso forçado, fingia estar despreocupada e, por sorte, meu pai falou comigo. - Tenho sim, papa, acha que criou uma esbanjadora? Mas irei usá-lo hoje, preciso de alguns suprimentos. - Ria de maneira contida, ainda com a mente em Alex, mas prosseguia. - Já que vai na loja de armas, pode comprar uma para mim também? Assim que nos encontrarmos lhe entrego o valor correspondente. Mas acompanharei vossa alteza. - Imaginava que ele entendesse o que queria dizer.

De qualquer forma, o rei retornava, e em sua feição podia perceber rastros de insônia, bem como uma leve dificuldade ao respirar. Era claro para mim: Ele estava tendo mais um de seus ataques, e sem o remédio para ajudá-lo... Precisávamos nos apressar e comprá-lo logo.

Com o mesmo pensamento que eu, Alex começava a dar suas ordens e, dentre elas, citava que não poderia acompanhar minha amiga. Encarava Saori com um sorriso triste, mas não negava, afinal, meu rei precisava de mim, e isso era confirmado com seu sussurro em meu ouvido.

A informação não vinha como uma surpresa, e eu o encarava para acenar positivamente com a cabeça, de maneira firme, reconhecendo a fala e sua urgência. Com isso, me erguia da mesa e rumava diretamente para a porta, onde esperava o rei e seu guarda costas, John.

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 5b2e4c3f3b086

Uma vez que estivéssemos todos reunidos, começaria a trilhar meu caminho pela cidade. Olharia ao redor tentando perceber qualquer tipo de comoção, ou mesmo localizar a farmácia, ambiente com o qual já havia me familiarizado há anos. Contudo, se nada encontrasse, abordaria algum cidadão com um sorriso simpático.

- Com licença... Bom dia! Sabe me informar onde posso encontrar uma farmácia? - Com as informações novas, iria até o local. Se não soubessem me informar, porém, continuaria perguntando até que a encontrasse, a não ser que algo me parasse no caminho.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma arminha tops
- Comprar suprimentos médicos
- Sair em uma aventura
- Me divertir <3


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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qui Maio 20, 2021 1:46 am

Compras


Durante minha caminhada uma coisa era claramente notável, aquele tal de chumbo branco se fazia MUITO presente na cidade, seja em decorações, artigos para venda, remédios... Meu pai havia me contado sobre o chumbo branco uma vez, como sua toxina gerava uma doença terrível. Lembrar disso me trazia memórias junto de meu pai, quando me contou dessa doença disse que um dos sintomas eram cabelos brancos e em seguida apontou para minha desgrenhada cabeleira juvenil, passado o susto lembro que explodi de raiva, um Rei fazendo palhaçadas dessa forma....

Engraçado como a distância enriquece nosso saudosismo, mal havia iniciado minha jornada e lembranças como essa começavam a aparecer... Balancei instintivamente a cabeça de modo a tirar aqueles pensamentos e voltei minha atenção para as lojas. Aquela praça possuía comércios interessantes, talvez arranjaria tudo o que precisava ali. Caminhei até uma loja que parecia vender um pouco de tudo e fui surpreendido pela aparência do vendedor que não era humana, um mink raposa.

Sua espécie era bem incomum, com tanto preconceito muito me surpreendia que aquele mink ali possuía até um comercio. Lembrei-me da mink coelha ajudante do Alexander, talvez ele pudesse ter alguma informação de seu paradeiro, perguntaria dela após minhas compras. — Olá, desejo algumas coisas, espero que tenha a maioria, seria um saco ficar pulando de loja em loja... Um maço de cigarros mentolados, isqueiro, uma mochila, um kit de bandagens, linha de sutura, agulha médica, álcool e um sedativo forte... morfina ou algum outro opioide.

Conforme pedia os itens, vasculhava o local em busca de detalhes, se estavam corretamente armazenados, se pareciam velhos ou então muito sujos. Por fim, se a compra dos itens se concretizasse, faria duas perguntas ao vendedor: — Por acaso você viu um semelhante de sua espécie na ilha? É uma mink coelha, talvez tenha comprado itens médicos também... Veio junto com o Rei de uma ilha chamada Ravenwatch. Outra coisa que gostaria de perguntar para você é a respeito de armas... Não dessas medíocres que são colocadas na vitrine para serem vendidas logo, queria algo fino... Uma soqueira da melhor qualidade que você possuir ou possa indicar.

No caso do vendedor me apresentar a soqueira, daria uma boa olhada na arma e se fosse um item realmente formidável faria a compra do mesmo, se não possuísse a arma agradeceria e sairia da loja, em busca da mink se ele soubesse de seu paradeiro ou em busca de uma loja que possuísse uma arma que atendesse ao meu rigoroso critério. Nesse tempo, guardaria os itens adquiridos na mochila, sacaria um cigarro e o acenderia, dando uma longa e profunda tragada enquanto ficava de olho em qualquer movimentação da praça que me chamasse a atenção.


Informações:




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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sex Maio 21, 2021 11:02 pm

 
Narração: 002 / Os Monarcas / Flevance, 9:30, 12ºC

 

 
Os Monarcas: Seguindo ao seu lado!

 


Trilha Sonora:

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 Original

Introdução

Quando o mundo a nossa volta desmorona, dar o primeiro passo é sempre difícil...pois dói acreditar em alguém novamente.

Pousada Yasmin

Shira estendia a mão na direção do padre, pois precisava seguir em frente e se entrosar com aquelas pessoas e Shinto era o que parecia mais solicito em se aproximar da jovem, após os devidos cumprimentos o café da manha seguiu tranquilo, onde o grupo começava a se organizar e ver o que cada um faria naquele dia.



Enquanto isso, a pequena garota de cabelos rosas tentava não demonstrar que estava chateada por não poder sair com sua amiga Haru. A jovem voltou cabisbaixa para seu lugar, mas a voz melodiosa de Shinto a surpreendeu.



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 Original


A jovem iniciava uma fala quando sentiu a colher do manjar entrando na sua boca. Após a surpresa daquele gesto, Saori sentia o rosto queimar de vergonha e agarrou a barra da saia sem jeito. Não tinha coragem de encarar ninguém, então escutou o som do tilintar da porcelana e virou o corpo para o cozinheiro da pousada. Estava salva pelo chá de camomila e erva cidreira, o chá quente e reconfortante trouxe alivio para a menina. Mas o clima agradável e de confraternização foi  quebrado por Alex, que aos poucos sentia o suor frio descendo pela lateral do rosto. A ruina dos Reis estava começando novamente.



O rei se levantou bruscamente e isso chamou atenção de algumas pessoas, principalmente de Haru e John. O escravo apesar da preocupação não se atrevia a contrariá-lo. Já a médica por instinto se levantou e tinha a pretensão de seguir o ruivo. Alex fuzilou a Mink com o olhar, ela tentou disfarçar para que outras pessoas não percebesse sua preocupação.



Enquanto isso no banheiro da Pousada...

Assim que levantou da mesa Alex começou a tossir logo em seguida, ele seguiu as placas e localizou o banheiro rapidamente. O lavado era pequeno e cabia apenas uma pessoa, assim que chegou na porta trancada bateu incansavelmente até a pessoa sair.



O senhor saiu tão apressado que nem secou direito as mãos no papel toalha e foi direto fazer uma reclamação com a dona da pousada. Alex fechou a porta e correu em direção a pia, conforme tossia o sangue jorrava pela porcelana branca. Ele sentia o corpo sucumbir de fraqueza e senta sobre o vaso, se deixando levar pelo desespero. A dor que sentia era tanto física quanto emocional. O medo era tão sufocante quanto as dores que oprimia se peito. O ruivo constatou que a mancha aumentava gradativamente e que seu fim estava próximo. Mesmo querendo negar sua maldição, ele sabia que tinha pessoas que dependia dele e o rosto de cada surgia em sua mente, como uma mensagem de alerta....precisava correr contra o tempo!

Com as pernas cambaleantes, Alex se aproximou da pia e deixou que a água fria caísse pelo rosto e nuca, afim de trazer algum alivio, mas não conseguia disfarçar a palidez do rosto. Ao retornar a mesa, tentou agir de maneira natural, mas Haru sabia exatamente o que o homem estava sentindo.

Shira que até então estava se sentindo isolada na mesa do café da manhã, mal tocou na comida e viu que Alex não estava se sentindo bem. E ela não queria ser um estorvo para o rei, por isso decidiu que iria fazer o que lhe fosse ordenado. Mas o ruivo não gostava do jeito evasivo da jovem, enquanto ele queria conhecer mais do seu passado, a jovem se afastava. Por isso, ele ergueu o rosto dela, fazendo seus olhos se encararem.





Com essa deixa, o grupo terminou sua refeição e cada grupo seguiu conforme foram designados pelo rei. Kaplya, Shira e Saori iriam procurar uma loja de armas e depois iriam para o porto. Alex, Haru, John e Shinto seguiriam para a farmácia.

Badar

O jovem percebeu que o que fez foi errado, mas não entendia o porque das pessoas serem tão agressivas. Com medo, ele corre para a floresta que tinha acabado de sair. Os dois conseguem se esconder atrás de uma vegetação densa e ele começa a dividir o que tinha roubado com o lobo, dando os maiores pedaços para o animal.



Por isso decidiu que precisava aprender a caçar ou morreriam de fome. Com isso em mente ele explorou melhor a floresta e achou uma pequena choupana. Pela janela veria uma pequena cama de solteiro, um fogão a lenha e uma armário de madeira simples, em cima do armário havia uma vara de pesca de bambu. Após chamar alguém e
esperar alguns minutos, percebeu que o local não estava sendo habitado por ninguém.

Ele poderia tentar invadir pulando a janela ou voltar para a cidade, talvez tivesse mais sorte desta vez. E as pessoas poderiam ser mais amigáveis se o jovem fizesse alguma apresentação, como costumava fazer no cativeiro.

Ryuu

O jovem se lembrava com nostalgia da sua casa e percebe que é muito fácil sentir falta quando perdemos algo. Ryuu prefere afastar esses pensamentos e focar nas compras. Primeiro se surpreendeu com a aparência do vendedor, será que os Minks sabiam onde os outros Minks estavam? Ele começou a falar os itens que precisava comprar e que tinha uma certa urgência, como seu cigarro. E o homem ia anotando tudo numa prancheta para depois buscar as mercadorias.



O príncipe podia ver que os itens estavam em bom estado e quando o Mink estava guardando o dinheiro na caixa registradora, escuta a pergunta do jovem.



Ao escutar a palavra Rei, os olhos do Mink se arregalaram e ele fez um sinal de silêncio com o dedo. Depois explicou melhor o que acontecia em Flevance.



Então Ryuu sai da loja carregando diversas sacolas e segue a instrução do vendedor. Após caminhar alguns minutos por ruas lotadas, ele chega na loja indicada. Havia uma quantidade considerável de armas para escolher, desde as mais simples e com defeitos que ficavam amontoadas num canto da loja até as armas que ficavam exibidas na parede com o aço reluzente. Ele pergunta sobre uma soqueira e o vendedor, agora um humano comum, com cabelos loiros e três cicatrizes de garras no rosto. Ele mostra todos os itens de sua coleção. Assim que achou alguma do seu agrado, efetuaria a compra.



Quando Ryuu estava saindo, percebe que algumas pessoas entram na loja, duas delas lhe eram vagamente familiar, o mink felino caolho e a garota de cabelos rosas esverdeados.

Kaplya tinha recebido 1 milhão de berries do rei e poderia usar se quisesse esse dinheiro para comprar as armas. Shira e Saori também poderia escolher a vontade. O mink toma a frente das negociações enquanto o vendedor expõe quase todas suas mercadorias, desde armas consideradas boas até as formidáveis.





Kaplya escolhe duas espadas profissionais e para sua filha Haru escolheu uma espada clássica. Enquanto Shira se aproxima do balcão.



A meninas de cabelos prateados escolhe 3 adagas clássicas e Saori prefere escolher um chicote mais clássico e barato. Agora que todos estavam devidamente equipados pretendiam partir para o porto. Caso Ryuu ainda tivesse na loja ou alguém reconhecesse o rival de Alex, poderiam interagir dentro da loja.

Já o grupo de Alex, seguia rumo a farmácia, mas as coisas não pareciam tão fáceis. Flevance era muito conhecida por seu comércio o que deixava as ruas lotadas de pessoas procurando por itens exclusivos e pechinchas. E para o rei a cada minuto que passava suas dores ficavam mais intensas e sentia o sangue invadindo sua boca. Caso precisasse de ajuda para amparar seu corpo, John e Shinto estariam próximos. Haru seguia alguns passos a frente, ela tentava localizar uma farmácia ou algum símbolo de emergência, mas não conseguia ver nada.  Então ela pede informação para um civil, que indica o centro médico mais próximo. Ao chegarem ao local percebem que era uma casa comum, a arquitetura com teto alto e paredes brancas seguia o padrão da cidade e não tinha nenhum tipo sinalização.

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Mas o grupo percebeu que a porta estava aberta e vocês podiam escutar gritos agonizantes de lá dentro. Se o grupo prosseguisse e entrasse na casa, seguiriam por um corredor e veriam duas grandes salas, que pareciam ter se transformado em enfermarias. Os leitos estavam quase todos vazios, exceto por 1 maca. Tinham duas garotas, uma de cabelos azuis estava sentada e recebia o tratamento com agulhas em sua perna, era ela que gritava a cada nova picada. Já a outra mulher, usava um jaleco e estava tão concentrada que não percebeu Alex entrando com seus amigos. A médica também usava fones de ouvido que estavam conectados a um aparelho de som.

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Como a mulher morena não tinha notado vocês, ainda tinham a opção de saírem e procurarem por uma farmácia ou buscarem ajuda.

Kaplya, Shira e Saori

Após as compras o grupo segue em direção ao porto.



O Mink naturalmente era silencioso e furtivo, seus passos quase não podiam ser escutado. Shiranai tentava seguir seu jeito, copiando seus passos e gestos, mas não era tão simples assim, o felino tinha um jeito natural de andar, enquanto ela precisava calcular a força de cada passada, a velocidade e a intensidade da sua respiração também precisava ser calculado, tudo isso para que sua pessoa ficasse quase invisível. Mas a medida que seguia Kaplya, que estava alguns passos a frente, a mulher se sentia menos desengonçada em suas ações.

Já Saori, parecia perdida em seu mundinho cor de rosa, a menina caminhava próximo de Kaplya, mas observava tudo a sua volta, as pessoas com suas vestes, as lojas vendendo alguns itens bonitos e delicados, pena que gastou todo seu dinheiro com arma. A menina caminhava quase tranquila, se não fosse pela presença de Shiranai, que ainda a mantinha tímida por ser alguém até então desconhecida. Logo eles chegariam ao porto.

Daisuke

Dai olhava a embarcação da marinha com rancor e jurava vingança... não... ele iria trucidar todos, sejam marinheiros, civis, qualquer pessoa que ficasse no seu caminho, teria o destino ceifado por suas mãos. Enquanto Daisuke estava angustiado em sua prisão, Dai estava entediado com a espera e enquanto andava pelo porto viu uma confusão. O velho estava sendo cercado por três jovens, o primeiro usava um uniforme preto e tinha os cabelos pretos na altura da nuca, o segundo usava um agasalho branco, um cavanhaque e sorria com um cigarro preso nos lábios. O terceiro era o menor do grupo e usava uma camisa marrom. Ao ouvirem a fala do velho bêbado, os três riram em deboche.

Kaplya, Shira e Saori chegam no porto e também percebem a aglomeração, mas estavam um pouco distantes para saber o que estava acontecendo. Eles podiam se aproximar se quisesse. Saori e Kaplya, não conseguiam ver Daisuke daquela distancia.

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Dai observa entre a multidão e aponta o dedo para um deles.



Todos encaram Dai e as expressões dos homens se fecham com a intromissão. O velho parecia realmente tentando se lembrar de algo. Em algum lugar do porto Saori pode ter a impressão de ter escutado a voz de Dai.



Assim que acabou de falar, o rapaz de uniforme se aproxima do velho e dá um chute que atinge seu rosto e o joga a alguns metros de distância. Ele dá leve batidinhas do sapato no chão, como se quisesse tirar a sujeira e encara Dai friamente.



O rapaz menor, usando camisa marrom, parecia ser o mais esquentadinho e corre na direção de Dai. Ele tenta socar o homem de cabelos rosas, mas Dai desvia com facilidade para a esquerda e flexiona os joelhos, enquanto socaria com a mão direita. O golpe atinge o queixo do rapaz que cai inconsciente em segundos. A multidão que estava observando a briga, abriu uma roda maior. Havia gritos de incentivo, alguns a favor do trio outros torcendo para o recém chegado.

Os outros dois observavam seu colega ser apagado e não esboçaram nenhuma reação, o homem de uniforme sorriu ao falar.



Hanzo, o homem de agasalho branco tira uma pistola do cós da calça e fica 1 metro de distancia do Dai. Enquanto isso Genji se aproxima alguns passos, mas ainda mantem uma distancia razoável. Dai olha ao redor e percebe que tinha alguns objetos para lutar. Havia alguns garrafas de vinho, que estavam sendo empilhadas alguns metros dali. E algumas pessoa ao seu redor estavam armadas com espadas.

Essas mesmas pessoas que estavam assistindo a luta, demoraram um tempo para reconhecer Daisuke, mas não demorou muito para os sussurros se espalharem por conta da sua má fama. Alguns civis mais medrosos, já corriam em direção ao barco da marinha, para avisar da briga que estava prestes a acontecer.

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Maio 22, 2021 1:41 am



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Post 03



Os vermes realmente caiam na minha armadilha e após derrubar o primeiro, eu ouvia as palavras vindas do homem de moicano, apontava para ele e dizia: — Pobre garoto, tão novo... com tanta energia... – Sorria de forma sádica, lambendo meus lábios ansioso para começar a pintar minha obra.

As coisas ficavam perfeitas quando um deles sacava pistola, mordia sem querer meus lábios, quando ouvia Daisuke, Dai... o que você está fazendo? — SILENCIO!!! NÃO ESTÁ VENDO QUE ESTOU PRESTES A COMEÇAR MEU SHOW?! – O silencio dentro de mim voltava, Daisuke desaparecia e finalmente podia começar os trabalhos.

A plateia parecia em parte animada, enquanto muitos pareciam me reconhecer, com um navio da marinha a alguns metros e a chance de o caos aumentar, deveria acabar isso rápido... Apesar de adorar brincar com minhas vítimas, antes tenho que sobreviver para que minha vingança aconteça, levantava meus braços e ajeitava meus pés, arrumando minha base de boxe.

Queria usar aquela pistola no meu espetáculo, por isso focaria em acabar com o homem que a portava, partindo do zero ao cem, usaria toda minha velocidade para sair da direção da arma, a distancia entre nós era perfeita para mim, iria pela lateral e então pegaria ele pelo pescoço, levantando-o do solo, daria uma rasteira em seus pés, com ele no ar o esmagaria contra o chão.

Caso funcionasse, agacharia e pegando na mão dele, direcionaria ela, fazendo com que a arma entrasse na boca do jovem, já se ele tivesse soltado, pegaria a arma e olhando nos olhos do homem, diria: — Você ousou usar uma arma contra mim, permitirei que com ela você vá direto para o inferno! – enfiaria a arma na boca do homem e apertaria o gatilho.

Tiraria a arma da boca dele e a lamberia, limpando o sangue que haveria nela, voltaria um sádico olhar junto de um sorriso ao verme que estava faltando, — Você acha que eu esqueci de você? Meu bebezinho... – levantando e com a arma em mãos, andaria até o corpo do que havia desmaiado.


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Durante o percurso, ficaria atento para uma aproximação vinda do porco que restou, usaria do meu reflexo para desviar de seus golpes, quando chegasse, agacharia e enfiando a arma na boca do que havia desmaiado, apertaria novamente o gatilho, se não houvesse mais balas, levantaria a cabeça do garoto de camisa marrom e giraria e puxaria sua cabeça, quebrando seu pescoço.

Por fim, iria até as garrafas que antes havia visto, pegando uma e quebrando contra o chão, olharia para o que havia restado, dando um rápido avanço na direção dele, usando novamente dos rolamentos, esquivaria caso ele tentasse me atacar, estando próximo, lançaria a garrafa quebrada ao ar, então pulando, daria um chute rodado na boca dela, tentando lança-la com a parte quebrada em direção a garganta dele.

Começaria a gargalhar bem alto, vendo a minha frente minha obra finalmente pronta, — PERMITAM-ME APRESENTAR A VOCÊS! MINHA OBRA, INTITULADA DE... O FIM DA PRAGA!!! – voltava a gargalhar, quando sentia Daisuke chorar e falar bem baixo, pare... por favor pare com isso... eu preciso te encontrar Saori, eu ... onde está você?

— SILENCIO DAISUKE! SUA IRMÃ NÃO VIRÁ TE PROCURAR, DEIXA QUE O DAI CUIDA DE TUDO!! – percebia que estava realmente falando, então olharia a minha volta, lembrava que havia recebido uma ajuda durante a luta, não que fosse necessário, mas significa que alguém estava do meu lado. Aos poucos, andaria lentamente saindo do local enquanto procurava quem havia me dado uma mão.


Daisuke Ito:
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Última edição por Jean Fraga em Seg Maio 24, 2021 1:34 am, editado 1 vez(es)

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Maio 22, 2021 3:45 am

GODS BLESS THE KING


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Nos separávamos dos outros e finalmente poderíamos ir para a farmácia comprar meu tão precioso e necessitado remédio, aquela dor que eu sentia não me deixava pensar em nada direito, a cada passo dado parecia que meu corpo ficava mais e mais pesado.

Mas não gostava de mostrar esse meu lado para as pessoas, me arrastando ou algo assim, de tempos em tempos se precisasse limparia minha boca com meu pano carmesim, e pararia para respirar.

— Shinto meu fiel padre, vejo que ficastes mais próximo de Saori? Sente algo mais profundo por ela?

Tentava puxar papo para talvez me distrair um pouco daquilo que me atormentava tanto.

— Acho que talvez tenha forçado Shiranai demais? Eu ainda não a entendo, talvez eu esteja fazendo algo errado em minhas tentativas de aproximação? Luminis teria alguma luz para mim em tempos de dúvidas como essa Shinto?



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Olhava para o brutamontes logo atrás de mim, e também puxava assunto com ele.

— E tu John, como tens se habituado a tudo? Achas que está sendo bem tratado? Talvez queria algo nessa nossa jornada? Sabe tu podes ser mais aberto em questão de seus desejos, um rei deve alegrar seus súditos também.

Me apoiava em quem estava mais próximo de mim, e parava para respirar mais um pouco, parecia que hoje a ruina dos reis realmente queria me ruir por dentro.

— Haru, ainda estamos muito longe? Temo que eu não possa passar o dia sem algum tipo de alivio em toda essa dor...

Continuaria com meu grupo até finalmente chegar em um local que parecia ser uma casa como qualquer outra, porem a porta estava aberta quase como um convite para quem quisesse se aventurar, contudo os gritos que ecoavam de lá não eram tão convidativos.

— O que está acontecendo aqui pelos deuses? Um centro médico não era suposto tratar as dores das pessoas?

Se Haru que era a medica decidisse entrar eu também iria, afinal estava em um ponto em que qualquer coisa para aliviar minha dor seria um milagre, um grande corredor e várias salas vazias se mostravam adiante, porem uma em especifico me atraia por minha curiosidade.

Uma moça era espetada por várias agulhas finas que pareciam mais trazer dor do que tratamento.

— Haru, sabe o que se passa aqui? É de fato um local que possa me ajudar? Se não vamos logo a uma farmácia...

— John arrume algum lugar onde eu possa me sentar por favor, estou bem cansado agora.

Caso Haru decidisse falar com a moça ficaria atento e ouviria tudo o que ela tivesse a dizer, e deixaria as questões medicas com a coelha, afinal ela poderia explicar melhor que eu.

— Bem é o que ela disse, tu terias alguma forma de aliviar a minha dor excruciante para o dia de hoje? Ainda tenho muito de resolver e não quero ser um peso para meus acompanhantes.

Caso a sua resposta fosse positiva começaria a retirar minha roupa caso fosse necessário, porem teria uma condição para o tratamento.

— Se eu for tratado aqui ninguém poderá entrar até terminar, ninguém pode saber de minha condição apenas as pessoas que já estão nessa sala, a moça de cabelos azuis também está inclusa, acho que eu não preciso me preocupar contigo certo senhorita?

— John fique na porta e não deixe ninguém entrar, por acaso a Doutora venderia o remédio que eu preciso aqui também?

Se a resposta fosse positiva apenas pediria para adicionar na conta, porem se fosse negativa olharia para Shinto e faria um pedido.

— Não quero perder muito tempo mais com essa situação desagradável, tu poderias ir em uma farmácia comprar? Haru te passa todos os detalhes, pague e na volta eu lhe devolvo seu dinheiro.

Começaria a então retirar minha roupa e obedeceria às ordens da senhorita que executaria o tratamento em mim.



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— Seja gentil comigo doutora, é a minha primeira vez, porém acho impossível de que consigas fazer algo agora que vai ser mais doloroso do que eu já estou sentindo no momento hahahahaha.

Ao longo de minha vida aprendi que rir era mais satisfatório do que me lamentar quando estava no meio de crises como essa, mesmo que eu não tivesse sorrido de forma sincera agora, apenas mais um dia Alexander, apenas mais um dia...



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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Maio 22, 2021 3:27 pm
Queen
Blessed by the King
O dinheiro acabava ficando com Kaplya que Alexander havia disponibilizado para minhas compras, todavia não me importaria com isto, compreendendo sua posição de prestígio e até seu tutelado quanto à mim na intenção de conseguir exercer uma função semelhante à sua nos serviçõs para Álex em excessão da navegação quando estivéssemos em mar. Já na loja também a compra era realizada, pegando as três armas e o suporte de couro para estas. Ficava feliz em notar que sua qualidade era considerável, poderia esperar até algo pior e estaria satisfeita, mas, com aquelas que apesar de não parecerem tão duráveis eram relativamente leves e afiadas sentia um pouco mais segura para defender-me.

Já nas proximidades de nosso destino, ainda me esforçando para me manter inerte a paisagem e silenciosa, atentando-me até certo ponto aquela confusão que parecia desenrolar-se, notava que as coisas pareciam esquentar. Os outros não pareciam ter tanta visão dos eventos, ao menos a priori, tendo em vista a ausência de reação por parte daquela que protejo e o outro, mas, de alguma forma conforme aquilo vai se desenrolando vou naturalmente deslizando a mão por minha coxa para apoiá-la sobre o cabo de uma das lâminas. Deveria intervir? Ranjo meus dentes consumida pela indecisão, afinal, meu trabalho ali era proteger a garota de fios róseos diante de mim.

Um som de baque ecoa em meus ouvidos e meus olhos arregalam-se, talvez não fosse tão audível, mas, o golpe no velho para mim parecia como um grito despertando algo dentro de mim. Meus passos eram lentos, direcionavam-se à Saori, ainda silenciosos, aos poucos indo sendo um comportamento que ia arraigando-se. - Não saia da visão do Kaplya... Movias meus lábios em um sussurro lento e sombrio próximo ao ouvido da garota antes de avanças adiante desta no sentido daquela balbúrdia que ainda desenrolava-se. Um movimento sutil e rápido era feito ao abaixar-me, retirando a blusa marrom por cima da alva, aproveitando do momento em que esta passa ao topo para remover também a peruca, olhando para esta ao entregar as duas peças com um sorriso sutil. Ela já tinha notado de qualquer forma, e, a peruca não era bem para esconder-me dos meus "novos aliados".

Ouvia ainda alguns comentários dispersos de temor que não sabia ao certo se eram sobre o garoto de fios róseos como os da que estava às minhas costas, ou, sobre o trio. Não importa agora. O golpe dele era pesado, derrubava um deles sem grandes dificuldades demonstrando que dentre a dupla ele não precisava de atenção, pelo contrário, poderia aproveitar-me enquanto rodiava a multidão me aproximando. Se fossem mais dinâmicos, talvez seria difícil ter conseguido me aproximar, mas, acreditava que daria tempo pela forma que conversavam sem parar entre ameaças torpes sem sentido. Tentara esgueirar-me por trás do que havia sacado a arma, percebendo de forma quase intuitiva o avanço do róseo e buscando  lhe tirar de um risco de um disparo ao atirar uma adaga baixa por entre a multidão na direção de sua perna. Não precisava de nada tão preciso, apenas um movimento ágil de uma destreza considerável para atrasar alguma ação.

Duas adagas... Se ainda não tivesse me revelado ao atacar de longe de forma sorrateira, permaneceria circundando a cena passando entre as pessoas agitadas, observando. Ele parecia que queria matar o homem no chão também, de modo que, girando a adaga, tentaria um novo disparo baixo, desta vez, na direção da perna do que poderia tentar interceptá-lo tentando derrubar ou retardar este. Uma adaga... Observaria sua tentativa de mover-se de forma bastante acrobática, chamativa, talvez devesse agradece se ainda conseguisse me manter misturada a platéia ao quanto suas ações eram performáticas e chamativas. Vista ou não, tentaria aproveitar da garrafa lançada, se este se defendesse, mas, desta vez avançaria em um salto tão chamativo quanto o seu, girando meu corpo no ar, buscando alvejar o pescoço do homem que devia ter seu foco no escandaloso infame.

Buscaria um corte limpo, alvejando sua garganta pela diagonal atrás de si, tentando não entrar em seu campo de visão, cravando-a antes de arrancá-la para liberar o sangramento e ceifar a sua vida. É claro, se não fosse necessário e só a garrafa fosse o suficiente para matá-lo, isto não seria suficiente. Neste caso apenas aproximaria-me de forma mais calma, mantendo-me atenta ao garoto róseo em ambos os casos, mas, sem entrar em conflito direto com este. - Que Leyka julgue os seus espíritos... Diria encarando os corpos de forma fria, seguindo até o senhor ainda no chão para extender-lhe a mão. - Deveria sair daqui... Ergo meus olhos sutilmente na direção do homem desconhecido que possivelmente teria assassinados parte ou todo o grupo ali, todavia, ele próprio já não parecia tão corajoso quando começou a caminhar em partida me fazendo estalar a língua.

- Você parece bem, ou, quase isso. Digo ao olhar para o velho e seguir o mesmo intuito do róseo, todavia, avançando para a direção de Saori, independente de onde esta esteja para reaver meu casaco e minha peruca - Por favor!? Com estes iria correr na direção de alguma viela menos movimenda onde pudesse me recompor e alocar as adafas recuperadas nos corpos ou no chão de volta em seus devidos lugares.

PdV: 180/180 Sta 100/100

by emme



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Última edição por AoYume em Seg Maio 24, 2021 8:01 am, editado 3 vez(es)

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DarkWoodsKeeper
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Maio 22, 2021 3:27 pm
Badar Alluartie
Efeito Borboleta





Uma cabana foi tudo o que eu e Balto encontramos em nossa busca na floresta. Ela parecia aconchegante e estava vazia e, da janela, eu pude ver uma vara de pescar rústica feita de bambu que poderia me servir bem. Porém, no leve reflexo proporcionado pelo vidro eu pude ver meus olhos em uma transição de cores. O tom suave de lilás que adornava minhas íris foi tomado por um amarelo intenso. Eu interpretei aquilo como um sinal... "Aquelas pessoas me chamaram de ladrão... Se eu entrar nessa casa, elas podem ficar mais chateadas ainda..." Parei um momento e ouvi minha intuição, que me dizia para voltar para a cidade. Eu senti que lá eu encontraria o que eu precisava encontrar. Respirando fundo enquanto eu encarava meu reflexo, eu dei dois passos para trás.



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 Tenor



- Balto, precisamos voltar para onde estavam as pessoas... Acho que... - eu tentava organizar meus pensamentos enquanto encarava meu reflexo a uma ditância um pouco maior. - O que você acha?


Voltando meu olhar para o lobo, eu sorriria e começaria a caminhar novamente em direção àquela cidade. Quando chegássemos ao limite da floresta, eu pararia e observaria as ruas da cidade à distância, procurando por pessoas uniformizadas que parecessem guardas. Eu margearia o local procurando um ponto distante de onde eu causei a comoção mais cedo e então entraria novamente naquela aglomeração de vozes e olhares.


Balto e eu com certeza chamaríamos atenção, mas eu evitaria entrar em qualquer conflito com alguém. Olhando ao redor, eu veria pessoas entrando em pequenas casas repletas de vários itens e dando algumas moedas em troca de objetos que lhes agradavam. Eu me lembro de ter visto aquilo nas mãos dos Rare Hunters em diversas ocasiões, era o tão aclamado "dinheiro". Eu nunca entendi o porquê de eles valorizarem tanto peças metal redondo, mas aqui fora elas pareciam ser apreciadas da mesma forma. Foi aí que me veio a ideia: eu poderia performar para ganhar aquelas moedinhas inúteis e então trocá-las por comida!


- Só tem um problema com esse plano, Balto... - falei como se já estivesse conversando com o lobo desde o início. Andaria para a mergem da rua, um local provavelmente menos movimentado. - Eu não tenho nehuma adaga para arremesar e acrobacias não parecem ser  a melhor ideia nesse lugar lotado. - eu então pensei em outra possibilidade e disse. - Mas quem sabe eu possa tocar uma música! Eu nunca toquei em público, mas estamos do lado de fora pela primeira vez! Então, por que não, né?


Eu então, esquecendo totalmente minhas desventuras anteriores, procuraria por algum lugar que possuísse instrumentos musicais e buscaria preferencialmente os de sopro. Chegando no lugar, eu pediria para Balto esperar do lado de fora e falaria com a pessoa no comando.


- Olá! Eu estou em busca de um instrumento musical! Uma flauta transversal seria ótima, se não tiver, eu adoraria uma ocarina! Eu sei que vocês adoram essas moedinhas de metal que eu tanto vejo na cidade, mas eu te faço uma proposta: me deixe tocar na frente da sua porta! Eu posso atrair clientes e ainda pagar com parte do dinheiro que eu arrecadar! Eu só quero juntar dinheiro para poder comprar comida para mim e Balto no futuro. Por favor. - eu encararia com meus olhos amarelos a pessoa, fazendo uma expressão levemente melacólica. Eu esperava que minha aparência "meiga", a qual era tão comentada dentro do viveiro, pudesse amolecer seu coração.

Se ele negasse, eu procuraria outras lojas e faria a mesma oferta. Caso não conseguisse em nenhuma, eu andaria pelas ruas da cidade esperando que minha intuição me apontasse o que fazer em seguida.


Caso eu obtivesse sucesso, eu agradeceria e, com meu instrumento de sopro recém-adquirido, eu sairia da loja e me prepararia para a primeira performance musical da minha vida. Pigarreando e olhando ao redor, eu diria para Balto.


- Balto, sorria! Precisamos agradar essas pessoas! - eu sussurraria para o lobo, esperando que, por mais intimidante que fosse sua aparência, ele tomasse uma postura mais leve e alegre. Quem sabe isso ajudaria. Eu então levantaria minha voz e diria para o público que transitava pela rua. - Olá, pessoas do lado fora! Eu sou Badar e esse é o meu lobo Balto, estamos aqui para homenagear esse belo lugar com uma música. Eu nunca toquei para alguém além do meu lobo, então eu esper o que gostem! Ah! Não se esqueçam de contribuir com suas moedinhas! - eu buscaria uma lata, balde ou qualquer outro tipo de recipiente no chão e colocaria à minha frente enquanto falava essa última parte.






Eu tocaria movendo meu corpo conforme a melodia, fazendo movimentos mais fortes ou suaves de acordo com a sua intensidade. Eu olharia para Balto constantemente, esperando que ele mais do que ninguém estivesse gostando de uma das canções que eu costumava tocar para ele. Eu esperava ganhar algum dinheiro e atrair pessoas para a loja como o combinado. Eu também olharia de relance para o público, verificando se eu consegui chamar a atenção de transeuntes que passavam por ali.



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Caso ninguém viesse falar comigo após a apresentação, eu olharia o dinheiro que eu reuni e pagaria minha dívida com o lojista, seguindo meu caminho pela cidade com muito orgulho por ter feito a minha primeira performance musical!

Off:

Informações

  • Falas
  • Pensamentos

  • Posts: 3

  • Ganhos: -x-
  • Perdas: -x-




Objetivos

  • Aprender caça
  • Aprender pesca
  • Encontrar o resto do bando
  • Adquirir uma arma principal (Lâminas da lua crescente) e facas (adagas) de arremesso
  • Adquirir uma flauta (ou ocarina ou outro instrumento de sopro)
  • Fazer uma performance (e tentar ganhar uns trocados hehehe)



"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

▲ Thanks, Frankie @ Graphic Dreams ▲


Última edição por DarkWoodsKeeper em Dom Maio 23, 2021 12:43 pm, editado 1 vez(es)
Milabbh
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MilabbhCivil
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Maio 22, 2021 5:54 pm
Efeito Borboleta
Terceiro Pulo
Andar no meio de toda aquela gente era um pouco incômodo, mas não pelo fato de estar cheio, e sim porque queria chegar logo em meu destino, Alex não estava bem, e cada momento importava. Eu ia na frente, perguntando para todos que me respondiam onde poderia achar a tal farmácia.

Durante a caminhada, Alex me abordava, e eu diminuía o passo para ficar ao seu lado. Olhando-o fundo nos olhos, falava com a maior convicção que conseguia encontrar. - Não se preocupe, meu rei, já estamos próximos. Não deixarei que piore. - Acenava positivamente com a cabeça e voltava a perguntar aos civis.

Por fim, eu conseguia uma direção, e nós íamos até lá. Contudo, não era bem o que esperava, e sim um centro médico, que nem parecia um, na verdade. Olhava o local com certa desconfiança, mas não havia muito tempo a perder, por isso, entrava assim mesmo.

Não sei se me arrependi de minha escolha, pois assim que entrei, ouvi gritos ecoarem por toda a área interna. Minhas orelhas se mexiam freneticamente, tentando encontrar a origem do som. Apesar da pressa, não iria correr riscos, por isso, fazia um sinal em punho fechado, e olhava para Alex. - Espere aqui. Vou checar. - Naquele momento, não me importava com títulos, a não ser, claro, que ele me desse uma ordem.

Contudo, ele não me impedia, e eu ia na frente. Fazendo a menor quantidade de barulho que conseguia, me esgueirava pela porta, encarando o que acontecia. Ali, sobre a maca, jazia uma mulher, que era espetada por várias agulhas.

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A responsável por tal barbárie se prostrava logo ao lado de sua vítima, e continuava espetando-a com seus instrumentos. Eu então me revelava, e ficava entre Alexander e ela. - Que tipo de tortura está exercendo sobre essa mulher?

No entanto, assim que tais palavras deixaram meus lábios, notava algo interessante. Eu estudei anatomia extensivamente, e não era difícil perceber que as agulhas estavam estrategicamente posicionadas. Por um momento, ficava atônita. Meu traço curioso era indomável nessas ocasiões, e era inevitável pensar em quantas coisas eu ainda não sabia, e quantas delas poderiam ter ajudado minha irmã...

Meus devaneios eram interrompidos pelas falas de Alex, e eu rapidamente o olhava. - Se eles não puderem lhe ajudar, eu poderei. Só preciso dos instrumentos. No entanto... - Eu me aproximava devagar da cena, enquanto o rei se sentava. - Doutora, o que é isso? Sei que está tentando curá-la, mas por quê precisa provocar tamanha dor?

Ouviria as explicações com atenção, e em seguida lembraria de nosso objetivo. - Bom, adoraria saber mais sobre isso depois, mas no momento, estamos com um problema. - Me aproximava de Alex e colocava a mão sobre seu ombro, ainda encarando a médica. - Meu amigo está com uma dor insuportável hoje, gostaria de um remédio para aliviá-la e, se for possível, queremos comprar alguns para levarmos conosco, além de alguns equipamentos para mim, também sou médica.

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Se conseguíssemos o tratamento, olharia com atenção o procedimento, para poder repeti-lo outras vezes. Claro que já havia feito antes, mas no conforto do castelo, com vários ajudantes e materiais de extrema qualidade. Agora não sabíamos mais como seriam nossas acomodações.

Contudo, se não pudéssemos obter o tratamento, me reuniria com Shinto para passar as informações. - Este papel contém o nome do remédio que ele precisa. Por favor, seja breve, caro amigo. - Depois voltaria até Alexander, e esperaria por ali mesmo, olhando os arredores, tentando saciar minha curiosidade sobre aquela estranha arte da cura.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma arminha tops
- Comprar suprimentos médicos
- Sair em uma aventura
- Aprender Farmácia
- Me divertir <3


@mm
Shinto
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Imagem : Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 2 H9peUe6
Créditos : 05
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Maio 22, 2021 6:19 pm

Efeito Borboleta

Ascenção



Olharia para trás, espreitava… os meus olhos já não a alcançam... oh Luminis como te amo, como sinto a tua falta sem te ter… confirmaria a minha retaguarda… os meus olhos definitivamente já não a alcançam….  separado da majestosa luz que a doce Saori emana, os divinos raios que iluminam o meu coração, que me aconchegam e que me aquecem… Oh minha mãe, como a tua filha me encanta, como a tua luz brilha incansavelmente nela.

A senhorita Saori, eu perco-me na sua imagem, na sua luz, mas que luz… levaria a minha mão ao alcance da orelha, a orelha que estaria mais leve, a falta do brinco traria um conforto e segurança à minha alma. A voz divina do meu rei presenteava-me com a realidade, com o mundo e não com a minha mente.

- Como vou eu negar a luz da minha mãe meu Rei. – Olharia para os seus olhos esboçando um sorriso reconfortante. Quanto às suas dúvidas, às suas preces, não perderia tempo a responder. – Alexander Lancaster Cavendish III, meu divino Rei, as suas dúvidas provêm do seu coração ou do seu cérebro. -  Prosseguia calmamente e com respeito erguia ligeiramente a minha mão esquerda. – Tenho viajado na mente, enevoada pelos talvez, também eu navego em dúvidas nestes recentes dias… Mas meu Rei, não sente o calor que Luminis nos presenteia? Se sentimentos assim ela nos deseja devemos os abraçar, não acha? –  Subiria o dedo indicador perto dos meus lábios e piscava o olho ao divino Rei.

Já teria reparado no estado de saúde de Alexander, mas saberia que não deveria comentar publicamente a sua situação, tamanho poder num frágil corpo humano… Aproximar-me-ia do seu corpo e caminharia ao seu lado, ouviria as suas interações com os presentes enquanto olharia para todas as criaturas de Hemoris que por ali caminhariam. Meu pai, como desejo presenteá-lo com o mais belo quadro, como anseio a purificação.

Veria uma casa… e que casa, os gritos, a porta entreaberta, era como um convite a entrar. – A purificação nem sempre é acompanhada por silencio. – Dependendo do caminho que estaria destinado eu entraria na casa, de certo modo não acompanharia Alexander, Haru ocuparia esse lugar na perfeição, eu ouviria as preces dos seus residentes, caminhava pelas suas salas e corredores talvez algo de meu interesse esteja por aqui, talvez Hemoris tenha a sua bênção.

Nas salas procuraria o ser que mais sofrera na sua vida, o ser que estivesse em pior estado, aproximar-me-ia desse paciente, caso ele exista, seguraria a sua mão e encostaria os meus quentes dedos no seu gélido peito, ao seu ouvido sussurrava, calmo e assertivo estaria disposto a ajudar na sua passagem. – Que memorias te predem a este mundo? Eu poderei apaziguar o passado que te assombra, a vida que escolheste, se assim o desejar. – Esperaria a resposta desse ser antes de o encaminhar, apenas com a sua aprovação seria capaz de o levar aos pais, de permitir o seu julgamento a sua redenção.

O destino certamente tem trilhos complexos, e eu poderia me ver a receber um pedido. – Claro meu Rei, certamente não irá se importar que eu sacie nuns pequenos afazeres, após concluir a entrega? – Me aproximava de Haru e receberia o papel que continha o nome do remedio. – Obrigado, querida Haru, serei o mais rápido que conseguir. – Faria uma ligeira vénia a Haru e uma visivelmente mais baixa ao meu Rei, viraria as minhas costas e correria em direção a uma farmácia.


Local do Narrador <3:

@Die Dai


Última edição por Shinto em Seg Maio 24, 2021 8:52 pm, editado 2 vez(es)

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