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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Os Monarcas - I Efeito Borboleta

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 10, 2021 10:03 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Os Monarcas - I Efeito Borboleta

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Daisuke Ito, Saori Ito e Alexander Lancaster Cavendish III. A qual não possui narrador definido.

_________________

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Saori
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Saori
Designer
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom Maio 23, 2021 2:04 am
Let life do with you what primrose does with flowers
Seguir Kaplya e Shiranai à loja de armas foi uma tarefa fácil. Apesar de seu último punhado de berries ter ido embora, pois foi tímida demais para pechinchar, agora Saori tinha um chicote. Não era uma grande arma, pelo contrário — sua durabilidade era baixa assim como seu potencial de dano —, mas o couro até que possuía boa aparência e sua cor preta era lustrosa. Com esmero o enrolou, preso ao quadril esquerdo por um pequeno fecho em seu cinto.

Feito as compras, era hora de voltar ao principal objetivo: encontrar o amigo de Alexander no porto.

Os fios rosados balançavam a cada passo, enquanto a garota caminhava pelas ruas de Flevance, pé por pé, admirando as longas avenidas níveas dali. Seu olhar brilhava, fitando desde as calçadas às paredes. Parecia que tudo na ilha seguia um mesmo material como padrão — esse que lhe atribuía a cor alva, e, por consequência, o aspecto real que o branco carrega por estar atrelado a ideia de pureza, divino.

Saori, vislumbrando a tão conhecida "Cidade Branca", buscava entender a história, a geografia, os segredos e as oportunidades contidas em cada loja, em cada esquina, em cada pedaço do material branco. A menina pensava que haveria algum motivo para a cidade inteira ser fundada sobre um mesmo elemento. Ela ansiava descobrir respostas para as perguntas que sua mente curiosa formulava.

Todavia, mesmo que estivesse fascinada com a arquitetura e possíveis histórias locais, o peso do clima frio logo a trouxe de volta do seu mundinho fantasioso. Ainda não era o suficiente para fazê-la bater os dentes, mas encolher os braços foi natural. Para alguém que veio de Revenwatch, certamente os 12ºC de Flevance trariam um arrepio à pele. Saori aproveitou-se do haori branco para abafar a sensação álgida.

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Então, quando tocou na veste, sentiu um outro tipo de arrepio. Naquele momento, o rosto gentil de sua mãe tingiu seu imaginário, tão nítido em suas memórias. Com esforço, poderia sentir os resquícios do aroma do perfume de sua mãe naquela veste branca. Um suspiro resvalou pelos lábios entreabertos, comprimindo um sentimento indecifrável. Não era dor, ainda. Tão pouco tristeza. Talvez saudade fosse o termo mais adequado, porém ainda não era o bastante para descrever a sensação que assolou a garota de bochechas coradas.

Mamãe... — sussurrou Saori, prestes a ser apanhada pelas lembranças de seu passado.

Já não prestava mais atenção na opulência de Flevance, nem mesmo nos suvenires tão bonitos ofertados pelos comerciantes. As esmeraldas perderam o brilho.

Não se importou com a multidão que crescia ali por perto, passou batido pelas caixas de vinho empilhadas no local e sequer importou-se por estar tão próxima de seu destino. Nem percebeu que Kaplya e Shiranai não faziam-se presentes há tempo.

Ela só conseguia pensar no sorriso cativante da figura materna e nos momentos felizes que passaram juntas, em que quase sempre sua mãe estava vestida com aquele haori.

Então uma voz de súbito ergueu-se dentre todos os barulhos das proximidades. Aos ouvidos de Saori, ela se destacou pelo seu timbre, sendo capaz de quebrar a barreira emocional que abafava os sentidos da garota. Por um breve instante, ela podia jurar ter escutado a voz de seu querido irmão, Daisuke.

A mente de Saori se esvaziou. As pernas travadas. Os olhos arregalados. A respiração encurtada pela emoção.

A mulher misteriosa, Shiranai, apareceu de repente como o flash de memórias. Sussurrou um conselho para Saori. Logo, junto da blusa marrom, a mulher retirou os cabelos castanhos, dando espaço para os verdadeiros fios prateados que eram ocultados. Sem conseguir reagir, Saori apenas aceitou carregar os itens. Então Shiranai se foi, rumo àquela multidão, movendo-se de modo rápido e silencioso feito um dardo de prata.

O vulto pálido comoveu as esmeraldas até então opacas. Quando a face de bochechas coradas se voltou à aglomeração, um delírio efêmero cruzou a mente de Saori. "Eu preciso ver", pensou. Então correu, deixando para trás a advertência que fora dada pela mulher de fios prateados.

Saori se esgueiraria entre as pessoas aglomeradas. Ela atravessaria a multidão, nem que tivesse que engatinhar por baixo de quem estivesse no seu caminho. Só pararia quando sua visão alcançasse o centro da aglomeração.

A cada passo que dava, a cada pessoa por quem passava, a voz de Daisuke ficava mais presente. Seu timbre era vivo, e acertava Saori com tanta força que fazia seu coração reverberar o sentimento. Até que ela pôde enxergar. Seus olhos receberam a luz daquele momento como se estivesse vislumbrando o sol ao acordar. Daisuke estava lá.

Um ímpeto ardente encheu de fôlego os pulmões de Saori. Ela queria gritar o nome de seu irmão, mas trincou os dentes para se conter. Apesar de Daisuke estar bem a sua frente, ele não estava só. Havia quatro figuras ali: dois em pé e dois no chão, sendo que um acabava de sacar uma pistola.

Saori engoliu todo o ar que o entusiasmo lhe trouxe. Percebendo que aquele não era o melhor momento para um caloroso reencontro, começou a regular sua emoção. Ela perscrutava o ambiente com uma tensão obstinada, semelhante a uma ave de rapina à caça de sua presa. Lembranças do cenário começaram a aparecer como estalos em sua cabeça. E um desses trouxe à tona uma ideia.

Ela aproveitaria a atenção gerada pela luta que se iniciava para encontrar aquela pilha de garrafas de vinho. Achando-a, iria se posicionar nas costas da montanha de garrafas, então analisaria bem como elas estavam dispostas umas sobre as outras. Num raciocínio rápido, Saori puxaria uma das garrafas da base, então se afastaria o mais rápido possível.

Caso sua ideia obtivesse sucesso, a pilha perderia a sustentação, espatifando-se à frente. Voaria vinho e cacos de vidro para cima da multidão, quem sabe acertasse as pessoas armadas. Mas uma coisa ela poderia ter certeza: o barulho seria grande o suficiente para desestabilizar a todos e garantir uma brecha de ação para Daisuke.

Trilha Sonora:

Considerações:Ficha na assinatura.
Histórico:
Ganhos: Chicote (Clássico, +2 de destreza por nível).
Perdas: 250.000 ฿S.
Objetivos:
Conseguir um Chicote;
Obter a qualidade Precisão Temporal;
Aprender a proficiência Física.
992 palavras // tag: cheirinho de flores // outfit // local: ilha flevance

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Joker
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Joker
Criador de Conteúdo
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom Maio 23, 2021 5:38 pm

Armado e preparado



Dei um longo trago inalando fumaça para dentro do meu peito, que situação tragicômica… O quão contraditório era um médico fumante? Mas quem se importa?!  Minha função é cuidar da vida dos outros, não da minha.

O homem me silenciava conforme eu falava de Alexander, reis e aquela coisa toda. Se não fosse pelo relaxamento que toda aquela fumaça estava trazendo eu ficaria puto em ser silenciado por aquele pigmeu ancião azul. De qualquer forma, ele tinha razão, falar sobre reis nunca trazia nada de bom… Reis tendem a fazer escolhas que consternam a plebe, seja por um bem maior do povo ou puramente por egoísmo. Sendo um príncipe eu entendia todo esse sentimento.

Concordei com o homem e fiz um aceno com a cabeça agradecendo as informações. O calor do fumo já chegava em meus lábios, quando me dei conta já havia terminado o cigarro. Levantei elegantemente o calcanhar até que estivesse próximo de minha coxa, apaguei a brasa e então arremessei o cigarro para longe com um peteleco.
Já fora da loja, organizei todos os itens que havia adquirido na mochila e então parti em direção da loja de armas que o vendedor havia me recomendado. Conforme caminhava pela praça eu praguejava em voz baixa.

— Será que aquele maldito realmente está nessa ilha ou está tirando com minha cara esse tempo todo?
A loja de armas era próxima, logo, já estava frente a espadas, facas, armas e todo o tipo de item que pudesse ferir alguém. A loja estava bem dividida, tanto por tipo de arma como por qualidade, a divisão era tão boa que o vendedor precisou apenas apontar para uma divisão da loja onde havia soqueiras, manoplas, luvas e todo o tipo de revestimento para os punhos.

Quando bati os olhos no par de soqueiras exposto em uma caixa de vidro reforçado, percebi que aquela seria minha arma, como uma jóia, a arma estava dentro de uma caixa forrada em veludo vermelho. Eram feitas de um belo aço negro, com a face de um dragão, asas e garras esculpidos no centro. Pedi ao vendedor que pegasse elas para mim e assim que as vesti, sabia que eram ideais. Paguei com meu dinheiro e então agradeci. — São realmente de boa qualidade! Agradecido.

Ao sair da loja, finalmente notei figuras do reino de Ravenwatch. Me recordava daquele mink, a coelha havia lhe referido como pai uma vez, certamente estavam junto de Alex. Com uma entonação grave e alta, exclamei para que os três pudessem me ouvir em alto e bom som: — Hey vocês ai, sei que são servos de Alexander, me levem até ele, lhes acompanharei nessa jornada… Sou o príncipe Ryuu. — Assim que proferi meu título real, lembrei-me do conselho do mink ancião e dei uma encarada severa para o vendedor com a cicatriz ou para quem quer que ousasse virar os olhos para mim. *Proficiência Ameaça*
Assim que o trio terminasse suas compras, os acompanharia evitando quaisquer conversas.

Informações:



Emme

Soqueiras:
Madrinck
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Madrinck
Estagiário
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom Maio 23, 2021 9:20 pm
John Doe o Escravo
Ascensão de um novo grupo



Eu ficava no mínimo alegre enquanto andava junto com meu Amo e seus companheiros, observaria o céu com gosto e respiraria fundo, não importava quantos meses tivessem se passado desde que Alexander tinha virado meu novo Mestre toda vez que eu olhava o céu eu me sentia estranho desdê aquele dia, era como se meu corpo todo quisesse se explodir em movimentos irregulares mas eu me controlava, eu via o mundo a minha volta de um jeito diferente, diferentemente de antes, tudo parecia tão belo e rico em detalhes, oque antes para mim era só cinza no preto, inútil ou perda de tempo, começava a fazer sentido para mim, o mundo, a natureza e até as pessoas eram belas, não importavam oque os outros diziam, o mundo era perfeito, mas algo mais perfeito ainda seria a minha servidão ao meu mestre.

Quando Shinto, o Padre e meu mestre começavam a falar botando no assunto a "religião deles” me parecia estupido mesmo assim, tudo poderia se belo, mas aquela invenção maquiavélica chamada Religião era um dos piores temores que eu tinha, ainda corria em minha mente como o ar se movimenta por tudo e todos, memorias e lembranças de dezenas de escravos ficando paranoicos, tirando suas próprias vidas por religião depois de acreditarem que suas vidas estavam arruinadas após a escravidão. Até mesmo vi pessoas nas arenas a qual eu lutava aceitar a morte de mãos abertas com uma falsa ilusão que o próprio ser humano criou, a Religião para mim era algo falho, que deveria ser melhorado, a Religião estragava os homens quanto os melhorava, mas para mim era mais piorar do que melhorar.

Fazia o homem perder o seu rumo, perder os seus objetivos para ir atrás de coisas estupidas para agradar “Deuses”, aquilo só era uma enorme perda de tempo, por que ser leal a algo que não existe? Se esses tais deuses existissem eles teriam salvado a vida de seus súditos nas inúmeras vezes que eu vi tais sendo mortos, muito sendo pelas minhas próprias mãos nas arenas, se existisse essa tal punição divina, então por que homens considerados “Ruins” ou “Malvados” continuavam a correr pelo mundo continuando suas crueldades? Para mim a Religião nunca teria um sentido.
Mas eu não podia expressar tal ponto de vista a não ser que me fosse pedido, e também não poderia desrespeitar oque o meu mestre acha que é correto, se ele acreditava que aquilo era o melhor para sua vida, então realmente era o melhor. Todavia os meus pensamentos temporários eram empurrados para longe quando eu ouvia o meu Amo direcionar palavras para mim, tais palavras que eu respondia com sutileza e carisma - Eu me habituo às coisas como você acha que eu deveria me habituar meu Amo, e eu não vejo diferença do que seria ser maltratado com bom-tratado meu Amo, mas acho que a resposta que você deseja ouvir é que sim, então, sim estou achando que estou sendo bem-tratado, querer algo meu Amo? Um escravo não pode querer nada meu bom senhor, um bom escravo não deseja nada além de servir. E meu Amo, não entendo o do por que quer fazer seu escravo "feliz", é alguma técnica para eu trabalhar melhor?- Depois daquilo continuaria a andar na retaguarda de meu Amo em busca de protegê-lo.

Quando nós entrássemos no edifício aonde escapavam os gritos de dor eu ficaria mais atento e ereto, e dentro do recinto me prepararia para algum tipo de ataque inimigo, mas quando eu observasse que o meu Mestre parecia calmo com aquilo tudo eu relaxaria e voltaria a minha postura anterior esperando pelas ordens do Amo, pegando uma cadeira que eu julgasse confortável para o corpo de meu Mestre e botaria a mesma no local aonde Alexander achasse apropriado para ele relaxar.

Quando as outras ordens chegassem aos meus ouvidos eu assentiria com certo prazer e andaria com um rosto serio, mas ao mesmo tempo sereno, tampando a porta com o meu corpo, com o objetivo de bloquear, e se alguém tentasse abrir a mesma eu diria palavras calmas - De meia volta e volte mais tarde, não poderá entrar no momento - Se o individuo ou indivíduos ainda tentassem entrar eu continuaria a tampar o caminho agora com um rosto não tão sereno e sim gélido, um tanto perturbador - Volte. Mais. Tarde - e assim eu continuaria o meu serviço até que o Mestre terminasse de fazer oque ele queria fazer.

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico:

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O Taverneiro
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O Taverneiro
Estagiário
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 24, 2021 9:36 pm
Ascensão


Enquanto estávamos na loja um homem chega e puxa assunto comigo. Ele queria ir até Alexander e se apresentava como príncipe.

- Isso, Kaplya é o Rei...Naldo… Que palhaçada, homem. - Levava minha pata ao rosto. - Se Kaplya fosse você evitava falar sobre realeza aqui. Não pega bem… Principe pipipi… - Mexia os ombros para cima e para baixo enquanto fazia uma careta na última frase - Está mais para Príncipe Intinho. Vamos. Kaplya tem outras coisas pra fazer.

Caminho alguns passos e olho mais uma vez para o "Rei Tardado".

- O… Shiryu… Quer mesmo ir até o Alexander? Olha… Kaplya precisa só resolver umas coisas, e então a gente pode providenciar isso. Kaplya vai resolver duas pendências rapidinho, e então voltaremos até ele. Kaplya fala com ele e verifico se está apto a te receber. E para com essas graças de você "ser" príncipe fulano. Aqui somos "plebe".

Falo fazendo um sinal de aspas com as mãos na última palavra.

"Principe... que cara chato. Parece dor de dente em feriado"

Assim que percebo como ele andava, observo e busco subir em um telhado para ter uma melhor visão, voltaria ao chão e continuaria a caminhar tentando ser furtivo para não ser notado, enquanto isso, corrigia os passos da jovem Shira.

- Caminhe assim e parecerá um navio de cruzeiro atracando em uma ilha pequena.

”Eu queria saber porque Alexander me faz andar com eles… Ele sabe que prefiro buscar as informações e saber de uma forma mais minha…”

Observaria de longe a confusão criada. A pequena Ito saía e ia a frente para achar aquele moleque infeliz. Ah, se ele estivesse ali certamente estaria tendo…
SANGUE. Era isso que estaria saindo por ali? O garoto na briga seria o infeliz mor? É… pelo visto parecia ser. No meio da confusão as armas, o povo se aglomerava a correria começava também. Talvez para chamarem a marinha. Claro…

"Esse príncipe Intinho... Vou precisar dele para criar distrações...

A irmã de Daisuke fazia o mais absurdo, ia para o local da briga, com as mãos nas bainhas das espadas recém compradas partia para a multidão, se por um acaso os barulhos da briga viessem para meu lado, tiraria as espadas da bainha e atacaria quem parecesse ir para cima de Shira ou Saori.

Caso conseguisse ver quem teria começado aquela confusão toda, buscaria reconhecer. Caso achasse Saori no meio da confusão tentaria tirar a menina dali, afinal de contas em breve a coisa iria esquentar.

- Vamos Saori, o que vem a seguir não é para você.

Buscaria Shira e Ryuu com os olhos.

- Shira, leve Saori a um bar, o primeiro que ver aqui na rua. Ryuu, Kaplya e você ficamos aqui. Tem alguma arma por aí? - Olharia o seu porte físico e sua compleição. É bom de soco, garoto? Kaplya acha que a gente pode tentar segurar caso algum soldado apareça. Kaplya vai se disfarçar de mendigo. Finja que está bebado e lentamente iremos seguindo as meninas, compreendeu?

Caso conseguisse reconhecer algum sinal do submundo por ali, faria um sinal pedindo uma leve cobertura.
Olharia em volta e caso viesse até 3 ou 4 marinheiros diria baixo para Ryuu.

- Matamos todos e saímos daqui, certo?

Caso contrário apenas seguiria com o plano inicial, fingir bebados -> bar -> bronca nas pentelhas -> achar o fedelho  Ito.

DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya"
*Histórico: Post 3
Ganhos:2 espadas profissionais - durabilidade: média (+2 em força ou destreza por nível)
Perdas: 800.000 + (arma da Haru) 250.000 = 1.050.000 ฿S
Ferimentos: To benzão
*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Cartografia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Cartografia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Kaplya Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.




2Miaus
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2Miaus
Civil
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sex Maio 28, 2021 11:06 pm

    
Narração: 003 / Os Monarcas / Flevance, 10:30, 12ºC

    

    
Os Monarcas: De volta ao lar...

    

   
   
Trilha Sonora:
   
   
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[size=81]Introdução[/size]
   
   
A vida nem sempre é um conto de fadas... e essa ideologia de mundo cor de rosa, pode desaparecer num piscar de olhos. E quando isso acontece a realidade é dura e nos machuca. As vezes não sabemos o porque estamos seguindo em frente. Por quê e pelo quê estamos nos esforçando tanto?
Mas sempre tem um motivo para não desistirmos... uma pessoa, um sentimento, um sonho?!? Quando sentir que está sobrecarregado, não desista.... apenas pare e respire...
   
   
[size=81]Kaplya, Shira, Saori, Ryuu e Daisuke[/size]
   
Saori caminhava pelas ruas após comprar sua arma, ela estava admirando a paisagem e ficava interessada na história da cidade, quando um vento gelado a fez se encolher e abraçar seu próprio corpo. Nesse momento a voz e o aroma de alguém do passado volta a sua mente.
   
   
**Flashback on**
   
A menina de cabelos rosados escutava seu nome sendo chamado por uma voz doce e melodiosa, a pequena tinha 8 anos e corria o máximo que suas pequenas pernas aguentavam. Antes mesmo de chegar em casa viu os sapatos dos pais na entrada da casa, finalmente eles tinham chegado. Saori estava tão entusiasmada e ansiosa de rever os pais que ao fazer a curva da entrada ela deu um encontrão com alguém.
   
A primeira sensação foi a dor física, pois havia batido o nariz e estava latejando. Mas não teve nem tempo de chorar, já que a pequena sentiu seu corpo sendo acolhido num caloroso abraço. Um abraço ensolarado seria uma boa maneira de descrever aquela sensação, pois sua mãe conseguia afastar toda a dor e mal que podia afligir a criança. E se não bastasse sentir o conforto do seu corpo, Saori sentia o cheiro adocicado do perfume que ela usava. Nem as mais belas flores iriam se comparar a sua mãe. Ela tinha um cheiro único e especial. E aquele cheiro ainda resistia depois de tantos anos.
   
   
**Flashback off**
   

   
As roupas brancas que usava a faziam lembrar dela e essa lembrança fez a garota se desligar do mundo que estava agora. A menina esqueceu da companhia de Kaplya e Shiranai e caminhou a esmo.
   
Nesse meio tempo, Ryuu havia encontrado Kaplya na loja de armas e exigiu informações sobre Alex, como o grupo tinha uma missão importante, o príncipe apenas acompanhou os demais. No porto a cena que se seguia era a seguinte. Saori alguns metros a frente com um olhar perdido para a multidão. Shiranai em alerta, próximo de Ryuu e Kaplya em cima de um telhado para ver com mais clareza. Não demorou para o Mink reconhecer Daisuke no centro da roda, havia duas pessoas feridas e desacordadas no chão. E encarando o homem de cabelos rosados havia dois homens, um armado com uma pistola e outro caminhando na direção do rapaz. Dai estava ansioso pelo banho de sangue, mas Daisuke estava inquieto em seu interior, então teve que falar bruscamente.
   

   
Shiranai não podia continuar de braços cruzados, ela precisava ajudar, precisava fazer algo, seu senso de justiça era mais forte do que tudo naquele momento, então ela se aproximou de Saori e entregou sua peruca e roupa. Talvez se ela conhecesse melhor a garota perceberia que ela estava com um olhar perdido?
   

   
Agora, com os cabelos prateados caindo sobre suas costas, a jovem partiu para o meio da multidão, ela se esgueirava da melhor forma possível pelas pessoas e mirava sua adaga no atirador, no mesmo instante que Daisuke corria em sua direção. Hanzo mantinha Daisuke na mira e aperta o gatinho, o som do disparo ecoa pelo porto.
   

   
O homem de agasalho branco olha para baixo e vê uma adaga cravada na parte posterior da coxa. Daisuke desvia o corpo da trajetória do tiro e agarraria Hanzo pelo pescoço e Dai, que era alguns centímetros mais alto, conseguia o ergue-lo do solo e esmagava a garganta do homem. Nesse momento Genji salta sobre Daisuke e o chuta na direção da cabeça, o golpe não acerta o rapaz de cabelos rosados, mas ele sente a bochecha latejando e percebe o sangue escorrendo pelo seu rosto.
   

   
Mal deu tempo de falar, Genji chuta novamente o rapaz, desta vez mirando seu abdomen. Se Daisuke reparasse em seus sapatos, perceberia que havia um punhal adaptado no bico do sapato, ficando só com a lamina exposta e essa lamina que cortou a bochecha momentos antes. Hanzo estava aos poucos recuperando o folego do estrangulamento.
   
Ryuu não sabia direito o que estava acontecendo naquele lugar, mas percebeu quando Saori caminhou em direção a multidão. A menina tinha quase certeza que escutou a voz do irmão e seguiu em frente, precisava ter certeza. A primeira coisa que reconheceu foi seus cabelos rosados, tão semelhantes ao seus e por mais que quisesse se aproximar, a situação  estava tensa, então decidiu que ela precisava o ajudar.
   
Genji avança sobre Daisuke, que desviava dos seus chutes, em determinado momento, o homem de uniforme toma distancia e se agacha, enquanto ele mexia na barra da calça diz.
   

   
Genji deixa cair as tornozeleiras que prendiam sua perna, cada um pesava 5 kilos. Agora que o homem estava mais leve, ele parte em direção de Daisuke, seu chute mirava o abdome do rapaz e a ponta do seu sapato ainda tinha o punhal. Caso o jovem esquivasse para os lados, Genji trocaria a base das pernas rapidamente e aplicaria o chute com a perna contraria. Se Daisuke recuasse ou bloqueasse, Genji iria dar pequenos pulinhos, para aquecer o corpo.  Nesse momento, Saori desequilibrava as garrafas de vinho, assim que os vidros se quebraram uma onda da bebida bordo se espalhou pelo porto. Shiranai também aproveitou desse momento de distração para pular sobre o homem, com sua segunda adaga procurava cortar sua garganta.
   
O homem não teve tempo de recuar, mas protegeu o rosto com o antebraço. A lamina fez um corte profundo, o sangue pingando se misturava junto com o vinho.
   

   
Genji tentaria dar um chute na mulher, usando sua força para impulsionar ela para longe. Mas caso isso não surgisse efeito, o oponente não estava sozinho, Hanzo já estaria com a mulher na mira da arma.
   

   
Kaplya no telhado via Ryuu e a confusão que seguia no porto, mas mais preocupante do que a luta era a aproximação de um grupo de 5 marinheiros, 2 armados com rifles e 1 com uma espada presa a cintura. Ele teria apenas alguns minutos de vantagem antes dos marinheiros chegarem. Ele sai do telhado e se aproxima de Ryuu
   

   
   
[size=81]Alex, Haru, John e Shinto[/size]
   
O grupo caminhava pela cidade, Haru sempre alerta e prestativa tentava achar o socorro o mais rápido possível. Enquanto Alex tentava conversar para se distrair da dor que sentia.





O rei também se preocupava com seu escudeiro, John.





Enquanto escutava as ponderações do escravo, Alex teve outra crise e precisou ser amparado por John. Seu peito se oprimia a cada tentativa de absorver o ar. Com dificuldade, ele fala com a mink coelha.





Felizmente eles chegaram ao local indicado e Haru toma a frente do grupo e de maneira furtiva entra na casa, ela é a primeira a ver a médica tratando de uma garota com as agulhas. Alex chega logo depois e desabafa num sofá que ficava no canto da recepção/ sala de jantar. Então a garota de cabelos rosas fica parada no corredor, entre a enfermaria e a recepção. Sua atenção estava voltada para a médica.



A médica ergue os olhos para a mulher e tira os fones de ouvido. Haru analisa brevemente a situação e chega a conclusão que as agulhas deveriam fazer algum efeito medicinal, pois estava localizado próximo das articulações do joelho. Alex se aproxima com os outros.



A médica observa a coloração na face do ruivo e a dificuldade em respirar. Seu semblante fica mais tenso e ela indica uma das macas livres. Rapidamente ela se aproxima de uma bancada e busca alguns materiais. Ela escuta as indagações da Mink coelha sobre o tratamento da garota, mas não comentou sobre o caso, talvez por sigilo médico. Mas percebeu que a médica tinha interesse na medicina oriental.



A paciente parou de chorar com a chegada do grupo, mas ficou muito surpresa com a aproximação do padre. O jovem de cabelos prateados pega as mãos da jovem e entrelaça entre as suas e leva em direção ao seios da jovem. Shinto inclina seu rosto sobre a face da menina e sussurra em seu ouvido.





A menina fica tão corada que esconde os rostos nas mãos. Enquanto isso Alex ordenava que John o escoltasse e protegesse o ambiente de intrusos, Haru percebia a movimentação da médica com extrema curiosidade. A mink pode perceber que a conduta médica era diferente do habitual, já que em casos de problemas respiratórios, iriam avaliar seus pulmões. Mas a médica apoia os dedos sobre o pulso do rei e fecha os olhos e começa a narrar para Haru.



Alex estava sem camisa e deitado sobre a maca, John e Haru estavam posicionados ao seu lado e a médica caminha em direção as suas pernas e coloca algumas agulhas no tornozelo (B60) e outras  abaixo do joelho, bilateralmente (E40). Depois coloca duas agulhas na lateral do tórax, logo abaixo da clavícula (P2) e outra dupla de agulhas na borda inferior da clavícula (R27), essas 4 agulhas já trouxeram um alivio e Alex podia respirar com mais facilidade. Por ultimo usou um par de agulhas nas mãos, na linha medial entre o polegar e o dedo indicador do segundo metacarpo (IG4).



Se caso aceitassem esperar, Alex ficaria sozinho com John na sala. Mas antes ele pediu para que Shinto buscasse os remédios que estava acostumado a usar.. A médica, que se apresentou posteriormente como Xi Mei, mostra para Haru como fazer um remédio a base de ervas.



30 minutos depois, a médica retira as agulhas e avalia o pulso novamente do rei, agora os batimentos já estavam normalizados e ele apresentava uma melhora significativa. Xi Mei também entrega um frasco com um conta gotas para Alex e um livro de medicina tradicional chinesa para Haru. O grupo poderia partir se quisesse, mas Shinto não tinha retornado ainda.

[size=81]Badar e Shinto[/size]

O jovem ficou tentado a entrar na casa, mas sentiu uma presságio de que algo ruim poderia acontecer e decide voltar para a cidade. Desta vez ele estava mais atento com a aproximação de marinheiros e caminhou por ruas pouco movimentadas, nesse caminho percebeu alguns comércios e que as pessoas pagavam algo com moedas. Decidiu que precisava conseguir algum dinheiro para seu próprio bem e de Balto também. O jeito mais seguro seria ele tocar algum instrumento musical, mas não tinha dinheiro para comprar. Mesmo assim não desanimou e procurou uma loja que vendia flautas. Ele  encontrou uma vendedora que ficou encantada ao ver Balto do lado de fora. O menino usou sua aparência meiga para conquistar a confiança da mulher.
   

   


Ela entrega a flauta para Badar e fica admirando o rapaz pelo balcão. O jovem se aproxima do lobo e pede para que o animal se comporte. Logo o som da flauta inunda as ruas e Balto acha uma lata de alumínio no chão, enquanto seu dono tocava, o lobo abanava o rabo. Aos poucos algumas pessoas paravam de andar e faziam um circulo ao redor do músico.  

Shinto caminhou muito até localizar uma farmácia, mas felizmente tinha achado o remédio que Alex precisava e tinha passado no banco para receber o dizimo mensal. Enquanto retornava para o centro médico, uma melodia chama sua atenção e ele percebe que havia um garoto dançando enquanto tocava a flauta e um lobo gigante estava sentado ao seu lado. Algumas pessoas jogavam as moedas e notas de dinheiro no chão, pois ninguém tinha coragem o suficiente para se aproximar do lobo. Mas Badar finalmente estava conseguindo juntar as moedinhas tão preciosas.
   
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2Miaus


Última edição por 2Miaus em Sab Maio 29, 2021 12:26 am, editado 3 vez(es)
Milabbh
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Milabbh
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Maio 29, 2021 12:43 am
Efeito Borboleta
Quarto Pulo
Ver Alex naquela situação nunca ficava mais fácil, e cortava meu coração lembrar-me de Sakura a cada novo ataque. No entanto, a médica parecia ter a resposta para nossos problemas, uma vez que pedia para que o rei se deitasse, enquanto eu a seguia para perto dele.

Seu toque certeiro encontrava a artéria radial, que denunciava a pulsação provavelmente irregular de Alex. O mais intrigante era que ela realmente parecia sentir o que acontecia no corpo do paciente, enquanto mantinha seus olhos cerrados.

Suas falas formavam imagens em minha mente, a anatomia se misturava ao que a médica dizia, e eu apenas olhava em êxtase a prática de tamanho conhecimento. Falando nele, inclusive, logo via que a mulher sacava suas agulhas e começava a espetar o rei.

De início, meu ímpeto era avançar sobre ela e arrancar os instrumentos. No entanto, percebia as dimensões da agulha, que pareciam ser mais finas do que um fio de cabelo, algo que não deveria doer tanto quanto a outra paciente indicava... Veneno, talvez?

Minhas indagações inúteis eram interrompidas pelo som respiratório de meu amigo, que melhoravam exponencialmente com cada agulha colocada. Ela então me explicava o que cada uma delas estava fazendo, e eu me aproximava cuidadosamente para enxergar melhor.

Em volta da área perfurada havia um rubor discreto, mas nada de sangue ou qualquer tipo de efeito nocivo. - Fascinante... - Encarava tudo maravilhada, eu realmente havia acabado de descobrir um novo mundo, que jamais pensei existir. - Como se sente, majestade? - O olhava apreensiva, ainda receosa de que o tratamento não fosse tão benéfico assim.

Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 3 400px-Yae_Sakura_%28Stigmata%29_%28B%29

Com sua reposta positiva, me permitiria relaxar por um momento, encarando o teto do cômodo. - Ufff... Fico feliz. - Fixava meu olhar no rei, e sorria de maneira reconfortante, para só então voltar minha atenção para a médica.

Ela me falava uma receita, seguida de uma prescrição. Por azar, apesar de ter nascido em meio à florestas, nunca pensei muito sobre herbologia, e não sabia como a arte funcionava, mas me lembraria de uma receita médica, e por isso a guardava bem na mente. - Não poderei fazer isso agora, mas tentarei providenciar os alimentos refrescantes ou frios... Poderia anotar isso para mim, por favor?

Meu olhar era determinado para ela, como o de uma aluna sedenta por conhecimento. Ainda assim, me arrependia amargamente de ter deixado a herbologia para depois. Quem sabe em um futuro próximo? De qualquer forma pegaria o papel com as anotações, caso houvesse, e retornaria para o lado do rei.

Lá a médica removia as agulhas e conferia novamente o pulso. Eu acompanhava o gesto, e notava a melhora significativa na pulsação. - É deveras impressionante. Obrigada por ajudá-lo, doutora. - Ao fim de minha frase, porém, recebia um livro de capa estranha, com artes aparentemente arcaicas, quando comparadas com as de Ravenwatch. Além disso, vinha também um frasco com o que acreditava ser um remédio, ou um atenuante de dores. - Como devo usar o remédio? E posso mesmo ficar com o livro? Agradeço sua gentileza, espero que consiga salvar muitas vidas através de sua cura.

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Com uma reverência respeitosa, eu me aproximava de Alex, ajudando-o a levantar, se precisasse. - Como está? Melhor? - E uma vez que aquilo estivesse resolvido, esperaria por suas instruções. - Será que deveríamos encontrar Shinto...? - Minha pergunta soava mais como um devaneio, já que me lembrava que não sabíamos andar em Flevance. De qualquer forma, obedeceria qualquer ordem dada pelo rei, e seguiria para onde quer que fosse.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma arminha tops
- Comprar suprimentos médicos
- Sair em uma aventura
- Aprender Farmácia
- Aprender Herbologia
- Me divertir <3


@mm
Ex-Panda
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Maio 29, 2021 1:28 am

GODS BLESS THE KING


Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 3 QRqQSkL


Antes conversava com Shinto meu padre, e sua resposta mais uma vez apesar de não direta me fazia ficar pensativo como todas as outras vezes, acho que seu objetivo sempre era me fazer pensar por si só.

— O calor de Luminis hm? Interessante, ainda não havia percebido que este calor era a sua presença, começarei a me atentar nesses leves indícios de nossos deuses, quem sabe eu não ache a minha resposta de fato...

Já na clinica a doutora parecia confiante de que poderia me tratar, Shinto faz a paciente ficar corada e arranca algumas leves risadas de mim, eu começava a aceitar os comandos da doutora para que ela pudesse me tratar.

Me deitava em uma cama hospitalar, para mim já era habitual fazer aquilo, mesmo que eu odiasse ambientes assim, foram tantos anos preso em um local assim, que eu desenvolvi certo receio.

— Doutora, espero que não vá doer muito, não sou lá muito fã de agulhas sabe...



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 3 6a6e08123b5d2050064d998155e90239

A primeira picada vem em meus tornozelos, eu pensava que iria doer mais, então fico mais relaxado quando conheço a dor que está por vim nos próximos pontos que ela colocaria suas agulhas medicinais.

Quando a quarta agulha era colocada no ponto correto, sentia como se meu pulmão abrisse novamente eu podia respirar com leveza, me espantava já que algo assim de forma imediata, nunca havia acontecido antes.



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Deitado olhava para as duas medicas com um sorriso no rosto mostrando como estava aliviado e feliz por ter diminuído tanto a minha dor.

— O que a senhorita quiser doutora, ficarei deitado aqui.

Ficávamos nos dois ali na sala, eu e John, finalmente eu podia respirar novamente, enchia meus pulmões e soltava todo o ar algumas vezes antes de responder John sobre antes.

— John, ainda não compreende o que eu quero lhe mostrar, mas está tudo bem, tente começar a pensar que já não é um escravo, apenas pense que me serve porque me respeita, porem tu es LIVRE!

Olhava com seriedade para ele, queria que entendesse que eu não estava brincando sobre isso, mas algum momento ele perceberia isso por si só, e eu estarei lá quando isso acontecer, com certeza será interessante ver como ele vai começar a agir deste dia em diante.

Esboçava um sorriso enquanto pensava olhando para o teto, deitado ali até mesmo ficava com sono, afinal não havia dormido nada na noite anterior, mas ainda assim não conseguia dormir o que era bem broxante.

A medica voltava e começava a retirar as agulhas, neste momento eu já estava muito melhor do que antes, o que era um grande alivio, quem diria que uma arte medicinal assim existiria, o que me fazia pensar por um momento, será que minha cura realmente poderia existir?

Me levantava da cama ainda com um sorriso, olhava para a moça que havia me tratado agora e começava a falar enquanto me aproximava.



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— Não sei como posso agradece-la, fazia muitos anos desde que eu tinha uma crise e no mesmo dia já me sentia melhor, então lhe agradeço do fundo do meu coração, espero que minha medica Haru possa ter aprendido algo de útil com você.

Pegava em sua mão e complementava.

— Quanto fica o tratamento? Temo que infelizmente não a verei mais, já que minha jornada continuara para frente nesses mares, então espero que fique bem.

Soltava a sua mão e pegava minha carteira e entregava o dinheiro pelo tratamento e remédio, porém agora que estava melhor, ainda precisava comprar uma coisa para mim.

— Desculpe me incomoda-la mais uma vez, mas saberia me dizer onde tem uma loja de armas mais próxima?

Com a informação entregue partiria em direção a loja, Haru me fazia uma pergunta e feliz eu respondia.

— Na verdade já fazia um bom tempo que eu não ficava tão relaxado, estou feliz por não sentir tanta dor pelo menos por hoje!



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Quando chegasse na frente da ferraria bateria na porta caso ela não estivesse aberta, e entraria lentamente olhando os produtos se tivesse uma vitrine.

— Bom dia! Preciso de uma arma, gostaria de uma espada grande que precise de dupla empunhadura, acredito que seja conhecido aqui também por espada longa ou Montante

— Gosto de espadas grandes e pesadas, porém ainda finas e sofisticadas, gosto bastante da cor dourada porem se não tiver, uma mais simples também é bom.

Esperaria ele me trazer as opções e escolheria a que me encaixasse melhor depois de alguns leves testes ali mesmo, pagaria tudo o que devesse para o vendedor e iria para a porta da frente novamente.

— Agora a pergunta é, onde estão os outros?



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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom Maio 30, 2021 1:32 pm

Efeito Borboleta

Ascenção



Não creio ter sido indelicado, apenas ofereci uma passagem segura, no entanto, fui interpretado como um pervertido, a pequena preferia nem olhar para a minha face, vislumbrar a minha presença, ela escondia o seu rosto com as mãos, assim, com a minha oferta rejeitada afastar-me-ia da paciente e seguiria um novo rumo, concluindo os desejos do meu Rei.

O quanto caminhei, uma jornada, os passos intermináveis, as vozes dos residentes, o quanto me entretêm enquanto procuro por uma farmácia, em alguma altura do percurso avistei um banco, achei oportuno levantar os meus dízimos. Alcancei a tão procurada farmácia e nela encontrei o tão precioso medicamento.

Como o regresso trouxe um esplendor, um encanto, uma faísca, um calor que cobria a minha alma, uma música que energizava o meu corpo, que iluminava o meu cérebro, as dúvidas que o enovoavam desapareciam e um sol elevava um senso de descoberta. Oh! Como esta música me alegrava.  Procuraria a sua origem, os meus passos caminhariam ao som, à batida, à energia que transmitia. Quando o alcançaria, os meus olhos arregalavam e o meu sorriso rasgava a minha cara, um lobo de proporções grandes, sentado em cima de um jovem que soprava o som que me enfeitiça.

Aquela imagem me intrigou, ainda seria cedo para assegurar o pensamento que sobrepunha todos os outros, uma ligação animal, um presente divinal… se realmente aquele jovem apresentar uma alma tão pura como imagino, talvez, possa ter encontrado um irmão…

Ao redor do jovem estava um vazio, poderia ver umas moedas espalhadas pelo chão, como se o dinheiro pudesse preencher e criar uma ponte, remover um pouco da distância entre esses adoradores e o provável divino jovem. Tao distantes, mas que tanto adoram, que atiram uma esmola sem coragem para a entregar.  OH! Como isso me enervava, caminhei em direção ao jovem, atravessaria a multidão, como uma lança, alcançaria o vazio, cada vez mais próximo do lobo e do pequeno humano.

Prazer em conhecer-vos, chamo-me Shinto, filho de Hemoris e Luminis. Como a tua música é bela, como nela me vejo a viajar pelo mundo, como nela me encanto e me revitalizo. Mas não consigo parar de reparar, em toda esta adoração, em toda esta distância, que vida te foi destinada, que caminhos percorreste para alcançares tamanhos presentes?  -  Não conseguiria conter o que sentia, aos poucos ia entristecendo. – O caminho divino não é traçado de felicidade, como o rumo que caminhamos nos traz infortúnio, meu irmão.  –

Com isto me aproximaria e abraçaria o animal e o jovem ao mesmo tempo, estaria preparado para ser mordido, na verdade pretendia ser mordido, isso só confirmaria todas as minhas dúvidas, talvez… talvez não só as minhas dúvidas, mas, a necessidade de compartilhar, de sentir, o calor da ligação entre os dois, entre o animal e o homem.

Um misto de emoções forçava os músculos da minha face, uma luta entre a alegria proporcionada pela descoberta de um novo irmão, uma tristeza que provem das sofredoras experiências que o jovem trilhou. Oh! Como os dentes deste belo animal me trariam mais próximo dele, como os dentes que estariam cravados no meu ombro direito o gelavam, como o sangue que escorria seria quente… Como desejaria esse momento, sentir a força que liga estes dois seres, anseio… anseio derramar o meu líquido divino e agradecer aos meus pais, obrigado… obrigado por me entregarem um irmão.
 
Ao ouvir as palavras do rapaz, as suas desculpas, devo dizer que seriam desnecessárias, a ligação que existia entre os dois tinha uma força divinal. – Não se preocupe, faz tempo que a dor não me alcança. – Sorria para o lobo e para o jovem enquanto largava o meu abraço. Esperaria que o jovem se apresentasse. – O Balto é um ser maravilhoso não acha? Como ele te ama, te adora… aceito as suas marcas com orgulho… - Aproximaria a mão para o jovem Badar. – Estou apenas de passagem nesta ilha, tenho uma medica que acompanha o meu Rei ela poderá tratar dos meus ferimentos. Lembro-me de ter dito que estava viajando, talvez, queira nos acompanhar? O nosso rumo atravessará todos as marés. – A dor da provável mordida de Balto não me incomodaria, apesar de precisar de tratamento eu aceitava-a com orgulho, o vermelho que manchava o meu traje era belo demais para ser escondido.

- Acompanhem-me se desejarem, Badar, Balto.

Caminharia de volta à clínica onde teria visto Alexander a última vez, no entanto, desejaria comprar umas armas. Pelo caminho procuraria uma loja que preenchesse tal vazio.


Local do Narrador <3:

@Die Dai


Última edição por Shinto em Seg Maio 31, 2021 1:18 pm, editado 3 vez(es)

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom Maio 30, 2021 6:21 pm
Badar Alluartie
Efeito Borboleta




A melodia que eu tocava parecia atrair a atenção das pessoas ao redor. Eu me alegrava ao ver notas e moedas sendo lançadas ao chão (provavelmente porque ninguém tinha coragem de se aproximar de Balto) e começava a acreditar que talvez nós conseguiríamos nos virar aqui do lado de fora! Ao terminar minha performance eu agradeceria com um entusiasmado "- Obrigado!" e me abaixaria para recolher o dinheiro.


Após recolher tudo, eu entraria rapidamente na loja para entragar o valor combinado para a dona e dizer:


- Parece que as pessoas daqui apreciam música assim como eu! Obrigado pela flauta, aqui está o dinheiro que combinamos! Agradeço pela confiança! - sem me demorar muito, sairia da loja e me sentaria na sua frente, ecostando minhas costas em sua vitrine e contando os lucros da minha performance.


Balto, como de costume, se aproximaria e eu o convidaria a descansar suas patas dianteira e sua cabeça em emu colo enquanto eu guardava as notas amassadas e as moedas em meus bolsos.


- Você também foi ótimo, Balto! Na próxima, podemos procurar um lugar aberto para fazermos nossas acrobacias! - eu disse, acariciando o lobo com uma mão e mexendo em meus bolsos com a outra.



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Porém, enquanto eu mexia em meus bolsos, senti um papel que me trouxe recordações. Ao pegá-lo para olhar, vi meu nome escrito e um mapa de uma ilha ainda misteriosa para mim. Eu tinha um objetivo e agora me sentia mais apto para alcançá-lo. Eu precisava descobrir onde era aquela ilha.


Meus pensamentos, contudo, eram interrompidos por um observador que se aproximara sem que eu me desse conta. Um garoto de cabelos longos e brancos e olhos dourados se aproximou e apresentou-se como Shinto. Ele me disse ser filho de Hemoris e Luminis, por mais que eu não conhecesse tais nomes, e elogiou minha performance musical de alguns instantes atrás.


- Ah! Obrigado! - eu agradeceria com sinceridade e sorriria para ele - Eu acho que a música sempre pode colocar um sorriso no rosto de quem a escuta!


Shinto falava de uma maneira difícil para minha compreensão, seu vocabulário me lembrava a fala de algumas amigas bem vestidas e com várias joias de Clayton que visitavam o viveiro com ele algumas vezes. Ele provavelmente teria uma vida como a delas: "luxuosa", como diziam os habitantes do viveiro.


Uma coisa, porém, ficou clara em sua fala: ele me perguntava que caminhos eu havia percorrido para chegar onde estava. Com medo de falar sobre o meu passado, eu desviei o olhar e balbuciei:


- Eu... Na verdade eu não sou daqui, estou viajando...


Antes que eu pudesse reagir, o rapaz me envolvia com um braço e envolvia Balto com o outro. Naquela fração de segundo, eu ficaria sem reação. "Um abraço?" Foram raras as demonstrações de carinho que recebi de pessoas na minha vida, por isso, aquilo me deixou... feliz. Eu sorri levemente, mesmo ainda estando confuso. Até hoje eu só estava acostumado com o afeto de Balto... Espera, Balto... "Essa não"


Com a mesma rapidez que processei esses sentimentos, percebi que Shinto também abraçara Balto, e o lobo provavelmente não gostaria do ato.


- Balto, não! - eu gritaria, assustado, mas o lobo provavelmente já teria mordido o ombro de Shinto! - Ele só está falando que gostou da música! - Eu colocaria a mão na cabeça do lobo e olharia em seus olhos com uma expressão de súplica. Quando ele soltasse, eu acariciaria sua cabeça enquanto me levantava e voltava minha atenção para o rapaz de cabelos brancos.


- Desculpa! Ele não fez por mal. Ele não está acostumado com pessoas e, bom, na verdade nem eu estou. - eu olharia para Balto, que provavelmente estaria confuso, e colocaria a mão no ombro de Shinto para que o lobo visse que ele não era uma ameaça - Está doendo? Eu sei como é levar uma mordida também. Espero que não tenha sido profunda.


Aquele garoto não só havia se aproximado de mim como também não teve medo de Balto e nem hesitou em nos abraçar. Ele não parecia julgar pela aparência ou pela origem e aquilo já era algo digno de atenção. Além disso, ele havia sido ferido por uma mordida de lobo, então o mínimo que eu poderia fazer era ouví-lo, não é mesmo?


- Meu nome é Badar, e esse aqui é o Balto, mas acho que você já o conheceu. - diria, sorrindo - Você mora aqui Shinto? Está sozinho? Ou conhece alguém que pode ajudá-lo com essa mordida?


Informações

  • Falas
  • Pensamentos

  • Posts: 4

  • Ganhos: Flauta transversal (instrumento musical) + 2.000 ฿S
  • Perdas: -x-




Objetivos

  • Aprender caça
  • Aprender pesca
  • Encontrar o resto do bando
  • Adquirir uma arma principal (Lâminas da lua crescente) e facas (adagas) de arremesso
  • Adquirir uma flauta (ou ocarina ou outro instrumento de sopro)
  • Fazer uma performance (e tentar ganhar uns trocados hehehe)



"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

▲ Thanks, Frankie @ Graphic Dreams ▲

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Madrinck
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Madrinck
Estagiário
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Dom Maio 30, 2021 9:08 pm
John Doe o Escravo
Ascensão de um novo grupo


Eu continuava de pé ali perto de meu amo, eu não tinha muito oque fazer a não ser observar Alexander ser tratado, eu não me importava muito com oque todos falavam ou muito menos faziam. Aquilo tudo era fútil diante da ordem dada a mim. Claro que eu poderia estar tentando me enturmar, mas um escravo não pode fazer tais atos de tão livre arbítrio. No fim eu sou igual ao antigo eu, Garoto, uma criança que não tem amigos, só trabalho. Claro que antes oque eu via como algo triste, chato ou sem graça nos dias atuais é um motivo de orgulho para mim, eu agradeço do fundo do meu coração a minha mãe que me ensinou tudo oque eu deveria saber para ser um bom escravo. Ela me mostrou que nesse ramo de trabalho sentimentos são fúteis.

De todo modo eu ficava em meus pensamentos até que eu fosse chamado novamente, coisa que talvez durasse um tempo para acontecer, eu precisava de uma Arma caso eu quisesse proteger meu mestre, sem uma espada eu seria nada em muitas ocasiões, teria eu mesmo que achar uma oportunidade para forjar meu próprio equipamento, uma espada grande o suficiente para que minhas mãos tenham espaço para segurar das mais amplas formas possíveis. A Lamina teria que ser diferente de minha antiga espada, antes eu utilizava uma espada fina demais e ela acabava por se desgastar rápido. Dessa vez eu poderia criar uma de lamina tão grande quanto meu braço, uma grossura aceitável e intimidadora, o seu material ainda é uma duvida. Dificilmente eu teria o dinheiro para um metal de boa qualidade, mas teria que trabalhar futuramente com oque eu pudesse alcançar. Claro que como ferreiro acredito eu que eu não seja o único a pensar em uma arma, muitos dos amigos de Alexander poderiam me entregar pedidos ao decorrer do tempo, mas aquilo não seria um problema, eu só teria que dividir bem meu tempo.

Quando eu finalmente saísse de minha cabeça eu perceberia que estaria a sós com o Mestre, como tudo tinha ocorrido tão rapido? Ou eu simplesmente fiquei tão mergulhado em minha cabeça que nem percebi o tempo passar? Aquilo foi um descuido inestimavel que não poderia ocorrer novamente, algo como isso não é nada profissional para a minha vida de escravo. Entretanto quando eu ouvia Alexander falando comigo eu o encararia com um olhar opaco como de sempre, oque ele dizia não fazia o menor sentido. Talvez fosse um efeito colateral do tratamento? De todo modo ele precisava receber uma resposta, e eu teria que dar uma delicada o suficiente para o Mestre não sentir que eu confrontasse oque ele via sobre mim - Mestre, você se equivoca se achas que não sou um escravo, desde de pequeno eu fui um escravo leal e sempre serei, é algo enraizado em mim meu Bom Senhor. Para mim existe uma enorme divisão entre mim e as pessoas normais, não acho que seja necessário gastar seu tempo tentando consertar algo que não da pra consertar não é mesmo? Você tem tantos amigos em sua volta, tão leais como eu, mas eu sou o seu mero serviçal. Para mim a palavrar ser livre não é algo que eu possa me ver sendo. eu dizendo aquilo forçaria um leve sorriso, em todo tempo eu nunca sorrio, muito menos apresento emoções. Mas era importante fingir ter tais pelo Mestre Alexander, trazer um ar de carisma talvez? No fim eu deveria ser um escravo que estivesse dentro do ponto de vista do Mestre.

De todo modo quando tudo terminasse e o grupo começasse a se retirar, eu os seguiria sempre atrás de Alexander tendo certeza que ele estivesse seguro, não sei do que meu Mestre sofre, mas era algo que trazia fadiga a ele. De qualquer forma eu não era um médico, e muito menos alguém importante para me intrometer na vida do Amo, oque eu poderia fazer era só servir ele com perfeição para que ele não precisasse se esforçar muito. Caso me fosse ordenado mais alguma coisa nesse meio tempo eu obedeceria a risca, mas claro se a ordem viesse de Alexander ou dos Amigos do mesmo. De restante eu não me dava o luxo de pensar, eu precisava de foco para ser um bom Guarda para o Mestre.
Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico:

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Jean Fraga
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 31, 2021 1:51 am



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Post 04



Durante o combate sentia um vento passar sobre minha bochecha, mais tarde com o sangue escorrendo e vendo a lâmina sobre o bico do sapato do homem, podia entender suas artimanhas.

— UM VERME COMO VOCÊ PRECISA DE ARMAS ESCONDIDAS PARA SE GARANTIR NUMA LUTA? AMIGOS?! EU NÃO TENHO AMGOS SEU PORCO E NEM PRECISO! – Gritava eufórico e irritado com toda sujeira vinda deste homem.

Manteria meus pés sobre as pontas, tentando assim ajudar minha evasão dos golpes do homem, enquanto percebia o outro levantando, quando uma mulher aparecia atacando meu inimigo, olharia seu rosto, tentando identifica-la, — Qual seu nome princesa? – Diria enquanto me movimentaria tentando desviar dos golpes do homem – Por que não saímos daqui e quem sab- ... – Tudo ficava escuro e logo me sentia tonto.

Meus olhos pesavam e logo sentia meu corpo adormecendo, MALDITO MOLEQUE!!!! Nesse instante Dai entrava em um profundo momento de silencio e eu finalmente retornava.

Meus olhos brilhavam, estava no controle novamente, mas antes teria de acabar com esses bandidos, — Por terem batido no velho, eu irei acabar com vocês! Preparem-se porquinhos! – Dizia sorrindo mais alegre e ansioso.

Olhando a mulher, falaria, — Desculpa por antes... Quem sabe eu te explico melhor depois...Me chamo Daisuke Ito! – neste momento podia ver o homem armado preparando-se para atirar na moça desconhecida.

Usando da minha velocidade, me jogaria em direção a ela, empurrando assim a mesma para fora da trajetória da arma, de preferencia atrás de caixas ou da própria multidão.

Além de tirar ela dessa trajetória, tentaria me proteger também do tiro, fechando meus braços a frente do meu rosto, olhando a volta, procuraria pela ultima vez por Saori, apesar das palavras de Dai serem verdadeiras, queria ter certeza que ela realmente havia me esquecido.


Daisuke Ito:
Histórico:
Objetivos:
OFF:

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O Taverneiro
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O Taverneiro
Estagiário
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 31, 2021 1:46 pm
Chamo de Terça-Feira


Assistindo toda a confusão só conseguia pensar nos motivos que me faziam não ser fã  do garoto Ito. Sua irmã era tão diferente que mal poderiam ser da mesma família.

Shiranai conseguia se colocar na mira da arma. No meio de toda a confusão, precisava mudar um pouco minha investida. Os marinheiros estavam vindo ao longe, acreditava no potencial de Shiranai, mas por mais que não gostasse de aceitar, sabia no fundo de meu ser que o garoto Daisuke poderia ser bom na briga. Era hora de confiar em Shira. Eu acredito que ela daria conta do infeliz armado, e talvez ainda desse uma surra em Daisuke.

”Ela chuta a bunda dele bem forte e lança ele de cara na arma, aí o cara atira Bauhaubauhaubauhau… Ah é… Os marinheiros”

Precisava pensar de forma estratégica. O melhor a fazer era usar a cabeça antes de entrar na briga contra os homens. Passo a mão no chão tentando pegar bastante sujeira e passo no lado do rosto que não enxergo.Caminho trôpego e tento me aproximar dos marinheiros, caso chegasse perto deles, eu iria tentar me apoiar no ombro de um deles, fingindo estar muito tonto, ou bêbado. Se conseguir me disfarçar posso chegar ainda mais despercebido.


- O ‘beu abigo’... “Zabe” onde tem um lugá pra eu mimi?

Durante minha fala, puxaria a arma com minha mão livre e buscaria enfiar no crânio do homem debaixo de seu queixo, em um rápido movimento usaria minhas garras da mão em seu ombro para também buscar arranhar e machucar seu rosto, se desse sorte teria mais um caolho no mundo, talvez até mesmo caolho e morto.

Independente dessa primeira investida, buscaria acertar algum outro próximo a mim com a outra espada, em um movimento rápido a sacaria e correria para cima dele fazendo um movimento com ambas as espadas cortando cada uma para um lado, a minha ideia era também decapitar esse próximo.

Meus olhos estariam prontos para qualquer ataque deles. Caso tentassem se aproximar com socos e chutes, usaria minhas táticas de pugilismo para esquivar dos socos, fazendo o pêndulo e sempre mantendo os olhos no oponente, além é claro de levantar as mãos segurando as espadas para fora. dessa maneira poderia até mesmo conseguir uma melhor proteção. Se me chutassem buscaria usar as armas para aparar os chutes deles, com sorte também conseguiria causar dano me protegendo. Entretanto, se algum dos marinheiros mirasse em mim, buscaria pular em zigue zague, assim buscaria sair da frente do cano, e não me esquivar ou defender um tiro,o que seria improvável.

Com sorte Ryuu estaria por perto, e os dois palhaços já teriam resolvido as outras questões.


DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya"
*Histórico:
Ganhos:2 espadas profissionais - durabilidade: média (+2 em força ou destreza por nível)
Perdas: 800.000 + (arma da Haru) 250.000 = 1.050.000 ฿S
Ferimentos: To benzão
*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Cartografia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Cartografia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Kaplya Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.




AoYume
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 31, 2021 2:41 pm
Queen
Blessed by the King
O combate não ia tão bem é claro, mesmo com o efeito surpresa parecia que aqueles homem conseguiam lidar bem com meus ataques, de certo modo, removendo o efeito surpresa que eu poderia lhes causar ao tentar me mover furtivamente e surpreendê-lo. Um estalo era feito por minha língua em desgosto, fitando os meus arredores com cautela, ouvindo, cuidadosamente cada um dos passos que homens pudessem dar. Eles não eram tão velozes que era impossível enfrentá-los, o que, possivelmente por meu instinto devia, ou, esperava, me tornar capaz de desviar da sua investida física sem maiores problemas, mas, ainda assim me encontrava em uma posição delicada.

O homem ao meu lado era um tanto estranho, começava com um comentário desagradável e depois uma conversa esquisita se aproximando. Ao menos agora eu sabia o seu nome, e, em seu discurso ele parecia inclinado a agir de acordo ao meu ideal. Ranjo os dentes, penso, escuto sua ofensa e então pondero que talvez insistir no termo possa ser algo que lhes cause mais desconforto do que ficar calada ou falar qualquer outra coisa. Sequer respondo o homem, não acho que teria tanto espaço para diálogos a priori enquanto imagino de forma fria o que devo fazer naquela situação horrível.

Erguia duas das adagas uma em cada punho, ainda que não fosse hábil com a destra o suficiente para considerá-la viável. - Não sabia que porcos sabiam latir, sonhar então? Estou deveras surpresa. Provoco de forma sarcástica de modo a tentar fazê-lo agir de forma precipitada. Ele era um atirador, então, respirando fundo, buscando manter minha audição atenta ao movimento de seus dedos, sem perder-me dos passos dos demais, e, ainda creditando o potencial de meu instinto e até minha visão sobre a sua rota de disparo busco colocar a adaga na rota de colisão para desviá-la ou retaliá-la de modo que um som de metal seria criado, provavelmente faíscas. Qual seria a concentração daquele álcool ali que Saori teria derrubado?

O homem ia para cima do armado, mas, algo me dizia que daria tempo para o disparo. Eu torcia para que desce. Como uma amante de drinques com pimenta, inclusive um bom misto de álcool flambado com pimenta e cravo cortada bem fininhas, conseguia lembrar que superfície de algumas bebidas que presenciei as chamas ardiam, ainda que somente em sua superfície. Uma comoção? Não, o que eu queria era medo, que as pessoas tivessem medo que aquilo tudo piorasse ainda mais e partissem dali. Se tivesse sucesso, respiraria, dando um passo sutil para trás, já antecipando uma possível movimentação dos outros dois e observando se as pessoas reagiam como esperado começando a se afastar pelas possíveis chamas. Se desse certo, deveria uma bem grande para a garota de fios róseos. - Hey Daisuke, é mais perigoso pro velho aqui, vamos salvar o que dá primeiro e meter o pé daqui! Fod*s esses merdas.

Olhava na direção de Saori, quem sabe esperando que ela tivesse uma ideia similar e me ajudasse de alguma forma a incendiar aquilo e espalhar o caos de uma vez para podermos aproveitá-lo e sairmos, mas, sem chamá-la pelo nome ou outra coisa, evitando arrastá-la para o olho da confusão. Se o homem da da bota laminada avançassem em minha direção tentaria desviar por baixo de sua perna quando este chutasse, utilizando de minha agilidade razoável e meus movimentos precisos para alguém do meu patamar, tentaria um corte por baixo na sua perna ainda no solo para derrubá-lo e então buscaria cravar minha adaga no seu olho saltando por cima deste durante a sua possível queda. Se conseguisse, ainda tentaria remover aquele calçado de forma rápida, apreciando a "ideia" que aquilo provinha. Seria mais útil sendo usado por uma causa mais nobre que atormentar velhinhos.

Se o terceiro viesse me atacar também apenas saltaria para um pouco mais distante, tentando observar se Daisuke já estava em condições de partir em uma possível fuga. Se fosse o caso bradaria pra ele ao mesmo tempo que chutaria um pouco do álcool, em chamas em não na direção do homem. - Pega o velho, eu não consigo carregá-lo e correr. E então começaria a correr, ainda buscando me encontrar na rota com Saori para reaver meus itens e colocá-los. Se não fosse rápida o bastante e minha perna pegasse fogo pelo chute, buscaria apagar batendo a blusa que teria recuperado de Saori, ou, tirando a calça o mais rápido que pudesse só restando a calcinha box por baixo que que por sinal parecia um shortinho meigo com o desenho de um panda. Referências. Isto, é claro, apenas se a situação chegasse a isto e não houvesse outra saída.

PdV: 3600/3600 Sta 100(?)/100

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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 31, 2021 8:39 pm

O impulsivo e cabeça qunte número um!



Aquele tal de Kaplya, se esse era o nome dele, mal havia conhecido o sujeito e já começava a me dar nos nervos. Então os subordinados de Alexander eram assim? Loucos?! Travei o maxilar e retesei os punhos por dentro dos bolsos da camisa e me segurei para não falar nada, teria que aturar aquelas pessoas sabe-se lá por quanto tempo, o ideal seria não arranjar nenhuma confusão.

Falando em confusão, foi só dar alguns passos para o lado de fora que percebi a confusão generalizada que se formava próxima ao porto, pela movimentação daqueles três que estavam junto a mim, estava claro que era tudo culpa da plebe de Alexander.
O mink logo correu em busca de um ponto alto para ter uma visão melhor da situação, apesar de ser um doido varrido aquilo parecia o certo a se fazer, o mesmo não podia ser dito da garota que caminhava a esmo em direção a multidão.


*Hora do pau*

— Mas que porra, esses malditos conseguiram arranjar uma confusão antes de mim! Estão de parabéns!— O mink descia rapidamente e então se dirigia a mim dando ordens e perguntando se eu era bom de soco. Aquilo me ferveu o sangue, aquele pedaço insignificante de pelos havia realmente me deixado puto — Quem pensa que é para me dar ordens?! Fique junto da sua plebe, se finja de bêbado faça a micagem que for, só não me atrapalhe!


Aquele mink certamente havia visto algo, ao invés de perder tempo me aproximando devagar como ele havia dito, disparei rapidamente em direção ao porto. Com minha visão aguçada buscava compreender o que acontecia ao meu redor, principalmente buscar encontrar o que o mink havia avistado a distância.


Caso encontrasse o grupo de marinheiros, caminharia velozmente na direção deles com meus punhos ocultos sobre os bolsos. Eu apertava firmemente as soqueiras ocultas pelas vestes. Eles estavam preocupados com os outros, então meu objetivo era parecer um civil comum fugindo. Passaria correndo por entre os homens e como efeito surpresa daria um uppercut duplo visando os marinheiros da linha de trás, desse modo levaria algum tempo até que a linha de frente entendesse o ocorrido.


Se estivessem em formação de fileira, avançaria derrubando os homens com os rifles da mesma forma, um um uppercut com os pulsos saindo por dentro de minhas vestes.
Se tinha um tipo que eu não ia com a cara era com marinheiros, sempre surgiam uns sujeitos dessa laia na ilha pedindo dinheiro para ajudar na proteção. — MINHA MÃO ESTAVA COÇANDO PARA SOCAR GENTE DO SEU TIPO!
Caso o mink já tivesse se reunido a batalha, daria cobertura para ele me mantendo na direção oposta para o defender de algum ataque nas costas.


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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 31, 2021 11:09 pm
Let life do with you what primrose does with flowers
O tilintar das garrafas encontrando o chão. Os cacos de vidro saltando sem rumo. O vinho tingindo o porto de vermelho.

Saori não sabia ao certo os efeitos do estrago provocado por ela. Após esquivar-se das garrafas espedaçadas, analisava de modo sorrateiro o decorrer da luta. Diante de seus olhos, as adagas lançadas por Shiranai cruzavam o ar como vultos prateados. E, apesar dos golpes bloqueados, Daisuke permanecia de pé.

O rosnado familiar de Kaplya se fez presente, chamando a atenção da garota que tinha seus olhos compenetrados na batalha. Saori reconheceu o mink. Ele se aproximava com passos leves e quase inaudíveis, e trouxe um aviso sobre o que estava por vir.

Isso é péssimo, — disse Saori, reagindo com o semblante espantado.

Não houve tempo para conversar. Kaplya adiantou-se, saindo dali rapidamente. Os olhos de jade voltaram-se à luta. Dessa vez irrequietos, buscando alguma lacuna no cenário caótico a sua frente.

O sangue borbulhava com a necessidade de agir. "Não posso deixar que o encontrem."

E no vai e vem de suas pupilas, vislumbrou o faiscar nas lâminas de Shiranai quando entraram em atrito com a investida do oponente. Aquelas fagulhas logo se dissiparam, mas acenderam uma ideia na mente atinada de Saori.

Ela tragou o cheiro forte de vinho do solo embebido. "Álcool por toda parte", constatou em seus pensamentos. Saori tinha a ideia e o combustível estava sob seus pés, só faltava um ativador. Foi então que notou que o homem armado com a pistola segurava um cigarro em seus lábios. "Onde há fumaça, há fogo."

Guiada por uma simples hipótese, mas que no momento significava salvar seu irmão, Saori agarrou seu chicote. Ela ajeitou os pertences de Shiranai enrolados sobre o braço esquerdo. Os dedos firmavam-se no couro do cabo. Os olhos desenhavam o trajeto, quase como se pudessem calcular a rota da sua próxima ação.

Num movimento rápido de meia lua, brandiu a arma branca, fazendo a corda retesar em direção ao homem. Porém, não queria atingi-lo em qualquer canto; a mira teria de ser certeira: contra algum bolso da calça do fumante. Ela precisaria de uma boa pontaria — e sorte.

Se o ataque obtivesse sucesso e seu raciocínio estivesse certo, para fora do bolso atingido um isqueiro saltaria.

Arquearia as pernas, tão tensionadas quanto seu chicote, e dispararia numa estilingada em direção ao pequeno objeto. Saltaria, caso fosse preciso, para pegá-lo enquanto ainda estivesse no ar.

Peguei, — diria, apanhando o isqueiro. — Eu não vou deixar que o levem!

Após um breve suspiro, recuperando o fôlego da corrida, Saori acionaria o dispositivo do isqueiro e atearia fogo na bebida derramada sobre o porto. Assim que as chamas começassem a acender, a garota largaria o item e recuaria.

Mais um ato imprudente. Mas, por Daisuke, ela faria qualquer coisa.

Trilha Sonora:

Considerações:Ficha na assinatura.
Histórico:
Ganhos: Chicote (Clássico, +2 de destreza por nível).
Perdas: 250.000 ฿S.
Objetivos:
Conseguir um Chicote;
Obter a qualidade Precisão Temporal;
Aprender a proficiência Física.
469 palavras // tag: cheirinho de flores // outfit // local: ilha flevance

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