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Skÿller
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Badar Alluartie Qua Maio 12, 2021 10:26 pm



Badar Alluartie








Sobre o Personagem


Nome: Badar Alluartie
Idade: 15
Género: masculino
Mão Predominante: ambidestro
Altura: 152cm
Peso: 42Kg
Raça: três olhos
Origem: desconhecida
Localização: Flevance - North Blue
Grupo: civil

Complementos



Aparência:
Badar é um garoto jovem com cabelos brancos e compridos que parecem não receber muitos cuidados além de um corte eventual. Sua pele é alva sua testa fica recoberta pela sua longa franja, a qual oculta seu terceiro olho (que ele aprendeu a manter escondido desde cedo).

Seus outros dois olhos, esses nos locais esperados para um humano, são levemente saltados, o que dá ao garoto um ar de permanente surpresa. Todos os três são normalmente de uma cor lilás bem clara e chamativa, mas eles surpreendentemente têm a capacidade de mudar sua cor e Badar acredita que isso aconteça de acordo com seu humor (por mais que não tenha certeza). Ele constantemente está sorrindo ou com um semblante de curiosidade e um olhar distante e distraído (o que não significa que não esteja atento aos seus arredores).

Ele não é muito alto e não parece ter muita força por ser esguio. Raramente está parado, pois costuma olhar ao redor, balançar os braços, enfim, fazer qualquer movimento com seu corpo. Suas vestes são simples e sempre parecem sujas e repletas de pelos de animais. Ele usa roupas leves que lhe garantem proteção, mas não prejudicam sua agilidade. Costuma andar descalço sempre que tem oportunidade.

Ele também tem várias pequenas e discretas cicatrizes no corpo, principalmente nos membros superiores, devido a arranhões e mordidas de animais durante suas brincadeiras.

Personalidade:
Badar é um garoto fora do comum, não apenas por ser um três olhos, mas também por ter sido criado com alta supervisão, mas pouca atenção afetiva. Isso o fez aprender a apreciar a companhia de animais, como a de Balto, que nunca o deixou sozinho na bagunça do Viveiro em que viviam. Além disso, Badar tornou-se um tanto peculiar em sua maneira de lidar com outras pessoas. Ele costuma fazer coisas excêntricas que fazem as pessoas o acharem estranho, como falar com os animais e tratá-los como gente, escalar nas coisas e se pendurar de cabeça para baixo, encarar os outros com um olhar curioso, expressar seus mais diversos pensamentos em voz alta e até mesmo ter uma escassez de vaidade (ele não se preocupa muito em pentear os seus cabelos ou com outras coisas relacionadas a sua aparência).

Além disso, ele é muito ingênuo por não conhecer muitas pessoas e ter sido criado sob uma tutela rígida, o que o fez acreditar em tudo que seu mestre dizia. Isso acabou por fazê-lo também muito sincero, já que nunca desenvolveu habilidades sociais mais complexas. Porém, ele também se tornou bastante curioso e interessado no que o rodeia já que sempre encontra algo novo quando observa melhor.

Ele interagia com os outros “exemplares” que viviam naquele viveiro, como Minks, Tontattas, Sereias e Tritões, mas ele sempre preferiu a companhia dos animais que ali estavam, já que eles não sussurravam pelas costas sobre como o garoto era esquisito por causa do seu jeito.

Badar não costuma ficar irritado e raramente se mostra ofendido ou contrariado. Ele, porém, ainda sente o peso de ser considerado estranho por quem o cerca, mas prefere guardar isso para si mesmo. Independentemente do que digam dele, sempre está disposto a ajudar os outros sem se preocupar quem seja. O garoto também é atencioso e perceptivo ao que os outros pensam e sentem, por mais que não pareça. Ele possui uma visão boa não só para distância, mas também para análise de detalhes e, aproveitando-se disso, aprendeu a ler intenções animais e, de certa forma, de pessoas a partir de seu comportamento.

Por mais que não possua conhecimentos intelectuais vastos por não ter sido educado formalmente (apenas aprendeu o básico da leitura e escrita graças a um pequeno Tontatta de cabelos azuis que conheceu no viveiro), Badar possui uma sabedoria incomum para sua situação de vida, tendo uma boa noção de moral, lógica e dedução. Ele também se encanta por qualquer tipo de arte, sendo um grande apreciador de todas as suas formas, mas principlamente da música.

História:
Badar Alluartie ainda era um bebê quando foi encontrado no mercado negro sendo vendido por altos preços por ser um Três Olhos. Ele estava sozinho e tinha apenas trapos o enrolando e um pequeno bilhete amassado com seu nome escrito.

Nessa época ele foi comprado por Clayton Arkhein, o líder de uma máfia abastada e popular no mercado negro por vender itens difíceis de encontrar, os Rare Hunters. O homem, entretanto, não o comprou como um escravo. Ele tinha o hábito distorcido de colecionar espécimes raros e, ao perceber que as íris do bebê pareciam mudar levemente sua coloração e que ele também parecia acalmar animais filhotes que o cercavam, Clayton não hesitou. Sem perder tempo, ele decidiu adicioná-lo à sua coleção, afinal encontrar um três olhos com características tão únicas era um grande golpe de sorte.

Assim, Badar foi levado ao Viveiro Arkhein, um grande espaço afastado de qualquer vila ou cidade contendo uma pequena floresta, um grande lago e pequenos morros, cercado por muros altos e coberto por um grande domo de vidro. Lá viviam indivíduos das mais variadas espécies, inclusive diversos animais, com quais o menino faria amizade. Um deles era um lobo com um porte médio e pelos branco-acinzentados cujo nome dado pelo pequeno três olhos foi Balto. Esse lobo praticamente o criou naquela prisão verde, protegendo-o de qualquer um que tentasse feri-lo. Essa relação permitiu a Badar desenvolver habilidades animalescas, como uma intuição sem precedentes e uma visão treinada para enxergar até os menores detalhes. Todavia, isso o prejudicou no desenvolvimento de habilidades sociais básicas, por isso o garoto tornou-se um tanto extravagante e sincero demais.

Os habitantes do viveiro eram tratados como animais de estimação: eles eram livres para andar no espaço delimitado pelos muros e recebiam alimentação e cuidados básicos diariamente. A maioria dos seres viviam em grupos dentro do enorme espaço que habitavam e interagiam entre si como se estivessem em uma vila comum.

Arkhein, porém, não confinava seus colecionáveis apenas para possuí-los. Ele gostava de usá-los também para seu entretenimento. Alguns eram colocados para lutar entre si, outros agradavam-no com teatros e outras formas de arte. Havia também aqueles que se destacavam em combate e lealdade e podiam se tornar Rare Hunters, integrando-se ao esquadrão pessoal de seu mestre e garantindo sua liberdade do viveiro com uma vida suntuosa os aguardando no mundo exterior. Esse foi o caso de Gyero, um Mink tigre branco que sempre odiou Badar, pois, quando o menino chegou, o tigre perdeu a atenção que tinha de Clayton e, mesmo quando fora promovido a Rare Hunter, continuou sentindo rancor.

Badar, para entreter seu mestre, aprendeu a fazer acrobacias e malabarismo com facas e aproveitou de sua simpatia animal para fazer truques com os bichos do viveiro. Ele atirava frutas e gravetos que eram pegos no ar por águias instruídas para tal ato, nadava com crocodilos que não ousavam atacá-lo e saltava entre as árvores com chimpanzés que o tratavam como um igual. Contudo, seu truque preferido era fazer as acrobacias e acertar alvos montado em Balto. O rapaz se equilibrava em diferentes posturas e lançava facas em alvos pendurados nos galhos da floresta enquanto o lobo corria pelo viveiro em uma velocidade admirável. Isso sempre parecia impressionar seu mestre. Além disso, Badar aprendeu a tocar instrumentos musicais (sendo o seu tipo favorito as flautas, feitas ali mesmo no viveiro pelos seus habitantes), mas apenas o fazia para si, pois percebeu que a música era outra forma de se aproximar dos animais e das pessoas.

O menino sempre viu sua situação como algo normal e nunca questionou a autoridade de Clayton. Ele o via como uma figura paterna e o respeitava, mesmo nunca tendo recebido nada além de elogios por suas acrobacias. O pequeno três olhos, contudo, sempre teve curiosidade de saber o que havia além dos muros, mas, por saber que era errado falar sobre a vida lá fora, guardava essa ânsia para si mesmo, ainda que às vezes perguntasse sobre o mundo exterior para os outros habitantes (nunca obtendo respostas consistentes).

As conversas que Badar tinha com Clayton não eram diárias, pois este, quando visitava, ficava observando de longe suas criaturas em plataformas no topo dos muros. Porém, ele eventualmente entrava no viveiro acompanhado de guardas e, em algumas dessas excursões, ele elogiava o menino e o tratava minimamente bem. Em uma de suas visitas, ele chegou a dizer que o garoto talvez tivesse potencial de se tornar um Rare Hunter, por mais receio que ele tivesse de colocar “algo” tão precioso na linha de frente (isso serviu para criar ainda mais animosidades entre Badar e os guardas do Líder, principalmente Gyero).

Por mais que tenha desenvolvido habilidades de combate, o rapaz nunca pensou em fugir, pois acreditava na palavra de seu mestre de que ali era seu lugar, mentalidade essa que o tornou muito ingênuo. Sua inocência nunca lhe permitiu questionar sua vida e, mesmo não recebendo amor e atenção (a não ser de Balto), via seu mestre e os outros habitantes do viveiro como sua família.  Isso tudo, todavia, acabou em um evento assombroso.

Após um dia de perdas e problemas, o líder foi ao viveiro com ódio. Ele entrou acompanhado de vários guardas, gritando e exigindo que suas criaturas o entretivessem. Badar estava pronto para performar como em qualquer outro dia, por mais que estivesse assustado por ver um lado de Clayton que nunca tinha testemunhado. Balto, todavia, o puxou para longe e o escondeu entre os arbustos, pois sabia que algo ruim iria acontecer. Em um acesso de raiva, Arkhein matou com suas próprias mãos uma sereia que tentava acalmá-lo com seu canto. Badar viu tudo e ficou em choque, pois nunca havia presenciado uma morte, muito menos um assassinato. Ele também nunca havia visto Clayton com aquela fúria assassina. O menino sentiu pela primeira vez medo de seu mestre e vontade de sair daquele lugar, que foi exatamente o que ele fez naquela noite.

Aproveitando-se de uma guarda reduzida devido aos efeitos inebriantes de uma “festa” dentro do viveiro promovida pelo esquadrão pessoal do líder na tentativa de acalmá-lo, Badar se aproximou do esquadrão de Clayton para roubar a chave que ele sempre via ser usada nas portas daquela grande jaula de vidro. Ele tinha certeza de que estariam presas no cinto de seu mestre. Entretanto, além da chave, o garoto encontrou também o bilhete com seu nome sobre o qual havia ouvido falar. Perguntando-se a razão do homem carregar aquilo, o menino notou que o bilhete estava dobrado e, dentro dele, havia um mapa de uma ilha desenhado acompanhado por um símbolo composto por três olhos e uma lua cheia.

O garoto travou, as peças se encaixavam na sua cabeça e ele percebia que aquele era o lugar onde ele provavelmente havia nascido. Sua família podia estar viva... E Clayton com certeza devia estar os procurando. Assustado, Badar recuou com a chave e o bilhete em mãos e fez a pior coisa possível: pisou na cauda de Gyero, que dormia ali perto. O tigre branco acordou com um ganido de dor e olhou diretamente para o três olhos. Balto puxou o rapaz em direção à porta enquanto os guardas, ainda entorpecidos, se levantavam. Quando Badar destrancou o cadeado, o lobo disparou noite afora carregando o menino em suas costas.

A última coisa que Badar escutou foram os gritos embriagados de Clayton exigindo que o capturassem com vida. Com isso, Badar e Balto correram pela noite banhados pelos raios da lua cheia em um mundo totalmente novo. Agora, o menino e o lobo buscam abrigo em algum local seguro enquanto planejam para onde devem ir e o que devem fazer. Eles correram por horas até o sol começar a projetar seus primeiros raios. Exaustos, os dois procuram uma luz na escuridão. Uma pequena embarcação em um porto parece estar partindo em breve e Badar ouviu dois homens falando que o destino é um lugar chamado Flevance. Qualquer lugar seria melhor do que onde estavam agora...

Características




Qualidades:
• Ambidestro (1 Ponto)
• Intuitivo (2 Pontos)
• Meigo (2 pontos)
• Prodígio (2 pontos)
• Sensibilidade (Racial)
• Três Olhos (Racial)

Defeitos:
• Extravagante (1 ponto)
• Aberração (Racial)
• Altruísta (2 pontos)
• Ingênuo (2 pontos)
• Inimigos (2 pontos)
Detalhes:
Badar fugiu do viveiro de Clayton Arkhein, líder dos Rare Hunters e colecionador de seres vivos. Como Clayton vê o garoto como seu pertence, ele e seus capangas farão de tudo para capturá-lo e levá-lo para o viveiro mais uma vez.
• Valioso (Racial)


Atributos


Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 200
STA: 100


Força: [+2 Racial] = 2 [Regular]
Destreza: [+3 Edc] = 3 [Regular]
Acerto:  [+4 Racial] = 4 [Regular]
Reflexo: 16 [+3 Edc] [+2 Racial] = 21 [Hábil]
Constituição: 4 [Regular]

Padrão de cores: Racial, EDC, Armas, Bonificações de outros atributos e Akuma no Mi

Agilidade: 12
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano:

Conhecimentos



Proficiências:

• Acrobacia
• Adestramento
• Doma
• Cavalgar
• Instrumentos musicais

Profissão:
Artista: os artistas dominam a arte do canto, dança, artesanato ou outras áreas. Artistas são mestres do entretenimento, sendo capazes de se expressar nas mais diversas formas e cativar aqueles que o cercam.

Mascote


Balto
Animal: Lobo-cinzento.
Altura: 98cm.
Peso: 120Kg.
Porte: Porte médio.
Raridade: Comum.
Aparência: Um lobo altivo e forte. Balto é maior que outros lobos-cinzentos, sendo ele grande o suficiente para ser montado por Badar (seu tamanho aproxima-se ao de um leão e por isso ele foi levado ao Viveiro de Arkhein). Possui pelos brancos ou cinzas, dependendo do clima e da época do ano. Seus olhos são azul-cobalto.
Personalidade: Balto é sério e observador, além de bastante orgulhoso. Ele é superprotetor em relação a Badar e age com afeto apenas com ele, mas o garoto sempre insiste para que ele “seja educado” com os outros. Ele escuta todos os comandos do menino, mas sabe agir sozinho para protegê-lo ou para proteger a si mesmo.
Atributos: Agilidade, Força e Reflexo.

Comandos:
Nenhum por enquanto

Estilos de Combate



Ladino:
Ladinos são especialistas em combates de curta distância, fazem uso de lâminas curtas e escusas para pegar seus oponentes desprevenidos e realizar movimentos letais. Utilizam adagas, punhais e similares.

Técnicas


Nenhuma por enquanto.

Haki da Observação


Não despertado.

Haki do Armamento


Não despertado.

Haki do Rei


Não despertado.

Berries: 250.000 ฿S


Itens




Cabeça:
Pescoço:
Tronco:
Braços:
Mãos:
Pernas:
Pés:

Inventário




10 U

Nome do Item:
Espaço:
Descrição:

Embarcações


Nenhuma por enquanto.

Menções no Jornal


Nenhuma por enquanto.

Photoplayer



Photoplayer:
Badar Alluartie 26cb5da4acbd364362ae4449c184ef4b

Relações



Players:
[url=Link da Ficha do Player]Nome do Personagem[/url] - Relação com o Player

NPCs:
Clayton Arkhein - Mesmo Clayton gostando de Badar, ele vê o garoto como um pertence seu. Ele trata bem o menino, mas, agora que ele fugiu, o homem fará de tudo para colocá-lo em cativeiro novamente.
Gyero - Gyero cultivou um ódio profundo por Badar desde que o menino chegou ao viveiro. Ele segue as ordens de Clayton para capturá-lo, mas não hesita em ferí-lo. Ele apenas não o mata por ordens de seu superior.

NPCs Importantes:
[url=Nome do NPC]Nome do NPC[/url] - Relação com o NPC


_________________

Badar Alluartie O0yljIK

Badar Alluartie WhdRXxk

Fala Annabelle
Pensamento Annabelle
Fala Lilith