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Até logo e obrigado pelo ouro!

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Até logo e obrigado pelo ouro! Ter Nov 08, 2022 9:45 pm
Relembrando a primeira mensagem :



Até logo e obrigado pelo ouro!


Nina Spades, Sir'' Douglas Whitefang, Brina Britta e Agni Flamesburg [Piratas]

Não possui narrador definido.
Fechada

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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Dom Dez 04, 2022 9:05 pm

O desmaio de Onimaru tirava o foco do ruivo, fazendo-o esquecer o Rei pelo momento. Sua súbita mudança de foco atraía a atenção dos outros presentes e a vovó corria até o lado dele. Assim como o ruivo, o mink também não era médico, mas ele tinha a ideia de verificar a respiração do tritão e concluía: — Eu acredito que ele desmaiou de cansaço. — Sussurrou para Douglas. — Não é de se admirar se todas essas bandagens for de hoje.

Talvez um pouco mais tranquilo, Douglas caminhava na direção do rei, deixando o tritão aos cuidados do mink. Ceallagh Lochlann ouviu as exigências e aceitou, abrindo as mãos como que para mostrar estar indefeso e dizendo: — Tudo bem. — Um dos fugitivos procurou em um dos guardas caído por algemas e foi até o general, que permanecia fuzilando a todos com os olhos, mas em silêncio.

Eu sei que foram inimigos, mas tenha piedade para com o Sir Murdoch. — O rei pediu quando o fugitivo usou mais força do que o necessário para algemar o velho. — Ele é um guerreiro experiente e leal, não o puna por fazer seu trabalho bem feito. — Algemado e amordaçado, o general era puxado pelo braço, sendo levado rumo às escadas que levariam de volta à entrada do castelo. O rei e a rainha conversaram brevemente, com o marido tentando acalmá-la e prometendo voltar logo. Ele então partiu, livre, logo atrás do general.

Enquanto isso, a vovó lobo com a ajuda de outro fugitivo colocou Onimaru em suas costas, pronta para levá-lo até alguém que pudesse tratá-lo e descobrir de fato o seu problema. — Ela ficará para trás? — Indagou ao ruivo, indicando a rainha chorona ainda na sala com um movimento do queixo. A monarca estava abaixada próxima aos guardas caídos, tirando seus elmos e tentando colocá-los em uma posição mais confortável, apesar deles serem obviamente super pesados para ela. O mink não parecia julgar a decisão do arquimago, pelo contrário, a vovó lobo parecia apenas preocupada com o bem estar daquela mulher.

~ x ~

Implacável, Nina não deixava aquela oportunidade passar batido e avançava, atacando a guerreira de joelhos em frente ao seu amado. Erna percebia o golpe um momento antes e ainda colocava a mão no caminho, mas não era o suficiente. A clava atingia sua mão e seu queixo num movimento ascendente, jogando sua cabeça para trás com força o suficiente para estalar seu pescoço. A akumada era nocauteada e caía de costas, ao lado de Grayden, com sua forma retornando ao normal.

Finalmente alcançando aquela árdua vitória contra os Grifos, o grupo de piratas corria para a entrada do castelo. Agni ainda gritava para que os fugitivos os seguissem, mas estes estavam presos na torre e não tinham como fazer isso, mesmo se quisessem. Já no castelo, sem o olfato da pequena mink e com a impaciência dos outros dois, o grupo seguia para a esquerda, o caminho contrário ao que o ruivo havia seguido anteriormente.

Agni ia na frente, jogando metade dos objetos que passavam no seu alcance para trás, mas após levar uma pancada da capitã, desistiu dessa estratégia. Brina era a mais afetada com a fumaça, com os olhos lacrimejando e o nariz ardendo, mas também era a mais baixinha, evitando o pior daquela situação. Conforme seguiam pelo corredor, a fumaça ia ficando mais fraca e logo desvanecia por completo, já que havia várias janelas mais a frente.

Pelo menos no presente momento, ninguém parecia seguir o grupo pirata. Eles haviam começado a correr com uma boa vantagem sobre os guardas e quando Brina, a última do grupo, dobrou no fim do corredor, nenhum deles tinha sequer entrado no átrio do castelo.

No caminho, havia algumas portas fechadas, mas nenhuma que aguentasse uma ou duas pancadas da capitã caolha. Enquanto a ala da direita era composta por quartos, cozinha e despensas (não que o trio soubesse disso), esta ala esquerda era mais heterogênea: Viram um ateliê de costura e outro de pintura, uma sala de treino e até mesmo uma capela. O que não viram foi pessoas, nem guardas e nem civis. Nem Douglas. Por último viram e entraram num luxuoso escritório.

O escritório era bem espaçoso, com uma grande janela em vitral na parede oposta à porta. Nas laterais havia prateleiras lotadas de livros e documentos e no centro havia uma mesa de mogno ricamente adornada com ouro e até mesmo algumas jóias. Ela também possuía algumas gavetas, uma delas trancada.

Nina Spades:

Sir Douglas Whitefang:

Brina Britta:

Agni Flamesburg:

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Oni
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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Qua Dez 07, 2022 10:53 am
''SIR'' DOUGLAS WHITEFANG - 06




Que vergonhoso. Hm.

Depois de um descontrole emocional e de falar algumas palavras constrangedoras e que talvez nem sejam verdade sobre o garoto tritão, descobri que o seu estado provavelmente era ''apenas'' de extremo cansaço.

Ao refletir sobre isso, bocejava e piscava devagar. É, o garoto deve ter sido levado ao seu limite.

Após dar os meus termos para o Rei e vê-lo aceitando-os, bem como ao perceber que o jogo havia virado e agora era eu quem tinha Sir Murdoch como prisioneiro, finalmente pude deixar o meu constrangimento por ter sido um idiota emotivo passar e minha preocupação diminuir.

- O Rei está certo. Não precisamos aposentar Sir Murdoch, ano que vem as artroses já farão isso por nós. - Calcularia aquelas palavras milimetricamente. Abusaria do meu discurso e do meu carisma para tanto acalmar o Rei, atendendo ao seu pedido e mantendo-o mais calmo enquanto meu refém, quanto para fazer os prisioneiros rirem e não soar autoritário, como se estivesse dando ordens, buscando fazê-los aceitar aquilo de maneira não impositiva. - Não se preocupe, Vossa Majestade. Na minha linha de trabalho, não temos muita margem pra manter rancor de antigos inimigos. Eu não pretendo machucar ninguém. Só de saber que ele saiu de não querer ouvir uma palavra minha para ser obrigado a aceitar os termos de um vagabundo como eu já fico feliz o suficiente. - Faria um gesto de respeito para o rei, curvando-me, de maneira absolutamente irônica, dada a situação.

Então, com o Rei à frente, Onimaru sendo levado pela vovozinha e os prisioneiros, de maneira absolutamente hilária, levando Sir Murdoch preso, começaria a caminhar rumo à fuga.

Até que a vovozinha chamaria minha atenção.

- Oh! Obrigado, vovozinha. Você está certa. Mas que rude da minha parte! O que seria de mim sem a sua educação? - Caminharia na direção da Rainha, abusando do meu carisma e da minha atuação para transparecer que não tinha nenhuma intenção de machucá-la. Então, uma vez perto, lhe diria: - Vossa Majestade, com as minhas escusas. - A ajudaria a levantar o guarda para a posição que ela queria. Maldito retrabalho! Ela deveria ter me dito em que posição queria que eu o derrubasse antes! - Mas acredito que seja muito perigoso ficar no castelo sozinha. Soube que um louco soltou vários prisioneiros. - Esta última frase seria dita com as costas das mãos na lateral do lábio, como se eu contasse um segredo, e com a mão direita apontado para trás com o polegar, como se tudo fosse culpa de outra pessoa.

Se, durante minha aproximação, sentisse o Rei ou outra pessoa vindo em minha direção, correria ainda mais rápido na direção da Rainha, para garantir que a tinha como refém.

Após isso, carregaria a Rainha no colo, levando-a comigo como uma noiva prestes a casar. - Vamos deixá-la em algum local seguro! - Sorriria, carismático como o Sir que eu sou. Em sequência, voltaria à minha expressão cansada e séria.

Quando fiz o Rei de refém, estava esperando que ele fosse ser menos audacioso, dando um jeito de ficar bem perto de mim e de se algemar. Entretanto, ele andava à frente e de peito estufado, como se estivesse esperando aquele cenário se alterar em vantagem para ele.

Por isso, eu precisava aplacar toda aquela arrogância e garantir o seu bom comportamento. E, que idiota! Confiar em mim e deixar a Rainha para trás, partindo na minha frente!

Normalmente, se eu não estivesse tão mexido emocionalmente, eu apenas teria furado as pernas do Rei para torná-lo um refém ainda mais comportado, o que me faria não precisar da Rainha. Mas, de tão preocupado que estava com Onimaru, a minha maior inimiga, minha maldita empatia, me fazia querer ver o Rei e a Rainha ficarem bem no final de tudo aquilo.

Mas eu precisava tomar bastante cuidado. Precisava garantir que o Rei confiasse minimamente em mim, se as negociações fossem continuar.

- Não se preocupe, Vossa Majestade. Nosso acordo não está alterado. Não é nada vantajoso para mim mantê-la como refém. É melhor que ela mesma ordene livremente e daqui que os Guardas não nos machuquem até que O Rei esteja seguro, para evitar qualquer tentativa de rebeldia da parte deles. E é por isso mesmo que vou soltá-la quando ela estiver segura, próximo a guardas, assim que o senhor estiver algemado e vendado, bem próximo de mim e sem armadura, como um refém educado deve fazer. - Aquela garantia era verdadeira e o Rei

Neste momento, observaria os outros prisioneiros. Olharia os rostos deles um por um, guardando-os na minha memória, para que tivesse certeza de que não haveria nenhum intruso entre nós mais para a frente. - Ei, será que vocês poderiam tirar as espadas e os peitorais da armadura deles? Com educação, por favor. Não somos bandidos em fuga! - Falaria em tom de piada, mas com sinceridade quanto à parte da educação. - Ei, eu falei sério da educação! - Reprimiria-os.

Após isso, caminharia perto do Rei, de modo a não perdê-lo de vista, mas não perto o suficiente ao ponto de ele poder me alcançar com facilidade, deixando meus reflexos em dia para evitar qualquer tentativa de evitar a Rainha. Além disso, ao menor sinal de aproximação faria espinhos surgirem do meu cabelo, de modo a deixar visível para ele o quão rápido a Rainha poderia morrer se eu transformasse minhas mãos.

Com a Rainha no meu colo, deixaria que ele fizesse toda a negociação por mim, caso algum guarda aparecesse, prestando bastante atenção.

Conferiria bem as algemas de Sir Murdoch durante o caminho.

- Conte-me mais sobre a minha família, Vossa Majestade. Por favor! Agora estamos com mais tempo! - Conversaria com ela para aplacar os ânimos. - Ei, está sentindo meu cheiro? São fezes daquela vaca estranha que você adora. Eu usei no meu disfarce. Às vezes eu só queria ser reconhecido enquanto um artista. - Ficaria falando besteiras o máximo possível para manter os reféns calmos e seguros. Caso o Rei, a qualquer momento, se mostrasse um refém mais comportado, mantendo-se amarrado e rendido perto de mim, conferiria bem se era algum tipo de tramóia, e, caso não fosse, imediatamente deixaria a Rainha no chão, o que reforçaria a confiança dele em mim.





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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Dom Dez 11, 2022 5:03 pm
NINA SPADES - 07



- DOUGLAS!

Como a fumaça não chegava até ali, gritar estava mais fácil. Entretanto, mesmo após chutar diversas portas e berrar o nome do vagabundo inúmeras vezes, nenhuma resposta foi ouvida. Na verdade, não havia uma alma viva sequer pelos lugares onde ela passou. - Onde está esse idiota? - Resmungou, entortando a boca para baixo enquanto abria mais uma porte no chute. Por trás da porta arrombada estava um escritório.

- Esse desgraçado se escond– Opa, o que é isso? - A atenção de Nina foi capturada pela mesa de mogno, fazendo-a esquecer da sua busca por Douglas por um momento . - Eita, olhem ali, tem umas joias! - Seu olho brilharia e ela daria uma corrida até a mesa, encarando-a com a boca aberta em um sorriso.

- Finalmente o saque vai começar! Eu mereço, depois de ter aturado aqueles dois pés no saco... WAHAHAHA! - Daria uma gargalhada, olhando para Agni e Brina com as mãos na cintura. - Vejam se não tem outra coisa de valor no quarto, eu vou pegar aquelas joias ali. - Sorriria de boca fechada, esfregando as mãos na frente do rosto, um gesto de traquinagem.

Dessa forma, com as mãos nuas, Nina arrancaria cada uma das joias. Se fosse possível, roubaria também os adornos de ouro. O que fosse retirado da mesa seria guardado dentro do bolso de seu casaco.

Além disso, ela também vasculharia as gavetas, procurando por coisas de valor. Não teria problema em encontrar gavetas trancadas, ela simplesmente puxaria a gaveta com toda sua força, tentando romper o lacre da mesma com a brutalidade.

Assim que retirasse tudo o que poderia valer uma graninha daquela mesa, Nina sairia do escritório. - Vamos cambada, temos que achar o idiota do Douglas. - Limparia as mãos batendo uma na outra e então começaria a correr novamente.

- Agni, seu burro, parece que você escolheu o lado errado! Entendeu por que eu te falei pra não ir na minha frente? O Douglas deve estar lá. - Apontaria para o lugar no corredor de onde eles haviam chegado e começaria a correr nesse sentido. - Mas pelo menos conseguimos umas coisinhas… Obrigada por ser burro! WAHAHA! - Sorriria com o olho fechado, ao mesmo tempo em que enfiaria a mão no bolso do casaco. - Ei, vocês dois, toma ai pra vocês comprarem o que quiserem depois. - Sacaria duas joias e arremessaria elas com um peteleco do dedão para Agni e Brina. - Agora me sigam, vamos achar o outro burro. DOUGLAAAAASS! DESGRAÇADO, ONDE VOCÊ ESTÁ? Ei, Agni, pode me ajudar a gritar também hein! Sem moleza pra cima de mim!

E continuaria a gritar o nome do príncipe pilantra, dando intervalo de uns três segundos entre um grito e outro.

Como estava voltando, a chance de encontrarem aqueles aventureiros que estavam lá fora era grande. Portanto, Nina estaria pronta para atacar. Qualquer adversário que cruzasse seu caminho ela daria um chute na barriga ou um soco na cara, alternando entre esses dois golpes. - Sai da frente, peste! - Gritaria pro primeiro infeliz que tomasse uma porrada sua.

Se fosse atacada, aproveitaria que estava correndo para somente apertar um pouco mais o passo e desviar o curso da corrida para evitar o golpe com uma esquiva. - WAHAHAHA! Vocês acham mesmo que vão me parar? - Debocharia de seu adversário, olhando para trás e mostrando a língua para quem é que tivesse atacado ela.

- DOUGLAS, SEU JUMENTO, CADÊ VOCÊ?

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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Seg Dez 12, 2022 3:29 pm
Brina Britta - 7

A fumaça dissipada logo devolvia os sentidos para a pequena roedora, o que a deixava aliviada e permitia voltar a se concentrar na missão do momento: encontrar Douglas. Nina tomava a dianteira e chutava todas as portas do caminho em busca do ruivo. “Onde ele se meteu?!? Espero que esteja vivo… Será que ele já deu um jeito de sair do castelo e deixou a gente pra trás, que nem naquela ilha da árvore gigante?”

O grupo se distraía com a última sala, cujo ar de importância chamava a atenção de todos. - Uhhhhh que mesa bonita! Cheia de jóias, será que podemos levar a mesa inteira? Ficaria ótima no convés!!! Você não é escritor? O que acha disso? Espera aí… uma mesa dessas, um vitral desses, esse monte de livros, esse lugar parece até uma sala de encantamentos, tenho certeza que em algum momento do dia o Sol reflete em alguma jóia e revela alguma coisa por aqui, como acabou de amanhecer, se ficarmos o dia inteiro aqui, eventualmente vamos ver o que acontece!!! Podemos ficar por aqui?!? É MESMO PRECISAMOS ENCONTRAR DOUGLAS!! Ai ai, pena que não estamos aqui pra visita…

Durante seus devaneios, a monarca não perdia tempo em destruir o patrimônio real daquela sala, incluindo gavetas e o que mais a impedisse de subtrair o dinheiro do reino de Sorbet. De repente, isso fazia com que a bruxa se lembrasse de que estavam ali para justamente isso, e tentava ajudar a Rainha coletando o que encontrasse por ali e que parecesse valioso, principalmente o que estivesse próximo do chão e fugisse do campo de visão de Nina.

- Kishishishi, isso é muito divertido! - diria, olhando encantada as jóias em suas mãos.

Com seus sentidos mais tranquilos, passaria a tentar sentir o cheiro de Douglas ou Onimaru, acreditando que assim chegaria até eles. - Por ali, Rainha Nina! - apontaria sem grandes explicações para onde seus sentidos a guiassem. - O que ele foi fazer, afinal?!? Aposto que ele ia se divertir muito naquela sala, tinha muita coisa pra roubar e ele adora isso! Kishishishi!

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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Dom Dez 18, 2022 3:50 pm
AGNI FLAMESBURG! — 7


— Aí meu cucuruco! — gritei ao receber a pancada da capitã. As coisas não iam bem para mim, mas a cacetada e o caminho errado pareceram um preço pequeno para prateleiras de livros que achamos logo depois. Levei as mãos para o alto e gritei de alegria.

Antes que pudesse me lembrar de onde estava, correria até os livros. O que será que eles tinham? Livros de heróis? Piratas? Romances? Esses eu não gostava muito. TALVEZ UM MAPA DO TESOURO? Pegaria todos que conseguisse carregar e, se pudesse, enfiaria numa mochila ou algo assim por lá, saindo em seguida com os gritos escandalosos da Nina.

Juntando-me à ela e Brina na busca pelo mestre, perseguia:

— MEEEESTRE! MEEEESTRE DOUGLAS!

Tentaria me lembrar do caminho para perseguir, tomando cuidado para não engolir fumaça ou ir por caminhos em que pudesse ser queimado. Se conseguisse uma mochila ou bolsa e visse meus amigos com dificuldade para carregar as joias, oferecia-me para carregar dentro da mochila.

Prevenindo-me contra os ataques, faria o mais certo: andar atrás da Nina. Se atacassem alguém, então que fosse ela. Era a mais preparada para levar porrada. Demorando muito até achar Douglas, perguntaria:

— Será que o mestre Douglas morreu? Ou o Onimaru? Espero que o Onimaru esteja bem. Quando o vi, estava tão machucadinho...

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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Seg Dez 19, 2022 11:45 pm

O rei dava um suspiro de alívio quando Douglas prometia poupar o Sir. Murdoch e os demais, seguindo adiante. A Rainha obviamente ficou desconfortável com a aproximação do ruivo, mas o que ela poderia fazer? Refém daquele akumado sem pudor, ela "se deixou" ser carregada por ele e todos voltaram a seguir a vovózinha, que liderava-os de volta à entrada do castelo. O rei não estava usando armadura, apenas roupas de veludo e um manto ricamente adornado, sua espada havia ficado para trás. O velho comandante estava com armadura completa, com exceção do capacete, mas para tirar seria primeiro preciso retirar suas algemas.

Vaca? — Ela perguntou, confusa, com uma nota de medo em sua voz. Mas deixando isso de lado, respondeu à pergunta do Whitefang. — Sua irmã passou por aqui, perguntando sobre você, sendo que não sabíamos sobre seu paradeiro. Ela ficou por apenas dois dias e logo seguiu viagem, disse que precisava encontrá-lo antes das outras. Não disse nada a mais do que isso. — Informou, ainda sendo carregada nos braços pelo ruivo.

Douglas, por mais desconfiado que estivesse, não conseguiu ver nenhuma artimanha sendo tramada pelo rei ou rainha e, dessa forma, a colocou no chão, permitindo que ela andasse ao lado do rei. Sendo o ótimo mentiroso que era, o pirata conseguia notar com certa facilidade quando alguém tentava enganá-lo, já que conhecia todas as ferramentas do ofício. Se a atitude daqueles dois fosse mentira, eles seriam os dois melhores mentirosos do mundo! O mais plausível é que fossem apenas dois tolos, como o aventureiro Grayden. O cavaleiro, por outro lado, fuzilava todos com os olhos e Douglas podia ter a certeza de que ele cortaria cada um se lhe fosse dada a chance. Talvez na sua juventude, ele até conseguisse, mas agora, velho e fraco, seria impossível para o general se livrar daquelas algemas. Seus anos de experiência lhe tornavam um ótimo estrategista, mas era esse o seu atual nível de risco para seus inimigos.

Sem pressa, o grupo seguiu até aproximadamente metade do caminho de volta quando ouviram um forte estrondo que parecia vir da entrada do castelo e, pouco depois, passos. O som aumentou rapidamente, indicando um grande número de pessoas. O general se mexeu, como se tentasse se soltar, mas o prisioneiro que o segurava o manteve no mesmo lugar, sem que este pudesse dar sequer um passo. O mink lobo parou e olhou para Douglas, deixando para o líder daquela rebelião decidir como o grupo agiria.

~ x ~

Brina pensava em levar a mesa para o Zarolha, mas Nina resolvia pegar apenas o que brilhava, sendo jóias e algumas placas de ouro, deixando a madeira esburacada para trás. A pequena roedora tentou achar algo interessante no seu nível de visão, vendo abaixo da mesa um revólver preso e parcialmente escondido. A arma era bonita e a pirata a surrupiou. O resto era apenas papel que não servia e nem valia nada. Ao menos para as duas, pois Agni se agarrou nos livros mais bonitos que achou e, sem encontrar uma mochila naquele escritório tão requintado, seguiu abraçando os tomos à frente do corpo.

Vindo da entrada do castelo, ouviram um forte estrondo, mas dali era impossível saber o que o havia causado. A pequena tentou sentir o cheiro de Douglas ou Onimaru, mas não conseguiu. Sua única certeza é a de que eles não haviam passado por ali. Sendo assim, retornaram para a entrada do castelo. A fumaça ainda incomodava, mas não tanto, pois o fogo havia sido apagado. Da porta e do amontoado de pano que havia na frente, agora subia apenas uma fumaça cinzenta que fazia os olhos arderem.

As grandes portas que levavam ao trono estavam completamente abertas e os aventureiros tiravam lá de dentro vários guardas desacordados, arrastando-os para o pátio. Todos pararam, assustados, ao verem Nina e seu séquito ressurgir no fim do corredor. Bem no meio do átrio estava aquele loiro de antes, de perfil para os piratas, bebendo de um cantil que trazia consigo e aparentemente alheio à eles.

Nina Spades:

Sir Douglas Whitefang:

Brina Britta:

Agni Flamesburg:

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Novato
Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Ter Dez 20, 2022 8:45 pm
NINA SPADES - 08


A Rainha ainda corria. Dessa vez, no entanto, ela era acompanhada do tintilar das joias e do ouro que estavam nos bolsos de seu casaco. O trio de criminosos faziam o caminho inverso, tendo em vista que Douglas não se encontrava naquele corredor.

De repente, um estrondo chamou a atenção da comitiva real. - Eita, o que aconteceu? - A rainha ergueu uma sobrancelha, sem saber muito bem o que estava acontecendo. Entretanto, quando percebeu que daquela distância não havia havia informações suficientes para responder a própria pergunta, deu de ombros e continuou correndo.

Em algum momento daquele avanço, seus companheiros começaram a questionar sobre a situação de Douglas. - Olha…- Nina levou a mão esquerda ao queixo, olhando para cima, pensativa. - Talvez ele tenha virado churrasquinho! WAHAHAHAH! - Soltou essa frase como uma piada, imaginando o Príncipe Pilantra todo torrado e de cabelos chamuscados por conta do fogo. Porém, logo após esse comentário ela cerrou os dentes com a boca fechada, escondendo de Agni e Brina a preocupação por Douglas que começava a crescer em seu coração.

Quando retornaram para a parte central, a Rainha pode ver soldados derrotados sendo retirados do local e o homem estranho de antes bebendo calmamente. Seus passos foram diminuindo de potência até parar completamente. - Nossa, eu tinha me esquecido desses idiotas! - Levou a mão à testa, já imaginando que teria que entrar em mais um turno de porradaria generalizada.

Olhou para Agni e Brina, agachando um pouco para poder ficar mais próxima deles e falar baixinho. - Eu tive uma ideia, aquele pinguço ali parece ser o mais importante. Me deem cobertura, vamos avançar com tudo pra'quela direção! - E ficaria completamente ereta de novo, sorridente, olhando na direção dos soldados.

Nina então levaria a mão direita na boca, limpando o pigarro do fundo da garganta. - Vamos lá. Suuuuper…. - Começaria a correr novamente, explodindo em velocidade, indo na direção do homem loiro. Quando estivesse dois metros dele ela pularia no ar, erguendo as duas pernas o mais alto que conseguisse a fim de enterrar as solas de sua bota no peito do homem. - …Voadora Real! - Completaria o nome de seu ataque.

Acertando ou não o cara, continuaria correndo em linha reta para a direção que eles evitaram minutos atrás quando entraram no castelo. Como esperava que Agni e Brina assegurasem seus flancos, a Rainha avançaria em linha reta como uma lança para cima de quem é que estivesse no seu caminho.

Daria porretadas, cotoveladas, chutes e joelhadas ao esmo em que é que ousasse atravessá-la. Tentaria se esquivar-se de qualquer ataque que lhe fizesse alvo simplesmente correndo um pouco mais para o lado, mas sempre avançando. Se um golpe ou outro a acertasse, ela não ligaria, controlaria a respiração, fecharia bem a boca e engoliria a dor, continuando a correr.

- DOUGLAS, SEU ANIMAL, ONDE VOCÊ ESTÁ!?! - Gritaria assim que entrasse no corredor direito.

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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Qua Dez 21, 2022 4:51 pm
''SIR'' DOUGLAS WHITEFANG - 08




Eu estava ficando meio paranóico. Vendo perigos onde eles não existiam e sendo bastante mal educado com os meus primos distantes reais.

Mas nada daquilo era sem motivo.

Após tantas horas trabalhando e todo o cansaço que vinha com aquilo, começava a temer cada mais perder tudo o que eu havia conquistado até aquele momento. Pela minha grande sabedoria e pérspicácia em perceber que, se havia algo pior do que o trabalho, isto certamente seria o retrabalho.

Se eu seria capaz de morrer após cumprir uma jornada inteira de trabalho, eu certamente me mataria para não ter que ajeitar um trabalho mal feito o fazendo de novo do zero.

O Rei e a Rainha eram muito bonzinhos para estar pensando em me enganar. Além disso, eu sabia tudo o que existia no corredor pelo qual havíamos acabado de passar. Por isso, àquela altura, se algum perigo capaz de fazer com que nós perdessemos tudo fosse aparecer, ele viria da frente.

Enquanto refletia sobre isso um tremendo barulho soava em todo o castelo. Seria aquela brutamontes, revoltada com a minha demora para mandar o sinal?

Bem, não importava. O que eu precisava fazer não havia mudado: anunciar para os outros guardas que eu tinha o Rei, a Rainha e o general deles e então tratar Onimaru. Aquela guerra já estava encerrada. Piscaria de nervoso. Estava? Acima de tudo, eu precisava evitar perder a minha posição. Geralmente eu era aquele quem rouba, não quem teme ser trapaceado.

Olharia bem as algemas do Sir, conferindo-as com meu conhecimento de arrombamento. Checaria se elas estavam bem, e, se não estivessem, buscaria amarrá-lo de alguma outra maneira, fosse com uma camisa ou o que quer que fosse.


Então, começaria a caminhar na frente do Rei e da Rainha, cerca de dois metros. Em qualquer sinal de que havia alguma ameaça à frente capaz de tomá-los de mim, pararia, fazendo espinhos surgirem dos meus braços e flancos para a horizontal, de forma a impedir que qualquer um fosse na direção deles ou que eles fossem na direção de qualquer um.

Durante o caminho, estaria me guiando com minha memória fotográfica para retornar.

Se tivesse de escolher entre ter como refém o Rei ou a Rainha, optaria pela Rainha, me aproximando dela e soltando diversos espinhos para que ninguém sequer ousasse chegar perto dela.

Se, ao dobrar a esquina, eu me deparasse com guardas ou algo do gênero, lhes responderia: - Eu vim em missão de paz. Deixe-me falar com o seu líder. - E então, após alguns segundos, diria: - Oh, espere. Eu capturei os seus líderes! Todos eles! A guerra acabou, arranjem algumas carroças e juntem ouro pra nós. Espalhem a notícia. Se duvidam de mim perguntem ao Rei. - E então apontaria para Vossa Majestade.




Última edição por Oni em Qui Dez 22, 2022 9:28 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Qui Dez 22, 2022 2:29 pm
Brina Britta - 8

Tecnologia não era o forte da Ordem da Lua e por essa razão a pequena possuía uma certa lacuna de conhecimento de ferramentas um pouco mais avançadas, o que incluía o revólver em sua mão. “Uau… que lindo… que lindo a cor do metal!”[/i/] Sentia a textura gélida do objeto mortal com certo fascínio, claro que conhecia por cima o que era aquilo, mas não fazia a menor ideia de como usar. Ainda assim, enxergava algum valor e o guardava, já que sua Rainha se encarregava de acumular jóias.

A busca pelo ruivo continuava, mas ao invés disso, encontravam um loiro. - Ahh… ele é o mesmo homem que o povo comemorou quando apareceu lá embaixo, logo em seguida abriram a porta… será que foi ele que abriu? [i]“Se ele realmente for um licantropo, ou um minotouro, a fumaça deve ter feito ele se destransformar, então ele deve estar bem enfraquecido!”


Nina ordenava que silenciosamente avançassem contra ele, e sem hesitar a ratinha se prontificava a se preparar pra mais uma sequência de golpes. Assim que visse a bárbara indo na direção do sujeito, Brina correria pelo lado direito e saltaria com seu cajado erguido, na intenção de o atingir simultaneamente no mesmo ponto, potencializando o dano daquele ataque.

“Super Voadora Real é um nome tão legal! Eu preciso dar nomes pros meus golpes também…”

Em seguida, protegeria Nina da forma que conseguisse, usando seu bastão para interceptar possíveis golpes pelo flanco. Acreditava que seria uma batalha rápida e que os três o derrotariam rapidamente, mesmo se tratando de alguém muito forte. Não se descuidaria e também aproveitaria suas investidas defensivas para se defender.


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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Qui Dez 22, 2022 7:40 pm
AGNI FLAMESBURG! — 8


— HAHAHAHAHAHA! LIVROS, LIVROS E MAIS LIVROS! ESTOU RIIIIICO! — abraçava os tomos com a paixão do pirata que abre o baú e o vê reluzindo. Não tive tempo nem para o prefácio, mas sabia que não seria uma má ideia leva-los para a Zarolha.

Tremi ao ouvir o estrondo e quase deixei os livros caírem do colo com o susto. — Não caíam, meus bebês! — disse os agarrando firmemente — mas que porcaria foi essa, capitã? — perguntaria.

Torci o nariz quando ela disse que Douglas poderia ter virado churrasquinho. Talvez meus olhos marejassem se ela insistisse nisso, mas graças ao carpinteiro cabeludo não foi o caso. Lutar agora também não era o caso. Não com os meus livros em risco.

— Brina, avise a capitã que eu já volto — Avisaria. Dito isso, procuraria por uma janela e, abrindo-a, pularia com os livros no colo. A altura não era um problema, afinal minhas asas me levariam plainando até o chão do pátio do castelo, onde procuraria um local adequado para guardar os livros.  

Casinha de cachorro? Árvore oca? Bloquinhos? Sei lá. Algo que me permitisse enterrar, figurativamente, meu baú do tesouro. Depois disso, escalaria pela mesma parede da qual pulei usando o kit de escalagem. Ao voltar pela janela, procuraria Brina e diria:

— O meu tesouro está bem escondido! Agora vamos resgatar o mestre. — Avançando junto com a rainha, cuidaria para que os coadjuvantes não se metessem no combate dela: impediria-os com a espada, bloqueando seus ataques e intentando contra eles para finalizá-los rapidamente com golpes não-letais.

Enquanto os derrubasse, se os derrubasse, golpearia pontuando — PAREM... DE... LUTAR! — viver a aventura era emocionante, porém já era chegada a hora de voltarmos para o navio. Os capangas reais eram como pragas que não paravam de brotar de todo o canto. Quando isso teria um fim?

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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Qui Dez 22, 2022 9:59 pm

O trio de baderneiros havia retornado para a entrada do castelo e agora se deparava com aquele grupo de guardas e aventureiros que não sabiam como agir. Se eles haviam derrotado a guilda mais forte da ilha, o que seriam deles? Agni, mais preocupado com os seus livros, pulava pela janela. O espaço era apertado, mas dava para o garoto passar com seu tesouro. Como estava no primeiro andar, a "queda" não passava de um metro e ele sequer precisava usar suas asinhas. Indo até um canto, escondia os tomos atrás de uma planta com grandes folhas redondas. Da sua posição, conseguia ver o movimento de alguns guardas na entrada do castelo, mas eles não pareciam lhe ver. Também escutou um estrondo e alguns gritos, mas dali não conseguia ver o motivo.

Enquanto isso, Nina e Brina partiam para cima do loiro, atingindo-o em conjunto e arremessando-o contra a parede lateral do átrio. O loiro sequer se defendia, atingindo a parede com estrondo e levantando uma cortina de fumaça, com pedregulhos sendo lançados em todas as direções. — FINN-SAMA! — Gritavam os guardas, alarmados. As duas piratas, no entanto, partiam adiante sem olhar para trás, desferindo pancadas e cajadadas em todos aqueles no seu caminho.

Era nesse momento que Agni pulava de volta, atravessando a janela e vendo suas aliadas dobrando o fim do outro corredor, uns vinte metros adiante, abandonando-o à própria sorte. Ele também via aquele loiro de antes enterrado na parede, obviamente obra de sua capitã. Contudo, o homem se levantava como se tivesse acabado de despertar de um cochilo vespertino. — Agora eu estou puto! — Dizia, levantando a destra e mostrando seu cantil. — Minha pinga acabou!

~ x ~

Douglas, por sua vez, resolvia verificar as algemas do general, apertando-as ainda mais, embora não fosse necessário. Há um ditado por aí que diz que a confiança que temos nos outros depende da confiança que temos em nós mesmos, então não era de se surpreender o larápio ruivo não conseguir confiar em ninguém.

Pouco depois disso foi o momento em que a vovó havia parado e, mais um minutinho depois, o grupo de fugitivos e reféns se viram diante de uns vinte guardas e aventureiros que buscavam resgatar e proteger o rei. O ruivo agia com sarcasmo, ostentando todos os reféns que possuía. Ali, faltava apenas o príncipe, que também já havia passado pelas mãos dos piratas.

Como esperado, aquela visão fez os guardas e aventureiros travarem, sem saberem como agir. Nunca aquele reino havia se visto numa situação tão complicada como aquela. Os aventureiros recuaram e baixaram suas armas, mas os guardas mantiveram a posição, observando o general amordaçado, como se pudessem se comunicar apenas com olhares. E, de certo modo, podiam, pois a única coisa que existia nos olhos do general era ódio.

Baixem suas armas! — O rei ordenava, se adiantando e evitando o provável ataque dos guardas. — Nós perdemos, recuem e baixem suas armas. — Bradava mais uma vez, exigindo a obediência dos guardas, que acabavam por recuar.

Assim, o grupo de fugitivos eram "escoltados" rumo ao exterior do castelo, caminhando com os guardas e aventureiros à tira-colo. Douglas ia próximo do rei enquanto que o mink lobo ia ao lado da rainha, com o general sendo puxado pelos outros presos. Era uma situação tensa, mas o pirata havia vencido. Ainda assim, sentia um arrepio quando ouviu o grito: — DOUGLAS, SEU ANIMAL, ONDE VOCÊ ESTÁ!?! — Sua Rainha estava próxima, talvez apenas dois ou três corredores de distância.

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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Sab Dez 24, 2022 12:16 pm
''SIR'' DOUGLAS WHITEFANG - 09




Por mais engraçado que fosse, ninguém gostava dos sarcásticos arrogantes. E, não era apenas porque eu havia derrotado e humilhado aqueles guardas que eu iria quebrar o meu decoro, pisar neles e defecar em seus rostos como um péssimo vencedor. A empolgação por estar vencendo estava tirando o melhor de mim: a minha habilidade de ser humilde e educado. Chacoalharia o rosto, me reaprumando. A partir dali, eu roubaria o castelo e envergonharia as próximas gerações de guardas sendo o mais polido o possível.

- Perdoem-me por qualquer incômodo. - Atuaria como se estivesse sentindo empatia pelos guardas. - Eu já estou indo embora. E, de verdade, não tenho prazer nenhum com isso. Se eu puder retribuir vocês, de qualquer forma, é só falar. - Daria um sorriso de quem busca esconder sofrimento. Tudo fingido. Como se eu fosse uma mera visita incômoda.

Após alguns instantes caminhando, ouviria Nina gritando meu nome.

- RAINHA NINA! EU ESTOU AQUI! BRINA, O ONIMARU PRECISA DE VOCÊ! ESTAMOS COM O REI E A RAINHA! NÓS VENCEMOS! OS GUARDAS ESTÃO SENDO MUITO RECEPTIVOS CONOSCO! SÃO EXÍMIOS ANFITRIÕES! ATÉ MESMO COM PIRATAS! - Sorriria para os guardas. - Sei que não é muito educado gritar, mas a Capitã parecia impaciente. - Me desculparia.

E entraria cada vez mais fundo no meu personagem de convidado com receio de incomodar, buscando confundir os guardas.

Me manteria perto do Rei durante todo o trajeto até Nina, procurando ao meu redor qualquer coisa que pudesse tirá-lo da condição de meu refém, buscando evitar isso. - Com as suas desculpas, mas não é nada educado apontar armas para visitas. Nós temos o Rei. Joguem as armas no chão. - Diria para quaisquer guardas ou aventureiros que surgissem. O Rei confirmaria. - Como prometido, queremos algumas carroças com tesouros e liberamos a Rainha aqui. Nós prosseguimos até o navio com as carroças, Vossa Majestade e o Sir Murdoch. Uma vez que aportarmos, nós os liberamos e voltamos a ter uma relação não tão cordial... Que tal ordenar os homens para que possamos nos despedir logo?

Prestaria bastante atenção à expressão dos membros do meu bando quanto ao fato de eu ter capturado o Rei. Para quem não sabia como tudo havia ocorrido, nem presenciado todo o sofrimento pelo qual eu havia passado para chegar até ali, pareceria realmente um feito impressionante. - Com os seus cumprimentos, Rainha Nina. Conheça Vossas Majestades. Vossas Majestades, conheçam a Rainha Nina, do Reino de Spadia.


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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Qua Dez 28, 2022 8:51 pm
NINA SPADES - 09


Mais uma vez, o caos. O homem aparentemente mais poderoso no local foi enterrado dentro da parede pelo golpe conjunto de Brina e Nina. Portanto, não restou muito o que fazer a não ser distribuir bordoadas entre os outros aventureiros mais fracos que ainda estavam ali.

A Rainha gargalhava enquanto descia o cacete em homens que só estavam fazendo o seu trabalho. - WAHAHAHA, vocês são muito fracos! - Caçoou deles, assim que deu um pontapé em outro desavisado. Algo na luta contra Grayden havia despertado uma força interior na pirata que a colocou anos luz na frente dos guerreiros daquele Reino. E o que antes era uma batalha tensa, tornou-se um passeio no parque.

Entretanto, o homem que ela e Brina haviam amassado segundos atrás saia dos escombros, enfurecido porque sua cachaça havia acabado. - Tsc, esse idiota ainda não morreu? - Nina coçou a cabeça com o indicador, olhando para ele. - Agni, eu conto com você pra segurar esse bêbado! Mas não vai morrer, hein, idiota! - Ordenaria ao jovem, apontando para o loiro. - Eu vou continuar buscando o Douglas. Brina-chan, venha comigo, vou precisar do seu nariz! - E então começaria a correr novamente na direção em que acreditava que o Príncipe Pilantra estava.

- DOUGLAS! DOUGLAS! DOUGLAAAAAAAAS! - Berraria várias vezes, até ficar sem ar.

***

Assim que avistasse Douglas a feição no rosto de Nina se fecharia como um céu tomado de assalto pela tempestade. Não correria, daria um único pulo, pousando com o punho direito fechado na cabeça de Douglas. - Você está surdo, seu idiota? Eu estou gritando faz meia hora! - Berraria ao Príncipe, consternada, franzindo a sobrancelha com tanta força que veias saltariam em volta do seu pescoço.

Entretanto, as palavras que aquele homem diria certamente desarmaria a Rainha. Primeiro relaxaria as sobrancelhas, depois começaria a respirar com mais calma, por último olharia para Douglas com os olhos arregalados, a boca aberta em um “O” e o indicador em cima do lábio. - Eles se renderam? - Pararia alguns segundos, tentando assimilar aquilo tudo.

Enquanto Douglas ordenasse que as carroças fossem abarrotadas de tesouro, a Rainha, ainda incrédula, olharia para aquelas novas figuras. Um homem de coroa, uma mulher de coroa, um velho soldado e outros subalternos. Lembrar-se-ia do tempo em que viveu em Ilusia Kingdom e das milhares de vezes que viu a comitiva real. Ela sentia a mesma sensação olhando para aquelas pessoas na sua frente, elas eram importantes, o que mostrava que Douglas não estava mentindo.

WAHAHAHAHAHAHAHAHA! - Começaria a gargalhar descontroladamente, ao ponto de encurvar o corpo pra frente e segurar a barriga. - Foi mais fácil que eu pensei! Quando eu derrotei aquele bastião de Sorbet e aquela Mulher-Vaca eu achei que ia ter algum monstro bem casca grossa esperando pra me enfrentar no castelo, mas parece que eles eram os mais fortes mesmo! WAHAHAHAHA. - Continuaria rindo, sem se importar como mau estar que provavelmente causaria entre aquelas pessoas.

Mas quando Douglas a apresentasse para o Rei e a Rainha, Nina pararia de rir de supetão, pois certamente um arrepio lhe subiria a espinha. Desde pequena ela sonhou em ser uma Rainha e por mais que ela já tivesse seu Reino-Pirata, era a primeira vez que ela estava sendo apresentada como uma monarca na frente de outros monarcas. Engoliria seco. Uma gota de suor frio escorreria pela lateral do seu rosto. De coluna ereta, ela daria dois passos para frente. Olharia para eles com o nariz empinado, o rosto duro como o de uma gárgula.

- Qual é, velhote! Que má sorte a sua da gente ter descido aqui, hein… WAHAHA! Eu sou Nina Spades, a mulher que vai se tornar a Rainha dos Piratas! - E estenderia a mão direita para o homem com um largo sorriso no rosto, tratando-o como um qualquer. Manteria a mão erguida até que o homem retribuísse o cumprimento.

Após esse cumprimento nada formal, Nina então viraria para Douglas com a mão no queixo e fazendo um beiço. - E agora, nós vamos pro navio? Eu estou com fome! Ei, será que eles podem levar um pouco de comida junto com os tesouros?

Passada essa breve reunião entre dois reinos, com o sangue mais frio e relaxada por tudo ter dado certo, Nina caminharia até Brina e Onimaru. - Credo, o que aconteceu com ele? - Diria, tirando meleca com o mindinho. - Vai ficar tudo bem com ele, não é, Brina-chan? - O tom calmo com que faria essa pergunta seria usado para camuflar sua preocupação. Ela havia se afeiçoado ao menino-peixe e não queria ver nenhum companheiro morrer.

- Ei, Agni, vamo embora! Já conseguimos pegar o rei e a rainha! - Gritaria bem alto, esperando ouvir uma resposta positivo do garoto alado. Só faltaria ele para que o bando inteiro estivesse reunido.


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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Qui Dez 29, 2022 11:30 am

Brina Britta - 9

- Kishishishi, aquele loiro não era de nada! - ria enquanto derrubava outros guardas e aventureiros sem grandes dificuldades, aquelas batalhas curtas realmente a fazia se sentir invencível, como se protagonizasse um sonho em que conduzia tudo de acordo como desejasse. No entanto, o sujeito se levantava e parecia disposto a travar mais um combate, que ao que tudo indicava seria disputado por Agni. - Ele parece durão… mas tenho certeza que nosso escritor consegue lidar com isso! DOUGLAAAAS!!!

Seu faro não a enganava, podia sentir que o ruivo estava relativamente próximo e a busca chegava ao fim.

☾✩☽

- Douglaaaaaaaas!!! - exclamaria assim que o visse, mesmo que Nina estivesse furiosa com o espadachim, ficava animada ao finalmente o ver. - OLHA ISSO QUE EU ACHEI, QUE LEGAL! - e puxaria o revólver encontrado na biblioteca, balançando-o animadamente para que o amigo visse. O plano então parecia dar certo, sentia-se em um jogo de xadrez, não por conta das estratégias e artimanhas tramadas pelo ruivo que os levaram até ali, mas porque estava entre rainhas, um rei, guardas e só faltava um cavalo pra compor aquele cenário fantástico.

“Então acabou? Conseguimos?” - perguntava-se, observando Rainha Nina discutindo os detalhes finais com aqueles outros monarcas e Douglas, que ao que tudo indicava os acordos reais estavam se concretizando. No final das contas, parecia que enquanto o bando travava batalhas pelo castelo, Whitefang se encarregava de acertar os detalhes diplomáticos, se é que poderia se chamar assim seja o que aconteceu entre eles.

- Eu sou Brina Britta, Bruxa da Ordem da Lua e Curandeira-Princesa do Reino de Spadia! - anunciaria, assim que os demais terminassem de se apresentar. - Rainha Nina… realmente só falta isso? Está um caos lá embaixo, o celestial ainda não voltou, tem fogo e fumaça pra todo lado, como vamos sair daqui? Ah, Onimaru vai ficar bem! Kishishishi!

Ria sem saber ao certo o motivo, mas estava feliz apesar de uma guerra estar sendo travada no perímetro. Com o rei e a rainha em mãos, talvez ficasse mais fácil e rápido. No fundo, não se preocupava com os detalhes. Iria para onde a Rainha Nina indicasse e ajudaria no que fosse preciso, assobiando algumas músicas aleatórias.

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Re: Até logo e obrigado pelo ouro! Seg Jan 02, 2023 4:24 pm
AGNI FLAMESBURG! — 9

Sou muito sagaz! Agora ninguém vai roubar o meu tesouro. — Disse, afagando os livros tal e qual fossem um filhotinho de dachshund fofuxo.

Ao retomar os interiores do castelo, dei-me com Brina e Nina manobrando adentro dos intestinos do casarão real e sumindo. A figura mais chamativa restante era, sem dúvida, o figurão lá que sobrou. O cara fortão que derrubou a ponte.

Um líder fortão e cachaceiro. Sabia que o conhecia de algum lugar. Cocei o queixo enquanto tentava me lembrar e, retomando as palavras da mestra Makoto, matei a charada. Estupefato pela descoberta, apontei-lhe o indicador e gritei:

— Ei, Sr. Pinguço! Você por acaso não é o aventureiro Finn, né? — Mostraria-me descontraído, quase como se não fossemos inimigos mortais e eu não tivesse invadido a sacra moradia dos seus reis.

Sob a a afirmativa dele, abriria um sorriso desafiador e sacaria a katana. A ansiedade, curiosidade e felicidade se cumulavam e cintilavam em meus olhos.

— Uau, que demais! Parece que o carpinteiro cabeludo me reservou um adversário que não é somente figurante. Eu não aguentava mais enfrentar esses. — Olharia aos demais capangas — sem querer ofender, galera.

Andaria na direção dele com a guarda baixa e guardaria a espada assim que constatasse que ele não carregava uma. Nina, Brina e o mestre podem me esperar. É a minha hora de brilhar.

— Sr. Pinguço Finn, poderíamos ter um combate sem interferência? Seria uma honra enfrentar o maior aventureiro dessa ilha. — Dito isso, tiraria o manto de explorador e jogaria de canto, bem como a espada embainhada em cima dela. De peito desnudo, afastei as pernas e ergui a guarda.[/justify]

...

— Os meus punhos contra os seus. O que acha? — balancei as mãos e produzi algumas labaredas fracas conforme movia. Sentiria uma gota de suor escorrendo pela nuca e correndo as costas. Finn era poderoso, mas não acreditava que pudesse ser mais do que a capitã. Muito menos mais poderoso que o mestre. Como eu poderia me considerar um parceiro deles se não enfrentasse um simples guerreiro de uma ilhazota sem-vergonha que nem Sorbet?

Dito isso, correria em sua direção. Não uma corrida à esmo. Olhava-o de cima para baixo, esperando que ele telegrafasse o movimento. De onde viria? Um chute? Um soco? Uma joelhada? Era o que eu iria descobrir. Assim que entendesse, interromperia a corrida e esvairia-me saltando ao lado para, tão logo, assim que pousasse os pés, arremeter em sua direção num pulo simultâneo à um cruzado de direita em sua face.

Manteria-me pulando, inclinando o corpo e, se precisasse, bloqueando com os braços e pernas. Socaria o seu tronco e cabeça com as mãos incandescentes quando visse abertura.






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