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I - Uma dívida familiar Seg Mar 28, 2022 11:22 pm
I - Uma dívida familiar

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Ichiji Tekina Kachi. A qual não possui narrador definido.

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I - Uma dívida familiar WN4Utd7

Kekzy
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Re: I - Uma dívida familiar Qua Mar 30, 2022 5:31 pm

Ichiji Kachi
 


I - Uma dívida familiar M8ocZKXCom o tecido de minhas vestes para fora, podia ver que não havia nada em meus bolsos. Nem um único tostão. Todo dinheiro que uma vez tive havia sido confiscado pelos agiotas que minha família havia enviado para cobrar a minha dívida. "25 milhões de berries... onde começo a arranjar isso?!" - levava minhas patas ao rosto, escondendo minha face entre elas. Com as pontas dos dedos entrelaçava-as em meus cabelos e deslizava o rosto para baixo, esfregando meus coxins no topo da cabeça. — Fuuuuh... - suspirava, buscando aliviar a tensão. Este era um péssimo dia. Há algumas semanas atrás, talvez um pouco mais de um mês, havia fugido do lugar que chamei de lar, devido a um conflito familiar. Apenas pensando em sair dos limites de Illusia, acabei chegando em Sirarossa ao pegar carona em uma embarcação. O que sabia sobre essa terra era muito pouco, senão pelo senso comum que já havia escutado por aí. Informações são essenciais para começar qualquer coisa - e neste momento, me encontrava completamente no escuro.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXReconhecendo isso, minha primeira parada seria buscar por informações sobre a ilha. Como estava de perfil baixo, sem desejar atrair atenção, não buscaria essa informação em pessoas. Não queria burburinhos por aí que eu estava procurando um lugar, pois assim entregaria meu paradeiro. Em meu intercâmbio para Derlund, aprendi sobre a ilha e tantas outras coisas na Universidade, onde passei bastante tempo na biblioteca folheando livros. Se houvesse uma aqui, talvez conseguisse resolver esse problema. "Salvo eles cobrem para utilizar a biblioteca e os livros, humpf" - nessa hipótese, meus planos iriam por água abaixo. Só saberia se fosse até lá, assim, daria uma volta pelo centro da cidade, aproveitando para me familiarizar com os estabelecimentos e ruas, em busca de alguma biblioteca ou universidade, nas quais pudesse estudar sobre a ilha - e quem sabe algo a mais, na biblioteca da Universidade de Derlund sempre acabava por encontrar coisas interessantes escondidas entre páginas, desde declarações de amor a rabiscos misteriosos.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXPelo caminho, também estaria atento às conversas, tentando captar algumas informações, valendo-se de minha audição aguçada para bisbilhotar a vida alheia. Escutando algo interessante, disfarçaria o meu propósito ao encostar um tanto longe, desacelerar o passo ou até mesmo sentar em uma mesa ou banco público disponível. Além disso, estaria atento aos arredores, pois tinha receio dos capangas da família Kachi. A última vez que havia encontrado com eles tinha sido ainda em Illusia, mas temia que fosse questão de tempo até me reencontrar novamente com eles. Da última vez as coisas não saíram bem para mim - mas esse é um evento que prefiro não relembrar por agora...

I - Uma dívida familiar M8ocZKXTambém precisava de um lugar para ficar enquanto estivesse por aqui. Manteria os olhos abertos para hospedarias e afins durante o meu trajeto. Quem sabe eu não conseguisse conciliar as duas coisas. Não estaria com pressa, então faria este tour tranquilamente. Ao encontrar o local que buscava, falaria — Posso usar o espaço sem pagar? - era o que queria saber, então iria direto ao ponto.  — Obrigado. - agradeceria, ao me permitirem passagem, ocasião em que buscaria por livros que abordassem temas locais, desde a história da ilha até outras informações numéricas. Quando oportuno, entre devolver um livro e pegar outro, perguntaria para algum responsável pelo local — Vocês não estariam precisando de alguém para fazer um bico ou algo do gênero? - sondaria. Precisava de dinheiro para sobreviver os próximos dias. — Entendo... bem, se precisarem ou souberem de alguém que precise de um especialista para avaliar alguma relíquia arqueológica, me avisem, eu estarei... - não tinha um canto para ficar, não havia onde eles pudessem me encontrar — Por aqui, hora ou outra - complementaria, voltando para o lugar onde estivesse a ler.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXComo havia planejado, meu primeiro passo era coletar informações sobre a ilha, mas a maior prioridade ao final do dia era arranjar alguma forma de ganhar dinheiro. E uma das formas de facilitar isso era conhecer o território em que me encontrava. Por obséquio, minha barriga já estaria roncando a essa altura. Faria de tudo para conseguir uma grana. — Tem certeza que vocês não precisam de alguém para arrumar as prateleiras? - voltaria a perguntar, na hipótese de ainda não ter arranjado nenhum esquema. "A vida fora de casa não tem sido fácil..." - pensaria. Não era como se a vida em casa também estivesse fácil. Ainda que não tivesse esses problemas, era insuportável a ideia de viver uma vida que não era minha. As dificuldades eram outras, o problema era que ainda não havia me acostumado com elas. — Nem limpar o chão? - insistiria, se necessário.

Controle

Personagem: Ichiji Kachi
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Profissão: Arqueólogo.
Proficiências: Avaliação, Criptografia, Disfarce, História e Investigação.

Qualidades: Garras e Presas, Furtividade Natural, Idioma Silvestre, Mestre em Haki [Inativo], Prodígio e Audição Aguçada.
Defeitos: Preconceito, Atípico, Sensível ao Calor, Forma Sulong, Dívidas, Inimigos, Paranoia e Vaidoso.

Ganhos:
Perdas:

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Extras:


Objetivos

» Começar uma Caça ao Tesouro;
» Capturar um procurado e virar Caçador de Recompensas ou fazer algo que dê uma grana;
» Conhecer meu futuro NPC Companheiro;
» Aprender Geografia e Sociologia;



Mizzu
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Re: I - Uma dívida familiar Qui Mar 31, 2022 3:50 pm
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Uma dívida familiar
Post 1
Ichiji Tekina Kachi



A ilha de sirarossa estava um tanto que diferente do normal, eram por volta das oito horas da manhã, o sol banhava pouca parte da mesma, ofuscada por sombras devido aos seus prédios e estabelecimentos, porém quando não se tinha sombra, o sol também não machucava tanto, não para os humanos, sofria aqueles que já não eram tão tolerantes ao calor. A movimentação local estava a milhões, não se sabia a causa, mas logo cedo a parte urbana daquela ilha parecia estar em horário de pico, muitas pessoas indo e vindo pelas ruas, e isso era estranho, digo, estranho quando se referia a sirarossa.

Os rios que atravessavam a cidade estavam repletos de pequenas canoas e jangadas, usadas para uma melhor locomoção na ilha, pois nas ruas e calçadas o movimento era grande, constantemente se via pessoas batendo em outras pelo simples fato de andarem com pouca atenção ou por estarem em grande quantidade, e lá estava o felino, no centro de uma ponte que ligava duas ruas principais daquela ilha, por cima de um pequeno rio bastante famoso por ter chama para aprovação de pedidos de casamento, sempre que olhasse para o mesmo veria um ou dois barcos com casais tentando aprimorar os seus relacionamentos, porém no momento apenas se via pessoas desesperadas seguindo para o centro da ilha.

Próximo ao Ichiji passava uma caravana de garotas, muitas eufóricas e nervosas, com alguns cartazes e até camisas personalizadas, não era possível entender muito bem o conteúdo dos mesmos, porém se ouvia de longe algumas conversas, que mesmo sem uma audição aprimorada, era audível a conversa estrondosa delas. ~ AHHHH! Quero conhecer ele! Será que eu consigo um abraço dele?!  ~ Disse uma das tietes enquanto logo era repreendida por outra. ~ Calma mulher, pra que tudo isso ele é só um escritor, apenas um autógrafo está bom, e por falar em autógrafo, cadê seu livro?! ~ O desespero tomava conta da garota que com as mãos na cabeça só faltava puxar seus cabelos a fora, porém em uma rápida pesquisa com os olhos via o livro nos pés do mink forasteiro.

“O filho do bom moço!” Esse era o título do livro que tinha uma capa vermelha, mais embaixo ainda da mesma capa tinha outra informação, “Do mesmo criador de: Aventuras e história, a caça do século perdido!” . A garota em um piscar de olhos já estava ao lado do mink e com pouca educação pegava o livro quase que empurrando o jovem, assim abraçando a item e voltando correndo para acompanhar a sua caravana de tietes.

O grupo de garotas passava a ponto e seguiam também para o centro da ilha, direção essa que era seguido por quase todos os presentes nas ruas, algo extraordinário estava acontecendo, pois todos seguiam para a mesma direção e pior, essa hora da matina ver tantas pessoas na rua era raro. ~ Nunca pensei que iria para a biblioteca nista, ou melhor, nunca pensei que acordaria tão cedo!  ~ Disse outro pessoa que estava em uma das pequenas locomoções fluviais em direção ao centro da ilha, essa já era nítido ver que seus trajes eram diferentes dos normais, resumindo, aquele homem era rico.

Obs
Perdas Descrição./details>
Ganhos Descrição.
+ Informações Descrição.
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Re: I - Uma dívida familiar Dom Abr 03, 2022 8:18 pm

Ichiji Kachi
 


I - Uma dívida familiar M8ocZKXEsfregando as costas das mãos na testa, desviava a trilha de suor que se acumulava sobre o meu cenho. Não esperava que fizesse calor nessa região, e por isso estava arfante, ocasionalmente olhando para baixo, pensando em meu próximo destino. "Huh?" - naquele momento um livro havia rodopiado até mim. "O filho do bom moço" - li o título do exemplar, encostando um joelho no chão para pega-lo. "Mas que nome ridículo, aposto que é um livro juvenil para filhinhas do papai que acham que a vida é feita de rosas" - observei. Esse tipo de literatura não me chamava o mínimo de atenção. No entanto, percebia logo abaixo um conjunto de palavras que me chamou atenção. "Aventuras e história, a caça do século perdido." - li e reli. Encarei o título por um momento, afinal, histórias de aventura eram mais a minha praia. E a adição de uma caça relacionada à história...

I - Uma dívida familiar M8ocZKXPeraí! Século perdido? Esse cara está falando sério?! Do mesmo autor do "O filho do bom moço"?!. Não que eu tenha lido, e concordo com o ditado: "Não julgue o livro pela capa". Mas julgar o livro pelo título está tudo bem, não é? Sem brincadeiras, quando estudava em Derlund, era consenso entre os universitários de História que havia um período sem registros históricos escritos. O que era bastante curioso, visto que, apesar de raros, existiam registros escritos que antecediam a esse período. Esse estranho fenômeno é chamado de "Século Perdido", um lastro temporal que instiga a curiosidade de diversos arqueólogos mundo afora. Apesar disso, essas palavras também são um tabu, e os próprios professores que tive evitavam falar sobre o assunto ou recomendavam que não fossemos atrás desse assunto. Secretamente, no entanto, aposto que a maioria deles cultiva uma paixão proibida pelo tema, assim como outros colegas de profissão.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXEu, como autoproclamado arqueólogo não formado, também tenho interesse nesse tema. Quem não teria, afinal? Há quem diga, entre nós, que é um dos grandes mistérios da humanidade. Se eu já movi um dedo para encontrar algo sobre esse tal Século Perdido? Não, e não seria agora que eu iria mover, pois esse livro parecia uma porcaria de algum doido que quer ganhar dinheiro vendendo fantasias. Se fosse algo relevante, eu lembraria de ter visto um exemplar deste livro na biblioteca da Universidade de Derlund ou teria escutado sobre ele. Não seria um livro caindo em meus pés, de um autor que escreve histórias juvenis, que contaria alguma verdade sobre o século perdido. Era melhor ficar longe dessas baboseiras para não encher a cabeça com coisas desnecessárias. E como não lembro de ter visto esse livro em Derlund, meu dedo continuará aqui - bem aqui. Assim, mantinha o meu dedo parado, no exato lugar onde ele se encontrava antes de ler o título "Blablabla, em busca do século perdido".

I - Uma dívida familiar M8ocZKXDesistindo de minha tentativa de pega-lo, logo uma garota eufórica trombava comigo. As garras e os dentes afiados se revelaram, e meus olhos se estreitaram em sua direção, prontos para uma hostilidade. Todavia, ao notar que ela avançava contra o livro como se tivesse perdido um tesouro precioso, e não contra mim, retraí as garras rapidamente, desviando o rosto enquanto desfazia a face combativa. Havia que admitir que meu coração havia acelerado. Não que eu tivesse algo contra a garota ou quisesse começar uma confusão. Só estava reativo, talvez assustado, com tudo que havia acontecido recentemente. "Como havia imaginado... tsk" - como pensado, não passava de um livro juvenil para um público alvo que me dava asco. Eu que não iria tocar minhas limpas patas naquilo. No entanto, minha audição aguçada captava algumas palavras interessantes do que parecia ser um grupo de garotas humanas. "Então é assim... bem, eu ao menos vou tirar alguma satisfação com esse charlatão, quem sabe não consiga algo revelando a sua fraude!" - formulava um objetivo. É isso mesmo, estaria fazendo um bem para a comunidade se desmascarasse um vendedor de falsas histórias sobre um marco temporal que nem grandes historiadores haviam decifrado.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXDessa forma, iria atrás da carruagem, se possível pegando uma carona ao me aproximar silenciosamente e me ancorar em algum suporte da parte traseira, onde as garotas e o condutor não pudessem me ver. Ficaria ali quietinho esperando o veículo chegar ao seu destino, onde poderia ter uma boa visão do cafajeste que estava fazendo dinheiro - um dinheiro que eu queria tanto! - vendendo narrativas falsas. Não que eu tenha pego no livro, mas fala sério... ao chegar no local, me manteria ao escanteio da multidão, em uma posição que pudesse ver o rosto do fatídico autor - e longe daquelas garotas insanas. Essa gente toda não poderia estar indo para o mesmo lugar, poderia? - observaria. Chegando lá, se houvesse muitas pessoas presentes, pensaria. "Huuh... talvez... talvez ele seja um pouco mais famoso do que eu esperava". Olharia em volta, e se houvesse uma fila, correria para pegar um bom lugar — Vendo o meu lugar na fila! Apenas B$30.000! B$ 1.000 a cada lugar mais próximo! Garanta já o seu! Podemos negociar! - anunciaria. Dinheiro, eu precisava desesperadamente de dinheiro!


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Mizzu
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Re: I - Uma dívida familiar Seg Abr 04, 2022 9:10 pm
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Kekzy
08:00
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Uma dívida familiar
Como se paga uma divida, com dinheiro ou com sangue?

Era tudo muito estranho naquela ilha, a mesma que tinha um clima um tanto que predominante frio, estava quente, mas vamos lá, não estava tão quente, porém não frio como de habitual. Em frente a biblioteca nista estava lá a multidão, era começo de semestre para também a universidade nista, por isso a aglomeração de pessoas, fora que a biblioteca também utilizava desse começo de semestre para dar ótimos descontos na compra e aluguel de livros, como também convidava alguns autores para assinar algumas estreias, mas também atraia aqueles que sempre queriam se beneficiar de algo, de garanhões a salafrários, e isso era sirarossa, a cidade onde a corrupção e a lei andavam lado a lado.

Um homem ficava à porta da Biblioteca com um alto falante, ele gritava algumas ofertas e alguns descontos de livros renomados, e sempre que a aglomeração de pessoas dispersava a atenção dele, ele gritava mais alto para voltar a atenção para si. Dentro da biblioteca era possível ver uma enorme fila que seguia para mais ou menos quarenta metros longe da entrada do estabelecimento, e isso dificultava cada vez mais a locomoção de novos estudantes tanto para verem se haviam passado no vestibular local, onde ficavam as listas numa era reservada dentro da biblioteca, como também para aqueles alunos que já estudavam na universidade e queriam conseguir os livros para o começo do período letivo, e em meio a isso tudo estava Ichiji.

O jovem mink não era muito diferente dos salafrários que sempre tentavam se dar bem por ali, vez ou outra via civis correndo ou desesperados por ter seus pertences furtados, porém o prospecto a arqueologia era mais audaz, seguida a premissa de entrar na fila e conseguir uma grana vendendo sua vaga, e por incrível que pareça não era uma má ideia, a fila a cada segundo que passava aumentava cada vez mais, fazendo o jovem ainda conseguir vender uma vez seu lugar para uma jovem ingênua e tiéte por um autógrafo. Numa segunda tentativa logo era repudiado por aqueles próximos ao mesmo, que também estavam na fila, ali se iniciava um movimento de ódio contra o mink e quando o mesmo menos percebia ele havia sido retirado, da fila, de maneira bastante forçada por todos, ouvia-se gritos e até palavrões contra o mesmo, chamando um pouco a atenção daquela aglomeração para si, porém logo perdia a mesma com os gritos do homem ao alto falante.

A atenção não era o que aquele felino desejava, assim espero, porém era possível ver entre os prédios e arredores algumas pessoas suspeitas, alguns vestidos de roupas sociais, porém não eram nem agentes, nem marinheiros, apenas possíveis mafiosos, que além de ficarem apenas observando tudo que acontecia, não davam a minima para os pequenos furtos que acontecia em meio aquele amontoado de pessoas. Por um momento os mesmos voltaram seus olhares para Kachi, mas como toda a multidão, sua atenção voltada para o homem dos descontos.

Dentro da biblioteca estava um pequeno caos, mesmo com o sistema de temperatura no mais baixo possível, devido a grande quantidade de pessoas, como também as portas abertas, para aquele povo que era habituado ao frio, o suor começava a escorrer de alguns, mostrando que estava bem mais quente que lá fora. ~ Vamos! Vamos! As assinaturas irão durar até às nove horas, preciso comer algo e só retornarei às uma da tarde! Vamos acelerar pessoal. ~ Dizia um homem que estava sentado a uma bancada com um estando as suas costas, nesse estande mostrava em evidência o mesmo livro que antes havia sido visto por Ichiji em seus pés, fora alguns outros que ficavam reclusos. Uma enorme placa escrito "Autógrafo são 100B$, se for algo com algum texto a mais, são 200B$” logo ao lado da bancada, enquanto isso o homem de cabelos negros assinava os livros que vinha a sua mesa recebendo a quantia antes de realizar a ação, porém era percepitivel que o mesmo estava bastante tenso, se não fosse pelo calor, que agravava a situação do homem, era claro que aquele suor era de desespero fora a sua rapidez um tanto exagerada em realizar as assinaturas, e suas constantes olhadas ao redor, mostrando que ele estava com medo de algo.




Última edição por Mizzu em Ter Abr 05, 2022 10:52 pm, editado 1 vez(es)
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Re: I - Uma dívida familiar Seg Abr 04, 2022 11:37 pm

Ichiji Kachi
 


I - Uma dívida familiar M8ocZKX"Chi-chi-chi, como se eu fosse querer um autógrafo!" - embolsava os B$ 30.000 que havia ganho vendendo a minha vaga na fila. Não compreendia porque momentos antes as pessoas estavam enfurecidas comigo. — Não é comigo que vocês tem que se preocupar, estou fazendo o meu de forma honesta! - exclamava, notando que os arruaceiros cingiam o local como abutres, sempre em busca de uma oportunidade. "É melhor parar por aqui, não quero me envolver mais que isso" - ponderava, atento às circunstâncias que podiam escalar, além da atenção indesejada que poderia acabar atraindo. De soslaio, podia notar que havia sido notado por alguns homens de terno. Podia imaginar o que eram. Eles não pareciam estar ali por mim, já que não estavam se mobilizando e nem me acompanhando, então me levava a pensar que a região era influenciada por alguma facção. Isso era bom, mas também era ruim. Os capangas de minha família teriam algum contratempo em adentrar o território de outra máfia, se fosse o caso; mas se eles chegassem a fazer negócios, a situação poderia mudar da água pro vinho.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXAproveitando o momento que as atenções convergiam em outra pessoa, me esgueiraria para dentro da biblioteca. Não fazia mais sentido pegar aquela fila, afinal, se eu quisesse ter uma conversa com o autor, ao chegar a minha vez, seria pressionado a fazer o que deveria ser feito e vazar, alvoroçada estava a multidão. Assim, a melhor abordagem era esperar aquele evento acabar e seguir o autor. Havia escutado que ele estaria ali até as nove horas da matina, então tinha algum tempo para coletar informações na biblioteca. Ao entrar, falaria — Posso usar o espaço sem pagar? - era o que queria saber, então iria direto ao ponto.  — Obrigado. - agradeceria, ao me permitirem passagem, ocasião em que buscaria por livros que abordassem temas locais, desde a história da ilha até outras informações numéricas. Quando oportuno, entre devolver um livro e pegar outro, perguntaria para algum responsável pelo local — Vocês não estariam precisando de alguém para fazer um bico ou algo do gênero? Uma escolta, talvez? A situação não está muito controlada lá fora, alguns arruaceiros estão perambulando por aí, eu receio que eles se animem demais e acabem aumentando os olhos para o dinheirão que o autor está fazendo - sondaria, jogando a conversa fiada, fingindo estar despretensioso. Precisava de dinheiro para sobreviver os próximos dias. — Entendo... bem, se precisarem ou souberem de alguém que precise de um segurança ou de um especialista para avaliar alguma relíquia arqueológica, me avisem, eu estarei... - não tinha um canto para ficar, não havia onde eles pudessem me encontrar — Por aqui, hora ou outra - complementaria, voltando para o lugar onde estivesse a ler, a espera do autor encerrar o evento.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXFicaria atento aos acontecimentos do lado de fora, captando informações sobre o decorrer da sessão de autógrafos. Quando notasse que ela estava para acabar, seja por ouvir alguém falando, seja por olhar o relógio local, se houvesse um, iria para o lado de fora, analisando a situação e tentando identificar quem eram os elementos que estavam causando na área. Ao momento que ele estivesse de saída, tentaria abordá-lo, me oferecendo novamente como seu segurança — Você notou que aquele cara ali já furtou umas três pessoas? - diria uma meia verdade, ou uma meia mentira, como preferir — Há outros deles por aqui, e parecem estar de olho nessa grana que você fez hoje. E eu também, mas não quero fazer coisas erradas, então que tal me contratar para garantir sua segurança aqui? - se ele aceitasse, estabeleceria um perímetro, não deixando ninguém se aproximar levianamente dele,  atento ao movimento dos marginais. Entretanto, na hipótese de ser rejeitado, insistiria de teimosia — Huh... você vai mesmo arriscar a sua segurança? Isso não é ser mão de vaca demais? Tudo bem, deixemos de lado o dinheiro, meu pagamento pode ser uma conversa com você. Não dói no bolso, que tal? - ofereceria novamente.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXPara cobrar por alguns autógrafos, ele realmente devia ser muito mão de vaca. Sendo rejeitado em todas minhas tentativas, me restaria manter a distância e segui-lo de longe, me esgueirando entre as pessoas ou em seu veículo, aproveitando de meus passos naturalmente silenciosos. Esperaria pacientemente uma boa oportunidade para aborda-lo novamente, em um momento onde ele estivesse relaxado, de preferência, sozinho, fosse puxando-o para um beco, fosse sentando à sua mesa de forma intrusiva. — Tentei falar com você antes, mas você parece se evadir feito um gato, chi-chi-chi - estaria despojado, com as pernas cruzadas e os braços à vontade, se sentado; ou com a mão segurando firmemente o seu braço, se puxando-o para um local ermo — Deixe-me me apresentar, sou Ichiji, um caçador de tesouros, fiquei interessado em sua história, por acaso ela não seria inspirada em eventos reais? - não, eu não estava tão interessado assim na história do escritor do "O filho do bom moço", mas estava jogando verde para ver o que ele pensava de sua obra. Estava esperando que ele se vangloriasse de sua obra "autência" sobre o Século Perdido - momento em que eu poderia desmacará-lo.



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Re: I - Uma dívida familiar Ter Abr 05, 2022 11:23 pm
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Como se paga uma divida, com dinheiro ou com sangue?
Por incrível que pareça as coisas dentro daquela biblioteca se acalmavam, dando assim a chance para o mink felino realizar um dos seus mais gostosos hobbies, que era de adquirir conhecimento e histórias locais, porém ao tentar abordar qualquer um funcionário daquele lugar, ele era apenas ignorado, os mesmos estavam ocupados demais para ouvir palavras de um quase mendigo a procura de emprego, eles apenas queriam vender e alugar livros, como um cavalo com cabresto para olhar apenas a frente, esses empregados apenas focam e um objetivo, deixando até mesmo o jovem, se quisesse, sair com algum livro escondido pois não seria o primeiro ou o último a fazer aquilo ali, devido a grande multidão.

A gritaria lá fora aumentava, haviam se passado apenas vinte minutos, porém aquele autor não cumpria sua palavra de terminar as assinaturas até às nove e meia, assim arrumando uma mala que ficava escondida em seus pés com todo o dinheiro arrecadado até agora. Era possível ver em seu rosto que algo o incomodava, seus olhos nem se falam, constantemente olhando aos arredores como se estivesse sendo vigiado ou perseguido, porém para a felicidade dele, ou tristeza, Ichigi o abordava, sim, um mink felino ia ao seu encontro. ~ Sai daqui seu merda! ~ Disse a primeira vez enquanto continuava a arrumar suas coisas para sair de fininho daquele lugar. ~ Eu já disse não! ~ Falou novamente, porém agora dava um leve empurrão contra o mink, seu intuito era fazer com que ele saísse do campo de fuga dele, porém aqueles homens de roupas sociais quase como mafiosos, se aproximavam em passos curtos e lentos deles, passando despercebido pela multidão que gritava revoltada por não terem seus desejos realizados.

~ Você quer tanto assim? Então me tire daqui o mais rápido possível! ~ O autor cedia a lábia do mink, que agora estava em uma missão um tanto que difícil, aos fundos da biblioteca tinha dois homens parados com olhares suspeitos para o felino e o autor, a frente no portão principal da biblioteca tinha um homem a direita da mesma, escorado a parede ele se mantinha imovel e também seus olhos suspeitos miravam aqueles dois, fora os outros que estavam fora daquela biblioteca, ainda tinha toda aquela multidão de pessoas a frente do portão principal, a fila havia se dispersado após o homem dizer que não assinaria mais nenhum livro, assim se formando uma grande gama de pessoas obstruindo a saída pelo portão principal, mas claro, era possível a passagem, porém era certo de receber alguns empurrões, murros, chutes, e outras agressões de alguns fãs loucos, fora os ladrões que não perdiam nenhuma oportunidade para agirem.

A biblioteca ficava ao lado da universidade Nista, porém a mesma tinha um acesso para tal estabelecimento. Com cerca de quarenta metros de distância do portão principal até o final do lugar, aquela biblioteca tinha apenas uma porta pequena ao fundo esquerdo da mesma, que era usada para entrada de equipamentos e novos utensílios como limpeza e afins, a direita se via uma porta-catraca que estava acesso à universidade, porém a mesma estava fechada no momento, e também era impossibilitada de ser pulada ou burlada. A aglomeração de pessoas raivosas com o autor chegavam cerca de sete metros da porta principal para dentro, fora que dentro da mesma era de dez metros de distância de uma parede a outra, porém o portão principal só tinha seis metros de largura.
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Re: I - Uma dívida familiar Qua Abr 06, 2022 12:48 pm

Ichiji Kachi
 


I - Uma dívida familiar M8ocZKXEstava satisfeito em conseguir algumas informações sobre a ilha, mas não em ser ignorado. Não era de surpreender, no entanto, dada o caos que estava ali. Se estivesse no lugar deles, provavelmente reagiria da mesma maneira. "Hmpf" - de toda forma, não deixava de ficar chateado. Já estava com uma veia sobressalente de tantas recusas, principalmente diante da forma como o autor falava. — Você devia tratar melhor quem vai salvar sua pele! - exclamava. Após ler sobre a ilha, minha compreensão sobre a situação era um pouco melhor. Podia não estar certo, mas ao menos tinha a capacidade de palpitar sobre o cenário. Os homens de terno lá fora deviam ser de algumas das três famílias que controlavam a ilha. Se fosse dar um chute, chutaria a família Nava ou Costa, visto que eles ainda não haviam adentrado a biblioteca, talvez não pudessem agir ali, e por isso tinham que permanecer do lado de fora, para não criar atritos com o território da família Nista. Ou podia estar enganado e fossem homens da família da Nista que agissem daquela foram, sem querer causar confusão dentro de seus negócios.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXPelo meu entender de como agiam as máfias, no entanto, afinal vim de uma família com os mesmos problemas, a questão territorial era levada como uma máxima a não ser desrespeitada, a fim de evitar conflitos. Preferia apostar na primeira hipótese, visto que ela abarcaria duas famílias, logo duas possibilidades em três de estar certo. Além disso, precisava saber se os homens estavam atrás do dinheiro dentro da mala ou do próprio autor. — Do que eles estão atrás, de você ou do que tem aí? - indagaria, sendo bem direto. Seria difícil enfrentar a multidão, ainda que possível. Se conseguíssemos acalmá-los e tirá-los da frente do portão, teríamos que colidir com apenas um dos oponentes, em vez de dois. — Diante do clamor, o autor voltará a dar os autógrafos, por favor, venham por aqui! Uma sessão especial apenas para os fãs mais fieis que ficaram até o final! - ergueria a mão, tentando chamar atenção, se possível com um dos livros do autor, se estivesse ao alcance. Repetiria os gritos para alcançar mais pessoas — Confie em mim, entre na encenação, vou causar um reboliço para justificar que você teve que fugir daqui. Levante-se e corre para o portão principal assim que ouvir o barulho - sussurraria para o contratante. — Por aqui, por aqui! - arrastaria o autor comigo para a lateral oposta da saída aos fundos, a fim de sair do campo de visão dos dois mafiosos localizados na saída ao fundo, bem como redirecionar a multidão para que desobstruíssem o portão principal, gesticulando com a mão para que se aproximassem.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXPuxaria uma mesa ou escolheria uma para posicionar em um local onde a fila não cortasse uma rota direta para o portão principal, o que almejaria também conduzindo a fila para que adentrasse a biblioteca, em vez de alcançar o lado de fora. Procuraria nas proximidades alguma escada, daquelas comuns em bibliotecas, utilizadas para colocar os livros nos locais altos das estantes. Manteria os olhos atentos ao movimento dos elementos estranhos que vestiam terno. Como eles ainda não haviam agido, tínhamos tempo para nos preparar. Quando tudo estivesse em seu devido lugar, me esgueiraria biblioteca adentro e traria a escada móvel para perto da estante seguinte, a qual não houvesse pessoas na fila. Checaria o corredor ao lado para checar se haviam pessoas nele, e se houvesse, faria um rebuliço para que saíssem dali, derrubando livros e mostrando minhas presas; e se resistissem, tentaria mesmo arrastá-las dali. E logo em seguida, sem perder tempo, forçaria a escada contra a estante até que a derruba-se contra o lado em que não haveria pessoas.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXSeria o suficiente para causar um caos. E assim esperava que o autor já estivesse correndo em direção à saída principal, para a qual eu também estaria correndo. E como passaria pela mesa em que ele estava dando os autógrafos, se ele ainda estivesse ali, agarraria pelo braço e o puxaria para dar um choque de realidade — Vamos! - exclamaria. A essa altura, esperava que a multidão, primeiramente, ficasse em choque. Nós que sabíamos o que estava ocorrendo teríamos agido primeiro, estando a frente deles. Passaríamos pela entrada principal, em duas circunstâncias: 1) sozinhos, se ninguém corresse da biblioteca, momento em que estaria atento às ações do homem de terno, pois sabia onde ele estava, e não esperava menos que ele tentasse nos impedir; 2) acompanhados por uma multidão ou pessoas em fuga, oportunidade em que não iríamos na frente, mas nos meteríamos no meio do comboio para sair dali dificultando que fossemos notados ou que agissem rápido contra nós. Obviamente, preferia nos enfiar no meio da multidão em fuga, "nos primeiros colocados". — Corra o mais rápido que puder! - gritaria, correndo ao lado do autor, buscando uma carroça ou algum meio de transporte que estivesse passando pelo local para pegar uma carona imprevista, senão adentrando os becos. Em ambas as hipóteses, tentaria trombar com o homem de terno que se encontrava na saída, pisando em seu pé e dando um escorão nele, já movendo minha mão contra os seus braços para impedi-lo de se segurar em algo ou mesmo sacar uma arma.


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Qualidades: Garras e Presas, Furtividade Natural, Idioma Silvestre, Mestre em Haki [Inativo], Prodígio e Audição Aguçada.
Defeitos: Preconceito, Atípico, Sensível ao Calor, Forma Sulong, Dívidas, Inimigos, Paranoia e Vaidoso.

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Re: I - Uma dívida familiar Sex Abr 08, 2022 6:20 pm
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Kekzy
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Uma dívida familiar
Como se paga uma divida, com dinheiro ou com sangue?
O caos se instaura naquela biblioteca, um grupo de fãs daquele autor que esperavam alguma reação do mesmo, já outro grupo de também fãs, porém bastante raivosos pela situação que aquele homem os deixava, deixando tudo nas mãos daquele felino que também não era lá flor que se cheire. ~ Eu só quero fugir daqui. ~ Disse o homem para o mink mais uma vez, e logo aquele alvo felino iniciava seu plano de fuga. ~ Não interessa no momento! ~ Novamente de maneira rude o homem respondia Ichiji quando o mesmo perguntava sobre a maleta. ~ Ei seu… ~ Irado o homem não entendia os planos do jovem historiador, assim quase que pegando o mesmo pelo colarinho, até perceber que tudo estava calculado da maneira certa, e seu papel era apenas fluir com a correnteza daquele plano louco.

Todos voltavam a atenção para Ichiji, parecia que até mesmo os fãs raivosos só queriam uma coisa simples, um autógrafo, e assim acalmava um pouco o ânimo da multidão. George Orwell, esse era o nome do grande escritor dos livros que mais estavam vendendo naquela biblioteca, como também era o nome daquele homem que estava sendo arrastado pelos braços, ou assim todos esperavam que seria o mesmo. Enquanto se criava uma nova aglomeração ao lado de ichiji e de George, uma nova peça para aquele caos chegava, sem nem mesmo entender o por que de toda aquela movimentação estranha o homem que até agora estava desconhecido por todos tomava o alto falante de outro rapaz que ficava comentando os descontos do dia daquela biblioteca. ~ Meu nome é George Orwell! Esse aí quem vos esta autografando é um maldito de um salafrario sem vergonha, UM IMPOSTOR! ~ A voz daquele homem ecoava por toda a biblioteca, suas vestes tanto como também sua aparência era bastante próxima à do possível impostor, e quando todos que estavam com suas atenções voltadas para o detentor do alto falante viraram na direção do impostor, o mesmo como em um passe de mágica sumiu, levando a crer naquele momento que o homem ao qual anunciava era o verdadeiro George Orwell.

As estantes cobertas de livros balançavam, no instante em que todos voltavam suas atenções para o falso e o verdadeiro George Orwell, Ichiji tentava criar mais chama aquele caos, e conseguia, porém ele ia além demais da conta. Um efeito dominó se instaura naquelas estantes, derrubando uma a outra em sequência, o grupo de pessoas que estavam próximas as tais corriam para fora da biblioteca, como também aquele grupo de fãs que estavam à frente da mesma, entre o portão principal e o suposto autor, agora se reunião ao redor do verdadeiro George Orwell, o tumulto generalizado se criava, porém tudo não se passava de um plano do mink, plano esse que não estava seguindo lá suas ideias iniciais, porém no fim o objetivo foi concluído. O grupo de fãs rodeavam George Orwell pedindo autógrafos, porém para sorte da dupla e azar dos demais, o homem de terno que estava à porta da biblioteca estava ao lado de George, assim também ficando impossibilitado de acompanhar ou intervir em algo.

Ichiji havia conseguido sair daquela multidão com êxito, o mesmo já sabia quando se iniciaria o caos, agindo com antecedência aos acontecimentos, porém fora da biblioteca o mesmo dava de cara com o George Orwell impostor, e esse foi seu azar. ~ O impostor está ali junto com seu guarda-costas! ~ Gritou uma mulher apontando para os dois, ela já estava com um outro grupo de pessoas que parecia já terem seus livros assinados, porém ao ouvir as palavras do verdadeiro autor ficavam furiosas, assim começando a correr na direção da dupla. ~ Eu quero meu dinheiro de volta seu maldito! ~ Muitos gritavam pela devolução dos berries arrecadados pelos autógrafos, e assim a atenção das ruas voltavam novamente para Ichiji, mas agora junto com seu parceiro.

Um rio banhava suas margens em frente a biblioteca, uma ponte poucos metros depois da porta principal dava a continuidade da enorme fila, porém era em um formato de T onde o rio passava na horizontal a frente da biblioteca, enquanto uma outra ramificação na vertical seguia também a frente do estabelecimento, mas estava um pouco mais ao lado direto da direção que a ponte terminava, resumindo, a ponte terminava dando início a rua que também era banhada por essa outra ramificação do rio. Vindo da direção da ponte até a dupla estavam o grupo de enganados em busca da devolução dos seus investimentos, seguindo a rua a frente da biblioteca antes da ponte, a esquerda apenas tinham algumas lojas de barracas, pequena feira se se instaura devido ao grande movimento do dia, a direita o grupo de homens de terno se reuniam, seus olhares também estavam voltados para a dupla, porém nada falavam ou corriam, apenas acompanhavam os mesmo. ~ Merda, fui descoberto! ~ Dizia o George Orwell falso como em um pensamento alto.

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Re: I - Uma dívida familiar Sex Abr 08, 2022 11:19 pm

Ichiji Kachi
 


I - Uma dívida familiar M8ocZKXO plano não saia exatamente como previsto, mas o que importava era o resultado... Era isso que importava? Eu começava a ter as minhas dúvidas. "Ops!" - talvez as coisas tenham saído um pouco fora de controle. Calma lá, o cara dando autógrafos era um impostor?! P#&# m#@#!! As coisas não saíram do controle, as coisas saíram muito do controle. Era complicado processar as informações com tudo acontecendo ao mesmo tempo. Eu havia sido enganado assim?! Mas como poderia me culpar, se o autor era um desconhecido para mim, enquanto nem os fãs tinham percebido a falcatrua?! P#r*@! O pior de tudo é que não tinha como garantir quem era quem, e pior ainda, havia prometido que tiraria ele dali. Minha intuição me dizia que ele realmente era um impostor, não sem razão estava todo nervoso e queria encerrar os autógrafos o mais cedo possível. Não que minha família fosse exemplo, pois não faziam o que falavam, mas concordava que uma promessa quebrada jogava fora o seu valor. E tudo que eu tinha de valor era minha vida - e, por enquanto - minha palavra. E eu não pretendia quebrá-la agora.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXOu talvez fosse. A multidão agora corria em nossa direção, enfurecidos. — Em que merda você nos meteu! - exclamaria, batendo a mão no peito do homem — Corre, por*@, vai ficar aí parado?! Eu disse que te tiraria daqui em segurança, mas não espere que eu te carregue! - reclamaria. — Eu tenho algumas ideias - diria. Uma delas era que pulássemos em alguma embarcação que estivesse passando por debaixo da ponte, já que Sirarossa possuía muitos veículos fluviais. Outra ideia era nos escondermos/achar um caminho indo pelos estabelecimentos à esquerda. E a terceira ideia era usar o impostor de isca e dar o fora dali. Sendo franco, eu só faria a terceira ideia se não me restassem muitas opções; mas se tivesse uma oportunidade depois dessa confusão, eu mesmo caçaria esse infeliz e o entregaria para a marinha. A primeira opção era mais tentadora, por dar a opção de uma saída rápida, ainda que improvável.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXSe surgisse uma oportunidade de pular para dentro de uma embarcação ou pegar carona em uma, caso houvesse alguma estacionada nas proximidades, seria essa minha prioridade. Prezando pela civilidade, existindo uma embarcação próxima, primeiro abordaria o navegador — É o seguinte, esse cara aqui tá encrencado e preciso de alguém corajoso o suficiente pra tirar ele daqui. Ele está com uma mala cheia de dinheiro, metade pode ser seu depois. Se as autoridades te perguntarem, diga que nós te coagimos com uma arma e você fica livre, que tal? Não que tenha algo de errado, mas uns caras estranhos estão nos seguindo e se deixarmos ele para trás, temo que ele não sairá vivo! - entraria no barco, puxando o impostor pelo braço — Você não entendeu que estamos com pressa?! Que parte da ameaça não entendeu?! - pressionaria o navegador para que nos tirasse dali, torcendo para que ele tivesse um parafuso a menos ou que comprasse minha narrativa.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXEntretanto, se ele não estivesse disposto a nos dar a carona, só me restaria resmungar e sair da embarcação às pressas, andando mais rápido que o normal — Vamos arranjar uma saída por ali! - faria um gesto com a cabeça em direção aos estabelecimentos. Com um bom fluxo de pessoas, seria mais fácil se misturar aos transeuntes e sumir de vista. Assim, sendo o caso, me meteria no meio do povo junto ao imposto, sempre segurando o seu braço — Irei te tirar daqui, como prometido! - usaria de becos para cortar as ruas, até chegar em algum lugar onde pudéssemos nos esconder, fosse uma construção abandonada, um beco mais escuro, um porão ou lugar propício a não ser vasculhado. Em uma ilha superpopulosa, deviam existir lugares assim, principalmente se alcançássemos os subúrbios.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXQuando sentisse que estávamos seguros, para ambos os casos, agarraria o homem pela argola, furando sua roupa com minhas garras, para que tocassem sua garganta — Quem é você e que merda você pensa que está fazendo?! - indagaria, em tom ameaçador — É bom que me responda e explique tudo ou as coisas não acabarão bem pra você! Considere o pagamento à pergunta que você prometeu responder, mais um bônus de periculosidade, e estou sendo generoso! - complementaria, em tom hostil, apertando um pouco mais a sua pele. Para me fazer passar por isso, teria que ter um belo de um motivo. Dependendo da justificativa dele, estava disposto a surrá-lo aqui e agora e entregá-lo; afinal, já havia tirado ele da biblioteca, em segurança. O que seria dele a partir daí... bem, eu odeio admitir, mas saber usar as entrelinhas foi algo que aprendi com quem odiaria ser.


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Re: I - Uma dívida familiar Sab Abr 09, 2022 3:07 am
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Como se paga uma divida, com dinheiro ou com sangue?
A multidão se aproximava, o impostor apenas ficava parado esperando alguma atitude do felino, e o mesmo respondia a altura com seus instintos animalescos, seu pensamento era rápido como um tiro e saindo pela sombra que a ponte deixava no rio, ele avistava um pequeno bote que acabara de deixar alguns entusiastas a leitura. ~ Maldição! Eles me acharam! ~ Falou o impostor ao ver o grupo de mafiosos se reunir e seguir em direção a dupla, porém os mesmo já não estavam tão eufóricos igual ao grupo de fãs aborrecidos, apenas seguiam em conjunto sem dar muito alarde ou chamar a atenção, por algum motivo eles estavam mais cuidados que o normal.

Próximo ao barco Ichiji tentava barganhar com aquele piloto porém no meio da conversa o mesmo cuspia ao chão, demonstração essa que ele mostrava por não respeitar nem um pouco o felino, por sinal o mesmo era uma puta de um racista, minks para o mesmo eram a escória do mundo, porém existia algo que fazer esse racismo ser curado em um piscar de olhos, o dinheiro. ~ Espero que não esteja mentindo ou colocarei uma coleira nesse seu pescoço, maldito pet. ~ Disse o navegador um tanto que bruto, o mesmo tinha um porte forte, um bom marombeiro para ser mais exato, com seu queixo quadrado e cabelos cinzentos curto, o mesmo passava a ideia que tomava alguns anabolizantes para crescimento muscular. A dupla adentrava ao bote, rapidamente o motor era ligado e a dupla se distanciava dos seus perseguidores em poucos segundos. O grupo de fãs ao ver os salafrários fugirem apenas se dispersaram ao entender que não conseguiriam mais o seu dinheiro de volta, como também o grupo de mafiosos, como se não quisessem ser vistos por aquelas bandas.

Após alguns minutos de rio a dentro o mink enlouquecia, assim entendia o impostor ao ver o mesmo pegar pelo seu colarinho e começar ameaçá-lo, sua roupa era rasgada. ~ Calma, calma meu amigo, vamos conversar. ~ Dizia o homem colocando a mão esquerda sobre a pata do felino e com lábia e um pouco de força bruta soltava as garras de Ichiji. ~ Você já ouviu falar do tesouro de Arthuro Nista? A muitos anos um dos ancestrais Nista após muitos anos de roubos e falcatruas havia sido encurralado pelas famílias rivais, porém seus bens mais preciosos ele havia deixado em um baú e jogado ao fundo de um dos rios dessa bela cidade Sirarossa. ~ O jeito que o mesmo falava dava veracidade em suas falas, seus olhos brilhavam quando contava aquela historia, fazendo até esquecer, por pouco tempo, que ele era um maldito de um salafrario. ~ Tentei me infiltrar na família Nista a anos, essa foi a única vez que cheguei tão longe me passando por um bom autor de livros, mas novamente não deu certo! ~ Dizia frustado. ~ Rumores dizem que existe um mapa escondido a sete chaves dentro da família Nista com as pistas do paradeiro do baú, porém as dicas e charadas deixada pelo excêntrico Arthuro nunca foram decifradas. ~ Terminava sua argumentação sobre o por que de tudo aquilo. ~ Eu vou achar esse mapa e assim achar o tesouro perdido dos Nista, poucos sabem sobre essa história, e espero que continue assim, ok ? ~ Falava com uma determinação tamanha.

O bote diminuía a sua velocidade, porém não parava, era nesse momento que um disparo era realizado, devido a inclinação do motor daquele bote, como também da direção que via o projétil, o mesmo era ricocheteado pela carcaça do motor, e isso além de tirar a atenção dos presentes no bote, fazia com que aquele navegador voltar a carga total de aceleração. Nesse momento aquele impostor utilizava o momento de descuido do felino para com um simples chute o desequilibra-lo e jogá-lo para fora do bote. ~ Obrigado, meu nome é  John Dillinger, adeus! ~ Acenava com a mão enquanto ia se distanciando do mink a medida que o bote seguia seu caminho e o felino ficava na água.

Numa ponte próxima via-se um homem portando uma pistola, eles haviam acabado de passar por aquela ponte e por pouco tempo, sendo questão de segundos não terem sido acertados pelo disparo devido a distância que estavam. O homem apontava sua pistola para o mink, sem deixar por nenhum momento a alça e a massa da arma de fogo saírem da direção de Ichiji. Ele ia se aproximando do jovem pela parte calçada das ruas. ~ Quem é você e o que você fazia com um procurado igual o John Dillinger ~ Sua feição era normal, utilizando uma roupa longa vermelha com bastantes detalhes, tinha seus cabelos lisos alvos pouco próximo aos olhos, olhos esses que tinham cor esmeralda, e por final, mas não menos importante, uma cicatriz em seu olho esquerdo, algo como uma queimadura talvez. O atirador portava um revólver que estava totalmente carregado por sinal.

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Re: I - Uma dívida familiar Sab Abr 09, 2022 11:56 am

Ichiji Kachi
 


I - Uma dívida familiar M8ocZKXO primeiro plano dava certo e conseguíamos uma carona de barco. — Não sabia que o seu tipo estava para essas coisas, chi-chi-chi - respondia o navegador. Uma fuga rápida era tudo que precisávamos. Só esperava que as coisas não saíssem pela culatra e acabássemos encrencados, também, com o navegador - o que provavelmente aconteceria, mas que escolha tínhamos? Com a situação um pouco menos intensa, o pior parecia já ter passado. Agora podia focar a minha atenção no impostor — Estamos conversando - respondia, rude. Em continuidade, o homem abria o jogo e contava sobre um tesouro, o tesouro de Arthuro Nista. — Huh... - as coisas ficavam mais interessantes ao mencionar da palavra "tesouro". Meus olhos brilhavam como os dele, afinal, quanto dinheiro poderia ganhar com isso? Mas não parecia tão fácil assim. Se o mapa e a chave estavam em posse de uma das grandes famílias de Sirarossa, não seria possível obtê-los tão facilmente.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXQuando pensava que tudo estava em paz, escutava o som estridente de um ricochetear metálico. Grunhia meus dentes, instintivamente abaixando a cabeça. Nesse momento de descuido, senti um pé colidir contra meu torso, jogando-me para trás. Cai de cabeça para baixo contra a água. Sem estar preparado, as bolhas de ar me cercavam, enquanto tentava me recompor e endireitar meu corpo. Foi um grande alívio ao romper a superfície - mas esse alívio não durou muito. "John Dillinger, o terceiro maior filho da p*#@ que já conheci" - repetia mentalmente. Apesar do que ele havia me contado, não acreditava tanto em suas palavras - era difícil acreditar em estranhos, muito mais quando eles te ferravam. Provavelmente ele tinha alguma segunda intenção ao me contar sobre o tesouro. Talvez quisesse me usar para atingir o seu objetivo de obter o mapa, já que o seu plano principal havia falhado. "Tsk, como se fosse permitir ser usado assim" - desprezava.  

I - Uma dívida familiar M8ocZKXErguendo o olhar, visualizava uma pistola apontada contra mim. "Merda." - havia me metido numa fria. — Ichiji - disse meu nome, sem incluir o nome de minha família. Talvez fizesse mal se eles soubessem que também era de outra família de mafiosos. Não sabia como era a relação entre minha família e a deles, mas deviam se conhecer, já que estavam no mesmo mar. — Procurado? - indaguei, surpreso. "Put@ merda, isso só piora". — Eu não sabia que ele era procurado. Estava tentando ganhar dinheiro vendendo o meu lugar na fila de autógrafos. Notei que vários arruaceiros estavam furtando os fãs. Queria tirar uma grana, ofereci escoltá-lo dali para que os arruaceiros não o roubassem e ele aceitou - contaria a história, quase toda verdadeira. — Depois notei que uns caras estranhos estavam de olho nele. Não sabia do que se tratava, mas havia dado minha palavra, e não podia quebrá-la - complementaria. — Do nada gritam que ele é um impostor e quando menos percebo uma multidão enfurecida está me seguindo. Tive que sair dali e aí ele me puxou para o barco e ameaçou o condutor para acelerar. Quando chegou a hora de me pagar, ele me chutou do barco e estou aqui. Se eu ver esse @#%!@* acabo com a vida dele - narraria, ocultando alguns fatos que não me favoreciam. — Posso sair daqui? Esse banho não está legal - perguntaria, me movendo para a borda e consequentemente saindo da água.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXEstava apreensivo quanto o agora. O homem estava armado e seria complicado iniciar um conflito. Valia a pena? Me tornar inimigo de forças que agiam na ilha não parecia uma boa ideia. — Pode parar de apontar essa arma para mim? Não tenho mais interesse nessa história - dissimularia. A questão era: o que pretendiam fazer comigo? Precisava descobrir para saber como reagir. — Posso saber quem são vocês? - sondaria, sempre com as mãos à vista, sem demonstrar que estava planejando algo. — Que tal fazermos assim: notei que vocês não conseguiram pegar esse cara. E seu eu pegá-lo para vocês? Ao menos posso colaborar de alguma forma e esquecemos minha participação nisso - proporia, com o coração acelerado.

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Re: I - Uma dívida familiar Sab Abr 09, 2022 4:07 pm
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Kekzy
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Como se paga uma divida, com dinheiro ou com sangue?
A arma apontada para Ichiji era abaixada, voltada para o seu coldre e em seguida travada, as palavras do jovem historiador tinham tocado de alguma forma aquele loiro atirador, que mesmo após ouvir tudo, ele simplesmente estendia a mão direita para ajudar aquele felino a sair da água. ~ Está tudo ok. ~ Disse o homem ao ajudar ele a sair da água. ~ Calma, pensei que você era um dos capangas do John, estou caçando ele a meses e cada dia que se passa a recompensa por sua cabeça só aumenta. ~ Disse cruzando os braços aquele jovem atirador, por incrível que pareça o mesmo parecia acreditar na história que o mink contava, algo como uma intuição do jovem dizia que aquele humano animalesco poderia o ajudar de alguma forma.

~ Vocês? ~ Olhava para os lados, a procura de alguma outra pessoa próxima era nítida nos olhos daquele atirador, porém nada avistava e assim voltava com uma expressão confusa em seu rosto. ~ Não estou com ninguém, você deve estar me confundindo com os capangas do Navas, eram eles que estavam rondando o território do Nista, acho que por isso não fizeram nada drástico com vocês, para minha sorte, a recompensa do John será minha! ~ Os olhos do atirador brilhavam com determinação ao afirmar a sua caça contra aquele delinquente. Batia um pouco sua enorme túnica, assim vendo o jovem mink querer propor um acordo com ele o mesmo parava um pouco para pensar sobre a situação.

Novamente estendia a mão para o mink com pelos e vestes encharcadas. ~ Ok, meu nome é Seishin Kashu, sou um caçador de recompensas! Acho que necessito sim de uma ajuda a caçar esse maldito, já perdi muito tempo com ele, acho que juntos podemos melhorar as nossas chances de caça, mas temos que ser mais rápido que os Nava boy’s! ~ Afirmava olhando nos olhos de Ichiji enquanto ainda deixava sua mão estendida à espera de um aperto, o agora nomeado Seishin Kashu.

~ Diga tudo que você soube sobre esse maldito enquanto estava com ele, tenho uma pista de onde ele possa ter ido, porém teremos que passar na mansão Nava antes, algum problema? ~ O loiro enrijeceu uma de suas sobrancelhas ao falar com Ichiji, porém relembrava de algo no mesmo momento. ~ Como você se chama mesmo, você falou mais cedo porém não dei muito ouvidos. ~ Ele perguntava novamente ao mink para ver a veracidade das palavras do mesmo, assim após uma longa conversa ele seguiria andando na direção da mansão Nava, esperando assim que o mink o seguisse.


Kekzy
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Re: I - Uma dívida familiar Dom Abr 10, 2022 2:23 am

Ichiji Kachi
 


I - Uma dívida familiar M8ocZKXA mão estendida junto ao abaixar da arma era bastante simbólico. Fiquei mais tempo que deveria fitando-a. Algo me dizia para apertá-la, mas um sentimento lá no fundo me incentivava a não fazê-lo. Qual era a sua intenção? O que ele queria de mim? Bem, eu iria descobrir. Aceitando a ajuda, logo que colocava meus pés no chão me sacudia, jogando água para todo lado. — Sinto muito, instinto - provavelmente ele não gostado. Em falar em gostar, eu até havia gostado de sua aparência. Seus cabelos loiros tinha um brilho sutil, e os seus olhos pareciam joias; a queimadura em seu rosto... huh, até achava sexy. Devia ter alguma história interessante, não devia? Andando armado por aí, caçando um procurado, em território controlado por uma máfia. Ele exalava a aura de alguém problemático. Além de ter estilo. E eu gostava disso. Não podia me deixar levar, no entanto, pois não queria ser enganado novamente.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXProcessando o que ele havia dito, me chamava atenção, em especial, reiterar que o tal John era um procurado. Tinha vontade de perguntar o que ele queria, mas ele havia deixado claro. Estava atrás de seu alvo por meses e não havia conseguido capturá-lo. Era plausível que aceitasse ajuda. — Mas você não tem medo que eu esteja te enganando? E se tiver mentido? - indagaria. E era verdade, havia ocultado algumas informações, pensando que ele era um dos mafiosos que agora sabia que eram da família Nava. Ademais, como havia previsto no início, este era o território da família Nista. Era bom confirmar as informações, pois ainda carecia de fatos concretos nessa nova ilha.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXSorte ou não, agora eu estava atrás do infeliz que havia me chutado do barco, assim como Seishin. Se iriamos nos aliar... tinha um pouco de receio, mas talvez... talvez uma cooperação igualitária não fizesse mal. Cooperaria o suficiente para alcançarmos nosso objetivo em comum, sem me expor demais para não abrir margem para minhas vulnerabilidades. Apertaria sua mão pela segunda vez, me aproximando e puxando-o levemente para perto, deixando meu rosto centímetros do dele. — Podemos procurar por ele juntos, por agora, mas serei sincero, não estou nada contente por ser enganado hoje, e se notar que você está me passando a perna... - levaria uma das mãos ao seu queixo, segurando-o, passando meu polegar em sua boca. — Esse seu rostinho bonito não será suficiente para te salvar - daria uma leve apertada, sem intenção de machucar, soltando-o em seguida.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXO loiro havia me dado informações valiosas gratuitamente, aceitar essa empreitada era uma forma de retribuir. A forma como ocorreu nosso primeiro encontro também havia sido muito boa, apesar do susto inicial. O ato de abaixar e arma e me estender a mão havia dado alguns pontos para ele - e a água não estava nada agradável. Ainda assim, era necessário ficar de olhos abertos. Quem sabe ele não achasse que eu estava com o dinheiro que John havia roubado? Ou que havia largado em algum lugar e eu sabia de algo? Talvez ele quisesse meus 30.000 berries? O quão miserável seria roubar um gato molhado e faminto? Ou estaria pensando demais? A verdade era que ele havia deixado uma boa impressão, mas tinha que permanecer de olhos abertos.

I - Uma dívida familiar M8ocZKXFalando sobre Dillinger, o que sabia dele era muito pouco, mas compartilhava algumas coisas — Huh... eu realmente só o conheci a algumas horas atrás. Ele fingiu que era um autor, George Orwell, para dar autógrafos e roubar dinheiro das pessoas. Ele parece estar encrencado com os Nava. E ele é um grande merd@ sem vergonha. E... - estava em dúvida em falar sobre o tesouro mencionado por John. Nem eu sabia se acreditava nessa história, mas se ela fosse real, compartilhar essa informação com qualquer seria um erro. Porém, ela também era uma pista sobre seus próximos passos. A solução era compartilhar o segredo parcialmente. — Sei que ele está atrás de algo que os Nava possuem, por isso fingiu ser esse dito autor. Ele queria se infiltrar na família Nava para roubar algo. Não sei o que é esse algo, no entanto - complementaria. — Alguma ideia? - sondaria. Em falar dos Nava... — Erhhh... sobre isso, não acho que seja uma boa. Não para mim. E se eles acharem que eu estava com o safado? Eles estavam observando tudo lá na biblioteca e eu passei tempo suficiente ao lado do impostor para que pensem que tenho algo a mais com ele. Sem contar que acabei causando uma confusão na biblioteca Nista... digamos que algumas estantes caíram para que pudesse fugir, então ficar por aqui, no território dos Nista talvez não seja uma boa ideia também. - contaria, coçando atrás da nunca, um tanto constrangido.  — Ichiji. Ichiji Tekina... - daria os meus primeiros dois nomes, ocultando o de minha família. — O que você vai fazer lá? Sinceramente acho melhor eles não me verem, você resolve suas coisas e eu fico longe. Gostaria de uma oportunidade de limpar meu nome dessa história, mas temo que as coisas não ocorram tão suavemente - dissertaria, seguindo Seishin até certa distância, pois se ele resolvesse ir até a mansão Nava, preferia ficar pelas redondezas. — Nos encontramos depois - diria, mantendo a distância e dando uma olhada nos estabelecimentos que existiam por perto. A única hipótese que o acompanharia seria se ele me desse razões para segui-lo, como ser melhor estar no território dos Nava do que dos Nista, ou tivesse uma garantia que eles não me envolveriam no assunto junto ao impostor - uma garantia muito convincente. No mais, aguardaria seu retorno.


Controle


Personagem: Ichiji Kachi
Nº de Posts: 07

Profissão: Arqueólogo.
Proficiências: Avaliação, Criptografia, Disfarce, História e Investigação.

Qualidades: Garras e Presas, Furtividade Natural, Idioma Silvestre, Mestre em Haki [Inativo], Prodígio e Audição Aguçada.
Defeitos: Preconceito, Atípico, Sensível ao Calor, Forma Sulong, Dívidas, Inimigos, Paranoia e Vaidoso.

Ganhos: B$ 30.000
Perdas:

NPC's: Seishin Kashu, John Dillinger e George Orwell.
Extras:


Objetivos


» Começar uma Caça ao Tesouro;
» Capturar um procurado e virar Caçador de Recompensas ou fazer algo que dê uma grana;
» Conhecer meu futuro NPC Companheiro;
» Aprender Geografia e Sociologia;



Mizzu
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Re: I - Uma dívida familiar Qua Abr 13, 2022 4:10 pm
Post 07
Narrador
Kekzy
09:50
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Uma dívida familiar
Como se paga uma divida, com dinheiro ou com sangue?
O mink pareceu estar um pouco receoso com o caçador, era bom demais para ser verdade alguém que fosse tão solícito e amigável assim com ele. ~ Minha intuição diz que você não está agindo de má fé, então não tenho medo, ela nunca erra. ~ Diz o galego com um belo sorriso no rosto, e continuava com o mesmo ao ver que aquele felino ainda continuava com suas ameaças caso houvesse alguma traição, chegou até a corar quando as mãos se apertavam mais uma vez firmado o trato dos dois, e após isso seus rostos ficarem próximos seguindo de uma das muitas ameaçadas de Ichiji.

De alguma forma o mink explicava por alto algo que sabia sobre o infame John Dillinger, umas e outras informações batiam com o que o loiro já havia adquirido em sua perseguição, porém algumas coisas não batiam, e enquanto o molhado soltava as informações, apenas com expressões faciais de concordância, negação e dúvida, Seishin respondia Ichiji, porém esperava o mesmo terminar sua fala para assim respondê-lo. ~ Não, pelo que eu ouvi ele está atrás de uma história antiga da família Nista, mas isso é apenas lenda… ~ Disse balançando o rosto e movimentando a mão direita mostrando que isso era besteira. ~ O principal fiador da caça dele é a família Nava, são um dos que mais estão pagando pela cabeça dele. Não posso negar, ele tem uma habilidade nata em se esconder, falsificar, atuar… Sempre que eu estou perto de conseguir pegá-lo, ele escapa das minhas mãos. A marinha em si parece não querer se intrometer nessa caça, apenas deixando o cartaz livre para caçadores se aventurarem. ~ Entrelaçava os dedos da mão entre os cabelos lisos, desembaraçando-os. ~ Tenha calma, não é a primeira vez que eu vou à mansão Nava, eles não irão fazer nada com você. ~ O loiro colocava a mão sobre o ombro direito do mink. ~ Acho que posso conseguir mais informações úteis, você me falou algo que me fez pensar em uma brecha que não explorei na última vez que fui lá. ~ Assim o jovem caçador parecia relaxado com a ideia de seguir para o covil de um dos mais perigosos mafiosos da ilha, caminhando calmamente pelas bordas dos rios, olhando para o céu e também para o fluxo das águas que seguiam pelos rios.

Após alguns minutos os dois chegavam em frente ao que seria a construção mais imponente da ilha, com uma arquitetura grega, com as cores totalmente branca e douradas, aquela mansão tinha estupendos três andares de cumprimento, fora seu enorme jardim onde se cultivavam uvas para o famoso vinho do Salvatore Nava. O cheiro de planta molhada era sentido de longe, mais um pequeno perfume de fermentação que por incrível que pareça não era ruim, bem adocicado, enquanto o sol já estava chegando no seu ápice de fervura, o sistema de irrigação daquele jardim era usado com mais frequência, apenas aumentando os cheiros citado acima.

~ Vamos, não tenha medo, O Salvatore Nava não é nenhum bixo, apenas saiba como tratá-lo e conseguirá um bom vinho de recordação. ~ Disse o atirador enquanto começava a andar na direção dos portões daquela mansão. Dois homens vestidos com roupas sociais, porém muito diferente de serem agentes do governo, estavam em frente ao portão daquele lugar, ambos armados com facas e pistolas, assim abordando Seishin ao ponto de revisá-lo e retirar a pistola de sua posse, o caçador não parecia descontente com a situação, apenas acatava as ordens e seguia para dentro da mansão, o mesmo seria feito com Ichiji e se ele não se apressasse poderia até mesmo se perder do atirador, porém para onde fosse dentro da mansão veria um ou dois capangas do Navas o observar.

Fora da mansão existiam algumas lojas com vendas peculiares, em sua maioria eram lojas de vinho ou de bebidas alcoólicas, muitas ali tentavam utilizar de suas vendas para conseguir alguma espécie de bênção daquele mafioso, já outros apenas situavam sua loja próximo a mansão pois tinham a ideia que ninguém seria louco de roubar ou tumultuar as mesmas próxima da casa do grande Nava, mesmo com a maioria das lojas sendo de bebidas alcoólicas, também tinham das mais diversas lojas, de armas a alimentos.

Dentro da mansão, primeiro se passaria por um grande portão de ferro, seus muros eram altos, e também com algumas sentinelas em locais específicos. Demoraria pouco mais de meio minuto de caminhada para se passar pelo jardim e chegar até o segundo portão principal. Ao entrar perceberiam uma enorme escadaria logo a frente que levaria para o piso superior, porém no primeiro andar mesmo pelos corredores era possível ver uma enorme gama de quadros e antiguidades, sendo os corredores a direita algo como uma adega livre, com os mais diversos tipos de vinhos e a esquerda quase que um museu com os quadros dos antecessores Navas e familiares.