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Um RPG narrativo baseado no universo de One Piece, obra criada por Eiichiro Oda.
 
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 Capitulo III — Solstício

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Samira
Achiles
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Achiles
Pirata
Achiles


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MensagemAssunto: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySeg Jul 04, 2022 8:33 am

Relembrando a primeira mensagem :



Capitulo III — Solstício


Agatha Harkness [Agente], Hany G. Drezat & Samira Evelynne Malkova [Civis]

não possui narrador definido.
Fechada

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Ryoma
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Ryoma


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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySáb Set 10, 2022 7:55 pm

Years ahead but way behind

A chegada do chá só fez Boo pensar ainda mais, lembrando das compras e o tempo perdido que talvez pudesse ter gerado mais do que apenas uma faca e o cutelo. "O tio K. talvez soubesse onde comprar veneno, seria bem tranquilo, pouco barulho... É, ainda tenho muito que melhorar." Como a situação não estava favorável, os passos da jovem híbrida seguiam de volta ao seu companheiro, mostrando-se pensativa mesmo após desistir da abordagem mais bruta e direta. Completar sua tarefa não era tão importante quanto a missão de Agatha, ela queria algo maior, já o submundo só estava pensando em se livrar dos próprios problemas. "Quando todos forem eliminados, ou enquanto estão sendo, vou ter tempo de lidar com essa questão... Vai sobrar pouca gente, ninguém vai nem lembrar de nós." O submundo era o menos problemático ali, tendo a marinha e o governo para lidar. E mesmo se escutassem algo do alvo, Hany teria sua oportunidade de executar tudo e todos.

É, sai para dar muita volta e não te vi mais. – dizia com um sorriso nos lábios. – Uhm... Vou ficar aqui, não precisa se preocupar... O momento está chegando. – sim, a missão era muito mais importante. Boo tentava falar baixo, escondendo um pouco do assunto para qualquer revolucionário por aí não ter muita noção. Lidar com os problemas, esperar Agatha agir e então partir pro objetivo seria a maneira mais produtiva. – A reunião deve estar próxima, escutei alguém falando sobre. Podíamos ter acordado mais tarde, é complicado. – o pouco descanso recorrente sempre a fez sentir-se extremamente cansada, adorando relaxar na cama e dormir, algo bem raro para quem tem tanta dificuldade em cair no sono. Desde a entrada no submundo as coisas mudaram, Hany passou a trabalhar mais, teve pouco tempo para descanso, mas todas às vezes que ia para a cama acabava dormindo muito bem. "Trabalhar era a solução?" O cansaço extremo de horas trabalhando, ou apenas o estresse que essas situações lhe davam, ela tinha uma resposta, mas conseguia entender que a vida pacífica estava mudando e melhorando.

O início da confusão estava próximo, Boo resolveu não sair de perto de Leo por hora, segurando a mão do agente enquanto seus grandes olhos analisavam a movimentação de todos, principalmente a que sua amiga raposa tomava. "Imagino que vai começar por ela, se não for o caso, ao menos estou olhando um pouco os outros. Qualquer agitação é o sinal." Com tranquilidade, a pequena garota-peixe aguardava, pronta para se mover assim que os outros companheiros de missão fizessem o mesmo. O destino dela definitivamente a levaria até Emillie, mantendo sua movimentação bem grava para ter noção de onde a encontrar. Não tinha como saber se Leo acompanharia sua movimentação, ou se isso realmente aconteceria agora. Diferente do normal, essa situação toda incomodava. Era como uma coceira, um formigamento na nuca a estimulando pros problemas, era complicado até manter os olhos sob controle, o vermelho lá no fundo, dava as caras, toda a vontade de sentir o sangue de alguém a perseguia. "Água vai ajudar." O cantil era aberta, seguindo até os lábios dela para saciar a sede, mesmo sendo de algo diferente. Esse não era seu jeito, depois disso Hany precisaria de férias, alguns idiotas para socar, morder... Coisas que o povo não pode saber, como sempre.

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Histórico:
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Samira
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Samira


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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySeg Set 12, 2022 12:26 am








Ato XI



— Como assim? — As palavras saíam de minha boca, atropelando-se umas as outras. Tinha um tom de perversão na fala da cientista quando dissera que os donos anteriores não tinham sido capazes de "ser aceitos" pela armadura. Era quase como se eles estivessem me utilizando como uma nova cobaia para aquilo. A tal respeito, antes ela tinha dito que a armadura se alimentava de seus portadores, talvez por isso eles esperavam que eu não me adaptasse a essa armadura, e que começasse a definhar na frente deles, talvez.

— Eu... Não estou me sentindo muito bem... — Diria, utilizando da minha melhor atuação para fingir que realmente estava sofrendo com os efeitos colaterais de portar a armadura. Aos poucos, iria me aproximando da cientista, tentando alcançá-la com ambos os braços enquanto que manteria uma aproximação lenta, fingindo uma pessoa fraca e doente. — O que está acontecendo? — Perguntaria, fingindo estar assustada, falhando a postura e fingindo um cambalear. Por fim, colocaria as mãos nos ombros da cientista, como se buscasse por um apoio, passando então a tocar seu rosto, e, de uma única vez num movimento rápido e com toda a minha força, moveria a mão destra empurrando sua cabeça para o lado, enquanto que a canhota seguraria o seu ombro no lugar, na intenção de deslocar o seu pescoço com um movimento rápido, limpo, porém com toda a minha nova força.

Por fim, ao executar o movimento com sucesso, sequer esperaria que o seu corpo caísse no chão e já me viraria rapidamente, comandando que o exoesqueleto se montasse por sobre a minha pele, cobrindo todo o meu corpo e rosto com a sua proteção. Assim, avançaria na direção do outro cientista, me jogando por cima dele com todo o peso de meu corpo, e impedindo que ele pudesse se movimentar para fugir ou alcançar a T.I.L.T. Finalmente, realizaria diversos golpes contra o seu rosto, tentando aplicar toda a força animalesca de meu corpo somada ao novo equipamento que tinha conseguido, para então tentar esmagar o seu crânio, acabando num assassinato talvez não tão limpo quanto o anterior.

— Desculpa, doutor. — Diria. — Mas o que a sua organização me fez fazer foi muito pior. — Concluiria, para mim mesma, enquanto lembrava-me vagamente da missão que os Revolucionários tinham me passado para que eu pudesse fazer parte deles.
Caso em algum momento qualquer dos cientistas evitasse os meus golpes de finalização, traria à tona a minha cauda, que serviria como um elemento surpresa e os agarraria pelas pernas, mantendo-o preso enquanto eu poderia realizar mais uma tentativa de finalizar o alvo.





Objetivos
- Aprender Soru e Shigan (preferencialmente no final, saindo da ilha)
- Aprender Forja, Sociologia, Avaliação
- Fazer uma grande mudança na ilha, mudar principalmente com relação a ter meu próprio território no submundo dessa ilha.
- Quero iniciar uma Caçada de Tesouro (achar algum mapa, alguma lenda, etc, pra concluir na próxima aventura no
- Seguir uma história bacana.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Proficiência Sociologia (Post nº 05)
- Proficiência Avaliação (Post nº 06)
- Judge (Post nº 10)


PERDAS

- xx (Post nº 1)
-

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿38.690.000 -> ฿38.690.000


NOTA FISCAL

- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xxx - Post nº 01)


RELAÇÕES

- sim


STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 12000
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 11 posts
Experiência Akuma no mi: 01 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:
Citação :

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
Condução
Diagnose
Cirurgia
Disfarce
Dramaturgia
Escudista
(P) Física
(P) Química
(P) Farmácia
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia
Mecatrônica
Mecânica
Anatomia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

Cores do Template
fala
roxo
royalblue
blueviolet
hotpink
laranja
fala2
laranja2
sky




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Kenshin
Desenvolvedor
Kenshin


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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySeg Set 12, 2022 11:45 am






Capitulo III — Solstício

- Uma coisa que eu não posso reclamar é da hospitalidade de sua família! Via como o homem se comportava em meio aos seus iguais, realmente como um grande leão em volta de sua própria alcateia.

"Então esse é o possível substituto do garoto!" O homem era alguém a ficar de olho, ou melhor falando, alguém para se eliminar antes que se tornasse uma pedra mais perigosa que o jovem rapaz.

"Enquanto o jovem comandante tem uma visão mais centralizada nessa ilha… Esse pode ser o mentor pelas investidas da revolução em sirarossa!" Eliminar ambos os homens era prioridade naquele local.

E só de imaginar a batalha que estava para iniciar, me deixava bastante excitada, estava pronta, precisava só esperar mais um pouco para poder botar tudo para os ares. Limosa por sua vez respondia a minha pergunta sobre a arma que estava para ser demonstrada naquela reunião.

A fala da mulher fazia arquear minha sobrancelha direita, intrigada com a finalidade da arma. - Para revolucionários vocês tem uma política um pouco mais… Genocida… Falava em um tom pausadamente mais suave.

- Se querem acabar com o governo mundial, porque atacar a população? o que vai diferenciar você do governo que querem tanto acabar? Dava uma pequena pausa dando uma pequena olhada à minha volta. - Usar esse tipo de arma nessa ilha só mostra que são tão ruins quanto aqueles que vocês pretendem derrotar, o que significa que estão fazendo parte de uma roda onde em um momento estão por cima, outra estão por baixo, que no final a população está sendo massacrada pelos dois lados! Soltava um comentário afiado sobre a situação.

Não era como se eu estivesse de fato horrorizada com tudo aquilo, o governo tinha o dever de orquestrar a população da forma que bem entendesse, mas revolucionários tentando brincar com a mesma moeda, isso era no mínimo cômico. - Mas sabe, não é como se a gente tivesse uma linha de pensamento tão diferente! Dava uma pequena risada abafada pela minha mão esquerda.

- Talvez somos bastante parecidas, um acordo e tanto! Claro que minhas falas poderiam confundir a garota, mas estava em um momento chave, tinha o suficiente sobre tudo que a revolução queria fazer, e os cientistas criadores da arma estavam no local, unindo o útil ao agradável, não sabia se Samira tinha conseguido fazer tudo que queria até aquele momento, mas o momento estava propício para começar tudo.

Estendia minha mão como se fosse apertar a mão da mulher, o meu sorriso no rosto podia ser claro, e para isso precisava fazer um movimento que poderia anunciar para todas as tropas que a guerra dava inicio. "Vamos iniciar a brincadeira!" Antes de apertar a mão da mulher estendia minha palma assim liberando o máximo de energia possível em sua direção como uma grande rajada o suficiente para fazer um grande estrondo assim anunciando a batalha que estava por vir.

- Que deselegante de minha parte… Falava após terminar de soltar a energia. - Mas os acordos propostos por sua anfitriã não me agradaram, temo que terei de matar todos vocês! Um sorriso sádico se aparecia em meu rosto, independente do golpe ter dado certo ou não aquele era o sinal para se iniciar a batalha, assim tentaria me aproximar dos dois líderes da revolução esperando que os agentes infiltrados iniciaram a batalha.

- Olá senhores comandantes, que tal a gente dançar um pouco? Balançava as minhas caudas enquanto me posicionava em frente aos dois homens, me manteria extremamente alerta, não iria fazer o primeiro golpe de início, assim primeiro usaria dos meus reflexos para poder me esquivar dos possíveis golpes que viriam em minha direção para assim estudar qual era a forma de batalha de ambos, usando sempre minha velocidade máxima imbuída em eletricidade, em conjunto do meu soru.

Assim que me esquivasse dos primeiros movimentos, tentaria me manter a uma certa distância e em seguida fechando meus olhos mantendo apenas meus sentidos aguçados em ativa para me preparar. - Caminho Demoníaco 9º Selo: Tormenta de Paimon. Assim anunciava a minha primeira habilidade em batalha. Na finalização da técnica me manteria em uma distância segura para estudar o terreno para a batalha.



Histórico:


Tecnica:

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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptyTer Set 13, 2022 5:36 pm




Hany



A pequena tinha seus instintos todos apontados para avançar e fazer o que precisava, até mesmo se lembrava de que poderia ter usado veneno para cuidar da mulher enquanto ela bebia chá. Porém, outra coisa a fazia se manter mais controlada, esse era o fato de Agatha ter uma missão maior por trás dos pequenos detalhes, afinal, Hany estava ali para ajudar a raposa além de tudo, então isso fazia bastante sentido.

A pequena então se aproximou de Leo, se mantendo sempre perto e a vista do homem e da agente, enquanto observava tudo em volta, ela estava atenta a qualquer movimentação que se iniciasse dentro daquela mansão, fosse por parte de Agatha, ou por parte dos revolucionários, se mantendo pronta para agir assim que fosse necessário.

Quando Agatha começou a agir, a pequena podia ver tudo e dali podia tomar sua iniciativa, ela iria ajudar a raposa, ou seguiria atrás de sua missão primeiro? Eram decisões que ela precisava tomar, e era o que poderia decretar o sucesso de sua própria missão ou não.


Samira


A ruiva por sua vez, percebia que algo estava errado, os cientistas pareciam estar a usando para um experimento com o projeto que ela vestia, e era exatamente isso o que estava acontecendo, eles sabiam do potencial daquele projeto e o que ele podia fazer com seu usuário caso o mesmo não fosse apto a utilizá-lo, e por isso, usaram Samira como mais uma cobaia para tal.

-Ah, tadinha! Não fica assim, é tudo pelo bem da ciência… Dizia a mulher enquanto sorria observando que a ruiva não conseguia se mover direito e nem mesmo andar, nesse momento, ela imaginava que a armadura já estava fazendo mais uma de suas vítimas, mas ela não sabia que tudo aquilo era mentira.

Já o homem por outro lado, parecia ainda querer entender o motivo de nenhuma pessoa permanecer viva após vestir o exoesqueleto, era como se ele estivesse de fato buscando criar algo que fosse bom, e não uma máquina assassina. -Os cálculos estavam errados mais uma vez? Será que ele foi uma falha? Tentar fazer com que uma armadura se torne parte do corpo do usuário é algo que nunca vamos conseguir fazer? Comentava o homem observando o que estava acontecendo, como se de fato estivesse triste pelo projeto não funcionar em ninguém que o usou até o momento.

Samira então aproveitava disso como sua encenação perfeita, e avançava em direção a mulher, ela tinha pensado rápido, e logo começou a fingir que de fato estava sendo consumida pelo projeto, no final, ela se aproximava da mulher, e então mordeu seu braço enquanto segurava seu ombro, puxando com força, ao que parecia, tentando arrancar o mesmo do lugar.

Porém, ela sentia que o braço da mulher parecia se mover, como se estivesse mudando de forma, e nesse momento ela soltava o braço rapidamente e o mesmo se transformava em espinhos que perfurarião a boca da ruiva caso ela tivesse continuado. -Oh! Não achou mesmo que nós não teríamos algo parecido, não é? Pode não ser tão bem desenvolvido quanto esse que está te matando, mas ainda são protótipos bons… Que pena que sua tentativa falhou antes de você morrer. Dizia a mulher, zombando de Samira que logo mudava de alvo.

O homem ficava surpreso, até o momento ninguém teve forças para sequer se mover enquanto utilizava aquela armadura, o que o fazia ficar um tanto quanto pasmo com a situação, e era essa a brecha que a ruiva utilizava para atacá-lo. Ela fazia seu exoesqueleto criar uma armadura em sua pele e então se jogava com o peso do seu corpo na direção do homem, o acertando com força e o fazendo sentir o impacto.

Logo em seguida, ela agarrada suas penas com a cauda, e o puxava, e então começava a desferir diversos golpes em seu corpo enquanto o mantinha preso, o mesmo parecia não estar sentindo tudo o que recebia, mas alguns dos golpes faziam efeito o deixando um pouco tonto. Ao largar o homem, ele se levantava com suas roupas rasgadas e logo uma armadura começava a se formar em seu corpo, não era como a de Samira, mas era parecida. -Mesmo que o que usamos seja o modelo anterior ao seu, ele serviu bem para aguentar os ataques. Diria o mesmo agora com seu corpo completamente protegido por sua armadura enquanto a mulher também se erguia com seu exoesqueleto pronto.

O modelo do homem cobria todo o corpo, e o da mulher apenas a parte superior de seu corpo, porém, em suas mãos, ela tinha na direita uma espécie de chicote, e na outra uma bola de ferro com espinhos, e ao que parecia, seu exoesqueleto podia mudar de forma como ela bem entendesse. Já a armadura do homem, haviam duas entradas na parte do pulso, o mesmo tomava uma forma mais robusta e dali saiam correntes nas duas mãos, deixando a ruiva agora em desvantagem numérica.


Agatha


A raposa por sua vez, parecia finalmente querer iniciar a tormenta em meio a reunião, enquanto ela dizia a Limosa que as ideias da revolução era tão igual as do governo, a mulher sorria dando uma leve gargalhada. -Hahahaha! Não temos nada haver com o governo mundial, nós cuidamos para que toda a população fosse vacinada antes da ativação da bomba, apenas os membros do governo estão sem a vacina, é uma bomba pra erradicar o governo mundial, não para fazer mal a pessoas boas. Dizia a mulher em resposta, deixando que Agatha continuasse com suas provocações.

Com isso, ela logo estendia sua mão para Limosa, a chamando para dançar, porém, não era uma dança qualquer, e assim que a mulher estendia sua mão para se juntar a raposa, uma descarga elétrica era lançada com toda a força, criando um som ensurdecedor e assim dando o aviso do início da batalha.

Limosa havia recebia uma grande carga daquele ataque, sendo arremessada para longe enquanto parecia que seu corpo estava queimando, saindo fumaça do mesmo que estava caída desacordada no chão. Por outro lado, Antony e Zhi olhavam aquilo de forma veloz, e percebiam o ocorrido, em primeiro momento, Zhi parecia não entender o que estava acontecendo, mas Antony logo fechava sua face.

-Mas o que está acontecendo aqui? Dizia Zhi Song que parecia não querer acreditar no que estava acontecendo, e então Antony respondia. -Bom, parece que finalmente tá demonstrando quem é de verdade… Eu queria ver de fato quem era o cérebro da invasão, então era você? Dizia ele olhando para Agatha, como se ele já soubesse o que estava acontecendo, talvez informações vazadas? Ou o homem apenas era bastante inteligente e tinha suas artimanhas para ter informações internas também? Quem sabe, ele ainda não tinha demonstrado como sabia da provável invasão, mas não parecia surpreso com o que acontecia, o que demonstrava nervos de aço.

Nesse momento a raposa atacava com sua técnica, Zhi Song e Antony não tinham problemas em evitar o ataque, mas alguns dos aliados em torno não tinham a mesma sorte e eram totalmente fatiados pela mulher, mais Song ainda parecia um tanto receoso de começar uma batalha, ele parecia não entender o motivo daquilo, já que todos ali a princípio queriam as mesmas coisas, talvez seja um pensamento errado de alguém muito novo, mesmo sendo um prodígio para comandar, ainda lhe faltava a experiência que Antony demonstrava ter. -Então é realmente isso? Quer mesmo entrar em um combate aqui dentro? Zhi achava estar em vantagem numérica e então percebia que não.

Logo os grupos aliados começava a atacar, primeiramente os aliados que estavam ali dentro começavam a avançar e a matar aqueles que eram membros da revolução, Antony se posicionava distante da mulher já que também havia se livrado de seu primeiro ataque e então analisava a situação como um todo, e logo um estrondo vindo de fora ecoava para dentro da mansão.

Ao que parecia, os agentes começaram a invadir, a missão estava em andamento, tudo estava onde a raposa havia planejado, mas inicialmente, sua tentativa de ataque nos homens havia sido frustrada, eles eram experientes em combate, não era atoa que eram quem eram, nenhum dos dois iniciava o combate na emoção e analisavam tudo, viam seus aliados sendo atacados e uma guerra iniciada dentro da mansão, e não demoraria para tomarem a iniciativa do combate.

Histórico:

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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptyQua Set 14, 2022 6:34 pm






Capitulo III — Solstício

Finalmente toda a cruzada que tinha travado de Sirarossa a Kano chegava ao seu ponto chave, a rajada de energia que saia da minha mão vinha com um êxtase que não conseguiria descrever. "Toda a minha vontade de destruir vocês solta de uma vez só" Pensava ao ver o corpo de Limosa ser jogado a distância, o corpo da mulher parcialmente queimado pela minha eletricidade rosa avermelhado.

- Acho que exagerei! Soltava ao lamber meu lábio inferior, em seguida levando meu indicador direito ao lábio arrumando meu batom.

"Bom se a arma só é efetiva contra os não vacinados, não me importo se utilizarem, desde que os revolucionários caiam!" A informação de que a arma era inofensiva para mim e para a população um peso enorme caia dos meus ombros, provavelmente Hanny também estava tranquila já que ela estava infiltrada na revolução.

Me virava para ambos os alvos do local, o jovem rapaz parecia estar bastante surpreso com o que tinha acabado de acontecer. - Que gracinha, está com cara de uma criança que acabou de descobrir que não vai ganhar presente de aniversário! Balançava minhas caudas de forma bastante sedutora.

O pai de Limosa por sua vez se mostrava firme, o homem não estava surpreso com o que tinha acabado de acontecer, muito pelo contrário, suas falas mostram que já estava na espera de que eu estivesse ali. - Hora, hora… Parece que temos um pequeno vazamento? Falava sem surpresas, estava em uma ilha que não conhecia ninguém, que as informações poderiam ser vazadas era algo já previsto em meus planos.

- Ou seria um blefe? Bom, só o tempo nos dirá! Dava um sorriso malicioso antes de iniciar minha técnica.

Sentia minhas garras acertando vários e vários alvos, a velocidade era tanta que não sabia identificar quem estava sendo atingido pelos meus golpes, como grande maioria era de inimigos isso não importava.

- Agora que acabei com os pesos, creio que podemos lutar mais abertamente! falava olhando a minha volta vendo as pessoas que tinham sido acertadas. - Confesso que se tivessem sido acertados, estaria estritamente desapontada! Dava alguns passos suavemente pelo local.

Um grande estrondo ecoou pela mansão, via vários agentes adentraram na instalação o que concluía o estopim da guerra que decidirá o destino da ilha de Kano e consequentemente o destino do governo no mar do West. - Parece que meus convidados finalmente apareceram! Analisava o campo de batalha, ambos os alvos estavam à minha frente enquanto os agentes atacavam o restante dos inimigos.

- Vocês são tão tímidos assim? uma garota precisa fazer o primeiro movimento? Falava com um ar soberbo em minhas falas, fazendo minha energia se concentrar nas minhas mãos.

- Estão muito parados, deixam as coisas mais interessantes! Estendia minha mão novamente, como se estivesse soltando mais uma rajada de energia que tinha acertado Limosa mais cedo.

- Não acham que eu vou usar o mesmo truque duas vezes né? Logo então mostrava o indicador direito. - Caminho demoníaco 1º Selo: Julgamento de Baal. Assim executaria mais uma técnica em área.

Após a finalização da técnica, ficaria atenta ao que estivesse acontecendo ao redor, estava um um cenário de guerra. Caso após a utilização da técnica alguém fizesse alguma investida em minha direção tentaria utilizar o Soru para me posicionar, me esquivando dos possíveis golpes que fossem feitos em minha direção.

Assim que sentisse que estava em um local mais seguro, me prepararia para enfim iniciar o combate corpo a corpo, mesmo assim precisava ser mais astuta possível, ainda não sabia como que ambos lutavam, e tinha o comandante da marinha Happo. - Belial! Assim anunciava minha primeira forma de combate.

Adotando a postura de quatro apoios, fazia com que a energia que estava gerando começasse a percorrer por todo o meu corpo, assim diminuindo o atrito que tinha com o ar, e aprimorando minha velocidade. Com um impulso dos meus quatro apoios, começaria a me movimentar, utilizando da "nevoa" da guerra que tinha se instalado no lugar, correndo sempre em meio aos inimigos, sempre atenta para assim que percebesse um movimento de ataque vindo em minha direção, me esquivaria para o lado oposto do golpe me posicionando para voltar a correr, com foco em meus oponentes, assim que o primeiro que aparecesse em minha vista estivesse minimamente vulnerável, usaria toda a minha velocidade em sua direção. Quando estivesse próximo do alvo usaria do soru para aparecer por trás do mesmo dando um pequeno salto, e com as garras da mão direita energizadas tentaria desferir um corte em sua nuca tentando assim acertar a vértebra cervical.

Caso percebesse algum golpe vindo em minha direção, enquanto estivesse no ar, usaria do geppou para poder saltar dando uma grande cambalhota e pousando em meus quatro apoios, assim refazendo o movimento para dessa vez tentar acertar sua garganta. Caso ele apenas tentasse esquivar de meu golpe tentaria fazer com que a energia em minhas garras se estendesse como se fossem lâminas para assim aumentar o range do ataque.

Acertando ou não o golpe, usaria de todos aqueles movimentos como distração, usaria o soru para voltar a me movimentar sorrateiramente pela "névoa" da guerra, indo em direção ao que não tivesse atacado, aumentaria minha velocidade me esgueirando pela batalha, sempre tentando me esquivar de golpes que poderiam vir dos inimigos, assim que tivesse próxima ao alvo, usaria do soru ainda me mantendo em meu quatro apoios, afiando minhas garras da mão direita com a eletricidade, olharia para o calcanhar do alvo e assim efetuaria um corte na horizontal da esquerda para a direita tentando incapacitar sua movimentação.

Caso em meio aos movimentos percebesse algum golpe vindo em minha direção, usaria do soru para me reposicionar, ou se fosse mais proveitoso, expandiria minha eletricidade empurrando todos à minha volta, e assim continuar correndo e pegando velocidade para executar o golpe. Caso o inimigo tentasse esquivar, novamente estenderia minha eletricidade como garras, para poder aumentar o alcance, caso bloqueasse usaria o máximo de força possível para poder jogar o inimigo longe.



Histórico:


Tecnica:

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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptyQua Set 14, 2022 7:25 pm

I'll wait for you to call back

A confusão começava bem cedo, talvez fosse importante terminar isso agora. Agatha era  quem estava na frente de tudo, mas a ajudar estava fora de questão. Uma verdadeira predadora não precisa de ajuda, muito menos da preocupação de seus companheiros. A raposinha era extremamente poderosa, talvez mais do que a própria Hany, mesmo ela não admitindo isso. "Não a vejo perdendo e não quero a deixar irritada, ajudar alguém forte a vencer simples humanos é ridículo." Não precisou muito tempo, Boo simplesmente sorriu com a confusão começando e rapidamente se colocou em movimento, seu alvo não podia escapar de jeito nenhum. Todos precisavam morrer, esse objetivo tinha que ser alcançado, ainda mais com os problemas que isso causaria no futuro se muita gente sobrevivesse.

Como a pequena esteve observando tudo, mesmo longe do alvo, ela esperava ainda ter sua movimentação guardada caso ela tenha saído daquela sala. Claro que se Emillie não estivesse lá, a movimentação da garota-peixe seria nos arredores, correndo com cuidado para a encontrar sem muitos problemas. Para uma simples detentora de informações, ela provavelmente não era forte, talvez sua empregada fosse, ou apenas estavam ali sem qualquer proteção. "Pouco importa, só preciso matar ela sem medo e tomar cuidado, ainda vou ter muito pra fazer depois." O encontro com sua presa provavelmente ocorreria sem problemas, Boo não demoraria muito, assim que conseguisse ver ela, correria em sua direção sem olhar muito para seu rosto. "Ainda sou Boo, tomar cuidado." Primeiramente chegaria perto para logo em seguida realizar um salto para a frente, impulsionando seu corpo imaginando que isso aumentaria a força do soco de direita que estava prestes a executar. Pouco importava o ponto alvo, aquilo não passava de um teste, nem mesmo importava se acertaria.

Ao fim do primeiro ataque a ideia era recuar de leve, mantendo-se perto o bastante para o alvo não fugir. Boo se manteria sempre em movimento, andando, dando pequenos pulinhos de um lado ao outro e até mesmo correndo para cercar as duas inimigas e impedir que fossem para outro lugar. A movimentação não era apenas para cercar, mas também se manter um alvo complicado de acertar na distância. Com olhos atentos para esquivar-se, a pequena agiria com calma, avançando apenas após algum ataque evitado com sucesso ou então quando alguma oportunidade boa surgisse, algum movimento desajeitado, qualquer desatenção ou simplesmente um espaço de tempo que pela distância a garota-tubarão conseguisse atacar sem muitos problemas. Nessas situações os golpes seriam básicos, avançar socando o tronco ou rosto para logo efetuar depois um chute baixo, visando as pernas, seja para derrubar com uma rasteira ou danificar a perna e dificultar a movimentação de sua presa.

Em oportunidade melhores a pequena se manteria perto, tomando distância apenas no perigo, saltar para longe, inclinar o corpo para trás ou lados e semelhantes seriam usados na tentativa de evitar ataques. E quando houvesse espaço, Boo chegaria ainda mais perto, realizando um soco direto, esperando que fosse evitado para ela assim mover a mesma mão, buscando agarrar o braço ou mesmo as roupas. A ideia era usar esse elo para manter Emillie ou outro oponente na posição perfeita para ser golpeada, onde a híbrida abusaria da própria força e de seus movimentos, movendo seu alvo na direção dos golpes que executaria. Joelhadas, chutes e socos fariam sentido nesse momento, focando os socos onde pudesse acertar mesmo, mantendo os chutes e joelhadas mais baixos, saltando apenas se não houvesse perigo e o golpe realmente fosse ser efetivo. E claro, se a oportunidade fosse boa e as duas humanas não possuíssem a força necessária para aguentar, os golpes da garotinha seriam ainda mais perversos, socando, chutando e abusando muito da força nos pontos onde mais doíam. Não importava muito quanto tempo demoraria, Hany tinha esse jeito de abusar dos alvos até os matar, muito por isso permaneceria ali aproveitando cada gota de sofrimento antes de finalizar sua missão.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySáb Set 17, 2022 3:17 am








Ato XII



— Então é isso... — Olhava em volta, percebendo então que além de estar em desvantagem numérica e a minha tentativa de surpreendê-los para um fim de combate rápido não tivesse surtido muito efeito, também estava enfrentando outros usuários de exoesqueletos. A cientista tinha apenas a sua parte superior do corpo coberta, mas de seus braços saíam algumas armas especiais que acabavam sendo uma grande vantagem. Já de seu marido, todo o seu corpo parecia coberto por sua armadura, e adicionalmente ainda havia uma dupla de correntes que saíam de suas mãos. — O meu modelo realmente é o mais recente? — Olhava em volta, perguntando com uma certa ironia. — Então vamos testá-lo! — Finalizaria, convocando-os para o combate.

Precisava eliminar um deles o quanto antes, para que pudesse me estabelecer em um duelo um pouco mais justo. Dessa maneira, avançaria pisoteando o chão com ambas as pernas ao mesmo tempo, propulsionando-me na direção da mulher e tentando alcançar as suas pernas, que estavam descobertas e que poderiam ser um alvo de grande facilidade. Tentaria agarrar suas pernas com os braços, abraçando-as, tentaria esmagá-las com a força de meus ombros, tentando deslocar os ossos que faziam a junção com seu joelho.
Caso a moça viesse a tomar esses danos em suas pernas, aproveitaria-me para me posicionar por cima de seu corpo, e então agarraria o seu pescoço, tentando esmagar a área em sua nuca que pudesse estar o dispositivo controlador da armadura. "Se for como a minha, talvez esteja ali".

Caso fosse alvejada, e obviamente seria, tentaria posicionar minhas mãos em frente ao golpe, na tentativa de não só recepcioná-lo com a palma das mãos, mas também de fechar as mãos em volta da arma golpeante, seja a bola de espinhos ou as correntes. Dessa maneira, faria o possível para segurar com as mãos, e então utilizar de minha força sobre-humana para puxar o inimigo do outro lado, girando-o em volta de meu corpo e tentando catapultá-lo contra o outro oponente. Na sequência, avançaria sobre eles e tentaria desferir socos contra suas áreas mais desprotegidas, ou enfiar os polegares nas brechas de suas armaduras, tentando perfurar seus olhos e afins.

Caso não conseguisse rotacionar o inimigo ao segurar suas armas, apenas daria um puxão forte, trazendo-o em minha direção e então recepcionando-o com uma cabeçada forte, e seguindo com socos contra a lateral de seu tórax.





Objetivos
- Aprender Soru e Shigan (preferencialmente no final, saindo da ilha)
- Aprender Forja, Sociologia, Avaliação
- Fazer uma grande mudança na ilha, mudar principalmente com relação a ter meu próprio território no submundo dessa ilha.
- Quero iniciar uma Caçada de Tesouro (achar algum mapa, alguma lenda, etc, pra concluir na próxima aventura no
- Seguir uma história bacana.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Proficiência Sociologia (Post nº 05)
- Proficiência Avaliação (Post nº 06)
- Judge (Post nº 10)


PERDAS

- xx (Post nº 1)
-

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿38.690.000 -> ฿38.690.000


NOTA FISCAL

- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xxx - Post nº 01)


RELAÇÕES

- sim


STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 12000
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 12 posts
Experiência Akuma no mi: 01 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:
Citação :

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
Condução
Diagnose
Cirurgia
Disfarce
Dramaturgia
Escudista
(P) Física
(P) Química
(P) Farmácia
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia
Mecatrônica
Mecânica
Anatomia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

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Kira


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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySáb Set 17, 2022 4:25 pm





Agatha


A raposa parecia estar de fato em êxtase, o combate parecia alimentar sua sadicidade de tal forma que a mulher simplesmente parecia liberar todo o ímpeto animal que tinha contra seus inimigos, seus movimentos eram velozes e inteligentes, em torno dela, todos os inimigos começavam a cair, exceto é claro por Antony, Zhi e Don, que pareciam ser de fato o problema no meio daquilo tudo.

-Olha só… Você é boa, parece ter bastante energia, vamos ver do que você é capaz. Ele observava os movimentos da mulher de forma tranquila, e em meio a isso Zhi estava a seu lado, observando também seus movimentos. -Eu não vou perdoar ninguém que interfira em nossos planos. E nesse momento, era nítido o motivo do garoto ser chamado de prodígio.

Ele observava todo o movimento de Agatha, que usava mais uma técnica, uma que devastou todo o campo de batalha e aqueles mais fracos que estavam próximos, porém, quando ela terminava de usar sua habilidade, o rapaz surgia em suas costas, seu olhar era obscuro, parecia que aquele garoto energético e animado havia deixado aquele recinto, dando espaço para alguém que faz juz ao título que tem.

Primeiro ele dava um soco que parecia não tão forte, obrigando que Agatha se esquivasse do golpe, porém, era exatamente o que ele queria, e em seguida, no momento que ela parava após a esquiva, o rapaz parecia tão veloz quanto, e parecia já estar esperando onde ela pararia, dando um chute rodado em sua face, a fazendo sentir o golpe e ser jogada para trás.

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O segundo golpe era o que de fato importava, o impacto do chute do rapaz era forte e fazia a mulher sentir o golpe, porém, isso não abalava a mesma, que logo se colocava em seu modo de batalha. Nesse momento, Antony gritava para Song, que logo parava o próximo avanço e retornava. -Song! Pare. O garoto ouvia como se ele realmente fosse uma espécie de mentor e então se colocava ao lado do homem mais uma vez, ele percebia que a posição da raposa era um problema.

-Bom, essa mulher é perigosa, tome cuidado com seus movimentos, evite golpes muito próximos, ou pode ter problemas com isso. Dizia o homem para o garoto que parecia entender  aquilo com facilidade. Ele poderia ver no corpo de Agatha a eletricidade percorrendo e sua forma de batalha como se fosse de fato uma besta, logo, a mulher começava a se mover com velocidade em direção a eles, usando de névoa da guerra para ir de forma sorrateira.

-Preste a atenção. Dizia Antony enquanto parecia estar olhando para um lugar vazio. O rapaz buscava os movimentos da mulher, mas parecia não conseguir acompanhar de forma tão apurada, e então Agatha surgia do meio da névoa próxima ao garoto preparada para desferir um golpe em sua nuca. -Hoje não, raposinha! Antony comentava movendo sua espada em um corte de cima para baixo buscando acertar o braço da mulher e arrancá-lo fora.

O movimento era um corte limpo e veloz, mas por sorte a mulher estava de fato atenta a todos os golpes que pudessem vir em sua direção e então mudava de direção, retirando seu braço da direção da lâmina e se movimentando para dentro da névoa mais uma vez. -Se eu não a tivesse impedido, você provavelmente estaria morto agora… Consegue entender contra o que está lutando? Se sim, vá, e mostre doque você é feito. Dizia o homem que começava a caminhar para fora dali indo em direção às escadas da mansão.

Ele parecia ter deixado que Song cuidasse daquilo, e como Don Wei Rong estava presente, dois seriam o suficiente para lidar com a mulher. Sua caminhada parecia desprevenida, nem mesmo parecia ter uma guarda alta, porém, para aqueles astutos o suficiente, entenderiam que caso tentassem algo naquele momento, certamente seriam pegos e mortos quem que pensassem duas vezes.

Até o momento, os movimentos de Agatha haviam apenas surtido efeito naqueles não tão aptos a lutar contra ela, porém, Song estava ileso ainda, assim como Don que não havia se movido nem um milímetro para ajudar na batalha e apenas os dois como se observasse cada movimento feito pela raposa naquele momento, porém, não dava para saber se ele tentaria ajudar no combate ou não, e a raposa precisaria tomar suas decisões visando uma ação conjunta por parte dos dois.


Hany


A pequena percebia que o combate estava se iniciando, e via tudo ocorrendo diante de seus olhos, ela percebia que Agatha naquele momento parecia enfrentar três adversários formidáveis, e isso talvez pudesse ser um problema até mesmo para alguém forte como ela, mas mesmo assim decidiu por seguir seu plano e capturar aquela que detinha as informações que o submundo queria apagar.

Com isso, a pequena aproveitava todo o alvoroço criado pelos movimentos da raposa e as explosões da invasão acontecendo, para avançar na direção da mulher que naquele momento não demonstrava medo nem nada, apenas buscava se retirar daquele lugar sem ser vista, afinal, ela provavelmente tinha algo a esconder que pudesse acabar com o submundo e até mesmo com ela.

Porém, em meio a sua fuga, ela era surpreendida por Hany, que avançava em sua direção visando acertá-la com toda a força que tinha, porém, em meio ao movimento da menina, a mulher utilizava sua habilidade, algo que parecia vir de uma akuma no mi, ela criava uma espécie esfera de energia aurora, que acertava a menina a empurrando contra o solo.

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Mas isso não fazia a pequena parar, e ela conseguiu se recompor rápido o suficiente para iniciar mais uma vez o movimento, dessa vez acertando o rosto da mulher com um soco forte, que a fazia cambalear.

Logo ela continuava avançando e acertava mais um soco, dessa vez no estômago, e em seguida uma rasteira que por pouco não acerta a mulher. Ao perceber o golpe em suas pernas, ela saltou, dando um chute no rosto da pequena híbrida, assim se reposicionando mais um pouco atrás. Hany poderia ver as esferas de energia em suas mãos, colocando ambas a frente de seu corpo, e suas pernas um pouco afastadas em posição de defesa, porém, demonstrando um posicionamento bom para ataques também, ela parava olhando para a pequena.

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-Você deve ser algum cão do submundo não é? Tenho certeza que querem acabar comigo pelas informações que tenho… Fique sabendo que não vai ser nada fácil. Diria a mulher a olhando diretamente com olhos afiados. Aquilo deixava claro que ela não era uma qualquer, e para mandarem alguém para apagá-la, provavelmente tinha ainda mais influência em outros lugares.


Samira


A ruiva percebia que os modelos de exoesqueleto da dupla eram de fato poderosos, e não pareciam tão atrasados assim, porém, eles tinha uma limitação muito maior, quando o assunto era mobilidade e utilização das armaduras, e ela poderia perceber isso, observando seus movimentos quase que robóticos nos movimentos da dupla.

Com isso, a mulher avançava contra sua adversária, seu movimento era veloz e a pegava de surpresa, logo abraçando suas pernas e deslocando seus joelhos, era possível ouvir o  som do estalo dado, e assim, ela subia em cima da mulher, buscando estrangular a mesma até sua cabeça explodir, mas nesse momento, o homem lançava suas correntes para frente, as mesmas se enrolavam em volta do corpo da ruiva, e então ele puxava com força, porém, quem se movia era o homem e não a mulher, assim fazendo ele ir em sua direção com uma voadora com os dois pés, acertando seu peito e a arremessando para trás.

Em meio a seu curto voo, a mulher ainda conseguia se mover, pouco, mas o suficiente para levantar o tronco e lançar seu chicote contra a mulher, enrolando o mesmo em seu braço e a puxando e arremessando a mesma em cima de alguns dos computadores. -Cuidado para onde você joga ela! Você pode acertar a bomba. Dizia o homem assustado com a possível destruição da bomba, antes dela ser lançada.

Porém, a mulher não se importava mais e bradava com raiva. -Que se dane, eu só quero matar essa vadia! Ela gritava mas não podia sair do chão, seus joelhos estavam incapacitados de se mover, e nesse momento, Samira avançava mais uma vez, aplicando socos no tórax do homem, buscando encontrar um ponto sem proteção, porém, sem sucesso, mas ela percebia uma coisa, seus golpes danificaram bastante a armadura do homem, o que demonstrava a superioridade do seu, que nem mesmo um arranhão tinha.

Em meio a isso, ela terminava golpeando o homem o deixando com sua lateral esquerda danificada, tanto armadura quanto corpo, e assim, ela o puxava pelas correntes o fazendo girar em volta, a mulher ainda no chão tentava se arrastar para mais parto para conseguir puxar a ruiva com o chicote, mas antes que ela pudesse fazer algo, Samira jogava o corpo de seu marido de cima para baixo em cima dela, a pancada era absurdamente poderosa, e demonstrava não só a força bruta da mulher ser algo surreal, como também a potência que seu novo equipamento lhe dava.

Nesse momento, os dois estavam desacordados e caídos no chão, e a ruiva poderia escolher o destino dos dois naquele momento. Eles não eram os inimigos mais poderosos, e os verdadeiros problemas ainda estavam por vir, e Agatha era quem estava tendo de lidar com isso até o momento sozinha no salão principal da mansão. O T.I.L.T estava em sua frente também, e ela poderia pegá-lo para concluir sua missão pelo submundo, mas será que levar aquela bomba agora seria uma boa ideia?


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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySex Set 23, 2022 3:08 pm






Capitulo III — Solstício

A utilização do 1° selo era algo necessário naquele momento, a quantidade de aliados parecia não ser a mais adequada então tinha de eliminar as moscas que faziam parte da composição inimiga. “Essa técnica ainda demanda muito de mim!” Sentia a dor em minha mão vinda da quantidade de energia que tinha sido usada na mesma.

A ultima linha de energia se dispersava do meu dedo, quando por surpresa era emboscada pelo jovem comandante, sentia que o mesmo estava pronto para desferir um golpe perigoso. Por sorte o Soru era perfeito para manobras evasivas só não contava com a velocidade do mesmo.

“Como ele conseguiu acompanhar o Soru?” Me questionava ao sentir o chute do mesmo, que parecia já saber para onde eu ia parar, mas aquilo não me pararia, utilizava de um dos meus estilos de combate para poder pressionar e usar bastante do campo.

- Vocês são realmente interessantes! Falava em um tom no qual ambos pudessem escutar, saia dos meus quatro apoios ainda sentindo um pouco da minha mão esquerda formigar.

- São bastante cautelosos, isso eu respeito, provavelmente estudando meus movimentos, tentando entender da maneira que eu luto HAHA! Dava uma pequena gargalhada levando a mão direita a boca.

- Normalmente isso seria bastante eficiente para pessoas que são “presas” dentro do combate, mas vão ver que lidar comigo é um pouco mais complicado! O olhar sanguinário voltava a aparecer, lábia meus lábios, pronta para poder continuar o combate.

“Golpes isolados não serão eficientes pelo visto, um está complementando o outro!” Pensava analisando o cenário em que me encontrava, ainda tinha o líder da armada Happo que não parecia afim de uma batalha, enquanto estivesse sozinha não seria inteligente da minha parte o incomoda-lo, ao menos precisava eliminar um dos dois sem muitos danos.

“Vou aproveitar de dois dos meus movimentos...” Usar o campo de batalha para se movimentar ainda era o caminho mais seguro para se fazer, ainda mais em uma batalha dois contra um no qual ainda não era tão claro o total potencial de ambos.

Continuava na forma atual, em meus quatro apoios sentia que minha mão direita ainda estava formigando, ficava parada por alguns segundos, tentando sentir tudo a minha volta, usar do terreno e das brechas que meus sentidos poderia vir a me dar.

No primeiro movimento detectado por parte de ambos dispararia em meio a guerra utilizando do soru, para poder ser o mais rápido possível, sempre usando para me movimentar em meio a nevoa criada pela batalha. Era um movimento extremo utilizar de formas repetitivas assim ainda mais com minha mão sensível, mas precisava pegar eles de surpresa.

Assim que observasse uma brecha partiria em direção dos dois revolucionários, energizando as pontas das minhas garras para que ficassem afiadas como navalha, quando estivesse perto o suficiente saltaria na direção do que estivesse mais distraído, claramente pensariam que seria o mesmo movimento, talvez prontos para se esquivar, mas provavelmente não esperavam por uma carta na manga. – Baal! Assim que falava a forma que a energia se comportava em meu corpo mudava, indo todo para as extremidades do meu corpo.

O corte que iria ser feito, não seria mais executado, fechando meus punhos com a energia acumulada, soltaria toda a onda acumulada para que assim a eletricidade acertasse os dois e se alastrasse os empurrando e os separando, caso tentassem um contra-ataque, ainda usaria da energia para empurrar o golpe. Caso desse certo cairia no chão com a mão esquerda no chão e com apoio da perna direita. – Se acham que só sei lutar de uma forma é melhor mudarem a estratégia de vocês! Me levantaria pronta para continuar.

Agora em meus dois apoios, com o acumulo de energia gerado em minhas pernas, usaria outra onda de choque vinda das pernas para saltar e atingir que estivesse a minha volta, saltaria em direção ao jovem comandante. Usaria do geppou para me redirecionar esticando o braço direito acumularia a energia de Baal o liberando um pouco em forma de onda, assim tentando acertar o garoto com o máximo de potencial possível.

Caso sentisse que viesse algum golpe em minha direção, tentaria usar do geppou para me esquivar e me reposicionar para continuar tentando do meu golpe. Caso bloquear fosse mais propenso, usaria da onda de coque proveniente das minhas mãos para afastar quem estivesse me atacando.

Caso meu golpe fosse bem sucedido, com o apoio da onda usaria do geppou para poder me redirecionar dando algumas cambalhotas, e assim caindo em meus quatro apoios. – Astaroth! A energia que se concentrava em minhas mãos voltavam a circular meu corpo, agora de forma muito mais densa e visivelmente mais pesada, assim para não dar margem para movimentação conjunta, miraria o inimigo que estivesse em meu raio de visão assim usando da minha energia usaria minha boca para disparar uma quantidade massiva de energia na direção do meu inimigo.

Caso alguém tentasse me atacar em meio a esses movimentos, usaria da minha energia para expandir a mesma com toda a minha força e o jogando para longe, se fosse um projétil, tentaria usar do soru para poder me reposicionar e assim efetuar o golpe. Na finalização disso tudo, voltaria a forma Belial para assim ficar mais leve e voltar a me esconder em meio a nevoa da guerra para poder entender em qual estado estava o combate.




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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptyQua Set 28, 2022 1:21 am

Life is too long to end at a grave

Os problemas de Agatha não pareciam incomodar muito Boo, seu objetivo era um, mesmo com sua companheira em perigo, sua missão verdadeira era matar aquela pessoa e isso devia ser finalizado rapidamente para que a questão geral pudesse ser abordada com mais tranquilidade. E até se fosse um perigo, não existia chance dos outros agentes sob seu comando deixassem ela só, essa operação era enorme e até sem pensar ou se preocupar muito, Hany conseguia entender. A movimentação da pequena foi breve, toda a confusão não dificultou muito a visão dela, seu alvo parecia fugir de forma calma, meio anormal. "Bizarro." Com avanços simples, a situação logo transformou-se num combate, principalmente quando uma energia estranha afastou e até pressionou Boo contra o chão. Um poder tão sobrenatural, algo que não era exatamente fantasioso, mesmo minks e peixes conseguem usar habilidades de manipulação, mas aquilo parecia um pouco forte e estava nas mãos de um humano.

A espancar não seria tão divertido quanto uma luta, ao menos nesse ponto as coisas seguiram um rumo melhor. "Não vou poder ajudar tão cedo, essa coisa que ela faz... Não são todos os humanos que conseguem, nunca vi um que faz. É até esquisito que essa mulher aí consiga." Nada nela emanava poder, estranhamente o coração de Boo não se agitava ao olhar para ela, mesmo seus olhos não pareciam tão animados para ganhar aquilo. O interesse real estava nessa coisa, naquela esfera, essa habilidade, poder, energia, tanto faz o motivo de onde isso veio, Hany queria ver mais e entender como tudo funcionava. "Talvez... Apanhar um pouco? Será que os outros vão conseguir lidar com tudo sem a minha presença? Shaa, é diferente... Nunca achei que ia encontrar uma parada tão diferente fora daquela ilha." O mundo era grande demais, este ainda era o começo e apenas outro simples obstáculo que precisava ser derrubado.

Explicar-se era coisa de vilão barato, Boo apenas olhava sua presa com nojo, simplesmente não importava quem ela era ou quais informações guardava, mesmo sem tudo isso a morte dela aconteceria. "Ninguém via sair vivo desse lugar." Quem diabos liga pras informações? Hany apenas ignorou tudo e resolveu avançar novamente. Pela forma como usou seu poder, talvez fosse útil não atacar de primeira, muito menos diretamente. Nos primeiros passos o foco estava em mover-se de forma irregular, variando bem a direção, procurando evitar a linha reta ou padrões muito óbvios. "Ela pode criar, preciso tomar cuidado caso consiga jogar também." Junto da movimentação, existiriam também os braços e pernas para afastar golpes, mudar a direção, bloquear e também em momentos oportunos aproveitar alguma fraqueza na estrutura defensiva de Emillie.

Esses espaços após golpes ou apenas em algum movimento errado seriam os pontos exatos onde a garota-peixe avançaria um pouco mais, desferindo golpes nos pontos mais expostos, sendo apenas um soco direto, chute, joelhada e até cabeçada se preciso. Esses eram mais simples, diretos e sem muito pensamento, precisando criar o espaço com sua própria movimentação, forçando um erro na mulher. O primeiro ataque seria seguido por mais alguns básicos, parando assim que pudesse notar a guarda dela tornando-se mais segura. Claro, Boo não recuaria, simplesmente faria novamente suas movimentações para evitar bem qualquer ataque, abusando de sua velocidade, esperando cansar uma mulher adulta com seus avanços em combate.

Como até então os usos de suas habilidades não eram claros, talvez só esperar uma falha não seria o ideal. Claro que existiriam testes até comprovar conseguir ou não atacar em pontos mais desprotegidos. Mas se isso não fosse possível, Boo tomaria a ofensiva, indo o mais rápido possível até a presa, movimentando-se para manter ela encurralada, aproveitando qualquer brecha ou simplesmente criando uma ao executar uma finta, criando um chute ascendente, não importava muito a região focada. Chamando a atenção para o chute, Hany esperava recuar sua perna, impulsionando-se para mais perto, saltando quando estivesse próxima o suficiente para acertar um soco no queixo/rosto de sua oponente. Não era fácil, muito por isso a pequena até mesmo agarraria as roupas da mulher, puxando-a e também ajudando em seu pulo. O soco era apenas a primeira parte, sem qualquer medo a garota-tubarão continuaria segurando as vestes de Emillie para a manter perto, continuando a dar socos, chutes, joelhadas e cabeçadas. Mesmo ser acertada não a faria largar, dor não é um problema, mas poderia ser se ela fosse lançada longe, por isso se manteria atenta, esperando largar ou puxar a mulher, jogando-a contra uma parada ou apenas a empurrando com um chute na barriga, criar uma distância e ainda causar dano, era a ideia perfeita na cabeça dela.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySex Set 30, 2022 12:41 am








Ato XIII



Tendo finalmente acabado com aquele objetivo e finalizado os alvos de minha missão pelo submundo, desabilitava a minha armadura, deixando-a cobrir apenas o punho da mão direita. — Nada pessoal. — Encerraria cada um dos dois cientistas com um soco esmagador contra suas cabeças. Seria uma pena novamente ter que acabar com vidas alheias, mas infelizmente aquele era o meu objetivo naquela ilha, e eles conheciam a minha identidade, e seriam danosos ao meu sigilo. Por fim, após me certificar de que nenhum deles ainda estava respirando, retiraria de meu bolso aquela Dogtag com a identificação de um Agente do Governo desconhecido, um tal de "Jack-sei-lá-o-quê". Lembrava-me vagamente que dois dias antes uma das partes do serviço que me fora atribuído, além de eliminar os cientistas, consistia em "deixar cair" uma identificação falsa de um dos membros do Governo.

— Agora... — Pensava comigo mesma, olhando para aquele míssel. — Como eu vou roubar isso? — Não tinha ideia alguma a respeito de como o faria, mas me aproximaria da arma, tentando encontrar alguma maneira de desencaixar a ponta esverdeada do míssel, talvez utilizando alguma das ferramentas presentes naquela sala. Assim, tentaria tirar aquele conteúdo venenoso, talvez até mesmo migrar a um outro recipiente menor e capaz de ser levado no bolso. Caso não fosse possível, apenas analisaria o tamanho daquela ponta esverdeada após desencaixá-la, tentando buscar alguma forma de guardá-la em segurança e sigilo.

Daria uma breve olhada pelo laboratório, em busca de materiais para construir algo que pudesse me ajudar naquele momento. Não era de meu interesse subir, no entanto, esperaria a confusão começar para sair despercebida. "Será que já começaram?"





Objetivos
- Aprender Soru e Shigan (preferencialmente no final, saindo da ilha)
- Aprender Forja, Sociologia, Avaliação
- Fazer uma grande mudança na ilha, mudar principalmente com relação a ter meu próprio território no submundo dessa ilha.
- Quero iniciar uma Caçada de Tesouro (achar algum mapa, alguma lenda, etc, pra concluir na próxima aventura no
- Seguir uma história bacana.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Proficiência Sociologia (Post nº 05)
- Proficiência Avaliação (Post nº 06)
- Judge (Post nº 10)


PERDAS

- xx (Post nº 1)
-

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿38.690.000 -> ฿38.690.000


NOTA FISCAL

- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xxx - Post nº 01)


RELAÇÕES

- sim


STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 12000
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 13 posts
Experiência Akuma no mi: 01 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:
Citação :

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
Condução
Diagnose
Cirurgia
Disfarce
Dramaturgia
Escudista
(P) Física
(P) Química
(P) Farmácia
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia
Mecatrônica
Mecânica
Anatomia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

Cores do Template
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royalblue
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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySex Set 30, 2022 9:36 pm




Agatha

A raposa logo percebia que o homem não se tratava de qualquer um, ela entendia agora que ele tinha seu título e cargo porque era de fato alguém bastante habilidoso, e mesmo sendo novo, quando era direcionado a algo, conseguia executar tudo de forma extremamente bem feita.

O primeiro movimento da mulher havia sido feito, mas a surpresa do golpe do rapaz a pegou, mas isso não a fez simplesmente parar, ela entendia contra quem lutava e sabia dos riscos, e como também era alguém de extrema astúcia, começava a bolar seus movimentos seguintes, ela analisava todo o cenário, e sabia que precisava separar os dois adversários, mesmo que Wei não tivesse tentado a atacar ainda, talvez ele nem sequer estivesse a vendo como um problema, já que Zhi estava a enfrentando, e ele certamente conhecia as habilidades do revolucionário.

Porém, era nesse ponto em que ela surpreendia não só aos dois, mas a Antony que observava tudo de cima da escadaria do palácio. Após ter tudo o que precisava em sua mente, e ter analisado todo o campo, ela o utilizava da forma mais primordial possível, como se aquilo fosse o quintal de sua própria casa, seus movimentos agora pareciam diferentes, e a energia parecia ser diferente, ela se movia em direção a eles, e ambos não esboçaram nenhuma reação imediata, mas Zhi, parecia mais uma vez tentar entender o movimento da raposa e antecipá-lo como fez anteriormente, mas esse era um erro grave cometido pelo rapaz.

A mulher era ardilosa, e no meio da movimentação, quando o rapaz já achava que tinha algo definido, ela mudava tudo, trazendo seu baal para o campo de batalha, e isso os pegou desprevenidos, a reação de Zhi era totalmente frustrada, obrigando Wei a se mover para impedir uma desgraça maior, mas não conseguia impedir o primeiro golpe a ser aplicado na dupla. O rapaz se movia em velocidade buscando tirar Zhi do caminho, ele conseguia parcialmente, afinal, a eletricidade se expandia ainda mais, e ao tentar acertar um soco na mulher, ele era pego no meio da descarga, o que jogava seu corpo contra o de Zhi Song os jogando para trás com força.

Aquele de fato era um estilo de luta problemático, com muitas variações e habilidades, e isso tornava difícil entender como seriam os movimentos da mulher, já que parecia não seguir um embasamento fixo, e era livre para as mudanças no meio do ataque. Em meio a tudo, Wei agora se sentia no direito de também atacar, e assim o fazia, o rapaz logo se movimentava de forma veloz acertando um soco no estômago da raposa, e um segundo soco viria na direção de sua face, mas ela conseguia segurar o golpe bloqueando o ataque com as ondas de choque provindas de suas mãos com a energia ainda remanescente.

Assim ela repelia o segundo golpe do rapaz, que rapidamente se reposicionou, e logo havia uma sincronização de alto nível por parte da dupla inimiga, e quando Wei era jogando para longe, Zhi já estava preparado para golpear a mulher com um chute giratório em diagonal para baixo, como um machado descendo na direção da mulher. Já Wei, agora fazia uso de sua lança para finalmente entrar em seu modo de luta mais habilidoso, o rapaz fazia um movimento contrário ao de Zhi, fazendo o cabo de sua lançar girar de baixo para cima em diagonal, o que acertava Agatha com força.

Os dois golpes se conectam muito bem, acertando seu corpo e a fazendo girar no ar parada no mesmo lugar, mas ela ainda tinha uma carta na manga, e não deixou isso barato, e logo disparava sua energia de forma brutal por sua boca enquanto girava, a energia atingia os dois, e Zhi recebia o golpe com bastante força, já que só fazia uso de botas e manoplas, o golpe mesmo sendo bloqueado o causou alguns danos e o jogou para trás, já Wei, se mantinha tranquilo, usando sua lança, ele conseguia impedir o avanço da energia a bloqueando e logo girando a lança para redirecionar a carga para outro lado.

O combate estava em um grande início, os dois lados estavam apenas começando com aquilo e não pareciam estar preocupados com o que poderia acontecer a sua volta, Antony observava tudo à distância, vendo seu discípulo lutar e analisando os movimentos da mulher. Os três estavam um tanto afastados agora, a uma distância de mais ou menos quinze metros um do outro, formando um triângulo, onde Wei e Zhi eram a base, e Agatha o seu topo.


Hany

A pequena Boo se via em um grande dilema, ela percebia que sua inimiga tinha poderes diferentes do que ela estava acostumada, mas os poderes da mulher não intimidavam a pequena que continuava avançando com tudo, e buscava meios de acertar sua adversária.

Ela conseguia perceber que seus movimentos eram bem mais velozes que os da mulher, mesmo que ela tivesse habilidades formidáveis, a pequena ainda era melhor no combate, talvez por ser treinada para isso e sempre usar seu corpo como arma, e assim, ela conseguia se movimentar das esferas que a mulher lançava e assim conseguia penetrar sua defesa, acertando um soco na costela da mulher, e um chute em seu peito, a fazendo ir para trás.

Em seguida a menina continuava seus movimentos hábeis, de forma que fazia a mulher ficar um tanto confusa, o que demonstrava ainda mais que ela não era praticamente de combate, os movimentos da pequena eram bem velozes e inteligentes, sempre buscando achar brechas para agir e acertar sua adversária, e quando ela conseguia finalmente encontrar um espaço para utilizar, ela ia com tudo, porém, em um momento de estresse, como se estivesse dando um chilique, a mulher gritava. -Se AFASTAA! Dizia ela gritando e fazendo a energia sair de seu corpo se expandindo em volta.

A energia empurrava Hany para trás, a jogando com força contra uma parede, mas de certa forma, fazia a mulher perder um pouco das forças, e isso era a brecha que a menina queria, e ela não a perdia, seu avanço era impetuoso, e aproveitando da fraqueza da mulher, ela acertava um soco em seu queixo, seguido de um chute ascendente que atingiu sua perna levantando-a do chão por alguns segundos.

A mulher estava prestes a tomar mais uma sequência de golpes, mas no fim, conseguiu impedir que a menina avançava, utilizando a energia para a repelir novamente e então esmagá-la contra o solo, enquanto com a outra mão fazia a magia a apoiar para que não caísse no chão após a rasteira. -Eu posso não ser uma mestra em combate, mas eu sei usar meus poderes… Não sei quem você é, mas vai precisar de muito mais do que isso para me vencer. Dizia ela enquanto arremessava Hany novamente para trás, mas dessa vez, o empurrão não era tão forte e não a jogava contra uma parede, apenas a deixava a uma distância de mais ou menos dez metros do seu alvo.

A pequena poderia notar nas vestes da menina, que havia uma caixa, aquilo não parecia ser nada tão importante, mas talvez era aquilo que ela tinha ido buscar no meio daquela reunião da revolução, talvez parte do acordo? Bom, ela não tinha como saber o que tinha dentro, mas poderia ser algo bem útil e importante.


Samira

A ruiva conseguia finalizar seus inimigos, claro que poderia ter sido muito mais difícil, mas seu novo equipamento demonstrava ser deveras interessante e poderoso, com isso, ela agora finalizou os dois, já que eles sabiam sua identidade de disfarce, e isso poderia ser problemático para ela.

Logo ela se via em um impasse, como levar o míssil consigo? Aquilo era bem grande, afinal, era uma arma para atingir uma ilha inteira, não tinha como ser menor, e assim ela optou por tentar arrumar um jeito de tirar apenas a parte verde do míssil. Porém, ainda que retirasse essa parte, ainda seria algo bem grande para se levar por aí nas mãos.

Ao tocar na parte verde, ela percebia uma pequena brecha entre a ponta e o corpo, o que demonstrava ser um encaixe, mas que tipo de encaixe era aquele? Fácil, era algo que rodar, a ponta penetrava o corpo girando e se prendendo a parte metálica, e assim o recipiente verde poderia ser retirado dali dessa maneira, mas ainda assim, ela ainda precisava dar um jeito de tirar aquilo dali.

O míssil tinha vinte e dois metros, e sua ponta tinha cinco metros, porém todo ele tinha dois metros de diâmetro, o que tornava aquilo ainda algo problemático e pesado. Seu peso total chegava em torno dos cinquenta mil quilos, mas só a ponta pesava em torno de vinte mil, tendo em vista que ela era o principal componente do míssil, e onde obtinha o líquido que se tornaria fumaça e cobriria toda a ilha. Dessa forma, a mulher agora tinha uma ideia de como desacoplar a ponta do corpo, mas ainda precisava ter cuidado para não explodir em suas mãos.

Já do lado de fora, ela poderia ouvir toda a confusão e guerra que estava acontecendo no local, o barulho de coisas explodindo e pessoas gritando podia ser ouvido de fundo de onde ela estava, e por isso ela precisava ser rápida, já que certamente iriam procurar pelas mentes por trás da bomba que a revolução queria lançar, afinal, eram os cientistas que tinham os recursos para caso precisassem de uma bomba igual futuramente. O tempo corria, e Samira tinha que ser rápida e inteligente, ou ela poderia acabar encontrando problemas a mais antes de sair dali.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySáb Out 01, 2022 2:31 am

Life is too long to end at a grave

Velocidade, força, precisão e até beleza, Boo era superior em tudo e mais um pouco. Até o poder incrível e estranho da mulher não se mostrava grande coisa na frente da garota-peixe, ela sabia o problema que aquilo poderia lhe dar, mas pouco importava, sua força superava qualquer problema e este não se mostrou muito problemático até então. O estilo de luta dela era tão simples, direto, mesmo com algumas invenções, acabava sendo fácil de uma pessoa habilidosa entender para defender-se ou atacar nos momentos corretos. "Consigo entender... Sei lutar, matar e tal, mas não me dou bem com informações ou planos bem elaborados... Ela focou nisso, é natural." Poucos tem cabeça para lidar com isso e por este motivo, precisam de aliados que os complementam, mas ela estava sozinha, tinha apenas seu poder, sua magia. Ter tanta energia dentro de si não é natural, todos possuem limites, esse simples momento em que a revolucionária explodiu e arremessou o corpo da garota foi suficiente para notar mais uma fraqueza, criando mais uma brecha.

O choque contra a parede foi apenas divertido, Boo não tinha um corpo forte, mas aquilo deixou a situação bem melhor. Saber que sua presa não gostava de ser pressionada, que dava chilique quando a situação não ia pro seu lado era muito bom. "Mais uma vitória, cabecinha fraca..." Foi tão fácil, bem mais do que Hany gostaria, mas ao menos era uma luta com certos perigos. Mesmo sendo bem forte, aquele poder tinha a força para causar problemas se bem usados. "Uma hora ela cansa, eu tenho muita energia guardada, vou ganhar isso aqui no cansaço, na dor dela." Uma jovem humilde, deixando sua presa lutar mais um pouco, já que se fosse sua vontade, terminaria aquilo em poucos segundos. Uma predadora tão forte como ela não possuí dificuldades em coisas assim, mas se divertir sozinha era errado, deixar os amiguinhos brincar também fazia parte de tudo, como a mamãe ensinou. E nesse tempo, restava aproveitar a dor de Emillie nessa simples brincadeira.

Certo, alguns ferimentos aqui e ali não fazem mal, podem até ajudar a pequena em sua jornada para se fortalecer. Alguém que simplesmente ganha tudo sem sofrer um pouquinho não conhece desafios, pode até se surpreender quando encontrar um e surpresas nem sempre são boas pro seu lado. – Muito mais é forte, mas estou disposta a te mostrar mais. – uma simples provocação que terminava num sorriso levemente animado, aquela caixa aparentava ser interessante e até importante. Mais tarde, distrair-se por algo tão básico não encaixava na mente de uma predadora... Bem, Hany era a predadora, mas ninguém estava aqui. "Liberdade?" Todos iam morrer, não existia motivo algum para esconder-se tanto. Mesmo recebendo golpes, focaria em chegar perto, tomando sempre um cuidado a mais quanto a explosões de poder sendo liberada do corpo dela, recuando em momentos perigosos, avançando novamente com mais cautela.

A ideia que brotava em sua cabeça era bem simples, seria ótimo se desse certo. O plano estava montado, Boo não ligava muito pro que sua oponente faria, estava apenas se cuidando o suficiente para evitar os ataques lançados, movendo-se novamente de força irregular enquanto rodeava a oponente, recorrendo a seus avanços para a fazer recuar o canto, numa parede ou simplesmente num local sem saída. Saltos, movimentos do corpo e até bloqueios com os braços/pernas estavam lá para limitar danos quando necessário, permanecendo sempre em movimento, mostrando a língua, dando pulinhos de alegria e até rindo de Emillie no meio da luta. Tudo isso para cansar e também aproximar-se mais da mulher, preparando o ataque.

Primeiramente um avanço rápido, saltando para a frente já realizando um soco direto, esperando acertar algum ponto da cintura para cima. Esse ataque inicial serviria mais para testar, imaginando um bloqueio, Boo esperava saltar para algum dos lados, querendo evitar a energia e logo usar dum impulso contra o corpo da revolucionária. O segundo avanço seguiria com chutes laterais, usando o lado mais exposto, focando nas costelas ou até pernas e enquanto isto rolava, rapidamente a pequena tentaria agarrar alguma roupa ou parte do corpo de sua adversária, puxando-a de leve, usando este ponto para aproximar-se ainda mais dela. Hany estava tentando deixar seu rosto o mais perto possível de algum ponto. No momento correto, abriria bem sua boca, forçando os dentes humanos para fora ao liberar os de tubarão com bastante agressividade. Seus olhos brilhavam em vermelho, seria a primeira refeição em muito tempo e a garota-tubarão aproveitaria bem, mordendo o ponto mais próximo com toda a precisão e força que conseguia, querendo arrancar pedaços. Não seria apenas uma, mais mordidas acabariam sendo lançadas, principalmente se fosse atacada e uma abertura clara estivesse lá, aproveitar-se desses momentos era o foco após completar os golpes principais. Escapar de ataques, avançar e morder, chutar, socar ou apenas a jogar contra algo, Boo queria apenas pressionar mais e mais, tornar o combate um inferno até sentir-se satisfeita e ver a revolucionária idiota aos seus pés.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptyTer Out 04, 2022 9:12 pm






Capitulo III — Solstício

A batalha se mostrava bastante intensa, de fato eram inimigos complicados de se lidar, mas o fator de eu estar lutando completamente sozinha naquela situação dava um ar de dificuldade um pouco elevada. – Gosto assim, homens que conseguem deixar uma mulher entretida! Falava passando a mão em um dos pontos no quais tinham me acertado.

“Tenho de tomar mais cuidado, se eles me acertarem tanto assim, vai ser problemático para mim!” O cuidado com os movimentos dos inimigos era algo que tinha de me preocupar em dobro, a pesar de ser alguém com uma força considerável, eu mão tinha uma constituição tão favorável para estar levando tanto golpe assim.

- O mais engraçado... é que estão lutando e nem sabem o verdadeiro motivo HAHAHA. Falava pausadamente retirando a mão de cima do meu abdome, me posicionava colocando a mão direita em cima da cintura.

- Mas não posso negar que são interessantes, mantiveram a luta em um nível... Delicioso... Lambia meus lábios sentindo minha energia circular pelo meu corpo, o calor da batalha me manteve acesa, sentindo todos os espíritos demoníacos que me rondavam.

- Não vou mentir, são os primeiros a encararem mais de uma de minhas formas e ainda sobreviver, agora chegar até a terceira... Isso me deixa completamente excitada! A coordenação de mudar de formas de combate adotando os estilos únicos de combate de cada demônio, era algo completamente ímpar.

- A magia que existe dentro de mim está pronta para sair, claro são os primeiros que terão o prazer de conhece-la! A minha energia ficava mais intensa, correndo por cada centímetro do meu corpo, sentia minha força aumentando. – Seria muito rude da minha parte se eu ao menos não desse o nome apropriado a mesma...

Parava de falar intensificando ainda mais a energia que estava em volta do meu corpo. – Pode chamar essa magia de... Possessão! Retirava a mão de minha cintura, me preparando para voltar a atacar.

Me colocava de volta aos meus quatro apoios, mas dessa vez iria de um confronto direto, logo então usaria a minha base principal. – Valefor! Assim iniciaria a luta como uma predadora implacável que era, estava atenta usando dos meus sentidos para poder perceber os movimentos de ambos os que estavam a minha frente, sem perder a atenção no velho que estava me observando.

Assim que percebesse o mínimo de movimentação, me impulsionaria em meus quatro apoios, começando a correr em direção do que havia se movimentado, assim que tivesse em uma distância relativamente pequena, daria um salto alto suficiente para poder me esquivar de algum possível ataque vindo do mesmo. Conseguindo efetuar esse movimento, imbuiria minha perna direita com a eletricidade e assim caindo em direção ao homem tentaria desferir um chute da esquerda para direita visando acertar sua cabeça. Conseguindo acertar usaria o corpo do mesmo como apoio para assim dar uma cambalhota girando e caindo no chão com os quatro apoios, utilizando esses movimentos para atordoar o primeiro inimigo, deixando livre para seguir em direção ao outro inimigo com máxima velocidade utilizando do soru, tentando não dar tempo de resposta do mesmo.

Assim que estivesse bem próximo ao inimigo, acumularia a energia nas garras da minha mão direita, assim fazendo força com os braços para me levantar, aproveitaria desse impulso, para que com a garra virada para o corpo do inimigo, desferiria um corte na vertical de baixo para cima, tentando acertar todo o centro do homem. Caso percebesse uma movimentação estranha por parte do adversário, usaria desse impulso para me afastar para o mais longe possível, assim ficando em uma distancia segura, mas com possibilidade de me reposicionar e tentar efetuar o golpe, mas dessa vez tentando acertar as costas do mesmo.

Desferindo ou não esses dois golpes, usaria do soru para me afastar, assim podendo ter um novo panorama da batalha, aproveitando desse tempo e da energia acumulada para me aperfeiçoar mais ainda no combate, assim executando mais uma técnica. - Caminho demoníaco 41º Selo: Ímpeto de Focalor. Deixava então a energia que estava acumulada em meu corpo tomar conta.

- Vamos ver o quanto aguentam! Assim que terminava de falar, o movimento mais obvio iria atacar ambos os inimigos que estariam a minha vista, mas ter o velho me olhando me deixava incomodada, assim utilizando do soru somado com a minha nova velocidade, tentaria me aproximar do mesmo.

Assim que estivesse próximo do mesmo, me abaixaria rapidamente, provavelmente o adversário estaria esperando uma rasteira por minha parte, já que estava assistindo minha luta, mas aproveitaria disso colocando minha mão direita no chão assim tendo apoio o suficiente, para estender minha perda direita desferindo um forte chute para que o corpo do mesmo levantasse, caso conseguisse tal feito, usaria do soru para me reposicionar, e com impulso saltaria na direção do corpo inimigo, utilizaria do geppou para poder saltar e ficar rente ao corpo do mesmo, assim que estivesse energizando minhas garras tentaria desferir um golpe no peito do mesmo tentando acertar seu coração. Caso em meio a esses movimentos sentisse que algum golpe viesse em minha direção tentaria expandir minha eletricidade afim de empurrar o corpo inimigo ou o golpe que estivesse vindo em minha direção.

- Não seja tímido, vamos participar da brincadeira! Falaria após desferir o golpe, enquanto me reposicionaria, para entender melhor como estava o cenário do combate.



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tecnica:

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MensagemAssunto: Re: Capitulo III — Solstício   Capitulo III — Solstício - Página 4 EmptySáb Out 08, 2022 12:52 am








Ato XIV



Aparentemente a T.I.L.T era bem maior do que eu imaginava, e o trabalho que daria tirar aquilo dali era praticamente inimaginável. No entanto, era algo que eu precisava fazer de alguma forma. Buscaria por uma escada ali naquele laboratório, ou qualquer coisa que me ajudasse a alcançar uma altura maior, e a traria para perto do míssel. "Preciso ser rápida com isso." Reclamava comigo mesma, subindo a escada ou qualquer que fosse o móvel ou estrutura auxiliar.

Dessa maneira, tentaria alcançar a ponta do míssel com as mãos, e de alguma forma desenroscá-la do topo do míssel para soltar a parte que possuía a toxina. Faria o possível, após examinar o objeto, para rotacioná-lo e tentar retirá-lo de seu encaixe da forma mais cuidadosa possível, tentando aguentar toda a sua carga sobre o meu corpo. Após isso, desceria da estrutura ou escada, levando o objeto pesado por sobre os meus ombros e então o deixaria no chão, com cuidado. Examinaria a sua estrutura, e tentaria identificar a melhor maneira de abrir aquela carga, rompendo possíveis astes de metal caso fosse necessário para realizar a sua abertura cuidadosa. Tentaria romper, com cuidado, com um aperto das mãos, entortando-as aos poucos de forma a deformar o material, e então facilitar a sua remoção. Utilizaria da força do Exoesqueleto para tal façanha.

Assim que conseguisse abrir a estrutura, buscaria por algum frasco de substâncias químicas pelo laboratório, e então derramaria um pouco daquele veneno dentro do frasco, algo pequeno o suficiente para que pudesse levar em meus pertences pessoais, mas grande o suficiente para que pudesse recolher uma boa quantidade da substância tóxica. Após isso, fecharia o frasco e o guardaria em meus bolsos internos, deixando então a ponta do míssel ali mesmo, desativada, para ser descoberta pelos agentes. Por fim, buscaria os meus fósforos e juntaria uma pilha de papel nas proximidades, ateando fogo aos papéis de forma que pudesse esconder as informações sobre o exoesqueleto, sobre a reconstrução da toxina, e talvez até mesmo destruir a toxina junto, considerando que o máximo de pessoas que aquilo poderia afetar seriam os próprios convidados da festa, que já estavam vacinados.

— Bem... Vamos lá. — Suspiraria, ativando o meu novo exoesqueleto por completo, de forma que sua máscara cobrisse o meu rosto, e então sairia do laboratório subterrâneo, seguindo para o térreo de forma que pudesse averiguar a situação por lá.





Objetivos
- Aprender Soru e Shigan (preferencialmente no final, saindo da ilha)
- Aprender Forja, Sociologia, Avaliação
- Fazer uma grande mudança na ilha, mudar principalmente com relação a ter meu próprio território no submundo dessa ilha.
- Quero iniciar uma Caçada de Tesouro (achar algum mapa, alguma lenda, etc, pra concluir na próxima aventura no
- Seguir uma história bacana.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Proficiência Sociologia (Post nº 05)
- Proficiência Avaliação (Post nº 06)
- Judge (Post nº 10)


PERDAS

- xx (Post nº 1)
-

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿38.690.000 -> ฿38.690.000


NOTA FISCAL

- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xxx - Post nº 01)


RELAÇÕES

- sim


STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 12000
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 14posts
Experiência Akuma no mi: 01 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:
Citação :

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
Condução
Diagnose
Cirurgia
Disfarce
Dramaturgia
Escudista
(P) Física
(P) Química
(P) Farmácia
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia
Mecatrônica
Mecânica
Anatomia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

Cores do Template
fala
roxo
royalblue
blueviolet
hotpink
laranja
fala2
laranja2
sky




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