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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Capitulo III — Solstício

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Achiles
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Achiles
Pirata
Capitulo III — Solstício Seg Jul 04, 2022 8:33 am
Relembrando a primeira mensagem :



Capitulo III — Solstício


Agatha Harkness [Agente], Hany G. Drezat & Samira Evelynne Malkova [Civis]

não possui narrador definido.
Fechada

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Ryoma
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Ryoma
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Re: Capitulo III — Solstício Sab Set 10, 2022 7:55 pm
Years ahead but way behind

A chegada do chá só fez Boo pensar ainda mais, lembrando das compras e o tempo perdido que talvez pudesse ter gerado mais do que apenas uma faca e o cutelo. "O tio K. talvez soubesse onde comprar veneno, seria bem tranquilo, pouco barulho... É, ainda tenho muito que melhorar." Como a situação não estava favorável, os passos da jovem híbrida seguiam de volta ao seu companheiro, mostrando-se pensativa mesmo após desistir da abordagem mais bruta e direta. Completar sua tarefa não era tão importante quanto a missão de Agatha, ela queria algo maior, já o submundo só estava pensando em se livrar dos próprios problemas. "Quando todos forem eliminados, ou enquanto estão sendo, vou ter tempo de lidar com essa questão... Vai sobrar pouca gente, ninguém vai nem lembrar de nós." O submundo era o menos problemático ali, tendo a marinha e o governo para lidar. E mesmo se escutassem algo do alvo, Hany teria sua oportunidade de executar tudo e todos.

É, sai para dar muita volta e não te vi mais. – dizia com um sorriso nos lábios. – Uhm... Vou ficar aqui, não precisa se preocupar... O momento está chegando. – sim, a missão era muito mais importante. Boo tentava falar baixo, escondendo um pouco do assunto para qualquer revolucionário por aí não ter muita noção. Lidar com os problemas, esperar Agatha agir e então partir pro objetivo seria a maneira mais produtiva. – A reunião deve estar próxima, escutei alguém falando sobre. Podíamos ter acordado mais tarde, é complicado. – o pouco descanso recorrente sempre a fez sentir-se extremamente cansada, adorando relaxar na cama e dormir, algo bem raro para quem tem tanta dificuldade em cair no sono. Desde a entrada no submundo as coisas mudaram, Hany passou a trabalhar mais, teve pouco tempo para descanso, mas todas às vezes que ia para a cama acabava dormindo muito bem. "Trabalhar era a solução?" O cansaço extremo de horas trabalhando, ou apenas o estresse que essas situações lhe davam, ela tinha uma resposta, mas conseguia entender que a vida pacífica estava mudando e melhorando.

O início da confusão estava próximo, Boo resolveu não sair de perto de Leo por hora, segurando a mão do agente enquanto seus grandes olhos analisavam a movimentação de todos, principalmente a que sua amiga raposa tomava. "Imagino que vai começar por ela, se não for o caso, ao menos estou olhando um pouco os outros. Qualquer agitação é o sinal." Com tranquilidade, a pequena garota-peixe aguardava, pronta para se mover assim que os outros companheiros de missão fizessem o mesmo. O destino dela definitivamente a levaria até Emillie, mantendo sua movimentação bem grava para ter noção de onde a encontrar. Não tinha como saber se Leo acompanharia sua movimentação, ou se isso realmente aconteceria agora. Diferente do normal, essa situação toda incomodava. Era como uma coceira, um formigamento na nuca a estimulando pros problemas, era complicado até manter os olhos sob controle, o vermelho lá no fundo, dava as caras, toda a vontade de sentir o sangue de alguém a perseguia. "Água vai ajudar." O cantil era aberta, seguindo até os lábios dela para saciar a sede, mesmo sendo de algo diferente. Esse não era seu jeito, depois disso Hany precisaria de férias, alguns idiotas para socar, morder... Coisas que o povo não pode saber, como sempre.

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Objetivos, talvez, não sei:
Samira
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Samira
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Re: Capitulo III — Solstício Seg Set 12, 2022 12:26 am







Ato XI



— Como assim? — As palavras saíam de minha boca, atropelando-se umas as outras. Tinha um tom de perversão na fala da cientista quando dissera que os donos anteriores não tinham sido capazes de "ser aceitos" pela armadura. Era quase como se eles estivessem me utilizando como uma nova cobaia para aquilo. A tal respeito, antes ela tinha dito que a armadura se alimentava de seus portadores, talvez por isso eles esperavam que eu não me adaptasse a essa armadura, e que começasse a definhar na frente deles, talvez.

— Eu... Não estou me sentindo muito bem... — Diria, utilizando da minha melhor atuação para fingir que realmente estava sofrendo com os efeitos colaterais de portar a armadura. Aos poucos, iria me aproximando da cientista, tentando alcançá-la com ambos os braços enquanto que manteria uma aproximação lenta, fingindo uma pessoa fraca e doente. — O que está acontecendo? — Perguntaria, fingindo estar assustada, falhando a postura e fingindo um cambalear. Por fim, colocaria as mãos nos ombros da cientista, como se buscasse por um apoio, passando então a tocar seu rosto, e, de uma única vez num movimento rápido e com toda a minha força, moveria a mão destra empurrando sua cabeça para o lado, enquanto que a canhota seguraria o seu ombro no lugar, na intenção de deslocar o seu pescoço com um movimento rápido, limpo, porém com toda a minha nova força.

Por fim, ao executar o movimento com sucesso, sequer esperaria que o seu corpo caísse no chão e já me viraria rapidamente, comandando que o exoesqueleto se montasse por sobre a minha pele, cobrindo todo o meu corpo e rosto com a sua proteção. Assim, avançaria na direção do outro cientista, me jogando por cima dele com todo o peso de meu corpo, e impedindo que ele pudesse se movimentar para fugir ou alcançar a T.I.L.T. Finalmente, realizaria diversos golpes contra o seu rosto, tentando aplicar toda a força animalesca de meu corpo somada ao novo equipamento que tinha conseguido, para então tentar esmagar o seu crânio, acabando num assassinato talvez não tão limpo quanto o anterior.

— Desculpa, doutor. — Diria. — Mas o que a sua organização me fez fazer foi muito pior. — Concluiria, para mim mesma, enquanto lembrava-me vagamente da missão que os Revolucionários tinham me passado para que eu pudesse fazer parte deles.
Caso em algum momento qualquer dos cientistas evitasse os meus golpes de finalização, traria à tona a minha cauda, que serviria como um elemento surpresa e os agarraria pelas pernas, mantendo-o preso enquanto eu poderia realizar mais uma tentativa de finalizar o alvo.





Objetivos
- Aprender Soru e Shigan (preferencialmente no final, saindo da ilha)
- Aprender Forja, Sociologia, Avaliação
- Fazer uma grande mudança na ilha, mudar principalmente com relação a ter meu próprio território no submundo dessa ilha.
- Quero iniciar uma Caçada de Tesouro (achar algum mapa, alguma lenda, etc, pra concluir na próxima aventura no
- Seguir uma história bacana.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Proficiência Sociologia (Post nº 05)
- Proficiência Avaliação (Post nº 06)
- Judge (Post nº 10)


PERDAS

- xx (Post nº 1)
-

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿38.690.000 -> ฿38.690.000


NOTA FISCAL

- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xxx - Post nº 01)


RELAÇÕES

- sim


STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 12000
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 11 posts
Experiência Akuma no mi: 01 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
Condução
Diagnose
Cirurgia
Disfarce
Dramaturgia
Escudista
(P) Física
(P) Química
(P) Farmácia
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia
Mecatrônica
Mecânica
Anatomia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

Cores do Template
fala
roxo
royalblue
blueviolet
hotpink
laranja
fala2
laranja2
sky




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Kenshin
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Kenshin
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Re: Capitulo III — Solstício Seg Set 12, 2022 11:45 am





Capitulo III — Solstício

- Uma coisa que eu não posso reclamar é da hospitalidade de sua família! Via como o homem se comportava em meio aos seus iguais, realmente como um grande leão em volta de sua própria alcateia.

"Então esse é o possível substituto do garoto!" O homem era alguém a ficar de olho, ou melhor falando, alguém para se eliminar antes que se tornasse uma pedra mais perigosa que o jovem rapaz.

"Enquanto o jovem comandante tem uma visão mais centralizada nessa ilha… Esse pode ser o mentor pelas investidas da revolução em sirarossa!" Eliminar ambos os homens era prioridade naquele local.

E só de imaginar a batalha que estava para iniciar, me deixava bastante excitada, estava pronta, precisava só esperar mais um pouco para poder botar tudo para os ares. Limosa por sua vez respondia a minha pergunta sobre a arma que estava para ser demonstrada naquela reunião.

A fala da mulher fazia arquear minha sobrancelha direita, intrigada com a finalidade da arma. - Para revolucionários vocês tem uma política um pouco mais… Genocida… Falava em um tom pausadamente mais suave.

- Se querem acabar com o governo mundial, porque atacar a população? o que vai diferenciar você do governo que querem tanto acabar? Dava uma pequena pausa dando uma pequena olhada à minha volta. - Usar esse tipo de arma nessa ilha só mostra que são tão ruins quanto aqueles que vocês pretendem derrotar, o que significa que estão fazendo parte de uma roda onde em um momento estão por cima, outra estão por baixo, que no final a população está sendo massacrada pelos dois lados! Soltava um comentário afiado sobre a situação.

Não era como se eu estivesse de fato horrorizada com tudo aquilo, o governo tinha o dever de orquestrar a população da forma que bem entendesse, mas revolucionários tentando brincar com a mesma moeda, isso era no mínimo cômico. - Mas sabe, não é como se a gente tivesse uma linha de pensamento tão diferente! Dava uma pequena risada abafada pela minha mão esquerda.

- Talvez somos bastante parecidas, um acordo e tanto! Claro que minhas falas poderiam confundir a garota, mas estava em um momento chave, tinha o suficiente sobre tudo que a revolução queria fazer, e os cientistas criadores da arma estavam no local, unindo o útil ao agradável, não sabia se Samira tinha conseguido fazer tudo que queria até aquele momento, mas o momento estava propício para começar tudo.

Estendia minha mão como se fosse apertar a mão da mulher, o meu sorriso no rosto podia ser claro, e para isso precisava fazer um movimento que poderia anunciar para todas as tropas que a guerra dava inicio. "Vamos iniciar a brincadeira!" Antes de apertar a mão da mulher estendia minha palma assim liberando o máximo de energia possível em sua direção como uma grande rajada o suficiente para fazer um grande estrondo assim anunciando a batalha que estava por vir.

- Que deselegante de minha parte… Falava após terminar de soltar a energia. - Mas os acordos propostos por sua anfitriã não me agradaram, temo que terei de matar todos vocês! Um sorriso sádico se aparecia em meu rosto, independente do golpe ter dado certo ou não aquele era o sinal para se iniciar a batalha, assim tentaria me aproximar dos dois líderes da revolução esperando que os agentes infiltrados iniciaram a batalha.

- Olá senhores comandantes, que tal a gente dançar um pouco? Balançava as minhas caudas enquanto me posicionava em frente aos dois homens, me manteria extremamente alerta, não iria fazer o primeiro golpe de início, assim primeiro usaria dos meus reflexos para poder me esquivar dos possíveis golpes que viriam em minha direção para assim estudar qual era a forma de batalha de ambos, usando sempre minha velocidade máxima imbuída em eletricidade, em conjunto do meu soru.

Assim que me esquivasse dos primeiros movimentos, tentaria me manter a uma certa distância e em seguida fechando meus olhos mantendo apenas meus sentidos aguçados em ativa para me preparar. - Caminho Demoníaco 9º Selo: Tormenta de Paimon. Assim anunciava a minha primeira habilidade em batalha. Na finalização da técnica me manteria em uma distância segura para estudar o terreno para a batalha.



Histórico:


Tecnica:

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Capitulo III — Solstício - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Kira
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Kira
Pirata
Re: Capitulo III — Solstício Ter Set 13, 2022 5:36 pm



Hany



A pequena tinha seus instintos todos apontados para avançar e fazer o que precisava, até mesmo se lembrava de que poderia ter usado veneno para cuidar da mulher enquanto ela bebia chá. Porém, outra coisa a fazia se manter mais controlada, esse era o fato de Agatha ter uma missão maior por trás dos pequenos detalhes, afinal, Hany estava ali para ajudar a raposa além de tudo, então isso fazia bastante sentido.

A pequena então se aproximou de Leo, se mantendo sempre perto e a vista do homem e da agente, enquanto observava tudo em volta, ela estava atenta a qualquer movimentação que se iniciasse dentro daquela mansão, fosse por parte de Agatha, ou por parte dos revolucionários, se mantendo pronta para agir assim que fosse necessário.

Quando Agatha começou a agir, a pequena podia ver tudo e dali podia tomar sua iniciativa, ela iria ajudar a raposa, ou seguiria atrás de sua missão primeiro? Eram decisões que ela precisava tomar, e era o que poderia decretar o sucesso de sua própria missão ou não.


Samira


A ruiva por sua vez, percebia que algo estava errado, os cientistas pareciam estar a usando para um experimento com o projeto que ela vestia, e era exatamente isso o que estava acontecendo, eles sabiam do potencial daquele projeto e o que ele podia fazer com seu usuário caso o mesmo não fosse apto a utilizá-lo, e por isso, usaram Samira como mais uma cobaia para tal.

-Ah, tadinha! Não fica assim, é tudo pelo bem da ciência… Dizia a mulher enquanto sorria observando que a ruiva não conseguia se mover direito e nem mesmo andar, nesse momento, ela imaginava que a armadura já estava fazendo mais uma de suas vítimas, mas ela não sabia que tudo aquilo era mentira.

Já o homem por outro lado, parecia ainda querer entender o motivo de nenhuma pessoa permanecer viva após vestir o exoesqueleto, era como se ele estivesse de fato buscando criar algo que fosse bom, e não uma máquina assassina. -Os cálculos estavam errados mais uma vez? Será que ele foi uma falha? Tentar fazer com que uma armadura se torne parte do corpo do usuário é algo que nunca vamos conseguir fazer? Comentava o homem observando o que estava acontecendo, como se de fato estivesse triste pelo projeto não funcionar em ninguém que o usou até o momento.

Samira então aproveitava disso como sua encenação perfeita, e avançava em direção a mulher, ela tinha pensado rápido, e logo começou a fingir que de fato estava sendo consumida pelo projeto, no final, ela se aproximava da mulher, e então mordeu seu braço enquanto segurava seu ombro, puxando com força, ao que parecia, tentando arrancar o mesmo do lugar.

Porém, ela sentia que o braço da mulher parecia se mover, como se estivesse mudando de forma, e nesse momento ela soltava o braço rapidamente e o mesmo se transformava em espinhos que perfurarião a boca da ruiva caso ela tivesse continuado. -Oh! Não achou mesmo que nós não teríamos algo parecido, não é? Pode não ser tão bem desenvolvido quanto esse que está te matando, mas ainda são protótipos bons… Que pena que sua tentativa falhou antes de você morrer. Dizia a mulher, zombando de Samira que logo mudava de alvo.

O homem ficava surpreso, até o momento ninguém teve forças para sequer se mover enquanto utilizava aquela armadura, o que o fazia ficar um tanto quanto pasmo com a situação, e era essa a brecha que a ruiva utilizava para atacá-lo. Ela fazia seu exoesqueleto criar uma armadura em sua pele e então se jogava com o peso do seu corpo na direção do homem, o acertando com força e o fazendo sentir o impacto.

Logo em seguida, ela agarrada suas penas com a cauda, e o puxava, e então começava a desferir diversos golpes em seu corpo enquanto o mantinha preso, o mesmo parecia não estar sentindo tudo o que recebia, mas alguns dos golpes faziam efeito o deixando um pouco tonto. Ao largar o homem, ele se levantava com suas roupas rasgadas e logo uma armadura começava a se formar em seu corpo, não era como a de Samira, mas era parecida. -Mesmo que o que usamos seja o modelo anterior ao seu, ele serviu bem para aguentar os ataques. Diria o mesmo agora com seu corpo completamente protegido por sua armadura enquanto a mulher também se erguia com seu exoesqueleto pronto.

O modelo do homem cobria todo o corpo, e o da mulher apenas a parte superior de seu corpo, porém, em suas mãos, ela tinha na direita uma espécie de chicote, e na outra uma bola de ferro com espinhos, e ao que parecia, seu exoesqueleto podia mudar de forma como ela bem entendesse. Já a armadura do homem, haviam duas entradas na parte do pulso, o mesmo tomava uma forma mais robusta e dali saiam correntes nas duas mãos, deixando a ruiva agora em desvantagem numérica.


Agatha


A raposa por sua vez, parecia finalmente querer iniciar a tormenta em meio a reunião, enquanto ela dizia a Limosa que as ideias da revolução era tão igual as do governo, a mulher sorria dando uma leve gargalhada. -Hahahaha! Não temos nada haver com o governo mundial, nós cuidamos para que toda a população fosse vacinada antes da ativação da bomba, apenas os membros do governo estão sem a vacina, é uma bomba pra erradicar o governo mundial, não para fazer mal a pessoas boas. Dizia a mulher em resposta, deixando que Agatha continuasse com suas provocações.

Com isso, ela logo estendia sua mão para Limosa, a chamando para dançar, porém, não era uma dança qualquer, e assim que a mulher estendia sua mão para se juntar a raposa, uma descarga elétrica era lançada com toda a força, criando um som ensurdecedor e assim dando o aviso do início da batalha.

Limosa havia recebia uma grande carga daquele ataque, sendo arremessada para longe enquanto parecia que seu corpo estava queimando, saindo fumaça do mesmo que estava caída desacordada no chão. Por outro lado, Antony e Zhi olhavam aquilo de forma veloz, e percebiam o ocorrido, em primeiro momento, Zhi parecia não entender o que estava acontecendo, mas Antony logo fechava sua face.

-Mas o que está acontecendo aqui? Dizia Zhi Song que parecia não querer acreditar no que estava acontecendo, e então Antony respondia. -Bom, parece que finalmente tá demonstrando quem é de verdade… Eu queria ver de fato quem era o cérebro da invasão, então era você? Dizia ele olhando para Agatha, como se ele já soubesse o que estava acontecendo, talvez informações vazadas? Ou o homem apenas era bastante inteligente e tinha suas artimanhas para ter informações internas também? Quem sabe, ele ainda não tinha demonstrado como sabia da provável invasão, mas não parecia surpreso com o que acontecia, o que demonstrava nervos de aço.

Nesse momento a raposa atacava com sua técnica, Zhi Song e Antony não tinham problemas em evitar o ataque, mas alguns dos aliados em torno não tinham a mesma sorte e eram totalmente fatiados pela mulher, mais Song ainda parecia um tanto receoso de começar uma batalha, ele parecia não entender o motivo daquilo, já que todos ali a princípio queriam as mesmas coisas, talvez seja um pensamento errado de alguém muito novo, mesmo sendo um prodígio para comandar, ainda lhe faltava a experiência que Antony demonstrava ter. -Então é realmente isso? Quer mesmo entrar em um combate aqui dentro? Zhi achava estar em vantagem numérica e então percebia que não.

Logo os grupos aliados começava a atacar, primeiramente os aliados que estavam ali dentro começavam a avançar e a matar aqueles que eram membros da revolução, Antony se posicionava distante da mulher já que também havia se livrado de seu primeiro ataque e então analisava a situação como um todo, e logo um estrondo vindo de fora ecoava para dentro da mansão.

Ao que parecia, os agentes começaram a invadir, a missão estava em andamento, tudo estava onde a raposa havia planejado, mas inicialmente, sua tentativa de ataque nos homens havia sido frustrada, eles eram experientes em combate, não era atoa que eram quem eram, nenhum dos dois iniciava o combate na emoção e analisavam tudo, viam seus aliados sendo atacados e uma guerra iniciada dentro da mansão, e não demoraria para tomarem a iniciativa do combate.

Histórico:

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Pensamento
Fala
Extras
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Kenshin
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Re: Capitulo III — Solstício Qua Set 14, 2022 6:34 pm





Capitulo III — Solstício

Finalmente toda a cruzada que tinha travado de Sirarossa a Kano chegava ao seu ponto chave, a rajada de energia que saia da minha mão vinha com um êxtase que não conseguiria descrever. "Toda a minha vontade de destruir vocês solta de uma vez só" Pensava ao ver o corpo de Limosa ser jogado a distância, o corpo da mulher parcialmente queimado pela minha eletricidade rosa avermelhado.

- Acho que exagerei! Soltava ao lamber meu lábio inferior, em seguida levando meu indicador direito ao lábio arrumando meu batom.

"Bom se a arma só é efetiva contra os não vacinados, não me importo se utilizarem, desde que os revolucionários caiam!" A informação de que a arma era inofensiva para mim e para a população um peso enorme caia dos meus ombros, provavelmente Hanny também estava tranquila já que ela estava infiltrada na revolução.

Me virava para ambos os alvos do local, o jovem rapaz parecia estar bastante surpreso com o que tinha acabado de acontecer. - Que gracinha, está com cara de uma criança que acabou de descobrir que não vai ganhar presente de aniversário! Balançava minhas caudas de forma bastante sedutora.

O pai de Limosa por sua vez se mostrava firme, o homem não estava surpreso com o que tinha acabado de acontecer, muito pelo contrário, suas falas mostram que já estava na espera de que eu estivesse ali. - Hora, hora… Parece que temos um pequeno vazamento? Falava sem surpresas, estava em uma ilha que não conhecia ninguém, que as informações poderiam ser vazadas era algo já previsto em meus planos.

- Ou seria um blefe? Bom, só o tempo nos dirá! Dava um sorriso malicioso antes de iniciar minha técnica.

Sentia minhas garras acertando vários e vários alvos, a velocidade era tanta que não sabia identificar quem estava sendo atingido pelos meus golpes, como grande maioria era de inimigos isso não importava.

- Agora que acabei com os pesos, creio que podemos lutar mais abertamente! falava olhando a minha volta vendo as pessoas que tinham sido acertadas. - Confesso que se tivessem sido acertados, estaria estritamente desapontada! Dava alguns passos suavemente pelo local.

Um grande estrondo ecoou pela mansão, via vários agentes adentraram na instalação o que concluía o estopim da guerra que decidirá o destino da ilha de Kano e consequentemente o destino do governo no mar do West. - Parece que meus convidados finalmente apareceram! Analisava o campo de batalha, ambos os alvos estavam à minha frente enquanto os agentes atacavam o restante dos inimigos.

- Vocês são tão tímidos assim? uma garota precisa fazer o primeiro movimento? Falava com um ar soberbo em minhas falas, fazendo minha energia se concentrar nas minhas mãos.

- Estão muito parados, deixam as coisas mais interessantes! Estendia minha mão novamente, como se estivesse soltando mais uma rajada de energia que tinha acertado Limosa mais cedo.

- Não acham que eu vou usar o mesmo truque duas vezes né? Logo então mostrava o indicador direito. - Caminho demoníaco 1º Selo: Julgamento de Baal. Assim executaria mais uma técnica em área.

Após a finalização da técnica, ficaria atenta ao que estivesse acontecendo ao redor, estava um um cenário de guerra. Caso após a utilização da técnica alguém fizesse alguma investida em minha direção tentaria utilizar o Soru para me posicionar, me esquivando dos possíveis golpes que fossem feitos em minha direção.

Assim que sentisse que estava em um local mais seguro, me prepararia para enfim iniciar o combate corpo a corpo, mesmo assim precisava ser mais astuta possível, ainda não sabia como que ambos lutavam, e tinha o comandante da marinha Happo. - Belial! Assim anunciava minha primeira forma de combate.

Adotando a postura de quatro apoios, fazia com que a energia que estava gerando começasse a percorrer por todo o meu corpo, assim diminuindo o atrito que tinha com o ar, e aprimorando minha velocidade. Com um impulso dos meus quatro apoios, começaria a me movimentar, utilizando da "nevoa" da guerra que tinha se instalado no lugar, correndo sempre em meio aos inimigos, sempre atenta para assim que percebesse um movimento de ataque vindo em minha direção, me esquivaria para o lado oposto do golpe me posicionando para voltar a correr, com foco em meus oponentes, assim que o primeiro que aparecesse em minha vista estivesse minimamente vulnerável, usaria toda a minha velocidade em sua direção. Quando estivesse próximo do alvo usaria do soru para aparecer por trás do mesmo dando um pequeno salto, e com as garras da mão direita energizadas tentaria desferir um corte em sua nuca tentando assim acertar a vértebra cervical.

Caso percebesse algum golpe vindo em minha direção, enquanto estivesse no ar, usaria do geppou para poder saltar dando uma grande cambalhota e pousando em meus quatro apoios, assim refazendo o movimento para dessa vez tentar acertar sua garganta. Caso ele apenas tentasse esquivar de meu golpe tentaria fazer com que a energia em minhas garras se estendesse como se fossem lâminas para assim aumentar o range do ataque.

Acertando ou não o golpe, usaria de todos aqueles movimentos como distração, usaria o soru para voltar a me movimentar sorrateiramente pela "névoa" da guerra, indo em direção ao que não tivesse atacado, aumentaria minha velocidade me esgueirando pela batalha, sempre tentando me esquivar de golpes que poderiam vir dos inimigos, assim que tivesse próxima ao alvo, usaria do soru ainda me mantendo em meu quatro apoios, afiando minhas garras da mão direita com a eletricidade, olharia para o calcanhar do alvo e assim efetuaria um corte na horizontal da esquerda para a direita tentando incapacitar sua movimentação.

Caso em meio aos movimentos percebesse algum golpe vindo em minha direção, usaria do soru para me reposicionar, ou se fosse mais proveitoso, expandiria minha eletricidade empurrando todos à minha volta, e assim continuar correndo e pegando velocidade para executar o golpe. Caso o inimigo tentasse esquivar, novamente estenderia minha eletricidade como garras, para poder aumentar o alcance, caso bloqueasse usaria o máximo de força possível para poder jogar o inimigo longe.



Histórico:


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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Ryoma
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Re: Capitulo III — Solstício Qua Set 14, 2022 7:25 pm
I'll wait for you to call back

A confusão começava bem cedo, talvez fosse importante terminar isso agora. Agatha era  quem estava na frente de tudo, mas a ajudar estava fora de questão. Uma verdadeira predadora não precisa de ajuda, muito menos da preocupação de seus companheiros. A raposinha era extremamente poderosa, talvez mais do que a própria Hany, mesmo ela não admitindo isso. "Não a vejo perdendo e não quero a deixar irritada, ajudar alguém forte a vencer simples humanos é ridículo." Não precisou muito tempo, Boo simplesmente sorriu com a confusão começando e rapidamente se colocou em movimento, seu alvo não podia escapar de jeito nenhum. Todos precisavam morrer, esse objetivo tinha que ser alcançado, ainda mais com os problemas que isso causaria no futuro se muita gente sobrevivesse.

Como a pequena esteve observando tudo, mesmo longe do alvo, ela esperava ainda ter sua movimentação guardada caso ela tenha saído daquela sala. Claro que se Emillie não estivesse lá, a movimentação da garota-peixe seria nos arredores, correndo com cuidado para a encontrar sem muitos problemas. Para uma simples detentora de informações, ela provavelmente não era forte, talvez sua empregada fosse, ou apenas estavam ali sem qualquer proteção. "Pouco importa, só preciso matar ela sem medo e tomar cuidado, ainda vou ter muito pra fazer depois." O encontro com sua presa provavelmente ocorreria sem problemas, Boo não demoraria muito, assim que conseguisse ver ela, correria em sua direção sem olhar muito para seu rosto. "Ainda sou Boo, tomar cuidado." Primeiramente chegaria perto para logo em seguida realizar um salto para a frente, impulsionando seu corpo imaginando que isso aumentaria a força do soco de direita que estava prestes a executar. Pouco importava o ponto alvo, aquilo não passava de um teste, nem mesmo importava se acertaria.

Ao fim do primeiro ataque a ideia era recuar de leve, mantendo-se perto o bastante para o alvo não fugir. Boo se manteria sempre em movimento, andando, dando pequenos pulinhos de um lado ao outro e até mesmo correndo para cercar as duas inimigas e impedir que fossem para outro lugar. A movimentação não era apenas para cercar, mas também se manter um alvo complicado de acertar na distância. Com olhos atentos para esquivar-se, a pequena agiria com calma, avançando apenas após algum ataque evitado com sucesso ou então quando alguma oportunidade boa surgisse, algum movimento desajeitado, qualquer desatenção ou simplesmente um espaço de tempo que pela distância a garota-tubarão conseguisse atacar sem muitos problemas. Nessas situações os golpes seriam básicos, avançar socando o tronco ou rosto para logo efetuar depois um chute baixo, visando as pernas, seja para derrubar com uma rasteira ou danificar a perna e dificultar a movimentação de sua presa.

Em oportunidade melhores a pequena se manteria perto, tomando distância apenas no perigo, saltar para longe, inclinar o corpo para trás ou lados e semelhantes seriam usados na tentativa de evitar ataques. E quando houvesse espaço, Boo chegaria ainda mais perto, realizando um soco direto, esperando que fosse evitado para ela assim mover a mesma mão, buscando agarrar o braço ou mesmo as roupas. A ideia era usar esse elo para manter Emillie ou outro oponente na posição perfeita para ser golpeada, onde a híbrida abusaria da própria força e de seus movimentos, movendo seu alvo na direção dos golpes que executaria. Joelhadas, chutes e socos fariam sentido nesse momento, focando os socos onde pudesse acertar mesmo, mantendo os chutes e joelhadas mais baixos, saltando apenas se não houvesse perigo e o golpe realmente fosse ser efetivo. E claro, se a oportunidade fosse boa e as duas humanas não possuíssem a força necessária para aguentar, os golpes da garotinha seriam ainda mais perversos, socando, chutando e abusando muito da força nos pontos onde mais doíam. Não importava muito quanto tempo demoraria, Hany tinha esse jeito de abusar dos alvos até os matar, muito por isso permaneceria ali aproveitando cada gota de sofrimento antes de finalizar sua missão.

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Samira
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Re: Capitulo III — Solstício Sab Set 17, 2022 3:17 am







Ato XII



— Então é isso... — Olhava em volta, percebendo então que além de estar em desvantagem numérica e a minha tentativa de surpreendê-los para um fim de combate rápido não tivesse surtido muito efeito, também estava enfrentando outros usuários de exoesqueletos. A cientista tinha apenas a sua parte superior do corpo coberta, mas de seus braços saíam algumas armas especiais que acabavam sendo uma grande vantagem. Já de seu marido, todo o seu corpo parecia coberto por sua armadura, e adicionalmente ainda havia uma dupla de correntes que saíam de suas mãos. — O meu modelo realmente é o mais recente? — Olhava em volta, perguntando com uma certa ironia. — Então vamos testá-lo! — Finalizaria, convocando-os para o combate.

Precisava eliminar um deles o quanto antes, para que pudesse me estabelecer em um duelo um pouco mais justo. Dessa maneira, avançaria pisoteando o chão com ambas as pernas ao mesmo tempo, propulsionando-me na direção da mulher e tentando alcançar as suas pernas, que estavam descobertas e que poderiam ser um alvo de grande facilidade. Tentaria agarrar suas pernas com os braços, abraçando-as, tentaria esmagá-las com a força de meus ombros, tentando deslocar os ossos que faziam a junção com seu joelho.
Caso a moça viesse a tomar esses danos em suas pernas, aproveitaria-me para me posicionar por cima de seu corpo, e então agarraria o seu pescoço, tentando esmagar a área em sua nuca que pudesse estar o dispositivo controlador da armadura. "Se for como a minha, talvez esteja ali".

Caso fosse alvejada, e obviamente seria, tentaria posicionar minhas mãos em frente ao golpe, na tentativa de não só recepcioná-lo com a palma das mãos, mas também de fechar as mãos em volta da arma golpeante, seja a bola de espinhos ou as correntes. Dessa maneira, faria o possível para segurar com as mãos, e então utilizar de minha força sobre-humana para puxar o inimigo do outro lado, girando-o em volta de meu corpo e tentando catapultá-lo contra o outro oponente. Na sequência, avançaria sobre eles e tentaria desferir socos contra suas áreas mais desprotegidas, ou enfiar os polegares nas brechas de suas armaduras, tentando perfurar seus olhos e afins.

Caso não conseguisse rotacionar o inimigo ao segurar suas armas, apenas daria um puxão forte, trazendo-o em minha direção e então recepcionando-o com uma cabeçada forte, e seguindo com socos contra a lateral de seu tórax.





Objetivos
- Aprender Soru e Shigan (preferencialmente no final, saindo da ilha)
- Aprender Forja, Sociologia, Avaliação
- Fazer uma grande mudança na ilha, mudar principalmente com relação a ter meu próprio território no submundo dessa ilha.
- Quero iniciar uma Caçada de Tesouro (achar algum mapa, alguma lenda, etc, pra concluir na próxima aventura no
- Seguir uma história bacana.



Histórico da Aventura
GANHOS

- Proficiência Sociologia (Post nº 05)
- Proficiência Avaliação (Post nº 06)
- Judge (Post nº 10)


PERDAS

- xx (Post nº 1)
-

ALTERAÇÕES

- Berries: ฿38.690.000 -> ฿38.690.000


NOTA FISCAL

- xxx B$ (xx - Post nº 01)
- xxx B$ (xxx - Post nº 01)


RELAÇÕES

- sim


STATUS

PDV: 17.252 (+3.200 Raça) (+20.000 Formas Básicas) = 40.452
STA: 12000
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: N/A

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência: 12 posts
Experiência Akuma no mi: 01 posts
Experiência Rokushiki: Não se aplica
Experiência Outro caminho: Não se aplica
Experiência Hakis: Não se aplica

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): sei lá man

Resumo:

Total sexo




Mini-Ficha
Nome: Samira Evelynne Malkova
Alterego Submundo: N/A
Cargo/Distrito/Salário: Associada/None/2.600.000
Proficiências
Condução
Diagnose
Cirurgia
Disfarce
Dramaturgia
Escudista
(P) Física
(P) Química
(P) Farmácia
História
Criptografia
Investigação
Falsificação
Furtividade
Lógica
Geografia
Mecatrônica
Mecânica
Anatomia

Qualidades e Defeitos
Qualidades
Versátil
Impassível
Atraente
Destemida
Prodígio
Talentosa
Pau para toda obra
Defeitos
Extravagante
Sonâmbulo
Devassa
Ambição
Teimosa

Profissão
Socialite do Submundo da Arqueologia: +30% em Tesouro; Conhecimento do submundo; Desconto na abertura de estabelecimentos; Desenvolve fama e carreira pública em Arqueologia como se fosse Civil normal.

Estilo de Combate
Artista Marcial
Chicoteadora

Acompanhantes e Seguidores
[Acompanhante]Arthur Chesire: Considera o rapaz o seu irmão mais novo. Tem bastante intimidade com ele, já que passaram grande parte de suas infâncias sendo escravos de um nobre de Sirarossa. A vida dos dois juntos teve muitos altos e baixos, se meteram em muitos bicos para sobreviver desde então. Mas decidiram sair de Illusia juntos e ganhar o mundo de alguma forma.


Akuma no Mi
- Sara Sara no Mi: Model Axolotl

Outro Caminho
N/A

Técnicas
N/A

Haki
N/A

Rokushiki
N/A

Atributos
Força: 1190 (+240 EDC) (+200 Arma) = 1630 Class. 11
Destreza: 715 Class. 7
Acerto: 20 (+240 EDC) = 760 Class. 7
Reflexo: 1 Class. 1
Constituição: 241 (+160 Raça) (+1000 Forma Padrão) = 1401 Class. 10

Agilidade: 380
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: nem se dá ao trabalho
Resistência: 0
Penetração: 0

Cores do Template
fala
roxo
royalblue
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Kira
Pirata
Re: Capitulo III — Solstício Sab Set 17, 2022 4:25 pm




Agatha


A raposa parecia estar de fato em êxtase, o combate parecia alimentar sua sadicidade de tal forma que a mulher simplesmente parecia liberar todo o ímpeto animal que tinha contra seus inimigos, seus movimentos eram velozes e inteligentes, em torno dela, todos os inimigos começavam a cair, exceto é claro por Antony, Zhi e Don, que pareciam ser de fato o problema no meio daquilo tudo.

-Olha só… Você é boa, parece ter bastante energia, vamos ver do que você é capaz. Ele observava os movimentos da mulher de forma tranquila, e em meio a isso Zhi estava a seu lado, observando também seus movimentos. -Eu não vou perdoar ninguém que interfira em nossos planos. E nesse momento, era nítido o motivo do garoto ser chamado de prodígio.

Ele observava todo o movimento de Agatha, que usava mais uma técnica, uma que devastou todo o campo de batalha e aqueles mais fracos que estavam próximos, porém, quando ela terminava de usar sua habilidade, o rapaz surgia em suas costas, seu olhar era obscuro, parecia que aquele garoto energético e animado havia deixado aquele recinto, dando espaço para alguém que faz juz ao título que tem.

Primeiro ele dava um soco que parecia não tão forte, obrigando que Agatha se esquivasse do golpe, porém, era exatamente o que ele queria, e em seguida, no momento que ela parava após a esquiva, o rapaz parecia tão veloz quanto, e parecia já estar esperando onde ela pararia, dando um chute rodado em sua face, a fazendo sentir o golpe e ser jogada para trás.

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O segundo golpe era o que de fato importava, o impacto do chute do rapaz era forte e fazia a mulher sentir o golpe, porém, isso não abalava a mesma, que logo se colocava em seu modo de batalha. Nesse momento, Antony gritava para Song, que logo parava o próximo avanço e retornava. -Song! Pare. O garoto ouvia como se ele realmente fosse uma espécie de mentor e então se colocava ao lado do homem mais uma vez, ele percebia que a posição da raposa era um problema.

-Bom, essa mulher é perigosa, tome cuidado com seus movimentos, evite golpes muito próximos, ou pode ter problemas com isso. Dizia o homem para o garoto que parecia entender  aquilo com facilidade. Ele poderia ver no corpo de Agatha a eletricidade percorrendo e sua forma de batalha como se fosse de fato uma besta, logo, a mulher começava a se mover com velocidade em direção a eles, usando de névoa da guerra para ir de forma sorrateira.

-Preste a atenção. Dizia Antony enquanto parecia estar olhando para um lugar vazio. O rapaz buscava os movimentos da mulher, mas parecia não conseguir acompanhar de forma tão apurada, e então Agatha surgia do meio da névoa próxima ao garoto preparada para desferir um golpe em sua nuca. -Hoje não, raposinha! Antony comentava movendo sua espada em um corte de cima para baixo buscando acertar o braço da mulher e arrancá-lo fora.

O movimento era um corte limpo e veloz, mas por sorte a mulher estava de fato atenta a todos os golpes que pudessem vir em sua direção e então mudava de direção, retirando seu braço da direção da lâmina e se movimentando para dentro da névoa mais uma vez. -Se eu não a tivesse impedido, você provavelmente estaria morto agora… Consegue entender contra o que está lutando? Se sim, vá, e mostre doque você é feito. Dizia o homem que começava a caminhar para fora dali indo em direção às escadas da mansão.

Ele parecia ter deixado que Song cuidasse daquilo, e como Don Wei Rong estava presente, dois seriam o suficiente para lidar com a mulher. Sua caminhada parecia desprevenida, nem mesmo parecia ter uma guarda alta, porém, para aqueles astutos o suficiente, entenderiam que caso tentassem algo naquele momento, certamente seriam pegos e mortos quem que pensassem duas vezes.

Até o momento, os movimentos de Agatha haviam apenas surtido efeito naqueles não tão aptos a lutar contra ela, porém, Song estava ileso ainda, assim como Don que não havia se movido nem um milímetro para ajudar na batalha e apenas os dois como se observasse cada movimento feito pela raposa naquele momento, porém, não dava para saber se ele tentaria ajudar no combate ou não, e a raposa precisaria tomar suas decisões visando uma ação conjunta por parte dos dois.


Hany


A pequena percebia que o combate estava se iniciando, e via tudo ocorrendo diante de seus olhos, ela percebia que Agatha naquele momento parecia enfrentar três adversários formidáveis, e isso talvez pudesse ser um problema até mesmo para alguém forte como ela, mas mesmo assim decidiu por seguir seu plano e capturar aquela que detinha as informações que o submundo queria apagar.

Com isso, a pequena aproveitava todo o alvoroço criado pelos movimentos da raposa e as explosões da invasão acontecendo, para avançar na direção da mulher que naquele momento não demonstrava medo nem nada, apenas buscava se retirar daquele lugar sem ser vista, afinal, ela provavelmente tinha algo a esconder que pudesse acabar com o submundo e até mesmo com ela.

Porém, em meio a sua fuga, ela era surpreendida por Hany, que avançava em sua direção visando acertá-la com toda a força que tinha, porém, em meio ao movimento da menina, a mulher utilizava sua habilidade, algo que parecia vir de uma akuma no mi, ela criava uma espécie esfera de energia aurora, que acertava a menina a empurrando contra o solo.

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Mas isso não fazia a pequena parar, e ela conseguiu se recompor rápido o suficiente para iniciar mais uma vez o movimento, dessa vez acertando o rosto da mulher com um soco forte, que a fazia cambalear.

Logo ela continuava avançando e acertava mais um soco, dessa vez no estômago, e em seguida uma rasteira que por pouco não acerta a mulher. Ao perceber o golpe em suas pernas, ela saltou, dando um chute no rosto da pequena híbrida, assim se reposicionando mais um pouco atrás. Hany poderia ver as esferas de energia em suas mãos, colocando ambas a frente de seu corpo, e suas pernas um pouco afastadas em posição de defesa, porém, demonstrando um posicionamento bom para ataques também, ela parava olhando para a pequena.

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-Você deve ser algum cão do submundo não é? Tenho certeza que querem acabar comigo pelas informações que tenho… Fique sabendo que não vai ser nada fácil. Diria a mulher a olhando diretamente com olhos afiados. Aquilo deixava claro que ela não era uma qualquer, e para mandarem alguém para apagá-la, provavelmente tinha ainda mais influência em outros lugares.


Samira


A ruiva percebia que os modelos de exoesqueleto da dupla eram de fato poderosos, e não pareciam tão atrasados assim, porém, eles tinha uma limitação muito maior, quando o assunto era mobilidade e utilização das armaduras, e ela poderia perceber isso, observando seus movimentos quase que robóticos nos movimentos da dupla.

Com isso, a mulher avançava contra sua adversária, seu movimento era veloz e a pegava de surpresa, logo abraçando suas pernas e deslocando seus joelhos, era possível ouvir o  som do estalo dado, e assim, ela subia em cima da mulher, buscando estrangular a mesma até sua cabeça explodir, mas nesse momento, o homem lançava suas correntes para frente, as mesmas se enrolavam em volta do corpo da ruiva, e então ele puxava com força, porém, quem se movia era o homem e não a mulher, assim fazendo ele ir em sua direção com uma voadora com os dois pés, acertando seu peito e a arremessando para trás.

Em meio a seu curto voo, a mulher ainda conseguia se mover, pouco, mas o suficiente para levantar o tronco e lançar seu chicote contra a mulher, enrolando o mesmo em seu braço e a puxando e arremessando a mesma em cima de alguns dos computadores. -Cuidado para onde você joga ela! Você pode acertar a bomba. Dizia o homem assustado com a possível destruição da bomba, antes dela ser lançada.

Porém, a mulher não se importava mais e bradava com raiva. -Que se dane, eu só quero matar essa vadia! Ela gritava mas não podia sair do chão, seus joelhos estavam incapacitados de se mover, e nesse momento, Samira avançava mais uma vez, aplicando socos no tórax do homem, buscando encontrar um ponto sem proteção, porém, sem sucesso, mas ela percebia uma coisa, seus golpes danificaram bastante a armadura do homem, o que demonstrava a superioridade do seu, que nem mesmo um arranhão tinha.

Em meio a isso, ela terminava golpeando o homem o deixando com sua lateral esquerda danificada, tanto armadura quanto corpo, e assim, ela o puxava pelas correntes o fazendo girar em volta, a mulher ainda no chão tentava se arrastar para mais parto para conseguir puxar a ruiva com o chicote, mas antes que ela pudesse fazer algo, Samira jogava o corpo de seu marido de cima para baixo em cima dela, a pancada era absurdamente poderosa, e demonstrava não só a força bruta da mulher ser algo surreal, como também a potência que seu novo equipamento lhe dava.

Nesse momento, os dois estavam desacordados e caídos no chão, e a ruiva poderia escolher o destino dos dois naquele momento. Eles não eram os inimigos mais poderosos, e os verdadeiros problemas ainda estavam por vir, e Agatha era quem estava tendo de lidar com isso até o momento sozinha no salão principal da mansão. O T.I.L.T estava em sua frente também, e ela poderia pegá-lo para concluir sua missão pelo submundo, mas será que levar aquela bomba agora seria uma boa ideia?


Histórico:

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Kenshin
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Re: Capitulo III — Solstício Sex Set 23, 2022 3:08 pm





Capitulo III — Solstício

A utilização do 1° selo era algo necessário naquele momento, a quantidade de aliados parecia não ser a mais adequada então tinha de eliminar as moscas que faziam parte da composição inimiga. “Essa técnica ainda demanda muito de mim!” Sentia a dor em minha mão vinda da quantidade de energia que tinha sido usada na mesma.

A ultima linha de energia se dispersava do meu dedo, quando por surpresa era emboscada pelo jovem comandante, sentia que o mesmo estava pronto para desferir um golpe perigoso. Por sorte o Soru era perfeito para manobras evasivas só não contava com a velocidade do mesmo.

“Como ele conseguiu acompanhar o Soru?” Me questionava ao sentir o chute do mesmo, que parecia já saber para onde eu ia parar, mas aquilo não me pararia, utilizava de um dos meus estilos de combate para poder pressionar e usar bastante do campo.

- Vocês são realmente interessantes! Falava em um tom no qual ambos pudessem escutar, saia dos meus quatro apoios ainda sentindo um pouco da minha mão esquerda formigar.

- São bastante cautelosos, isso eu respeito, provavelmente estudando meus movimentos, tentando entender da maneira que eu luto HAHA! Dava uma pequena gargalhada levando a mão direita a boca.

- Normalmente isso seria bastante eficiente para pessoas que são “presas” dentro do combate, mas vão ver que lidar comigo é um pouco mais complicado! O olhar sanguinário voltava a aparecer, lábia meus lábios, pronta para poder continuar o combate.

“Golpes isolados não serão eficientes pelo visto, um está complementando o outro!” Pensava analisando o cenário em que me encontrava, ainda tinha o líder da armada Happo que não parecia afim de uma batalha, enquanto estivesse sozinha não seria inteligente da minha parte o incomoda-lo, ao menos precisava eliminar um dos dois sem muitos danos.

“Vou aproveitar de dois dos meus movimentos...” Usar o campo de batalha para se movimentar ainda era o caminho mais seguro para se fazer, ainda mais em uma batalha dois contra um no qual ainda não era tão claro o total potencial de ambos.

Continuava na forma atual, em meus quatro apoios sentia que minha mão direita ainda estava formigando, ficava parada por alguns segundos, tentando sentir tudo a minha volta, usar do terreno e das brechas que meus sentidos poderia vir a me dar.

No primeiro movimento detectado por parte de ambos dispararia em meio a guerra utilizando do soru, para poder ser o mais rápido possível, sempre usando para me movimentar em meio a nevoa criada pela batalha. Era um movimento extremo utilizar de formas repetitivas assim ainda mais com minha mão sensível, mas precisava pegar eles de surpresa.

Assim que observasse uma brecha partiria em direção dos dois revolucionários, energizando as pontas das minhas garras para que ficassem afiadas como navalha, quando estivesse perto o suficiente saltaria na direção do que estivesse mais distraído, claramente pensariam que seria o mesmo movimento, talvez prontos para se esquivar, mas provavelmente não esperavam por uma carta na manga. – Baal! Assim que falava a forma que a energia se comportava em meu corpo mudava, indo todo para as extremidades do meu corpo.

O corte que iria ser feito, não seria mais executado, fechando meus punhos com a energia acumulada, soltaria toda a onda acumulada para que assim a eletricidade acertasse os dois e se alastrasse os empurrando e os separando, caso tentassem um contra-ataque, ainda usaria da energia para empurrar o golpe. Caso desse certo cairia no chão com a mão esquerda no chão e com apoio da perna direita. – Se acham que só sei lutar de uma forma é melhor mudarem a estratégia de vocês! Me levantaria pronta para continuar.

Agora em meus dois apoios, com o acumulo de energia gerado em minhas pernas, usaria outra onda de choque vinda das pernas para saltar e atingir que estivesse a minha volta, saltaria em direção ao jovem comandante. Usaria do geppou para me redirecionar esticando o braço direito acumularia a energia de Baal o liberando um pouco em forma de onda, assim tentando acertar o garoto com o máximo de potencial possível.

Caso sentisse que viesse algum golpe em minha direção, tentaria usar do geppou para me esquivar e me reposicionar para continuar tentando do meu golpe. Caso bloquear fosse mais propenso, usaria da onda de coque proveniente das minhas mãos para afastar quem estivesse me atacando.

Caso meu golpe fosse bem sucedido, com o apoio da onda usaria do geppou para poder me redirecionar dando algumas cambalhotas, e assim caindo em meus quatro apoios. – Astaroth! A energia que se concentrava em minhas mãos voltavam a circular meu corpo, agora de forma muito mais densa e visivelmente mais pesada, assim para não dar margem para movimentação conjunta, miraria o inimigo que estivesse em meu raio de visão assim usando da minha energia usaria minha boca para disparar uma quantidade massiva de energia na direção do meu inimigo.

Caso alguém tentasse me atacar em meio a esses movimentos, usaria da minha energia para expandir a mesma com toda a minha força e o jogando para longe, se fosse um projétil, tentaria usar do soru para poder me reposicionar e assim efetuar o golpe. Na finalização disso tudo, voltaria a forma Belial para assim ficar mais leve e voltar a me esconder em meio a nevoa da guerra para poder entender em qual estado estava o combate.




Histórico:

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Capitulo III — Solstício - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022