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Kenshin
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Dom Jan 23, 2022 4:31 am
Relembrando a primeira mensagem :

4º Capítulo: Gigantorines em Altai!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Sasha
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Narração

Mal Pippos sabia que apesar de hoje, seu futuro talvez poder ser ofuscado pela grande fortaleza gloriosa que viria a se tornar Thor, os planos reservados a ele, compensariam toda a espera que ele teve mas ao futuro, a expectativa teria de aguardar um pouco e então a moça arregalaria um pouco o olho e teria dito - Não, Não, Pippos, não é uma ilha não, é estranho mas é um nome de um contrabandista da região.- Ela acabou dando risada sobre a confusão do ruivo comentando - Mas pela hora, até eu devo ter dado bola fora na explicação. - Ela acabou rindo de si mesma.


- Ambos São piratas, suas forças por si só não são o problema mas, eles tem influência, compradores e um número de aliádos que é estimado em quase mil homens, ou fora isso que nosso batedor conseguiu levantar, não há como a operação ser pequena se formos prendê-los.- Ela informou explicando a situação.E então ela sorriu, com a pergunta de Pippos, que seria respondida enquanto Thor poderia explorar o seu próprio interior.

- Huhh… Acho que ele esta descobrindo isso agora mas… Pippos, pegando o histórico do ultimo usuário, há a informação que assim que tiver algum controle sobre a fruta, milhares de soldados poderiam ocupar o espaço de um único homem… Ou seja, se Thor dominar a sua habilidade, todos nós do QG, poderiamos ir junto a ele sem que ninguém além dele pudesse ser visto. - Ela teria dito, dando espaço para que o ruivo pudesse conversar sobre o assunto.

- Mas, Cá entre nós, sei que tu ficou cabisbaixo mas se posso te dizer é que você não é menos importante do que Thor, há um grupo que esta operando pra te dar uma oportunidade tão incrível quanto a de seu companheiro e… Eu não tenho mais informações do que esta frase, Scarlet me disse que planejava tornar a combinação de vocês dois imbatível.- Ela teria deixado no ar o mistério para que o ruivo pudesse matutar.

Essa conversa, teria dado tempo o suficiente para que o gigante moreno voltasse a si e fizesse sua oferta - O que eu tenho a perder não é mesmo? Não é como se não fosse acontecer mais cedo ou mais tarde. - Ela teria esticado o braço e Pippos a teria visto ser absorvida e encolhida por uma pequena parede avermelhada, sumindo de sua vista.

Já lá dentro ela teria dito - Wow, realmente é como eu ouvi.- A morena comentou andando um pouco - Uma banheira… Algo como um grande Onsen… Conheço marinheiros que matariam por isso, após uma jornada longa de trabalho ou treino eu mesma inclusa.- A capitã soltou, demonstrando ser bem despreocupada quanto a isso.




Histórico:


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 WN4Utd7

Pippos
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 Shuuma10

Um homem Castelo...
Agora sim já estou vendo vantagem!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
O Thork era idiota e abestalhado, mas eu precisava reconhecer que o mesmo era bem objetivo, e ele fez, exatamente, as perguntas que eu ainda não havia feito, para consagrar ainda mais a nossa próxima missão. Mas, apesar de minha glorificada percepção, eu havia cometido um breve equívoco em minha expressão. Ainda bem, pois, se fosse outra ilha, teria um trabalho insanamente maior, VITATA. – Ah, perfeito então, se é um inimigo local, as coisas são mais tranquilas, VITATATA!Gargalhei.

Na sequência do discurso da bela dama, ela indicou alguns importantes detalhes: – Mil homens?! VITATA. Então agora entendi a razão de nos ter chamado.Me expressei, confiante como de costume, pois sabia que se era uma tarefa bem mais complexa, precisariam de mim, talvez só um pouquinho do Thork, VITATATA!

Em pouco, bela jovem logo fazia instruções e possibilidades excepcionais sobre aquela Akuma no Mi com o poder mágico da ‘Ponte’. – Caraca...Fiquei boquiaberto com essa última informação. Era estranho, mas se o Thork tivesse essa habilidade de transporte, seria incrível! Ele se tornaria um gigantesco navio ambulante que ninguém, sequer, desconfiaria. Falo navio, mas teria condições de funcionar até mesmo em Terra. Eu estava impressionado... uma capacidade de transporte de milhares de pessoas?! Acho que o Thork deveria treinar muito mais, VITATA. Não consigo ver esse poderzinho da ponte subir e descer vai rapidamente ter essas condições incomparáveis de transporte, VITATA.Analisei.

De todo modo, era como eu suspeitava, a Marinha já tinha bons planos para mim, futuramente, claro, mas minha confiança se elevaria ainda mais: – Mas fique tranquila, Capitã! Eu farei de tudo para mostrar-me como alguém digno de receber esse abissal tipo de habilidade. Pode contar comigo! Espero que, juntos, o Thork e eu possamos até mesmo funcionar como uma espécie de exército, VITATATA!Considerei, esperando algum dia ser digno desse merecimento, mas o estranho em tudo é que o Thork parecia ter ‘desligado’, eu estava conversando com a Valvatore e ele estava bem aluado, mas quando ela me informou a respeito dele estar se explorando, eu fiquei ainda mais confuso, VITATA.

A nossa digníssima capitã logo estendeu seu braço, talvez indo cumprimentar o Thork, não sabia ao certo, mas, de um modo estranho, ela logo foi sugada por alguma espécie de portal. – Valvatore?!Lógico que me assustei, e fiquei confuso de onde aquela bela mulher havia ido parar, mas, sem pestanejar, me joguei de cabeça nessa procura e tentei também estender meu braço como que busca alcançar alguma coisa, e, dessa forma, esperava também ser transportado para onde quer que a Capitã estivesse.

----------

Eu logo estava dentro de uma enorme sala, com um grande mesão, acobertado por várias cadeiras. Parecia também ter uma espécie de trono, então rapidamente julguei que seria um castelo. Dentro desse bonito espaço, era possível ver a Capitã que, demonstrava estar também encantada com o lugar, pela sua explicação era como se o Abacaxi tivesse controle sobre tudo naquele lugar, e ela até havia sugerido a criação de uma banheira, como um grande Onsen. Realmente seria um ótimo feito para descansar e desopilar depois de um cansativo dia de trabalho ou até mesmo de treino. – Olha aí, Thork! Tu que tem o controle absoluto deste Reino mágico aqui, faz as honras e me arruma umas biritas aí, VITATATATA!À princípio eu até me animei com o fato dele ter total controle sobre o espaço e poder fazer o que quisesse por ali, por que motivos não poderia me servir diversos tipos de cachaça? VITATATA. E assim beberia, caso me fosse fornecido.

Falando de tudo, eu ainda não podia esquecer alguns pontos fundamentais sobre nossos treinamentos do dia. – Ow, Thork, tá ligado que a gente ainda precisa descansar pra o treino de amanhã, não é? Então faz uma cama fodona aí pra mim, VITATATATA!Apesar de ter sido uma brincadeira, não descartaria essa possibilidade. Funcionando ou não, eu ainda estava focado no meu treinamento de Rokushiki, pois, queria, de todo modo, tornar-me cada vez mais esprendoroso. – Perdão, Capitã, mas eu estou bem animado e ansioso para o dia seguinte, VITATA. Coisa de querer descansar bem para logo poder voltar ao teinamento, pois sei que ainda tenho muito a aprender se quiser ficar mais forte.Finalizaria.

Eu havia brincado com aquela história dele arrumar umas camas pra a gente dormir, mas eu não sabia muito bem se isso era possível, mesmo achando que sim, pois um castelo ainda tem quartos, mas não tinha muito conhecimento sobre o fato dele conseguir descansar plenamente com alguém o tendo penetrado. Mas, de todo modo, eu descansaria bem, tanto se ele houvesse arrumado algum lugar para dormir no Castelão, ou até mesmo fora dele, pois, em algum momento, seria provável que saíssemos, e aí não demoraria para logo seguir aos dormitórios para descansar bem os meus divinos mpusculos.



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Vitaminado Pippão


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
Tank Blindado
Sargento
Hasagt Altai

A capitã Valvatore havia aceitado entrar em minha fortaleza pessoal, seguido de Vitaminado. Assim que ambos estivessem dentro do grande salão, eu surgia sentado no trono de forma bem... ousada. Valvatore ficava animada logo ao chegar no local, tanto que até mesmo dizia sobre a excelente ideia da banheira que eu havia dito. A capitã enfatizava que os marinheiros com certeza matariam por esse lazer. “Talvez uma ala só para lazer fosse algo interessante de se ter no futuro. Afinal, após as batalhas nada melhor que um bom divertimento seguido de um relaxamento.”

Havia perguntado o que Pippos desejava e o maldito, ligeiramente, exigia por um tonel de biritas. ~ Thorororororo! É pra já! Responderia ao pensar numa mesa extremamente farta, recheada de comidas, bebidas e doces. Porém, nada acontecia. ~ Pelo visto não vai rolar, Thorororororo! Riria meio sem jeito, pois, havia pagado de bonzão, mas não conseguindo fazer algo simples. ~ Então garoto... ainda não sei exatamente os limites do que posso ou não fazer, mas comidas e bebidas parece estar fora de cogitação. Proferia despreocupadamente, logo refletindo de que teria que carregar uma boa quantidade de alimentos. “Uma ala para cozinha seria interessante de ter. Além de que parece que isso não faz parte das capacidades de uma Fortaleza, apesar de que ter um enorme estoque de comida teria sentido.”

Todavia, o cabeça de tomate comentava sobre uma camada confortável para que pudesse descansar aquela carcaça de corpo, naturalmente, seria algo que eu poderia fazer. ~ Isso é fácil! Ao termino de minhas palavras a cama já haveria surgido do chão. Seu tamanho era bastante espaçoso até mesmo para um gigante. O colchão seria pensado em algo tão confortável quanto o mais luxuoso de um bordel. ~ Thororororo! E aí, curtiu? Perguntaria para Pippos, mesmo sabendo que a resposta era mais que óbvia.

~ Pois bem, capitã Valvatore, vamos descansar um pouco e amanha cedo voltaremos ao treinamento. Dentro de 2-3 dias estaremos prontos para prosseguir com o plano de sentar a porrada nesses criminosos. Thororororo! Proferia empolgado, ostentando um sorriso amistoso no rosto. ~ Se a senhorita quiser ficar, posso criar uma cama também... ou talvez a capitã deseje aproveitar ao lado de Vitaminado, já que tem espaço para ambos hein?! Acentuaria minhas palavras com um olhar devasso, enquanto as sobrancelhas se movimentavam para cima e para baixo, quase insinuando algo indiretamente.

Caso a marinheira negasse e quisesse sair, abriria uma ponte levadiça próximo dela para que ela viesse a sair. Em seguida, lhe acompanharia. ~ Vou voltar ao campo de treinamento, acredito que agora qualquer lugar pode servir de dormitório para mim, THORORORO! Gargalharia orgulhoso do que havia ganhado. ~ Até mais e obrigado, Capitã pela confiança. Responderei com toda vontade e determinação possível! Proferia convicto de minhas palavras, já que, deveria devolver o favor adequadamente.

Após sair da sala da marinheira, me direcionaria para o campo de treinamento até me sentar próximo de uma das árvores e em seguida voltar ao interior do Castelo. ~ Fala aí, frangolino! Surgiria ao lado de Pippos subitamente. ~ Vamos descansar então, amanha voltamos com treinamento. Daria um tapa no ombro do garoto de forma amigável.

Caminharia até o trono, subindo os breves degraus do estrado, apoiavas as mão sobre as pedras do trono até me sentar confortavelmente. “Que visão esplendida! Esse é o primórdio do meu próprio reino! Posso ir e vir a hora que me apetecer, posso acessar ele e trazer todos que desejar! Isso é formidável, além de conseguir criar e moldar ao meu bel prazer. De fato, um poder digno de um Rei.” Ponderava comigo mesmo durante o tempo que cruzava os braços e coçava a barba.

Criava um apoio para as pernas ao mesmo tempo que reclinaria o trono sutilmente para trás com objetivo de permitir um sono mais agradável. “Talvez seja uma boa oportunidade para começar a desenvolver as leis daqueles que vierem acessar esse local, para impor regras e normas justas e satisfatórias. Afinal, caso não houver pode vir se tornar uma baderna.” *Uaaahhhhhhaaaauuu. Fechava aos poucos os olhos seguido de um longo bocejo, até enfim, apagar completamente.

Após varias horas de sono, acordaria junto as luzes que adentrariam as janelas do enorme salão. ~ Já é de manhã? Diria um tanto sonolento, mas logo espreguiçando e acordando completamente. ~ Vambora, cabeça de rabanete! Vociferava em alto som para acordar Vitaminado, caso ele ainda estivesse ferrado no sono.

Caso ele não acordasse, um sorriso tenebroso seria expressado durante o tempo que pensava em uma zoeira com o garoto. ~ Eita! Será que as pedras estão bem firmes?! Faria uma peripécia com o garoto, pois, um dos peitos dos monumentos cairia em cima da cabeça dele com propósito de lhe acordar. ~ Thororororo! Teu ronco foi tão alto que até fez a decoração estremecer, loucura não!? Tentava segurar um pouco mais os risos, já que, provocar e gozar da cara do Rabanete sempre era divertido.




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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 2uAvx3T_d
Sasha
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Narração



A  Thor, havia uma gama quase infinita de possibilidades ao qual, talvez nunca sequer tivesse cogitado, não só  era ele uma fortaleza como possívelmente a base para todo o futuro de uma operação que mudaria toda a estrutura da ilha sem dúvida alguma, dando espaço e nome para o marinheiro, assim como também pra Vitaminado, já que eram colocados como protagonistas de suas determinadas operações.


Uma vez dentro do castelo, o clima mais militar já não mais existia, não era algo comum mas, o fato da capitã ter um espirito mais livre ajudou muito com que pudessem conversar sem tantas firulas que formavam a base da educação de muitos marinheiros mais antigos e tradicionalistas

- É realmente impressionante, mesmo com os relatórios, é diferente de viver isso na própria pele.- A capitã comentou verdadeiramente impressionada enquanto pareceu observar os detalhes com mais atenção, dada a oferta de Thor, que era bem indescente ela teria levado na esportiva comentando - Poxa, admito que por um lado seria útil não precisar ir até o vestiário pra tomar o meu banho e então ir pro meu quarto mas, uma jovem indo deitar-se em meio a dois homens viris assim? Em geral não seria muito bem visto não Kyahahahaha! - A capitã deu risada, então concluindo fazendo parte  da brincadeira - Além do mais, se eu precisasse descarregar um pouco do stress, eu comprometeria a missão, não ia ter ninguém que fosse sair andando pela porta da frente Kyahhaahah.-

Ela então fez um sinal com a mão de que estava indo, e de fato ela foi, dando liberdade para que Pippos e Thor pudessem ter o seu merecido descanso e a liberdade de escolher qual seria seu próximo passo pela manhã.


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 WN4Utd7

Pippos
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 Shuuma10

Hora de bater o rango!
Mas também é hora de se preparar para o treino.
VITATATATA!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Era fascinante o poder dessa tal Akuma no Mi. Eu sequer acreditava em lendas desse feitio, que poderiam tornar um pífio humano um semideus como eu. Claro que eu não preciso de nenhum poder desse feitio para ser considerado um ser divino como sei que sou, mas, parando para pensar, até que seria bem interessante ter alguma capacidade nesse sentido... quem sabe algum dia, não ? Só vamos ver o que me aguarda nesse mundo. Se o Thork foi abençoado, é provável que, algum dia, os Deuses também o façam comigo, afinal, mereço mais do que qualquer um, VITATA.

Ideologias à parte, aquele espaço, no interior do Thorkastelo, era impecável, por alguns momentos eu permanecia fascinado com o poder que ele havia recebido e já pensando mais à frente sobre qual poderia ser alguma espécie de poder dada à mim. Se o Thork ganhou essa fruta... qual será que algum dia irei merecer? Talvez a fruta do poder?! Quem sabe a fruta da força incomparável, VITATATA! Assim, nem mesmo o Thork ousaria se comparar a meu poder.Pensei.

Acabei por desligar alguns instantes do mundo real em meus devaneios mentais, mas assim que voltei à atenção, logo escutei algo vindo daquela bela capitã a respeito dela dormir em meio a dois homens, quando que um dos homens era eu. Nesse mesmo instante, eu deveria ter ficado até meio corado, mas algo que logo me fez virar meu rosto, tanto para tentar esconder minha face mais avermelhada quanto tirar o meu foco e verdadeiro propósito de vida: Me tornar mais forte e proteger este mundo de fracassado!

Com a dama em questão saindo do Casthorelo, eu, que já estava bocejando há um tempo, logo direcionar-me-ia para um quarto ou alguma cama, se o Thork tinha total controle sobre esse lugar, bastava ele me apontar algum quarto divino aí. – Ow, Dhork...Bocejei. – Me arruma um quarto aí. Se tem uma coisa que eu to, é com sono e precisamos descansar se a gente tiver afim de treinar mais Rokushiki amanhã, VITATATA!Me expressaria com empenho, pois já queria dormir há um tempo, seguindo tudo conforme o indicado para concluir tal desejo.

----------

Ao longo de um perpétuo descanso de sono, meu despertar seria acobertado por satisfação em ter uma tranquila sensação reconfortante de ter meus músculos descansados, além, de claro, descansar a mente. Não demoraria para logo ir até o banheiro para lavar bem meu rosto e realizar minha higiene pessoal, e lavar bem meu rosto e meu corpo para ter certeza de que o esse babaca não aprontaria uma comigo, e, se aprontasse, eu logo faria questão de me limpar o quanto antes.

Ao sair de um banheiro, logo faria questão de cair em cima do Thork: – Bora, cadê?! Um castelo sem um bom banquete com bebidas tá fraco demais, VITATATATA!Brinquei, já pontuando o único detalhe que pareciam faltar para o Thork ter um castelo perfeito. – Se me fornecer os ingredientes, eu mesmo produzo bebidas formidáveis, VITATA.Destaquei, já me voluntariando para produzir um dos pontos em que eu sabia fazer de melhor.

À medida que logo daria essa sugestão, talvez meu estômago já estivesse a roncar, pois esses músculos divinos precisavam sempre ser bem nutridos, e meu metabolismo já era mais acelerado do que o comum, tanto que meu corpo tendia a ser mais magro do que o do Thork em questões visuais. – Nah... Que fome. Tu não tem nenhuma comida ou qualquer birita por aí, não?Lamentava, enquanto torcia por qualquer sinal positivo de resposta. Quando se fala em castelo, a gente imagina um banquete com muita bebida...Analisei de forma triste, já pensando em possíveis planos para o Thork melhorar o castelo.

Em poucos instantes, logo soltei: – Então, thork, tu já pensou em trazer mais pessoas para morar no Casthorelo? Sabe, talvez médicos, cozinheiros, soldados que estariam sempre dispostos a te seguir, VITATATATA!Imaginei. Mas prossegui: – Enfim, borá pro refeitório. Já posso sair?Perguntaria, ainda pressupondo que estaríamos na sala da Valvatore e precisaríamos andar até o refeitório.

Caso eu saísse do castelo em questão e ainda me encontrasse na sala 73s, faria questão de seguir a rota tranquilamente até o refeitório para consagrar uma bela refeição no café da manhã. Caso eu já saísse em algum espaço diferente, como o próprio refeitório, ficaria ainda mais impressionado: – Wow!, funciona como um teleporte para onde eu quiser estar?! VITATA.Imaginei, mas independente de qual que fosse o verdadeiro acontecimento, não importava, logo faria questão de começar a organizar minha grande bacia para encher com uma excelentíssima quantidade de carnes, as verdadeiras proteínas que irão trazer força à meus músculos, acompanhadas e mais alguns bons ovos, pois além de complementar as proteínas, ainda reforçaria a nutrição com Albumina.

Claro que minha refeição em larga escala poderia demorar um pouco para acabar, mas em seu fim, eu estava pronto para sentar e descansar por um fbreve momento, afinal, era bem provável que eu estivesse muito mais do que cheio. Ao fim de minha estrondosa refeição, faria questão de seguir até o balcão para fazer-lhes um pedido: – Opa, inhaiSuspirava, pois a quantidade excessiva de comida me deixava até meio exausto por andar esse pouco e falar. – Vuceis podem... uff. Mim dar um garrafão de Vnhodka, Rum ou alguma bebida com mutxo álcool? Uff.Perguntaria, suspirando bastante e principalmente ao fim de minha pergunta. Recebendo e guardando em meus itens caso eu fosse bem respondido.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 Z3wg5u6

Ao fim, faria questão de logo adiantar meus passos para fora do refeitório e esperava que o Thork me acompanhasse. – Bora, Ambacanxi! Urff.O chamaria. – Nrápido! Senão nhossas treinadoras vão dar bronca, VITATATA!Chamaria sua atenção, afinal, se nós tínhamos a intenção de ficar mais forte, precisaríamos correr contra o tempo antes da missão.


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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
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A capitã Valvatore sem duvidas era uma marinheira bastante humilde e divertida, pois, diferente dos tradicionais marines que detém um certo grau de distancia entre os marinheiros abaixo de sua patente, tanto Valvatore, Scarlet e Smith eram figuras divergente da maioria, o que me agradava muito. “Mesmo construindo meu próprio reino, me tornando um digno rei, almejo ser tão amigável e carismático quanto esses humanos.” Pensei por um breve instante, enquanto olhava para a mulher com um sorriso amistoso.

Após um bom e merecido descanso, um novo dia nos aguardava. Vitaminado já estaca com todo gás logo de manhã, apesar de que eu não era diferente. “Provavelmente é por causa de nossos vigorosos corpos.” Logo pensei, enquanto ouvia o moleque papear comigo. ~ Bah! Cabeça de tomate... parece que minhas capacidades de criação não se estendem a criar coisas orgânicas e nem armas. Comentava coçando a cabeça. “Afinal, se eu pudesse eu ia criar um harém de tchutchucas pra me servirem, Thororororo!”

~ Mas relaxa que já estamos seguindo para o refeitório, veja! Proferia durante o tempo que viria mostrar em uma das janelas a entrada do cenáculo. Como já havia despertado, meu corpo já estava em movimento até o local, pois, a fome era uma necessidade a ser resolvida. Já que não conseguia criar alimentos, ainda seria necessário ir até o refeitório para satisfazer nossa fome.

Durante o tempo que meu corpo estava entrando no cenáculo, Pippos viria comentar sobre trazer mais pessoas para dentro da fortaleza. ~ Huum, sinceramente não pensei muito a fundo nisso. Mas pode ser uma boa ideia garoto, mas para isso teriam que ser pessoas que eu julgassem adequados a meu comando. Considerava as palavras do garoto ao mesmo tempo que expressava um rosto reflexivo.

Ninguém sabe que provenho de uma familía real, já que, sou um bastardo descendente do último rei de Elbaff. Todavia, isso não é muito importante, uma vez que, lá rege o mais forte de todos. Ou seja, o Rei sempre será o mais forte. De qualquer forma, nunca liguei para tal Status. Porém, admito que meu sonho em criar meu reino vem de um fervoroso desejo de ser alguém famoso, conceituado e renomado. Isso me foi negado durante todos os anos que passei em Ebaff, pois, mais me preocupava em sobreviver que me destacar. Entretanto, já consegui ganhar um pouco de prestigio na marinha e agora possuo o poder de criar meu próprio reino, sendo eu mesmo a fortaleza. Posso ter alcançado alguns degraus do meu sonho, mas ainda é muito raso. Preciso subir ainda mais na marinha, preciso ganhar mais fama e principalmente pessoas leais e com espirito honroso que almejem estar ao meu lado.

Deixando de lado esses pensamentos ambiciosos, logo responderia para o garoto. ~ Thororororo! Chegamos sim, pode sair por ali! Apontava para uma ponte que viria descer bem na boca do estomago, permitindo Vitaminado sair da fortaleza. Em seguida, viria me servir como sempre. ~ Bom dia tropa! Hoje é um ótimo dia para comer e ficar grandão! Thororororororo! Falaria de forma extrovertida como sempre, não me interessando se haviam soldados de patente inferiores e até superiores.

Todavia, caso encontrasse algum conhecido, como Scarlet ou Valvatore, puxaria assunto de forma casual. ~ Saudações capitã! Bora comer então! Os legumes ajudam bastante a ter uma pele bem esbelta, não que você precise. Thorororo! Proferia de forma carismática e extrovertida como sempre, paquerando só um pouco.

Caso encontrasse a garota de madeixas coloridas, abordaria ela animado. ~ E aí garota! Como está se sentindo hoje? Faria uma pausa no que estivesse fazendo para prosear com a marinheira. Afinal de contas, ela havia conquistado um nível alto de credibilidade comigo. ~ Thorororo! Que ótimo! Então podemos treinar mais tarde? Estou interessado em aprender o famoso Shigan, não me recordo se chegou a usar ele? Era um dos Rokushiki que mais teria me intrigado, já que, ter a capacidade de perfurar seu oponente sempre que desejasse era algo incrível.

Sem mais delongas, apanharia alguns pratos para começar a me servir, considerando nutrientes saudáveis como carnes recheadas de proteínas; legumes com vitaminas; carboidratos rentáveis e por aí vai. Buscaria tomar água para limpar o organismo. “Apesar que agora sendo uma fortaleza já nem sei mais se a comida me afeta de alguma forma positiva ou negativa, Thororororo!” Pensamentos a parte, começava a devorar os alimentos sem nenhuma formalidade.

Dado algum tempo consumindo toda aquela carga de comida, a ingestão não demoraria muito para ocorrer. Entretanto, eclodiria uma sensação de estar completamente empanturrado. ~ Uffs. *BUUURRRPPPH. Soltava um suspiro e um arroto. ~ Essa comida estava bem bagual! Thorororo! Proferia bastante satisfeito, logo percebendo o trabalho que havia dado para o cozinheiro e provavelmente para quem fosse limpar.

Após alguns minutos digerindo, Pippos viria chamar para sairmos do local. “Será que o garoto ficou com algo na goela? Tá falando igual uma velha sem chapa na boca.” Pensei comigo, mas logo ignorei o assunto. - Vambora então, Thorororo!

Após voltar ao campo de treinamento, olharia para Vitaminado e indagaria. ~ Aí! Eu vou procurar pela Lily para dar seguimento do treinamento. Depois nos falamos. Erguia a mão para que ele viesse a dar um tapa, como irmãos fazem. ~ Bom treino, cabeça de rabanete! Thororororo! Após falar com o garoto, caminharia pelo campo de treinamento até me sentar próximo de alguma arvore, ou até mesmo me encostar em alguma parede.

Assim que houvesse me sentado e apoiado as costas na árvore/parede, cruzando os braços e apenas observando as pessoas ao redor, lá aguardaria a marinheira Lily aparecer no campo de treinamento. Não me importava se demorasse um pouco, já que, ainda estava esperando a digestão terminar; o que não iria demorar muito. Caso avistasse a garota, faria um sinal com a mão. ~ Chega mais, miúda! Expressava um sorriso pacifico enquanto os olhos estimavam o espirito gladiador da marinheira.



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Narração

Após descansarem, os titãs não poderiam começar um dia sem o mais importante, comer! Dirigiram-se ao refeitório e poderiam ver que havia até mesmo uma fila moderada pois parecia que os pratos de hoje incluiam mais carboidratos que o comum, pois um dos cozinheiros resolveu adicionar as frutas, pedaços de bolos de chocolate e de cenoura como disposição ao menu, para além de panquecas que tinham coberturas como mel a disposição, manteiga entre outros tipos de queijo, pão onde surpreenderia-se aqueles que quisessem uma experiência com proteinas, pois além dos ovos, havia carne maluca pra colocar em meio ao pão.

Quando serviam-se Thor avistou Lily que carregava consigo uma bandeja cheia de coisas, havia com ela um pedaço de cada tipo de bolo do oferecido no refeitório, ovos, uns 5 ou 6 pães cheios de carne maluca e sete maçãs, algo que ela pareceu gostar bastante pela quantidade, a bandeja que ela carregava parecia pesar só de olhar - Hoy Hoy! Estou bem melhor! Dessa vez eu não vou pular o café, vou comer bastante e ai ir longe hoje! - Ela teria mostrado com orgulho e um sorriso no rosto o que tinha em mãos, já dispensando todo e qualquer modo de educação ao sentar-se próximo da dupla, cumprimentando a Pippos - Yoo, você é amiguinho dele? Ia ser bem dahora, os grandões serem amiguinhos Kyehehehe- Ela divertia-se interagindo com os dois, já pegando uma jarra de suco e começando a comer enquanto ouviu o que lhe era dito.

- Figan? Uhum!- Ela teria respondido com a boca ainda meio ocupada, terminando de engolir pra então responder - É bem diferente do meu estilo de luta mas, eu aprendi, e posso passar as dicas do Shigan sim - El acomentou enquanto todos puderam desfrutar de uma boa refeição.

Como todos comiam bastante, levou um tempo até que todos pudessem estar satisfeitos para que enfim se dirigissem até o campo de treinamento, que pareceu pouco a pouco estar já enchendo, estavam lá Reines e até mesmo Scarlet parecia estar treinando com uma lança mais ao fundo, Scarlet parecia treinar só e sem parceiros.


Histórico:


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 WN4Utd7

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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
Tank Blindado
Sargento
Hasagt Altai

Havia avistado a valente marinheira Lily no refeitório e durante nosso dialogo a garota parecia estar quase recuperada. Logo após sentarmos, Lily viria a nos acompanhar. ~ Esse é um amigo de longa data, Pippos. Se preferir pode chamar ele de cabeça de Rabanete. Thororororo! Papeava antes de começar a comer toda aquela quantidade exorbitante de comida.

~Mas então, se você acha que não é muito proficiente com Shigan, nem esquenta que eu acho algum instrutor perito no campo de treinamento. Comentaria para Lily, pois, imaginava que era não seria mestra com esse em especifico, já que, não teria visto ela usar com frequência durante nossa luta. “Pelo menos espero encontrar alguém que possa mostrar na pratica, Thorororo!” Pensei comigo brevemente, durante o tempo que começava a fazer digestão dos alimentos.

Se passado algum tempo, após terminar o café da manhã, viria me dirigir até o campo de treinamento. ~ Até mais Lily, vê se descansa mais um pouco. Afinal, “descansar também faz parte da batalha!” Diria de forma sagaz durante o tempo que acenaria para a jovem e me despediria no processo. ~ Nos falamos depois, caçula. Vê se treina com vontade hein! Thorororo! Diria para Vitaminado estendendo a mão para que ele desse um tapa. Apesar da zoeira e provocações incessante entre nós, éramos como irmãos. Possuíamos um bom vinculo e confiança num e no outro.

Em seguida que havia posto meu pés no centro de treinamento, avistava Scarlet brandindo sua arma a uma considerável distância. ~ Hoo. Até mesmo soada a capitã exala seu charme, que visão estupenda! Thororororo! Proferia em um tom baixo, sem mais delongas indo na direção da marinheira.

Assim que houvesse me aproximado viria falar com ela sem muita formalidade. ~Saudações Capitã Scarlet, como foi sua noite? Deixava alguns metros de distância entre nós, pois, respeitava seu empenho no treinamento. ~ Parece que logo ficaremos um bom tempo ocupados com essa merda do criminoso Andras. Mas para a má sorte dele... sua liberdade será tirada por uma fortaleza-gigante! Thorororororo! Usaria um trocadilho de forma extrovertida com à marinheira enquanto ela estivesse balançando sua lança.


~~ Aprendizado de Rokushiki: Shigan ~~


Após um tempo conversando e observando os belos e majestosos movimentos de guerrilha da capitã, viria então elogiar a marinheira. ~ Sua habilidade com a lança é realmente formidável. Expressava um sorriso carismático. – Hahaha, se continuar me bajulando assim vai acabar causando a impressão errada aos novatos. Ela proferia com calma, apesar do suor escorrendo pelo rosto e pela respiração ofegante.

~ Háh! Desde quando um homem de verdade se preocupa com os pensamentos dos mais jovens? Thorororororo! Gargalharia durante o tempo que desfrutava da conversa. ~ Brincadeiras a parte, Capitã, gostaria de saber se é perita com Rokushiki Shigan? Já que estou visando treinar ele, talvez a senhorita possa me dar uma boa aula. Perguntava para Scarlet, pois, era bastante provável que ela dominasse todos os Rokushikis devido sua patente.

A marinheira efetuava mais alguns movimentos com sua lança até vir me responder. – Claro, espere só um pouco. Ela diria à medida que desferia cortes no ar e movimentava seu corpo em conjunto da arma. Enquanto isso, viria agarrar minhas lanças, escudo e coloca-las dentro de minha fortaleza, logo jogando elas pela porta levadiça que surgiria e desapareceria na sequência.

Uma vez lá dentro, com minha copia manifestada, agarraria as armas e as deixarias próximo do trono. Faria isso com escudo também, afinal de contas, agora não era mais necessário carrega-los exibindo pelo corpo. – Soube que adquiriu novas habilidades pela Val. Scarlet diria após dar uma pausa em seu treino, parecendo se referir a capitã Valvatore. ~ Héh! Pelo visto ser capitã tem seus privilégios, já que ficou sabendo tão rápido. Thorororororo! Comentava me aproximando um pouco mais da mulher. – Hahaha. Não se preocupe, sargento. Logo você também desfrutará desses privilégios, depende apenas de você. Ela expressava um sorriso sereno e seus olhos emanavam uma vasta experiência de vida que certamente poucos notariam.

Sem mais delongas, Scarlet começaria a explicar as características do Rokushiki em questão. – Shigan é uma técnica de combate, no qual o marinheiro empurra o dedo em um determinado alvo a uma velocidade muito alta e potente, deixando uma ferida semelhante a um ferimento de uma bala. É uma técnica muito útil que pode ser usada rapidamente e com precisão, o que funciona bem com uma velocidade de perfuração impressionante. Isso possibilidade manobras de combate ao qual pode atingir pontos fracos dos inimigos e/ou, permitir tomar vantagem numas disputa entre forças. Bom, isso estou considerando um humano normal, já vocês gigantes... podem causar uma impressão de um tiro de canhão. Ao mesmo tempo que capitã explicava e exemplificava com seu dedo, ela informava que a diferença de tamanho influenciava e muito na hora do impacto, o que fazia sentido.

– No entanto, não é indicado usar como forma de desviar algum golpe poderoso ou contra-atacar, porque provavelmente o usuário poderia facilmente quebrar o dedo. Apesar que isso é mais relativo a tenacidade e capacidade de força de pessoa pra pessoa, mas lhe resumirei o básico do Shigan. Ela ponderava, analisava e conduzia a narrativa de suas palavras de uma forma fácil de compreender.

– Outro fator que deve ter em conta é que, cada Rokushiki pode ter sua variação, tanto pelo tipo de raças como também pelas habilidades do próprio usuário. Além de que existe especializações, como desferir mais de um Shigan por vez ou usar o punho todo. Ela mostrava com sua mão as formas de Shigan além de aplicar ele no ar.

~ Huum... não parecer ser muito difícil de aplicar. Comentava expressando estar pensativo após a enxurrada de informações provindas da capitã. – Oh! É mesmo? Bom, para alguns pode ser, para outros nem tanto... veja por si mesmo. Ela proferia ao mesmo tempo que se aproximava e então utilizava o Rokushiki. – Shigan! E então Scarlet atingia parte do meu abdômen, perfurando a carne tão naturalmente que chegava ser estranho. ~ Hãn?? Expressava surpresa, pois, ela realmente havia me atingido como se estivesse tomando um cafezinho na parte da tarde. ~ Grrrr. Apesar de conseguir ignorar boa parte da dor, ainda sim sentirá o efeito da habilidade na própria pele, ou seria melhor dizer: músculos.

Apesar da habilidade possuir uma incrível capacidade de causar dano, ainda assim, era notável a força da marinheira. Afinal de contas, conseguiu me ferir de forma tão natural quanto um tubarão sendo devorado por uma orca assassina. “Huh, talvez a capitã possa me proporcionar um duelo bastante revigorante hoje! Mas antes disso, primeiro vou dominar essa habilidade.”

– Agora é sua vez, faça seu melhor.... se conseguir. Scarlet diria induzindo para que eu lhe atingisse agora. “O quê?! Ela tá querendo que eu lhe de uma dedada assim?” Pensei comigo durante o tempo que olhava para seu, pequeno, mas bem abonado corpo. ~ Okay, capitã! Proferia expressando um sorriso um pouco malicioso.

Cerrava o punho e deixava apenas um dedo apontando em direção a marinheira. Em seguida, recuava o braço para trás e então desferia ele com uma elevada força, almejando o tórax da capitã. ~ Shigan! Logo que atingirá o corpo da marinheira, ela apenas dava alguns passos para trás, devido meu braço ter empurrado um pouco seu corpo. ~ Huuumm? Ficava surpreso devido o meu enorme dedo estar tocando parte do seio da mulher. – Porquê está demorando tanto, sargento? Está apreciando o momento? Scarlet diria e em seguida desferia três golpes em sequência, ela parecia um tanto irritada, apesar de ainda exibir um grau de nobreza. – Shigan! Os ataques atingiam diferente pontos do estomago, quase que simultaneamente.

~ Tsc. Pensei que era só por força e velocidade no ataque. Comentava devido ter falhado anteriormente, não enfatizando a situação inadequada de antes. Afinal, um homem de verdade deve mostrar sua compostura nesse tipo de situação.

A capitã então faria um gesto com dedo para retirar parte do sangue que cobria seu dedo indicador. – Você não está equivocado Thorkell. O Shigan retratada uma capacidade de perfurar com poder total seu alvo, e por isso, exige força e agilidade na hora do ataque. Entretanto, é muito mais que isso! Precisa centralizar sua força unicamente no dedo, não para dar soco com dedo, mas sim para “perfurar” seu oponente. Ela comentava ao esclarecer o conceito do Rokushiki. – Você pode notar que não exige nenhum movimento extravagante ou qualquer tensão física. Diferente do Tekkai que retrata a tensão como um gatilho, o Shigan retrata o pensamento e a aptidão de liberar um golpe capaz de empurrar e penetrar seu oponente de forma simples, rápida e precisa. A explicação era um pouco longa, mas bastante clara e instrutiva.

Seguindo algumas tentativas, chegaria o ponto em que a ideia em harmonia com corpo me faria desferir algo próximo do que que a marinheira havia mostrado. ~ Shigan! Quando a capitã sentiu que o golpe poderia realmente provocar uma perfuração, foi então que ela utilizou outra habilidade. – Tekkai! E então, seu corpo se tornava tão rígido quanto aço, refletindo o dano e, por último, curvando o dedo. ~Ora, ora... parece que desta vez lhe fiz levantar a guarda. Thororororo! Proferia ao mesmo tempo que expressava um sorriso animado e resoluto. – Hunf, não seja tão apressado garanhão. Ainda lhe falta muito para se tornar hábil. Scarlet diria de forma severa, apesar de manifestar sutilmente um sorriso prazeroso, provavelmente por estar ensinando e percebendo o quão rápido estava aprendendo.

Após algum tempo, devido a diversas tentativas, chegou ao ponto de que a capitã Scarlet estava constantemente utilizando o Tekkai para anular o dano. Até que enfim, já havia conseguido fazer meu corpo memorizar a habilidade do Shigan; se mostrando um golpe mais natural, preciso e rápido. Ainda não se equiparava ao de Scarlet, porém, sem duvidas já haveria moldado a um golpe bastante poderoso.

– Acho que por agora é isso, sargento Thorkell. No mais é só questão de uso durante suas lutas que você desenvolverá ele ainda melhor e mais natural, podendo até mesmo especializar a seu gosto. Ela diria após tirar um pouco do suor de sua testa. – Tenho algumas tarefas para fazer, vejo você mais tarde. Ela proferia com um esboço de sorriso pequeno, mas emanando satisfação. ~ Positivo, capitã! Agradeço por ensinar este velho, Thororororo! Falaria de forma extrovertida, durante o tempo que saudaria em continência para com Scarlet.


~~ Fim do Treinamento ~~


Após a saída da marinheira, andaria até me aproximar do muro do quartel e lá apoiaria minhas costas. ~ Bora fazer uma pausa pra dar uma relaxada. Thororororo! Indagaria para mim mesmo, mostrando estar sentando de forma bem despojada. À medida que descansava ali mesmo, os olhos percorreriam todo o campo de treinamento analisando e observando todos presentes. “Huum. Realmente vou precisar de uma equipe agora, para usufruir de todo meu potencial. Eu prefiro lutar sozinho, mas sei que nem sempre é uma opção. Sem contar que depende muito do momento. Preciso modificar algumas manias que tenho, como por exemplo falar sobre os apelidos dos meus músculos. Mas isso não é tão relevante assim.” Coçava a barba durante o tempo que os pensamentos eclodiriam como uma chuva no verão.

“Todavia, preciso de guerreiros leais para que possam servir dentro do castelo. Talvez até mercenários se estiverem disposto a me servir, seja como for, agora possuo o poder de carregar meu próprio reino comigo! Mesmo que seja só o castelo, isso por si só já é algo incrível.” Sorria animadamente ao longo dos pensamentos, planejando quais seriam meus próximos passos.

Apesar de não ser um ponto forte meu planejar a longo prazo, isso não significava que não fazia isso as vezes. Este corpo foi abençoado pelos Gigantes Primordiais, os guerreiros mais incríveis que estes mares já tiveram. E eu, num futuro próximo, poderei ter meu nome tão aclamado quanto esses gigantes.



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Última edição por Blindao em Sex Fev 04, 2022 4:10 am, editado 1 vez(es)

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 Shuuma10

Se Rokushiki é difícil?!
Bota difícil nisso, VITATA!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
À medida que montávamos as nossas formidáveis bacias de café da manhã, isso porque pra saciar nossa fome, tinha de ser uma bacia mesmo, VITATA! Depois de montada nossa refeição, logo chegou uma jovem com um prato bem recheado e sentou bem entre a posição que eu e o Thork estávamos, sentados. Calma aí, campeã, VITATA.Deduzi, não reconhecendo muito bem quem era, mas quando ela puxou assunto com meu irmãozão, não demorei para reconhecê-la, era a jovem com o qual ele havia treinado.

Ela não demorou para também interagir comigo, então a respondi com tranquilidade: – Opa, e aí? VITATATA.Dei um bom suspiro e logo prossegui: – Ah, somos mais do que amigos, ele é quase como um irmão mais velho para mim, VITATA! Mas, cai entre nós, eu sou o mais forte da dupla, VITATATA VITATATATA! Como você chama ele? Thork? Entre os íntimos é cara de Abacaxi mesmo, pode chamar ele assim.Brinquei, ao fim.

Diante de minha refeição divina, logo pude prestar bem atenção de que ambos pareciam conversar sobre a técnica Shigan. Realmente parecia uma habilidade bem interessante para se ter e aprender de começo, mesmo sendo uma habilidade que eu não estaria sujeito a usar com frequência, já seria muito bom aprendê-la. Mas a Lily parecia estar bem disposta a ensinar meu parceiro, então tentei ficar numa posição ereta para olhar bem todo o saguão e tentar encontrar a Pivot, afinal, conversar com ela a respeito de qual seria o meu próximo Rokushiki seria uma boa ideia. Todavia, minha tentativa de olhar bem a sala não foi um sucesso, pois a Reines por ali não estava

Terminando minha refeição logo me dirigi ao campo de treinamento, provavelmente acompanhado por todos. No recinto, era bem visível a Reines mostrando empenho e força ao lado da Scarllet. Hmm... seria uma luta bem interessante de se assistir, VITATA.Palpitei entre meus pensamentos. Mas, de toda forma, ela estaria a combater minha ‘treinadora’, então eu talvez precisasse interromper um pouco essa peleja para unir meu aprendizado com a missão que teríamos em pouco tempo. – Capitã Scarllet.Falei seu nome como forma de respeito, procedendo com uma sensata continência.

Mas não demoraria para logo continuar: – Permissão para roubar a Reines de você e treinar com ela? VITATATA!Gargalhei ao fim, cogitando a possibilidade de atrapalhar um pouco, mas tudo em prol do meu crescimento, pois além de saber bem que a Reines deveria me admirar como Marine, ainda era um evento que poderia ser muito útil em nossa próxima missão, basicamente unir o útil ao agradável.

Treinamento ~ Geppou

Aproximando-me da Reines, logo precisei indicar meu fascínio pela outra habilidade que pude presenciar bastante e até fiquei bem admirado por sua utilidade e forma de ação. – Olha, como você sabe, eu fiquei super impressionado com aquela habilidade de voar, VITATATA! Quais seriam os primeiros passos para executar esse movimento?Questionei, mais animado e empolgado do que tudo. – De aquecimento, quero ver, novamente, você saltando para pegar o melhor impulso possível, como no treinamento de Soru, você sabe.Sequer questionei a ordem e já comecei a executá-la, garantindo firmeza em todos os meus saltos.

CAda um de meus saltos teria mais empenho do que o anterior. O foco era extremo em, cada vez mais, conseguir saltar ainda mais alto, utilizando de toda a minha força para tal. Ela não havia me dado um limite, e, claro, em algum tempo, talvez eu já estivesse começando a me sentir um pouco mais desgastado, mas nada que minha determinação não pudesse ajudar. Uff, vamos, Pippão, você é o cara, você consegue!Pensei. Depois de mais alguns minutos: – Pode parar.Uffs, suspirei, já tentando recompor todo o meu fôlego.

Mas, achando que teria sossego, logo fui surpreendido. – Ta achando que vai ficar na moleza? Haha. Em cada um dos saltos, você precisa tentar controlar todo o seu peso no ar, e, seguindo essa lógica, tentar tornar seu corpo tão leve quanto uma pluma.Lógico que eu ficaria surpreso e sequer saberia como executar essa lógica com maestria: – Mas como? Eu sou um grandão e peso pouco mais de uma tonelada em músculos, VITATA.Brinquei um pouco, tentando relevar toda a situação complicada. – Você precisa adquirir controle total sobre o seu peso e aliar tudo ao impulso, afinal, a meta do Geppou é te proporcionar ter condições de pegar impulso no ar. Mais uma vez quero te ver pegando impulsos para várias direções e lados, como você fez antes no treinamento de Soru, mas a única diferença é que, agora, você também tentara saltar.À princípio, a ideia era básica e bem tranquila, mas como faria para ter condição de executar esse mesmo movimento no ar?!

Questionamentos à parte, mas eu começaria a executar os movimentos apontados de circular no solo, pegando impulsos em uma direção rotativa. Aos poucos, começaria, de leve, enquanto continuava a correr com impulso para direções à frente, saltar para tentar sair do chão em meio a minhas impulsões. – Você precisa pegar o ritmo do impulso e garantir a plenitude de cada movimento. Esquecendo um pouco do seu peso, quando você estiver para cair, precisa tentar utilizar suas pernas no ar para ganhar ainda mais impulso na base da força. Isso enquanto não pegar todo o movimento com a prática, pois, com o tempo, você vai conseguir executar essa técnica sem ter tanto esforço.Cocei um pouco a cabeça, pois ela falava como se fosse algo tão simples.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 Auu3pVn

Tentando seguir essa lógica, eu saltei o mais alto que pude e consegui utilizar minhas pernas para jogar os joelhos para cima tentar ganhar um pouco mais de impulso no ar. Não funcionou muito bem, mas foi melhor do que antes. – Você precisa ter o ar como um aliado. Acho que já te falei isso. O ar vai ser sua nova base.Parecia a tarefa mais difícil até então, pois, para mim, o nível de dificuldade dessa técnica de saltar no ar, era mais trabalhosa do que a do Soru. Sem comparações. Mas com a prática de alguma horas executando repetidamente esses movimentos e tentando esquecer o meu peso e ter o meu aliado como minha base, o ar, eu consegui uma única vez aplicar esse movimento no ar, e quando peguei o ar como base, a poeira ficou bem visível. – Wow!Soltei em meio à alegria de ter conseguido executar de forma correta.

Mas ainda não havia adquirido finalmente a habilidade para usá-la quando quisesse, pois havia tentado novamente e nada. – Droga, ainda preciso treinar mais...Qualquer um poderia desanimar, mas eu, o ser mais determinado desse planeta, estava convicto de que eu conseguiria! – Você conseguiu executar uma vez, parabéns, mas só tem de administrar melhor os movimentos para conseguir realizá-lo sempre.Tentando acalmar um pouco a minha ansiedade de pensar em querer voar, tentei me fechar um pouco e esquecer tudo. Fechei os olhos. A partir da calma e da concentração em que eram apenas o ar e eu, e nesse sentido, eu consegui focar completamente no movimento e sentir que estava a saltar repetidas vezes, mas sem forçar muito a barra, e indo até o terceiro ou quarto salto apenas, depois me preparando para descer e também ter esses saltos no ar como base.

Pousando no solo, abriria meus olhos e tentaria focar apenas nos movimentos, esquecendo meu corpo e apenas tentando utilizar o impulso com base no ar de apoio aos meus saltos. Com mais um pouco de prática, eu já conseguia executar o movimento com muito mais tranquilidade. – Uffs... Esse foi cansativo, hein, Pivot? VITATA!Me expressei de forma cansada pelo árduo trabalho, mas com feitio de satisfação. – Muito obrigado mesmo pelo treinamento.Finalizaria.

Fim

Finalizado esse treinamento, eu estaria exausto. Cara, se treinar era cansativo, eu, hoje, parecia ter treinado três vezes mais. No mínimo, apenas uma boa bebida para tranquilizar cada um de meus belos músculos. Sem pestanejar, logo peguei minha garrafa de rum e já virei para uma bela golada dessa ardente e doce bebida alcoólica. Essa suave queimação me trazia alegria, satisfação e muito mais tranquilidade em meu cansado corpo. Não fazia sequer mais muito noção da situação do pessoal que estava ali pelo campo, mas eu precisava apenas de uma coisa, tomar um banho para resfriar esse meu corpo que parecia exausto e, pela frequência de exercícios, estava com o sangue mais quente do que tudo. – Não sei vocês, mas, para mim, por hoje é só, pessoal. Estou mais cansado do que qualquer coisa, uffs. Primeira coisa é tomar um banho e descansar, VITATATA!Finalizei, já tirando a camisa e deixando meus belos músculos a mostra para seguir em direção ao vestiário para tomar um banho e trocar de roupa.

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Chegando no vestiário, logo faria questão de tirar minhas roupas para tomar um banho gelado e tentar resfriar um pouco mais esse corpo quente divino e acalmar um pouco toda a minha sensação de cansaço. Um banho gelado me faria esquecer bem disso. Enxaguaria bem e focaria em lavar de maneira recíproca minhas longas madeixas ruivas. Diante dessa perspectiva, faria questão de logo buscar algum uniforme que por lá houvesse, na medida de meu tamanho, para a patente de Sargento, afinal, acredito que, até hoje, ainda estaria a utilizar um uniforme de Cabo, VITATA.

Ao início de toda calmaria, faria questão de dar mais um gole em meu rum, estava claro de que eu precisava desopilar e me animar na minha melhor fonte de alegria, abaixo de ser melhor do que o Thork em algo, VITATATA: Encher a cara e me ausentar um pouco de complicações da vida. Eu estava ciente de que, a cada dia, estaria mais forte! E com essas novas técnicas aprendidas, puts, eu já estava há mais um passo de logo ser reconhecido e considerado um verdadeiro ser divino! Falando em encher a cara, logo seguiria ao refeitório para garantir a minha bebida de amanhã, seguindo até o balcão, caso houvesse alguém por ali, para logo pedir: – Opa, e aí, meu bom, tudo certo?! Tem como me arrumar mais uma bela garrafa de rum? Essa minhas está acabando.Fária questão de mostrar minha garrafa de rum quase vazia e gargalharia ao fim: – VITATATATA!


Histórico:

Objetivos:

Personagem:




Vitaminado Pippão


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
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Narração

- Um rabanete? Essa eu nunca ouvi Kyahahahahaha- Sem pudor nenhum a garota riu mesmo com vontade sem se importar muito - E ai! Exclamou animada ao cumprimentar o outro grandão… Ah não abacaxi? Kyahbahahahaha vocês são criativos com apelidos, eu vou ser o que? Melância pelo cabelo rosa? Kyahahaha. Ela tirou sarro da situação, se divertindo e mantendo um clima bem leve, onde thor teria sua resposta - Eu ainda estou aprendendo alguns deles, não sou marinheira a tanto tempo assim, sistema de recrutamento bla bla bla. - Ela comentou com um sorriso largo e cheio de dentes a mostra.

Caminhando em direção ao campo de treinos, com o encontro da própria capitã que havia lhes dado essa oportunidade, Thor aproximou-se a vendo parar o treino que estava fazendo de estocar diversas vezes para o responder - Cheia de papeis… O trabalho é bom mas, a papelada mata… Ainda arrumo alguém pra cuidar disso pra mim, além disso, tive de reportar em relação ao uso do item recém recuperado. - Ela comentou com bastante vigor, apesar de ser visível que seu treino já começara muito antes de sequer haver uma luz do sol.

- Se você já comeu, valeu a pena então hahaha, mas precisamos de você entendendo como usá-la até a operação, vai ser importante para evitarmos baixas… O que me lembra que em breve faremos uma reunião. Ela comentou antes que ambos pudessem treinar juntos.


Reines frente a Pippos não demorou muito para treiná-lo o que guiou a dupla a logo procurar por um tempinho para relaxar o corpo e se cuidar. Pippos após o seu banho, dirigindo-se ao refeitório teria encontrado um rapaz bem androgino que teria lhe dito - Eu te arrumo um pouco sim, mas se for beber em uma patrulha, não fui eu que te arrumei. - O rapaz teria ido buscar uma garrafa de respeito para que o gigante pudesse saciar a sua sede, estava bem cheia e tinha uma marcação nela, com um símbolo da ilha de Kano.

Com isso, o rapaz perguntou - Mais alguma coisa? Eu já tou por aqui e consigo te preparar algum prato, caso tenha algo em mente, enquanto o refeitório esta mais tranquilo.- Apesar de parecer rabujento de começo, o rapaz do balcão se mostrou bem prestativo.



Histórico:


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A capitã havia falado sobre estar atolada em papelada e era algo que eu poderia entender, já que, se fosse comigo isso certamente me tiraria do sério. Afinal, ficar atrás de uma mesa não era o mesmo que ter uma morte lenta e entediante?! De qualquer forma, não me prolonguei muito no assunto e logo pedia para a marinheira me instruir a aprender o Rokushiki Shigan.

Após algum tempo, havia enfim aprendido a utilizar a habilidade em questão, demorando mais tempo do que imaginei. Todavia, o esforço era recompensado, pois que, Shigan era uma técnica muito poderosa e vem vantajosa se souber utilizar de maneira sábia.

Havia caminhado até me aproximar do muro que fortificava o quartel com intuito de me escorar nele e assim dar uma relaxada, durante o tempo que a mente trabalha freneticamente. Logo após matutar e repensar sobre alguns pontos sobre mim e de meus novos poderes, decidirá me por de pé e começaria a caminhar pelo campo de treinamento.

Contudo, se Scarlet ainda estivesse treinando, mostrando que sua patente e força faziam jus a sua dedicação, abordaria ela. ~ Ora, ora... quanto entusiasmo e diligencia. Thororororo! Expressava um sorriso amigável, logo cruzando os braços. ~ Huum. Estive pensando sobre a missão, capitã Scarlet. Não seria melhor agilizarmos o recrutamento de todos para avançar de uma vez? Porque se o plano é fazer uma ofensiva dentro de 3 dias, considerando que pode haver um espião ou vazamento de informações, talvez fosse mais sagaz alterar de ultima hora o plano, não acha? Proferia de forma analítica, mostrando um pouco da experiência que estes músculos carregavam consigo já a um bom tempo.

Minhas palavras seriam emitidas com um alto grau de persuasão, além de carisma natural, já que, não somente estava ansioso para testar meus poderes contra os criminosos que assolam a ilha de Altai, mas como também julgava haver vazamento de informações. - Por qual motivo acho isso? Complementaria para a capitã entender meu ponto de vista. ~ Oras bolas, capitã Scarlet... se este desgraçado ainda não foi pego, mesmo de baixo do nariz do quartel da marinha, o mais lógico é que ele tem uma ótima rede de informantes. Com dedo da mão deslizava sobre a barba, expressando racionalidade e perspicácia.

Se o quartel agilizasse a missão, alternando de ultima hora as ordens, talvez isso poderia criar um rebuliço e alguns problemas. Entretanto, por outro lado, isso prejudicaria muito mais os criminosos que talvez estivessem movimentando seus planos, havendo a possibilidade de pegar eles com as calças arriadas. ~ É só um ponto de vista da minha parte, mas se tivesse que lhe dar alguma certeza, seria o fato de que... todo cardume segue o fluxo do líder. Thorororororo! Falava com sabedoria e sensatez.

Se a capitã achasse mais seguro continuar seus planos, olharia no fundo de seus olhos e após alguns segundos, apenas acenaria com a cabeça de forma positiva. “Hoo. Ser capitão não é moleza hein.” Refletia brevemente, optando por não insistir mais no assunto.

Caso avistasse Vitaminado, acenaria com a mão pro cabeça de repolho seguido de minhas palavras. ~ E aí fanfarrão! Thororororo! Até que enfim terminou seu treino! Diria enquanto riria de forma amigável, já esquecendo qualquer tensão que pudesse ter ocorrido entre mim e a marinheira, afinal, respeitava ela e suas decisões.



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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 Shuuma10

Pausa em treinamentos?!
Nada disso, não basta treinar apenas o corpo...


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Depois de descansar bem os meus imponentes músculos a partir de uma boa dose de rum em meu corpo aliado à um gélido banho para resfriar toda a tensão e me fazer esquecer um pouco do cansaço, parecia ser mais do que o suficiente. Claro. Eu, com meus músculos divinos sabia que poderia aguentar tudo aquilo e mais um pouco. Err.. mais um pouco, mas com mais calma, né? Porque esse ttreinamento de Geppou, meu amigo... a palavra cansado não expressa nem metade, VITATATA!Pensei, resistentemente.

Ao finalizar minha higiene pessoal, não demorei para logo partir para o refeitório, afinal, estava obstinado a ainda conseguir mais bebida por ali. Em uma conversa saudável com um guri gente boa, ele logo me falou de uma bebida: – Bebida de Kano? VITATA, interessante.Respondi, mas logo precisei complementar com um ponto: – Quanto a isso, nem se preocupe, nunca nem te vi e não sei nem teu nome, VITATATATA! Mas obrigado.Finalizei.

Aprendizado ~ Toxicologia

Ele não demorou para logo me perguntar se ainda poderia fazer algo por mim, para falar a verdade, até poderia. – Para falar a verdade, até poderia...Coloquei a mão no queixo, analisando essa possibilidade. – Você entende bem sobre veneno ou alguns fatos que envolvam a toxicologia?Soltei no ar, no máximo, receberia um ‘não’, VITATATA.

O jovem em questão não demorou para logo abrir um sorriso no rosto: – Para te falar a verdade, tu deu muita sorte, pois eu até que ando fazendo uns estudos a respeito de veneno, e até mesmo sobre colocá-los de maneira afinada em bebidas.Ele respondeu sorridentemente. Aproveitou o fato de que não haviam pessoas por ali além de mim. – Bem, não sei quanto você entende desses assuntos, mas a toxicologia é a ciência que estuda os efeitos produzidos pelas substâncias químicas, estas que podem, claramente causar efeitos severos no corpo de qualquer pessoa.Pontuou. De fato esse pequenino sabia bem desse assunto.

Continuou: – No dia a dia, estamos expostos a diversas substâncias presentes, em pequenas concentrações, nos medicamentos, nos alimentos, na água, no ar e na poeira, por exemplo.Por um lado era um fato impressionante e bem inesperado: – Wow! Sequer havia parado para pensar muito nisso.Deduzi. – Exatamente, isto é, quem consumir ou ingerir de alguma forma esses efeitos em sua corrente sanguínea poderão sentir mal estar, tontura, ter problemas respiratórios, entre outros sintomas de intoxicação. Para falar a verdade, há diversos tipos de venenos e posso te falar melhor a respeito de cada um deles e de muitos materiais que podem ser utilizados em sua produção.Ele destacou.

[...]

Mas depois de ouvir bem a respeito dos três tipos de venenos que haviam, por venenos engolidos ou absorvidos pela pele, os aspirados e os injetados. Mas ainda vale destacar que a cada criação de veneno, dos materiais que eu te citei, ainda é necessário você sempre criar o antídoto para seus venenos, pois há dezenas de fatores que podem acabar por fugir do controle ou acontecer inesperadamente, então, é necessário que você sempre tenha a cura de suas armas em mãos.Por um lado, era uma ideia interessante, mas se eu o fizesse, meu adversário estaria sempre me caçando para pegar minha cura depois de meu veneno fazer efeito, tanto meu inimigo como meus aliados... mais riscos.[/color][/b] – Ele entendeu meu ponto e até riu um pouco.

Mas você já parou pra pensar se, por algum motivo inesperado, algum aliado seu for infectado pelo seu veneno? Algum parceiro seu no meio de um confronto difícil acabar sendo afetado pelo seu veneno e no meio do combate isso o prejudicaria ainda mais, o que você faria?Ele me olhou fixamente como quem diz ‘E aí, você não teria tempo pra pausar um confronto pra ir preparar um antídoto.’ Mas antes mesmo de eu poder concordar com esse ponto, ele prosseguiu: – [color=green]Se você já tiver entre seus acessórios, isso não seria um problema, e, além disso, para o inimigo acertar qual o antídoto certo dentre seus itens, ele vai ter problemas. Foi um bom espaço para aprender e melhor alinhar meus conhecimentos. – [b]Muito obrigado, você me ajudou bastante VITATATA!Finalizaria.

Fim

Ao fim de meu agradecimento, eu viraria as costas e ergueria a garrafa da bebida ganha para o alto, só como uma espécie de agradecimento, mas não falaria nada e já estaria com o olhar virado para o caminho até o campo de treinamento, pois faria questão de querer voltar para melhor analisar as próximas partes do caminho que estaria se formar para a consagração da missão. Em pouco, talvez já fosse possível enxergar aquele cara de Abacaxi, e assim acenaria para o mesmo. – Meu treinamento?! VITATATA! Já terminei faz tempo, e estou melhorando cada vez mais meus conhecimentos, pois é bom treinar também a mente, VITATA.Destaquei, mas compreenderia que Abacaxis não pensam muito e talvez ele sequer entendesse direito o que eu havia falado.

Sei que esse Casthorkello ta ficando cada vez mais bruto e forte, e, sem dúvidas, eu preciso fazer o mesmo. – E aí, Thork, treinou o quê, por aí? Já está desenrolando bem alguns rokushikis? VITATA. Eu consegui manejar bem o uso de dois.Diria me vangloriando, em uma pose de superior, quando que eu imaginava que o Thork deveria ter conseguido aprender e ser capaz de utilizar apenas uma dessas atividades, pois havia sido um treino verdadeiramente difícil até para mim, e olhe que eu sou um ser divino, VITATA.


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Narração

Scarllet não tardou a responder Às preocupações de Thor, lhe explicando - O recrutamento já fora feito, é bem provável que os soldados tenham um longo recesso mas, que quase todos lutem junto a nós. - Ela teria dito apoiando a lança no chão para descansar as costas um pouco afinal, com bençãos como as dela, seria de se esperar que suas costas fossem mais judiadas.

- Faz sentido a sua preocupação, apesar de se saber algumas coisas como o dia, não fará diferença, não sabem como ou quando, a informação sobre suas capacidades até agora é de conhecimento de um grupo seleto de pessoas, então não há chance de vazamento. - E com isso, após sua jornada toxicológica, Pippos teria aproximado-se de modo que poderia ouvir o resto.

- No entanto, querem conversar sobre essas coisas antes da ultima reunião? Eu vou ver se tomo um banho e vou direto pro quarto, lá tem uma pequena mesa de reunião, onde podemos estipular mais detalhes para terem noção do que os espera. Sei que tem tido demasiados passos mas entenda que é o tipo de operação que muda o futuro de uma nação, precisamos ter passos mais lentos mas efetivos quando forem tomados, o que nos espera fará com que sintamos falta da calmaria. - Ela teria sido bem séria ao guiar toda a situação, esperando uma resposta positiva, ela teria deixado a chave, que indicava a localização do quarto na mão deles e bastaria a escolha deles para seguirem ou não por aquela rota.


Histórico:


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 2 Shuuma10

Importante reunião


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Em meio ao nosso sucesso em treinamento do funcionamento básico de alguns dos Rokushikis, além de meu específico treinamento a respeito de bons conhecimentos toxicológicos, eu não demorei para logo voltar ao recinto no qual se situava o campo de treinamento, afinal, o Thork estava por lá junto a todo o restante do pessoal, eu precisava fazer parte de toda a reunião depois de um bom banho e garantir mais bebida, VITATATA. Dessa forma, logo me aproximei com minha peculiar saudação ao Abacaxi, ao Thork, ao castelo, não sei nem mais como o chamar.

De todo modo, cheguei bem na hora em que a Scarllet parecia estar a inserir importantes informações. Ela deveria estar esperando por mim, VITATA! Mas, nesse caso, ouviria bem cada uma de suas palavras e rápidas instruções. – Última reunião? Com certeza. Será muito bom ter um melhor esclarecimento e instrução a respeito de como deveremos agir, afinal, sou o Vitaminado Pippão, o mais belo, o mais incrível e mais forte ferreiro do North Blue, e, de fato, aprecio boas informações com qualidade.Destaquei, mas continuei concentrado a ouvi-la sem interromper suas palavras. Ao fim de ter destacado as instruções de seu quarto e especificar que lá poderíamos discutir e melhor elaborar o planejamento, eu não pestanejei para logo pegar a indicada chave em minha mão esquerda. – Pode contar com a gente! Em 30 minutos estaremos lá.Especifiquei, dificilmente acreditando que o Thork discordaria. No máximo ele poderia estar interessado em também falar alguma coisa, mas nada demais.

À medida que a capitã saísse, eu estaria a sós com o Thork e começaria a conversar um pouco a respeito de seus novos poderes divinos: – Ow, cabeção, tu já pensou bem em como especificar melhor teu estilo de luta, ou apenas no controle dessas novas habilidades?Eu havia deixado minha pergunta de um jeito meio aberto demais, mas logo tentaria continuar e especificar minha pergunta: – Tipo, especificar um pouco mais do teu estilo de combate. Não sei bem que tipo de novas habilidades você tem, mas acredito que nem você, não é? VITATA. É algo novo tanto para mim, como para você...Exaltaria, tentando colocar a mão no queixo e refletir um pouco melhor a respeito.

Mas para melhor garantir uma resposta precisa, eu tentaria especificar ainda mais: – Veja bem, nós temos belas condições de criar algumas técnicas mais simples, talvez até mais bem trabalhadas agora com esses novos conhecimentos de Rokushiki, mas já parou para pensar em algumas possíveis técnicas que tu poderá fazer com essa tua nova habilidade? VITATA.Esperava que ele houvesse entendido melhor o tipo de pergunta que eu havia feito, em que eu até me mantinha curioso e previamente curioso com as incríveis possibilidades no novo corpo desse Abacaxistelo. Aguardaria atenciosamente alguma resposta e tentaria prestar bastante atenção para melhor entender as possibilidades para suas novas habilidades, e, quem sabe, a criação de até mesmo um novo estilo de combate voltado ao controle dessa forma.

Caso ele se expressasse bem e já tivesse vários planos para sua ‘Akuma no Mi mágica’, eu ficaria bem ansioso e também esperando que algum dia ele conseguisse se equiparar a mim, um semideus impecável na Terra, afinal, agora ele teria alguns poderes Castelares, VITATA! – Interessante... espero muito que seus planos deem certo e você até consiga chegar perto de mim em força, VITATA.Pontuaria. Mas caso ele sequer já tivesse montado planos e terminasse por acabar me deixando na curiosidade, eu soltaria: – Mas tu é um batata mesmo, hein? VITATATA! Acho bom tu já começar a ir se planejando com isso. Tuas habilidades podem florescer cada vez mais e, quando tu tiver um bom controle, é bem possível que tu consiga se comparar a mim, VITATA!Terminaria, talvez até aguardando alguma rápida resposta de última hora, porque minha crítica poderia funcionar como um incentivo para ele já ir pensando em alguma coisa, VITATA.

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De toda forma, o tempo que já havia passado já deveria ser o suficiente para que já pudéssemos seguir até a sala especificada pela nossa linda superior. – Vamos nessa, acredito que já está na hora, VITATA.Falaria, já posicionando a chave ao alto, para deixá-la visível e poder chamar a atenção de meu parceiro.

Seguindo as instruções de caminho fornecidas pela nossa superior, logo estaríamos em frente ao quarto da Scarllet. Suspiraria, abriria um sorriso e daria uns três toques na porta como espécie de respeito, afinal, não tinha planos para pegá-la de surpresa, mas depois dessas simplistas três batidas, logo colocaria a chave na tranca para abrir a porta em questão. – Opa, chegamos.Manteria um bom sorriso em minha face para expressar a satisfação de estar por ali e ser convidado a uma reunião para debater melhores planos a respeito de uma missão. Me sinto até mais importante em estar aqui, VITATA.Pensei.

Me sentando ou apenas me alocando em algum espaço agradável no quarto, logo faria um breve questionamento: – Olha, capitã, eu posso estar meio desinformado, mas gostaria de ouvir bem os detalhes mais específicos da missão, sabe? O verdadeiro propósito dela. Se é, basicamente, uma missão de captura para estabelecer o controle na ilha, e se há possíveis complicações pela missão além do Ogedai Bumbugur, e também seria interessante ouvir mais a seu respeito.Suspirei. – Depois que vi que uma frutinha mágica pode dar poderes, agora suspeito que qualquer inimigo possa ter também desse dom, VITATA!Destacaria, ovindo bem suas respostas e esperando também qualquer tipo de questionamento do meu parceiro, o qual eu saberia que também deveria ser de grande importância ouvir a resposta. Ao fim da reunião, agradeceria bem as informações e logo me despediria: – Muito obrigado pela atenção, capitã! Agradeço muito pela hospitalidade em seu quarto. Boa noite e bom descanso!Me despidiria.

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Com o passar do tempo e dos dias, eu faria questão de continuar me aprofundando e praticando a execução das habilidades de Rokushiki que eu havia aprendido, afinal, a prática poderia me levar à perfeição, e melhorar cada vez mais a execução dessas minhas habilidades.


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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
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Hasagt Altai

A resposta da capitã Scarlet era bastante lógica, de certa forma havia me explicado de seu ponto de vista ao qual acabará por no fim, concordar com ela até certo ponto. “Parece que os capitães e tenentes já tomaram todas as medidas de segurança para assegurar o plano, nada mal.” Pensei por um momento, expressando estar pensativo.

A verdade era que me faltava um pouco de doutrina quanto a táticas bem elaboradas, pois, agora percebia a carência nisso ao entender melhor o ponto de vista do plano ditado por Scarlet. “Seria uma boa ideia aproveitar esse momento para meus conhecimentos em Estratégias. Afinal de contas, se me tornei uma fortaleza e criarei meu reino... é natural que eu exerça proficientemente o papel de um líder. Ser perito em táticas de guerrilhas é algo esperado, certo?!” Refletia comigo permanecendo quieto ao mesmo tempo que a capitã viria sair do campo de treinamento. ~ Aí cabeça de rabanete, vou dar uma volta pelo campo de treinamento! Vejo você depois na reunião. Diria para Pippos após dar um tapa em seu ombro e calcorrear pelo quartel.

~~ Aprendizado Estratégia ~~

Após caminhar por algumas dezenas de metros, um dos marines havia se aproximado e me abordado. – Pelo visto a capitã tá sempre um passo a frente, não é chefia?! Um homem de madeixas brancas, cicatrizes e expressões felinas viria falar comigo inesperadamente. ~ Thororororo! Pelo visto sim, camarada. Responderia de forma amistosa, apesar de não fazer ideia de quem era o homem e o motivo de sua abordagem. – Ah propósito sou Sargento Draken, prazer senhor Thorkell! Tenho ótimos ouvidos e acabei ouvido de longe sua conversa, mas não se preocupe que faço parte da equipe. Ele diria ao esticar a mão para cumprimentar formalmente.

Após cumprimentar o marinheiro, ele voltava a falar. – Pude aprender com a capitã, e entre outros superiores, sobre táticas de guerra, planejamento militar e parâmetros ofensivos e defensivos. Apesar de estar longe de me equiparar a eles, Drehehehehe. O sargento parecia ser bastante orgulhoso sobre seus conhecimentos. – Já que é um amigo da capitã, e tenho zelo por ela, se estiver interessado esse humilde marinheiro pode lhe dar umas dicas para ajudar em sua missão. Draken comentava gentilmente, além de se propor a ajudar, inesperadamente parecia conhecer os superiores do quartel.

~ Háh! Você leu minha mente, rapaz. Apesar da bagagem de vida que estes músculos carregam, ainda me falta muita doutrina. Thororororo! Proferia sendo humilde, apesar de confiar em minha força, agora diversas outras pessoas dependeriam de minhas táticas através de usufruir de meus poderes.

– Certo, sargento. Para te instruir só vou precisar desse graveto e seus ouvidos. Ele diria ao agachar e apanhar um graveto. ~ Hoo. Só isto? Arqueava uma das sobrancelhas, pois, parecia ser simples demais para crer. – Veja por si mesmo! Draken proferia ao começar a desenhar sobre o solo que continha areia.

– A formulação de uma estratégia deve respeitar alguns princípios fundamentais, caso contrário você não vencerá as batalhas, conflitos ou guerras, disse um velho sábio: "Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas". O Livro dos Cinco Anéis foi escrito por um andarilho guerreiro mais famoso do North Blue, o samurai Oda Musashi, sua técnica de arte marcial Niten Ichi Ryu, o tornaram imbatível por muitos duelos durante toda a sua vida. Usando esse simples, e objetivo, método de estratagema. Foi então que Draken concluiu ao tempo que formularia um desenho baseado no próprio quartel.

Durante o tempo que o marinheiro explicava o conceito sobre “estratégias”, observava o desenho que ele montava ao mesmo tempo que lhe ouvia atentamente. – Não tem muito mistério, para formular uma boa tática, seja ofensiva ou defensiva, basta entender o local que você defendera ou o local que você atacara, simples assim. E então Draken faria alguns soldados dentro do quartel em cima do muro, fora do desenho ele teria feito uma horda de inimigos prestes a atacar.

Seguindo a explicação do sargento, o planejamento não era algo difícil de arquitetar. Entretanto, muitos fatores poderiam vir a prejudicar a precisão do plano. – Veja só, sargento, este é o local que você tem que defender e esses são os inimigos. Supondo que você tenha 5 soldados para defender sua base militar, e o triplo de inimigos prontos para atacar. Nesse tipo de situação, existem alguns parâmetros que você deve ter em mente: estoque de comida, revezamento de descanso e decisão na hora certa! Você pode optar por manter uma defesa com proposito de resistir, se possuir um bom estoque de comida e um bom revezamento de descanso. Ou você pode resistir aos primeiros ataques e buscar a ofensiva com alguma artimanha, já que, os números são contra os seus. Ele proferia ao exemplificar sobre o desenho, marcando os alvos e desmarcando-os.

– Nesse tipo de situação, digamos que você possua um bom estoque de comida e um bom consenso de revezamento entre seus homens, você optaria por prevalecer na defesa, ou possuiria intenção de buscar a ofensiva? Draken questionava com proposito de ver se havia entendido sua explicação completa.

Ficava alguns instantes pensativo, logo após agachar-me e visualizar mais de perto seu desenho e suas análises. ~ O ideal seria receber os primeiros ataques para julgar a qualidade dos inimigos, devido a quantidade ser visível, sua capacidade de ofensiva e seu objetivo, já que, nem sempre é com a finalidade de destruir seu alvo. Foi então que Draken mostrou um belo sorriso e apontou o graveto me mirando. – Exatamente, chefia! Muitas vezes os lideres usavam táticas como avanços com objetivo de “distração”, se você já consegue ver nesse ponto, certamente já se deparou com eventuais situações. Porém, isso pode ser uma faca de dois gumes! Se você estiver disposto a sofrer uma investida para analisar e calcular, antes de preceder algo como base, dependendo das forças pode ser uma tática fatal sobre você! O marinheiro batia com graveto em um dos desenhos que havia definido como líder da horda.

~ Huum, verdade. Nem sempre pode ser um bom plano, apesar de já ser algo a se pensar. Thororororo! Responderia coçando a barba, retomando meu raciocino em seguida. ~ Seguindo essa lógica, uma vez que eu detenha os pontos fortes do inimigo e os pontos fracos, é só uma questão para adaptar em qualquer tática que haveria pensado. Ou simplesmente acrescentar e alterar procedimentos conforme o decorrer do combate. Concluiria ao gesticular com dedo e apontar para o desenho do marinheiro. – Sem dúvidas, chefia! Nunca dependa de um plano criado as cegas, pois, coisas podem ocorrer inesperadamente. Estar atento quanto a isso, pode lhe render muito, podendo antecipar possíveis probabilidades. Bons estrategistas nunca mostram todas suas cartas e sempre esperam bater de frente com riscos e circunstancias imprevisíveis. Ele finalizaria ao fazer um “X” no líder da horda.

~Faz sentido, Draken! A forma de lidar depende muito das circunstâncias, pelo que pude ver. Até mesmo pelo que pude experienciar em toda minha vida. Esperar o pior, mas não cair diante dele são fatores que implicam a eficácia de sua vitória. Afinal, sobreviver não é uma questão de vencer ou perder, mas sim sobrepujar a morte! Se conseguir isso, mesmo na derrota a vingança pode vir como consequência. Thororororo! Indagava soltando uma bela risada. Se algo que sabia bem, era sobre sobrevivência, visto que, nasci na terra dos mais poderosos e rancorosos seres dos mares.

Passado algum tempo, Draken apontaria alguns erros e acertos sobre locais, pontos de invasão e fuga referente ao quartel, me alertando e corrigindo alguns entendimentos equivocados ou não bem elaborados, até que por fim, terminaria de pontificar a proficiência– Drehehehe! Sua intuição parece ser bem afiada, sargento. Pelo visto não tenho mais nada para te ensinar, essas horas foram suficiente para você entender bem o que disse. Draken proferia amigavelmente. ~ Heh! Suas dicas foram bem ditas e sua explicação foi bem direta e minuciosas. Agradeço sua orientação, sargento Draken! Apertaria a mão do marine em agradecimento ao rapaz. – Disponha, senhor Thorkell. Preciso ir nessa, falou! Ele devolvia o cumprimento e caminharia para dentro do quartel.

~~ Fim do Aprendizado ~~

Dado algum tempo, voltava para o interior do quartel e deslocaria até o local indicado por Scarlet. Logo ao chegar, me pronunciaria para adentrar no recinto. ~ Com licença, capitã! Sargento Thorkell entrando. Diria de forma calma enquanto passaria pela porta e buscaria me sentar em algum lugar confortável. Caso avistasse Valvatore, proferia. ~ Opa, duas belas capitãs em uma reunião?! Até mesmo alguém com um vigor tão bom quanto o meu pode sofrer uma parada cardiaca, hein! Thororororo! Cortejaria um pouco as mulheres, apesar de minha amigável essência. Era uma ótima maneira informal de começar a conversa, antes de tornar-se mais séria.



PdV: 53770
Sta: 600

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Técnicas:


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