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Kenshin
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Dom Jan 23, 2022 1:31 am
Relembrando a primeira mensagem :

4º Capítulo: Gigantorines em Altai!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Sasha
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Narração

Um tempo havia se passado até que houvesse a reunião junto a Thor, Pippos, ambas as capitãs e mais alguns tenentes ao qual somavam-se em número, a sala de reuniões tinha uma mesa oval com a disposição de cadeiras indicava que Pippos e Thor teriam que sentar-se próximos de Scarlet, já que só haviam três delas grandes o suficiente para que eles se sentassem, por haver um número razoavelmente grande de pessoas alguns teriam entendido a brincadeira como algo ofensivo ao seu tempo, enquanto outros pareceram apenas estarem focados em outra coisa.

- Sentem-se por favor. - A loira teria indicado a eles os assentos e então diria - Com todos os membros aqui, vamos repassar os planos. - A Capitã havia esticado um mapa pela mesa, apontando todas possíveis entradas e saídas do local ao qual iriam e então estabeleceria - Thor, será o responsável pelo transporte, Pippos por gerenciar as armas no interior da fortaleza, outros três grupos, quando o ataque começar, se dispersarão para fechar os pontos de fuga. - Ela teria apontado para cada uma das pessoas individualmente.

- Cada um nessa sala será responsável por um grupo de 50 pessoas, começaremos a preparar os armamentos de imediato para que o ataque aconteça a noite, perguntas? - Os outros marinheiros teriam se calado, ouvindo a grande operação que estava por vir, se não houvessem perguntas Scarlet encerraria - Thor, dirijasse para a forja, vamos começar os preparativos.- Teria sido a sua instrução.

Com tudo certo, na forja começariam a equipar as fileiras da fortaleza do titã com canhões simples mas em quantidade, com armas para que os marinheiros pudessem usar, haviam suprimentos médicos e comida o suficiente para a guarnição caso precisassem fazer o cerco, era um real preparativo de guerra.

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 WN4Utd7

Blindao
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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
Tank Blindado
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Hasagt Altai

Durante o tempo que havia entrado na sala de reuniões, avistando uma cambada de marinheiros de patente igual, e superior, a minha, sentava-me em uma das cadeiras enquanto acenava com a cabeça para os compatriotas.

Scarlet tomava a iniciativa e começava a reunião, seguida de apanhar um mapa e abri-lo por cima da mesa. “Thor? De novo isso!?” Pensava comigo, pois, esse apelido parecia estar se tornando bem comum. De qualquer forma, a capitã explicava de forma clara e direta.

A tática da marinheira era bastante simples, mas precisa e bem elaborada. Quando a mulher perguntasse sobre duvidas, questionaria. ~ Como vamos conseguir diferenciar os civis dos criminosos? Arqueava a sobrancelha enquanto apontaria o dedo para o mapa. ~ Afinal de contas, o mapa é extenso e apesar de ser num horário bastante incomum para os nativos, pode haverem pessoas inocentes, digo... não me importo de matar esses lixos, mas não me sinto confortável de ter a possibilidade de matar um civil por equívoco. Sem contar que os malditos podem ainda tentar se passarem por pessoas da região! Ponderaria de forma astuta, mesmo que pudesse ser algo óbvio.

A intenção era que, deveríamos conseguir diferenciar os criminosos dos civis inocentes. Entretanto, a realidade era muito mais cruel. ~ Veja bem, esses pontos são possíveis rotas de fugas, correto, mas existem residências próximas desses pontos? Caso houver, talvez possam tentar se esconder ao invés de tentarem fugir. Complementaria batendo com dedo caso houvesse indicações de casas ao redor das rotas mostradas por Scarlett.

Refletia por alguns instantes até sugerir uma ideia para a capita. ~ Se a bela capitã me permitir acrescentar uma observação... talvez não fosse melhor coordenar a fuga deles? Por exemplo, juntar os marinheiros em grupos maiores e um menor. Estes grupos mais numerados estariam monitorando e coordenando a fuga dos criminosos, igual um pastor ordena suas ovelhas, com propósito de desempenharem o papel de distração! Obrigando os bandidos a recuarem por uma única saída sem nenhuma vigilância da marinha. Mostraria no mapa alguns pontos para que a maior quantidade de marinheiros estivessem postos. ~ Dito isto, a rota que não estaria com nenhum marinheiro avista, aparentemente, seria uma cilada para os bandidos, uma vez que, estariam escondidos dentro da minha fortaleza. Afinal, mesmo se os bandidos conseguissem antecipar e me avistar, era mais provável arriscarem tentando passar por mim, mesmo um gigante, do que por 100 marinheiros nas outras rotas. Estalaria o dedo de forma a gerar um impacto junto das palavras.

Proferia a explicativa de forma sincera, persuasiva e amigável. Não estava tentando mudar o plano de Scarlet, apenas adicionando algo que pudesse evitar possíveis fugas e danos as propriedades. ~ Isso ajudará a ser mais fácil de identificar os bandidos e também evitar destruições e mortes desnecessárias, ou será que estou sendo cauteloso demais? Ponderaria ao cruzar os braços e então coçar a barba. “Por mim podíamos só ir e sentar a porrada em geral, Thororororo!” Apesar de ser um amante por guerrilha, já se foi o tempo em que era impulsivo e tolo ao ponto de arriscar a vida de pessoas inocentes.

Claro que talvez fosse fácil identificar os bandidos, mas estar precavido para a possibilidade de não conseguir isso deveria ser um fator a se incluir. Prender e/ou matar os criminosos era algo claro, mas em primeiro lugar deveria ser preservar a vida dos moradores. “Água segue rio abaixo, mas as rochas sempre estão entre as correntezas. Mesmo estando lá, nem sempre sua visão permite ver todas.”



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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 2uAvx3T_d
Pippos
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 Shuuma10

Missão ativa?!
Hora de trabalhar!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
O tempo havia se passado, havíamos nos preparado para, finalmente, a chegada desse tão glorioso dia! Era o momento de, eu, o horizonte radiante destas terras, ser reconhecido por emplacar a soberania do poder sobre fracassados problemáticos. Chegando à indicada sala para a reunião, eram visíveis duas cadeiras para mim. Impressionante em como meles também me consideravam divino, VITATATA! Mas, eu, humilde como sempre, posso ceder uma de minhas cadeiras ao Thork. Tudo bem que talvez uma cadeira, apenas, possa não suportar toda minha essência, mas tentarei ficar quieto para ofuscar meu brilho e não acabar cegando todos com minha tamanha radiância, VITATA.

Ao ouvir as doces palavras da loira dama, indicando que estaríamos, todos, livres para sentar, faria questão de realizar tal feito sem pestanejar. Cedendo, claro, minha outra cadeira ao Abacaxi. – Pode sentar, cabeção.Falaria como quem o estivesse autorizando sentar em um lugar designado a mim, VITATATA. A capitã logo abria um mapa na mesa, o que tornaria tudo muito mais explicativo e de fácil compreensão.

Já de início, deu para notar que minha Forja já havia sido bem reconhecida e consagrada como especial. Claro, não é? O que não seria formidável partindo de uma Forja divina? VITATA! – Pode contar comigo com a forja! Farei as melhores armas que vocês já viram, VITATA.Destaquei.

De antemão, já era bem perceptível que a sala, em si, estava lotada de importantes patentes, o que, de fato, se prontificava a dizer a minha importância nessa reunião estratégica. Mas, de toda forma, em pouco, fomos abertos à questionar naquele espaço, para saciar qualquer possível dúvida. Eu, claro, ainda tinha certos desconfortos em estar de frente com inimigos desconhecidos. – Posso parecer meio desinformado, mas, o que sabemos, além de um nome, do Ogedai Bombugur? Falo de saber melhor a seu respeito, com os tipos de crime que seu grupo executam, além de também ser importante desembaraçar um pouco as ideias, afinal, somos novos nessa ilha e ainda temos muito a aprender a seu respeito.Pontuaria, como um foco base para garantir a prontidão na execução desse ataque e também saber melhor a respeito dos posicionamentos dele e de sua facção.

Ouviria, detalhadamente, quaisquer que fossem as ilustres conclusões para meu questionamento, além de também ser interessante destacar um pouco mais, a respeito do questionamento de meu parceiro. – É verdade, seria muito fácil supor quem seria civil ou não de acordo, talvez, com trajes ou roupas... mas é justamente como eu havia perguntado a respeito do grupo do Bombugur, se tem algo de diferente neles, talvez vestes, tatuagens, algo desse gênero, o que seria provável em um orgulhoso grupo.Incrementei.

Saciados todos os questionamentos, eu faria questão de esclarecer: – Bem, vamos lá! Quero ver os melhores soldados comigo, VITATA! Homens dignos de levantar uma arma de verdade. Falando nisso, também preciso ir até a forja para logo começar os preparativos, afinal, eu sou o Vitaminado Pippão, o fruto de uma vontade divina, e, além disso, o melhor ferreiro do North Blue!Palpitei, para já correr com a preparação de centenas de armas bem feitas.

Não sabia muito bem como seria a sequência de meus passos, pois não fazia muita ideia se, de fato, havia uma forja dentro do Casthorkelo, mas, de prontidão, estava apto a seguir até onde me fosse designado para iniciar um árduo trabalho. Não tão árduo, porque, ao menos nisso, eu era um deus, VITATA. Mas, com a matéria prima necessária e um espaço amplo para forja, eu iniciaria os meus trabalhos, pois tinha plena noção de que não terminaria nem tão cedo.


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Vitaminado Pippão


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
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Narração

Frente ao questionamento de Thor, houve a resposta - Esta não é uma zona de acesso de civis, é a base de operação para que executem suas ações mas, você trouxe algo importante de se lembrar para a mesa, liberaremos os animais presos quando possível. E então a reunião seguiu, até que a segunda resposta teria vindo da capitã de um olho só - Há proximidade, mas o acesso dependerá dos esquadrões responsáveis por impedir as saídas que eles alcancem, o mapa é confuso mas leve em consideração que se fecharmos os pontos de saída, eles vão ficar presos na própria ratoeira que construiram. - Era possível ver um sorriso de sua parte.


O ponto estratégico então levantado levou a um arregalar de olhos por um momento, era uma mudança grande do que havia sido pensado mas… Talvez fosse possível? - O que vocês acham dessa ideia? - A capitã jogou a mesa de modo que houve um burburinho de discussão presente ao qual chegou na conclusão - Vale a pena de tentar, seria um combate menos direto e mais afunilado por parte deles. - A morena concordou.

Uma das Tenentes, mais próximas de Pippos na localização da mesa o teria respondido enquanto isso Ogedai é considerado por nós que moramos na ilha como o pior que o mundo poderia trazer. Diferente de seu parceiro comercial que não tem nenhuma ligação com nossa religião, Ogedai uma vez fora um homem de fé que hoje promove a crueldade animal através de sua escravização. - Ela teria dito com uma raiva bem aparente.

- Além do tráfico animal, há o sumiço de civis e marinheiros os quais trabalharam para evitar que essa rede continue a acontecer, talvez o maior peso seja para a população em si, Nós em Hasagi Altai temos uma ligação muito forte com a natureza e com nossos espiritos guardiões, o que eles estão fazendo vai contra tudo o que se prega aqui.- A esverdeada finalizou o peso que aquilo teria para todos.

Como um todo quando pudesse se ver que a reunião tinha enfim uma conclusão com a mudança de planos, teria restado a Pippos a missão de cuidar da parte dos armamentos, liderando na escolha e disposição de “ Castelothor”, além dos ferreiros, enfileirados a frente do marinheiro haviam cerca de 400 homens e mulheres ao total, entre eles haviam Scarlet, Valvatore, Lilly e vários dos soldados os quais trabalharam anteriormente ou já treinaram com, incluindo também Reines. Esperavam agora pela liberação de Thor para que adentrassem de forma ordenada, Pippos que se supôs de ter entrado com o primeiro esquadrão primeiro, seria responsável por ajudar o possível mini-thor a gerenciar as acomodações e disposições dos marinheiros, enquanto o Titã poderia já começar a andar na direção do local marcado a ele se estivesse pronto.


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 WN4Utd7

Blindao
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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
Tank Blindado
Sargento
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A resposta de Scarlet, seguido de Valvatore, se mostravam ser coerente e plausível. Era o suficiente para mim. “Se vamos atacar o covil deles, ainda pode existir a possibilidade de reféns. De qualquer forma, hoje Andras conhecerá o descendente dos Gigantes Primordiais! Thororororo!”

Vitaminado haveria concordado com meu ponto de vista, apesar do garoto ainda ser novo, sua inteligência e diligencia não era das piores. A capitã levantava a questão sobre minha observação, junto a concordância de Pippos, logo a marinheira jogou na mesa com intuito de explorar as opiniões dos marines.

Logo uma outra mulher se pronunciava, uma marinheira de patente Tenente. Sua explicação era esclarecedora, porém, ainda mais surpreendente. ~ Hãn?! Expressava um olhar surpreso ao entender o real motivo da missão. “Tão falando sério que esse merda é um criminoso de animais? Pra que então toda essa elaboração de ataque!? Isso tá parecendo um chute no saco!” Era natural entender que a ilha possuía suas crenças e leis, mas se não havia inocentes na jogada era só ir e esmurrar os desgraçados. Porém, foi só ao termino da explicação da mulher que então surgiria relatos de pessoas desaparecidas, logo me centrando de novo na importância do plano.

Apesar de não falar isso diretamente, estava pouco me importando com os animais da ilha. Sabia que era relevante para a missão, mas jamais valeriam o equivalente a uma vida humana. No entanto, não é como se realmente concordasse com os criminosos e suas artimanhas. Afinal de contas, os animais tiveram sua liberdade roubada e isso certamente era algo que desprezava.

~ Certo, certo! Acho que já chegamos a uma conclusão, agora é só botar pra quebrar! Thororororo! Comentaria ao me levantar da mesa e então abrir a escotilha da fortaleza. “Ora, ora... realmente são muitos.” Refleti comigo por alguns instantes até abrir três pontes levadiças para facilitar a transição e entrada de todos. ~ Desfrutem de meu reino e minha hospitalidade, Thororororo! Proferia amigavelmente ao esticar os braços e deixar passarem para dentro de meu tórax.

Após todos adentrarem, logo eu, começaria a seguir em direção ao local marcado e indicado pelo mapa e pela marinheira Scarlet. Durante esse tempo, criava uma replica de mim no interior da minha fortaleza. ~ Ferreiros e auxiliares... e você garoto, me sigam! Proferia ao tempo que olhava de relance para o estrado onde estava meu belo e glorioso trono. “Acho que não é necessário dizer que ninguém deve sentar no meu trono, ninguém seria tão tolo assim. Senão cabeças vão rolar!” Pensei comigo por alguns instantes, até levar o grupo de ferreiros para a forja.

Enquanto isso, olhava para Vitaminado e então prosearia. ~ Aí cabeça de tomate! Se você vai ficar responsável pelos armamentos, não seria uma má ideia me fazer uma nova lança... o que me diz? Tenho certeza que vai curtir bastante o lugar que vou te mostrar! Expressava um sorriso carismático e um brilho nos olhos, afinal, as habilidades do garoto eram de fato extraordinárias. ~ Uma bela lança portando uma única lâmina em sua extensão, forjada com sua haste em forma de dragão, será que tu topa esse desafio? Thorororo! Diria na maior cara dura, provocando e ao mesmo tempo desafiando Vitaminado para criar uma arma bastante personalidade.

Assim que passasse pela entrada da câmara da forjaria, viria me pronunciar. ~ Essa é a “Grande Forja” e possui três acessos para serem usados. Sugiro que os ferreiros de portes baixos usem essa aqui. Daria um tapa na forja próximo de mim. ~ E a outra no centro. Vão perceber que o calor está acumulado ao fundo da Forja e sugiro que evitem lá, senão quiserem ter suas bundas tostadas, já que, é um lugar especifico para os gigantes. Explicaria brevemente enquanto mostraria o local.

~ Chega mais caçula, vou te mostrar o que fiz especialmente para você! Faria sinal com a mão para Pippos com propósito de levar ele até o fundão da forja. ~ Háh! A calefação aqui é bem intensa, quase parece uma amostra grátis do inferno! Sorte que não sinto nada! Thorororo! Falaria de forma extrovertida ao tempo que colocava as mãos na cintura. ~ Bom, eu não manjo muito sobre ferraria, mas creio que seja o suficiente. Só não vai ficar com tesão aí hein! Thororororo! Indagaria finalizando com uma gargalhada extrovertida.



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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 2uAvx3T_d
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 Shuuma10

Preparativos finais?!
Exatamente, VITATATA!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Em pouco, uma bela jovem chifruda de madeixas verdes, cuja a patente era até superior a minha, saciou minhas dúvidas. Apesar de qualquer tipo de crença, maltratar e aprisionar esses animais... Tudo era mais do que um expressivo pecado, principalmente diante de mim, um semideus pronto para acabar com esses malditos fracassados que se vangloriam por prezar o mal. A jovem em questão demonstrava uma fúria árdua e bem carregada. De todo modo, pausaria um pouco para fazer uma soicitação por ali: – Para iniciar a forja, requisito o material necessário para a forja de centenas de armas.Indicaria, já esperando que todo o material fosse levado para dentro do Thork. Mas logo voltaria a atenção a jovem supracitada.

Além do tráfico de animais, ela continuou a acentuar uma fúria incomparável, quase tão incomparável quanto o a minha força ao lado de qualquer pífio fracassado. Ela parecia estar precisando de atenção e apoio. – Calma, pequena.Tentaria fazer algum carinho em sua cabeça, para tentar aliviar um pouco toda essa tensão. – Estou sentindo uma forte tensão entre você e esse tal salafrário que você mesma me contou. Por um lado entendo e super apoio a prisão deste homem por todos esses crimes sem pestanejar, mas você precisa se acalmar um pouco.Suspirei com leveza, tentando acalmar a situação.

Eu podia sentir, de longe o ódio dessa tal mulher pelo Bombugur. – Olha, sei que não é da minha conta, mas, por acaso, ele sequestrou e escravizou algum animal próximo a você? E não só isso, também alguma pessoa, ou até mesmo familiar? Porque já deu para notar sua forte fúria quando expressou esses dois pontos referentes à Ogedai.A questionei, tentando entender melhor a situação e trazer paz àquele espaço.

Independentemente de qual fosse sua resposta, eu prosseguiria: – Olha, sei que você é forte e apta a lidar facilmente com essa missão, mas eu te peço calma, e que você esfrie a cabeça antes de partir conosco para essa missão, VITATA.Tentei analisar bem a situação e detalhar algumas razões para fazê-la ter uma melhor calma: – Eu sei que Ogedai é um babaca e eu entendo toda sua raiva, mas, é importante a calma em uma situação como essa. Para na hora do ‘vamo ver’, você pensar com clareza, e não com a raiva, o que poderia te fazer tomar alguma decisão errada.Destacaria.

Pontuando com clareza e empatia, eu concluiria a minha fala para poder penetrar o Thork, afinal, eu já tinha uma certa experiência com isso. – Não se preocupem, meus bons. Podem vir. Um de cada vez, e todos podem penetrar o Casthortelo, VITATA!Brinquei com o duplo sentido, mas nada que cessasse para que eu pudesse a dar continuidade à meu trabalho. – Todos, mantenham a calma. Eu quero que entrem um grupo e seu supervisor por vez, para assim, haver uma melhor organização também na minha forja. Ao entrarem no castelo, mantenham a ordem e aguardem com o seu grupo na fila!Tentaria manter a ordem e a organização no âmbito em questão.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 Freddie-mercury-naughty

Para melhorar essa organização, eu precisava estabilizar a ordem e acelerá-la: – Mudança de planos! Se você é ferreiro, fará parte do meu grupo: Os Ferreiros divinos! Espero que hajam, pelo menos uns 50, se não houver, venham alguns parrudos aí para complementar o bonde. Eu e quem quer que seja ferreiro, começaremos a forja de todas as armas, e, eu mesmo, ficarei responsável pela elaboração das armas de cada um dos líderes, e quem quer que seja ferreiro e esteja para me ajudar, pode ir fazendo para os demais. Então, à medida que você, líder de grupo, entrar no castelo, e aguardar sua vez para ir até a forja, fale seu estilo de luta e a preferência de arma, para que, assim, possamos acelerar todo o trabalho!Indagaria, já disposto a iniciar o trabalho de criação das armas de todos os líderes de equipe.
Misticamente, quando eu menos esperava, surgiu um pequeno Thork dentro do seu grande castelo. Ué?! Ele não seria o castelo, como que ele também está aqui dentro? VITATA!Me questionei, mas isso era bobeira, pois, com ele por ali, já poderia dar início à criação de sua arma e assim prosseguir com os demais grupos. Ei, você!Exclamaria, chamando a atenção daquele cara de Acabacaxi. Já tenho bons planos para a criação de sua arma, e essa forja que tu montou por aqui está melhor do que eu esperava, VITATA. E, sem pestanejar, logo comecei o trabalho na forja para sua impecável lança. E vocês, o grupo desse grande lanceiro, venham cá e comecem a dizer que tipo de arma querem a esses ferreiros que comigo estão.Tudo para adiantar cada vez mais todo esse trabalho. Com tempo e dedicação, eu já conhecia o estilo de luta e aplicações que o lanceiro curtia, então, utilizaria dessa experiência para me empenhar nessa supracitada forja.

Ao fim da minha primeira criação divina, mal poderia ter tempo para descanso, e não que isso fosse necessário agora, pois estava claro de que eu ainda teria muito trabalho a fazer. – Ei! Você mesma!Dirigiria à palavra para aquela jovenzinha que parecia estar super furiosa com tudo, mas eu esperava que nossa pequena conversa a houvesse acalmado. – Me fala seu estilo de combate, e qual o tipo de arma que você prefere.A questionaria.

Seguindo a sua resposta, continuaria a procedência, iniciando o trabalho com todo o material disposto a mim para a impecável forja, sempre seguindo e dando o meu máximo para prontificar a forja com toda a minha notória e hábil maestria e dar o meu máximo na forja da arma solicitada. Ao fim de toda bem elaborada criação, eu pontuaria: – Bem, aqui está sua arma. Apenas te peço que avise para outro grupo vir até aqui na forja, para que assim, eu possa continuar meus trabalhos. Obrigado.E assim repetiria os mesmos questionamentos, para saber as armas solicitadas para me empenhar com o máximo de toda a minha maestria e fabricar armas excepcionais para todos, onde sobrariam apenas a minha e a do próprio dono do Casthorkello.

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Ao fim desse cansativo momento de criação de armas para todos os envolvidos no citado espaço, havia sobrado, ainda uma última necessidade de criação, a minha e a final de meus companheiros ferreiros também. – Então, homens! O dia foi cansativo, mas ainda não é hora para descansar. Ainda falta a última forja! Digo, a nossa, VITATATA!Notifiquei. E, dessa maneira, já estaria, deveras, cansado, mas nada que pudesse necessitar de mais trabalho. Com a minha anterior arma em mente, o Thor, eu sequer ousaria diferenciar em algo a minha grandiosa arma divina, apenas executaria o mesmo processo de sua anterior fabricação, apenas formatando todo o metal envolvido, para tornar ainda mais firme o pode bélico do choque dessa arma divina.

Ao fim, faria questão de ir até o banheiro para me higienizar, e aproveitar esse curto momento para tomar um banho e resfriar um pouco o corpo, pois eu havia passado um bom tempo trabalhando naquela fornalha que era a área de Forjas. Depois de higienizado e uniformizado, novamente, faria questão de me preparar para a sequência de nossa missão.


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Narração

Enquanto se prepararam para partir, já começando o trabalho de transportar os materiais e aquecer as forjas para forjarem novas armas para usarem O ruivo conversou com a moça de cabelos verdes que teria lhe dito - Eu estou calma, talvez seja um pouco difícil de entender pra quem vem do exterior mas, quando um animal que é ligado a você sofre com algo, seria o mesmo que se fizessem mal ao seu irmão, pai ou mãe, nós crescemos acreditando que eles são uma parte de nós, de nossa família.- Ela comentou, dando uma pequena pausa.

- Felizmente, nunca houve ninguém próximo mas, se eu dissesse que levaram chefes de família talvez você pudesse entender um pouco mais sobre o porquê é urgente pra gente? - Ela esperou uma resposta, para muitos poderia parecer mesmo uma baboseira mas, pra eles o que estava acontecendo machucava profundamente a população e para a marinha, não era válido simplesmente assistir quando um pirata tomava ações que com consistência causavam esse efeito.

Os marinheiros se organizaram e como um todo começaram a assumir os posts determinados por Pippos ao qual contaram que por ser parceiro de Thor poderia saber melhor como orientar nos caminhos do interior do outro titã, aos poucos aqueles que não sabiam forjar formaram uma fila e foram ao pouco ou reparando suas armas ou as melhorando ou mesmo adquirindo novas, enquanto os ferreiros trabalhavam para tornar isso possível.

- Eu luto melhor com os punhos, então algo que os proteja estaria de bom tamanho. - É o que diria a garota, mostrando as mãos, para que ele pudesse ver as medidas. O tempo passou e ao fim de um longo periodo sobrariam pelo menos mais 6 horas até o horário em que Thor deveria se mover para a invasão, um tempo em que todos poderiam aproveitar para relaxar um pouco, se preparar, Thor era o responsável por ditar agora o momento que iriam, já que todos estavam dentro de seu corpo.

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Conforme o tempo ia passando os marinheiros dentro da fortaleza iam se acomodando. Após mostrar a câmara da Grande Forja, não demorou muito para começarem a usar o local. Eu por outro lado, desapareceria de lá em um flash. Ressurgindo no salão principal da fortaleza. ~ Capitã Scarlett? Chamaria pela marinheira, me aproximaria caso avistasse ela. ~ Acredito que logo chegaremos em um dos pontos da base inimiga. É uma pena ter sido rápido, pois, gostaria de ouvir um pouco de suas histórias. Afinal, uma bela-valente guerreira deve ter muitas para falar. Proferia de forma sincera ao mesmo tempo que galanteava a marinha por ter apreciado sua presença.

Em seguida, correria meus olhos por toda fortaleza procurando por Lily. Caso avistasse a corajosa marinheira, viria falar com ela. ~ Ora, ora miúda! Pelo visto você já está totalmente recuperada. Thororororo! Comentaria ao tocar em seu ombro de forma amigavel. ~ Gladiadores sempre almejavam brandir suas armas, estando ou não em boas condições. Papearia por um tempo com a marinheira. Se a garota viesse a falar sobre a missão, ou meus poderes, responderia no mesmo momento. ~ Thororororo! Hoje esse tal de Andras vai sucumbir! Se ele achou que a fortaleza da marinha poderia ser evitada, será seu maior erro! Bateria ambas as mãos ao mesmo tempo que riria expressando empolgação com a missão.

Após sentar em meu trono, acabaria refletindo sobre criar um local que servisse de refeitório. “Criei a forja com proposito de facilitar o serviço do garoto. Além de ser útil para futuras missões. Criar uma cozinha e salão pra banquete é uma boa ideia. Servirá para alimentar as tripulações, cidades com escassez e até mesmo a hora que estiver com fome, poderei sacia-la quando quiser. Não havendo a necessidade de ir em algum lugar; apesar de que será necessário ainda ter mantimentos.” Ponderava por algum tempo, calculando e medindo as formas que poderia criar o local em especifico.

Mesmo que pudesse elaborar e criar diversas coisas, molda-las também, alguns tipos infelizmente não conseguia produzir. Por exemplo, comida, armamentos, coisas orgânicas. Não sabia exatamente o motivo, talvez fosse pelo fato de isso não ter qualquer relação com origem dos poderes da Akuma. “De qualquer forma, não é um problema para mim. Os poderes dela são incrível e só pelo fato de ter me dado meu próprio reino, mesmo que de forma peculiar, pra mim isso já é sucesso! Thorororo!” Era inegável que havia ficado muito satisfeito com a Shiro Shiro no Mi.

Ainda que houvesse descoberto algumas habilidades especiais da Akuma, não havia testado ainda em combate. Embora teria treinado com a Capitã Scarlet, não havia considerado um combate real. Precisa testar esses poderes! Precisa sentir meu sangue ferver durante uma troca de socos. Só assim, só nesse violento ímpeto poderia testar todo meu potencial. “Afinal, o poder surge em resposta a uma necessidade, não em resposta a um desejo!”

Dado algum tempo, pensativo em meu trono, notava que estava prestes a chegar no local indicado pelo mapa e pela capitã. ~ Ora, ora... enfim chegamos. Thorororo! Diria em um tom baixo enquanto cerrava os olhos e inflava um sorriso extasiado. ~ Chegamos! Todos já sabem o que fazer... esmagar a liberdade desses bandidos! Kekekekeke! Proferia em um tom onde todos pudessem ouvir, onde quer que estejam, dentro da minha fortaleza a voz eclodiria como um imperador decretando seu mandamento. “Hoje o pau vai comer! KEKEKEKE!”



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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 Shuuma10

Forja finalizada...
Agora é hora de descansar e já se preparar!
A batalha está mais próxima do que se imagina


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
A tenente logo me respondera com eficiência, tentando explicar, cautelosamente, todo o motivo daquela transtornada fala, e, realmente, eu ainda não sabia de muita coisa sobre aquela ilha. Seus apreços e a forte ligação aos animais eram insanos. Quem era eu para realmente chegar achando que sei de uma coisa deste lugar? Tudo bem que sou um ser divino e tentarei dar meu máximo para resolver esses problemas, mas dar o meu máximo não seria o suficiente, então eu precisava garantir minha divina eficiência. – Sinto muito por todos os problemas que o Ogedai te causou, pequena. Eu até consigo entender parte de todo esse problema, mas fique tranquila! Agora eu e o Thork estamos aqui e eu te garanto que prenderemos esse maldito e todo o seu grupo, afinal, eu sou o Vitaminado Pippão, VITATA! Ah, falando nisso, qual o seu nome?A questionaria de maneira leve. – Muito prazer.Finalizaria.

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Depois de um caloroso trabalho na primeira forja para o Thork, daria uma breve pausa para sair da forja e logo lhe buscar no trono ou sei lá em qual espaço ele estivesse, pois eu sequer sabia o que era mais esquisito do que estar em dois lugares ao mesmo tempo. – Ei, Thork, saca só: Criei uma lâmina simples, mas muito bem afiada e foi um árduo trabalho só em focar na sua potência, pois busquei aprimorar cada vez mais sua penetração. Seu nome é ‘ET, o Espírito Trovejante’.Tentei mostrar-lhe, mas não tinha muito manejo com o uso lanças, e melhor ficar queito para não fazer besteira, VITATA. – Utilizei esse bom metal fornecido pela marinha e apliquei um pouco de chumbo branco na lâmina dessa lança.Fária questão de logo entregar-lhe e tratar de voltar ao restante trabalho de forja.

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Minha forja do Thor II, seguiria os mesmos processos do primeiro, mas apenas com uma única diferença, além de, claro, a cada dia eu melhorar cada vez mais, devido minha experiência nessa área de criação de armas, deixar chumbo branco nas extremidades de cada face da marreta em questão. – Esse é o ‘Thor II’, VITATATA!Me expressaria de forma alegre, pois eu não via muita necessidade de mudar muita coisa em minha bela arma, apenas alguns simples detalhes na criação desse projeto.

Voltando minha atenção àquela verdinha que teria se apresentado a mim, eu logo lhe daria um belo par de soqueiras formidáveis, não tão grande e pesado, mas firme e bem estática, para garantir uma boa proteção por todo o seu punho e antebraço, além de também poder causar mais dano em cada um de seus socos. – Aqui está. Espero que goste, VITATATA!Assim continuaria, até de todos já estivessem em plena aptidão para o início de nossa verdadeira peleja.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 Images?q=tbn:ANd9GcSqRofWReNbBHtveY2I-fG04mRuQbbW43WUg70NJqV6u_VssZ0R828vm_l0GeJsV1BzeC0&usqp=CAU

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Mas claro que, ao fim de toda a forja, esperava que ainda houvesse, nem que fosse mínimo, um tempo para descansar meus punhos que passaram bom tempo trabalhando na área da forja. Uffa... tive trabalho, mas agora é o momento para ter, pelo menos, algum curto descanso, VITATATA!Analisei, já me deitando no chão do salão principal, tomando cuidado para não acabar acertando ninguém, e até tomar mais um gole de minha bela garrafa de rum que já estava próxima a acabar. Agora sim me sinto bem leve, VITATA.Fechar um pouco os olhos para tentar descansar verdadeiramente, afinal, eu sabia que o confronto já estava próximo.

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Assim que pudesse ouvir um Abacaxi gritando para todos que estaria na hora de começar a lutar, logo ficaria de pé, colocando minha nova arma em mãos e me preparando para a hora de finalmente começar o confronto. Mas, claro, eu sabia que seria apenas o Thork sozinho, no mundo real, então nós, como a carta surpresa, precisaríamos aguardar o momento ideal para fazer qualquer coisa. – Avise-nos na hora de sair e começar o ataque. Somos a sua carta na manga, VITATA!Finalizaria, já mantendo meu colossal martelo empunhado com firmeza com meu punho destro e tentando enxergar alguma coisa pelas janelas do castelo, mas ficaria sempre no aguardo para sair apenas na hora certa.




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Narração

Thor aproveitou que a situação permitiu para que pudesse conversar com Scarlet, uma mulher poderosa ao qual havia aberto o caminho para ele e Pippos pois havia visto nos dois algum potencial ao qual talvez não fosse óbvio para outros olhos mas que pra ela era mais do que óbvio com tranquilidade e segurando sua granda lança a moça teria dito - Acredito que ambos compartilhamos de ter diversas histórias se compararmos aos mais jovens mas, esse tipo de coisa talvez seja melhor para  curtir sem pressa não? De preferência acompanhado de uns bons barris e bastante comida haha- Respondeu a capitã que mesmo frente a imensa batalha que teriam pela frente, não parecia perder nem um pouco de sua  compostura.

Não demorou para que seus olhos se repousassem sobre a rosada que energéticamente responderia - Hoi Hoi  Recuperada? Eu estive ruim em algum momento? HAHAHA,  hoje vai ser divertido.- Ela comentou batendo ambos os punhos um contra o outro, já equipada com manoplas de coloração prateada. E então vendo a empolgação de Thor também ela teria dito - É isso ai, de medo quem tem que ter é quem se por no nosso caminho HAHAHAH- Ela teria dito com bastante energia, sendo bem revigorante.

Enquanto isso no salão Pipial a esverdeade responderia - Li mei… Não tenho dúvidas, é a maior operação que tivemos em anos. Comentou consciente de que a movimentação de tropas era mais do que espetacular.  E então quando fosse propriamente armada ela teria dito - São incríveis, obrigada.- Era possível enfim ver um sorriso de sua parte apesar de haver uma clara tensão sobre seus ombros.

Um tempo passou dentro do deslocamento ao qual passaram por uma área mais densamente florestada em um intervalo longo de tempo que para Thor seria pior do que para os demais, já que tinha de lidar com a vegetação, com lamaçal e com os barulhos da floresta que para ele eram pior do que o clima provavelmente, já que poderia desorientar um pouco.

Eventualmente, mesmo com os obstáculos, Thor poderia ver uma das Entradas do Tunel  Não haviam guardas na entrada, até mesmo para não chamar a atenção e uma figura ruiva e estranha que reclamava -  Yare Yare,  mais um corno perdido?  Onde você esta? Chifrudouddoudoudo -  Ele iria se aproximando, procurando por alguém na mata, provavelmente já avisado por alguém lá de dentro de que havia alguém do lado de fora estranho.

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 WN4Utd7

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 Shuuma10

Alguém surge?
Deixa comigo!
Eu resolvo.


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Depois de finalizar uma saudável interação com aquela jovem meio atacadinha de cabelos esverdeados, logo me despedi, feliz, claro, ao notar que ela havia gostado muito da arma que eu dei para a mesma. Mas eu já sabia que ela gostaria, eu sou um forjador divino VITATA! – Mas, verdade, essa missão, com esse novo poder do cara de abacaxi é insano! Já pensou nas diversas possibilidades para um futuro? VITATATA.Pontuei, sempre estando bem animado com o futuro dessas capacidades desse cabeçudo.

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Um considerável tempo havia passado, e o Thork havia se complicado um monte tendo toda uma caminhada por entre vegetações e um considerável lamaçal, VITATATA! Ainda bem que eu não estou lá fora, VITATA.Pensei, rindo por dentro. Mas, de todo modo, um estranho indivíduo surgia, parecia estar procurando algum animal, mas pelo jeito que ele tratava o ser, era bem esperado que não gostasse, ou seja, havia duas possibilidades: ou era um civil escroto aleatório perdido no nada, ou, de fato, alguém que fazia parte da equipe do tal Ogedai, afinal, eu sei que eles mantêm muitos animais presos e sabe-se lá o que fazem com os coitados. E era mais do que óbvio que fosse a segunda possibilidade, pois eu já sabia que o Thork havia andado bastante, e ninguém se perderia assim tão descuidadamente. Manteria um feitio sério e determinado: – Thork, encosta em algum lugar que deixe minha saída menos visível.Diria em um tom determinado, já conciliando com: – Podem seguir em frente, eu cuido desse daí e depois alcanço vocês.Finalizaria.

Preparado e bem aguçado com intuições divinas, eu sabia que o Thork já havia caminhado um monte e poderia também não aguentar lidar diretamente com um oponente tendo centenas de pessoas em seu interior. Então, claramente, eu, o incrível, o incomparável, teria de lidar com essa situação. Quem é que resolve os problemas quando a situação não está favorável? Eu, claro, VITATA! Confiante como de costume, aguardaria o momento exato, para que o Thork se posicionasse da melhor maneira possível e que eu pudesse sair, mas não importava muito dele ver ou não, afinal, só tinha ele por ali e eu não o deixaria escapar.

Logo depois de sair, faria questão de logo esticar os meus braços para o alto, mesmo tenho meu gigantesco martelo posicionado em minha mão direita, e alongar bem as minhas costas. – Ai ai, ufa... As vezes me sinto meio contido quando estou dentro do castelo. Sou radiante demais para ficar muito tempo contido, VITATA!Assim que meu olhar entrasse em contato como do tal jovem esquisito que me lembrava um mosquito. – Opa, e aí, senhor Corno, tudo certo? Ouvi você falar de ser chifrudo, até faz sentido, mas não é muito bom se gabar disso, VITATA.Pontuaria, já dando uma de desentendido. – Ah, não sei o que você está fazendo por aqui, mas eu não quero te perguntar nada, só irei te dar uma afirmação. O meu parceiro aqui...Daria uns tapinhas no peito dele. – Vai entrar. Qualquer problema quanto a isso, você resolve comigo, VITATA.Destacaria.

Ao fim de minha fala, apontaria para o grande túnel e que o Thork prosseguisse com o caminho indicado. – Vai, cara de abacaxi! Pode ir.Diria com convicção e astúcia, pois sabia que, em qualquer possibilidade do abelhudo querer empatar a passagem do meu amigo, ele estaria abrindo a guarda para receber uma marretada direta, sendo logo lançado contra a parede na lateral do tal túnel. E assim o faria, caso isso ocorresse, cogitando, claro, que o meu companheiro faria questão de sair do alcance de minha arma e focar ainda em seguir diretamente ao caminho o qual eu logo havia mencionado.

Caso o Thork prosseguisse com o plano em questão eu estaria de frente com o supracitado jovem: – Mas e aí, pequeno, tas fazendo o quê por aqui? Tu é meio esquisito, ouvi dizer que talvez seja coisa desses poderes de Akuma no Mi... é isso? VITATA! Ao menos eu nunca enfrentei alguém que tivesse diferentes habilidades desse feitio, seria interessante.Soltaria, mas sempre aguardando alguma resposta e esperando sua intrigante resposta.

Enquanto aguardaria alguma resposta para me entrosar bem com um possível adversário: – Falando nisso, como é trabalhar para o Ogedai? É estranho demais ser um vilão o tempo todo e causar dor e sofrimento a animais indefesos? Tu vê graça nisso, Corno-san?Mas, sequer dar-lhe-ia tempo de resposta, afinal, continuaria um legal monólogo: – Vocês ganham dinheiro causando dor e sofrimento? Isso é interessante para vocês? Eu conheci uma jovem que já sofreu muito com toda essa merda que vocês fazem...Supirava decepcionadamente. – É, não tem jeito. Eu vou ter que te amassar em homenagem a minha companheira. Eu sou o Vitaminado Pippao, o fruto de uma vontade divina, e estou aqui nesse planeta para eliminar o mal de fracassados, como vocês.Finalizaria, me posicionando defensivamente com os pés bem posicionados no solo para ser firme na forma defensiva do estilo Vibration Impact, onde eu estaria pronto para rebater, com o reflexo bem revigorado, não importa o tipo de ataque que eu estivesse para receber.

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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
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Após Vitaminado utilizar a Grande Forja, inclusive forjando uma outra lança para mim, o garoto viria dialogar comigo com proposito de mostrar sua mais nova criação. “ET: Espirito Trovejante?! Nada mal, é um bom nome. Thororororo!” Pensei comigo ao empunhar a lança e movimentar ela entre os dedos com intuito de sentir seu balanço. ~ Héh! Seu peso é bem apropriado e seu corte parece realmente aguçado. Muito bom, cabeça de rabanete, não esperava menos de você! Thorororo! Elogiava Pippos ao mesmo tempo que lhe provocava.

Por outro lado, a prosa com Scarlet era sempre prazerosa. A capitã possuía humildade e convicção, tais pontos que apreciava e muito. Uma hora haveria avistado Lily e conversado com a jovem e enérgica menina, ela estava animada como sempre. ~ Vai com calma, miúda! O porco recebeu seu rabo curto por sua presa. Thorororo! Comentaria de forma extrovertida, logo voltando ao meu trono real.

Enquanto isso, estava transpassando um matagal recheado de arvoredos. Os pés pisavam e levemente afundavam em lama, mas nada que viesse a me preocupar. Talvez irritar um pouco. Logo alguns sons poderia se ouvir, talvez uivos de lobos, grilos, corujas e etc. De qualquer forma, prevalecia calmo e atento. ~ É melhor evitar de matar qualquer animal nessa ilha. Afinal, não estou afim de lidar com burocracia. Proferia para mim mesmo, já que, os habitantes de Altai possuíam um grande vínculo com os animais. “Apesar de que não saio para caçar apenas por prazer. Thorororo!” Concluía meu pensamento, logo avistando uma possível entrada para um túnel.

~ Hoo. Nem um pouco dramático. Thororororo! Diria enquanto passava os pés no chão com finalidade de retirar os resíduos de lama. ~ Huum! Ainda com meus sentidos alertas, visava entrar no local. Porém, apesar de não haver guardas, isso não significava que não havia ninguém lá.

Nesse meio tempo, dentro da fortaleza, viria me pronunciar. ~ Aviso! Em nossa frente há um tipo de entrada, parece ser um tipo de túnel subterrâneo. Indagaria sentando no trono, mas logo retomando minha atenção ao exterior da fortaleza devido ter ouvido uma voz ecoar pela mata. ~ Ora, ora... parece que já temos companhia, Kekekeke! Diria já expressando um olhar um tanto sedento pela luta.

Porem, nem todo rabo de saia é cheiroso, afinal, Pippos havia se prontificado a lidar com o “possível” inimigo. ~ Tsc. Maldito estraga prazer. Coçava a cabeça um pouco desacorçoado enquanto liberava uma ponte levadiça e deixava Vitaminado emergir da Fortaleza. Após a saída do garoto, viria chamar alguns soldados, executando minhas habilidades em liderança. ~ Vocês aí! Permaneçam de vigia na entrada, pois, iremos entrar a fundo na toca da raposa! Thorororo! Proferia durante o tempo que acenaria com a mão para os marinheiros saírem do castelo.

~ Aí garoto-divino! Antes de entrar pela fenda logo à frente, olhava para Vitaminado e comunicaria. ~ Não baixa a guarda! Até mesmo um elefante pode ser abatido por um rato! Até daqui a pouco... irmãozinho! Por fim, desferia um tapa no ombro do garoto e seguiria para dentro do túnel. Conhecia bem o potencial de Pippos e confiava nele. Entretanto, sua egolatria era uma faca de dois gumes; podendo ser sua força ou sua fraqueza.

Após adentar pela fissura, havendo cuidado para não destruir o teto com uma cabeçada. Caminharia pelo local não sabendo se haveria luz. Caso não houvesse, usaria meus instintos para me guiarem em todo trajeto. “Pensado bem agora... provavelmente o Manda-Chuva deve estar no fim da trilha! Qual seria a graça se ele já surgisse de cara, não é mesmo?! Thororororo”

Caso as capitães desejassem sair com seu grupo para seguir um outro caminho, se assim surgisse e eu lhes informassem, liberaria algumas pontes para que viessem a sair tranquilamente. Já eu permaneceria na mesma trilha até onde viesse a me levar, sempre atento e já considerando uma possível remessa de armadilhas. ~ Vamos descobrir o quão eficiente suas defesas serão! Ainda que eu ache improvável serem melhores que as minhas, espero que possam me entreter! Thororororo! Diria expressando um rosto ansioso, empolgado e preparado para desfrutar dessa missão.



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Narração

Uma invasão de larga escala como a deles poderia ter sido assim tão fácilmente desmantelada? Era uma pergunta que talvez tivesse percorrido pela cabeça daqueles que já se frustraram em outras tentativas de lidar com aquele grupo quando o ruivo surgiu, no entanto pelas próprias palavras deste, ficou claro, Thor era o único que havia sido detectado até então mas… As coisas não permaneceriam assim por muito tempo.

- em simultâneo, Assim que Pippos sair, nós também cercaremos o local. - Havia sido dada a instrução pela capitã Scarlet em congruência com a Saída do titã e o modo como ele havia chamado a atenção do sentinela, por uma ponte um exército começara a sair mas, ainda haviam aqueles que haviam ficado no interior de Thor para ajudá-lo em sua cruzada.

A dupla havia se separado, enquanto o Ruivo segurou a atenção do outro ruivo, seria onde o titã encouraçado avançou.


Pippos



- Ora Ora… Parece que temos um grande bobão perdido… Vamos, Xô, Xõ, coitadinho, eu vou me sentir mal se matar alguém especial vai embora vai, ninguém quer matar um pobre coitado né??.- Comentou com um sorriso tecido de malícia frente aos comentários de Pippos logo notando que aquilo era uma grande emboscada, o primeiro instinto de alguém poderia ser o de correr e ir avisar mas, o homem só dava risada ao ver o que estava acontecendo.

- Akuma no mi, essa falta de se colocar no próprio lugar… Você tem uns papos estranhos bobão, sei não. - Ele teria dito dando alguns passos a frente, já observando a envergadura de seu oponente enquanto andou. - Eu preciso de um barco, ele precisava de um guarda pela tarde, parecia que ia ter treta, se gosto ou não? Vai depender do bobão ser forte né??. no que ele disse era possível sentir uma sede de sangue imensa vindo de seu olhar, em que colocou um punho a frente e arqueou-se em arco e flecha, era possível ver chamas percorrerem o seu punho quando o fez.

- Bobão Vitaminado né? Hanma Seijiro, cinquenta milhões, você vai aguentar a pressão néee? - Dessa vez ele alongou bem a fala enquanto a cabeça entortou levemente para o lado, esperando a iniciativa do marinheiro.


Thorkel

Quando seguiu pela Fissura, já visivelmente mais leve, poderia ter notado que havia espaço para que ele caminhasse com alguma tranquilidade, o que implicou que era um lugar preparado para receber animais de grande porte, havia iluminação e era um longo corredor que descia de modo que pareceu não ter fim.

Com Pippos cuidando do lado de fora, Thor poderia ver que haviam pelo menos quarenta e duas pessoas acorrentadas dentro de jaulas, junto a uma variedade de animais distintos, em jaulas diferentes de metal, na sala ainda não haviam percebido a sua chegada, estavam pelo menos duzentos homens armados e um idoso sentado em uma espécie de trono em uma posição bem alta olhando de cima, de onde Thor estava, ele poderia ter visto na sala onde estava também outras várias bifurcações com sombras constantes, indicando que haviam ainda mais pessoas, em uma sensação de que haviam mesmo muitas pessoas para lidar, diferente do velho nenhum havia lhe passado uma sensação de ameaça naquela Sala, onde até então não se sabia de Ogedai e Angra estavam mesmo naquela sala ou se estariam em uma das diversas bifurcações.

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 Shuuma10

Combate esperado!
Vamos contudo...
Preciso mostrar quem é o Vitaminado Pippão


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Naquele fim de tarde, esses primeiros e eventuais acontecimentos ocorreram como, de fato, eu havia previsto. Para falar a verdade, foi até fácil demais o Thork conseguir passar por aquela entrada esquisita, VITATA. Não é de se esperar menos, afinal, eles só estavam vendo o Abacaxi e eu. Essa missão era mais do que bem projetada, um planejamento quase, até, tão divino quanto eu, VITATATA! Por esse motivo, acredito que esse louco aqui sequer fez questão de impedir a passagem de meu irmão. Justo. Mas eu logo tive uma pequena interação com esse bobalhão.

Eu não sabia ao certo se ele gostava de inferiorizar os outros para se sentir acima dos demais, mas isso não faria muito sentido diante de mim, VITATATA! Querer se comparar a mim? Você está de brincadeira, né? – Bobão? Perdido e coitadinho? VITATATA VITATATATA!Gargalhei com força. – Depois dessa, vou até virar um bom gole de bebida.Tomaria mais um bom gole de meu rum que já estava próximo de acabar, pelo entretenimento que esse guri estava causando.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 HeavenlyFrailFulmar-max-1mb

A medida que prosseguimos a conversa, e deu para notar que o mesmo já havia dado alguns passos para frente. Ousado. E logo soltou a razão de estar por ali trabalhando para Ogedai, mas, para mim, parecia conversa fiada demais, mas sempre fazendo questão de continuar a me provocar: – Eu? Sou o Vitaminado Pippão, o ferreiro mais forte do North Blue!Eu não gostava de ser menosprezado, mas notando o alto valor de sua recompensa, eu sabia que deveria ser bem cuidadoso.

Já havíamos conversado demais para dois homens que estavam prestes a duelar com unhas e dentes. Nesses primeiros instantes, deu para notar que ele era um adversário bem cuidadoso e analítico. Finalmente eu estava na Grand Line e pronto para enfrentar inimigos dignos, não é? Mais do que esperado. Eu ainda tinha a intenção de também testar as capacidades de meu alvo, afinal, até então eu sequer sabia muito bem seu etilo de luta.

Abrindo um sorriso empolgado com a batalha, eu não pestanejaria para logo iniciar um forte avanço contra o tal homem, avanço esse que tratar-se-ia de uma finta, e, nesse sentido, assim que alcançasse uma distância de 4 metros de meu alvo, ele, provavelmente, recuaria e/ou faria questão de disparar contra mim essas flechas flamejantes ou algo nesse sentido. Caso ele logo recuasse, ficaria parado, rindo um pouco: – Calma, está com medo? VITATATA!Brincando e tentando entrar na sua mente com toda essa situação. Mas caso ele realmente resolvesse me confrontar, eu seguiria os passos do próximo parágrafo.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 Thor-anime

Seria o momento exato para aplicar os bons aprendizados com a Reines Pivot, dentro de muito empenho e dedicação: – Soru!Assim que soltasse essas palavras, almejaria utilizar o potencializado uso dessa habilidade, buscando sair de minha posição em um piscar de olhos e começar a me mover numa velocidade quase que imperceptível, almejando logo aparecer atrás do tal Hanma, ou ao menos em alguns segundos, e tornando-me quase que invisível nesse tempo, no máximo em alguns flashes. E, caso conseguisse me posicionar, de maneira viável na esperada posição, logo aplicaria: – Choque Ofensivo!Onde buscaria consolidar um hábil giro com minha colossal marreta, esta que buscava atingir fortemente o tronco e, possivelmente também a cabeça, pelo fato de minha arma ser de tamanho proporcional ao meu, visando lançá-lo contra a parede próxima à entrada para o esconderijo.

Nesse sentido, ainda faria questão de utilizar o Geppou para avançar juntamente a seu corpo e tentar inferir-lhe, mais um golpe enquanto o mesmo estivesse ainda no ar, tudo para intensificar o choque contra a parede em questão. A sequência seria, basicamente, inserir um golpe final, pressionando ainda mais o indivíduo em questão, como que está martelando um simples prego contra a parede.

Por outro lado, caso todo o meu planejamento não fluísse conforme o esperado, e, de alguma forma, ele fosse me atacar pelo fato de minha primeira investida não ter sido bem sucedida, manter-me-ia quieto com os pés bem fixados no solo, buscando mater a calma e a determinação no meu estilo de luta, o Vibration Impacto, cujo parte dele já busca me preparar para a defensiva a partir de rebatidas, mas caso fosse bem visível a direção que o Hanma viesse em minha direção, eu buscaria saltar na direção contrária a que ele vinha, para garantir um melhor espaço de distância e fixar os pés no solo para, antes de sua ofensiva, eu já poder executar o: – Thornado!Almejando, nesse ponto, me defender ofensivamente, como é o meu real estilo de luta, e assim prosseguir com as ideias supracitadas onde buscava inferir ataques para lançá-lo contra a parede e prosseguir como fora pontuado.

Choque Defensivo/Ofensivo:
Thornado:

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Sargento
Hasagt Altai

[size=40]A extensão do covil era demasiadamente grande, provavelmente adaptada para transportar animais de grande porte. “Será que eu seria considerado um deles? Thororororo!” Pensava de forma extrovertida, preservando o pensamento só para mim.

Passado algum tempo, haveria chegado mais a fundo dentro da base inimiga, logo me deparando com um dos piores cenários possíveis; uma prisão clandestina. “Isso era presumível, até demais. Já estava imaginando uma suposta prisão ilícita. Porém... ainda sim isso me deixa extremamente enfurecido!” Os dentes rangiam, os punhos cerravam e os olhos emitiam hostilidade, não para com os inocentes presos, mas sim para os culpados de tal ato abominável.

Enquanto isso, rapidamente criava uma cópia minha dentro do castelo e começava a ordenar os soldados que teriam permanecido comigo. ~ ATENÇÃO HOMENS! Bradava com intuito de que todos prestassem atenção em mim. ~ Estamos no olho do furacão! Há diversos criminosos, mas esse não é o problema! Temos vários prisioneiros, humanos e animais! Comunicaria com objetivo de já criar uma estratégia para lidar com a situação. ~ Precisamos resgatar eles, antes que terminem mortos ou como reféns durante o fogo cruzado! Para isso preciso de uma equipe que possa tomar a frente! Que sejam rápidos, furtivos e bom discernimento! Agora os marinheiros veriam um líder, um imperador, determinado em salvar seu povo. Diferente dos momentos que quase sempre sou carismático e extrovertido, desta vez seria imponente e implacável.

Minha expressão estava séria, apesar de conter a raiva, não era o melhor momento para esbravejar como um louco. Precisava me impor com autoridade, sem a necessidade de ser arrogante, sabendo utilizar as palavras junto ao meu carisma com a finalidade de inspirar os companheiros da marinha.

Nesse meio tempo, no lado exterior, meus olhos avistavam um local mais isolado havendo uma presença mais marcante que as outras. Um homem de certa idade havia, quase que instintivamente, clamado por meu sentidos. “Hoo. Parece que achamos um dos Piratas de Andras, mas não parece ser ele, segundo as descrições.” Refletia comigo por alguns instantes.

Novamente dentro da fortaleza, minha copia já estava ciente das informações e repassaria com certa agilidade. ~ A equipe sairá da fortaleza e se encarregará de sair com os civis inocentes. Provavelmente será difícil transportar todos, mas não se preocupem! Pois “eu” estou aqui! Servirei de distração enquanto tomarei o Front de guerra! Bateria com a mão no peito para causar impacto e enfatizar minhas palavras que traziam consigo grande convicção.

~ Enquanto procedem o resgate, tentem ser rápidos e evitem chamar à atenção! Priorizem tirar os civis inocentes e animais, deixem que eu lido com todos os criminosos. Foquem-se apenas em transportar as pessoas para fora do covil. Fecharia o punho em frente a eles emanando bravura e vigor. ~ Eu punirei esses sacos de carnes moídas com toda minha força, acreditem e confiem em mim! Terminaria de falar ao mesmo tempo que abriria uma escotilha para que os soldados pudessem sair e iniciar o resgate.

Seria mais plausível usar a mim como resgate, já que, possuo a fortaleza. Entretanto, não sabia se eles conseguiriam ganhar tempo suficiente, em razão das forças inimigas, pois, eram muitos. Além de que, meu tamanho era difícil não chamar à atenção. Já eu por outro lado, era a melhor escolha para esse tipo de situação que exigia distração e resiliência. Sou dotado de um vigoroso corpo abençoado pelos Gigantes Primordiais, mestre Sentinela para proteger aliados em missão, sem dúvidas poderia dar tempo para meus camaradas concluírem o resgate.  

Assim que os marinheiros deslocassem para resgatar os civis e animais das jaulas, eu já estaria caminhando para o outro lado com intuito de tomar a frente da batalha. Mas não antes de sacar minha mais nova lança de dentro da fortaleza, através da própria cópia que teria jogado para fora.

Os olhos estavam hostis e os músculos rugiam por punição. – Vocês também almejam castigar esses malditos, não é mesmo Smash e Baki! Falaria em um tom baixo com meus próprios músculos, pois, estremeciam por vingança. ~ Eu geralmente fico ansioso e esperançoso de enfrentar um oponente digno. Falaria logo ao parar em frente ao idoso e todos os outros. ~ Mas perante tantos lixos... simplesmente ascende um ardente desejo em lhes dar uma morte nada... descente! Proferia ao mesmo tempo que colidiria com a haste da lança no solo.

Olharia para todos lá, não estava sorridente ou muito menos amigável como de costume. Estava lá como um carrasco que em serviço despenca sua lâmina em prol de decapitar o prisioneiro. Caso viessem falar qualquer besteira, simplesmente olharia para o idoso e responderia de forma cura e direta. ~ Pessoas mortas não falam! Carregaria as palavras com fúria, enquanto as veias saltavam pelos músculos devido a adrenalina estar subindo.

Sem mais delongas, começaria a movimentar minha lança ao ergue-la e, através de alguns giros, alvejaria todos os bandidos lá presentes. Faria com que a lâmina da lança atingissem o máximo de inimigos por vez, enquanto os olhos quase sempre estariam centrado no velho, pois, o criminoso que estava no segundo andar parecia estar precavido para esse tipo de situação.

Caso eu fosse alvejado, simplesmente pararia meu ataque e olharia para o inimigo. ~ Ora, ora. Nesse tipo de momento, eu perceberia o quão fraco vocês são e lhes faria uma proposta para se renderem. Entretanto... hoje não é seu dia de sorte! Afinal, vocês já foram julgados e estão mortos! Expressaria um olhar extremamente hostil e um largo sorriso horripilante.

Centraria meus movimentos em balanços largos e violentos, utilizando minha maestria em brandir a enorme lança com proposito de atingir a distância e finalizar antes mesmo se tentarem contra-ataques. No entanto, caso começassem a disparar armas de fogo, usaria a lança como escudo por meio de movimentos giratório em frente a meu corpo.

Naturalmente, apesar de estar centrado nos inimigos a minha frente, estaria focado em meus aliados logo atrás de mim. Os soldados estariam cumprindo minhas ordens e, eu, resguardaria eles ao utilizar meu corpo como pilar de defesa para qualquer intenção hostil para com os marinheiros. Usaria meu corpo para intervir o caminho dos inimigos e/ou seus ataques utilizando minhas capacidade de defesa. ~ Tekkai! Endureceria o corpo para anular/diminuir os danos. Impossibilitando-os de passar por mim, tentaria utilizar golpes como socos, chutes ou até agarrando os bandidos e arremessando-os para longe; priorizaria lançar ele para o segundo andar.

Caso houvesse êxito em matar alguns dos traficantes, além de ter conseguido proteger meus soldados, acabaria chegando momento que fintaria nos olhos do idoso e dito. ~Até quando vai deixar as crianças fazerem o serviço de um homem!? Comentaria devido a nossa idade ser quase equivalente, visto que a grande maioria seria mais nova. Além de que tinha como objetivo instigar o homem a vir até mim, ganhando um pouco mais de tempo com objetivo de possibilitar o resgate dos civis e animais.

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! - Página 3 2uAvx3T_d